Le ministre Kgosientsho Ramokgopa participera à l’African Energy Week (AEW) 2026 alors que l’Afrique du Sud ouvre son projet d’extension du réseau électrique, d’une valeur de 400 milliards de rands, aux investissements privés

Source: Africa Press Organisation – French

Kgosientsho Ramokgopa, ministre de l’Électricité et de l’Énergie de la République d’Afrique du Sud, a été confirmé comme orateur vedette à l’African Energy Week (AEW) 2026, où il devrait présenter les grandes lignes de la prochaine phase de relance du secteur électrique du pays et de la campagne d’investissement nécessaire à l’extension du réseau électrique.

Se déroulant du 12 au 16 octobre, l’AEW 2026 représente le plus grand rassemblement sur l’énergie du continent africain, offrant une plateforme stratégique pour la conclusion d’accords et la création de partenariats. La participation du ministre Ramokgopa reflète les ambitions du pays visant à renforcer les flux d’investissement sur les marchés de l’électricité et de l’énergie, en soutenant la résilience à long terme de la production et l’amélioration des réseaux de transport.

L’Afrique du Sud est passée de l’une des pires phases de sa crise électrique à son approvisionnement le plus stable depuis des années. Le pays a récemment passé une année entière sans load shedding, et le réseau est à son niveau le plus solide depuis cinq ans, avec environ 4 400 MW de production en plus par rapport à l’année précédente. Le retour de la centrale de Kusile à sa pleine capacité de production d’environ 4 800 MW a contribué à ancrer ce redressement.

L’approvisionnement étant stabilisé, M. Ramokgopa a recadré le défi actuel du marché, estimant qu’il concernait moins la production que le transport, les acheteurs et les goulets d’étranglement, en soulignant que plus de 130 GW de projets de production n’avaient pas encore obtenu d’accords d’achat fermes. Ce goulet d’étranglement est au cœur de la plus grande initiative d’infrastructure du pays. Le plan de développement du réseau de transport prévoit la construction de 14 000 km de nouvelles lignes électriques et de 105 sous-stations d’ici 2030, pour un coût d’environ 400 milliards de rands, afin de libérer une capacité supplémentaire de 22,5 GW.

Comme ni Eskom ni l’État ne peuvent financer seuls ces travaux, le gouvernement a ouvert pour la première fois le secteur du transport aux investissements privés par le biais du programme Independent Transmission Projects (ITP). En décembre 2025, Ramokgopa a désigné sept soumissionnaires préqualifiés pour la première phase, tous des consortiums dirigés par des acteurs internationaux. Cette phase couvre 1 164 km de lignes à haute tension réparties sur sept corridors, pour une valeur totale d’environ 1 milliard de dollars. Un appel d’offres est attendu au second semestre 2026.

« La reprise de l’Afrique du Sud montre ce qu’une exécution rigoureuse peut accomplir, et l’ouverture du réseau aux capitaux privés est la prochaine étape logique », déclare NJ Ayuk, président exécutif de la Chambre africaine de l’énergie. « La véritable opportunité réside désormais dans le transport, et les investisseurs qui contribueront à la construction de ce réseau ouvriront la voie à une production d’électricité qui changera l’avenir de l’Afrique du Sud pour le mieux. »

L’intérêt du secteur privé est déjà manifeste du côté de la production. Le dernier cycle du Programme d’approvisionnement auprès de producteurs d’électricité indépendants dans le domaine des énergies renouvelables a attiré 10,2 GW d’offres pour 5 GW proposés. Au cours de l’exercice 2025/26, huit nouveaux projets de production d’électricité indépendants ont été mis en service, pour une capacité totale de 800 MW, et 1 610 MW supplémentaires sont en cours de construction.

Le ministre Ramokgopa devrait également aborder le Plan intégré des ressources 2025, le plan directeur du gouvernement régissant les nouvelles capacités de production, ainsi que le déploiement d’un marché de gros de l’électricité concurrentiel destiné à ouvrir le secteur au-delà d’Eskom.

Alors que l’AEW 2026 s’apprête à réunir des décideurs politiques, des investisseurs et des opérateurs au Centre international des congrès du Cap en octobre prochain, la participation du ministre Ramokgopa est le signe donné par le pays hôte que son secteur de l’électricité est ouvert aux investissements.

Distribué par APO Group pour African Energy Chamber.

