Cabo Verde: Ministro do Mar enaltece conclusão da remoção do navio “MV DEIMOS” no Porto de Vale dos Cavaleiros, ilha do Fogo

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Ministro do Mar, Eng.º Jorge Santos, esteve no sábado, 19, no Porto de Vale dos Cavaleiros, na ilha do Fogo, para testemunhar o encerramento oficial dos trabalhos de remoção do navio “MV DEIMOS” que ali encalhou a 13 de novembro de 2020. A operação, complexa e de grande importância estratégica, foi conduzida sob a coordenação do Instituto Marítimo e Portuário (IMP), enquanto autoridade marítima nacional que na ocasião assinou com a Koole Contractors, empresa dos Países Baixos, o documento de conclusão de trabalho.

Com um custo total de cerca de 120 mil contos, integralmente suportado pela seguradora do navio, a intervenção visou restituir a normalidade operacional no porto e eliminar riscos à navegação e ao ambiente marinho local.

Na ocasião, o Ministro do Mar destacou o simbolismo e a relevância ambiental da ação, afirmando que esta remoção representa não apenas a eliminação de um obstáculo físico, mas também um compromisso firme com a proteção da orla costeira e com a segurança dos espaços portuários e marítimos.

Jorge Santos anunciou ainda que, com base na experiência adquirida nesta operação, o Governo dará seguimento, em breve, ao processo de remoção de outros dois navios encalhados na baía do Mindelo, em São Vicente, reforçando a aposta na segurança marítima e na valorização dos portos e baías nacionais.

Por sua vez, o Presidente do IMP, Dr. Seidi Santos, sublinhou a complexidade técnica do processo e enalteceu o envolvimento coordenado das equipas, que permitiu uma intervenção eficaz, segura e respeitadora dos padrões ambientais e operacionais exigidos.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

Em Mékro, no centro da Costa do Marfim, a agricultura sustentável dá esperança a toda uma comunidade

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O dia amanhece em Mékro, a cerca de 300 quilómetros de Abidjan, no centro da Costa do Marfim. Os primeiros raios de sol anunciam um dia quente nesta região conhecida por ser uma zona de temperaturas extremas. Enquanto algumas mulheres regressam do pântano para abastecer de água as colmeias familiares, outras, munidas de vassouras feitas com folhas de palmeira, tentam restaurar a limpeza das concessões, prejudicada pelas folhas das árvores e pelos restos da refeição do dia anterior. 

Mais adiante, os animais domésticos saem gradualmente dos seus currais e juntam-se a esta dinâmica que devolve a Mékro a sua vitalidade quotidiana. Nesta zona de grande produção de culturas alimentares, o inhame, o arroz e a mandioca são produzidos em abundância. Apesar do seu rico potencial agrícola, Mékro permaneceu durante muito tempo na sombra, ao contrário de outras localidades. Os camponeses, abandonados à própria sorte, utilizavam métodos agrícolas antigos, o que limitava os seus rendimentos e condenava a população a uma precariedade crónica. 

Nessa manhã, Koffi Kouakou Charles, conhecido como ‘KKC’, sob o olhar admirado dos seus sete filhos, afia uma machete, a ferramenta rudimentar que utiliza para limpar o seu campo. O trintão monta na sua bicicleta em direção a Abokouassikro, a cinco quilómetros dali, onde fica o seu campo de inhame, que cultiva há vários anos. 

Antigamente, Koffi cultivava inhame «Kouba», uma variedade popular na localidade. Com as técnicas rudimentares aprendidas e transmitidas pelos seus antepassados, os seus rendimentos não correspondiam aos seus esforços, explica ele, quando olha para trás. “Francamente, o trabalho era cansativo. Além disso, utilizávamos técnicas antigas. Apesar dos esforços, as colheitas eram fracas. Era realmente difícil”, suspira Koffi, ao recordar esses tempos.

Esperança renovada

Como se não bastasse, durante o primeiro semestre de 2024, uma epidemia conhecida como ‘peste dos pequenos ruminantes’ assolou a aldeia e levou-lhe todo o seu gado de galinhas e cabras. Privado desse outro recurso, Koffi voltou-se para o Projeto de Reforço dos Meios de Subsistência dos Pequenos Agricultores e das Mulheres (PREMOPEF) (https://apo-opa.co/40ujK40) para recuperar a esperança. 

Criado pelo governo da Costa do Marfim, o projeto é financiado pelo Programa Global para a Agricultura e a Segurança Alimentar (GAFSP) (https://apo-opa.co/4nYpe0T) e pelo Fundo Africano de Desenvolvimento (https://apo-opa.co/41047RW), a janela concessional do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento. O seu objetivo é contribuir, por um lado, para a melhoria da segurança alimentar e nutricional e, por outro, para a resiliência aos efeitos das alterações climáticas dos pequenos agricultores, das mulheres e dos jovens na região de N’Zi.

O projeto desenvolve três culturas agrícolas: inhame, mandioca, hortaliças e avicultura tradicional, e visa melhorar as condições de vida de 60 mil pessoas vulneráveis, das quais 50% são mulheres e 35% são jovens.

