“África tem o que é preciso” – Especialistas apelam a sistemas financeiros mais sólidos para ajudar África a mobilizar capital em grande escala

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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Os especialistas presentes num painel de alto nível do Banco Africano de Desenvolvimento (www.AfDB.org), na quarta-feira, 27 de maio, afirmaram que sistemas financeiros mais sólidos e integrados serão fundamentais para ajudar África a mobilizar financiamento para o desenvolvimento em grande escala num contexto global fragmentado.

Moderada por Hassatou N’Sele, Vice-Presidente para as Finanças e Diretora Financeira do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento, a sessão reuniu responsáveis de instituições financeiras, autoridades de supervisão e reguladoras, banqueiros centrais e especialistas em direito e financiamento do desenvolvimento de África e de outros continentes.

A sessão foi um dos quatro eventos de partilha de conhecimento organizados no âmbito dos Encontros Anuais de 2026 do Banco Africano de Desenvolvimento, que decorrem em Brazzaville, na República do Congo.

Sob o tema ‘Fortalecer e Consolidar os Sistemas Financeiros e a Agência de África num Mundo em Mudança’, os oradores analisaram como mobilizar mais financiamento interno para o desenvolvimento para o continente.

N’Sele convidou Nobumitsu Hayashi, Governador do Banco Japonês de Cooperação Internacional, para abrir o debate com lições da experiência asiática. “O Japão é um parceiro consistente e de longo prazo para o desenvolvimento em África”, afirmou.

Hayashi considerou que a recuperação financeira do Japão após a Segunda Guerra Mundial e a recuperação da Ásia da crise financeira da década de 1990 sublinharam a importância da integração financeira regional, de mercados internos fortes e de mercados de obrigações em moeda local, apoiados por mecanismos de garantia de crédito.

“Estamos a realizar uma grande integração financeira, porque (esta é) o verdadeiro motor do crescimento económico sustentado nos países asiáticos”, afirmou Hayashi.

O debate centrou-se na forma como os parceiros de desenvolvimento podem ajudar a construir sistemas financeiros nacionais integrados, como os instrumentos de seguro e garantia podem desbloquear capital a longo prazo e como as reformas legais e regulatórias podem fortalecer a arquitetura financeira de África.

Os oradores também apontaram a Nova Arquitetura Financeira Africana para o Desenvolvimento (NAFAD) do Banco Africano de Desenvolvimento como uma iniciativa oportuna para ajudar a colmatar o défice anual de financiamento ao desenvolvimento de África, estimado em 400 mil milhões de dólares.

Membros do painel: 

Dieudonné Fikiri Alimasi, primeiro vice-governador do Banco Central da República Democrática do Congo; Michel Dzombala, vice-governador do Banco dos Estados da África Central (BEAC); Ngueto Tiraïna Yambaye, diretor-geral e diretor executivo do Fundo Africano de Garantia e Cooperação Económica (FAGACE); Manuel Moses, Diretor Executivo da Seguradora Africana de Comércio e Investimento para o Desenvolvimento (ATIDI), Kalidou Gadio, Copresidente da Prática EUA-África na DLA Piper, EUA; Cedrick Motetcho, Diretor de Desenvolvimento de Negócios do Banco Árabe para o Desenvolvimento Económico em África (BADEA); e Carlos Lopes, Professor Honorário da Escola Nelson Mandela de Governação Pública na Universidade da Cidade do Cabo.

Principais conclusões:

Sobre a estabilização do quadro macroeconómico:

Dieudonné Fikiri Alimasi afirmou que a restauração da confiança nas moedas locais depende da estabilidade macroeconómica, incluindo a estabilidade cambial, a par de uma adoção mais rápida da tecnologia para melhorar a penetração bancária e acelerar a inclusão financeira.

Sobre o papel dos Bancos Centrais:

Michel Dzombala afirmou que os bancos centrais da região da CEMAC podem desempenhar um papel catalisador na mobilização de financiamento para as instituições financeiras regionais.

