Cabo Verde marca presença no VIII Congresso Lusófono de Educação Ambiental no Brasil

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O país está a participar no VIII Congresso Internacional de Educação Ambiental da CPLP e Galiza, que decorre de 21 a 25 do corrente, em Manaus (Brasil). A representação nacional está a cargo da Diretora do Serviço de Gestão Pedagógica, Avaliação e Inclusão Educativa do Ministério da Educação, Maria Helena Andrade.

Esta participação vem no seguimento do trabalho desenvolvido e acompanhamento das ações da ASPEA e REDELUSO.

O Congresso tem como tema “Educação Ambiental e ação local: respostas à emergência climática, justiça ambiental, democracia e bem viver”.

“A presença do Ministério da Educação contribuirá significativamente para o fortalecimento da rede colaborativa de Educação Ambiental nos países participantes”, lê-se numa nota da Direção do Serviço de Gestão Pedagógica, Avaliação e Inclusão Educativa do Ministério da Educação.

No arranque do  VIII Congresso Internacional de Educação Ambiental da CPLP e Galiza, Maria Helena Andrade, juntamente com altas autoridades de Angola, Timor, Portugal, Brasil e Moçambique, participou num dos painéis do Congresso, onde fez um breve historial da Educação Ambiental em Cabo Verde, realçando os progressos e as boas práticas, bem como a legislação recentemente publicada sobre a proibição do uso do plástico, a parceria com o programa Ação Climática e com a Direção Nacional do Ambiente (DNA).

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

Homólogos de Cabo Verde e Luanda anunciam para breve retoma de voos entre Luanda e Praia

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Ministro do Turismo e Transportes, José Luís Sá Nogueira, e o Ministro dos Transportes de Angola, Ricardo de Abreu, anunciaram para breve retoma de voos entre Luanda e Praia.

O anúncio foi feito durante o encontro entre os dois homó.s à margem da participação do ministro cabo-verdiano na 2ª Conferência Ministerial do Turismo e Transportes Aéreos em África da UN Turismo e ICAO, sobre o Turismo e Transportes Aéreos, que decorre na Capital Angolana, entre 22 e 24 de julho.

“Essa ligação vai permitir que Cabo Verde sirva como um ‘hub’ para distribuição para vários outros países de Europa, mas também do continente americano”, disse o Ministro sobre os voos a serem operados pela TAAG – Linhas Aéreas de Angola S.A.

O Ministro José Luís Sá Nogueira também teve encontro com o Ministro do Turismo de Angola, Márcio Daniel, com o intuito de aprofundar as parcerias em curso, onde foram abordadas diversas questões de interesse comum, como o fomento de turismo e investimento entre os dois países.

A 2ª Conferência Ministerial do Turismo e Transportes Aéreos em África da UN Turismo conta com a presença de mais de 30 ministros africanos e de cerca de 500 participantes, entre representantes de companhias aéreas, operadores turísticos e investidores internacionais.

A organização entende que África possui um imenso potencial para o crescimento do turismo e do transporte aéreo, mas oportunidades significativas permanecem inexploradas. Em 2024, o continente registou um aumento recorde de chegadas internacionais de 74 milhões, traduzindo-se em 7% mais chegadas em comparação com 2019 e 12% mais do que em 2023, ressaltando o papel vital do transporte aéreo na expansão do turismo.

Dada a sua interdependência, esta Conferência de alto nível centrar-se-á na promoção de sinergias mais fortes entre os dois sectores, a fim de impulsionar o crescimento económico e o desenvolvimento sustentável.

Alinhada com a Agenda 2030 da ONU para o Desenvolvimento Sustentável e a Agenda 2063 da União Africana, a Conferência visa: identificar desafios e oportunidades para melhorar a conectividade aérea e viagens perfeitas em toda a África; fortalecer o diá. entre as partes interessadas do turismo e do transporte aéreo para atender aos principais imperativos de negócios e incentivar o compromisso político de integrar as prioridades do turismo e dos transportes aéreos nas agendas nacionais e regionais.

O programa contará ainda com um Workshop de Especialistas em Turismo e Transporte Aéreo no dia 22 de Julho, que antecede a Conferência Ministerial.

