Níger: Fundo Africano de Desenvolvimento concede 165,5 milhões de dólares para melhorar o acesso à água potável e ao saneamento para mais de um milhão de pessoas

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Conselho de Administração do Fundo Africano de Desenvolvimento aprovou um empréstimo de 165,5 milhões de dólares ao Níger para financiar o Projeto de Reforço do Abastecimento de Água Potável e Saneamento e Melhoria da Resiliência em Zinder, Mirriah e aldeias vizinhas. O financiamento provém do Fundo Africano de Desenvolvimento, a janela concessional do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (www.AfDB.org).

“Este projeto garantirá o acesso equitativo à água potável e ao saneamento para mais de um milhão de habitantes, ao mesmo tempo que reforçará a resiliência face à pobreza, às alterações climáticas e aos riscos para a saúde”, afirmou Firmin Bri, representante interino do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento no Níger.

Este projeto prioritário, que será implementado ao longo de cinco anos, diz respeito às cidades de Zinder e Mirriah, bem como às aldeias vizinhas, abrangendo uma população de mais de 600 mil habitantes. A taxa de acesso à água potável atinge apenas 53,4%, enquanto a cobertura de saneamento básico é inferior a 6,1%, com uma taxa de defecação a céu aberto superior a 76,5%. A iniciativa aborda desafios críticos, incluindo o crescimento populacional anual de 3,8%, a fragilidade ligada à pobreza e à insegurança e a vulnerabilidade das famílias, acentuada pelas sanções económicas.

O projeto está alinhado com os programas de ação do governo e as estratégias nacionais de desenvolvimento do Níger e contribui para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (n.º 6, 4, 5, 7 e 8), a Agenda 2063 da União Africana e a Contribuição Nacionalmente Determinada do Níger para a ação climática.

O projeto desenvolverá infraestruturas de água e saneamento para beneficiar 600 mil pessoas através de novos furos, torres de água e 150 quilómetros de redes de distribuição, bem como uma estação de tratamento de lamas fecais para saneamento autónomo. Criará 12 mil ligações sociais, 50 torneiras públicas, 5 mil latrinas familiares, 200 latrinas institucionais, 100 casas de banho públicas e uma estação de tratamento de lamas fecais.

O programa sensibilizará mais de 500 mil pessoas (incluindo 51% de mulheres) para questões relacionadas com a água, a higiene, a saúde e o clima. Apoiará 50 mulheres gestoras de bebedouros públicos e 100 gestores de casas de banho públicas (60% mulheres) e equipará os coletores de resíduos com seis camiões a vácuo e dez triciclos manuais.

Além disso, o projeto apoiará 150 aprendizes (incluindo 50% de mulheres) e 20 técnicos nas áreas de eletricistas, canalizadores e agentes de saneamento. Desenvolverá dez áreas de horticultura e uma área a jusante da estação de tratamento e distribuirá kits de higiene menstrual. Mais de 300 unidades de equipamento pós-colheita serão fornecidas às mulheres para facilitar as tarefas domésticas e aumentar os seus rendimentos.

O reforço das capacidades institucionais incluirá também a formação de 30 funcionários ministeriais e a implementação de sistemas de informação geográfica e de monitorização e avaliação. O projeto preparará também estudos para uma segunda fase que abrangerá a avaliação do impacto ambiental e social, a igualdade de género e a saúde.

O projeto complementa as intervenções em curso do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento no Níger, bem como projetos de outros parceiros técnicos e financeiros, incluindo o Banco Mundial e outras instituições de desenvolvimento.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Contacto para os media:
Natalie Nkembuh
Departamento de Comunicação e Relações Externas 
media@afdb.org

Contacto técnico:
Mahécor Ndiaye
Departamento de água e saneamento 1
m.h.ndiaye@afdb.org

Sobre o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org

Media files

Baixar .tipo

Luxemburgo e Grupo Banco Africano de Desenvolvimento aprofundam parceria para promover o crescimento sustentável em África

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O presidente do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (https://www.AfDB.org), Dr. Sidi Ould Tah, e o ministro das Finanças do Luxemburgo, Gilles Roth, comprometeram-se a aprofundar a cooperação, nas vésperas da décima sétima reposição do Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF-17), a janela de financiamento concessional do Grupo Banco. 