Sobre a mudança da perceção do risco:

Ngueto Tiraïna Yambaye afirmou que as instituições africanas devem trabalhar em conjunto de forma mais estreita para alterar a perceção do risco por parte dos investidores, salientando que os fundos de garantia africanos existentes ainda cobrem apenas uma pequena parte das necessidades de financiamento.

Sobre a Nova Arquitetura Financeira Africana para o Desenvolvimento (NAFAD):

Manuel Moses afirmou que África dispõe de recursos significativos que podem ser melhor mobilizados e que a NAFAD oferece um quadro para organizar esses esforços de forma mais eficaz a partir do próprio continente.

Sobre a remoção de barreiras:

Kalidou Gadio apelou a reformas para eliminar as restrições legais e regulamentares que limitam a utilização de capital, incluindo fundos soberanos, e afirmou que mercados mais profundos e unificados serão essenciais para ampliar o investimento.

Sobre as parcerias:

Cedrick Motetcho afirmou que as parcerias devem ser tratadas como uma forma prática de trabalhar, em vez de uma aspiração, permitindo que as instituições avancem mais rapidamente e utilizem as ferramentas de financiamento disponíveis de forma mais eficaz.

Sobre a reforma de políticas para apoiar a mobilização de recursos:

Carlos Lopes afirmou que as políticas macroeconómicas e financeiras devem fazer mais para apoiar a transformação estrutural e utilizar melhor o capital interno de longo prazo, incluindo os fundos de pensões.

Para concluir, N’Sele pediu aos membros do painel que identificassem as ações mais importantes a avançar antes dos próximos Encontros Anuais. Concordaram que o desafio de África não é a falta de recursos, mas a urgência de os mobilizar de forma mais eficaz.

“África tem o que é preciso, tem todos os ativos necessários para transformar as suas economias”, afirmou Alimasi.

Para ver a sessão, clique aqui (https://apo-opa.co/430tdAX).

Para mais informações sobre os Encontros Anuais de 2026 e para acompanhar as sessões, clique aqui (https://AM.AfDB.org).

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Contacto para os media
Departamento de Comunicação e relações Externas
media@afdb.org

Eritrea Participates at Organization of African, Caribbean and Pacific States Meetings

Source: APO


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An Eritrean delegation led by Mr. Negasi Kassa, Eritrea’s Ambassador to the European Union and Benelux countries, participated in the Organization of African, Caribbean and Pacific States Parliamentary Group and the Africa-European Union Parliamentary Assembly meetings that were convened in Ezulwini Valley, Eswatini.

The main priority of the meetings, which were conducted separately and in groups, was to ratify and strengthen the Samoa Agreement, which replaced the Cotonou Agreement. Experts also provided briefings regarding the new agreement.

After hearing the report of the Secretary General, the participants discussed the upcoming Ministerial Council of the Parliamentary Group, the African Region, and the European Union, and adopted recommendations on the draft resolution.

At the meeting with the European Union, the Eritrean delegation underlined the importance of giving due attention to the values of African countries.

The participants also discussed the role of regional organizations and parliaments in ensuring peace and security in Africa.

The meeting also ratified the recommendations presented by the African and European Union Ministerial Council.

Distributed by APO Group on behalf of Ministry of Information, Eritrea.

President Ramaphosa receives second interim report of Madlanga Commission

Source: President of South Africa –

President Cyril Ramaphosa received, on Friday, 29 May 2026, the second interim report of the Madlanga Commission of Inquiry into Criminality, Political Interference, and Corruption in the Criminal Justice System.

President Ramaphosa established the Commission, chaired by retired Constitutional Court Justice Mbuyiseli Madlanga, in July 2025.

President Ramaphosa will study the latest report while the Commission continues its proceedings.

President Ramaphosa has expressed his appreciation for the interim report as well as his expectation that the Commission will, as part of its terms of reference, refer actions thought to be criminal acts for prosecution.
 

Media enquiries: Vincent Magwenya Spokesperson to the President, media@presideny.gov.za

Issued by: The Presidency
Pretoria

President Ramaphosa to host President Ruto of the Republic of Kenya on a State Visit

Source: President of South Africa –

President Cyril Ramaphosa will on Thursday, 4 June 2026, host His Excellency President William Samoei Ruto of the Republic of Kenya on a State Visit at the Union Buildings in Tshwane.

