Angola: Executivo pretende reforçar corpo docente e criar novos cursos a Universidade Xiangtan

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Executivo pretende reforçar o corpo docente e criar novos cursos, com dupla titulação, com apoio da Universidade Xiangtan, da China, de modo a fortalecer as instituições de ensino superior e responder aos desafios de formação de quadros para a diversificação da economia nacional.

A intenção foi manifestada esta terça-feira, 22 de Setembro, pelo ministro do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação, Albano Ferreira, no final da audiência concedida à delegação Universidade Xiangtan, que se encontra em Angola para apresentar oportunidades de formação e mobilidade académica.

O ministro também propõe um intercâmbio entre  a universidade Xiangtan e instituições angolanas de ensino superior, como as universidades Agostinho Neto e de Luanda e o Instituto Politécnico, tendo em conta a experiência da instituição chinesa nas áreas das ciências, tecnologias, engenharias e matemática.

A proposta, disse o ministro, enquadra-se nos desafios do Programa Angola Capital humano, que prevê a formação de quadros para apoiar o processo de diversificação da economia, com prioridade para áreas científicas e tecnológicas estratégicas.

A cooperação poderá igualmente contribuir para ampliar a capacidade das instituições nacionais de ensino superior, através da mobilidade académica, partilha de conhecimentos e desenvolvimento de programas de formação em áreas prioritárias para o país.

No âmbito da visita da delegação chinesa, acontece esta quarta-feira, 23 de Setembro, na Faculdade de Direito da Universidade Agostinho Neto, uma conferência com duas sessões.

A primeira, subordinada ao tema “A Experiência das Universidades Chinesas: como transformar conhecimento em desenvolvimento dos países”, será proferida pelo Professor Doutor Liao Yongan, presidente da Xiangtan University.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Angola.

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Angola e China aprofundam cooperação nos domínios da formação e investigação

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

Angola e a China preparam o reforço da cooperação no domínio do Ensino Superior, através de uma parceria entre a Universidade Agostinho Neto (UAN) e a Universidade Xiangtan (XTU), com foco na formação de quadros, investigação científica e intercâmbio de estudantes e docentes.

A cooperação será formalizada esta quarta-feira, 23 de Setembro, com a assinatura de um Memorando de Entendimento entre responsáveis Universidade Agostinho Neto e Universidade de Xiangtan.

Ao abrigo deste Memorando de Entendimento, estudantes e docentes das duas instituições poderão beneficiar de formação de curta, média e longa duração, e criar novas oportunidades de mobilidade académica entre Angola e a China.

A delegação da Universidade Xiangtan foi  recebida esta terça-feira, 22 de Setembro, pelo ministro de Estado e chefe da Casa Civil do Presidente da República, Dionísio da Fonseca, acompanhado por responsáveis do Gabinete de Quadros do Presidente da República.

No final encontro, o director do Gabinete de Quadros do Presidente da República, Edson Barreto, disse que parceria permitirá trazer a Angola o potencial científico e académico da Universidade Xiangtan, que manifestou disponibilidade para cooperar com as instituições de ensino superior nacionais.

“Teremos a oportunidade de ter estudantes angolanos a fazer as suas licenciaturas, os seus mestrados e os seus doutoramentos na Universidade Xiangtan”, assinalou.

A cooperação entre as duas universidades prevê igualmente a vinda a Angola de estudantes e investigadores chineses interessados em aprofundar estudos sobre as relações entre Angola e a China.

Edson Barreto destacou a existência na Universidade Xiangtan de um centro de pesquisa dedicado às relações entre a China e o continente africano.

“Este protocolo, assinado amanhã, também será uma excelente porta de entrada para a China, nomeadamente para a Universidade Xiangtan em Angola, porque esta universidade na China é a que tem o maior centro de pesquisa das relações entre a China e todo o continente africano”, afirmou.

Por sua vez, o reitor da Universidade Xiangtan, Liao Yong’an, falou igualmente da intenção da instituição de ensino em aprofundar o intercâmbio académico com universidades angolanas e contribuir para a formação de talentos no país.

A universidade chinesa pretende conhecer as necessidades de formação das empresas chinesas que operam em Angola, com o objectivo de apoiar no desenvolvimento de competências e responder às exigências do mercado de trabalho.

“Gostaríamos de saber melhor sobre as empresas chinesas que estão a funcionar aqui, porque elas também têm necessidade de formação de talentos”, afirmou.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Angola.

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Angola prepara 15 novas qualificações profissionais em sectores estratégicos

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Instituto Nacional de Qualificações (INQ) desenvolve 15 referenciais de qualificações profissionais para os sectores portuário, ferroviário, logístico e de automação industrial, no quadro de um projecto de assistência técnica conduzido pela Unidade Técnica de Gestão do Plano Nacional de Desenvolvimento do Capital Humano.

Iniciado em Julho deste ano e com duração prevista de quatro meses, o projecto pretende adequar a formação técnico-profissional às necessidades do mercado de trabalho e às prioridades de desenvolvimento económico e tecnológico do país.

A iniciativa conta com apoio técnico especializado do Centro de Formação Profissional da Indústria Metalúrgica e Metalomecânica (CENFIM) e da FERNAVE, instituições portuguesas com experiência na elaboração de qualificações profissionais e, em particular, nos sectores industrial, portuário e ferroviário.

Os novos referenciais serão estruturados segundo uma abordagem baseada em competências e alinhados com o Sistema Nacional de Qualificações, o Quadro Nacional de Qualificações e o Catá. Nacional de Qualificações Profissionais.

