Zimbabwe será a sede da nova entidade independente da Feira de Comércio Intra-Africana (IATF)

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O principal evento de comércio e investimento de África, a Feira de Comércio Intra-Africana (IATF), está a transformar-se numa instituição africana independente e permanente com sede em Harare, no Zimbábue, para acelerar a integração económica de África.

A Intra-African Trade Fair Company (IATFCO) foi apresentada durante a Intra-African Trade Fair 2025 (IATF2025) em Argel. A iniciativa visa tornar a feira sustentável, escalável e profundamente alinhada com a visão da Área de Comércio Livre Continental Africana (AfCFTA).

O anúncio segue um rigoroso processo de seleção e a aprovação final pelo Conselho Consultivo da IATF, marcando uma nova era na organização da feira. A IATF é co-organizada bienalmente pelo Afreximbank Africano, pela Comissão da União Africana e pelo Secretariado da AfCFTA.

O Zimbabwe emergiu vencedor das candidaturas formais para acolher a sede da IATFCO que foram recebidas de Burkina Faso, Camarões, Malawi, Zâmbia, Zimbabwe e África do Sul.

Anunciando a seleção do Zimbábue, o Presidente do Conselho Consultivo da IATF e antigo Presidente da República Federal da Nigéria, Sua Excelência Chief Olusegun Obasanjo explicou que o Zimbábue foi selecionado de forma competitiva pelas suas instalações para conferências, conectividade aérea robusta, capacidade de alojamento e terrenos prometidos para expansão.

S.E. Obasanjo disse: “Isto abre um novo capítulo para a IATF, enquanto continua a impulsionar o crescimento do comércio intra-africano e a desempenhar o seu papel como o encontro mais importante de comércio e investimento no continente. A IATF é um símbolo do despertar económico da África, onde o poder do comércio e do investimento nos une através das regiões do continente africano e dá vida à ambição da Área de Livre Comércio Continental Africana (AfCFTA).

O Presidente e Chairman do Conselho de Administração do Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank), Prof. Benedict Oramah, congratulou o Governo do Zimbabwe e desafiou-o, juntamente com o Conselho Consultivo, a acelerar a sua abertura como uma organização independente e sustentável.

“Este é um enorme marco para o IATF. É encorajador que o Conselho do Afreximbank tenha aprovado uma capitalização inicial de 28 milhões de dólares para a instituição. Embora esperemos que a organização busque a sustentabilidade financeira, gostaria de aproveitar esta oportunidade para apelar aos governos africanos, corporações e instituições financeiras para que a apoiem durante a sua fase inicial de desenvolvimento,” disse o Prof. Oramah.

A IATF é uma plataforma para empresas apresentarem os seus bens e serviços a visitantes e compradores, enquanto exploram oportunidades e trocam informações. A IATF tem como objetivo aproveitar as oportunidades do mercado único da AfCFTA, que conta com mais de 1,4 mil milhões de pessoas e um PIB superior a 3,5 trilhões de dólares. Com mais de 112.000 visitantes de 132 países, a IATF2025, que decorreu de 4 a 10 de setembro, terminou de uma maneira notavelmente positiva, com 48,3 mil milhões de dólares em acordos de comércio e investimento assinados durante os sete dias da exposição continental. Recebeu 2.148 expositores.

Para mais informações, por favor visite www.IntrAfricanTradeFair.com.

Distribuído pelo Grupo APO para Afreximbank.

Contato de Imprensa:
media@intrafricatradefair.com
press@afreximbank.com

Sobre a Feira de Comércio Intra-Africano:
Organizado pelo Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank), Comissão da União Africana (AUC) e Secretariado da Zona de Comércio Livre Continental Africana (AfCFTA), a Feira de Comércio Intra-Africana (IATF) destina-se a proporcionar uma plataforma única para facilitar a troca de informações sobre comércio e investimento em apoio ao aumento do comércio e investimento intra-africano, especialmente no contexto da implementação do Acordo de Livre Comércio Continental Africano (AfCFTA). A IATF reúne agentes continentais e globais para apresentar e exibir os seus bens e serviços e explorar oportunidades de negócios e investimento no continente. Também proporciona uma plataforma para partilhar informações sobre comércio, investimento e mercado com as partes interessadas e permite que os participantes discutam e identifiquem soluções para os desafios que confrontam o comércio e investimento intra-africano. Além dos participantes africanos, a Feira de Comércio também está aberta a empresas e investidores de países não africanos interessados em fazer negócios em África e ao apoiar a transformação do continente através da industrialização e do desenvolvimento das exportações.

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African School of Governance’s Pioneer Master of Public Administration (MPA) Class Celebrates Matriculation with a Student Dialogue with President Paul Kagame and Former Prime Minister Hailemariam Desalegn

Source: APO

The African School of Governance (ASG) (https://ASG.ac/) celebrated an epic milestone with the matriculation of its inaugural Master of Public Administration (MPA) cohort. Co-founded by H.E. Paul Kagame, President of the Republic of Rwanda and H.E. Hailemariam Desalegn, former Prime Minister of the Federal Democratic Republic of Ethiopia, the first-of-its-kind programme offers a unique opportunity for students to learn from a wide range of the continent’s most prominent scholars, policymakers, and government leaders.

ASG welcomed fifty-one students from fourteen African nations as their #ASGPioneers with invigorating words of wisdom and encouragement.

“An institution is only as strong as the people it shapes. That means you,” said President Kagame as he reminded students of their leadership responsibilities. “Your education here will challenge you to think critically and practically, about how to move our continent forward. Our hope is that soon, when your countries look to you for answers, you will be ready.”

Members of the diplomatic corps, ASG leadership, partners, students and faculty bore witness to the incoming class taking the ASG Pledge, committing to integrity, selfless service, and transformative leadership.

“Together we commit to advance excellence and transformative leadership on the African continent,” – commented Francisca Mujawase,  President of the Student Representative Council.

