SABC marks 75 years of public service journalism

Source: Government of South Africa

Thursday, July 17, 2025

Government has congratulated the South African Broadcasting Corporation (SABC) as its news division marks 75 years of public service journalism. 

“Since its inception in 1950, SABC News has played a critical role in informing, educating and empowering citizens across the country.

“Over the decades, SABC News has evolved alongside South Africa’s democracy, covering the country’s most defining moments, from the struggle for liberation to the birth of a democratic State, and beyond.

“Its continued commitment to accessible and balanced reporting has cemented its role as a trusted source of information for millions of people in our country,” said government in a statement.

Government has also paid tribute to veteran journalist and International News Editor, Sophie Mokoena, who signs off from the public broadcaster after 31 years of outstanding service to SABC News and the nation. 

“Mokoena’s reporting brought South Africans closer to the world and made global news more accessible and relevant to South African audiences. We commend her immense contribution to public broadcasting and wish her well in her future endeavours,” said the statement issued by Government Communication and Information System (GCIS). – SAnews.gov.za

Renforcement de la qualité de soins de santé à Porto-Novo : Le Centre Hospitalier Universitaire Départemental (CHUD) Ouémé se modernise avec une unité de scannographie de pointe

Source: Africa Press Organisation – French


Le Ministre de la santé, Professeur Benjamin HOUNKPATIN, a procédé à l’inauguration de l’unité de scannographie du Centre Hospitalier Universitaire Départemental de l’Ouémé. La cérémonie officielle de mise en service de cet équipement moderne a eu lieu le mercredi 16 juillet 2025 en présence du Préfet de l’Ouémé, Dr Marie AKPOTROSSOU et du Maire de Porto-Novo, Monsieur Charlemagne YANKOTY. 

L’imposant équipement tourne désormais à plein régime. Ce scanner de 64 barrettes/128 coupes est une pépite. Ses atouts sont pluriels et sa précision dans le diagnostic, inégalée. Dans son discours liminaire, le directeur de l’hôpital, Dr Philéas HOUNNOU a présenté quelques spécificités de ce bijou sorti d’usine. « C’est un scanner de marque GE 64 barrettes/128 coupes intégrant une option cardiaque pour les explorations coronariennes. Il est doté de systèmes intelligents d’information radiologique et communicationnelle bidirectionnel verbal entre le personnel paramédical et le patient. C’est un outil d’imagerie médicale puissant et polyvalent qui offre une meilleure qualité d’image et une vitesse d’acquisition accrue », a-t-il souligné. 

Avec cet équipement ultramoderne, c’est un gain substantiel de temps pour le personnel soignant et les populations des départements de l’Ouémé et du Plateau. Dans son intervention, le Préfet de l’Ouémé a exprimé sa reconnaissance au Gouvernement pour son effort constant dans l’amélioration de la qualité des soins offerts aux populations. 

Le Centre Hospitalier Universitaire Départemental de l’Ouémé a entamé depuis quelques années, une transformation profonde en termes d’infrastructures et d’équipements. « Dans un passé récent, c’est la construction, l’équipement et la mise en service ici au CHUD Ouémé du service d’oncologie pédiatrique par la Fondation Claudine TALON qui prend en charge gratuitement plus de 200 cas de cancers infantiles. Il y a peu de temps, c’était la construction, l’équipement et la mise en service de l’unité de dialyse qui offre des soins quotidiens à plusieurs dizaines de malades, et la mise en place d’un VPSA, un appareil de production d’oxygène médical de grande capacité qui améliore la prise en charge des patients à moindre coût. Et aujourd’hui c’est la mise en service du scanner de l’hôpital », a déclaré le Ministre de la santé. 

Pour parachever ce processus de métamorphose en cours au CHUD Ouémé, il est annoncé le démarrage imminent des travaux de réhabilitation complète de l’hôpital. Le Ministre de la santé en a fait la promesse au cours de son intervention. « Demain, ce sera la réhabilitation complète du CHUD Ouémé pour en faire l’un des hôpitaux les plus modernes de notre pays. Le cabinet en charge des études, du contrôle technique et du suivi est d’ores et déjà choisi et les travaux vont démarrer dans les jours qui viennent », a fait savoir Professeur Benjamin HOUNKPATIN, Ministre de la santé.