Entre as qualificações em desenvolvimento encontram-se áreas como gestão e operações portuárias, manutenção de equipamentos, condução e operação ferroviária, logística e cadeia de abastecimento, programação de sistemas PLC e SCADA, robótica industrial, mecatrónica, electrónica e manutenção de sistemas automatizados.

O trabalho inclui a definição de perfis profissionais, unidades de competência e referenciais de formação, com o objectivo de estabelecer conhecimentos, capacidades e resultados profissionais exigidos para cada qualificação.

As qualificações previstas correspondem aos níveis 3 e 5 do Quadro Nacional de Qualificações e deverão ser integradas no Catá. Nacional de Qualificações Profissionais.

O projecto enquadra-se igualmente nos objectivos do Plano de Desenvolvimento do Capital Humano de Angola 2023–2037, que estabelece entre as suas prioridades o reforço da formação técnica e tecnológica, a promoção da empregabilidade dos jovens e uma maior articulação entre a formação profissional e as necessidades do sector produtivo.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Angola.

Le Forum Alamein Africa réunira de hauts dirigeants politiques, économiques et financiers

Source: Africa Press Organisation – French


La première édition du Forum Alamein Africa (https://AlameinForum.com/) se tiendra du 2 au 4 octobre dans la ville historique d’Alamein, sur la côte méditerranéenne égyptienne, en marge du sommet semestriel 2026 de l’Union africaine.

Créé en réponse à un mandat de l’Union africaine, qui appelait à la mise en place tous les deux ans d’un forum économique africain permanent , cette première édition rassemblera des chefs d’État et des délégations officielles, ainsi que des acteurs clés du monde des affaires et de la finance.

Ce Forum est appelé à devenir le rendez-vous phare du continent, où le pouvoir politique rencontre l’esprit d’entreprise, faisant le lien entre les moteurs traditionnels de la croissance africaine et les nouveaux secteurs qui définissent son avenir.

Les présidents de l’Égypte, de l’Algérie, de l’Angola, du Burundi, du Tchad, de la Guinée équatoriale, du Ghana, de la Libye, du Sénégal, de la Somalie et de l’Afrique du Sud sont attendus à El Alamein, qui accueille cette année le sommet de mi-année de l’UA. Des chefs d’entreprise de tout le continent ont confirmé leur participation, notamment Ralph Mupita, de MTN ; Idrissa Nassa, de Coris Bank ; Mohamed El Ketani, d’Attijariwafa Bank ; Hichem Eloumi, du Groupe Shakira ; Wale Tinubu, d’Oando ; et bien d’autres encore come Aliko Dangote, le plus grand industriel d’Afrique. Les organisateurs espérent mettre en place un Conseil consultatif des entreprises afin de faire progresser les priorités du secteur privé et les investissements à travers le continent.

Réunissant des dirigeants politiques, des chefs d’entreprise et de hauts responsables de tout le continent, le Forum Alamein Africa offrira une occasion unique de définir le programme de croissance de l’Afrique en alignant les priorités politiques et d’investissement, en mobilisant des partenariats pour leur mise en œuvre et en renforçant les voies de financement et d’investissement. Le secteur privé doit devenir partie intégrante de l’Agenda 2063, le plan directeur stratégique sur 50 ans de l’UA visant à transformer le continent.

Co-organisé par le gouvernement égyptien, Afreximbank, l’Union africaine et l’AUDA-NEPAD, le Forum rassemble les décideurs les plus influents d’Afrique au sein d’une alliance sans précédent entre les dirigeants des secteurs public et privé.

S’exprimant sur l’importance cruciale de ce sommet lors d’une conférence de presse conjointe du gouvernement égyptien et d’Afreximbank, le jeudi 17 septembre 2026, le Dr Badr Abdelatty, ministre des Affaires étrangères, de la Coopération internationale et des Expatriés, a déclaré (https://apo-opa.co/4ygiQag) : « Le Forum Alamein Africa servira de plateforme panafricaine réunissant le secteur privé, les institutions financières et d’investissement, ainsi que des représentants de divers secteurs productifs et de services, afin de renforcer les liens directs entre les entreprises et les marchés, ainsi que la prise de décision au plus haut niveau. »

Il a ensuite souligné que le Forum Alamein Africa s’inscrit dans une série d’événements africains que l’Égypte accueillera début octobre, soulignant que l’organisation de ce Forum témoigne de l’engagement de l’Égypte à faire progresser la coopération économique continentale.

Le Dr George Elombi, président d’Afreximbank, a décrit (https://apo-opa.co/4ygiQag) le Forum Alamein Africa comme une plateforme panafricaine visant à promouvoir le commerce et l’investissement intra-africains et à mettre en relation le monde des affaires et les institutions financières avec les projets prioritaires et les opportunités d’investissement sur le continent.

Distribué par APO Group pour Alamein Africa Forum.

À propos du Forum Alamein Africa :
Le Forum Alamein Africa a été créé en tant que forum économique africain qui se tiendra tous les deux ans en Égypte. La première édition aura lieu du 2 au 4 octobre 2026 à Alamein, en Égypte.

L’objectif est d’en faire le rendez-vous incontournable du continent, où le pouvoir politique rencontre l’esprit d’entreprise, en créant un pont entre les moteurs traditionnels de la croissance africaine et les nouveaux secteurs qui définiront son avenir.

Pour en savoir plus, rendez-vous sur : https://www.AlameinForum.com/

Dangote appelle l’Afrique à conserver son capital sur le continent alors que l’industrialisation est au cœur des débats à l’Unstoppable Africa

Source: Africa Press Organisation – French

L’Afrique doit cesser d’envoyer ses capitaux à l’étranger et commencer à investir dans son propre avenir industriel, a déclaré aujourd’hui Aliko Dangote, Président et CEO de Dangote Group, aux chefs d’entreprise mondiaux présents à l’Unstoppable Africa 2026, alors qu’il présentait une vision ambitieuse de l’industrialisation africaine soutenue par des milliards de dollars d’investissements, de nouvelles capacités de raffinage et un actionnariat public élargi.

