Angola: Rede sanitária reforçada com 736 novas unidades desde 2017 até ao primeiro trimestre de 2026

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Governo construiu 736 novas unidades sanitárias entre 2017 e o primeiro trimestre de 2026, aumentando a rede nacional de 2.612 para 3.348 infra-estruturas de saúde, distribuídas pelos três níveis de atenção.

Os dados foram avançados pelo Presidente da República, João Lourenço, esta quinta-feira, 15 de Outubro, durante o discurso sobre o Estado da Nação proferido por ocasião da sessão solene de abertura da 5.ª e última Sessão Legislativa da Assembleia Nacional.

Segundo o Chefe de Estado, mais de 80 por cento das novas infra-estruturas foram destinadas aos cuidados de saúde primários, com objectivo de aproximar os serviços de saúde às populações.

Actualmente, o nível primário de atenção dispõe de 3.093 postos e centros de saúde e 172 hospitais municipais. O nível secundário conta com 56 hospitais gerais, enquanto o nível terciário integra 27 unidades hospitalares.

Na província de Luanda, entre 2025 e 2026, foram inauguradas duas novas unidades hospitalares de referência do nível terciário, construídas para reforçar a rede sanitária e disponibilizar serviços de elevada diferenciação.

Relativamente aos hospitais de Mbanza Congo, da Catumbela e de Malanje, João Lourenço manifestou confiança no cumprimento das obrigações contratuais por parte do empreiteiro, depois de ultrapassados os constrangimentos que condicionavam os projectos.

O Presidente da República destacou igualmente o reforço da capacidade de internamento do Serviço Nacional de Saúde, que passou a dispor de 45.146 camas hospitalares, das quais 1.675 destinadas aos cuidados intensivos, na sequência dos investimentos em infra-estruturas, formação e contratação de profissionais.

Até 2027, o Executivo prevê construir mais hospitais provinciais e municipais e centros de saúde, além de transformar progressivamente postos de saúde em centros com maior capacidade de resolução, sobretudo nas zonas rurais.

Nos últimos quatro anos, foram integrados 28.429 novos profissionais de saúde, correspondentes a 26,6 por cento da força de trabalho actual do sector, estimada em 106.791 profissionais.

FORMAÇÃO ESPECIALIZADA

No domínio da formação especializada, o Executivo iniciou, em 2024, a capacitação de 3.954 enfermeiros em dez áreas prioritárias, incluindo 755 em Saúde Comunitária, que deverão integrar equipas em articulação com especialistas em Medicina Geral e Familiar, reforçando a prestação de cuidados junto das comunidades.

Encontram-se igualmente em formação 2.079 técnicos de diagnóstico e terapêutica nas áreas de Bioquímica Clínica e Hematologia, com vista ao fortalecimento da capacidade de diagnóstico e dos serviços laboratoriais.

João Lourenço afirmou que o Executivo continuará a alinhar a formação e a especialização dos profissionais com as necessidades do Sistema Nacional de Saúde, procurando também promover a retenção e a fixação de quadros nas regiões remotas e de difícil acesso.

Para o corrente ano, está previsto o recrutamento de mais seis mil profissionais de saúde, estando o respectivo concurso público em andamento.

A modernização dos serviços de saúde tem sido impulsionada pelo investimento na investigação científica, na transformação digital e na adopção de tecnologias avançadas de diagnóstico e tratamento, incluindo a cirurgia robótica.

De acordo com o Presidente da República, foram realizados com sucesso 136 procedimentos de cirurgia robótica, dos quais dez por telecirurgia, permitindo a intervenção de um cirurgião localizado no estrangeiro num doente em Angola, a milhares de quilómetros de distância.

No domínio das neurociências, o Complexo Hospitalar Pedro Maria Tonha “Pedalé” consolidou-se como referência nacional, através da implementação da primeira Via Verde para o Acidente Vascular Cerebral (AVC), da introdução de tecnologias avançadas de diagnóstico e tratamento neurovascular, da neurocirurgia diferenciada e do Programa Nacional de Tratamento Cirúrgico da Escoliose.

Na área cardiovascular, o Complexo Hospitalar Cardeal Dom Alexandre do Nascimento afirmou-se como centro nacional de referência para cirurgias cardíacas de elevada complexidade, tendo realizado 1.391 intervenções cirúrgicas desde a entrada em funcionamento.

O Chefe de Estado apontou ainda avanços na descentralização dos cuidados especializados, com a implementação de programas nas áreas do neurodesenvolvimento, ortopedia especializada e oftalmologia em diferentes províncias.

O reforço da rede nacional de hemodiálise foi igualmente destacado como uma medida que aproximou este tratamento especializado das populações e ampliou o acompanhamento dos doentes em várias regiões do país.

