Grupo Banco Africano de Desenvolvimento e Níger assinam acordo de cerca de 145 milhões de dólares para melhorar o acesso à energia, a competitividade e a resiliência económica

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O primeiro-ministro do Níger, Ali Lamine Mahamane Zeine, e o presidente do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (www.AfDB.org), Sidi Ould Tah, assinaram um acordo de financiamento de 144,70 milhões de dólares destinado a melhorar o acesso à energia e a competitividade do setor privado no Níger.

O acordo, assinado na sede da instituição, em Abidjan, refere-se a um apoio orçamental do Fundo Africano de Desenvolvimento, a janela concessional do Grupo Banco. Permite às autoridades nigerianas implementar a fase 1 do Programa de Apoio à Governação do Setor Energético e à Competitividade (PAGSEC).

O programa permitirá responder a duas questões importantes. Por um lado, eliminará os principais constrangimentos que afetam a competitividade da economia, em particular o acesso à energia, para consolidar a recuperação económica. Por outro lado, procurará reforçar a governação financeira e a transparência, com especial ênfase nos fatores de resiliência (consideração dos grupos vulneráveis, do género e dos fatores climáticos).

O apoio do Grupo Banco visa objetivos energéticos ambiciosos, com o desenvolvimento das capacidades de energia renovável e a viabilidade financeira do setor. Contribuirá para aumentar o acesso nacional à eletricidade, de 22,5% para 30% até 2026, estimulando simultaneamente a contribuição da indústria transformadora para o PIB, de 2,5% para 3,8%.

“É com grande prazer que formalizamos este acordo, que é muito importante para o Níger. Trata-se de um acordo que se insere no âmbito da nossa forte cooperação com o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento”, declarou o primeiro-ministro do Níger.

“O apoio do nosso Banco surgiu num momento importante e o processo conduziu hoje à implementação deste programa (que) tem como objetivo apoiar a competitividade económica do Níger e a sua resiliência a múltiplos choques, nomeadamente através da melhoria do acesso à energia, da promoção do setor privado, da consolidação do quadro orçamental e de uma melhor consideração das populações vulneráveis nas políticas públicas”, acrescentou Ali Lamine Mahamane Zeine, que também desempenha as funções de ministro da Economia e Finanças do Níger e, nessa qualidade, de governador do Grupo Banco para o seu país.

“Posso garantir-vos que o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento continuará, como sempre fez, a apoiar fortemente todos os nossos Estados-Membros regionais na sua busca por um desenvolvimento harmonioso e prosperidade partilhada. Aproveito esta oportunidade para felicitar as equipas do Banco que trabalham arduamente e também para agradecer ao Conselho de Administração pelo apoio que dá aos nossos esforços”, sublinhou Ould Tah.

Para além do setor energético, o programa permitirá reforçar os sistemas de gestão das finanças públicas, em particular a mobilização das receitas fiscais e o sistema de controlo. Apoiará também a liquidação dos pagamentos internos em atraso, o diá. entre os setores público e privado e a adoção de uma política industrial e comercial que favoreça um maior apoio ao setor privado nigerino.

Inclusão social

O programa coloca a tónica na inclusão social, com medidas específicas para apoiar as pessoas deslocadas internamente, as mulheres e os jovens. Com mais de 507 mil pessoas deslocadas internamente devido aos desafios de segurança na região do Sahel, intervenções específicas garantirão que as populações vulneráveis beneficiem de melhores oportunidades económicas.

Estabelecerá também mecanismos de coordenação de alto nível e atualizará as políticas energéticas nacionais para criar um ambiente favorável à participação privada no desenvolvimento de mini-redes, que são cruciais para a eletrificação rural.

Com este programa, o Níger poderá capitalizar o seu vasto potencial de energia renovável, ao mesmo tempo que constrói sistemas de governação que apoiam um desenvolvimento inclusivo e sustentável. O Níger poderá, assim, mobilizar mais facilmente investimentos para casas mais bem iluminados, empresas mais produtivas e instituições mais transparentes e eficazes, ao serviço dos cidadãos.

O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento apoia a transformação do Níger através de investimentos estratégicos que promovem a segurança energética, a competitividade económica e a boa governação.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Link Adicional: https://apo-opa.co/3KEcOfn

Contacto para os media: 
Romaric Ollo Hien
Departamento de Comunicação e Relações Externas
media@afdb.org

Sobre o Grupo do Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org/pt

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República do Congo: Empresas locais mais bem informadas sobre os procedimentos de aquisição e prontas para aproveitar oportunidades de negócios com o Banco Africano de Desenvolvimento

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

Mais de 100 empresas congolesas receberam formação sobre as regras e procedimentos do Banco Africano de Desenvolvimento (www.AfDB.org) durante um seminário de informação e sensibilização realizado a 24 de setembro de 2025, em Brazzaville. O evento, liderado pelo departamento de Serviços Gerais e Compras do Banco, faz parte dos preparativos para os Encontros Anuais do Grupo Banco, em maio de 2026, em Brazzaville.