Distribué par APO Group pour Gouvernement de la République du Bénin.

Banco Africano de Desenvolvimento aprova financiamento para promover o acesso universal à energia no Ruanda

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Conselho de Administração do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (www.AfDB.org) aprovou 173,84 milhões de euros para o programa de Financiamento Baseado em Resultados no Setor Energético do Ruanda (RBF II) para modernizar a rede eléctrica, expandir o acesso à energia limpa e reforçar a capacidade institucional. 

O Banco Asiático de Investimento em Infraestruturas concederá um montante adicional de 86,92 milhões de euros, elevando o valor total do programa para 260,76 milhões de euros.

Esta é a segunda operação do setor de energia baseada em resultados do Banco no Ruanda, após um programa de 305 milhões de dólares aprovado em setembro de 2018, o que demonstra a preferência do Ruanda por uma abordagem de financiamento baseada no desempenho para colmatar as lacunas nas infraestruturas de energia.

O programa RBF II está ancorado no Plano Estratégico do Setor da Energia do Ruanda (ESSP II 2024-2029) e visa melhorar a qualidade de vida dos residentes, impulsionar o crescimento económico e reduzir a pobreza através de investimentos específicos no setor da energia. 

Especificamente, o programa está centrado na obtenção de resultados em três áreas: modernização e ampliação da rede e dos sistemas de eletricidade; aumento do acesso à eletricidade dentro e fora da rede e a tecnologias de cozinha limpas; e reforço da capacidade técnica e institucional.

Ligará 200 mil agregados familiares e 850 clientes de uso produtivo à rede nacional, acrescentará 50 mil novas ligações eléctricas através de soluções fora da rede, fornecerá dispositivos de cozinha limpa a 100 mil agregados familiares e 310 instituições públicas, e instalará iluminação pública em 200 km de estradas em cidades secundárias do Ruanda.

O programa RBF II é um resultado fundamental no âmbito das cinco áreas estratégicas, conhecidas como High-5, do Banco: “Iluminar e eletrificar África” e “Melhorar a qualidade de vida das pessoas de África”. Além disso, contribuirá para o cumprimento da Iniciativa Missão 300 do Banco Africano de Desenvolvimento e do Banco Mundial para ligar 300 milhões de africanos à eletricidade até 2030.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Contacto para os media:
Departamento de Comunicação e Relações Externas
media@afdb.org

Sobre o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org

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Ministro da Família visita famílias beneficiárias do Programa de Inclusão Produtiva em Santa Cruz

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Ministro da Família, Inclusão e Desenvolvimento Social, Fernando Elísio Freire, realizou esta quarta-feira, 16 de julho, uma visita ao município de Santa Cruz para acompanhar de perto o impacto do Programa de Inclusão Produtiva nas famílias beneficiárias.

No terreno, o Ministro destacou que o objetivo da visita é avaliar os resultados concretos das políticas sociais implementadas. Segundo o governante, “Estamos aqui para ver o impacto positivo que o programa está a ter na vida das pessoas. São famílias que, com esforço próprio e apoio institucional, conseguiram iniciar ou reforçar os seus negócios, gerar rendimento e melhorar as suas condições de vida.”

O Programa de Inclusão Produtiva já beneficiou cerca de 2.000 famílias a nível nacional. Em Santa Cruz, são 74 famílias apoiadas diretamente. Para o Ministro, este programa é parte de uma estratégia mais ampla de combate à pobreza, com resultados visíveis.

“Hoje, a taxa de pobreza extrema em Cabo Verde está nos 2,8%, o valor mais baixo de sempre. Isto é resultado de políticas sociais assertivas, do crescimento económico e do foco nas pessoas que mais precisam”, sublinhou o Ministro.

Além do programa de inclusão produtiva, outras medidas sociais estão em curso no município e, atualmente, mais de 800 famílias beneficiam do Rendimento Social de Inclusão (RSI), mais de 1.000 famílias têm acesso a pensões sociais e mais de 2.000 famílias têm acesso à água e eletricidade através da tarifa social.