SAÚDE MATERNA E INFANTIL

Na área da saúde materna e infantil, o Titular do Poder Executivo realçou a evolução de indicadores relacionados com o planeamento familiar, o acompanhamento pré-natal e a assistência ao parto.

A cobertura da utilização de métodos contraceptivos modernos aumentou de 45 por cento em 2023 para 60 por cento em 2025, enquanto a cobertura da quarta consulta pré-natal passou de 56 para 62 por cento no mesmo período.

A proporção de partos institucionais assistidos por profissionais de saúde atingiu 64 por cento.

No combate ao VIH, João Lourenço referiu que Angola mantém uma das taxas de prevalência mais baixas da África Subsaariana.

De acordo com os resultados do Inquérito de Indicadores Múltiplos e de Saúde (IIMS) 2023–2024, a prevalência nacional do VIH entre a população dos 15 aos 49 anos passou de 2 por cento para 1,6 por cento.

“O Executivo vai acelerar os esforços para alcançar estes objectivos até 2030, reforçando a prevenção, o diagnóstico precoce, a retenção e a adesão ao tratamento, bem como o acompanhamento ao nível comunitário”, afirmou o Presidente da República.

MALÁRIA: PRINCIPAL CAUSA DE MORTALIDADE EM ANGOLA

Apesar dos progressos registados, a malária continua a constituir a principal causa de morbilidade e mortalidade em Angola.

Segundo os dados apresentados, a taxa de mortalidade associada à doença diminuiu de 28 por 100 mil habitantes em 2023, para 20 por 100 mil habitantes em 2025.

No domínio da vacinação, a cobertura nacional situa-se em 78 por cento e registaram-se avanços na recuperação das crianças consideradas “zero dose”, ou seja, aquelas que não receberam qualquer dose das vacinas previstas no calendário de rotina.

No âmbito da prevenção de doenças transmissíveis, foram administradas 3.175.666 doses da vacina oral contra a cólera, correspondente a uma cobertura administrativa de 99,8 por cento. Foram também vacinadas 64.047 pessoas pertencentes aos grupos de maior risco contra a Mpox.

As campanhas de vacinação contra o poliovírus derivado da vacina do tipo 2 alcançaram coberturas superiores a 95 por cento entre crianças menores de cinco anos.

No quadro do reforço da capacidade de resposta do sector, o Executivo está a promover o desenvolvimento da biotecnologia e o investimento privado na indústria farmacêutica nacional.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Angola.

Angola: Receitas do turismo atingiram 667 milhões de dólares

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

Angola recebeu mais de 223 mil turistas internacionais em 2025 e registou um crescimento de 28 por cento face a 2022, com receitas avaliadas em 667 milhões de dólares.

Nesse período, foram igualmente criados mais de nove mil postos de trabalho no sector do turismo, segundo o Chefe de Estado, João Lourenço, que falava sobre o estado da Nação, quinta-feira, 15 de Outubro, em Luanda, na sessão solene de abertura da 5.ª e última Sessão Legislativa da presente legislatura.

De acordo com João Lourenço, os resultados alcançados são fruto de reformas estruturais implementadas pelo Executivo para facilitar a entrada de visitantes, melhorar o ambiente de negócios e promover Angola como destino turístico internacional.

Entre as medidas adoptadas, destacou a isenção de vistos para cidadãos de 99 países e a introdução do visto electrónico, iniciativas destinadas a simplificar os procedimentos de entrada no território nacional e estimular o fluxo de turistas.

O Presidente da República referiu-se igualmente à implementação de programas de promoção e desenvolvimento do sector, como o Planifica Turismo, orientado para a organização dos destinos prioritários, e o Comunica Turismo, que levou Angola às principais feiras internacionais e reforçou a divulgação das potencialidades turísticas do país.

No domínio da formação profissional, o Programa Capacita Turismo tem contribuído para a qualificação de trabalhadores das áreas da hotelaria e restauração.

O Chefe de Estado apontou ainda a expansão do turismo de cruzeiros, que registou um aumento do número de visitantes.

No quadro da simplificação dos procedimentos da Administração Pública, João Lourenço falou  da aprovação do SIMPLIFICA 3.0, também conhecido como Simplifica Turismo, que prevê medidas para facilitar o licenciamento da actividade turística, incluindo soluções de licenciamento zero e alvarás de duração ilimitada no sector.

O Executivo aprovou igualmente o programa Investe Turismo, destinado a atrair investimento privado e valorizar activos públicos, sobretudo em zonas com elevado potencial turístico.

O Presidente João Lourenço mencionou o Mussulo, Cabo Ledo, Ponta do Padrão, as Quedas de Calandula e a Serra da Leba como destinos prioritários em fase de estruturação e planificação.

No âmbito da promoção do investimento, Angola acolheu, de 17 a 19 de Junho de 2026, em Luanda, o Fórum de Investimento no Turismo Angola 2026, iniciativa concebida para apresentar as potencialidades nacionais a investidores internacionais e posicionar o país entre os principais destinos africanos para investimentos no sector.

