Afreximbank e os seus parceiros impulsionam a agenda de investimento no sector automóvel africano no Fórum Africano de Alamein

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) (www.Afreximbank.com), em parceria com a Associação Africana de Fabricantes Automóveis (AAAM), o Secretariado da Zona de Comércio Livre Continental Africana (ZCLCA) e o Ministério do Comércio e Investimento do Egipto, bem como o Departamento de Comércio e Indústria da África do Sul, organizou o Fórum Africano de Investimento Automóvel à margem do Fórum Africano de Alamein, realizado recentemente em El Alamein, Egipto.

O Fórum, com a duração de dois dias, reuniu decisores políticos africanos de alto nível da indústria automóvel, fabricantes de equipamentos originais (OEM) do sector privado e fabricantes de componentes sediados em África.

O Fórum teve como objectivo sensibilizar os decisores políticos para as mudanças e reformas necessárias ao desenvolvimento do sector automóvel, permitir que os investidores interagissem directamente tanto com os decisores políticos como com os fabricantes e facilitar potenciais joint ventures e acordos de fornecimento ou compromissos que conduzam a futuros negócios.

O Afreximbank sublinhou que o Fórum deu prioridade às joint ventures e aos acordos de transferência de tecnologia entre gigantes automóveis globais e empresas africanas, com a expectativa de criar postos de trabalho altamente qualificados nas áreas da engenharia, produção e técnica para a crescente população jovem de África, impulsionando significativamente as pequenas e médias empresas locais no nível secundário da cadeia de abastecimento.

Descreveu o sector automóvel como uma prioridade estratégica, uma vez que funciona como um poderoso catalisador para a industrialização de África, o comércio intra-africano e a resiliência económica, sublinhando que vários países africanos já estavam a dar passos importantes no desenvolvimento de um sector industrial que tem atraído um investimento crescente para a indústria automóvel emergente, incluindo veículos movidos a novas fontes de energia.

Sublinhando a importância do Fórum para o Afreximbank, a Sr.ª Kanayo Awani, Vice-Presidente Executiva para o Comércio Intra-africano e Desenvolvimento das Exportações, afirmou:

“O sector automóvel é um pilar fundamental para impulsionar a industrialização de África e alcançar a transformação estrutural defendida pelo Afreximbank. Ao promover a integração da cadeia de valor regional, a indústria automóvel alinha-se directamente com o nosso mandato de fomentar o comércio intra-africano no âmbito da ZCLCA. Apoiar este sector permite ao Afreximbank catalisar investimentos de elevado impacto, estimular as capacidades de produção, criar emprego qualificado e reduzir significativamente a forte dependência do continente em relação às importações de veículos. Investir no ecossistema automóvel africano não é apenas uma oportunidade de financiamento, mas um imperativo estratégico que acelera a diversificação económica e consolida África como um interveniente competitivo na economia industrial global.”

A Sr.ª Awani afirmou que existiam oportunidades de investimento significativas no sector da produção automóvel africana, incluindo o fabrico de componentes, tirando partido da crescente base de competências do continente e de matérias-primas como o lítio, o cobalto, o manganês, o níquel, o cobre, o ferro e o aço. Acrescentou que o Afreximbank estava a promover o desenvolvimento de um sector pan-africano de produção automóvel, composto por um ecossistema inter-relacionado de fabrico de componentes e veículos, apoiado por cadeias de abastecimento e comércio intra-africanos.

A Sr.ª Awani salientou que o Afreximbank tinha comprometido mil milhões de USD para o financiamento do sector automóvel africano, como parte da sua estratégia para promover a indústria transformadora, o comércio e o desenvolvimento industrial em toda África.

O Fórum foi palco da assinatura de um acordo de joint venture entre a Malben Engineering, da África do Sul, e o conglomerado industrial egípcio El Araby Group, com vista a estabelecer uma plataforma conjunta para o fabrico de componentes destinados aos mercados egípcio, sul-africano e, de forma mais ampla, aos mercados africanos. A iniciativa combina as capacidades industriais, de engenharia e tecnológicas do El Araby Group com a experiência da Malben Engineering, que se estende por mais de 50 anos na fabricação e conformação de componentes metálicos para o sector automóvel.  A joint venture ilustra o tipo de parceria comercial que irá impulsionar o desenvolvimento das cadeias de abastecimento e do comércio intra-africanos no sector automóvel.

