Centro de Acolhimento de Doentes Evacuados entregue oficialmente à Embaixada de Cabo Verde em Portugal

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Ministro da Família, Inclusão e Desenvolvimento Social, Fernando Elísio Freire, presidiu hoje, 08, em Prior Velho, Portugal, à cerimónia de entrega do Centro de Acolhimento de Doentes Evacuados (CADE) à Embaixada de Cabo Verde em Portugal.

Remodelado e modernizado, o CADE passa a ser uma referência no acolhimento de doentes evacuados de Cabo Verde para tratamento médico em Portugal, garantindo melhores condições de estadia, dignidade e segurança a todos os beneficiários.

O edifício, adquirido pelo Estado de Cabo Verde através do INPS em 2012, conta agora com 23 quartos duplos, com capacidade para alojar até 46 pessoas. A sua gestão passa oficialmente para a Embaixada no quadro do Protocolo de Cooperação assinado entre o INPS e a representação diplomática, permitindo uma resposta mais eficiente e humanizada às necessidades dos doentes evacuados.

De acordo com o protocolo, o edifício é cedido gratuitamente à Embaixada, que assume a gestão integral do espaço, incluindo a contratação de pessoal, prestação de serviços, manutenção e cumprimento das exigências legais. O CADE será utilizado exclusivamente para alojamento de doentes evacuados, com pelo menos metade das camas reservadas a beneficiários do Sistema de Proteção Social Obrigatória.

O INPS assegura a remodelação, o apetrechamento e o mobiliário do edifício, incluindo um sistema de videovigilância, e manterá uma representação em Portugal para apoio administrativo e institucional. A Embaixada, pela sua experiência e proximidade às comunidades, garante a articulação com hospitais, serviços de saúde e associações de apoio, reforçando o acompanhamento aos cidadãos evacuados.

A inauguração deste novo espaço constitui um marco social e institucional no apoio aos doentes cabo-verdianos em Portugal e representa um investimento concreto na solidariedade e na proteção social. Ao mesmo tempo, reforça os laços históricos de cooperação no domínio da saúde entre Cabo Verde e Portugal, estabelecidos desde o Acordo de 1976.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

Fundador da APO Group, Nicolas Pompigne-Mognard, Reconhecido como Nomeado para o Prémio African Genius 2025

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O APO Group (www.APO-opa.com), a principal consultora pan-africana de comunicação e serviço de distribuição de comunicados de imprensa, vencedora de múltiplos prémios, tem o prazer de anunciar que o seu Fundador e Presidente, Nicolas Pompigne-Mognard (www.Pompigne-Mognard.com), foi nomeado como African Genius Nominee nos Prémios African Genius 2025 (AGA).

Os Prémios African Genius, estabelecidos pela Priority Performance Projects em colaboração com instituições académicas, de investigação, de comunicação social e culturais de referência, reconhecem indivíduos que demonstraram intelecto excecional, inovação e impacto em todo o continente africano.

O conceituado painel de jurados representa várias áreas de interesse académico e profissional, sendo composto por representantes da África do Sul, Nigéria e Quénia. Os cinco jurados são a física nuclear e especialista ambiental Dra. Pulane Molokwane; o Diretor do Centro de Estudos da Democracia da Universidade de Rhodes e da Universidade de Joanesburgo, Professor Steven Friedman; o escritor e académico Sr. Simon Gathua; a Professora Associada da Ashland University, Professora Rosaire Ifedi; e a Senior Tech Talent Partner do Bank of New York Mellon, Sra. Vuyiswa Mataka. Saiba mais sobre os prémios aqui (https://apo-opa.co/41GICpR).

Ser selecionado como Nomeado coloca Nicolas entre um grupo restrito de agentes de mudança que estão a moldar a narrativa africana. Nomeados anteriores incluíram mentes influentes como o visionário tecnológico Strive Masiyiwa, o Dr. Mark Nasila, líder em dados e inteligência artificial no setor financeiro, e o Dr. Akinwumi Adesina.

“Esta nomeação é uma poderosa validação do propósito do APO Group, nomeadamente o de defender as narrativas africanas, amplificar as vozes africanas e ligar África ao mundo”, afirmou Nicolas. “É uma celebração do poder da narrativa, da comunicação e da liderança orientada por propósitos na definição do futuro do continente. Mais importante ainda, é uma homenagem à relevância das histórias africanas, e às pessoas e organizações em todo o continente que estão a redefinir a nossa narrativa com integridade e excelência.”

Entre os seus prémios mais recentes e sucessos com clientes, um exemplo do compromisso da empresa com o continente foi a colaboração com a Organização Mundial da Saúde para fornecer atualizações de saúde cruciais e informações potencialmente salvadoras a milhões de pessoas em toda a África durante a pandemia.

Reconhecido entre os 100 Africanos Mais Influentes de 2023 e 2024, Nicolas integra vários conselhos consultivos e comités internacionais de grande prestígio. Estes incluem o Senior Advisory Board da Câmara de Comércio Canadá-África, bem como os Conselhos Consultivos da Câmara Africana de Energia, do World Football Summit, do Africa Hotel Investment Forum (AHIF), do Bloomberg New Economy Gateway Africa, do Sports Africa Investment Summit, do EurAfrican Forum e dos All Africa Music Awards (AFRIMA). É também conselheiro estratégico do Diretor Executivo da Royal African Society do Reino Unido e da Câmara de Comércio UE-África, além de conselheiro especial do Presidente da Rugby Africa, a entidade reguladora do rúgbi no continente.

Com os olhos postos no futuro, Nicolas sublinhou a sua contínua confiança no potencial africano: “O futuro pertence àqueles que acreditam no poder da sua própria voz. O génio de África reside na sua diversidade, na sua resiliência e na sua capacidade de moldar a sua própria história. Há quase duas décadas que a APO Group tem apoiado com orgulho este percurso em todos os 54 países do continente.”

Distribuído pelo Grupo APO para APO Group.

Contacto de Imprensa da APO Group:
marie@apo-opa.com

Sobre a APO Group:
Fundada em 2007, a APO Group (www.APO-opa.com) é a principal consultora pan-africana de comunicação e serviço de distribuição de comunicados de imprensa, vencedora de múltiplos prémios. Reconhecida pela sua profunda experiência africana e pela perspetiva global abrangente, a empresa é especializada em elevar a reputação e o valor de marca de organizações públicas e privadas em toda a África. Como parceiro de confiança, a nossa missão é aproveitar o poder dos media, criando estratégias personalizadas que geram impacto tangível e mensurável tanto no continente como a nível global.

