Músicos de Moçambique celebram Mandela com novas composições

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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Com “Sons da Liberdade”, profissionais juntam-se à campanha para marcar Dia Internacional Nelson Mandela, que convida voluntários a dedicar 67 minutos às comunidades; número representa quantidade de anos que Madiba dedicou à luta contra apartheid e à defesa dos direitos humanos.

​Neste 18 de julho, o mundo une-se para celebrar o Dia Internacional de Nelson Mandela, um dos maiores líderes da história contemporânea. A data é um convite para reflexão global sobre os feitos do ex-presidente da África do Sul e Prêmio Nobel da Paz no mundo. 

A ONU News conversou com dois músicos moçambicanos, que viveram na África do Sul, e hoje moram em Maputo. O baterista Frank Paco e saxofonista Orlando Venhereque.  Frank Paco afirma que a figura de Nelson Mandela evoca uma profunda ligação emocional e espiritual e destacou sua memória mais vida de Madiba.

O Eco do Ubuntu na Humanidade

“Nelson Mandela, Madiba foi emocionante…emocionante pelo discurso que ele fez e que continua a dar um eco nas nossas vidas, que é o Ubuntu, que significa fraternidade africana. Entre nós, africanos, sempre tivemos esse modo de vida, ajudar-nos um ao outro, no entanto, é um legado que tem muito significado para a nossa humanidade, para a África e para todo o mundo.”

Paco participou nos concertos beneficentes “46664”, uma iniciativa global liderada por Nelson Mandela para conscientizar a população e arrecadar fundos para o combate ao HIV/Aids.

De acordo com o baterista, a mensagem de Mandela não se perdeu no tempo, pelo contrário, ganhou uma urgência ainda maior no mundo atual. 

Arte de incluir e curar 

“Temos que respeitar um e o outro e guardarmos esse espírito do Ubuntu tenho formado jovens gratuitamente, que hoje em dia são grandes bateristas, uns estão a fazer mestrados e, para mim, é dar de volta o que eu recebi sem nenhum custo. No entanto, essa é a filosofia do Mandela, poder ajudar um ao outro. E, por isso, uma das minhas experiências foi poder criar algo que pudesse descrever isso, que é uma das músicas que dediquei ao Nelson Mandela, que é “Remembering Madiba”.

Construir pontes sem preconceito

Já o saxofonista e compositor Orlando Venhereque vê a herança de Madiba no papel ativo do artista em construir pontes e celebrar as conquistas sociais.

Venhereque destaca o papel crucial de Mandela na criação de uma sociedade verdadeiramente inclusiva, unindo um país profundamente retalhado pela segregação e pelo preconceito.

“Na minha área, como músico, compondo, escrevendo, celebrando bons atos, como a criação de uma sociedade inclusiva para todas aquelas que eram as tribos, falo concretamente da Africa do Sul. A criação do Nelson Mandela, o hospital das crianças na África do Sul, um hospital especializado, foi uma maneira marcante e imortal.”

Mandela contra xenofobia

O saxofonista afirma que os acontecimento atual sobre a xenofobia na África do Sul, não dignificam a filosofia de Nelson Mandela.

“Eu não acredito que o Tata Madiba estaria feliz com o que acontece hoje na África do Sul, nosso país irmão. Isso me recorda um dos discursos que o Tata Madiba dizia a educação é um dos melhores mecanismos para erguer o homem. O que mais me tocava era aquele discurso que ele dizia que o desporto era representação cultural, que servia para unir os povos, especialmente neste momento que estamos a viver o mundial, devíamos ter usado esta ferramenta de coabitarmos.” 

As palavras de Frank Paco e Orlando Venhereque revelam que o espírito de Nelson Mandela continua a soprar através da música moçambicana. Seja através da filosofia do Ubuntu ou de ações concretas de inclusão e cuidado pelos mais vulneráveis.

Igualdade e da erradicação da pobreza

Em Nova Iorque, o secretário-geral da ONU, António Guterres, divulgou uma mensagem para honrar a vida e o legado de Nelson Mandela, que segundo ele, é uma figura fundamental da paz, da reconciliação, da justiça e dos direitos humanos. Guterres destaca o tema deste retratando Nelson Mandela como um empenhado defensor da igualdade e da erradicação da pobreza. 

