Mozambique: Primeira-Ministra Reafirma Ambição de Tornar a Aviação Civil Referência Internacional

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

A Primeira-Ministra moçambicana, Maria Benvinda Levi, afirmou em Maputo que o Governo pretende transformar a aviação civil numa referência internacional, através da elevação da Escola Aeronáutica à categoria de Academia de Ciências Aeronáuticas (ACA), com vista a imprimir uma nova dinâmica institucional, sobretudo no domínio da formação de profissionais do sector.

«Ao criar a ACA, através do Decreto n.º 44/2026, de 20 de Julho, o Governo tem como objectivo dotar o país de uma instituição pública de excelência, vocacionada para a formação e capacitação de profissionais aeronáuticos e de áreas afins, contribuindo para o desenvolvimento do sector da aviação civil», disse.

Maria Benvinda Levi falava durante a cerimónia de tomada de posse dos novos dirigentes da Academia de Ciências Aeronáuticas, da Escola de Governação (Egov) e do seu gabinete, nomeadamente Tuaha Ossifo Chabane Mote, director-geral da ACA, Ana Cristina da Rocha, directora-geral adjunta para a área administrativa da Egov, e Catarina Sabino Chongo, assistente da primeira-ministra, respectivamente.

A governante destacou o papel da aviação civil na dinamização da conectividade territorial, na mobilidade de pessoas e bens, na atracção de investimentos e no fortalecimento das cadeias logísticas.

«O crescimento sustentável do sector da aviação civil depende, entre outros factores, da disponibilidade de profissionais devidamente qualificados tecnicamente, preparados e comprometidos com os mais elevados padrões de segurança, qualidade e eficiência», afirmou.

Neste contexto, defendeu que os cursos e programas de capacitação da ACA devem responder às necessidades actuais e futuras do sector, acompanhando a evolução tecnológica, as novas exigências de segurança operacional e as transformações da indústria aeronáutica.

Levi desafiou igualmente a direcção da instituição a priorizar a valorização do capital humano, através da qualificação dos formadores, da melhoria das condições de ensino e da disponibilização de equipamentos e recursos pedagógicos adequados.

Segundo a primeira-ministra, estas medidas são fundamentais para garantir a formação de profissionais competentes e preparados para responder às exigências do mercado de trabalho.

No domínio da administração pública, a governante desafiou a nova directora-geral adjunta para a área administrativa da Egov, Ana Cristina da Rocha, a reforçar a capacidade institucional do Estado, melhorar o desempenho dos funcionários e agentes públicos e promover uma administração cada vez mais profissional, íntegra, eficiente e orientada para a prestação de melhores serviços ao cidadão.

A dirigente salientou que a área administrativa não deve ser encarada apenas como uma estrutura de apoio à formação, mas como uma componente estratégica da gestão institucional, por assegurar as condições materiais, financeiras, patrimoniais e logísticas necessárias à concretização dos objectivos da instituição.

Apelou ainda à observância das normas e dos instrumentos de gestão da administração pública, defendendo o recurso à transformação digital como forma de modernizar as instituições.

A primeira-ministra exortou todos os empossados a pautarem a sua actuação pelo cumprimento da lei, pelo rigor e pela transparência, bem como pela utilização eficiente dos recursos disponibilizados.

Por sua vez, o novo director-geral da ACA, Tuaha Ossifo Chabane Mote, apontou a organização e o reforço da capacidade institucional, a escassez de capital humano qualificado e a insuficiência de infra-estruturas adequadas aos padrões internacionais de formação como alguns dos principais desafios da instituição.

O dirigente destacou igualmente a necessidade de reforçar as competências dos docentes e dos profissionais da aviação civil.

«Sempre que queremos formar profissionais, temos de os enviar para fora do país, o que eleva os custos», afirmou.

Para inverter este cenário, a ACA pretende introduzir cursos de formação de pilotos para a aviação comercial e para a operação de aeronaves de asas rotativas, nomeadamente helicópteros, além de desenvolver capacidade para formar profissionais que possam actuar no mercado internacional da aviação civil.

Para operacionalizar a academia, a instituição prevê recorrer a profissionais no activo, quadros reformados e especialistas moçambicanos ou estrangeiros que se encontrem no exterior.

Por seu turno, Ana Cristina da Rocha afirmou que pretende dinamizar a instituição que passa a dirigir, com enfoque na formação dos funcionários e agentes do Estado. (AIM)

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DCS Commissioner elected to international prisons board

Source: Government of South Africa

DCS Commissioner elected to international prisons board

Department of Correctional Services (DCS) Commissioner, Makgothi Thobakgale, has been elected to the Board of the International Corrections and Prisons Association (ICPA).

