O APO Group e a Bytesview Analytics anunciam parceria estratégica para reforçar a capacidade dos meios de comunicação em África

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O APO Group (www.APO-opa.com), a principal consultoria pan-africana de comunicação e relações com os media, tem o prazer de anunciar uma parceria estratégica com a Bytesview Analytics Private Limited, uma empresa tecnológica especializada em inteligência artificial e análise de dados.

Esta colaboração irá tirar Partido do NewsData.io, um produto emblemático da Bytesview Analytics. A NewsData.io é uma plataforma avançada de agregação e análise de notícias que fornece dados históricos e em tempo real provenientes de mais de 84 000 fontes em 206 países e 89 línguas. Foi concebida para apoiar a monitorização dos meios de comunicação social, a análise de sentimento e a tomada de decisões com base em dados.

Através desta parceria, o Grupo APO e a Bytesview Analytics irão trabalharar em conjunto para melhorar a monitorização, análise e distribuição de notícias africanas. O APO Group integrará as ferramentas de IA da Bytesview para fornecer aos clientes uma visão mais profunda sobre como as suas histórias são recebidas em diferentes idiomas e regiões, ajudando-os a medir a visibilidade, o impacto e o sentimento do público de forma mais eficaz.

“Este é um exemplo poderoso de como smart data e comunicação estratégica se podem unir para gerar melhores resultados nos media”, disse Bas Wijne, CEO do APO Group. “A nossa parceria com a Bytesview Analytics traz uma nova profundidade aos serviços que oferecemos, especialmente no acompanhamento e análise da cobertura mediática em África.”

“Estamos entusiasmados por colaborar com o Grupo APO para reforçar a nossa visibilidade em África e para apoiar uma melhor narrativa com informações fiáveis e baseadas em dados”, afirmou Piyush Khatri, Diretor da Bytesview Analytics. “Esta parceria abre novas portas tanto para a nossa equipa como para as organizações que servimos.”

Distribuído pelo Grupo APO para APO Group.

Sobre o APO Group:
Fundado em 2007, o APO Group (www.APO-opa.com) é a principal consultora Pan-Africana de comunicação e serviço de distribuição de comunicados de imprensa. Reconhecidos pela nossa vasta experiência enraizada em África e pela nossa ampla perspetiva global, especializamo-nos em elevar a reputação e o valor da marca de organizações privadas e públicas em toda a África. Como parceiro de confiança dos nossos clientes, a nossa missão é utilizar o poder dos meios de comunicação social, através da criação de estratégias que produzem um impacto tangível e mensurável, tanto no âmbito continental como global. 

O nosso compromisso com a excelência e a inovação foi reconhecido com múltiplos prémios de prestígio, incluindo um PRovoke Media Global SABRE Award e diversos PRovoke Media Africa SABRE Awards. Em 2023, fomos nomeados a Agência de Relações Públicas Líder em África e a Consultora de Comunicação Pan-Africana Líder nos World Business Outlook Awards. Em 2024, fomos premiados como a Melhor Consultora de Relações Públicas e Media do Ano – África do Sul, pela mesma organização. Em 2025, a Brands Review Magazine reconheceu-nos como a Consultora de Comunicação Líder em África pelo segundo ano consecutivo. Também nos premiaram com o título de Melhor Agência de Relações Públicas e Melhor Plataforma de Distribuição de Comunicados de Imprensa Líder em África em 2024. Finalmente, em 2025, os Davos Communications Awards 2025 atribuíram-nos o Prémio de Ouro para a Melhor Campanha de Relações Públicas e o Prémio de Bronze na categoria de Evento Especial.

A estimada clientela do APO Group, que inclui gigantes globais como a Canon, a Nestlé, a Western Union, o PNUD, a Network International, a Câmara Africana de Energia, a Mercy Ships, a Marriott, a Africa’s Business Heroes e a Liquid Intelligent Technologies, reflecte a nossa capacidade inigualável de navegar no complexo panorama dos meios de comunicação africanos. Com equipas no terreno em vários países africanos, oferecemos uma visão e um alcance inigualáveis em todo o continente. O APO Group dedica-se a reformular as narrativas sobre África, desafiando estereótipos e trazendo histórias africanas inspiradoras para audiências globais. Fazemo-lo com a nossa experiência no desenvolvimento e apoio a campanhas de relações públicas em todo o mundo, posicionando-nos de forma única para amplificar as mensagens da marca, melhorar a sua reputação e conectar eficazmente com todo o tipo de audiências.

Sobre a Bytesview Analytics:
A Bytesview Analytics Private Limited é uma empresa de tecnologia especializada em análises pote ciadas por IA e soluções de dados em tempo real. Com uma equipa dedicada de programadores e cientistas de dados, a Bytesview fornece produtos digitais de alto desempenho em sectores como os media, fintech, edtech, marketing, ciências ambientais e análise de redes sociais.

O seu principal produto, NewsData.io, é uma plataforma de agregação e análise de notícias que oferece dados de notícias históricas e em tempo real através de uma API de fácil desenvolvimento. Foi concebida para investigadores, analistas, programadores, profissionais dos meios de comunicação social e organizações que procuram informação estruturada sobre notícias de fontes globais em vários idiomas.

Para saber mais, visite:
www.Bytesview.com
www.NewsData.io

Soluções de Capacitação para o Futuro Energético da África do Sul

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A Electricity Expo Africa 2025 (www.ElectricityExpoAfrica.com) irá reunir as principais mentes e inovadores da África do Sul no sector da energia, oferecendo uma plataforma fundamental para soluções tangíveis para a crise energética do país. Este evento inaugural, que terá lugar de 19 a 21 de Agosto de 2025 no Johannesburg Expo Centre, surge num momento crucial em que o país se debate com a persistente instabilidade energética. 