A primeira edição da Conferência Ministerial do Turismo e Transportes Aéreos em África da UN Turismo foi realizada em Cabo Verde, em 2019.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

Compacto Lusófono mostra oportunidades de investimento para acelerar o desenvolvimento inclusivo na 15.ª Cimeira da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP)

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Secretariado do Compacto Lusófono reuniu-se esta semana com os líderes da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) na sua 15.ª Cimeira e fórum económico em Bissau, Guiné-Bissau. As reuniões de 15 a 18 de julho proporcionaram uma plataforma estratégica para mostrar o papel do Compacto Lusófono na atração de financiamento privado para acelerar o desenvolvimento económico sustentável nos países africanos membros. 

Uma iniciativa do Banco Africano de Desenvolvimento em parceria com os governos de Portugal e do Brasil, o Compacto Lusófono apoia o investimento do setor privado nos seis Estados-membros africanos da CPLP: Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Guiné Equatorial. Representando uma comunidade de mais de 300 milhões de pessoas em quatro continentes, com um PIB combinado de 2,3 bil biliões de dólares em 2024, a CPLP tem um imenso potencial para o comércio, o investimento e a transformação económica inclusiva. 

Os objetivos do Compacto são: promover o desenvolvimento inclusivo do setor privado, mobilizar financiamento misto e assistência técnica, fortalecer a resiliência económica e a integração regional e alinhar-se com as prioridades de desenvolvimento nacional e à agenda económica da CPLP. 

Durante a cimeira, funcionários do secretariado do Compacto Lusófono participaram em diá.s políticos de alto nível sobre segurança alimentar, tecnologia e sustentabilidade, que estão em consonância com o foco temático da cimeira sob a presidência rotativa da Guiné-Bissau. A equipa do Compacto também apresentou o seu conjunto de ferramentas de financiamento e critérios de elegibilidade, apoiando os esforços de mobilização de recursos nos países membros. 

“A 15.ª Cimeira da CPLP constituiu uma oportunidade única para reforçar as prioridades estratégicas do Compacto Lusófono, em particular nas áreas da segurança alimentar, tecnologia e sustentabilidade”, afirmou Neima Ferreira, coordenadora do Compacto Lusófono no Banco Africano de Desenvolvimento. “Com as ferramentas, as parcerias e a visão adequadas, os países de língua portuguesa podem liderar uma nova era de desenvolvimento impulsionado pelo investimento”, acrescentou. 

O país anfitrião, a Guiné-Bissau, reafirmou o seu compromisso com o crescimento liderado pelo setor privado e manifestou forte interesse em alinhar os mecanismos de apoio do Compacto com a sua estratégia nacional de desenvolvimento. 

Uma das principais realizações do Compacto é o Projeto Cabeólica, em Cabo Verde, uma parceria público-privada de energia eólica em grande escala, cofinanciado pelo Banco Africano de Desenvolvimento e pelo Banco Europeu de Investimento. O projeto fornece mais de 20% da eletricidade de Cabo Verde, evita a emissão de milhares de toneladas de CO2 por ano e criou mais de 150 empregos locais. A Cabeólica tornou-se uma referência em infraestruturas sustentáveis e financiamento inovador na região. 

À medida que os países de língua portuguesa procuram novos motores para o crescimento económico, o Compacto Lusófono oferece um mecanismo robusto para mobilizar capital do setor privado, promover a cooperação regional e avançar com objetivos de desenvolvimento comuns. 

Saiba mais sobre o Compacto Lusófono aqui (https://apo-opa.co/44ZMHGt). 

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Contacto para os media: 
Departamento de Comunicação e Relações Externas
media@afdb.org 

Sobre o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org/pt

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Ministro Diamantino Azevedo Recebe Medalha pela Paz e Liderança no Sector Energético Enquanto Angola Traça um Futuro Energético Ambicioso

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

Em reconhecimento a uma vida dedicada à paz, ao desenvolvimento e ao progresso da indústria petrolífera angolana, Diamantino Pedro Azevedo, Ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, foi condecorado com a Medalha Comemorativa do 50º Aniversário da Independência Nacional, na Classe Paz e Desenvolvimento, pelo Presidente da República de Angola, João Lourenço. Enquanto representante do sector energético africano, a Câmara Africana de Energia (CAE) (https://EnergyChamber.org) manifesta total apoio à distinção atribuída ao Ministro Azevedo, cuja liderança visionária impulsionou uma nova era de investimento e crescimento no sector energético angolano.