O Presidente angolano indicou também o crescimento do turismo interno, que representa um interesse crescente dos cidadãos em conhecer Angola e valorizar o património natural, cultural e histórico nacional.

O Executivo, reafirmou, continuará a melhorar os acessos, sinalização, ordenamento dos destinos e condições para o investimento privado, para que o turismo crie emprego, gere rendimento, fomente o desenvolvimento local e se constitua num orgulho nacional.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Angola.

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Relatório Nacional do Afreximbank sobre o Zimbabwe explora a vantagem do país em termos de minerais críticos e as perspectivas económicas impulsionadas por reformas

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) (www.Afreximbank.com) divulgou o seu Relatório Nacional sobre o Zimbabwe, apresentando uma análise abrangente das perspectivas macroeconómicas, do desempenho comercial, do desenvolvimento do sector financeiro e do perfil de sustentabilidade da dívida desta nação da África Austral. O relatório analisa o potencial de crescimento económico do Zimbabwe, apoiado pelos seus profundos laços regionais e pela diversidade dos seus recursos naturais, que assumem um papel cada vez mais central na transição energética global.

Entre os principais destaques do relatório está o forte impulso de crescimento do Zimbabwe. Estima-se que o crescimento real do PIB tenha reforçado para 8,3% em 2025, impulsionado por uma recuperação da produção agrícola, exportações robustas de ouro e os elevados preços globais do ouro. Prevê-se que o crescimento se mantenha sólido, a 5% em 2026, apoiado por rendimentos agrícolas mais elevados, um aumento da despesa pública e perspectivas favoráveis para a mineração de ouro. Mais notável ainda, prevê-se que a inflação diminua drasticamente para 3,9% em 2026, face a uma estimativa de 55% em 2025, à medida que a moeda Ouro do Zimbabwe [Zimbabwe Gold] se estabiliza, apoiada por uma produção interna de ouro mais forte e por melhores influxos de moeda estrangeira.

O Zimbabwe detém as maiores reservas de lítio do continente e possui alguns dos depósitos de espodumênio de maior qualidade a nível mundial, posicionando o país como um fornecedor essencial de minerais para baterias, numa altura em que a procura global por veículos eléctricos e tecnologias de armazenamento de energia está em alta. O ouro, os metais do grupo da platina, os diamantes e o crómio completam um perfil de recursos que poucas economias do continente conseguem igualar.

Além disso, esta edição revela como a trajectória do Zimbabwe é particularmente convincente, tendo em conta a mudança deliberada do governo de exportador de matérias-primas para transformador industrial. O relatório destaca as restrições de Fevereiro de 2026 às exportações de minerais em bruto e de concentrado de lítio como um passo decisivo na agenda do valor acrescentado, com potencial para reposicionar o Zimbabwe nas cadeias de abastecimento globais de baterias. O quadro da Estratégia Nacional de Desenvolvimento 2 para 2026-2030 reforça esta orientação, dando prioridade à estabilidade macroeconómica, às infra-estruturas, à industrialização e à criação de emprego. O relatório aponta igualmente para mais vantagens a longo prazo decorrentes do acordo de partilha de produção petrolífera de Maio de 2026, que abrange o projecto de petróleo e gás da Bacia de Cabora Bassa.

O relatório destaca ainda um sector financeiro em crescimento e em evolução, sendo que a parceria estabelecida em Maio de 2025 entre o InnBucks MicroBank e a Mambu marca um passo significativo no desenvolvimento da banca digital e de uma inclusão financeira mais ampla.

Com perspectivas sólidas de crescimento do PIB para 2026, um ambiente inflacionário significativamente melhorado e uma das reservas minerais estrategicamente mais valiosas de África a ser activamente desenvolvida para uma produção de maior valor, o Zimbabwe apresenta uma história oportuna e poderosa de transformação económica.

Ao comentar sobre o lançamento do relatório, Yemi Kale, Economista-Chefe do Grupo e Director-Geral para Investigação e Informação Comercial do Afreximbank, afirmou:

“A rica dotação de minerais essenciais do Zimbabwe oferece uma oportunidade poderosa para ir além da exportação de matérias-primas e construir cadeias de valor regionais competitivas, ancoradas na produção local, beneficiação e valor acrescentado. Ao converter o seu lítio, ouro, metais do grupo da platina e outros recursos em produtos de maior valor, o Zimbabwe pode aprofundar a sua base industrial, criar empregos de qualidade e expandir o comércio com mercados em toda África. Isto está totalmente alinhado com o mandato do Afreximbank de transformar a estrutura do comércio africano e acelerar a industrialização do continente no âmbito da ZCLCA.”

Leia mais no Relatório Nacional do Afreximbank sobre o Zimbabwe aqui (https://apo-opa.co/47kgH1p)

Distribuído pelo Grupo APO para Afreximbank.