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SBM Offshore confirmada como Patrocinadora Prata da African Energy Week (AEW) 2026, num contexto de expansão das FPSO em África

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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A empresa multinacional de serviços de petróleo e gás SBM Offshore participará na Conferência e Exposição da African Energy Week (AEW) 2026 deste ano como Patrocinadora Prata, reforçando o compromisso de longo prazo da empresa com a indústria africana de petróleo e gás em águas profundas em expansão. A sua participação surge num momento em que a SBM Offshore acelera projetos de otimização de instalações existentes em Angola, ao mesmo tempo que se posiciona de forma agressiva para novos desenvolvimentos pioneiros na Bacia de Orange, na Namíbia.

O regresso da SBM Offshore à AEW, que decorre de 12 a 16 de outubro na Cidade do Cabo, deverá atrair uma atenção significativa do setor, à medida que operadores, financiadores e empreiteiros EPC avaliam a próxima vaga de infraestruturas de produção flutuantes na Bacia Atlântica. Com mais de 20 anos de experiência em África e mais de 31 mil milhões de dólares em carteira de contratos a nível global, a empresa continua a ser um dos fornecedores de FPSO mais influentes do mundo.

O patrocínio surge na sequência de vários marcos importantes anunciados durante 2025 e 2026. A 26 de maio, o American Bureau of Shipping aprovou a tecnologia de riser de captação de água do mar da SBM Offshore, desenvolvida em conjunto com a Shell. O sistema bombeia água do mar fria a partir de profundidades de 700 m para a parte superior do FPSO, reduzindo a procura de energia de refrigeração a bordo e melhorando o desempenho em termos de emissões para futuros projetos em África e na América do Sul.

A situação financeira da empresa reforçou-se consideravelmente na sequência da venda da FPSO One Guyana à ExxonMobil, no valor de 2,32 mil milhões de dólares, em fevereiro de 2026. A transação contribuiu para um aumento de 216% em relação ao ano anterior na receita direcional do primeiro trimestre de 2026, para 3,5 mil milhões de dólares, ao mesmo tempo que reduziu a dívida líquida da SBM Offshore de 5,7 mil milhões de dólares para 3,2 mil milhões de dólares até 21 de março de 2026.

Em março de 2026, a ExxonMobil adjudicou à SBM Offshore contratos de engenharia e conceção iniciais para o desenvolvimento de Longtail na Guiana. Espera-se que a FPSO proposta tenha a maior capacidade de manuseamento de gás de sempre implementada numa embarcação de produção flutuante, processando 1,2 mil milhões de pés cúbicos de gás e 250 000 barris de condensado por dia.

Em toda a África, a SBM Offshore continua a expandir a sua presença offshore. Em Angola, a empresa assinou prorrogações plurianuais em dezembro de 2025 com a Esso Exploration Angola para o FPSO Mondo e o FPSO Saxi Batuque no Bloco 15, prolongando as operações até 2032. As atualizações de instalações existentes e os trabalhos de prolongamento da vida útil tiveram início no início de 2026 para apoiar a gestão da pressão decrescente do reservatório e manter os padrões de conformidade ambiental.

A empresa também finalizou um acordo de compra de ações com a empresa petrolífera nacional da Guiné Equatorial, a GEPetrol, em dezembro de 2025, reestruturando a propriedade dos ativos regionais e apoiando transições operacionais localizadas. O FPSO Aseng saiu formalmente da frota de aluguer e operação da SBM Offshore durante o mesmo período, à medida que as responsabilidades de gestão passaram para entidades equato-guineenses.

A Namíbia continua a ser um foco central da estratégia de crescimento africana da SBM Offshore. A empresa está a competir ativamente pelo contrato da TotalEnergies para a FPSO Venus na Bacia de Orange, uma das maiores descobertas offshore recentes de África, com recursos estimados em cerca de 2 mil milhões de barris. A SBM Offshore expandiu a sua equipa de engenharia comercial na Cidade do Cabo, ao mesmo tempo que posiciona as suas tecnologias padronizadas para os próximos desenvolvimentos no Atlântico Sul.

«A participação da SBM Offshore no evento deste ano reflete o impulso crescente por trás da indústria de águas profundas de África e o papel crítico que a tecnologia FPSO desempenhará no desbloqueio de nova produção. Desde os centros offshore maduros de Angola até às descobertas de fronteira da Namíbia, a SBM Offshore continua a demonstrar a competência técnica, a escala operacional e a abordagem de investimento a longo prazo necessárias para impulsionar a próxima geração de projetos energéticos de África», afirma NJ Ayuk, Presidente Executivo da African Energy Chamber.

Olhando para o futuro, a SBM Offshore pretende combinar a expansão de fronteiras com sistemas de produção offshore de baixas emissões. Através de parcerias com a SLB e a Cognite, a empresa está a integrar plataformas industriais de IA na sua frota global, ao mesmo tempo que amplia a construção padronizada de cascos para acelerar os prazos de entrega de projetos em África e na América Latina.

