Moçambique quer criar coligação estratégica de financiamento da electrificação fora da rede

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Governo de Moçambique anunciou a intenção de criar uma Coligação Estratégica de Financiamento da Electrificação Fora da Rede, reunindo instituições financeiras de desenvolvimento, fundos climáticos e energéticos, parceiros de desenvolvimento, fundações e investidores privados.

O anúncio foi feito durante a Mesa-redonda de Alto Nível, realizada à margem da 81.ª Sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas, sob liderança do Governo de Moçambique e com o apoio da Sustainable Energy for All (SEforALL) e da Enabel.

A iniciativa pretende apoiar a criação de uma arquitectura financeira nacional, faseada e previsível, combinando subvenções, garantias, capital concessional, financiamento comercial e instrumentos baseados em resultados.

O objectivo é reduzir os riscos dos investimentos, aumentar a participação sustentável do sector privado e acelerar o acesso universal à energia.

“Moçambique precisa de passar de projectos isolados para uma arquitectura financeira nacional capaz de apoiar investimentos em escala. Para o FUNAE, esta iniciativa deverá resultar em instrumentos concretos, numa carteira de projectos financiáveis e numa maior capacidade nacional para preparar, financiar e acompanhar os investimentos. A electrificação deve também promover os usos produtivos de energia, o emprego, o rendimento e a industrialização das zonas rurais”, afirmou Mety Oreste Gôndola, Presidente do Conselho de Administração do FUNAE (Fundo de Energia), FP.

O Caminho Nacional de Electrificação ao Menor Custo identifica as soluções fora da rede como essenciais para alcançar as comunidades, prevendo cerca de 2.5 milhões de ligações e uma necessidade estimada de investimento de aproximadamente 1.1 mil milhões de dólares.

Moçambique já mobilizou 42 milhões de euros do Fundo Verde para o Clima e 20 milhões de euros da União Europeia (UE) para mini-redes e usos produtivos de energia a ser implementado em parceria com a Agência Belga de Cooperação Internacional, Enabel.

A parceria entre a Enabel e o FUNAE tem mais de uma década e tem evoluído com as necessidades do sector, desde projectos de electrificação rural e energias renováveis até ao reforço institucional e à mobilização de financiamento climático.

Nos últimos três anos, temos trabalhado com o FUNAE para reforçar a sua capacidade de actuar como um fundo e mobilizar e gerir diferentes fontes de financiamento.

O FUNAE refere em comunicado de imprensa , recebido na redacção da AIM, que com a nova Coligação, queremos dar continuidade a esse trabalho, aproximando esta experiência de outros parceiros e contribuindo para que mais recursos possam ser mobilizados para as prioridades de electrificação fora da rede de Moçambique.”

Durante a sessão, o FUNAE, a Enabel e a Sustainable Energy for All (SEforALL) assinaram uma Carta de Intenções para reforçar a cooperação na implementação do projecto aprovado pelo Fundo Verde para o Clima.

O acto de assinatura foi testemunhado pelo Chefe de Estado moçambicano, Daniel Chapo.

“Moçambique tem registado progressos importantes no acesso à energia, e o próximo passo é garantir que essa energia contribua cada vez mais para o crescimento económico. Para isso, será necessário mobilizar financiamento em maior escala e reforçar a coordenação entre o Governo, investidores e parceiros. A SEforALL orgulha-se de apoiar Moçambique neste percurso, contribuindo para transformar as suas prioridades energéticas numa base para um desenvolvimento económico sustentável e duradouro.”

No âmbito da parceria, o FUNAE será responsável pela implementação do projecto, incluindo o apoio aos promotores das soluções de uso produtivo de energia; a Enabel vai assegurar a supervisão estratégica e financeira, bem como a assistência técnica e capacitação; e a SEforALL prestará apoio técnico à gestão do financiamento e ao acompanhamento dos resultados. As três instituições vão trabalhar em coordenação com o Governo de Moçambique, no âmbito da plataforma nacional de coordenação para o desenvolvimento de mini-redes.

A Carta de Intenções formaliza a colaboração entre as três instituições na implementação do programa PURE Rural Mozambique Climate, na sequência da aprovação do programa pelo Conselho do Fundo Verde para o Clima em março de 2026. (AIM)

Distribuído pelo Grupo APO para Portal do Governo de Moçambique.

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Mali et Malawi – Congrès mondial contre le cancer : Médecins Sans Frontières (MSF) plaide pour l’accès aux soins dans les pays à faibles revenus

Source: Africa Press Organisation – French

À l’occasion de sa première participation au Congrès mondial contre le cancer organisé à Hong Kong du 24 au 26 septembre 2026, Médecins Sans Frontières (MSF) partagera son expérience de la prise en charge de la maladie dans les contextes fragiles et à ressources limitées. Nous appelons les bailleurs de fonds à investir pour réduire les inégalités d’accès aux soins.

