Cabo Verde: Ministro do Turismo e Transportes visita obras do novo Pontão de Santa Maria

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Ministro do Turismo e Transportes, José Luís Sá Nogueira, realizou uma visita de acompanhamento às obras do novo Pontão de Santa Maria, na ilha do Sal, com o objetivo de aferir o andamento dos trabalhos e acompanhar de perto as intervenções em curso.

Atualmente, a obra encontra-se numa fase inicial, centrada sobretudo nos estudos técnicos indispensáveis à sua execução, nomeadamente o diagnóstico do subsolo e a realização de testes hidráulicos, etapas consideradas fundamentais tendo em conta a localização costeira do pontão e as exigências de segurança estrutural.

Em paralelo, já é visível o avanço da edificação da estrutura que irá acolher a futura praça pedonal, concebida como um espaço de acolhimento e fruição para residentes e visitantes.

A intervenção no Pontão de Santa Maria insere-se num projeto estruturante de requalificação urbana e turística, com um prazo de execução estimado em cerca de dois anos e visa devolver à cidade um equipamento emblemático, reforçando a segurança, a valorização paisagística e a qualidade da experiência turística.

A infraestrutura, orçada em 8,9 milhões de euros, para além da componente turística, assume também uma forte dimensão social e económica, ao integrar soluções que conciliam o uso público do espaço com as atividades tradicionais ligadas ao mar.

O Ministro também deslocou-se igualmente ao mercado do peixe e ao espaço de reassentamento provisório dos pescadores, construído em articulação com a Associação dos Pescadores de Santa Maria.

Este espaço foi concebido para garantir condições adequadas durante o período de execução da obra, dispondo de cacifes individuais, áreas de despensa e instalações sanitárias, assegurando dignidade, funcionalidade e continuidade da atividade piscatória.

Nas visitas que aconteceram no sábado, 10 de janeiro, o Ministro do Turismo e Transportes, José Luís Sá Nogueira, esteve acompanhado do Presidente do Instituto do Turismo de Cabo Verde, Jair Fernandes, e do coordenador do Gabinete de Gestão das Zonas Turísticas Especiais, Victor Cardoso.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

Níger enfrenta piora da desnutrição aguda infantile

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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Mais de 1,6 milhão de crianças com menos de cinco anos enfrentam ou estão em risco; baixa diversidade alimentar e acesso limitado a serviços de saúde e nutrição agravam a situação; apesar do progresso, refugiados e deslocados continuam entre os mais vulneráveis.

Mais de 1,6 milhão de crianças com menos de cinco anos enfrentam ou correm o risco de sofrer de desnutrição aguda em Níger até julho.  Deste número, mais de 410 mil devem enfrentar desnutrição aguda severa em intervalo de um ano.

Embora a situação nutricional do país apresente alguns sinais de melhora, em comparação com o ano anterior, o nível de gravidade permanece alarmante em várias regiões. 

Regiões críticas e evolução projetada da crise

A análise realça que além do número elevado de crianças, cerca de 306 mil mulheres grávidas e lactantes também deverão sofrer de desnutrição aguda, aumentando os riscos para mães e recém-nascidos.

Durante o pico da desnutrição, entre agosto e novembro de 2025, toda a região de Diffa, os departamentos de Bermo e Tessoua em Maradi e áreas de refugiados em Agadez, Diffa e Maradi foram classificados como situações de emergência. Trata-se da Fase 4 da Classificação Integrada da Segurança Alimentar e Nutricional, IPC.

A situação tende a melhorar, parcialmente, entre dezembro de 2025 e abril de 2026. Nesse período espera-se a redução de casos de diarreia e malária e que haja maior disponibilidade de alimentos. 

Espera-se que algumas áreas passem da Fase 3, crise, para a Fase 2 de alerta, e outras devem regredir da Fase 4 para a Fase 3.

Fatores que impulsionam a desnutrição

Com o início da estação chuvosa e do período de escassez alimentar, entre maio e julho de 2026, as condições devem deteriorar-se novamente. As projeções indicam 33 áreas na Fase 3 e 10 áreas na Fase 4, estando a região de Diffa, o departamento de Say e duas áreas de refugiados em risco de agravamento.

A crise nutricional no Níger é resultado de uma combinação de fatores estruturais e humanitários. Entre os principais estão o baixo consumo alimentar e a falta de diversidade na dieta das crianças, o que compromete o crescimento e o desenvolvimento infantil.

Doenças como malária, infeções respiratórias, febre e diarreia continuam amplamente disseminadas, agravadas por condições precárias de água, saneamento e higiene. O acesso limitado à água potável e a elevada taxa de defecação a céu aberto aumentam o risco de infeções.

Práticas alimentares inadequadas e a insegurança

Práticas inadequadas de alimentação infantil, incluindo uma baixa taxa de amamentação e interrupção precoce até os dois anos de idade, também contribuem para os altos níveis de desnutrição. 