O líder da ONU lembra que Mandela não via a erradicação da pobreza como caridade, mas sim como um ato de justiça. E um dever que pertence a todos. Para Nelson Mandela, todos podem contribuir na construção de economias justas e de sociedades inclusivas.

O Dia Internacional de Nelson Mandela conhecido como Mandela Day foi criado em 2009 pela Assembleia Geral da ONU. A data, celebrada a 18 de julho, marca nascimento de Mandela, em 1918, e é um reconhecimento à contribuição do ex-presidente sul-africano para a cultura da paz, liberdade e reconciliação.

* Ouri Pota é o correspondente da ONU News em Maputo.

Distribuído pelo Grupo APO para UN News.

República Democrática do Congo (RD Congo): maioria das mortes por ebola ocorre fora das unidades de saúde

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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Notificações de óbitos ocorrem dentro de comunidades congolesas; quadro epidemiológico completo pode ainda não ser totalmente visível, avisa a OIM; ao mesmo tempo, o Uganda entra em contagem decrescente para declarar o fim do surto de ebola no país.

Quase 66% das mortes por ebola na República Democrática do Congo ocorreram em casa, longe das unidades de saúde. A declaração é da Organização Internacional para Migrações, OIM.

Em conversa com jornalistas, o diretor regional da OIM para a região, Frantz Celestin, falou dos desafios persistentes do diagnóstico precoce, vigilância e acesso atempados a cuidados de saúde.

Unidades de saúde fragilizadas

Já a Organização Mundial da Saúde, OMS, confirmou mais de 2 mil casos e 700 mortes nos países afetados pelo surto do vírus bundibugyo, que inclui a República Democrática do Congo e Uganda. O maior número de casos e mortes ocorre na RD Congo.

Com uma média de mais de 40 novos casos reportados, diariamente, a agência estima que o surto cresceu quase 70% nas últimas duas semanas.

Frantz Celestin lembra que as capacidades de vigilância continuam limitadas em várias zonas afetadas pelo vírus, o que impede a avaliação exata da dimensão da crise sanitária no país africano.

Ele cita ainda as limitações no acesso humanitário e os desafios na construção de confiança junto das comunidades, frisando a necessidade de colocar as populações afetadas no centro da resposta.

Insegurança e deslocações repetidas

O surto de ebola desenrola-se num contexto de tripla crise na RD Congo, incidindo em comunidades já afetadas pela insegurança, deslocações repetidas e acesso limitado a serviços essenciais para o seu bem-estar.

As populações deslocadas permanecem particularmente vulneráveis aos impactos da doença. Segundo a OIM, quase 150 mil deslocados internos vivem em 69 assentamentos da agência no leste do país, com outros 300 mil em comunidades de acolhimento circundantes.

Por sua vez, o alastramento do surto às províncias no norte do país, Haut-Uele e Tshopo, reafirma a importância de gerir a mobilidade interna associada aos riscos de saúde pública, nota o departamento.

Surto entra em nova fase no Uganda

De acordo com a OMS, o Uganda entrou hoje na contagem decrescente de 42 dias para declarar o fim do surto de ebola no país, depois de o último caso confirmado ter testado negativo pela segunda vez.

A contagem de 42 dias, equivalente a dois períodos máximos de incubação da doença, corresponde à fase estabelecida antes de um surto poder ser declarado como terminado, desde que não sejam detetados novos casos confirmados durante esse período.

O Uganda declarou o surto em 15 de maio. Até este 16 de julho, tinham sido reportados 20 casos confirmados e duas mortes no país. Segundo a OMS, 15 destes casos resultaram de importação a partir da República Democrática do Congo e cinco foram transmitidos localmente.

Distribuído pelo Grupo APO para UN News.

Evento em Londres apresentará oportunidades energéticas da Venezuela a investidores globais antes da Cimeira de 2026

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

À medida que a Venezuela acelera os esforços para revitalizar o seu setor energético e atrair investimento internacional, a Venezuela Energy Week 2026 irá organizar um evento exclusivo em Londres, a 30 de julho, reunindo investidores, instituições financeiras, empresas petrolíferas internacionais, comerciantes de matérias-primas e executivos do setor energético para a partilha de informações de mercado, networking e desenvolvimento de parcerias, antes da conferência principal que terá lugar em outubro deste ano, em Caracas.