O Sr. Tarek Mosaad, Presidente da Associação Africana de Fabricantes Automóveis (AAAM), afirmou: “Com as Regras de Origem da ZCLCA agora acordadas, estão lançadas as bases para uma indústria automóvel mais integrada. O nosso foco deve passar a ser transformar a ambição em acção, criando fábricas, reforçando os ecossistemas de fornecedores, gerando emprego e aumentando o comércio intra-africano.” Observou que “a AAAM continua focada em três prioridades fundamentais:

  • Aumentar o conteúdo local através de cadeias de valor regionais;
  • Facilitar a circulação transfronteiriça de produtos automóveis;
  • Garantir que África desempenhe um papel significativo na definição do futuro da mobilidade;

No seu apelo à acção, alertou que “os investidores não estão a olhar para 54 mercados africanos separados. Estão a olhar para uma única oportunidade integrada.”

S. Ex.ª Wamkele Mene, Secretário-Geral do Secretariado da ZCLCA, reiterou os sentimentos expressos pelo Afreximbank e pela AAAM e delineou três prioridades para o avanço da Estratégia para o Sector Automóvel Africano no âmbito da ZCLCA, nomeadamente: “desenvolver projectos prontos para investimento e locais de produção competitivos; reforçar as redes regionais de fornecedores e aprofundar a localização; e estabelecer uma produção regional comercialmente viável.”

Num passo adicional no sentido de avançar com estas prioridades, o Secretariado da ZCLCA e a Associação Africana de Fabricantes Automóveis (AAAM) assinaram um Memorando de Entendimento (MdE) para reforçar a cooperação no desenvolvimento da indústria automóvel africana.

O MdE proporciona um quadro de cooperação para a implementação da Estratégia para o Sector Automóvel Africano no âmbito da ZCLCA, abrangendo as regras de origem para o sector automóvel, os procedimentos aduaneiros e a facilitação do comércio, as políticas e normas automóveis, o reforço das capacidades, o desenvolvimento de fornecedores regionais e da cadeia de valor, a beneficiação de minerais, a mobilização de investimento e as tecnologias automóveis emergentes.

A parceria irá igualmente apoiar os esforços em curso do Secretariado da ZCLCA e do Afreximbank para impulsionar o Plano de Investimento no Sector Automóvel da ZCLCA, com foco na mobilização de investimento e no reforço das redes regionais competitivas de produção automóvel.

O Fórum testemunhou ainda a criação de um Conselho Empresarial Conjunto Egipto-África do Sul, destinado a desenvolver projectos bilaterais de comércio e investimento em vários sectores prioritários, incluindo o sector automóvel, a mineração e os recursos minerais, as energias renováveis, a agricultura e a produção alimentar, os produtos farmacêuticos, os transportes e as infra-estruturas logísticas – tirando partido do Canal de Suez e dos portos nacionais de ambos os países para facilitar o aumento do comércio entre a África do Norte e a África Austral.

Para uma experiência mais prática, os delegados passaram da discussão de políticas para o contacto com a indústria, através de visitas organizadas às instalações dos fabricantes de equipamentos originais (OEM) Nissan Motor Corporation, General Motors Egypt, Al Mansour Automotive e do fabricante de componentes Mobica, na Cidade 6 de Outubro. As visitas proporcionaram uma visão em primeira mão da base industrial automóvel do Egipto, demonstrando a evolução desde a montagem e localização de veículos até ao desenvolvimento de fornecedores, capacidades de fabrico e alcance no mercado regional, ao mesmo tempo que ilustraram as oportunidades concretas de investimento, transferência de tecnologia e integração transfronteiriça da cadeia de valor que podem ajudar a posicionar África como um centro competitivo de fabrico automóvel.

Com a procura de veículos em África a prever-se que atinja os 5 milhões até 2035, bem como o crescente interesse em veículos movidos por novas fontes de energia a nível global, as partes interessadas do sector e os decisores políticos estão a identificar oportunidades para impulsionar a industrialização interna através do sector automóvel e das energias renováveis, tirando partido das matérias-primas africanas. Os participantes no fórum salientaram que os incentivos políticos devem ser adequados e que a disponibilização de financiamento acessível ajudará a impulsionar a procura e os investimentos de capital.

Distribuído pelo Grupo APO para Afreximbank.