O nosso compromisso com a excelência e a inovação tem sido reconhecido com vários prémios de prestígio, incluindo um PRovoke Media Global SABRE Award e múltiplos PRovoke Media Africa SABRE Awards. Em 2023, fomos distinguidos como Leading Public Relations Firm Africa e Leading Pan-African Communications Consultancy Africa nos World Business Outlook Awards, e como Best Public Relations and Media Consultancy Agency of the Year South Africa em 2024 e novamente em 2025 na mesma distinção. Em 2025, a Brands Review Magazine reconheceu-nos como Leading Communications Consultancy in Africa pelo segundo ano consecutivo. A publicação distinguiu-nos ainda como Best PR Agency e Leading Press Release Distribution Platform in Africa em 2024. Adicionalmente, em 2025, recebemos a distinção Gold para Best PR Campaign e Bronze na categoria Special Event nos Davos Communications Awards.

A carteira de clientes da APO Group, que inclui multinacionais como Canon, Nestlé, Western Union, o PNUD, Network International, African Energy Chamber, Mercy Ships, Marriott, Africa’s Business Heroes e Liquid Intelligent Technologies, reflete a nossa capacidade ímpar de navegar no complexo ecossistema mediático africano. Com uma equipa multicultural distribuída pelo continente, oferecemos conhecimentos, experiência e alcance verdadeiramente pan-africanos. A APO Group está empenhada em redefinir narrativas sobre África, desafiando estereótipos e levando histórias inspiradoras africanas a audiências globais. A nossa experiência no desenvolvimento e apoio a campanhas de relações públicas em todo o mundo posiciona-nos de forma única para amplificar mensagens de marca, reforçar reputações e conectar eficazmente com públicos-alvo.

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Relatório lista crimes de guerra em larga escala no Sudão

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

A Missão Internacional Independente de Apuração de Fatos para o Sudão publicou o relatório “Uma Guerra de Atrocidades” ao Conselho de Direitos Humanos. 

O documento apresentado, na semana passada, defende que as forças envolvidas no conflito estão deliberadamente atacando a população civil cometendo atrocidades, incluindo crimes de guerra em larga escala no país africano. 

“Perseguição e extermínio” 

O relatório lista vários atos que também podem ser considerados crimes contra a humanidade, incluindo perseguição e extermínio. 

O grupo de investigadores indica que tanto as Forças Armadas Sudanesas quanto as Forças de Apoio Rápido, RSF, foram responsáveis ​​não apenas por ataques diretos e em larga escala contra civis.  

Elas cometeram atos de destruição de infraestrutura essencial à sobrevivência, incluindo centros médicos, mercados, sistemas de alimentação e água e campos acolhendo deslocados do conflito que eclodiu em abril de 2023. 

O documento revela que os paramilitares são responsáveis por vários crimes contra a humanidade durante o cerco de Al-Fasher, na região ocidental de Darfur. 

De acordo com a missão mandatada pela ONU, “nenhum dos lados respondeu imediatamente aos pedidos de comentário”. 

Destruição de meios de subsistência 

O documento atribui às RSF a prática de “crimes contra a humanidade, incluindo assassinatos em larga escala, violência sexual e de gênero, roubos e destruição de meios de subsistência às vezes culminando em perseguição e extermínio” 

A Missão de Apuração de Fatos é presidida por Mohamed Chande Othman e integra outros três peritos que investigaram os abusos. Uma das bases analisadas foi o relatório com mais de 200 entrevistas, muitas delas com sobreviventes de violência, além de material em vídeo e depoimentos de entidades civis. 

Centenas de milhares de pessoas ainda vivem sitiadas no último reduto do Exército sudanês em al-Fasher, capital do estado de Darfur do Norte, agora a linha de frente do conflito. 

O documento indica que as RSF e seus aliados usaram a fome como método de guerra, privando civis de acesso a artigos básicos como alimentos e medicamentos. 

Distribuído pelo Grupo APO para UN News.

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O Estado de Cross River e a Afreximbank assinam um Acordo de hospedagem para a Conferência de Investimento AfSNET 2026

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) (www.Afreximbank.com) e o Governo do Estado de Cross River assinaram oficialmente um Acordo de hospedagem para a 6ª Conferência de Investimento da Rede de Governos Sub-Soberanos Africanos 2026, marcando um marco significativo na cooperação regional e na promoção de investimentos em toda a África. 

O acordo foi assinado durante a sessão de Engajamento Empresarial Sub-Soberano realizada à margem da atual Feira de Comércio Intra-Africana 2025 (IATF2025) em Argel, Argélia. Foi assinado pelo Presidente e Chairman do Conselho de Administração da Afreximbank, Prof. Benedict Oramah e pelo Governador Executivo do Estado de Cross River, S.E. Príncipe Bassey Edet Otu. 

O acordo formaliza o papel do Estado de Cross River como anfitrião oficial da Conferência de Investimento AfSNET 2026, agendada para acontecer em Calabar, Estado de Cross River, Nigéria. O evento reunirá líderes sub-nacionais, investidores, parceiros de desenvolvimento e principais interessados para explorar oportunidades de comércio e investimento nas diversas regiões de África. 

A AfSNET, lançada pelo Afreximbank em 2021 em colaboração com a Secretaria da AfCFTA, serve como uma plataforma para fortalecer o papel das entidades Sub-Soberanas na promoção do comércio e desenvolvimento intra-africano. A conferência anual tem como objetivo colocar os governos municipais e estaduais no centro do comércio intra-africano. A edição de 2026 irá destacar projetos prontos para investimento, facilitar a conexão entre investidores e governos locais, e promover a integração regional. 

O Governador Executivo do Estado de Cross River, Príncipe Bassey Edet Otu, manifestou entusiasmo pela oportunidade: 

“Estamos honrados por ser os anfitriões do AfSNET 2026 e apresentar o Cross River como um gateway para investimentos na Nigéria e na África Ocidental. Este evento irá catalisar o crescimento económico, fomentar parcerias e elevar o perfil do nosso estado no palco continental.” 

As preparações para o AfSNET 2026 já estão a decorrer, com ambas as partes comprometidas em fornecer um evento de classe mundial. A conferência incluirá sessões plenárias, exposições, reuniões B2B e mostras culturais, oferecendo um ambiente dinâmico para diá. e realização de negócios. 