No ‘Campo Escola Camponesa’, uma das iniciativas do projeto, Koffi e os seus colegas, beneficiários do projeto, foram iniciados em técnicas agroecológicas de produção e conservação do inhame. Graças a esta formação, Koffi abandonou o inhame ‘Kouba’ e as antigas práticas de produção, em favor de novas variedades ‘Anader’ e ‘Camarão’ (também chamadas ‘R3’ e ‘C15’), mais resistentes ao clima e mais produtivas.

Um rendimento duas vezes maior

Desde a primeira colheita, em dezembro de 2024, o rendimento do campo de Koffi duplicou, passando de duas para quatro toneladas na mesma área. Previdente, o agricultor reservou três quartos da sua produção para consumo da sua família e para sementes da campanha seguinte. A outra parte, que representa um quarto da sua colheita, foi vendida no mercado de Mékro, gerando uma receita de 125 mil francos CFA (cerca de 250 dólares), uma fortuna nesta localidade.

“Antes, só pensava em sobreviver. Hoje, graças a este projeto, posso garantir o futuro dos meus filhos e até ampliar a minha parcela”, prevê, entusiasmado. Koffi quer agora crescer e tornar-se um dos maiores produtores de inhame da região. A ideia de mecanizar as suas atividades agrícolas dá-lhe asas: “Estou a pensar comprar uma máquina para fazer montículos e uma semeadora para facilitar o trabalho no campo e produzir muito mais inhame”, diz com confiança.

“O Projeto de Reforço dos Meios de Subsistência dos Pequenos Agricultores e das Mulheres é uma ferramenta poderosa para reduzir a vulnerabilidade económica das famílias e melhorar mais amplamente a sua resiliência aos choques económicos e ambientais”, explica Ceserd Waba Akpaud, coordenador do projeto.

“O PREMOPEF ilustra o nosso compromisso de transformar as comunidades rurais através de soluções sustentáveis, centradas nas necessidades reais dos pequenos produtores. Através de abordagens inovadoras, colocamos a agricultura no centro do desenvolvimento inclusivo”, sublinhou o coordenador do projeto GAFSP no Banco Africano de Desenvolvimento, Philip Boahen.

Para aumentar a sua produção, Koffi também prevê um armazenamento em grande escala num armazém para reduzir as perdas pós-colheita. Além disso, planeia diversificar as suas atividades. Tendo aprendido com a destruição do seu gado pela peste dos pequenos ruminantes, que atribui à falta de formação, Koffi pretende relançar a sua atividade avícola com métodos mais seguros. Para tal, quer ter formação profissionalizante em técnicas de criação de gado.

“É também uma oportunidade para colmatar as minhas lacunas de conhecimento, devido ao facto de ter abandonado a escola demasiado cedo”, afirma, determinado a superar o que dantes era uma desvantagem.

Graças aos conhecimentos e ao impacto positivo do projeto na vida de beneficiários como Koffi, um novo futuro torna-se possível para os habitantes de Mékro e para toda a economia da região de N’Zi.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Sobre o Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org/pt

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Marrocos: Banco Africano de Desenvolvimento concede 100 milhões de euros para apoiar mulheres e jovens empreendedores na construção de uma agricultura inclusiva, resiliente e sustentável

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Conselho de Administração do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (www.AfDB.org) aprovou um financiamento de 100 milhões de euros a favor de Marrocos para a implementação do programa de apoio à agricultura solidária inclusiva para mulheres e jovens.

O projeto visa criar oportunidades sustentáveis para as mulheres e os jovens, reforçar a segurança alimentar e preparar melhor a agricultura marroquina de pequena escala para os desafios das alterações climáticas.

O projeto estimulará o empreendedorismo dos jovens e das mulheres nas zonas rurais, criando mecanismos de financiamento e de incentivo adequados e reforçando os sistemas de apoio técnico e financeiro. Facilitará igualmente a implantação de novas infraestruturas de produção e de serviços agrícolas, contribuindo para integrar as mulheres nas cadeias de valor locais, reforçar as suas competências e aumentar a sua produtividade.

Todas estas ações vão fomentar a emergência de mulheres empresárias nos setores agrícola, para-agrícola, da transformação e digital, e apoiarão o novo roteiro para o emprego através da promoção do empreendedorismo rural.

“As mulheres que têm a ambição de empreender e ter sucesso na agricultura são a nossa prioridade”, disse Achraf Tarsim, chefe do escritório do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento em Marrocos. Através desta nova operação, vamos apoiá-las passo a passo na construção de uma agricultura moderna, inclusiva e resiliente, capaz de revelar todo o potencial daqueles que aspiram a inovar e criar valor e emprego nos seus territórios”.

Em plena consonância com as prioridades de Marrocos, o programa apoiará a implementação da Estratégia Agrícola Geração Verde 2020-2030 – a visão nacional para transformar a agricultura num setor mais inclusivo, sustentável e eficiente –, o Programa Nacional de Agricultura Solidária e o Programa Nacional de Empreendedorismo Juvenil. 

