Banco Africano de Desenvolvimento aprova estratégia de 500 milhões de dólares para impulsionar o crescimento inclusivo e a resiliência económica na Serra Leoa

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Conselho de Administração do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (www.AfDB.org) aprovou um novo Documento de Estratégia Nacional (CSP) para a Serra Leoa para 2025-2030, comprometendo-se a investir aproximadamente 500 milhões de dólares nos próximos cinco anos para fomentar o crescimento económico sustentável, fortalecer a resiliência à fragilidade e promover o desenvolvimento inclusivo. 

A estratégia baseia-se em duas prioridades principais: desenvolver infraestruturas sustentáveis para aumentar a competitividade do setor privado e apoiar o desenvolvimento da cadeia de valor agrícola para impulsionar a criação de emprego e a segurança alimentar. Estas áreas de foco visam diretamente os principais desafios de desenvolvimento da Serra Leoa – nomeadamente as lacunas nas infraestruturas, a limitada adição de valor por parte do setor privado e a elevada vulnerabilidade às alterações climáticas. 

Com um financiamento total estimado em 2,1 mil milhões de dólares, incluindo cofinanciamento de parceiros de desenvolvimento, o CSP está alinhado com o Plano Nacional de Desenvolvimento (2021-2025) e a Visão 2030 do governo, que visam posicionar a Serra Leoa como um país de rendimento médio até 2030. 

As principais iniciativas de infraestruturas centrar-se-ão na expansão da produção de energia renovável – aumentando o acesso à eletricidade, de 41% em 2024, para 60% até 2030 –, juntamente com a modernização de redes rodoviárias resistentes às alterações climáticas e a melhoria dos sistemas de água e saneamento, para proporcionar acesso a água potável a mais 1,2 milhões de pessoas. 

A componente agrícola dá prioridade à transformação agroindustrial, com o objetivo de reduzir a dependência da importação de alimentos, atualmente em 70% para culturas básicas como o arroz, ao mesmo tempo que cria mais de 500 mil empregos, particularmente para mulheres e jovens, através do apoio a pequenas e médias empresas. 

A economia da Serra Leoa tem demonstrado resiliência, com um crescimento real do PIB de 6,7%, em média, entre 2020 e 2024, impulsionado pelos setores da agricultura e dos serviços. A nova estratégia aproveita este impulso e alavanca a carteira existente do Banco de 10 projetos em curso no valor de 150 milhões de dólares, que já melhoraram a conectividade rodoviária e o acesso à energia. 

“Esta estratégia representa um passo ousado para a construção de uma economia resiliente e inclusiva na Serra Leoa. Ao investir em infraestruturas sustentáveis e na agricultura, estamos a capacitar as comunidades, a criar empregos e a apoiar a visão da Serra Leoa para um crescimento transformador”, afirmou Halima Hashi, Diretora Nacional da Serra Leoa. 

Programas como a Ação Financeira Afirmativa para as Mulheres em África (AFAWA) do Banco proporcionarão financiamento e formação específicos a empresas agrícolas lideradas por mulheres, enquanto as ferramentas digitais aumentarão a eficiência da cadeia de abastecimento e o acesso ao mercado em todo o setor agrícola. 

O CSP está alinhado com o Plano Nacional de Desenvolvimento a Médio Prazo da Serra Leoa, a Agenda 2063 da União Africana e a Estratégia Decenal do Banco. A estratégia também apoia os compromissos da Serra Leoa no âmbito da Zona de Comércio Livre Continental Africana (AfCFTA), melhorando as infraestruturas comerciais e as exportações agrícolas. 

A estratégia incorpora temas transversais, incluindo a mitigação das alterações climáticas, a igualdade de género e o empoderamento dos jovens. Tem como objetivo reduzir a pegada de carbono da Serra Leoa através de projetos de energia renovável e promover uma agricultura inteligente do ponto de vista climático para mitigar os impactos das inundações e secas que têm afetado cada vez mais o país. 

A implementação começa imediatamente, com uma estreita coordenação entre o governo, o setor privado e a sociedade civil, para maximizar o impacto e garantir o alinhamento com as prioridades nacionais. As salvaguardas ambientais e sociais garantirão o cumprimento das regulamentações nacionais, incluindo a Lei de Proteção Ambiental de 2022 da Serra Leoa. 

A estratégia aborda os fatores estruturais de fragilidade por meio de investimentos direcionados para infraestruturas e cadeias de valor agrícolas, com sistemas de monitorização projetados para acompanhar o progresso em direção a resultados de desenvolvimento mensuráveis e resultados inclusivos em termos de género. 

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Contato para os media:  
Natalie Nkembuh
Departamento de Comunicação e Relações Externas
media@afdb.org

Sobre o Grupo do Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org/pt

Media files

Baixar .tipo

Presidente do Banco Africano de Desenvolvimento promete aprofundar cooperação com principais constituintes

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O presidente do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (www.AfDB.org), Sidi Ould Tah, reuniu-se esta semana com os ministros das Finanças da Gâmbia, Gana, Libéria, Serra Leoa e Sudão, reafirmando a parceria do Banco com estes países e prometendo aprofundar a cooperação para a transformação económica e resiliência.