Reeta Roy, President and CEO of the Mastercard Foundation, underscored the moment’s significance:

“Today marks a pivotal milestone for the ASG and for Africa’s future leadership. The inaugural Master of Public Administration class reflects a Pan-African vision of inclusion and diversity, cultivating leaders grounded in African realities. Each participant embodies the promise of ethical and transformational leadership that will drive innovation and global best practice and bring prosperity and peace across the continent.”

The Mastercard Foundation is a founding partner of ASG, working alongside the co-founders and other African leaders to nurture a new generation of ethical and effective public leaders. The partnership reflects the goals of the Foundation’s Young Africa Works strategy, which seeks to enable 30 million young people to access dignified and fulfilling work by 2030.

The ceremony culminated with a high-level dialogue between President Kagame and former Prime Minister Desalegn and students exploring the theme of Mindset and Attitude of Leadership.

In the discussion, H.E. Desalegn challenged students to lead the charge of embodying selfless leadership saying, “I want to see selfless leaders who are committed as servant leaders to serve their own people. Our aim is to see ‘this is my turn to eat’ change to ‘this is my turn to sacrifice’.”

Matriculation marked a defining moment for ASG. Commenting on the significance of the event, Prof. Amany El-Sharif, Vice-President for Academic Affairs said, “Today is far more than a ceremony. It is a rite of passage and a commitment to serve Africa.”

As a platform and centre for public policy, innovation and discourse, ASG will host public lectures and events throughout the year. For more information on ASG and upcoming events please visit https://ASG.ac/.

Distributed by APO Group on behalf of African School of Governance.

Media Contacts:
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Autumn Marie
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About the African School of Governance (ASG):
ASG is a ground-breaking graduate-level institution committed to transforming leadership and governance in Africa. Through its pillars of education, research, and public policy, ASG empowers leaders to address Africa’s challenges with culturally relevant, evidence-based, and innovative solutions. The institution is poised to become a catalyst for positive change, producing ethical leaders who will lead Africa’s charge toward sustainable development and governance excellence.

About the Mastercard Foundation:
The Mastercard Foundation is a registered Canadian charity and one of the largest foundations in the world. It works with visionary organizations to advance education and financial inclusion to enable young people in Africa and Indigenous youth in Canada to access dignified and fulfilling work. Its Young Africa Works strategy aims to enable 30 million young people to access dignified and fulfilling work by 2030, while its EleV strategy will support 100,000 Indigenous youth in Canada to complete their education and transition to meaningful work aligned with their traditions, values, and aspirations.

Established in 2006 through the generosity of Mastercard when it became a public company, the Foundation is an independent organization. Its policies, operations, and program decisions are determined by its Board of Directors and Leadership team. For more information on the Foundation, please visit www.MastercardFdn.org.   

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Zimbabwe to host headquarters of Intra-African Trade Fair (IATF)’s new independent entity

Source: APO

Africa’s premier trade and investment event, the Intra-African Trade Fair (IATF) is transitioning into an independent, permanent African institution headquartered in Harare, Zimbabwe to accelerate Africa’s economic integration.

The Intra-African Trade Fair Company (IATFCO) was unveiled during the Intra-African Trade Fair 2025 (IATF2025) in Algiers. The move is aimed at making the fair sustainable, scalable and deeply aligned to the vision of the African Continental Free Trade Area (AfCFTA).

The announcement follows a rigorous selection process and eventual approval by the IATF Advisory Council and marks a new era in the organisation of the fair. IATF is co-convened biennially by the African Afreximbank, the African Union Commission and the AfCFTA Secretariat.

Zimbabwe emerged winner from the formal bids for hosting the headquarters of the IATFCO that were received from Burkina Faso, Cameroon, Malawi, Zambia, Zimbabwe and South Africa.

Announcing the selection of Zimbabwe, the Chairman of the IATF Advisory Council and former President of the Federal Republic of Nigeria, H.E. Chief Olusegun Obasanjo explained that Zimbabwe was competitively selected for its conferencing facilities, robust air connectivity, accommodation capacity and pledged land for expansion.

H.E. Obasanjo said: “This opens a new chapter for IATF as it continues powering growth in intra-African trade and playing its role as the most important trade and investment gathering on the continent. IATF is a symbol of Africa’s economic awakening, where the power of trade and investment unifies us from across regions of the African continent and breathes life to the ambition of the African Continental Free Trade Area AfCFTA.

President and Chairman of the Board of Directors of African Export-Import Bank (Afreximbank), Prof. Benedict Oramah congratulated the Government of Zimbabwe and challenged it, alongside the Advisory Council, to expedite its opening as an independent and sustainable organisation.

“This is a huge milestone for IATF. It is encouraging that the Board of Afreximbank has approved an initial capitalisation of US$28 million for the institution. While we anticipate that the organisation would strive for financial sustainability, I would like to seize this opportunity to call on African governments, Corporations, and financial institutions to support it during its early teething stage,” Prof Oramah said.

IATF is a platform for businesses to showcase their goods and services to visitors and buyers while exploring opportunities and exchanging information. IATF aims to tap into opportunities from AfCFTA’s single market of over 1.4 billion people and GDP of over US$3.5 trillion. Attended by more than 112,000 visitors from 132 countries, IATF2025, which took place from 4 to 10 September, ended on a remarkably high note with US$48.3 billion in trade and investment deals signed over the seven days of the continental exposition. It welcomed 2,148 exhibitors.

For more information, please visit www.IntrAfricanTradeFair.com.

Distributed by APO Group on behalf of Afreximbank.

Media contact:
media@intrafricatradefair.com
press@afreximbank.com

About the Intra-African Trade Fair:
Organised by African Export-Import Bank (Afreximbank), African Union Commission (AUC) and African Continental Free Trade Area (AfCFTA) Secretariat, the Intra-African Trade Fair (IATF) is intended to provide a unique platform for facilitating trade and investment information exchange in support of increased intra-African trade and investment, especially in the context of implementing the African Continental Free Trade Agreement (AfCFTA). IATF brings together continental and global players to showcase and exhibit their goods and services and to explore business and investment opportunities in the continent. It also provides a platform to share trade, investment and market information with stakeholders and allows participants to discuss and identify solutions to the challenges confronting intra-African trade and investment. In addition to African participants, the Trade Fair is also open to businesses and investors from non-African countries interested in doing business in Africa and in supporting the continent’s transformation through industrialisation and export development.

