Togo: Banco Africano de Desenvolvimento reforça parceria com a sociedade civil

O Banco Africano de Desenvolvimento (www.AfDB.org) realizou o seu primeiro Dia Aberto à Sociedade Civil em Lomé, no Togo, no dia 3 de junho. O evento reuniu representantes do governo togolês, cerca de 30 organizações da sociedade civil (OSC) nacionais e internacionais e funcionários do Banco, todos empenhados em reforçar as parcerias para o desenvolvimento no Togo.

Todas as personalidades importantes presentes no evento enfatizaram essa visão comum.

Ao abrir o evento, Stéphane Akaya, Secretário-Geral do Ministério da Economia e Finanças do Togo, destacou a importância da sociedade civil: “Este dia aberto com o Banco Africano de Desenvolvimento reafirma o nosso compromisso conjunto com o progresso inclusivo e transparente. Procuramos fortalecer uma parceria tripartida, na qual a sociedade civil está envolvida, desde a conceção até a avaliação, para fim de garantir um desenvolvimento eficaz e centrado nas pessoas”.

Secundando Akaya, Wilfrid Abiola, representante do Grupo AfDB no Togo, afirmou: “O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento continua empenhado em reforçar a colaboração com a sociedade civil togolesa, que é um interveniente fundamental no desenvolvimento sustentável”.

O Dia Aberto das OSC em Lomé teve como objetivo reforçar a colaboração entre o Banco e a sociedade civil, através da partilha de informações sobre as operações e projetos de desenvolvimento do Banco no Togo. Procurou também incentivar o diálogo sobre o papel das OSC ao longo do ciclo do projeto – desde o planeamento e preparação até à implementação, supervisão e conclusão.

“Estamos empenhados em reforçar a nossa parceria com as organizações da sociedade civil no Togo, incentivando o diálogo aberto e promovendo a sua plena participação nos projetos que apoiamos”, afirmou Zeneb Touré, chefe da Divisão de Sociedade Civil e Envolvimento Comunitário do AfDB.

Minemba Traore, Responsável Sénior pela Sociedade Civil para a África Ocidental no Grupo Banco, partilhou informações sobre o envolvimento da instituição com as OSC, enquanto Ndey Oley Cole, Responsável Sénior de Programas no Departamento de Género, Mulheres e Sociedade Civil do AfDB, apresentou um resumo dos intercâmbios.

Os principais resultados e próximos passos das discussões incluíram:

  • Maior envolvimento da sociedade civil: as OSC serão incluídas em todas as fases dos projetos de desenvolvimento.
  • Criação de uma plataforma formal de diálogo: o Banco, o governo e as OSC trabalharão em conjunto para estabelecer um fórum permanente para consultas contínuas.
  • Capacitação das OSC: será ministrada formação em monitorização e avaliação de projetos, elaboração de propostas e estratégias de acesso ao mercado.
  • Melhoria da comunicação: O Banco partilhará informações sobre as suas atividades no Togo de forma mais dinâmica e acessível, atendendo melhor às necessidades dos parceiros e do público.
  • Promoção da inclusão social e da diversidade: Serão envidados esforços para garantir uma maior participação dos jovens e das mulheres nas iniciativas de desenvolvimento.
  • Desenvolvimento de um plano de ação detalhado: Resultados concretos e prazos claros orientarão o acompanhamento e garantirão a implementação eficaz dos compromissos.

O Dia Aberto lançou as bases para parcerias mais estreitas, que podem proporcionar espaços de intercâmbio, consulta e colaboração entre o Banco, as OSC e outras partes interessadas no Togo.

Tal abordagem permitirá ao AfDB compreender melhor as prioridades locais, discutir oportunidades de parceria e receber contributos da sociedade civil sobre os projetos que financia no Togo.

A iniciativa está alinhada com o Plano de Ação para o Envolvimento da Sociedade Civil 2024-2028 do Grupo Banco, aprovado no ano passado. No âmbito do Pilar 3 deste plano de ação, será dada especial atenção ao reforço do diálogo com as organizações da sociedade civil nos países onde o Banco opera. A realização de dias abertos à sociedade civil nos países membros regionais do Banco é um mecanismo fundamental para operacionalizar este compromisso.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

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Evelia Gadegbeku
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Togo: African Development Bank strengthens partnership with civil society

Source: Africa Press Organisation – English (2) – Report:

The African Development Bank (www.AfDB.org) held its first-ever Civil Society Open Day in Lomé, Togo, on 3 June. The event brought together representatives from the Togolese government, around 30 national and international civil society organisations (CSOs), and Bank staff — all committed to strengthening development partnerships in Togo.