As conversações, realizadas à margem dos Encontros Anuais do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional de 2025 em Washington, DC, nos EUA, centraram-se nos desafios económicos, nas vulnerabilidades da dívida e nas prioridades de desenvolvimento da região, bem como na próxima 17.ª reposição do Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF-17).

Os ministros, que também são governadores do Conselho do Banco, felicitaram Ould Tah pela sua recente eleição como presidente do Banco e elogiaram o seu historial de liderança, incluindo as conquistas como presidente do Banco Árabe para o Desenvolvimento Económico em África (BADEA).

O ministro do Gana, Cassiel Ato Forson, elogiou Ould Tah como “o líder certo para levar o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento ao próximo nível” e apoiou os esforços do Grupo Banco para ligar a transformação agrícola à nova arquitetura financeira de África e à agenda de industrialização verde.

Os cinco países também reafirmaram o seu compromisso com o Fundo Africano de Desenvolvimento (FAD) e prometeram apoio antecipado para a reposição do ADF-17, que terá lugar em Londres, em meados de dezembro.

Num forte sinal de confiança na governação e direção estratégica do Banco, o ministro ganês afirmou que o seu país irá acelerar o pagamento da sua subscrição e organizar uma sessão de compromissos do ADF-17 em conjunto com o Reino Unido. O ministro da Gâmbia, Seedy Keita, anunciou a intenção do seu país de contribuir para o ADF-17, enquanto o ministro da Libéria, Augustine Ngafuan, e o ministro da Serra Leoa, Sheku Bangura, se comprometeram a alocar fundos para a reposição nos seus respetivos orçamentos nacionais. 

Os cinco governadores também expressaram forte apoio às prioridades estratégicas do Banco em matéria de industrialização, acesso à energia e crescimento do setor privado. A Serra Leoa salientou o potencial transformador da Missão 300 – uma iniciativa conjunta com o Banco Mundial para alargar o acesso à energia a mais 300 milhões de africanos até 2030 – para acelerar as cadeias de valor regionais e a criação de emprego. 

O ministro sudanês, Gibril Ibrahim, expressou o seu apreço pelo apoio contínuo do Banco durante este período de transição e solicitou uma assistência reforçada para a recuperação pós-conflito nos domínios da energia, agricultura e educação.

Abordar a sustentabilidade da dívida e construir resiliência

Além disso, os ministros manifestaram a sua preocupação com o aumento das vulnerabilidades da dívida em toda a África, instando o Banco a intensificar o seu apoio às reestruturações de dívida, à sustentabilidade e às iniciativas que visam mobilizar recursos internos. Sublinharam também a necessidade vital de abordar as prioridades transversais no âmbito do ADF-17 – incluindo a fragilidade, a resiliência e o emprego dos jovens. 

O Presidente Ould Tah reafirmou que enfrentar esses desafios é fundamental para a sua visão de uma Nova Arquitetura Financeira Africana – que aumenta a voz de África nas finanças globais e canaliza mais financiamento concessionais e mistos para países em crise ou a sair de uma crise.

Agradeceu aos ministros pela confiança depositada nele e reiterou que o Banco continuará a trabalhar em estreita colaboração com cada país para promover prioridades comuns, observando que os compromissos com o ADF-17 assumidos pelos países mostravam a crescente confiança na visão e na governação do Banco. 

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Contacto para os media:
Departamento de Comunicação e Relações Externas
media@afdb.org

Sobre o Grupo do Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org/pt

Media files

Baixar .tipo

Talentos tecnológicos da Geração Z redefinem a luta da África do Sul contra a fome

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

Em vésperas do Dia Mundial da Alimentação, a crise da fome na África do Sul acaba de conhecer a sua próxima vaga de inovações. Sessenta dos inovadores da Geração Z mais inteligentes do país passaram uma semana a investigar um dos problemas mais difíceis do país, a fome infantil, e apresentaram ideias inovadoras e tecnológicas que poderão mudar a forma como a insegurança alimentar é tratada.

A inteligência artificial, a blockchain, a visualização de dados e as plataformas orientadas para a comunidade foram algumas das tecnologias utilizadas durante o The Biggest Hunger Hack, um desafio organizado pela KFC África. O evento convidou jovens nativos digitais a reformularem o projeto de código aberto Add Hope (https://AddHope.KFC.co.za/).

O Add Hope, alimentado por milhões de donativos de 2 rands dos clientes da KFC, já alimenta mais de 3300 centros de alimentação em todo o país, tendo chegado a mais de 154.000 crianças no ano passado. Mas a geração Z acaba de mostrar como a receita pode ganhar um impulso digital. Poderá ser atribuído um potencial financiamento inicial de até 1 milhão de rands ao desenvolvimento da solução vencedora.

Soluções de destaque

A equipa vencedora. Ctrl-Alt-Del-Hunger, transformou a crise de desperdício alimentar da África do Sul numa oportunidade de impacto social. A sua aplicação Misfits Mzansi resgata fruta e legumes “feios” que normalmente seriam deitados ao lixo nas quintas e entrega-os a famílias com insegurança alimentar.