Falando durante a cerimónia de assinatura, o Presidente Oramah disse: “Quando a Afreximbank lançou a AfSNET em 2021, a nossa visão era clara: amplificar as vozes dos governos sub-soberanos na elaboração de políticas económicas, desbloquear oportunidades de investimento e acelerar o comércio em África. Acreditamos firmemente que o desenvolvimento deve ser descentralizado, originando-se onde as necessidades são mais pronunciadas nas nossas cidades, províncias, concelhos e regiões, e disseminando-se para influenciar o progresso nacional e continental.” 

Falando no mesmo evento, o Secretário-Geral do Secretariado da AfCFTA, H.E. Wamkele Mene, disse: “A integração e transformação da África não será alcançada apenas de cima para baixo. Será construída a partir da base; nos municípios, estados e províncias onde a política se torna realidade na vida das pessoas. A AfCFTA fornece a estrutura, a IATF fornece o mercado e a AfSNET é a ponte entre o poder local e o impacto continental. Aproveitemos este momento para empoderar os nossos sub-soberanos, acelerar a AfCFTA e construir uma África mais conectada, inclusiva e competitiva a nível global.” 

O Envolvimento Empresarial Sub-Soberano também proporcionou uma oportunidade para o lançamento da Investopedia do Fórum dos Governadores da Nigéria. A Investopedia destina-se a servir como um documento único que fornece aos investidores informações curadas, credíveis e transparentes sobre o pipeline de projetos nos 36 estados da Nigéria. Foi desenvolvida com o apoio da Afreximbank e outros parceiros. 

Ao lançar o Investopedia do Fórum dos Governadores da Nigéria, o Governador do Estado de Ogun, Sua Excelência Príncipe Adedapo Oluseun Abiodun, afirmou que o Investopedia do Fórum dos Governadores da Nigéria posicionará os Estados como destinos de capital credíveis e competitivos, a fim de desbloquear a prosperidade para milhões de pessoas. 

Os Estados têm a maior responsabilidade pelo défice de financiamento de infraestruturas da Nigéria. Os orçamentos públicos não conseguem sustentá-lo e precisamos de mobilizar capital africano e global para executar projetos subnacionais. Isso não apenas resolverá as lacunas de infraestrutura, mas também criará empregos, promoverá um crescimento inclusivo e desbloqueará uma nova era de prosperidade”, acrescentou S.E. Abiodun. 

A edição deste ano do Encontro Empresarial Sub-Soberano em Argel marca a sua quinta edição desde 2021, quando foi fundado. Esteve presente um grupo de governadores, prefeitos e líderes de governos sub-soberanos de toda a África e do Caribe. Edições anteriores da conferência foram realizadas em Durban, África do Sul (2021), Abuja, Nigéria (2022), Cairo, Egito (2023) e Kisumu, Quénia (2024). O evento anual junta líderes subnacionais de todo o continente para trocar ideias sobre como promover o desenvolvimento nas regiões africanas. 

Alguns dos projetos que se materializaram a partir da iniciativa AfSNET incluem financiamento para parques industriais e Zonas Económicas Especiais no Estado de Ogun, Nigéria, apoio ao desenvolvimento de um porto profundo no Estado de Cross River, Nigéria, e ajuda na preparação de grandes projetos como a iniciativa Nyanza Light Metals em KwaZulu-Natal, na África do Sul, para a viabilidade financeira, e apoio a estudos de viabilidade para a primeira instalação de fabricação contínua de medicamentos essenciais habilitada para blockchain de África, em Kisumu, Quénia. 

Distribuído pelo Grupo APO para Afreximbank.

Contacto de imprensa:
media@intrafricatradefair.com
press@afreximbank.com 

Sobre a Feira Intra-Africana de Comércio:
Organizado pelo Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank), pela Comissão da União Africana (AUC) e pelo Secretariado da Área de Livre Comércio Continental Africana (AfCFTA), a Feira Intra-Africana de Comércio (IATF) destina-se a fornecer uma plataforma única para facilitar a troca de informações sobre comércio e investimento em apoio ao aumento do comércio e investimento intra-africano, especialmente no contexto da implementação do Acordo de Livre Comércio Continental Africano (AfCFTA). A IATF reúne intervenientes continentais e globais para exibir os seus bens e serviços e explorar oportunidades de negócios e investimento no continente. Também proporciona uma plataforma para partilhar informações sobre comércio, investimento e mercado com as partes interessadas e permite que os participantes discutam e identifiquem soluções para os desafios que confrontam o comércio e investimento intra-africano. Além dos participantes africanos, a Feira de Comércio também está aberta a empresas e investidores de países não africanos interessados em fazer negócios em África e ao apoiar a transformação do continente através da industrialização e desenvolvimento das exportações. 

Para mais informações, por favor visite www.IntrAfricanTradeFair.com

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CEO da Fundação Merck mantém encontro com a Primeira-Dama de Angola e 13 Primeiras-Damas Africanas e Asiáticas na Cúpula da Iniciativa das Primeiras-Damas da Fundação Merck 2025

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

A Fundação Merck (www.Merck-Foundation.com), braço filantrópico da Merck KGaA Alemanha, realizou a 7ª Edição da Cimeira da Iniciativa das Primeiras-Damas da Fundação Merck – MFFLI 2025 recentemente. A Cimeira foi aberta pelo Prof. Dr. Frank Stangenberg-Haverkamp, Presidente do Conselho de Curadores da Fundação Merck, e Senadora, Dra. Rasha Kelej, CEO da Fundação Merck & Presidente da Iniciativa das Primeiras-Damas da Fundação Merck e por S. Exª. Dra. ANA DIAS LOURENÇO, Primeira-Dama da República de Angola e Embaixadora da Fundação Merck “Mais do Que uma Mãe”, bem como pelas Primeiras-Damas de Cabo Verde, República Centro Africana, Gabão, da Gâmbia, Gana, Quénia, Libéria, Maldivas, Moçambique, Nigéria, São Tomé e Príncipe, Senegal e Zimbabwe.