Concebida como uma antevisão estratégica do evento principal, a mostra de Londres proporcionará às partes interessadas do Reino Unido e da Europa uma visão em primeira mão do panorama de investimento em evolução da Venezuela, criando simultaneamente oportunidades para o diá. comercial com líderes do setor, potenciais parceiros e decisores-chave.

Sede das maiores reservas comprovadas de petróleo do mundo e de recursos significativos de gás natural, a Venezuela está a entrar numa nova fase de desenvolvimento energético centrada no aumento da produção, na expansão da comercialização de gás e na modernização de infraestruturas críticas. As reformas em curso e o renovado envolvimento internacional estão a criar oportunidades para empresas capazes de fornecer capital, tecnologia e conhecimentos técnicos.

O momento é particularmente significativo, uma vez que várias empresas de energia do Reino Unido e da Europa continuam a reforçar a sua presença na Venezuela. As grandes empresas sediadas no Reino Unido, Shell e BP, estão a avançar com projetos-chave de gás natural, com a Shell a preparar-se para a perfuração em 2027 no projeto de gás offshore Dragon e a BP a assinar acordos em abril para desenvolver o campo de gás offshore Cocuina-Manakin, marcando o seu regresso ao mercado venezuelano. A espanhola Repsol anunciou recentemente planos para aumentar a produção dos seus ativos venezuelanos, enquanto a italiana Eni está a relançar um projeto de crude pesado no Cinturão do Orinoco. Entretanto, a francesa Maurel & Prom continua a ser um parceiro fundamental em ativos estratégicos, como o campo de Urdaneta Oeste. No que diz respeito ao comércio e à comercialização, a Vitol, empresa de comercialização de energia com sede em Genebra, renovou o seu envolvimento nas exportações de crude venezuelano, refletindo um interesse internacional mais alargado em reconectar os recursos do país aos mercados globais.

Neste contexto, o London Industry Showcase irá destacar o potencial de investimento da Venezuela, que está a ressurgir, criando simultaneamente uma plataforma para o estabelecimento de contactos estratégicos e o envolvimento direto com líderes governamentais, empresas nacionais de energia, entidades reguladoras e parceiros do setor privado.

Espera-se que o evento atraia representantes de fundos de investimento, agências de crédito à exportação, bancos comerciais, empresas de capital de risco, comerciantes de matérias-primas, empresas de engenharia, fornecedores de tecnologia e empresas de energia independentes sediadas no Reino Unido que estejam a explorar oportunidades ao longo de toda a cadeia de valor energética da Venezuela.

O evento também proporcionará uma antevisão exclusiva da Venezuela Energy Week 2026, incluindo diá.s ministeriais, fóruns executivos, conferências técnicas e sessões dedicadas ao networking entre empresas, concebidas para ligar investidores internacionais aos decisores que moldam o futuro energético do país.

A decorrer de 26 a 29 de outubro de 2026, em Caracas, a Venezuela Energy Week constitui a principal plataforma do país para promover o investimento nos setores do petróleo, gás e energia. Ao levar o debate para Londres — um dos principais centros financeiros e energéticos do mundo —, a Industry Showcase cria dinamismo antes do evento principal, reforçando simultaneamente os laços entre o capital internacional e um dos mercados energéticos mais ricos em recursos do mundo.

Para participar no London Industry Showcase a 30 de julho ou garantir o seu lugar na Venezuela Energy Week 2026, em Caracas, em outubro deste ano, contacte info@venezuelaenergyweek.com para saber mais sobre oportunidades de participação, patrocínio e parceria.

Apoio à recuperação da Venezuela após o terramoto

Os nossos pensamentos estão com as pessoas e as comunidades afetadas pelos recentes terramotos na Venezuela. À medida que o país inicia o longo processo de recuperação, encorajamos os membros da comunidade energética global a apoiar os esforços de socorro e reconstrução através do Fundo de Recuperação e Reconstrução da CAF para a Venezuela, que canaliza contribuições de particulares, empresas e organizações para assistência de emergência, serviços essenciais e esforços de reconstrução a longo prazo.

Para saber mais ou fazer uma contribuição, visite o Fundo de Recuperação e Reconstrução da CAF para a Venezuela.

Distribuído pelo Grupo APO para Energy Capital & Power.