President Ruto will undertake the State Visit from 3 to 5 June 2026 at the invitation of President Ramaphosa.

South Africa and Kenya enjoy long standing mutually beneficial and cordial relations that were re-established in 1994. South Africa values Kenya as a strategic partner in the East African region and the continent.

The welcome ceremony will be followed by discussions between the Presidents and a Business Forum.

The Business Forum will focus on deepening economic cooperation, facilitating business partnership and exploring statergies for unlocking the full potential of trade and investment between the two countries in mutually beneficial strategic sectors. 

The media programme for the State Visit is as follows: 

WELCOME CEREMONY 
Time:
09h30 (Media to arrive at 07:00)
Venue: Union Buldings 
Date: Thursday 4 June 2026 

SOUTH AFRICA – KENYA OFFICIAL TALKS 
Time:
10h30
Venue: Union Buildings
Date: Thursday 4 June 2026

MEMORANDA OF AGREEMENT SIGNING CEREMONY AND MEDIA BRIEFING  
Time:
12h30
Venue: Union Buildings
Date: Thursday 4 June 2026

SOUTH AFRICA – KENYA BUSINESS FORUM
Time:
17h00
Venue: Gallagher Estate, Midrand, Johannesburg 
Date: Thursday, 4 June 2026

Media interested in covering the State Visit are requested to complete the form found on the media registration link provided: https://mrs.gcis.gov.za/?q=Kenya-State-Visit

Closing date for media registration is Monday, 1 June 2026 at 12h00

Media enquiries: State Visit can be directed to Patience Mtshali, 083 376 9468 

Media enquiries: Business Forum can be directed to MDikeledi@thedtic.gov.za

Media enquiries: Vincent Magwenya Spokesperson to the President, media@presideny.gov.za

Issued by: The Presidency
Pretoria

Annual Meetings 2026 (AM2026): African Development Bank Group’s 2025 Annual Report Highlights Strong Results and a New Chapter for Africa’s Transformation

Source: APO


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The African Development Bank Group (www.AfDB.org) has released its 2025 Annual Report, showcasing another year of strong development results and reaffirming its commitment to advancing a prosperous, inclusive, resilient, and integrated Africa.

Despite a challenging global environment marked by slower growth, tighter financial conditions, and increasing climate and debt pressures, Africa continued to demonstrate remarkable resilience in 2025, with growth reaching 4.2 percent and many African economies ranking among the fastest growing in the world.

Beyond the numbers, the report tells a deeper story: the story of Africa’s people – especially its young people – creating, building, and redefining the future across the continent.

In 2025, the Bank delivered at scale, approving more than $11 billion in financing and reaching a record  $7.1 billion in disbursements, supporting 200 projects across 50 countries.

These investments translated into tangible results for millions of Africans:

  • 1.5 million people gained access to electricity, powering homes, schools, farms, and businesses.
  • 6.9 million farmers adopted climate-resilient technologies, strengthening food security and livelihoods.
  • 8.1 million people gained improved access to transport, connecting them to jobs, markets, and opportunity.
  • Thousands of entrepreneurs – including many women and young people – gained access to finance to grow their businesses and unlock economic opportunity.

New Strategic Four Cardinal Points Compass to foster faster, more responsive operations

The year also marked a significant leadership transition for the institution with the election of Dr Sidi Ould Tah as ninth president of the Bank Group, ushering in a renewed focus on delivery, impact, and results.

The report also outlines how the Bank is transforming the way it works – becoming faster, more effective, and more responsive to the priorities and ambitions of its regional member countries.

Dr Ould Tah has outlines a new strategic framework – the Four Cardinal Points – designed to accelerate implementation of the Bank’s Ten-Year Strategy with sharper focus and greater ambition. The framework prioritizes unlocking Africa’s capital, strengthening financial systems, creating opportunities for young people, and investing in resilient infrastructure and competitive value chains.