A Senadora, Dra. Rasha Kelej, CEO da Fundação Merck declarou: “Estou muito feliz por ter acolhido a minha querida irmã, S. Exª. Drª. ANA DIAS LOURENÇO, Primeira-Dama da República de Angola e Embaixadora da Fundação Merck “Mais do Que uma Mãe” na Cúpula da Iniciativa das Primeiras-Damas da Fundação 2025. Tivemos uma conversa muito significativa e em breve daremos início aos nossos programas conjuntos no país para transformar o cenário da saúde pública e aumentar a conscientização sobre uma ampla gama de questões sociais e de saúde.”

S. Exª. Drª. ANA DIAS LOURENÇO, Primeira-Dama da República de Angola e Embaixadora da Fundação Merck “Mais do Que uma Mãe” afirmou: “Estou ansiosa para iniciar a implementação do Programa Educar Linda, que visa empoderar meninas, atarvés da educação e erradicar o casamento infantil. Este programa é muito importante para mim, pois faz parte dos meus principais objectivos, como Primeira-Dama de Angola e, como mulher africana, acredito firmemente que a educação de meninas é uma das áreas mais cruciais para o empoderamento feminino. Além disso, também estou ansiosa para oferecer bolsas de estudo para os nossos médicos locais, a fim de desenvolver e fortalecer a capacidade de assistência médica no nosso país.”

Assista ao discurso da Primeira Dama de Angola e Embaixadora da Fundação Merck Mais do Que uma Mãe durante a Cúpula da Iniciativa das Primeiras Damas da Fundação Merck 2025 aqui: https://apo-opa.co/47tdbD2

Assista ao vídeo da CEO da Fundação Merck, Senadora, Dra. Rasha Kelej durante o encontro mantido com S. Exª. Dra. ANA DIAS LOURENÇO, Primeira Dama da República de Angola e Embaixadora da Fundação Merck “Mais do Que uma Mãe”: https://apo-opa.co/46ahYXw

No segundo dia da Cimeira, foi realizada a reunião do Comité da Iniciativa das Primeiras-Damas da Fundação Merck – MFFLI entre as Primeiras-Damas Africanas, o Presidente e a CEO da Fundação Merck, onde as Primeiras-Damas Africanas e Asiáticas compartilharam os relatórios de impacto dos programas da Fundação Merck nos seus respectivos países, bem como discutiram a futura estratégia.

Assista ao video da reunião do Comité MFFLI: https://apo-opa.co/468Ry8z

Durante a Cúpula, também foi realizada uma reunião estratégica entre a CEO da Fundação Merck, a Senadora, Dra. Rasha Kelej, e a Primeira-Dama de Angola, com o intuito de definir estratégias de desenvolvimento de capacidade de saúde e da mídia em Angola, bem como abordaram uma ampla gama de questões sociais e de saúde.

Assista ao vídeo da reunião aqui: https://apo-opa.co/45S7hdt

“A Fundação Merck sempre acreditou na importância do desenvolvimento de capacidade em saúde e vem trabalhando para isso desde 2012. Até o momento, já concedemos 2.280 bolsas de estudo a médicos de 52 países em 44 especialidades médicas carentes. Em breve, recrutaremos médicos angolanos para diversas especialidades médicas, em parceria com a Primeira-Dama e o Ministério da Saúde de Angola”, acrescentou a Senadora, Dra. Rasha Kelej.

A Fundação Merck, com o Gabinete da Primeira Dama de Angola, organizou três edições do seu Treinamento em Mídia da Saúde Online, para incentivar os jornalistas, a serem a voz dos que não têm voz e criar uma mudança cultural em torno de questões sociais críticas, tais como apoio à educação de meninas, a eliminação da VBG e da MGF, empoderamento feminino e questões de saúde, como a conscientização sobre a diabetes e a hipertensão.

A Fundação Merck, em parceria, com a Primeira Dama de Angola, também anunciou a abertura de candidaturas para os seus 8 importantes prémios de jornalismo, canção, moda, cinema, para estudantes e novos talentos com potencial nessas áreas.

A 7ª Edição da Cimeira da Iniciativa das Primeiras-Damas foi stransmitida em directo nos canais das redes sociais da Fundação Merck e da Senadora, Dra. Rasha Kelej, CEO da Fundação Merck:

@ Merck Foundation: Facebook (http://apo-opa.co/4pe3EGf), X (http://apo-opa.co/3JPQsr6), Instagram (http://apo-opa.co/46bYX7k), and YouTube (http://apo-opa.co/4pbbW1F).

@ Rasha Kelej: Facebook (http://apo-opa.co/4mVMxaS), X (http://apo-opa.co/47s6Zv3), Instagram (http://apo-opa.co/4mLGqpm), and YouTube (http://apo-opa.co/4pi5RAO).

Link para a transmissão em directo no Youtube da Sessão de Abertura do Painel de Alto Nível das Primeiras-Damas da Fundação  : https://apo-opa.co/4mRvKWe

Fundação Merck está a transformar o cenário de atendimento ao paciente e fazer história junto com os seus parceiros em África, Ásia e além, através de:

Mais de 2.280 bolsas de estudo fornecidas pela Fundação Merck para médicos de 52 países em mais de 44 especialidades médicas críticas e carentes.  

A Fundação Merck também está a criar uma mudança cultural e quebrar o silêncio sobre uma ampla gama de questões sociais e de saúde em África e em comunidades carentes através de:

Mais de 3.700 profissionais da mídia de mais de 35 países treinados para aumentar a conscientização sobre diferentes questões sociais e de saúde

8 prémios diferentes lançados anualmente para a melhor cobertura da mídia, designers de moda, filmes e músicas

Cerca de 30 músicas abordando questões sociais e de saúde, por cantores locais de toda a África

8 livros de histórias infantis em três línguas: inglês, francês e português

7 filmes de animação de conscientização em cinco línguas: inglês, francês, português, espanhol e Swahili para conscientizar sobre a prevenção e a detecção precoce da diabetes e da hipertensão e apoiar a educação de meninas.

Programa televisivo pan-africano “Nossa África da Fundação Merck” aborda questões sociais e de saúde em África através da comunidade “Moda e ARTE com Propósito”

Mais de 950 bolsas de estudo oferecidas a estudantes africanas de alto desempenho, mas carentes, para empoderá-las a concluir os seus estudos

15 canais de mídia social com mais de 8 milhões de seguidores

Distribuído pelo Grupo APO para Merck Foundation.