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Sobre o Afreximbank: 
O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) é uma instituição financeira multilateral pan-africana com mandato para financiar e promover o comércio intra e extra-africano. Há mais de 30 anos que o Banco utiliza estruturas inovadoras para oferecer soluções de financiamento que apoiam a transformação da estrutura do comércio africano, acelerando a industrialização e o comércio intra-regional, impulsionando assim a expansão económica em África. Apoiante firme do Acordo de Comércio Livre Continental Africano (ACLCA), o Afreximbank lançou um Sistema Pan-Africano de Pagamento e Liquidação (PAPSS) que foi adoptado pela União Africana (UA) como plataforma de pagamento e liquidação para sustentar a implementação da ZCLCA. Em colaboração com o Secretariado da ZCLCA e a UA, o Banco criou um Fundo de Ajustamento de 10 mil milhões de dólares para apoiar os países que participam de forma efectiva na ZCLCA. No final de Dezembro de 2025, o total de activos e passivos contingentes do Afreximbank atingiu mais de 48,5 mil milhões de USD, e os seus fundos próprios totalizaram 8,4 mil milhões de USD. O Afreximbank tem notações de grau de investimento atribuídas pela China Chengxin International Credit Rating Co., Ltd (CCXI) (AAA), pela GCR (A), pela Japan Credit Rating Agency (JCR) (A-) e pela Moody’s (Baa2)  e pela S&P Global Ratings (BBB+). O Banco tem a sua sede em Cairo, Egipto.

Para mais informações, visite: www.Afreximbank.com

Sobre a ZCLCA: 
A Zona de Comércio Livre Continental Africana (ZCLCA) é um dos projectos emblemáticos da Agenda 2063: A África que Queremos, a estratégia de desenvolvimento a longo prazo da União Africana. O Acordo que Institui a ZCLCA entrou em vigor a 30 de Maio de 2019 e reúne os 55 Estados-Membros da União Africana num mercado único de cerca de 1,4 mil milhões de pessoas, com um PIB combinado de aproximadamente 3,4 biliões de USD. A ZCLCA é a maior zona de comércio livre do mundo em número de países participantes. O Secretariado da ZCLCA, com sede em Acra, Gana, e liderado pelo Secretário-Geral, S. Ex.ª Wamkele Mene, coordena a implementação do Acordo em cooperação com os Estados Partes, as Comunidades Económicas Regionais e as instituições continentais.

Para mais informações, visite:  AU-AfCFTA.org

Sobre a AAAM: 
A Associação Africana de Fabricantes Automóveis (AAAM) é uma organização sem fins lucrativos dedicada a promover a industrialização e o crescimento do sector automóvel em África, estabelecendo ligações entre as partes interessadas a nível global com interesses no continente. A AAAM concentra-se no desenvolvimento de estruturas, ecossistemas e estratégias robustas para o sector automóvel, que impulsionem o desenvolvimento económico e apoiem a agenda industrial automóvel em toda África. A associação presta aconselhamento estratégico sobre políticas comerciais a nível nacional e inter-regional, com vista a apoiar a industrialização regional e a promover a integração económica.

A missão da AAAM consiste em criar soluções de mobilidade sustentáveis e acessíveis, facilitar ligações estratégicas e parcerias e desenvolver cadeias de valor automóveis regionais que promovam a produção e o comércio dentro e fora da Zona de Comércio Livre Continental Africana (ZCLCA). A AAAM está igualmente empenhada em defender o acesso a financiamento acessível, tanto para a indústria automóvel como para os consumidores.

Actualmente, a AAAM orgulha-se de representar uma rede de mais de 70 membros espalhados por todo o continente, que trabalham em conjunto para moldar o futuro do sector automóvel em África.

Para mais informações, visite https://AAAMAfrica.com/

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Presidente da República (PR) Exige Resultados Concretos aos Novos Dirigentes da Educação, Cultura e Ensino Superior

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Presidente da República, Daniel Chapo, exigiu aos novos dirigentes dos sectores da Educação, Cultura e Ensino Superior uma gestão orientada para resultados concretos, defendendo a melhoria da qualidade do ensino, a valorização dos professores e o reforço da investigação científica como prioridades para o desenvolvimento de Moçambique.

Falando durante a cerimónia de tomada de posse dos novos dirigentes, o Chefe do Estado afirmou que a nomeação representa o reforço do compromisso do Governo com uma governação responsável, exigente e centrada na melhoria das condições de vida dos moçambicanos.

Daniel Chapo recordou que, em Dezembro de 2025, o Governo instituiu os Contratos de Programa, estabelecendo objectivos, metas, indicadores e prazos para a avaliação do desempenho dos dirigentes públicos. Segundo explicou, os instrumentos não devem ser tratados como documentos meramente administrativos, mas sim como compromissos assumidos perante o povo moçambicano.

O Presidente da República sublinhou que a confiança atribuída aos dirigentes deve ser acompanhada por resultados verificáveis, acrescentando que o mérito será reconhecido, o bom desempenho valorizado e as insuficiências corrigidas.

Na ocasião, agradeceu às dirigentes cessantes do sector da Educação e Cultura pelo trabalho desenvolvido, destacando os esforços empreendidos na expansão do acesso à educação, na melhoria das infra-estruturas escolares e na disponibilização de livros e materiais de ensino.

