Cabo Verde: Central de Armazenagem de Energia por bombagem hídrica, “Santiago Pumped Storage” terá impacto social e ambiental benéfico paras comunidades de Ribeira Grande de Santiago

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O projeto da Central de Armazenagem de Energia por bombagem hídrica, “Santiago Pumped Storage”, que será edificado, no município da Ribeira Grande de Santiago, é um símbolo do futuro energético de Cabo Verde. Um futuro baseado na sustentabilidade, na inovação e na independência energética. Esta afirmação é do Ministro da Indústria, Comércio e Energia, Alexandre Monteiro, ao presidir a abertura do Workshop de Socialização do Estudo de Impacte Ambiental e Social da Central.

“Com esta iniciativa, o país reforça o seu compromisso com as boas práticas na concessão e implementação de grandes infraestruturas energéticas, promovendo não apenas o cumprimento de normas ambientais e sociais, mas também o diá. com todos os interessados sobre a relevância deste investimento para o futuro energético nacional”, afirmou.

Para além dos benefícios ambientais, o projeto trará impactos económicos e sociais significativos, incluindo a criação de empregos diretos e indiretos durante as fases de construção, o impulso às atividades económicas locais e a dinamização do município da Ribeira Grande de Santiago. O projeto prevê ainda benefícios sociais diretos, como a disponibilização de água dessalinizada às comunidades vizinhas e ações de requalificação urbana nas zonas próximas ao empreendimento.

O Ministro Alexandre Monteiro avançou ainda que a central permitirá armazenar grandes quantidades de energia proveniente do sol e do vento, garantindo a continuidade do fornecimento mesmo nos períodos sem vento ou radiação solar. A infraestrutura vem, assim, complementar a produção dos parques eólicos e solares já em expansão na ilha de Santiago, criando um sistema elétrico mais eficiente e equilibrado.

Com esta infraestrutura, o país dá um passo decisivo para alcançar mais de 50% de penetração de energias renováveis até 2030, meta definida no Plano Diretor do Setor Elétrico. Além de aumentar a capacidade de produção, o projeto contribuirá para a resiliência e estabilidade do sistema elétrico nacional.

A Central de Armazenagem de Energia por bombagem hídrica terá 20MW de Potência, 180 MWh de capacidade de armazenamento, um investimento de 79 milhões de Euros financiado no âmbito da iniciativa de Global Gateway e conta com o apoio de cooperação luxemburguesa no desenvolvimento dos estudos.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

Fundo Monetário Internacional (FMI) e São Tomé e Príncipe chegam a acordo sobre crédito ampliado

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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Programa abre caminho para novo desembolso de apoio financeiro, reconhecendo progressos do país africano de língua portuguesa na estabilidade macroeconómica, apesar da crise energética e da inflação elevada; crescimento foi revisto em baixa, para 2,1% em 2025, com a inflação a subir nas últimas semanas, apesar de uma política monetária restritiva.

O Fundo Monetário Internacional, FMI, e o Governo de São Tomé e Príncipe chegaram a um acordo sobre a segunda revisão do programa de 40 meses apoiado pela Linha de Crédito Ampliada.  

A iniciativa fornece assistência financeira a médio prazo a países de baixa renda, com problemas prolongados de balanço financeiro. 

Avanços e desafios  

O entendimento, alcançado após uma missão do FMI que terminou neste 5 de novembro, reflete o compromisso das autoridades em preservar a estabilidade macroeconómica e avançar com reformas estruturais, apesar dos desafios provocados pela crise energética e pela inflação persistente. 

Segundo o FMI, a maioria das metas quantitativas foi cumprida e foram alcançados progressos significativos em questões macroestruturais.  

Ainda assim, o crescimento económico foi revisto em baixa, para 2,1% em 2025, com a inflação a subir nas últimas semanas, apesar de uma política monetária restritiva. O Fundo prevê, no entanto, que o crescimento acelere para 3,9% em 2026, sustentado pela agricultura, turismo, remessas e investimento público, enquanto a inflação deverá desacelerar gradualmente no médio prazo. 

O país enfrenta restrições severas no fornecimento de energia, com cortes prolongados de eletricidade que ameaçam a recuperação económica. O FMI sublinha que reformar o setor energético é essencial para desbloquear o crescimento e aliviar as pressões sobre a dívida pública e as reservas externas. 

Impacto fiscal e apoio financeiro internacional 

Com a conclusão desta revisão, sujeita à aprovação do Conselho Executivo do FMI, São Tomé e Príncipe terá acesso a cerca de 2,1 milhões de Direitos Especiais de Saque, DES, o equivalente a US$ 2,8 milhões, elevando o total de desembolsos do programa para 10,1 milhões de DES, cerca de US$ 13,4 milhões. 

O programa, aprovado em dezembro de 2024 por um montante total de 18,5 milhões de DES, aproximadamente US$ 25 milhões, tem desempenhado um papel central na estabilização macroeconómica, promoção de reformas estruturais e mobilização de apoio de parceiros internacionais.

O FMI destacou ainda que os baixos preços internacionais do petróleo têm contribuído para reduzir as pressões fiscais e externas, apoiando a acumulação de reservas, um dos pilares do programa. 

Diá. construtivo e compromisso com reformas 

O líder missão em São Tomé, Slavi Slavov, reuniu-se com o presidente Carlos Vila Nova, o primeiro-ministro Américo d’Oliveira dos Ramos e demais membros do governo além da chefe interina do Banco Central, Lara Simone Beirão, representantes do setor privado e parceiros de desenvolvimento. 

No encerramento da visita, Slavov disse que o programa apoiado pelo FMI tem um papel catalisador na atração de assistência técnica e financeira internacional. 