Os dois líderes reuniram-se à margem dos Encontros Anuais do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional de 2025, em Washington, D.C. Foi a sua primeira reunião bilateral oficial desde que o Dr. Ould Tah assumiu o cargo em setembro.

As discussões reafirmaram a parceria de longa data entre as duas instituições e o seu compromisso comum com a cooperação multilateral e a transformação económica de África. As conversações destacaram o apoio contínuo do Luxemburgo ao crescimento sustentável e inclusivo nas economias mais vulneráveis de África. 

O Luxemburgo continua a ser um dos principais contribuintes mundiais para a ajuda pública ao desenvolvimento, alocando consistentemente 1% do seu rendimento nacional bruto à cooperação para o desenvolvimento – bem acima da meta de 0,7% recomendada pelas Nações Unidas e pelo Comité de Ajuda ao Desenvolvimento da OCDE. No âmbito do ADF-16, a contribuição do Luxemburgo ascendeu a 12,7 milhões de euros, um aumento de 10% em relação ao ciclo anterior, refletindo a confiança do país no impacto do Fundo, particularmente em matéria de ação climática, governação, igualdade de género e desenvolvimento do setor privado. 

“As necessidades de desenvolvimento de África continuam a ser consideráveis, particularmente em áreas como a educação, a energia, a tecnologia, as infraestruturas e a luta contra as alterações climáticas”, afirmou o ministro Roth. “O centro financeiro do Luxemburgo, com a sua experiência em financiamento sustentável e investimento de impacto, está bem posicionado para canalizar capital privado para estas prioridades. Continuaremos a trabalhar em conjunto com o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento para reforçar o ambiente de investimento em África e construir um futuro mais equitativo, resiliente e sustentável”, acrescentou o governante.

O Dr. Ould Tah congratulou-se com o apoio contínuo do Luxemburgo, descrevendo-o como “um parceiro firme” do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento. “O Luxemburgo tem sido um parceiro firme do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento. A sua liderança em financiamento sustentável e o seu compromisso com o multilateralismo eficaz continuam a fazer uma diferença real em todo o continente”, salientou o presidente do Grupo Banco. “À medida que nos aproximamos da sessão de compromissos do ADF-17, em dezembro, a parceria do Luxemburgo será fundamental para mobilizar recursos que impulsionem a resiliência, a inclusão e a prosperidade partilhada, produzindo um impacto que se estende muito além das fronteiras de África”, acrescentou.

A colaboração do Luxemburgo com o Banco vai além do financiamento concessional. O país também contribui para o Fundo Fiduciário para o Desenvolvimento dos Mercados de Capitais do Grupo Banco, do qual foi um dos dois doadores fundadores, e para o Mecanismo Africano de Inclusão Financeira Digital, ambos com o objetivo de promover a inovação financeira, alargar o acesso aos mercados e reforçar o ecossistema de investimento privado em África.

Desde a sua criação em 1972, o Fundo Africano de Desenvolvimento financiou quase 3 mil projetos, num total de mais de 45 mil milhões de dólares, ligando comunidades e melhorando o acesso a energia limpa, alimentos, educação e cuidados de saúde em 37 países africanos, quase metade dos quais são frágeis ou afetados por conflitos.

O ciclo ADF-17 procura mobilizar recursos adicionais para investimentos transformadores que criem empregos, reforcem a resiliência e libertem o potencial económico de África, contribuindo assim para a estabilidade global e promovendo a prosperidade partilhada.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Media files

Baixar .tipo

Luxembourg and African Development Bank deepen partnership to advance Africa’s sustainable growth

Source: APO – Report:

African Development Bank Group (https://www.AfDB.org) President Dr Sidi Ould Tah and Luxembourg’s Finance Minister, Gilles Roth, have pledged to deepen cooperation as preparations advance for the seventeenth replenishment of the African Development Fund (ADF-17), the Bank Group’s concessional financing window.

