Angola: Governo lança plataforma para monitorizar a cadeia logística nacional

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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Angola vai ter uma Janela Única Logística, uma plataforma que permitirá acompanhar e rastrear toda a dinâmica logística nacional nos modais aéreo, marítimo, rodoviário e ferroviário.

A informação foi avançada nesta segunda-feira, 28 de Setembro, pelo ministro dos Transportes, Ricardo de Abreu, na abertura oficial da segunda edição do Angola Hub Transporte e Logística Summit que decorre em Luanda durante três dias.

Ricardo de Abreu informou que está a ser concluído o projecto da Janela Única Logística, em parceria com o Ministério das Finanças, através da Administração Geral Tributária, Ministério da Indústria e Comércio e com o Ministério do Interior.

Para o ministro, a conclusão da Janela Única Logística representa uma etapa na aposta do Governo na digitalização e na articulação entre as diferentes instituições envolvidas na cadeia logística.

“A utilização de tecnologias de gestão, a partilha de informação entre operadores e autoridades e a modernização dos procedimentos administrativos constituem instrumentos relevantes para o desenvolvimento dos sistemas de transporte”, disse.

A iniciativa surge num contexto em que o país procura transformar as infra-estruturas existentes e os investimentos programados em sistemas logísticos progressivamente mais eficientes.

Ricardo de Abreu defendeu a importância de se reduzir os obstáculos comerciais e regulamentares, e de assegurar que os diferentes sistemas nacionais possam funcionar de forma articulada.

Segundo o governante, esta é uma responsabilidade que os países africanos devem assumir conjuntamente, mas que exige reformas e medidas concretas a nível nacional.

“A competitividade dos nossos corredores depende, por isso, de uma abordagem integrada que envolva todos os intervenientes na cadeia logística”, sublinhou.

O ministro dos Transportes afirmou ainda que a modernização do sector dos Transportes em Angola deve ser acompanhada por um investimento contínuo na formação de recursos humanos e no desenvolvimento de competências nacionais.

Por outro, destacou a necessidade de se garantir que o país disponha de quadros capazes de operar, gerir e assegurar a manutenção das novas infra-estruturas e dos sistemas tecnológicos que estão a ser introduzidos no sector.

Ricardo de Abreu apontou também a inteligência artificial como uma das ferramentas que podem contribuir para acelerar processos e melhorar a utilização dos recursos no sector.

“Valorizamos a participação de instituições académicas, centros de investigação e jovens empreendedores nesta segunda edição do Summit”, acrescentou o governante.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Angola.

Cabo Verde: Governo retoma Reuniões dos Altos Representantes para reforçar qualidade da produção legislativa

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Governo retomou, esta quarta-feira, 23 de setembro, as Reuniões dos Altos Representantes dos membros do Conselho de Ministros (RAR), após vários anos de interrupção. A iniciativa, promovida pelo Ministro da Justiça, Presidência do Conselho de Ministros, Assuntos Parlamentares e Comunicação Social, Clóvis Isildo Barbosa da Lomba da Silva, visa reforçar a articulação entre os diferentes ministérios e assegurar maior qualidade, coerência e rigor na preparação das matérias submetidas à apreciação do Conselho de Ministros.

A retoma das RAR marca o relançamento de um importante mecanismo de trabalho do Governo, que reúne os representantes designados pelos diferentes membros do Conselho de Ministros para a análise, articulação e concertação das matérias que integram a agenda governamental.

O encontro realizou-se no Palácio do Governo e contou com a presença da Secretária-Geral do Governo, Lediane Barbosa Moreira, do Diretor do Centro Jurídico da Chefia do Governo (CEJUR), Jesus José Pina Tavares Correia, e de membros da equipa da Presidência do Conselho de Ministros, Assuntos Parlamentares e Comunicação Social.

Na abertura dos trabalhos, o Diretor do CEJUR destacou a importância das RAR enquanto espaço de preparação e organização das reuniões do Conselho de Ministros, sublinhando o seu papel na análise e no aperfeiçoamento das matérias de natureza legislativa.
“As Reuniões dos Altos Representantes constituem uma instância de articulação e coordenação e funcionam como uma antecâmara para a preparação e organização das reuniões do Conselho de Ministros”, explicou Jesus José Pina Tavares Correia.O responsável salientou ainda que a qualidade da produção legislativa exige uma análise rigorosa e uma adequada articulação entre os diferentes membros do Governo, tendo em conta que as matérias devem ser previamente apreciadas no âmbito das RAR, nos termos do Regimento do Conselho de Ministros.