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As reformas do Sudão do Sul visam um novo impulso ao investimento, com o apoio da Câmara Africana de Energia (AEC) à revitalização do setor petrolífero

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Sudão do Sul está a tomar medidas para se reposicionar como um destino estratégico para o investimento estrangeiro, com um foco renovado na atração de capital ao longo de toda a cadeia de valor do petróleo. Durante uma visita de trabalho a Juba, a Câmara Africana de Energia (AEC) (https://EnergyChamber.org/) — que atua como porta-voz do setor energético africano — reuniu-se com responsáveis governamentais e partes interessadas da indústria para identificar reformas prioritárias destinadas a estimular novos fluxos de capital, aumentar a produção e impulsionar projetos nos segmentos a montante e a jusante.

A visita reflete um reconhecimento comum de que, embora o Sudão do Sul continue a ser uma das fronteiras petrolíferas mais ricas em recursos do continente, a falta de investimento tem impedido o país de explorar plenamente o potencial das suas reservas de hidrocarbonetos. O governo procura dar resposta a este desafio através da implementação de novas reformas destinadas a reforçar o clima de investimento, garantir quadros regulamentares mais claros e incentivar uma maior participação de operadores tanto internacionais como regionais.

Com reservas comprovadas de petróleo de 3,5 mil milhões de barris, o Sudão do Sul é um produtor de petróleo de longa data e, atualmente, o único grande produtor de petróleo na África Oriental. A produção é liderada, em grande parte, pela empresa petrolífera nacional Nilepet, a par da Dar Petroleum Operating Company, da Greater Nile Petroleum Company — operada pela China National Petroleum Company — e da Sudd Petroleum Operating Company. O Fundo Estratégico de Combustíveis da África do Sul detém também uma participação de 90% na concessão do Bloco B2, com planos para avançar na exploração, ao mesmo tempo que avalia oportunidades para o desenvolvimento da refinação.

A produção atual oscila entre 70 000 barris por dia (bpd) e 100 000 bpd, com uma produção estimada entre 8,5 milhões e 12,2 milhões de barris entre agosto e novembro de 2026. O governo pretende aumentar estes números, atraindo investimento em toda a cadeia de valor do petróleo, facilitando o aumento das exportações e, ao mesmo tempo, dando resposta a desafios nacionais fundamentais, tais como a segurança do abastecimento de combustível e a produção de energia. O petróleo representa a espinha dorsal da economia do Sudão do Sul, e o governo procura consolidar esta posição através da introdução de reformas destinadas a atenuar a crise energética do país.

Para tal, o governo comprometeu-se a reduzir as barreiras ao investimento, a melhorar a execução de projetos e a criar um ambiente mais previsível para as empresas do setor energético. As discussões exploraram também oportunidades nos setores do gás natural, da produção de energia e das infraestruturas associadas, reconhecendo que o investimento diversificado no setor energético será essencial para apoiar o desenvolvimento económico a longo prazo. A AEC reafirmou o seu compromisso de promover o Sudão do Sul na cena global, levando a história energética do país a um público mundial.

Para além da produção de petróleo e gás, um dos principais focos da visita de trabalho foi o reforço do conteúdo local. As partes discutiram estratégias para aumentar as oportunidades de emprego para os trabalhadores do Sudão do Sul, ao mesmo tempo que desenvolvem cadeias de valor locais e garantem que os futuros projetos gerem benefícios económicos mais amplos, para além das receitas da produção. Ao aumentar a visibilidade internacional, a Câmara pretende posicionar o Sudão do Sul ao lado de outros mercados energéticos africanos emergentes que competem por capital para exploração e infraestruturas.

 «O Sudão do Sul possui o potencial de recursos para se tornar um dos destinos de investimento de fronteira mais atraentes de África, mas atrair capital requer um envolvimento sustentado com a comunidade de investimento global. A Câmara irá defender as oportunidades do Sudão do Sul na cena internacional, ligando os investidores aos líderes governamentais e do setor, ao mesmo tempo que apoia reformas que criem um setor energético estável, competitivo e atraente para o investimento, capaz de proporcionar crescimento a longo prazo», afirmou NJ Ayuk, Presidente Executivo da AEC.

Distribuído pelo Grupo APO para African Energy Chamber.