Defensor do sucesso energético em África através de reformas políticas, modernização de infraestruturas e captação de investimento internacional, a CAE enaltece a ousada estratégia do Ministro Azevedo para transformar Angola num polo regional de petróleo. Sob a sua liderança, o país implementou iniciativas transformadoras, incluindo um plano de investimento de 60 mil milhões de dólares na área do upstream, um programa multifásico de construção de refinarias, reformas no sistema de licenciamento e o desenvolvimento de um futuro Plano Director do Gás (PDG).

A liderança do Ministro Azevedo conduziu à criação de um portefólio de projectos para o período 2025-2028, com potencial para aumentar significativamente a produção e impulsionar o desenvolvimento de diversos sectores. Entre os projectos-chave destacam-se a Refinaria de Cabinda – com início de operações previsto para 2025 e capacidade para 60 mil barris por dia – bem como o Agogo Integrated West Hub Development e o Projeto de Águas Profundas Kaminho, com arranque estimado para 2026 e 2028, respetivamente. Angola avança ainda com o seu primeiro projecto de gás não associado, liderado pelo Novo Consórcio de Gás, cuja implementação está prevista para 2026. Em simultâneo, terão início as explorações na bacia Etosha-Okavango, enquanto empresas petrolíferas independentes exploram novas oportunidades na bacia terrestre do Kwanza.

Estes desenvolvimentos são apoiados por um novo concurso de licenciamento previsto para 2025, que disponibilizará 10 blocos offshore nas bacias do Kwanza e de Benguela, evidenciando o empenho de Angola para abrir novas áreas de exploração e atrair mais investimento.

Desde o lançamento da ronda de licenciamento com duração de seis anos, em 2019, Angola já atribuiu 41 concessões a um conjunto de empresas internacionais e regionais. Paralelamente, novas oportunidades em campos marginais têm aberto espaço para que operadores independentes de menor dimensão entrem no mercado. Actualmente, cinco campos marginais estão disponíveis, com potenciais localizados nos Blocos 4, 14, 15 e 18. Para reforçar ainda mais o investimento, o governo introduziu um programa de oferta permanente e lançou, em 2024, a Iniciativa de Produção Incremental – concebida para incentivar o reinvestimento em campos maduros. Esta iniciativa já começa a dar frutos, com a ExxonMobil a anunciar uma nova descoberta no poço Likembe-01, a primeira realizada no âmbito do programa.

À medida que o país avança na diversificação da sua matriz energética, a CAE apoia firmemente o lançamento iminente do Plano Director do Gás (PDG) de Angola, uma estratégia a 30 anos que visa criar um mercado nacional de gás competitivo. Espera-se que o PDG ofereça uma orientação política clara aos investidores, ao mesmo tempo que liga os projectos upstream às cadeias de valor locais. Por outro lado, o Ministro Azevedo lidera também os esforços para prolongar a actual estratégia de licenciamento para além de 2026, criando novas oportunidades tanto para explorações em zonas fronteira como em terra firme.

Durante a conferência Angola Oil & Gas 2025, que se realiza este mês de setembro em Luanda, o Ministro Azevedo fará o discurso de abertura e participará numa conversa de alto nível em formato Fireside Chat, onde irá expor a visão do governo para transformar Angola numa economia energética competitiva à escala global. A decorrer na véspera das comemorações do cinquentenário da independência do país, o evento irá analisar o papel do petróleo e do gás ao longo das últimas cinco décadas, ao mesmo tempo que projeta um futuro assente na estabilidade política, na inovação liderada por jovens e mulheres, no crescimento das infraestruturas e na integração regional.

“O Ministro Azevedo tem demonstrado, de forma consistente, que o desenvolvimento energético é um caminho para a paz, o progresso e a prosperidade partilhada. A Câmara vê esta medalha não apenas como uma honra pessoal, mas como um símbolo do que a liderança energética pode alcançar quando está alinhada com o desenvolvimento nacional. Felicitamos o Ministro Azevedo por este reconhecimento mais do que merecido e reiteramos o nosso compromisso de continuar a trabalhar ao lado de Angola para construir os próximos 50 anos de sucesso no sector dos hidrocarbonetos”, afirma NJ Ayuk, Presidente Executivo da CAE.

