Congo’s Minister Onanga to Fast-Track Deals, Drive Local Content and Expand Floating Liquefied Natural Gas (FLNG) in New Investment Push

Source: APO

The African Energy Chamber (AEC) (www.AfricanEnergyChamber.org) has reinforced its strategic partnership with the Republic of Congo following a high-level meeting between Executive Chairman NJ Ayuk and newly appointed Minister of Hydrocarbons Stev Simplice Onanga in Brazzaville this week, setting the stage for a renewed push to accelerate investment, strengthen local capacity and expand the country’s LNG footprint.

Held shortly after Minister Onanga’s appointment, the meeting underscored a shared commitment to faster, more efficient deal-making across Congo’s oil and gas sector. Both sides emphasized that reducing delays in project approvals and execution will be critical to maintaining Congo’s competitiveness and attracting new capital into upstream and gas development.

A key focus of discussions was the development of a stronger local industry. Minister Onanga outlined a clear ambition to see Congolese companies grow beyond traditional service roles to become operators, license holders and regional players capable of competing across African markets. This includes building companies that not only support domestic projects, but can also export expertise and services beyond Congo.

The AEC welcomed this vision, committing to work closely with the Ministry to help develop a new generation of competitive Congolese firms. This effort will focus on strengthening technical capacity, expanding access to opportunities in field development and drilling, and ensuring local companies are positioned to participate more meaningfully across the value chain.

In parallel, Minister Onanga called for enhanced collaboration to strengthen Société Nationale des Pétroles du Congo (SNPC), with the goal of transforming it into one of Africa’s leading national oil companies. The vision is for SNPC to evolve beyond its current partnership model with international oil companies to take on a more operational role – managing assets, leading projects and driving exploration and production both domestically and, over time, internationally.

“Congo is focused on building a stronger national energy ecosystem from the ground up,” said Ayuk. “We agreed with the Minister on the need to develop Congolese companies into competitive players that can scale beyond borders. Strengthening SNPC is central to this, so it becomes a more active operator, managing and developing assets. This is about building long-term capacity in-country and positioning Congo as a leading force in African energy.”

Beyond local industry development, the meeting reinforced Congo’s broader ambition to strengthen its position within Africa’s energy landscape. Minister Onanga highlighted his intention to align national strategy with continental priorities, drawing on his experience as former Chair of the African Petroleum Producers’ Organization (APPO) Board of Governors. Continued engagement with institutions such as APPO and OPEC will remain central to this approach.

Gas development – particularly floating LNG (FLNG) – emerged as another key pillar of the discussion. Congo has already made significant progress through projects such as Eni’s Congo LNG development, where the 0.6 mtpa Tango FLNG and the upcoming Nguya FLNG facility are expected to increase the country’s LNG export capacity to around 3 mtpa.

Building on this momentum, discussions pointed to the potential for additional FLNG developments. With ongoing conversations around new projects and favorable conditions aligning, a future FLNG expansion could further scale production and reshape Congo’s role in the regional gas market. Expanding capacity would not only strengthen export revenues, but also support domestic gas utilization and industrial growth.

“With Minister Onanga, we’re seeing a real commitment to getting things done – moving deals faster, empowering Congolese companies and scaling LNG,” added Ayuk. “The stars are aligning for Congo to lead the continent in floating LNG. If this momentum continues, there’s no doubt the country can position itself as one of Africa’s leading gas hubs.”

With a renewed focus on fast-tracked investment, local industry development and LNG expansion, the AEC’s engagement with Congo signals a more execution-driven phase for the country’s energy sector – one aimed at building in-country value, strengthening regional influence and delivering long-term growth.

Distributed by APO Group on behalf of African Energy Chamber.

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O ministro Onanga do Congo pretende acelerar acordos, promover o conteúdo local e expandir o Gás Natural Liquefeito Flutuante (FLNG) numa nova iniciativa de investimento

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

A Câmara Africana de Energia (AEC) (www.AfricanEnergyChamber.org) reforçou a sua parceria estratégica com a República do Congo na sequência de uma reunião de alto nível entre o Presidente Executivo NJ Ayuk e o recém-nomeado Ministro dos Hidrocarbonetos, Stev Simplice Onanga, em Brazzaville esta semana, preparando o terreno para um novo impulso no sentido de acelerar o investimento, reforçar a capacidade local e expandir a presença do país no setor do GNL.

Realizada pouco depois da nomeação do Ministro Onanga, a reunião sublinhou um compromisso comum para a celebração de acordos mais rápidos e eficientes em todo o setor do petróleo e gás do Congo. Ambas as partes enfatizaram que a redução dos atrasos na aprovação e execução de projetos será fundamental para manter a competitividade do Congo e atrair novos capitais para o desenvolvimento a montante e do gás.

Um dos principais focos das discussões foi o desenvolvimento de uma indústria local mais forte. O Ministro Onanga delineou uma ambição clara de ver as empresas congolesas crescerem para além das funções tradicionais de prestação de serviços, tornando-se operadoras, titulares de licenças e intervenientes regionais capazes de competir nos mercados africanos. Isto inclui a criação de empresas que não só apoiem projetos nacionais, mas que também possam exportar conhecimentos especializados e serviços para além do Congo.

A AEC acolheu favoravelmente esta visão, comprometendo-se a trabalhar em estreita colaboração com o Ministério para ajudar a desenvolver uma nova geração de empresas congolesas competitivas. Este esforço centrar-se-á no reforço da capacidade técnica, na expansão do acesso a oportunidades no desenvolvimento de campos e na perfuração, e em garantir que as empresas locais estejam posicionadas para participar de forma mais significativa em toda a cadeia de valor.

Paralelamente, o Ministro Onanga apelou a uma colaboração reforçada para fortalecer a Société Nationale des Pétroles du Congo (SNPC), com o objetivo de a transformar numa das principais empresas petrolíferas nacionais de África. A visão é que a SNPC evolua para além do seu atual modelo de parceria com empresas petrolíferas internacionais, assumindo um papel mais operacional – gerindo ativos, liderando projetos e impulsionando a exploração e a produção tanto a nível nacional como, ao longo do tempo, internacional.

«O Congo está focado em construir um ecossistema energético nacional mais forte a partir da base», afirmou Ayuk. «Concordámos com o Ministro quanto à necessidade de transformar as empresas congolesas em intervenientes competitivos capazes de expandir-se para além das fronteiras. O reforço da SNPC é fundamental para isso, para que se torne um operador mais ativo, gerindo e desenvolvendo ativos. Trata-se de construir capacidade a longo prazo no país e posicionar o Congo como uma força líder na energia africana.»

Para além do desenvolvimento da indústria local, a reunião reforçou a ambição mais ampla do Congo de fortalecer a sua posição no panorama energético africano. O Ministro Onanga destacou a sua intenção de alinhar a estratégia nacional com as prioridades continentais, recorrendo à sua experiência como antigo Presidente do Conselho de Governadores da Organização Africana de Produtores de Petróleo (APPO). O envolvimento contínuo com instituições como a APPO e a OPEP continuará a ser fundamental para esta abordagem.