Contacto para a Imprensa:
Vincent Musumba
Gestor de Comunicações e Eventos (Relações com a Imprensa)
Correio Electrónico: press@afreximbank.com

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Sobre o Afreximbank:
O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) é uma instituição financeira multilateral pan-africana com mandato para financiar e promover o comércio intra e extra-africano. Há mais de 30 anos que o Banco utiliza estruturas inovadoras para oferecer soluções de financiamento que apoiam a transformação da estrutura do comércio africano, acelerando a industrialização e o comércio intra-regional, impulsionando assim a expansão económica em África. Apoiante firme do Acordo de Comércio Livre Continental Africano (ACLCA), o Afreximbank lançou um Sistema Pan-Africano de Pagamento e Liquidação (PAPSS) que foi adoptado pela União Africana (UA) como plataforma de pagamento e liquidação para sustentar a implementação da ZCLCA. Em colaboração com o Secretariado da ZCLCA e a UA, o Banco criou um Fundo de Ajustamento de 10 mil milhões de dólares para apoiar os países que participam de forma efectiva na ZCLCA. No final de Dezembro de 2025, o total de activos e passivos contingentes do Afreximbank atingiu mais de 48,5 mil milhões de USD, e os seus fundos próprios totalizaram 8,4 mil milhões de USD. O Afreximbank tem notações de grau de investimento atribuídas pela China Chengxin International Credit Rating Co., Ltd (CCXI) (AAA), pela GCR (A), pela Japan Credit Rating Agency (JCR) (A-) e pela Moody’s (Baa2)  e pela S&P Global Ratings (BBB+). O Banco tem a sua sede em Cairo, Egipto. O Afreximbank evoluiu para uma entidade de grupo que inclui o Banco, a sua subsidiária de fundo de impacto de acções, denominada Fundo para o Desenvolvimento das Exportações em África (FEDA), e a sua subsidiária de gestão de seguros, AfrexInsure (em conjunto, “o Grupo”). O Banco tem a sua sede em Cairo, Egipto.

Para mais informações, visite: www.Afreximbank.com.

Prime Minister and Minister of Foreign Affairs Holds Talks with Lebanon PM

Source: Government of Qatar

Beirut | October 16, 2026

HE Prime Minister and Minister of Foreign Affairs Sheikh Mohammed bin Abdulrahman bin Jassim Al-Thani has held talks in Beirut with HE Prime Minister of the Lebanese Republic Dr Nawaf Salam on bilateral cooperation, economic ties and regional de-escalation.

The meeting on Friday focused on ways to strengthen cooperation between Qatar and Lebanon, particularly in the energy, investment and economic sectors.

The two sides also discussed opportunities for joint projects that could contribute to regional security, stability and prosperity.

Talks covered the latest developments in Lebanon and the wider region, as well as diplomatic efforts to reduce escalation and promote security and stability.

HE Sheikh Mohammed reaffirmed Qatar’s longstanding support for Lebanon’s stability and territorial unity, and reiterated Doha’s continued solidarity with the Lebanese people.

He also stressed Qatar’s support for efforts to strengthen Lebanese state institutions.

The meeting formed part of HE Sheikh Mohammed’s visit to Beirut, during which he held talks with senior Lebanese officials on bilateral relations and the country’s security and stability.

La série de webinaires numériques prépare le terrain pour le Forum République Démocratique du Congo (RDC) sur les Minéraux Critiques et l’Industrialisation 2027

Source: Africa Press Organisation – French

Les organisateurs du Forum DRC Critical minerals & Industrialisation , organisé conjointement avec le Forum DRC-Africa battery Metals, ont annoncé une série de quatre webinaires numériques qui se déroulera de septembre à novembre 2026. Réunissant des dirigeants du gouvernement, de l’industrie et du secteur de l’investissement, cette série examinera les opportunités, les défis et les partenariats qui façonnent la prochaine phase du développement économique de la RDC.

Au fil de quatre sessions en direct, les discussions porteront sur les politiques, les infrastructures, les technologies et les modèles d’investissement nécessaires pour tirer davantage de valeur des ressources en minéraux critiques du pays. Les intervenants partageront des analyses de marché, des études de cas concrètes et leurs points de vue sur la manière dont la RDC peut renforcer la création de valeur locale, attirer les investissements et bâtir une économie minière plus compétitive et durable.

La série de webinaires offre également une plateforme d’échanges continus en amont du Forum en présentiel, qui se tiendra à Kinshasa en 2027. VUKA Group RDC a reprogrammé le Forum afin de l’aligner sur l’évolution des cadres politiques nationaux du Gouvernement de la RDC et de permettre l’approfondissement des feuilles de route révisées du Plan Directeur d’Industrialisation (PDI), d’une valeur de 58 milliards de dollars.