Distribuído pelo Grupo APO para African Energy Chamber.

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O Simpósio das Conferências Episcopais de África e Madagáscar (SCEAM) Realizará a sua 20ª Assembleia Plenária em Kigali, Ruanda

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Simpósio das Conferências Episcopais de África e Madagáscar (SCEAM) (https://SECAM.org) irá reunir-se para a sua 20ª Assembleia Plenária de 30 de Julho a 4 de Agosto de 2025, em Kigali, Ruanda, sob o tema: “Cristo, Fonte de Esperança, Reconciliação e Paz”.

A Plenária reunirá mais de 250 participantes, incluindo Cardeais, Bispos, Sacerdotes, Homens e Mulheres consagrados e Líderes leigos de toda a África e suas ilhas, bem como parceiros de outros continentes.

A Assembleia de Kigali avaliará os progressos realizados desde a 19ª Assembleia, realizada em 2022 em Acra, no Gana, e traçará um rumo visionário para a Igreja em África. Os principais pontos da agenda incluem:

  • Apresentação do documento de visão a longo prazo do SCEAM para 2025-2050, construído em torno de 12 pilares fundamentais, como a Evangelização, a Liderança familiar, o Envolvimento dos jovens, o cuidado com a Criação, a Missão digital e a Responsabilidade política.
  • Uma reflexão pastoral sobre o acompanhamento dos católicos em realidades culturais complexas, incluindo as uniões poligâmicas.
  • Debates sobre governação, justiça, paz, diá. inter-religioso, alterações climáticas e proteção.

A Assembleia também discutirá o Plano Estratégico Trienal (2025-2028) e dará início à renovação da liderança do SCEAM em conformidade com os seus estatutos.

Rev. P. Rafael Simbine Junior                      
Secretário-Geral do SCEAM                                                                                         

Accra, Gana

Distribuído pelo Grupo APO para Symposium of Episcopal Conferences of Africa and Madagascar (SECAM).

Para mais informações, queira contactar o Secretário-Geral do SCEAM através do seguinte contacto:
secamsg@yahoo.com
ou os Coordenadores de Comunicação através dos seguintes contactos:
communications.secam@gmail.com
+233541717984
mutabazifide@gmail.com
+250783 462125.

Governo inaugura em S. Vicente o maior empreendimento de saúde construído de raiz em Cabo Verde

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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“A Maternidade e Pediatria do HBS que hoje inauguramos, é o maior empreendimento de saúde construído de raiz em Cabo Verde desde a independência do país”, disse hoje o Primeiro Ministro, Dr. José Ulisses Correia e Silva ao presidir esta tarde à cerimónia de inauguração, em Mindelo.

“É um grande investimento, tecnologicamente avançado” pois “tem um grande impacto para o desenvolvimento dos programas de Saúde da Mulher e da Criança e celebrar a vida”, referiu.

Para o Primeiro Ministro, é um investimento de grande vulto, fruto da excelente parceria e cooperação entre o Governo de Cabo Verde e o Governo da República Popular da China. “Receba (Sr. Embaixador), em nome do Governo e do povo de Cabo Verde, os nossos sinceros e cordiais reconhecimentos e agradecimentos. Gostaríamos de continuar a focar a nossa parceria estratégica no setor da saúde, vital para a qualidade de vida das pessoas, para a confiança e a economia do país”, avançou.

A Maternidade e Pediatria inaugurada hoje vem reforçar significativamente um conjunto de ações que vêm sendo desenvolvidas a nível da saúde da mulher e da criança pelo Executivo liderado por Ulisses Correia e Silva.

Destaca-se a implementação, em 2021, do programa de vacinação do HPV (Papiloma Vírus Humano); a melhoria significativa das condições de atendimento e acompanhamento das grávidas e parturientes, proporcionando elevada segurança aos partos assistidos por profissionais cada vez mais qualificados, ea reativação da Comissão Nacional de Vigilância e Resposta aos Óbitos Maternos, Perinatais e Infantis, como garante de um atendimento mais seguro e de qualidade para grávidas, recém-nascidos e crianças.