The key personalities at the event all emphasised this shared vision.

Opening the event, Stéphane Akaya, Secretary General of Togo’s Ministry of Economy and Finance, stressed the importance of civil society: “This open day with the African Development Bank reaffirms our joint commitment to inclusive and transparent progress. We are seeking to strengthen a tripartite partnership, where civil society is engaged from conception through to evaluation in order to ensure effective, people-centred development.”

Seconding Mr Akaya’s point, Wilfrid Abiola, Head of the Togo Country Office of AfDB Group, said: “The African Development Bank Group remains committed to strengthening collaboration with Togolese civil society, which is a key player in sustainable development.”

The CSO Open Day in Lomé aimed to strengthen collaboration between the Bank and civil society by sharing information on the Bank’s development operations and projects in Togo. It also sought to encourage dialogue on the role of CSOs throughout the project cycle — from planning and preparation to implementation, supervision, and completion.

“We are keen to strengthen our partnership with civil society organisations in Togo, encouraging open dialogue and promoting their full participation in the projects that we support,” Zeneb Touré, Head of the AfDB’s Civil Society and Community Engagement Division, said.

Minemba Traore, Senior Civil Society Officer for West Africa at the Bank Group, shared information on the institution’s engagement with CSOs, while Ndey Oley Cole, Senior Programme Officer in the AfDB’s Gender, Women and Civil Society Department, presented a summary of the exchanges.

Key outcomes and next steps from the discussions included:

  • Greater involvement of civil society: CSOs will be included in all phases of development projects.
  • Creation of a formal dialogue platform: The Bank, government, and CSOs will work together to establish a permanent forum for ongoing consultation.
  • Capacity building for CSOs: Training will be provided in project monitoring and evaluation, proposal writing, and market access strategies.
  • Improved communication: The Bank will share information on its activities in Togo in a more dynamic and accessible way, better meeting the needs of partners and the public.
  • Promotion of social inclusion and diversity: Efforts will be made to ensure greater participation of young people and women in development initiatives.
  • Development of a detailed action plan: Concrete deliverables and clear deadlines will guide follow-up and ensure effective implementation of commitments.

The Open Day laid the foundations for closer partnerships, which can provide spaces for exchange, consultation and collaboration between the Bank, CSOs and other stakeholders in Togo.

Such an approach will enable the AfDB to better understand local priorities, discuss partnership opportunities and receive input from civil society on the projects that it finances in Togo.

The initiative is aligned with the Bank Group’s Civil Society Engagement Action Plan 2024-2028, which was approved last year. Under Pillar 3 of this action plan, particular attention will be paid to strengthening dialogue with civil society organisations in the countries where the Bank works. Holding of civil society open days in regional member countries of the Bank is a key mechanism for operationalising this commitment.

– on behalf of African Development Bank Group (AfDB).

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Evelia Gadegbeku
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Togo : la Banque africaine de développement renforce son partenariat avec la société civile

La Banque africaine de développement (www.AfDB.org) a organisé, le 3 juin 2025 à Lomé, sa toute première journée portes ouvertes pour les organisations de la société civile au Togo. L’événement a réuni des représentants du gouvernement, une trentaine d’organisations de la société civile (OSC) nationales et internationales, ainsi que le personnel de la Banque, tous dédiés au renforcement de la collaboration pour le développement au Togo.

Les personnalités clés de l’événement ont toutes souligné cette vision partagée :

À l’ouverture des travaux, le secrétaire général du ministère de l’Économie et des Finances du Togo, Stéphane Akaya, a souligné l’importance de la société civile : « cette journée portes ouvertes avec la Banque africaine de développement réaffirme notre engagement conjoint en faveur d’un progrès inclusif et transparent. Nous cherchons à renforcer un partenariat tripartite, où la société civile est engagée de la conception à l’évaluation pour assurer un développement efficace et centré sur les populations. »

Pour Wilfrid Abiola, responsable du bureau pays du Groupe de la Banque au Togo, « le Groupe de la Banque africaine de développement maintient son engagement à renforcer la collaboration avec la société civile togolaise, qui est un acteur clé du développement durable.