A situação é agravada pela cobertura insuficiente de programas de tratamento da desnutrição aguda e pela fragilidade do sistema de saúde.

Além disso, inundações causadas por chuvas intensas e pelo transbordamento do rio Komadougou e dos seus afluentes também agravam o contexto humanitário, assim como a insegurança vivida, que continua a provocar deslocamentos populacionais.

Distribuído pelo Grupo APO para UN News.

FINANÇAS PÚBLICAS: Executivo aprova Plano Anual de Endividamento para 2026

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Executivo aprovou o Plano Anual de Endividamento para o Exercício Económico de 2026, que prevê uma captação global estimada em 15.035,32 mil milhões de kwanzas, destinada a assegurar o financiamento da execução do Orçamento Geral do Estado deste ano.

A decisão consta do Decreto Presidencial n.º 1/26, de 5 de Janeiro, e enquadra-se na necessidade de garantir recursos financeiros para a cobertura das despesas públicas previstas no OGE 2026, respeitando os limites legalmente estabelecidos.

De acordo com o diploma, a captação de recursos será realizada nos mercados interno e externo, em conformidade com os instrumentos de financiamento disponíveis, visando responder às necessidades de tesouraria do Estado ao longo do exercício económico.

O documento define, ainda, parâmetros para a gestão do endividamento público, permitindo ajustamentos em função das condições de mercado, sem prejuízo do controlo da sustentabilidade da dívida.

ENDIVIDAMENTO DE MÉDIO PRAZO

No mesmo contexto, o Executivo aprovou a Estratégia de Endividamento de Médio Prazo para o período 2026-2028, através do Decreto Presidencial n.º 2/26, igualmente de 5 de Janeiro.

A nova estratégia dá continuidade às orientações seguidas no triénio anterior e visa consolidar uma gestão prudente da dívida pública, assegurando a sustentabilidade financeira e a estabilidade macroeconómica do país.

Com a entrada em vigor da Estratégia de Endividamento de Médio Prazo 2026-2028, fica revogado o Decreto Presidencial n.º 52/24, de 15 de Fevereiro, que regulava o período 2024-2026.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Angola.

Levene Energy assegura uma Linha de Crédito de 64 milhões de Dólares do Afreximbank para Adquirir Participação Estratégica na Axxela Limited

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) (www.Afreximbank.com) concedeu uma Linha de Crédito no valor de 64 milhões de dólares ao Levene Energy Development Limited. A linha de crédito apoia o compromisso de capital do Levene Energy com a Bluecore Gas Infraco Limited (a “Adquirente”) para a aquisição de uma participação de 30% do capital da Axxela Limited, uma das principais empresas de infra-estruturas de gás e energia da África Ocidental.

Esta transacção histórica proporciona ao Levene Energy entrada directa nos sectores regulamentados a nível intermédio e a jusante do gás da Nigéria. Representa uma diversificação significativa da sua actividade principal de comercialização de petróleo e produtos petrolíferos refinados para receitas estáveis e de longo prazo apoiadas em infra-estruturas, reflectindo o objectivo do Levene Energy de fazer a transição para uma empresa de energia totalmente integrada com fluxos de receitas recorrentes ancorados em activos apoiados em infra-estruturas.

Para além do seu significado comercial, o investimento apoia os objectivos regionais de transição energética, expandindo o acesso ao gás natural. A Axxela está estrategicamente posicionada para liderar a transição energética da Nigéria através dos seus investimentos em infra-estruturas de gás, produção de energia e soluções de energias mais limpas. Com um conjunto de projectos robusto, fortes parcerias regionais e um modelo de negócio reestruturado, a Axxela está bem equipada para garantir um crescimento sustentável e aprofundar o seu impacto no panorama energético da África Ocidental.

Ao comentar sobre o financiamento, o Vice-Presidente Executivo do Afreximbank para a Banca Comercial Global, Sr. Haytham Elmaayergi, destacou a importância da transacção, que está alinhada com as prioridades estratégicas de financiamento do Afreximbank no âmbito dos seus pilares de Liderança na Banca Comercial Global, Comércio Intra-Africano e Industrialização. “A nossa principal força reside nas parcerias estratégicas que estabelecemos com os principais intervenientes africanos. Este acordo reflecte o compromisso do Banco em promover o investimento do sector privado em infra-estruturas críticas, promovendo a segurança energética em toda África e reforçando as cadeias de valor regionais no sector do petróleo e gás. Ao apoiar a iniciativa estratégica do Levene Energy no domínio das infra-estruturas de gás, estamos a apoiar a transição crítica para fontes de energia mais limpas, melhorando a segurança energética regional e reforçando as cadeias de valor intra-africanas.”