“O principal objetivo deste seminário é sensibilizar as empresas que operam na República do Congo para as regras e procedimentos do Banco, para as preparar melhor para as oportunidades de mercado com o Banco no âmbito dos Encontros Anuais e também para lá disso”, declarou Olivier Beguy, economista do escritório de ligação do Banco no Congo, em nome do diretor-geral do Banco para a África Central, Léandre Bassolé.

Este encontro teve como objetivo familiarizar os atores económicos locais com os procedimentos de aquisição e gestão de contratos, identificando simultaneamente novos prestadores de serviços e enriquecendo a base de dados de fornecedores do Banco. O Banco pretendia também recolher as opiniões dos intevenientes locais, para ajustar melhor os seus procedimentos ao contexto do país e otimizar os seus mecanismos internos.

Em 2024, o volume de aquisições institucionais do Banco foi avaliado em cerca de 103 milhões de dólares, dos quais apenas 0,09% foram atribuídos a empresas congolesas.

Na sua introdução, Ludovic Ngatsé, ministro congolês da Economia, do Planeamento e da Integração Regional e governador do Banco para o Congo, declarou: “Os projetos e programas do Banco representam volumes de mercado consideráveis, e a nossa ambição coletiva é que as empresas congolesas possam obter uma parte significativa deles”.

No final do seminário, mais de 100 empresas de vários setores foram integradas na base de dados ‘fornecedores do Banco’, um passo importante antes da abertura dos mercados de prestação de serviços, no âmbito dos Encontros Anuais.

“Este seminário permitiu identificar um conjunto de mais de 105 empresas competentes em vários setores. A qualidade das empresas representadas reforça a nossa convicção de que disporemos de fornecedores competentes para os nossos próximos Encontros Anuais, onde os seus serviços serão muito solicitado”», concluiu Marcelle Akposso, chefe da Divisão de Compras Institucionais do Banco.

O Banco coopera com a República do Congo desde 1972, tendo financiado projetos no valor total de 1,27 mil milhões de dólares. A 30 de junho de 2025, a sua carteira ativa incluía nove operações soberanas em vários setores, no valor aproximado de 223,3 milhões de dólares.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

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Solange Kamuanga-Tossou
Departamento de Comunicação e Relações Externas
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O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org/pt

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Mauritânia assina contrato de 300 milhões de dólares com produtor independente de energia (IPP) para central híbrida de energia solar e eólica no âmbito da iniciativa Desert to Power

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

A Mauritânia assinou o seu primeiro contrato com um produtor independente de energia (IPP), um acordo de 300 milhões de dólares com a Iwa Green Energy para desenvolver uma central híbrida de energia solar e eólica de 60 megawatts. 

O projeto éum marco na iniciativa do país de expandir a geração de eletricidade através de financiamento privado, acelerando a sua transição para energias renováveis. A instalação, que deverá começar a operar em setembro de 2026, aumentará a capacidade instalada da Mauritânia em cerca de 450 megawatts.

“Este projeto com atores privados demonstra a sua confiança no compromisso do governo mauritano em diversificar a base de produção e fornecer fontes de energia sustentáveis para servir a economia”, disse o ministro da Economia e Finanças, Sid’Ahmed Ould Bouh, na cerimónia de assinatura, em Nouakchott.

Com menos de 10% das famílias rurais ligadas à eletricidade, a Mauritânia depende fortemente de combustíveis importados, apesar do seu vasto potencial de energia renovável. O governo estabeleceu metas ambiciosas no âmbito do plano de transição energética do presidente Mohamed Ould Cheikh El Ghazouani, com o objetivo de alcançar o acesso universal à eletricidade e 70% de produção renovável até 2030.

O projeto foi um dos primeiros a ser desenvolvido no âmbito do Protocolo Conjunto de Produtores Independentes de Energia da iniciativa Desert to Power (https://apo-opa.co/48JQ3Rc), uma estrutura regional apoiada pelo Banco Africano de Desenvolvimento para atrair capital privado através da harmonização das condições de investimento em 11 países do Sahel.

O ministro da Energia, Mohamed Ould Khaled, salientou que o modelo de financiamento totalmente privado permitirá ao país expandir o abastecimento sem aumentar a dívida pública.

Daniel Schroth, diretor de Energias Renováveis e Eficiência Energética do Banco Africano de Desenvolvimento, elogiou a Mauritânia por dar este importante passo na aplicação do Protocolo Conjunto da Desert to Power, ilustrando a sua relevância como ferramenta para acelerar a implementação de projetos IPP no Sahel. 