La journée portes ouvertes des OSC à Lomé avait pour objectif d’améliorer la collaboration entre la Banque et la société civile à travers un partage d’informations sur les procédures et projets de développement de l’institution au Togo. Elle visait également à promouvoir les échanges sur l’implication des organisations de la société civile dans toutes les phases des projets financés par la Banque : de la planification à la préparation et le suivi de la mise en œuvre, incluant les supervisions et l’achèvement.

« Nous souhaitons renforcer notre partenariat avec les organisations de la société civile au Togo, encourager un dialogue ouvert et favoriser leur pleine participation aux projets que nous soutenons », a souligné Zeneb Touré, cheffe de la Division société civile et engagement communautaire de la Banque africaine de développement.

Minemba Traore, chargé supérieur de la société civile pour l’Afrique de l’Ouest au sein du Groupe de la Banque, a partagé des informations sur l’engagement de l’institution avec les OSC, tandis que Ndey Oley Cole, chargée supérieure des programmes du Département genre, femmes et société civile, a présenté unz synthèse des échanges.

Les principaux résultats et prochaines étapes des discussions comprennent :

  • Une implication plus grande de la société civile : les OSC devraient être incluses dans toutes les phases des projets de développement.
  • Des efforts conjoints pour créer une plateforme formelle pour des discussions continues entre la Banque, le gouvernement et les organisations de la société civile.
  • Un renforcement des capacités pour soutenir les groupes de la société civile par des formations en suivi et évaluation de projets, en rédaction de propositions de financement et en développement de stratégies d’accès aux marchés.
  • Une communication renforcée : la Banque s’engage à partager de manière plus dynamique et accessible les informations relatives à ses activités au Togo afin de mieux répondre aux attentes de ses partenaires et du grand public.
  • Une promotion de l’inclusion sociale et de la diversité pour s’assurer que les jeunes et les femmes sont davantage impliqués dans les efforts de développement.
  • Une élaboration d’un plan d’action détaillé, incluant des livrables concrets et des échéances claires, pour assurer le suivi et la mise en œuvre effective des engagements pris.

Cette journée portes ouvertes a posé les bases de partenariats plus étroits, visant à offrir des espaces d’échange, de consultation et de collaboration entre la Banque, les organisations de la société civile et d’autres parties prenantes au Togo.

Ceci permet à la Banque africaine de développement de mieux comprendre les priorités locales, de discuter des possibilités de partenariat et de recevoir les avis de la société civile sur les projets qu’elle finance au Togo.

L’initiative est alignée sur le Plan d’action pour l’engagement de la société civile 2024-2028 du Groupe de la Banque, approuvé en 2024. Dans le cadre du pilier 3 de ce plan d’action, une attention particulière est accordée au renforcement du dialogue avec les organisations de la société civile dans les pays. L’organisation de journées ouvertes à la société civile dans les pays membres régionaux (PMR) est un mécanisme clé pour rendre opérationnel cet engagement.

Distribué par APO Group pour African Development Bank Group (AfDB).

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Evelia Gadegbeku
Département de la communication et des relations extérieures
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Higher Education hosts youth outreach in Mpumalanga

Source: South Africa News Agency

The Department of Higher Education and Training has successfully held a Youth Month Community Outreach Programme at Ehlanzeni Technical and Vocational Education and Training (TVET) College, supporting students and local youth in Nelspruit, Mpumalanga.

The week’s programme, held in partnership with the National Student Financial Aid Scheme (NSFAS) and the Deputy Minister, Dr Mimmy Gondwe’s Helpdesk, provided a vital platform for students to raise concerns and receive real-time assistance on matters including funding queries, delayed results, and the issuance of diplomas and certificates.

“The Youth Month Community Outreach Programme aims to deliver higher education support services directly to students. It is important for us as a department to always be visible, responsive, and impactful, so our students can progress well academically,” Gondwe said during the engagement.

The Deputy Minister said the helpdesk will continue to play a crucial role in the programme, providing support to all students and addressing queries in real time, marking a significant step in ensuring effective student engagement.