Valorização dos professores e qualidade do ensino

Ao novo ministro da Educação e Cultura,  Daniel Chapo recomendou o reforço do diá. com os professores, a melhoria das condições de trabalho e a regularização dos pagamentos pendentes, incluindo os relativos às horas extraordinárias.

O Chefe do Estado considerou os professores fundamentais para o funcionamento do sistema educativo e defendeu que as preocupações da classe devem ser tratadas com atenção, respeito e responsabilidade, sem que o diá. se limite aos momentos de crise.

Na área da aprendizagem, o Presidente da República apelou à adopção de medidas que garantam escolas em funcionamento, professores preparados e alunos capazes de desenvolver competências básicas de leitura, escrita, cálculo e raciocínio.

Chapo apontou igualmente a necessidade de combater o abandono escolar, reduzir as desigualdades entre as zonas urbanas e rurais e assegurar que nenhuma criança fique excluída do sistema de ensino.

O dirigente defendeu ainda uma maior ligação entre o ensino técnico-profissional e as necessidades da economia nacional, sustentando que o país precisa de formar jovens com competências práticas para trabalhar, empreender, produzir e contribuir para o desenvolvimento.

No domínio da cultura, destacou a importância da valorização da diversidade cultural moçambicana, das línguas nacionais, das expressões artísticas e do património histórico, defendendo o reforço do papel das instituições responsáveis pela investigação e preservação da memória sociocultural do país.

Ensino superior e investigação científica

Ao abordar o ensino superior, Daniel Chapo defendeu a transformação das universidades em instituições capazes de produzir soluções para os problemas da sociedade, em vez de se limitarem à transmissão de conhecimentos.

O Presidente da República considerou prioritário melhorar a governação das instituições de ensino superior, reforçar a qualidade da formação e promover a investigação científica, bem como a ligação entre as universidades e o sector produtivo.

Chapo afirmou que a expansão do acesso ao ensino superior deve ser acompanhada pela exigência académica, pela credibilidade das qualificações e pela preparação efectiva dos jovens para os desafios do desenvolvimento nacional.

O Chefe do Estado defendeu também que as universidades devem preparar os estudantes não apenas para procurar emprego, mas igualmente para criar empresas, desenvolver tecnologias e produzir riqueza.

Neste contexto, destacou a importância de aproximar a investigação científica das necessidades concretas do país, através de soluções aplicáveis aos sectores da agricultura, indústria, saúde e educação, bem como às comunidades locais.

Segundo Daniel Chapo, o conhecimento, a ciência, a tecnologia e a inovação devem contribuir para a transformação da economia moçambicana, com vista ao reforço da capacidade produtiva e à conquista da independência económica.

Governação próxima das comunidades

O Presidente da República apelou ainda a uma gestão mais eficiente, transparente e próxima das comunidades, defendendo o acompanhamento permanente das escolas e o diá. com professores, alunos e encarregados de educação.

Na sua intervenção, Chapo reafirmou que a melhoria da educação é uma responsabilidade partilhada entre o Estado, as escolas, as famílias e a sociedade, apelando aos estudantes para que continuem a investir na sua formação.

Aos novos dirigentes, o Chefe do Estado pediu humildade para ouvir, coragem para decidir, disciplina para executar e determinação para produzir resultados, sublinhando que cada dia de trabalho deve representar um passo concreto na resolução dos problemas dos cidadãos.

Daniel Chapo concluiu que a educação construída no presente determinará o futuro do país, defendendo que a educação, a cultura, a ciência, a tecnologia e a formação técnico-profissional devem constituir pilares fundamentais da independência económica de Moçambique.

Distribuído pelo Grupo APO para Portal do Governo de Moçambique.

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Angola quer elevar taxa de utilização da capacidade industrial para 65 por cento

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Executivo pretende elevar a taxa de utilização da capacidade industrial instalada de 54 por cento para 65 até 2027, uma estratégia que procura aumentar a produção nacional e melhorar a competitividade da economia.

A pretensão foi anunciado pelo Presidente da República, João Lourenço, na quinta-feira, 15 de Outubro, durante o discurso sobre o Estado da Nação, na Assembleia Nacional.

João Lourenço disse que os resultados alcançados demonstram uma trajectória positiva de reforço da base produtiva nacional, sendo  destaque a subida da capacidade instalada de 31 para 54 por cento.

O Titular do Poder Executivo disse que o financiamento será orientado para projectos com impacto produtivo real e diversificação da base industrial realizada para além dos alimentos e bebidas.