Une explosion des cas de cancer dans les pays à faibles revenus d’ici 2050

Dans de nombreux pays où MSF intervient, le cancer est devenu un enjeu majeur de santé publique. Environ 80% des décès dus aux cancers du sein et du col de l’utérus dans le monde surviennent dans les pays à revenu faible ou intermédiaire. Selon les experts de la santé mondiale, le nombre de cas de cancer dans les pays à faibles revenus augmentera de 150 % d’ici 2050. 

« Il y a dix ans, nous avons établi le constat que, dans les zones de conflit, de nombreuses personnes déplacées voyaient leurs traitements contre le cancer interrompus. En Syrie, notamment, nous n’étions pas équipés pour répondre à ces besoins médicaux », explique la Dre Claire Rieux, directrice médicale de MSF.  

Aujourd’hui, nos équipes assurent des soins contre le cancer, allant du dépistage au traitement en passant par les soins palliatifs, dans plusieurs pays. « Nous travaillons en partenariat avec les ministères de la Santé, des professionnels de santé engagés, des réseaux communautaires et des experts dans la lutte contre le cancer. Nous souhaitons continuer à apprendre et contribuer à faire progresser davantage l’équité dans ce domaine. » 

Sur le terrain : les programmes de MSF au Mali et au Malawi 

Au cours des cinq dernières années, MSF a développé et soutenu la prise en charge du cancer notamment au Malawi, au Mali, en Papouasie-Nouvelle-Guinée, au Kirghizistan et en Eswatini.  

Au Mali, plus de 2 300 femmes ont bénéficié de soins médicaux pour un cancer du sein ou du col de l’utérus entre 2021 et 2025, dans le cadre du programme mené par MSF et ses partenaires à Bamako. 

Au Malawi, MSF intervient à Blantyre, dans le sud du pays, où le taux de mortalité par cancer du col de l’utérus est le deuxième plus élevé au monde. MSF y facilite l’accès aux traitements, notamment la chimiothérapie, la chirurgie et la radiothérapie, ainsi qu’aux outils de prévention tels que la vaccination contre le papillomavirus humain (HPV), le dépistage précoce et le traitement des lésions précancéreuses. Dans le district de Blantyre, la couverture du dépistage du cancer du col de l’utérus est passée de 40 % en 2019 à près de 60 % l’année dernière.

Recherche et innovation pour faciliter le dépistage précoce 

Pour améliorer la détection précoce, MSF a également participé à l’étude PAVE, un projet de recherche international visant à tester une nouvelle stratégie à faible coût. Objectif : dépister et traiter les lésions précancéreuses du col de l’utérus dans des contextes où les ressources sont limitées. Cette stratégie combine le génotypage du HPV et une évaluation visuelle automatisée par intelligence artificielle pour détecter les lésions précancéreuses. Elle a permis d’identifier plus efficacement les femmes les plus à risque et nécessitant un traitement urgent.  

Traitements et diagnostics : MSF appelle à lever les barrières financières  

Un meilleur dépistage ne suffit pas si les étapes suivantes de la prise en charge restent indisponibles, trop coûteuses ou saturées. « Trop souvent, les personnes atteintes d’un cancer se voient refuser l’accès aux traitements et aux soins, non pas parce que des outils efficaces n’existent pas, mais parce que leur prix les rend inaccessibles, ou qu’ils ne sont pas adaptés aux contextes à ressources limitées », déclare le Dr Zarak Jan, conseiller en plaidoyer sur l’accès aux traitements chez MSF.  

Face à ce constat, les pays et les bailleurs de fonds doivent faire preuve d’une réelle volonté politique pour combler ce fossé.  

Distribué par APO Group pour Médecins sans frontières (MSF).

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North West seeks partnerships to drive development

Source: Government of South Africa

North West seeks partnerships to drive development

North West Premier Lazarus Kagiso Mokgosi has reaffirmed the provincial government’s commitment to fostering strategic partnerships that bring together science, innovation and development to address socio-economic challenges facing communities across the province.

Mokgosi made the commitment during a meeting with the Council for Geoscience Chairperson Kelepile Molete, Chief Executive Officer Mosa Mabuza and senior management to explore areas of collaboration.

Wednesday’s engagement formed part of the provincial government’s ongoing efforts to strengthen partnerships with key institutions that can contribute scientific expertise and evidence-based information to provincial planning and development.

Discussions focused on the strategic role of geoscience in unlocking investment opportunities, supporting responsible mineral resource development, improving land-use planning and strengthening the province’s resilience to environmental and geological hazards.

Mokgosi said North West, as one of South Africa’s leading mining provinces, needs to use scientific research and geological mapping to maximise the developmental benefits of its natural resource endowment.

“The North West Province is richly endowed with mineral resources that continue to play a critical role in our economy. Our engagement with the Council for Geoscience is an important step towards strengthening collaboration in the areas of mineral exploration, infrastructure planning, environmental sustainability and investment promotion.

“We are committed to ensuring that our mineral wealth contributes meaningfully to job creation, inclusive growth and the improvement of the livelihoods of our people,” he said.