O desenvolvimento do gás – em particular o GNL flutuante (FLNG) – surgiu como outro pilar fundamental da discussão. O Congo já fez progressos significativos através de projetos como o desenvolvimento do Congo LNG da Eni, onde se espera que a instalação Tango FLNG de 0,6 mtpa e a futura instalação Nguya FLNG aumentem a capacidade de exportação de GNL do país para cerca de 3 mtpa.

Aproveitando este impulso, as discussões apontaram para o potencial de desenvolvimentos adicionais de FLNG. Com as conversações em curso sobre novos projetos e as condições favoráveis a alinharem-se, uma futura expansão do FLNG poderia aumentar ainda mais a produção e redefinir o papel do Congo no mercado regional de gás. A expansão da capacidade não só reforçaria as receitas de exportação, como também apoiaria a utilização doméstica de gás e o crescimento industrial.

«Com o Ministro Onanga, estamos a assistir a um compromisso real para concretizar as coisas – acelerar os acordos, capacitar as empresas congolesas e expandir o GNL», acrescentou Ayuk. «Os astros estão a alinhar-se para que o Congo lidere o continente no GNL flutuante. Se este impulso continuar, não há dúvida de que o país se pode posicionar como um dos principais centros de gás de África.»

Com um foco renovado no investimento acelerado, no desenvolvimento da indústria local e na expansão do GNL, o envolvimento da AEC com o Congo sinaliza uma fase mais orientada para a execução no setor energético do país – uma fase que visa criar valor no país, reforçar a influência regional e garantir um crescimento a longo prazo.

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PayPal déploie le PayPal USD dans 70 marchés à l’échelle mondiale et élargit l’accès en Afrique

Source: Africa Press Organisation – French


PayPal (www.PayPal.com) annonce ce jour la disponibilité du PayPal USD (PYUSD) dans 70 marchés dans les comptes PayPal. Ce stablecoin adossé au dollar permet aux utilisateurs d’envoyer de l’argent dans le monde entier, avec un règlement plus rapide et un coût inférieur aux méthodes de paiement traditionnelles.

Alors que le commerce mondial devient de plus en plus numérique, les particuliers et les entreprises recherchent des moyens plus rapides et plus fluides d’effectuer des transactions transfrontalières. Les stablecoins comme le PYUSD aident à alimenter un système de commerce mondial inclusif, rapide et à moindre coût.

« Les particuliers et les entreprises du monde entier recherchent des moyens plus rapides et plus pratiques d’effectuer des transactions à l’échelle mondiale et le système actuel facture encore trop cher, prend trop de temps et effectue les règlements avec des délais d’une autre époque », déclare May Zabaneh, vice-présidente principale et directrice générale de la crypto, PayPal. « Nous nous efforçons de changer tout ça. L’activation du PYUSD dans 70 marchés donne aux utilisateurs un accès plus rapide à leurs fonds, des méthodes moins coûteuses d’envoyer de l’argent à l’international et un moyen plus direct de participer à l’économie mondiale, et c’est ce qui fait avancer le commerce pour tout le monde. »

« Proposer le PYUSD en Afrique, c’est apporter une valeur tangible aux personnes et aux entreprises qui stimulent la croissance sur ces marchés dynamiques », déclare Otto Williams, vice-président principal et directeur général de PayPal pour le Moyen-Orient et l’Afrique. « Les particuliers bénéficient d’un moyen flexible et stable de transférer des fonds plus rapidement, tandis que les entreprises peuvent rationaliser les paiements transfrontaliers, améliorer les délais de règlement et créer de nouvelles perspectives de croissance. En améliorant l’accès à une monnaie numérique réglementée adossée à l’USD, nous supprimons les obstacles et contribuons à réduire les frictions au commerce mondial dans l’ensemble de la région. »

Les utilisateurs des marchés nouvellement pris en charge peuvent acheter, détenir, envoyer et recevoir des PYUSD directement à partir de leur compte PayPal.¹ De plus, les utilisateurs éligibles peuvent gagner des récompenses sur leurs avoirs en PYUSD,² transférer des fonds à des amis et à des proches, que ce soit sur PayPal ou sur des portefeuilles numériques tiers, et convertir des PYUSD en devise locale lors du retrait de fonds³ pour les dépenses quotidiennes.

Les entreprises qui acceptent le PYUSD peuvent utiliser les fonds en quelques minutes, au lieu de quelques jours ou semaines, ce qui renforce la liquidité et réduit la dépendance aux cycles de règlement traditionnels. Un accès plus rapide aux fonds peut aider les entreprises à gérer leur fonds de roulement, à soutenir les opérations transfrontalières et à participer au commerce mondial.

Après le lancement du PYUSD aux États-Unis en 2023, cette expansion représente une nouvelle étape critique dans la création de la liquidité, de l’utilité et de l’ubiquité du PYUSD nécessaires pour créer un écosystème commercial mondial plus inclusif. En le rendant disponible dans de nouveaux marchés par l’entremise de PayPal, le PYUSD aide les particuliers à envoyer des fonds à l’étranger à moindre coût, tout en permettant aux entreprises de régler plus rapidement, de réduire les frais de paiement internationaux et d’accéder plus vite aux fonds.

Le PYUSD est maintenant disponible dans plusieurs régions du monde, à savoir l’Afrique, l’Asie-Pacifique, l’Europe, l’Amérique latine, le Moyen-Orient et l’Amérique du Nord.

Pour de plus amples renseignements sur le PYUSD, veuillez consulter https://apo-opa.co/49g0TOy.


1. L’expérience utilisateur peut varier en fonction des réglementations locales et de l’expérience PayPal.

2. Les récompenses ne sont pas disponibles pour les utilisateurs basés à Singapour ou au Royaume-Uni. Le taux de récompenses sera déterminé à la seule discrétion de PayPal, n’est pas garanti et est sujet à modification. Des conditions s’appliquent (https://apo-opa.co/3RctVZh).

3. Les conditions générales s’appliquent (https://apo-opa.co/3RctVZh).

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À propos de PayPal :
PayPal révolutionne le commerce mondial depuis plus de 25 ans. En créant des expériences innovantes qui simplifient, personnalisent et sécurisent le transfert d’argent, la vente et les achats, PayPal permet aux particuliers et aux entreprises d’environ 200 marchés de se joindre à l’économie mondiale et de prospérer. Pour de plus amples renseignements, visitez https://www.PayPal.com, https://apo-opa.co/4upEUx7 et https://apo-opa.co/49eq2Jo.