Para o Ministro, estes programas aumentam a autoestima e a ambição das famílias acompanhadas. “As pessoas sentem-se dignificadas. Dependem do seu próprio trabalho e agora querem crescer, investir mais, reforçar os seus negócios. Isso traduz-se numa mudança real na sua qualidade de vida.”, destacou o governante.

O Governo prevê alargar, nas próximas fases, o acesso a creches e jardins de infância, beneficiando milhares de crianças dos 0 aos 5 anos, reforçando o compromisso com a inclusão social desde a primeira infância.

“Estamos a trabalhar para eliminar a pobreza extrema em Cabo Verde. É um compromisso assumido e estamos a alcançar resultados concretos. O Cadastro Social Único é um instrumento eficaz e os resultados falam por si”, concluiu o Ministro.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

Diretor Geral de Telecomunicações e Economia Digital destaca a necessidade de termos sistemas de alerta precoce através de sistemas de intervenção via satélite

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Diretor Geral de Telecomunicações e Economia Digital afirmou que o objetivo da Conferência Africana de Navegação por Satélite – Pré-evento de Alto Nível 2025 é criar o despertar das autoridades e das várias estruturas críticas do país, relativamente à necessidade de termos sistemas de alerta precoce, particularmente através de sistemas de intervenção via satélite.

Milton Cabral fez essa declaração em conferência de imprensa, após a cerimónia de abertura da Conferência Africana de Navegação por Satélite – Pré-evento de Alto Nível 2025, com o tema: “Aproveitando a Tecnologia GNSS para o Reforço dos Sistemas de Alerta Precoce de Riscos Múltiplos (MHEWAS) em África”, que teve início, nesta quarta-feira, 16 de julho, no Parque Tecnológico Arquipélago Digital de Cabo Verde, na cidade da Praia.

Esta conferência servirá como um pré-evento para a planejada Conferência sobre Navegação por Satélite em África, a primeira do seu tipo, agendada para 2026 em Dakar, Senegal.

“Temos aqui conosco um conjunto de especialistas e um conjunto de entidades ligadas à indústria de satélite, precisamente para criar aqui um ambiente de partilha e troca de conhecimento e parcerias neste domínio”, afirmou o Diretor Geral de Telecomunicações e Economia.

Milton Cabral considera que a questão da prevenção de desastres deve ser analisada numa perspectiva do potencial que a tecnologia de navegação via satélite traz para que nós possamos monitorizar quase que em tempo real comportamentos climáticos e comportamentos da Terra.

“E esta tecnologia, como GNSS e GPS, permite-nos de uma certa forma tirar proveito de informações em tempo real que nós podemos ter acesso através da tecnologia satélite para prevenir e para ter um comportamento preventivo quando se fala em ações climáticas, nomeadamente tsunamis e eventos costeiros, que é precisamente aquilo que Cabo Verde está mais propenso”, referiu.

A perspectiva, segundo o mesmo, é que possam realmente estar a acompanhar através desta plataforma que estão a criar agora e que vai iniciar no próximo ano em Dakar e poderem com isto também tirar proveito de investimentos, financiamentos e parcerias que possam beneficiar Cabo Verde.

A abertura oficial da conferência foi feita pelo Ministro da Agricultura e Ambiente, Gilberto Silva, e contou com as intervenções da Embaixadora da União Europeia em Cabo Verde, Carla Grijó e do Diretor da SatNav Africa JPO, Semou Diouf, entre outros intervenientes.

Por sua vez, o Diretor da SatNav Africa JPO, Semou Diouf, destacou a relevância deste tema e mencionou que, com o SatNav África, pensaram em abordar o tema da navegação por satélite, uma tecnologia transversal a todas as outras, com o objetivo de explorar as possibilidades tecnológicas disponíveis, de modo que, embora não possam eliminar completamente os problemas climáticos, sejam capazes de responder com calma e garantir resiliência a esses desafios que estão além do controle humano.

