Le Royaume-Uni accueillera la 17e session d’annonces des contributions pour la reconstitution des ressources du Fonds africain de développement, réaffirmant son ferme soutien au Fonds

Source: Africa Press Organisation – French


Le Royaume-Uni accueillera en décembre prochain, la 17e session d’annonces des contributions pour la reconstitution des ressources du Fonds africain de développement. Cette session réunira les partenaires au développement pour convenir des contributions pour le cycle 2026-2028 du Fonds.

La ministre d’État britannique chargée du Développement et de l’Afrique, la baronne Jenny Chapman, a fait cette annonce lors de sa récente rencontre avec le président du Groupe de la Banque africaine de développement, M. Sidi Ould Tah, à New York, en marge de l’Assemblée générale des Nations unies.

La baronne Chapman a déclaré que le Royaume-Uni avait l’intention de s’engager fermement et a encouragé tous les partenaires au développement à envisager des contributions ambitieuses pour la 17e reconstitution des ressources du Fonds.

« Cette reconstitution des ressources [du Fonds africain de développement] est l’occasion de marquer notre engagement collectif en faveur de la croissance et du développement de l’Afrique, de ses institutions et d’approches innovantes et modernes du financement du développement dans un environnement mondial difficile », a-t-elle souligné.

Le Fonds africain de développement est le guichet de financement concessionnel du Groupe de la Banque africaine de développement. Il intervient dans 37 pays africains à faible revenu. Il constitue une source essentielle de financement multilatéral du développement, offrant des dons, des prêts à faible taux d’intérêt et des garanties adaptées aux besoins des pays disposant d’une marge de manœuvre budgétaire limitée. Depuis sa création en 1972, le Fonds africain de développement a octroyé plus de 45 milliards de dollars de financements concessionnels pour aider les pays africains à accroître leurs opportunités et leur résilience.

La baronne Chapman a souligné que le Royaume-Uni demeurait un contributeur clé du Fonds, fournissant des engagements financiers substantiels et un engagement stratégique qui aident à soutenir l’impact sur le développement, même dans un contexte de resserrement du budget de l’aide.

« Le Groupe de la Banque africaine de développement salue l’annonce par le Royaume-Uni de sa volonté d’accueillir la 17e session d’annonces des contributions pour la reconstitution des ressources du Fonds africain de développement », a déclaré M. Ould Tah, ajoutant : « C’est un appel à la mobilisation pour une solide reconstitution du FAD-17, qui constitue à la fois un investissement dans le développement de l’Afrique et dans une prospérité mondiale partagée. »

En amont de la réunion de Londres, les partenaires au développement s’efforceront de faire progresser les innovations financières du Fonds, notamment l’option d’emprunt sur les marchés, qui permettra pour la première fois au Fonds de faire jouer l’effet de levier sur ses ressources propres afin d’accéder aux marchés des capitaux et élargir sa base de financement.

Plusieurs pays africains se sont également engagés à contribuer au Fonds, montrant ainsi l’engagement de l’Afrique à investir dans son propre développement et son avenir.

La baronne Chapman a également salué la proposition de M. Ould Tah d’organiser au Royaume-Uni une Journée du secteur privé à l’intention des entreprises privées et des institutions de financement du développement afin d’explorer des approches permettant de favoriser les opportunités d’investissement à travers l’Afrique. Cette initiative est alignée sur l’objectif du Fonds africain de développement d’accroître l’engagement du secteur privé dans les pays bénéficiaires.

Dans un contexte de tensions économiques et d’incertitudes géopolitiques, les ressources concessionnelles restent essentielles pour préserver les acquis du développement et prévenir les revers dans les environnements fragiles.

Au cours de la dernière décennie, le Fonds africain de développement a permis de raccorder plus de 18 millions de personnes à l’électricité et à 11 millions d’agriculteurs d’améliorer la productivité agricole. Il a amélioré l’accès à l’eau et à l’assainissement pour 48 millions de personnes et des transports à plus de 87 millions.

En 2021, le Centre for Global Development a salué la qualité de l’aide au développement fournie par le Fonds en le classant deuxième parmi 49 agences de développement bilatérales et multilatérales.

Distribué par APO Group pour African Development Bank Group (AfDB).

Contact média :
Raquel Wilson
Département de la communication et des relations extérieures
Groupe de la Banque africaine de développement
media@afdb.org

Apoio do Fundo Africano de Desenvolvimento transformou o panorama da agricultura e da educação na Zâmbia

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O financiamento concessional do Fundo Africano de Desenvolvimento (FAD) tem sido transformador para os setores agrícola e educacional da Zâmbia, ao mesmo tempo que “ancora a paz, a prosperidade e a competitividade regional”.

Os representantes do FAD, reunidos na capital da Zâmbia para uma reunião sobre a 17.ª reposição do Fundo, visitaram dois locais de projetos na terça-feira, 7 de outubro: a nova fábrica de mistura de fertilizantes da Nitrogen Chemicals of Zambia (NCZ), em Kafue, e as instalações modernizadas da Universidade da Zâmbia, em Lusaca. Foram acompanhados por ministros do governo, que elogiaram o Fundo pelo seu impacto tangível.