Apesar das vulnerabilidades associadas às mudanças climáticas, à limitada diversificação económica e às fragilidades demográficas, o FMI considera que São Tomé e Príncipe mantém-se resiliente, comprometido com os objetivos do programa e determinado em fortalecer as suas bases económicas. 

O Fundo conclui que o apoio contínuo da comunidade internacional, aliado à execução firme de reformas estruturais e à estabilização do setor energético, será determinante para consolidar a recuperação económica e promover um crescimento sustentável e inclusivo. 

Distribuído pelo Grupo APO para UN News.

Eleições presidenciais e legislativas da Guiné-Bissau em 2025: O Grupo Africa24 oferece-lhe uma cobertura exclusiva

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

Em 23 de novembro de 2025, a República da Guiné-Bissau realizará duas eleições: presidencial e legislativa. O novo mandato do presidente da República envolve muitos desafios: reconciliação nacional, desenvolvimento territorial, emprego para jovens, segurança, infraestruturas e integração regional. Os 14 partidos autorizados para as eleições legislativas disputarão a maioria na Assembleia Nacional. 

O Grupo Africa24 implementa um dispositivo editorial bilingue (francês-inglês) excecional, a fim de permitir que os cidadãos, os decisores políticos e a opinião pública nacional, regional, continental e internacional descubram toda a diversidade e as múltiplas riquezas da Guiné-Bissau.  

Descubra a Guiné-Bissau aqui: Présidentielle Guinée Bissau 2025 | Africa24 TV (https://apo-opa.co/4qJoz4H)

Entrevistas com líderes, diário da campanha, debates sobre as grandes questões e reportagens.  

Através da Africa24 e da Africa24 English, dois canais full HD, descubra o nosso pacote excepcional de TV e Digital com programação exclusiva.:  

  • Entrevista : Encontros com os candidatos que revelam os seus programas e encontro com os líderes que os apoiam. 
  • Jornal da campanha : Com os nossos repórteres espalhados pelas regiões da Guiné-Bissau, descubra num jornal diário os retratos dos candidatos, as expectativas dos bissau-guineenses, os bastidores das reuniões, os maiores sucessos do país e um cartão postal de uma cidade, região ou local.  
  • Africa News Room : 52 minutos de debate e análise sobre todas as questões-chave das eleições com os candidatos ou seus representantes e especialistas.  

O Grupo Africa24, uma cobertura de 360° e distribuição global para 120 milhões de residências 

Descubra as «Eleições Presidenciais e Legislativas da Guiné-Bissau 2025» em todos os seus ecrãs ao vivo, em repetição e sob demanda em : 

  • AFRICA24 em francês (canal 249) e AFRICA24 em inglês (canal 254) no pacote Canal+ Africa 
  • Na myafrica24, a primeira plataforma de streaming HD de África.  
  • Em www.Africa24TV.com , que lhe dá acesso total a todos os programas 

Com o Grupo Africa24, Juntos Transformemos África 

Distribuído pelo Grupo APO para AFRICA24 Group.

Contacto: 
Departamento de Comunicação – Grupo Africa24 
Gaëlle Stella Oyono 
Email : onana@africa24tv.com  
Tél. : +237 694 90 99 88  
| @ africa24tv | www.Africa24TV.com  

SOBRE O GRUPO AFRICA24:  
Lançado em 2009, o Grupo Africa24 é o principal editor de televisão e meios digitais do continente, com quatro canais full HD transmitidos nos maiores pacotes. Líder entre os decisores e executivos seniores do continente, Africa24 em francês e Africa 24 em inglês, o Grupo é pioneiro e líder nos canais de notícias africanos. A Africa24 reforçou esta liderança através do desporto com a Africa24 Sport, o primeiro canal africano dedicado a notícias e competições desportivas, e a Africa24 Infinity, o primeiro canal dedicado às indústrias criativas que mostram o génio criativo da juventude africana na arte, cultura, música, moda e design.… 

Marca líder no setor audiovisual do continente, o Grupo AFRICA24 possui quatro canais de televisão full HD, cada um deles líder no seu segmento :  

  • AFRICA24 TV : Líder em notícias africanas em francês, publicado pela AMedia 
  • AFRICA24 English : Líder em notícias africanas exclusivamente em inglês 
  • AFRICA24 Infinity : O canal de talentos criativos dedicado à música, arte e cultura.  
  • AFRICA24 Sport : Canal líder em notícias sobre desporto e competições.  

O Grupo AFRICA24 publica o myafrica24 (Google Store e App Store), a primeira plataforma de streaming HD do mundo em África, disponível em todos os ecrãs (televisão, tablet, smartphone, computadores)… Mais de 120 milhões de famílias têm acesso aos canais do Grupo Africa24 através de grandes operadoras como Canal+, Bouygues, Orange, Bell, etc., e mais de 8 milhões de assinantes em várias plataformas digitais e redes sociais. 

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A caminho da 30.ª Conferência das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (COP30): Grupo Banco Africano de Desenvolvimento testa vários instrumentos financeiros para apoiar a luta contra as alterações climáticas

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

Oito dos dez países mais afetados pelas alterações climáticas estão em África: secas, ciclones e inundações estão a comprometer a produção agrícola, expondo as populações à insegurança alimentar e à migração induzida pelo clima e pressionando setores essenciais para o desenvolvimento do continente, resultando num desvio significativo da despesa pública. Apesar da falta de recursos, África está a tentar adaptar-se a estes efeitos das alterações climáticas. O continente recebe menos de 3% do financiamento global para o clima, apesar de perder entre 7% e 15% do seu Produto Interno Bruto (PIB) devido às alterações climáticas. 

Dada a urgência da crise climática, especialmente para os países mais vulneráveis, o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento, a principal instituição financeira de desenvolvimento de África, está fortemente empenhado em apoiar os países africanos no reforço da sua resiliência às alterações climáticas e na transição para vias de desenvolvimento com baixas emissões de carbono. Através de várias iniciativas e instrumentos de financiamento climático, está a ajudar os países africanos a aceder a recursos diretos e flexíveis para implementar os seus compromissos climáticos ao abrigo do Acordo de Paris, incluindo as Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDC) e os Planos Nacionais de Adaptação (NAP).