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Cameroun Présidentielle 2025 – Le Groupe Africa 24 vous offre une couverture inédite

Source: Africa Press Organisation – French

Le 12 octobre 2025, la République du Cameroun va élire son président pour un nouveau mandat. Ce scrutin présidentiel vient consolider les acquis démocratiques, renforce la stabilité nationale et confirme par son engouement, le leadership du Cameroun comme un acteur majeur du développement et de l’intégration continentale.

Le Groupe Africa24 déploie un dispositif éditorial bilingue (français-anglais) exceptionnel afin de permettre aux citoyens, aux décideurs et à l’opinion publique national, régional, continental et mondial de découvrir toute la diversité et les richesses multiples du Cameroun.

Découvrez le Cameroun ici : https://apo-opa.co/3W6E1Ke

35 Interviews de leaders, 10 débats inédits sur les grands enjeux  90 sujets dans le Journal de Campagne et 20 reportages immersifs

A travers Africa 24 et Africa 24 English, deux chaînes full HD découvrez notre dispositif TV & Digital exceptionnel avec une programmation inédite et denses :

  • Interview : Rencontres avec les leaders de la Majorité Présidentielle qui soutiennent Paul Biya et détaillent sa vision d’avenir. Confidences exclusives des candidats qui se dévoilent. De Joshua Osih à Hiram Iyodi, de Cabral Libii à Issa Tchiroma… rencontre et découverte.
  • Africa News Room : 52 minutes de débat et d’analyses sur tous les Enjeux du avec les candidats ou leurs représentent face à des experts
  • Journal de Campagne : Avec nos reporters déployés dans les 10 régions du Cameroun, découvrez dans un journal quotidien les portraits des candidats, les attentes des Camerounais, les coulisses des meetings, les plus belles réussites du pays, et une carte postale d’une ville, d’une région ou d’un lieu inédit.

Le Groupe Africa Une couverture 360° et une diffusion mondiale pour 120 millions de foyers

Retrouvez « Cameroun Présidentielle 2025 » sur tous vos écrans en direct, en replay et à la demande sur :

  • AFRICA24 en français (chaîne 249) et AFRICA24 English (chaîne 254) du bouquet Canal+ Afrique
  • Sur myafrica24 la première plateforme de streaming HD de l’Afrique.
  • Sur www.Africa24TV.com qui vous offre accès intégral à tous les programmes

Avec le Groupe Africa24, Ensemble, transformons l’Afrique.

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Gaëlle Stella Oyono
Email : onana@africa24tv.com
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A PROPOS DU GROUPE AFRICA24 :
Première marque audiovisuelle du continent, le Groupe AFRICA24 dispose de 4 chaînes de télévisions en full HD chacune leader dans son segment :

  • AFRICA24 TV : Leader de l’information Africaine en Français, édité par AMedia
  • AFRICA24 English : Leader de l’Information Africaine exclusivement en Anglais
  • AFRICA24 Infinity : La chaîne des talents créatifs dédiée à la Musique, l’art, la culture.
  • AFRICA24 Sport : Première chaîne d’information sportive et des compétitions

Le Groupe AFRICA24 édite myafrica24 (Google store et App Store), la première plateforme de streaming HD mondiale sur l’Afrique disponible sur tous les écrans (Télévision, tablette, smartphone, ordinateurs)

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Cameroon Presidential Election 2025 – Africa24 Group delivers unprecedented coverage

Source: APO

On October 12, 2025, the Republic of Cameroon will elect its next president. This presidential election consolidates democratic achievements, strengthens national stability, and reaffirms Cameroon’s leadership as a key player in continental development and integration.

The Africa24 Group is deploying an exceptional bilingual (French-English) editorial setup to allow citizens, decision-makers, and national, regional, continental, and global audiences to discover the diversity and multiple strengths of Cameroon.

Discover Cameroon here : https://apo-opa.co/3W6E1Ke

35 exclusive interviews with leaders, 10 unprecedented debates on key issues, 90 stories in the Campaign Journal, and 20 immersive reports.

Through Africa24 and Africa24 English, two full HD channels, discover our extensive and innovative TV & digital programming:

  • Interviews: Conversations with leaders of the Presidential Majority supporting Paul Biya and outlining his vision for the future. Exclusive insights from candidates who share their perspectives. From Joshua Osih to Hiram Iyodi, from Cabral Libii to Issa Tchiroma… meet and discover their stories.
     
  • Africa News Room: 52 minutes of debate and analysis on the election’s major issues, bringing together candidates or their representatives, experts, and voices from civil society.
     
  • Campaign Journal: With our reporters deployed across Cameroon’s 10 regions, follow a daily news report featuring candidate profiles, citizens’ expectations, behind-the-scenes from rallies, the country’s most inspiring success stories, and postcard-style features of cities, regions, and unique sites.

Africa24 Group: 360° coverage reaching 120 million households worldwide

Follow “Cameroon Presidential Election 2025” live, on replay, and on-demand across all platforms:

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  • www.Africa24TV.com – full access to all programs, exclusive reports, and special features

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Les ministres africains se joignent aux dirigeants de Organisation des Pays Exportateurs de Pétrole (OPEP) pour façonner l’avenir énergétique lors de African Energy Week (AEW) 2025

Source: Africa Press Organisation – French

L’OPEP et la Chambre africaine de l’énergie (AEC) (https://EnergyChamber.org/) organiseront la table ronde OPEP-Afrique lors de African Energy Week (AEW) 2025 : Invest in African Energy au Cap, qui réunira des ministres, des décideurs politiques et des leaders industriels de premier plan pour un dialogue crucial sur l’avenir du pétrole et du gaz en Afrique. Avec 7,8 % des réserves mondiales prouvées de pétrole et 8 % de la production quotidienne, l’Afrique occupe une place centrale non seulement dans la stratégie de l’OPEP, mais aussi dans l’avenir de la sécurité énergétique mondiale. Cet engagement de haut niveau vise à tracer une voie collaborative pour l’avenir, en soulignant le rôle de l’Afrique dans la construction d’un avenir énergétique équilibré, inclusif et durable.

