“Estamos orgulhosos da diferença que a formação profissional tem feito na vida das pessoas em Cabo Verde” – Ministro Eurico Monteiro

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Ministro da Promoção de Investimentos e Fomento Empresarial demonstrou satisfação com o alcance da formação profissional e a diferença que este mecanismo tem feito na vida dos jovens em Cabo Verde, e além-fronteiras. Eurico Monteiro discursava na cerimónia de imposição de fitas dos finalistas do curso de Cozinha e Pastelaria da Escola de Hotelaria e Turismo de Cabo Verde (EHTCV), que teve lugar esta quinta-feira, 17 de julho, na Praia.

“Estamos absolutamente orgulhosos pela circunstância de as oportunidades estarem a ser aproveitadas e, sobretudo, de estarmos a fazer diferença no país com a formação profissional”, afirmou o Ministro, encorajando os jovens a aproveitarem as várias oportunidades que têm sido colocadas à sua disposição.

“Mais do que dar, oferecemos oportunidades para as pessoas se formarem”, vincou o Ministro, felicitando os 86 formandos oriundos das várias ilhas, da Guiné-Bissau e de São Tomé e Príncipe, que concluem aqui a sua formação em contexto escolar, e agradecendo a todos os parceiros internacionais que têm contribuído para este feito, em particular ao Grão-Ducado do Luxemburgo, um importante parceiro nesta empreitada.

A criação de oportunidades, ressaltou o Ministro, nada mais é do que o cumprimento de um dever do Estado, que deve colocar à disposição das pessoas condições para que possam desenvolver pessoal, profissional e empresarialmente. “Estamos a fazer aquilo que nos cabe fazer!”, atestou Eurico Monteiro, realçando, em contrapartida, que não basta que o Estado faça a sua parte porque “o Estado pode oferecer oportunidades, mas há coisas que seguramente não pode oferecer”. “O Estado não pode oferecer nem vontade, nem empenho, nem garra, nem comprometimento, nem estudo, nem sacrifício, nem esforço às pessoas. Isto é de cada um”, indicou.

Num evento onde brilhou o sucesso da cooperação triangular no domínio da formação profissional, com os irmãos Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe, o governante enalteceu o papel da EHTCV no crescimento da economia Cabo-verdiana, com atuação num setor vital para o desenvolvimento do país, que é o Turismo.

Para o Ministro, todos reconhecem a diferença que a EHTCV tem feito na qualidade dos serviços turísticos prestados. “Isto é absolutamente visível! Quem sai da escola sai com outra competência, o que aumenta consideravelmente a qualidade da oferta e qualifica o nosso destino turístico”, concluiu Eurico Monteiro, para quem o alcance da meta de um milhão e duzentos mil turistas em Cabo Verde, em 2024, muito deve à qualidade dos serviços que estamos a prestar.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

Ministro Eurico Monteiro preside lançamento da sociedade gestora de participações sociais Cabo Verde Investors Club (CVIC) destacando relevância da iniciativa para a diversificação da economia

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Ministro da Promoção de Investimentos e Fomento Empresarial, Eurico Monteiro, presidiu, esta quinta-feira, 17 de julho, ao ato de lançamento da Cabo Verde Investors Club (CVIC), uma sociedade de investimentos criada por um grupo diversificado de investidores nacionais e da diáspora, com o propósito de financiar startups inovadoras e escaláveis, com impacto económico e social sustentável, realçando a relevância da iniciativa para a diversificação da economia nacional, numa altura em que o mérito do crescimento económico é atribuído, quase que na totalidade, ao Turismo

“Para nós é sempre um motivo de satisfação quando notamos iniciativas empresariais que atuam em outros setores da economia e que vêm ao encontro daquilo que já há mais de dezenas de anos se dizia da necessidade da diversificação da nossa economia”, afirmou o Ministro.

Para o governante, não obstante a vitalidade do setor turístico, um importante motor da economia, a diversificação se mostra importante na medida em que evita a concentração excessiva numa única área, e, por conseguinte, o risco de um desmoronamento generalizado, como, aliás, aconteceu num passado recente.

Além da diversificação da economia, sublinhou o Ministro, este empreendimento traz uma outra importante vertente – a da promoção empresarial. “Estamos perante um projeto muito interessante que tem, na sua essência, a finalidade de provocar outros empreendimentos, promover a atividade empresarial e criar as condições para que essas entidades sejam viabilizadas, num contexto adequado ao seu desenvolvimento”, admitiu Eurico Monteiro, reconhecendo a importância do projeto para o reforço do tecido empresarial Cabo-verdiano.