Enquanto Belém, a metrópole brasileira no coração da floresta amazónica, se prepara para acolher a 30.ª Conferência das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (COP30), de 10 a 21 de novembro de 2025, a reunião promete ser decisiva para o futuro do Acordo de Paris – 10 anos após o compromisso mundial de manter o aquecimento global abaixo do limiar crítico de 1,5 °C.

Entre 50 a 60 mil delegados – de chefes de Estado a ministros, especialistas, atores financeiros, setor privado, sociedade civil e comunidades indígenas – são esperados na capital do estado do Pará para tentar reavivar o impulso climático global. As principais prioridades desta COP são acelerar a transição energética, garantir uma transição justa para as nações mais vulneráveis e, acima de tudo, mobilizar financiamento climático em grande escala para as economias em desenvolvimento.

Inovações financeiras do Banco Africano de Desenvolvimento

Um dos mecanismos de financiamento climático mais antigos ainda em operação dentro do Grupo Banco é o Fundo de Investimento Climático (CIF). Com um orçamento de 12,5 mil milhões de dólares, o fundo, criado em 2008, apoiou 47 planos de investimento e aprovou 45 projetos desde a sua criação, fornecendo mais de mil milhões de dólares em financiamento ao Banco. Aproveitando os recursos do CIF, o Banco também mobilizou 2,42 mil milhões de dólares adicionais em cofinanciamento.

Este financiamento permitiu aos países africanos de rendimento baixo e médio acelerar os seus esforços de adaptação climática através de programas em tecnologia limpa, acesso a energia limpa, resiliência climática e florestas sustentáveis.

Na República Democrática do Congo, o CIF permitiu a Dorcas Tshabu (http://apo-opa.co/4qMcBaF) realizar um sonho de infância: restaurar a floresta na sua terra natal. Após uma longa espera, ela agora administra uma fazenda a cerca de 20 km de Mbuji-Mayi, no centro do país. “Isto costumava ser savana, por toda a parte. Mas eu transformei-a numa floresta. É o trabalho das minhas próprias mãos! Todos os que passam por aqui apreciam isso. Isso faz-me feliz”, diz Dorcas.

Desde 2021, Dorcas cultivou uma floresta exuberante de 50 hectares com o apoio do Projeto Integrado REDD+ nas bacias de Mbuji-Mayi, Kananga e Kissangai (PIREDD-MBKIS). Este projeto, financiado em 21,5 milhões de euros pelo Banco Africano de Desenvolvimento no âmbito do Programa de Investimento Florestal (FIP), abordou os principais fatores de desflorestação e degradação florestal nas três províncias do país.

Criado em 2011, o Fundo de Energia Sustentável para África (SEFA) é também um mecanismo essencial no desenvolvimento de iniciativas de financiamento misto de energia limpa sob os auspícios do Banco Africano de Desenvolvimento. Fornece financiamento catalisador para desbloquear investimentos do setor privado em energias renováveis e eficiência energética. O SEFA também disponibiliza assistência técnica e instrumentos financeiros concessionais para remover barreiras de mercado, construir um pipeline de projetos mais robusto e melhorar o perfil de risco-retorno de investimentos individuais. O SEFA apoia intervenções em três prioridades estratégicas: produção de carga básica verde, minirredes verdes e eficiência energética.

O projeto solar Ilute de 32 MW na Zâmbia (http://apo-opa.co/491sW4Z) é um dos mais de 100 projetos apoiados pelo SEFA desde a sua criação. Em junho de 2025, o Fundo comprometeu-se a contribuir com 8 milhões de dólares para um pacote de financiamento total de 26,5 milhões de dólares para este projeto, demonstrando o seu compromisso com soluções inovadoras que promovam a transição energética em África. O projeto, liderado por um produtor independente de energia (IPP) no oeste da Zâmbia, fornecerá eletricidade através do Southern African Power Pool (SAPP) ao abrigo de um acordo de compra de energia baseado no mercado com o comerciante regional de eletricidade GreenCo Power Services Ltd. O projeto servirá de modelo para outros países africanos que procuram atrair capital privado e promover a integração energética regional.

Construir resiliência

Em 2014, o Grupo Banco lançou o Fundo Africano para as Alterações Climáticas (ACCF). Onze anos depois, este fundo fiduciário multidoadores está a reforçar a resiliência climática liderada pelas comunidades no continente. Cerca de 33 projetos receberam financiamento no valor de 40,64 milhões de dólares desde o seu lançamento. 

No Djibuti, Assia Obakar Hassan, uma mãe da aldeia de Kalaf, personifica a profunda transformação de parte da zona rural do norte do país, impulsionada por um projeto regional (http://apo-opa.co/3LoUBmy) implementado pela Autoridade Intergovernamental para o Desenvolvimento (IGAD) e financiado pelo Banco Africano de Desenvolvimento através do Fundo (http://apo-opa.co/3JF2ljQ). “Antes, a agricultura era um sonho impossível. Hoje, alimento os meus filhos graças à terra”, afirma Hassan.

Este impacto também é evidente em projetos apoiados pelo Fundo Africano para a Economia Circular (ACEF). Único fundo fiduciário dedicado exclusivamente à integração da economia circular como estratégia para o crescimento verde e inclusivo em África, o ACEF foi criado pelo Banco Africano de Desenvolvimento em 2022, com o apoio do Governo da Finlândia, do Fundo Nórdico de Desenvolvimento e, desde 2024, da Fundação Coca-Cola.