Outra pretensão é reduzir a taxa de informalidade no comércio de 85 por cento para 69 por cento, criando, deste modo, mais de 200 mil empregos, bem como concluir os laboratórios nacionais de qualidade e metrologia, para exportar com confiança e incrementar as exportações não-petrolíferas com maior peso nos mercados africanos.

“Produzir mais, transformar melhor, distribuir com eficiência e exportar com qualidade, são objectivos estruturantes para uma economia mais forte, competitiva e inclusiva”, sublinhou.

O Presidente da República deu a conhecer que a a produção nacional cobre quase toda a procura interna de bens como a farinha, massas, cerveja, refrigerantes, sabão e cimento.

Por outro lado, as importações de bens alimentares caíram em cerca de 595 milhões de dólares entre 2022 e 2025, enquanto as exportações não-petrolíferas cresceram 66 por cento, sobretudo o ferro, aço, cimento, pescado e  as bebidas.

Para João Lourenço, os progressos alcançados demonstram que Angola está a consolidar capacidades produtivas próprias, reduzir vulnerabilidades externas e a criar oportunidades económicas a partir da sua base industrial, comercial e logística.

“Esta trajectória fortalece a soberania económica nacional e permite transformar recursos, talento e investimento em prosperidade mais sustentável”, afirmou.

O compromisso do Executivo, acrescentou, é continuar a promover a produção nacional, a transformação industrial, o comércio organizado, as exportações, o emprego e as oportunidades para os cidadãos, de modo a consolidar uma economia mais resiliente, diversificada e orientada para resultados concretos.

“Com disciplina, visão estratégica e articulação entre o Estado, o sector privado e as comunidades produtivas, continuaremos a fazer da indústria e do comércio instrumentos decisivos para a prosperidade das famílias, a competitividade nacional, a inclusão económica e o desenvolvimento equilibrado de Angola”, sustentou.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Angola.

Angola dispõe de 18 centralidades com 2.424.514 beneficiários directos

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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Angola dispõe actualmente de 18 centralidades habitacionais, com um total de 40.419 fogos, que beneficiaram directamente 2.424.514 cidadãos.

Os dados foram avançados pelo Presidente da República, João Lourenço, durante o seu discurso sobre o estado na Nação, quinta-feira, 15 de Outubro, na Assembleia Nacional.

O Estadista destacou a inauguração mais recentemente das centralidades Teresa Afonso, na província do Bengo, com 486 unidades habitacionais, Santana André “Pitra Petroff”, em Cabinda, com 470, General Txizainga, em Saurimo, na Lunda-Sul, com 212, e Alberto António Teta Lando, no Zaire, com 200 habitações.

Foram igualmente concluídas quatro urbanizações, que acrescentaram 2.098 habitações nas províncias de Luanda, Bié, Malanje e Moxico.

“Essas unidades habitacionais contribuíram para a redução do défice habitacional, para a melhoria das condições de habitabilidade das famílias e para a promoção de um crescimento urbano mais ordenado, inclusivo e sustentável”, realçou.

Paralelamente, o Executivo aprovou 28 planos directores municipais e procedeu ao lançamento do Programa Minha Terra em sete províncias, com a emissão de 1.024 títulos e a disponibilização de 370.000 lotes para autoconstrução dirigida.

De acordo com João Lourenço, a disponibilização de lotes permite que muitas famílias possam construir as suas casas em áreas ordenadas, seguras e enquadradas nos instrumentos de planeamento territorial.

Há também avanços alcançados na modernização urbana, como conclusão da fase I das infra-estruturas integradas nas cidades de  Caxito, Lubango, Malanje e N’zeto.

O Chefe de Estado apontou também a construção da ligação entre o Cemitério do Camama e a Via Expressa, da Passagem Desnivelada do Caminho-de-Ferro de Luanda (CFL), na Avenida Hoji Ya Henda, do Nó do Talatona/Avenida Pedro de Castro Van-Dúnem “Loy” e do Nó Rodoviário de acesso ao Aeroporto Internacional Dr. António Agostinho Neto, que reforça a ligação entre a nova plataforma aeroportuária e a rede rodoviária nacional.

Espera-se que essas acções deverão contribuir para a melhoria da circulação rodoviária, da acessibilidade e da eficiência logística associada ao maior investimento aeroportuário do país.

Por outro lado, o Estadista avançou que foram estabilizados 431 hectares de áreas afectadas por ravinas, que permitem garantir a protecção de comunidades, infra-estruturas, património público e privado, e reforçar a resiliência do território face aos fenómenos naturais e aos desafios das alterações climáticas.