PayPal Brings PayPal USD to Users Across 70 Markets Worldwide and Expands Access in Africa

Source: APO


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PayPal (www.PayPal.com) today announced it is making PayPal USD (PYUSD) available in 70 markets worldwide in the PayPal account. This dollar-backed stablecoin enables users to send funds globally, with faster settlement and lower cost than traditional payment methods.

As global commerce becomes increasingly digital, individuals and businesses are looking for faster and more seamless ways to transact across borders. Stablecoins like PYUSD help power an inclusive, fast, lower-cost, global commerce system.

“Consumers and businesses around the world are looking for faster, more seamless ways to transact globally and the current system still charges too much, takes too long, and settles on timelines that were designed for a different era,” said May Zabaneh, Senior Vice President and General Manager of Crypto, PayPal. “We are working to change that. Enabling PYUSD in users’ accounts across 70 markets gives people faster access to their funds, lower-cost ways to send money across borders, and a more direct path to participating in the global economy, and that is what drives commerce forward for everyone.”

“Bringing PYUSD to Africa is about delivering tangible value to the people and businesses driving growth in these dynamic markets,” said Otto Williams, Senior Vice President and General Manager of the Middle East and Africa, PayPal. “Consumers gain a flexible, stable way to move funds faster, while businesses can streamline cross-border payments, improve settlement times, and unlock new opportunities for growth. By increasing access to a regulated, USD-backed digital currency, we’re breaking down barriers and helping reduce friction in global commerce across the region.”

Users in newly supported markets can buy, hold, send, and receive PYUSD directly from their PayPal account.¹ Additionally, eligible users can earn rewards on their PYUSD holdings,² can i transfer funds to friends and family, whether on PayPal or to third-party digital wallets, and convert PYUSD to local currency when withdrawing funds³ for everyday spending.

Businesses that accept PYUSD can use proceeds in minutes rather than days or weeks, improving liquidity and reducing reliance on traditional settlement cycles. Faster access to funds can help businesses manage working capital, support cross-border operations, and participate in global commerce.

Following the launch of PYUSD in the United States in 2023, this expansion is another critical step in creating the liquidity, utility, and ubiquity of PYUSD necessary to create a more inclusive, global commerce ecosystem. By making it available in more places through PayPal, PYUSD helps consumers send funds internationally at a lower cost, while enabling businesses to settle faster, reduce foreign payment fees, and access proceeds more quickly.

PYUSD is now broadly available across multiple global regions, including Africa, Asia-Pacific, Europe, Latin America, The Middle East, and North America.

For more information about PYUSD, please visit https://apo-opa.co/49g0TOy


1. User experience may vary based on local regulations and PayPal experience.

2. Rewards are not available to Singapore or United Kingdom-based users. Rewards rate will be determined at all times in PayPal’s sole discretion, is not guaranteed, and is subject to change. Terms Apply (https://apo-opa.co/3RctVZh).

3. Terms and conditions apply (https://apo-opa.co/3RctVZh)

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PayPal USD is issued by Paxos Trust Company, N.A., a fully-chartered trust company regulated by the Office of the Comptroller of the Currency (OCC). Reserves for PayPal USD are fully backed by U.S. dollar deposits, U.S. Treasuries and similar cash equivalents, and PayPal USD can be bought or sold through PayPal and Venmo at a rate of $1.00 per PayPal USD. PayPal, Inc. (NMLS ID #: 910457) is licensed to engage in Virtual Currency Business Activity by the New York State Department of Financial Services.

About PayPal:
PayPal has been revolutionizing commerce globally for more than 25 years. Creating innovative experiences that make moving money, selling, and shopping simple, personalized, and secure, PayPal empowers consumers and businesses in approximately 200 markets to join and thrive in the global economy. For more information, visit https://www.PayPal.com, https://apo-opa.co/4upEUx7 and https://apo-opa.co/49eq2Jo.

O PayPal disponibiliza o PayPal USD a utilizadores em 70 mercados em todo o mundo e amplia o acesso em África

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O PayPal (www.PayPal.com) anunciou hoje que irá disponibilizar o PayPal USD (PYUSD) em 70 mercados em todo o mundo na conta do PayPal. Esta moeda estável baseada no valor do dólar permite aos utilizadores enviar fundos a nível mundial, com uma liquidação mais rápida e um custo mais baixo do que os métodos de pagamento tradicionais.

À medida que o comércio global se torna cada vez mais digital, as pessoas e as empresas procuram formas mais rápidas e simples de efetuar transações transfronteiriças. Stablecoins como PYUSD ajudam a alimentar um sistema de comércio global inclusivo, rápido e de baixo custo.

“Os consumidores e as empresas de todo o mundo estão à procura de formas mais rápidas e simples de efetuar transações a nível global e o sistema atual ainda cobra demasiado, demora demasiado tempo e estabelece prazos que foram concebidos para uma era diferente”, afirmou May Zabaneh, Vice-Presidente Sénior e Diretora Geral de Encriptação do PayPal. “Estamos a trabalhar para mudar isso. Permitir o PYUSD nas contas dos utilizadores em 70 mercados concede às pessoas um acesso mais rápido aos seus fundos, formas mais baratas de enviar dinheiro através das fronteiras e um caminho mais direto para participar na economia global, e é isso que faz avançar o comércio para todos.”

“Trazer o PYUSD para África é fornecer valor tangível às pessoas e empresas que impulsionam o crescimento nestes mercados dinâmicos”, afirmou Otto Williams, Vice-Presidente Sénior e Diretor Geral do PayPal para o Médio Oriente e África. “Os consumidores ganham uma forma flexível e estável de movimentar fundos mais rapidamente, enquanto que as empresas podem simplificar os pagamentos transfronteiriços, melhorar os prazos de liquidação e criar novas oportunidades de crescimento. Ao aumentar o acesso a uma moeda digital regulada e apoiada em USD, estamos a quebrar barreiras e a ajudar a reduzir o atrito no comércio global em toda a região.”

Os utilizadores nos novos mercados suportados podem comprar, manter, enviar e receber PYUSD diretamente a partir da sua conta PayPal.¹ Além disso, os utilizadores elegíveis podem ganhar recompensas nas suas participações em PYUSD², podem transferir fundos para amigos e familiares, quer no PayPal quer em carteiras digitais de terceiros, e converter PYUSD para moeda local ao levantar fundos³ para despesas diárias.

As empresas que aceitam PYUSD podem utilizar as receitas em minutos, em vez de dias ou semanas, melhorando a liquidez e reduzindo a dependência dos ciclos de liquidação tradicionais. Um acesso mais rápido aos fundos pode ajudar as empresas a gerir o fundo de maneio, apoiar as operações transfronteiriças e participar no comércio mundial.

Após o lançamento do PYUSD nos Estados Unidos em 2023, esta expansão é outro passo fundamental para criar a liquidez, utilidade e ubiquidade do PYUSD necessárias para criar um ecossistema de comércio global mais inclusivo. Ao torná-lo disponível em mais lugares através do PayPal, o PYUSD ajuda os consumidores a enviar fundos internacionalmente a um custo menor, permitindo que as empresas façam liquidações mais rápidas, reduzam as tarifas de pagamento no exterior e acedam aos recursos mais rapidamente.