In the report’s foreword,  Dr Ould Tah emphasized the Bank’s long-term vision for the continent:

“This report documents what the Bank achieved in 2025. What it does not yet capture is what we will build together from here. A continent where capital flows to where it is needed most. Where African financial institutions anchor their own economies. Where a young person can access the financing, training, and markets to turn ambition into prosperity. Where infrastructure connects people, goods, and ideas across borders. That is the Africa we are working to build. The African Development Bank Group will not waver in that mission.”

Download the Annual Report Highlights and full report here (https://apo-opa.co/3PtujSI) to discover how the African Development Bank Group is helping shape Africa’s future – driven by its people and powered by its youth.

Distributed by APO Group on behalf of African Development Bank Group (AfDB).

Media Contact:
Amba Mpoke-Bigg
Communication and External Relations Department
Email: media@afdb.org

Nancy Beke:
Principal Policy and Strategy Officer

President Ramaphosa to launch rollout of new HIV injection

Source: President of South Africa –

President Cyril Ramaphosa will on Friday, 5 June 2026, officially launch the rollout of Lenacapavir, a new injectable prevention for HIV.

The event will take place in Secunda, Mpumalanga.

This groundbreaking initiative marks a significant milestone in South Africa’s ongoing efforts to fight against HIV/AIDS and aims to enhance prevention of new HIV infections.

Lenacapavir is a twice-yearly long-acting injectable option for HIV prevention, and the rollout highlights the collaboration between the government, civil society, and private sector, and development partners amongst the stakeholders committed to ending HIV as a public health threat in South Africa.

President Ramaphosa will be joined by Health Minister, Dr Aaron Motsoaledi, Mpumalanga Premier, Mr Mandla Ndlovu, Provincial Health MECs, leaders of SANAC civil society, development partners, and donors including the Global Fund.

Details of the launch:

Date: Friday, 5 June 2026
Time: 09h00
Venue: Lilian Ngoyi Stadium, Secunda, Mpumalanga

Members of the media wishing to cover the event are advised to complete online accreditation process before Tuesday, 02 June 2026 at 14h00, on the link below:

https://mrs.gcis.gov.za/?q=Launch-of-Lenacapavir-HIV-injection

For more information and media enquiries, please contact:

Mr Foster Mohale 
Departmental Spokesperson 
072 432 3792
Foster.mohale@health.gov.za   

Mr Sello Lediga 
Health Ministry Spokesperson 
082 353 9859
Sello.Lediga@health.gov.za 
 

Media enquiries: Vincent Magwenya Spokesperson to the President, media@presideny.gov.za

Issued by: The Presidency
Pretoria

Assemblées annuelles 2026 (AA2026) : Le rapport annuel 2025 du Groupe de la Banque africaine de développement met en avant des résultats solides et un nouveau chapitre pour la transformation de l’Afrique

Source: Africa Press Organisation – French


Le Groupe de la Banque africaine de développement (www.AfDB.org) a publié son rapport annuel 2025, qui fait état d’une nouvelle année de résultats solides en matière de développement et réaffirme son engagement en faveur d’une Afrique prospère, inclusive, résiliente et intégrée.

Malgré un contexte mondial difficile marqué par un ralentissement de la croissance, un resserrement des conditions financières et des pressions croissantes liées au climat et à la dette, l’Afrique a continué de faire preuve d’une résilience remarquable en 2025, avec une croissance atteignant 4,2 % et dont de nombreuses économies africaines figurant parmi celles ayant la croissance la plus rapide au monde.

Au-delà des chiffres, ce rapport raconte une histoire plus profonde : celle d la population Africaine – en particulier des jeunes – qui créent, construisent et redéfinissent l’avenir à travers tout le continent.

En 2025, la Banque a tenu ses engagements à grande échelle, en approuvant plus de 11 milliards de dollars de financements et en atteignant un montant record de 7,1 milliards de dollars de décaissements, soutenant ainsi 200 projets dans 50 pays.