Les quatre premières éditions de la série de webinaires numériques porteront sur les thèmes suivants :

Webinaire 1 : 23 septembre 2026, 10h30–12h00 (https://apo-opa.co/4zwms7Z)

LIBÉRER LE POTENTIEL INDUSTRIEL DE LA RDC :  La stratégie de la masterclass de A à Z  

Cette masterclass consacrée à la RDC examine comment le pays peut tirer parti de sa richesse minérale au service d’une croissance durable et de l’industrialisation. Les experts débattront des politiques permettant de dépasser l’exportation de matières brutes, de renforcer la sécurité et de consolider les normes ESG. Les priorités incluent la transformation locale, le développement du capital humain et des financements adaptés pour s’équilibrer face aux marchés mondiaux. En définissant des actions collaboratives et des pistes d’investissement, la session vise à accélérer la création de valeur ajoutée, à renforcer la compétitivité et à positionner la RDC comme un leader mondial responsable de la chaîne de valeur des minéraux. VOIR EN REPLAY (https://apo-opa.co/4zHqbjn)
 

Webinaire 2 : 21 octobre 2026, 10h30–12h00   (https://apo-opa.co/4zwms7Z)

ZOOM SUR LE DÉVELOPPEMENT DES INFRASTRUCTURES ET DE L’INDUSTRIALISATION

Le panel consacré aux infrastructures et à l’industrialisation souligne la nécessité pour la RDC de dépasser l’extraction de matières premières en misant sur la transformation locale. Le développement d’industries résilientes favorisera la création d’emplois et renforcera l’économie. Les experts examineront comment les projets de transport, d’énergie et de logistique accélèrent l’industrialisation, à travers des études de cas portant notamment sur les ports, les chemins de fer et les initiatives transfrontalières. En priorisant un développement stratégique et en mobilisant les revenus miniers, la RDC peut libérer une croissance durable et se positionner comme un pôle compétitif au sein de la Zone de libre-échange continentale africaine.

Principaux points de discussion

–  Comprendre la stratégie industrielle de la RDC pour tirer parti de la Zone de libre-échange continentale africaine (ZLECAf)

–  Le projet du Corridor de Lobito : maintenant ou demain ?

–  Prioriser les projets de développement dans les domaines de l’énergie, des liaisons de transport (réhabilitation des routes et des voies ferrées), des infrastructures maritimes et des réseaux portuaires en mobilisant les revenus miniers

Études de cas

–  Le Port de Banana (développeurs : DP World et les entrepreneurs Mota-Engil)

–  Le Terminal polyvalent de Matadi, porte d’entrée maritime de la RDC (AD Ports Group et le Ministère des Transports de la RDC)

–  Projet maritime du Port de Boma

–  Chemin de fer Banana–Matadi–Kinshasa

–  Projet d’industrialisation RDC–RSA, reliant l’Afrique du Sud et la RDC et créant 12 Zones économiques

Intervenants

–  Président de séance : Bob Bononge, Président, Caplaine Consulting, RDC

–  Popaul Madiana, Associé directeur, Prime Mineral Consulting, RDC

–  Serge Nawej, Associé, ADNA ALN, RDC*

INSCRIVEZ-VOUS (https://apo-opa.co/4dKfbsZ)

Webinaire 3 : 11 novembre 2026, 10h30–12h00   (https://apo-opa.co/4zwms7Z)

LES NOUVELLES TECHNOLOGIES AU SERVICE DE LA TRANSITION ÉNERGÉTIQUE MONDIALE

Cette session explore comment la technologie et les investissements alignés sur les critères ESG peuvent transformer le secteur des minéraux critiques de la RDC. Face à la hausse de la demande mondiale en lithium, cobalt, nickel et cuivre, l’approvisionnement responsable et la conformité sont essentiels pour instaurer la confiance des investisseurs. Les discussions porteront sur la transformation locale, les méthodes métallurgiques avancées, les énergies renouvelables et l’automatisation afin d’accélérer l’industrialisation. En passant de l’exportation de matières brutes à la transformation sur place, la RDC peut renforcer sa durabilité, libérer une valeur à long terme et se positionner comme un acteur compétitif de la transition énergétique mondiale.

Webinaire 4 : 25 novembre 2026, 10h30–12h00   (https://apo-opa.co/4zwms7Z)

PARTENARIATS STRATÉGIQUES : BÂTIR UNE CHAÎNE DE VALEUR DES MINÉRAUX CRITIQUES PLUS SOLIDE ET PLUS DURABLE

Cette discussion explore comment les partenariats stratégiques peuvent renforcer la chaîne de valeur des minéraux critiques de la RDC. En favorisant la collaboration entre les gouvernements, les systèmes d’intégration régionale et les investisseurs, l’accent est mis sur le renforcement de la résilience et le soutien à une croissance durable. Les thèmes clés incluent l’industrialisation par le biais de partenariats mondiaux, la priorisation des secteurs à développer et l’alignement avec les partenaires internationaux. Grâce à des modèles de coopération efficaces, la RDC peut générer des retombées socio‑économiques, renforcer sa compétitivité et établir des bases plus solides pour un secteur minier durable et inclusif.