Upon assuming office, the Deputy Minister quickly established the helpdesk, showing the government’s dedication to supporting students and stakeholders in the Post-School Education and Training (PSET) sector.

Among the most frequently managed queries are tracking of student diploma applications, NSFAS related matter including applications, appeals, issuing of allowances, student admissions, and verification of registered institutions of higher education.

To ensure efficient and accurate support, the helpdesk works in close coordination with key units within the Department of Higher Education and Training. These include the Examinations and Diplomas section, as well as the TVET and university branches within the department, and NSFAS.

To date, the DM’s helpdesk has handled a total of 27 658 queries, with an impressive resolution rate of 89%.

“I am encouraged by the positive and visible impact the Helpdesk is making in the PSET sector. It provides students and stakeholders with a trusted platform to escalate their issues. I urge students to continue using this service and to contact us at DMsdesk@dhet.gov.za,” the Deputy Minister said.

The Youth Month Community Outreach Programme will head to the Western Cape next week. – SAnews.gov.za
 

Senegal and Kenya Top African Development Bank’s Electricity Regulatory Index, as Regulators Drive Tangible Reforms

Source: Africa Press Organisation – English (2) – Report:

Kenya and Senegal have claimed the top spots in the African Development Bank’s 2024 Electricity Regulatory Index (ERI) (www.AfDB.org), demonstrating exceptional progress in power sector governance and regulatory outcomes. The comprehensive assessment, officially unveiled today at the Africa Energy Forum in Cape Town, evaluates regulatory frameworks across 43 African countries. 

Uganda, Liberia and Niger round out the top five performers, with Niger registering one of the biggest gains, underlining the strong impact of sustained reforms and political commitment to power sector development. 

The ERI evaluates three dimensions—Regulatory Governance, Regulatory Substance, and Regulatory Outcomes (ROI). Notably, the ROI, which tracks service delivery and utility performance, recorded the most substantial improvement across the continent. 

Key findings from the 2024 ERI: 

  • Kenya and Senegal led with a score of 0.892, reflecting standout progress in tariff reform, regulatory outcomes, and utility performance. 
  • A remarkable 41 out of 43 participating countries achieved RGI scores above 0.5, representing a significant increase from 24 countries in 2022.  
  • Countries scoring below 0.500 reduced significantly from 19 in 2022 to just 6 in 2024.  
  • Even the lowest-performing country tripled its score—from about 0.10 to 0.33. 
  • The ROI surged from roughly 0.40 in 2022 to 0.62 in 2024, showing that reforms are delivering tangible service improvements on the ground. 

Now in its seventh edition, the ERI shows strong momentum toward more effective, transparent, and impactful regulation, with real-world results beginning to emerge. 

“The 2024 ERI shows that Africa’s regulators are stepping up. We are now seeing stronger institutions delivering real results for utilities and consumers. This shift is critical if we are to achieve Mission 300 and connect 300 million people to electricity by 2030,” says Dr. Kevin Kariuki, AfDB Vice President for Power, Energy, Climate and Green Growth. 

For the first time, the 2024 ERI also assessed regional regulatory bodies, recognizing their growing role in harmonizing technical standards and enabling cross-border electricity trade. 

As the backbone of Mission 300, ERI continues to inform the design and implementation of national energy compacts—currently active in 12 countries, with another 20 in development. 

Bridging the Gap – Addressing Ongoing Challenges 

While celebrating regulatory progress, the report calls for greater focus on regulatory independence, the financial viability of utilities, and the integration of off-grid and mini-grid systems into national frameworks. The ERI underscores that regulation must translate into better access, affordability, and reliability, especially for underserved rural populations.  

The report outlines priority areas for enhancing regulatory effectiveness:  

  • Strengthening regulatory independence 
  • Enhancing accountability mechanisms 
  • Promoting transparency and predictability 
  • Improving stakeholder participation 
  • Deepening economic regulation and advancing cost-reflective tariff methodologies. 

“The ERI 2024 tells a hopeful story. African countries are not just passing laws—they are implementing them. Regulators are transforming from administrative bodies into strategic institutions with measurable influence. However, challenges related to independence, financing, and enforcement persist,” said Wale Shonibare, Director for Energy Financial Solutions, Policy and Regulation at the Bank Group. 