The election took place this week during the ICPA Annual General Meeting at the Association’s 28th Annual Conference in Belfast, Northern Ireland.

“[This marks] an important achievement for South Africa.

“The appointment provides South Africa with an opportunity to contribute to international discussions on correctional practices, rehabilitation, human rights and public safety. It also creates a platform for sharing the country’s correctional experience and strengthening cooperation with international counterparts,” a DCS statement read.

The department noted that the election also comes at an important time, particularly as preparations advance for the 2027 ICPA Annual Conference to be held in Harare, Zimbabwe.

“For DCS, this achievement reflects the importance of international engagement in advancing effective and humane correctional practices. It also presents an opportunity to strengthen partnerships and contribute to the development of correctional services in Africa and beyond,” the statement concluded.

The election is for the 2026–2030 term.

– SAnews.gov.za

 

NeoB

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Government ‘not retreating’ from gas-to-power – Minister Ramokgopa

Source: Government of South Africa

Government ‘not retreating’ from gas-to-power – Minister Ramokgopa

Department of Electricity and Energy (DEE) Minister, Dr Kgosientsho Ramokgopa, has reiterated government’s commitment to gas-to-power energy generation.

This comes after Bid Window 1 (BW1) of the Gas Independent Power Producer Procurement Programme (GASIPPPP) concluded without appointing any preferred bidders, after all four submitted bids failed to meet the mandatory functional criteria.

“South Africa is not retreating from our gas-to-power objectives. As the first in Africa to take on this ambition, we are further enabled by this first procurement process to strengthen the conditions necessary to achieve them.

“Our responsibility now is to address the infrastructure, commercial and institutional conditions required to translate market interest into viable and deliverable projects,” Ramokgopa stated.

In a statement, the department noted that GASIPPPP BW1 sought to procure some 2000 MW of generation capacity in line with the IRP2019 and IRP2025. 

Extensive stakeholder consultations were held and culminated with the issuance of a revised GASIPPPP BW1 Request for Proposals on 20 October 2025.

 On 29 May 2026 the department received four bids offering a total of 2 830MW.

“The RFP required bidders to provide assurances of gas supply for their bids. Even though South Africa is potentially well endowed with natural gas, it imports most of its gas supply requirements from Mozambique and the country has no LNG receiving terminal.

“The bidders were unable to provide gas supply assurances to the level required in the RFP. This is one of the main reasons that none of the bidders satisfied the mandatory functional criteria.

“Consequently, no Preferred Bidders were appointed and no generation capacity was awarded for the GASIPPPP BW1,” the DEE explained.

Despite this, the department noted that the first bid window provided “practical insights into the requirements necessary to translate the country’s gas-to-power objectives into a delivered programme”.

“South Africa’s gas-to-power journey has provided a further opportunity to examine the interdependencies between procurement requirements, technical feasibility, fuel-supply arrangements, enabling infrastructure, affordability, environmental obligations and project implementation readiness.

“These lessons will inform consideration of how the programme can be better structured, supported and enabled to achieve its intended objectives,” the department noted.

Moving forward

The DEE said consultations with relevant market participants will be prioritised to “inform consideration of the programme’s future direction”.

“Any subsequent procurement process, including its requirements and timelines, will be subject to the necessary statutory, governance and procurement approvals. The Department will communicate further information through the appropriate official channels before the end of the calendar year.

“The Department and IPP Office remain committed to procurement integrity, constructive stakeholder engagement and advancing South Africa’s gas-to-power objectives in support of long-term energy security,” the department said. – SAnews.gov.za

NeoB

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High crime stations to receive new patrol vehicles

Source: Government of South Africa

High crime stations to receive new patrol vehicles

The National Commissioner of the South African Police Service (SAPS), General Fannie Masemola, will today hand over 1 087 vehicles to strengthen policing capacity at grassroots level.

According to the police, the new fleet, which comprises sedans and double-cab bakkies, forms part of the SAPS’s ongoing efforts to enhance frontline service delivery, improve operational efficiency, increase police visibility and strengthen the Service’s crime-fighting capacity.

“The vehicles will be allocated to 140 high crime stations, Detectives, Visible Policing, Family Violence, Child Protection and Sexual Offences (FCS) Units, 10111 Call Centres and Flying Squads,” the police said in a statement ahead of Thursday’s handover.