Neste contexto, foi destacada a importância do artigo 5.º do Regimento, relativo à agenda do Conselho de Ministros, cuja organização estabelece uma ligação direta com o trabalho desenvolvido nas Reuniões dos Altos Representantes.
A agenda do Conselho de Ministros compreende três partes: a primeira, destinada à aprovação das atas e à apreciação de informações gerais; a segunda, dedicada à análise da situação política e ao debate de assuntos específicos de políticas sectoriais; e a terceira, relativa à apreciação dos projectos previamente discutidos nas Reuniões dos Altos Representantes.

Reuniões passam a realizar-se todas as terças-feiras

Como parte da retoma deste mecanismo de coordenação, ficou estabelecido que as Reuniões dos Altos Representantes serão realizadas todas as terças-feiras, no Palácio do Governo, com a participação dos representantes designados por cada membro do Governo.

No exercício das suas funções, os representantes deverão assegurar a articulação permanente com os respectivos ministros e actuar em representação dos mesmos, garantindo que as matérias constantes da agenda sejam devidamente analisadas, concertadas e preparadas antes da sua apreciação pelo Conselho de Ministros.

A retoma das RAR representa, assim, o reforço de uma etapa fundamental do processo de preparação das decisões governamentais, criando um espaço regular de diá. técnico e de concertação entre os diferentes ministérios.

O Governo pretende, através deste mecanismo, reforçar a qualidade técnico-jurídica dos actos legislativos, promover maior coerência na acção governativa e tornar mais eficiente a preparação dos trabalhos do Conselho de Ministros.

O processo conta igualmente com o contributo de especialistas com experiência parlamentar, cuja participação permite mobilizar diferentes conhecimentos e competências, enriquecendo a análise das matérias e contribuindo para o seu aperfeiçoamento antes da submissão ao Conselho de Ministros.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

Portugal tem 20 mil vagas para recrutar trabalhadores angolanos

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O secretário de Estado adjunto do Trabalho de Portugal, Adriano Moreira anunciou, recentemente, em Luanda, a disponibilidade de 20 mil vagas de emprego para recrutar cidadãos angolanos qualificados e trabalharem naquele país.

As 20 mil vagas estão disponíveis, disse, fazem parte da rede do Instituto do Emprego e Formação Profissional de Portugal (IEFP).

De acordo com o governante, que esteve de visita a Angola, o mercado angolano é encarado como um dos pontos de recrutamento de Portugal, tendo em conta a sua população, maioritariamente, jovem, assim como a disponibilidade da mão-de-obra em vários sectores da economia.

O governante português sublinhou que as oportunidades de emprego devem ser preenchidas através de processos formais, seguros e qualificados, de modo a garantir a protecção social dos trabalhadores angolanos.

Distribuído pelo Grupo APO para Angola, Ministério da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social.

Paulo Gomes, Antigo Diretor Executivo do Banco Mundial para África e Copresidente da AfroChampions, Junta-se ao Conselho Consultivo do African Collaborations Group (ACG) para Impulsionar Distritos Desportivos e de Entretenimento em África

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O African Collaborations Group (ACG) (www.ACGafrica.com), uma plataforma estratégica de originação de projetos e colaboração focada na industrialização do desporto em África através da originação de ecossistemas de distritos desportivos e de entretenimento bancáveis, anunciou hoje a nomeação de Paulo Gomes para o seu Conselho Consultivo.

O Sr. Gomes é Fundador, Presidente e CEO da Constelor Investment Holdings, uma empresa pan-africana de gestão de investimentos e consultoria estratégica, e Fundador e Presidente da Orango Investment Corporation, uma plataforma de consultoria estratégica e investimento dedicada a promover a agenda de investimento de África ao abrigo da Zona de Comércio Livre Continental Africana (ZLECAf). É também Copresidente da Iniciativa AfroChampions, a principal plataforma pan-africana de promoção da transformação económica e industrial do continente.

Traz ao Conselho Consultivo da ACG mais de 30 anos de experiência executiva em consultoria soberana, financiamento de infraestruturas e investimento empresarial em África. De 1998 a 2006, o Sr. Gomes integrou o Conselho de Administração do Grupo Banco Mundial, primeiro como Diretor Executivo Suplente e depois como Diretor Executivo de 2002 a 2006, representando 25 países africanos e desempenhando um papel fundamental no lançamento da Africa Finance Corporation (AFC) e na mobilização de mais de mil milhões de dólares para a recuperação pós-conflito da República Democrática do Congo.

Membro fundador da Africa Finance Corporation e do Fundo Verde para o Clima — o maior fundo mundial dedicado ao apoio aos países em desenvolvimento em matéria de mitigação e adaptação climática — o Sr. Gomes esteve no centro da criação de várias das instituições que moldam as finanças africanas modernas. Através da Orango, assessorou vários fundos soberanos africanos (incluindo Angola e Senegal), participou na estratégia de mobilização de recursos do Banco de Investimento e Desenvolvimento da CEDEAO, e atua atualmente como consultor estratégico de um importante grupo industrial africano na sua expansão continental.