Ces investissements se sont traduits par des résultats concrets pour des millions d’Africains :

  • 1,5 million de personnes ont désormais accès à l’électricité, ce qui alimente les foyers, les écoles, les exploitations agricoles et les entreprises.
  • 6,9 millions d’agriculteurs ont adopté des technologies résilientes au changement climatique, renforçant ainsi la sécurité alimentaire et les moyens de subsistance.
  • 8,1 millions de personnes bénéficient d’un meilleur accès aux transports, facilitant l’accès à l’emploi, aux marchés et à de nouvelles opportunités.
  • Des milliers d’entrepreneurs – dont de nombreuses femmes et de nombreux jeunes – ont pu accéder à des financements pour développer leur activité et saisir de nouvelles opportunités économiques.

Une nouvelle boussole stratégique, les Quatre points cardinaux pour favoriser des opérations plus rapides et plus réactives

Cette année a également été marquée par une transition importante à la tête de l’institution avec l’élection du Dr Sidi Ould Tah en tant que neuvième président du Groupe de la Banque, signalant le début d’une nouvelle direction axée sur l’exécution, l’impact et les résultats.

Le rapport décrit également comment la Banque transforme son fonctionnement, en devenant plus rapide, plus efficace et plus réactive face aux priorités et aux ambitions de ses pays membres régionaux.

Le Dr Ould Tah a présenté un nouveau cadre stratégique – les « Quatre Points Cardinaux » – destiné à accélérer la mise en œuvre de la stratégie décennale de la Banque, avec une orientation plus précise et une ambition accrue. Ce cadre donne la priorité à la mobilisation des capitaux africains, au renforcement des systèmes financiers, à la création d’opportunités pour les jeunes et à l’investissement dans des infrastructures résilientes et des chaînes de valeur compétitives.

Dans l’avant-propos du rapport, le Dr Ould Tah a mis en avant la vision à long terme de la Banque pour le continent :

”Ce rapport rend compte des réalisations de la Banque en 2025. Ce qu’il ne reflète pas encore, c’est ce que nous construirons ensemble à partir d’aujourd’hui : un continent où le capital est dirigé vers les besoins prioritaires ; où les institutions financières africaines soutiennent leurs propres économies ; où chaque jeune peut accéder au financement, à la formation et aux marchés pour transformer son ambition en prospérité ; où les infrastructures relient les personnes, les biens et les idées au-delà des frontières. C’est cette Afrique que nous nous engageons à bâtir. Le Groupe de la Banque africaine de développement ne fléchira pas dans cette mission”.

Téléchargez ici (https://apo-opa.co/4vjm3DT) les points clés du rapport annuel et le rapport complet pour découvrir comment le Groupe de la Banque africaine de développement contribue à façonner l’avenir de l’Afrique, stimulé par sa population et sa jeunesse.

Distribué par APO Group pour African Development Bank Group (AfDB).

Contact media :
Amba Mpoke-Bigg
Département de la communication et des relations extérieures
Email: media@afdb.org

Nancy Beke :
Chargée Principale Politique et Stratégie

Eritrea: Progress of National Animal and Plant Health Laboratory

Source: APO


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The National Animal and Plant Health Laboratory (NAPHL) of the Ministry of Agriculture has registered remarkable achievements over the past 35 years of independence in laboratory diagnosis, animal vaccine production, and the strengthening of laboratory infrastructure. The report was made by the Public Relations Division of the Ministry of Agriculture.

According to the report, before independence, the National Laboratory operated with very limited sections, focusing only on diagnosing a few animal diseases. At that time, the report indicated, no more than 600 samples were analyzed annually. Currently, however, the laboratory diagnoses up to 16,000 samples per year, while its operational capacity has reached more than 12,000 samples per month.

The report further stated that the laboratory’s main responsibilities currently include the diagnosis of animal diseases, the diagnosis of plant diseases and pests, animal feed and food safety and quality testing, the production of animal vaccines, and the establishment and strengthening of regional animal and plant health laboratories.

