Camarões e Banco Africano de Desenvolvimento assinam acordos de empréstimo no valor de 136 milhões de euros para desenvolver competências e estimular o empreendedorismo na região do Extremo Norte

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

A República dos Camarões e o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (www.AfDB.org) assinaram na quarta-feira, em Yaoundé, os acordos de empréstimo relativos ao Programa ‘Desenvolver capacidades e competências para a empregabilidade e o empreendedorismo na região do Extremo Norte’ (CAP2E).

Os documentos foram rubricados por Alamine Ousmane Mey, Ministro da Economia, Planeamento e Ordenamento do Território, E Governador do Banco para os Camarões, e Léandre Bassolé, Diretor-Geral do Banco para a África Central.

Aprovado a 20 de maio de 2025 pelo Conselho de Administração do Grupo Banco, o programa beneficia de um financiamento de 136 milhões de euros, dos quais 130,2 milhões de euros provêm da janela do Banco e 5,8 milhões de euros do Fundo Africano de Desenvolvimento, o mecanismo de financiamento a taxas concessionais do Grupo Banco. Estes recursos permitirão reforçar o capital humano, apoiar o empreendedorismo e modernizar as infraestruturas sociais do Extremo Norte, uma região confrontada com uma taxa de pobreza particularmente elevada, fortes pressões demográficas, os efeitos das alterações climáticas e desafios em matéria de segurança.

“O Programa responde a uma necessidade evidente para o Extremo Norte. Visa investir no capital humano, reforçar as competências das populações locais e criar oportunidades de emprego em setores promissores, como a agricultura e as energias renováveis. Contribuirá para promover a prosperidade partilhada, reduzir as desigualdades e consolidar a estabilidade social, prestando especial atenção à capacitação dos jovens e das mulheres”, afirmou Mey.

O programa ‘Desenvolver capacidades e competências para a empregabilidade e o empreendedorismo na região do Extremo Norte’ será implementado ao longo de cinco anos, de acordo com o princípio inovador do financiamento baseado em resultados, uma novidade na África Central. Tem como objetivo qualificar e inserir 6 mil jovens em formação técnica e profissional e criar pelo menos 5 mil empregos dignos, dos quais 40% ocupados por mulheres. Prevê também a construção ou reabilitação de 22 estabelecimentos de formação técnica e profissional e 29 infraestruturas sociais básicas, a criação de mecanismos financeiros adaptados para apoiar mais de 500 pequenas e médias empresas e cerca de 900 promotores de projetos, bem como um acesso alargado a serviços de saúde e educação modernizados.

Ao integrar soluções de energia renovável, o programa reforçará ainda a resiliência climática e promoverá um desenvolvimento mais sustentável.

O programa traduz o compromisso do Banco em acompanhar os Camarões na implementação das suas prioridades de desenvolvimento. Está alinhado com a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (SND30) e com o Documento de Estratégia do País 2023-2028 do Banco para os Camarões, estando diretamente ligado ao Programa Especial para a Reconstrução e o Desenvolvimento da Região do Extremo Norte. O programa insere-se também no novo quadro de ação do Banco, nomeadamente o seu terceiro ponto cardeal, que consiste em tirar partido da transformação demográfica para estimular o desenvolvimento económico.

Comentando o Programa, Bassolé indicou: “É um verdadeiro catalisador de transformação para o extremo norte dos Camarões. Ao contribuir para a resiliência socioeconómica e climática da região, através do reforço das infraestruturas, do desenvolvimento do empreendedorismo e da empregabilidade no setor privado, nomeadamente na indústria e noutros nichos promissores, com um apoio transversal ao setor da energia solar, (…) este programa contribui para orientar o país de forma sustentável para uma maior prosperidade e inclusão”.

“Através desta iniciativa, o Banco reafirma a sua vontade de promover a autonomização sustentável dos jovens e das mulheres através de intervenções direcionadas e de forte impacto”, acrescentou.