Contato:
Mehak Handa
Gerente do Programa de Conscientização Comunitária
Telefone: +91 9310087613 / +91 9319606669
Email: mehak.handa@external.merckgroup.com

Junte-se à conversa nas plataformas das nossas mídias sociais e deixe a sua voz ser ouvida:
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Website: www.Merck-Foundation.com
Baixar a Aplicação da Fundação Merck: https://apo-opa.co/3V8eHTJ

Sobre Fundação Merck:
A Fundação Merck, criada em 2017, é o braço filantrópico da Merck KGaA Alemanha e visa melhorar a saúde e o bem-estar das pessoas e impulsionar suas vidas por meio da ciência e da tecnologia. Nossos esforços concentram-se principalmente em melhorar o acesso a soluções de saúde de qualidade e equitativas em comunidades carentes, fortalecer a capacidade em saúde e pesquisa científica, empoderar meninas na educação e empoderar pessoas em STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática), com foco especial em mulheres e jovens. Todos os comunicados de imprensa da Fundação Merck são distribuídos por e-mail ao mesmo tempo em que são disponibilizados no site da Fundação Merck.  Visite www.Merck-Foundation.com para ler mais. Siga as redes sociais da Fundação Merck: Facebook (http://apo-opa.co/4pe3EGf), X (http://apo-opa.co/3JPQsr6), Instagram (http://apo-opa.co/46bYX7k), YouTube (http://apo-opa.co/4pbbW1F), Threads (http://apo-opa.co/4gd29ny) e Flickr (http://apo-opa.co/465889r).

A Fundação Merck dedica-se a melhorar os resultados sociais e de saúde de comunidades carentes. Embora colabore com diversos parceiros, incluindo governos, para alcançar os seus objectivos humanitários, a fundação permanece estritamente neutra em questões políticas. Não se envolve nem apoia quaisquer actividades, eleições ou regimes políticos, concentrando-se exclusivamente na sua missão de elevar a humanidade e promover o bem-estar, mantendo uma postura estritamente apolítica em todos os seus esforços.

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A Associação para a Mobilidade Sustentável em África (ASMAFRICA) organiza painel de alto nível sobre Transporte Sustentável na 2ª Cúpula Africana do Clima (ACS2)

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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A Associação para a Mobilidade Sustentável em África (ASMAFRICA) (https://ASMAFRICA.org/) organizará um painel de alto nível durante a 2ª Cúpula Africana do Clima (ACS2), destacando o transporte sustentável como motor do desenvolvimento, da resiliência e da integração do continente. 

O painel, intitulado “Oportunidades para o Transporte Sustentável em África: Transição Justa, Financiamento, Integração”, terá lugar na segunda-feira, 8 de setembro de 2025, das 14h00 às 15h30 (EAT), no Centro Internacional de Conferências de Adis Abeba (AICC), Sala AP 4. 

A sessão apresentará as conclusões preliminares do Livro Branco sobre Mobilidade Sustentável em África, que será finalizado e lançado na COP30 em Belém, Brasil. Também proporcionará um espaço de diá. sobre as oportunidades de uma transição justa e equitativa, mecanismos inovadores de financiamento e integração regional através da harmonização das regulamentações e corredores de transporte. 

Citações 

“A mobilidade sustentável de bens e pessoas é uma exigência para uma África próspera: é a espinha dorsal do desenvolvimento inclusivo, o sopro de uma África em movimento e o motor silencioso que transforma a vida quotidiana em dignidade partilhada.” 

— Linda Alliali Ehui, Presidente da ASMAFRICA 

“Desenvolver o transporte sustentável em África exige que vejamos a Economia Azul tanto como uma solução de mobilidade como um motor de crescimento. (…) Ao combinar infraestrutura, gestão comunitária e financiamento criativo, África pode moldar um sistema de transporte não apenas de baixo carbono, mas também inclusivo e resiliente.” 

— Embaixadora Nancy Karigithu – Embaixadora da Economia Azul, Presidência do Quénia 

Detalhes do Evento 

  • Título do Painel: Oportunidades para o Transporte Sustentável em África: Transição Justa, Financiamento, Integração 
  • Data: Segunda-feira, 8 de setembro de 2025 
  • Hora: 14h00 – 15h30 (EAT) 
  • Local: Centro Internacional de Conferências de Adis Abeba (AICC), Sala AP 4, Etiópia 

Painelistas 

  • Embaixadora Nancy Karigithu – Assessora da Economia Azul, Gabinete Executivo da Presidência do Quénia; Enviada Especial para Assuntos Marítimos e Economia Azul 
  • Dr. Jovin Mwemezi – Especialista em Transporte e Desenvolvimento de Corredores, Divisão de Transportes e Mobilidade da União Africana 
  • David Niyonsenga – Chefe de Equipa, Observatório Africano de Segurança Rodoviária (AfRSO), Divisão de Transportes e Mobilidade da União Africana 
  • Maria Ogbugo – Especialista em Desenvolvimento Marítimo e Descarbonização, Equipa de Campeões Climáticos 
  • Hubert Ruzibiza – Conselheiro Sénior em Finanças Climáticas; Fundador, Climate Prosperity Center Africa; Membro do Conselho Consultivo da ASMAFRICA 
  • Linda Alliali Ehui – Especialista em Seguros de Transportes e Construção; Presidente da ASMAFRICA  

Moderador: Kassamba Haidara – Especialista em transformação organizacional e finanças sustentáveis, Secretário-Geral da ASMAFRICA 

Distribuído pelo Grupo APO para ASMAFRICA.

Contacto para a Imprensa:
Nome: Kassamba Bintou Diaby Haidara, Secretária-Geral, ASMAFRICA 
Email: contact@asmafrica.org  
Telefone: +225 07 67 47 73 06 

Sobre a ASMAFRICA:
A ASMAFRICA é um Think & Do Tank pan-africano independente, registado na Côte d’Ivoire, que reúne especialistas africanos e afro-descendentes. A sua rede cobre mais de 13 países. As áreas de especialização incluem transporte marítimo, aviação, ferroviário, rodoviário, mobilidade urbana e rural, finanças e inovação digital. A sua missão é promover uma abordagem afro-cêntrica da mobilidade sustentável, adaptada às realidades africanas e alinhada com os objetivos globais de combate às alterações climáticas. 