Since 2023, the National Animal and Plant Health Laboratory has produced more than 3 million doses of vaccines, including Newcastle disease vaccine, Infectious Bursal Disease (Gumboro) vaccine, and Peste des Petits Ruminants (PPR) vaccine. In addition, relying on its internal capacity and following the required procedures and standards, the laboratory has succeeded in producing vaccine seeds for Gumboro and Infectious Bronchitis vaccines and conducts quality control testing for some imported vaccines. It is also currently preparing vaccine seed for Infectious Laryngotracheitis, and continuous trials are underway to produce other priority vaccines.

At present, the National Animal and Plant Health Laboratory employs a total workforce of 183 staff members, of whom 58 percent are women, and possesses relatively adequate infrastructural facilities.

The National Animal and Plant Health Laboratory of the Ministry of Agriculture was established in 1903 during the Italian colonial period and is recognized as one of the oldest laboratories in Africa. Until 1973, the laboratory provided relatively effective laboratory services. However, from 1974 until Eritrea’s independence, much of its infrastructure and equipment was destroyed, and the laboratory operated with very limited capacity and services.

Distributed by APO Group on behalf of Ministry of Information, Eritrea.

Epidémie d’Ebola en République démocratique du Congo (RDC) : Médecins Sans Frontières (MSF) intensifie son action

Source: Africa Press Organisation – French

Face à l’expansion rapide de l’épidémie d’Ebola dans l’est de la République démocratique du Congo, les équipes de Médecins Sans Frontières se mobilisent aux côtés du ministère de la Santé local pour tenter de contenir la propagation du virus et renforcer la prise en charge des patients. Cette dix-septième épidémie frappe une région au système de santé extrêmement fragile, où les populations vivent depuis des années dans l’insécurité.

Un nouveau défi sanitaire majeur dans un contexte de crise humanitaire

Au 28 mai, 125 cas confirmés, 906 cas suspects et 223 décès avaient déjà été officiellement rapportés à travers les provinces de l’Ituri, du Nord-Kivu et du Sud-Kivu. Ces chiffres sont à prendre avec prudence : l’ampleur réelle de l’épidémie reste impossible à évaluer. En cause, les capacités de test extrêmement limitées et les difficultés d’accès à certaines zones.

Les risques de cette nouvelle épidémie d’Ebola due au virus Bundibugyo sont d’autant plus importants qu’il n’existe encore aucun vaccin ni traitement approuvés pour ce virus.

« Cette épidémie frappe des régions déjà fragilisées par des années de conflits et des déplacements massifs de population », explique Ewald Stals, Représentant de MSF en RDC. « Tant en Ituri qu’au Nord- et Sud-Kivu, l’insécurité a contraint des millions de personnes à fuir leur foyer. Ces mouvements de population se conjuguent à des systèmes de santé déjà fragiles. Dans certaines structures, les capacités d’accueil et d’isolement atteignent déjà leurs limites. L’identification rapide des cas, le suivi des personnes contacts et l’isolement des malades deviennent particulièrement complexes, augmentant le risque de propagation du virus. »

L’Ituri, épicentre de l’épidémie du virus​

L’Ituri demeure de très loin la province la plus touchée, concentrant plus de 90 % des cas suspects notifiés, avec une augmentation inquiétante des contaminations dans les zones de Mongbwalu et Rwampara.

« Depuis deux semaines, la possibilité de faire entrer du matériel et des équipes est freinée par des restrictions de mouvements aériens et terrestres. Faute de capacités de dépistage suffisantes, des centaines d’échantillons attendent encore d’être traités dans les laboratoires. Pendant ce temps, les capacités d’isolement et de prise en charge des patients restent insuffisantes. Tout cela affecte l’ampleur de la réponse humanitaire et génère une incompréhension et une peur légitimes auprès des populations », affirme le Dr Alan Gonzalez, Directeur adjoint des opérations de MSF.

Bien que quelques organisations spécialisées – dont MSF – soient déployées en Ituri, les besoins dépassent largement les capacités des organisations actuellement sur place.