A plataforma também acolhe desafios de culinária de curta duração, conteúdos educativos e donativos impulsionados por anúncios, para que os utilizadores alimentem literalmente as famílias através da participação nos conteúdos. “Pode tornar-se um filantropo simplesmente vendo um vídeo”, afirmou a equipa.

Os guionistas de rua criaram um ecossistema de donativos que dá prioridade aos meios de comunicação social. O seu conceito inclui um painel de controlo dos doadores em tempo real, um mapa de pontos de recolha de donativos e uma integração de recompensas de fidelização da KFC, em que as boas ações desbloqueiam refeições gratuitas. Além disso, propuseram a @ KFCAddHopeSA, uma campanha TikTok-to-Till para contar histórias digitais que mantém os doadores ligados.

O ecossistema de chatbot da Bit Coders torna os donativos inclusivos e transparentes – mesmo para quem não é cliente do KFC. Inclui informações sobre os doadores orientadas por IA, recompensas e transferências de certificação fiscal para grandes donativos, utilizando a API MTN MoMo para pagamentos sem falhas.

A solução da Hack 4 Hope apresentou um chatbot do WhatsApp que permite aos clientes ler um código QR a partir do talão de caixa do KFC para fazer um donativo instantâneo. Baseado em blockchain, o sistema fornece provas do percurso de cada donativo de 2 rands, desde o doador até à refeição servida, criando total transparência e reforçando a confiança. As “HopeCoins” da plataforma recompensam os doadores recorrentes e gamificam a doação.

O ingrediente final: colaboração

“O Biggest Hunger Hack mostrou o que acontece quando os jovens nativos digitais utilizam a tecnologia para o bem”, afirmou Andra Nel, Diretora de Brand Purpose e ESG da KFC África. “Compreendem a fome porque muitos a viveram e compreendem a tecnologia porque nasceram nela. Este é o ponto ideal para a inovação com propósito.”

As partes interessadas do mundo empresarial, do governo e da sociedade civil juntaram-se ao evento em Joanesburgo para verem os hackers apresentarem as suas ideias ao vivo e explorarem formas de as expandir a nível nacional.

Nel afirmou que o próximo passo é codesenvolver programas-piloto com os parceiros da Add Hope, com o objetivo de apresentar os resultados na altura em que a Convenção Nacional sobre a Fome Infantil se reunir no início do próximo ano.

“A colaboração é o nosso principal ingrediente, desde os clientes que entregam os 2 rands na caixa registadora até parceiros como a McCormick, a Tiger Brands, a Foodserv, a CBH, a Nature’s Garden, a Digistics e a Coca-Cola Beverages South Africa, todos eles apoiantes da receita da Add Hope”, afirmou.

“Abrir a Add Hope como um projeto de código aberto desencadeou uma efusão de ubuntu que está a transformar esta luta num movimento, com o qual a África do Sul e o mundo podem aprender.”

“Estes hackers da Geração Z mostraram como a tecnologia pode potenciar o alcance e a transparência. Agora o objetivo é transformar os seus melhores conceitos em pilotos ao vivo com os nossos 128 parceiros de alimentação”, afirmou Nel.

Distribuído pelo Grupo APO para KFC Africa.

Media files

Baixar .tipo

O Grupo DHL compromete-se a investir mais de 300 milhões de euros para acelerar o crescimento do comércio em África

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Grupo DHL (“DHL”) (www.DHL.com) anunciou hoje um investimento planeado de mais de 300 milhões de euros na África Subsariana (SSA), reafirmando o seu compromisso a longo prazo com uma região de crescente importância estratégica no comércio global. A iniciativa plurianual será implementada na DHL Express, na DHL Global Forwarding e na DHL Supply Chain para expandir a infraestrutura, melhorar as capacidades de serviço e criar oportunidades para as empresas em setores-chave, incluindo o comércio eletrónico, os produtos perecíveis, a energia e as ciências da vida e cuidados de saúde.

As oportunidades comerciais de África estão a aumentar à medida que a integração regional ganha ritmo. A Zona de Comércio Livre Continental Africana está a criar um mercado continental que pode aprofundar o comércio intra-africano e abrir novos corredores com o resto do mundo. Os progressos dependem de melhorias contínuas nas infraestruturas e na facilitação do comércio, mas os fluxos transfronteiriços mantiveram-se resistentes e as empresas africanas estão cada vez mais ligadas às cadeias de valor mundiais.

De acordo com a última atualização do DHL Global Connectedness Tracker, a África Subsariana liderou todas as regiões do mundo no primeiro semestre de 2025, com um aumento anual de 10% no valor do comércio (em dólares norte-americanos ao valor atual), à frente da América do Norte com 7% e da América do Sul e Central e Caraíbas com 5%. As previsões atuais, de setembro de 2025, indicam que o volume de comércio da região crescerá em média 4,3 % por ano entre 2025 e 2029, o segundo mais rápido a nível mundial, atrás do Sul da Ásia e da Ásia Central. 

“África encontra-se num momento crucial no seu percurso comercial”, afirmou John Pearson, CEO da DHL Express. “Apesar da volatilidade global, o continente continua a mostrar resiliência e dinamismo. O nosso investimento reflete a confiança na trajetória de África e o compromisso da DHL em permitir os fluxos comerciais que impulsionam o crescimento inclusivo. Ao reforçarmos a nossa rede e as nossas capacidades, pretendemos facilitar às empresas africanas, desde as pequenas e médias empresas (PME) às grandes empresas, a concorrência na cena mundial.”