O Sr. Gomes é cofundador da Geronimo, uma iniciativa integrada de cadeia de valor do cacau desenvolvida com a Chocolaterie de Monaco e o Afreximbank, e da Alta Mar, um projeto de aquacultura sustentável. Preside ao Conselho Consultivo da Africa–South East Asia Chamber of Commerce (ASEACC), sediada em Singapura, e foi nomeado Distinguished Visiting Fellow no NTU-SBF Centre for African Studies, uma bolsa financiada pelo Governo de Singapura, posicionando-o na interface entre o capital e o comércio africano e asiático.

Os seus cargos em conselhos de administração incluíram o Ecobank Transnational Inc., a ASKY Airlines, o AFIG Private Equity Fund, a African Capacity Building Foundation, a African Media Initiative, o Roll Back Malaria, a NSIA Costa do Marfim e a Alta Mar Noruega. Preside também à Fundação BioGuinée na Guiné-Bissau.

O Sr. Gomes é titular de um Mestrado em Administração Pública (MPA) em Política Económica e Gestão pela John F. Kennedy School of Government da Universidade de Harvard e de uma Licenciatura em Economia e Comércio Internacional pela Sciences Po e pelo Institut Libre d’Étude des Relations Internationales (ILERI), Paris.

A sua nomeação para o Conselho Consultivo da ACG reflete uma visão estratégica partilhada: a convicção de que a prosperidade a longo prazo de África depende da industrialização dos seus setores fundamentais através de modelos pan-africanos, financeiramente sustentáveis e de propriedade continental. A doutrina que sustenta a Iniciativa AfroChampions — África a construir os seus próprios campeões em indústrias estratégicas — corresponde diretamente ao que a ACG está a aplicar ao setor do desporto e do entretenimento, passando de uma lógica fragmentada, projeto a projeto, para uma abordagem de ecossistema centrada em modelos de distritos de uso misto e bancáveis.

«Paulo Gomes é um dos mais respeitados arquitetos das finanças africanas modernas e da estratégia continental. O seu percurso — desde o Conselho de Administração do Banco Mundial representando 25 nações africanas, passando por papéis fundadores na Africa Finance Corporation e no Fundo Verde para o Clima, até à sua atual liderança da Iniciativa AfroChampions — coloca-o entre as raríssimas figuras que moldaram a forma como África constrói as suas próprias instituições. É precisamente a perspetiva de que a ACG necessita à medida que origina projetos de distritos desportivos e de entretenimento que se enquadram numa lógica coerente de industrialização à escala continental. A sua presença no nosso Conselho Consultivo é um genuíno ativo estratégico», afirmou Nicolas Pompigne-Mognard (www.Pompigne-Mognard.com), Fundador e Presidente Executivo da ACG.

«O desporto e o entretenimento estão entre os setores de maior rendimento que África possui — mas apenas se abordados com a mesma disciplina industrial que aplicamos à energia, às infraestruturas ou às finanças. Isso significa escala continental, ecossistemas de distritos integrados, modelos financeiros bancáveis e propriedade africana no centro. Estender a lógica AfroChampions a este domínio é precisamente a razão pela qual me junto ao Conselho Consultivo da ACG», afirmou Paulo Gomes.

O Conselho Consultivo da ACG fornece orientação estratégica à medida que a ACG origina e estrutura projetos de distritos desportivos e de entretenimento de grande escala em todo o continente, alinhando governos, instituições financeiras de desenvolvimento (IFD), investidores, organismos desportivos e parceiros de infraestruturas para apoiar o desenvolvimento de ecossistemas de distritos de uso misto financeiramente sustentáveis.

Prevê-se que a economia do desporto em África atinja 20 mil milhões de dólares até 2035, face aos aproximadamente 12 mil milhões atuais, segundo análises da International Finance Corporation (IFC) e da Oliver Wyman, mas o continente continua a carecer dos ecossistemas de distritos integrados necessários para sustentar o desenvolvimento em grande escala. A ACG colmata esta lacuna ao originar projetos de distritos desportivos e de entretenimento bancáveis, ultrapassando os modelos de desenvolvimento de infraestrutura única para ecossistemas de distritos de uso misto, geradores de receitas e financeiramente sustentáveis.

Através do seu modelo colaborativo, a ACG reúne governos, autoridades de PPP e reguladores, instituições financeiras de desenvolvimento, investidores privados, promotores, designers e engenheiros, consultores jurídicos e de transações, operadores, federações e ligas desportivas, promotores de eventos, parceiros de media e transmissão, instituições académicas e comunidades anfitriãs, criando caminhos estruturados desde o conceito até à viabilidade, bancabilidade e entrega.

Distribuído pelo Grupo APO para African Collaborations Group (ACG).