Com o tema “Empowering Solutions for South Africa’s Energy Future” (Soluções de Capacitação para o Futuro Energético da África do Sul), a exposição abordará os constrangimentos da rede nacional, acelerará a adopção de energias renováveis, promoverá a inovação fora da rede, atenuará a perda de carga e modernizará as infra-estruturas e a regulamentação. 

Organizada pela Electrical Contractors Association (SA) e pela South African Electrical Workers Association (SAEWA) e orgulhosamente apoiada pelo National Bargaining Council for the Electrical Industry, a Electricity Expo Africa 2025 (https://apo-opa.co/4egPsr8) é um espaço direccionado para as partes interessadas empenhadas no impacto no mundo real. 

“A electricidade é o motor do desenvolvimento. Esta Expo é mais do que um simples encontro da indústria – é um imperativo nacional, um apelo à acção para todas as partes interessadas que investem no futuro da África do Sul”, afirmou Jimmy Turner, Presidente da Electricity Expo Africa. “Estamos a unir fornecedores de soluções, decisores políticos e comunidades para transformar colectivamente a paisagem energética da África do Sul de uma situação de escassez para uma situação de fiabilidade e abundância.” 

Três pilares de foco 

1. Enfrentar a crise da rede nacional 

A rede eléctrica envelhecida da África do Sul requer uma intervenção urgente. No centro da Expo está um esforço para modernizar as infra-estruturas através da automatização, de diagnósticos inteligentes e de inovações na manutenção. Ao reunir peritos em redes e especialistas em transmissão, o evento promoverá o intercâmbio de conhecimentos sobre a forma de evitar falhas e acelerar os projectos nacionais de modernização. 

Este esforço apoia o Plano de Ação Nacional para a Energia, que visa restaurar a fiabilidade da Eskom e acelerar o desenvolvimento de novas capacidades de produção de energia. 

“Acabar com o corte de carga exige mais do que apenas conversa; exige ferramentas reais, sistemas inteligentes e a implementação urgente de soluções práticas”, sublinhou Turner. “Esta exposição apresentará respostas práticas – desde tecnologias de rede de ponta que reforçam a resiliência até reformas políticas que agilizam o desenvolvimento de infra-estruturas. Trata-se de transformar os desafios em oportunidades de crescimento.” 

2. Acelerar as soluções renováveis e fora da rede 

O futuro energético da África do Sul depende de um cabaz de produção diversificado. Com o rápido aumento da adopção da energia solar – de 2300 MW em 2022 para mais de 5400 MW no início de 2024 – a exposição destacará as tecnologias de energia solar fotovoltaica, eólica e de armazenamento com baterias que permitem que as casas, as empresas e os municípios produzam electricidade de forma independente e reduzam a sua dependência da rede nacional. 

Estão também em preparação mais de 130 projectos IPP, totalizando cerca de 22.500 MW. Na Expo, serão apresentadas inovações em grande escala e descentralizadas, incluindo soluções fora da rede e mini-redes para zonas rurais e de alto risco. 

Os participantes irão interagir directamente com criadores de tecnologia e fornecedores de soluções, demonstrando as ferramentas necessárias para alimentar comunidades e pólos comerciais, mesmo na ausência de fornecimento nacional. 

3. Inovação em políticas, infra-estruturas e regulamentação 

A recente Lei de Alteração da Regulamentação da Electricidade marca uma nova era para o sector da electricidade da África do Sul, introduzindo reformas como um operador de sistema de transmissão independente e um mercado de energia competitivo. Mas a política deve acompanhar o ritmo da tecnologia. 

A Electricity Expo Africa 2025 (https://apo-opa.co/4kYvdAY) contará com discussões de alto nível com governos, reguladores e líderes do sector. Os tópicos incluem a simplificação das licenças para as energias renováveis, incentivos ao armazenamento de energia, códigos de rede actualizados e financiamento de infra-estruturas – crucial tendo em conta a estimativa de 390 mil milhões de rands necessários para a expansão da rede nacional. 

“Não estamos apenas a mostrar inovação; estamos a impulsionar um movimento nacional em direcção a um sistema de electricidade resiliente e inclusivo”, acrescentou Turner. “A Electricity Expo Africa 2025 é onde as soluções se transformam em acção, promovendo a colaboração entre o governo, a indústria e a sociedade civil, que é essencial para um futuro energético verdadeiramente sustentável.” 

Quem precisa de estar presente 

A Electricity Expo Africa 2025 acolherá mais de 150 expositores e mais de 60 oradores especializados, criando uma plataforma de visibilidade e envolvimento de grande impacto. Entre os principais participantes estarão: 

  • Decisores políticos e funcionários do sector da energia – Partilhar reformas e planos estratégicos. 
  • Líderes de serviços públicos municipais – Destacar a inovação local e as micro-redes. 
  • Inovadores em matéria de energias renováveis – Apresentação de tecnologias de nova geração. 
  • Fornecedores de tecnologia de rede e armazenamento – Apresentação de sistemas avançados de rede inteligente. 
  • Financiamento e parceiros de infra-estruturas – Explorar a mobilização de capitais e as PPP. 
  • Organizações comunitárias de acesso à energia – Defender o acesso equitativo à energia. 

Este programa alargado cria uma oportunidade rara para as empresas colocarem as suas inovações no centro do diálogo e do desenvolvimento nacionais. 