Soulignant l’essor économique de l’Asie, il a fait valoir que l’Afrique ne peut pas construire une force industrielle comparable alors que sa propre monnaie continue à affluer vers les banques et les marchés étrangers. Soulignant l’importance de la zone de libre-échange continentale africaine (ZLECAf) pour créer l’échelle requise pour les grands projets industriels, il a noté que « Nous devons croire en notre continent», exhortant les entreprises à rester concentrées malgré les défis liés à la création de grandes organisations en Afrique. « Une fois que vous commencez, cela devient plus facile. Mais plus vous ne faites rien, plus cela devient difficile. »

Avec plus de 3 000 chefs d’entreprise et chefs d’État africains et mondiaux réunis pour le forum de deux jours à New York, l’Unstoppable Africa 2026 a démontré l’ampleur de l’intérêt mondial pour les opportunités économiques de l’Afrique et l’appétit pour des partenariats commerciaux plus forts avec le continent.

Autre point fort de l’événement, la South African Business Initiative for Impact (SABII) a mis davantage l’accent sur les entreprises, les investissements et les partenariats en Afrique du Sud. Les discussions ont porté sur la façon dont les opportunités locales peuvent se connecter au capital mondial et se traduire par un impact économique tangible. 

Eine Zeidane, Directeur du département Afrique du Fonds monétaire international, a souligné l’importance des réformes structurelles, du renforcement des marchés financiers nationaux et de l’élargissement des marchés africains par l’intermédiaire de la ZLECAf pour attirer les investissements privés. 

Les discussions ont également porté sur l’économie numérique en pleine expansion du continent. Olugbenga Agboola, CEO de Flutterwave, a souligné l’opportunité présentée par la population jeune et de plus en plus connectée de l’Afrique, mettant en avant les paiements numériques, l’IA et d’autres technologies qui peuvent aider les entreprises à accéder aux marchés et à se développer. 

Elly Savatia, fondatrice et CEO de Signverse, a souligné le potentiel de la technologie pour étendre l’inclusion à travers les langues des signes africaines. Avec un financement de deux millions USD de Google, Signverse a développé le plus grand ensemble de données publiquement documentées pour une langue des signes africaine à ce jour et construit un cadre qui peut s’étendre à plusieurs langues des signes locales. 

Côté sport, S.E. Ndemupelila Netumbo Nandi-Ndaitwah, Président de la Namibie, a signé un accord de partenariat entre la Netumbo Nandi-Ndaitwah Foundation (NNN Foundation) et la Queens of the Continent Foundation (QoTC), fondée par Chiney Ogwumike, double WNBA All-Star et animatrice d’ESPN. Ce partenariat historique explorera les possibilités de soutenir l’autonomisation et le développement des jeunes en Namibie, en mettant l’accent sur les filles et les jeunes femmes.

Les industries créatives africaines se font une place sur la scène mondiale 

L’économie créative a également été un axe majeur, les intervenants soulignant la capacité croissante des marques, des cinéastes et des innovateurs technologiques africains à créer des publics et des marchés mondiaux. 

Khanyi Mashimbiye, Manager, Creatives chez Afreximbank, a présenté le programme Afreximbank CANEX, qui relie les marques de mode africaines aux acheteurs internationaux via Tranoï à Paris et au Japon et Coterie à New York. Depuis 2022, l’initiative a obtenu plus de 120 accords de commercialisation, la marque zimbabwéenne Vanu Vanwerk se vendant désormais dans plus de 50 boutiques dans le monde. 

À la clôture du forum, la Vice-secrétaire générale des Nations unies, Amina J. Mohammed, a déclaré : « Nous entrons dans une nouvelle ère de technologie et d’IA qui façonnera l’avenir en profondeur, et l’Afrique a une formidable occasion de faire un bond en avant. Tout comme l’industrialisation a transformé les économies et créé de nouvelles formes de travail, l’IA peut ouvrir de nouvelles voies pour la croissance, l’innovation et les opportunités. L’Afrique a le talent et les idées. Ce dont nous avons besoin, c’est d’opportunités, d’infrastructures et d’investissements pour les déployer à grande échelle. C’est le moment pour l’Afrique de façonner sa propre histoire en matière d’IA, en combinant les talents du continent avec la technologie et les infrastructures nécessaires pour construire l’avenir ».

À la fin des débats, l’attention s’est portée sur le travail concret à venir : traduire l’élan d’investissement de l’Afrique en initiatives capables de générer croissance, emplois et valeur économique durable.

Pour les photos de l’événement, rendez-vous ICI (https://apo-opa.co/3TJQpSP). Pour les extraits sonores vidéo et les faits saillants des conférenciers, cliquez ICI (https://apo-opa.co/477SpHE). Retrouvez l’événement dans son intégralité sur la chaîne YouTube d’Unstoppable Africa (https://apo-opa.co/4xE0FKs).

Pour en savoir plus sur la GABI, veuillez visiter le site GABI.UNGlobalCompact.org

Distribué par APO Group pour Global Africa Business Initiative.

Relations avec les médias :
Ekene Nwakonobi
Ekene.Nwakonobi@apo-opa.com
Tél. : +(234) 90 2130 8781

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South Africans urged to honour the past, build the future

Source: Government of South Africa

South Africans urged to honour the past, build the future

South Africans are urged to use the lessons of history to strengthen democracy, defend freedom and build a more inclusive future.