Está para introdução, em breve, da cobertura do INPS ao rastreio do cancro da mama e do útero; e em vigor a ampliação da licença de maternidade de 60 para 90 dias e da licença parental de 3 para 10 dias úteis e a extensão do subsídio de doença para cobrir crianças dependentes de até aos 6 meses, para até aos 12 anos de idade.

Ainda no sector de saúde, em S. Vicente, um conjunto de importantes investimentos foram realizados e estão em execução no SNS, dos quais o Primeiro Ministro destacou a Construção do Centro de Hemodiálise; a Modernização dos serviços de Imagiologia com a aquisição e instalação de um equipamento avançado de TAC; o Reforço de equipamentos de urgência e emergência e a Requalificação, construção e equipamento do Centro de Terapia Ocupacional de Ribeira da Vinha.

De igual modo estão nessa lista, a Instalação de uma unidade de produção de gases medicinais; a Instalação de Unidade de Cuidados Intensivos; a Construção do Centro Ambulatorial do HBS cujo início de funcionamento está previsto para dezembro do corrente ano e a Construção do Centro de Saúde de Monte Sossego, em fase de arranque, e que irá desconcentrar e aproximar os serviços de saúde da população do segundo bairro mais populoso de S. Vicente.

“É assim que construímos com determinação, as condições para a melhoria dos cuidados de saúde à população de São Vicente e da Região Norte do país”, concluiu Ulisses Correia e Silva.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

Banco Africano de Desenvolvimento dá 5 milhões de dólares para implementar a segunda fase do Programa de Assistência Técnica da Iniciativa Desert to Power

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Conselho de Administração do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (www.AfDB.org) aprovou, na segunda-feira, 30 de junho de 2025, em Abidjan, uma doação de 5,03 milhões de dólares americanos para implementar a segunda fase do Programa de Assistência Técnica da Iniciativa Desert to Power (https://apo-opa.co/3GF9RK9). O financiamento provém do Fundo de Energia Sustentável para África (SEFA) (https://apo-opa.co/3H0H1E3), um fundo especial multidoadores gerido pelo Banco que fornece financiamento catalítico para desbloquear investimentos do setor privado em energias renováveis e eficiência energética.

A segunda fase do programa Desert to Power visa responder a dois desafios importantes: por um lado, facilitar os investimentos em energia solar nos serviços públicos e, por outro, desenvolver os mercados de mini redes verdes nos países beneficiários da iniciativa. As operações previstas vão preparar projetos de energia solar, tanto em rede, como descentralizados. Visam também reforçar a capacitação dos intervenientes do setor energético, nomeadamente as companhias nacionais de eletricidade, os reguladores e os ministérios da Energia dos países em causa, ao mesmo tempo que implementam soluções tecnológicas que permitirão criar plataformas nacionais de eletrificação.

A implementação desta segunda fase prevê apoio à preparação de projetos, nomeadamente a elaboração de estudos de viabilidade (técnicos, financeiros, económicos e socioambientais) para projetos de produção solar em rede nos países beneficiários do programa Desert to Power, nomeadamente o Burquina Faso, Djibuti, Etiópia, Mali, Mauritânia, Nigéria e Chade. Trata-se também de realizar estudos preparatórios para projetos de energia descentralizada na Nigéria. 

O projeto vai também contribuir para a elaboração e implementação de um programa completo de reforço da capacitação destinado aos serviços públicos e reguladores nacionais de todos os países envolvidos no Sahel. Este reforço deverá ter em conta a dimensão do género.

O Programa de Assistência Técnica da iniciativa Desert to Power, que se centrará no planeamento e na exploração de sistemas energéticos que integrem uma parte significativa de energia solar, deverá contribuir para uma avaliação aprofundada das necessidades de formação e das sinergias com iniciativas semelhantes em curso, conduzidas por outras instituições de financiamento do desenvolvimento. Além disso, deverá permitir conceber e realizar um programa de formação centrado nas negociações de contratos de compra de eletricidade e na exploração de redes que integrem uma parte significativa de energia renovável.

Esta segunda etapa completa a primeira fase do programa, aprovada em dezembro de 2020 pelo Conselho de Administração do Grupo Banco, que permitiu realizar estudos sobre a integração da produção de energia renovável variável em redes interconectadas e fragmentadas. Esta fase foi concluída em 2024 e abrangeu Burkina Faso, Chade, Mali e Mauritânia. Os estudos permitiram identificar projetos prioritários, nomeadamente a construção futura de centrais solares e de sistemas de armazenamento de energia em baterias. 