Turner sublinha a dupla oportunidade para os expositores: “Expor na Electricity Expo Africa 2025 é mais do que uma oportunidade de marketing – é uma oportunidade de alimentar o crescimento da sua empresa e ajudar a impulsionar a transformação energética da África do Sul. Encorajamos as grandes e pequenas empresas a apresentarem as suas inovações na Expo, onde podem estabelecer relações valiosas e desempenhar um papel na garantia do futuro energético da nação.” 

Detalhes do evento: 

  • Datas: 19-21 de Agosto de 2025 
  • Local do evento: Centro de Exposições de Joanesburgo, Nasrec 
  • Website: www.ElectricityExpoAfrica.com 

Distribuído pelo Grupo APO para Electricity Expo Africa (EEA).

Emitido por: The Lime Envelope 
Em nome de: Electricity Expo Africa 

Para informações aos meios de comunicação social: 
Kerry Oliver 
Telefone: 082 927 9470 
E-mail: kerry@thelime.co.za  

“Educação das raparigas hoje para o empoderamento das mulheres amanhã”: enfatiza a Senadora Dra. Rasha Kelej no Dia Internacional da Mulher 2025

Fundação Merck (www.Merck-Foundation.com), o braço filantrópico da Merck KGaA Alemanha, junto às Primeiras Damas Africanas, que são também as suas Embaixadoras, Ministérios da Saúde, Educação, Comunicação e Género, assinalam o “Dia Internacional da Mulher 2025”, através dos seus impactantes programas de desenvolvimento, continuando o seu legado de 13 anos de epoderamento das mulheres e raparigas. 

Senadora, Dra. Rasha Kelej, CEO Fundação Merck e Uma das Mulheres Africanas Mais Influentes por Seis Anos Consecutivos (2019 – 2024) expressou: “Feliz Dia Internacional da Mulher a todas as mulheres e raparigas extraordinárias do mundo! 

Empoderar raparigas e mulheres está no centro de todas as nossas iniciativas e programas na Fundação Merck. Reconheço o imenso potencial das mulheres para prosperar, ter sucesso e se destacarem em qualquer área que escolham, mas muitas vezes não têm o ambiente propício para realizar plenamente as suas capacidades, especialmente em comunidades carenciadas. 

Por isso, junto às nossas Embaixadoras, as Primeiras Damas Africanas, comemoramos o Dia Internacional da Mulher todos os dias, há 13 anos, através dos nossos programas e iniciativas de desenvolvimento, tais como ‘Mais do Que uma Mãe’, ‘Capacitação Profissional da Fundação Merck’, ‘Educar Linda’,and ‘Programa STEM’.” 

“Fundação Merck Mais do Que uma Mãe” é um movimento forte que visa empoderar mulheres com infertilidade e sem filhos através do acesso à informação, educação e mudança de mentalidade. 

“Estou muito feliz por partilhar que, das 2.282 bolsas de estudo atribuídas em 52 países em 44 especialidades críticas e carenciadas, 1.063 bolsas, ou seja, quase 50%, foram atribuídas a mulheres licenciadas em medicina, empoderando-as para se tornarem futuras especialistas e líderes em saúde. 

Estou especialmente orgulhosa por termos atribuído mais de 716 bolsas de estudo a jovens médicos, dedicados a promover a saúde das mulheres através do reforço da capacidade de assistência à saúde reprodutiva, sexual e de fertilidade.” 

A CEO da Fundação Merck acredita firmemente que a educação é uma das áreas mais críticas do empoderamento feminino. 

“Apraz-me partilhar que, através do nosso Programa “Educar Linda”, juntamente com as minhas queridas irmãs, as nossas Embaixadoras, estamos a apoiar a educação, com a oferta de mais de 950 bolsas de estudo para estudantes africanas de alto desempenho e carentes, empoderando-as a concluir os seus estudos e atingir o seu potencial máximo e também fornecendo materiais escolares essenciais para milhares de estudantes em muitos países africanos, como Botswana, Burundi, Malawi, Gâmbia, Nigéria, Zâmbia, Zimbabwe, Gana, Namíbia, República Democrática do Congo, Cabo Verde e muito mais. 

Além disso, beneficiamos milhares de raparigas através da nossa campanha de sensibilização através de muitas iniciativas, como o lançamento de música inspiradora, livros de histórias infantis, filmes de animação, programas televisivo e prémios para melhores estilistas de media, música, filme e moda, todos com o objectivo de promover a educação das raparigas hoje para o empoderamento das mulheres amanhã”, salientou a Senadora Rasha Kelej. 

A Fundação Merck também empodera activamente as mulheres na Ciência e Tecnologia através do seu Programa STEM e do Prémio Anual da Cimeira de Investigação África da Fundação Merck (MARS), que distingue e celebra as Melhores Investigadoras Africanas e os Melhores Jovens Investigadores Africanos, promovendo a excelência na investigação. 

“O nosso objectivo é empoderar as mulheres e os jovens investigadores africanos, melhorar a sua capacidade de investigação e promover as suas contribuições para a área da STEM”, sublinhou a Dra. Kelej.  