This was the rallying call made by Deputy Minister in the Presidency Kenny Morolong during the North West launch of the Milestones of Freedom campaign.

Morolong noted that the yearlong programme provides an opportunity for citizens to reflect on the country’s democratic journey while acknowledging the work that remains to address poverty, inequality and unemployment.

“This campaign is being commemorated…under the theme ‘Honouring the Past. Delivering the Future’. This theme perfectly captures the journey we have travelled as a nation: from the struggle against injustice to the struggle to continuously solidify are democratic gains.

“Throughout this year, we have visited provinces and communities to mobilise citizens to celebrate the gains, achievements and milestones of our 32 years of democracy.

“We have done this mindful of the challenges that still beset many of our communities. Mindful that the legacy of our past continues to live with us. Mindful of the work that still needs to be done to break away from all our socioeconomic challenges mainly based on a tripod of poverty, inequality and unemployment,” Morolong said.

The provincial launch is part of the broader rollout of the Milestones of Freedom Campaign which was launched by President Cyril Ramaphosa in June this year.

The campaign brings together four significant milestones in the South Africa’s path to democracy. 

These are:

  • The 30th anniversary of the adoption of the Constitution
  • The 50th anniversary of the 1976 youth uprising
  • The 70th anniversary of the 1956 Women’s March
  • The 60th anniversary of the forced removals from District Six 

“The Milestones of Freedom Campaign serves to remind us our past is vitally important because every historic occurrence we commemorate, shaped the democratic future we now inherit.

“When we remember the Constitution, the 1976 youth uprising, the 1956 Women’s March and the trauma of forced removals, we are not merely looking backwards. We are gathering the moral strength to defend freedom, deepen democracy and deliver dignity to every South African,” the Deputy Minister said.

The forced removals

Morolong noted that communities across the country, including Makweteng in North West, suffered under apartheid-era legislation like the Group Areas Act.

“To remember Makweteng is therefore to remember that forced removals were not only a District Six story; they were a national wound felt deeply here in the North West, and they remain part of the memory we must use to defend justice, dignity and redress,” he said.

The Deputy Minister highlighted that the democratic government has sought to address the devastating consequences of forced removals through land restitution.

He noted that between 1998 and 2024, government settled 83 205 land claims nationally with 3981 claims settled in the North West.

“As government we remain determined to heal the wounds of the past and to build a bridge to a better tomorrow for all.

“The restoration of land and the handover of title deeds contributes to healing, dignity, socio-economic justice for our nation. Just and equitable land restitution remains a crucial instrument to redress historical dispossession, restore dignity and foster social cohesion,” he said.

Furthermore, government has invested some R58 billion in land purchases, grants and financial compensation supporting 376 976 beneficiaries across the country.

Turning to gains made since the advent of democracy, Morolong cited government’s work in expanding access to sanitation, electricity, water, housing and social protection.

He noted that access to improved sanitation nationally has increased from 61.7% in 2002 to 84% in 2025, while in North West it rose from 54.1% to 78.8% over the same period.

Additionally, household access to electricity increased from 76.7% nationally in 2002 to 90.6% in 2025, while North West recorded growth from 82% to 90.9%.

“These gains matter because they show that the living circumstances of our people have changed.

“This did not happen by chance or through divine intervention. It happened because democracy created the constitutional, institutional and policy instruments to undo the evils of the past and restore hope and dignity to all,” he emphasised.

The women of 1956

The Deputy Minister paid tribute to the women who led the 1956 anti-pass protests, including North West-born struggle stalwarts Dr Ruth Segomotsi Mompati, Rita Ndzanga and Josie Mpama.

“In recognising these heroines, we are also called upon to strengthen our national memory of the milestones that led to South Africa’s freedom.

“A nation that remembers honestly is better able to teach future generations that democracy was not handed to us, but was won through organised resistance, sacrifice and the courage of ordinary people who chose justice over fear,” he said.

On gender-based violence and femicide (GBVF), Morolong called on men to play a leading role in combating violence against women and children.

“As men, we need to be at the forefront of the fight against GBVF. We have to clearly say not in our name, these criminals do not represent us and are an afront to the struggles that brought this country together.

“We need to state without any equivocation that women…have a right to walk our streets at anytime without any fear of attack,” he said.

1976 Youth uprising

Morolong also honoured the legacy of the youth of 1976, describing them as active participants in the struggle for freedom whose sacrifices continue to inspire efforts to transform education and expand opportunities for young people.

“Their memory must continue to challenge us to invest in young people not as beneficiaries of democracy alone, but as builders of South Africa’s next chapter. Our freedom is not free; it was forged in pain, loss and untold sacrifice,” he said.

“The Milestones of Freedom Campaign therefore calls on us to honour the past, defend the truth of our history, draw strength from the courage of those who came before us, and deliver a better future for everyone,” he said.

Struggle heroes

Before the official ceremony, delegates lead by the Deputy Minister, visited a memorial site where wreaths were laid in remembrance of fallen struggle heroes and heroines.

The ceremony commemorated struggle heroes like Mfana Majova who went to exile at an early age and was later killed by the apartheid security after he had returned home.

Mjova’s family member, Andile Majova told SAnews that the family feels relieved at government recognition at the efforts of heroes who fought for the country’s liberation.

“Today we are enjoying freedom because of his bravery,” he said. – SAnews.gov.za

Edwin

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Moins de la moitié des Africains bénéficient d’une électricité fiable ; beaucoup se tournent vers des sources d’énergie alternatives, selon un nouveau rapport d’Afrobarometer

Source: Africa Press Organisation – French

Moins de la moitié des Africains bénéficient d’un approvisionnement fiable en électricité via le réseau national, les ménages ruraux et à faibles revenus étant particulièrement mal desservis, selon le dernier Profil Panafricain d’Afrobarometer (https://apo-opa.co/4h5YN8a).