Contacto para os media:
marie@apo-opa.com

Sobre o African Collaborations Group (ACG):
O African Collaborations Group (ACG) (www.ACGafrica.com) é uma plataforma estratégica líder de originação de projetos e colaboração focada na industrialização do desporto em África através da originação de ecossistemas de distritos desportivos e de entretenimento bancáveis. Ao reunir governos, parceiros do setor privado, instituições financeiras de desenvolvimento, partes interessadas do desporto e entretenimento e instituições académicas, a ACG cria caminhos estruturados que transformam conceitos em projetos de distritos investíveis e executáveis em todo o continente.

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Angola: Governo quer reavaliar o programa de envio de licenciados às melhores universidades do mundo

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Governo angolano pretende reavaliar a estratégia do programa de envio anual de 300 licenciados com elevado desempenho académico para as melhores universidades do mundo, criado pelo Decreto Presidencial n° 67/19, de 22 de Fevereiro.

A intenção visa aproximar as necessidades de desenvolvimento do país e da empregabilidade dos seus beneficiários.

A pretensão foi manifestada nesta sexta-feira, 25 de Setembro, pelo ministro do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação, Albano Ferreira, durante a apresentação de estudos preliminares sobre empregabilidade e desenvolvimento do capital humano, em parceria com o Gabinete de Quadros do Presidente da República.

Os dados analisados, segundo o ministro, são fundamentais para reorientar essa estratégia para um horizonte temporal mais longo que sirva os propósitos do Programa Angola – Capital Humano numa lógica mais orientada para a empregabilidade e para o desenvolvimento dos diversos sectores da economia.

Para o ministro, a formação superior, sobretudo nos níveis avançados, deve estar alinhada com as necessidades de desenvolvimento do país e resultar de um diá. permanente entre as instituições de ensino, o sector produtivo e os demais parceiros interessados.

O governante referiu que a resposta às necessidades do Programa Angola – Capital Humano exige que as instituições e os diferentes actores envolvidos na formação superior encontrem respostas concretas sobre os profissionais que o país precisa de formar e sobre as competências que devem adquirir.

Onde formar, quando, em quanto tempo, em que quantidade, de que forma e a que custo, são algumas das questões que o Ministério considera necessário responder, a par da definição dos profissionais e das competências de que o país necessita.

A informação recolhida deverá também apoiar decisões sobre a oferta formativa das instituições de ensino superior, a transferência de conhecimento e tecnologia e sobre a identificação de áreas prioritárias de investigação, inovação e desenvolvimento tecnológico.

Durante o encontro, o ministro apelou à participação e cooperação permanente dos sectores envolvidos na matéria para a definição das necessidades de formação e qualificação de recursos humanos.

O objectivo é fazer com que o investimento público em formação avançada responda de forma mais directa às necessidades de desenvolvimento nacional e às exigências dos sectores económicos.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Angola.

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Angola vai dispor de Observatório da Empregabilidade dos Diplomados

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

Angola vai dispor, pela primeira vez, de um observatório da empregabilidade dos diplomados, uma estrutura destinada a acompanhar de forma permanente a integração dos formados e graduados no mercado de trabalho.

O anuncio foi feito, nesta sexta, 25 de Setembro, em Luanda,  pelo ministro do Ensino Superior Ciência, Tecnologia e Inovação, Albano Ferreira, no encontro dedicado à divulgação de dois estudos preliminares sobre a empregabilidade e desenvolvimento do Capital Humano, em colaboração com o Gabinete de Quadros do Presidente da República.

O Observatório da Empregabilidade dos Diplomados representa uma inovação estratégica, de acordo com Albano Ferreira, concebido como instrumento técnico especializado pelo Gabinete de Estudos Planeamento e Estatística do Ministério (GEPE).

“O Projecto TEST do Ministério do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação, concluiu praticamente toda a fase de concepção do Observatório da Empregabilidade dos Diplomados de Angola (OEDA)”, assegurou.

O governante realçou que o Observatório irá disponibilizar relatórios nacionais de empregabilidade com períodos de um e três anos, painéis de indicadores, estudos temáticos e estatísticas detalhadas.

O ministro explicou que  estes  instrumentos fornecerão evidências sólidas para a formulação de políticas públicas, apoiar a revisão curricular, orientar o planeamento da oferta formativa e contribuir para a acreditação e garantia da qualidade das instituições de ensino superior.

“Em suma, mais e melhores dados permitirão decisões mais inteligentes, formações mais relevantes e maior desenvolvimento para Angola”, sublinhou.

Segundo Albano Ferreira, o Observatório vai também identificar as taxas de empregabilidade em diferentes áreas, os sectores que mais absorvem diplomados e as competências que o mercado valoriza, oferecendo uma base concreta para alinhar a formação académica com as necessidades reais do país.