Na DHL Express, o investimento incluirá a atualização das portas de entrada, o aumento da capacidade da aviação e o alargamento da cobertura de tempo definido para as segundas cidades que estão a emergir como centros de procura no âmbito da ZCLCA. Sendo o único integrador com uma rede aérea dedicada na África Subsariana, a Express ligará estas cidades de forma mais estreita às rotas África-Europa e África-Ásia, com base no recente crescimento na Etiópia e na Nigéria.

Hennie Heymans, CEO da DHL Express para a África Subsariana, afirmou: “O nosso objetivo é estar mais próximo dos clientes e tornar os envios transfronteiriços mais simples e fiáveis. À medida que o comércio se expande, as empresas pedem tempos de trânsito previsíveis, um desempenho de entrega consistente e um apoio que compreenda as condições locais. Ao elevarmos a fasquia do serviço e da proximidade, ajudaremos mais empresas africanas a fazer comércio de forma eficiente e a competir num palco maior.”

A DHL Global Forwarding centrará o seu investimento no reforço das principais soluções industriais que estão a impulsionar o crescimento do comércio em África. A divisão está a expandir as suas capacidades em projetos energéticos e industriais, apoiando o papel de África na transição energética global, melhorando a cadeia de frio e a logística de produtos perecíveis para os exportadores de agricultura e horticultura e aumentando a sua experiência em ciências da vida e cuidados de saúde com transporte especializado a temperatura controlada. Estas melhorias baseiam-se na rede de transitários e na experiência aduaneira da DHL nas principais rotas comerciais africanas que ligam o continente à Europa, Ásia e Médio Oriente.

Amadou Diallo, CEO da DHL Global Forwarding Médio Oriente e África, acrescentou: “Os clientes estão sujeitos a padrões comerciais variáveis e requisitos regulamentares mais rigorosos, pelo que a fiabilidade e a visibilidade são mais importantes do que nunca. Estamos a reforçar as soluções de encaminhamento com uma especialização local mais profunda e ferramentas digitais melhoradas, dando aos clientes um controlo mais claro dos seus envios desde a origem até ao destino. O objetivo é simples: manter as mercadorias em movimento de forma previsível e ajudar os clientes a captar o crescimento onde a procura está a surgir.”

A DHL Supply Chain acrescentará capacidade e soluções orientadas para o transporte, com um claro foco no setor dos transportadores e das ciências da vida e cuidados de saúde, incluindo capacidade adicional sensível à temperatura para apoiar fluxos críticos de cuidados de saúde e concretização de entregas rápidas à medida que as cadeias de fornecimento amadurecem, particularmente à medida que a procura de serviços de logística de terceiros continua a crescer no muito relevante mercado sul-africano.

Orkun Saruhanoglu, CEO da DHL Supply Chain Médio Oriente e África, afirmou: “A DHL Supply Chain está a expandir-se na África do Sul, à medida que a economia ganha dinamismo e as cadeias de abastecimento se tornam mais sofisticadas. Estamos a assistir a uma procura crescente de logística especializada e subcontratada, particularmente nas ciências da vida e nos cuidados de saúde e em todo o setor dos transportadores. Ao aumentar a capacidade, reforçando as soluções de transporte e aplicando a nossa experiência em logística contratual, ajudaremos os clientes a melhorar a qualidade do serviço, a gerir o risco e a aumentar a escala com confiança.”

A DHL está a investir em programas que alargam a participação no comércio e apoiam o crescimento sustentável. Através da sua iniciativa GoTrade, a empresa fornece às PME formação e conhecimentos aduaneiros para acederem aos mercados internacionais. Além disso, a empresa está a acompanhar projetos de energia renovável e de combustíveis alternativos nas suas instalações na África Subsariana e a promover a digitalização através de monitorização baseada em IA, otimização de rotas e ferramentas aduaneiras digitais para reduzir o atrito no comércio transfronteiriço.

Com uma cobertura inigualável em todos os mercados africanos, o Grupo DHL permanece numa posição única para ligar o continente ao mundo e permitir o próximo capítulo do seu crescimento.

Distribuído pelo Grupo APO para DHL Express.

Contactos da DHL:
Grupo DHL 
Comunicação social
Jenna Rosmarin,
Diretor, Comunicações,
África                                                                                                 
Telefone: +27 75 093 7286
E-mail: jenna.rosmarin@dhl.com                                                                                  

DHL Group
Telefone: +49 228 182-9944
Email: pressestelle@dhl.com

Na Internet:
www.Group.DHL.com/press

Siga-nos em:
https://apo-opa.co/4o2E4D2

DHL – A empresa de logística para o mundo​:
A DHL é a marca global líder no setor da logística. As nossas divisões DHL facultam um portefólio incomparável de serviços logísticos que vão desde a entrega nacional e internacional de encomendas, a remessa de comércio eletrónico, soluções de processamento e transporte expresso internacional, rodoviário, aéreo e marítimo até à gestão da cadeia de abastecimento industrial. Com aproximadamente 400.000 funcionários em mais de 220 países e territórios em todo o mundo, a DHL liga pessoas e empresas de forma segura e fiável, permitindo fluxos comerciais globais sustentáveis. Com soluções especializadas para mercados e indústrias em crescimento, incluindo a tecnologia, as ciências da vida e a saúde, a engenharia, a indústria e a energia, a automobilidade e o retalho, a DHL está decisivamente posicionada como “A empresa de logística para o mundo”.