“This investment is aimed at enhancing the operational readiness of police members, improving response times, strengthening investigations and ensuring that communities receive effective and efficient policing services,” the police said. – SAnews.gov.za

 

Edwin

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Minister Ramokgopa to address NYDA annual indaba

Source: Government of South Africa

Minister Ramokgopa to address NYDA annual indaba

Minister in the Presidency for Planning, Monitoring and Evaluation (DPME), Maropene Ramokgopa, will deliver the keynote address at the second Annual Youth Investment Indaba, hosted by the National Youth Development Agency (NYDA).

According to the department, the Minister’s address on Friday will underscore the government’s commitment to speeding up youth economic empowerment, fostering inclusive economic growth and building stronger strategic partnerships to unlock sustainable economic opportunities for young people. 

“The Indaba serves as a strategic platform that brings together government, development finance institutions, the private sector, organised business, skills development institutions, and other key stakeholders to advance practical solutions to increase youth participation in South Africa’s economy. 

“Building on the outcomes of the inaugural Indaba, this year’s gathering will focus on mobilising catalytic investment, supporting youth-owned enterprises, expanding access to economic value chains, aligning skills development with labour market demands and addressing structural barriers that continue to limit meaningful youth economic participation,” the DPME said in a statement.

The department explained that the Minister’s participation underscores the importance of “integrating youth development priorities into national planning, implementation, monitoring and evaluation frameworks, particularly through the Medium-Term Development Plan”.

“The Minister’s keynote address is expected to emphasise the need for coordinated action across government and its social partners to translate policy commitments into measurable outcomes, strengthen accountability, and ensure young people actively participate in and benefit from South Africa’s economic transformation and development agenda. 

“The engagement also reinforces the role of the Department of Planning, Monitoring and Evaluation in monitoring the government’s progress towards inclusive economic growth, employment creation, skills development, and improved opportunities for young people,” the statement read.

The Indaba will kick off at 9am in Rosebank, Johannesburg. – SAnews.gov.za

 

NeoB

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Mozambique: Chapo e Putin Acordam Aprofundar Cooperação Económica e Comercial

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

Os Presidentes de Moçambique e da Rússia, Daniel Chapo e Vladimir Putin, acordaram aprofundar a cooperação económica e comercial entre os dois países, com destaque para os sectores da energia, mineração, agricultura, transportes, educação, ciência e tecnologias de informação, durante um encontro bilateral realizado em Moscovo, no âmbito da visita de trabalho do Chefe do Estado moçambicano à Federação Russa.

Falando ao término do encontro, o Presidente Chapo destacou a importância das relações político-diplomáticas entre os dois países, que já duram há mais de 50 anos, e o apoio russo à luta de libertação nacional de Moçambique.

“Gostaria de destacar a importância das nossas relações político- diplomáticas, que já duram há mais de 50 anos”, afirmou o Presidente da República, que reiterou o compromisso de Moçambique em estreitar as relações com a Rússia, particularmente nos domínios económico e comercial.

O Chefe do Estado destacou igualmente a importância da cooperação no sector energético, tendo agradecido o convite para participar na Cimeira dos Países Exportadores de Gás e defendido o aprofundamento do trabalho conjunto entre os dois países nesta área.

Na área de defesa e segurança, o Chefe do Executivo moçambicano apontou o combate ao terrorismo em Cabo Delgado como um dos desafios de Moçambique, considerando importante o reforço da cooperação com a Rússia, e agradeceu o apoio daquele país na formação de quadros.

“Quero agradecer à Rússia pelo apoio ao reforço das capacidades nacionais dos sectores de defesa e segurança através da formação de quadros”, disse. Na economia, o Presidente da República referiu que Moçambique está a diversificar a sua economia para além do petróleo e gás, destacando as reformas em curso na legislação mineira e de conteúdo local, bem como a criação da Empresa Nacional de Minas, com vista à criação de maior valor para o desenvolvimento nacional.

Daniel Chapo informou ainda que a situação política em Moçambique é estável e que decorre um Diá. Nacional Inclusivo, envolvendo cidadãos residentes no país e na diáspora. Por conseguinte, apontou a estabilidade política como um factor importante para o desenvolvimento do País.

Por seu turno, Vladimir Putin afirmou que a cooperação comercial e económica entre os dois países está a fortalecer-se, revelando que, entre Janeiro e Agosto deste ano, o intercâmbio comercial “praticamente duplicou”.