“Estou absolutamente convencido de que, pela qualidade dos seus acionistas, da sua administração, do projeto e, sobretudo, da sua visão, o caminho será facilitado e, portanto, resta-nos augurar um grande sucesso a esta da CVIC”, finalizou o Ministro, saudando efusivamente o aparecimento desta empresa.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

África Ocidental: Fundo Africano de Desenvolvimento reforça a adaptação das cadeias de valor do arroz às alterações climáticas através de uma doação de mais de nove milhões de dólares

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Conselho de Administração do Fundo Africano de Desenvolvimento (http://apo-opa.co/4lBClDO), a janela concessional do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (www.AfDB.org), aprovou, a 17 de julho de 2025, em Abidjan, uma doação de 9,44 milhões de dólares ao Centro de Arroz para África (AfricaRice) para reforçar a adaptação das cadeias de valor do arroz às alterações climáticas na África Ocidental.

No total, 13 países da região serão abrangidos pelo projeto, que é financiado pelo Fundo através da sua Janela de Ação Climática (http://apo-opa.co/457ELUG): Benim, Burquina Faso, Costa do Marfim, Gâmbia, Gana, Guiné, Guiné-Bissau, Libéria, Mali, Níger, Senegal, Serra Leoa e Togo.

O projeto prevê aumentar a adoção de tecnologias e práticas de produção de arroz inteligentes face às alterações climáticas. No plano da produção, o projeto prevê melhorar a disponibilidade de sementes resilientes às alterações climáticas, reforçar os sistemas locais de sementes, melhorar a capacidade dos parceiros nacionais, reforçar a adoção de tecnologias e práticas de produção de arroz inteligentes face às alterações climáticas e melhorar o acesso dos produtores e transformadores de arroz aos serviços climáticos e aos sistemas de alerta precoce. No plano da transformação, o projeto irá promover tecnologias e práticas de transformação do arroz e apoiar as empresas comunitárias e o setor privado na adoção de inovações resilientes às alterações climáticas nas cadeias de valor do arroz.

O projeto fornecerá sementes a 11 mil agricultores, dos quais 4.950 são mulheres e 6.600 são jovens agricultores. Formará 12.600 agricultores e transformadores de arroz, apoiará 65 pequenas e médias empresas, fornecendo-lhes equipamentos e estabelecendo relações entre empresas, e facilitará a prestação de serviços climáticos e sistemas de alerta precoce através de uma plataforma digital e de radiodifusão a dois milhões de beneficiários.

Além disso, o projeto criará 47 mil oportunidades de emprego, incluindo 8 mil empregos permanentes e 39 mil empregos sazonais em explorações agrícolas. Prestará assistência técnica à produção de sementes de base, formando agricultores, produtores de sementes e agentes de extensão sobre as melhores práticas em matéria de multiplicação de sementes de base.

“A estratégia deste projeto é reduzir a vulnerabilidade e reforçar a resiliência das cadeias de valor do arroz, desde a produção até à comercialização, passando pela transformação, ao mesmo tempo que se reduzem as emissões de gases com efeito de estufa, através da difusão e adoção de práticas e tecnologias inteligentes face às alterações climáticas”, afirmou Marwan Ladki, engenheiro principal de irrigação do Banco Africano de Desenvolvimento, responsável pela formulação do Projeto de Desenvolvimento de Cadeias de Valor Regionais Resilientes do Arroz na África Ocidental (REWARD), do qual o presente projeto constitui a componente de adaptação às alterações climáticas (REWARD-Adaptação).

O acesso dos produtores e transformadores de arroz a serviços climáticos e sistemas de alerta precoce também será melhorado através do reforço da infraestrutura agrometeorológica e do acesso a informações climáticas, bem como garantindo a utilização eficaz dos sistemas de alerta precoce. Neste sentido, o projeto permitirá reforçar a rede de estações agrometeorológicas nos países visados, alargando e reforçando os sistemas de recolha de dados climáticos, a fim de ajudar os produtores e transformadores de arroz a obter informações meteorológicas em tempo real. 

O projeto fornecerá e garantirá, nomeadamente, a entrada em funcionamento de quatro estações meteorológicas automáticas por país, o que melhorará a cobertura espacial e as capacidades de monitorização do clima em benefício das cadeias de valor do arroz na África Ocidental.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Contato para os media:
Alexis Adélé
Departamento de Comunicação e Relações Externas
media@afdb.org

Sobre o AfricaRice:
O Centro de Arroz para África (AfricaRice), com sede na Costa do Marfim, é um centro pan-africano de excelência em investigação, desenvolvimento e capacitação no domínio do arroz. Contribui para reduzir a pobreza, garantir a segurança alimentar e nutricional e melhorar os meios de subsistência dos agricultores e outros atores da cadeia de valor do arroz em África, aumentando a produtividade e a rentabilidade dos sistemas agroalimentares baseados no arroz, assegurando simultaneamente a sustentabilidade dos recursos naturais.