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

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O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org

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Costa do Marfim: Fundo Fiduciário para o Desenvolvimento dos Mercados de Capitais do Banco Africano de Desenvolvimento apoia digitalização das operações de oferta pública de títulos

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Depositário Central/Banco de Liquidação (DC/BR) lançou oficialmente a sua nova plataforma de digitalização das operações de oferta pública de títulos (DIGIAPE). Esta nova plataforma permitirá automatizar os processos operacionais relacionados com a fase de subscrição no mercado primário, contribuindo assim para reforçar a atratividade do mercado financeiro regional da União Monetária da África Ocidental (UMOA). 

A plataforma DIGIAPE é uma inovação importante na digitalização das operações de subscrição no mercado primário, tanto em termos de transparência como de fiabilidade na atribuição de títulos. Permitirá dinamizar o mercado financeiro regional da África Ocidental, tornando-o mais competitivo com uma atribuição em tempo real dos títulos no encerramento das operações.

“O Banco Africano de Desenvolvimento é um parceiro estratégico fundamental para o desenvolvimento do mercado financeiro regional, como demonstra o nosso compromisso de mais de dois mil milhões de euros no setor financeiro na zona da União Económica e Monetária da África Ocidental (UEMOA), através dos nossos diversos instrumentos desde 2014”, declarou Ahmed Attout, diretor do Departamento de Desenvolvimento do Setor Financeiro do Banco Africano de Desenvolvimento.

Através de um financiamento de 400 mil dólares americanos proveniente do seu Fundo Fiduciário para o Desenvolvimento dos Mercados de Capitais, o Banco prestou apoio técnico ao Depositário Central/Banco de Liquidação para conceber, instalar e operacionalizar a plataforma DIGIAPE, reforçar as capacidades do pessoal na gestão da plataforma e as das partes interessadas do mercado financeiro regional para a utilização da plataforma.

“A nossa intervenção insere-se na continuidade do apoio do Banco aos atores do mercado financeiro regional da União Monetária da África Ocidental, iniciado em 2018”, afirmou Akane Zoukpo Sanankoua, chefe da divisão de Desenvolvimento dos Mercados de Capitais do Banco. “O apoio à implementação da plataforma DIGIAPE demonstra mais uma vez a capacidade do Fundo Fiduciário para o Desenvolvimento dos Mercados de Capitais de responder de forma concreta e estratégica às necessidades dos mercados africanos em mutação”, acrescentou.

A iniciativa DIGIAPE permitirá, nomeadamente, reduzir os prazos de liquidação e atribuir os títulos em tempo real no encerramento das operações, criando um ambiente mais atraente para os investidores internacionais e uma maior flexibilidade para os emitentes soberanos.

“A inovação tecnológica constitui hoje um poderoso motor de transformação dos mercados de capitais. Num ambiente em constante mudança, o depositário central/banco de liquidação, tal como outros depositários centrais de títulos, deve abraçar esta dinâmica para responder às crescentes exigências em matéria de segurança, eficiência, transparência e inclusão”, afirmou Birahim Diouf, diretor-geral do Depositário Central/Banco de Liquidação da UMOA.

“A DIGIAPE é uma plataforma digital concebida para automatizar e proteger todo o processo de subscrição em emissões por oferta pública no mercado primário. É uma resposta concreta aos desafios atuais, nomeadamente em matéria de inclusão financeira, digitalização dos serviços financeiros e transparência do mercado financeiro regional”, salientou Diouf.

Ibrahim Kalil Konaté, ministro da Transição Digital e Digitalização da Costa do Marfim, participou na cerimónia de lançamento da plataforma, que contou também com a presença de representantes do Banco, do Depositário Central/Banco de Liquidação, da Autoridade dos Mercados Financeiros da UMOA e de intervenientes do mercado financeiro.

O Fundo Fiduciário para o Desenvolvimento dos Mercados de Capitais foi criado em 2019 para contribuir para a integração e a competitividade dos mercados de capitais africanos, acompanhando as reformas estratégicas, o reforço das infraestruturas de mercado, o alargamento da base de investidores e o desenvolvimento de instrumentos inovadores. Beneficia do apoio do Ministério das Finanças do Luxemburgo, do Ministério dos Negócios Estrangeiros dos Países Baixos e da Agência Sueca de Cooperação Internacional.