Há mais de cinquenta anos que o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento apoia o Reino de Marrocos no âmbito de uma parceria baseada numa visão partilhada e integrada do desenvolvimento. Até à data, foram mobilizados cerca de 15 mil milhões de euros para financiar mais de 150 projetos de grande impacto em setores estratégicos como os transportes, a água, a energia, a agricultura, a proteção social, a governação e as finanças.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Contacto para os media:
Fahd Belbachir
Responsável Principal de Comunicação e Relações Externas
media@afdb.org

Sobre o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento:
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Organização Mundial da Saúde (OMS) e Angola intensificam resposta a surto de cólera na província de Huíla

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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Desde o início deste ano, Angola está atravessando surtos de cólera graves. Até 23 de março, foram registrados 8.543 casos com 329 mortes.

A doença se espalhou rapidamente para 16 das 21 províncias angolanas. E a maior parte das notificações é de angolanos abaixo de 20 anos de idade.

Prevenção e tratamento

Autoridades e a Organização Mundial da Saúde, OMS, juntaram esforços para enfrentar o surto com uma série de reuniões em comunidades afetadas, participação da sociedade civil e anúncios de saúde pública em meios de comunicação para orientar sobre prevenção e tratamento.

No município de Caluquembe, na província de Huíla, a parceria da OMS com os angolanos está ajudando a construir infraestrutura com mais latrinas e pontos de água potável, como explicou Mariana Soma, administradora em Caluquembe.

“O desafio é muito grande. Aqui na vila, é mais fácil encontrarmos famílias que têm latrina e fazem uso das latrinas. Porque há aqueles que as têm, mas não fazem uso correto das mesmas latrinas.  Estivemos a ver ao nível da área rural, poucas são as famílias que têm latrina e usam. Então é mesmo desafiante é um processo que precisamos reforçar, de passar a informação para ver se diminui esta questão da defecação ao ar livre.”

Muitos não têm latrinas e água limpa

A equipe da OMS e de Angola visitou várias aldeias para aumentar o fluxo de informação sobre prevenção do cólera. Os especialistas levaram treinamento sobre a construção de privadas com material local e redução da defecação a céu aberto. A meta é evitar a fonte de contaminação.

Muitos angolanos em Huíla têm acesso limitado à água potável. Do Centro de Tratamento do Cólera em Caluquembe, José Coelho, conta que estava muito doente.

“Eu não consigo mais fazer nada. Estou bem mal mesmo. Mas chegamos aqui, graças a Deus.”

Outra paciente, Judite Júlio José agradeceu os cuidados.

“Graças a Deus”

“É mesmo a morte, mas depois de chegar ao hospital eu pensei: se não morreu já não deu, estou com vida. Graças a Deus cheguei ao hospital e graças aos enfermeiros sempre.”

O diretor do Centro de Saúde do município, Joaquim Ismael, lembra o papel da higiene para prevenir o cólera.

“A cólera é uma doença que atua por falta de higiene. Quando não temos higiene, nós temos casos. Quando não tomamos água potável, então estamos a ter casos.”

Já na vila de Makua, alguns integrantes lembraram que o consumo da água vem do rio, onde lavam e utilizam a mesma água para beber. E grande parte dos moradores não usa latrinas na hora de ir ao banheiro.

Alguns dos integrantes da missão da OMS com parceiros angolanos lembraram que as novas infraestruturas de água e saneamento básico feitas com a participação da comunidade querem reduzir a transmissão do cólera nas áreas de risco.

Campanha de vacinação

Além de diagnósticos mais rápidos, a comunidade também está participando de uma campanha de vacinação contra o cólera.

Uma das preocupações para o Ministério da Saúde é o movimento de pessoas nas fronteiras angolanas, a estação de chuvas e o maior risco de contaminação.

Somente em fevereiro, a taxa de novas infecções ultrapassou 1 mil casos por semana. Na semana de 23 de março, esse número subiu 20% chegando a 1,2 mil casos a cada sete dias.

A maior parte das notificações por cólera vem de duas províncias: a capital Luanda com 48,5% dos novos casos e Bengo com 29,1%.

O período de incubação do cólera pode ser de 48 horas a cinco dias após o consumo de água ou alimentos contaminados.

Distribuído pelo Grupo APO para UN News.

PR na XV Cimeira da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) em Guiné-Bissau

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Presidente da República, Daniel Chapo, participa na XV Conferência de Chefes de Estado e de Governo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), na cidade de Bissau, República da Guiné-Bissau.

A Cimeira reúne os mais altos representantes dos Estados-membros da CPLP e decorrerá sob o lema “A CPLP e a Soberania Alimentar: Um Caminho para o Desenvolvimento Sustentável”, com o objectivo de reforçar a cooperação multilateral e concertar estratégias comuns para a promoção da segurança alimentar e do desenvolvimento sustentável nos países da comunidade.

A participação de Moçambique nesta cimeira reafirma o compromisso do país com os valores fundacionais da CPLP e a sua determinação em contribuir activamente para o fortalecimento da solidariedade, do desenvolvimento partilhado e da integração dos povos de língua portuguesa, desta o documento.