L’étendue des réseaux électriques nationaux varie considérablement parmi les 38 pays africains étudiés en 2024/2025, tout comme la proportion de ménages bénéficiant d’un courant électrique disponible la plupart du temps ou tout le temps.

Ces lacunes se reflètent dans la manière dont les citoyens évaluent la performance de leur gouvernement en matière de fourniture fiable d’électricité : En moyenne, une majorité d’Africains portent un jugement négatif.

Près d’un quart des citoyens déclarent utiliser des sources d’électricité alternatives, le plus souvent l’énergie solaire.

Résultats clés

  • Environ sept Africains sur 10 (72%) vivent dans des zones desservies par un réseau électrique, avec des taux allant de seulement 29% au Tchad à 100% en Tunisie, à Maurice, en Eswatini et au Cabo Verde (Figure 1).
  • Six ménages sur 10 (60%) sont raccordés au réseau électrique (Figure 2). Les habitants des zones rurales (37%) et les citoyens pauvres (46%) sont moins raccordés que les citadins (83%) et les répondants aisés (86%).
  • Seuls 43% des répondants bénéficient d’une alimentation électrique fonctionnant « la plupart du temps » ou « tout le temps », dont seulement 26% des habitants des zones rurales et 27% des citoyens pauvres (Figure 3).
    • Moins d’un répondant sur 10 à Madagascar (9%), en Sierra Leone (8%), en Guinée (7%), au Mali (6%), en Zambie (4%) et au Tchad (3%) déclarent disposer d’un approvisionnement fiable en électricité.
  • En moyenne, seuls 45% des répondants approuvent les performances de leur gouvernement en matière d’approvisionnement fiable en électricité, tandis que 54% jugent son action mauvaise (Figure 5).
    • Maurice (92%), le Maroc (84%), les Seychelles (80%) et le Botswana (75%) se distinguent par des taux d’approbation élevés.
    • En revanche, en Zambie (13%), au Nigéria (12%) et au Tchad (12%), seuls un sur huit citoyens attribuent une note satisfaisante à leur gouvernement en matière d’électricité.
  • Près d’un quart (23%) des Africains utilisent des sources d’électricité autres que le réseau national, principalement des panneaux solaires (70% parmi ceux qui ont recours à des sources d’électricité alternatives) (Figure 6).

L’enquête Afrobarometer

Afrobarometer est un réseau panafricain et non-partisan de recherche par sondage qui produit des données fiables sur les expériences et appréciations des Africains, relatives à la démocratie, à la gouvernance et à la qualité de vie. Dix rounds d’enquêtes ont été réalisés dans un maximum de 45 pays depuis 1999. Les enquêtes du Round 10 (2024/2025) couvrent 38 pays.

Les Partenaires Nationaux d’Afrobarometer réalisent des entretiens en face à face dans la langue de choix du répondant avec des échantillons représentatifs au niveau national qui produisent des résultats nationaux avec des marges d’erreur de +/-2 à +/-3 points de pourcentage à un taux de confiance de 95%. Pour en savoir plus sur notre méthodologie d’échantillonnage, cliquez ici (https://apo-opa.co/4cV0frx).

Distribué par APO Group pour Afrobarometer.

Pour plus d’informations, veuillez contacter :
Hassana Diallo
Chargé des communications d’Afrobarometer pour l’Afrique francophone
Téléphone : +221 77 713 72 53
Email : hdiallo@afrobarometer.org

Visitez-nous sur www.Afrobarometer.org.

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Afreximbank émet une garantie de 29 millions de dollars US pour développer le système de cautionnement douanier de la Communauté d’Afrique de l’Est (CAE) et fluidifier la circulation des marchandises en Afrique de l’Est

Source: Africa Press Organisation – French

La Banque Africaine d’Import-Export (Afreximbank) (www.Afreximbank.com) a émis une garantie de 29 millions de dollars US en faveur de BSMART Technology Ltd. afin de soutenir la mise en œuvre et le déploiement à plus grande échelle du système de cautionnement douanier de la Communauté d’ Afrique de l’Est (CAE), une solution régionale de garantie douanière reposant sur les technologies numériques et destinée à fluidifier la circulation des marchandises entre les pays d’Afrique de l’Est.

Cette facilité, qui vise à renforcer les capacités financières nécessaires au fonctionnement du système de cautionnement douanier de la CAE et à accompagner la transition vers un environnement douanier plus fluide, numérique et intégré, permettra à BSMART Technology Ltd. de renforcer la mise en œuvre du système et d’en favoriser l’adoption sur le marché.

Ce soutien financier s’inscrit dans le cadre de l’étroite collaboration entre Afreximbank et le Secrétariat de la CAE, qui a débuté avec la phase pilote du système de cautionnement douanier de la CAE en août 2025, avant son lancement officiel lors du Sommet des chefs d’État de mars 2026. Dans le cadre du Régime collaboratif africain de garantie de transit d’Afreximbank (AACTGS), la Banque joue un rôle de premier plan dans le développement de solutions régionales de garantie douanière et de solutions numériques destinées à faciliter le commerce intra-africain.

Afreximbank considère le cautionnement douanier de la CAE comme une étape majeure vers la simplification et la numérisation des procédures douanières dans la région de l’Afrique de l’Est ; en effet, il permet aux commissionnaires en douane et autres utilisateurs habilités — tels que les garants et les autorités douanières — d’accéder aux cautionnements via une plateforme numérique, réduisant ainsi le recours aux documents papier et facilitant la circulation transfrontalière des marchandises. Cette solution vise à supprimer l’obligation de présenter des documents de cautionnement physiques à chaque poste-frontière pour l’entrée et la sortie des marchandises, favorisant ainsi un transit fluide.