Sobe o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org

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Líderes da saúde vão reunir-se em Moçambique para o fórum de inovação e acção para a imunização e sobrevivência infantil 2025

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

De 22 a 24 de julho, líderes globais da saúde, decisores políticos, filantropos, investigadores e activistas vão reunir-se em Maputo para o Fórum de Inovação e Acção para a Imunização e Sobrevivência Infantil 2025 (https://www.ChildHealthForum2025.com/). Este é um encontro de alto nível com o objectivo de acelerar o progresso na expansão do acesso à vacinação que salva vidas e pôr fim às mortes infantis evitáveis em toda a África Subsariana.

Baixar documento: https://apo-opa.co/3TJOhqP

Organizado pelos Governos de Moçambique e Serra Leoa, em parceria com o Governo de Espanha, a Fundação “la Caixa”, a Fundação Gates e a UNICEF, o fórum ocorre a apenas cinco anos do prazo estabelecido para os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) de 2030.

 “Moçambique orgulha-se de acolher este encontro crucial, num momento em que o mundo se encontra numa encruzilhada,” afirmou o Ministro da Saúde de Moçambique, Sua Excelência Dr. Ussene Isse. “Apesar da realidade inaceitável de perdermos milhões de crianças todos os anos por doenças evitáveis, o ritmo de progresso na redução dessas mortes tem abrandado nos últimos 10 anos — justamente quando precisamos de acelerar. As decisões que tomarmos agora vão determinar se cumpriremos a promessa feita a cada criança: sobreviver, prosperar e chegar ao seu quinto aniversário. Devemos agir com coragem, em conjunto e sem demora.”

Um momento decisivo para a sobrevivência infantil

Avanços notáveis reduziram em metade o número de mortes de crianças com menos de cinco anos desde o ano 2000. Apesar disso, actualmente quase cinco milhões de crianças ainda morrem todos os anos devido a causas evitáveis — 58% destas mortes ocorrem na África Subsariana. Doenças infecciosas evitáveis como pneumonia, malária, diarreia e meningite continuam entre as principais causas de morte nesta faixa etária, enquanto a desnutrição contribui para 45% de todas as mortes infantis a nível global.

“Não podemos permitir que o progresso estagne. Temos uma oportunidade de ouro para expandir o nosso impacto através de liderança ousada, financiamento sustentável e estratégias coordenadas para alcançar as populações mais vulneráveis,” disse Sua Excelência Dr. Austin Demby, Ministro da Saúde da Serra Leoa. “Inovações revolucionárias como as vacinas contra a malária, testes de diagnóstico rápidos e alimentos terapêuticos prontos para uso têm melhorado significativamente a nossa capacidade de salvar vidas e evitar mortes infantis. Ao integrarmos estas soluções inovadoras na nossa abordagem por Fases da Vida, garantimos que cada criança receba a intervenção certa no momento certo — seja uma vacina ao nascer, apoio nutricional durante um atraso no crescimento ou acompanhamento contínuo à medida que cresce; garantindo que nenhuma criança ou oportunidade seja deixada para trás.”

O fórum irá destacar os cortes históricos no financiamento global para programas de saúde pública, incluindo imunização. Com uma pressão crescente sobre os orçamentos dos países de baixo e médio rendimento — e com pouca margem para aumentar de imediato o financiamento doméstico ou filantrópico — o impacto destes cortes torna-se ainda mais grave, especialmente em contextos frágeis e afectados por conflitos, onde as crianças têm quase três vezes mais probabilidade de morrer antes dos cinco anos.

“Este fórum será mais um marco nos nossos esforços colectivos para construir um mundo onde cada criança possa crescer e prosperar,” afirmou Sua Alteza Real Infanta Cristina, Directora da Área Internacional da Fundação “la Caixa”. “É uma oportunidade única para continuar a lutar contra as desigualdades que afectam as populações mais vulneráveis, sempre alinhados com os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável e a Agenda 2030.”