O Presidente russo destacou ainda a actividade da Comissão Intergovernamental de Cooperação Económica e Comercial. Putin referiu que, na quarta sessão da Comissão Intergovernamental, realizada em Moscovo a 1 de Outubro, foi assinado um protocolo que reflecte a intenção dos dois países de impulsionar a cooperação em áreas como geologia e exploração do subsolo, energia, educação e ciência, saúde, transportes, agricultura e tecnologias de informação.

O Presidente russo destacou igualmente o crescimento da cooperação no sector da educação, referindo que a Rússia recebeu, neste ano, pela primeira vez, funcionários públicos moçambicanos para estágios profissionais, enquanto a quota de estudantes moçambicanos para formação em universidades russas, financiada pelo orçamento federal, tem vindo a aumentar de forma regular.

No plano internacional, Vladimir Putin salientou o carácter construtivo da cooperação entre os dois países nos fóruns multilaterais, particularmente nas Nações Unidas, enquanto Daniel Chapo agradeceu o apoio humanitário russo prestado a Moçambique na sequência das cheias e inundações registadas no início deste ano. O Chefe do Estado moçambicano reiterou, por seu lado, a importância da dinâmica das relações político-diplomáticas entre os dois países e do aprofundamento dos laços entre os dois povos.

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Cybersecurite : La Cote d’Ivoire Entend Partager son Experience et Contribuer a la Securite Collective de l’Espace Ouest-Africain, a Travers Cyber.Ex

Source: Africa Press Organisation – French

À travers la première édition de CYBER.EX 2026, simulation nationale de crise cyber, la Côte d’Ivoire affirme sa volonté de partager son expérience et de contribuer à la sécurité collective de l’espace ouest-africain, a déclaré le ministre chargé de la Promotion de la Jeunesse, Mamadou Touré, le mercredi 28 octobre 2026, à Abidjan Port-Bouët.

Il représentait le Vice-Premier ministre, ministre de la Défense, Téné Birahima Ouattara, à l’ouverture officielle de cette rencontre initiée par l’Agence nationale de la Sécurité des Systèmes d’Information (ANSSI), sous le thème : « Résilience numérique nationale : anticiper, réagir, rebondir ensemble ».

Le ministre a rappelé l’importance que le Président Alassane Ouattara et le gouvernement accordent « à la sécurité de notre cyberespace qu’ils considèrent comme une composante essentielle de la sécurité de la nation ».

« Le cyberespace est devenu un champ de bataille après la terre, la mer, l’air et l’espace. Il constitue un domaine de confrontation à part entière. Une vulnérabilité chez un voisin peut devenir la nôtre. La Côte d’Ivoire compte renforcer sa coopération avec ses partenaires de la sous-région, du continent et au-delà », a-t-il affirmé.

Il a relevé que la première ligne de défense en matière de cybersécurité est tenue par les forces de défense et de sécurité, l’ANSSI, les directeurs des systèmes d’information et les opérateurs de télécommunications : « Le CYBER.EX se propose d’étendre cet exercice à l’ensemble de la nation ».

Le ministre de la Transition numérique, Djibril Ouattara, a souligné que le gouvernement fait de la cybersécurité un instrument privilégié de sa politique du numérique.

En présence du président du Conseil de surveillance de l’ANSSI, le Général de Corps d’Armée Philippe Mangou, le Directeur général de l’ANSSI, le Général de Brigade Guelpétchin Ouattara, a expliqué que 800 participants issus des secteurs de l’énergie, des télécommunications et de la finance vont éprouver en conditions réelles leurs capacités collectives à faire face à une crise cyber d’envergure.

Cet exercice vise à tester les capacités de pilotage, de prise de décision, de coordination et de continuité d’activité, tout en renforçant la coopération entre les parties prenantes de l’écosystème national de cybersécurité. L’exercice sera désormais annuel et la compétition, limitée cette année aux grandes écoles et universités, s’étendra prochainement à tous les talents.

La rencontre enregistre la participation d’une importante délégation sénégalaise.

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L’Afrique progresse en matière de gouvernance dans le Chandler Good Government Index 2026, mais le maintien des progrès reste l’épreuve ultime

Source: Africa Press Organisation – French

L’Afrique a été la deuxième région la plus performante en termes de progrès de gouvernance dans le Chandler Good Government Index (CGGI) 2026, 71 % des pays africains évalués en 2025 et 2026 ayant obtenu des scores globaux supérieurs. Le continent demeure toutefois la région la moins bien notée dans l’ensemble, ce qui met en évidence la difficulté de traduire l’amélioration des capacités publiques en résultats concrets pour les citoyens.