O Depositário Central/Banco de Liquidação é uma instituição financeira especializada da UMOA com sede em Abidjan, na Costa do Marfim. Assegura a centralização da conservação de valores mobiliários para os seus membros, a boa conclusão das operações de liquidação/entrega na sequência de transações bolsistas.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Contacto para os media:
Romaric Ollo Hien 
Departamento de Comunicação e Relações Externas
media@afdb.org

Sobre o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org

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O poder da água: como o projeto de apoio institucional e à sustentabilidade do abastecimento de água e saneamento urbano em Angola está a transformar vidas

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

“Antes deste apoio, tínhamos muitas dificuldades em aceder à água. Costumávamos ir buscá-la ao rio. Era muito longe para nós e sofremos de muitas doenças. Mas agora, desde que temos água disponível para todos, a cólera diminuiu significativamente, e as infeções também diminuíram muito, por isso estou muito grata”. Estas palavras de Clementina Artur mostram o impacto real da intervenção transformadora do Banco Africano de Desenvolvimento (www.AfDB.org) na vida das pessoas, com o Projeto de Apoio Institucional e à Sustentabilidade do Abastecimento de Água e Saneamento Urbano, que começou em 2015 e será concluído no final de 2025. 

Quando a iniciativa do Banco Africano de Desenvolvimento chegou a estas comunidades em Angola, não se limitou a instalar infraestruturas – transformou a vida das comunidades mais vulneráveis, sem deixar ninguém para trás. 

Isabel Sambovana é outra história de sucesso. 

A sua vida mudou completamente com a instalação de uma latrina na sua comunidade (Sumbe). 

“Antes de ter a sanita, eu era obrigada a ir à relva atrás da parede da minha casa. Era muito doloroso devido à minha idade. Mas agora tenho uma casa de banho, e isso facilitou a minha vida. Com a sanita aqui no quintal, não preciso de me deslocar. Tenho mais dignidade”, explica uma das beneficiárias do projeto. 

Antes desta instalação, as pessoas da comunidade eram obrigadas a defecar ao ar livre, aumentando doenças como a cólera, a diarreia e a malária, mas agora, com saneamento adequado, as mulheres recuperaram a sua dignidade e segurança. 

Agora, tudo mudou. Mais importante ainda, a sanita de Isabel mudou a sua vida. Isso motivou a comunidade a construir mais 301 latrinas. 

Um projeto que se integra e se complementa, como a vida 

O projeto, que deverá ser concluído em dezembro de 2025 após uma década de implementação, apresentou resultados notáveis: as sete empresas de serviços públicos apoiadas pelo projeto realizaram um total de mais de 59.008 ligações de água domésticas, alcançando um total de mais de 472 mil pessoas. Foram legalmente constituídas sete empresas de serviços públicos, que receberam assistência técnica para estabelecer uma função de gestão financeira sólida e envolver o setor privado na operação e manutenção; estão em funcionamento 179 quiosques de água geridos por mulheres em áreas periurbanas; foram construídos três novos laboratórios de qualidade da água em três províncias diferentes (Cunene, Bengo e Sumbe); 11 cidades costeiras desenvolveram os seus planos de investimento em saneamento, dos quais três avançaram para a fase de investimento e outros cinco garantiram compromissos financeiros, e foram desenvolvidos planos diretores para as capitais provinciais. Foi desenvolvida uma estratégia de inclusão social e de género e um plano de ação para o setor. Foi desenvolvido um programa de estágios que ajudou cerca de 60 jovens angolanos a aprender e a adquirir experiência técnica em gestão de projetos, engenharia, gestão financeira, ambiente, social e outras áreas relevantes. 

Os números são só uma parte da história 

O gestor do projeto do Banco Africano de Desenvolvimento, Eskendir Alemseged, afirmou que “o projeto é transformador, abordando desafios críticos relacionados com a reforma institucional, o desenvolvimento de infraestruturas e a melhoria da prestação de serviços numa vasta área geográfica em Angola. Através da sua abordagem abrangente, o projeto não só proporcionou acesso a água potável a mais 472 mil pessoas, como também melhorou os sistemas de prestação de serviços, com um impacto positivo em quase 1,5 milhões de pessoas. Esta intervenção em grande escala lançou as bases para serviços de água e saneamento mais resilientes e equitativos em todo o país”. 