O FAD, a janela de financiamento concessional do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento, tem desempenhado um papel de liderança na promoção do desenvolvimento de África. Criado em 1972, o Fundo apoia 37 países de baixo rendimento, quase metade dos quais são frágeis e afetados por conflitos.

Na Nitrogen Chemicals of Zambia, o ministro da Agricultura, Reuben Mtolo Phiri, descreveu o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento como um aliado fundamental do país, destacando o seu apoio para ajudar o país a passar da seca para o excedente.

Elogiou o investimento do FAD nas novas instalações de mistura e granulação como “não apenas financeiro, mas um investimento nos nossos agricultores, na nossa economia e no nosso futuro”.

“Esta conquista representa um salto significativo na nossa capacidade de atender às necessidades de fertilizantes da comunidade agrícola da Zâmbia”, afirmou o ministro. “Além de atender às nossas necessidades internas, a Nitrogen Chemicals of Zambia está a posicionar-se para penetrar nos mercados de exportação entre 2025 e 2030, contribuindo assim para o papel da Zâmbia como um participante competitivo na indústria regional de fertilizantes”, acrescentou.

Marie-Laure Akin-Olugbade, vice-presidente sénior do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento, destacou os resultados transformadores: “Na temporada 2024/25, a Zâmbia produziu mais de 3,7 milhões de toneladas métricas de alimentos – bem acima da sua necessidade nacional de 2,5 milhões. Isso não é apenas segurança alimentar, é excedente alimentar”, afirmou.

A iniciativa de Produção Alimentar de Emergência da Zâmbia apoiou quase 5.900 agricultores – mais de metade dos quais são mulheres – com sementes e fertilizantes certificados e subsidiados através da plataforma digital ZIAMIS (http://apo-opa.co/4h72ZD9). Espera-se que mais de 9.000 agricultores beneficiem de aproximadamente 35 milhões de dólares em financiamento nesta época.

Uma injeção crítica de 1,3 milhões de dólares do FAD está a colocar a Zâmbia no caminho da autossuficiência em fertilizantes, com uma redução esperada de 40% nos custos de fertilizantes – o que pode mudar o jogo para os pequenos agricultores. O apoio do Fundo forneceu as matérias-primas iniciais para o arranque da fábrica.

Na Universidade da Zâmbia, o vice-reitor Professor Mundia Muya destacou o impacto do Projeto de Apoio à Educação Científica e Tecnológica, outra iniciativa financiada pelo FAD, que está a transformar o ensino superior na Zâmbia.

“A Universidade da Zâmbia beneficiou imenso da nossa colaboração com o Fundo Africano de Desenvolvimento”, disse Muya aos representante do FAD. “Antes do projeto, muitas das nossas salas de aula e laboratórios estavam em péssimas condições, mas agora foram totalmente modernizados, proporcionando um ambiente propício à aprendizagem e à investigação”.

O ministro da Tecnologia e Ciência, Felix Chipota Mutati, atribuiu um significado ainda mais profundo aos investimentos do ADF em todo o país, enfatizando como eles expandiram o acesso ao ensino superior e técnico para 250 mil estudantes.

“Quando se tem aulas num ambiente propício, até a capacidade cerebral se transforma”, disse Mutati visitantes, sublinhando o impacto social: “Quando se faz isso, cria-se paz na sociedade. Cria-se harmonia. Portanto, não se trata apenas do investimento – trata-se de consolidar a paz e a democracia através da transformação de África”.

Akin-Olugbade enquadrou as conquistas do Mecanismo Africano de Produção Alimentar de Emergência da Zâmbia, financiado pelo ADF, dentro do Mecanismo Africano de Produção Alimentar de Emergência, uma iniciativa continental que apoia 20 milhões de agricultores e tem como meta a produção de 37 milhões de toneladas de alimentos em toda a África.

“Embora tenha sido lançado em resposta a uma crise, o Mecanismo Africano de Produção Alimentar de Emergência da Zâmbia é mais do que um auxílio de emergência. Está a lançar as bases para um sistema agrícola mais resiliente e impulsionado pelo setor privado – um sistema que reduz a dependência das importações e capacita os agricultores zambianos para alimentarem a nação”, explicou.

A reunião de reposição do ADF-17 está a decorrer em Lusaca, Zâmbia, de 7 a 9 de outubro, antes de uma sessão final de compromissos, prevista para dezembro de 2025.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Contacto para os media:
Emeka Anuforo,
Departamento de Comunicação e Relações Externas; 
media@afdb.org

Sobre o Grupo do Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org/pt

Media files

Baixar .tipo

Reino Unido acolhe 17ª sessão de compromissos para reposição do Fundo Africano de Desenvolvimento, reafirmando forte apoio

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

Baixar .tipo

O Reino Unido anunciou que vai acolher a 17ª sessão de compromissos para a reposição do Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) em dezembro, reunindo doadores e parceiros de desenvolvimento para definir as contribuições para o ciclo 2026-2028. 