Para o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento, este programa traduz a ambição de colocar o capital humano e a inclusão económica no centro da sua parceria com os Camarões.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Contacto para os media:
Frédérique Pascale Essama Messanga
Departamento de Comunicação e Relações Externas
media@afdb.org

Sobre o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org

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Guiné Equatorial: Banco Africano de Desenvolvimento aprova empréstimo de 73,27 milhões de euros para reforçar a formação e a inserção profissional de jovens e mulheres

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Conselho de Administração do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (www.AfDB.org) aprovou, nesta sexta-feira, 26 de setembro de 2025, a concessão de um empréstimo de 73,27 milhões de euros à Guiné Equatorial para implementar a primeira fase do Projeto de Reforço do Capital Humano em Apoio à Inclusão Económica e Social (PARCH 1). 

O projeto visa melhorar a qualidade e a oferta de formação, a fim de aumentar o acesso ao emprego de jovens equatoguineenses, de ambos os sexos, para um crescimento impulsionado pelo setor privado. Inclui a criação de dois institutos politécnicos provinciais modernos e modulares, centrados em setores-chave como a agricultura, a pesca, as obras públicas, o turismo e o digital, com um forte envolvimento do setor privado, nas províncias de Bioko Sur (capital Luba) e Welé Nzas (capital Mongomo). 

“Espera-se que a implementação bem-sucedida do PARCH 1 crie 4.500 empregos para jovens e mulheres, apoie o lançamento de 500 empresas – a maioria liderada por jovens e mulheres – e forneça oportunidades de formação e emprego para 1.935 beneficiários”, disse Léandre Bassolé, Diretor Geral do Banco na África Central. 

Com uma duração de cinco anos (2025-2030), o projeto está estruturado em torno de três componentes: a melhoria da oferta e da qualidade da formação profissional relacionada com as cadeias de valor dos setores com forte potencial de crescimento; a promoção do emprego dos jovens e das mulheres através da melhoria do ecossistema empresarial para uma melhor inclusão económica, social e territorial; e a gestão do projeto e o desenvolvimento de parcerias. 

A taxa de desemprego juvenil na Guiné Equatorial atinge 23,5%, sendo particularmente mais elevada entre as mulheres (26,7%), principalmente devido à inadequação entre a oferta de formação e as necessidades do mercado de trabalho. Muitos jovens (16,5%) estão desempregados, sem formação ou abandonaram a escola, e recorrem ao trabalho informal, alimentando as tensões sociais. O sistema de ensino e formação técnica e profissional (EFTP) sofre de fragilidades institucionais e orçamentais (menos de 2% dos recursos nacionais) e de carências em matéria de engenharia de formação e reconhecimento de competências. 

O projeto financiado pelo Banco Africano de Desenvolvimento terá um impacto na juventude e no desenvolvimento económico e social do país, mais particularmente nas províncias em causa, onde o desemprego, o subemprego e o emprego informal constituem desafios importantes. 

A 30 de agosto de 2025, a carteira ativa do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento no país contava com seis projetos no valor total de 85 milhões de euros. O Banco concentra os seus investimentos em setores-chave como a agricultura e a pesca (65%), a governação (34%), as TIC (0,69%) e a energia (0,55%). 

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O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org/pt

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Le Ministre des Mines de la République Démocratique du Congo (RDC) prendra la parole à l’African Mining Week 2025

Source: Africa Press Organisation – French


Louis Watum Kabamba, Ministre des Mines de la République Démocratique du Congo (RDC), a été confirmé comme intervenant à la prochaine conférence African Mining Week (AMW) – le principal rendez-vous des parties prenantes du secteur minier en Afrique, qui se tiendra du 1er au 3 octobre 2025 au Cap. 

Le Ministre Kabamba participera au Forum ministériel aux côtés de ses homologues du Zimbabwe, du Nigéria et du Soudan du Sud, où les discussions porteront sur les politiques visant à promouvoir la transformation locale des minerais et la création de valeur sur le continent. 