La transition de la RDC
Le Forum RDC sur les Minéraux Critiques et l’Industrialisation réunit le gouvernement, l’industrie et les investisseurs afin d’accélérer la transition du pays de l’extraction de matières premières vers une production manufacturière à haute valeur ajoutée, soulignant l’opportunité pour la nation de convertir sa richesse minérale en infrastructures, en emplois et en croissance économique durable.

Le Ministère des Mines de la RDC (https://apo-opa.co/4jZPwjF) et le Ministère de l’Industrie de la RDC (https://apo-opa.co/3UpRU98), ainsi que la Fédération des Entreprises du Congo (FEC) (https://apo-opa.co/4dHvFC4)sont les partenaires officiels de l’événement. 

Distribué par APO Group pour VUKA Group.

Contact presse :
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E-mail : gloria.mariane@wearevuka.com

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Le Forum DRC Critical Minerals & Industrialisation et le DRC-Africa Battery metals sont organisés par VUKA Group (https://apo-opa.co/4hOedhN)(anciennement Clarion Events Africa (https://apo-opa.co/4hMwOuC)), organisateur de premier plan, basé au Cap et maintes fois primé, d’expositions, de conférences et d’événements numériques à travers le continent dans les secteurs des infrastructures, de l’énergie, des mines, de la mobilité, de l’économie verte et du commerce de détail. Parmi les autres événements renommés de VUKA Group figurent DRC Mining Week (https://apo-opa.co/4hZ5kCd), Nigeria Mining Week (https://apo-opa.co/4s6em3o), Enlit Africa (https://apo-opa.co/4hKG9TG), Africa’s Green Economy Forum (https://apo-opa.co/4zAQkQH), Carbon Markets Africa Forum (https://apo-opa.co/4k0nzbu), Smarter Mobility Africa (https://apo-opa.co/4jr6Xtl), ECOM (https://apo-opa.co/3U3mAwF)Africa (https://apo-opa.co/3U3mAwF) et CEM Africa (https://apo-opa.co/3THMhmB).

Mining Review Africa (https://apo-opa.co/4eApmAu), le magazine mensuel et la plateforme numérique de référence de l’industrie minière africaine, est le partenaire média premium de l’événement.

 

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Prime Minister and Minister of Foreign Affairs Meets Lebanon Parliament Speaker

Source: Government of Qatar

Beirut | October 16, 2026

HE Prime Minister and Minister of Foreign Affairs Sheikh Mohammed bin Abdulrahman bin Jassim Al-Thani has met HE Parliament Speaker of the Lebanese Republic Nabih Berri in Beirut to discuss bilateral cooperation and efforts to strengthen security and stability in Lebanon.

The meeting took place on Friday and focused on relations between Qatar and Lebanon and the latest developments in Lebanon and the wider region.

The two sides also discussed ongoing efforts to promote security and stability amid regional tensions.

HE Sheikh Mohammed reaffirmed Qatar’s support for Lebanon’s stability and territorial unity, and stressed Doha’s commitment to supporting efforts to strengthen Lebanese state institutions.

The meeting was part of HE Sheikh Mohammed’s visit to Beirut, during which he also held talks with Lebanese President Joseph Aoun and senior security officials.

Prime Minister and Minister of Foreign Affairs Meets Lebanon General Security Chief

Source: Government of Qatar

Beirut | October 16, 2026

HE Prime Minister and Minister of Foreign Affairs Sheikh Mohammed bin Abdulrahman bin Jassim Al-Thani has met Lebanon’s Director General of General Security, Major General Hassan Choucair, in Beirut to discuss bilateral cooperation and the latest developments in Lebanon.

The meeting took place on Friday as part of HE Sheikh Mohammed’s visit to the Lebanese capital.

The talks focused on cooperation between Qatar and Lebanon and efforts to strengthen security and stability in the country.

HE Sheikh Mohammed reaffirmed Qatar’s firm support for Lebanon’s sovereignty, unity and stability, and reiterated Doha’s commitment to standing alongside Lebanese state institutions.

The meeting forms part of Qatar’s continued diplomatic engagement with Lebanon amid regional efforts to promote security and stability.

Lebanese President Meets Prime Minister and Minister of Foreign Affairs in Beirut

Source: Government of Qatar

Beirut | October 16, 2026

HE President of the Lebanese Republic Joseph Aoun has welcomed HE Prime Minister and Minister of Foreign Affairs Sheikh Mohammed bin Abdulrahman bin Jassim Al-Thani in Beirut to discuss bilateral relations and efforts to reduce regional tensions.