Funcionários do Grupo Banco visitaram recentemente o Ruanda para se reunirem com jovens inovadores financiados pelo Fundo Africano para a Economia Circular. Entre eles estavam Tresor Gashonga e Rafiki Gatsinzi (http://apo-opa.co/47u6pMU), cofundadores da Incuti Foods, que produz molhos de pimenta, proporcionando aos agricultores um mercado estável e um meio de reduzir as perdas pós-colheita – uma intervenção crucial num país onde cerca de três milhões de toneladas de alimentos são desperdiçados todos os anos. Os seus molhos são até utilizados em cocktails da moda nos bares de Kigali, provando que a circularidade pode encaixar-se perfeitamente na cultura urbana.

A Janela de Ação Climática do Fundo Africano de Desenvolvimento, um novo interveniente importante

Em 2022, o Fundo Africano de Desenvolvimento, a janela concessional do Grupo Banco, lançou a Janela de Ação Climática para fornecer financiamento concessional aos países africanos mais vulneráveis para adaptação, mitigação e apoio técnico. Com um financiamento de 429 milhões de dólares, a janela tem como objetivo mobilizar 4 mil milhões de dólares até ao final de 2025 e 13 mil milhões de dólares a longo prazo, oferecendo acesso rápido e consistente ao financiamento climático.

Em 2024, o Conselho de Administração do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento aprovou mais de 31 milhões de dólares em financiamento (http://apo-opa.co/4qKI9xv) através da Janela de Ação Climática para reforçar a resiliência às alterações climáticas na Serra Leoa, Sudão do Sul, Djibuti e Madagáscar. Este projeto deverá reduzir as emissões de CO em cerca de 720 mil toneladas e criar 180 mil empregos diretos, com especial enfoque nas mulheres e nos jovens. Além disso, 90 mil agricultores receberão formação em práticas agrícolas inteligentes em termos climáticos. 

“Estas iniciativas não só respondem às alterações climáticas, como também capacitam as comunidades para assumirem o controlo do seu futuro. Mostram que o financiamento para a adaptação pode e deve ser direcionado para as comunidades vulneráveis que mais precisam dele”, afirmou Anthony Nyong, diretor do Departamento de Alterações Climáticas e Crescimento Verde do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento.

“A Janela de Ação Climática é mais do que um mecanismo de financiamento; é uma tábua de salvação para as comunidades que enfrentam diariamente as duras realidades das alterações climáticas”, acrescentou o dirigente.

Vários outros mecanismos e iniciativas financiados ou cofinanciados contribuem para enfrentar os desafios climáticos:

Fundos climáticos externos

Fundos de Investimento Climático (CIF) (http://apo-opa.co/4oQE09v)

Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF) (http://apo-opa.co/4qKLQ6l)

Fundo Verde para o Clima (GCF) (http://apo-opa.co/4oU2JtA)

Fundos bilaterais e multidoadores administrados pelo Banco Africano de Desenvolvimento

Mecanismo Africano de Economia Circular (ACEF) (http://apo-opa.co/3JLWdGw)

Fundo Africano para as Alterações Climáticas (ACCF) (http://apo-opa.co/4qQspt6)

Mecanismo Africano para a Água (AWF) (http://apo-opa.co/43PHdht)

Fundo Climático Canadá-Banco Africano de Desenvolvimento (CACF) (http://apo-opa.co/43f3ftX)

Fundo Especial ClimDev para África (http://apo-opa.co/3WGKH2c)

Fundo para a Energia Sustentável em África (SEFA) (http://apo-opa.co/3LobZYF)

Mecanismo de Apoio à Transição (TSF) (http://apo-opa.co/43OKNZj)

Fundo de Desenvolvimento Urbano e Municipal (UMDF) (http://apo-opa.co/3Lsdjtp)

Iniciativas especiais

Mecanismo de Benefícios de Adaptação (ABM) (http://apo-opa.co/4p1yfWV)

Programa Africano de Aceleração da Adaptação (AAAP) (http://apo-opa.co/4p0kZSq)

Aliança Africana para a Economia Circular (ACEA) (http://apo-opa.co/4qCnoEe)

Quadro Africano de Seguros contra Riscos Climáticos para Adaptação (http://apo-opa.co/4oqROrF) (ACRIFA) Programa Africano de Financiamento de Riscos de Desastres (ADRiFi) (http://apo-opa.co/4oZok48)

Aliança Financeira Africana para as Alterações Climáticas (AFAC) (http://apo-opa.co/43bnqsQ)

Iniciativa Africana de Bancos Verdes (AGBI) (http://apo-opa.co/4oR7LXN)

Centro NDC para África (http://apo-opa.co/4oUYazm)

Aliança para Infraestruturas Verdes em África (AGIA) (http://apo-opa.co/4pfYA3F)

Iniciativa Desert to Power (http://apo-opa.co/4othCU5)

Programa de Obrigações Sustentáveis (http://apo-opa.co/3JvllkN)

Iniciativa Grande Muralha Verde (http://apo-opa.co/4ok8hxI)

Programa de Investimento Verde para África (GIPA) (http://apo-opa.co/4oU2NJQ)

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

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Cabo Verde acolhe reunião dos Ministros do Mar da CPLP no âmbito da Cabo Verde Ocean Week

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Ministro do Mar, Eng.º Jorge Santos, presidiu esta quarta-feira, 05, na cidade do Mindelo, a reunião dos Ministros do Mar da CPLP, realizada no quadro da 8.ª edição do Cabo Verde Ocean Week. O encontro contou com participações presenciais e online dos Estados-membros.

Na sua intervenção inicial, o Ministro do Mar deu as boas-vindas aos participantes, sublinhando a importância do mar na identidade e no desenvolvimento de Cabo Verde, tendo destacado que o território marítimo nacional é quase trezentas vezes superior ao terrestre, e que a Economia Azul já representa cerca de 19% do PIB, sendo a pesca responsável por 15%, uma fonte vital de emprego, rendimento e segurança alimentar.