L’AMW 2025 constituera une plateforme stratégique où le Ministre Kabamba mettra en avant les 20.000 milliards de dollars de ressources minières inexploitées de la RDC auprès des investisseurs internationaux. L’événement offrira l’occasion de présenter les réformes réglementaires en cours destinées à créer un climat d’investissement plus attractif, tout en soulignant le rôle vital de la RDC sur les marchés mondiaux des matières premières. Avec plus de 70 % de l’approvisionnement mondial en cobalt – un minerai critique pour les technologies liées à l’énergie propre – la RDC est essentielle à la résilience des chaînes d’approvisionnement mondiales et à la croissance industrielle. 

La participation du Ministre intervient à un moment charnière, alors que les grandes compagnies minières internationales renforcent leur présence en RDC grâce à de nouveaux projets et partenariats. En septembre 2025, un accord de coopération minière signé entre le Kazakhstan et la RDC a permis d’attirer de nouveaux investissements du groupe Eurasian Resources afin de développer la mine de cuivre-cobalt de Kalukundi. En juin 2025, la société émiratie International Resources Holding a acquis 56 % des parts d’Alphamin Resources – exploitant de la mine d’étain de Bisie, l’un des plus grands producteurs mondiaux – dans le cadre d’une transaction de 367 millions de dollars. De son côté, la startup américaine Kobold Metals a obtenu les droits d’exploration du gisement de lithium de Manono, l’un des plus vastes gisements inexploités au monde. Parallèlement, Ivanhoe Mines investit 1,67 milliard de dollars pour accroître la production sur les projets de Kamoa-Kakula et Kipushi, avec une hausse attendue de la production de cuivre, passant de 240.000 tonnes en 2025 à 250.000 tonnes en 2026. 

Dans ce contexte marqué par un fort intérêt des investisseurs, des engagements financiers croissants et une accélération du développement de projets, l’AMW 2025 offre une occasion opportune au Ministre Kabamba de faire le point avec les parties prenantes internationales sur le secteur minier de la RDC, de mettre en avant les projets prioritaires et de favoriser de nouveaux partenariats qui façonneront l’avenir de l’industrie minière africaine. 

Distribué par APO Group pour Energy Capital & Power.

Liens supplémentaires :
https://apo-opa.co/3InkBxH
https://apo-opa.co/46P7fm1
https://apo-opa.co/4gXSnpV
https://apo-opa.co/46P1iFv

À propos de la Semaine minière africaine :
L’African Mining Week constitue une plateforme de référence pour explorer l’ensemble des opportunités minières à travers l’Afrique. L’événement se tient parallèlement à la conférence African Energy Week: Invest in African Energies 2025, du 1er au 3 octobre au Cap. Sponsors, exposants et délégués peuvent en savoir plus en contactant sales@energycapitalpower.com.

Le Cameroun et la Banque africaine de développement signent des accords de prêt de 136 millions d’euros pour bâtir les compétences et stimuler l’entrepreneuriat dans la région de l’Extrême-Nord

Source: Africa Press Organisation – French

La République du Cameroun et le Groupe de la Banque africaine de développement (www.AfDB.org) ont signé mercredi à Yaoundé, les accords de prêt relatifs au Programme « Bâtir les capacités et les compétences pour l’employabilité et l’entrepreneuriat dans la région de l’Extrême-Nord » (CAP2E) (https://apo-opa.co/46LyxJK).

Les documents ont été paraphés par Alamine Ousmane Mey, ministre de l’Économie, de la Planification et de l’Aménagement du Territoire, gouverneur de la Banque pour le Cameroun, et Léandre Bassolé, directeur général de la Banque pour l’Afrique centrale.