“Este programa é um programa pan-africano gerido sob a cooperação entre África e Europa, inserido no Global Gateway. E nós, “na parte espacial, somos um dos componentes do Programa de Parceria Espacial entre a África e a União Europeia, criado há 10 anos. A primeira ação, conforme indicado pelo ministro da Agricultura e Ambiente, é desenvolver capacidade. Desenvolvemos capacidade com base em 10 especialistas recrutados de toda a África. Utilizamos comunidades econômicas regionais e conseguimos desenvolver um grupo de especialistas em cada país”, explicou.

Hoje, segundo afirmou, esses especialistas compreendem a navegação por satélite e também sabem o que pode ser usado na navegação por satélite. “Embora não possamos construir um sistema como o GPS ou o Galileo, podemos utilizar essas tecnologias para “sistemas de alerta precoce, aumentando a precisão e a integridade”.

A África optou por trabalhar em sistemas de amplificação, permitindo que sinais sejam usados, por exemplo, para pousos seguros em aeroportos ou em agricultura de precisão, referiu, Semou Diouf, indicando que um exemplo prático seria alertar pescadores em Cabo Verde sobre áreas proibidas, usando sinais diretos dos satélites.

“Essas tecnologias têm aplicações amplas, desde o setor marítimo até a direção autônoma, embora ainda estejamos distantes desse último. A conferência destacou desafios atuais que não conseguimos controlar, como eventos naturais. A natureza não pode ser mudada, e precisamos saber como controlar o impacto e socorrer as pessoas” em situações críticas. É fundamental lembrar que a navegação por satélite se aplica a todos os lugares, especialmente nos sistemas de alerta precoce”, concluiu.

A Conferência Africana de Navegação por Satélite – Pré-evento de Alto Nível 2025 que decorre de 16 a17 de julho, é organizado pelo Escritório Conjunto do Programa SatNav África (JPO), em parceria com o Governo de Cabo Verde, através do Ministério da Economia Digital.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

Committee on Electricity Warns Against Job Losses as a Result of Just Energy Transition Plan

Source: APO – Report:

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The Portfolio Committee on Electricity and Energy expressed its concern over potential job losses as a result of the Just Energy Transition (JET) plan when it received a briefing from Eskom on the revised plan, decoupled from the decommissioning of plants.

The Eskom JET strategy has been decoupled from the decommissioning schedule to ensure independence from plant operations. Eskom’s plan promotes the optimal use of the existing coal fleet while rolling out clean energy capacity to ensure security of supply and energy sustainability.

The committee engaged with the power utility on its R400 billion debt burden along with limited government support, as the fiscus cannot keep funding Eskom in the way it has in the past. Also, due to the inflated cost of electricity, the entity has declining energy sales, escalating municipal debt and less than cost-reflective tariffs.

The committee demanded an explanation from Eskom on how it plans to secure the substantial assistance and sustained funding required for the entire JET, including the estimated R257 billion for a minimum emission standards compliance and the 14,000 km of grid expansion needed by 2034.

Eskom said that it has a commitment to reduce emissions by 40% by 2030. Regarding minimisation of any disruption that might occur, Eskom said that the transition not only includes sustainability but also energy security and affordability.

The power utility stated that in its communication, it has been indicating that coal is not an issue. But to manage the transition, the entity uses technology to make it safe to reduce emissions. The committee heard that Eskom will not shut down coal-powered stations for the sake of shutdown and disrupt the economy but, where it is possible, coal will be used as optimally and efficiently as possible within the ambit of the commitments made.

Regarding the strategies that are being implemented to mitigate the risks of funding delays and the impact of the US withdrawal from the International Partners Group, Eskom said the dynamics and changes from the US have changed how the power entity traditionally views funding. However, Eskom believes that change comes with opportunity.

Eskom told the committee that the entity also engaged with the World Bank to source funding from various international funders. The committee heard that funders are aware of their five-year project from the discussions already undertaken.

Regarding job losses due to the closure of the coal power stations and the JET plan, Eskom told the committee that it wants to grow the economy on all fronts, while continuously using all the available resources to meet emission targets. The committee noted the difficulties arising from the decommissioning of power stations, which include job losses and economic and social impacts.