La table ronde réunira le secrétaire général de l’OPEP, Haitham Al Ghais, ainsi que les ministres du Nigeria, de la République du Congo, de la Guinée équatoriale, du Gabon et de l’Afrique du Sud, avec NJ Ayuk, président exécutif de l’AEC, comme modérateur. Dans un contexte de demande mondiale croissante, les discussions porteront sur la manière dont les ressources abondantes de l’Afrique – estimées à plus de 120 milliards de barils de pétrole et 620 000 milliards de pieds cubes de gaz naturel – peuvent être exploitées pour attirer les investissements, stimuler la croissance industrielle et soutenir l’accès à l’énergie sur tout le continent.

L’alignement des cadres politiques sur la vision 2025 de l’OPEP, qui donne la priorité à la sécurité énergétique, à l’innovation et à la stabilité à long terme, sera au cœur du dialogue. Les producteurs africains sont confrontés à des défis communs en matière de financement des projets en amont, de modernisation des infrastructures et de transition énergétique, ce qui rend la collaboration régionale essentielle. En promouvant des stratégies coordonnées, la table ronde mettra en lumière les opportunités de renforcer les partenariats intra-africains, d’étendre les capacités de raffinage et de pétrochimie et d’intégrer le gaz naturel dans la production d’électricité et l’utilisation industrielle.

Pour l’Afrique, les enjeux sont importants. Selon les perspectives mondiales du pétrole 2025 de l’OPEP, la consommation de pétrole brut en Afrique devrait passer de 1,8 million de barils par jour en 2024 à 4,5 millions de barils par jour d’ici 2050, sous l’effet de la croissance démographique, de l’urbanisation et de l’industrialisation. Parallèlement, les investissements dans les projets pétroliers et gaziers africains pourraient atteindre 1 400 milliards de dollars au total au cours de la même période si les conditions appropriées sont réunies. La table ronde offre une plateforme pour accélérer cette trajectoire, en veillant à ce que l’Afrique obtienne à la fois les capitaux et la technologie nécessaires pour développer ses ressources énergétiques de manière responsable et rentable.

« La table ronde OPEP-Afrique vise à garantir que la voix et les priorités de l’Afrique soient pleinement représentées dans les discussions mondiales sur l’énergie », déclare M. Ayuk. « Le partenariat de l’OPEP avec les producteurs africains est essentiel pour instaurer la stabilité, encourager les investissements et créer un avenir où l’énergie sera le moteur de la prospérité des Africains. Ce dialogue ne porte pas seulement sur des chiffres, mais aussi sur l’emploi, la croissance industrielle et la garantie que les ressources africaines profitent aux populations africaines. »

AEW : Invest in African Energy continue d’être la principale plateforme du continent pour les accords, les partenariats et le dialogue de haut niveau. La table ronde OPEP-Afrique reflète une vision commune visant à faire progresser l’avenir énergétique de l’Afrique tout en contribuant à la sécurité de l’approvisionnement mondial et à la résilience économique.

Distribué par APO Group pour African Energy Chamber.

À propos African Energy Week :
AEW : Invest in African Energy est la plateforme de choix pour les opérateurs de projets, les financiers, les fournisseurs de technologies et les gouvernements, et s’est imposée comme le lieu officiel pour la signature d’accords dans le domaine de l’énergie en Afrique. Visitez www.AECWeek.com pour plus d’informations sur cet événement passionnant.

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African Ministers Join Organization of the Petroleum Exporting Countries (OPEC) Leadership to Shape Energy Future at African Energy Week (AEW) 2025

Source: APO

OPEC and the African Energy Chamber (AEC) (https://EnergyChamber.org/) will host the OPEC-Africa Roundtable at African Energy Week (AEW) 2025: Invest in African Energies in Cape Town, bringing together leading ministers, policymakers and industry leaders for a pivotal dialogue on Africa’s oil and gas future. With Africa holding 7.8% of global proven oil reserves and producing 8% of daily output, the continent is not only central to OPEC’s strategy but also to the future of global energy security. This high-level engagement aims to chart a collaborative path forward, emphasizing Africa’s role in shaping a balanced, inclusive and sustainable energy future.

The roundtable will convene OPEC Secretary General Haitham Al Ghais alongside ministers from Nigeria, Republic of Congo, Equatorial Guinea, Gabon and South Africa, with AEC Executive Chairman NJ Ayuk serving as moderator. Against a backdrop of rising global demand, these discussions will focus on how Africa’s abundant resources – estimated at over 120 billion barrels of oil and 620 trillion cubic feet of natural gas – can be harnessed to attract investment, stimulate industrial growth and support energy access across the continent.

Key to the dialogue will be the alignment of policy frameworks with OPEC’s 2025 vision, which prioritizes energy security, innovation and long-term stability. African producers face common challenges in financing upstream projects, modernizing infrastructure and navigating the energy transition, making regional collaboration essential. By advancing coordinated strategies, the roundtable will spotlight opportunities to strengthen intra-African partnerships, expand refining and petrochemical capacity and integrate natural gas into power generation and industrial use.

For Africa, the stakes are high. According to OPEC’s 2025 World Oil Outlook, crude use in Africa is expected to rise from 1.8 million bpd in 2024 to 4.5 million bpd by 2050, driven by population growth, urbanization and industrialization. Meanwhile, investments in African oil and gas projects could reach $1.4 trillion cumulatively over the same period if the right conditions are in place. The roundtable provides a platform to accelerate this trajectory, ensuring that Africa secures both the capital and the technology necessary to develop its energy resources responsibly and profitably.

“The OPEC-Africa Roundtable is about ensuring Africa’s voice and priorities are fully represented in global energy conversations,” states Ayuk. “OPEC’s partnership with African producers is vital for building stability, encouraging investment and creating a future where energy drives prosperity for Africans. This dialogue is not just about numbers – it is about jobs, industrial growth and ensuring that Africa’s resources work for Africa’s people.”