Daryl Willis, da Microsoft, será orador na African Energy Week (AEW) 2026, numa altura em que a Inteligência Artificial (IA) está a redefinir o panorama do investimento energético em África

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

Darryl Willis, vice-presidente corporativo para o setor da energia e dos recursos na Microsoft, foi confirmado como orador na conferência e exposição African Energy Week (AEW) 2026. Na qualidade de orador, Willis traz uma das vozes mais importantes a nível mundial sobre a convergência da IA, da computação em nuvem e das infraestruturas energéticas para o principal evento de investimento energético de África. A sua participação surge num momento em que a infraestrutura digital impulsionada pela IA se revela um novo catalisador para a produção de energia, a expansão da rede elétrica e o investimento energético em todo o continente.

A AEW 2026 — que decorrerá de 12 a 16 de outubro na Cidade do Cabo — constitui o maior encontro do continente no setor energético, reunindo líderes governamentais, operadores, financiadores, empresas tecnológicas e prestadores de serviços para impulsionar o investimento nos setores do petróleo, do gás e da energia em geral em África.

Ex-CEO da bp Angola, Willis lidera agora a estratégia global da Microsoft para o setor da energia e dos recursos, ajudando empresas de serviços públicos, operadores de petróleo e gás, empresas mineiras e governos a implementar tecnologias na nuvem e IA para melhorar as operações, ao mesmo tempo que apoia a infraestrutura necessária para impulsionar as economias digitais da próxima geração. A sua participação reflete o crescente reconhecimento de que o futuro energético de África será moldado não só pelo desenvolvimento de recursos, mas também pela expansão da infraestrutura digital.

Um tema central da estratégia da Microsoft é a relação entre a infraestrutura de IA e o investimento em eletricidade. Em vez de encarar os centros de dados de hiperescala como um fardo para sistemas elétricos já sobrecarregados, a empresa promove um modelo em que grandes consumidores de eletricidade, com consumo previsível, criam a certeza comercial necessária para financiar nova capacidade de produção, infraestruturas de transmissão e modernização da rede. À medida que a infraestrutura de IA se expande por toda a África, espera-se que este modelo desempenhe um papel importante na mobilização de investimento em energias renováveis, capacidade de produção estável e redes de transmissão.

Willis também tem defendido uma estratégia mais ampla centrada na construção de infraestruturas de IA em colaboração com as comunidades, melhorando a eficiência computacional através de métricas como tokens por watt e expandindo a presença da infraestrutura da Microsoft para além dos mercados tradicionais. Esta abordagem está em estreita sintonia com a crescente necessidade de África de sistemas elétricos resilientes, capazes de apoiar o desenvolvimento industrial e a expansão das economias digitais.

A Microsoft lançou recentemente a sua iniciativa «Frontier Company», no valor de 2,5 mil milhões de dólares, para ajudar as organizações a implementar a IA em grande escala através de engenharia especializada e conhecimentos setoriais. Em toda a África, a Microsoft continua a expandir a sua presença digital através de investimentos em infraestruturas na nuvem, no desenvolvimento de capacidades de IA e em centros de dados regionais, incluindo investimentos adicionais na África do Sul e grandes projetos de infraestruturas planeados noutras partes do continente.

Prevê-se que a crescente procura de eletricidade por parte dos centros de dados acelere o investimento na produção de energia renovável, em sistemas de armazenamento de energia em baterias, na energia a gás, nas infraestruturas de transmissão e no transporte de energia, criando simultaneamente novas oportunidades para produtores independentes de energia, empresas de serviços públicos e investidores em infraestruturas. À medida que os governos procuram alcançar tanto a transformação digital como a eletrificação universal, uma coordenação mais estreita entre as empresas tecnológicas e os promotores do setor energético está a abrir caminho para uma maior colaboração e investimento.

«A inteligência artificial está a criar uma categoria totalmente nova de procura de energia, e África tem uma oportunidade única de transformar essa procura em investimento a longo prazo na produção de energia, transmissão e infraestruturas digitais. Darryl Willis traz uma perspetiva rara, tanto do setor energético como do setor tecnológico global. As suas ideias ajudarão a moldar um importante debate sobre como África pode construir os sistemas energéticos resilientes necessários para impulsionar tanto o crescimento industrial como a economia da IA», afirma NJ Ayuk, Presidente Executivo da Câmara Africana de Energia.

Distribuído pelo Grupo APO para African Energy Chamber.