Assista aos episódios do programa televisivo “Nossa África da Fundação Merck” sobre o apoio à educação das raparigas:  

Episódio 2: https://apo-opa.co/3TJnIlf 

Episódio 11:https://apo-opa.co/3T5CQcE

Episódio 14: https://apo-opa.co/4kUtgFA

Ouça aqui a música da Fundação Merck sobre o apoio à educação das raparigas:  

1. Assista, partilhe & subscreva-se à música “Girl Can” aqui, cantada por duas famosas cantoras, Irene and Cwezi da Libéria e Gana respectivamente: https://apo-opa.co/407Ntj9

2. Assista, partilhe & subscreva-se à música “Like Them” aqui, cantada por Kenneth, um famoso músico do Uganda: https://apo-opa.co/4kV21e5

3. Assista, partilhe & subscreva-se à música “Take me to School” aqui, cantada por Wezi, músico Afro-soul da Zâmbia, para apoiar a educação das raparigas: https://apo-opa.co/3ZGPClx

4. Assista, partilhe & subscreva-se à música em português “Tu Podes Sim”, que significa em inglês “Yes, You Can” cantada em ingles por Blaze e Tamyris Moiane, cantores de Moçambique aqui: https://apo-opa.co/4lhKJaL 

5. Assista, partilhe & subscreva-se à música “Brighter day” de Sean K e Cwesi Oteng da Namíbia e Gana respectivamente: https://apo-opa.co/3HWDu9W

Assista aos filmes de animação da Fundação Merck para apoiar a educação das raparigas: 

Viagem ao Futuro: https://apo-opa.co/4lhKTin

Resgate da Jaqueline: https://apo-opa.co/3ZKEFzv

Leia o livro de histórias da Fundação Merck que aborda a importância da educação das raparigas:  

1. Para ler o Livro de Histórias Educar Linda, visite: https://apo-opa.co/44lkNEv

2. Para ler o Livro de Histórias Resgate da Jaqueline, visite: https://apo-opa.co/4nhP6Ve

3. Para ler o Livro de Histórias Viagem ao Futuro, visite: https://apo-opa.co/4k3zAJO

4. Para ler o Livro de Histórias Não É Quem Tu És, visite: https://apo-opa.co/4k3zFNC

Distribuído pelo Grupo APO para Merck Foundation.

Contato:
Mehak Handa
Gerente do Programa de Conscientização Comunitária
+91 9310087613
+91 9319606669
mehak.handa@external.merckgroup.com

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Sobre a Fundação Merck:
A Fundação Merck, criada em 2017, é o braço filantrópico da Merck KGaA Alemanha e tem como objectivo melhorar a saúde e o bem-estar das pessoas e melhorar as suas vidas através da ciência e da tecnologia. Os nossos esforços estão focados principalmente em melhorar o acesso a soluções de saúde de qualidade e equitativas em comunidades carenciadas, desenvolver a capacidade de saúde e investigação científica, empoderar raparigas na educação e pessoas em STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática), com um foco especial nas mulheres e nos jovens. Todos os comunicados de imprensa da Fundação Merck são distribuídos por e-mail ao mesmo tempo que são disponibilizados no site da Fundação Merck. Por favor, visite www.Merck-Foundation.com para ler mais. Siga a mídia social da Fundação Merck: Facebook (https://apo-opa.co/40mEwlR), X (https://apo-opa.co/4ngMjLO), Instagram (https://apo-opa.co/3HVBxui), YouTube (https://apo-opa.co/4lkw0Mb),Threads (https://apo-opa.co/4k8LPF5) e Flickr (https://apo-opa.co/3FU9QSe). 

A Fundação Merck dedica-se a melhorar os resultados sociais e de saúde para as comunidades carenciadas. Embora colabore com vários parceiros, incluindo governos, para atingir os seus objectivos humanitários, a fundação mantém-se estritamente neutra em questões políticas. Não se envolve nem apoia qualquer actividade política, eleição ou regime, concentrando-se exclusivamente na sua missão de elevar a humanidade e melhorar o bem-estar, mantendo uma postura estritamente apolítica em todos os seus esforços. 

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“O sucesso de um país depende muito da forma como o Estado se organiza” – Ministro Eurico Monteiro

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O Ministro da Modernização do Estado e da Administração Pública afirmou, esta segunda-feira, 23 de junho, que “o sucesso de um país depende muito da forma como o Estado se organiza, não só para responder às necessidades presentes, mas também para projetar o futuro”.

Eurico Monteiro falava para uma plateia de funcionários, dirigentes, ex-funcionários, cidadãos e representantes dos diferentes quadrantes do Estado, durante a abertura da IV Semana da Função Pública, que, este ano, em homenagem ao cinquentenário da independência, traz como lema, “Função Pública: 50 anos a servir Cabo Verde rumo a um futuro inovador”.

O Governante começou por traçar um raio-x do percurso da Administração Pública (AP) ao longo das cinco décadas da sua construção no Cabo Verde independente, ressaltando a importância de se ter privilegiado a continuidade administrativa, não obstante a ideia de uma AP revolucionária que despertava no seio daquela juventude irreverente do pós 5 de julho de 1975.

“Felizmente, que gente mais velha e experiente percebeu logo, não só a importância da continuidade administrativa, como também o prejuízo que poderia advir daquele espírito revolucionário de deitar tudo abaixo e começar de novo”, recordou.

As reformas, essas, explicou o Ministro, foram-se fazendo a pouco e pouco, construindo-se o futuro da Administração Pública sem graves roturas. “E ainda estamos nesta caminhada, com alterações mais ou menos significativas, procurando novos caminhos, mas tentando manter sempre uma linha de continuidade e evitando a rotura por completa”, afirmou.

Nesse contexto, entende o Ministro, a Administração Pública Cabo-verdiana tem feito um percurso interessante na base desta filosofia. “Quanto melhor for a nossa Administração Pública, a sua capacidade e a sua eficiência, melhor o Estado será servido e mais facilmente nós prosseguiremos os nossos objetivos”.