“Este projeto contribuirá para os objetivos da Iniciativa Desert to Power e do Compacto Energético Mission 300 (https://apo-opa.co/4gTDrcd) da Mauritânia”, afirmou Schroth.

O projeto faz parte de uma mudança em todo o continente, em que os governos africanos estão cada vez mais a recorrer a produtores independentes de energia para mobilizar investimentos e ampliar projetos renováveis, reduzindo simultaneamente a pressão sobre as finanças públicas.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

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Departamento de Comunicação e Relações Externas
media@afdb.org

Sobre a Iniciativa Desert to Power:
Lançada em 2019 pelo Grupo Banco Africano de Desenvolvimento, a Iniciativa Desert to Power visa aproveitar o potencial solar de 11 países do Sahel (Burquina Faso, Chade, Djibuti, Eritreia, Etiópia, Mali, Mauritânia, Níger, Nigéria, Senegal e Sudão) através de investimentos na geração de energia solar e no acesso à eletricidade.

Sobre o Grupo do Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org/pt

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Empresários Africanos saúdam novo começo com o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

Representantes do setor privado africano saudaram, na terça-feira em Abidjan, as perspetivas de um novo começo com o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (https://AfDB.org/) durante um encontro inédito com o seu presidente, Sidi Ould Tah, que assumiu o cargo a 1 de setembro à frente da principal instituição de financiamento ao desenvolvimento em África.

“Queremos aqui expressar a nossa satisfação por este novo começo com o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento. Esperamos que este diá. se transforme rapidamente numa parceria estratégica com as organizações patronais africanas”, declarou Ahmed Cissé, presidente da Confederação Geral das Empresas da Costa do Marfim (CGECI).

“Para o setor privado, este encontro constitui, por si só, uma mudança de paradigma com o Banco Africano de Desenvolvimento”, saudou Célestin Tawamba, presidente do Grupo de Empresas do Camarões (GECAM).

Na sua ‘visão’ estratégica como presidente do Grupo Banco (o programa para o qual foi eleito), Sidi Ould Tah apelou à instituição para mobilizar um leque mais alargado de investimentos, desde parceiros do setor privado a instituições multilaterais e bancos regionais de desenvolvimento, com o objetivo de reduzir significativamente o atual défice de financiamento de África, que ultrapassa os 400 mil milhões de dólares por ano. “Graças a instrumentos financeiros inovadores e a estratégias reforçadas de mitigação de riscos, estou convencido de que o objetivo do Banco Africano de Desenvolvimento deve ser multiplicar cada dólar de capital, transformando cada dólar angariado num investimento produtivo e transformador de 10 dólares ou mais”, escreveu no seu programa.

Ould Tah indicou aos seus interlocutores do setor privado que o Grupo Banco pretendia assumir a liderança na definição da nova arquitetura financeira africana. “Nos próximos anos, o papel do setor privado será importante no trabalho do Grupo Banco”, porque “o desenvolvimento de África será feito com o setor privado ou não será feito”.

Durante este encontro, o novo presidente da instituição pan-africana de desenvolvimento teve o cuidado de ouvir as preocupações e expectativas dos representantes dos empregadores africanos, bem como as suas ideias para desenvolver parcerias com o Grupo Banco.

O apoio aos ‘campeões’ africanos, o acesso ao financiamento, o reforço da capacitação do setor privado africano, os mecanismos de garantia e o apoio aos bancos nacionais e regionais estiveram, entre outros temas, no centro das discussões.

Os líderes concordaram em manter um diá. permanente e construtivo, e serão organizadas reuniões nos escritórios nacionais do Grupo Banco para recolher as preocupações dos empregadores locais.

Ould Tah deverá reunir-se com todos os representantes do setor privado africano durante o Fórum Africano de Investimento (AIF), organizado pelo Grupo Banco Africano de Desenvolvimento e vários outros parceiros, de 26 a 28 de novembro de 2025, em Rabat, Marrocos.

Este encontro com os empresários africanos ocorreu no dia seguinte à abertura da 13.ª edição da CGECI Academy, na qual participam representantes do setor privado da África Ocidental, Central e do Norte, nomeadamente de Marrocos.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Contacto para os media:
Romaric Ollo Hien
Departamento de Comunicação e Relações Externas
 

Sobre o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em https://AfDB.org/pt

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Grupo Banco Africano de Desenvolvimento aprova subvenção de 500 mil dólares para resposta de emergência às inundações e deslizamentos de terra no Uganda

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Conselho de Administração do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (www.AfDB.org) aprovou uma subvenção de 500 mil dólares do seu Fundo Especial de Ajuda para apoiar o Projeto de Resposta de Emergência de Ajuda ao Uganda.