O PYUSD está agora amplamente disponível em várias regiões globais, incluindo África, Ásia-Pacífico, Europa, América Latina, Médio Oriente e América do Norte.

Para mais informações sobre o PYUSD, visite https://apo-opa.co/49g0TOy 


1. A experiência do utilizador pode variar com base nos regulamentos locais e na experiência PayPal.

2. As recompensas não estão disponíveis para utilizadores baseados em Singapura ou no Reino Unido. A taxa de recompensas será determinada sempre a critério exclusivo do PayPal, não é garantida e está sujeita a alterações. Aplicam-se termos (https://apo-opa.co/3RctVZh).

3. Aplicam-se termos e condições (https://apo-opa.co/3RctVZh).

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Sobre o PayPal USD (PYUSD):
O PayPal USD é emitido pela Paxos Trust Company, N.A., uma empresa fiduciária totalmente registada e regulada pelo Gabinete do Auditor da Moeda (Office of the Comptroller of the Currency, OCC). As reservas de PayPal USD são totalmente garantidas por depósitos em dólares dos EUA, títulos do Tesouro dos EUA e equivalentes de caixa semelhantes, e o PayPal USD pode ser comprado ou vendido através do PayPal e Venmo a uma taxa de $1,00 por PayPal USD. A PayPal, Inc. (ID NMLS n.º 910457) está licenciada para exercer a atividade comercial de moeda virtual pelo Departamento de Serviços Financeiros do Estado de Nova Iorque.

Sobre o PayPal:
O PayPal revoluciona o comércio global há mais de 25 anos. Criando experiências inovadoras que simplificam a movimentação de dinheiro e personalizam e tornam mais seguras as vendas e as compras, o PayPal permite que consumidores e empresas em aproximadamente 200 mercados participem e prosperem na economia global. Para mais informações, visite https://www.PayPal.com, https://apo-opa.co/4upEUx7 e https://apo-opa.co/49eq2Jo.

Afreximbank accorde une facilité de financement d’un montant de 15 millions de dollars US à Ecobank Zimbabwe Limited pour soutenir la participation des Petites et Moyennes Entreprises (PME) zimbabwéennes aux chaînes de valeur à l’exportation

Source: Africa Press Organisation – French


La Banque Africaine d’Import-Export (Afreximbank) (www.Afreximbank.com) a accordé une facilité de financement de 15 millions de dollars US à Ecobank Zimbabwe Limited dans le cadre de son Programme de Développement des PME Exportatrices (ESDP). Cette facilité permettra de financer le fonds de roulement et les dépenses d’investissement des Petites et Moyennes Entreprises (PME) opérant au sein des chaînes de valeur à l’exportation dans des secteurs clés de l’économie zimbabwéenne, notamment l’agroalimentaire, l’industrie manufacturière, la santé et la logistique.

Cette facilité est le dernier développement du partenariat entre les deux institutions qui remonte à 2018. Elle témoigne de leur volonté commune d’améliorer l’accès des PME au financement, de renforcer les chaînes de valeur à l’exportation et de favoriser une croissance économique inclusive au Zimbabwe.

Dans le cadre de cette facilité, les entreprises qui constituent l’épine dorsale productive de l’économie du Zimbabwe, mais qui restent systématiquement exclues des circuits de crédit traditionnels, auront accès à un financement. Ce programme vise spécifiquement les PME opérant dans l’ensemble des chaînes de valeur à l’exportation dans des secteurs clés, notamment l’agro-industrie, la fabrication, la logistique, la technologie, la santé et l’économie créative.

À propos de cette signature, Mme Oluranti Doherty, Directrice Générale d’Afreximbank, chargée du développement des exportations, a déclaré : « Au Zimbabwe et sur l’ensemble du continent, Afreximbank reste fermement engagée à soutenir les PME en tant que moteurs de la croissance des exportations, de la résilience économique et du développement à long terme. Cette facilité illustre parfaitement le type d’intervention à forte valeur ajoutée et à fort impact que l’ESDP vise à mettre en œuvre, en remédiant aux défaillances du marché que le financement commercial ne peut résoudre à lui seul, et en renforçant la capacité productive des entreprises qui sont au cœur de la transformation commerciale de l’Afrique. Au-delà du simple octroi de crédit ; il s’agit d’un engagement structuré visant à renforcer la capacité des entreprises susceptibles de stimuler la participation du Zimbabwe au commerce intra-africain et aux chaînes de valeur régionales. Grâce à l’ESDP, nous veillons à ce que chaque PME bénéficiaire soit non seulement financée, mais aussi outillée, connectée et bien positionnée pour se développer de manière durable. »

Cette facilité est conçue pour mobiliser les financements au développement d’Afreximbank par le biais d’Ecobank Zimbabwe Limited, en tant qu’intermédiaire financier agréé, en combinant l’expertise de la Banque en matière de financement du commerce avec la présence locale étendue et les relations clients d’Ecobank. Environ 43,75 % des fonds serviront à soutenir les activités de commerce intra-africain, tandis que 18 % seront affectés au secteur manufacturier,  reflétant ainsi l’accent mis par Afreximbank sur l’industrialisation et l’intégration commerciale régionale.

Dans le cadre de ses interventions non financières et au titre du programme ESDP, Afreximbank apportera également un soutien au renforcement des capacités des PME sous-emprunteuses, notamment dans les domaines de la gestion opérationnelle et financière, de la gestion des prêts, de la préparation à l’exportation, du marketing et de la digitalisation. Ce soutien intégré vise à améliorer la viabilité des PME, à renforcer la qualité du crédit et à promouvoir une participation accrue aux chaînes de valeur à l’exportation.

Pour Ecobank Zimbabwe Limited, cette facilité renforce considérablement sa capacité à servir un segment du marché qu’elle considère comme essentiel pour les perspectives économiques du pays. En mobilisant les financements au développement d’Afreximbank via sa gamme existante de produits destinés aux PME et son infrastructure de conseil, Ecobank Zimbabwe Limited proposera aux entreprises bénéficiaires non seulement des financements, mais aussi des solutions intégrées de conseil financier et commercial, une combinaison qui augmente siginificativement les chances de réussite des PME et leur pénétration sur les marchés d’exportation.