O governante afirmou que esta reunião em Mindelo é “motivo de orgulho e de renovado compromisso com a cooperação entre os países da CPLP”, reforçando que todos partilham “um imenso espaço marítimo comum, cheio de potencial e desafios”.

Sob o lema “Preservação da Biodiversidade e Pesca”, os Ministros discutiram propostas para fortalecer a concertação política e científica no espaço lusófono, com destaque para a criação de um Observatório Lusófono do Mar; a concretização do Centro de Excelência para a Sub-Região Africana; o reforço da mobilidade académica e científica; a institucionalização de uma Semana Lusófona dos Oceanos e a promoção de uma diplomacia azul ativa da CPLP nos grandes fóruns internacionais.

No final dos trabalhos, foi adotada a “Declaração de Mindelo”, composta por 26 pontos, que consolida os compromissos da CPLP com a preservação dos oceanos, a proteção da biodiversidade marinha e a utilização sustentável dos recursos do mar.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

Presidente e CEO da Fundação Merck, juntamente com as Primeiras-Damas Africanas, lançaram o livro infantil e filme de animação “Raio de Esperança” para a conscientização sobre cancro em três línguas

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

Fundação Merck (www.Merck-Foundation.com), o braço filantrópico da Merck KGaA, Alemanha, em parceria com Primeiras-Damas Africanas e Asiáticas, lançou um novo livro infantil e sua adaptação para filme de animação intitulado “Raio de Esperança” para conscientizar sobre o cancro, com foco especial na detecção precoce, prevenção e acesso a tratamento oncológico de qualidade, principalmente no cancro infantil. O livro e o filme de animação foram lançados pelo Presidente e pela CEO da Fundação Merck, unto às Primeiras-Damas do Burundi, República Centro Africana, da Gâmbia, Libéria, Nigéria, São Tomé e Príncipe e Senegal, que também são as Embaixadoras da “Fundação Merck Mais Que uma Mãe”, durante a Reunião do Comité da Iniciativa das Primeiras-Damas da Fundação (MFFLI. A Reunião do Comité MFFLI foi organizada como parte da 12ª Edição da Luminária África Ásia da Fundação África, que teve lugar na Gâmbia.

A Senadora, Dra. Rasha Kelej (Ret.), CEO da Fundação Merck exprimiu: “Tenho muito orgulho de lançar hoje, o nosso novo livro infantil e filme de animação sobre a conscientização do cancro, em parceria, com as minhas queridas irmãs, as Primeiras-Damas Africanas.

Embora o cancro infantil seja uma das jornadas mais difíceis, não apenas para os jovens pacientes, mas também para as suas famílias e comunidades, com a detecção precoce e o tratamento oportuno, há uma boa oportunidade de recuperação e a possibilidade de um futuro longo e saudável, já que a maioria dos cancros pediátricos é tratável. Portanto, assegurei que o fornecimento de bolsas de estudo para tratamento do cancro para profissionais de saúde africanos seja uma parte fundamental de nossa estratégia. Além disso, também focamo-nos ao máximo no treinamento em oncologia pediátrica. ”

“O “Nosso livro infantil, “Raio de Esperança”, destaca esse objectivo ao partilhar a jornada de uma jovem chamada Esperança, que enfrenta o cancro com coragem, resiliência e, acima de tudo, esperança. A história também conscientiza sobre a importância de ter acesso a uma equipa de cuidados oncológicos bem treinada para reconhecer os sinais de alerta precoce, que você conhecerá ao ler este livro. Esses sinais nunca devem ser ignorados, pois a detecção precoce salva vidas”, acrescentou ela.

Leia o livro e histórias infantis ‘Raio de Esperança’ aqui:

https://apo-opa.co/495sLpi#

Assista ao filme de animação ‘Raio de Esperança’ aqui:

https://apo-opa.co/43eNm6N

O cancro é hoje um grande problema de saúde pública em África Subsaariana, sendo uma das três principais causas de morte prematura.

A Dra. Rasha Kelej acrescentou: “É importante ressaltar que quase dois terços dos casos de cancro podem ser tratados se diagnosticados precocemente, e até um terço pode ser prevenido com a redução de factores de risco como exposição à radiação, certas infecções, causas relacionadas ao estilo de vida e outros. A reportagem visa conscientizar sobre a importância da detecção precoce e do acesso a uma equipa de tratamento oncológico bem treinada para reconhecer os primeiros sinais de alerta. ”

Como parte do seu Programa de Acesso ao Cancro, a Fundação Merck concedeu 239 bolsas de estudo para profissionais de saúde de 35 países, conforme descrito a seguir:

A Fundação Merck está a criar equipas multidisciplinares de atendimento oncológico em diversos países africanos, oferecendo bolsas de estudo para um ano de treinamento clínico na maioria das subespecialidades da oncologia, tais como: Oncologia Clínica, Oncologia Cirúrgica, Oncologia Pediátrica, Oncologia Ginecológica, Oncologia da Mama, Hemato-oncologia, Oncologia Ortopédica, Cuidados Paliativos, Patologia Oncológica, Radio-oncologia, Pesquisa em Oncologia, Oncologia Cirúrgica, Oncologia Genital e Urinária, Treinamento Avançado em Citopatologia, Radiologia Intervencionista, Técnico em Radiologia, Técnico em Laboratório e Enfermagem Oncológica.

Além disso, a Fundação Merck oferece cursos de pós-graduação (Diploma e Mestrado) com duração de um ou dois anos em Oncologia Clínica, Oncologia Médica e Tratamento da Dor, em universidades renomadas do Reino Unido, como a Universidade do Sul do País de Gales, a Universidade de Buckingham, a Queen Mary University of London e a Universidade de Cardiff.