Traçando um caminho claro para o futuro

O fórum será uma plataforma para partilhar boas práticas e explorar formas de escalar inovações, ferramentas de diagnóstico e soluções nutricionais para alcançar todas as crianças, especialmente aquelas que vivem em contextos de conflito ou afectados pelas mudanças climáticas. As sessões também vão abordar o fortalecimento da prestação de serviços através de plataformas integradas de saúde infantil, programas de agentes comunitários de saúde e ferramentas digitais, além de discutir mecanismos de financiamento sustentável, incluindo a mobilização de recursos domésticos, a coordenação de ajuda internacional e soluções financeiras inovadoras.

“Cada criança merece a oportunidade de crescer com saúde e prosperidade. Graças a soluções comprovadas e cuidados inovadores, conseguimos avanços notáveis para que mais crianças sobrevivam aos seus primeiros e mais vulneráveis anos de vida. Ao investir em sistemas de cuidados primários fortes e integrados, e ao garantir que cada criança receba cuidados que salvam vidas — independentemente de quem seja ou onde viva — podemos salvar milhões de vidas infantis e construir famílias, comunidades e futuros mais resilientes.”, afirmou a Dra. Yasmin Ali Haque, Directora de Saúde da UNICEF.

O encontro vai dar continuidade ao trabalho criado pelos Fóruns Globais de Pneumonia Infantil realizados em 2020 e 2023 (https://apo-opa.co/44UxUg0), reforçando parcerias de impacto, a vontade política e a mobilização de líderes africanos na saúde pública para garantir que todas as crianças estejam protegidas contra as principais ameaças à sua sobrevivência.

“Apesar dos progressos significativos, milhões de crianças continuam sem acesso a vacinas ou tratamentos contra doenças evitáveis. Este fórum é um apelo à acção para África e para o mundo, porque o capítulo final na luta global pela sobrevivência infantil será escrito neste continente. Devemos proteger as nossas crianças com as ferramentas que temos, investir nas inovações de que precisamos e garantir que nenhuma criança fique para trás.” disse Keith Klugman, Director de Pneumonia e Preparação para Pandemias da Fundação Gates.

Distribuído pelo Grupo APO para Innovation and Action for Immunization and Child Survival Forum 2025.

Para pedidos de entrevista, por favor contactar:

  • maider.mavie@ins.gov.mz – Para a imprensa baseada em Moçambique
  • wgaitho@globalhealthstrategies.com and wkariuki@globalhealthstrategies.com – Para a imprensa regional e internacional

Sobre o Fórum de Inovação e Acção para a Imunização e Sobrevivência Infantil 2025:
O Fórum 2025 reunirá participantes de países da África Subsariana e outras regiões incluindo representantes seniores dos Ministérios da Saúde, agências de desenvolvimento, doadores, academia, sociedade civil e sector privado. O foco estará em ferramentas novas e subutilizadas para promover o progresso na sobrevivência infantil, estratégias mais eficazes para mitigar riscos de doenças infecciosas, modelos de prestação de serviços mais eficientes, a necessidade de exercícios robustos de definição de prioridades — incluindo para sistemas de imunização de rotina e introdução de novas vacinas — e opções inovadoras de financiamento para a sobrevivência infantil.

Para mais informações sobre a agenda do fórum, visite:https://www.ChildHealthForum2025.com/

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Cabo Verde: Ministro da Família, Inclusão e Desenvolvimento Social visita creches e instituições beneficiadas pelo Edital de Cuidados 2024

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Ministro da Família, Inclusão e Desenvolvimento Social, Fernando Elísio Freire, realizou esta quinta-feira, 17 de julho, uma visita a várias creches subvencionadas e instituições apoiadas pelo Edital de Cuidados 2024, com o objetivo de acompanhar de perto os investimentos do Governo na área dos cuidados e da educação infantil.

Durante a jornada, o Ministro procedeu à entrega de kits ludo-pedagógicos a diversas creches, no âmbito de uma iniciativa desenvolvida em parceria com a UNICEF. Estes materiais visam reforçar a qualidade do ambiente educativo nas creches, promovendo o desenvolvimento integral das crianças desde os primeiros anos de vida.

A visita reafirma o compromisso do Governo com políticas públicas orientadas para a inclusão social e a erradicação da pobreza extrema, destacando o investimento no cuidado e no desenvolvimento infantil como uma prioridade estratégica para um futuro mais justo, equitativo e sustentável.

A agenda incluiu visitas à Creche Jardim Gulbenkian / Liga Nazarena de Solidariedade, Creche Ariel, Creche Doce Infância, Creche Patrulha Pata, Fundação da Criança Cabo-verdiana e a Associação Colmeia.