During the meeting on Friday, HE Sheikh Mohammed conveyed greetings from HH the Amir Sheikh Tamim bin Hamad Al-Thani, along with his wishes for the Lebanese president’s continued good health and happiness and for further progress and prosperity for Lebanon’s government and people.

HE President Aoun asked HE Sheikh Mohammed to convey his greetings to HH the Amir, expressing his wishes for His Highness’s continued success and for Qatar’s continued development and prosperity.

The two officials discussed ways to strengthen cooperation between Qatar and Lebanon, as well as the latest developments in Lebanon and the wider region.

They also discussed efforts to de-escalate tensions and promote security and stability.

HE Sheikh Mohammed reaffirmed Qatar’s unwavering support for Lebanon’s unity, sovereignty and territorial integrity, and reiterated Doha’s continued solidarity with the Lebanese people.

IEC gives similarly affected political parties relief after Constitutional Court ruling

Source: Government of South Africa

IEC gives similarly affected political parties relief after Constitutional Court ruling

The Electoral Commission will give relief to 32 political parties similarly affected by the Constitutional Court’s ruling and directive concerning the African National Congress (ANC) and the submission of its candidate lists for the 2026 Local Government Elections.

“Consistent with the constitutional imperative for free and fair elections as well as the importance of upholding the inherent principle of parity of treatment, the Commission has resolved that the 32 similarly situated parties must be deemed to have lawfully submitted their candidates,” IEC Chairperson, Commissioner Mosotho Moepya, said on Friday in Pretoria.

He made the remarks at a media briefing in Pretoria on the outcome of the Constitutional Court judgment and its implications for the Commission.

The Constitutional Court order requires the Commission to include 181 ANC candidates – 51 ward candidates and 130 proportional representation candidates – across six municipalities.

“The Commission’s view is that it would be irrational and offensive to the principle of parity of treatment to exclude parties similarly situated to the ANC.

“The Commission emphasises that the inclusion of parties was made judiciously and solely for the purpose of advancing free and fair elections demanded by the Constitution,” the Chairperson said.

The Commission has already put processes in place to give effect to the judicial injunction.

Moepya stressed that the Commission has a constitutional obligation to ensure that all elections it administers meet the high standard of being free and fair.

“Part of that constitutional duty is even-handedness in the treatment of electoral contestants. The Commission recognises that thirty-two (32) other similar-situated parties intended to contest against the ANC. 

“These 32 other parties intended to contest in 121 municipalities across the country. Their intended participation involved all three ballot types: metro, local, and district. As with the ANC, these parties had nominated compliant candidates and paid election deposits but had not submitted their final candidate lists,” he said.

The Commission identified the 32 political parties after conducting compliance checks.

Thirteen other parties were found not to have met the requirements for the lawful submission of candidates, even after the effect of the Constitutional Court order was extended.

The Chairperson explained that the 13 parties failed to meet the requirements for reasons that included the payment of election deposits and the voters’ roll registration requirement to be registered in the municipality being contested.

Implications of the Commission’s decision

The Constitutional Court order applies to all parties who were in a similar situation as the ANC and affects 107 municipalities.

The IEC will have to produce 33 million ballots to accommodate the extension of the judicial injunction.

Of the new total requirement, 27 million ballots had already been printed, while 6.6 million had not yet been printed.

“However, 6.6 million ballots of that total requirement had not been printed. This affects the six municipalities whose ballots were affected by the appeal of the ANC that was before the Constitutional Court. 

“The Commission held back from commencing the printing of the ballots until the Constitutional Court had made a ruling on the matter. In other words, no costs were incurred in relation to ballots affecting these six municipalities,” Moepya said.

Immediate steps

The Commission will contact all 32 political parties to confirm whether they still intend to participate in the 4 November Local Government Elections.

“If they do, these parties will be given an opportunity to comply with candidate nomination requirements and, where required, supplement or substitute candidate names if on multiple lists. 

“Candidates will then be provided with their candidature certificate. These processes will unfold in a truncated process limited to the involved 33 parties,” he said.

The Chairperson said the Commission did not anticipate that these developments would affect the election date.

“However, it is apparent that our logistical preparations have been significantly affected. The logistical operations will now have to be conducted within a very truncated period.

“Once again, the Commission reaffirms its commitment to upholding the rule of law, including respecting the decisions of the courts. Furthermore, the Commission remains resolute that political parties are treated fairly and consistently in the administration of the electoral process,” he said. –SAnews.gov.za

 

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President Ramaphosa calls for more mineral beneficiation in Northern Cape

Source: Government of South Africa

President Ramaphosa calls for more mineral beneficiation in Northern Cape

President Cyril Ramaphosa has called for South Africa to move beyond exporting raw and semi-processed minerals towards greater local processing and manufacturing, saying the country must retain more of the economic value generated by its mineral wealth.