Declaração do Simpósio das Conferências Episcopais de África e Madagáscar (SCEAM) : Acelerar as soluções climáticas globais: financiar o desenvolvimento resiliente e verde de África

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Simpósio das Conferências Episcopais de África e Madagáscar (SCEAM) (www.SECAM.org) afirma que a crise climática é uma emergência moral e ecológica. África sofre impactos desproporcionados – secas, ciclones, inundações, desertificação – apesar de ser o continente que menos contribui para as emissões globais. A Igreja Católica em África apela a uma ação ousada, equitativa e urgente para garantir que as soluções climáticas sejam lideradas por África, enraizadas nas comunidades e justas.

1. Soluções climáticas lideradas pela África

A SCEAM insiste que África não deve contentar-se em ser destinatária de agendas externas, mas deve ser a arquiteta de pleno direito do seu futuro ecológico. As comunidades rurais, ricas em sabedoria indígena, são laboratórios de ecologia integral e devem traçar o caminho para o desenvolvimento sustentável.[1]

2. Promover abordagens baseadas na natureza e na tecnologia

A Igreja apoia as energias renováveis, a agricultura regenerativa e as tecnologias adequadas que protegem a biodiversidade e respeitam o património cultural. As verdadeiras soluções devem integrar a equidade social, a dignidade humana e a proteção da criação, e não o lucro a curto prazo ou as «soluções falsas», tais como compensações prejudiciais ou projetos extrativos. Temos de ultrapassar a mentalidade que consiste em parecer preocupado sem, no entanto, introduzir mudanças substanciais. Ainda não estamos a enfrentar os problemas de forma direta, e os compromissos assumidos são fracos e difíceis de cumprir. Não podemos continuar a inventar desculpas; o que precisamos é de coragem e determinação para abandonar resolutamente os combustíveis fósseis, adotar fontes de energia renováveis e mudar verdadeiramente o nosso modo de vida para o bem da nossa casa comum.[2] 

3. Desenvolver as energias renováveis

O SCEAM defende o investimento em sistemas renováveis descentralizados e comunitários, em particular solares, que criam empregos dignos, capacitam mulheres e jovens e reduzem a pobreza energética, ao mesmo tempo que limitam as emissões de carbono. O futuro reside nesta energia renovável, nomeadamente os painéis solares.[3] É essencial investir em energias limpas e modernizar as infraestruturas para combater a pobreza energética em África.[4]

4. Mobilizar o financiamento climático de forma equitativa

A Igreja apela às nações ricas para que paguem a sua dívida ecológica através de um financiamento climático transparente, acessível e que não gere dívida. Os fundos para perdas e danos e para adaptação devem estar rapidamente operacionais, chegar diretamente às comunidades vulneráveis e promover a resiliência em vez da dependência. Como comunidades católicas de África, pedimos aos líderes das nações e instituições que reconheçam o seu dever moral e se comprometam a tomar medidas urgentes e ambiciosas para proteger a nossa casa comum e os mais vulneráveis. Os atrasos e as meias medidas apenas agravam o sofrimento das nossas populações e põe em risco as gerações futuras.[5] Qualquer acordo deve incluir financiamento para perdas e danos, que consiste em indenizar os países que já sofrem os efeitos devastadores das alterações climáticas sem serem responsáveis por elas. Trata-se de uma questão de justiça e solidariedade com as comunidades mais pobres e mais afetadas.[6]

5. Garantir a adaptação e a resiliência

Os esforços de adaptação devem preservar a segurança alimentar, os sistemas de abastecimento de água e os meios de subsistência, dando prioridade às populações pobres e marginalizadas. As comunidades religiosas estão dispostas a colaborar para educar, mobilizar e acompanhar as populações afetadas.

6. Fundamentos morais e solidariedade global

A ação climática é um imperativo espiritual.

O Fundo para Perdas e Danos deve ser implementado com urgência para responder aos efeitos devastadores das alterações climáticas que já estão a destruir vidas e meios de subsistência. Os países ricos devem reconhecer e pagar a sua dívida ecológica para com os países do Sul, sem continuar a endividar as nossas nações com empréstimos disfarçados de ajuda climática. Temos de pôr fim à expansão dos combustíveis fósseis e, em vez disso, desenvolver soluções energéticas limpas e renováveis que capacitem as nossas comunidades, respeitem as nossas culturas e protejam a nossa casa comum.[7]

A própria Terra, oprimida e devastada, está entre os mais abandonados e maltratados dos nossos pobres.[8]

O nosso compromisso

Com base na Laudato Si’ e na Laudate Deum, a SCEAM compromete-se a:

  • Promover a conversão ecológica em cada paróquia, escola e diocese;
  • Defender, na COP30 e noutros fóruns mundiais, a eliminação progressiva e equitativa dos combustíveis fósseis e a transição para as energias renováveis;
  • Criar um observatório eclesial sobre justiça climática para monitorizar a implementação dos compromissos climáticos;
  • Associar-se a atores éticos para construir uma África verde e resiliente.

África deve erguer-se como voz moral e agente da sua própria transformação. A justiça, a solidariedade e o respeito pela criação não exigem menos do que isso.


REFERÊNCIAS

  1. Padre Emmanuel Katongole, Conferência Laudato Si’ África (2025)
  2. Papa Francisco, Laudate Deum (2023), parágrafo 56, citado pelo SCEAM
  3. Cardeal Fridolin Ambongo, presidente do SCEAM
  4. Comissão Justiça, Paz e Desenvolvimento da SCEAM, COP29 (2024)
  5. Declaração da SCEAM, COP28 (2023)
  6. Cardeal Fridolin Ambongo, COP27 (2022)
  7. Cardeal Fridolin Ambongo, conferência de imprensa no Vaticano (2025)
  8. Papa Francisco, Laudato Si’, citado na declaração conjunta SCEAM-COMECE

Distribuído pelo Grupo APO para Symposium of Episcopal Conferences of Africa and Madagascar (SECAM).

Contatos para a imprensa:
Acra (Gana):
+233 55 733 7871
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Adis Abeba (Etiópia):
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Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANPG) redefine as regras para campos maduros com o Decreto de Produção Incremental

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O regulador do upstream em Angola – a Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANPG) – está a revitalizar a produção nos campos petrolíferos maduros do país através da implementação do Decreto de Produção Incremental. Durante a pré-conferência da Angola Oil & Gas 2025 – realizada antes da abertura oficial da conferência, que terá lugar a 3 de Setembro – Victor dos Santos, Coordenador da Produção Incremental da ANPG, apresentou os incentivos fiscais e tributários previstos no decreto. A sessão contou com o patrocínio da ANPG.