The committee expressed its appreciation to Eskom for stabilising the grid and avoiding loadshedding for a sustained period. The committee told Eskom that nuclear energy is probably the safest and cleanest energy source available. Members of the committee advised Eskom about the possibility of considering the new technology of using nuclear waste stored at fire pits for generating electricity.

– on behalf of Republic of South Africa: The Parliament.

African Development Bank approves financing to advance Rwanda’s universal energy access

Source: APO – Report:

The Board of Directors of the African Development Bank Group (www.AfDB.org) has approved €173.84 million for the Rwanda Energy Sector Result-Based Financing (RBF II) program to modernize the electricity network, expand access to clean energy, and strengthen institutional capacity.

The Asian Infrastructure Investment Bank will provide an additional €86.92 million, bringing the total program cost to €260.76 million.

The Board approval on July 14 marks the African Development Bank’s second result-based energy sector operation in Rwanda, following a $305 million program approved in September 2018. This indicates Rwanda’s preference for a performance-based financing approach in closing power infrastructure gaps.

The RBF II program is anchored on Rwanda’s Energy Sector Strategic Plan (ESSP II 2024–2029) and aims to improve the quality of life of residents, drive economic growth, and reduce poverty through targeted investments in the energy sector.

Specifically, the program is focused on delivering results in 3 areas: modernizing and extending the electricity network and systems; increasing access to on-grid and off-grid electricity and clean cooking technologies; and strengthening technical and institutional capacity.

It will connect 200,000 households and 850 productive use customers to the national grid, add 50,000 new electricity connections through off-grid solutions, provide clean cooking devices to 100,000 households and 310 public institutions, and install street lighting on 200 km of roads in secondary cities across Rwanda.

The RBF II program is a key deliverable under the Bank’s High-5 priority areas of “Light up and Power Africa” and “Improve the Quality of Life of the People of Africa.” Additionally, it will contribute to delivering on the Mission 300 Initiative of the African Development Bank and the World Bank to connect 300 million Africans to electricity by 2030.

– on behalf of African Development Bank Group (AfDB).

Contact:
Communication and External Relations Department 
media@afdb.org  

About the African Development Bank Group:
The African Development Bank Group (AfDB) is Africa’s premier development finance institution. It comprises three distinct entities: the African Development Bank (AfDB), the African Development Fund (ADF) and the Nigeria Trust Fund (NTF). On the ground in 34 African countries with an external office in Japan, the AfDB contributes to the economic development and the social progress of its 54 regional member states.

For more information: www.AfDB.org

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Rwanda : la Banque africaine de développement approuve un financement pour améliorer l’accès universel à l’énergie

Source: Africa Press Organisation – French

Le Conseil d’administration du Groupe de la Banque africaine de développement (www.AfDB.org) a approuvé un financement de 173,84 millions d’euros pour mettre en œuvre le Programme de financement basé sur les résultats du secteur énergétique du Rwanda (FBR II) visant à moderniser le réseau électrique, à élargir l’accès à l’énergie propre et à renforcer les capacités institutionnelles.

La Banque asiatique d’investissement pour les infrastructures apportera un financement supplémentaire de 86,92 millions d’euros, portant le coût total du programme à 260,76 millions d’euros.

Il s’agit de la deuxième opération de la Banque basée sur les résultats dans le secteur énergétique du Rwanda, après un programme de 305 millions de dollars approuvé en septembre 2018. Cela témoigne de la préférence du Rwanda pour une approche de financement basée sur la performance afin de combler les déficits en infrastructures électriques.

Le programme s’inscrit dans le Plan stratégique du secteur énergétique du Rwanda 2024-2029 et vise à améliorer la qualité de vie des habitants, à stimuler la croissance économique et à réduire la pauvreté grâce à des investissements ciblés dans le secteur énergétique.

Plus précisément, le programme se focalise sur l’obtention de résultats dans trois domaines : la modernisation et l’extension du réseau et des systèmes électriques, l’amélioration de l’accès à l’électricité, en réseau et hors réseau, et aux technologies de cuisson propres, et le renforcement des capacités techniques et institutionnelles.