Dans son allocution, Moses Kurenjekwa, Directeur Général d’Ecobank Zimbabwe Limited, a déclaré : « Ecobank Zimbabwe Limited est fière de s’associer à Afreximbank dans le cadre de cette facilité, qui témoigne clairement de notre engagement à libérer le potentiel du secteur des PME au Zimbabwe. Les petites entreprises sont le moteur de notre économie, et c’est l’accès à un financement adapté et lié à l’exportation qui leur permet de se développer, de créer des emplois et d’être compétitives au niveau régional. Cette collaboration associe la mission de financement du développement d’Afreximbank et notre présence sur le terrain pour offrir une solution à la fois efficace et évolutive. Nous nous réjouissons à l’idée d’accompagner les PME zimbabwéennes dans cette aventure alors qu’elles s’intègrent aux chaînes de valeur commerciales régionales et continentales. »

Ce programme de développement des PME à l’exportation d’Afreximbank est une intervention écosystèmique globale qui allie capital, capacité et connectivité. En travaillant avec des partenaires de confiance comme Ecobank Zimbabwe, le programme s’assure que ses ressources parviennent aux entreprises qui en ont le plus besoin et que ces entreprises sont outillées non seulement pour accéder au financement, mais aussi pour l’utiliser afin de construire des entreprises véritablement compétitives et aptes à l’exportation.

Se trouvant au carrefour des principaux corridors commerciaux d’Afrique australe, reliant le corridor nord-sud Dar es Salaam-Durban et le corridor de Beira qui relie les économies enclavées aux ports de l’océan Indien, cette infrastructure arrive à un moment crucial pour l’économie du pays, avec une prévision de la croissance du PIB à 6 % pour 2025, portée par l’amélioration de la production agricole et la vigueur des cours de l’or. Malgré le fait que les PME représentent plus de 60 % du PIB du Zimbabwe et plus de 70 % de l’emploi national, l’accès à des financements à long terme liés aux exportations reste un frein majeur à leur croissance et à leur compétitivité.

Distribué par APO Group pour Afreximbank.

À propos d’Afreximbank :
La Banque Africaine d’Import-Export (Afreximbank) est une institution financière multilatérale panafricaine dédiée au financement et à la promotion du commerce intra et extra-africain. Depuis 30 ans, Afreximbank déploie des structures innovantes pour fournir des solutions de financement qui facilitent la transformation de la structure du commerce africain et accélèrent l’industrialisation et le commerce intrarégional, soutenant ainsi l’expansion économique en Afrique. Fervente défenseur de l’Accord sur la Zone de Libre-Échange Continentale Africaine (ZLECAf), Afreximbank a lancé les le Système pa-nafricain de paiement et de règlement (PAPSS) qui a été adopté par l’Union africaine (UA) comme la plateforme de paiement et de règlement devant appuyer la mise en œuvre de la ZLECAf. En collabo-ration avec le Secrétariat de la ZLECAf et l’UA, la Banque a mis en place un Fonds d’ajustement de 10 milliards de dollars US pour aider les pays à participer de manière effective à la ZLECAf. À la fin de décembre 2025, le total des actifs et des garanties de la Banque s’élevait à environ 48,5 milliards de dollars US et les fonds de ses actionnaires s’établissaient à 8,4 milliards de dollars US. Afreximbank est notée AAA par China Chengxin International Credit Rating Co., Ltd (CCXI), A par GCR, A- par Japan Credit Rating Agency (JCR) et Baa2 par Moody’s. – Au fil des ans, Afrexi.mbank est devenue un groupe constitué de la Banque, de sa filiale de financement à impact appelée Fonds de développement des exportations en Afrique (FEDA), et de sa filiale de gestion d’assurance, AfrexInsure, (les trois entités forment « le Groupe »). La Banque a son siège social au Caire, en Égypte.

À propos d’Ecobank Zimbabwe Limited :
Zimbabwe Limited est une banque commerciale agréée par la Banque centrale du Zimbabwe et une filiale d’Ecobank Transnational Incorporated (ETI), le groupe bancaire panafricain dont le siège social est situé à Lomé, au Togo, et qui est présent dans plus de 30 pays africains. Fondée au Zimbabwe en 2002, la banque propose une gamme complète de produits et services financiers couvrant la banque de détail, la banque d’affaires, la banque internationale et le financement agricole, au service des particuliers, des PME, des grandes entreprises et des clients institutionnels. En 2025, Ecobank Zimbabwe Limited a franchi une étape historique en enregistrant un chiffre d’affaires de 100 millions de dollars pour l’exercice clos le 31 décembre 2025, grâce à une forte activité de crédit et à la diversification de ses activités. La banque exploite un réseau d’agences à travers le Zimbabwe, notamment à Harare, Bulawayo, Mutare et dans d’autres centres économiques clés. Ecobank Zimbabwe Limited s’engage à promouvoir l’inclusion financière, à soutenir le développement des PME et à renforcer l’intégration du Zimbabwe dans les flux commerciaux et d’investissement régionaux et continentaux.

Pour plus d’informations, rendez-vous sur: www.Ecobank.com/ezw

Centres africains de contrôle et de prévention des maladies (Africa CDC) salue la contribution de 2,5 millions de dollars américains de l’Afrique du Sud pour soutenir la riposte à Ebola

Source: Africa Press Organisation – French


Les Centres africains de contrôle et de prévention des maladies (Africa CDC) (www.AfricaCDC.org) se sont félicités de l’engagement de 2,5 millions de dollars américains du Gouvernement de l’Afrique du Sud pour soutenir la riposte en cours contre Ebola en République démocratique du Congo (RDC) et en Ouganda, à travers le Fonds africain de lutte contre les épidémies d’Africa CDC.

Cette importante contribution fait suite à la récente communication du Président de la Commission de l’Union africaine, S.E. Mahmoud Ali Youssouf, adressée aux Chefs d’État et de Gouvernement africains, concernant l’évolution de l’épidémie d’Ebola et la nécessité urgente de renforcer la solidarité continentale et une action coordonnée.

Africa CDC exprime sa sincère gratitude au peuple et au Gouvernement de l’Afrique du Sud, ainsi qu’à S.E. le Président Cyril Ramaphosa, Champion de l’Union africaine pour la prévention, la préparation et la riposte aux pandémies, pour cette démonstration opportune de leadership, de solidarité et d’engagement en faveur de la sécurité sanitaire collective de l’Afrique.

À un moment où le continent fait face à des menaces sanitaires croissantes avec des risques importants de transmission transfrontalière, la contribution de l’Afrique du Sud envoie un message fort et rassurant : l’Afrique reste unie pour protéger la vie et le bien-être de ses populations, ouvrant ainsi la voie à la sécurité sanitaire et à la souveraineté sanitaire du continent.

Ce soutien contribuera au renforcement des opérations essentielles de riposte, notamment la coordination continentale, la surveillance, les systèmes de laboratoire, le déploiement rapide des équipes d’intervention, la prévention et le contrôle des infections, la préparation aux frontières ainsi que le soutien aux communautés affectées.

Le leadership de l’Afrique du Sud reflète l’importance croissante des mécanismes de financement dirigés par les Africains et renforce la vision d’un continent plus résilient, autonome et sécurisé sur le plan sanitaire. Il s’agit d’une démonstration concrète de la solidarité africaine en action et d’un reflet de la responsabilité collective du continent à répondre rapidement et de manière décisive aux urgences de santé publique.