Ainda neste sector, assinalou a construção em curso de cerca de 6.500 unidades habitacionais nas províncias de Icolo e Bengo, Cabinda, Cuanza-Norte, Cubango, Huambo e Malanje.

João Lourenço assegurou que a execução de infra-estruturas integradas das cidades do Sumbe, Lobito, Benguela e Lubango permitirão concluir 147 quilómetros de vias urbanas, e mencionou também a construção em curso da Marginal da Corimba e intervenções em ravinas e zonas de risco.

Para o Presidente da República, as acções revelam uma visão integrada, porque se entende que construir estradas, cidades e habitações é criar dignidade, segurança, mobilidade e oportunidades para os cidadãos e a economia nacional.

Na capital do país, foi também concluído e inaugurado o Palácio de Convenções de Luanda, um equipamento público que reforça a capacidade do país para acolher eventos internacionais e promover o turismo.

O Chefe de Estado assegurou que o Executivo vai prosseguir com os investimentos em infra-estruturas institucionais e de valorização do património histórico, a exemplo do restauro da Fortaleza de São Francisco do Penedo.

Entre as acções de continuidade, estão previstas a contenção e estabilização de ravinas em várias províncias do país, a recuperação de cerca de 200 hectares de áreas degradadas, com objectivo de mitigar a erosão, proteger as populações, salvaguardar o património público e privado e reforçar a resiliência territorial.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Angola.

Cerca de 1.100 quilómetros de estradas vão ser construídos e reabilitados

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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Cerca de 1100 quilómetros de estradas vão ser construídos e reabilitados e instaladas 3.676 metros de pontes metálicas nos corredores estratégicos de integração nacional e regional, para reforçar a mobilidade, a continuidade territorial e a acessibilidade das populações.

Os investimentos na Rede de Estradas Nacionais permitiram reduzir o isolamento de numerosas comunidades, melhorar a mobilidade de pessoas e bens, assim como facilitar o escoamento da produção agrícola e mineira, segundo o Presidente da República, João Lourenço, durante o seu discurso sobre o Estado da Nação, proferido quinta-feira, 15 de Outubro, na Assembleia Nacional.

O Titular do Poder Executivo disse que as intervenções nas infra-estruturas rodoviárias estão a fortalecer os corredores logísticos e as ligações estratégicas entre províncias, municípios e postos fronteiriços.

Actualmente, precisou, Angola dispõe de uma rede rodoviária de cerca de 79.300 quilómetros, dos quais 27.600 quilómetros integram a Rede de Estradas Nacionais e 51.700 quilómetros a Rede de Estradas Municipais.

Durante os últimos nove anos do mandato do Presidente João Lourenço, foram reabilitados e asfaltados aproximadamente 3.500 quilómetros de estradas nacionais, conservados 999 quilómetros de vias e asfaltados 279 quilómetros de vias urbanas.

De igual modo, foram construídos e reabilitados 5.340 metros lineares de pontes definitivas e montados 2.100 metros lineares de pontes metálicas, o que reforçou a conectividade territorial e criou melhores condições para a circulação, comércio e a actividade produtiva em todo o território nacional.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Angola.

Funcionários do Sector Concluem Formação em Marketing Digital e Inteligência Artificial (IA)

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

A formação, iniciada há quatro meses, abrangeu 187 funcionários do Sector, sendo 71 do MIREMPET, 116 dos serviços superintendidos e empresas do Sector.

Ao intervir, o Secretário de Estado para os Recursos Minerais, Jânio Corrêa Victor, enquadrou a iniciativa no “Roteiro para a Agenda de Transição Digital da Administração Pública 2022-2027” e no “Projecto de Simplificação de Procedimentos na Administração Pública 2.0”, tendo apelado aos formandos para transformarem o conhecimento em acção concreta.

“A formação termina hoje, mas a vossa missão começa agora. Sejam os embaixadores da inovação e os catalisadores da transição digital no exercício das vossas funções”.

O formador da London School of Digital Marketing, Marriott Lussengo, sublinhou que a formação foi além do Marketing Digital, com foco no uso responsável da Inteligência Artificial na comunicação e na gestão de projectos.

Na ocasião, a funcionária da Sonangol, Zaida da Silva, destacou a qualidade dos formadores e a aplicação prática dos conteúdos. “Apesar das nossas responsabilidades profissionais, os formadores conseguiram captar a nossa atenção e transmitir conhecimentos que colocámos em prática no dia-a-dia”, afirmou.

Já Dionai Cartaxo, profissional do MIREMPET, admitiu que tinha uma visão negativa da Inteligência Artificial, mas que passou a vê-la como uma ferramenta essencial. “Hoje, uso a IA em tudo o que faço, aliando a capacidade humana ao potencial da tecnologia”, disse.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Angola.