O financiamento fornecerá assistência urgente às comunidades gravemente afetadas por inundações e deslizamentos de terra nos distritos de Bulambuli, Kasese e Ntoroko, incluindo o fornecimento de tendas familiares para cerca de 1.500 pessoas deslocadas internamente (PDI). O objetivo é melhorar as condições de vida nos campos onde milhares de pessoas procuraram abrigo desde os desastres.

De 17 a 19 de agosto de 2025, chuvas fortes na sub-região do Monte Elgon, no leste de Uganda, inundaram os distritos montanhosos de Bulambuli, Sironko e Mbale e provocaram deslizamentos de terra no distrito vizinho de Namisindwa.

As autoridades locais relataram 5 mortes, 50 feridos e cerca de 2.000 casas danificadas ou destruídas, com 5.000 deslocados e 15.000 afetados no total. Nos últimos anos, eventos climáticos extremos deslocaram famílias, destruíram infraestruturas e perturbaram os meios de subsistência nas regiões de Rwenzori e Elgon, onde esses distritos estão localizados.

“Além da ajuda de emergência, o projeto é um investimento em dignidade, segurança e recuperação”, disse Mercuria Assefaw, gerente da Divisão de Segurança Hídrica e Saneamento do Grupo Banco. “Fornecer casas temporárias decentes não só atenderá a uma necessidade prioritária de abrigo e melhorará as condições de vida das famílias deslocadas, como também estimulará a economia local por meio de compras e logística”.

O Gabinete do Primeiro-Ministro do Uganda implementará o projeto através do Departamento de Ajuda Humanitária, Preparação e Gestão de Catástrofes. Ao dar prioridade à aquisição rápida e à entrega eficiente, o projeto criará oportunidades para fornecedores e prestadores de serviços locais, contribuindo para uma recuperação mais ampla das comunidades afetadas pelas inundações.

As atividades serão concluídas no prazo de seis meses, garantindo ajuda humanitária atempada para aqueles que precisam urgentemente de abrigo. Com este apoio, o Banco reforçará a resposta humanitária no Uganda e contribuirá para reconstruir a resiliência da comunidade.

Assefaw acrescentou: “Esta subvenção reflete a solidariedade do Banco com o Uganda. Ao fornecer ajuda imediata, pretendemos restaurar a esperança e a estabilidade à medida que as comunidades continuam o seu percurso de recuperação”.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Contacto para os media:
Christin Roby
Departamento de Comunicação e Relações Externas
media@afdb.org

Sobre o Grupo do Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org/pt

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Grupo Banco Africano de Desenvolvimento aprova subvenção de 22,8 milhões de dólares para impulsionar a produção de arroz em Moçambique e reforçar a resiliência climática

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) (www.AfDB.org) aprovou uma subvenção de 22,8 milhões de dólares do seu Fundo Africano de Desenvolvimento, vocacionado para financiamento concessional, para reforçar a cadeia de valor do arroz em Moçambique e melhorar a resiliência climática, visando 30 mil pequenos agricultores em quatro províncias.

A subvenção financiará o Projeto da Cadeia de Valor do Arroz e Resiliência Climática (RIVACREP), que visa aumentar a autossuficiência de arroz de Moçambique de 50% para 75% até 2030, abordando desafios críticos de segurança alimentar numa das nações africanas mais inseguras em termos alimentares.

Apesar de o arroz ser um alimento básico, Moçambique produz apenas metade das 600 mil toneladas que consome anualmente. O país depende das importações para colmatar o défice de 300 mil toneladas, uma dependência que esgota as reservas cambiais e agrava a pobreza rural.

“Ao visar as populações mais vulneráveis e concentrar-se em tecnologias climaticamente inteligentes, a subvenção terá um impacto duradouro na segurança alimentar e nos meios de subsistência rurais”, afirmou Macmillan Anyanwu, representante residente do BAD em Moçambique, salientando que a iniciativa está em consonância com a estratégia nacional de desenvolvimento do país e com o compromisso do Banco de transformar as cadeias de valor agrícolas. O projeto visa especificamente as populações vulneráveis, sendo 70% dos beneficiários mulheres e 30% jovens.

O projeto foi concebido para quadruplicar a produção de arroz, de uma tonelada por hectare para quatro toneladas por hectare, e aumentar o rendimento anual das famílias, de cerca de 590 para 1000 dólares. Os resultados iniciais deverão gerar um acréscimo de 6.000 toneladas de arroz por ano. Embora isso cubra apenas 2% do défice atual do país, estabelece uma base para aumentar a produção e reduzir a dependência das importações.