Africa CDC appelle tous les États membres de l’Union africaine, les pays donateurs, les partenaires au développement, les institutions philanthropiques et le secteur privé à suivre cet exemple en contribuant au Fonds africain de lutte contre les épidémies et en soutenant les efforts de riposte en cours.

L’épidémie actuelle exige une action urgente, coordonnée et suffisamment financée afin de contenir la transmission, sauver des vies et prévenir une escalade régionale plus large.

Africa CDC demeure pleinement engagé à travailler en étroite collaboration avec les États membres affectés, la Commission de l’Union africaine, les communautés économiques régionales et les partenaires mondiaux afin de garantir une riposte rapide, efficace et dirigée par l’Afrique.

Distribué par APO Group pour Africa Centres for Disease Control and Prevention (Africa CDC).

Contact médias :
Wilson Johwa
Chargé principal de communication,
Direction de la Communication et de l’Information Publique  
JohwaW@africacdc.org

À propos d’Africa CDC :
Les Centres africains de contrôle et de prévention des maladies sont l’agence de santé publique de l’Union africaine. En tant qu’institution autonome, Africa CDC soutient les États membres de l’UA dans le renforcement des systèmes de santé, l’amélioration de la surveillance des maladies et le renforcement de la préparation et de la réponse aux urgences sanitaires. Pour plus d’informations, visitez http://www.africacdc.org et suivez Africa CDC sur LinkedIn (https://apo-opa.co/4dloQGy), X (https://apo-opa.co/4dVSNwY), Facebook (https://apo-opa.co/4dQJkXT), et YouTube (https://apo-opa.co/3RjOh2K).

Afreximbank Extends USD 15 Million Facility to Ecobank Zimbabwe Limited to Support Small and Medium Enterprises (SME) Participation in Export Value Chains

Source: APO


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African Export‑Import Bank (Afreximbank) (www.Afreximbank.com) has extended a USD 15 million SME Finance Facility to Ecobank Zimbabwe Limited under its Export SME Development Programme (ESDP).The facility will provide working capital and capital expenditure financing to Small and Medium Enterprises (SMEs) operating within export value chains across key sectors of the Zimbabwean economy, including agribusiness, manufacturing, healthcare, and logistics.

The funding represents the latest development in a partnership between the two institutions that dates to 2018 and reflects a shared commitment to expanding SME access to finance, deepening export value chains, and driving inclusive economic growth in Zimbabwe.

Under the facility, enterprises that form the productive backbone of Zimbabwe’s economy, yet remain chronically underserved by conventional lending, will have access to financing. The programme is specifically targeted at SMEs operating across export value chains in key sectors, including agribusiness, manufacturing, logistics, technology, healthcare, and the creative economy, among others.

Commenting on the signing, Ms. Oluranti Doherty, Managing Director for Export Development at Afreximbank, said, “In Zimbabwe and across the continent, Afreximbank remains firmly committed to supporting SMEs as engines of export growth, economic resilience, and long-term development. This facility with exemplifies the kind of high-additionality, high-impact intervention that the ESDP was designed to deliver, addressing market failures that commercial finance alone cannot resolve, and building the productive capacity of enterprises that are central to Africa’s trade transformation. It therefore goes beyond providing credit; it is a structured commitment to building the capacity of enterprises that can drive Zimbabwe’s participation in intra-African trade and regional value chains. Through the ESDP, we are ensuring that each beneficiary SME is not only funded but equipped, connected, and positioned to grow sustainably.”

The facility is structured to channel Afreximbank’s development finance through Ecobank Zimbabwe Limited as a licensed financial intermediary, combining the Bank’s trade finance expertise with Ecobank’s extensive local footprint and client relationships. Some 43.75 percent of proceeds will support intra-African trade activities, while 18 percent will be directed towards manufacturing, reflecting Afreximbank’s focus on industrialisation and regional trade integration.

As part of its non-financial interventions under the ESDP, Afreximbank will also provide capacity-building support to SME sub-borrowers, covering operations and financial management, loan management, export readiness, marketing, and digitalisation. The integrated support is designed to enhance SME sustainability, strengthen credit quality, and enable stronger participation in export value chains.

For Ecobank Zimbabwe Limited, the facility significantly enhances its capacity to serve a segment of the market it recognises as vital to the country’s economic prospects. By channelling Afreximbank’s development finance through its existing SME product suite and advisory infrastructure, Ecobank Zimbabwe Limited will offer beneficiary enterprises not only financing but integrated financial and business advisory solutions, a combination that meaningfully raises the likelihood of SME success and export market penetration.

In his remarks, Moses Kurenjekwa, Managing Director of Ecobank Zimbabwe Limited, noted: “Ecobank Zimbabwe Limited is proud to partner with Afreximbank on this facility, which speaks directly to our commitment to unlocking the potential of Zimbabwe’s SME sector. Small businesses are the engine of our economy, and access to appropriate, export-linked financing is what enables them to grow, create jobs, and compete regionally. This collaboration brings together Afreximbank’s development finance mandate and our on-the-ground reach to deliver a solution that is both impactful and scalable. We look forward to walking this journey with Zimbabwe’s SMEs as they integrate into regional and continental trade value chains.”

Afreximbank Export SME Development Programme is a comprehensive ecosystem intervention that combines capital, capacity, and connectivity. By working through trusted partners like Ecobank Zimbabwe, the programme ensures that its resources reach the enterprises that need them most and that those businesses are equipped not just to access financing, but to use it to build genuinely competitive, export-capable businesses.

Positioned at the intersection of Southern Africa’s key trade corridors, links the North-South Corridor connecting Dar es Salaam to Durban and the Beira Corridor between landlocked economies to Indian Ocean ports, the facility comes at a pivotal moment for the country’s economy, with GDP growth forecast at 6 percent for 2025, driven by improved agricultural output and strong gold prices. SMEs account for more than 60 percent of Zimbabwe’s GDP and more than 70 percent of national employment, yet access to long-tenor, export-linked financing has remained a persistent constraint on their growth and competitiveness.

Distributed by APO Group on behalf of Afreximbank.

About Afreximbank:
African Export-Import Bank (Afreximbank) is a Pan-African multilateral financial institution mandated to finance and promote intra- and extra-African trade. For over 30 years, the Bank has been deploying innovative structures to deliver financing solutions that support the transformation of the structure of Africa’s trade, accelerating industrialization and intra-regional trade, thereby boosting economic expansion in Africa. A stalwart supporter of the African Continental Free Trade Agreement (AfCFTA), Afreximbank has launched a Pan-African Payment and Settlement System (PAPSS) that was adopted by the African Union (AU) as the payment and settlement platform to underpin the implementation of the AfCFTA. Working with the AfCFTA Secretariat and the AU, the Bank has set up a US$10 billion Adjustment Fund to support countries effectively participating in the AfCFTA.