En renforçant les capacités financières au service de l’écosystème douanier numérique, ce nouveau mécanisme devrait favoriser l’adoption et l’extension du système de cautionnement douanier de la CAE à l’échelle de la région, tout en améliorant l’accès aux capacités de garantie, en allégeant les formalités administratives et documentaires et en accélérant la circulation des marchandises aux frontières. Il devrait également soutenir une numérisation accrue des procédures douanières, contribuant ainsi à l’objectif global de développement du commerce intra-africain.

Soulignant l’importance de ce dispositif, Mme Kanayo Awani, Vice-présidente exécutive d’Afreximbank, en charge du commerce intra-africain et du développement des exportations, a déclaré :

« Ce mécanisme témoigne de l’engagement d’Afreximbank à élaborer des solutions concrètes pour lever les obstacles au commerce intra-africain. Grâce au système de cautionnement douanier de la CAE, nous soutenons la numérisation et la simplification de l’accès aux garanties douanières pour les entreprises qui acheminent des marchandises dans la région, permettant ainsi de réduire les coûts et d’améliorer l’efficacité des procédures douanières ».

« Ce dispositif complète le programme global AACTGS d’Afreximbank, visant à renforcer les capacités à travers l’Afrique. Il consolide nos relations avec le Secrétariat de la CAE et d’autres parties prenantes, y compris les communautés économiques régionales. Surtout, cette initiative s’inscrit dans le mandat de la Banque consistant à soutenir la mise en œuvre de la ZLECAf et à accélérer l’intégration des marchés africains. »

M. Stephen Teang, Directeur général de BSMART Technology Ltd., a déclaré : « Ce dispositif apporte un soutien majeur aux ambitions de croissance de BSMART et témoigne d’une grande confiance envers EACBond. Nous remercions Afreximbank pour son partenariat et son soutien ».

Le Secrétariat de la CEA a lancé la phase pilote du système de cautionnement douanier de la CAE en Ouganda en 2025. Cette étape a été suivie par l’adhésion et la participation du Rwanda et du Burundi en janvier 2026, puis par un lancement officiel lors du 25e sommet des chefs d’État en mars 2026. Grâce à la plateforme numérique de ce système, un agent transportant des marchandises à travers plusieurs pays peut effectuer les démarches par voie électronique plutôt que de recourir à la procédure traditionnelle de remise physique de documents à chaque poste-frontière, ce qui allège les formalités administratives et évite les retards.

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À propos d’Afreximbank : 
La Banque Africaine d’Import-Export (Afreximbank) est une institution financière multilatérale panafricaine dédiée au financement et à la promotion du commerce intra et extra-africain. Depuis 30 ans, Afreximbank déploie des structures innovantes pour fournir des solutions de financement qui facilitent la transformation de la structure du commerce africain et accélèrent l’industrialisation et le commerce intrarégional, soutenant ainsi l’expansion économique en Afrique. Fervente défenseur de l’Accord sur la Zone de Libre-Échange Continentale Africaine (ZLECAf), Afreximbank a lancé les le Système panafricain de paiement et de règlement (PAPSS) qui a été adopté par l’Union africaine (UA) comme la plateforme de paiement et de règlement devant appuyer la mise en œuvre de la ZLECAf. En collaboration avec le Secrétariat de la ZLECAf et l’UA, la Banque a mis en place un Fonds d’ajustement de 10 milliards de dollars US pour aider les pays à participer de manière effective à la ZLECAf. À la fin de décembre 2025, le total des actifs et des garanties de la Banque s’élevait à environ 48,5 milliards de dollars US et les fonds de ses actionnaires s’établissaient à 8,4 milliards de dollars US. Afreximbank est notée AAA par China Chengxin International Credit Rating Co., Ltd (CCXI), A par GCR, A- par Japan Credit Rating Agency (JCR) et Baa2 par Moody’s. Moody’s (Baa2) et S&P Global Ratings (BBB+). La Banque a son siège social au Caire, en Égypte. 
Pour de plus amples informations, veuillez visiter (www.Afreximbank.com)

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O Afreximbank emite uma garantia no valor de 29 milhões de USD para ampliar o Fundo Aduaneiro da Comunidade da África Oriental (CAO), facilitando a circulação de mercadorias na África Oriental

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) (www.Afreximbank.com) concedeu uma garantia no valor de 29 milhões de USD à BSMART Technology Ltd para apoiar a implementação e expansão da Garantia Aduaneira da EAC, a solução regional de garantia aduaneira baseada em tecnologia que facilita a circulação de mercadorias entre os países da África Oriental.

Com o objectivo de reforçar a capacidade financeira subjacente à Garantia Aduaneira da EAC e apoiar a transição para um ambiente aduaneiro digital e integrado mais harmonioso, esta linha de crédito permitirá à BSMART Technology Ltd reforçar a implementação e a aceitação no mercado da Garantia Aduaneira da EAC

O apoio financeiro assenta na estreita colaboração do Afreximbank com o Secretariado da EAC, que teve início com a fase-piloto da Garantia Aduaneira da EAC em Agosto de 2025 e o subsequente lançamento da Garantia durante a Cimeira dos Chefes de Estado em Março de 2026. Através do Sistema Africano de Garantia de Trânsito Colaborativo (AACTGS) do Afreximbank, o Banco tem assumido um papel de liderança no apoio ao desenvolvimento de garantias aduaneiras regionais e de soluções digitais que facilitam o comércio intra-africano.