A Ministra de Estado para o Desenvolvimento e África do Reino Unido, Baronesa Jenny Chapman, fez o anúncio durante a sua recente reunião com o Presidente do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento, Dr. Sidi Ould Tah, em Nova Iorque, à margem da Assembleia Geral das Nações Unidas.

A Baronesa Chapman afirmou que o Reino Unido pretende fazer um forte contributo e encorajou todos os parceiros de desenvolvimento a considerarem contribuições ambiciosas para a 17º reabastecimento do Fundo.

“A reposição é uma oportunidade para sinalizar o nosso compromisso coletivo com o crescimento e desenvolvimento de África, as suas instituições e abordagens inovadoras e modernas ao financiamento do desenvolvimento num ambiente global desafiante”, afirmou a Baronesa Chapman.

O ADF é a janela de financiamento concessional do Banco Africano de Desenvolvimento para 37 dos países de baixo rendimento de África. Serve como uma fonte crucial de financiamento multilateral para o desenvolvimento, oferecendo subvenções, empréstimos com juros baixos e garantias adaptadas a países com um espaço orçamental limitado. Desde a sua criação em 1972, o Fundo concedeu mais de 45 mil milhões de dólares em financiamento concessional para ajudar os países africanos a expandir as oportunidades e a resiliência.

A Baronesa Chapman observou que o Reino Unido continua a ser um dos principais contribuintes para o Fundo, fornecendo compromissos financeiros substanciais e envolvimento estratégico que ajudam a sustentar o impacto do desenvolvimento, mesmo com um orçamento de ajuda mais restrito.

“O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento congratula-se com o anúncio do Reino Unido de acolher a 17ª sessão de promessas de contribuições para a reposição do Fundo Africano de Desenvolvimento”, disse o Dr. Sidi Ould Tah. “É um apelo à mobilização para uma forte reposição do ADF-17, que não é apenas um investimento no desenvolvimento de África, mas também na prosperidade global partilhada”, acrescentou.

Nas vésperas da reunião de Londres, os parceiros de desenvolvimento estão a trabalhar para promover as inovações financeiras do Fundo, nomeadamente a Opção de Empréstimo no Mercado, que pela primeira vez permitirá ao Fundo alavancar o seu capital para aceder aos mercados de capitais e expandir a sua base de recursos.

Vários países africanos também se comprometeram com o Fundo, sublinhando o compromisso de África em investir no seu próprio desenvolvimento e futuro. 

A Baronesa Chapman também acolheu com agrado a proposta do dr. Ould Tah para que o Reino Unido organize um Dia do Setor Privado para empresas privadas e instituições financeiras de desenvolvimento, para explorar abordagens para promover oportunidades de investimento em todo o continente. Esta é uma iniciativa alinhada com o objetivo do Fundo Africano de Desenvolvimento de expandir o envolvimento do setor privado nos países do ADF.

Num contexto de tensão económica e incerteza geopolítica, os recursos concessionais continuam a ser essenciais para salvaguardar os ganhos de desenvolvimento e evitar retrocessos em ambientes frágeis.

Na última década, o Fundo Africano de Desenvolvimento ligou mais de 18 milhões de pessoas à eletricidade e aumentou a produtividade agrícola de 11 milhões de agricultores. Melhorou o acesso à água e ao saneamento para 48 milhões de pessoas e ao transporte para mais de 87 milhões.

Em 2021, a qualidade da assistência ao desenvolvimento do Fundo foi reconhecida pelo Centro para o Desenvolvimento Global, que o classificou em segundo lugar entre 49 agências de desenvolvimento bilaterais e multilaterais.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Contacto para os media:
Raquel Wilson
Departamento de Comunicação e Relações Externas
media@afdb.org

Sobre o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org/pt

Statement on conclusion of the working visit by Deputy President Paul Mashatile to the Republic of South Sudan

Source: President of South Africa –

Deputy President of the Republic of South Africa, Mr Paul Mashatile, has concluded a successful two-day working visit to the Republic of South Sudan. The visit sought to take stock of the state of the implementation of the 2018 Revitalised Agreement on the Resolution of Conflict in the Republic of South Sudan (R-ARCSS). 

Deputy President Mashatile held engagements with His Excellency, President of the Republic of South Sudan, Salva Kiir Mayardit, Vice-President Benjamin Boi Mel and other signatory Parties to the Revitalised Agreement.  

All parties are committed to doing everything possible to avoid worsening political tensions which could lead to increased insecurity. Furthermore, the parties expressed confidence in the Revitalised Agreement as the only existing instrument to facilitate the transition to a peaceful, stable and prosperous future. Accordingly, the Parties underscored the need to work together in creating a conducive environment for the holding of credible elections scheduled to take place in December 2026. 

Deputy President Mashatile also paid a courtesy visit to the Mother of the Nation and Vice President of the Republic of South Sudan, Her Excellency Mama Rebecca Nyandeng de Mabior, at her Official Residence in Juba.