Estas instituições beneficiam do apoio do Edital de Cuidados 2024, instrumento através do qual o Ministério fortalece parcerias com organizações da sociedade civil, promovendo o acesso universal a serviços de cuidados e educação pré-escolar, com atenção especial às crianças, pessoas idosas e pessoas com deficiência em situação de vulnerabilidade.

O Edital de Cuidados representa um esforço concertado entre o Estado e as organizações parceiras, garantindo uma resposta mais eficaz e inclusiva às necessidades das famílias cabo-verdianas, e consolidando as bases de uma sociedade mais coesa e solidária.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

Cabo Verde: Governo promove reunião conjunta com associações que trabalham com crianças com necessidades especiais

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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No âmbito do reforço das políticas públicas de inclusão e proteção social, realizou-se nesta quarta-feira, 16 de julho, uma reunião conjunta entre os Ministros da Família, Inclusão e Desenvolvimento Social, da Educação e da Saúde, e representantes de associações que intervêm na área da inclusão de crianças com necessidades especiais.

O encontro teve como principal objetivo auscultar os desafios enfrentados por estas organizações, recolher propostas concretas e alinhar medidas intersectoriais que promovam uma resposta mais eficaz e integrada às necessidades destas crianças e das suas famílias.

Para o Ministro Fernando Elísio Freire, este encontro destaca a importância do diá. direto com a sociedade civil, afirmando que “as associações reconhecem o grande esforço que o país tem feito, mas também sabemos que ainda há muito por fazer”.

Durante a reunião, foram assumidos compromissos importantes, nomeadamente o reforço do Programa de Cuidados com Cuidadores, com a introdução de mais profissionais com formação específica para o apoio a pessoas com deficiência e necessidades especiais; a distribuição destes cuidadores pelas associações e pelas escolas, para atuarem como auxiliares nas salas de aula; a criação de unidades móveis de atendimento nas ilhas de Santo Antão e Brava; a inclusão da temática da deficiência e dos cuidados especiais no programa de formação inicial de professores, compromisso assumido pelo Ministro da Educação; e a implementação de um sistema de atendimento diferenciado no setor da Saúde, adaptado às especificidades de cada deficiência.

O Ministro reforçou ainda o compromisso do Governo em promover políticas públicas que integrem de forma transversal a dimensão da deficiência, tal como acontece com os marcadores de género.

Relativamente à proposta de criação de um instituto público dedicado às pessoas com deficiência, o Governo reconhece a pertinência da ideia e compromete-se a analisá-la com seriedade. Quanto ao aumento do duodécimo, o Ministro referiu que esta questão será abordada no âmbito da discussão do Orçamento de Estado para 2026.

Este encontro insere-se num esforço contínuo de construção de soluções conjuntas e no reforço do compromisso de que nenhuma criança fique para trás, promovendo uma sociedade mais justa, inclusiva e equitativa para todos.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

Soberania financeira de África: mobilizar capital institucional para o desenvolvimento e a resiliência

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

À medida que os fluxos globais de capital evoluem e a ajuda ao desenvolvimento tende a diminuir, África encontra-se num momento decisivo. A 28 de maio, durante os Encontros Anuais de 2025 do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (www.AfDB.org), líderes de alto nível, decisores políticos e especialistas financeiros reuniram-se para definir um novo rumo para o futuro financeiro do continente – um rumo baseado nos recursos e na criatividade africanos.

Organizado pelo Departamento de Mobilização de Recursos e Parcerias do Grupo Banco, em colaboração com a iniciativa Making Finance Work for Africa, sediada pelo Banco, este evento paralelo reuniu eminentes especialistas africanos.

Com uma queda de 10% na ajuda ao desenvolvimento e um recuo de 12% nos investimentos estrangeiros diretos, que caíram para 40 mil milhões de dólares, a urgência de mobilizar recursos internos torna-se premente. O continente enfrenta um déficit anual de financiamento de infraestruturas entre 68 e 108 mil milhões de dólares, atraindo apenas 2% dos investimentos globais neste setor.

“A verdadeira questão não é saber se o capital existe – ele existe. A questão é saber como mobilizá-lo em grande escala para investimentos produtivos e de alto impacto”, afirmou o vice-presidente do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento responsável pelo Setor Privado, Infraestruturas e Industrialização, Solomon Quaynor.

“África não é pobre. Os nossos investidores institucionais – fundos de pensões, fundos soberanos, companhias de seguros e até bancos centrais – gerem coletivamente mais de 2,1 biliões de dólares em ativos”, afirmou Quaynor na abertura da sessão. “Se apenas 5% desses fundos fossem direcionados para infraestruturas e para o setor privado, isso permitiria libertar mais de 100 mil milhões de dólares de capital a longo prazo para o continente”, exemplificou.