O RIVACREP irá reabilitar 1.000 hectares de infraestruturas de irrigação, principalmente na província de Gaza, e estabelecer cinco fábricas de moagem de pequena escala, juntamente com 10 centros agregadores, através de uma parceria público-privada. As principais intervenções incluem a reabilitação de sistemas de irrigação, nivelamento do solo, melhorias na drenagem e a construção de instalações de armazenamento resistentes às alterações climáticas, bem como a introdução de variedades de arroz resistentes à seca e às inundações, através de parcerias com instituições de investigação internacionais. Espera-se que estas intervenções reduzam as perdas pós-colheita em mais de metade, de 26% para 12%. 

“Ao construir infraestruturas resilientes e integrar atores do setor privado, o RIVACREP permitirá a Moçambique reduzir a dependência das importações, criar valor acrescentado interno e estabelecer as bases para um setor de arroz industrializado e climaticamente inteligente”, afirmou Neeraj Vij, Diretor Regional do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento para o Setor Industrial, Agricultura e Desenvolvimento Humano.

“O projeto servirá também como modelo para o desenvolvimento transformador da cadeia de valor, que poderá ser replicado noutras matérias-primas essenciais. Isto contribuirá para a construção de uma economia mais autossuficiente e resiliente, reduzindo a dependência externa e criando oportunidades para os jovens e as mulheres”, acrescentou.

Abordar a segurança alimentar e a nutrição

Moçambique enfrenta uma malnutrição generalizada, com taxas de atraso no crescimento infantil que chegam a 44% na província da Zambézia. O projeto incorpora uma forte componente nutricional que visa 6.000 beneficiários através da promoção de variedades de arroz biologicamente fortificadas, ricas em ferro e zinco.

Para abordar a vulnerabilidade aos choques climáticos e aos desafios de segurança regional, particularmente nas províncias do norte, o RIVACREP também apresenta um mecanismo de resposta de emergência a contingências, permitindo um apoio rápido durante as crises.

O Ministério da Agricultura, Ambiente e Pescas de Moçambique irá liderar a implementação do projeto, com salvaguardas em vigor para garantir a proteção ambiental e social. O RIVACREP apoia vários objetivos de desenvolvimento alinhados com a Agenda 2063 da União Africana e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.

A duração do projeto vai de dezembro de 2025 a dezembro de 2030, com uma revisão intercalar em 2028.

O Fundo Africano de Desenvolvimento é o braço concessional do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento, que concede subvenções e empréstimos em condições favoráveis para apoiar projetos de desenvolvimento nos países mais vulneráveis de África. Este apoio demonstra o compromisso renovado do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento com a resiliência climática, o crescimento inclusivo e a produção agrícola de valor acrescentado.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Imagens adicionais:
Bandeira de Moçambique com uma pilha de moedas e montes de sementes de trigo e arroz: https://apo-opa.co/4mKNSjI
Doação de US$ 22,8 milhões do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento destinada a 30.000 pequenos agricultores em quatro províncias: https://apo-opa.co/4gNt9dI
Silos de armazenamento de arroz na cidade rural de Chokwe: https://apo-opa.co/4pLjaKh

Contacto para os media:
Emeka Anuforo
Departamento de Comunicação e Relações Externas
media@afdb.org

Sobre o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org

A Afreximbank atribui uma linha de crédito Programa de Facilitação Comercial da Afreximbank (AFTRAF) de 100 milhões de dólares ao NBS Bank Plc, Malawi

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) (www.Afreximbank.com) assinou um acordo de facilitação com o NBS Bank Plc Malawi (NBS Bank) para fornecer ao NBS Bank uma linha de crédito de 100 milhões de dólares do Programa de Facilitação Comercial da Afreximbank (AFTRAF) para apoiar o crescente portfólio de financiamento ao comércio do banco e permitir que continue a satisfazer de forma eficaz as necessidades dos seus clientes comerciais. 

Assinado à margem da quarta Feira Intra-Africana de Comércio (IATF2025) pelo Sr. Haytham El Maayergi, Vice-Presidente Executivo do Global Trade Bank, Afreximbank, e pela Sra. Temwani Simwaka, CEO do NBS Bank, o acordo de facilitação é estruturado para ajudar o NBS Bank a aumentar os seus volumes de comércio e a apoiar a importação de produtos essenciais, como fertilizantes, medicamentos e combustíveis para o Malawi. 

Comentando sobre a assinatura, o Sr. Haytham El Maayergi, Vice-Presidente Executivo do Global Trade Bank da Afreximbank, disse que a estrutura era uma demonstração do compromisso da Afreximbank em apoiar empresas e instituições financeiras africanas nativas para atender às necessidades nacionais. 