Distribuído pelo Grupo APO para African Energy Chamber.

O Ministro Kgosientsho Ramokgopa participa na African Energy Week (AEW) 2026, numa altura em que a África do Sul abre a expansão da rede elétrica, no valor de 400 mil milhões de rands, ao investimento privado

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

Kgosientsho Ramokgopa, Ministro da Eletricidade e Energia da República da África do Sul, foi confirmado como orador de destaque na African Energy Week (AEW) 2026, onde se espera que delineie a próxima fase da recuperação do setor energético do país e o impulso de investimento necessário para expandir a rede elétrica.

A decorrer de 12 a 16 de outubro, a AEW 2026 representa o maior encontro sobre energia no continente africano, oferecendo uma plataforma estratégica para a celebração de acordos e parcerias. A participação do Ministro Ramokgopa reflete as ambições do país de reforçar os fluxos de investimento nos mercados da energia e da eletricidade, apoiando a resiliência da produção a longo prazo e a melhoria das redes de transporte.

A África do Sul passou de uma das piores fases da sua crise elétrica para o seu abastecimento mais estável em anos. O país completou recentemente um ano inteiro sem cortes de energia, e a rede está no seu ponto mais forte em meia década, com cerca de 4.400 MW a mais de geração disponível do que no ano anterior. O regresso da Central Elétrica de Kusile à sua potência total de cerca de 4.800 MW ajudou a consolidar a reviravolta.

Com o abastecimento estabilizado, Ramokgopa redefiniu o atual desafio do mercado como sendo menos relacionado com a produção e mais com a transmissão, os compradores e os estrangulamentos, apontando para mais de 130 GW de projetos de produção que ainda não garantiram acordos de compra firmes. Esse estrangulamento está no centro do maior impulso de infraestruturas do país. O Plano de Desenvolvimento da Transmissão prevê 14 000 km de novas linhas de energia e 105 subestações até 2030, com um custo de cerca de 400 mil milhões de rands, para desbloquear uma capacidade adicional de 22,5 GW.

Como nem a Eskom nem o Estado podem financiar essa construção sozinhos, o governo abriu a transmissão ao investimento privado pela primeira vez através do programa Independent Transmission Projects (ITP). Em dezembro de 2025, Ramokgopa nomeou sete proponentes pré-qualificados para a primeira fase, todos eles consórcios liderados por entidades internacionais. A fase abrange 1.164 km de linhas de alta tensão em sete corredores, com um valor combinado de cerca de mil milhões de dólares. Espera-se um pedido de propostas no segundo semestre de 2026.

«A recuperação da África do Sul mostra o que uma execução disciplinada pode alcançar, e abrir a rede ao capital privado é o próximo passo lógico», afirma NJ Ayuk, presidente executivo da Câmara Africana de Energia. «A verdadeira oportunidade está agora na transmissão, e os investidores que ajudarem a construir essa rede irão abrir caminho para uma produção de energia que mudará o futuro da África do Sul para melhor.»

O interesse privado já é evidente no lado da produção. A última ronda do Programa de Aquisição de Produtores Independentes de Energia Renovável atraiu 10,2 GW de propostas contra os 5 GW em oferta. No ano fiscal de 2025/26, oito novos projetos de energia independentes entraram em funcionamento com um total de 800 MW, e outros 1.610 MW estão em construção.

Espera-se também que o Ministro Ramokgopa aborde o Plano Integrado de Recursos 2025, o plano do governo que orienta a nova capacidade de produção, e a implementação de um mercado grossista de eletricidade competitivo destinado a abrir o setor para além da Eskom.

À medida que a AEW 2026 se prepara para reunir decisores políticos, investidores e operadores no Centro Internacional de Convenções da Cidade do Cabo, em outubro deste ano, a participação do ministro Ramokgopa é o sinal da nação anfitriã de que o seu setor energético está aberto ao investimento.

Distribuído pelo Grupo APO para African Energy Chamber.

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CORRECTION: Spiro Appoints Former Indofast Energy Chief Executive Officer (CEO) Anant Badjatya as Group CEO to Lead its Next Phase of Growth

Source: APO

  • Following its most recent landmark US$215 million equity raise, Spiro is strengthening its leadership team to execute its next phase of pan-African expansion and appoints Anant Badjatya as Group CEO of Spiro.
  • Anant Badjatya previously spearheaded Indofast Energy, the IndianOil × SUN Mobility joint venture, where he built one of India’s largest battery-swapping networks with more than 1,800 stations serving approximately 90,000 vehicles daily.