Le programme permettra de raccorder 200 000 foyers et 850 clients à usage productif au réseau national, d’ajouter 50 000 nouveaux raccordements électriques grâce à des solutions hors réseau, de fournir des appareils de cuisson propre à 100 000 foyers et 310 institutions publiques, et d’installer des éclairages publics sur 200 kilomètres de routes dans les villes secondaires du Rwanda.

Le programme de financement basé sur les résultats du secteur énergétique du Rwanda est un livrable clé des « High 5 », les priorités opérationnelles de la Banque notamment « Éclairer l’Afrique et l’alimenter en énergie » et « Améliorer la qualité de vie des populations en Afrique ». Il contribuera également à la mise en œuvre de l’initiative « Mission 300 » promue par le Groupe de la Banque africaine de développement et le Groupe de la Banque mondiale, qui vise à raccorder 300 millions de personnes en Afrique à l’électricité d’ici 2030.

Distribué par APO Group pour African Development Bank Group (AfDB).

Contact médias :
Département de la communication et des relations extérieures
media@afdb.org

À propos du Groupe de la Banque africaine de développement :
Le Groupe de la Banque africaine de développement est la principale institution de financement du développement en Afrique. Il comprend trois entités distinctes : la Banque africaine de développement (BAD), le Fonds africain de développement (FAD) et le Fonds spécial du Nigeria (FSN). Représentée dans 41 pays africains, avec un bureau extérieur au Japon, la Banque contribue au développement économique et au progrès social de ses 54 États membres régionaux. Pour plus d’informations : www.AfDB.org

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La Banque africaine de développement approuve un don de 17 millions de dollars pour la reconstruction du nord du Mozambique touché par le conflit

Source: Africa Press Organisation – French

Le Conseil d’administration de la Banque africaine de développement (www.AfDB.org) a approuvé un don de 17 millions de dollars pour soutenir les efforts de redressement et de renforcement de la résilience dans la province de Cabo Delgado, au nord du Mozambique, touchée par un conflit.

Ce financement soutiendra le Projet d’investissement résilient pour l’autonomisation socio-économique, la paix et la sécurité (RISE-PS), une nouvelle initiative audacieuse visant à s’attaquer aux causes profondes de la fragilité par le biais d’une autonomisation économique ciblée. Il créera directement 24 000 emplois, dont 60 % seront réservés aux jeunes de 18 à 35 ans et 50 % aux femmes. Au total, plus de 100 000 personnes devraient bénéficier de cette initiative.

Depuis 2017, les attaques extrémistes violentes à Cabo Delgado ont fait au moins 4 500 victimes et ont déplacé plus d’un million de personnes. Environ 4 965 petites entreprises ont été détruites, privant les communautés de moyens de subsistance. Le taux de chômage des jeunes atteint actuellement 25 % dans la province, et 35 % des jeunes femmes n’ont pas d’emploi et ne sont pas inscrites dans un programme d’éducation ou de formation.

« Il ne s’agit pas seulement de relance économique, mais il s’agit aussi de donner aux jeunes une raison de croire en leur avenir », a déclaré Babatunde Omilola, responsable du capital humain, de la jeunesse et du développement des compétences au bureau régional du Groupe de la Banque africaine de développement pour l’Afrique australe. « Ce projet met l’accent sur les jeunes en tant qu’agents de consolidation de la paix, en libérant leur potentiel grâce au développement des compétences, à l’entrepreneuriat et aux opportunités de travail décent pour stimuler les efforts de stabilisation économique. »

L’une des pierres angulaires du projet RISE-PS est la création d’un pôle d’investissement pour la paix et la sécurité, coordonné par l’Agence de développement intégré du Nord (ADIN) du Mozambique.