“Este esforço insere-se num quadro estratégico mais amplo, alinhado com o Plano de Desenvolvimento Nacional 2023-2027 e com o Plano Nacional de Desenvolvimento do Capital Humano 2023-2037”, acrescentou.

Para o ministro, a institucionalização do Observatório representa o lançamento das bases para um futuro em que os jovens diplomados terão mais oportunidades, as universidades estarão mais alinhadas com o mercado de trabalho e o país com quadros qualificados para enfrentar os desafios do desenvolvimento.

“Com mais dados, mais transparência e mais rigor, construiremos juntos um sistema de ensino superior que responda às aspirações da juventude e às exigências do crescimento nacional”, defendeu.

Às instituições e empresas foram encorajadas a colaborar na disponibilização de informação sobre os diplomados que acolhem, as instituições de proveniência e as competências exigidas no mercado de trabalho.

Os dados, segundo o governante, deverão abranger não apenas os diplomados das instituições de ensino superior angolanas, mas também os beneficiários de programas de formação superior apoiados pelo Estado, através do Instituto Nacional de Gestão de Bolsas de Estudo (INAGBE).

A intenção é reunir numa estatística nacional mais abrangente e informação sobre os angolanos formados no ensino superior, de modo a apoiar o planeamento das necessidades de qualificação do país.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Angola.

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Ação Financeira Afirmativa para as Mulheres em África (AFAWA), do Banco Africano de Desenvolvimento, e a Iniciativa de Financiamento para Mulheres Empreendedoras reúnem parceiros para promover o financiamento às mulheres empreendedoras

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

A Iniciativa de Ação Financeira Afirmativa para as Mulheres em África (AFAWA), do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (https://www.AfDB.org), começou uma formação de quatro dias centrada em formas práticas de melhorar o acesso das mulheres empresárias ao financiamento e a outras oportunidades económicas em toda a África.

Organizada em conjunto com a Iniciativa de Financiamento para Mulheres Empreendedoras (We-Fi), uma parceria liderada pelo Banco Mundial, a sessão que decorre de 22 a 25 de setembro reúne representantes do Banco Europeu de Reconstrução e Desenvolvimento, do Banco Interamericano de Desenvolvimento, da Corporação Financeira Internacional, do Banco Islâmico de Desenvolvimento e do Grupo Banco Mundial, bem como do Secretariado da We-Fi. O Mecanismo Africano para a Inclusão Financeira Digital, do Banco Africano de Desenvolvimento, que também recebe financiamento da We-Fi, está a participar.

O evento combina visitas a instituições financeiras e a empresas detidas por mulheres na Costa do Marfim com sessões de aprendizagem entre pares e de trabalho sobre finanças digitais, crescimento empresarial, investigação, serviços de cuidados, redes, acesso ao mercado, tecnologia e inovação climática. Demonstra o impacto na vida real da parceria do Banco Africano de Desenvolvimento na criação de empresas lideradas por mulheres em todo o continente.

“A nossa colaboração ilustra claramente a abordagem que estamos a adotar em toda a África: trabalhar lado a lado com instituições financeiras, através de garantias e assistência técnica, para que estas possam responder melhor às necessidades das empresas lideradas por mulheres”, afirmou Melissa Basque-Roux, coordenadora da AFAWA, na sessão de abertura.

No primeiro dia, os delegados visitaram o NSIA Banque Côte d’Ivoire, uma subsidiária do Grupo pan-africano NSIA, que utiliza uma variedade de instrumentos financeiros para apoiar empresas detidas por mulheres.

“Estamos convencidos de que as mulheres empresárias desempenham um papel decisivo no desenvolvimento económico do nosso país”, afirmou o Diretor-Geral Adjunto do NSIA Banque Côte d’Ivoire, Sékou Chérif Sanogo. “Estamos empenhados, em parceria com o Banco Africano de Desenvolvimento, em oferecer às mulheres empresárias soluções de financiamento personalizadas, bem como apoio local. Isto permite-lhes concretizar as suas ambições e desenvolver os seus negócios de forma sustentável”, apontou.

Os delegados reuniram-se também com três empreendedoras financiadas pela AFAWA e pela NSIA: Ariane Monney, proprietária do restaurante e empresa de hotelaria Casa Èkwa; Yvette Yelematou Soro, da empresa de construção Lemias Engineering; e Blandine Koffi, proprietária da Poisson d’Afrique, uma empresa do setor das pescas.

As empreendedoras partilharam as suas experiências, incluindo os desafios que enfrentaram no desenvolvimento dos seus negócios antes de conhecerem o financiamento apoiado pela AFAWA, e como este melhorou o seu acesso ao financiamento.

“Havia outros bancos. Quando precisei de uma garantia, quando precisei de um empréstimo, a NSIA esteve ao meu lado desde o início”, afirmou Soro.