Aliás, a Administração Pública, essa, sublinhou Eurico Monteiro, é muito além de um corpo de burocratas que lida com papéis e procedimentos e sim “a parte mais visível do Estado”, uma vez que incorpora tudo aquilo que é importante para servir as necessidades públicas do país.

E porque a Administração Pública é também feita de pessoas, o Governo de Cabo Verde tem investido em reformas significativas para melhoria das condições de trabalho daquelas que compõe o seu maior ativo – os seus recursos humanos.

A título de exemplo, indicou o Ministro, a implementação do Regime Jurídico do Emprego Público e a regularização da precariedade laboral, duas grandes medidas em curso, que visam investir e valorizar os recursos humanos da Administração Pública porque, na função pública, reconhece Eurico Monteiro, para se estar motivado, há que se estar num contexto de trabalho suficientemente atrativo, seja em termos de carreira, seja em termos de remuneração, seja também em termos de ambiente de trabalho.

Igualmente importante, sublinhou o Ministro, são as relações interpessoais no ambiente de trabalho, mormente, no que concerne à relação entre as chefias e os subordinados, que devem ser as mais saudáveis possíveis, porquanto podem constituir elementos motivadores ou desmotivadores no exercício da função.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

O APO Group lança distribuição por WhatsApp para expandir o seu alcance de meios de comunicação em tempo real em toda a África

O APO Group (www.APO-opa.com), a galardoada consultoria de comunicação e distribuição de comunicados de imprensa líder do continente africano, introduziu o WhatsApp no seu crescente ecossistema de distribuição. Ao tirar partido da aplicação de mensagens mais utilizada em África, o APO Group está a melhorar a velocidade, o alcance e a acessibilidade de notícias fiáveis. Os recém-lançados canais WhatsApp do Africa Newsroom proporcionam uma forma simplificada para os profissionais da comunicação social navegarem, partilharem e publicarem comunicados de imprensa. A distribuição por WhatsApp do APO Group funciona agora de forma semelhante aos canais Telegram da empresa, oferecendo notícias em inglês, francês, árabe e português para acomodar as diversas línguas e necessidades regionais de África.

Com uma estimativa de 200 milhões de utilizadores em África – incluindo 90-100 milhões na Nigéria, 28-29 milhões na África do Sul e 20-21 milhões no Gana – o WhatsApp é uma ferramenta de comunicação vital. A mudança estratégica do APO Group faz a ponte entre os profissionais de relações públicas, jornalistas e criadores de conteúdos digitais, respondendo à evolução dos hábitos de consumo dos media no continente.

Bas Wijne, Diretor Executivo do APO Group, comentou: “No APO Group, não nos limitamos a partilhar as histórias de África – damos-lhes força com propósito e precisão. Integrar o WhatsApp na nossa rede de distribuição é mais do que inovação; é um compromisso para tornar as vozes africanas mais imediatas, mais acessíveis e mais impactantes do que nunca. É assim que honramos o continente que servimos – indo ao encontro das pessoas onde elas estão, e fornecendo notícias que importam, de forma mais rápida e com maior alcance.”

Após o sucesso do lançamento dose seus canais de Telegram, o APO Group continua a adaptar seus serviços de relações públicas para responder às exigências de um ambiente de media digital acelerado. “Isto é mais do que distribuição – trata-se de capacitação, acessibilidade e narração de histórias em tempo real”, acrescentou Wijne.

Ao equipar os seus clientes e os profissionais de notícias com as ferramentas para comunicar de forma mais eficaz, o APO Group está a ajudar a colmatar lacunas no ecosistema informative e a reforçar as narrativas africanas. Com a plataforma Africa Newsroom, a integração do Telegram e agora o WhatsApp, a empresa está a remodelar o futuro das relações públicas em todo o continente e a garantir que a voz de África ressoe globalmente.

Distribuído pelo Grupo APO para APO Group.

Sobre o APO Group:
Fundado em 2007, o APO Group (www.APO-opa.com) é a principal consultora Pan-Africana de comunicação e serviço de distribuição de comunicados de imprensa. Reconhecidos pela nossa vasta experiência enraizada em África e pela nossa ampla perspetiva global, especializamo-nos em elevar a reputação e o valor da marca de organizações privadas e públicas em toda a África. Como parceiro de confiança dos nossos clientes, a nossa missão é utilizar o poder dos meios de comunicação social, através da criação de estratégias que produzem um impacto tangível e mensurável, tanto no âmbito continental como global. 

O nosso compromisso com a excelência e a inovação foi reconhecido com múltiplos prémios de prestígio, incluindo um PRovoke Media Global SABRE Award e diversos PRovoke Media Africa SABRE Awards. Em 2023, fomos nomeados a Agência de Relações Públicas Líder em África e a Consultora de Comunicação Pan-Africana Líder nos World Business Outlook Awards. Em 2024, fomos premiados como a Melhor Consultora de Relações Públicas e Media do Ano – África do Sul, pela mesma organização. Em 2025, a Brands Review Magazine reconheceu-nos como a Consultora de Comunicação Líder em África pelo segundo ano consecutivo. Também nos premiaram com o título de Melhor Agência de Relações Públicas e Melhor Plataforma de Distribuição de Comunicados de Imprensa Líder em África em 2024. Finalmente, em 2025, os Davos Communications Awards 2025 atribuíram-nos o Prémio de Ouro para a Melhor Campanha de Relações Públicas e o Prémio de Bronze na categoria de Evento Especial.