Launched in 2018, the ERI is a diagnostic and policy tool used by governments, regulators, and development partners to identify gaps, track progress, and prioritize reform efforts. The 2024 edition incorporates extensive feedback from utilities, regulators, and regional energy bodies.  

The full ERI 2024 report will be available here (https://apo-opa.co/4kPeDmZ). 

– on behalf of African Development Bank Group (AfDB).

Media Contact: 
Gertrude Kitongo
Communication and External Relations Department 

Technical Contact: 
Callixte Kambanda
Manager, Energy Policy, Regulations, and Statistics 
email: c.kambanda@afdb.org

About the African Development Bank Group:
The African Development Bank Group (AfDB) is Africa’s premier development finance institution. It comprises three distinct entities: the African Development Bank (AfDB), the African Development Fund (ADF) and the Nigeria Trust Fund (NTF). On the ground in 44 African countries with an external office in Japan, the AfDB contributes to the economic development and the social progress of its 54 regional member states. 

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Le Sénégal et le Kenya en tête de l’Indice de réglementation de l’électricité en Afrique de la Banque africaine de développement, grâce à des réformes concrètes menées par les régulateurs

Le Kenya et le Sénégal occupent les premières places de l’édition 2024 de l’Indice de réglementation de l’électricité en Afrique (ERI) de la Banque africaine de développement (www.AfDB.org), ce qui illustre des progrès exceptionnels en matière de gouvernance et de réglementation du secteur. Cette évaluation complète, officiellement dévoilée aujourd’hui au Cap, en Afrique du Sud, en marge du Forum africain de l’énergie, évalue les cadres réglementaires de 43 pays africains. 

L’Ouganda, le Libéria et le Niger complètent le top cinq des pays les plus performants. Le Niger enregistre l’une des plus fortes progressions, soulignant ainsi l’impact significatif des réformes soutenues et de l’engagement politique en faveur du développement du secteur de l’électricité. 

L’ERI évalue trois dimensions : la gouvernance réglementaire (RGI), le contenu réglementaire (RSI), et les résultats réglementaires (ROI). Il convient de noter que les résultats réglementaires, qui comprennent la prestation de services et la performance des services publics, a enregistré l’amélioration la plus substantielle sur le continent. 

Principales conclusions de l’édition2024 de l’Indice de réglementation de l’électricité en Afrique : 

  • Le Kenya et le Sénégal sont en tête avec un score de 0,892, ce qui reflète des progrès remarquables en matière de réforme tarifaire, de résultats réglementaires et de performance des services publics. 
  • Au moins 41 des 43 pays évalués ont obtenu des scores de l’indice de gouvernance réglementaire (RGI) supérieurs à 0,5, ce qui représente une augmentation significative par rapport aux 24 pays qui avaient atteint ce score en 2022. 
  • Le nombre de pays ayant obtenu un score inférieur à 0,500 a considérablement diminué, passant de 19 en 2022 à seulement 6 en 2024.  
  • Même le pays le moins performant a triplé son score, passant d’environ 0,10 à 0,33. 
  • Les résultats réglementaires (ROI) ont bondi d’environ 0,40 en 2022 à 0,62 en 2024, ce qui montre que les réformes se traduisent par des améliorations tangibles des services sur le terrain. 

L’ERI, qui en est maintenant à sa septième édition, montre une forte dynamique en faveur d’une réglementation plus efficace, plus transparente et plus impactante, avec des résultats concrets qui commencent à émerger. 

« L’ERI 2024 montre que les régulateurs africains intensifient leurs efforts. Nous voyons maintenant des institutions plus solides obtenir des résultats concrets pour les services publics et les consommateurs. Cette évolution est essentielle si nous voulons réaliser la « Mission 300 » en raccordant 300 millions de personnes à l’électricité d’ici 2030 », a déclaré Kevin Kariuki, vice-président à la Banque africaine de développement chargé de l’Électricité, de l’Énergie, du Climat et de la Croissance verte.  

Pour la première fois, l’ERI 2024 a également évalué les organismes de régulation régionaux, d’électricité reconnaissant leur rôle croissant dans l’harmonisation des normes techniques et la facilitation des échanges transfrontaliers d’électricité. 