“Temos orgulho de estar a fazer história em África, treinando os primeiros oncologistas e construindo as primeiras equipas de tratamento do cancro em diversos países, garantindo que os pacientes recebam o cuidado que merecem, ” a Dra. Kelej acrescentou.

A Fundação Merck, no geral, forneceu mais de 2400 bolsas de estudo para médicos de 52 países em 44 especialidades médicas críticas e carentes de profissionais.

“O livro infantil e o filme de animação já estão disponíveis em nossas redes sociais e site e serão distribuídos em breve em nossos países parceiros. Acredito que a educação por meio de histórias e animação é uma ferramenta poderosa para construir uma geração mais informada, empática e saudável”, acrescentou, a Dra. Kelej.

Os livros de histórias terão uma mensagem especial da CEO da Fundação Merck, Senadora, Dra. Rasha Kelej, e das Primeiras-Damas Africanas e Asiáticas para os seus respectivos países. Cada livro estará disponível em três línguas: inglês, francês e português. Os exemplares desses livros serão distribuídos para jovens leitores.

A Fundação Merck, em parceria com a Agrican e as Primeiras-Damas da Ásia, já lançaram diversos livros infantis e suas adaptações para filmes de animação, abordando várias questões sociais e de saúde, como “Mais Que uma Mãe”, para combater o estigma da infertilidade; “O Resgate de Jaqueline”, que destaca a importância da educação para meninas e práticas imorais da sociedade, incluindo o casamento infantil e o sistema de dote; “Educar Linda” e “Viagem ao Futuro”, que enfatizam a importância do empoderamento feminino por meio da educação; “Não É Quem Você É”, que ensina os meninos a amar e respeitar suas futuras esposas e a eliminar a violência doméstica; “Jude Sem Açúcar”, para conscientização sobre diabetes; e “A Pressão de Mark”, para conscientização sobre hipertensão.

Distribuído pelo Grupo APO para Merck Foundation.

Contato:
Mehak Handa
Gerente do Programa de Conscientização Comunitária
Telefone: +91 9310087613 / +91 9319606669
Email: mehak.handa@external.merckgroup.com

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Sobre a Fundação Merck:
A Fundação Merck, criada em 2017, é o braço filantrópico da Merck KGaA Alemanha, tem como objectivo melhorar a saúde e o bem-estar das pessoas e aprimorar as suas vidas atravez da ciência e da tecnologia. Os nossos esforços estão focados principalmente na melhoria do acesso a soluções de saúde de qualidade e equitativas em comunidades carenciadas, no desenvolvimento da capacidade de saúde e na investigação científica, no empoderamento das raparigas na educação e no empoderamento de pessoas em STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática) com foco especial em mulheres e jovens. Todos os comunicados de imprensa da Fundação Merck são distribuídos por e-mail ao mesmo tempo em que são disponibilizados no site da Fundação Merck. Visite www.Merck-Foundation.com para ler mais. Siga a mídia social da Fundação Merck: Facebook (https://apo-opa.co/43b7LK4), X (https://apo-opa.co/43JAsxO), Instagram (https://apo-opa.co/43LyuwS), YouTube (https://apo-opa.co/43gNhj7), Threads (https://apo-opa.co/4oq3lr4) e Flickr (https://apo-opa.co/4oodVyJ).

A Fundação Merck está dedicada a melhorar os resultados sociais e de saúde para comunidades necessitadas. Embora colabore com vários parceiros, incluindo governos, para atingir os seus objectivos humanitários, a Fundação permanece estritamente neutra em questões políticas. Ela não se envolve ou apoia nenhuma actividade política, eleições ou regimes, concentrando-se exclusivamente na sua missão de elevar a humanidade e melhorar o bem-estar, mantendo uma postura estritamente apolítica em todos os seus esforços.

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Apelo do Afreximbank para o reforço das capacidades de financiamento do comércio para acelerar o crescimento inclusivo em toda África

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

Ao discursar na abertura do 25.º Seminário de Financiamento do Comércio do Afreximbank (ATFS) em Abidjan, a Sr.ª Gwen Mwaba, Administradora para o Financiamento do Comércio e Correspondência Bancária do Afreximbank (www.Afreximbank.com), apelou para o reforço da capacidades de financiamento do comércio e a uma colaboração mais profunda entre as instituições financeiras africanas para acelerar o crescimento inclusivo e sustentável em todo o continente.

“África é rica em recursos naturais, tais como minerais, hidrocarbonetos, produtos agrícolas e um leque crescente de oportunidades de valor acrescentado nas áreas da energia, metais e logística. Estes recursos representam um enorme potencial de desenvolvimento quando financiados de forma responsável, eficiente e com uma gestão de risco rigorosa. Para transformar este potencial em resultados tangíveis, precisamos de bancos e instituições financeiras que não só estejam cientes dos riscos, mas que sejam competentes em termos estruturais” afirmou a Sr.ª Mwaba.

Enfatizou o importante papel dos profissionais de finanças qualificados na definição do futuro do comércio africano e a importância do reforço das capacidades para transformar os abundantes recursos naturais e humanos de África em desenvolvimento económico tangível.

“Banqueiros bem treinados, com capacidades sofisticadas de estruturação de negócios, podem adaptar o financiamento a cadeias de valor intensivas em capital e alinhar o financiamento de projectos com as necessidades de desenvolvimento local e as salvaguardas ambientais”, afirmou a Sr.ª Mwaba.

“O financiamento do comércio baseado na confiança, na avaliação de riscos e na liquidez continua a ser a força motriz do comércio, do investimento e da criação de empregos. A nossa tarefa colectiva é garantir que essa força motriz flua de forma fiável para as empresas que dela necessitam e que os seus benefícios sejam amplamente partilhados.”