Ces résultats ont été mis en avant par le Chandler Governance Group (CGG) lors d’une séance conjointe avec le Rwanda Governance Board (RGB), tenue à l’hôtel Serena de Kigali le jeudi 22 octobre 2026, à l’occasion du lancement de la 13e édition du Rwanda Governance Scorecard.

« Cette année, les avancées les plus prononcées de l’Afrique concernent la gestion financière, suivie du soutien aux populations, le pilier des résultats du CGGI. Cela indique que des capacités publiques renforcées commencent à se traduire par des améliorations tangibles dans la vie des gens, qu’il s’agisse de l’accès à une éducation et à des soins de santé de qualité ou des finances publiques qui les financent. La tâche consiste désormais à maintenir ces progrès au cours des prochaines années », déclare Dinesh Naidu, directeur (connaissances), CGG.

Soufflant sa sixième bougie, le CGGI évalue les capacités et l’efficacité des gouvernements de 133 pays, représentant 94 % de la population mondiale, contre 120 pays en 2025. L’indice mesure 35 indicateurs de pondération égale répartis en sept piliers, offrant aux gouvernements un cadre pour comparer leur performance, cerner les lacunes et s’inspirer de l’expérience d’autres pays.

À l’échelle mondiale, les résultats témoignent d’une amélioration de la performance en matière de gouvernance. Sur les 120 pays évalués en 2025 et 2026, 61 % ont enregistré des scores supérieurs, soit la part annuelle de pays en progrès la plus élevée depuis le lancement de l’indice en 2021. Les progrès à plus long terme sont toutefois moins constants : seuls 43 % des 104 pays suivis depuis 2021 affichent une amélioration globale.

Les gouvernements africains de tête

Maurice demeure le pays africain le mieux classé, au 55e rang mondial, suivi du Rwanda (62e), du Botswana (70e), du Maroc (79e) et de la Tanzanie (80e). L’Afrique du Sud occupe le sixième rang du continent, à la 85e place mondiale.

Le Rwanda figure en bonne place dans le classement, au 11e rang mondial pour le leadership et la prospective, et se hisse au rang de pays à faible revenu le mieux classé de l’indice. Il se situe 61 places au-dessus de ce que son seul niveau de revenu laisserait présager. Dans l’ensemble de l’indice, les capacités publiques suivent de plus près les résultats obtenus par les citoyens que la richesse nationale, ce qui suggère que le renforcement des capacités publiques importe pour obtenir de meilleurs résultats pour les citoyens.

La séance conjointe réunit les repères internationaux du CGGI et l’évaluation de la gouvernance dans le contexte rwandais établie par le tableau de bord de la gouvernance du Rwanda, créant ainsi l’occasion d’examiner à la fois les perspectives mondiales et les priorités propres au pays.

Des progrès sur les principaux piliers de la gouvernance

À travers l’Afrique, les scores moyens se sont améliorés dans six des sept piliers du CGGI au cours de l’année écoulée, les gains les plus forts portant sur le soutien aux populations et sur la gestion financière. Ces améliorations traduisent des progrès dans des domaines liés aux services publics, notamment les soins de santé et l’éducation, ainsi que dans la gestion des finances publiques.

Les tendances à long terme mettent aussi en évidence des domaines de progression. Entre 2021 et 2026, presque tous les pays africains évalués sur la période ont amélioré leur score de capacité en matière de données, le Maroc enregistrant les gains les plus importants. Le score global du Ghana s’est amélioré en 2026, soutenu par une gestion financière plus solide, tandis que l’Afrique du Sud continue de montrer une force relative en matière de lois et politiques robustes, au 44e rang mondial, et d’attractivité de marché, au 48e rang.

Malgré ces avancées, l’ampleur du défi reste manifeste. La moyenne régionale de l’Afrique demeure inférieure à son niveau de 2021, 23 des 35 pays africains figurant dans l’indice 2026 se classent en dehors du top 100 mondial, et aucun ne figure parmi les 50 premiers. Sept pays africains ont fait leur entrée dans l’indice cette année : le Tchad, la République démocratique du Congo, la Gambie, la Guinée, le Lesotho, le Liberia et le Togo.

« Les classements constituent un point de départ utile, mais la valeur plus large du CGGI réside dans l’aide qu’il apporte aux gouvernements pour mieux comprendre où ils progressent et où des efforts supplémentaires sont nécessaires. Des améliorations durables dépendent de la capacité à renforcer les institutions, à gérer les ressources de manière responsable et à traduire les politiques en résultats concrets pour les citoyens », déclare Dinesh Naidu.