AEW: Invest in African Energies continues to serve as the continent’s premier platform for deals, partnerships and high-level dialogue. The OPEC-Africa Roundtable reflects a shared vision of advancing Africa’s energy future while contributing to global supply security and economic resilience.

Distributed by APO Group on behalf of African Energy Chamber.

About African Energy Week:
AEW: Invest in African Energies is the platform of choice for project operators, financiers, technology providers and government, and has emerged as the official place to sign deals in African energy. Visit www.AECWeek.com for more information about this exciting event.

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South Sudan is unstable: how a weak state benefits the ruling elite

Source: The Conversation – Africa – By Steven C. Roach, Professor of Internatiional Relations, University of South Florida

Salva Kiir, the president of South Sudan, met with then US president Barack Obama at the White House in 2011 to discuss the future of the newly independent state.

Officials seated at the table were eager to hear about the vision for the political stability of the new country. But when Obama asked Kiir about his plan, Kiir turned to his chief advisor for an answer.

In my view, Kiir has never – then, or since – had a vision or plan to unify the country. This view is informed by my decades of research on the country and on-the-ground experience. I am a professor of international relations and the author of a book on South Sudan’s politics. I also served as a country expert for the United States Agency for International Development’s assessment team in South Sudan.

What’s happened since independence in 2011 is that Kiir has financed a patronage network and put his political rivals at arm’s length by keeping the country undeveloped and its institutions weak. Through the years, he has relied on the support of his cabinet and a tribal base of followers (he is from the Dinka community) to sow deep distrust of the opposition.

I researched this dynamic of governance in South Sudan in a recent study. I found that the country’s leaders have devised four fundamental strategies to exploit instability. These strategies are:

  • delaying elections to evade accountability

  • repressing any actors, such as civil society, that seek to unify the nation and modernise the state

  • playing up the threat of rebellion from political rivals to sustain violence and project fear

  • leaning on regional conflicts to hold on to power.

As a result, instability and division have shaped the country’s political system. This has been enabled by informal patronage networks, war and denial, but also through the behaviour and actions of a corrupt ruling elite.

Instability has allowed the elite to undermine the justice system and actively suppress efforts at reconciliation.

This highlights the need to place more power in regional and international actors to hold South Sudan’s leaders accountable, while empowering civil society to promote such accountability.

A troubled short history

South Sudan gained independence from Sudan on 9 July 2011.

Growing distrust among the country’s elites soon led to the outbreak of civil war between 2013 and 2015. The war resulted in nearly 400,000 deaths, with 2.3 million people fleeing to neighbouring countries.

Pressure from the UN and the United States saw warring parties agree to a peace deal in August 2015. However, tensions rose again in July 2016, leading to a fresh wave of violence.

In 2018, a new peace deal was signed, but it has yet to be fully implemented. Ensuing turmoil has led to implementation delays and exposed the country’s rampant corruption.

South Sudan is one of Africa’s poorest countries. Yet, it’s also ranked as the most corrupt country in the world, according to Transparency International. A recent report issued by the UN Commission on Human Rights in South Sudan found

The ensuing cycle of grand corruption aided by total impunity has produced a devastating humanitarian and human rights crisis.

The 2018 peace agreement led to the formation of a Transitional Government of National Unity, and renewed hope that the country would work toward democracy, stability and the rule of law. Unlike the 2015 peace deal, which involved negotiations with a few parties, the 2018 agreement brought several more groups to the table.

But the country has yet to hold its first elections, adopt a permanent constitution, integrate the armed forces or establish a war crimes court. It remains a fragile country torn by violence and turmoil.

In March 2025, for instance, Kiir arrested his main rival and former vice-president Riek Machar. He accused Machar of planning a rebellion against the government. A few months later in September, Machar was accused of treason.

Relations between Kiir and Machar have been strained since 2013, derailing efforts to implement the peace deal that stopped a war pitting forces loyal to Kiir against those allied to Machar.

The strategies at play

Instability has become a favoured tool among elites for maintaining political power. The process of governing through instability relies on four political strategies.

First, Kiir has used instability to delay the implementation of key pillars of the 2018 peace agreement. In October 2024, Kiir announced the postponement of long-awaited elections to 2026. He warned that there was too much instability to hold peaceful elections. This delay did little to stem violence or instability. In fact, it simply afforded Kiir more time to stave off efforts to hold government elites accountable.

Second, the government has used the threat of political instability to downplay the need for justice and democracy. This threat became a tool for repressing civil society actors and justifying their exclusion from the peace process in 2018.

Third, instability fuels political uncertainty, giving the government space to stoke fears of rebellion whenever it suits its interests. Such fears have been repeatedly exploited in the power struggle between Kiir and Machar.

Lastly, an increase in regional instability has extended, and in some ways complicated, the state’s ability to govern through instability. On one hand, regional conflicts have forced Kiir to assume a diplomatic posture for managing conflicts in neighbouring countries, such as in the Democratic Republic of Congo and Sudan. On the other hand, the spillover effects of war have hit South Sudan. Sudan’s civil war, for instance, has pushed South Sudan to the brink of renewed violence. A recent break in an oil pipeline linking the two countries has cut nearly 40% of South Sudan’s oil revenue.

The next steps

One way forward for South Sudan is to devise an effective strategy for succession in the country’s leadership.

Kiir, who has been in poor health, has taken steps toward a succession plan.

The president singlehandedly appointed Benjamin Bol Mel, his former advisor and money man, as an apparent successor in February 2025. He sacked two of his vice-presidents, Kuol Manyang Juuk and Daniel Awet Akot – the two main dissenting voices left in the government – in May 2025. Kiir then appointed his daughter, Adut Salva Kiir, to serve as a senior presidential envoy.

These decisions bypassed the ruling party’s procedures of appointing a successor, which require discussion and a vote on new appointees.

Kiir had argued that the 2018 peace agreement allowed him to appoint his own successor. However, allowing party procedure to determine the outcomes of a successor would be far more likely to calm tensions.