Approuvé le 20 mai 2025 par le Conseil d’administration du Groupe de la Banque, le programme bénéficie d’un financement de 136 millions d’euros, dont 130,2 millions d’euros issus du guichet de la Banque et 5,8 millions d’euros du Fonds africain de développement (https://apo-opa.co/46Mksfg), guichet de financement à taux concessionnel du Groupe de la Banque. Ces ressources permettront de renforcer le capital humain, de soutenir l’entrepreneuriat et de moderniser les infrastructures sociales de l’Extrême-Nord, une région confrontée à un taux de pauvreté particulièrement élevé, à de fortes pressions démographiques, aux effets du changement climatique et aux défis sécuritaires.

« Le Programme vient répondre à une nécessité d’évidence pour l’Extrême-Nord. Il vise à investir dans le capital humain, à renforcer les compétences des populations locales et à créer des opportunités d’emplois dans les secteurs porteurs tels que l’agriculture et les énergies renouvelables. Il contribuera à promouvoir la prospérité partagée, à réduire les inégalités et à consolider la stabilité sociale, tout en accordant une attention particulière à l’autonomisation des jeunes et des femmes », a déclaré M.  Mey.

Le Programme « Bâtir les capacités et les compétences pour l’employabilité et l’entrepreneuriat dans la région de l’Extrême-Nord » sera mis en œuvre sur cinq ans, selon le principe innovant du financement axé sur les résultats, une première en Afrique centrale. Il ambitionne de qualifier et d’insérer 6 000 jeunes en formation technique et professionnelle et de créer au moins 5 000 emplois décents, dont 40 % occupés par des femmes. Il prévoit également la construction ou la réhabilitation de 22 établissements de formation technique et professionnelle et de 29 infrastructures sociales de base, la mise en place de mécanismes financiers adaptés pour soutenir plus de 500 petites et moyennes entreprises et près de 900 porteurs de projets, ainsi qu’un accès élargi à des services de santé et d’éducation modernisés. En intégrant des solutions d’énergie renouvelable, le programme renforcera en outre la résilience climatique et favorisera un développement plus durable.

Le programme traduit l’engagement de la Banque à accompagner le Cameroun dans la mise en œuvre de ses priorités de développement. Il s’aligne sur la Stratégie nationale de développement (SND30) et sur le Document de stratégie pays 2023-2028 de la Banque pour le Cameroun, tout en étant directement rattaché au Programme spécial pour la reconstruction et le développement de la région de l’Extrême-Nord. Le programme s’inscrit également dans le nouveau cadre d’action de la Banque, notamment son troisième point cardinal qui consiste à tirer parti de la transformation démographique pour stimuler le développement économique.

Commentant le Programme M.   Bassolé a indiqué :

« C’est un véritable catalyseur de transformation pour l’Extrême-Nord du Cameroun. En contribuant à la résilience socio-économique et climatique de la région, grâce au renforcement des infrastructures, au développement de l’entrepreneuriat et de l’employabilité dans le secteur privé, notamment dans l’industrie et d’autres créneaux porteurs, avec un appui transversal au secteur de l’énergie solaire, (…) ce programme participe à orienter durablement le pays vers davantage de prospérité et d’inclusion ».

« À travers cette initiative, la Banque réaffirme sa volonté de promouvoir l’autonomisation durable des jeunes et des femmes par des interventions ciblées et à fort impact », a-t-il ajouté.

Pour le Groupe de la Banque africaine de développement, ce programme traduit l’ambition de placer le capital humain et l’inclusion économique au cœur de son partenariat avec le Cameroun.

Distribué par APO Group pour African Development Bank Group (AfDB).