“O Decreto de Produção Incremental visa recuperar o valor económico dos activos, tendo em conta que estes já são maduros e produziram cerca de 70% das reservas iniciais. Como estão em operação há 17 anos ou mais, as suas infraestruturas estão envelhecidas. Percebemos que ainda existem oportunidades não desenvolvidas nestes activos. Implementámos termos que permitem aos operadores investir nessas oportunidades”, destacou Victor dos Santos.

Concebido para maximizar a produção nos campos maduros de Angola, o decreto é parte central da estratégia do Governo para manter a produção acima de um milhão de barris por dia e reforçar a atractividade do reinvestimento em activos já em produção. Entre os benefícios, destacam-se: estabilizar a produção de base; permitir que os operadores produzam acima da capacidade base; aumentar a eficiência operacional; equilibrar os interesses dos stakeholders; promover a exploração adicional em activos já em produção; e desbloquear potenciais anteriormente considerados inviáveis face aos termos fiscais então em vigor.

“Há uma redução fiscal disponível para os operadores. No âmbito dos Contratos de Partilha de Produção, o Imposto sobre o Rendimento do Petróleo (IRP) foi reduzido de 50% para 25%, enquanto nos contratos de associação o IRP baixou de 65,75% para 55,75%”, explicou o responsável.

Estes incentivos permitem prolongar a vida útil dos activos em produção, bem como das infraestruturas e equipamentos associados, assegurando a manutenção de postos de trabalho e a dinamização da actividade dos prestadores de serviços. Ao aumentar a produção, Angola reforça o factor de recuperação e maximiza as receitas para todas as partes envolvidas. Com o Decreto de Produção Incremental, os operadores podem recuperar custos de poços de exploração, independentemente da existência de descobertas. Campos marginais dentro de blocos em produção também beneficiam de termos contratuais e fiscais diferenciados.

O Decreto de Produção Incremental junta-se a outras medidas introduzidas pela ANPG para atrair investimento em diferentes tipos de ativos – desde campos de grande escala a activos marginais e projectos não-associados.

“Implementámos o Decreto 5/18 para permitir que os operadores continuassem actividades de exploração dentro das áreas de desenvolvimento. Este decreto surgiu como incentivo, considerando que durante a fase de desenvolvimento alguns campos atingem a maturidade. Assim, assegura-se a extensão da vida útil para além da licença de produção”, prosseguiu.

Acrescentando que “a segunda política que implementámos foi o Decreto 6/18, direccionado a campos marginais, com melhores termos fiscais que permitem às empresas desenvolver estes activos. O Decreto 7/18 centrou-se na monetização do gás. Também implementámos incentivos através do Decreto 8/14, para estimular a produção adicional em campos maduros. Isto permite atrair mais investimento.”

Distribuído pelo Grupo APO para Energy Capital & Power.

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Léandre Bassolé assume oficialmente o cargo de diretor do escritório regional do Banco Africano de Desenvolvimento para a África Central

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O novo diretor-geral do Escritório Regional de Desenvolvimento, Integração e Prestação de Serviços para a África Central do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (www.AfDB.org/pt), Léandre Bassolé, assumiu oficialmente suas funções a 27 de agosto de 2025, em Yaoundé, Camarões.

Bassolé apresentou a sua carta de apresentação a Oumarou Chinmoun, secretário-geral do Ministério das Relações Exteriores dos Camarões, em representação do ministro Lejeune Mbella Mbella. Em seguida, as conversas entre as duas personalidades destacaram o papel estratégico do Banco no desenvolvimento dos Camarões e da sub-região.

“Compreendemos que está aqui como filho, como irmão e como amigo. Devo dizer-lhe que o nosso governo está muito satisfeito com a escolha do nosso país para acolher a sede da direção-geral do Banco na sub-região”, declarou o Sr. Chinmoun.

“A nível sub-regional, saudamos o vosso apoio na implementação dos programas económicos e financeiros. Face aos desafios colocados pela crise da arquitetura financeira mundial, o apoio do Banco Africano de Desenvolvimento representa uma mais-valia que contribui para reforçar a resiliência dos nossos países face aos diferentes choques”, acrescentou.

No dia seguinte à sua tomada de posse (28 de agosto), Bassolé foi recebido em audiência por Alamine Ousmane Mey, ministro da Economia, Planeamento e Ordenamento do Território e governador do Banco para os Camarões. As discussões incidiram sobre o estado da cooperação, a implementação dos projetos existentes e as perspetivas de novos compromissos em apoio à Estratégia Nacional de Desenvolvimento 2030.

“Congratulo-me com a qualidade das relações de cooperação com o Grupo Banco. Temos 24 projetos ativos nos setores prioritários do nosso desenvolvimento, com uma dinâmica orientada para a realização de projetos integrados com um impacto real na economia e na qualidade de vida das populações”, afirmou Mey.

Por seu lado, Bassolé salientou a prioridade do Banco em reforçar a sua presença operacional, acelerar a implementação dos projetos e melhorar o seu impacto nos sete países abrangidos pelo escritório regional (Camarões, República Centro-Africana, Congo, Gabão, Guiné Equatorial, República Democrática do Congo e Chade).

“A estratégia do Banco Africano de Desenvolvimento visa implementar todas as nossas operações regionais a partir dos Camarões e tornar Yaoundé um polo de excelência. O volume dos nossos compromissos no país ascende agora a cerca de 2,2 mil milhões de dólares, dos quais quase 50% em transportes, seguidos pela energia e pela agricultura”, declarou.

“Vamos trabalhar em conjunto para construir projetos e programas que respondam às aspirações das autoridades camaronenses e contribuam de forma sustentável para a melhoria das condições de vida das populações”, concluiu.

A 30 de junho de 2025, a carteira do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento nos Camarões contava com 24 projetos, num volume de 2,2 mil milhões de dólares. À escala da região da África Central, representa 130 operações, das quais cerca de 40 regionais e multinacionais, num montante total superior a 5 mil milhões de dólares.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Sobre o Grupo do Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org/pt

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Camarões: Aposta vencedora na piscicultura melhora as condições de vida das populações

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

Nas regiões do Litoral e do Sudoeste dos Camarões, os viveiros piscícolas já não são apenas locais de produção, mas verdadeiros polos de oportunidade e transformação económica. Graças ao Projeto de Desenvolvimento das Cadeias de Valor da Pecuária e da Piscicultura (PD-CVEP) (https://apo-opa.co/4ngcBNG), financiado em 84 milhões de euros pelo Banco Africano de Desenvolvimento e implementado pelo Ministério da Pecuária, Pescas e Indústrias Animais dos Camarões, uma nova dinâmica traz esperança aos piscicultores, especialmente aos jovens e às mulheres.