He also emphasised the importance of geoscientific data and expertise in supporting provincial initiatives to attract new investment, develop mining-adjacent industries and identify opportunities for economic diversification in communities that remain heavily dependent on mining.

The Council for Geoscience shared insights into its mandate and programmes supporting government institutions with geological mapping and the identification of mineral potential.

Among the areas identified for potential collaboration are joint research, skills development, support for infrastructure projects, groundwater resource management, and using geoscientific information to inform spatial planning and sustainable development.

Mokgosi said partnerships with scientific institutions are important to building a capable developmental state in which decisions are informed by research, innovation and reliable data.

“As government, we remain focused on building a capable developmental state that utilises scientific knowledge and innovation to guide decision-making. Our collaboration with institutions such as the Council for Geoscience will assist us in identifying practical solutions that support economic development, create opportunities for young people and strengthen service delivery,” the Premier said. – SAnews.gov.za

 

GabiK

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Journée internationale de la paix 2026 : les communautés centrafricaines mobilisées pour un avenir de paix

Source: Africa Press Organisation – French

À l’instar des autres États membres des Nations Unies, la République centrafricaine a célébré, le 21 septembre 2026, la Journée internationale de la paix. Placée sous le thème « Investir dans la paix : pour tous, partout et chaque jour », cette édition a donné lieu à plusieurs initiatives en faveur du dialogue, de l’éducation, de la cohésion sociale et de la réconciliation.

De Bangui à Bambito, en passant par Boali, Bambari, Baoro et Barama, autorités locales, leaders communautaires, organisations de la société civile, jeunes, femmes et Casques bleus se sont mobilisés pour rappeler que la paix se construit au quotidien, par le dialogue, la solidarité et l’investissement dans les générations futures.

La rentrée scolaire placée sous le signe de la paix

À Bangui, Bambari et Bambito, la Journée internationale de la paix a coïncidé avec la rentrée scolaire. Les activités organisées dans plusieurs établissements ont associé sensibilisation à la paix et amélioration des conditions d’apprentissage.

À Bangui, les contingents égyptien et rwandais de la MINUSCA ont célébré cette journée aux côtés des communautés scolaires. À l’école Mubarak, le Bataillon égyptien a réuni près de 100 élèves et membres de la communauté éducative, parmi lesquels plusieurs enfants orphelins. La cérémonie a notamment été marquée par la distribution de kits scolaires et de matériel éducatif.

Pour le directeur de l’établissement, M. Edrees Mohamed Adam, cette action va au-delà du simple don de fournitures.

« Votre présence aujourd’hui a apporté beaucoup de joie à nos élèves. Nous apprécions profondément les fournitures scolaires, mais surtout le temps et l’attention accordés à nos enfants », a-t-il affirmé.

Dans le 5ᵉ arrondissement de Bangui, le contingent rwandais a également remis des kits scolaires à plus de 300 élèves de l’école primaire de Benz-Vi. Saluant cette initiative, le maire Alain Yemo a rappelé l’importance de préserver la paix pour favoriser le développement de la communauté.

« Sans la paix, nous ne pourrions rien faire. Mobilisons-nous donc pour être des ambassadeurs de la paix », a-t-il indiqué.

À Bambari, dans la préfecture de la Ouaka, 150 élèves de l’École des Garçons et des Filles ont reçu des fournitures scolaires remises par le contingent tunisien. Ils ont également participé à une séance de sensibilisation aux valeurs de paix, de cohésion sociale et de respect mutuel. Une activité consacrée à l’hygiène et à la prévention sanitaire a par ailleurs été animée par le médecin du contingent.

Pour Nathalie Jupsie Bemba, directrice de l’établissement, cette initiative souligne l’importance d’un environnement stable pour l’éducation et l’épanouissement des enfants.

Dans le Haut-Mbomou, une activité de sensibilisation à la paix s’est tenue à l’école de Bambito avec la participation du contingent népalais. Cent élèves ont reçu des kits scolaires destinés à améliorer leurs conditions d’apprentissage. Du matériel sportif a également été remis à l’établissement afin d’encourager les activités récréatives et de renforcer la cohésion sociale entre les jeunes.

Pour Mariam Mbolifoue, élève en classe de CM2, ces kits lui permettront de mieux apprendre au cours de l’année scolaire.

L’établissement a également reçu des fournitures de bureau destinées à renforcer ses capacités administratives et pédagogiques.

Marche populaire à Baoro

À Baoro, dans la Nana-Mambéré, près de 350 personnes ont pris part aux activités organisées à l’occasion de la Journée internationale de la paix. Marquée par une marche populaire, des discours officiels et des prestations artistiques, la célébration a permis de sensibiliser les communautés à l’importance du dialogue et de la coexistence pacifique.

« La paix et la violence sont deux forces antagonistes. La paix construit, la violence détruit », a rappelé la sous-préfète Gbapelet Pokossi James Chantal.