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À propos du Groupe de la Banque africaine de développement :
Le Groupe de la Banque africaine de développement est la principale institution de financement du développement en Afrique. Il comprend trois entités distinctes : la Banque africaine de développement (BAD), le Fonds africain de développement (FAD) et le Fonds spécial du Nigeria (FSN). Représentée dans 41 pays africains, avec un bureau extérieur au Japon, la Banque contribue au développement économique et au progrès social de ses 54 États membres régionaux. Pour plus d’informations: www.AfDB.org

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Guinée équatoriale : la Banque africaine de développement approuve un prêt de 73,27 millions d’euros pour renforcer la formation et l’insertion professionnelle des jeunes et des femmes

Source: Africa Press Organisation – French

Le Conseil d’administration du Groupe de la Banque africaine de développement (www.AfDB.org) a approuvé, vendredi 26 septembre 2025, l’octroi d’un prêt de 73,27 millions d’euros à la Guinée équatoriale pour mettre en œuvre la première phase du Projet de renforcement du capital humain en appui à l’inclusion économique et sociale (PARCH 1).

Le projet vise à améliorer la qualité et l’offre de formation afin d’accroître l’accès à l’emploi des jeunes filles et garçons équato-guinéens pour une croissance portée par le secteur privé. Il inclut la création de deux instituts polytechniques provinciaux modernes et modulables, axés sur des secteurs clés comme l’agriculture, la pêche, les travaux publics, le tourisme et le numérique, avec une forte implication du secteur privé, dans les provinces du Bioko Sur (chef-lieu Luba) et de Welé Nzas (chef-lieu Mongomo).

« La mise en œuvre réussie du PARCH 1 permettra d’aboutir à la création de 4 500 emplois pour les jeunes et les femmes, au lancement de 500 entreprises, majoritairement gérées par des jeunes et des femmes. Et quelque 1 935 jeunes et femmes seront formés et insérés dans le marché du travail »

D’une durée de cinq ans (2025-2030), le projet est structuré autour de trois composantes : l’amélioration de l’offre et de la qualité de formation professionnelle en lien avec les chaines de valeur des secteurs à fort potentiel de croissance ; la promotion de l’emploi des jeunes et des femmes par l’amélioration de l’écosystème entrepreneurial pour une meilleure inclusion économique, sociale et territoriale ; et la gestion du projet et le développement des partenariats.

« Le projet PARCH 1 permettra de structurer durablement la collaboration entre les secteurs public et privé pour la formation professionnelle et l’entrepreneuriat des jeunes, en répondant aux besoins en compétences des filières économiques clés, telles que l’agriculture, la pêche, le tourisme, le BTP ou encore le numérique », a indiqué Alfred-Régis Ouedraogo, chargé du projet et spécialiste en développement social à la Banque africaine de développement.

Le taux de chômage des jeunes en Guinée équatoriale atteint 23,5 %, notamment plus élevé chez les femmes (26,7 %), principalement en raison de l’inadéquation entre l’offre de formation et les besoins du marché du travail. De nombreux jeunes (16,5 %) sont sans emploi, sans formation ou déscolarisé, et se tournent vers l’informel, alimentant les tensions sociales. Le système d’enseignement et de formation techniques et professionnels (EFTP) souffre de faiblesses institutionnelles et budgétaires (moins de 2 % des ressources nationales), et de carences en ingénierie de formation et reconnaissance des compétences.

Le projet financé par la Banque africaine de développement aura un impact sur la jeunesse, le développement économique et social du pays, plus particulièrement dans les provinces concernées où le chômage, le sous-emploi et l’emploi informel constituent des défis majeurs.

Le 30 aout 2025 le portefeuille actif du Groupe de la Banque africaine de développement comptait six projets pour une valeur totale 85 millions d’euros. La Banque concentre ses investissements dans des secteurs clés comme l’agriculture et la pêche (65%), la gouvernance (34%), les TIC (0,69%) et l’énergie (0,55%). 