As sessões irão também abordar o financiamento digital, ajudando as microempresas a crescerem e a tornarem-se pequenas e médias empresas consolidadas, bem como a investigação, as responsabilidades de cuidados, as redes, o acesso ao mercado e a inovação tecnológica e climática.

Felicia Siegrist, Responsável Sénior pelo Conhecimento na We-Fi, afirmou que o objetivo dos parceiros vai além do mero financiamento: “Trata-se também de criar estruturas e processos internos para apoiar as mulheres empresárias de forma eficaz e sustentável”, explicou.

O evento está também em consonância com a visão estratégica  dos Quatro Pontos Cardeais do Banco Africano de Desenvolvimento, em particular o seu enfoque no acesso ao capital, no reforço dos sistemas e instituições financeiras e no aproveitamento da transformação demográfica de África para o desenvolvimento económico.

O programa terminará com uma análise das lições aprendidas e a identificação de áreas em que as instituições participantes podem melhorar o seu apoio às mulheres empresárias.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Contacto para os media:
Alphonso Van Marsh
Departamento de Comunicação e Relações Externas
media@afdb.org

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81.ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU): Grupo Banco Africano de Desenvolvimento e parceiros lançam formação gratuita em Inteligência Artificial (IA) para funcionários públicos africanos

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (www.AfDB.org), em conjunto com o Centro de IA para o Desenvolvimento Sustentável do PNUD, a Google e a Apolitical, lançou um programa de formação gratuito para ajudar os funcionários públicos de toda a África a compreender e a utilizar a inteligência artificial (IA) no seu trabalho. O programa foi lançado à margem da 81.ª sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova Iorque. 

No âmbito da iniciativa Government AI Campus (https://apo-opa.co/3TuJWev) da Apolitical, os participantes terão acesso a cursos que incluem ‘Fundamentos da IA para Funcionários Públicos: Oportunidades, Riscos e Estratégias’, ‘Liderança em IA no Governo: Construir Confiança, Competências e uma Cultura Inovadora’ e ‘Contratação Pública Mais Inteligente com IA’. As formações foram desenvolvidas pela Stanford University Online e pela SDA Bocconi School of Management. A Google e a Apolitical estão a disponibilizar a plataforma de aprendizagem e os conteúdos.

O AI Hub for Sustainable Development (https://apo-opa.co/46OPJi2) é uma iniciativa apoiada pelo G7, liderada em conjunto pelo PNUD e pelo Ministério das Empresas e do ‘Made in Italy’, e que se alinha com o Plano Mattei da Itália para África. O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é membro fundador do Grupo Diretivo Executivo do AI Hub.

O diretor de Desenvolvimento Industrial e Comercial do Grupo Banco, Ousmane Fall, afirmou: “A IA está a mudar a forma como trabalhamos. Promete ganhos significativos de produtividade se os utilizadores compreenderem plenamente a sua aplicação. A promoção dessa compreensão junto do governo tem sido negligenciada e esta parceria ajuda-nos a corrigir essa situação”.

A formação constitui o primeiro passo para pôr em prática as recomendações de um relatório do Grupo Banco, intitulado ‘Ganhos de Produtividade da IA em África: Caminhos para a Eficiência Laboral, o Crescimento Económico e a Transformação Inclusiva’, que projetou que a implantação inclusiva da IA poderia acrescentar até 1 bilião de dólares ao Produto Interno Bruto de África até 2035, e identificou as competências e uma governação de confiança entre os cinco fatores facilitadores necessários para concretizar esses ganhos.

“À medida que o panorama da IA continua a evoluir, os governos de toda a África precisam de apoio atempado para reforçar as bases institucionais e técnicas necessárias para participar de forma significativa na economia da IA”, afirmou Keyzom Ngodup Massally, Diretor do Centro de IA para o Desenvolvimento Sustentável e Responsável pelos Programas Digitais e de IA do PNUD.

A aprendizagem na plataforma é feita ao ritmo de cada um. As inscrições estão abertas e são gratuitas para funcionários governamentais e públicos em exercício nos países membros regionais do Banco que estejam a trabalhar com IA na prestação de serviços públicos, infraestruturas digitais, parcerias público-privadas ou inovação. O link para inscrição (https://apo-opa.co/4hw6F1H) já está disponível. 

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Contacto para os media:
Olufemi Terry
Departamento de Comunicação e Relações Externas 
media@afdb.org

Sobre O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org

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Mais de um milhão de bilhetes de identidade emitidos em Angola e na diáspora

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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A Campanha de Universalização do Registo Civil e do Bilhete de Identidade resultou na emissão de mais de 1,1 milhão de bilhetes de identidade, elevando para 17 milhões e 166 mil o total de documentos emitidos em Angola e na diáspora.