« Ce hub coordonnera les actions de développement dans toute la région et créera des opportunités d’investissement pour les partenaires publics et privés », a précisé Macmillan Anyanwu, chef par intérim du bureau pays du Groupe de la Banque au Mozambique. « En incluant les communautés locales dans la planification et la mise en œuvre des projets — par exemple en les laissant choisir les infrastructures à reconstruire —, nous nous assurons que le développement sert vraiment ceux qui en ont le plus besoin. »

Le soutien global aux populations vulnérables passe par :

  • La réhabilitation de 150 installations communautaires, dont 30 écoles, 45 centres de jeunesse, 14 postes de santé, 10 marchés ruraux et 33 systèmes d’approvisionnement en eau, ce qui a permis de créer immédiatement des emplois pour 4 500 jeunes et femmes vulnérables.
  • La formation de plus de 9 200 personnes à des compétences professionnelles axées sur le marché, avec 2 000 entreprises dirigées par des femmes et des jeunes recevant des dons pour redémarrer des activités détruites, et 5 400 microentreprises locales équipées pour étendre ou consolider leurs activités.
  • La construction d’un village de PME climato-intelligent dans le pôle industriel d’Afungi, conçu pour accueillir 100 petites et moyennes entreprises avec des installations modernes, y compris des entrepôts, des ateliers et des centres d’incubation d’entreprises.
  • Des partenariats avec le secteur privé, notamment TotalEnergies et ExxonMobil, pour offrir à 1 055 jeunes des stages de six mois, avec un objectif de 70 % d’emplois permanents.

La valeur totale du projet s’élève à 28 millions de dollars, y compris le don de 17 millions de dollars de la Banque africaine de développement par le biais de sa Facilité d’appui à la transition, 4,2 millions de dollars du Programme des Nations unies pour le développement (PNUD), 2,4 millions de dollars de l’Allemagne, 3,1 millions de dollars en financement parallèle des partenaires du secteur privé, et 1,3 million de dollars de contribution du gouvernement du Mozambique sous la forme d’une contrepartie.

MozParks, le promoteur national de zones économiques durables, dirigera la construction du village de PME, s’appuyant sur 23 années d’expérience qui ont attiré quatre milliards de dollars d’investissements et créé plus de 12 000 emplois dans le pays.

La conception du projet, sensible aux conflits, cible spécifiquement les moteurs de l’extrémisme violent. Les recherches montrent que 40 % des jeunes hommes rejoignent les mouvements rebelles en raison du manque d’opportunités économiques. Parallèlement, les femmes sont confrontées à des vulnérabilités supplémentaires, notamment une éducation limitée et un taux élevé de violences sexistes.

La mise en œuvre du projet commencera le 1er septembre 2025, sous la direction du gouvernement et avec le PNUD comme partenaire d’exécution. Il se poursuivra jusqu’en août 2029.

L’ADIN servira d’agence d’exécution, avec un soutien institutionnel accru pour renforcer son rôle de coordination dans le nord du Mozambique, qui abrite 11,6 millions de personnes.

Les récentes améliorations en matière de sécurité et la réduction du nombre de personnes déplacées internes, qui est passé de plus d’un million à 635 000, offrent une opportunité d’investissements durables dans le développement et de regain de confiance des investisseurs.

Le projet RISE-PS s’aligne sur la Stratégie nationale de développement du Mozambique (2025-2044) et l’Agenda 2063 de l’Union africaine, contribuant aux Objectifs de développement durable des Nations unies (ODD n°1 : pas de pauvreté ; ODD n°4 : éducation de qualité ; ODD n°5 : égalité de genre ; ODD n°8 : travail décent et croissance économique).

Il s’aligne également sur la Stratégie de la Banque africaine de développement pour remédier à la fragilité et renforcer la résilience (2022-2026), son Document de stratégie pays 2023-2028 pour le Mozambique, sa Stratégie décennale 2024-2033 et de nombreuses autres stratégies ou plans d’action sur l’emploi, le genre, les compétences, le développement du secteur privé et la nutrition. La Stratégie pour l’emploi des jeunes en Afrique 2016-2025 de la Banque vise notamment à créer 25 millions d’emplois et à avoir un impact positif sur 50 millions de jeunes Africains d’ici à la fin de l’année 2025. 

Distribué par APO Group pour African Development Bank Group (AfDB).