Mama Rebecca Nyandeng de Mabior is the wife of the late Dr. John Garang de Mabior – leader the Sudan People’s Liberation Movement and the first President of the Republic of South Sudan. She has further urged South Africa to remain seized with the process.

Concluding his visit, Deputy President Mashatile underscored the importance of strengthening political and economic bilateral relations between South Africa and South Sudan.

Media enquiries: Mr Keith Khoza, Acting Spokesperson to the Deputy President, on 066 195 8840.

Issued by: The Presidency
Pretoria

Une mère et sa fille aveugles se regardent dans les yeux pour la première fois depuis des années

Source: Africa Press Organisation – French

À l’occasion de la Journée mondiale de la vue, le monde entier s’unit autour du thème « Les personnes au cœur de la santé oculaire ». Pour Marie Jeanne et sa fille Germaine, ce message trouve une résonance toute particulière. Après des années de cécité causée par des cataractes, les deux femmes, originaires d’un village reculé de Madagascar, ont retrouvé la vue — et une nouvelle vie — grâce à une opération gratuite à bord de l’Africa Mercy, le navire-hôpital exploité par l’ONG internationale Mercy Ships (https://MercyShips.Africa).

Âgée de 80 ans, Marie Jeanne avait déjà connu des drames terribles : sept de ses huit enfants étaient décédés. Elle trouvait son réconfort dans l’activité de tissage de nattes et de chapeaux en raphia, jusqu’à ce que même cette joie lui soit enlevée il y a trois ans. Un an plus tard, sa fille Germaine commença elle aussi à perdre la vue, l’empêchant de cultiver la terre ou de s’occuper de ses enfants.  
« Sans la foi, j’aurais pu abandonner », confie Germaine.

Leur parcours vers la guérison commence lorsqu’un membre de leur famille entend parler de Mercy Ships à la radio. Portées par l’espérance, elles ont alors entrepris le voyage jusqu’à Toamasina, où l’Africa Mercy proposait gratuitement des opérations de la cataracte aux personnes malvoyantes ou aveugles. Le jour même, mère et fille ont bénéficié de cette intervention rapide et réparatrice.

Leur chirurgien, le Dr Guy Chevalley, explique : « Leurs cataractes étaient si avancées que leurs pupilles n’étaient plus noires, mais complètement blanches. » La responsable du programme ophtalmologique, Ella Hawthorne, ajoute : « Elles ne distinguaient que les mouvements, juste une main agitée devant leurs yeux, pas plus. »

Le lendemain matin, assises côte à côte, elles se sont vues clairement pour la première fois depuis des années. Ce moment a été rempli d’émotions et de larmes.

« Nous ne vivons plus dans l’obscurité », s’est exclamée Marie Jeanne. « Nos yeux voient, et nos cœurs débordent de bonheur ! »

Dans le monde, selon l’Organisation Mondiale de la Santé (OMS), environ 2,2 milliards de personnes souffrent d’un trouble de la vision ou de cécité (https://apo-opa.co/47faCns), dont au moins 1 milliard de cas pourraient être évités ou opérés. La cataracte reste la principale cause de cécité, en particulier dans les pays à revenu faible ou intermédiaire, où l’accès aux soins ophtalmologiques est limité. Le manque de services financièrement accessibles et de spécialistes formés entraîne souvent des souffrances inutiles et la perte des capacités des patients, comme ce fut le cas pour Marie Jeanne et Germaine.

Ella Hawthorne revient sur ce moment : « C’était très émouvant de voir leur joie quand les pansements ont été retirés en même temps. Quel plaisir de pouvoir aider cette famille ! Voir quelqu’un réellement, passer du temps avec lui, puis perdre cela et enfin le retrouver… c’est vraiment incroyable. »

Depuis, Marie Jeanne a repris son activité artisanale, tissant de nouveau des nattes et des chapeaux en raphia avec l’agilité dont elle a toujours fait preuve. Quant à Germaine, elle est retournée à ses cultures, participe activement à la vie de son village et de sa communauté et prend soin de ses enfants. 

Distribué par APO Group pour Mercy Ships.

Pour plus d’informations, contactez :
international.media@mercyships.org   

A propos de Mercy Ships :
Mercy Ships est une organisation humanitaire internationale qui déploie les deux plus grands navires-hôpitaux civils au monde, l’Africa Mercy et le Global Mercy, pour fournir des soins de santé gratuits et de première qualité aux plus démunis. L’ONG internationale soutient également le développement des systèmes de santé des pays hôtes par la formation des professionnels de la santé et la rénovation d’infrastructures. Fondé en Suisse en 1978 par Don et Deyon Stephens, Mercy Ships est intervenu dans 55 pays. A bord de ses navires, une moyenne de 2 500 bénévoles par an, issus de 60 pays, contribuent à l’œuvre de Mercy Ships. Des professionnels tels que chirurgiens, dentistes, personnel infirmier, formateurs dans le domaine de la santé, cuisiniers, marins, ingénieurs et agriculteurs dédient leur temps et leurs compétences à cette cause. Avec des bureaux dans 16 pays et un Centre opérationnel pour l’Afrique basé à Dakar, au Sénégal, Mercy Ships se met au service des nations en restaurant santé et dignité.  