Le déploiement des structures de santé MSF en Ituri

Dans cette province, les équipes de MSF ont démarré la construction d’un centre de traitement Ebola d’une capacité de 65 lits, destiné à accueillir les cas confirmés et suspects. MSF soutient également le ministère de la Santé dans la prise en charge et l’isolement des patients à l’hôpital général de Mongbwalu – cœur de l’épidémie – ainsi qu’à l’Hôpital général de référence de Fataki.

À Bunia, la capitale provinciale, un dispositif d’isolement a été mis en place au sein de l’hôpital Salama. MSF appuie plusieurs structures sanitaires de la ville pour optimiser la gestion des cas et renforcer la prévention et le contrôle des infections, un maillon essentiel pour éviter les infections nosocomiales dans des services sous forte pression.

Parallèlement, des équipes médicales, logistiques et de promotion de la santé soutiennent la surveillance épidémiologique et les activités de sensibilisation autour de l’épidémie. Cette collaboration étroite avec les communautés est cruciale ; dans plusieurs zones, les inquiétudes et la circulation de rumeurs compliquent la réponse et freinent le recours précoce aux soins.

L’impact indirect de l’épidémie sur l’accès aux autres soins de santé

Les équipes observent déjà des conséquences indirectes sur le système de santé. Des patients atteints d’autres pathologies renoncent à se rendre dans les structures médicales par crainte du virus ou des mesures d’isolement, faisant craindre une aggravation silencieuse d’autres urgences médicales.

La réponse médicale d’urgence au Nord-Kivu et au Sud-Kivu

Au Nord-Kivu : l’expérience des précédentes épidémies

Dans le Nord-Kivu, la réponse s’organise en s’appuyant sur les dispositifs déjà opérationnels issus des crises sanitaires précédentes (Ebola, Mpox, choléra). 

  • À Goma, un centre de traitement Ebola de 80 lits a commencé à accueillir ses premiers patients.
  • Des unités d’isolement pour les cas suspects ont également été installées dans plusieurs structures soutenues par MSF : l’hôpital de Kyeshero, mais aussi à Walikale, Mweso et Rutshuru.
  • À Butembo, MSF a dépêché une équipe médico-logistique afin d’identifier les axes d’interventions prioritaires en collaboration avec les autorités sanitaires.

Au Sud-Kivu : formation et structures d’isolement

Dans le Sud-Kivu, où plusieurs cas ont été confirmés, MSF a entamé la mise en place de deux centres de traitement Ebola à Bukavu et Lwiro. En parallèle, nos équipes forment le personnel de santé local aux mesures strictes d’hygiène, de prévention et de contrôle des infections.

​MSF apporte une réponse humanitaire malgré l’insécurité et les défis logistiques

Partout dans le pays, MSF mobilise ses capacités médicales et logistiques pour apporter une aide. En dépit des contraintes d’accès et de sécurité (fermetures de frontières, les annulations de vols), plusieurs centaines de tonnes de matériel médical et logistique ont déjà été acheminées en Ituri et au Nord-Kivu.

Alors que le nombre de cas continue d’augmenter, les prochaines semaines seront déterminantes pour renforcer la prise en charge, accélérer le dépistage en laboratoire et maintenir l’accès aux soins de santé dans les zones affectées.

Distribué par APO Group pour Médecins sans frontières (MSF).

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Zimbabwe President Receives Credentials of Qatar Ambassador

Source: Government of Qatar

Harare, May 28, 2026

HE President of the Republic of Zimbabwe Emmerson Mnangagwa has received the credentials of HE Mubarak bin Nasser Al Khalifa as Ambassador Extraordinary and Plenipotentiary (non-resident) of the State of Qatar to the country. 

During the ceremony, HE the ambassador conveyed greetings from HH the Amir Sheikh Tamim bin Hamad Al-Thani, along with his wishes for HE the Zimbabwean president’s health and for continued progress and prosperity for the country and its people. 

HE Mnangagwa, in turn, asked HE the ambassador to pass on his greetings to HH the Amir, expressing his hopes for His Highness’s wellbeing and for the State of Qatar’s continued development and growth. 

The exchange highlighted efforts to strengthen diplomatic relations between the two countries.