A estimada clientela do APO Group, que inclui gigantes globais como a Canon, a Nestlé, a Western Union, o PNUD, a Network International, a Câmara Africana de Energia, a Mercy Ships, a Marriott, a Africa’s Business Heroes e a Liquid Intelligent Technologies, reflecte a nossa capacidade inigualável de navegar no complexo panorama dos meios de comunicação africanos. Com equipas no terreno em vários países africanos, oferecemos uma visão e um alcance inigualáveis em todo o continente. O APO Group dedica-se a reformular as narrativas sobre África, desafiando estereótipos e trazendo histórias africanas inspiradoras para audiências globais. Fazemo-lo com a nossa experiência no desenvolvimento e apoio a campanhas de relações públicas em todo o mundo, posicionando-nos de forma única para amplificar as mensagens da marca, melhorar a sua reputação e conectar eficazmente com todo o tipo de audiências.

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Cabo Verde pode vir a institucionalizar Prémio Anual para Jornalistas sobre Economia Azul

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O Ministro do Mar, Eng.º Jorge Santos, recebeu nesta segunda-feira, 23, o Secretário de Estado Adjunto do Primeiro-Ministro, Dr. Lourenço Lopes, num encontro de trabalho em que foi analisada, entre outras matérias, a possibilidade de criação de um Prémio Anual para Jornalistas sobre Economia Azul.

O prémio deverá abranger profissionais da comunicação social nacional, tanto dos órgãos públicos quanto privados. Segundo o Secretário de Estado, que tutela a área da comunicação social, a distinção será dedicada a trabalhos jornalísticos de excelência que abordem temas ligados à Economia Azul.

Durante o encontro, os dois governantes abordaram igualmente o papel estratégico dos media na promoção do desenvolvimento da ilha de São Vicente e do País em geral, com ênfase nas questões relacionadas com a Economia Azul e o compromisso de Cabo Verde com a preservação e proteção dos oceanos. Este compromisso ficou patente na recente Cimeira sobre os Oceanos, organizada pelas Nações Unidas em Nice, França, com a participação do Ministro do Mar.

Reconhecendo o papel fundamental dos meios de comunicação na mediação entre as políticas públicas e a população, bem como na projeção internacional de Cabo Verde, o Ministro do Mar manifestou abertura para colaborar em programas de formação dirigidos a jornalistas, com enfoque específico na Economia Azul, uma proposta bem acolhida pelo Secretário de Estado Adjunto do Primeiro-Ministro.

O Ministro mostrou-se igualmente disponível para mobilizar parceiros nacionais e internacionais com vista à criação de um Centro de Produção Audiovisual de referência em São Vicente. A infraestrutura, além de valorizar o potencial da ilha no domínio das indústrias criativas, pretende constituir-se uma janela de oportunidades para os jovens Cabo-verdianos.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

Uma em cada 10 viúvas no mundo vive em pobreza extrema

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Este 23 de junho é o Dia Internacional das Viúvas. A data, aprovada pela Assembleia Geral da ONU em 2011, quer chamar a atenção para as experiências de mulheres que perdem não somente seus parceiros, mas também a subsistência.

Em todo o mundo, mais de 258 milhões de mulheres se declaram viúvas. Uma em cada 10 delas vive em extrema pobreza.

RD Congo e Índia

Historicamente, elas vivem sem apoio. Em alguns países, as viúvas não têm direito à herança, pensão ou meios de subsistência e ficam isoladas da seguridade social.

A resolução da Assembleia Geral pede a governos em todo o globo que apoiem as viúvas com informações e acessos a recursos que possam socorrê-las. Oportunidades de treinamento, educação, salário decente e acesso a linhas de crédito.

Estima-se que em algumas partes da República Democrática do Congo, metade das mulheres tenham este estado civil.

Já na Índia, muitas viúvas são desonradas pela família, obrigadas a trabalhar no mercado informal, viver na mendicância ou a se prostituírem.

Caridade da família

Em alguns casos, elas também são forçadas a assumir a dívida dos cônjuges.

Na África e na Ásia, muitas se tornam vítimas de violência física e mental incluindo violência sexual por causa de disputas de herança e terra. Várias mulheres acabam por viver de caridade da família dos maridos.

Nos últimos anos, a intensificação de conflitos armados causou deslocamentos e migração. Além disso, a pandemia da Covid-19 deixou muitas mulheres viúvas.

Durante os fechamentos econômicos, as viúvas ficaram sem acesso a aposentadorias, contas bancárias e cuidados de saúde.

Em muitos países, onde existem leis de proteção aos direitos das viúvas, falhas no sistema legal acabam por comprometer os direitos delas.

Já em situações de pós-conflito, as viúvas devem ser parte dos processos de reconciliação e construção da paz para garantir um futuro sustentável de paz e segurança.

Expostas ao HIV

O Dia Internacional das Viúvas quer chamar a atenção também para práticas culturais, degradantes e até mesmo letais como parte dos ritos fúnebres e de luto.

Em vários países, as viúvas são forçadas a beber a água em que os cadáveres de seus maridos foram lavados. Os ritos de luto também podem envolver relações sexuais com parentes do sexo masculino, raspagem dos cabelos e auto flagelo.

Muitas mulheres se tornam vulneráveis no contexto do HIV/Aids em situações traumáticas de países em conflito, onde elas sofrem violência sexual, são mutiladas, estupradas ou infectadas com o HIV.

Distribuído pelo Grupo APO para UN News.

Forças de paz organizam retirada da República Democrática do Congo (RD Congo) com saída de Kivu do Sul

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Este mês marca a conclusão da retirada das forças da Missão da ONU na República Democrática do Congo, Monusco, da província oriental do Kivu do Sul. Com o processo terminará a primeira fase da saída do contingente internacional do país africano. 