En tant qu’épine dorsale de la « Mission 300 », l’ERI continue d’éclairer la conception et la mise en œuvre des Pactes nationaux pour l’énergie, actuellement en vigueur dans 12 pays et en cours d’élaboration dans 20 autres. 

Combler le fossé — relever les défis actuels 

Tout en saluant les progrès en termes de réglementation, le rapport appelle à une plus grande attention portée à l’indépendance réglementaire, à la viabilité financière des services publics et à l’intégration des systèmes hors réseau et des mini-réseaux dans les cadres nationaux. L’ERI souligne que la réglementation doit se traduire par un meilleur accès, une plus grande accessibilité financière et une plus grande fiabilité, en particulier pour les populations rurales mal desservies. 

Le rapport définit les domaines prioritaires pour améliorer l’efficacité de la réglementation : 

  • Renforcer l’indépendance réglementaire 
  • Améliorer les mécanismes de responsabilisation 
  • Promouvoir la transparence et la prévisibilité 
  • Améliorer la participation des parties prenantes 
  • Approfondir la réglementation économique et faire progresser les méthodologies tarifaires reflétant les coûts. 

« L’ERI 2024 est porteur d’espoir. Les pays africains ne se contentent pas d’adopter des lois, ils les mettent en œuvre. Les régulateurs, qui étaient auparavant des organismes administratifs, se transforment en institutions stratégiques dotées d’une influence mesurable. Cependant, des défis persistent en matière d’indépendance, de financement et d’application des lois », a déclaré Wale Shonibare, directeur des solutions financières, de la politique et de la régulation de l’énergie au sein du Groupe de la Banque africaine de développement. 

Lancé en 2018, l’ERI est un outil de diagnostic et d’élaboration des politiques utilisé par les gouvernements, les régulateurs et les partenaires au développement pour identifier les lacunes, suivre les progrès et accorder la priorité aux efforts de réforme. L’édition 2024 intègre les nombreux commentaires des services publics, des régulateurs et des organismes régionaux chargés de l’énergie.  

Le rapport complet de l’ERI 2024 sera disponible sur le site internet de la Banque www.AfDB.org à l’issue de son lancement officiel. 

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Senegal e Quénia lideram o Índice de Regulamentação Elétrica do Banco Africano de Desenvolvimento, com reformas tangíveis impulsionadas pelos reguladores

O Quénia e o Senegal conquistaram os primeiros lugares no Índice de Regulamentação Elétrica (ERI) de 2024 do Banco Africano de Desenvolvimento (www.AfDB.org), demonstrando um progresso excecional na governação do setor energético e nos resultados regulatórios. A avaliação abrangente, divulgada oficialmente hoje no Fórum Africano da Energia, na Cidade do Cabo, avalia os quadros regulatórios de 43 países africanos. 

Uganda, Libéria e Níger completam os cinco primeiros lugares, com o Níger a registar um dos maiores ganhos, destacando o forte impacto das reformas sustentadas e do compromisso político com o desenvolvimento do setor energético. 

O ERI avalia três dimensões: Governação Regulamentar, Substância Regulamentar e Resultados Regulamentares (ROI). Notavelmente, os ROI, que acompanham a prestação de serviços e o desempenho dos serviços públicos, registaram a melhoria mais substancial em todo o continente. 

Principais conclusões do ERI 2024: 

  • O Quénia e o Senegal lideraram com uma pontuação de 0,892, refletindo um progresso notável na reforma tarifária, nos resultados regulamentares e no desempenho dos serviços públicos. 
  • Uns impressionantes 41 entre os 43 países participantes alcançaram pontuações RGI acima de 0,5, representando um aumento significativo em relação aos 24 países, em 2022. 
  • Os países com pontuação abaixo de 0,500 reduziram-se significativamente, de 19 em 2022, para apenas 6 em 2024. 
  • Mesmo o país com pior desempenho triplicou sua pontuação – de cerca de 0,10 para 0,33. 
  • Os ROI subiu de cerca de 0,40, em 2022, para 0,62, em 2024, mostrando que as reformas estão a proporcionar melhorias tangíveis nos serviços no terreno. 

Agora na sua sétima edição, o ERI mostra um forte impulso no sentido de uma regulamentação mais eficaz, transparente e impactante, com resultados reais a começarem a surgir. 