At the end of December 2025, Afreximbank’s total assets and contingencies stood at over US$48.5 billion, and its shareholder funds amounted to US$8.4 billion. Afreximbank has investment grade ratings assigned by China Chengxin International Credit Rating Co., Ltd (CCXI) (AAA), GCR (A), Japan Credit Rating Agency (JCR) (A-), and. Moody’s (Baa2). Afreximbank has evolved into a group entity comprising the Bank, its equity impact fund subsidiary called the Fund for Export Development Africa (FEDA), and its insurance management subsidiary, AfrexInsure (together, “the Group”). The Bank is headquartered in Cairo, Egypt.

About Ecobank Zimbabwe Limited:
Ecobank Zimbabwe Limited is a commercial bank licensed by the Reserve Bank of Zimbabwe and a subsidiary of Ecobank Transnational Incorporated (ETI), the pan-African banking group headquartered in Lomé, Togo, with a presence in more than 30 African countries. Established in Zimbabwe in 2002, the bank offers a comprehensive range of financial products and services spanning personal banking, business banking, global banking, and agricultural finance, serving individuals, SMEs, large corporates, and institutional clients. In 2025, Ecobank Zimbabwe Limited recorded a historic milestone, achieving USD 100 million in revenue for the year ended 31 December 2025, supported by strong lending activity and business diversification. The bank operates a network of branches across Zimbabwe, including in Harare, Bulawayo, Mutare, and other key economic centres. Ecobank Zimbabwe Limited is committed to driving financial inclusion, supporting SME development, and deepening Zimbabwe’s integration into regional and continental trade and investment flows. For more information, visit: www.Ecobank.com/ezw

Africa Centres for Disease Control and Prevention (Africa CDC) Welcomes South Africa’s US$2.5 Million Contribution to Support the Ebola Response

Source: APO


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The Africa Centres for Disease Control and Prevention (Africa CDC) (www.AfricaCDC.org) has welcomed a US$2.5 million pledge from the Government of South Africa to support the ongoing Ebola response in the Democratic Republic of the Congo (DRC) and Uganda through the Africa CDC Africa Epidemics Fund.

This important contribution followed the recent communication by the Chairperson of the African Union Commission, H.E. Mahmoud Ali Youssouf, to African Heads of State and Government on the evolving Ebola outbreak and the urgent need for strengthened continental solidarity and coordinated action.

Africa CDC expresses its sincere appreciation to the people and Government of South Africa, and to H.E. President Cyril Ramaphosa, African Union Champion on Pandemic Prevention, Preparedness and Response, for this timely demonstration of leadership, solidarity and commitment to Africa’s collective health security.

At a time when the continent faces increasing public health threats with significant risks of cross-border transmission, South Africa’s contribution sends a strong and reassuring message that Africa stands united in protecting the lives and well-being of its people, a pathway for Africa’s health security and sovereignty.

This support will contribute to strengthening critical response operations, including continental coordination, surveillance, laboratory systems, rapid response deployment, infection prevention and control, cross-border preparedness, and support for affected communities.

South Africa’s leadership reflects the growing importance of African-led financing mechanisms and reinforces the vision of a more resilient, self-reliant and health-secure continent. It is a practical demonstration of African solidarity in action and a reflection of the continent’s collective responsibility to respond rapidly and decisively to public health emergencies.

Africa CDC calls upon all African Union Member States, donor countries, development partners, philanthropic institutions, and the private sector to follow this example by contributing to the Africa Epidemics Fund and supporting ongoing response efforts.

The current outbreak demands urgent, coordinated and adequately financed action to contain transmission, save lives and prevent wider regional escalation.

Africa CDC remains fully committed to working closely with affected Member States, the African Union Commission, regional economic communities, and global partners to ensure a rapid, effective and Africa-led response.

Distributed by APO Group on behalf of Africa Centres for Disease Control and Prevention (Africa CDC).

Media Contact:
Wilson Johwa
Senior Communications Officer, Directorate of Communication & Public Information
JohwaW@africacdc.org

About Africa CDC:
The Africa Centres for Disease Control and Prevention (Africa CDC) is the public health agency of the African Union. As an autonomous institution, Africa CDC supports AU Member States to strengthen health systems, improve disease surveillance, and enhance emergency preparedness and response. For more information, visit: http://www.AfricaCDC.org and follow Africa CDC on LinkedIn (https://apo-opa.co/4dloQGy), X (https://apo-opa.co/4dVSNwY), Facebook (https://apo-opa.co/4dQJkXT), and YouTube (https://apo-opa.co/3RjOh2K).

O Afreximbank concede uma linha de crédito de 15 milhões de USD ao Ecobank Zimbabwe Limited para apoiar a participação das Pequenas e Médias Empresas (PME) nas cadeias de valor das exportações

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) (www.Afreximbank.com) concedeu uma linha de crédito de 15 milhões de USD ao Ecobank Zimbabwe Limited no âmbito do seu Programa de Desenvolvimento das PME Exportadoras (ESDP). Esta linha de crédito irá proporcionar financiamento de capital de exploração e de despesas de capital a Pequenas e Médias Empresas (PME) que operam nas cadeias de valor de exportação em importantes sectores da economia do Zimbabwe, incluindo o agro-negócio, a indústria transformadora, os cuidados de saúde e a logística.

O financiamento representa o mais recente desenvolvimento de uma parceria entre as duas instituições que remonta a 2018 e reflecte um compromisso comum de expandir o acesso das PME ao financiamento, aprofundar as cadeias de valor de exportação e impulsionar o crescimento económico inclusivo no Zimbabwe.

Ao abrigo da linha de crédito, as empresas que constituem a espinha dorsal produtiva da economia do Zimbabwe, mas que continuam a ser crónica e sistematicamente mal servidas pelo crédito convencional, terão acesso a financiamento. O programa destina-se especificamente às PME que operam em cadeias de valor de exportação em importantes sectores, incluindo o agro-negócio, a indústria transformadora, a logística, a tecnologia, os cuidados de saúde e a economia criativa, entre outros.

Ao comentar durante a assinatura, a Sr.ª Oluranti Doherty, Directora-Geral para o Desenvolvimento das Exportações do Afreximbank, afirmou: “No Zimbabwe e em todo o continente, o Afreximbank mantém-se firmemente empenhado em apoiar as PME como motores do crescimento das exportações, da resiliência económica e do desenvolvimento a longo prazo. Esta linha de crédito ilustra o tipo de intervenção de elevada complementaridade e grande impacto para a qual o ESDP foi concebido, abordando as falhas de mercado que o financiamento comercial por si só não consegue resolver e reforçando a capacidade produtiva das empresas que são fundamentais para a transformação do comércio africano. Por conseguinte, vai além da concessão de crédito; trata-se de um compromisso estruturado para reforçar a capacidade das empresas que podem impulsionar a participação do Zimbabwe no comércio intra-africano e nas cadeias de valor regionais. Através do ESDP, estamos a garantir que cada PME beneficiária não seja apenas financiada, mas igualmente equipada, interligada e posicionada para crescer de forma sustentável.”