“This US$10“Esta instalação de 100 milhões de dólares é um dos maiores limites para a AFTRAF para um banco no Malawi,” disse o Sr. El Maayergi, acrescentando: “isso demonstra o compromisso da Afreximbank em apoiar as aspirações comerciais do Malawi como um de seus estados membros. Também demonstra a boa e duradoura relação que existe entre a Afreximbank e o grupo NBS/NICO.” 

A instalação está entre os maiores limites para o AFTRAF de um banco no Malawi”, disse o Sr. EL Maayergi, acrescentando que isso demonstra o compromisso da Afreximbank em apoiar as aspirações comerciais do Malawi como um dos seus estados membros. Também demonstra a boa e duradoura relação que existe entre a Afreximbank e o grupo NBS/NICO. 

Ele expressou confiança de que a infraestrutura permitiria ao NBS Bank apoiar as crescentes necessidades comerciais dos seus clientes, que visam apoiar e aumentar os volumes de comércio de commodities estratégicas em Moçambique, nomeadamente a importação de combustíveis, fertilizantes e produtos farmacêuticos, e também proporcionaria ao banco uma linha de confirmação a partir de dentro de África. 

O Sr. El Maayergi acrescentou que a instalação estava em conformidade com o mandato da Afreximbank de apoiar o comércio intra-africano e extra-africano. 

O programa AFTRAF aumenta a confiança das partes envolvidas na liquidação de transações comerciais internacionais e melhora as relações de banca correspondente ao apoiar importações críticas para a África, impulsionando o comércio intra-africano e facilitando a compra de equipamentos para a produção de bens de exportação. Ele oferece serviços de confirmação de comércio, garantias de confirmação de comércio e compromissos de reembolso irrevogáveis. 

Com a participação de mais de 112.000 visitantes de 132 países, a IATF2025, que ocorreu de 4 a 10 de setembro de 2025, encerrou-se com um resultado notável, com US$ 48,3 mil milhões em acordos comerciais e de investimento assinados durante os sete dias da exposição continental. O evento recebeu 2.148 expositores. 

Distribuído pelo Grupo APO para Afreximbank.

Contato de Imprensa: 
media@intrafricatradefair.com
press@afreximbank.com  

Sobre a Feira de Comércio Intra-Africana:
Organizado pelo Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank), Comissão da União Africana (AUC) e Secretariado da Zona de Comércio Livre Continental Africana (AfCFTA), a Feira de Comércio Intra-Africana (IATF) pretende fornecer uma plataforma única para facilitar a troca de informações sobre comércio e investimento, em apoio ao aumento do comércio e investimento intra-africanos, especialmente no contexto da implementação do Acordo de Comércio Livre Continental Africano (AfCFTA). A IATF reúne actores continentais e globais para mostrar e exibir os seus produtos e serviços, e para explorar oportunidades de negócios e investimento no continente. Também oferece uma plataforma para partilhar informações sobre comércio, investimento e mercado com os intervenientes e permite que os participantes discutam e identifiquem soluções para os desafios que enfrentam o comércio e investimento intra-africanos. Além dos participantes africanos, a Feira também está aberta a empresas e investidores de países não africanos interessados em fazer negócios na África e em apoiar a transformação do continente através da industrialização e desenvolvimento das exportações. 

Para mais informações, visite www.IntrAfricanTradeFair.com. 

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A KFC revela a sua receita secreta

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

Num movimento que provocou ondas de choque na indústria da restauração rápida, a KFC África (https://global.KFC.com) anunciou hoje que vai fazer o impensável: revelar a sua receita secreta.

A receita tem sido objeto de lendas empresariais, sendo que apenas um punhado de pessoas conhece a fórmula completa.

Os concorrentes tentaram fazer engenharia reversa, os teóricos da conspiração desenvolveram ideias elaboradas sobre o assunto e as redes sociais contribuíram para alimentar as chamas.

O objetivo é sempre o mesmo: descobrir o que está na receita. Na quarta-feira 8 de outubro, a verdade será finalmente revelada.

O mundo merece a verdade

“Há anos que as pessoas nos perguntam qual é a nossa receita secreta”, afirmou Grant Macpherson, Diretor de Marketing e Digital Officer da KFC África.

“Adivinharam, suplicaram e fizeram o seu melhor para a copiar. E agora decidimos que o mundo pode finalmente partilhá-la. Pensamos que será melhor para todos se for conhecida.”

“A história decidirá se este é ou não um golpe de mestre, mas acreditamos que será bom para nós e, mais importante, bom para a África do Sul.”

Macpherson diz que a KFC só explicará as razões que a levaram a revelar a receita secreta no dia da grande revelação.

Ativo precioso

“É óbvio que vai haver muita especulação sobre o porquê de cedermos este bem precioso, e porquê agora”, afirmou.