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Groupe de la Banque africaine de développement est la principale institution du financement du développement en Afrique. Il comprend trois entités distinctes : la Banque africaine de développement (BAD), le Fonds africain de développement (FAD) et le Fonds spécial du Nigeria (FSN). Représentée dans 41 pays africains, avec un bureau extérieur au Japon, la Banque contribue au développement économique et au progrès social de ses 54 Etats membres régionaux. Pour plus d’informations: www.AfDB.org 

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African Energy Week (AEW): Organization of the Petroleum Exporting Countries (OPEC) Highlights Africa’s Rising Oil Demand, Calls for Realistic Energy Pathways

Source: APO

OPEC officials highlighted Africa’s growing role in global energy demand and refining during a workshop at African Energy Week (AEW): Invest in African Energies in Cape Town on Monday, stressing that investment and realistic energy pathways will be essential for the continent’s development.

Presenting findings from the organization’s 2025 World Oil Outlook, Dr. Abderrezak Benyoucef, Head of the Energy Study Department at OPEC, noted that global primary energy demand is set to increase by 23% by 2050, with non-OECD countries accounting for nearly three-quarters of that growth. Africa alone is projected to add 4.2 million barrels per day (bpd) in incremental oil demand, while contributing around 3 million bpd to long-term global refining capacity.

“There are no signs of global oil demand peaking anytime soon in our outlook, and we need more investments and realistic future energy pathways,” he stated. “Africa will need more energy for economic development – not just electricity, but also to expand clean cooking access and improve health and education outcomes. LPG is one of the solutions.”

According to OPEC, oil will retain the largest share of the global energy mix through 2050, while natural gas overtakes coal as the second-largest source. Developing countries are expected to account for 75% of incremental electricity demand, underscoring the need for targeted investment in Africa’s power and downstream sectors.

Dr. Benyoucef stressed that $18.2 trillion in cumulative investments will be needed globally over the period, including $14.9 trillion for upstream oil and gas projects. “We need all energy sources, but we also need emissions reductions,” he said, calling for the scale-up of technologies like carbon capture, utilization and storage.

Dr. Sulaiman Saad, Senior Oil Demand Analyst at OPEC, outlined the macroeconomic context underpinning the outlook. “The global economy is becoming more resilient – China, the U.S. and India are pushing this momentum of growth,” he said. He warned, however, of challenges including rising sovereign debt, supply chain fragmentation and uneven industrial recovery.

On the downstream front, OPEC sees refining growth shifting toward developing economies. “The largest share of refining additions are to take place in the developing regions,” said Mohammed Attaba, Senior Downstream Oil Industry Analyst at OPEC. “The migration of refining capacities will continue from developed to developing countries – we have been observing this trend for several years now.”

Distributed by APO Group on behalf of African Energy Chamber.

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CLG: Africa Offers Growing Potential for Cross-Border Investment

Source: APO

Experts from pan-African legal and advisory firm CLG highlighted Africa’s expanding opportunities for cross-border investment during a workshop at African Energy Week (AEW): Invest in African Energies 2025 on Monday, noting that local expertise and strategic planning are essential for navigating the continent’s regulatory and financial challenges.

“When you go to non-African financiers, they often have a general view that all African countries have a higher risk of doing business, which raises financing costs,” said Adeleke Alao, Director at CLG Nigeria. “But this is not the case. Even within each country, depending on the area, different considerations need to be put in place.”

Daoudou Mohammad, Tax and Legal Director at CLG’s Pointe-Noire office, noted that understanding the nuances within regional blocs is key to unlocking opportunities: “Treating CEMAC as a single country can lead to the underestimation of risk within each country.”

Mohammad highlighted CEMAC’s foreign exchange regulations, saying, “Despite some reforms from the central bank in recent years, foreign exchange remains very restrictive in the Republic of Congo and CEMAC in general… In this situation, we can propose exceptions for critical industries like mining and oil and gas.”

Mauritius was highlighted as a key platform for investing in Africa. “Investors benefit from a network of Investment Promotion and Protection Agreements,” said Prina Jeeha-Teeluck, Managing Partner of CLG Mauritius. She noted that roughly 450 of the 900 investment funds domiciled in Mauritius focus on African private equity, and pointed to Mauritius’ evolution into a middle-income country as evidence of its stable, pro-investment environment.