The two leaders met on the sidelines of the 2025 World Bank and International Monetary Fund Annual Meetings in Washington, D.C. It was their first official bilateral meeting since Dr Ould Tah took office in September.

Discussions reaffirmed the long-standing partnership between the two institutions and their shared commitment to multilateral cooperation and Africa’s economic transformation. The talks highlighted Luxembourg’s continued support for sustainable and inclusive growth across Africa’s most vulnerable economies.

Luxembourg remains one of the world’s leading contributors of official development assistance, consistently allocating 1% of its gross national income to development cooperation – well above the 0.7% target recommended by the United Nations and the OECD Development Assistance Committee. Under ADF-16, Luxembourg’s contribution amounted to €12.7 million, a 10% increase over the previous cycle, reflecting the country’s confidence in the Fund’s impact, particularly in climate action, governance, gender equality, and private sector development.

“Africa’s development needs remain considerable, particularly in areas such as education, energy, technology, infrastructure and the fight against climate change,” said Minister Roth. “Luxembourg’s financial centre, with its expertise in sustainable finance and impact investing, is well placed to channel private capital toward these priorities. We will continue working alongside the African Development Bank to strengthen Africa’s investment environment and build a more equitable, resilient, and sustainable future.” 

Dr Ould Tah welcomed Luxembourg’s continued support, describing it as “a steadfast partner” of the African Development Bank Group. “Luxembourg has been a steadfast partner to the African Development Bank Group. Its leadership in sustainable finance and its commitment to effective multilateralism continue to make a real difference across the continent,” the Bank Group president stressed. “As we move toward the ADF-17 pledging session in December, Luxembourg’s partnership will be key to mobilising resources that drive resilience, inclusion, and shared prosperity, delivering impact that extends well beyond Africa’s borders.”

Luxembourg’s collaboration with the Bank extends beyond concessional financing. The country also contributes to the Bank Group’s Capital Markets Development Trust Fund, where it was one of two founding donors — and to the Africa Digital Financial Inclusion Facility, both aimed at promoting financial innovation, broadening access to markets, and strengthening Africa’s private investment ecosystem. 

Since its creation in 1972, the African Development Fund has financed nearly 3,000 projects totalling more than $45 billion, connecting communities and improving access to clean energy, food, education, and healthcare across 37 African countries, almost half of which are fragile or conflict-affected. 

The ADF-17 cycle seeks to mobilise additional resources for transformative investments that create jobs, strengthen resilience, and unlock Africa’s economic potential, thereby contributing to global stability and advancing shared prosperity. 

– on behalf of African Development Bank Group (AfDB).

Media files

.

Niger : la Banque africaine de développement accorde 165,5 millions de dollars pour améliorer l’accès à l’eau potable et à l’assainissement de plus d’un million de personnes

Source: Africa Press Organisation – French

Le Conseil d’administration du Fonds africain de développement a approuvé un prêt de 165,5 millions de dollars au Niger pour financer le Projet de renforcement de l’alimentation en eau potable et assainissement et d’amélioration de la résilience à Zinder, Mirriah et villages environnants. Le financement est issu du Fonds africain de développement, le guichet concessionnel du Groupe de la Banque (www.AfDB.org).

« Ce projet garantira un accès équitable à l’eau potable et à l’assainissement pour plus d’un million d’habitants tout en renforçant la résilience face à la pauvreté, au changement climatique et aux risques sanitaires », a déclaré Firmin Bri, le responsable par intérim du bureau pays du Groupe de la Banque africaine de développement au Niger.