A DHL faz parte do Grupo DHL. O Grupo gerou receitas de aproximadamente 84,2 mil milhões de euros em 2024. Com práticas empresariais sustentáveis e um compromisso para com a sociedade e o ambiente, o Grupo dá um contributo positivo para o mundo. O Grupo DHL tem como objetivo alcançar uma logística com emissões líquidas zero até 2050.

Media files

Baixar .tipo

Nações Unidas (ONU) e União Africana preocupadas com escalada da violência no Sudão do Sul

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

Baixar .tipo

A crise política e humanitária no Sudão do Sul atingiu níveis alarmantes, com confrontos armados em larga escala, deslocamentos em massa e violações graves de direitos humanos. O alerta foi feito, esta segunda-feira, a Comissão das Nações Unidas sobre os Direitos Humanos no Sudão do Sul.

Após uma década de esforços da União Africana, UA, e de parceiros regionais para sustentar o processo de paz, o país enfrenta um colapso político que ameaça mergulhá-lo novamente numa guerra total.

Paralisia por corrupção e impunidade
Durante a sua missão à sede da União Africana, em Addis Abeba, a Comissão denunciou o “vácuo de justiça e responsabilização” que alimenta a estagnação política, a corrupção e o conflito. O relatório mais recente da Comissão, “Saques a uma Nação: Como a corrupção desenfreada desencadeou uma crise de direitos humanos no Sudão do Sul”, descreve como a apropriação sistemática de recursos públicos e o enriquecimento ilícito das elites governamentais continuam a privar milhões de sul-sudaneses de seus direitos básicos.

O comissário Barney Afako, que liderou a missão, afirmou que “o aumento dos combates, a crise política e a corrupção desenfreada são sintomas claros de um fracasso de liderança e de consenso”. Para Afako, sem uma intervenção imediata e coordenada da região, o Sudão do Sul corre o risco de regressar a uma guerra total, com consequências humanas inimagináveis.

Justiça adiada é justiça negada
Mais de 10 anos após o início do conflito, as vítimas sul-sudanesas ainda aguardam medidas credíveis de justiça e reparação. A Comissão reiterou a urgência de estabelecer os mecanismos de justiça de transição previstos no Acordo Revitalizado de 2018, especialmente o Tribunal Híbrido para o Sudão do Sul, cujo processo continua bloqueado apesar das repetidas resoluções do Conselho de Paz e Segurança da UA.

Yasmin Sooka, presidente da Comissão, declarou que “mais do que nunca, a justiça é essencial”. Segundo ela, as promessas feitas às vítimas permanecem incumpridas, sendo fundamental o Tribunal Híbrido passar do papel à ação concreta. Para a presidente da Comissão, a “União Africana tem o dever moral e político de garantir um processo de justiça que fortaleça o Estado de direito e a coesão social no país”.

Deslocamento em massa e crise regional
Os combates renovados em 2025 provocaram a fuga de cerca de 300 mil pessoas do Sudão do Sul: para o Sudão 148 mil; para a Etiópia 50 mil; para o Uganda 50 mil; para a República Democrática do Congo 30 mil e para o Quénia 25 mil.

No total, mais de 2,5 milhões de refugiados sul-sudaneses encontram-se atualmente acolhidos na região. Internamente, 2 milhões de pessoas permanecem deslocadas, enquanto o país ainda abriga 560 mil refugiados que fogem da guerra no Sudão. As mulheres e crianças continuam a ser as mais afetadas, enfrentando riscos de violência, fome e exploração.

Proteção das crianças
A crise no Sudão vizinho também evidencia a urgência de proteger civis e garantir responsabilização. Na manhã de 11 de outubro, pelo menos 17 crianças, incluindo um recém-nascido de sete dias, foram mortas num ataque ao Centro de Deslocados de Dar al-Arqam, em Al Fasher, Darfur do Norte, segundo o Unicef. Outras 21 crianças ficaram feridas.

A diretora executiva do Unicef, Catherine Russell, classificou o ataque como “um ultraje” e “uma violação grave dos direitos das crianças”.

A cidade de Al Fasher, sitiada pelas Forças de Apoio Rápido, RSF na sigla em inglês, há mais de 500 dias, enfrenta escassez extrema de alimentos, água e assistência médica.

O Unicef continua a exigir cessação imediata das hostilidades, respeito ao direito internacional humanitário, acesso humanitário seguro e responsabilização dos autores de ataques contra civis.

ONU e União Africana devem agir agora
Com membros do Conselho de Paz e Segurança da UA e do Conselho de Segurança da ONU reunidos esta semana em Addis Abeba, a Comissão apelou a ações decisivas e coordenadas para travar a escalada da crise sul-sudanesa.