“O ERI 2024 mostra que os reguladores africanos estão a dar um passo em frente. Estamos agora a ver instituições mais fortes a apresentar resultados reais para os serviços públicos e os consumidores. Esta mudança é fundamental se quisermos garantir a Missão 300 e ligar 300 milhões de pessoas à eletricidade até 2030”, afirma o Dr. Kevin Kariuki, vice-presidente do AfDB para a Energia, Clima e Crescimento Verde. 

Pela primeira vez, o ERI 2024 também avaliou os órgãos reguladores regionais, reconhecendo o seu papel crescente na harmonização das normas técnicas e na facilitação do comércio transfronteiriço de eletricidade. 

Como espinha dorsal da Missão 300, o ERI continua a informar a conceção e a implementação de compactos energéticos nacionais – atualmente em vigor em 12 países, com outros 20 em desenvolvimento. 

Colmatar o fosso – enfrentar os desafios atuais 

Ao mesmo tempo que celebra os progressos regulamentares, o relatório apela a uma maior atenção à independência regulamentar, à viabilidade financeira dos serviços públicos e à integração dos sistemas fora da rede e das minirredes nos quadros nacionais. O ERI sublinha que a regulamentação deve traduzir-se num melhor acesso, acessibilidade e fiabilidade, especialmente para as populações rurais carenciadas. 

O relatório delineia áreas prioritárias para melhorar a eficácia regulamentar: 

  • Reforçar a independência regulamentar 
  • Melhorar os mecanismos de responsabilização 
  • Promover a transparência e a previsibilidade 
  • Melhorar a participação das partes interessadas 
  • Aprofundar a regulamentação económica e avançar com metodologias tarifárias que reflitam os custos. 

“O ERI 2024 conta uma história promissora. Os países africanos não estão apenas a aprovar leis, estão a implementá-las. Os reguladores estão a transformar-se de órgãos administrativos em instituições estratégicas com influência mensurável. No entanto, persistem desafios relacionados com a independência, o financiamento e a aplicação”, afirmou Wale Shonibare, Diretor de Soluções Financeiras, Política e Regulamentação Energética do Grupo Banco. 

Lançado em 2018, o ERI é uma ferramenta de diagnóstico e política utilizada por governos, reguladores e parceiros de desenvolvimento para identificar lacunas, acompanhar o progresso e priorizar os esforços de reforma. A edição de 2024 incorpora um amplo feedback de serviços públicos, reguladores e órgãos regionais de energia. 

Veja o relatório completo do ERI 2024 (https://apo-opa.co/4kPeDmZ). 

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Contacto para os media:  
Gertrude Kitongo
Departamento de Comunicação e Relações Externas
media@afdb.org  

Contacto técnico:  
Callixte Kambanda
Gestora de Política Energética, Regulamentação e Estatística
c.kambanda@afdb.org  

Rhoda Mshana
Especialista Chefe em Regulamentação Energética, Política Energética, Regulamentação e Estatística 
r.mshana@afdb.org 

Sobre o Grupo do Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org/pt

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Western Cape works around the clock to deal with extortion, says Premier

Source: South Africa News Agency

Western Cape works around the clock to deal with extortion, says Premier

Extortion hinders economic growth and job creation, posing daily threats to residents’ safety and livelihoods. It robs people of opportunities and their dignity. 

This is according to Western Cape Premier Alan Winde, who was speaking during his regular digital conference on safety, where he hosted Hubert Paulse, chairperson of Business against Crime South Africa (BACSA). 

“The only way we will eradicate ‘extortion mafias’ is if we all work together. We cannot fight crime alone. We stand a better chance by collaborating and sharing resources,” stressed Winde. 

BACSA is a non-profit organisation that was established in 1996. It played a crucial role in fostering partnerships between the private sector and law enforcement agencies across South Africa to collaborate in the fight against crime.

BACSA also participated in the Western Cape government’s Multi-Sectoral Anti-Extortion Summit this week. 

This summit brought together various stakeholders, including Members of the Executive Council (MECs), the South African Police Service (SAPS), the City of Cape Town (CoCT), and academic experts, to discuss strategies for addressing the alarming increase in extortion, which has reached crisis levels nationwide.

“This was about the whole of government and society coming together to coordinate ourselves better to confront this ‘cancer’ called extortion and to discuss how we are going to rid ourselves of this horrendous crime that impacts so many of our residents and businesses,” said Winde. 