Ce projet prioritaire, qui sera mis en œuvre sur une période de cinq ans, concerne les villes de Zinder et de Mirriah ainsi que les villages environnants, couvrant une population de plus de 600 000 habitants. Le taux d’accès à l’eau potable n’atteint que 53,4 % tandis que la couverture en assainissement de base est inférieure à 6,1 %, avec un taux de défécation à l’air libre dépassant 76,5 %. L’initiative répond à des défis critiques, notamment une croissance démographique de 3,8 % par an, une fragilité liée à la pauvreté et à l’insécurité, et une vulnérabilité des ménages accentuée par des sanctions économiques.

Le projet est aligné sur les programmes d’actions gouvernementaux et les stratégies nationales de développement du Niger et contribue aux Objectifs de développement durable des Nations unies (n°6, 4, 5, 7 et 8), à l’Agenda 2063 de l’Union africaine et à la Contribution déterminée au niveau national du Niger en matière d’action climatique.

Le projet développera des infrastructures hydrauliques et d’assainissement au bénéfice de 600 000 personnes grâce à de nouveaux forages, des châteaux d’eau et 150 kilomètres de réseaux de distribution ainsi qu’à une station de traitement de boues de vidange pour l’assainissement autonome. Il réalisera 12 000 branchements sociaux, 50 bornes-fontaines, 5 000 latrines familiales, 200 latrines institutionnelles, 100 édicules publics et une station de traitement des boues de vidange.

Le programme sensibilisera plus de 500 000 personnes (dont 51 % de femmes) aux problématiques de l’eau, de l’hygiène, de la santé et du climat. Il soutiendra 50 femmes gestionnaires de bornes-fontaines et 100 gestionnaires d’édicules publics (60 % de femmes), et dotera les collecteurs de déchets de six camions-vidangeurs et de dix tricycles manuels.

Par ailleurs, le projet appuiera 150 apprentis (dont 50 % de femmes) et 20 techniciens dans des métiers d’électriciens, de plombiers et d’agents d’assainissement. Il développera dix périmètres maraîchers et un périmètre en aval de la station de traitement, et distribuera des kits d’hygiène menstruelle. Plus de 300 équipements post-récolte seront fournis aux femmes pour l’allégement des tâches ménagères et l’augmentation de leurs revenus.

Le renforcement des capacités institutionnelles comprendra en outre la formation de 30 cadres ministériels et la mise en œuvre de systèmes d’information géographique et de suivi-évaluation. Le projet préparera également des études pour une deuxième phase couvrant l’évaluation d’impact environnemental et social, l’égalité de genre et la santé.

Le projet complète les interventions en cours du Groupe de la Banque africaine de développement au Niger ainsi que les projets d’autres partenaires techniques et financiers, dont la Banque mondiale et d’autres institutions de développement.

Distribué par APO Group pour African Development Bank Group (AfDB).

Contact médias :
Natalie Nkembuh
Département de la communication et des relations extérieures
media@afdb.org

Contact sectoriel :
Mahécor  Ndiaye
Département eau et assainissement 1
m.h.ndiaye@afdb.org

À propos du Groupe de la Banque africaine de développement :
Le Groupe de la Banque africaine de développement (BAD) est la première institution multilatérale de financement dédiée au développement de l’Afrique. Elle comprend trois entités distinctes : la Banque africaine de développement (BAD), le Fonds africain de développement (FAD) et le Fonds spécial du Nigeria (FSN). La BAD est présente sur le terrain dans 44 pays africains, avec un bureau extérieur au Japon, et contribue au développement économique et au progrès social de ses 54 Etats membres régionaux.

Media files

Le Luxembourg et la Banque africaine de développement renforcent leur partenariat pour promouvoir la croissance durable de l’Afrique

Source: Africa Press Organisation – French

Le président du Groupe de la Banque africaine de développement (https://www.AfDB.org), M. Sidi Ould Tah, et le ministre des Finances du Luxembourg, M. Gilles Roth, se sont engagés à approfondir leur coopération dans le cadre des préparatifs de la dix-septième reconstitution des ressources du Fonds africain de développement (FAD-17), le guichet de financement concessionnel du Groupe de la Banque.