Media files

République centrafricaine : une reconnaissance nationale pour l’engagement de la Banque africaine de développement à travers son représentant, Mamady Souaré

Source: Africa Press Organisation – French

En reconnaissance de son rôle déterminant dans l’accompagnement de la République centrafricaine sur la voie de la reconstruction et du développement, Mamady Souaré, responsable du bureau pays du Groupe de la Banque à Bangui, a été élevé au rang de commandeur dans l’Ordre du Mérite centrafricain.

Cette distinction honorifique lui a été remise par le Premier ministre, Félix Moloua, le 3 octobre dernier à la Primature, en présence de représentants du corps diplomatique accrédités en RCA, de partenaires du développement, d’organisations internationales et du personnel de la Banque.

« Cette distinction me touche profondément. Au-delà de ma personne, c’est toute l’équipe du Bureau pays et, à travers elle, l’ensemble de la Banque africaine de développement qui est honorée. Elle consacre notre engagement collectif aux côtés du gouvernement et du peuple centrafricains, au service du développement et de la reconstruction du pays », a déclaré Mamady Souaré au moment de quitter ses fonctions à la tête du bureau de Bangui

En poste depuis 2020, il est arrivé en Centrafrique dans un contexte marqué par de profonds défis socio-économiques et sécuritaires. Il a joué un rôle déterminant dans la conception de grands projets transformateurs, a assuré la supervision et la coordination technique du portefeuille de la Banque en RCA, contribuant efficacement à la mise en œuvre de programmes structurants pour la résilience et le développement du pays.

Parmi les initiatives phares soutenues par la Banque au cours de sa mission, figure la phase 2 du Programme d’appui à la reconstruction des communautés de base (PARCB-2) qui a permis de restaurer des services sociaux essentiels, renforcer la cohésion des communautés et redonner espoir à des milliers de familles touchées par les crises successives.

Entre 2020 et 2025, la RCA a également bénéficié du financement des projets structurants, parmi lesquels le Projet de développement du corridor de transport multimodal Pointe-Noire-Brazzaville-Bangui-Ndjamena (CD13) (apo-opa.co/4719DG6), d’un coût total de 282 millions de dollars américains, et le Programme régional d’appui au développement des infrastructures et à la valorisation des ressources en eau transfrontalières entre la République centrafricaine et la République démocratique du Congo (PREDIRE) (apo-opa.co/4gZXkyu), financé par la Banque à hauteur de121 millions de dollars.

Cette distinction s’ajoute à celle de l’Ordre de la Reconnaissance centrafricaine que Mamady Souaré avait reçue en 2021, témoignant de la continuité et de l’impact de son action en faveur du pays.       

Au cours des quatre dernières années, les investissements du Groupe de la Banque en RCA ont triplé. Cette dynamique s’explique par la capacité du bureau pays à mobiliser de nouveaux financements et à combiner efficacement les ressources du Fonds africain de développement avec celles d’autres partenaires, notamment pour de grands projets régionaux structurants.

Le 31 août 2025, le portefeuille actif du Groupe de la Banque en République centrafricaine comprenait 19 projets pour un engagement total d’environ 574 millions de dollars. Il était réparti entre différents secteurs, à savoir les infrastructures de transport (51%), l’eau et l’assainissement (21%), l’agriculture (12%), l’énergie (8%), le secteur social (4%), la gouvernance (3%) et la finance (1%).

Distribué par APO Group pour African Development Bank Group (AfDB).

Contact médias :
Solange Kamuanga-Tossou
Département de la communication et des relations extérieures
Banque africaine de développement
media@afdb.org

Media files

Blind Mother and Daughter Look into Each Others’ Eyes for the First Time in Years

Source: APO

This World Sight Day, the world unites around the theme ‘People at the heart of eye health’. For Marie Jeanne and her daughter Germaine, this message could not be better represented. After years of blindness due to cataracts, this mother and daughter from a remote Malagasy village had both vision and lives restored thanks to a 15-minute cataract surgery aboard the Africa Mercy, the hospital ship operated by international charity Mercy Ships (https://MercyShips.Africa).

At 80 years old, Marie Jeanne had already suffered tremendous loss, including seven of her eight children had passed away. Her last comfort came from weaving raffia mats and hats, until even that joy was stolen three years ago. A year later, her daughter Germaine also began losing her vision, leaving her unable to farm or care for her children. “If I had a weak faith, I might have given up,” Germaine shared.

Their journey to healing began when a family member heard about Mercy Ships on the radio. Encouraged by hope, they traveled to Toamasina, where the Africa Mercy was offering free cataract surgeries to those in need. On the same day, both mother and daughter underwent the quick, restorative procedure.

Their surgeon, Dr. Guy Chevalley, explained, “Their cataracts were so advanced that their pupils were no longer black, but completely white.” Ophthalmic Program Manager Ella Hawthorne added, “They could only see movement, just a hand waving in front of them. That was it.”