Parcerias e inovação

O evento destacou modelos inovadores liderados por africanos para mobilizar capital institucional. Por exemplo, a InfraCredit Nigeria, uma instituição pioneira em reforço de crédito, ajudou a garantir mais de 300 milhões de dólares em financiamento de longo prazo em moeda local para projetos de infraestruturas.

“O risco real associado aos ativos de infraestrutura é muitas vezes sobrestimado. Não registámos nenhuma perda na carteira de mais de 20 projetos em 12 setores em oito anos”, garantiu Chinua Azubike, diretor-geral da InfraCredit.

Tafara Ethiopis, vice-presidente da Sociedade Financeira Internacional (SFI, filial do Banco Mundial para o setor privado) para África, insistiu na necessidade de reforçar a bancabilidade dos projetos através de mecanismos de partilha de riscos mais eficazes.

“É essencial calibrar corretamente a distribuição de riscos e benefícios entre os setores público e privado para que os projetos sejam financiáveis”, sublinhou.

Os intervenientes identificaram também os principais obstáculos à mobilização de capital institucional e propuseram soluções concretas. Boitumelo Mosako, diretora-geral do Banco de Desenvolvimento da África Austral (DBSA), destacou o papel central da boa governação e da preparação rigorosa dos projetos. “É necessário investir em mecanismos de preparação de projetos para estruturá-los, reduzir os riscos e torná-los atraentes para os investidores institucionais”, alertou.

O diretor-geral da Comissão de Valores Mobiliários da Nigéria (SEC), Timi Agama, insistiu na importância das reformas regulamentares, da proteção dos investidores e da educação financeira: “Para libertar o capital doméstico, é preciso instaurar a confiança. Isso passa por mecanismos de supervisão, mas também por uma educação financeira aprofundada”.

Denis Charles Kouassi, diretor-geral da Caixa Nacional de Proteção Social da Costa do Marfim, destacou a alinhamento estratégico dos fundos de pensões com as prioridades de desenvolvimento nacionais: “Todos os produtos que geramos são reinvestidos diretamente na economia nacional para financiar os nossos serviços e estimular o crescimento”, afirmou.

Um apelo à ação coletiva

Mosako apelou a uma maior integração regional e a uma maior colaboração dentro do continente africano: “Sim, precisamos de governação e responsabilização, mas, como africanos, também temos de aprender a confiar uns nos outros”, salientou.

O Departamento de Mobilização de Recursos e Parcerias do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento está a levar a cabo várias ações destinadas a mobilizar o capital institucional africano, nomeadamente através de instrumentos como o Fundo Fiduciário para o Desenvolvimento dos Mercados de Capitais e parcerias estratégicas com partes interessadas regionais e mundiais.

“O momento exige visão. Exige também inovação. E, acima de tudo, exige ação”, defendeu Solomon Quaynor. “Vamos reunir o nosso capital, as nossas ideias e a nossa vontade para construir uma África onde as infraestruturas se tornem alavancas, e não obstáculos, à prosperidade”.

A sessão foi moderada por Victor Oladokun, conselheiro principal do presidente do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento para a comunicação e o envolvimento das partes interessadas.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Para ver as fotos desta sessão, clique aqui (https://apo-opa.co/4f1e4og).

Sobe o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org

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Maurícias: Banco Africano de Desenvolvimento defende reformas ousadas para desbloquear capital e acelerar o crescimento sustentável em relatório de 2025

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Banco Africano de Desenvolvimento (www.AfDB.org) instou as Maurícias a acelerarem as reformas estruturais para desbloquear o seu vasto potencial de capital e promover o crescimento sustentável a longo prazo. O Banco fez este apelo durante o lançamento do seu Relatório Económico Nacional de 2025 para as Maurícias, intitulado ‘Usar o capital das Maurícias para potenciar o seu desenvolvimento’.

O relatório observa que, embora as Maurícias continuem a apresentar um forte desempenho económico – registando um crescimento real do PIB de 4,9% em 2024, ligeiramente abaixo dos 5% de 2023 – ,as restrições estruturais e os choques externos continuam a comprometer a trajetória de crescimento do país. Os principais motores do crescimento em 2024 incluíram a construção, os serviços financeiros, o comércio e o turismo, onde as chegadas atingiram 1,38 milhões, representando 97% dos níveis pré-pandemia. Do lado da procura, o consumo e o investimento foram os principais contribuintes para o crescimento.