A linha de crédito está estruturada no sentido de canalizar o financiamento para o desenvolvimento do Afreximbank através do Ecobank Zimbabwe Limited, enquanto intermediário financeiro licenciado, combinando a experiência do Banco no financiamento do comércio com a extensa presença local e as relações com os clientes do Ecobank. Cerca de 43,75% das receitas irão apoiar actividades de comércio intra-africano, enquanto 18% serão direccionados para a indústria transformadora, reflectindo o foco do Afreximbank na industrialização e na integração do comércio regional.

Como parte das suas intervenções não financeiras no âmbito do ESDP, o Afreximbank prestará ainda apoio ao reforço das capacidades dos sub-mutuários das PME, abrangendo a gestão operacional e financeira, a gestão de empréstimos, a preparação para a exportação, o marketing e a digitalização. Este apoio integrado visa reforçar a sustentabilidade das PME, melhorar a qualidade do crédito e permitir uma maior participação nas cadeias de valor das exportações.

Para o Ecobank Zimbabwe Limited, a linha de crédito reforça significativamente a sua capacidade de servir um segmento do mercado que reconhece como vital para as perspectivas económicas do país. Ao canalizar o financiamento para o desenvolvimento do Afreximbank através do seu conjunto de produtos para PME e da sua infra-estrutura de consultoria já existentes, o Ecobank Zimbabwe Limited irá oferecer às empresas beneficiárias não só financiamento, mas igualmente soluções integradas de consultoria financeira e empresarial, uma combinação que aumenta significativamente as probabilidades de sucesso das PME e de penetração no mercado de exportação.

Na sua intervenção, o Sr. Moses Kurenjekwa, Director-Geral do Ecobank Zimbabwe Limited, observou: “O Ecobank Zimbabwe Limited orgulha-se de estabelecer uma parceria com o Afreximbank nesta linha de crédito, o que reflecte directamente o nosso compromisso de desbloquear o potencial do sector das PME do Zimbabwe. As pequenas empresas são o motor da nossa economia e o acesso a financiamento adequado e ligado à exportação é o que lhes permite crescer, criar empregos e competir a nível regional. Esta colaboração une o mandato de financiamento para o desenvolvimento do Afreximbank e o nosso alcance no terreno para oferecer uma solução que é ao mesmo tempo impactante e escalável. Estamos ansiosos por percorrer este caminho com as PME do Zimbabwe à medida que estas se integram nas cadeias de valor do comércio regional e continental.”

O Programa de Desenvolvimento das PME Exportadoras do Afreximbank é uma intervenção abrangente no ecossistema que combina capital, capacidade e conectividade. Trabalhando com parceiros de confiança como o Ecobank Zimbabwe, o programa garante que os seus recursos cheguem às empresas que mais precisam deles e que essas empresas estejam equipadas não só para aceder ao financiamento, mas igualmente para o utilizar na constituição de negócios genuinamente competitivos e com capacidade de exportação.

Posicionada na intersecção dos principais corredores comerciais da África Austral, ligando o Corredor Norte-Sul que une Dar es Salaam a Durban e o Corredor da Beira entre as economias sem litoral aos portos do Oceano Índico, a iniciativa surge num momento crucial para a economia do país, com uma previsão de crescimento do PIB de 6% para 2025, impulsionado pela melhoria da produção agrícola e pelos preços elevados do ouro.  As PME representam mais de 60% do PIB do Zimbabwe e mais de 70% do emprego nacional, mas o acesso a financiamento de longo prazo ligado às exportações continua a ser um obstáculo persistente ao seu crescimento e competitividade.

Distribuído pelo Grupo APO para Afreximbank.

Sobre o Afreximbank:
O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) é uma instituição financeira multilateral pan-africana com mandato para financiar e promover o comércio intra e extra-africano. Há mais de 30 anos que o Banco tem vindo a implementar estruturas inovadoras para oferecer soluções de financiamento que apoiam a transformação da estrutura do comércio africano, acelerando a industrialização e o comércio intra-regional e, deste modo, impulsionando a expansão económica em África. Apoiante firme do Acordo de Comércio Livre Continental Africano (ACLCA), o Afreximbank lançou um Sistema Pan-Africano de Pagamento e Liquidação (PAPSS) que foi adoptado pela União Africana (UA) como plataforma de pagamento e liquidação para sustentar a implementação da ZCLCA. Em colaboração com o Secretariado da ZCLCA e a UA, o Banco criou um Fundo de Ajustamento de 10 mil milhões de dólares para apoiar os países que participam de forma efectiva na ZCLCA.

No final de Dezembro de 2025, o total de activos e passivos contingentes do Afreximbank atingiu mais de 48,5 mil milhões de USD, e os seus fundos próprios totalizaram 8,4 mil milhões de USD. O Afreximbank tem notações de grau de investimento atribuídas pela China Chengxin International Credit Rating Co., Ltd (CCXI) (AAA), pela GCR (A), pela Japan Credit Rating Agency (JCR) (A-) e pela Moody’s (Baa2). O Afreximbank evoluiu para uma entidade de grupo que inclui o Banco, a sua subsidiária de fundo de impacto de acções, denominada Fundo para o Desenvolvimento das Exportações em África (FEDA), e a sua subsidiária de gestão de seguros, AfrexInsure (em conjunto, “o Grupo”). O Banco tem a sua sede em Cairo, Egipto.

Sobre o Ecobank Zimbabwe Limited:
O Ecobank Zimbabwe Limited é um banco comercial autorizado pelo Banco Central do Zimbabwe e uma subsidiária do Ecobank Transnational Incorporated (ETI), o grupo bancário pan-africano com sede em Lomé, Togo, e presente em mais de 30 países africanos. Estabelecido no Zimbabwe em 2002, o banco oferece uma vasta gama de produtos e serviços financeiros que abrangem banca pessoal, banca empresarial, banca global e financiamento agrícola, servindo particulares, PME, grandes empresas e clientes institucionais. Em 2025, o Ecobank Zimbabwe Limited registou um marco histórico, tendo alcançado 100 milhões de USD em receitas no exercício findo a 31 de Dezembro de 2025, apoiado por uma forte actividade de crédito e diversificação de actividades. O banco opera uma rede de agências em todo o Zimbabwe, incluindo em Harare, Bulawayo, Mutare e outros importantes centros económicos. O Ecobank Zimbabwe Limited está empenhado em promover a inclusão financeira, apoiar o desenvolvimento das PME e aprofundar a integração do Zimbabwe nos fluxos de comércio e investimento regionais e continentais. Para mais informações, visite: www.Ecobank.com/ezw.