Jasminka Kumbric, cheffe du bureau régional de la MINUSCA, a présenté les résultats d’un projet consacré à la promotion de la culture de la paix et à la réintégration socio-économique des personnes déplacées et des réfugiés de retour dans la Nana-Mambéré et la Mambéré-Kadéï.

Les activités menées ont contribué à renforcer le dialogue communautaire, à favoriser la participation des jeunes aux initiatives de paix et à soutenir la réinsertion des populations affectées par les crises. Au total, 3 311 personnes, dont 1 044 femmes et filles, en ont directement bénéficié dans les deux préfectures.

À Barama, les préoccupations sécuritaires restent présentes

Dans le Mbomou, plusieurs centaines de personnes se sont réunies au village Barama. Dans une région encore confrontée aux attaques et aux enlèvements attribués à des éléments présumés de l’Armée de résistance du Seigneur, la célébration a constitué un moment de mobilisation communautaire autour de la non-violence, du pardon, de la solidarité et du respect des droits humains.

Les préoccupations sécuritaires restent toutefois au cœur du quotidien des populations.

« Aujourd’hui, on célèbre la paix. Pourtant, dans nos deux communes, les cœurs sont brisés à cause de l’enlèvement de nos enfants. Depuis 2009, nous endurons ces attaques et ces enlèvements », a regretté Vianney Bao, maire intérimaire de Vougba-Balifondo.

Face à ces défis, les membres des mécanismes locaux de paix ont appelé chacun à assumer pleinement son rôle dans la préservation de la stabilité.

« Nous devons tous nous engager à construire un avenir fondé sur la justice et l’harmonie sociale », a souligné Patricia Singha, présidente du Comité local de paix et de réconciliation.

La célébration a réuni environ 700 personnes, dont près de 300 femmes.

À Boali, les communautés définissent leurs priorités

Dans la préfecture de l’Ombella-M’Poko, la ville de Boali a accueilli la célébration nationale de la Journée internationale de la paix, en présence de la sous-préfète Solange Mokolo Mboka et de la Représentante spéciale du Secrétaire général des Nations Unies en République centrafricaine, Valentine Rugwabiza.

La célébration revêtait une signification particulière pour cette localité, touchée par des violences en juillet 2026 qui ont fragilisé la cohésion sociale entre les communautés.

La cérémonie a été l’occasion de présenter les recommandations formulées à l’issue d’un dialogue communautaire ayant réuni 60 leaders locaux. Celles-ci portent notamment sur la sensibilisation au vivre-ensemble et au règlement pacifique des conflits, l’amélioration de la gestion des couloirs de transhumance, la prévention des occupations illégales de terrains, le renforcement des Forces de défense et de sécurité ainsi que la création d’une « Maison de la paix ».

Valentine Rugwabiza a salué une démarche fondée sur la recherche de solutions par les communautés elles-mêmes.

« La paix ne s’impose pas. On discute des vrais problèmes entre les personnes concernées, on trouve des solutions et ce sont ces solutions-là que nous allons soutenir », a-t-elle déclaré.

La sous-préfète de Boali a, pour sa part, insisté sur le rôle de chacun dans la préservation de la paix.

« La paix est une responsabilité collective », a-t-elle indiqué.

À travers ces différentes manifestations, les communautés centrafricaines ont réaffirmé leur volonté de faire de la paix une responsabilité partagée et un engagement quotidien. Autorités, citoyens, organisations locales et partenaires internationaux ont rappelé la nécessité de poursuivre les efforts en faveur d’une société plus stable, plus juste et plus solidaire.

Distribué par APO Group pour United Nations Multidimensional Integrated Stabilization Mission in the Central African Republic (MINUSCA).

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Ntuli calls for renewed commitment to peace ahead of elections

Source: Government of South Africa

Ntuli calls for renewed commitment to peace ahead of elections

KwaZulu-Natal Premier Thamsanqa Ntuli has called for renewed commitment to peace, political tolerance and protection of the democratic process, as the province prepares for the 2026 Local Government Elections.

Premier Ntuli made the call at the Provincial Multi-Party Political Intervention Committee meeting on Tuesday.

The gathering brought together political parties and key institutions involved in safeguarding a peaceful electoral environment. It also provided a platform to strengthen dialogue, cooperation and political tolerance ahead of the elections.

The Electoral Commission has been conducting engagements with political parties, including traditional leaders, civil society, faith-based organisations, and other stakeholders in KwaZulu-Natal, as part of preparations for the elections on 4 November 2026.

In his address, Ntuli emphasised that the right to vote remains one of the fundamental pillars of South Africa’s democracy and has been secured through generations of sacrifice.

Ntuli also noted that the right to vote is inseparable from the right of citizens to make meaningful political choices, and for political parties to organise, campaign and contest elections freely.

“A democracy in which parties can disagree fiercely, yet peacefully, is a democracy that is alive. A democracy that silences its parties, or allows them to be intimidated, has begun to lose its soul.”

The Multi-Party Political Intervention Committee was established to bring political parties together, build trust, and provide a platform where political differences can be resolved through dialogue, rather than conflict.