Contact médias :
Emeka Anuforo
Département de la communication et des relations extérieures
media@afdb.org

À propos du Groupe de la Banque africaine de développement :
Groupe de la Banque africaine de développement est la principale institution du financement du développement en Afrique. Il comprend trois entités distinctes : la Banque africaine de développement (BAD), le Fonds africain de développement (FAD) et le Fonds spécial du Nigeria (FSN). Représentée dans 41 pays africains, avec un bureau extérieur au Japon, la Banque contribue au développement économique et au progrès social de ses 54 Etats membres régionaux. Pour plus d’informations: www.AfDB.org

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Mashatile calls for SA and China to shift focus from raw material trade to collaborative industrialisation

Source: Government of South Africa

South Africa and China are at a crucial juncture in redefining their economic partnership, moving from a focus on raw material trade to a collaborative approach to industrialisation. 

This is according to Deputy President Paul Mashatile, who was speaking during a working dinner with the Insurance Corporation of British Columbia (ICBC) and Standard Bank at the China World Summit Wing Hotel Conference Hall in Beijing.

“South Africa and China are at a pivotal moment to redefine our economic partnership, from raw material trade to co-industrialisation. Together, we can pave the way for a brighter future that brings prosperity to our people and strengthens the bonds between our nations.“

The Deputy President emphasised the need for collaboration in strategic sectors to promote investment and trade in areas such as battery manufacturing, critical minerals, renewable energy, green hydrogen, infrastructure, rail modernisation, and metallurgy revitalisation.

“South Africa presents significant investment opportunities in metallurgy and smelter revitalisation, driven by its rich mineral resources and the global shift towards a low-carbon economy.

“Let us turn commitments into concrete projects that create jobs, transfer technology, and position South Africa as China’s gateway to Africa.”

Mashatile is currently in China for a strategic working visit.

The purpose of the visit, which began on Monday, is to strengthen bilateral relations and enhance economic cooperation between South Africa and China.

He told the attendees that the gathering signifies the importance of fostering strong partnerships between South Africa and China in strategic sectors for investment and trade promotion. 

“With the diversified resources of South Africa and the economic strength of China, there is a great deal that we can accomplish together. We must augment our collaboration, especially in critical industries poised for investment and trade.” 

Currently, the Deputy President stated that South Africa and China have strong economic cooperation, with bilateral commerce amounting to US$34 billion in 2024 and Chinese foreign direct investment in South Africa being US$13.21 billion. 

The Deputy President believes that this partnership is characterised by a growing trade relationship, with China being South Africa’s largest trading partner for 16 consecutive years.

“A notable aspect of the trade relationship is the trade imbalance, where South Africa exports primarily raw materials to China and imports manufactured goods, creating a trade deficit for South Africa. South Africa needs to benefit more from its active, albeit highly unequal, trading partnership with China,” he said. 

He said the dinner presented a strategic opportunity to leverage the institutions’ financial expertise and advisory market insights to deepen investment in SA’s priority sectors and to also address trade imbalances by promoting value-added exports and technology transfer. 

The Deputy President said the platform was crucial to advancing partnerships in renewable energy, critical minerals, infrastructure, and manufacturing under the Forum on China-Africa Cooperation (FOCAC) framework.

“Through the process of recognising and capitalising on these key sectors, we can create an environment in which both of our economies benefit and in which we make progress towards our common objectives.

“I am certain that the many areas of expertise and knowledge that have been collected around these tables will make it possible for us to devise specific plans and strategies that can be put into action, which will propel our partnership ahead.” 

He also highlighted some opportunities in green industrialisation, infrastructure financing, and export diversification. 

“In addition to a rapidly expanding renewable energy industry, the country’s plentiful natural resources, which include minerals that are essential for the development of environmentally friendly technology, provide a solid basis for the expansion of green industrialisation.” 

Meanwhile, he stressed that strategic investments in infrastructure, particularly in water and sanitation, and a focus on export diversification can further drive sustainable economic development and job creation. 

Mashatile said there was potential for South Africa and China to work together to foster innovation, the transfer of technology, and the development of skills.

“There is the potential for us to form partnerships that are beneficial to both parties if we capitalise on our skills and explore new ways of working together.

“Through partnership and working together for a common purpose, we can realise the full potential of both our countries.” – SAnews.gov.za