Les deux dirigeants se sont rencontrés en marge des Assemblées annuelles 2025 de la Banque mondiale et du Fonds monétaire international à Washington, D.C. Cette rencontre bilatérale officielle était la première depuis l’entrée en fonction de M. Ould Tah en septembre.

Les deux hommes ont réaffirmé le partenariat de longue date entre les deux institutions et leur engagement commun en faveur de la coopération multilatérale et de la transformation économique de l’Afrique. Ces entretiens montrent le soutien continu du Luxembourg à une croissance durable et inclusive dans les économies les plus vulnérables d’Afrique.

Le Luxembourg demeure l’un des principaux contributeurs mondiaux de l’aide publique au développement, allouant systématiquement 1 % de son revenu national brut à la coopération au développement — bien au-delà de l’objectif de 0,7 % recommandé par les Nations unies et le Comité d’aide au développement de l’Organisation de la coopération pour le développement (OCDE). Dans le cadre du FAD-16, la contribution du Luxembourg s’est élevée à 12,7 millions d’euros, soit une augmentation de 10 % par rapport au cycle précédent, reflétant la confiance du pays dans l’impact du Fonds, notamment en matière d’action climatique, de gouvernance, d’égalité des genres et de développement du secteur privé.

« Les besoins de développement de l’Afrique restent considérables, en particulier dans des domaines tels que l’éducation, l’énergie, la technologie, les infrastructures et la lutte contre le changement climatique », a déclaré le ministre Roth. « Forte de son expertise en matière de finance durable et d’investissement d’impact, la place financière luxembourgeoise est bien placée pour canaliser les capitaux privés vers ces priorités. Nous continuerons à travailler aux côtés de la Banque africaine de développement pour renforcer le climat d’investissement en Afrique et construire un avenir plus équitable, plus résilient et plus durable. »

M. Ould Tah a salué le soutien continu du Luxembourg, le qualifiant de « partenaire indéfectible » du Groupe de la Banque africaine de développement. « Le Luxembourg est un partenaire indéfectible du Groupe de la Banque africaine de développement. Son leadership en matière de finance durable et son engagement en faveur d’un multilatéralisme efficace continuent de faire une réelle différence sur le continent », a souligné le président du Groupe de la Banque. « Alors que nous nous acheminons vers la session d’annonces de contributions au FAD-17 qui se tiendra en décembre, le partenariat du Luxembourg sera essentiel pour mobiliser des ressources qui favorisent la résilience, l’inclusion et la prospérité partagée, produisant un impact qui s’étend bien au-delà des frontières de l’Afrique. »

La collaboration du Luxembourg avec la Banque va au-delà des financements concessionnels. Le pays contribue également au Fonds fiduciaire pour le développement des marchés de capitaux du Groupe de la Banque, dont il est l’un des deux donateurs fondateurs — et à la Facilité pour l’inclusion financière numérique en Afrique, qui visent tous deux à promouvoir l’innovation financière, à élargir l’accès aux marchés et à renforcer l’écosystème de l’investissement privé en Afrique.

Depuis sa création en 1972, le Fonds africain de développement a financé près de 3 000 projets pour un montant total de plus de 45 milliards de dollars, connectant les communautés et améliorant l’accès à l’énergie propre, à l’alimentation, à l’éducation et aux soins de santé à travers 37 pays africains, dont près de la moitié sont fragiles ou touchés par des conflits.

Le cycle du FAD-17 vise à mobiliser des ressources supplémentaires pour des investissements transformateurs qui créent des emplois, renforcent la résilience et libèrent le potentiel économique de l’Afrique, contribuant ainsi à la stabilité mondiale et à la promotion d’une prospérité partagée.

Distribué par APO Group pour African Development Bank Group (AfDB).