Moving beyond the dynamic of instability will also depend on the pressure placed on Kiir and other national elites by key international donors, and their continued support of civil society actors.

Neither option seems particularly possible at the moment. With civil war raging in Sudan and the US having dismantled the United States Agency for International Development (which provided nearly US$16 million in aid to civil society programmes in 2023), South Sudan’s fragility is unlikely to improve any time soon.

– South Sudan is unstable: how a weak state benefits the ruling elite
– https://theconversation.com/south-sudan-is-unstable-how-a-weak-state-benefits-the-ruling-elite-265198

Invictus Energy dirigera le sommet sur les énergies au Zimbabwe consacré au gaz, à l’exploitation minière et à la croissance énergétique lors de African Energy Week (AEW) 2025

Source: Africa Press Organisation – French

African Energy Week (AEW) : la conférence Invest in African Energy, le plus grand événement africain consacré à l’énergie, qui se tiendra du 29 septembre au 3 octobre au Cap, accueillera le très attendu Invest in Zimbabwe Energies Closed Door Summit. Dirigée par le gouvernement du Zimbabwe et en partenariat avec Invictus Energy, cette session offre aux investisseurs, aux développeurs de projets et aux partenaires internationaux une occasion stratégique d’obtenir un aperçu direct des secteurs de l’énergie et des mines du pays.

En tant que l’une des dernières frontières pétrolières et gazières d’Afrique et l’un des plus grands producteurs de minéraux du continent, le Zimbabwe offre des opportunités significatives aux entreprises des secteurs des ressources naturelles et minérales. Une forte volonté politique et l’amélioration du climat des affaires ont renforcé l’attractivité du pays pour les investissements étrangers, tandis que la position du président zimbabwéen Emmerson Mnangagwa en tant que président de la Communauté de développement de l’Afrique australe en 2025 reflète son engagement à travailler avec les partenaires régionaux pour faire progresser le développement économique. Le sommet « Invest in Zimbabwe Energies » s’appuie sur ces efforts et offre aux investisseurs internationaux une plateforme leur permettant d’entrer en contact avec des projets zimbabwéens.

AEW : Invest in African Energy est la plateforme de choix pour les opérateurs de projets, les financiers, les fournisseurs de technologies et les gouvernements, et s’est imposée comme le lieu officiel pour la signature d’accords dans le domaine de l’énergie en Afrique. Pour plus d’informations sur cet événement passionnant, rendez-vous sur www.AECWeek.com.

Si le mix énergétique du Zimbabwe a été dominé par l’hydroélectricité, les incursions dans l’exploration du gaz naturel laissent entrevoir la promesse d’un portefeuille énergétique diversifié. Le pays s’est imposé ces dernières années comme l’un des principaux marchés gaziers émergents d’Afrique, les activités de forage menées par Invictus Energy donnant des résultats positifs. La société poursuit le développement du projet Cabora Bassa dans le nord du Zimbabwe, l’un des plus grands bassins de rift inexplorés au monde, après une série de découvertes faites en 2023 et 2024. Le gouvernement a actuellement conclu un accord de partage de la production pétrolière avec Invictus Energy et a récemment accordé le statut de projet national au développement de Cabora Bassa.

En tant que société pétrolière et gazière australienne axée sur le projet Cabora Bassa, Invictus Energy est à la tête du programme gazier du Zimbabwe. La société a obtenu le feu vert en 2025 pour lancer des activités de production pilote dans le pays, notamment la fourniture de gaz à la mine d’or Eureka. Cela souligne non seulement le potentiel d’utilisation du gaz dans le pays, mais reflète également les opportunités de développement intersectoriel. En tant que l’un des principaux contributeurs au PIB du pays, l’industrie minière est un marché stratégique pour le Zimbabwe. Grâce au gaz, l’industrie est bien placée pour accroître encore davantage sa production.

Pour l’avenir, Invictus Energy se prépare à forer son prochain puits d’exploration sur le site de Musuma-1 au second semestre 2025, grâce à un accord signé avec Al Mansour Holdings (AMH). Signé en août 2025, cet accord prévoit l’acquisition par AMH d’une participation de 19,9 % dans Invictus Energy, mobilisant jusqu’à 500 millions de dollars de financement conditionnel futur pour soutenir les activités d’exploration au Zimbabwe. Musuma-1 vise jusqu’à 1,2 billion de pieds cubes de gaz, ce qui montre le niveau de potentiel des bassins terrestres du Zimbabwe. Si les efforts d’Invictus Energy ont permis de découvrir une nouvelle province pétrolière en Afrique australe, la majeure partie du marché du gaz naturel du pays reste sous-explorée. Le sommet « Invest in Zimbabwe Energies » mettra en lumière les opportunités dans le domaine de l’exploration et de la production gazières.

Au-delà du gaz naturel, le Zimbabwe continue de consolider sa position de producteur d’énergie émergent, avec des projets dans la production de charbon, le développement des énergies renouvelables et les infrastructures électriques visant à améliorer l’accès à l’énergie et la sécurité énergétique. En 2025, le pays est en passe d’augmenter sa production de charbon de 10,5 %, avec une production qui devrait atteindre 6,3 millions de tonnes tout au long de l’année. Parallèlement, le pays poursuit le développement de nouvelles centrales hydroélectriques, avec des initiatives clés telles que la centrale du lac Mutirikwi, la centrale de Batoka Gorge et le projet de mini-centrale hydroélectrique d’Osborne Dam. Dans tous ces secteurs, d’importantes lacunes subsistent, ce qui représente une opportunité unique pour les développeurs de projets et les financiers.