O apelo central é claro: colocar a justiça e a responsabilização no centro das deliberações, incluindo o estabelecimento imediato do Tribunal Híbrido.

Sooka afirmou que acrise que se desenrola no Sudão do Sul é resultado de “escolhas deliberadas feitas pelos seus líderes, que colocaram os próprios interesses acima dos do seu povo”.

A presidente da Comissão declarou por fim que a comunidade internacional deve agir agora para garantir que o Sudão do Sul não mergulhe novamente no caos, mas siga um caminho de paz, dignidade e justiça.

Distribuído pelo Grupo APO para UN News.

Cabo Verde acolhe a 39.ª Reunião do Conselho de Diretores-Gerais das Alfândegas da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP)

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

Baixar .tipo

O Conselho de Diretores-Gerais das alfândegas da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) iniciou, hoje, na cidade da Praia, a sua XXXIX Reunião, com o propósito de reforçar a cooperação entre os membros e encontrar soluções conjuntas para promover a integração dessa comunidade aduaneira.

A cerimónia de abertura contou com as intervenções do Secretário de Estado das Finanças, Alcindo Mota; da Diretora Nacional de Receitas do Estado, Liza Vaz; do Diretor-geral das Alfândegas, Eng. Osvaldo Rocha; do Diretor-geral Alfândegas Moçambique, Osvaldo Augusto Correia, na qualidade de Representante das delegações; do Secretário-Geral da Conferência de Diretores-gerais da CPLP, Rui Candeias Canha; do representante da Embaixadora da União Europeia em Cabo Verde, Cristobal Delgado; e do Secretário Geral da Organização Mundial das Alfândegas, Ian Saunders.

Durante a sua intervenção, o Secretário de Estado das Finanças, Alcindo Mota, destacou que a realização desta reunião em Cabo Verde traduz o reconhecimento do papel ativo que o nosso país tem desempenhado no seio da CPLP e que reafirma a aposta estratégica numa cooperação multirregional assente na confiança mútua, na partilha de boas práticas e na modernização das nossas administrações públicas.

A 39.ª Reunião do Conselho de Diretores-Gerais das Alfândegas da CPLP, que é acolhido pela Direção Nacional de Receitas do Estado (DNRE), promove o fortalecimento da cooperação multilateral, a partilha de conhecimentos e informações, visando a harmonização de procedimentos e consolidando estratégias conjuntas para o desenvolvimento aduaneiro no espaço da CPLP.

Este encontro de alto nível consubstancia, igualmente, oportunidades tanto para realização de ações de formação, como troca de experiências e sessões de trabalho sobre temáticas diversas, nomeadamente “alfândegas verdes”, “sistema harmonizado”, “sistema de auto declaração aduaneira”, “implementação da unidade de classificação, valor e origem das mercadorias” e “Convenção de Quioto Revista”.

encontro que decorre de 13 a 16 de outubro, culminará com a Declaração Praia, documento que consolidará os compromissos assumidos e as propostas a serem encaminhadas ao Secretariado Executivo da CPLP.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

Presidente do Banco Africano de Desenvolvimento junta-se ao esforço global para fazer dos jovens uma potência económica

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O presidente do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (www.AfDB.org/pt), Dr. Sidi Ould Tah, juntou-se na segunda-feira aos líderes globais do Conselho Consultivo de Alto Nível sobre Emprego do Grupo Banco Mundial, defendendo o dividendo demográfico de África e o impulso ao emprego juvenil.

Convidado pelo presidente do Grupo Banco Mundial, Ajay Banga, o Dr. Ould Tah participou na reunião do Conselho realizada à margem dos Encontros Anuais do Grupo Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional (FMI) de 2025, na capital norte-americana. O Conselho reúne líderes de instituições financeiras internacionais, ministros e dirigentes empresariais para criar empregos através de investimentos impactantes.

Ao completar metade dos seus primeiros 100 dias no cargo, a participação do Dr. Ould Tah sublinha o forte compromisso do Banco Africano de Desenvolvimento em colocar o emprego, a juventude e as oportunidades no centro da agenda de transformação de África.

“Os jovens africanos não são um fardo a gerir; são o motor do futuro do nosso continente”, afirmou o Dr. Ould Tah. “Precisamos de investir nas competências certas, formalizar a economia informal e apoiar as micro, pequenas e média empresas (MPMEs) em grande escala”.

O Conselho de Emprego deste ano centrou-se no turismo e na qualificação – dois setores em que África detém um vasto potencial inexplorado. O turismo já sustenta um em cada 20 empregos em todo o continente, com forte participação de mulheres e jovens. No entanto, mais de 80% destes trabalhadores permanecem no setor informal, sem proteção social, acesso a financiamento ou percursos profissionais. Entretanto, o desfasamento persistente entre os sistemas de educação e formação e as necessidades do mercado de trabalho continua a limitar o acesso dos jovens africanos a empregos remunerados e produtivos.