Além dos países membros da CPLP, que incluem Moçambique, Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Portugal, São Tomé e Príncipe, Timor-Leste e Guiné Equatorial, a XV Conferência contará igualmente com a participação de diversos países e organizações internacionais, refere o documento.

Nesta deslocação à capital guineense, acompanham o Chefe do Estado moçambicano a ministra dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Maria dos Santos Lucas; a embaixadora extraordinária e plenipotenciária da República de Moçambique e representante permanente designada junto à CPLP, Stella Novo Zeca; o secretário de Estado da Terra e Ambiente, Gustavo Dgedge, entre outros quadros da Presidência da República e de instituições governamentais.

Distribuído pelo Grupo APO para Portal do Governo de Moçambique.

Chefe de Esatdo enaltece apoio da Comunidade de Sant-Egidio na promoção da paz

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Presidente da República, Daniel Chapo, enalteceu o papel da Comunidade de Sant-Egidio, na promoção da paz, mediação de conflitos e apoio humanitário, particularmente em contextos de vulnerabilidade social.

O Chefe de Estado manifestou o seu apreço durante a audiência que concedeu ao fundador da Comunidade de Sant-Egidio, o Professor Andrea Riccardi, onde enalteceu o contributo histórico da Comunidade de Sant-Egidio para a consolidação da paz em Moçambique.

No encontro o Presidente da República recordou o papel determinante da Comunidade na mediação do processo do alcance da paz no país, que resultou na assinatura do Acordo Geral de Paz, em Outubro de 1992, em Roma, entre o governo e a renamo.

O estadista moçambicano reitera o compromisso do país em continuar a promover uma cultura de paz, reconciliação e inclusão social, sublinhando a importância de parcerias com organizações comprometidas com valores humanos universais.

Por seu turno, o Professor Andrea Riccardi vincou a disponibilidade da Comunidade em continuar a apoiar iniciativas sociais em Moçambique, sublinhando para a assistência à população carenciada, promoção da saúde, inclusão dos idosos e acesso à educação.

A Comunidade de Sant-Egidio está presente em Moçambique há mais de quatro décadas, com iniciativas em diversas províncias, destacando-se os programas “Bravo!” de registo civil gratuito, combate ao HIV/SIDA, apoio às populações deslocadas e promoção da dignidade humana. (AIM)

Distribuído pelo Grupo APO para Portal do Governo de Moçambique.

Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB) e Fundo de Energia Sustentável para África (SEFA) investem 40 milhões de dólares na plataforma de capital Zafiri para acelerar o acesso à energia renovável em toda a África

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Conselho de Administração do Banco Africano de Desenvolvimento (www.AfDB.org) aprovou um investimento de capital de 40 milhões de dólares no Projeto Zafiri, uma plataforma de capital transformadora e parte da iniciativa emblemática da Missão 300. Esse investimento deverá acelerar a expansão do acesso à energia renovável em toda a África.

A Zafiri – desenvolvida em conjunto pelo Banco, pela IFC e por outros investidores âncora – visa abordar a escassez crítica de capital de risco paciente e de longo prazo necessário para reduzir os riscos e ampliar as soluções de energia renovável descentralizada (DRE) para comunidades carentes em todo o continente.

A DRE é a forma mais rápida, económica e sustentável de expandir o acesso à eletricidade nas zonas rurais de África. Ao contrário das redes centralizadas, as soluções de DRE – tais como mini redes e sistemas solares domésticos autónomos – podem ser implementadas de forma rápida e acessível, mesmo em zonas remotas ou frágeis. No âmbito da Missão 300, que visa conectar 300 milhões de pessoas até 2030, a DRE terá um papel central para garantir que nenhuma comunidade seja deixada para trás. Esses sistemas descentralizados são modulares, escaláveis e adequados às populações dispersas e aos desafios geográficos do continente. Mais da metade de todas as novas conexões de eletricidade até 2030 deverão vir da DRE.

A Zafiri está estruturada como um Veículo de Capital Permanente (PCV) com uma capitalização alvo de mil milhões de dólares, levantada através de uma abordagem faseada. A Fase 1 tem como meta 300 milhões de dólares em compromissos totais, divididos igualmente entre ações juniores e sénior, com as ações juniores a servirem como um catalisador fundamental neste mercado de alto risco e subcapitalizado.

Espera-se que o Zafiri desempenhe um papel transformador na mobilização de capital paciente para projetos de DRE – incluindo empresas de SHS, GMG e CC, bem como C&I, IPPs de pequena escala e BESS – apoiando modelos de negócio inovadores, melhorando a acessibilidade e acelerando o crescimento do mercado em toda a África. A contribuição de 40 milhões de dólares do Banco consiste em 30 milhões de dólares em capital sénior do seu balanço e 10 milhões de dólares em capital júnior do Fundo de Energia Sustentável para África (SEFA), um fundo especial multidoadores gerido pelo Banco.