Parallèlement, le Zimbabwe consolide sa position de premier producteur de minerais, avec la restructuration prévue du projet de loi modificatif sur les mines et les minéraux qui soutient les activités minières. En tant que premier producteur de lithium en Afrique, le pays a déjà commencé à jouer un rôle central dans les chaînes d’approvisionnement mondiales et est en passe de devenir un moteur de la transition énergétique en Afrique. Les investissements récents témoignent d’un regain d’intérêt mondial pour les perspectives du pays en matière de lithium. Il s’agit notamment d’un investissement de 310 millions de dollars par des entreprises britanniques et chinoises dans la mine de Sandawana, d’une modernisation de 300 millions de dollars de la mine de Bikita et d’un investissement de 300 millions de dollars par ZHEJIANG Huayou Cobalt dans la mine d’Arcadia. Le Zimbabwe est également en train de s’imposer comme un leader dans la production d’or et de métaux du groupe du platine. S’efforçant d’atteindre une production de 40 tonnes d’or en 2025, le pays invite les investisseurs à s’engager dans toute la chaîne de valeur de l’or. Le sommet « Invest in Zimbabwe Energies » servira de vecteur à cet investissement.

« Le Zimbabwe se positionne comme l’une des frontières les plus prometteuses d’Afrique pour les investissements dans les secteurs de l’énergie et des mines. Le potentiel émergent du pays en matière de gaz naturel, combiné à ses vastes richesses minérales, crée des opportunités que peu de marchés peuvent rivaliser. Une forte volonté politique, une réforme réglementaire et un engagement en faveur de l’intégration régionale font du Zimbabwe une destination attrayante pour les capitaux. Les investisseurs qui agissent dès maintenant seront bien placés pour tirer profit de la transformation du pays en une puissance énergétique et minière diversifiée », déclare NJ Ayuk, président exécutif de la Chambre africaine de l’énergie.

Distribué par APO Group pour African Energy Chamber.

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17 pays s’engagent à mettre en œuvre des plans concrets pour améliorer l’accès à l’électricité dans le cadre de l’extension de la Mission 300

Source: Africa Press Organisation – French

Dix-sept gouvernements africains se sont engagés aujourd’hui à mettre en œuvre des réformes et des plans concrets visant à améliorer l’accès à l’électricité dans le cadre de la Mission 300, un partenariat ambitieux mené par le Groupe de la Banque mondiale et le Groupe de la Banque africaine de développement  (https://www.AfDB.org/), qui vise à connecter 300 millions d’Africains à l’électricité d’ici 2030.

Lors du Bloomberg Philanthropies Global Forum (https://apo-opa.co/42dhJtN), des Pactes énergétiques nationaux — des schémas directeurs concrets qui guident les dépenses publiques, suscitent des réformes et attirent les capitaux privés — ont été approuvés par le Bénin, le Botswana, le Burundi, le Cameroun, les Comores, la République du Congo, l’Éthiopie, la Gambie, le Ghana, la Guinée, le Kenya, le Lesotho, le Mozambique, la Namibie, Sao Tomé-et-Principe, la Sierra Leone et le Togo.

« L’électricité est la base de l’emploi, des opportunités et de la croissance économique », a déclaré Ajay Banga, président du Groupe de la Banque mondiale. « C’est pourquoi la Mission 300 est plus qu’un objectif : elle forge des réformes durables qui réduisent les coûts, renforcent les services publics et attirent les investissements privés. »

Depuis le lancement (https://apo-opa.co/3KfhisX) de la Mission 300, 30 millions de personnes ont déjà été raccordées, et plus de 100 millions sont dans le pipeline.

« Une énergie fiable et abordable est le multiplicateur le plus rapide pour les petites et moyennes entreprises, la transformation agricole, le travail numérique et la création de valeur industrielle », a déclaré le président du Groupe de la Banque africaine de développement, M. Sidi Ould Tah. « Donnez de l’énergie à un jeune entrepreneur, et vous lui donnez une rémunération. »

Les Pactes énergétiques nationaux sont au cœur de la Mission 300. Ils ont été élaborés et approuvés par les gouvernements avec le soutien technique des partenaires au développement. Adaptés au contexte de chaque pays, ces plans d’action concrets intègrent trois axes principaux : les infrastructures, le financement et les politiques.

Plus tôt dans l’année, des Pactes énergétiques ont été approuvés par le Tchad (https://apo-opa.co/4gF13Bj), la Côte d’Ivoire (https://apo-opa.co/4mE9sWZ), la République démocratique du Congo (https://apo-opa.co/3IB2YKL), le Libéria (https://apo-opa.co/46oLQkz), Madagascar (https://apo-opa.co/3W9jaG5), le Malawi (https://apo-opa.co/3IvVnx2), la Mauritanie (https://apo-opa.co/4mB96Re), le Niger (https://apo-opa.co/4njBRTr), le Nigeria (https://apo-opa.co/4mFo48O), le Sénégal (https://apo-opa.co/4nysQ96), la Tanzanie (https://apo-opa.co/3VBpA0A) et la Zambie (https://apo-opa.co/4nxsNKT)  qui se sont engagés à mettre en œuvre plus de 400 mesures politiques visant à renforcer les services publics, réduire les risques pour les investisseurs et supprimer les goulets d’étranglement.

Le Groupe de la Banque mondiale et le Groupe de la Banque africaine de développement travaillent avec des partenaires, tels que la Fondation Rockefeller (https://apo-opa.co/42bC2b2), l’Alliance mondiale pour l’énergie au service des populations et de la planète (la GEAPP) (https://apo-opa.co/3KkwtkA), Énergie durable pour tous (SEforALL) (https://apo-opa.co/4nqxGFA) et le fonds fiduciaire du Programme d’assistance à la gestion du secteur énergétique (ESMAP) (https://apo-opa.co/4gS8ZiP) de la Banque mondiale afin d’harmoniser les efforts en faveur de l’électrification de l’Afrique. De nombreux partenaires au développement et institutions financières de développement soutiennent également les projets de la Mission 300 par le biais de cofinancements et d’une assistance technique.