Spiro (https://www.Spironet.com/), Africa’s leading electric mobility company, today announced the appointment of Anant Badjatya as Group Chief Executive Officer.

Anant joins Spiro with more than two decades of leadership experience across India, the Middle East and Africa, building and scaling businesses across electric mobility, energy and industrial sectors.

Most recently, he served as CEO of Indofast Energy, the joint venture between IndianOil and SUN Mobility, where he led the development of one of India’s largest battery-swapping networks, comprising more than 1,800 stations and serving nearly 90,000 vehicles daily.

The appointment comes at a pivotal moment for Spiro following its landmark US$215 million financing round, one of the largest investments ever made in Africa’s electric mobility sector.

As Spiro is accelerating on its mission to transform mobility across Africa, Anant’s broad mandate will span battery swapping, leasing, logistics, energy, and vehicle manufacturing. As CEO Mobility, Kaushik Burman will continue to further consolidate Spiro’s leadership and fleet in Spiro’s 7 existing markets and beyond.

Gagan Gupta, Founder and Chairman of Spiro said: 

As Spiro is accelerating on its mission to transform mobility across Africa through clean, affordable and accessible electric transportation solutions, Anant will consolidate the Group’s strategic initiatives and guide the company through its next chapter of growth and execution in mobility, energy and tech.”

Commenting on his appointment, Anant Badjatya said:

Africa represents the most exciting frontier for electric mobility.  Spiro has built a unique platform and is exceptionally well positioned to accelerate the transition to cleaner and more accessible mobility across the continent. I look forward to working with our teams, partners and stakeholders to drive the next phase of growth and impact.

Distributed by APO Group on behalf of Spiro.

Media Contact:
Flora Limukii
Head of Corporate Communications, Spiro
Email: communications@spironet.com

About Spiro:
Spiro is Africa’s largest electric mobility company and operates the continent’s most extensive battery-swapping network for electric two-wheel vehicles. With more than 100,000 electric motorcycles on the road, over 2,500 swapping stations and more than 30 million battery swaps to date, Spiro is replacing expensive fossil-fuel transport with affordable, accessible and sustainable mobility solutions. Through its growing regional production and assembly footprint, Spiro is committed to building electric vehicles made in Africa by Africans for Africa and the world. https://www.Spironet.com/

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Carbon Markets Africa Summit (CMAS) 2026 programme launched as Africa’s carbon markets move from readiness to delivery

Source: APO

Africa is emerging as an exciting destination to develop carbon market projects with improved policy certainty and more and more projects becoming investment-ready. As global carbon markets transition from rule-setting to real transactions, with Article 6 mechanisms moving into implementation and compliance-driven demand such as CORSIA accelerating, attention is shifting towards where credible supply, policy certainty and investment-ready projects can be delivered at scale.

Against this backdrop, the Carbon Markets Africa Summit (CMAS) that is organised by VUKA Group has released its official 2026 programme, outlining how Africa’s carbon markets can move beyond frameworks into execution, investment and transactions. The summit will take place from 13–15 October 2026 in Kigali, Rwanda, hosted by the Ministry of Environment of Rwanda, with UNDP and the African Development Bank (AfDB) as host organisations, the Development Bank of Southern Africa (DBSA) as host partner, and AUDA-NEPAD as the strategic institutional partner.

Positioned as a pan-African marketplace, CMAS connects policy, project pipelines, capital and buyers in a structured environment focused on enabling real deal flow.

This year’s programme reflects a changing market dynamic, one where integrity, quality and transaction readiness are becoming decisive.

Carbon markets are entering a more selective and operational phase. The question is no longer whether Africa has a role to play, but whether the continent can bring forward credible projects, enabling frameworks and market infrastructure to transact at scale,” said Emmanuelle Nicholls, Project Lead. “CMAS 2026 is designed as a response to that moment – connecting the actors, pipelines and capital needed to move from ambition to execution.”

Within this evolving context, the summit places strong emphasis on the foundations required to scale markets responsibly. As Estherine Fotabong, Director at AUDA-NEPAD, notes, “Africa’s carbon markets must be built on integrity, equity, and continental coordination so that carbon finance delivers real value for communities, ecosystems, and sustainable development across the continent.”

A programme built for execution

The CMAS 2026 programme spans the full carbon market value chain from policy and Article 6 implementation to project development, finance and transactions. Key highlights include the keynote opening session on delivering projects, capital and transactions at scale, a high-level dialogue on trust and market readiness, ministerial and technical roundtables, and sessions focused on buyer demand, investor priorities and deal structuring.