“Os nossos clientes fiéis podem estar a perguntar-se se isto vai acabar com a mística que fez da KFC a maior marca de restaurantes de serviço rápido da África do Sul.”

“Pensamos que não, mas tudo será esclarecido no dia 8 de outubro. Até lá, todos os palpites e opiniões não passarão disso mesmo.”

Distribuído pelo Grupo APO para KFC Africa.

Sobre a KFC África:
A KFC faz parte da história de África desde 1971, quando o primeiro restaurante abriu em Joanesburgo. Atualmente com mais de 1400 restaurantes em 22 países subsarianos, é a marca líder de restaurantes de serviço rápido do continente e a casa do frango frito Original Recipe® que milhões de pessoas adoram. 

Na KFC África, alimentamos mais do que a fome – alimentamos o potencial. Cada refeição servida faz parte de um objetivo maior: criar um lugar à mesa para todos e garantir que o potencial não é apenas visto – é alimentado. Esse compromisso ganha vida através de iniciativas que fazem uma diferença mensurável. A nossa Streetwise Academy, apoiada pelos serviços de acreditação das SETA (Sector Education and Training Authorities, Autoridades do Setor da Educação e Formação), concede aos membros da equipa competências para prosperar enquanto líder, nos RH e nas operações – alcançando uma taxa de promoção e retenção de 75% que prova o poder do investimento nas pessoas. O nosso programa Add Hope fornece mais de 30 milhões de refeições a crianças vulneráveis todos os anos, enquanto que o Mini Cricket, o maior programa desportivo de base da África do Sul, chega a mais de 120.000 jovens jogadores orientados por 13.000 treinadores. Para além da alimentação, iniciativas como as bolsas de estudo Ikusasa Lethu e os programas de capacitação de jovens em toda a África abrem caminhos para a educação, meios de subsistência e futuros mais brilhantes.

Com mais de 40.000 membros da equipa a impulsionar o nosso negócio, a KFC África orgulha-se de ser um empregador de eleição – cultivando carreiras, justiça e integridade enquanto serve milhões diariamente. Porque quando os indivíduos se elevam, as famílias fortalecem-se. As comunidades crescem. As nações transformam-se. É esse o impacto inegável que nos orgulhamos de servir.

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Camarões e Banco Africano de Desenvolvimento assinam acordos de empréstimo no valor de 136 milhões de euros para desenvolver competências e estimular o empreendedorismo na região do Extremo Norte

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

A República dos Camarões e o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (www.AfDB.org) assinaram na quarta-feira, em Yaoundé, os acordos de empréstimo relativos ao Programa ‘Desenvolver capacidades e competências para a empregabilidade e o empreendedorismo na região do Extremo Norte’ (CAP2E).

Os documentos foram rubricados por Alamine Ousmane Mey, Ministro da Economia, Planeamento e Ordenamento do Território, E Governador do Banco para os Camarões, e Léandre Bassolé, Diretor-Geral do Banco para a África Central.

Aprovado a 20 de maio de 2025 pelo Conselho de Administração do Grupo Banco, o programa beneficia de um financiamento de 136 milhões de euros, dos quais 130,2 milhões de euros provêm da janela do Banco e 5,8 milhões de euros do Fundo Africano de Desenvolvimento, o mecanismo de financiamento a taxas concessionais do Grupo Banco. Estes recursos permitirão reforçar o capital humano, apoiar o empreendedorismo e modernizar as infraestruturas sociais do Extremo Norte, uma região confrontada com uma taxa de pobreza particularmente elevada, fortes pressões demográficas, os efeitos das alterações climáticas e desafios em matéria de segurança.

“O Programa responde a uma necessidade evidente para o Extremo Norte. Visa investir no capital humano, reforçar as competências das populações locais e criar oportunidades de emprego em setores promissores, como a agricultura e as energias renováveis. Contribuirá para promover a prosperidade partilhada, reduzir as desigualdades e consolidar a estabilidade social, prestando especial atenção à capacitação dos jovens e das mulheres”, afirmou Mey.

O programa ‘Desenvolver capacidades e competências para a empregabilidade e o empreendedorismo na região do Extremo Norte’ será implementado ao longo de cinco anos, de acordo com o princípio inovador do financiamento baseado em resultados, uma novidade na África Central. Tem como objetivo qualificar e inserir 6 mil jovens em formação técnica e profissional e criar pelo menos 5 mil empregos dignos, dos quais 40% ocupados por mulheres. Prevê também a construção ou reabilitação de 22 estabelecimentos de formação técnica e profissional e 29 infraestruturas sociais básicas, a criação de mecanismos financeiros adaptados para apoiar mais de 500 pequenas e médias empresas e cerca de 900 promotores de projetos, bem como um acesso alargado a serviços de saúde e educação modernizados.