Para gerir o veículo, a Inspired Evolution, uma gestora de investimentos líder com um forte historial no setor da DRE em África, foi selecionada de forma competitiva como gestora de investimentos do Zarifi.

Kevin Kariuki, Vice-Presidente para a Energia, Clima e Crescimento Verde do Banco Africano de Desenvolvimento, afirmou: “Zafiri é uma plataforma catalisadora e uma componente essencial da estratégia do Banco para acelerar o acesso universal à energia moderna em África. A apenas cinco anos de alcançar a meta da Missão 300 de 300 milhões de ligações até 2030, esta iniciativa oferece uma solução oportuna e inovadora para ampliar o capital privado para causar impacto”.

Wale Shonibare, Diretor de Soluções Financeiras, Políticas e Regulamentações para a Energia do Banco, acrescentou: “O Projeto Zafiri é o maior compromisso de capital paciente com o setor de energia renovável direta da energia solar na África até ao momento. Exemplifica como o financiamento combinado estruturado pode desbloquear capital comercial e, ao mesmo tempo, proporcionar acesso à energia inclusivo e resiliente às mudanças climáticas em todo o continente”.

Daniel Schroth, Diretor do Departamento de Energias Renováveis e Eficiência Energética do Banco, acrescentou: “O apoio do SEFA ao Projeto Zafiri reforça o nosso compromisso em desbloquear capital comercial para a agenda de acesso à energia em África. Ao ancorar a tranche de capital júnior, estamos a ajudar a atrair investimento privado em grande escala, impulsionar a inovação no setor da energia solar distribuída e gerar impactos tangíveis para milhões de famílias carentes em todo o continente”.

O Zafiri está em consonância com a Estratégia Decenal (2024-2033) do Banco para promover o investimento privado em infraestruturas energéticas, os High 5s, em particular as prioridade sobre Iluminar e Eletrificar África, Industrializar África, Melhorar a Qualidade de Vida das Pessoas em África e o novo Acordo de Energia para África. Contribui também para os objetivos de mitigação e adaptação no âmbito da Política e Estratégia do Banco para as Alterações Climáticas e o Crescimento Verde e apoia os objetivos do SEFA e da Estratégia de Desenvolvimento do Setor Privado (PSDS) para mobilizar capital para investimentos em energia limpa e eficiência energética. O Zafiri está também em consonância com o Quadro de Investimento em Capital do Banco e representa uma abordagem pioneira ao financiamento misto na transição energética de África e um passo crucial para alcançar o acesso universal à energia.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Contacto para os media:
Amba Mpoke-Bigg
Departamento de Comunicação e Relações Externas
media@afdb.org

Contacto técnico:
Anuoluwa Olajide
a.olajide@afdb.org

Sobre o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org

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Capacitar as mulheres através da energia limpa: Banco Africano de Desenvolvimento lança diagnósticos por país para acelerar transições energéticas inclusivas

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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Num passo significativo para o avanço de soluções climáticas inclusivas, o Banco Africano de Desenvolvimento (www.AfDB.org), em parceria com os Fundos de Investimento Climático(CIF) (https://apo-opa.co/44PhRQI), lançou os Diagnósticos Nacionais sobre Género e Energias Renováveis (https://apo-opa.co/3GXAwSi)– uma iniciativa fundamental que explora o nexo entre a igualdade de género e o acesso à energia em seis países africanos: Gana (https://apo-opa.co/450VUOL), Libéria (https://apo-opa.co/44DKrFW), Mali (https://apo-opa.co/44ZZLM5), Lesoto (https://apo-opa.co/3GTIKeb), Madagáscar (https://apo-opa.co/46jgk7Q) e Malawi (https://apo-opa.co/46dH5KX).

Encomendado pelo Banco no âmbito do Programa de Reforço das Energias Renováveis dos CIF, o diagnóstico fornece recomendações baseadas em evidência e específicas de cada país para reforçar a liderança, a inclusão financeira e a participação das mulheres na economia de energia limpa de África. Centrando-se em soluções localizadas e implementáveis, os relatórios identificam oportunidades para incorporar considerações de género no planeamento energético nacional, estratégias de investimento e enquadramentos de políticas. Também propõem modelos de financiamento inclusivos que reduzem o risco de empresas de energia lideradas por mulheres e destacam a necessidade de esforços de capacitação para reforçar as competências técnicas, a prontidão empresarial e a liderança entre as mulheres no setor das energias renováveis.

As conclusões foram oficialmente reveladas num evento de lançamento virtual, a 30 de junho de 2025, organizado pelo Departamento de Alterações Climáticas e Crescimento Verde e pela Divisão de Género e Empoderamento das Mulheres do Banco. O evento reuniu partes interessadas do governo, da sociedade civil, do setor privado e das instituições de desenvolvimento, sublinhando um forte compromisso regional relativo a transições energéticas equitativas e resilientes em termos de género.