The following morning, with eye patches as they sat side-by-side, they looked at each other clearly for the first time in years. What followed were uncontainable tears of joy.

“We no longer live in darkness,” Marie Jeanne said. “Our eyes can see, and our hearts are full of happiness!”

Globally, an estimated 2.2 billion people have a vision impairment or blindness, with at least 1 billion cases preventable or yet to be addressed, according to the World Health Organization (WHO) (https://apo-opa.co/46Jdjxv). Cataracts remain the leading cause of blindness, particularly in low- and middle-income countries where access to timely eye care remains limited. The lack of affordable services and trained specialists often means that treatable conditions, like those faced by Marie Jeanne and Germaine, lead to needless suffering and lost potential.

Ella Hawthorne reflected on the moment: “It was very emotional to see their happiness when the patches came off at the same time. What a blessing it is to help this family. To see someone truly, to spend time with them and having that taken away and then restored is incredibly special.”

Marie Jeanne has since returned to her craft, weaving raffia into mats and hats with the skill she had longed to use again. And Germaine is back to farming, participating actively in her church and caring for her precious children  

Distributed by APO Group on behalf of Mercy Ships.

For more information about Mercy Ships, contact:  
international.media@mercyships.org   

ABOUT MERCY SHIPS:  
Mercy Ships operates hospital ships that deliver free surgeries and other healthcare services to those with little access to safe medical care. An international faith-based organization, Mercy Ships has focused entirely on partnering with African nations for the past three decades. Working with in-country partners, Mercy Ships also provides training to local healthcare professionals and supports the construction of in-country medical infrastructure to leave a lasting impact.  

Each year, more than 2,500 volunteer professionals from over 60 countries serve on board the world’s two largest non-governmental hospital ships, the Africa Mercy® and the Global Mercy™. Professionals such as surgeons, dentists, nurses, health trainers, cooks, and engineers dedicate their time and skills to accelerate access to safe surgical and anesthetic care. Mercy Ships was founded in 1978 and has offices in 16 countries as well as an Africa Service Center in Dakar, Senegal. For more information, visit www.MercyShips.org and follow @ MercyShips on social media.  

Media files

.

Media briefing remarks by President Cyril Ramaphosa during the working visit to the European Union, Brussels, Belgium

Source: President of South Africa –

President Ursula von der Leyen,
Ambassadors,
Ministers,
Members of the media,
 
It is a great honour and a privilege to have been invited to participate in the Global Gateway Forum.
 
This initiative is opening up new possibilities for trade and investment and forging a new era of partnership and cooperation.
 
It has been a particular pleasure to meet with President von der Leyen to continue the productive engagements that we had in Cape Town in March this year at the South Africa–European Union Summit.
 
South Africa and the EU maintain a dynamic and expanding bilateral partnership spanning trade, energy, education, science, human rights and health.
 
We share a commitment to multilateralism, human rights, UN reform, global peace, climate action and sustainable development. 
 
The EU remains one of the most important foreign investors in South Africa.
 
Together, EU member states accountr for 41 percent of total foreign direct investment into our country. 
 
Over 2,000 EU companies operate in South Africa, creating more than half a million direct and indirect jobs.
 
The South Africa-European Union Summit in March agreed on pathways to further advance these economic ties.
 
It reaffirmed our commitment to deal with common challenges and to promote peace, development and prosperity.
 
Since then, our officials have been engaged in technical discussions on the agreed launch of a Clean Trade and Investment Partnership.
 
This innovative partnership focuses on investment, the clean energy transition, skills and technology, connectivity, and developing strategic industries along the entire supply chains. 
 
The partnership is expected to create jobs in South Africa and elsewhere on the African continent.
 
We are hopeful that it will contribute to the development of Africa as the next frontier of clean global production. 
 
We are therefore delighted by the announcement of a further investment package that will bring the total investment value to 11.5 billion Euros.
 
These investments will help to build the economy of the future in the South Africa of the present.
 
The investment package covers areas such as critical minerals, e-battery development, green hydrogen, renewable energy and vaccines. 
 
This will help to accelerate South Africa’s just transition to a low-carbon economy, while ensuring that no one is left behind.
 
The investment will also support rail, road and ports infrastructure, logistics and digital connectivity. 
 
We welcome the special focus on skills, small business development, and research and development.
 
This is vital for the development of South Africa’s people, our most valuable resource.
 
We applaud the leadership of President von der Leyen and President Costa in giving form to this vision of a global gateway.
 
We are grateful to the European Union for the strong support it has given to South Africa’s G20 Presidency, and our agenda of solidarity, equality and sustainability.
 
We are looking forward to welcoming you, President von der Leyen, to the G20 Leaders’ Summit in Johannesburg next month.
 
We believe this will be an important opportunity to advance the vision of a peaceful, just and inclusive world order that we both share.
 
I thank you.

Washington positionne les États-Unis comme partenaire stratégique de l’Afrique dans le domaine de l’énergie

Source: Africa Press Organisation – French


Le sénateur américain Ted Cruz a appelé à une nouvelle ère de partenariat entre les États-Unis et l’Afrique, présentant le continent comme un allié stratégique et une puissance émergente pour les investissements énergétiques mondiaux. 