Un outil d’apprentissage et d’amélioration

Le CGGI est conçu comme un outil de diagnostic pratique, qui aide les gouvernements à cerner les lacunes, à suivre les progrès dans le temps et à tirer les leçons de pays confrontés à des contraintes similaires. La collaboration avec le RGB associe la comparaison internationale à une évaluation ancrée dans le contexte local.

« Chaque pays fait face à ses propres défis de gouvernance et est animé par des priorités différentes. Les gouvernements disposés à examiner les données probantes et à apprendre des autres pour renforcer leurs institutions ont toutes les cartes en main pour générer de réelles améliorations », conclut Dinesh Naidu.

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À propos du Chandler Governance Group (CGG) :
Le Chandler Governance Group (CGG) est une organisation internationale consacrée à l’efficacité du secteur public et au renforcement des capacités. Nous travaillons avec des gouvernements nationaux et locaux pour former et développer les dirigeants, consolider les institutions et les systèmes publics, comparer les capacités publiques et partager les bonnes pratiques.

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À propos du Chandler Good Government Index (CGGI) :
Le Chandler Good Government Index (CGGI) mesure les capacités et l’efficacité de 133 gouvernements à travers le monde. Publié chaque année, il figure parmi les indices les plus complets de ce type au monde. Conçu par des praticiens de la gouvernance, pour des praticiens de la gouvernance, le CGGI est un outil pratique qui aide les gouvernements à comprendre et à comparer leur performance et à cerner les opportunités de progrès. Chaque année, le rapport du CGGI partage également des méthodes éprouvées et des éclairages issus de dirigeants et d’experts gouvernementaux de divers horizons.

Retrouvez l’indice 2026 complet, y compris les profils pays, les scores par pilier et les comparaisons historiques sur ​https://ChandlerGovernmentIndex.com/

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África ganha impulso em matéria de governação no Índice de Boa Governação Chandler de 2026, mas a verdadeira prova reside na capacidade de sustentar esse progresso

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

África foi a segunda região com melhor desempenho em termos de progressos na governação no Índice de Boa Governação Chandler (CGGI) de 2026, tendo 71% dos países africanos avaliados tanto em 2025 como em 2026 alcançado pontuações globais mais elevadas. No entanto, o continente continua a ser a região com a pontuação mais baixa no conjunto, o que põe em evidência o desafio de traduzir a melhoria das capacidades governamentais em melhores resultados para os cidadãos.

Estas conclusões foram destacadas pelo Chandler Governance Group (CGG) numa sessão conjunta com o Conselho de Governação do Ruanda (RGB) para o lançamento da 13.ª edição do Boletim de Avaliação da Governação do Ruanda, no Kigali Serena Hotel, na quinta-feira, 22 de outubro de 2026.

“Este ano, os maiores avanços em África registaram-se na área da Gestão Financeira, seguidos pela área de “Ajudar as Pessoas a Progredir”, o pilar de resultados do CGGI.” Isto indica que o reforço das capacidades do governo está a começar a traduzir-se em melhorias tangíveis na vida das pessoas, desde o acesso a uma educação e cuidados de saúde de qualidade às finanças públicas que os financiam. “A tarefa agora é manter esse progresso nos próximos anos”, afirma Dinesh Naidu, Diretor (de Conhecimento) do CGG.

Já na sua sexta edição, o CGGI avalia as capacidades e a eficácia dos governos em 133 países, que representam 94% da população mundial, o que constitui um aumento em relação aos 120 países de 2025. Este índice avalia 35 indicadores com ponderação igual, distribuídos por sete pilares, proporcionando aos governos um quadro de referência para avaliar o desempenho, identificar lacunas e aprender com a experiência de outros países.

A nível mundial, os resultados apontam para uma melhoria do desempenho em matéria de governação. Dos 120 países avaliados tanto em 2025 como em 2026, 61% registaram pontuações mais elevadas, o que representa a percentagem anual mais elevada de países que registaram melhorias desde o lançamento do Índice, em 2021. No entanto, os progressos a longo prazo têm sido menos consistentes, tendo apenas 43% dos 104 países analisados desde 2021 registado uma melhoria global.

Os principais governos de África

A Maurícia continua a ser o país africano com a melhor classificação, ocupando o 55.º lugar a nível mundial, seguida pelo Ruanda (62.º), pelo Botsuana (70.º), por Marrocos (79.º) e pela Tanzânia (80.º). A África do Sul ocupa o sexto lugar no continente e o 85.º lugar a nível mundial.