O Afreximbank considera a Garantia Aduaneira da EAC um passo significativo no sentido de simplificar e digitalizar os processos aduaneiros em toda a região da África Oriental, uma vez que permite que os agentes de desalfandegamento e de expedição, bem como outros utilizadores elegíveis, como fiadores e autoridades aduaneiras, acedam às garantias aduaneiras através de uma plataforma digital, reduzindo a dependência da documentação física e melhorando a circulação transfronteiriça de mercadorias. A solução foi concebida para eliminar a necessidade de apresentar documentação física relacionada com cauções em cada fronteira para a entrada e saída de mercadorias, promovendo um ambiente de trânsito sem interrupções.

Ao reforçar a capacidade financeira que sustenta o ecossistema aduaneiro digital, prevê-se que a nova linha de crédito conduza à expansão e adopção da Garantia Aduaneira da EAC em toda a região, melhore o acesso à capacidade, reduza os requisitos administrativos e de documentação e facilite uma circulação mais rápida de mercadorias pelas fronteiras. Prevê-se ainda que apoie uma maior digitalização dos processos aduaneiros, contribuindo assim para o objectivo mais amplo de aumentar o comércio intra-africano.

Sublinhando a importância desta linha de crédito, a Sr.ª Kanayo Awani, Vice-Presidente Executiva para o Comércio Intra-africano e Desenvolvimento das Exportações do Afreximbank, afirmou:

“Esta linha de crédito demonstra o compromisso do Afreximbank em desenvolver soluções práticas que eliminem as barreiras ao comércio intra-africano. Com a Garantia Aduaneira da EAC, estamos a apoiar a digitalização e a simplificação do acesso a garantias aduaneiras para as empresas que transportam mercadorias pela região – reduzindo custos e melhorando a eficiência dos procedimentos aduaneiros.

“A Garantia complementa o programa mais abrangente do Afreximbank, AACTGS, destinado a reforçar as capacidades em toda África. Aprofunda a nossa relação com o Secretariado da EAC e outras partes interessadas, incluindo as Comunidades Económicas Regionais. Acima de tudo, esta intervenção está em conformidade com o mandato do Banco de apoiar a implementação da ZCLCA e acelerar a integração dos mercados africanos.”

O Sr. Stephen Teang, Director-Geral da BSMART Technology Ltd, afirmou: “Esta linha de crédito proporciona um apoio importante às ambições de crescimento da BSMART e reflecte uma forte confiança na Garantia da EAC. Agradecemos ao Afreximbank pela sua parceria e apoio.”

O Secretariado da EAC iniciou a fase-piloto da Garantia Aduaneira da EAC no Uganda em 2025. Seguiu-se a adesão e participação do Ruanda e do Burundi em Janeiro de 2026 e o lançamento oficial na 25.ª Cimeira dos Chefes de Estado, em Março de 2026. Através da plataforma digital da Garantia, um agente que transporte mercadorias por vários países pode fazê-lo em formato digital, em vez de ter de passar pelo tradicional processo de apresentação física de documentos em cada posto fronteiriço, reduzindo assim os trâmites administrativos e evitando atrasos.

Distribuído pelo Grupo APO para Afreximbank.

Para mais informações:
info@creativeafricanexus.com

Contacto para a Imprensa: 
Vincent Musumba 
Gestor de Comunicações e Eventos (Relações com a Imprensa) 
Correio Electrónico: press@afreximbank.com 

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Sobre o Afreximbank:
O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) é uma instituição financeira multilateral pan-africana com mandato para financiar e promover o comércio intra e extra-africano. Há mais de 30 anos que o Banco utiliza estruturas inovadoras para oferecer soluções de financiamento que apoiam a transformação da estrutura do comércio africano, acelerando a industrialização e o comércio intra-regional, impulsionando assim a expansão económica em África. Apoiante firme do Acordo de Comércio Livre Continental Africano (ACLCA), o Afreximbank lançou um Sistema Pan-Africano de Pagamento e Liquidação (PAPSS) que foi adoptado pela União Africana (UA) como plataforma de pagamento e liquidação para sustentar a implementação da ZCLCA. Em colaboração com o Secretariado da ZCLCA e a UA, o Banco criou um Fundo de Ajustamento de 10 mil milhões de dólares para apoiar os países que participam de forma efectiva na ZCLCA. No final de Dezembro de 2025, o total de activos e passivos contingentes do Afreximbank atingiu mais de 48,5 mil milhões de USD, e os seus fundos próprios totalizaram 8,4 mil milhões de USD. O Afreximbank tem notações de grau de investimento atribuídas pela China Chengxin International Credit Rating Co., Ltd (CCXI) (AAA), pela GCR (A), pela Japan Credit Rating Agency (JCR) (A-) e pela Moody’s (Baa2)  e pela S&P Global Ratings (BBB+). O Afreximbank evoluiu para uma entidade de grupo que inclui o Banco, a sua subsidiária de fundo de impacto de acções, denominada Fundo para o Desenvolvimento das Exportações em África (FEDA), e a sua subsidiária de gestão de seguros, AfrexInsure (em conjunto, “o Grupo”). O Banco tem a sua sede em Cairo, Egipto.

Para mais informações, visite: www.Afreximbank.com.

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South Africa’s minibus taxi industry has lessons for policymakers on how informal systems work

Source: The Conversation – Africa – By Siyabulela Christopher Fobosi, Senior Researcher, UNESCO ‘Oliver Tambo’ Chair of Human Rights, University of Fort Hare, University of Fort Hare

Two recent books draw on more than a decade of research into South Africa’s minibus taxi industry. A Fork in the Road? The Formalisation of South Africa’s Minibus Taxi Industry and Blood on the Tar, Hope on the Horizon: South Africa’s Minibus Taxi Industry in Global Perspective examine formalisation, labour precarity, regulation, governance, violence, mobility and social justice. Siyabulela Christopher Fobosi sets out why the two books raise a question: whose knowledge counts when attempting to understand and transform African institutions?