Na abertura do evento, Al Hamndou Dorsouma, Diretor da Divisão de Alterações Climáticas e Crescimento Verde, reafirmou o compromisso do Banco com uma transição energética justa e inclusiva. “A igualdade de género é uma fonte de inovação séria e de crescimento sustentável”, afirmou, sublinhando a necessidade de traduzir os resultados do diagnóstico em reformas concretas, reforçando a coordenação institucional e os mecanismos empresariais e de financiamento sensíveis ao género. Observou que a iniciativa responde diretamente à crescente procura a nível nacional de uma maior integração do género nas estratégias energéticas, com base em sucessos anteriores na África Oriental.

Nathalie Gahunga, Diretora da Divisão de Género e Empoderamento das Mulheres, encerrou o evento com um forte apelo à ação. Exortou os governos, os parceiros de desenvolvimento, as ONG, os financiadores e o setor privado a transformarem os dados em investimentos transformadores, programas inovadores e reformas políticas inclusivas. “O verdadeiro trabalho começa agora”, declarou, apelando à colaboração intersetorial para remover as barreiras estruturais e desbloquear a plena participação das mulheres na economia verde de África.

Fewstancia Munyaradzi, Diretora Executiva do Rand Sandton Consulting Group (www.RandSandton.com), apresentou um plano de ação consolidado centrado na eliminação das lacunas de financiamento, no reforço da capacidade institucional e na integração de abordagens sensíveis ao género na política energética e na conceção de projetos.

No Banco Africano de Desenvolvimento, a integração de género é uma prioridade central. As considerações de género são integradas em 100% das operações climáticas do Banco – desde a conceção até à implementação. Estes diagnósticos refletem esse compromisso, fornecendo ferramentas práticas para ajudar os países a operacionalizar a igualdade de género no planeamento e programação da energia.

À medida que África avança no seu caminho para a transformação energética, os diagnósticos estão agora disponíveis para orientar as decisões políticas e de investimento sensíveis ao género em todo o continente. Afirmam que a inclusão do género não é apenas um imperativo de desenvolvimento, mas uma pedra angular do progresso sustentável e resiliente.

Este novo esforço baseia-se na colaboração anterior do Banco com os Fundos de Investimento Climático em 2020, que produziu resumos nacionais sobre Género e Acesso à Energia Sustentável para o Quénia, Ruanda, Tanzânia e Uganda (https://apo-opa.co/46MLNiY). Esses resumos orientaram intervenções energéticas sensíveis ao género e destacaram a importância de dados desagregados por sexo, envolvimento a nível nacional e recomendações específicas ao contexto.

Para rever os Estudos de Diagnóstico Nacionais sobre Género e Energias Renováveis, clique aqui (https://apo-opa.co/3GXAwSi):

Gana (https://apo-opa.co/450VUOL)

Libéria (https://apo-opa.co/44DKrFW)

Mali (https://apo-opa.co/44ZZLM5)

Lesoto (https://apo-opa.co/3GTIKeb)

Madagáscar (https://apo-opa.co/46jgk7Q)

Maláui (https://apo-opa.co/46dH5KX)

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Contacto para os media:
Sonia Borrini
Departamento de Comunicação e Relações Externas
s.borrini@afdb.org

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O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org/pt

Vice-Primeiro Ministro afirma a disponibilidade de Cabo Verde ser país piloto em matéria de desenvolvimento de Soluções de Alerta Precoce com dados espaciais

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Vice-Primeiro Ministro, Ministro das Finanças e Ministro da Economia Digital, afirmou a total disponibilidade de Cabo Verde ser um país piloto em matéria de desenvolvimento de Soluções de Alerta Precoce com dados espaciais – GNSS e para acolher um futuro Centro Regional de Cooperação em Alerta Precoce baseado em tecnologias espaciais.

Olavo Correia fez esta afirmação durante o seu discurso de encerramento oficial da Conferência Africana de Navegação por Satélite – Pré-evento de Alto Nível 2025, com o tema: “Aproveitando a Tecnologia GNSS para o Reforço dos Sistemas de Alerta Precoce de Riscos Múltiplos (MHEWAS) em África”, que decorreu de 16 a 17 de julho, no TechParkCV, na cidade da Praia.

“Mas não o faremos sozinhos e nós não o faremos também fora de um quadro mais estratégico que temos para Cabo Verde, fazer deste país uma nação digital”, referiu.

O Ministro afirmou que o Governo de Cabo Verde está a investir na política de dados abertos e na política de acesso aos dados, assim como na segurança informática e cibernética. Além disso, acrescentou que estão a investir também nas infraestruturas públicas digitais, como a literatura digital, a interoperabilidade e os pagamentos digitais.

“Continuamos a investir nas infraestruturas de conexão internacional e nacional, incluindo cabo submarino e fibra ótica. Vamos continuar a investir no capital humano e no seu poder de empreender, inovar, criar e cocriar”.

Nesta jornada, segundo Olavo Correia, Cabo Verde precisa de parcerias e de alianças firmes e fortes, de investimento estruturado e consistente, além de uma diplomacia tecnológica africana que reconheça o papel estratégico das tecnologias satelitais e da governação do risco e de emergência.

“Apelamos aos nossos parceiros internacionais, regionais e ao setor privado a unirem-se para esta causa comum. Investir em sistemas de alerta precoce não é despesa, mas sim um investimento em segurança de vidadesenvolvimento sustentável e justiça climática”.