A central feature is a curated pipeline of African carbon projects across nature-based solutions, regenerative agriculture, carbon removals, waste-to-value and blue carbon, presented through project showcases, case studies and investment-ready deal rooms.

The programme also includes solution labs and technical workshops addressing critical bottlenecks—including Article 6 and CORSIA implementation, early-stage finance, MRV systems and project bankability, alongside live demonstrations of digital carbon infrastructure, ensuring focus on practical market development and delivery.

CMAS 2026 is hosted in Rwanda, a country advancing carbon market frameworks under Article 6, and takes place at a pivotal moment as global markets increasingly prioritise integrity, quality and real delivery at scale.

Distributed by APO Group on behalf of VUKA Group.

Media Contact:
Lauren Rose-Innes
Marketing Coordinator
VUKA Group
Email: lauren.innes@wearevuka.com
Phone: +27 (0) 21 700 3558 

About Carbon Markets Africa Summit (CMAS):
The Carbon Markets Africa Summit is Africa’s leading platform dedicated to advancing high‑integrity carbon markets across the continent. CMAS convenes governments, developers, investors, buyers and market enablers to translate policy ambition into execution, align capital with credible supply, and strengthen Africa’s participation in global carbon markets.

Website: https://CarbonMarketsAfrica.com/

About VUKA Group:
VUKA Group is a leading platform for convening Africa’s green economy, investment, and climate transition communities through high-level summits, industry forums, and strategic convenings, including the Carbon Markets Africa Summit.
 

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CEVA Logistics, EFL Africa Launch Joint Venture in Nigeria

Source: APO


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  • CEVA enhances position in growing market in Western Africa
  • Domestic EFL customers in Nigeria gain greater access to global markets
  • Wide range of logistics, customs solutions available

CEVA Logistics, a global leader in 3PL logistics, and EFL Africa (https://EFL.Africa/), a leading logistics company in Nigeria, announced today the formation of a joint venture in Nigeria—CEVA EFL Limited. This partnership marks a significant milestone in the shared ambition of both companies to expand their footprint and strengthen their presence in key global markets.​

As one of the largest and most dynamic logistics markets in the world, Nigeria serves as a strategic gateway to West Africa. The CEVA EFL joint venture strengthens the combined position of CEVA Logistics and EFL in Nigeria, reinforcing the roles as both players in the West African logistics ecosystem.

CEVA EFL combines EFL’s strong local presence and operational excellence in Nigeria with CEVA Logistics’ extensive global network and end-to-end logistics capabilities. CEVA’s presence in over 170 countries ensures seamless connectivity between Nigeria, West Africa, and the rest of the world. Together, the joint venture will deliver integrated, customer-centric logistics solutions that meet the evolving needs of businesses in Nigeria and the surrounding region.​

Enhanced Capabilities for Customers​

The joint venture offers a range of consolidated and fast-tracked services to customers in Nigeria, including dedicated barge operations. Shipping containers can be moved from Lagos ports to Inland Container Depots (ICDs) using the JV’s barges, reducing dependence on road networks and significantly shortening transit times.​ The joint venture’s comprehensive ICD infrastructure includes 140,000 square meters of ICD space in two locations, Ikorodu and Apapa, also enclosing an export processing terminal, EPT. .​ In addition, the joint venture offers customs clearance services through its licensed, in-house team, ensuring efficient, reliable customs processing.​

The joint venture between EFL and CEVA Logistics is driving significant value for Nigeria by bringing a global logistics leader into the market, fostering knowledge transfer to local employees, and empowering EFL to accelerate its growth and strengthen its presence in the region.

Sylvain Kluba, Vice President of Finance IMEA at CEVA Logistics, said:​ “This joint venture represents a bold step forward in our commitment to connecting Nigeria and West Africa to the world. By combining CEVA’s global reach and logistics expertise with EFL’s deep local knowledge and infrastructure, the CEVA EFL joint venture is uniquely positioned to deliver seamless and reliable solutions to our customers. Together, we are creating a logistics ecosystem that drives growth and unlocks new opportunities in this high-potential market.”​

Yemi Adunola, CEO of EFL, said:​ “We are thrilled to partner with CEVA Logistics to launch CEVA EFL. This collaboration underscores our shared vision of transforming logistics in Nigeria and West Africa. By leveraging our combined strengths, we are not only addressing the challenges of this complex market but also creating value for our customers through efficient, integrated and customer-focused solutions. CEVA EFL is a testament to our commitment to driving progress and fostering economic growth in the region.”​

Distributed by APO Group on behalf of EFL Africa.