Speaking at the official inauguration of the Vedanta Gamsberg Phase II Concentrator Plant in Aggeneys in the Northern Cape on Friday, President Ramaphosa said the expansion is an opportunity to strengthen domestic industrial capacity and establish the province as a centre of mineral beneficiation and manufacturing.

“Why should the mineral wealth beneath our soil create more industrial opportunities elsewhere than it creates here at home?

“Our ambition must be to ensure that a growing share of the value generated from our minerals remains within our economy,” the President said.

He noted that South Africa and other African countries had for too long extracted minerals for processing and manufacturing elsewhere, only to import finished products made from those same resources.

“In the process, other countries have captured much of the value, the technology, the industrial capability and the employment opportunities associated with our natural resources,” he said. 

President Ramaphosa said the country must expand its refining, smelting and manufacturing capacity, while supporting local suppliers, engineers, artisans, entrepreneurs and technology companies.

“We must become a country that adds greater value to its mineral resources through processing, refining, manufacturing and technological innovation,” the President said.

The Gamsberg Phase II expansion will double the mine’s annual ore capacity from approximately four million to eight million tonnes and increase its annual zinc-in-concentrate production capacity to approximately 500 000 tonnes.

The expansion positions Gamsberg among the major zinc-producing operations globally and provides a foundation for further industrial development.

President Ramaphosa highlighted that zinc is essential for galvanising steel and had applications in construction, transport infrastructure, automotive manufacturing and emerging energy technologies.

He added that in that regard, South Africa should position itself to benefit from opportunities arising from global investment in infrastructure, industrial development and the energy transition.

Northern Cape industrial ambitions

The President said the Northern Cape boasts the potential to become one of the country’s next major centres of industrial growth given its mineral resources, renewable energy potential, land availability and strategic position for connecting producers to export markets.

He identified the Namakwa Special Economic Zone as central to this vision, with Vedanta serving as an anchor investor capable of attracting further investment in mineral beneficiation, manufacturing and related economic activity.

The development of the zone, he said, needs to be integrated with the proposed Boegoebaai Port and industrial developments, Upington’s industrial and energy initiatives and other components of the Northern Cape Industrial Corridor.

“Our vision is of a province in which mineral extraction, renewable energy, industrial production and modern logistics reinforce one another,” he said.

President Ramaphosa said coordinated planning between all three spheres of government, state-owned enterprises and private investors is essential to ensure these developments advance as part of an integrated programme.

He welcomed Vedanta’s ambition to establish zinc smelting capacity in the Northern Cape, which would enable the country to move from producing zinc concentrate towards refined zinc metal.

Such an investment could create additional opportunities for industrial production, local procurement and employment.

However, he acknowledged that further beneficiation would require commercially viable electricity, reliable infrastructure and an enabling regulatory environment.

“Our objective must be to create the conditions in which further beneficiation investments become viable and competitive,” President Ramaphosa said.

The President said the Gamsberg expansion should therefore mark the beginning of a new phase of industrial development rather than the end of the investment journey.

“We want the zinc that is mined here to become the foundation of industries that manufacture here, employ here and create prosperity here,” he said. 

Jobs, skills and local businesses

President Ramaphosa emphasised that the benefits of mining should extend beyond mineral production and export earnings to include quality employment, skills development, local enterprise growth and improved living conditions.

More than 1500 people were employed during construction of the Gamsberg Phase II expansion, with between 800 and 1 000 jobs expected to be sustained during operations.

The President called for greater opportunities for local communities to participate in higher-skilled occupations and for local businesses to become competitive suppliers of equipment, components and specialised industrial services.

Furthermore, he highlighted the importance of protecting the environment and ensuring that mining development did not compromise the Northern Cape’s unique ecosystems and biodiversity.

He commended Vedanta’s community initiatives, including investments in education, bursaries, skills training, water security and the JF Boeboe Van Wyk Oncology Centre in Springbok.

Building on international partnerships

The President said South Africa’s relationship with India provided an important foundation for expanding investment in manufacturing, energy, infrastructure, technology and mineral beneficiation.

Vedanta is a major Indian multinational mining conglomerate.

He noted that more than 150 Indian companies had established a presence in South Africa, contributing investment, employment and industrial expertise.

President Ramaphosa called on investors to support the country’s broader development objectives through skills transfer, local procurement and industrial expansion.

He said the government remained committed to creating the infrastructure and economic conditions needed to attract productive investment.

“The Northern Cape must become known not only for the wealth beneath its soil, but for the industries, innovation and prosperity that grow above it,” he said.

President Ramaphosa said the country’s mineral wealth should ultimately underpin a stronger domestic industrial base, creating opportunities for businesses and communities while supporting economic growth.

“We must be a country that does more than extract the minerals that the world needs. We must become a country that uses those minerals to manufacture the products that the world needs,” he said. – SAnews.gov.za

DikelediM

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