Comentando sobre a aquisição, o Responsável pelo Desenvolvimento Corporativo do Levene Energy, Sr. Sam Aofolaju, observou que a linha de crédito do Afreximbank é um catalisador para o foco estratégico de crescimento do Levene Energy, que vai além do comércio de commodities (produtos de base) para as energias renováveis (energia solar) e agora para a espinha dorsal da infra-estrutura de gás e energia da África Ocidental – um pilar essencial da transição para as energias limpas no continente. O financiamento do Afreximbank não só valida a nossa visão, como sublinha a nossa convicção comum de que infra-estruturas resilientes e de propriedade local constituem a base para um desenvolvimento económico duradouro em toda África.

A parceria entre o Afreximbank e o Levene Energy remonta ao ano de 2019, tendo iniciado com linhas de crédito para o financiamento do comércio. Desde então, evoluiu para uma colaboração estratégica que apoia a transformação do Levene de um operador a jusante para um importante comerciante pan-africano e, agora, um investidor em infra-estruturas de gás.

Distribuído pelo Grupo APO para Afreximbank.

Contacto para a Imprensa do Afreximbank:
Vincent Musumba
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Sobre o Afreximbank:
O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) é uma instituição financeira multilateral pan-africana com mandato para financiar e promover o comércio intra e extra-africano. Há mais de 30 anos que o Banco utiliza estruturas inovadoras para oferecer soluções de financiamento que apoiam a transformação da estrutura do comércio africano, acelerando a industrialização e o comércio intra-regional, impulsionando assim a expansão económica em África. Apoiante firme do Acordo de Comércio Livre Continental Africano (ACLCA), o Afreximbank lançou um Sistema Pan-Africano de Pagamento e Liquidação (PAPSS) que foi adoptado pela União Africana (UA) como plataforma de pagamento e liquidação para sustentar a implementação da ZCLCA. Em colaboração com o Secretariado da ZCLCA e a UA, o Banco criou um Fundo de Ajustamento de 10 mil milhões de dólares para apoiar os países que participam de forma efectiva na ZCLCA. No final de Dezembro de 2024, o total de activos e contingências do Afreximbank ascendia a mais de 40,1 mil milhões de dólares e os seus fundos de accionistas a 7,2 mil milhões de dólares. O Afreximbank tem notações de grau de investimento atribuídas pela GCR (escala internacional) (A), Moody’s (Baa2), China Chengxin International Credit Rating Co., Ltd (CCXI) (AAA), Japan Credit Rating Agency (JCR) (A-) e Fitch (BBB-). O Afreximbank evoluiu para uma entidade de grupo que inclui o Banco, a sua subsidiária de fundo de impacto de acções, denominada Fundo para o Desenvolvimento das Exportações em África (FEDA), e a sua subsidiária de gestão de seguros, AfrexInsure (em conjunto, “o Grupo”). O Banco tem a sua sede em Cairo, Egipto.

Para mais informações, visite: www.Afreximbank.com.

Sobre o Levene Energy Group:
O Levene Energy Group é uma empresa global de energia de origem africana, comprometida em fornecer soluções integradas em toda a cadeia de valor do petróleo, gás e energias renováveis. Fundada com a visão de impulsionar o crescimento industrial de África, o Levene evoluiu de uma empresa líder no comércio de commodities (produtos de base) para uma empresa diversificada no sector energético, com operações que abrangem o comércio, serviços a montante, engenharia e desenvolvimento de energias limpas.

Moçambique implementa e expande programa para reforçar adaptação climática

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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Moçambique, um dos países mais vulneráveis às alterações climáticas em África, enfrenta desafios estruturais agravados por choques económicos, conflitos e fenómenos meteorológicos extremos.  

Para responder a estes riscos e proteger os ganhos de desenvolvimento, o país tem apostado num modelo descentralizado de adaptação climática, integrando o financiamento climático nos sistemas nacionais e locais de planeamento e orçamento. 

Programa LoCAL apoia adaptação climática

O Governo de Moçambique, com apoio do Fundo de Desenvolvimento de Capital das Nações Unidas, Uncdf, implementou o programa “Local Climate Adaptive Living Facility”, LoCAL, com o objetivo melhorar a resiliência climática reforçando o acesso dos governos locais a financiamento baseado no desempenho.  

O LoCAL foi lançado em 2014 como um programa de financiamento climático concebido pelo Uncdf e implementado em Moçambique através dos Ministérios da Economia e Finanças e da Terra e Ambiente.

O programa opera atualmente em sete províncias, Gaza, Inhambane, Nampula, Niassa, Zambézia, Cabo Delgado e Sofala, e tem como objetivo melhorar a resiliência climática reforçando o acesso dos governos locais a financiamento baseado no desempenho. 

O LoCAL utiliza subvenções de resiliência climática baseadas no desempenho, integradas nos processos existentes de planeamento, orçamentação e investimento a nível local.  

Para aceder aos fundos, as autoridades subnacionais devem cumprir critérios mínimos, incluindo avaliações de risco climático e a integração da adaptação climática nos planos de desenvolvimento de forma participativa e sensível ao género. 