A cerimónia de abertura contou com a presença, entre outros, de representantes do Governo da Côte d’Ivoire, incluindo o Sr. Patrick Olivier Daipo, Director Adjunto do Gabinete do Ministério do Comércio da República da Côte d’Ivoire, o Sr. Chalouho Coulibaly, Director Nacional do Banco Central dos Estados da África Ocidental (BCEAO), que representou o Dr. Jean-Claude Kassi Brou, Governador do BCEAO, e o Sr. Jérôme Ahua, Director-Geral Adjunto do Banco BNI, que representou igualmente a Associação de Bancos.

Agora no seu 25.º ano, este Seminário Anual de Financiamento do Comércio do Afreximbank é o principal programa de reforço de capacidades do Afreximbank, que tem proporcionado formação a milhares de banqueiros, credores, financiadores e decisores políticos africanos desde a sua criação. A edição deste ano representa um marco importante: um quarto de século a capacitar profissionais de finanças africanos e a aprofundar a experiência do continente na estruturação e execução de soluções de financiamento do comércio.

Destacando a liderança do Afreximbank no ecossistema de financiamento do comércio africano, a Sr.ª Mwaba afirmou que, ao longo de mais de três décadas, o Banco construiu uma carteira de programas e facilidades que apoiam a integração regional, a criação de valor acrescentado e a criação de emprego. Estes incluem:

  • Financiamento em grande escala para os sectores orientados para a exportação e infra-estruturas facilitadoras do comércio;
  • Ferramentas inovadoras de partilha de riscos e reforço do crédito para mobilizar capital privado;
  • Facilidades especializadas para o financiamento de matérias-primas e projectos, alinhadas com salvaguardas ambientais e sociais; e
  • Programas de reforço de capacidades específicos para aumentar as competências dos banqueiros e decisores políticos africanos.

O Seminário de Financiamento do Comércio do Afreximbank vai explorar os principais temas que definem o futuro do financiamento do comércio em África, incluindo o papel da digitalização, dos dados, da tecnologia e da transparência; a gestão robusta do risco num ambiente global cada vez mais volátil; e a importância da colaboração entre bancos, instituições multilaterais de desenvolvimento, empresas de tecnologia financeira, exportadores e decisores políticos para criar soluções escalonáveis e sustentáveis.

Ao concluir o seu discurso, a Sr.ª Mwaba mostrou-se confiante de que as discussões em Abidjan conduziriam a resultados tangíveis e reforçariam ainda mais o ecossistema de financiamento do comércio em África.

O Seminário de Financiamento do Comércio do Afreximbank realiza-se de 04 a 06 de Novembro de 2025 em Abidjan, subordinado ao tema “Reforço das Capacidades de Financiamento do Comércio para um Crescimento Inclusivo e Sustentável em África”. O Seminário será seguido por um Workshop de Cessão Financeira (Factoring) de um dia, a 07 de Novembro de 2025.

Distribuído pelo Grupo APO para Afreximbank.

Contacto para a Imprensa:
Vincent Musumba
Gestor de Comunicações e Eventos (Relações com os Meios de Comunicação Social)
Correio Electrónico: press@afreximbank.com

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Sobre o Afreximbank:
O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) é uma instituição financeira multilateral pan-africana com mandato para financiar e promover o comércio intra e extra-africano. Há mais de 30 anos que o Banco utiliza estruturas inovadoras para oferecer soluções de financiamento que apoiam a transformação da estrutura do comércio africano, acelerando a industrialização e o comércio intra-regional, impulsionando assim a expansão económica em África. Apoiante firme do Acordo de Comércio Livre Continental Africano (ACLCA), o Afreximbank lançou um Sistema Pan-Africano de Pagamento e Liquidação (PAPSS) que foi adoptado pela União Africana (UA) como plataforma de pagamento e liquidação para sustentar a implementação da ZCLCA. Em colaboração com o Secretariado da ZCLCA e a UA, o Banco criou um Fundo de Ajustamento de 10 mil milhões de dólares para apoiar os países que participam de forma efectiva na ZCLCA. No final de Dezembro de 2024, o total de activos e contingências do Afreximbank ascendia a mais de 40,1 mil milhões de dólares e os seus fundos de accionistas a 7,2 mil milhões de dólares. O Afreximbank tem notações de grau de investimento atribuídas pela GCR (escala internacional) (A), Moody’s (Baa2), China Chengxin International Credit Rating Co., Ltd (CCXI) (AAA), Japan Credit Rating Agency (JCR) (A-) e Fitch (BBB-). O Afreximbank evoluiu para uma entidade de grupo que inclui o Banco, a sua subsidiária de fundo de impacto de acções, denominada Fundo para o Desenvolvimento das Exportações em África (FEDA), e a sua subsidiária de gestão de seguros, AfrexInsure (em conjunto, “o Grupo”). O Banco tem a sua sede em Cairo, Egipto.

Para mais informações, visite: www.Afreximbank.com.

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Festejos da Independência Nacional: Ministério da Saúde Preparado para Prestar Assistência Médica nos Eventos Comemorativos

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Ministério da Saúde garante a cobertura médico-medicamentosa nas actividades inserias nas comemorações dos 50 anos da Independência Nacional, desde o culto ecuménico de 8 de Novembro até aos eventos culturais e desportivos subsequentes.

O anúncio foi feito esta terça-feira, 4 de Novembro, pelo secretário de Estado para a Saúde Pública, Carlos Alberto Pinto de Sousa, no final da 15.ª Reunião da Comissão Interministerial para a Organização das Acções Comemorativas Alusivas ao 50.º Aniversário da Independência Nacional.

Carlos Alberto de Sousa disse que está preparado um grupo de 75 profissionais da saúde e mais de 12 ambulâncias e um plano de asseguramento aprovado que contempla a instalação de Postos Médicos Avançados (PMAs) em todos os locais com elevada concentração de participantes, complementados por unidades móveis e fixas.