He expressed concern that too often, the committee’s discussions are dominated by violence, intra-party conflict and killings, instead of electoral readiness, voter confidence and the strengthening of democratic participation.

Ntuli called for a clear distinction between legitimate political contestation and criminal conduct.

“What has been labelled ‘political violence’ is, in its essence, pure criminality. A person who kills, threatens or intimidates another is not advancing a political cause. That person is a criminal,” the Premier said.
Murder is murder, whatever the motive. Intimidation is intimidation, whatever the party card, he said.

Law-enforcement agencies have also been called on to deal with criminality without fear or favour, while the Premier also urged the committee to reclaim its broader mandate of protecting the integrity of elections and strengthening democracy.

He reiterated that the provincial government supports free and fair elections, to ensure that eligible voters can cast their ballots safely and secretly, and that political parties campaign freely and communicate their messages to communities.

Commitment to the electoral process
Ntuli also reaffirmed the provincial government’s commitment to working closely with the Electoral Commission and ensuring that provincial departments, municipalities and law-enforcement agencies provide the institutional support necessary for the electoral process to proceed without obstruction.

The Premier called for an inclusive approach to political dialogue, extending engagement to parties represented in the Provincial Legislature, as well as parties operating outside the Legislature and local government.

“Every party that contests in good faith, and within the law, has a rightful place in this conversation. No party is too big to be heard, and no party is too small to be respected,” the Premier said.

He called for sustained dialogue between government and political parties throughout the electoral cycle, arguing that trust developed during periods of stability can help prevent tensions from escalating during more difficult periods.

“Democracy does not sleep between elections.”

Traditional leaders, civil society and faith-based organisations were also identified as important partners in promoting political tolerance and peaceful democratic participation.

Premier Ntuli said Amakhosi have significant trust and moral authority within communities and can play an important role in ensuring that political parties reach communities without fear.

He also highlighted the contribution of civil society and faith communities in promoting dialogue, counselling communities during periods of tension and reinforcing the value of human life. – SAnews.gov.za

 

 

GabiK

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Le Co-Fondateur et Directeur Général du World Football Summit (WFS) Jan Alessie rejoint le conseil consultatif d’African Collaborations Group (ACG) pour faire progresser les pôles intégrés de sport et de divertissement à travers l’Afrique

Source: Africa Press Organisation – French

African Collaborations Group (ACG) (www.ACGafrica.com), la plateforme stratégique de création de projets et de collaboration axée sur l’industrialisation du sport en Afrique au moyen d’écosystèmes de pôles intégrés de sport et de divertissement bancables, annonce aujourd’hui la nomination de Jan Alessie à son conseil consultatif.

M. Alessie est Co-Fondateur et Directeur Général du World Football Summit (WFS), qu’il a fondé à Madrid en 2016 aux côtés de Marian Otamendi. Aujourd’hui dans sa dixième année, le WFS est devenu la principale plateforme mondiale de rassemblement pour l’industrie du football, connectant les dirigeants de clubs, les fédérations, les ligues, les sponsors, les médias, les fournisseurs de technologie, les investisseurs et les autorités publiques à travers l’écosystème.

Sous la direction de M. Alessie, le WFS a organisé plus de 30 événements dans 11 pays, constitué un réseau de plus de 150 000 membres de l’industrie, et étendu son empreinte à travers l’Europe, les Amériques, l’Asie, le Moyen-Orient et l’Afrique. Sa série mondiale 2026 comprend WFS Mexico City (juin 2026, rassemblant plus de 1 700 professionnels de 43 pays avant la Coupe du Monde de la FIFA), l’édition du 10e anniversaire de WFS Madrid (septembre 2026) et WFS Riyadh, reflétant le positionnement de la plateforme à l’intersection des marchés régionaux du football et de l’industrie mondiale.

Au WFS, M. Alessie travaille directement avec de grandes marques et organisations sportives pour les intégrer aux événements de la plateforme, gère les relations avec les partenaires locaux et les administrations publiques dans chaque région où le WFS opère, et dirige l’expansion internationale de la plateforme — analysant les marchés, évaluant les opportunités et décidant où et comment croître. Son travail se situe à l’intersection du développement des partenariats commerciaux, de la gestion des relations institutionnelles et de l’expansion géographique et stratégique.

Avant de co-fonder le WFS, M. Alessie a passé 18 ans en tant que consultant et conseiller stratégique, apportant à son poste actuel une profondeur rare d’expérience analytique, commerciale et stratégique qui a façonné son approche de la construction du WFS en tant que plateforme mondiale.

Sa nomination au conseil consultatif d’ACG apporte à la plateforme une combinaison inégalée d’expertise dans le rassemblement de l’industrie mondiale du sport, la structuration des stratégies d’expansion internationale et la gestion de l’interface entre les parties prenantes commerciales, les instances sportives et les institutions publiques à travers plusieurs régions et continents — des capacités directement pertinentes pour initier et structurer des projets de pôles intégrés de sport et de divertissement à grande échelle sur le continent africain.