Para a representante especial do secretário-geral na RD Congo, várias lições foram aprendidas deste processo pela operação criada em 2010, resultante de missões anteriores com o mandato que inclui proteger civis congoleses, pessoal humanitário e ativistas de direitos humanos. 

Contexto de estabilização 

No caso do Kivu do Sul, Bintou Keita destacou a formação de uma equipe local que fará parte dessas atividades, mas também terá alcance em níveis nacional e local.

Nessa experiência da retirada do Kivu do Sul, uma das principais lições é que não se pode ter pressa de estabelecer um cronograma para a retirada de um contexto em estabilização, por haver muitos desafios a serem enfrentados. 

Entre os aspectos por considerar, ela mencionou a necessidade de equipamentos, as negociações com terceiros para locais para instalar infraestrutura ou se estabelecer bases em terras privadas. 

A chefe da missão de paz da ONU também conversou, em Ruanda, com rebeldes que atuam na RD Congo. O tema foi a proteção de civis em áreas sob controle destes grupos armados no leste congolês. 

Momento crítico 

Keita disse que os rebeldes expressaram o desejo de uma solução pacífica para a crise, que se intensificou em janeiro com a captura da cidade de Goma. 

Segundo a Monusco, a reunião fazia parte de “esforços conjuntos iniciados, há vários meses, em benefício da população” e que ocorreu em um momento crítico. 

O grupo rebelde M23 também esteve nas negociações promovidas pela ONU, as primeiras mais salientes desde a tomada da cidade oriental de Goma que no início deste ano protagonizaram ataques a alvos incluindo as forças de paz da Monusco.

Distribuído pelo Grupo APO para UN News.

Togo: Banco Africano de Desenvolvimento reforça parceria com a sociedade civil

O Banco Africano de Desenvolvimento (www.AfDB.org) realizou o seu primeiro Dia Aberto à Sociedade Civil em Lomé, no Togo, no dia 3 de junho. O evento reuniu representantes do governo togolês, cerca de 30 organizações da sociedade civil (OSC) nacionais e internacionais e funcionários do Banco, todos empenhados em reforçar as parcerias para o desenvolvimento no Togo.

Todas as personalidades importantes presentes no evento enfatizaram essa visão comum.

Ao abrir o evento, Stéphane Akaya, Secretário-Geral do Ministério da Economia e Finanças do Togo, destacou a importância da sociedade civil: “Este dia aberto com o Banco Africano de Desenvolvimento reafirma o nosso compromisso conjunto com o progresso inclusivo e transparente. Procuramos fortalecer uma parceria tripartida, na qual a sociedade civil está envolvida, desde a conceção até a avaliação, para fim de garantir um desenvolvimento eficaz e centrado nas pessoas”.

Secundando Akaya, Wilfrid Abiola, representante do Grupo AfDB no Togo, afirmou: “O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento continua empenhado em reforçar a colaboração com a sociedade civil togolesa, que é um interveniente fundamental no desenvolvimento sustentável”.

O Dia Aberto das OSC em Lomé teve como objetivo reforçar a colaboração entre o Banco e a sociedade civil, através da partilha de informações sobre as operações e projetos de desenvolvimento do Banco no Togo. Procurou também incentivar o diálogo sobre o papel das OSC ao longo do ciclo do projeto – desde o planeamento e preparação até à implementação, supervisão e conclusão.

“Estamos empenhados em reforçar a nossa parceria com as organizações da sociedade civil no Togo, incentivando o diálogo aberto e promovendo a sua plena participação nos projetos que apoiamos”, afirmou Zeneb Touré, chefe da Divisão de Sociedade Civil e Envolvimento Comunitário do AfDB.

Minemba Traore, Responsável Sénior pela Sociedade Civil para a África Ocidental no Grupo Banco, partilhou informações sobre o envolvimento da instituição com as OSC, enquanto Ndey Oley Cole, Responsável Sénior de Programas no Departamento de Género, Mulheres e Sociedade Civil do AfDB, apresentou um resumo dos intercâmbios.

Os principais resultados e próximos passos das discussões incluíram:

  • Maior envolvimento da sociedade civil: as OSC serão incluídas em todas as fases dos projetos de desenvolvimento.
  • Criação de uma plataforma formal de diálogo: o Banco, o governo e as OSC trabalharão em conjunto para estabelecer um fórum permanente para consultas contínuas.
  • Capacitação das OSC: será ministrada formação em monitorização e avaliação de projetos, elaboração de propostas e estratégias de acesso ao mercado.
  • Melhoria da comunicação: O Banco partilhará informações sobre as suas atividades no Togo de forma mais dinâmica e acessível, atendendo melhor às necessidades dos parceiros e do público.
  • Promoção da inclusão social e da diversidade: Serão envidados esforços para garantir uma maior participação dos jovens e das mulheres nas iniciativas de desenvolvimento.
  • Desenvolvimento de um plano de ação detalhado: Resultados concretos e prazos claros orientarão o acompanhamento e garantirão a implementação eficaz dos compromissos.

O Dia Aberto lançou as bases para parcerias mais estreitas, que podem proporcionar espaços de intercâmbio, consulta e colaboração entre o Banco, as OSC e outras partes interessadas no Togo.

Tal abordagem permitirá ao AfDB compreender melhor as prioridades locais, discutir oportunidades de parceria e receber contributos da sociedade civil sobre os projetos que financia no Togo.