Paulse has described BACSA as a public-private partnership that exists to make South Africa safer. 

“Our message is simple but powerful. We foster collaboration with all stakeholders to fight crime. When we work together, we do not just reduce crime – we restore hope. And with hope comes confidence. Businesses become more willing to invest, and that investment leads to the creation of more jobs.”

The organisation operates several programmes addressing extortion, tourism safety, gender-based violence, infrastructure vandalism, and theft. 

Paulse believes that technology is the “eyes and ears” of crime-fighting efforts, emphasising its initiative designed for an intelligence-gathering network.

“We are using that geographical footprint to increase the operational response and awareness of the SAPS,” he said.

In the meantime, the Premier stated that criminals are utilising technology and believes the government must stay ahead. 

He also emphasised the essential role of neighbourhood watches (NHWs) and community policing forums (CPFs) in fighting and preventing crime.

“That is exactly what our whole-of-society approach is about. There is no doubt that residents who form or join NHWs know more about what is going on in their areas than anyone else, and they form essential partnerships with SAPS and municipal law enforcement. This enables residents to play a more meaningful role.”

He welcomed the recent proposal by Police Minister Senzo Mchunu to give metro law enforcement bodies more powers to combat crime.

“This is a positive step forward. It does not matter who you are, national government, provincial governments, or civil society, we must all be obsessed and driven by the same thing, to build a safer, prosperous province and country.”

The Premier also condemned the recent minibus taxi-related violence in parts of Cape Town.

“It is intolerable that disputes are ‘negotiated’ through the barrel of a gun. But on a day when we are also highlighting the power of partnerships, I want to commend all the role players, from provincial traffic and city law enforcement to SAPS and our officials, for the speed and coordination with which they responded to the violence and threats.” – SAnews.gov.za

Gabisile

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RTMC welcomes sentence imposed on Limpopo vehicle testing official

Source: South Africa News Agency

RTMC welcomes sentence imposed on Limpopo vehicle testing official

The Road Traffic Management Corporation (RTMC) has welcomed the jail sentence imposed on a vehicle testing official from a privately owned testing station in Limpopo.

This as the Polokwane Magistrate’s Court on Thursday sentenced Kabelo Chilenge (37) to six years direct imprisonment for fraudulently issuing a vehicle roadworthy certificate for a vehicle that he did not physically examine. 

The court found that a suspended sentence would not be appropriate in these circumstances.

The certificate was issued at Quick Test vehicle testing station in Modimolle, Limpopo in April 2022 while the vehicle in question was in a police pound at the time.

Although no evidence to prove that Chilenge benefitted personally from the illicit transaction, the court drew inference that such conduct could not be executed without gratification.

The court said the accused earned a salary and there was no need for him to commit such an offence. It considered that unroadworthy vehicles cause accidents when allowed to operate on the roads.

“The RTMC feels that this sentence is appropriate and serve[s] as a deterrent to others who are involved in such unlawful activities,” said the RTMC.

Members of the public are urged to use the following platforms to report alleged fraud and corruption: email ntacu@rtmc.co.za or WhatsApp to 083 293 7989. – SAnews.gov.za 
 

 

Edwin

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2025 National Basketball Association (NBA) Finals Presented by YouTube TV: Indiana Pacers defeat Oklahoma City Thunder, 108-91 (Recap)

Source: Africa Press Organisation – English (2) – Report:

The Indiana Pacers defeated the Oklahoma City Thunder, 108-91, in Game 6 of the 2025 NBA Finals (www.NBA.com). Pascal Siakam (Cameroon) led the Pacers with 16 points and 13 rebounds while Obi Toppin finished with 20 points (4 3PM), 6 rebounds, and 2 steals in the victory. Shai Gilgeous-Alexander totaled 21 points and 4 rebounds for the Thunder in the loss.

The best-of-seven NBA Finals series between the Oklahoma City Thunder and the Indiana Pacers is tied, 3-3. Game 7 will take place on Sunday, June 22 at 8:00 p.m. ET (Monday, June 23 at 2 a.m. CAT) on ESPN, Canal+ and NBA League Pass live from Paycom Center in Oklahoma City.

– on behalf of National Basketball Association (NBA).

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