« Jan Alessie a construit l’une des plateformes mondiales les plus respectées du sport mondial. Pendant une décennie, il a démontré exactement ce qu’il faut pour initier, structurer et faire évoluer une plateforme de rassemblement qui connecte les acteurs commerciaux, les institutions sportives et les autorités publiques à travers les marchés et les continents. C’est précisément la capacité analytique, commerciale et diplomatique dont ACG a besoin alors que nous initions des projets de pôles intégrés de sport et de divertissement à travers l’Afrique. Sa présence à notre conseil consultatif renforce significativement la profondeur d’expertise que nous rassemblons autour d’ACG », déclare Nicolas Pompigne-Mognard (www.Pompigne-Mognard.com), Fondateur et Président Exécutif d’ACG.

Le conseil consultatif de l’ACG fournit des orientations stratégiques alors qu’ACG initie et structure des projets de pôles intégrés de sport et de divertissement à grande échelle à travers le continent, alignant les gouvernements, les institutions de financement du développement (IFD), les investisseurs, les instances sportives et les partenaires d’infrastructure pour soutenir le développement d’écosystèmes de pôles intégrés à usage mixte et financièrement durables.

L’économie du sport en Afrique devrait atteindre 20 milliards USD d’ici 2035, mais le continent continue de manquer des écosystèmes de pôles intégrés nécessaires pour soutenir un développement à grande échelle. ACG comble cette lacune en initiant des projets bancables de pôles intégrés de sport et de divertissement, dépassant les modèles de développement mono-sites pour favoriser des écosystèmes de pôles intégrés à usage mixte, générateurs de revenus et financièrement durables.

Grâce à son modèle collaboratif, ACG rassemble des gouvernements, des autorités et régulateurs de PPP, des institutions de financement du développement, des investisseurs privés, des promoteurs, des concepteurs et ingénieurs, des conseillers juridiques et de transaction, des opérateurs, des fédérations et ligues sportives, des promoteurs d’événements, des partenaires média et de diffusion, des établissements universitaires et des communautés hôtes, créant ainsi des axes structurés du concept à la faisabilité, à la bancabilité et à la livraison.

Distribué par APO Group pour African Collaborations Group (ACG).

Contact avec les médias :
marie@apo-opa.com

À propos d’African Collaborations Group (ACG) :
African Collaborations Group (ACG) (www.ACGafrica.com) est la plateforme stratégique de création de projets et de collaboration axée sur l’industrialisation du sport en Afrique à travers la création d’écosystèmes de sport et de divertissement bancables. En réunissant les pouvoirs publics, les partenaires du secteur privé, les établissements de financement du développement, les acteurs du sport et du divertissement et les universités, ACG crée des axes structurés qui transforment les concepts en projets de quartier investissables et livrables à travers le continent.

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Diplomatie de l’eau : Le Bénin franchit une nouvelle étape à l’international

Source: Africa Press Organisation – French

Le mardi 22 septembre 2026 à New-York, le Bénin a déposé son instrument d’adhésion à la Convention des Nations Unies sur la protection et l’utilisation des cours d’eau transfrontières et des lacs internationaux, dite Convention sur l’eau de 1992. À travers cette adhésion, le Bénin réaffirme sa volonté de privilégier le dialogue, la coopération et la gestion durable des ressources hydriques partagées, avec pour objectifs de contribuer à la paix, à la sécurité hydrique et à la préservation des ressources au bénéfice des générations futures. 

Cette démarche revêt une importance particulière pour le Bénin, situé au cœur des bassins du Niger, du Mono, de la Volta et de l’Ouémé, qu’il partage avec plusieurs pays de la sous-région. Elle ouvre ainsi de nouvelles perspectives pour renforcer la coopération avec les États riverains, notamment le Niger, le Nigéria, le Togo et le Burkina Faso, autour de la gestion concertée des ressources en eau. Le Ministère de l’Énergie, de l’Eau et des Mines salue à cet effet l’impulsion donnée par Son Excellence Monsieur Romuald WADAGNI, Président de la République, ainsi que l’engagement du Ministre Édouard DAHOME en faveur du renforcement de la coopération internationale du Bénin dans le domaine de l’eau. 

Le Ministère adresse également ses félicitations au Directeur général de l’Eau, Dr Saïd HOUNKPONOU, pour sa contribution à la concrétisation de cet engagement. À travers cette adhésion, le Bénin entend faire de l’eau davantage qu’une ressource à préserver : un véritable levier de coopération, de développement durable et de solidarité entre les peuples. Une démarche qui consacre la volonté du pays de renforcer le dialogue autour des ressources hydriques partagées et de promouvoir une gestion concertée au service de la paix et du développement régional. 

Vive l’eau qui unit !

Distribué par APO Group pour Gouvernement de la République du Bénin.