No centro desta transformação está a distribuição de 2.600 reprodutores de uma variedade de peixes-gato africanos com elevado potencial, alta taxa de crescimento, baixo teor de gordura e baixa taxa de mortalidade, produzidos pelo Instituto de Investigação Agrícola para o Desenvolvimento. Estes reprodutores apresentam um desempenho significativamente melhorado: atingem o tamanho comercializável, ou seja, 350 a 500 gramas em 5 a 6 meses, contra 8 a 9 meses anteriormente, e apresentam uma taxa de sobrevivência dos alevins de 80 a 85%, contra cerca de 60% para as antigas estirpes. Cada fêmea pode produzir 15 mil a 20 mil alevins por ciclo, com até três ciclos por ano. No total, 50 incubadoras foram selecionadas para a fase de pré-divulgação. O projeto permite melhorar a qualidade genética dos peixes produzidos, reforçar a autonomia dos criadores e responder ao desafio nacional da segurança alimentar.

Desde outubro de 2024, estes reprodutores distribuídos em 50 incubadoras-piloto permitiram produzir e colocar à venda mais de 115 mil alevins, destinados principalmente ao crescimento. Embora esta operação ainda esteja em fase de pré-divulgação, os primeiros resultados são muito encorajadores. A maioria dos viveiros beneficiários relatou um desempenho satisfatório. Alguns reprodutores, ainda imaturos quando recebidos, necessitaram de um período de engorda de cerca de três meses, o que foi integrado no planeamento da produção.

“O apoio do projeto incentiva-nos a ir mais longe. É uma verdadeira motivação para continuar o que começámos. Agradecemos a todos os parceiros que tornaram este avanço possível. Hoje, sinto-me mais bem equipada para tornar a piscicultura uma atividade rentável”, disse Fanta Njifondjou Oumarou, piscicultora em Limbé, cidade costeira no noroeste dos Camarões.

Mas o projeto vai muito além do simples fornecimento de reprodutores. Ele faz parte de uma visão integrada de desenvolvimento do setor piscícola. Assim, 280 piscicultores de diferentes regiões dos Camarões beneficiaram de uma formação completa sobre todos os elos da cadeia: criação em gaiolas flutuantes, reprodução, gestão de incubadoras, alimentação aquícola e gestão empresarial. Esta abordagem visa reforçar as capacidades técnicas dos intervenientes, a sua resiliência económica e a qualidade dos produtos oferecidos no mercado local.

O Projeto de Desenvolvimento das Cadeias de Valor da Pecuária e da Piscicultura tem um objetivo estratégico: aumentar em 10 000 toneladas a produção nacional anual de peixe até 2027, a fim de reduzir a dependência das importações e melhorar a segurança alimentar. Para alcançar esta ambição, uma missão do Banco Africano de Desenvolvimento realizada em abril de 2025 recomendou a aceleração da importação de reprodutores melhorados de clarias e tilápias, a fim de enriquecer a base genética nacional. No total, estão previstos 15 mil reprodutores, de acordo com a convenção assinada com o Instituto de Investigação Agrícola para o Desenvolvimento.

Para garantir um acompanhamento rigoroso da utilização e do desempenho dos reprodutores, foi criado um dispositivo tripartido Instituto-projeto-ministério responsável, em estreita ligação com as profissões piscícolas regionais. Relatórios técnicos trimestrais, apoiados por um sistema digital de recolha de dados, permitem acompanhar os níveis de produção, a satisfação dos beneficiários e a eficácia das formações.

“Recebemos reprodutores certificados, com rendimentos muito bons. São raças estáveis, que crescem mais rapidamente e que nos evitam muitos problemas relacionados com a irregularidade e a falta de rastreabilidade das raças antigas. Isto vai transformar a nossa produção”, explica Hermine Kemedeu Tchuileu, beneficiária sediada em Douala, a capital económica.

A procura do mercado também está a sofrer uma transformação. Nos mercados populares e entre os restauradores, os peixes provenientes de reprodutores melhorados de clarias seduzem pela sua qualidade e sabor.

“A textura da carne permanece firme após a grelha, porque tem menos gordura do que as antigas variedades. O sabor atrai mais clientes e os meus rendimentos aumentaram significativamente”, explica Moukoudi Mbappé Dolie, vendedora de peixe grelhado em Douala.

A visita de campo aos mercados de Deïdo e Dakar, em Douala, permitiu constatar as condições precárias em que as comerciantes de peixe trabalhavam.

Isso levou à integração no projeto de um plano de reabilitação específica dos espaços de venda, nomeadamente a construção de infraestruturas adequadas, tais como balcões higiénicos, acesso a gelo e água corrente e a criação de zonas seguras.

“O projeto devolve-nos a esperança. Trabalhar com condições melhores não é um luxo, é uma necessidade. Balcões limpos e seguros vão ajudar-nos a conservar melhor o peixe e a vendê-lo com dignidade”, congratula-se Marthe Epoko, vendedora no mercado de Deïdo.

Para além das ações imediatas, a reabilitação em curso das estações piscícolas de Bamenda, Yaoundé e Foumban permitirá reforçar consideravelmente a oferta nacional de alevins de qualidade. Estes polos regionais tornar-se-ão centros de abastecimento estratégicos para centenas de piscicultores em todo o país.

O Projeto de Desenvolvimento das Cadeias de Valor da Pecuária e da Piscicultura não é, portanto, apenas um projeto de apoio pontual. Constitui um verdadeiro ecossistema de desenvolvimento local, ancorado numa lógica de resiliência, formação, inovação e inclusão. Insere-se plenamente na política nacional de transformação do setor rural.

“Vamos garantir um acompanhamento de proximidade às incubadoras beneficiárias. É essencial que a rastreabilidade, o desempenho dos reprodutores e a qualidade dos alevins produzidos sejam garantidos. Este projeto é estruturante para o futuro da nossa fileira aquícola”, sublinha Victor Viban Banah, delegado regional do Ministério da Pecuária, Pesca e Indústrias Animais para o Litoral.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

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