Resultados e impacto em comunidades vulneráveis 

Até 2024, o programa beneficiou diretamente mais de 3 milhões de pessoas através da implementação de mais de 100 projetos de infraestruturas adaptadas ao clima, incluindo centros de saúde, maternidades, escolas, sistemas de abastecimento de água e unidades de dessalinização.  

Cerca de 65% dos projetos foram selecionados por mulheres, e a participação comunitária contribuiu para a criação de emprego local e para o reforço dos meios de subsistência resilientes.

Em resposta aos resultados alcançados, o Governo solicitou em 2022 a expansão do LoCAL a nível nacional. Até 2024, o programa abrangia 54 dos 154 distritos e 7 dos 65 municípios do país, com atividades de planeamento da adaptação climática em nove das 11 províncias.  

Mais de US$ 30 milhões foram mobilizados em subvenções baseadas no desempenho e no reforço de capacidades, contribuindo para a institucionalização da adaptação climática e para o fortalecimento da governação descentralizada. 

Integração nos sistemas nacionais de planeamento e finanças públicas

O LoCAL apoia os ciclos anuais de planeamento e orçamento dos governos locais através dos sistemas fiscais existentes, com avaliações de desempenho que orientam a alocação futura de recursos e o apoio técnico. 

Um sistema de monitorização e avaliação permite que as lições aprendidas a nível local informem políticas nacionais, promovendo a integração das considerações climáticas em todas as fases da gestão das finanças públicas. 

A experiência de Moçambique com o LoCAL é um caso da transformação de vulnerabilidades climáticas em oportunidades de desenvolvimento. 

Apresenta um modelo escalável de financiamento climático descentralizado, assente na liderança comunitária, em critérios de desempenho e no alinhamento com os sistemas nacionais, reforçando a capacidade do país para enfrentar riscos climáticos e apoiar o desenvolvimento local.

Distribuído pelo Grupo APO para UN News.

Cabo Verde: Ministra da Justiça visita Instalações da Direção Geral de Apoio ao Processo Eleitoral

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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A visita insere-se no âmbito das deslocações que a Ministra Joana Rosa tem vindo a realizar durante o mês de janeiro e abarca instituições ligadas ao Ministério que tutela.

Na visita à Direção Geral de Apoio ao Processo Eleitoral (DGAPE), Joana Rosa reuniu-se com toda a equipa de colaboradores, procurando saber sobre o andamento de todo o processo eleitoral, num ano em que o país vai às urnas, tanto em eleições legislativas como em eleições presidenciais. A reunião ainda serviu para a Ministra se inteirar do funcionamento da instituição e da própria situação laboral dos colaboradores, tendo transmitido uma mensagem de confiança e otimismo no novo ano que ora se inicia.

Relativamente ao processo eleitoral, Joana Rosa garantiu que toda a logística já está montada, no concernente aos equipamentos indispensáveis aos atos eleitorais, como sejam biombos, urnas, tinta indelével, entre outros. A governante assegurou ainda que está na forja a modernização do próprio processo eleitoral, cujo epí. será em futuras eleições, através do recenseamento automático, da fiscalização e das auditorias.

“A DGAPE já ministrou formações a todas as Comissões Regionais de Eleições (CREs), desenvolvemos um sistema para o recenseamento na diáspora, que passou pelo crivo da Comissão Nacional de Eleições (CNE), com uma plataforma disponível no portal consular e, neste momento, estamos com um nível elevado de novos recenseados na diáspora, chegando aos 9 mil até ontem” afiançou Joana Rosa.

Contudo, segundo Joana Rosa, “a constituição das CREs na Diáspora depende da consensualização do Parlamento cabo-verdiano, sem prejuízo de qualquer cidadão poder dirigir-se aos postos consulares e as embaixadas para efetuar o seu recenseamento. Para os atos eleitorais de 2026 há um número elevado de transferências, devido à saída significativa de pessoas para o estrangeiro.”

A finalizar, a Ministra deixou a garantia que tudo está sendo preparado para que não haja atrasos na entrega dos equipamentos para os atos eleitorais e que todo o processo seja confiável, transparente e com controlo de qualidade. Também pediu a colaboração da comunicação social nos trabalhos de sensibilização das pessoas para o recenseamento nacional.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

República Democrática do Congo (RD Congo) tem mais de 87 mil pessoas desprovidas de ajuda humanitária

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários, Ocha, soou o alarme face à piora da violência na província de Itúri, na República Democrática do Congo, RD Congo.

A situação continua a causar vítimas civis e a comprometer o acesso humanitário. 

Pessoas deslocadas isoladas da assistência

Um dos exemplos é a insegurança na cidade de Bule e nas áreas circundantes que tem impedido, há mais de um mês, a prestação de assistência vital a dezenas de milhares de pessoas. 