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Ebola en République démocratique du Congo (RDC) : la baisse des cas en Ituri ne suffit pas encore à enrayer l’épidémie

Source: Africa Press Organisation – French

Après plus de 130 jours d’épidémie, la circulation du virus Ebola reste active en République démocratique du Congo (RDC). Si le nombre de cas recule en Ituri, il progresse dans d’autres provinces, notamment au Nord-Kivu. L’extension de l’épidémie à Dungu, dans le Haut-Uele, à la frontière avec le Soudan du Sud, fait également craindre une propagation transfrontalière, selon l’Organisation mondiale de la Santé (OMS).

Les données des trois dernières semaines témoignent d’une évolution contrastée de l’épidémie. Entre le 31 août et le 20 septembre, le nombre de cas a diminué d’environ 26 % en Ituri et de 15 % dans le Haut-Uele, deux provinces où l’OMS relève « les premiers signes encourageants de progrès ».

Mais cette tendance ne se vérifie pas partout. Au Nord-Kivu, le nombre de cas a augmenté de 73 %. « Cela montre clairement que l’épidémie continue d’évoluer différemment selon les zones touchées », a déclaré la Dre Marie Roseline Belizaire, Directrice des urgences sanitaires à l’OMS Afrique.

Selon le décompte effectué le 21 septembre et publié par les autorités sanitaires congolaises, 7.733 cas confirmés et 3.732 décès ont été recensés dans sept provinces et 63 zones de santé. Quelque 1.935 patients ont guéri, tandis que 839 autres sont en isolement ou hospitalisés.

Les enfants parmi les plus exposés

Les disparités entre les provinces compliquent la lutte contre le virus Bundibugyo. Chacune des sept provinces touchées présente son propre schéma de transmission.

« Ces tendances montrent que l’épidémie n’est toujours pas maîtrisée et qu’elle continue de se propager sur une vaste zone géographique », a insisté la Dre Belizaire.

L’OMS s’inquiète notamment du nombre de patients qui décèdent avant d’avoir pu accéder à un traitement. Environ un tiers des nouveaux cas ne sont détectés qu’après le décès, en dehors des centres de traitement Ebola. Au Nord-Kivu, une part importante des nouveaux cas signalés est ainsi liée à des décès survenus au sein des communautés.

« Ce sont des vies qui auraient pu être sauvées grâce à un dépistage plus précoce et à un accès rapide aux soins. En effet, chaque décès au sein de la communauté augmente également le risque de transmission parmi les membres de la famille, les soignants et les autres personnes impliquées dans les rites funéraires », a alerté la Dre Belizaire.

Les enfants figurent parmi les plus exposés à ces décès tardivement diagnostiqués. Bien que les adultes représentent la majorité des cas confirmés, les enfants de moins de 5 ans présentent le taux de létalité le plus élevé, supérieur à 60 %, contre environ 40 % chez les adultes.

De nouvelles infections sans lien épidémiologique connu

Au Nord-Kivu, la branche africaine de l’OMS observe une forte proportion de cas chez les enfants de cet âge. Leur détection est particulièrement difficile, les jeunes enfants étant moins à même de décrire leurs symptômes et le tableau clinique pouvant prêter à confusion.

« Cela nous montre très clairement que nous devons redoubler d’efforts pour dépister plus tôt les enfants (…). Nous mettons donc particulièrement l’accent sur une meilleure compréhension des raisons pour lesquelles nous sommes confrontés, dans le Nord-Kivu, à des taux de mortalité importants chez les jeunes enfants », a affirmé Dre Catherine Smallwood, Gestionnaire de l’incident Ebola pour l’OMS en RDC.

« Trop de nouvelles infections sont encore détectées sans lien épidémiologique connu », a ajouté de son côté la Dre Belizaire, rappelant qu’il est essentiel de renforcer la surveillance afin d’interrompre chaque chaîne de transmission.

Cette nécessité de renforcer la détection précoce se traduit déjà sur le terrain par une intensification des opérations de riposte. L’OMS et ses partenaires disposent désormais de près de 1.400 lits de traitement et d’isolement répartis dans 49 centres de traitement d’Ebola, ainsi que de 25 laboratoires capables de traiter jusqu’à 3.500 tests par jour.

« Ce n’est pas le moment de relâcher notre attention »

Mais les infrastructures ne suffiront pas, à elles seules, à enrayer l’épidémie. Pour l’OMS, les communautés doivent rester au cœur de la riposte, non comme simples bénéficiaires, mais comme partenaires à part entière. L’agence travaille donc étroitement avec elles pour identifier rapidement les cas suspects, lutter contre la désinformation et orienter sans délai les patients vers des soins adaptés. Le suivi des contacts atteint désormais près de 88 %.

Cette mobilisation communautaire prend plusieurs formes : surveillance des maladies au sein des communautés, collaboration renforcée avec les prestataires de soins privés et les guérisseurs traditionnels, ou encore initiatives telles que le programme d’alerte « Taximoto » en Ituri, qui facilite l’identification et le signalement rapides des cas suspects.