Contact média :
Département de la communication et des relations extérieures,
media@afdb.org

Media files

Government secures US$925 million loan to improve service delivery

Source: Government of South Africa

Government has secured a US$925 million loan from the World Bank as part of a broader US$3 billion (R55 billion) initiative aimed at helping metropolitan municipalities improve service delivery and upgrade ageing infrastructure. 

The program will benefit the metropolitan municipalities (metros) of Buffalo City, Cape Town, Ekurhuleni, Johannesburg, Tshwane, eThekwini, Mangaung, and Nelson Mandela Bay. 

Together, these municipalities are home to 22 million people and account for 85% of South Africa’s economic activity. 

The World Bank’s Board of Executive Directors has approved the South Africa Metro Trading Services Program (MTSP), the first-ever Program-for-Results (PforR) operation in the country. 

This landmark program aims to improve the accountability, financial health, and operational performance of essential urban services in the country’s eight largest metropolitan municipalities. 

Minister of Finance Enoch Godongwana said the six-year program designed by the Government of South Africa and backed by the World Bank will support the turnaround of essential services and enhance the resilience of cities. 

“Metros will unlock the incentive grant funding by demonstrating improved institutional and service delivery performance in water supply and sanitation, electricity and solid waste management. 

“This will contribute to local capacity building, making use of South Africa’s own institutions and processes.”

Over the past decade, cities in South Africa have faced growing challenges in delivering basic services, with declining access and reliability, financial instability, and underinvestment in infrastructure.

The PforR, a financing instrument that links disbursement of funds directly to the achievement of specific results, will support government-led reforms and institutional strengthening in trading services namely, water supply and sanitation, electricity, and solid waste management. 

These services are vital for both residential and industrial users and are intended to operate on a financially sustainable basis.

Cities that meet performance targets will unlock access to this broader funding to strengthen essential services. 

The government will use the loan to fund a new performance-based fiscal grant to the metros, as part of the government’s Metro Trading Services reforms. 

“Metros will receive grants from the national government, based on results achieved. Should results not be achieved, the grants are not released. This approach incentivises performance and promotes accountability to citizens,” the World Bank said.

World Bank Division Director for South Africa Satu Kahkonen said: “The Metro Services Trading Program represents a milestone in South Africa’s partnership with the World Bank Group, showcasing a shift toward results-driven financing to accelerate progress in public service delivery and governance.

“This operation is designed to incentivize real performance improvements, accountability and institutional reforms through a results-based approach, contributing to better lives and livelihoods in South Africa.”

Minister Godongwana emphasised that the trading services reform is a flagship government-wide reform under Operation Vulindlela Phase II, which was approved by the Cabinet in March 2025. 

Operation Vulindlela is a joint initiative of the Presidency and National Treasury to accelerate the implementation of structural reforms and support economic recovery. 

To ensure that the reform is championed at a local level, the Minister met with mayors from each metro municipality in October. 

The Program-for-Results model focuses on “payment for good performance”. 

The World Bank only disburses funds when pre-agreed results, such as institutional reforms, improved collection rates, asset management practices, and service delivery benchmarks, are achieved and independently verified. 

This ensures a strong focus on outcomes, institutional change, and long-term sustainability.

The MTSP builds on the experience of National Treasury’s Cities Support Programme (CSP), which was established in 2011 and is focused on improving performance and strengthening governance to achieve inclusive, urban economic growth. 

The CSP is implemented in the eight metros by the National Treasury of South Africa with the support of partners, including the World Bank. – SAnews.gov.za

Sultan of Brunei Darussalam Meets Minister of State for Foreign Affairs

Source: Government of Qatar

Bandar Seri Begawan | November 10 2025

HM Sultan Hassanal Bolkiah of Brunei Darussalam met here today with HE Minister of State for Foreign Affairs Sultan bin Saad Al Muraikhi.
During the meeting, HE the Minister of State for Foreign Affairs conveyed the greetings of HH the Amir Sheikh Tamim bin Hamad Al-Thani, to HM the Sultan of Brunei Darussalam, along with His Highness’s wishes for His Majesty’s continued health and happiness, and for the government and people of Brunei Darussalam continued progress and prosperity.
For his part, HM Sultan Hassanal Bolkiah entrusted HE the Minister of State for Foreign Affairs to convey his greetings to HH the Amir, wishing him continued health and happiness, and the State of Qatar continued progress, development, and prosperity.
Discussion during the meeting focused on the two countries’ bilateral relations and ways to strengthen and develop them, in addition to a host of topics of mutual interest.