O presidente do Grupo Banco destacou o crescente portfólio de iniciativas do Banco para acelerar a criação de empregos, incluindo a sua Estratégia de Empregos para Jovens em África, que mobilizou mais de 105 mil milhões de dólares em financiamento e deverá gerar 19 milhões de empregos até ao final de 2025. O Grupo Banco também desenvolveu o Sistema de Indicadores para a Juventude, Competências e Emprego, uma nova ferramenta para acompanhar a qualidade e a inclusão do emprego em projetos financiados pelo Banco.

Também partilhou lições aprendidas com o trabalho do Banco no apoio a ecossistemas de micro, pequenas e médias empresas impulsionados pelo turismo e na implementação de programas de qualificação com prioridade digital que estão a colmatar lacunas na força de trabalho.

A participação do Dr. Ould Tah no Conselho faz parte de uma série de compromissos de alto nível durante os Encontros Anuais, incluindo discussões bilaterais com ministros, parceiros de desenvolvimento e líderes empresariais. 

Estas interações refletem as suas prioridades estratégicas dos Quatro Pontos Cardeais – mobilizar capital em escala, unificar mercados, industrializar localmente e investir em talento e tecnologia – como o plano para a transformação económica de África.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Contacto para os media:
Departamento de Comunicação e Relações Externas,
media@afdb.org

Sobre o Grupo do Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org/pt

Media files

Baixar .tipo

Afreximbank Academy (AFRACAD) vence o Prémio de Prata de Excelência na Prática da Fundação Europeia Para o Desenvolvimento da Gestão (EFMD)

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

A Afreximbank Academy (AFRACAD) recebeu o Prémio de Prata na categoria de Desenvolvimento Profissional nos Prémios de Excelência na Prática (EiP) 2025 da Fundação Europeia para o Desenvolvimento da Gestão (EFMD), que celebram parcerias de aprendizagem e desenvolvimento (L&D) impactantes e de alta qualidade nas áreas de desenvolvimento executivo, profissional, de talentos e organizacional.

Apresentado em Estocolmo, Suécia, no início deste mês, o prémio reconhece o programa Certificado de Financiamento Comercial em África (COTFIA) da AFRACAD – uma iniciativa pioneira que promoveu capacidades de financiamento comercial e fomentou a excelência profissional em todo o continente africano durante quase uma década, implementada pelo Afreximbank em parceria com a FCI e a Faculdade de Administração de Empresas Onsi Sawiris da Universidade Americana do Cairo (AUC).

O programa COTFIA foi lançado em 2016, inicialmente conhecido como Certificado de Finanças em Comércio Internacional (COFIT), sob os auspícios do Grupo de Trabalho de Cessão Financeira [Factoring Working Group (FWG)] do Afreximbank, presidido pela Sr.ª  Kanayo Awani, Vice-Presidente Executiva de Comércio Intra-Africano e Desenvolvimento das Exportações do Afreximbank. Desenvolvida em parceria com a FCI, a Universidade de Malta e a Quarterback, a iniciativa visa desenvolver a especialização em matéria de financiamento comercial e cessão financeira (factoring) em África, em consonância com a visão estratégica do Banco de reforçar o ecossistema comercial africano.

Comentando sobre o prémio, Stephen Tio Kauma, Director-Geral do Grupo para Recursos Humanos do Afreximbank, observou: “Estamos profundamente gratos por este prémio, que destaca o impacto contínuo do Afreximbank no desenvolvimento profissional de peritos em comércio em todo o continente. Participar na Conferência da EFMD foi muito mais do que uma oportunidade para apresentar o nosso caso ou receber reconhecimento – foi uma plataforma para ampliar a visão, a missão e os mandatos estratégicos do Afreximbank e da AFRACAD perante uma audiência internacional.”

A Dr.ª Anan Shendy, da AFRACAD do Afreximbank, representou o banco na conferência, fazendo uma apresentação formal do estudo de caso premiado do banco intitulado “Ultrapassar as Fronteiras: Uma Parceria Pan-Africana para Apoiar Profissionais de Comércio.” A apresentação foi feita perante uma audiência ilustre e um painel de juízes na Faculdade de Economia de Estocolmo e foi realizada em conjunto com representantes da Universidade Americana do Cairo (AUC) e da FCI.

Em 2021, a AFRACAD estabeleceu uma parceria com a Faculdade de Administração de Empresas Onsi Sawiris da AUC, para reforçar o rigor académico e a relevância regional do programa. Desde então, a AFRACAD assumiu a importante missão de gerir e melhorar de forma contínua o COTFIA, institucionalizando e intensificando de forma eficaz os esforços de capacitação do Afreximbank.

Até ao momento, o programa já formou mais de 150 profissionais de todo o continente, dotando-os das competências técnicas, regulamentares e práticas necessárias para reforçar o panorama do financiamento do comércio em África e abrir novas oportunidades para o comércio intra-africano e global.

Com mais de 950 instituições membros em mais de 90 países, a EFMD é a maior rede internacional do mundo para o desenvolvimento de gestão. Nos últimos 18 anos, os Prémios de Excelência na Prática (EiP) tornaram-se uma referência global de excelência na formação de executivos, destacando as colaborações mais eficazes entre organizações e instituições de ensino e posicionando os vencedores entre os principais inovadores mundiais em aprendizagem e desenvolvimento.

Distribuído pelo Grupo APO para Afreximbank.