Parceiros humanitários indicam que a insegurança cortou o acesso à ajuda a mais de 87 mil deslocados internos que vivem nessas regiões. As famílias enfrentam escassez crítica de alimentos, cuidados de saúde e água potável.

As autoridades locais relatam que os combates em Bule e zonas vizinhas prosseguem desde 5 de dezembro. Pelo menos 25 civis foram mortos, devido às duras condições de vida, à falta de cuidados médicos e à fome, e mais de 40 ficaram feridos ao longo do último mês.

Operações humanitárias suspensas

A situação de segurança volátil levou à suspensão das operações humanitárias nas áreas afetadas por mais de um mês. 

Paralelamente, a interrupção prolongada da ajuda está a agravar a vulnerabilidade de populações que já foram forçadas a abandonar as suas casas várias vezes.

O Ocha recordou a todas as partes em conflito as suas obrigações ao abrigo do direito internacional humanitário, incluindo a proteção dos civis e a garantia da segurança dos trabalhadores e bens humanitários. 

O Escritório sublinhou que o acesso humanitário seguro, previsível e sem entraves é essencial para prestar assistência vital e evitar um maior agravamento da situação.

A comunidade humanitária disse estar pronta para intensificar a resposta assim que o acesso seja garantido.

Distribuído pelo Grupo APO para UN News.

Peritos da ONU pedem ao Uganda garantias de direitos humanos antes das eleições

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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Um grupo de especialistas* independentes das Nações Unidas lembrou ao Governo de Uganda da sua obrigação de garantir a participação da população nos assuntos públicos sem violência e discriminação.

Uma nota publicada em Genebra alerta para “um clima generalizado de medo” no país africano, na preparação para as eleições gerais agendadas para 15 de janeiro. Para eles, esse cenário “não é propício à realização de eleições pacíficas”.

Apoiadores da oposição

O ambiente eleitoral é marcado por alegações de desaparecimentos forçados, uso desproporcional da força contra apoiadores da oposição política e a intensificação da repressão à sociedade civil e à mídia independente.

Os padrões até agora observados são considerados preocupantes e “muito semelhantes aos relatados nas eleições de 2021”. Nesse ano, pelo menos 18 casos de desaparecimento forçado foram confirmados.

Desde o início da campanha eleitoral para a atual corrida eleitoral, as autoridades teriam mobilizado forças de segurança de forma robusta “para reprimir os comícios do principal partido de oposição, a Plataforma de Unidade Nacional, NUP.

As forças policiais usaram agentes químicos inflamatórios, canhões de água e munição real a curta distância, resultando em pelo menos uma morte confirmada.

Uso de veículos não identificados

Em 2025 há alegações de que houve 160 casos de desaparecimento forçado com agentes de segurança utilizando veículos não identificados para sequestrar membros da oposição e mantê-los em detenção incomunicável em “casas de segurança” não identificadas.

Outra questão é a presença permanente de veículos de controle de multidões, como canhões de água, “sem que haja uma situação específica que justifique seu uso” o que o s peritos consideram que não é um bom presságio para eleições pacíficas.

Até 550 membros e apoiadores da NUP teriam sido presos devido a atividades políticas. O governo também não cumpriu prontamente uma decisão da Suprema Corte que exigia a transferência dos casos de tribunais militares para civis.

Os especialistas defendem que é preciso aprimorar várias questões para assegurar que as eleições de 2026 ocorram livres de violência e represálias.

Período da campanha eleitoral

Outro ponto observado pelos especialistas foi a liberdade de imprensa e os direitos digitais. Para o grupo estes “não devem ser atacados simultaneamente, como tem acontecido durante todo o período da campanha.”

Em março, pelo menos 32 jornalistas foram agredidos ou tiveram seus equipamentos danificados durante uma única eleição suplementar. As autoridades ugandesas suspenderam programas de rádio e repórteres tiveram suas credenciais confiscadas por cobertura crítica do Parlamento. A dissidência online está sendo silenciada por meio da Lei de Abuso de Computadores.

Os especialistas observaram ainda que defensores dos direitos humanos e organizações da sociedade civil enfrentaram barreiras arbitrárias, incluindo o congelamento de contas bancárias, atrasos na renovação de licenças e a instrumentalização de onerosos memorandos de entendimento em nível distrital.

Acesso não autorizado a telefones

As medidas relatadas afetam ainda organizações que trabalham com orientação sexual e identidade de gênero.

Novos relatos sobre vigilância digital de defensores dos direitos humanos e líderes da sociedade civil, incluindo o acesso não autorizado a telefones e o uso de softwares maliciosos, “surgiram no período que antecede as eleições.”

Os especialistas também pediram às autoridades o fim imediato da violência, que elas expliquem o paradeiro dos desaparecidos, acabem com o uso de força e das medidas desproporcionais, como o bloqueio da internet ou das redes sociais.