A justiça, afirmou o ministro, começa no acesso a dados, informação, financiamento e, acima de tudo, a vontade política para agir. “Deixo-vos então com esta visão que temos em Cabo Verde: queremos uma África que se antecipa ao desastre, que age em tempo real, e que protege o seu povo com a força da inovação e a sabedoria da cooperação”.

De Cabo Verde para o resto do mundo e para o continente africano, sobretudo, Olavo Correa, lançou uma mensagem clara e um apelo. “Estamos prontos para ter um papel mais ativo e vamos contribuir com tudo o que temos para que o futuro chegue mais cedo, com mais tecnologia e segurança para todos. Porque no final do dia a tecnologia só é útil se for para servir as pessoas, para tornar as pessoas mais felizes, promover a segurança das pessoas e das nações, e amplificar as oportunidades”.

O Vice-Primeiro Ministro concluiu agradecendo em nome da organização a todos pelo compromisso e entusiasmo ao longo destes dois dias de conferência, sublinhando que é para isso que o TechParkCV foi criado, “para Cabo Verde e para o mundo. Para partilha, troca e aprendizado, para que o nosso contributo possa ser, a cada dia, melhor, mais rápido e mais transformativo”.

A Conferência Africana de Navegação por Satélite – Pré-evento de Alto Nível 2025 que decorreu de 16 a17 de julho, foi organizado pelo Escritório Conjunto do Programa SatNav África (JPO), em parceria com o Governo de Cabo Verde, através do Ministério da Economia Digital. Servirá como um pré-evento para a planeada Conferência sobre Navegação por Satélite em África, a primeira do seu tipo, agendada para 2026 em Dakar, Senegal.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

CEO da Fundação Merck, Senadora Drª Rasha Kelej, enfatiza o poder transformador da criatividade na promoção de mudanças sociais por ocasião do Dia Mundial da Arte de 2025

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

A Fundação Merck (www.Merck-Foundation.com), braço filantrópico da Merck KGaA Alemanha, celebra o “Dia Mundial da Arte 2025” por meio da sua Comunidade Pan-Africana “Arte e Moda com Propósito”, criada pela Senadora Drª Rasha Kelej, CEO da Fundação Merck. Por meio dessa comunidade dinâmica, a Drª Kelej continua a conscientizar sobre questões críticas de saúde e sociais, ao mesmo tempo em que empodera artistas em toda a África e em outros lugares a usar a sua criatividade como uma ferramenta poderosa para advocacia, educação e promoção de uma mudança cultural nas suas comunidades.

A Senadora, Drª Rasha Kelej, CEO da Fundação Merck e uma das 100 africanas mais influentes em 2019, 2020, 2021, 2022, 2023 e 2024, enfatizou: “Estou muito feliz em celebrar o ‘Dia Mundial da Arte 2025’, pois acredito firmemente que a arte, a moda e a mídia têm um imenso poder na conscientização e no enfrentamento de questões sociais e de saúde críticas, criando, em última análise, uma mudança cultural nas comunidades. A Arte e a moda, para mim, vão muito além da estética ou do entretenimento; elas servem como ferramentas significativas para a educação e a defesa de direitos. Com essa visão, lançamos muitas iniciativas, incluindo o nosso primeiro programa televisivo pan-africano, Nossa África da Fundação Merck, que destaca de forma única questões urgentes em todo o continente por meio das vozes da nossa comunidade ‘Moda e Arte com Propósito’. Por meio deste programa único e de nossas outras iniciativas exclusivas, continuamos a conscientizar sobre questões sociais críticas, como Quebrar o Estigma da Infertilidade, o Apoiar a Educação de Meninas, Acabar com o Casamento Infantil e a Mutilação Genital Feminina, Acabar com a Violência do Género, Empoderamento Feminino e também sobre questões de saúde como diabetes, hipertensão e muito mais.

“A Nossa África da Fundação Merck” é um programa televisivo pan-africano idealizado, produzido, realizado e coapresentado pela Senadora Drª Rasha Kelej, CEO da Fundação Merck, que apresenta estilos de moda africanos, cantores e especialistas renomados de diversas áreas, com o objectivo de conscientizar e promover uma mudança cultural em toda a África. O programa atraiu a atenção e o coração de milhões de telespectadores em todo o continente.

O programa televisivo foi transmitido nas principais estações televisivas de muitos países, como KTN HOME (Quénia), GH One & TV3 (Gana), NTV (Uganda), BTV (Botswana) Mashariki TV (Burundi), QTV (Gâmbia), KTN (Quénia), LNTV (Libéria), Mibawa TV (Malawi), Deffi Media (Maurícias), AYV (Serra Leoa), NTV (Uganda), ZNBC (Zâmbia), ZTN (Zimbabwe), NTV (Namíbia) e muito mais.