S’exprimant lors de la African Energy Week (AEW): Invest in African Energy au Cap, M. Cruz a déclaré que les États-Unis devaient devenir un partenaire solide et engagé dans la promotion des ambitions énergétiques de l’Afrique par le biais de l’exploration, de la production et des investissements dans les infrastructures. 

« L’Afrique est un partenaire stratégique », a-t-il déclaré. « Les États-Unis sont l’alternative de partenariat de l’Afrique à la Chine communiste, et nous sommes ici aujourd’hui pour créer cette alternative solide. Nous changeons de paradigme. La politique américaine envers l’Afrique s’articule désormais autour d’une diplomatie commerciale axée sur l’investissement. » 

M. Cruz a établi un parallèle entre l’économie texane, tirée par l’énergie, et le potentiel des ressources africaines, décrivant comment l’énergie avait créé des millions d’emplois et généré des milliards de dollars de valeur économique aux États-Unis. « En tant que Texan, je comprends les immenses avantages que procure le fait d’être doté de ressources abondantes », a-t-il déclaré. « Le Texas est à juste titre considéré comme la capitale mondiale de l’énergie. Je pense que les États-Unis devraient être un partenaire solide et engagé dans l’avenir énergétique de l’Afrique. » 

Les commentaires de M. Cruz interviennent alors que les États-Unis cherchent à renforcer leurs liens commerciaux avec les producteurs africains face à la concurrence croissante de la Chine et des pays du Golfe. Alors que Pékin a passé deux décennies à établir des liens étroits dans les domaines de l’énergie et des infrastructures à travers le continent, les responsables américains mettent de plus en plus l’accent sur les investissements privés et se positionnent comme des partenaires axés sur des projets mutuellement avantageux plutôt que sur l’aide. 

En positionnant les États-Unis comme une « alternative solide », Cruz a souligné que l’engagement devait se concentrer sur des investissements transparents et axés sur le marché. « Ensemble, les États-Unis et l’Afrique peuvent garantir un avenir énergétique plus sûr, plus libre et plus prospère », a-t-il déclaré. 

Le DOE soutient cette stratégie 

Les remarques du sénateur ont été reprises par de hauts responsables américains du secteur de l’énergie, renforçant ainsi les efforts multi-agences visant à renforcer la confiance des investisseurs et à étendre l’engagement américain sur tout le continent. La semaine a également été marquée par une table ronde consacrée à l’énergie entre les États-Unis et l’Afrique, visant à accroître les investissements du secteur privé et à renforcer l’alignement des politiques américaines et africaines afin de stimuler la croissance tirée par les investissements, avec le soutien d’agences telles que l’EXIM et le ministère de l’Énergie (DOE). 

« L’ajout d’énergie est une priorité pour le DOE, et nulle part ailleurs cela ne peut avoir plus d’impact qu’ici, en Afrique. C’est notre objectif en tant qu’agence et il bénéficie du soutien des plus hautes instances de l’administration », a déclaré Andrew Rapp, conseiller principal au DOE. Il a souligné le rôle du DOE dans la création d’un « effet multiplicateur » pour attirer les capitaux privés. 

Josh Volz, sous-secrétaire adjoint pour l’Europe, l’Eurasie, l’Afrique et le Moyen-Orient au DOE, a souligné le respect des États-Unis pour la souveraineté africaine dans la prise de décisions en matière d’énergie. « Les gouvernements internationaux ne devraient pas s’opposer à la manière dont les nations africaines déterminent leur avenir énergétique. Nous sommes impatients de savoir comment nous pouvons, du point de vue américain, établir le meilleur partenariat possible avec l’Afrique », a-t-il déclaré. M. Volz a fait remarquer que le secteur privé américain est déjà fortement engagé, avec 65 milliards de dollars investis sur le continent, complétés par une promesse de 2,5 milliards de dollars mise en œuvre sous l’administration Trump pour soutenir l’expansion énergétique africaine. 

Le gaz au centre des préoccupations 

Les États-Unis déploient des efforts considérables pour renforcer leur partenariat énergétique avec l’Afrique, en mettant l’accent sur le développement du gaz naturel et du GPL. Au début de l’année, le secrétaire américain à l’Énergie, Chris Wright, a souligné l’importance de soutenir l’indépendance énergétique de l’Afrique, en mettant en avant les efforts visant à élargir l’accès au GPL et aux solutions de cuisson propres afin d’améliorer la disponibilité de l’énergie domestique sur tout le continent. 