The session underscored that Africa’s cross-border deals are not without hurdles, but with strategic planning, experienced advisors and targeted investment approaches, the continent offers a dynamic and growing market for investors.

Distributed by APO Group on behalf of African Energy Chamber.

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Democratic Republic of Congo (DRC) Minister of Mines to Speak at African Mining Week 2025

Source: APO


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Louis Watum Kabamba, Minister of Mines of the Democratic Republic of Congo (DRC) has been confirmed as a speaker for the upcoming African Mining Week (AMW) conference – Africa’s premier gathering for mining stakeholders, taking place on October 1–3, 2025, in Cape Town.  

Minister Kabamba will participate in the Ministerial Forum alongside his counterparts from Zimbabwe, Nigeria and South Sudan, where discussions will focus on policies advancing mineral beneficiation and value addition across the continent. 

AMW 2025 is a strategic platform where Minister Kabamba will promote the DRC’s estimated $20 trillion in untapped mining opportunities to global investors. The event provides an ideal platform to outline regulatory reforms aimed at creating a more favorable investment climate while showcasing the DRC’s vital role in global commodities markets. Accounting for more than 70% of the world’s cobalt supply – a critical mineral for clean energy technologies – the DRC is crucial to global supply chain resilience and industrial growth. 

The Minister’s participation comes at a pivotal time, as international mining majors expand their presence in the DRC through new projects and partnerships. A September 2025 mining cooperation agreement signed between Kazakhstan and the DRC has attracted fresh investment from Eurasian Resources Group to advance the Kalukundi copper-cobalt mine. In June 2025, UAE-based International Resources Holding acquired a 56% stake in Alphamin Resources – operator of the Bisie tin mine, one of the world’s largest producers – in a $367 million deal. U.S. startup Kobold Metals has also secured rights to explore the Manono lithium deposit, one of the world’s largest untapped lithium reserves. Meanwhile, Ivanhoe Mines is investing $1.67 billion to expand production at the Kamoa-Kakula and Kipushi projects, with copper output set to rise from 240,000 tons in 2025 to 250,000 tons in 2026. 

Against this backdrop of strong investor sentiment, rising capital commitments and an accelerating project pipeline, AMW 2025 provides a timely opportunity for Minister Kabamba to update international stakeholders on the DRC’s mining sector, highlight priority projects and foster new partnerships that will shape the future of African mining. 

Distributed by APO Group on behalf of Energy Capital & Power.

About African Mining Week:
African Mining Week serves as a premier platform for exploring the full spectrum of mining opportunities across Africa. The event is held alongside the African Energy Week: Invest in African Energies 2025 conference from October 1-3 in Cape Town. Sponsors, exhibitors and delegates can learn more by contacting sales@energycapitalpower.com.

Cameroon, African Development Bank (AfDB) sign €136 million loan deal to develop skills and entrepreneurship in Far North

Source: APO

Cameroon and the African Development Bank Group (www.AfDB.org) have signed loan agreements worth €136 million to finance a programme aimed at building skills, creating jobs and modernising infrastructure in the country’s conflict-affected far north region.

The agreements for the Building Capacities and Skills for Employability and Entrepreneurship in the Extrême Nord Region” (CAP2E) were signed in Yaoundé by Cameroon’s Minister of Economy, Planning and Regional Development Alamine Ousmane Mey, and the Bank’s Director General for Central Africa, Léandre Bassolé.

The financing package includes €130.2 million from the Bank’s non-concessional window and €5.8 million from its concessional lending arm, the African Development Fund (https://apo-opa.co/46GcPXC). The five-year programme will support technical and vocational training for 6,000 young people, create at least 5,000 jobs, 40% of them for women, and provide backing for over 500 small and medium-sized businesses.