Apesar dos desafios persistentes, o relatório destaca o significativo potencial inexplorado das Maurícias. Em 2020, a riqueza nacional total da nação insular foi estimada em mais de 96 mil milhões de dólares – mais de seis vezes o seu PIB – incluindo capital humano, financeiro, natural e produzido. Além disso, os vastos recursos da economia oceânica das Maurícias, dentro da sua Zona Económica Exclusiva de 2,3 milhões de km², oferecem imensas oportunidades para o desenvolvimento de uma economia azul sustentável.

No seu discurso no evento de lançamento, Mahess Rawoteea, vice-secretário financeiro do Ministério das Finanças, acolheu as recomendações do relatório. “Estamos confiantes de que as reformas estruturais delineadas no discurso sobre o orçamento para 2025-2026 irão desbloquear investimentos significativos, particularmente em energia renovável, e contribuir para um maior crescimento do PIB”, afirmou.

Rawoteea enfatizou o papel central do capital humano no desenvolvimento das Maurícias, ao mesmo tempo que reconheceu desafios persistentes, tais como a qualidade da educação, a inadequação das competências, a baixa participação feminina no mercado de trabalho, as mudanças demográficas e a emigração dos jovens. Anunciou a criação de uma Unidade de Financiamento Climático no Ministério das Finanças para ajudar a colmatar o défice de financiamento climático do país.

“As Maurícias estão a empreender reformas institucionais para mobilizar melhor o capital nacional e estrangeiro e promover o desenvolvimento sustentável”, acrescentou. “Estamos a simplificar processos, a aumentar a transparência e a melhorar a facilidade de fazer negócios; a proteção ambiental, incluindo o combate à erosão das praias, também é uma prioridade fundamental”, salientou.

Rawoteea expressou o seu apreço pelo apoio do Banco Africano de Desenvolvimento, particularmente na mobilização de investimentos em energias renováveis e na economia oceânica – dois setores identificados como pilares do crescimento futuro.

No seu discurso, o Prof. Kevin Urama, economista-chefe e vice-presidente de Governação Económica e Gestão do Conhecimento do Grupo Banco, enfatizou o potencial mais amplo de transformação de África. “Se África se comprometer a investir no seu próprio desenvolvimento e a gerir os seus ativos de forma eficiente, poderá reduzir a dependência externa e aproveitar o seu enorme capital para um crescimento transformador”, defendeu.

Urama citou a fraca administração fiscal e as ineficiências na cobrança de receitas como os principais obstáculos ao desenvolvimento, instando a uma revisão fundamental da gestão das finanças públicas em todo o continente.

Wolassa Kumo, economista principal do Banco para as Maurícias, apresentou uma visão geral do relatório. O evento de lançamento atraiu altos funcionários governamentais, parceiros de desenvolvimento, líderes do setor privado e representantes da sociedade civil.

Entre os participantes estavam Hervé Lohoues, Diretor da Divisão do Departamento de Economia Nacional do Banco para a Nigéria, África Oriental e África Austral, e Nontle Kabanyane, Diretora Principal do Programa Nacional do Banco, que moderou um painel de discussão.

O painel explorou estratégias para mobilizar o capital interno de forma mais eficaz, reforçando as instituições, melhorando os quadros regulamentares, aumentando a transparência e a responsabilização e aprofundando a integração comercial regional. Os painelistas incluíram:

  • Dr. Zyaad Boodoo, Ministério do Ambiente, Gestão de Resíduos Sólidos e Alterações Climáticas (capital natural), Maurícias
  • Sr. Sanjev Bhonoo, Estatístico Principal, Estatísticas da Maurícia (capital natural)
  • Sr. Ricaud M. Auckbur, Diretor Técnico, Ministério da Educação e Recursos Humanos (capital humano), Maurícias
  • Sra. Zaahira Ebramjee, Chefe de Colaboração Económica Nacional, Business Mauritius (capital empresarial)
  • Sr. Vikram Ramful, Chefe de Listagem, Bolsa de Valores das Maurícias (capital financeiro)

Clique aqui (https://apo-opa.co/3IOyaWs) para descarregar o relatório.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Contacto para os media:
Emeka Anuforo
Departamento de Comunicação e Relações Externas
media@afdb.org

Sobre o Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org/pt

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Banco Africano de Desenvolvimento aprova financiamento para promover o acesso universal à energia no Ruanda

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Conselho de Administração do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (www.AfDB.org) aprovou 173,84 milhões de euros para o programa de Financiamento Baseado em Resultados no Setor Energético do Ruanda (RBF II) para modernizar a rede eléctrica, expandir o acesso à energia limpa e reforçar a capacidade institucional. 