Ao integrar soluções de energia renovável, o programa reforçará ainda a resiliência climática e promoverá um desenvolvimento mais sustentável.

O programa traduz o compromisso do Banco em acompanhar os Camarões na implementação das suas prioridades de desenvolvimento. Está alinhado com a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (SND30) e com o Documento de Estratégia do País 2023-2028 do Banco para os Camarões, estando diretamente ligado ao Programa Especial para a Reconstrução e o Desenvolvimento da Região do Extremo Norte. O programa insere-se também no novo quadro de ação do Banco, nomeadamente o seu terceiro ponto cardeal, que consiste em tirar partido da transformação demográfica para estimular o desenvolvimento económico.

Comentando o Programa, Bassolé indicou: “É um verdadeiro catalisador de transformação para o extremo norte dos Camarões. Ao contribuir para a resiliência socioeconómica e climática da região, através do reforço das infraestruturas, do desenvolvimento do empreendedorismo e da empregabilidade no setor privado, nomeadamente na indústria e noutros nichos promissores, com um apoio transversal ao setor da energia solar, (…) este programa contribui para orientar o país de forma sustentável para uma maior prosperidade e inclusão”.

“Através desta iniciativa, o Banco reafirma a sua vontade de promover a autonomização sustentável dos jovens e das mulheres através de intervenções direcionadas e de forte impacto”, acrescentou.

Para o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento, este programa traduz a ambição de colocar o capital humano e a inclusão económica no centro da sua parceria com os Camarões.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Contacto para os media:
Frédérique Pascale Essama Messanga
Departamento de Comunicação e Relações Externas
media@afdb.org

Sobre o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org

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Guiné Equatorial: Banco Africano de Desenvolvimento aprova empréstimo de 73,27 milhões de euros para reforçar a formação e a inserção profissional de jovens e mulheres

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Conselho de Administração do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (www.AfDB.org) aprovou, nesta sexta-feira, 26 de setembro de 2025, a concessão de um empréstimo de 73,27 milhões de euros à Guiné Equatorial para implementar a primeira fase do Projeto de Reforço do Capital Humano em Apoio à Inclusão Económica e Social (PARCH 1). 

O projeto visa melhorar a qualidade e a oferta de formação, a fim de aumentar o acesso ao emprego de jovens equatoguineenses, de ambos os sexos, para um crescimento impulsionado pelo setor privado. Inclui a criação de dois institutos politécnicos provinciais modernos e modulares, centrados em setores-chave como a agricultura, a pesca, as obras públicas, o turismo e o digital, com um forte envolvimento do setor privado, nas províncias de Bioko Sur (capital Luba) e Welé Nzas (capital Mongomo). 

“Espera-se que a implementação bem-sucedida do PARCH 1 crie 4.500 empregos para jovens e mulheres, apoie o lançamento de 500 empresas – a maioria liderada por jovens e mulheres – e forneça oportunidades de formação e emprego para 1.935 beneficiários”, disse Léandre Bassolé, Diretor Geral do Banco na África Central. 

Com uma duração de cinco anos (2025-2030), o projeto está estruturado em torno de três componentes: a melhoria da oferta e da qualidade da formação profissional relacionada com as cadeias de valor dos setores com forte potencial de crescimento; a promoção do emprego dos jovens e das mulheres através da melhoria do ecossistema empresarial para uma melhor inclusão económica, social e territorial; e a gestão do projeto e o desenvolvimento de parcerias. 

A taxa de desemprego juvenil na Guiné Equatorial atinge 23,5%, sendo particularmente mais elevada entre as mulheres (26,7%), principalmente devido à inadequação entre a oferta de formação e as necessidades do mercado de trabalho. Muitos jovens (16,5%) estão desempregados, sem formação ou abandonaram a escola, e recorrem ao trabalho informal, alimentando as tensões sociais. O sistema de ensino e formação técnica e profissional (EFTP) sofre de fragilidades institucionais e orçamentais (menos de 2% dos recursos nacionais) e de carências em matéria de engenharia de formação e reconhecimento de competências. 

O projeto financiado pelo Banco Africano de Desenvolvimento terá um impacto na juventude e no desenvolvimento económico e social do país, mais particularmente nas províncias em causa, onde o desemprego, o subemprego e o emprego informal constituem desafios importantes. 

A 30 de agosto de 2025, a carteira ativa do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento no país contava com seis projetos no valor total de 85 milhões de euros. O Banco concentra os seus investimentos em setores-chave como a agricultura e a pesca (65%), a governação (34%), as TIC (0,69%) e a energia (0,55%). 

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Contacto para os media:  
Solange Kamuanga-Tossou 
Departamento de Comunicação e Relações Externas
media@afdb.org

Sobre o Grupo do Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org/pt

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