Citations des chefs d’État et des ministres africains qui se sont engagés aujourd’hui en faveur des Pactes énergétiques de la Mission 300 :

Duma Boko
Président du Botswana :

« Ce pacte national est notre engagement commun à garantir une énergie accessible, fiable et abordable en tant que besoin humain fondamental, à transformer notre économie et à créer des emplois, et à électrifier notre chemin vers un pays inclusif à revenu élevé. »

Paul Biya

Président de la République du Cameroun

« Le gouvernement de la République du Cameroun s’engage, à travers son Pacte énergétique, à opérer une transition résolue vers les énergies renouvelables, promouvant un accès universel inclusif et un développement durable fondé sur des partenariats et des réformes ambitieuses pour construire un avenir à faible émission de carbone. »

Azali Assoumani

Président de l’Union des Comores

« Le Pacte énergétique des Comores est un appel à l’action collective pour parvenir à l’accès universel à l’électricité d’ici 2030, afin d’assurer l’émergence du pays dans la dignité, l’équité et le progrès partagé. »

Denis Sassou Nguesso

Président de la République du Congo

« Outre d’abondantes ressources solaires et gazières capables de produire davantage d’électricité, la République du Congo dispose d’un potentiel hydroélectrique certifié de près de 27 000 MW et de plus de 100 000 MW actuellement à l’étude. Le Pacte énergétique permettra au Congo d’atteindre l’accès universel à l’électricité, d’approvisionner les industries des zones économiques et minières spéciales et d’exporter l’énergie excédentaire vers d’autres pays. L’exploitation de cette énergie renouvelable et durable couvrira plus d’un tiers des besoins en électricité de l’Afrique. Le Congo ayant libéralisé le secteur de l’électricité, les investisseurs sont invités, dans le cadre de la Mission 300, à s’implanter et à s’engager dans des activités rentables et durables. »

Taye Atske Selassie,
Président de l’Éthiopie

« Notre Pacte énergétique national illustre l’engagement indéfectible de l’Éthiopie à garantir un accès universel, abordable et durable à l’énergie pour tous. En exploitant nos vastes ressources renouvelables et en renforçant les interconnexions régionales, nous visons à favoriser une croissance inclusive au niveau national et à impulser la dynamique collective de l’Afrique vers l’éradication de la précarité énergétique. Ensemble, nous nous engageons à bâtir un avenir énergétique résilient, équitable et durable pour les générations à venir. »

Adama Barrow

Président de la République de Gambie

« Le Pacte énergétique de la Gambie réaffirme notre engagement en faveur d’un accès universel à l’électricité d’ici 2030, du développement des énergies renouvelables, du renforcement des infrastructures, de l’intégration du secteur privé et de l’amélioration de la gouvernance sectorielle. Grâce à des partenariats, il vise à transformer l’approvisionnement en électricité, garantissant ainsi fiabilité, accessibilité et durabilité pour tous les citoyens. »

John Dramani Mahama

Président de la République du Ghana

« Le Ghana est convaincu que l’accès universel à l’énergie est essentiel pour autonomiser les entreprises, réduire la pauvreté et créer l’égalité des chances. Cet objectif ne peut être atteint qu’à travers des partenariats solides entre le gouvernement et le secteur privé, soutenus par un environnement propice à l’investissement durable. »

Mamadi Doumbouya

Président de la République de Guinée

« La République de Guinée réaffirme son engagement à garantir, d’ici 2030, l’accès universel à une électricité fiable, propre et abordable, tout en fournissant une capacité suffisante pour soutenir l’industrialisation nationale, en particulier dans le secteur minier, grâce à un partenariat transparent et constructif avec le secteur privé. »

William Ruto

Président de la République du Kenya

« L’énergie est un élément clé du volet infrastructurel du programme de transformation économique ascendante du Kenya.

Ce Pacte énergétique vient ancrer notre engagement à parvenir à l’accès universel à l’électricité et à une cuisson propre, et à assurer la transition de notre réseau vers une dépendance totale aux énergies propres d’ici 2030. »

Sam Matekane

Premier ministre du Royaume du Lesotho

« Les vents des montagnes soufflent, les eaux s’écoulent, le soleil rayonne : le Lesotho, le royaume dans le ciel. L’accès universel aux énergies renouvelables est notre fière priorité. Faites l’expérience des hauteurs avec agilité et à grande échelle. Prenez part à notre aventure et partagez notre fierté. Investissez au Lesotho. »

Daniel Chapo,
Président du Mozambique :

« Le Mozambique est en bonne voie pour atteindre les objectifs de la Mission 300 et consolider son rôle de puissance régionale grâce à l’exportation de son énergie abondante, abordable et propre. Nous saluons le soutien de nos partenaires pour parvenir à un accès universel, promouvoir la croissance économique et l’industrialisation verte, et accroître l’intégration et le commerce régionaux. »

Julius Maada Bio

Président de la Sierra Leone

« Notre pacte M300 est l’initiative la plus ambitieuse et la plus complète jamais développée en matière d’infrastructures énergétiques en Sierra Leone. S’appuyant sur des solutions et des données fondées sur des éléments probants, ce plan unique pour la transformation énergétique de la Sierra Leone est le plus prometteur pour débloquer un développement durable et inclusif pour notre population. »

Faure Essozimna Gnassingbé

Président de la République togolaise

« Nous garantissons à tous une électricité fiable, abordable et propre, ainsi que l’accès à une cuisson propre. Ce pacte mobilise massivement le secteur privé pour accélérer notre industrialisation et faire du Togo un pôle énergétique compétitif. »

Américo d’Oliveira dos Ramos,

Premier ministre de Sao Tomé-et-Principe :
« Notre pacte fournit un cadre visionnaire pour alimenter un modèle de croissance économique durable et inclusif pour les Sao-Toméens.

Nous mettons en œuvre des réformes solides et développons des modèles commerciaux innovants afin de lever 190 millions de dollars auprès du secteur privé pour financer cet objectif. »

Edouard Bizimana

Ministre des Affaires étrangères du Burundi

« La République du Burundi s’est fixé des objectifs ambitieux en matière d’accès à l’électricité et à une cuisson propre afin d’améliorer le développement économique et social de sa population. La participation du secteur privé est essentielle pour atteindre ces objectifs. »

Distribué par APO Group pour African Development Bank Group (AfDB).

Contacts :
Relations avec les médias du Groupe de la Banque mondiale :
press@worldbank.org

Groupe de la Banque africaine de développement :
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