A informação foi prestada quarta-feira, 24 de Setembro, pelo director nacional de Identificação, Registo e Notariado, Aristides Marques, em declarações à imprensa, a propósito da reunião da Comissão para a Prova de Vida, orientada pelo ministro de Estado e chefe da Casa Civil do Presidente da República, Dionísio da Fonseca.

O responsável  explicou que o processo de universalização decorre de forma gradual e tem permitido o crescimento contínuo dos números, com as equipas a serem mobilizadas para as zonas do país onde existe maior necessidade de acesso aos serviços de identificação.

Para reduzir a concentração de cidadãos nos postos fixos, a Direcção Nacional de Identificação, Registo e Notariado está a reforçar a realização de brigadas móveis, que se deslocam directamente às comunidades, incluindo zonas mais recônditas.

Segundo o director nacional, as brigadas já estão em funcionamento em várias províncias, bem como ocorrem operações coordenadas pelas delegações provinciais, programadas de acordo com as necessidades identificadas em cada município.

“Um dos nossos grandes objectivos é ter estas brigadas que vão até determinadas zonas do país, até zonas recônditas, para evitar esta procura de cidadãos num número bastante elevado nos nossos serviços”, afirmou.

Sobre as enchentes registadas nos últimos meses nos postos de atendimento, Aristides Marques explicou que a situação esteve também associada ao período de matrículas escolares, que aumentou a procura pelo Bilhete de Identidade, principalmente para as crianças.

O responsável indicou que a afluência aos serviços já apresenta uma redução significativa, mas garantiu que as brigadas móveis constituem uma estratégia permanente para aproximar os serviços dos cidadãos e evitar a saturação dos postos.

Os constrangimentos identificados são a dificuldade de acesso a algumas comunidades, a ausência dos cidadãos previamente mobilizados e a falta de documentação necessária para a realização do primeiro registo e consequente emissão do Bilhete de Identidade.

Aristides Marques destacou, neste sentido, o papel das administrações municipais e das delegações provinciais de Justiça na identificação, mobilização e sensibilização das populações.

A campanha de universalização do Registo Civil e do Bilhete de Identidade promovida pelo Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos, para aproximar os serviços de registo civil e identificação dos cidadãos, prossegue em todo o território nacional e abrange igualmente a comunidade angolana residente no estrangeiro.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Angola.

Líderes africanos apelam ao reforço do financiamento domestico e por uma acção multissetorial para acelerar a eliminação da malária

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

Líderes africanos reunidos à margem da 81ª Assembleia Geral das Nações Unidas apelaram pelo reforço do financiamento interno e pela acção multissetorial e colaboração mais profunda para proteger os ganhos duramente conquistados contra a malária e acelerar os progressos rumo à eliminação.

O apelo foi lancado num evento paralelo de alto nível, “A liderança africana por um financiamento sustentável da malária: Uma perspectiva multissetorial para a eliminação”, acolhido pelo Presidente da República do Botswana e Presidente da Aliança de Líderes Africanos contra a Malária, Advogado Duma Gideon Boko, em parceria com a Comissão da União Africana e a Parceria RBM para Eliminar a Malária.

A África representa 94% de todos os casos de malária a nível mundial, e 95% das mortes por ela causadas. Os progressos estagnaram e o risco de ressurgimento está a aumentar, à medida que os países estão a bracos com grandes défices de financiamento, eventos climáticos extremos, aumento da resistência aos inseticidas e medicamentos, e crises humanitárias.

O recente aumento de financiamento do Fundo Global e da Gavi ficaram aquém das metas, enquanto a ajuda pública ao desenvolvimento dedicado ao sector da saúde em África continua a diminuir. Embora ambos os fundos continuem a mobilizar recursos, pesquisas da ALMA e da Malaria No More UK estimam que uma redução de 30% no financiamento da luta contra a malária pode significar 146 milhões de casos adicionais, quase 400.000 mortes adicionais e 37 mil milhões de dólares perdidos em termos de PIB até 2030.

“Quando o investimento é sustentado, a malária recua. Mas quando o financiamento reduz, a malaria intensifica-se.”
Dr. Tedros Adhanom Ghebreyesus, Director-geral da Organização Mundial da Saúde

Desenvolver uma abordagem sustentável para o financiamento da malária

Os líderes sublinharam a necessidade de uma transição uma transição ordenada para um financiamento interno sustentável.

“África tem as ferramentas, a experiência e a liderança necessários para mudar a trajectória da malária. O que precisamos agora é de financiamento sustentável e acção colectiva, ao nivel da da nossa ambição por um futuro livre de malária.”
Presidente do Botswana e Presidente da ALMA, Advogado Duma Gideon Boko.