O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEMA) vai apoiar a deslocação de doentes, com a integração de uma estratégia de resposta multinível.

“Começamos com o culto ecuménico, no dia 11 também está garantido e todas as actividades culturais e desportivas,” afirmou Carlos Alberto Pinto de Sousa.

A estrutura de retaguarda inclui unidades assistenciais de terceiro nível estrategicamente posicionadas para responder a situações graves, com a mobilização dos hospitais Pedalê, Complexo Hospitalar Cardeal Dom Alexandre do Nascimento, Josina Machel, Hospital do Prenda e Azancot de Menezes, que vão funcionar como segundo nível de apoio ao dispositivo de emergência.

Para o acto central, considerado o “ponto zero” das celebrações, o Ministério da Saúde vai implementar medidas excepcionais, que além dos postos médicos avançados, terá montada uma unidade de cuidados intensivos no local, a fim de garantir capacidade de resposta imediata a emergências médicas complexas.

“Naturalmente, que no ponto zero, neste caso no evento de 11 de Novembro, para além das PMAs, nós iremos montar também unidade de cuidados intensivos para garantir uma assistência de qualidade”, explicou o secretário de Estado.

O dispositivo inclui não apenas equipamentos médicos e meios rolantes, mas também profissionais de saúde especializados que estarão em permanente contacto com a rede de unidades assistenciais durante todo o período comemorativo.

“Faz parte da rotina de trabalho do Ministério da Saúde e, naturalmente, que aqui o asseguramento será muito mais rigoroso, utilizando todo este arsenal de profissionais”, concluiu o governante, assegurando que o sector está preparado para responder a qualquer eventualidade durante as celebrações históricas.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Angola.

50 Anos de Independência Nacional: Luanda Preparada Para Acto Central

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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A província de Luanda prepara-se para acolher o acto central das comemorações dos 50 anos da Independência Nacional e as autoridades apelam à compreensão da população face às interdições no trânsito previstas a partir de 8 de Novembro.

A informação foi avançada pelo vice-governador para o Sector Político e Social, Manuel Gonçalves, que alertou para a presença de técnica militar nas artérias da capital durante os ensaios gerais.

Segundo o governante, os ensaios gerais marcados para os dias 8 e 9 de Novembro incluirão o desfile cívico e o desfile militar, implicando a movimentação de técnica militar pelas ruas de Luanda.

“Durante o desfile haverá também técnica militar, pelo que não se especule ao estar nas nossas diferentes artérias algum material militar”, alertou o governante.

Integrado no Grupo Técnico da Comissão Interministerial responsável pelas comemorações, o Governo Provincial está a coordenar não apenas questões de asseguramento, mas também operações de limpeza e mobilidade urbana para garantir o sucesso dos eventos programados.

As principais vias afectadas pelas interdições são a Estrada da Samba, Avenida Doutor António Agostinho Neto e toda a envolvente ao Memorial Agostinho Neto, onde decorrerá o acto central. Nestas zonas, haverá interdição total e trânsito condicionado durante o período dos ensaios e das celebrações.

Manuel Gonçalves informou que, nas próximas horas, o Governo Provincial divulgará um comunicado detalhado, especificando as vias que serão interditadas e os dias exactos destas restrições, permitindo aos cidadãos planear antecipadamente os seus deslocamentos.

O vice-governador apelou aos munícipes de Luanda para seguirem rigorosamente as orientações das autoridades policiais.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Angola.

50 Anos da Independência Nacional: Cerca de 30 delegações estrangeiras confirmam presença no acto central

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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Cerca de 30 delegações estrangeiras confirmaram a presença no acto central das celebrações dos 50 anos da independência nacional, na Praça da República, em Luanda, que contará com mais de oito mil participantes provenientes de todo o país e do estrangeiro.

A informação foi avançada esta terça-feira, 4 de Novembro, pela secretária de Estado para a Administração do Território, Teresa Quivienguele, após a 15.ª Reunião da Comissão Interministerial para a Organização das Acções Comemorativas Alusivas ao 50.º Aniversário da Independência Nacional.

Teresa Quivienguele disse que o processo de confirmação dos convidados continua e que ao longo da semana serão prestadas mais informações sobre o assunto.

Segundo a secretária de Estado, também coordenadora do Grupo Técnico, garantiu estar tudo preparado para o acto central, marcado para às 8h00 do dia 11, com vários momentos, com destaque para o discurso do Presidente João Lourenço, e a realização de um desfile cívico com mais de seis mil participantes, apresentando a diversidade cultural, gastronómica e económica do país.

A programação inclui um desfile militar com cerca de quatro mil efectivos para apresentação de armamento e técnica militar, além de manifestações culturais.

Teresa Quivienguele esclareceu que o acto central vai ser antecedido por um conjunto de momentos e actividades, com realce para a realização, no dia 8 de Novembro, no Estádio 11 de Novembro, de um culto ecuménico de acção de graças com a participação prevista de 50 mil fiéis de diferentes igrejas do país.

Para o dia 10, a Baía de Luanda será palco de um espectáculo músico-cultural com mais de 33 artistas angolanos e um grupo de Moçambique, esperando-se cerca de 70 mil participantes.

À meia-noite do dia 11, um espectáculo piromusical vai marcar a entrada no dia da independência, também na Baía de Luanda, em simultâneo com o festival “Angola 50 Anos”, de acordo com a coordenadora do Grupo Técnico.

No dia 11 de Novembro, às 7h00, vai ter lugar a cerimónia do hastear da bandeira-monumento, com cerca de 100 convidados, seguida da deposição de coroa de flores no sarcófago do Presidente António Agostinho Neto, antes do acto central.

Teresa Quivienguele informou ainda que os grupos envolvidos ensaiam há vários meses, estando previstos ensaios gerais finais para os dias 7 e 9 de Novembro na Praça da República.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Angola.