Minister of State for Foreign Affairs Meets Second Minister of Foreign Affairs of Brunei Darussalam

Source: Government of Qatar

Bandar Seri Begawan | November 10 2025

HE Minister of State for Foreign Affairs Sultan bin Saad Al Muraikhi met on Monday with HE Second Minister of Foreign Affairs of the Sultanate of Brunei Darussalam, Erywan Pehin Yusof.
During the meeting, they discussed cooperation relations between the two countries and ways to support and develop them, in addition to other topics of mutual interest. 

Premier Invest to Highlight Africa’s Expanding Financial Footprint at G20 Investment Forum

Source: APO


.

René Awambeng, Founder and Managing Director of Premier Invest, is set to speak at the upcoming G20 African Energy Investment Forum in Johannesburg, where global investors, policymakers and development institutions convene to advance the growth agenda aligned with G20 strategic priorities. His participation underscores a shift: Africa-based financial leadership engaging directly in the global arena, and ties closely to the G20’s focus on mobilizing private capital for infrastructure, trade finance and sustainable growth in emerging markets.

Premier Invest has been actively expanding its footprint and capabilities, securing its licence from the Abu Dhabi Financial Services Authority in August 2025. The milestone paves the way for fund management, advisory and complex transaction activities across strategic sectors including energy, infrastructure, food security and intra-African trade. At the same time, Premier Invest’s recently launched group structure is designed to transform trade finance and investment across emerging markets – a proposition that resonates with the G20’s agenda to build resilient supply chains, foster South-South trade and catalyze private investments in Africa’s development priorities.

Adding to this momentum, Premier Invest hosted a Deal Room at the African Energy Week (AEW) 2025: Invest in African Energies conference, presenting a portfolio of energy and infrastructure opportunities totaling $13.4 billion across upstream, midstream, downstream and renewables sectors. The platform connected project sponsors, lenders and strategic investors, underlining Premier Invest’s role as a capital-mobilization enabler on the continent.

Against this backdrop, Awambeng’s participation in the G20 Investment Forum – hosted by the African Energy Chamber (AEC) – serves to connect Premier Invest’s growing momentum with the broader G20 investment ecosystem, where cross-border capital, blended finance structures and African-led platforms are becoming central to driving sustainable development. Awambeng is expected to address how Africa can evolve from being viewed as an “investment frontier” to becoming a creator and exporter of investment solutions, harnessing its expanding talent pool, ongoing structural reforms and strengthening institutional frameworks.

“When African firms step up to structure capital and host platforms that transparently connect sponsors and investors, we shift the narrative from hand-outs to deal-making,” states NJ Ayuk, Executive Chairman of the AEC. “René’s leadership at Premier Invest and the Deal Room at AEW show that Africa doesn’t just need external capital – it needs to drive how that capital is deployed, aligned with jobs, energy access and trade outcomes.”

As the G20 African Energy Investment Forum prepares to convene, the event will spotlight how Africa’s private sector leadership can engage with global capital flows and play a central role in advancing the G20’s vision for a resilient, inclusive and sustainable investment ecosystem. For Premier Invest, the forum offers a platform to showcase its expanding deal pipeline, recent regulatory milestones and broader mission to position emerging-market investment at the center of global finance.

Distributed by APO Group on behalf of African Energy Chamber.