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A VivaJets regressa à African Energy Week (AEW) 2026 como Patrocinadora Ouro após uma rápida expansão da frota e das rotas

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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A VivaJets, a empresa nigeriana de aviação executiva que atuou como Parceiro Oficial de Aviação Privada na African Energy Week (AEW) 2025, regressará ao evento como Patrocinadora Ouro na AEW 2026, que decorrerá de 12 a 16 de outubro na Cidade do Cabo. Esta promoção reflete um ano de rápido crescimento para a empresa, que expandiu a sua frota, garantiu novo financiamento internacional e abriu o seu primeiro hub fora da Nigéria.

A VivaJets opera sob a égide da empresa-mãe Falcon Aerospace Limited e presta serviços de fretamento, gestão e corretagem de aeronaves a partir da sua base na Nigéria. Desde o início das operações em 2022, a empresa registou mais de 2 000 horas de voo ao serviço de clientes empresariais, governamentais e do setor energético, em rotas nacionais e internacionais. A empresa detém um Certificado de Operador Aéreo emitido pela Autoridade de Aviação Civil da Nigéria, obtido em março de 2025, e opera atualmente uma frota de quatro aeronaves, incluindo dois Bombardier Challenger 604, um Hawker 850XP e um Hawker 900XP. A CEO Erika Achum afirmou que a frota irá crescer ainda mais até ao terceiro trimestre de 2026.

O financiamento para apoiar esse crescimento surgiu rapidamente. Em outubro de 2025, a VivaJets obteve uma linha de crédito de 10 milhões de dólares da TLG Capital, sediada em Londres, estruturada em colaboração com o Wema Bank da Nigéria, no que ambas as partes descreveram como o primeiro financiamento aeronáutico estruturado a nível internacional para um operador aéreo nigeriano. Em abril de 2026, a empresa angariou mais 15 milhões de dólares e anunciou planos para abrir um centro operacional em Abidjan, alargando o seu alcance à África Ocidental francófona e posicionando-se mais perto dos mercados energéticos da Costa do Marfim, do Senegal e da bacia mais ampla do MSGBC.

A Falcon Aerospace lançou também uma joint venture, a OrientJets, em parceria com a Flybird Aircraft Management Services, sediada em Aruba, para servir rotas internacionais e reforçar a presença do grupo para além do continente.

A expansão assenta na tese de que a aviação privada em África não é um serviço de luxo, mas sim uma necessidade operacional, particularmente para o setor energético. As operações de petróleo e gás dependem do transporte de pessoal e equipamento para locais remotos em curto prazo; as delegações de investidores necessitam de acesso fiável a mercados onde as rotas comerciais são limitadas ou indiretas; e as viagens para conferências entre capitais africanas exigem frequentemente múltiplas ligações em companhias aéreas comerciais. De acordo com dados do setor, cerca de 80 % da procura de voos charter da VivaJets provém de grandes clientes empresariais e governamentais, sendo a energia um dos maiores segmentos. Na AEW 2025, a VivaJets operou voos charter diretos para a Cidade do Cabo para os delegados, colocando esta tese em prática.

«A aviação é infraestrutura para a energia africana, e a VivaJets demonstrou a rapidez com que uma empresa local pode construir o tipo de conectividade de que o setor necessita», afirma NJ Ayuk, presidente executivo da Câmara Africana de Energia. «Quando os investidores e os operadores podem atravessar fronteiras sem obstáculos, os negócios são fechados mais rapidamente e os projetos avançam.»

A VivaJets tornou-se também uma defensora ativa da reforma regulatória necessária para facilitar essa conectividade. A empresa apelou à eliminação de regimes de vistos restritivos para tripulações aéreas e à harmonização das regras de aviação em todo o continente, alinhando-se com a iniciativa do Mercado Único Africano de Transporte Aéreo da União Africana, que visa liberalizar o espaço aéreo africano e reduzir o custo das viagens intra-africanas.

O crescimento da empresa — de uma startup com uma única aeronave em 2022 para uma empresa de aviação licenciada e financiada internacionalmente, com rotas em expansão por todo o continente — tornou-a um dos exemplos mais visíveis do empreendedorismo africano num setor há muito dominado por operadores estrangeiros. Na AEW 2025, Achum falou sobre o papel das PME e das startups na economia energética africana, um tema que a empresa deverá continuar a abordar no evento deste ano.

Distribuído pelo Grupo APO para African Energy Chamber.