O Programa Televisivo “Nossa África ” está actualmente nas redes sociais da Senadora Drª Rasha Kelej [Facebook (https://apo-opa.co/46RQTdN), Instagram (https://apo-opa.co/4lTPOXP), Twitter (https://apo-opa.co/4kMZJNc) e YouTube (https://apo-opa.co/44STkKp)] e Fundação Merck [Facebook (https://apo-opa.co/3GvgIG0), Instagram (https://apo-opa.co/46Az9nl), Twitter (https://apo-opa.co/4eTMSYd) e YouTube (https://apo-opa.co/4o1OJ1A)].

Assista à promoção do programa aqui: https://apo-opa.co/4nXnAMX

No programa televisivo Além da Nossa África, a Fundação Merck, em parceria com as Primeiras-Damas Africanas, anuncia anualmente 8 importantes prémios, divididos em dois temas: Mídia, Moda, Cinema e Canção, além de jovens talentos africanos em potencial nessas áreas. Os temas das duas categorias de prémios são: 1) Quebrar o Estigma da Infertilidade, Apoiar a Educação de Meninas, Acabar com o Casamento Infantil, Acabar com a MGF, Acabar com a VBG e/ou o Empoderamento Feminino em todos os níveis; e 2) Promover um estilo de vida saudável e conscientizar sobre a prevenção e o diagnóstico precoce de Diabetes e Hipertensão. As edições de 2025 foram anunciadas durante a 11ª edição da Luminária África Ásia da Fundação Merck, realizado na Tanzânia em outubro de 2024.

A Drª Kelej enfatizou: “É amplamente sabido que a criatividade da África reflete a sua rica herança, expressa na forma de arte, tecidos, música e narrativas, e é transmitida de geração em geração. Por isso, lançamos esses prêmios anualmente, com minhas queridas irmãs, as Primeiras-Damas Africanas, que também são Embaixadoras da Fundação Merck “Mais Que uma Mãe”. Através dos nossos prémios, buscamos inspirar os jovens do continente a usar os seus talentos inatos para abordar as nossas importantes e críticas questões sociais e de saúde, conscientizando-os através do seu trabalho criativo em todos os níveis.

”As candidaturas para os prémios podem ser enviadas para: submit@merck-foundation.com

Além disso, como parte dos Programas de Conscientização Comunitária, a Fundação Merck criou mais de 30 músicas com diversos artistas africanos, em inglês, francês, português e também em línguas africanas locais, para abordar questões críticas como quebrar o estigma da infertilidade, empoderamento das mulheres, apoiar a educação de meninas, acabar com casamento infantil, conscientização sobre a diabetes, promover um estilo de vida saudável e muito mais.

A Fundação Merck, em parceria com as Primeiras Damas Africanas, também lançou 8 livros de histórias infantis em três línguas: inglês, francês e português. Além disso, a Fundação Merck adaptou esses livros de histórias para criar filmes de animação interessantes com o objectivo de alcançar as comunidades e conscientizar sobre questões importantes, com o objectivo de promover mudanças a nível local.

Para ouvir as músicas da Fundação Merck, ler os livros de histórias da Fundação Merck e assistir aos filmes de animação da Fundação Merck, clique nos links abaixo:

https://apo-opa.co/44Q8BvC

https://apo-opa.co/46iSl90 

Distribuído pelo Grupo APO para Merck Foundation.

Contato:
Mehak Handa
Gerente do Programa de Conscientização Comunitária
Telefone: +91 9310087613 / +91 9319606669
Email: mehak.handa@external.merckgroup.com

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Sobre a Fundação Merck:
A Fundação Merck, criada em 2017, é o braço filantrópico da Merck KGaA Alemanha, tem como objectivo melhorar a saúde e o bem-estar das pessoas e aprimorar as suas vidas atravez da ciência e da tecnologia. Os nossos esforços estão focados principalmente na melhoria do acesso a soluções de saúde de qualidade e equitativas em comunidades carenciadas, no desenvolvimento da capacidade de saúde e na investigação científica, no empoderamento das raparigas na educação e no empoderamento de pessoas em STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática) com foco especial em mulheres e jovens. Todos os comunicados de imprensa da Fundação Merck são distribuídos por e-mail ao mesmo tempo em que são disponibilizados no site da Fundação Merck. Visite www.Merck-Foundation.com para ler mais. Siga a mídia social da Fundação Merck: Facebook (https://apo-opa.co/3GvgIG0), X (https://apo-opa.co/4eTMSYd), Instagram (https://apo-opa.co/46Az9nl), YouTube (https://apo-opa.co/4o1OJ1A), Threads (https://apo-opa.co/44Dc6H2) e Flickr (https://apo-opa.co/44USpcs).

A Fundação Merck está dedicada a melhorar os resultados sociais e de saúde para comunidades necessitadas. Embora colabore com vários parceiros, incluindo governos, para atingir os seus objectivos humanitários, a Fundação permanece estritamente neutra em questões políticas. Ela não se envolve ou apoia nenhuma actividade política, eleições ou regimes, concentrando-se exclusivamente na sua missão de elevar a humanidade e melhorar o bem-estar, mantendo uma postura estritamente apolítica em todos os seus esforços.

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