*Os especialistas são independentes da ONU e não recebem salário pelo seu trabalho.

Distribuído pelo Grupo APO para UN News.

Cabo Verde reconhecido pelo sucesso da Cooperação Sul-Sul com a China e a FAO

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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No âmbito da visita oficial de seis dias à República Popular da China, o Ministro da Agricultura e Ambiente, Gilberto Silva, tem vindo a desenvolver uma intensa agenda de trabalho, com destaque para o fortalecimento da cooperação internacional no setor agroalimentar.

Durante a sua visita, Gilberto Silva destacou os resultados alcançados no âmbito do Projeto de Cooperação Sul-Sul China–FAO–Cabo Verde, cujo ponto alto foi o encontro, em Pequim, com o Vice-Ministro da Agricultura da China, HUANG Sanyuan.

Na ocasião, Cabo Verde foi reconhecido pelas autoridades chinesas pelos resultados muito positivos do projeto, com a implementação, desde setembro de 2023, e avanços significativos, no reforço das capacidades técnicas, na transferência de conhecimento e na adaptação da agricultura às mudanças climáticas. A China reafirmou o seu compromisso em aprofundar esta parceria estratégica, considerando o projeto uma base sólida para o desenvolvimento agrícola de médio e longo prazo.

O Ministro manifestou grande satisfação com os resultados alcançados, sublinhando o impacto concreto da cooperação no fortalecimento do setor agroalimentar, na segurança alimentar e no desenvolvimento sustentável do país, destacando, ainda, o potencial do projeto para gerar benefícios duradouros para Cabo Verde.

No âmbito desta visita, Gilberto Silva realizou encontros institucionais, incluindo uma visita ao Centro de Cooperação Internacional do Ministério da Agricultura e Assuntos Rurais e à empresa CMEC Group – China Machinery Engineering Corporation, que demonstrou interesse em cooperar com Cabo Verde na identificação de soluções e equipamentos agrícolas adequados à realidade nacional.

Esta visita, que abrange as cidades de Pequim, Hunan e Xangai, reforça o compromisso de Cabo Verde em consolidar parcerias estratégicas e promover uma agricultura mais moderna, resiliente e sustentável.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

Presidente, CEO e 14 Primeiras-Damas da Fundação Merck procedem à abertura da 7ª Edição Cimeira da Iniciativa das Primeiras-Damas da Fundação Merck – MFFLI em Dubai

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

​Fundação Merck (www.Merck-Foundation.com), o braço filantrópico da Merck KGaA Alemanha, realizou a 7ª Edição da Cimeira da Iniciativa das Primeiras-Damas da Fundação Merck – MFFLI 2025 nos dias 19 e 20 de Junho em Dubai, Emirados Árabes Unidos. Foi inaugurada pelo Prof. Dr. Frank Stangenberg-Haverkamp, Presidente do Conselho de Curadores da Fundação Merck e pela Senadora, Dra. Rasha Kelej, CEO da Fundação Merck e Presidente da Iniciativa das Primeiras-Damas da Fundação Merck juntamente com Primeiras-Damas de 14Países Africanos e Asiáticos, que participaram como Convidadas de Honra e Oradores Principais.

A Senadora Drª Rasha Kelej, CEO da Fundação Merck e Presidente da “Iniciativa das Primeiras-Damas da Fundação Merck” enfatizou, “É uma grande honra para mim, dar as boas-vindas às nossas estimadas Convidadas de Honra e Oradoras Principais, as Primeiras-Damas de África e da Ásia e Embaixadoras da nossa campanha “Mais do que uma Mãe” na 7ª Edição da Cimeira da Iniciativa das Primeiras-Damas da Fundação Merck – MFFLI.

Através dessa importante plataforma, trocamos experiências valiosas colectivamente e envolvemo-nos em discussões significativas sobre o impacto dos nossos programas, que visam transformar o atendimento ao paciente e aumentar a conscientização sobre uma ampla gama de questões sociais e de saúde críticas. ”

O Prof. Dr. Frank Stangenberg Haverkamp, ​​Presidente do Conselho de Curadores da Fundação Merck acrescentou: “Na Fundação Merck, o nosso objectivo é melhorar a saúde e o bem-estar em geral, fortalecendo a capacidade de atendimento à saúde e garantindo o acesso a soluções de saúde de qualidade e equitativas em África, Ásia e em outros lugares. Gostaria de agradecer sinceramente às nossas Embaixadoras e parceiras. Juntos, com o seu apoio e colaboração inabaláveis, continuaremos a trabalhar em prol da nossa visão de um mundo onde todos possam gozar uma vida saudável e feliz. ”

As Primeiras-Damas de 14 Países, que também são Embaixadoras da “Fundação Merck Mais Que uma Mãe”, participaram como Convidadas de Honra e Oradoras. Elas são:

  • S.E. Drª. ANA DIAS LOURENÇO, Primeira-Dama da República de Angola
  • S.E. Drª. DÉBORA KATISA CARVALHO, Primeira-Dama da República de Cabo Verde
  • S.E. Senhora BRIGITTE TOUADERA, Primeira-Dama da República Centro-Africana
  • S.E. Senhora ZITA OLIGUI NGUEMA, Primeira-Dama da República Gabonesa
  • S.E. Sr.ª FATOUMATTA BAH-BARROW, Primeira-Dama da República da Gâmbia
  • S.E. Sr.ª LORDINA DRAMANI MAHAMA, Primeira-Dama da República do Gana
  • S.E. Sr.ª RACHEL RUTO E.G.H., Primeira-Dama da República do Quénia
  • S.E. Sr.ª KARTUMU YARTA BOAKAI, Primeira-Dama da República da Libéria
  • S.E. Sr.ª SAJIDHA MOHAMED, Primeira-Dama da República de Maldivas
  • S.E. Drª. GUETA SELEMANE CHAPO, Primeira-Dama da República de Moçambique
  • H.E. Senator OLUREMI TINUBU, CON, Primeira-Dama da República Federal da Nigéria
  • S.E. Sr.ª MARIA DE FATIMA VILA NOVA, Primeira-Dama da República Democrática de São Tomé e Príncipe
  • S.E. Senhora MARIE KHONE FAYE, Primeira-Dama da República do Senegal
  • S.E. Amai Dr. AUXILLIA MNANGAGWA, Primeira-Dama da República do Zimbabwe

A Senadora, Drª Rasha Kelej disse, “Tenho orgulho de partilhar que a Fundação Merck concedeu mais de 2 500 bolsas de estudo a jovens médicos de 52 países em 44 especialidades críticas e carentes. Muitos dos nossos ex-alunos da Fundação Merck estão a tornar-se nos primeiros especialistas nos seus países. Juntamente com as nossas Embaixadoras e Parceiras, estamos a fazer história e a transformar o cenário do atendimento ao paciente em toda a África e além. Muitos deles estão a tornar-se os primeiros especialistas nos seus países. ”

“Durante a nossa Conferência, também celebramos juntos o Mês Mundial de Conscientização sobre Infertilidade, observado em junho, através da nossa campanha de assinatura “Fundação Merck Mais do Que uma Mãe”, que visa empoderar mulheres com infertilidade e sem filhos, proporcionando acesso à informação, educação e mudança de mentalidade. Tenho o prazer de partilhar que, do total de 2.500 bolsas, mais de 700 bolsas de estudo foram fornecidos para treinamento em Fertilidade, Embriologia, Medicina Sexual e Reprodutiva, Psiquiatria Clínica, Saúde da Mulher, Urologia, Habilidades Cirúrgicas Laparoscópicas e Medicina de Família, para melhorar o acesso aos cuidados de fertilidade e saúde da mulher”, acrescentou ela. 

Durante a 7ª Edição da Cimeira da Iniciativa das Primeiras-Damas da Fundação Merck -MFFLI, duas ocasiões importantes foram marcadas; o 8º aniversário da Fundação Merck e 13 anos dos programas de desenvolvimento da Fundação Merck que tiveram início em 2012.

No primeiro dia, a Sessão Plenária da Cimeira da Iniciativa das Primeiras-Damas da Fundação Merck -MFFLI ocorreu, com a condução de um painel de discussão de alto nível com a participação de Primeiras-Damas de África e da Ásia. Além disso, foi realizado um painel de debate ministerial de alto nível com ministros africanos e importantes especialistas em saúde de todo o mundo.

O segundo dia da conferência contou com três sessões paralelas importantes: duas sessões médicas e científicas abordando tópicos de oncologia e fertilidade, e uma sessão de conscientização comunitária, o Treinamento em Mídia da Saúde da Fundação Merck. Esta sessão enfatizou o papel fundamental da mídia em influenciar comunidades e impulsionar mudanças culturais, em relação a uma ampla gama de questões sociais e de saúde, como o combate do estigma da infertilidade, o apoio à educação de meninas, o combate à violência do género, o fim do casamento infantil e da mutilação genital feminina, o empoderamento das mulheres e a conscientização sobre a diabetes e a hipertensão.

A conferência foi realizada num formato híbrido, permitindo que mais de 6.000 pessoas de mais de 70 países se beneficiassem, se reunissem e discutissem estratégias e soluções para os desafios sociais e de saúde nos seus países de forma segura e eficaz.