A iniciativa está alinhada com o Plano de Ação para o Envolvimento da Sociedade Civil 2024-2028 do Grupo Banco, aprovado no ano passado. No âmbito do Pilar 3 deste plano de ação, será dada especial atenção ao reforço do diálogo com as organizações da sociedade civil nos países onde o Banco opera. A realização de dias abertos à sociedade civil nos países membros regionais do Banco é um mecanismo fundamental para operacionalizar este compromisso.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Veja aqui o álbum de fotos:
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Contato para os media:
Evelia Gadegbeku
Departamento de Comunicação e Relações Externas
media@afdb.org

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Senegal e Quénia lideram o Índice de Regulamentação Elétrica do Banco Africano de Desenvolvimento, com reformas tangíveis impulsionadas pelos reguladores

O Quénia e o Senegal conquistaram os primeiros lugares no Índice de Regulamentação Elétrica (ERI) de 2024 do Banco Africano de Desenvolvimento (www.AfDB.org), demonstrando um progresso excecional na governação do setor energético e nos resultados regulatórios. A avaliação abrangente, divulgada oficialmente hoje no Fórum Africano da Energia, na Cidade do Cabo, avalia os quadros regulatórios de 43 países africanos. 

Uganda, Libéria e Níger completam os cinco primeiros lugares, com o Níger a registar um dos maiores ganhos, destacando o forte impacto das reformas sustentadas e do compromisso político com o desenvolvimento do setor energético. 

O ERI avalia três dimensões: Governação Regulamentar, Substância Regulamentar e Resultados Regulamentares (ROI). Notavelmente, os ROI, que acompanham a prestação de serviços e o desempenho dos serviços públicos, registaram a melhoria mais substancial em todo o continente. 

Principais conclusões do ERI 2024: 

  • O Quénia e o Senegal lideraram com uma pontuação de 0,892, refletindo um progresso notável na reforma tarifária, nos resultados regulamentares e no desempenho dos serviços públicos. 
  • Uns impressionantes 41 entre os 43 países participantes alcançaram pontuações RGI acima de 0,5, representando um aumento significativo em relação aos 24 países, em 2022. 
  • Os países com pontuação abaixo de 0,500 reduziram-se significativamente, de 19 em 2022, para apenas 6 em 2024. 
  • Mesmo o país com pior desempenho triplicou sua pontuação – de cerca de 0,10 para 0,33. 
  • Os ROI subiu de cerca de 0,40, em 2022, para 0,62, em 2024, mostrando que as reformas estão a proporcionar melhorias tangíveis nos serviços no terreno. 

Agora na sua sétima edição, o ERI mostra um forte impulso no sentido de uma regulamentação mais eficaz, transparente e impactante, com resultados reais a começarem a surgir. 

“O ERI 2024 mostra que os reguladores africanos estão a dar um passo em frente. Estamos agora a ver instituições mais fortes a apresentar resultados reais para os serviços públicos e os consumidores. Esta mudança é fundamental se quisermos garantir a Missão 300 e ligar 300 milhões de pessoas à eletricidade até 2030”, afirma o Dr. Kevin Kariuki, vice-presidente do AfDB para a Energia, Clima e Crescimento Verde. 

Pela primeira vez, o ERI 2024 também avaliou os órgãos reguladores regionais, reconhecendo o seu papel crescente na harmonização das normas técnicas e na facilitação do comércio transfronteiriço de eletricidade. 

Como espinha dorsal da Missão 300, o ERI continua a informar a conceção e a implementação de compactos energéticos nacionais – atualmente em vigor em 12 países, com outros 20 em desenvolvimento. 

Colmatar o fosso – enfrentar os desafios atuais 

Ao mesmo tempo que celebra os progressos regulamentares, o relatório apela a uma maior atenção à independência regulamentar, à viabilidade financeira dos serviços públicos e à integração dos sistemas fora da rede e das minirredes nos quadros nacionais. O ERI sublinha que a regulamentação deve traduzir-se num melhor acesso, acessibilidade e fiabilidade, especialmente para as populações rurais carenciadas. 

O relatório delineia áreas prioritárias para melhorar a eficácia regulamentar: 

  • Reforçar a independência regulamentar 
  • Melhorar os mecanismos de responsabilização 
  • Promover a transparência e a previsibilidade 
  • Melhorar a participação das partes interessadas 
  • Aprofundar a regulamentação económica e avançar com metodologias tarifárias que reflitam os custos. 

“O ERI 2024 conta uma história promissora. Os países africanos não estão apenas a aprovar leis, estão a implementá-las. Os reguladores estão a transformar-se de órgãos administrativos em instituições estratégicas com influência mensurável. No entanto, persistem desafios relacionados com a independência, o financiamento e a aplicação”, afirmou Wale Shonibare, Diretor de Soluções Financeiras, Política e Regulamentação Energética do Grupo Banco. 

Lançado em 2018, o ERI é uma ferramenta de diagnóstico e política utilizada por governos, reguladores e parceiros de desenvolvimento para identificar lacunas, acompanhar o progresso e priorizar os esforços de reforma. A edição de 2024 incorpora um amplo feedback de serviços públicos, reguladores e órgãos regionais de energia. 

Veja o relatório completo do ERI 2024 (https://apo-opa.co/4kPeDmZ). 

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Contacto para os media:  
Gertrude Kitongo
Departamento de Comunicação e Relações Externas
media@afdb.org  

Contacto técnico:  
Callixte Kambanda
Gestora de Política Energética, Regulamentação e Estatística
c.kambanda@afdb.org  

Rhoda Mshana
Especialista Chefe em Regulamentação Energética, Política Energética, Regulamentação e Estatística 
r.mshana@afdb.org 

Sobre o Grupo do Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org/pt

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