Premier Invest mettra en avant l’empreinte financière croissante de l’Afrique lors du forum sur l’investissement du G20

Source: Africa Press Organisation – French


René Awambeng, fondateur et directeur général de Premier Invest, prendra la parole lors du prochain Forum africain sur l’investissement énergétique du G20 à Johannesburg, où des investisseurs mondiaux, des décideurs politiques et des institutions de développement se réuniront pour faire avancer le programme de croissance aligné sur les priorités stratégiques du G20. Sa participation souligne un changement : les dirigeants financiers basés en Afrique s’engagent directement sur la scène mondiale et s’associent étroitement à l’objectif du G20 de mobiliser des capitaux privés pour les infrastructures, le financement du commerce et la croissance durable dans les marchés émergents.

Premier Invest a activement étendu sa présence et ses capacités, obtenant sa licence auprès de l’Autorité des services financiers d’Abu Dhabi en août 2025. Cette étape importante ouvre la voie à des activités de gestion de fonds, de conseil et de transactions complexes dans des secteurs stratégiques tels que l’énergie, les infrastructures, la sécurité alimentaire et le commerce intra-africain. Parallèlement, la structure de groupe récemment mise en place par Premier Invest est conçue pour transformer le financement du commerce et les investissements sur les marchés émergents, une proposition qui s’inscrit dans le droit fil du programme du G20 visant à mettre en place des chaînes d’approvisionnement résilientes, à favoriser le commerce Sud-Sud et à catalyser les investissements privés dans les priorités de développement de l’Afrique.

Pour renforcer cette dynamique, Premier Invest a organisé une salle de négociation lors de la conférence African Energy Week (AEW) 2025 : Invest in African Energy, présentant un portefeuille d’opportunités dans les secteurs de l’énergie et des infrastructures d’une valeur totale de 13,4 milliards de dollars dans les secteurs en amont, en aval, intermédiaire et des énergies renouvelables. La plateforme a mis en relation les promoteurs de projets, les prêteurs et les investisseurs stratégiques, soulignant le rôle de Premier Invest en tant que facilitateur de la mobilisation de capitaux sur le continent.

Dans ce contexte, la participation de M. Awambeng au Forum sur l’investissement du G20, organisé par la Chambre africaine de l’énergie (AEC), permet de relier la dynamique croissante de Premier Invest à l’écosystème d’investissement plus large du G20, où les capitaux transfrontaliers, les structures de financement mixte et les plateformes dirigées par l’Afrique deviennent essentiels pour stimuler le développement durable. M. Awambeng devrait aborder la manière dont l’Afrique peut évoluer pour passer du statut de « frontière de l’investissement » à celui de créateur et d’exportateur de solutions d’investissement, en tirant parti de son vivier de talents en expansion, de ses réformes structurelles en cours et du renforcement de ses cadres institutionnels.

« Lorsque les entreprises africaines se mobilisent pour structurer des capitaux et héberger des plateformes qui mettent en relation de manière transparente les sponsors et les investisseurs, nous passons d’un discours axé sur l’aide à un discours axé sur la conclusion d’accords », déclare NJ Ayuk, président exécutif de l’AEC. « Le leadership de René chez Premier Invest et dans la salle des marchés d’AEW montre que l’Afrique n’a pas seulement besoin de capitaux extérieurs, elle doit également déterminer la manière dont ces capitaux sont déployés, en fonction de l’emploi, de l’accès à l’énergie et des résultats commerciaux. »

Alors que le Forum du G20 sur l’investissement énergétique en Afrique s’apprête à se réunir, l’événement mettra en lumière la manière dont les dirigeants du secteur privé africain peuvent s’engager dans les flux de capitaux mondiaux et jouer un rôle central dans la promotion de la vision du G20 pour un écosystème d’investissement résilient, inclusif et durable. Pour Premier Invest, le forum offre une plateforme pour présenter son portefeuille de transactions en expansion, ses récentes avancées réglementaires et sa mission plus large qui consiste à positionner l’investissement dans les marchés émergents au centre de la finance mondiale.

Distribué par APO Group pour African Energy Chamber.