About CEVA Logistics:
CEVA Logistics, a world leader in third-party logistics, provides global supply chain solutions to connect people, products and providers all around the world. Headquartered in Marseille, France, CEVA Logistics offers a broad range of end-to-end, customized solutions in contract logistics and air, ocean, ground and finished vehicle transport in 170 countries worldwide thanks to its approximately 110,000 employees at approximately 1,700 facilities. With 2025 revenue of US$18.3 billion, CEVA Logistics is part of the CMA CGM Group, a global player in sea, land, air and logistics solutions.

About EFL Africa:
EFL Africa is a leading logistics company in Nigeria with its headquarters in Lagos. It operates one of the largest off-dock facilities providing comprehensive freight logistics services including bonded import and export terminals, marine and barge logistics, ground haulage, container depot services, freight forwarding and secure warehousing. EFL’s strategic locations in Nigeria and infrastructure enable coordination between major ports and inland logistics hubs with the resilient supply chains it has built to navigate Nigeria’s dynamic trade environment with confidence. EFL handles thousands of TEUs annually to strengthen regional trade flows in the import/export ecosystem in Nigeria, contributing to the national ports’ cargo throughput of 129.3 million metric tonnes and container traffic of 2.1 million TEUs in 2025.

Prime Minister and Minister of Foreign Affairs Receives Phone Call from US Senator

Source: Government of Qatar

Doha, June 09, 2026

HE Prime Minister and Minister of Foreign Affairs Sheikh Mohammed bin Abdulrahman bin Jassim Al-Thani received a phone call Tuesday from HE member of the Senate of the friendly United States of America Senator Chris Van Hollen.
During the call, they discussed the close strategic relations between the two countries and ways to support and strengthen them, in addition to the latest developments in the region, and a number of issues of mutual interest. 

Prime Minister and Minister of Foreign Affairs Meets Foreign Minister of Sweden

Source: Government of Qatar

Doha, June 09, 2026

HE Prime Minister and Minister of Foreign Affairs Sheikh Mohammed bin Abdulrahman bin Jassim Al-Thani met on Tuesday with HE Minister for Foreign Affairs of the Kingdom of Sweden Maria Malmer Stenergard, who is visiting Qatar.
During the meeting, they discussed cooperation relations between the two countries and ways to support and strengthen them, in addition to discussing mediation efforts between the United States of America and the Islamic Republic of Iran.
The meeting also addressed coordinating efforts to support mediation aimed at de-escalation, which contributes to enhancing security and stability in the region.
During the meeting, HE the Prime Minister and Minister of Foreign Affairs stressed the need for all parties to respond positively to the ongoing mediation efforts, which would pave the way for addressing the root causes of the crisis through peaceful means and dialogue and lead to a sustainable agreement that prevents renewed escalation. 

Le financement de 750 millions de dollars US d’Heirs Energies désigné Meilleure opération pétrolière et gazière de l’année

Source: Africa Press Organisation – French

Heirs Energies Limited, première entreprise énergétique intégrée africaine à capitaux autochtones, a été distinguée sur la scène internationale grâce à son financement historique de 750 millions de dollars US, un prêt garanti de premier rang à double tranche adossé à des réserves (RBL). Ce financement a été désigné « Meilleure opération pétrolière et gazière de l’année » lors des EMEA Finance Project Finance Awards 2026.

Remis le 3 juin 2026 à Londres, ce prix récompense l’un des plus importants financements obtenus par une entreprise énergétique africaine. Cette transaction souligne le rôle croissant des capitaux africains dans le soutien aux investissements stratégiques qui favorisent la sécurité énergétique, le développement économique et la création de valeur à long terme sur le continent.

Exécuté en partenariat avec la Banque Africaine d’Import-Export (Afreximbank), ce financement de 750 millions de dollars US a été structuré pour accélérer le développement des gisements, optimiser la production et soutenir les ambitions de croissance à long terme de Heirs Energies, tout en garantissant une gestion rigoureuse du capital.

Commentant cette distinction, Osa Igiehon, directeur général de Heirs Energies, a déclaré : « Cette reconnaissance témoigne de la confiance que les institutions financières africaines et internationales continuent d’accorder à Heirs Energies, à notre stratégie et à notre vision à long terme. Cette transaction démontre que les entreprises énergétiques africaines peuvent concevoir et mettre en œuvre avec succès des solutions de financement de premier ordre, favorisant l’investissement, la croissance et la création de valeur. Nous sommes fiers de recevoir ce prix et remercions nos partenaires financiers, nos conseillers et toutes les parties prenantes dont le soutien a rendu cette opération possible ».