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Embaixador da China na Guiné-Bissau, Yang Renhuo, participa na cerimónia de doação de medicamentos e equipamentos médicos do Governo chinês ao Governo da Guiné-Bissau e na abertura do Mês de Divulgação da Cultura da Medicina Tradicional Chinesa

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

No dia 16 de outubro, o Embaixador da China na Guiné-Bissau, Yang Renhuo, participou na cerimónia de doação de medicamentos e equipamentos médicos do Governo chinês ao Governo da Guiné-Bissau, bem como na cerimónia de abertura do Mês de Divulgação da Cultura da Medicina Tradicional Chinesa, tendo proferido um discurso. Estiveram presentes o Ministro da Defesa Nacional da Guiné-Bissau, Major General Stive Lassana Massaly, o Ministro da Saúde Pública, Comodoro Quinhin Nantote, profissionais de saúde do Hospital de Amizade China-Guiné-Bissau e todos os membros da equipa médica chinesa.

O Embaixador Yang Renhuo salientou que este ano marca o 50.º aniversário do envio da primeira equipa médica chinesa para a Guiné-Bissau. A cooperação na área da saúde e a equipa médica chinesa tornaram-se uma marca de referência da cooperação entre a China e a Guiné-Bissau. A iniciativa do Mês de Divulgação da Cultura da Medicina Tradicional Chinesa constitui uma medida concreta para promover a implementação do Ano de Intercâmbios Interpessoais China-África, contribuindo para incentivar a aprendizagem mútua e o intercâmbio de experiências entre os dois países no domínio da medicina tradicional. A China está disposta a aprofundar a cooperação com a Guiné-Bissau na área da saúde e a trabalhar conjuntamente para promover a construção de uma comunidade China-África com um futuro partilhado  para a nova era sob todas as condições.

A parte guineense expressou os seus sinceros agradecimentos ao lado chinês pelo apoio prestado ao desenvolvimento do sector da saúde na Guiné-Bissau ao longo dos anos, reconheceu plenamente o trabalho da equipa médica chinesa e atribuiu a todos os seus membros o prémio «Contribuição de Excelência para a Cooperação na Área da Saúde».

Distribuído pelo Grupo APO para Embaixada da República Popular da China na República da Guiné-Bissau.

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Angola: Educação especial cresce 2.5 por cento em quatro anos

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O número de alunos matriculados no âmbito da Política Nacional de Educação Especial passou de 43.819, no ano lectivo 2022/2023, para 44.918 em 2025/2026, o que representa um crescimento de 2,5 por cento nos últimos quatro anos.

Os dados apresentados pelo Presidente João Lourenço, durante o discurso sobre o Estado da Nação, esta quinta-feira, na Assembleia Nacional, indicam que o país dispõe actualmente de 308 salas de recursos multifuncionais distribuídas por todas as províncias, destinadas a apoiar a implementação de práticas de educação inclusiva.

No mesmo período, o número de escolas inclusivas aumentou de 828 para 1.644, enquanto as salas de recursos multifuncionais passaram de 292 para 308.

Já o número de professores formados cresceu de 1.045 para 9.097 e o de gestores capacitados subiu de 787 para 5.607, de acordo com os dados apresentados pelo Presidente da República.

No quadro das acções de reforço da educação inclusiva, foram ainda capacitados 169 professores na fase III do projecto Escola de Todos, 180 gestores em educação inclusiva e dois mil responsáveis em políticas de inclusão.

As medidas incluem igualmente o redimensionamento de três Escolas Especiais em Núcleos de Apoio à Inclusão e a edição de três mil manuais destinados às salas de recursos multifuncionais.

“Estes resultados reforçam o compromisso do Executivo com uma educação mais inclusiva, equitativa e orientada para a dignidade de todos os alunos”, realçou o Presidente João Lourenço.

PROGRAMA DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR

O Programa Nacional de Alimentação Escolar já beneficiou 3.426.282 crianças no III. º Trimestre de 2026, com uma cobertura territorial de 93,2 por cento dos municípios previstos, conforme disse o Presidente da República

A nova iniciativa estende-se a 304 dos 326 municípios previstos, distribuídos pelas 21 províncias do país, o que reflete o alargamento da cobertura da alimentação escolar.

“Mais do que um programa alimentar, o novo programa concorre para a melhoria das aprendizagens e para a redução do abandono escolar”, acentuou o Titular do Poder Executivo.

Implementado em 2025, o programa substituiu o anterior Programa de Merenda Escolar, que abrangia pouco mais de um milhão de alunos.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Angola.