O Banco Asiático de Investimento em Infraestruturas concederá um montante adicional de 86,92 milhões de euros, elevando o valor total do programa para 260,76 milhões de euros.

Esta é a segunda operação do setor de energia baseada em resultados do Banco no Ruanda, após um programa de 305 milhões de dólares aprovado em setembro de 2018, o que demonstra a preferência do Ruanda por uma abordagem de financiamento baseada no desempenho para colmatar as lacunas nas infraestruturas de energia.

O programa RBF II está ancorado no Plano Estratégico do Setor da Energia do Ruanda (ESSP II 2024-2029) e visa melhorar a qualidade de vida dos residentes, impulsionar o crescimento económico e reduzir a pobreza através de investimentos específicos no setor da energia. 

Especificamente, o programa está centrado na obtenção de resultados em três áreas: modernização e ampliação da rede e dos sistemas de eletricidade; aumento do acesso à eletricidade dentro e fora da rede e a tecnologias de cozinha limpas; e reforço da capacidade técnica e institucional.

Ligará 200 mil agregados familiares e 850 clientes de uso produtivo à rede nacional, acrescentará 50 mil novas ligações eléctricas através de soluções fora da rede, fornecerá dispositivos de cozinha limpa a 100 mil agregados familiares e 310 instituições públicas, e instalará iluminação pública em 200 km de estradas em cidades secundárias do Ruanda.

O programa RBF II é um resultado fundamental no âmbito das cinco áreas estratégicas, conhecidas como High-5, do Banco: “Iluminar e eletrificar África” e “Melhorar a qualidade de vida das pessoas de África”. Além disso, contribuirá para o cumprimento da Iniciativa Missão 300 do Banco Africano de Desenvolvimento e do Banco Mundial para ligar 300 milhões de africanos à eletricidade até 2030.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Contacto para os media:
Departamento de Comunicação e Relações Externas
media@afdb.org

Sobre o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org

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Ministro da Família visita famílias beneficiárias do Programa de Inclusão Produtiva em Santa Cruz

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Ministro da Família, Inclusão e Desenvolvimento Social, Fernando Elísio Freire, realizou esta quarta-feira, 16 de julho, uma visita ao município de Santa Cruz para acompanhar de perto o impacto do Programa de Inclusão Produtiva nas famílias beneficiárias.

No terreno, o Ministro destacou que o objetivo da visita é avaliar os resultados concretos das políticas sociais implementadas. Segundo o governante, “Estamos aqui para ver o impacto positivo que o programa está a ter na vida das pessoas. São famílias que, com esforço próprio e apoio institucional, conseguiram iniciar ou reforçar os seus negócios, gerar rendimento e melhorar as suas condições de vida.”

O Programa de Inclusão Produtiva já beneficiou cerca de 2.000 famílias a nível nacional. Em Santa Cruz, são 74 famílias apoiadas diretamente. Para o Ministro, este programa é parte de uma estratégia mais ampla de combate à pobreza, com resultados visíveis.

“Hoje, a taxa de pobreza extrema em Cabo Verde está nos 2,8%, o valor mais baixo de sempre. Isto é resultado de políticas sociais assertivas, do crescimento económico e do foco nas pessoas que mais precisam”, sublinhou o Ministro.

Além do programa de inclusão produtiva, outras medidas sociais estão em curso no município e, atualmente, mais de 800 famílias beneficiam do Rendimento Social de Inclusão (RSI), mais de 1.000 famílias têm acesso a pensões sociais e mais de 2.000 famílias têm acesso à água e eletricidade através da tarifa social.

Para o Ministro, estes programas aumentam a autoestima e a ambição das famílias acompanhadas. “As pessoas sentem-se dignificadas. Dependem do seu próprio trabalho e agora querem crescer, investir mais, reforçar os seus negócios. Isso traduz-se numa mudança real na sua qualidade de vida.”, destacou o governante.

O Governo prevê alargar, nas próximas fases, o acesso a creches e jardins de infância, beneficiando milhares de crianças dos 0 aos 5 anos, reforçando o compromisso com a inclusão social desde a primeira infância.

“Estamos a trabalhar para eliminar a pobreza extrema em Cabo Verde. É um compromisso assumido e estamos a alcançar resultados concretos. O Cadastro Social Único é um instrumento eficaz e os resultados falam por si”, concluiu o Ministro.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.