Why do labels matter?

South Africa’s minibus taxi industry is often described through terms such as “informal”, “unregulated”, “illegal” or “difficult to govern”. These descriptions capture some realities. The industry has serious problems, like working conditions, exploitation, violence and conflict.

The labels used to describe the taxi industry can also obscure another reality: that it contains extensive knowledge, organisation and social practices developed by the people who work in and depend on it.

Taxi drivers know their routes. Operators understand the economic pressures of the industry. Marshals, who manage taxi ranks, understand how to coordinate taxis, control queues and direct passenger flows. Commuters understand where the system works and where it fails. Communities know what inaccessible transport means for their everyday lives.

The question is not whether this knowledge should replace scientific, technical or governmental knowledge. It should not. The question is why it is so often treated as less authoritative.

This is where African philosophy and epistemology – the study of knowledge and how it is produced and validated – become particularly relevant.

Take the word “informal”.

In South Africa, the minibus taxi industry is routinely described as part of the informal economy. Yet “informal” can easily become synonymous with being unorganised, backward, temporary or deficient.

An institution can be informal without being disorganised.

What are your books about?

The books span sociology, politics, law, social work and infrastructure. They place the taxi industry within broader questions of mobility, inequality, governance and justice.

In Blood on the Tar, Hope on the Horizon I argue that the problems confronting the industry cannot simply be understood as criminality or disorder but must be connected to historical deregulation, economic pressures and failures of governance.

A Fork in the Road examines the formalisation of South Africa’s minibus taxi industry against its historical development, labour relations and relationship with the state.

Rather than treating formalisation as a straightforward technical process, it raises questions about what is gained, what is lost and whose interests are served when an informal institution is brought under greater state regulation.

The industry has associations, social networks, rules, norms, hierarchies and systems of coordination. Its organisation may not always resemble that of the formal institutions through which the state prefers to govern, but this does not mean that organisation is absent.

This distinction matters.

If policymakers begin with the assumption that informal institutions are simply incomplete versions of formal ones, they may overlook the social systems that already make those institutions work.

What approach would be better?

Instead of asking how to formalise the taxi industry, we might ask what formalisation means in this particular African context. And then, what knowledge already exists within the industry that should inform its transformation.

Formalisation programmes have not always changed what workers experience.

My research into the Taxi Recapitalisation Programme examined its impact on precarious working conditions in the minibus taxi industry in Johannesburg. The programme was designed to phase out old vehicles. It showed that replacing vehicles or introducing formal regulations does not automatically make jobs safer. A policy can change the physical infrastructure of an industry without transforming its social relations.

Institutions are lived and reproduced by people.

Consider a taxi driver who has spent 20 years working in the industry. That driver may not have a university qualification in transport planning, economics or sociology. But they may know a lot from experience.

They may know why passengers choose particular routes, how informal agreements operate, how disputes are managed, how regulations affect work and why certain government interventions succeed while others fail.

A marshal may possess detailed knowledge of how a rank functions. A commuter may know that a technically completed road is still unusable. An operator may understand economic pressures that do not appear in official statistics.

Such knowledge should not automatically be treated as truth. Experience can be partial, contradictory or self-interested. But neither should it be dismissed simply because it was not produced in a university, government office or consultancy.

Recognising people as knowers does not mean accepting everything they say. It means recognising that they have something to contribute to the production of knowledge.

What about the question of invisibility?

Millions of South Africans depend on the industry for mobility, yet the people who make that mobility possible can remain largely invisible in public policy debates.

Workers may be invisible not only as workers, but also as producers of knowledge.

Their experiences become data collected by someone else. Their stories become evidence interpreted by someone else. Their realities become policy problems defined by someone else.

Mobility determines whether people can reach work, education, healthcare and other opportunities. A transport system can therefore reproduce or reduce inequality.

And if we want to understand that inequality, we need to listen to those who experience it.

African philosophy offers another useful perspective through ubuntu, particularly the work of South African philosopher Mogobe Ramose.

Ubuntu is often reduced to the phrase “I am because we are”. Its deeper philosophical significance concerns relationality: the idea that human existence and flourishing are profoundly connected to relationships with others.

This provides an interesting lens through which to understand the taxi industry.

What is the key take-away from your work?

That Africa should not merely be a place where theories developed elsewhere are applied. African realities can also produce theoretical knowledge.

A Fork in the Road? asks us to reconsider how we understand formalisation, informality, labour and the taxi industry’s place in South Africa’s economy and society.

Blood on the Tar, Hope on the Horizon connects the taxi industry to wider questions of mobility, justice, citizenship, governance and structural inequality. Its comparative perspective also demonstrates that the challenges facing informal public transport are not uniquely South African.

Together, the books suggest that the taxi industry is not simply a transport problem waiting to be solved.

It is also a site from which we can learn about South African society.

It reveals the limits of simple distinctions between formal and informal.

It exposes the difficulties of state-centred approaches to governance.

It shows how social networks can simultaneously create resilience and inequality.

It demonstrates how workers can be economically indispensable while institutionally marginalised.

And it shows why lived experience matters when designing policy.

African philosophy therefore has something important to contribute to contemporary debates about South Africa’s development.

– South Africa’s minibus taxi industry has lessons for policymakers on how informal systems work
– https://theconversation.com/south-africas-minibus-taxi-industry-has-lessons-for-policymakers-on-how-informal-systems-work-291033