Angola: Taxa de literacia em Angola atinge 72,6 por cento

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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A taxa de literacia em Angola situa-se actualmente em 72,6 por cento entre os indivíduos com mais de 15 anos, integrados no Subsistema de Ensino de Jovens e Adultos, que atendeu 2.069.517 alunos no período de 2022 a 2026.

Os dados foram avançados pelo Presidente da República, João Lourenço, esta quinta-feira, 15 de Outubro, durante o discurso proferido na reunião plenária solene de abertura da 5.ª Sessão Legislativa da V Legislatura da Assembleia Nacional.

Segundo o Chefe de Estado, os resultados reflectem o esforço sustentado do Executivo e dos parceiros sociais no combate ao analfabetismo e na promoção da educação recorrente.

“Com vista à erradicação do analfabetismo funcional, o Ensino Primário e o I Ciclo do Ensino Secundário de Adultos expandiram a sua frequência de 426.027 alfabetizandos em 2023/2024 para 502.705 alunos matriculados em 2025/2026”, reforçou.

João Lourenço também fez saber que o Programa de Recuperação do Atraso Escolar no Ensino Regular já abrangeu um total de 2.414.505 beneficiários, no âmbito do combate as assimetrias territoriais e a correcção do desfasamento entre a idade dos alunos e a classe frequentada.

No seu discurso, o Chefe de Estado informou ainda que o Programa de Bolsas de Estudo do PAT II executou o pagamento de 200.472 bolsas de estudo, beneficiando directamente 150.107 alunos inscritos, dos quais 75.582 são raparigas, correspondendo a 50,3 por cento do total de beneficiários.

Em preparação está a segunda fase do programa, que deverá abranger todas as províncias do país e contemplar aproximadamente 334.018 novos beneficiários.

No mesmo sector, o Projecto de Saúde Escolar alcançou 328.254 adolescentes e jovens em Angola, dos quais 170.533 são meninas, através de acções destinadas a melhorar o acesso à informação e aos serviços de Saúde Sexual e Reprodutiva.

Implementado no âmbito do Programa Nacional de Saúde Escolar, em parceria com o Banco Mundial, o projecto abrange 681 escolas distribuídas por 114 municípios de todas as províncias do país.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Angola.

Produção de pescado cresce 30 por cento em três anos

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

A produção nacional de pescado aumentou de 558 mil para 725 mil toneladas, entre 2022 e 2025, correspondendo a um crescimento de 30 por cento.

Neste domínio das Pescas e da Economia Azul, o Presidente da República, João Lourenço, destacou o papel estratégico dos recursos marinhos e das águas interiores para a diversificação económica, segurança alimentar, criação de emprego e geração de rendimentos para as comunidades costeiras e ribeirinhas.

Ao discursar na Assembleia Nacional sobre o Estado da Nação, quinta-feira, 15 de Outubro,  o Presidente João Lourenço referiu-se igualmente à evolução do consumo de pescado por habitante, que passou de 14,5 para 18 quilogramas por ano, aproximando-se da média mundial recomendada pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

Segundo o Chefe de Estado, estes resultados contribuem para reforçar a segurança alimentar, substituir gradualmente as importações, fortalecer as cadeias produtivas nacionais e criar novas oportunidades de emprego e rendimento.

Neste momento, deu a conhecer que decorrem obras de reabilitação do Centro de Piscicultura de Ngolome, que vai promover a aquicultura e aumentar a produção em águas interiores, bem como a expansão da Pescangola, para reforçar a capacidade nacional de apoio à actividade pesqueira.

O Chefe de Estado também falou da construção da Lota de Pesca do Porto de Luanda e a reabilitação da Lota do Tômbua, iniciativas que visam melhorar as condições de recepção, conservação, comercialização e controlo da qualidade do pescado.

O projecto AFAP II foi igualmente mencionado entre as iniciativas de apoio à pesca artesanal e à aquicultura, com benefícios para as comunidades produtivas.

De acordo com João Lourenço, estes investimentos contribuem para melhorar a qualidade dos produtos, reduzir as perdas pós-captura, organizar os mercados e aumentar os rendimentos dos pescadores, armadores, operadores de aquicultura, comerciantes e consumidores.

Paralelamente, o programa Kalunga reforça o conhecimento científico sobre os recursos marinhos nacionais, apoiando decisões sustentáveis e orientadas para a conservação dos ecossistemas.

Já o Projecto Integrado de Fiscalização Pesqueira visa combater a pesca ilegal, não declarada e não regulamentada, e proteger os recursos naturais e a actividade económica formal.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Angola.

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