O Ruanda ocupa um lugar de destaque no debate, ocupando o 11.º lugar a nível mundial em termos de “Liderança e Visão de Futuro” e revelando-se o país de baixos rendimentos com a melhor classificação no Índice. Ocupa uma posição 61 lugares acima daquela que o seu rendimento, por si só, permitiria prever. Em todo o Índice, as capacidades governamentais estão mais estreitamente relacionadas com os resultados para os cidadãos do que a riqueza nacional, o que sugere que o reforço das capacidades governamentais é importante para proporcionar melhores resultados para os cidadãos.

A sessão conjunta reúne os parâmetros de referência internacionais do CGGI e a avaliação da governação no contexto ruandês realizada pelo Boletim de Avaliação da Governação do Ruanda, criando uma oportunidade para analisar tanto as perspetivas globais como as prioridades específicas do país.

Progressos nos principais pilares da governação

Em toda a África, as pontuações médias melhoraram em seis dos sete pilares do CGGI ao longo do último ano, tendo-se registado os maiores avanços nos pilares “Ajudar as Pessoas a Progredir” e “Gestão Financeira Responsável”. Estas melhorias apontam para progressos em áreas relacionadas com os serviços públicos, incluindo os cuidados de saúde e a educação, bem como a gestão das finanças públicas.

As tendências a longo prazo também revelam áreas em que se registaram progressos. Entre 2021 e 2026, quase todos os países africanos avaliados ao longo desse período melhoraram a sua pontuação em termos de capacidade de gestão de dados, tendo Marrocos registado os maiores avanços. A pontuação global do Gana melhorou em 2026, apoiada por uma gestão financeira mais sólida, enquanto a África do Sul continua a demonstrar uma força relativa nas categorias “Legislação e Políticas Robustas”, ocupando o 44.º lugar a nível mundial, e “Mercado Atrativo”, ocupando o 48.º lugar.

Apesar destes avanços, a dimensão do desafio continua a ser evidente. A média regional de África continua abaixo do nível registado em 2021; 23 dos 35 países africanos incluídos no Índice de 2026 situam-se fora do top 100 mundial e nenhum figura no top 50. Este ano, sete países africanos passaram a integrar o Índice: Chade, República Democrática do Congo, Gâmbia, Guiné, Lesoto, Libéria e Togo.

“Os rankings constituem um ponto de partida útil, mas o valor mais amplo do CGGI reside em ajudar os governos a compreender em que áreas estão a registar progressos e em que áreas é necessário continuar a trabalhar.” “As melhorias sustentáveis dependem da capacidade de reforçar as instituições, gerir os recursos de forma responsável e transformar as políticas em resultados significativos para os cidadãos”, afirmou Naidu.

Uma ferramenta de aprendizagem e aperfeiçoamento

O CGGI foi concebido como uma ferramenta de diagnóstico prática que ajuda os governos a identificar lacunas, a acompanhar os progressos ao longo do tempo e a aprender com os seus pares que enfrentam restrições semelhantes. A colaboração com o RGB combina a análise comparativa internacional com uma avaliação baseada na realidade local.

“Cada país enfrenta os seus próprios desafios em matéria de governação e é orientado por prioridades diferentes. “Os governos que estejam dispostos a analisar os dados disponíveis e a aprender com os seus pares para reforçar as suas instituições estão bem posicionados para alcançar melhorias reais”, concluiu Naidu.

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Sobre o Chandler Governance Group (CGG): 
O Chandler Governance Group (CGG) é uma organização internacional dedicada à eficácia do setor público e ao desenvolvimento de capacidades. Trabalhamos com governos nacionais e locais para formar e desenvolver líderes, reforçar as instituições e os sistemas públicos, avaliar comparativamente as capacidades governamentais e partilhar boas práticas.

Para mais notícias e informações, visite www.ChandlerGovernance.com.

Sobre o Índice de Boa Governação Chandler (CGGI):
O Índice de Boa Governação Chandler (CGGI) avalia as capacidades e a eficácia de 133 governos de todo o mundo. Publicado anualmente, conta-se entre os índices mais abrangentes do seu género a nível mundial. Criado por profissionais da administração pública, para profissionais da administração pública, o CGGI é uma ferramenta prática que ajuda os governos a compreender e a comparar o seu desempenho, bem como a identificar oportunidades de progresso. Todos os anos, o relatório do CGGI partilha também técnicas práticas e perspetivas de vários especialistas e líderes governamentais.