« L’Afrique a besoin de beaucoup plus d’énergie. Les Africains y parviendront. Les Africains y arriveront. Les États-Unis sont ravis de s’associer à vous dans cette entreprise », a déclaré M. Wright. « Nous voulons être vos partenaires en matière de technologie et de financement, et nous associer de toutes les manières possibles pour atteindre cet objectif. » 

Les entreprises américaines mènent actuellement certains des plus grands projets énergétiques du continent. En mars 2025, EXIM a approuvé un prêt de 4,7 milliards de dollars pour le développement du GNL au Mozambique, qui devrait produire 13,1 MTPA de GNL. ExxonMobil prévoit d’investir 1,5 milliard de dollars dans le champ pétrolier offshore en eaux profondes d’Usan, au Nigeria, afin d’augmenter la production entre 2025 et 2027, tout en visant également la décision finale d’investissement (FID) pour le projet Rovuma LNG, d’une valeur de 30 milliards de dollars, au large du Mozambique, d’ici 2026. Kosmos Energy est un acteur majeur du projet de GNL Greater Tortue Ahmeyim, d’une valeur de 4,8 milliards de dollars, au large de la Mauritanie et du Sénégal, qui devrait produire jusqu’à 5 millions de tonnes par an en plusieurs phases. La société est également engagée dans l’exploration et la production en eaux profondes en Guinée équatoriale. 

Distribué par APO Group pour African Energy Chamber.

Washington Positions United States (U.S.) as Africa’s Strategic Energy Partner

Source: APO


.

U.S. Senator Ted Cruz has called for a new era of partnership between the United States and Africa, framing the continent as both a strategic ally and an emerging powerhouse for global energy investment.  

Speaking at African Energy Week (AEW): Invest in African Energies in Cape Town, Cruz said the U.S. must become a strong and committed partner in advancing Africa’s energy ambitions through exploration, production and infrastructure investment.  

“Africa is a strategic partner,” he said. “The U.S. is Africa’s partnership alternative to communist China, and we’re here today to create that robust alternative. We’re changing the paradigm. U.S. Africa policy now revolves around investment-led commercial diplomacy.” 

Cruz drew parallels between Texas’ energy-driven economy and Africa’s resource potential, describing how energy had delivered millions of jobs and billions in economic value to the U.S. “As a Texan, I understand the immense benefit that comes with being blessed with abundant resources,” he said. “Texas is rightly known as the energy capital of the world. I believe the United States should be a strong and committed partner in Africa’s energy future.” 

Cruz’s comments come as the U.S. seeks to strengthen commercial ties with African producers amid growing competition from China and Gulf nations. While Beijing has spent two decades building deep energy and infrastructure links across the continent, U.S. officials are increasingly emphasizing private investment and positioning themselves as partners focused on mutually beneficial projects rather than aid. 

By positioning the U.S. as a “robust alternative,” Cruz emphasized that engagement should focus on transparent, market-driven investment. “Together the U.S. and Africa can secure a safer, freer and more prosperous energy future,” he said. 

DOE Backs Strategy 

The senator’s remarks were echoed by senior U.S. energy officials, reinforcing a multi-agency push to boost investor confidence and expand American engagement across the continent. The week also featured a dedicated U.S.–Africa Energy Roundtable, aimed at increasing private-sector investment and enhancing U.S.–Africa policy alignment to drive investment-led growth, supported by agencies including EXIM and the Department of Energy (DOE).  

“Energy addition is a priority for the DOE, and nowhere can it be more impactful than here in Africa. This is our goal as an agency and it has support from the highest levels of the administration,” said Andrew Rapp, Senior Advisor at the DOE. He emphasized the DOE’s role in creating a “multiplier effect” to attract private capital.   

Josh Volz, Deputy Assistant Secretary for Europe, Eurasia, Africa and the Middle East at the DOE, highlighted U.S. respect for African sovereignty in energy decision-making. “International governments should not stand in the way of how African nations determine their energy futures. We are eager to hear how best we can, from a U.S. perspective, partner with Africa,” he said. Volz noted that the U.S. private sector is already heavily engaged, with $65 billion invested across the continent, complemented by a $2.5 billion pledge operationalized under the Trump administration to support African energy expansion. 

Gas in Focus 

The U.S. is making a major push to strengthen its energy partnership with Africa, with a strong focus on natural gas and LPG development. Earlier this year, U.S. Secretary of Energy Chris Wright emphasized the importance of supporting African energy independence, highlighting efforts to expand access to LPG and clean cooking solutions to improve household energy availability across the continent. 

“Africa needs massively more energy. Africans will do that. Africans will deliver that. The United States is thrilled to partner with you in that endeavor,” said Wright. “We want to be your partners in technology and providing capital and partnering in any way we can to pursue that goal.” 

American companies are currently leading some of the largest energy projects on the continent. In March 2025, EXIM approved a $4.7 billion loan for the Mozambique LNG development, which is expected to produce 13.1 MTPA of LNG. ExxonMobil plans to invest $1.5 billion in Nigeria’s Usan deepwater offshore oil field to boost production between 2025 and 2027, while also targeting FID on the $30 billion Rovuma LNG project offshore Mozambique by 2026. Kosmos Energy is a major stakeholder in the $4.8 billion Greater Tortue Ahmeyim LNG project offshore Mauritania and Senegal, projected to produce up to 5 MTPA across multiple phases, and is also engaged in deepwater upstream exploration and production in Equatorial Guinea. 

Distributed by APO Group on behalf of African Energy Chamber.