Mulheres empoderadas, comunidades transformadas 

Para mulheres como Helena, o projeto proporcionou mais do que água, saneamento e infraestruturas – trouxe independência financeira e empoderamento. 

“Comecei como estagiária e agora sou responsável pelo departamento de microbiologia. Somos quatro mulheres e dois homens, e o trabalho do laboratório é realizar análises físicas, químicas e microbiológicas da água. Além de Sumbe, o laboratório apoia alguns municípios da província de Kwanza Sul, como Gabela e Porto Amboim. Este projeto trouxe uma grande mudança na minha vida. Antes, eu estava desempregada, mas agora trabalho numa área fascinante, onde adquiro mais conhecimentos todos os dias, e isso é muito gratificante”, explicou. 

No caso da jovem Gilda Giza Rede, a viagem começa hoje. Num grupo de 10 estagiários, ela é a única rapariga a trabalhar como técnica de manutenção eletromecânica na ETAR (Estação de Tratamento de Águas Residuais) de Sumbe. 

Com apenas 20 anos, tem grandes expectativas em relação à função que desempenha e está ansiosa por aprender: “Este projeto da ETAR de Sumbe vai ajudar muitas famílias em termos de prevenção de doenças e gestão de águas residuais, vai ajudar os agricultores a ter acesso a fertilizantes orgânicos”, afirma. 

A água é vida – e para o Banco Africano de Desenvolvimento, estas palavras são uma visão significativa sobre como continuar a avançar e melhorar a qualidade de vida do povo de Angola. 

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Ulisses Correia e Silva inaugura Centro de Inspeção e Valorização de Produtos Agrícolas de Porto Novo (S. Antão)

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Primeiro Ministro, Dr. Ulisses Correia e Silva, encontra-se em S. Antão onde cumpre uma agenda dedicada à agricultura, água e saneamento, com inaugurações e lançamento de obras importantes para a ilha. Esta manhã, inaugurou o Centro de Inspeção e Valorização de Produtos Agrícolas de Porto Novo, realizando um sonho acalentado há muito tempo pelos agricultores de S. Antão, cumprindo assim uma promessa plasmada no programa do Governo.

“Bem localizado, bem construído e com várias funcionalidades, este centro está pronto para funcionar. A palavra mais forte aqui é valorização”, afirmou no seu discurso que marcou a inauguração do Centro.

“É um passo importante para criar condições de acesso aos mercados turísticos do Sal e da Boa Vista, com produtos de qualidade e em quantidade, aumentando o rendimento da produção agrícola”, sublinhou Ulisses Correia e Silva, dizendo que a ideia é colocar a marca de Santo Antão com qualidade no mercado, porque “o turismo é mercado”.

“Tivemos 1,2 milhões de turistas em 2024 e tenderá a aumentar. Esse mercado consome o que produzimos: agricultura, pesca, grogue, artesanato, bebidas. Temos que aumentar a quota da produção nacional nesses destinos”, avisou, adiantando que o Executivo está a apostar na mobilização e reutilização da água, rega gota-a-gota, estufas, energia renovável e modernização da pecuária, disponibilização de parcelas agrícolas.

“Já há muito feito e muito por fazer. Santo Antão tem grandes potencialidades nos setores da agricultura, pesca, turismo e indústrias criativas. A infraestrutura, como a modernização do Porto de Porto Novo, é fundamental, mas é o investimento do setor privado é essencial”, disse, reafirmando o compromisso com o aeroporto de Santo Antão: “este ano será totalmente concebido para avançarmos para a construção”. “Temos todas as razões para estar confiantes em Santo Antão”, concluiu.

Á tarde, estava programada a inauguração das obras de reabilitação do Centro Cultural 7 Sóis 7 Luas, em Ribeira Grande, a convite da Câmara Municipal local.

Para manhã, 22 de julho, está programado o lançamento do Projecto de Abastecimento de Água e Saneamento de Águas Residuais de ilha de Santo Antão, também em Porto Novo, que irá marcar definitivamente um passo decisivo para a melhorai da qualidade de vida das populações locais e da resiliência hídrica da ilha.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.