Plus largement, la priorité est désormais de consolider les progrès réalisés en Ituri, de renforcer la riposte au Nord-Kivu et dans les autres foyers émergents, de détecter les cas plus tôt, de réduire la mortalité au sein des communautés et de maintenir une forte préparation transfrontalière.

« Des progrès sont possibles, mais ils restent fragiles. Ce n’est pas le moment de relâcher notre attention ou de réduire notre soutien », a insisté la Dre Belizaire. 

Les équipes de l’OMS restent convaincues que, dans les prochaines semaines, des tendances à la baisse plus durables pourront être observées, tant dans les centres de traitement d’Ebola que parmi les nouveaux cas détectés au sein des communautés.

Distribué par APO Group pour UN News.

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Moçambique defende multilateralismo e diz que África requer investimentos

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

Os três pilares das Nações Unidas: paz e segurança, direitos humanos e desenvolvimento sustentável estão enfrentando uma “pressão sem precedentes”, no momento em que a organização celebra 81 anos.

A declaração é do presidente de Moçambique, Daniel Chapo, que participou nesta quarta-feira do Debate Geral de líderes internacionais, em Nova Iorque.

Carta da ONU

“No domínio da paz e segurança, assistimos à multiplicação dos conflitos, ao agravamento do sofrimento das populações civis, à expansão do terrorismo e do crime organizado transnacional. Estes desafios, entre outros, devem levar-nos a reforçar a observância e a promoção dos mecanismos de prevenção e resolução pacífica de conflitos, bem como do Direito Internacional à luz da Carta das Nações Unidas, incluindo o respeito pela soberania e integridade territorial, os direitos humanos e a cooperação internacional, factores que são na verdade indissociáveis.”

Segundo o líder do país africano de língua portuguesa, Moçambique tem uma memória viva dos efeitos positivos da cooperação entre nações ao ter sido apoiado no início de sua formação como país . após a independência de Portugal em meados da década de 1970.

Benefícios para todos

Na ONU, Daniel Chapo afirmou que a África tem um grande potencial demográfico e recursos naturais que podem beneficiar a todos que se engajarem como parceiros do continente. 

“África enfrenta, contudo, um paradoxo: é rica em recursos, mas ainda retém pouco do valor que estes geram. Por isso, o investimento deve evoluir da simples extracção para a transformação e criação de valor, passando de transacções às parcerias, da dependência à criação de capacidades e da exportação de recursos à construção de cadeias de valor nacionais e regionais.”

Para o presidente de Moçambique, Daniel Chapo, a chave do sucesso para o continente africano é a integração regional e continental assumir a importância estratégica, ampliando mercados e criando economias de escala e produtivas que possam atrair inovação e investimentos que aproveitem o potencial dos jovens africanos. 

Cabo Delgado avança em segurança

Ao falar de política interna Daniel Chapo garantiu que o país segue na direção da consolidação da paz e do fortalecimento de instituições democráticas assim como do Diá. Nacional Inclusivo.

Segundo o líder de Moçambique, o terrorismo na província de Cabo Delgado, no norte do país está sendo combatido e a segurança está sendo reforçada na região.

Ele encerrou dizendo que Moçambique continuará diversificando suas parcerias de forma soberana e afirmou que a transformação digital exige solidariedade.

Distribuído pelo Grupo APO para UN News.

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Government condemns KZN shooting incident

Source: Government of South Africa

Government condemns KZN shooting incident

Government has strongly condemned a shooting in the Ziko area of KwaMakhutha, south of Durban, which claimed the lives of 11 people and left three others injured on Tuesday night.

“We must stand together against violence and criminality within our society. No one should live in fear, and Government remains resolute in its commitment to protecting all South Africans and restoring safety in affected communities,” Government Communication and Information System (GCIS) Acting Director-General Nomonde Mnukwa said in a statement on Wednesday.

This came as government called for calm and urged members of the public not to take the law into their own hands.

Mnukwa’s comments come as the Acting National Commissioner of the South African Police Service (SAPS), Lieutenant General Puleng Puleng Dimpane, on Wednesday directed the KwaZulu-Natal Provincial Commissioner to activate the 72-hour tracking operation to pursue and apprehend the suspects responsible for the fatal shooting of  the 11 individuals.

In addition to the 11 fatalities, three other people were injured when armed suspects reportedly entered a house in the Ziko area on Tuesday night and opened fire on the people who were gathered inside.

The SAPS said the motive for the shooting has not yet been established, and investigations are continuing.

READ | Dimpane instructs KZN tracking operation following deadly shooting

Mnukwa called on all sectors of society, including community leaders, civil society organisations and local authorities, to work together in the fight against crime.

“Sustained cooperation between communities and law enforcement is vital to preventing further violence and building safer communities,” Mnukwa said.

Government conveyed its deepest condolences to the families, friends and loved ones of those who died and wished those receiving medical treatment a swift and full recovery.

Members of the public with information that may assist the investigation are urged to come forward and cooperate with the police.

Crime can be reported at the nearest police station, through Crime Stop on 08600 10111, or via the MySAPS App. – SAnews.gov.za

 

GabiK

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