Haytham Elmaayergi, vice-président exécutif d’Afreximbank, en charge de Global Trade Bank, a déclaré : « Nous sommes particulièrement honorés que le prêt garanti de premier rang à double tranche adossé à des réserves, d’un montant de 750 millions de dollars US, accordé à Heirs Energies, ait été désigné Meilleure opération pétrolière et gazière de l’année par les EMEA Finance Project Finance Awards.

« Cette reconnaissance souligne l’importance d’un financement bien structuré et axé sur l’Afrique pour soutenir les entreprises énergétiques locales dotées d’une gouvernance solide, d’actifs de haute qualité et de plans de croissance clairs à long terme. Afreximbank est fière d’avoir soutenu cette transaction historique, qui démontre comment les institutions financières africaines peuvent contribuer à mobiliser des capitaux pour des entreprises stratégiques qui renforcent la sécurité énergétique, les capacités de production et la création de valeur durable sur le continent.

« Nous félicitons Heirs Energies et tous les partenaires impliqués dans cette transaction et nous nous réjouissons de voir cet important financement reconnu sur une plateforme internationale aussi prestigieuse ».

Samuel Nwanze, directeur exécutif et directeur financier de Heirs Energies, a ajouté : « Cette distinction confirme la solidité de cette transaction et la confiance que nos partenaires financiers ont accordée à Heirs Energies.

« Ce financement a été conçu pour soutenir notre stratégie de croissance à long terme, en permettant la poursuite des investissements dans le développement des gisements, l’optimisation de la production et la création de valeur durable. Nous sommes ravis que cette transaction ait été reconnue sur une plateforme mondiale aussi prestigieuse ».

Ce financement représente une étape majeure dans l’évolution de Heirs Energies, qui passe d’un financement axé sur les acquisitions à une structure de capital alignée sur le profil de développement à long terme de ses réserves. Il renforce la position de l’entreprise en tant que producteur d’énergie autochtone de premier plan et démontre la capacité des institutions africaines à financer des entreprises africaines transformatrices.

Les EMEA Finance Project Finance Awards récompensent les transactions exceptionnelles en Europe, au Moyen-Orient et en Afrique, célébrant l’excellence, l’innovation et l’impact dans le domaine du financement de projets et du financement structuré.

Distribué par APO Group pour Afreximbank.

Contact Presse :
Vincent Musumba
Responsable de la communication et de la gestion événementielle (Relations presse)
​Courriel : press@afreximbank.com

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À propos de Heirs Energies :
Heirs Energies Limited est la première entreprise énergétique intégrée détenue par des Africains, qui a pour mission de répondre aux besoins énergétiques spécifiques du continent tout en s’alignant sur les objectifs mondiaux de développement durable. Fortement axée sur l’innovation, la responsabilité environnementale et le développement communautaire, Heirs Energies est un acteur majeur du secteur énergétique en pleine mutation et contribue à une Afrique plus prospère.

À propos d’Afreximbank :
La Banque Africaine d’Import-Export (Afreximbank) est une institution financière multilatérale panafricaine dédiée au financement et à la promotion du commerce intra et extra-africain. Depuis 30 ans, Afreximbank déploie des structures innovantes pour fournir des solutions de financement qui facilitent la transformation de la structure du commerce africain et accélèrent l’industrialisation et le commerce intrarégional, soutenant ainsi l’expansion économique en Afrique. Fervente défenseur de l’Accord sur la Zone de Libre-Échange Continentale Africaine (ZLECAf), Afreximbank a lancé les le Système panafricain de paiement et de règlement (PAPSS) qui a été adopté par l’Union africaine (UA) comme la plateforme de paiement et de règlement devant appuyer la mise en œuvre de la ZLECAf. En collaboration avec le Secrétariat de la ZLECAf et l’UA, la Banque a mis en place un Fonds d’ajustement de 10 milliards de dollars US pour aider les pays à participer de manière effective à la ZLECAf. À la fin de décembre 2025, le total des actifs et des garanties de la Banque s’élevait à environ 48,5 milliards de dollars US et les fonds de ses actionnaires s’établissaient à 8,4 milliards de dollars US. Afreximbank est notée AAA par China Chengxin International Credit Rating Co., Ltd (CCXI), A par GCR, A- par Japan Credit Rating Agency (JCR) et Baa2 par Moody’s. — Au fil des ans, Afreximbank est devenue un groupe constitué de la Banque, de sa filiale de financement à impact appelée Fonds de développement des exportations en Afrique (FEDA), et de sa filiale de gestion d’assurance, AfrexInsure, (les trois entités forment « le Groupe »). La Banque a son siège social au Caire, en Égypte.