Contacto para a Imprensa:
Vincent Musumba
Gestor de Comunicações e Eventos (Relações com os Meios de Comunicação Social)
Correio Electrónico: press@afreximbank.com

Siga-nos no:
X: https://apo-opa.co/47sYDlp
Facebook: https://apo-opa.co/4nRREt8
LinkedIn: https://apo-opa.co/3KFMQsa
Instagram: https://apo-opa.co/46Q2Ss6

Sobre o Afreximbank:
O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) é uma instituição financeira multilateral pan-africana com mandato para financiar e promover o comércio intra e extra-africano. Há mais de 30 anos que o Banco utiliza estruturas inovadoras para oferecer soluções de financiamento que apoiam a transformação da estrutura do comércio africano, acelerando a industrialização e o comércio intra-regional, impulsionando assim a expansão económica em África. Apoiante firme do Acordo de Comércio Livre Continental Africano (ACLCA), o Afreximbank lançou um Sistema Pan-Africano de Pagamento e Liquidação (PAPSS) que foi adoptado pela União Africana (UA) como plataforma de pagamento e liquidação para sustentar a implementação da ZCLCA. Em colaboração com o Secretariado da ZCLCA e a UA, o Banco criou um Fundo de Ajustamento de 10 mil milhões de dólares para apoiar os países que participam de forma efectiva na ZCLCA. No final de Dezembro de 2024, o total de activos e contingências do Afreximbank ascendia a mais de 40,1 mil milhões de dólares e os seus fundos de accionistas a 7,2 mil milhões de dólares. O Afreximbank tem notações de grau de investimento atribuídas pela GCR (escala internacional) (A), Moody’s (Baa2), China Chengxin International Credit Rating Co., Ltd (CCXI) (AAA), Japan Credit Rating Agency (JCR) (A-) e Fitch (BBB-). O Afreximbank evoluiu para uma entidade de grupo que inclui o Banco, a sua subsidiária de fundo de impacto de acções, denominada Fundo para o Desenvolvimento das Exportações em África (FEDA), e a sua subsidiária de gestão de seguros, AfrexInsure (em conjunto, “o Grupo”). O Banco tem a sua sede em Cairo, Egipto.

Para mais informações, visite: www.Afreximbank.com.

Media files

Baixar .tipo

Presidente da República (PR) reitera necessidade de uma administração pública mais transparente

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

Baixar .tipo

O Presidente da República, Daniel Chapo, reiterou hoje a necessidade de mais integridade e transparência na Administração Pública e Privada. Chapo falava na conferência nacional sobre combate à corrupção, em Maputo. 

Queremos um Estado que funcione com transparência, que preste contas com responsabilidade, que coloque o cidadão no centro das suas decisões e que use cada metical do erário público com responsabilidade e rigor, sublinhou o Chefe do Estado. 

Daniel Chapo, destacou ainda a necessidade de cultivar a postura de integridade em todos os sectores da sociedade e de responsabilização em situação de corrupção. “Hoje, infelizmente, testemunhamos em alguns sectores da nossa Administração Pública casos de alguns funcionários que tudo fazem para ser afectados em alguns sectores como finanças, património, com o intuito de obter vantagens através de actos de corrupção”. 

Chapo defendeu a responsabilização imediata de todo aquele que se envolve em actos de corrupção, para destruir “o sentimento de impunidade, que reina na sociedade”. “Para acabar com esta percepção é imperioso continuar a fortalecer as instituições de fiscalização, de investigação e de justiça, dotando-as de autonomia, de recursos humanos qualificados e meios tecnológicos e materiais modernos e meios financeiros, para que possam exercer a sua acção com responsabilidade, independência e integridade”. 

O Chefe do Estado destacou também a necessidade de uma cooperação efectiva entre os órgãos do Estado e a sociedade civil. 

Distribuído pelo Grupo APO para Portal do Governo de Moçambique.

O APO Group foi selecionado como Agência de Relações Públicas da Emirates para África

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O APO Group (www.APO-opa.com), a consultora pan-africana de comunicação e distribuição de comunicados de imprensa líder no continente, foi selecionado pela Emirates, uma das maiores companhias aéreas internacionais do mundo, como o seu parceiro de relações públicas para África, com efeito imediato. 

No âmbito da parceria, o APO Group apoiará a Emirates fornecendo aconselhamento estratégico, relações públicas integradas e  gestão de comunicação na África do Sul, Quénia, Tunísia, Uganda, Senegal, Costa do Marfim, Congo, Guiné, Tanzânia e Egito. A colaboração foi concebida para reforçar a visibilidade da Emirates na região e assegurar uma comunicação consistente e orientada para os seus objetivos comerciais e de branding. 

Ao fazer uso da rede continental e da experiência do APO Group, a Emirates irá aprofundar a sua ligação com o público pan-africano, os media locais e os parceiros da indústria. A nomeação reflete o investimento contínuo da Emirates no continente e o seu compromisso em manter uma presença forte e recetiva nas comunicações. Também se alinha estreitamente com a missão do APO Group de ser pioneiro no futuro da comunicação e de ser o canal para as vozes de África. 

Distribuído pelo Grupo APO para APO Group.

Media files

Baixar .tipo