It will also fund the construction or rehabilitation of 22 training centres and 29 social facilities, expand access to health and education services, and support renewable energy solutions to strengthen climate resilience.

“The aim is to invest in human capital, strengthen the skills of local people and create job opportunities in promising sectors such as agriculture and renewables,” Minister Mey said at the signing ceremony. “The programme will help to promote shared prosperity, reduce inequalities and consolidate social stability, with particular attention to young people and women.”

Bassolé described the initiative as “a genuine catalyst for transformation” that would strengthen infrastructure, promote private sector entrepreneurship and support the solar energy sector. “Through this initiative, the Bank reaffirms its commitment to promoting the sustainable empowerment of young people and women by means of targeted, high-impact interventions.”

The programme aligns with Cameroon’s national development strategy, and the Bank’s 2023-2028 country strategy, and ties into the government’s Special Programme for the Reconstruction and Development of the Far North.

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Media contact:
Frédérique Pascale Essama Messanga
Communication and External Relations Department
African Development Bank
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About the African Development Bank Group:
The African Development Bank Group is Africa’s leading development finance institution. It comprises three distinct entities: the African Development Bank (AfDB), the African Development Fund (ADF) and the Nigeria Trust Fund (NTF). Represented in 41 African countries, with a field office in Japan, the Bank contributes to the economic development and social progress of its 54 regional member states. For further information: www.AfDB.org

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Equatorial Guinea: African Development Bank approves €73.27 million loan for youth employment and skills development

Source: APO

The Board of Directors of the African Development Bank Group (www.AfDB.org) has approved a €73.27 million loan to Equatorial Guinea for the first phase of the country’s Human Capital Development Project in Support of Economic and Social Inclusion (PARCH 1). 

The five-year project (2025-2030) aims to improve vocational training and expand access to employment for young people, particularly women, in order to foster private sector-led growth. Under the initiative, two modern provincial polytechnic institutes will be established in Bioko Sur and Welé-Nzas. These institutes will provide flexible market-oriented training in key sectors such as agriculture, fisheries, public works, tourism and digital technology, developed in close collaboration with the private sector. 

“The successful implementation of PARCH 1 is expected to create 4,500 jobs for young people and women, support the launch of 500 businesses—most led by young people and women—and provide training and job placement opportunities for 1,935 beneficiaries,” said Léandre Bassolé, Director General of the Bank for Central Africa. 

PARCH 1 is structured around three components: improving vocational training to align with high-growth value chains; promoting youth and women’s employment by improving the entrepreneurial ecosystem and advancing economic, social and territorial inclusion; and strengthening project management and partnerships. 

Equatorial Guinea is currently grappling with a youth unemployment rate of 23.5 percent, with a particularly high rate among women (26.7 percent). These figures reflect a fundamental mismatch between educational training and labour market demands. An estimated 16.5 percent of youth are unemployed, untrained or have dropped out of school, often turning to the informal sector and contributing to social tensions.

The country’s technical and vocational education and training system has struggled with institutional budgetary constraints, receiving less than 2 percent of national resources, alongside inadequacies in curriculum development and skills recognition.  

The African Development Bank’s support for the project will help reduce unemployment and underemployment, improving economic inclusion and driving social stability, particularly in Bioko Sur and Welé-Nzas. 

As of 30 August 2025, the African Development Bank Group’s active portfolio in Equatorial Guinea comprised six projects valued at €85 million, with investments focused on agriculture and fisheries (65 percent), governance (34 percent), ICT (0.69 percent), and energy (0.55 percent). 

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About the African Development Bank Group: 
The African Development Bank Group is Africa’s premier development finance institution. It comprises three distinct entities: the African Development Bank (AfDB), the African Development Fund (ADF) and the Nigeria Trust Fund (NTF). Represented in 41 African countries, with an external office in Japan, the Bank contributes to the economic development and social progress of its 54 regional member states. For more information: www.AfDB.org 

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