Pour de plus amples informations, veuillez visiter www.Afreximbank.com

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La plupart des Africains continuent de faire face à des difficultés économiques malgré des signes de reprise, selon le dernier rapport d’Afrobarometer

Source: Africa Press Organisation – French

L’évaluation par les Africains de la performance de leur gouvernement sur les principales questions économiques s’est améliorée depuis la pandémie de COVID-19, mais elle reste encore très largement négative, selon le dernier Profil Panafricain d’Afrobarometer (https://apo-opa.co/4utS2QN).

Bien que la perception de la situation économique se soit légèrement améliorée ces dernières années, elle demeure plus négative qu’il y a 10 ans. Environ la moitié des citoyens qualifient leurs conditions de vie de mauvaises.

Le nouveau rapport, basé sur 50.961 entretiens menés dans 38 pays africains en 2024/2025, montre que le chômage et la hausse du coût de la vie figurent parmi les problèmes les plus importants que les citoyens souhaitent voir leur gouvernement résoudre.

Le rapport met également en lumière une privation généralisée : La majorité des Africains déclarent avoir manqué, eux ou un membre de leur famille, de produits de première nécessité tels qu’un revenu, des soins médicaux, de l’eau potable, de la nourriture et du combustible pour cuisiner au moins une fois au cours de l’année précédente.

Résultats clés

  • Une grande majorité de répondants estiment que leur gouvernement affiche des performances « plutôt mauvaises » ou « très mauvaises » en matière de stabilité des prix (82%), de réduction du fossé entre riches et pauvres (79%), de création d’emplois (76%), d’amélioration des conditions de vie des pauvres (73%) et de gestion de l’économie dans son ensemble (64%) (Figure 1).
    • Malgré des évaluations de performance largement négatives, le suivi de 28 pays entre 2014 et 2025 révèle un léger redressement sur les cinq indicateurs lors de la dernière enquête (Figure 2).
  • Six Africains sur 10 (59%) qualifient la situation économique de leur pays de « plutôt mauvaise » ou de « très mauvaise » (Figure 3).
    • Environ la moitié (49%) des Africains déclarent que leurs conditions de vie personnelles sont « assez mauvaises » ou « très mauvaises ».
  • En moyenne, dans 28 pays étudiés de manière constante depuis 2014, la part des répondants qui décrivent leur économie nationale comme « assez mauvaise » ou        « très mauvaise » a diminué de 7 points de pourcentage par rapport à 2021/2023, bien qu’elle reste supérieure de 6 points à celle d’il y a 10 ans (Figure 4).
  • Le chômage se classe au deuxième rang des problèmes les plus importants que les citoyens estiment que leurs gouvernements devraient aborder, cité par 33% des répondants comme l’une de leurs trois priorités, juste derrière la santé (38%) (Figure 5).
    • L’augmentation du coût de la vie se classe au troisième rang ex aequo (mentionnée par 23% comme une priorité absolue), tandis que la pauvreté (10%), la gestion de l’économie (8%) et les salaires et revenus (5%) figurent également parmi les principales préoccupations des citoyens.
  • Le dénuement matériel reste très répandu sur le continent, une majorité des répondants signalant des manques en biens essentiels au cours de l’année écoulée, notamment en revenus en espèces (79%), en soins médicaux (65%), en nourriture (58%), en eau potable (57%) et en combustible pour la cuisson (52%) (Figure 6).

L’enquête Afrobarometer

Afrobarometer est un réseau panafricain et non-partisan de recherche par sondage qui produit des données fiables sur les expériences et appréciations des Africains, relatives à la démocratie, à la gouvernance et à la qualité de vie. Dix rounds d’enquêtes ont été réalisés dans un maximum de 45 pays depuis 1999. Les enquêtes du Round 10 (2024/2025) couvrent 38 pays.

Les Partenaires Nationaux d’Afrobarometer réalisent des entretiens en face à face dans la langue de choix du répondant avec des échantillons représentatifs au niveau national qui produisent des résultats nationaux avec des marges d’erreur de +/-2 à +/-3 points de pourcentage à un taux de confiance de 95%

Distribué par APO Group pour Afrobarometer.

Pour plus d’informations, veuillez contacter :
Hassana Diallo
Chargé des communications d’Afrobarometer pour l’Afrique francophone
Téléphone : +221 77 713 72 53
Email : hdiallo@afrobarometer.org
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