Os Conselhos e Fundos Nacionais para o fim da Malária foram destacados como mecanismos práticos para impulsionar a acção multissetorial. Os 14 conselhos operacionais mobilizaram mais de 245 milhões de dólares para colmatar lacunas de financiamento e recursos para os programas nacionais, colocando simultaneamente a malária, ao mais alto nível nas agendas nacionais de desenvolvimento.

“[Os Conselhos para o fim da Malária] reúnem governos, empresas, sociedade civil e comunidades em torno de um plano e de uma plataforma de financiamento. Todos os países com epidemias de malária devem criar e usar mecanismos deste tipo, adaptado ao seu contexto nacional.”
Dr. Tedros Adhanom Ghebreyesus, Director-geral da Organização Mundial da Saúde

Os Estados-Membros foram instados a institucionalizar o financiamento da malária nos orçamentos e planos de desenvolvimento nacionais, enquanto os parceiros foram chamados a prestar apoio previsível durante a transição.

“Temos de estar cientes e atentos às restrições orçamentais que muitos dos nossos países enfrentam. O financiamento interno por si só não pode sustentar o nível de investimento necessário para a eliminação. Por isso precisamos de parcerias internacionais mais fortes e de financiamento previsível em apoio aos países na fase final da eliminação.”
Sua Exª Muhammad B. S. Jallow, Vice-presidente da República da Gâmbia

Os líderes apelaram para que os países africanos incluam o controlo da malária nos seus pactos de saúde da IDA21 do Banco Mundial. Apelaram também para o Banco Mundial considerar um Programa Dedicado de Impulso à Malária no âmbito da IDA22.

“À medida que aproximam as negociaçoes da IDA22, temos de ter a malária como prioridade. E nós, os vossos embaixadores [como Directores Executivos], trabalharemos convosco para garantir que ela [a malária] entre no compromisso político da IDA22.”
Zarau Kibwe, Directora Executiva do Grupo África 1, Grupo do Banco Mundial

Os Ministros comprometem-se com a colaboração transfronteiriça, produção local e inovação

Os Ministros destacados assumiram fortes compromissos durante o evento. A África do Sul, na qualidade de presidente da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral, comprometeu-se pela a colaboração transfronteiriça mais forte rumo à eliminação regional. O Zimbabwe e Angola comprometeram-se com a produção local de redes e medicamentos. A Tanzânia explicou como a produção local se tornou política nacional, e como os cientistas tanzanianos estão a liderar a investigação sobre mosquitos sem malária.

“No Instituto de Saúde de Ifakara, em colaboração com o Instituto Nacional de Investigação Médica, os nossos cientistas estão a trabalhar na tecnologia de genes. Cientistas tanzanianos, num laboratório tanzaniano. [A tecnologia de genes] exige conversas que começam nas aldeias e vão até ao gabinete ministerial. Os nossos Ministérios da Saúde, Ambiente e Agricultura estão a trabalhar em conjunto nos regulamentos agora, antes de qualquer anuncio.”
Exmo. Mohamed Omary Mchengerwa, Ministro da Saúde da República Unida da Tanzânia

Parceiros apoiam a liderança africana

O Fundo Global comprometeu-se a mobilizar mais fundos, sublinhando que a liderança nacional e o financiamento interno sustentado devem impulsionar a eliminação. A Fundação Gates continuará a apoiar o desenvolvimento de novos produtos, seguindo a liderança dos países africanos. A GLIDE ofereceu colaboração e apoio aos ministérios da saúde, e a Gavi comprometeu-se a levar a vacina contra a malária às crianças que mais precisam.

Uma responsabilidade partilhada para acabar com a malária

Os líderes sublinharam que a malária não pode ser combatida apenas pelo sector da saúde.  A eliminação exige acção coordenada entre todo o governo e a sociedade, com liderança africana acompanhada por uma parceria global sustentada.

“África está preparada para liderar, mas a eliminação da malária continua a ser responsabilidade partilhada… A escolha que temos é clara. Podemos permitir que o defice de financiamento inverta os progressos alcançados, ou podemos escolher liderar. Apelo a cada Estado-Membro, a cada parceiro e a cada sector aqui representado para levarem estes compromissos adiante. Vamos financiar a luta, trazer todos os sectores para a mesa, e dar o grande impulso para a Malária zero.”
Presidente do Botswana e Presidente da ALMA, Advogado Duma Gideon Boko.

O evento faz parte do Grande Impulso contra a Malária, uma abordagem liderada pelos países, alinhada com o Roteiro da União Africana para 2030 e adiante e com a agenda mais ampla de desenvolvimento da saúde.

O vento visa acelerar os progressos rumo à eliminação da malária através de uma liderança política sustentada, financiamento interno mais forte, responsabilização multissetorial e acção coordenada além-fronteiras.

Distribuído pelo Grupo APO para African Leaders Malaria Alliance (ALMA).

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