Países participantes da 7ª Edição Cimeira da Iniciativa das Primeiras-Damas da Fundação Merck:

Angola, Bangladesh, Benin, Botswana, Burkina Faso, Burundi, Camarões, Canadá, República Centro-Africana, Camboja, Chade, Costa do Marfim, República do Congo, República Democrática do Congo, Egipto, Etiópia, França, Gabão, Alemanha, Gana, Guiné – Bissau, Guiné – Conakri, Índia, Indonésia, Quénia, Lesotho, Libéria, Malawi, Malásia, Maldivas, Mali, Mauritânia, Maurícias, México, Moçambique, Mianmar, Namíbia, Nepal, Níger, Nigéria, Peru, Filipinas, Rússia, Ruanda, Senegal, Serra Leoa, Somália, África do Sul, Sri Lanka, Sudão, Tanzânia, Tailândia, Gâmbia, Togo, Tunísia, Emirados Árabes Unidos, Reino Unido, Uganda, EUA, Vietname, Zâmbia, Zimbabwe e muito mais.

A 7ª Edição da Iniciativa das Primeiras-Damas da Fundação Merck é transmitida ao vivo nas redes sociais da Fundação Merck e da Senadora, Drª Rasha Kelej, CEO da Fundação Merck:

@ Fundação Merck: Facebook (https://apo-opa.co/4q2rvZt), X (https://apo-opa.co/45qH1pP), Instagram (https://apo-opa.co/4q47diw) e YouTube (https://apo-opa.co/44N4Jwo.

@ Rasha Kelej: Facebook (https://apo-opa.co/3LaSlQa), X (https://apo-opa.co/4qm5RzT), Instagram (https://apo-opa.co/4jsY14Q) e YouTube (https://apo-opa.co/4qm5Qfj).

Fundação Merck está a transformar o cenário de atendimento ao paciente e a fazer história junto com os seus parceiros em África, Ásia e além, através de:

  • Mais de 2.500 bolsas de estudo fornecidas pela Fundação Merck para médicos de 52 países em mais de 44 especialidades médicas críticas e carentes.  

A Fundação Merck também está a criar uma mudança cultural e a quebrar o silêncio sobre uma ampla gama de questões sociais e de saúde em África e em comunidades carentes por meio:

  • Mais de 3.700 profissionais da mídia de mais de 35 países treinados para aumentar a conscientização sobre diferentes questões sociais e de saúde
  • 8 Prémios Diferentes lançado anualmente para melhor cobertura da mídia, estilistas de moda, filmes e músicas
  • Cerca de 30 músicas que abordam questões sociais e de saúde, por cantores locais de toda a África
  • 9 livros de histórias infantis em três línguas – inglês, francês e português
  • 6 filmes de animação de conscientização em cinco línguas – inglês, francês, português, espanhol e suaíli para aumentar a conscientização sobre a prevenção e detecção precoce da diabetes e da hipertensão e apoiar a educação de meninas.
  • Programa Televisivo Pan-Africano “Nossa África pela Fundação Merck” que aborda questões sociais e de saúde em África por meio da comunidade “Moda e ARTE com propósito”
  • Mais de 1040 bolsas de estudo foram concedidas a estudantes africanas de alto desempenho, mas desfavorecidas, para empoderá-las a concluir os seus estudos
  • 15 canais de mídia social com mais de 8 milhões de seguidores.

Distribuído pelo Grupo APO para Merck Foundation.

Contato:
Mehak Handa
Gerente do Programa de Conscientização Comunitária
Telefone: +91 9310087613 / +91 9319606669
Email: mehak.handa@external.merckgroup.com

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Sobre a Fundação Merck:
A Fundação Merck, criada em 2017, é o braço filantrópico da Merck KGaA Alemanha, tem como objectivo melhorar a saúde e o bem-estar das pessoas e aprimorar as suas vidas atravez da ciência e da tecnologia. Os nossos esforços estão focados principalmente na melhoria do acesso a soluções de saúde de qualidade e equitativas em comunidades carenciadas, no desenvolvimento da capacidade de saúde e na investigação científica, no empoderamento das raparigas na educação e no empoderamento de pessoas em STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática) com foco especial em mulheres e jovens. Todos os comunicados de imprensa da Fundação Merck são distribuídos por e-mail ao mesmo tempo em que são disponibilizados no site da Fundação Merck. Visite www.Merck-Foundation.com para ler mais. Siga a mídia social da Fundação Merck: Facebook (https://apo-opa.co/4q2rvZt), X (https://apo-opa.co/45qH1pP), Instagram (https://apo-opa.co/4q47diw), YouTube (https://apo-opa.co/4q3lFqM), Threads (https://apo-opa.co/3N47XFC) e Flickr (https://apo-opa.co/49ApldU).

A Fundação Merck está dedicada a melhorar os resultados sociais e de saúde para comunidades necessitadas. Embora colabore com vários parceiros, incluindo governos, para atingir os seus objectivos humanitários, a Fundação permanece estritamente neutra em questões políticas. Ela não se envolve ou apoia nenhuma actividade política, eleições ou regimes, concentrando-se exclusivamente na sua missão de elevar a humanidade e melhorar o bem-estar, mantendo uma postura estritamente apolítica em todos os seus esforços.

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