O Índice de 2026 na íntegra, incluindo perfis dos países, pontuações por pilar e comparações históricas, está disponível em https://ChandlerGovernmentIndex.com/

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President Ramaphosa lauds Durban Chamber, government collaboration

Source: Government of South Africa

President Ramaphosa lauds Durban Chamber, government collaboration

President Cyril Ramaphosa has lauded business leadership in KwaZulu-Natal for standing firm alongside government during severe crises, including the July 2021 civil unrest and the devastating April 2022 floods.

The President delivered the keynote address at the Durban Chamber of Commerce and Industry’s 170th Annual Gala Dinner in eThekwini, on Wednesday evening.

“This tribute would not be complete without recognising the leadership of the Chamber after the unrest of July 2021. We were determined to rebuild. The Chamber was at the forefront of that effort. It mobilised the business community, supported businesses that had been badly affected and worked with government to restore economic activity.

“Barely nine months later, this province was struck by catastrophic floods. Once more, the Chamber stepped forward. We worked together – government, business and other social partners – to repair infrastructure, support distressed businesses and restore operations at the Port of Durban.

“A great strength over all these years has been the Chamber’s willingness to rally in the face of uncertainty. This is evident in its commitment to partnering with government,” President Ramaphosa said.

The Chamber has also collaborated with government for the Presidential eThekwini Working Group (PeWG), which is aimed at resolving challenges in the metro, including interruptions to water supply, poorly maintained and damaged infrastructure due in part to the 2022 floods, decline in tourism numbers to the city, port efficiency concerns and crime. 

“The progress made through the working group is due in large measure to strong political and administrative leadership from the municipality and the province and the active engagement of national departments and public entities.

“Vitally, the progress is also due to the involvement of key partners and stakeholders, and central among these is the Durban Chamber of Commerce and Industry.

“Through this partnership, we have seen improved metrics in areas such as municipal utility collections, non-revenue water and spending on repairs and maintenance,” the President said.

He acknowledged that despite this progress, service delivery challenges – particularly with water – continue to “hold back recovery”.

“There is still a significant infrastructure backlog that is constraining greater investment and better services for the people of the city.

“That is why we commend the eThekwini Metro Council on the adoption of the Development and Service Delivery Partnering Policy Framework in response to concerns about the delays and red tape associated with implementing public-private partnerships.

“We now need to put that framework to use to implement key infrastructure projects.
We need to take forward the work to revitalise the city’s manufacturing and industrial zones and reduce the costs of doing business,” he said.

Economic momentum

Turning to the economic indicators, the President highlighted that eThekwini secured the lion’s share of the R124.5 billion in investment commitments made at the recent KwaZulu-Natal Investment Conference.

The investment commitments span manufacturing, automotive, infrastructure, logistics and tourism. 

The tourism economy of eThekwini is also on the rebound.

“Nationally, tourism numbers are up. Much of this growth is being led by KwaZulu-Natal and Durban. Last festive season, around 1.2 million visitors came to the city. This year, Durban was ranked 14th in Time Out’s Best Places to Travel in 2026.

“The city has become a sought-after host for major events, including Africa’s Travel Indaba and the 46th SADC Summit this year,” President Ramaphosa noted.

Additionally, data from Statistics South Africa’s latest Quarterly Labour Force Survey also confirms that the Metro achieved the lowest unemployment rate among South Africa’s eight metropolitan municipalities.

“It was also the only metro to record a decrease in unemployment both quarter-on-quarter and year-on-year.

“Employment in the metro now stands at 1.29 million, around 90,000 more than a year ago. It is significant that more jobs are being created here,” President Ramaphosa said.

Progress at the Durban Gateway Terminal – one of the busiest in Sub-Saharan Africa – is also underway.

“Security incidents and cable theft on the network have declined. Transnet is procuring additional security to protect the central corridor that feeds the Port of Durban.

“The latest World Bank and S&P Global Container Port Performance Index has named the Port of Durban the most improved port in the world,” he said.

Disruptions at the terminal following the migration of the terminal operating system are being addressed following a meeting between the Minister of Transport and terminal management.

“The signs of Durban’s recovery are clear. They paint a picture of a city regaining its momentum. That is owed in no small part to the hard work, perseverance and commitment of the Durban Chamber of Commerce and Industry.

“This progress must be sustained and built upon as we work together to resolve outstanding challenges,” President Ramaphosa said. – SAnews.gov.za

 

NeoB

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