Em busca de africanos imparáveis, a Global Africa Business Initiative (GABI) convida à apresentação de nomeações em todo o continente

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

Em busca de “Africanos Imparáveis”. A Global Africa Business Initiative (GABI) (www.GABI.UNGlobalImpact.org) abriu as nomeações para uma nova campanha liderada pela comunidade, com o objetivo de reconhecer e celebrar empreendedores, líderes empresariais e agentes de mudança cujas ideias, liderança e ações estão a promover a transformação económica de África.

Este apelo à ação a nível mundial antecede a Unstoppable Africa 2026, o evento de referência da GABI, que terá lugar em Nova Iorque, de 20 a 21 de setembro, e será organizado em conjunto com as Nações Unidas e a União Africana, sob a coordenação do Pacto Global das Nações Unidas.

Prosseguindo a dinâmica das quatro edições anteriores do evento Unstoppable Africa, a campanha tem como objetivo reconhecer os empresários cujo trabalho reflete a inovação, a resiliência e a liderança que impulsionam atualmente o crescimento do continente africano.  Um Africano Imparável é alguém cuja visão, coragem ou ações estão a redefinir o que é possível na sua comunidade, setor, país ou continente. A GABI está a incentivar as pessoas de todo o mundo a indicarem líderes empresariais que estejam a promover mudanças significativas e a influenciar o presente e o futuro de África.

A campanha dará destaque aos agentes de mudança de cinco áreas: Energia, Transformação Digital, Comércio, Indústrias Criativas e Desporto. A categoria da Energia homenageia os líderes que conduzem a transição do continente africano para soluções energéticas sustentáveis, fiáveis e acessíveis. A categoria da Transformação Digital celebra as pessoas que estão a promover a economia digital de África através de tecnologia, inovação e infraestrutura digital. A categoria do Comércio reconhece as pessoas que estão a criar oportunidades económicas, a reforçar o comércio regional e a ajudar as empresas africanas a crescer. A categoria das Indústrias Criativas celebra aqueles que desenvolvem negócios sustentáveis nas áreas do cinema, da música, da moda, da arte e do design, reforçando simultaneamente a economia criativa de África. A categoria do Desporto reconhece os atletas, investidores, administradores e inovadores que utilizam o desporto para criar emprego, expandir setores e desbloquear oportunidades económicas em todo o continente.

Através da campanha #UnstoppableAfricans, a GABI está a criar uma plataforma global para dar visibilidade às pessoas que, através da sua liderança e das suas ideias, estão a ajudar a moldar o futuro de África, mas cujas histórias nem sempre são amplamente reconhecidas.

A Secretária-Geral Adjunta das Nações Unidas, Sanda Ojiambo, CEO e Diretora Executiva do Pacto Global das Nações Unidas, destacou o espírito da iniciativa: “Sendo que 12 das 20 economias de crescimento mais rápido do mundo se situam em África, o comércio e o investimento continua a aumentar. Todos os dias, empreendedores, inovadores e líderes empresariais africanos estão a moldar setores, a impulsionar mercados e a reforçar as economias. Através da campanha Unstoppable Africans, queremos reconhecer estes agentes de mudança, celebrar as suas conquistas e proporcionar uma plataforma global para partilhar as suas histórias. Incentivamos as pessoas de todo o continente africano e de todo o mundo a nomear as pessoas que estão a desenvolver um trabalho que merece ser visto e reconhecido.”

Como fazer uma nomeação

●        Data de abertura: 15 de julho de 2026

●        Data de encerramento: 9 de setembro de 2026

●        Quem pode fazer uma nomeação: Qualquer pessoa pode nomear-se a si mesma ou a outra pessoa cujas ideias, liderança e trabalho estejam a fomentar os negócios, o investimento, a inovação ou as oportunidades económicas em uma ou várias das cinco áreas prioritárias da campanha.

●        Preencha o formulário de nomeação aqui: Nomeie o seu africano imparável (https://apo-opa.co/4bM3CAj)

Após o encerramento da fase de nomeações, a GABI irá selecionar cinco agentes de mudança, um de cada área de intervenção, que irão integrar a série de histórias #UnstoppableAfricans que antecede o evento Unstoppable Africa 2026. As suas histórias serão partilhadas com uma audiência global de líderes empresariais, investidores, decisores e parceiros, colocando em destaque as pessoas que estão a ajudar a moldar o futuro do continente africano. Sob o tema: “Fomentar negócios, expandir economias, moldar o futuro”, a Unstoppable Africa, o evento de referência da GABI, terá lugar no Marriott Marquis, em Nova Iorque, nos dias 20 e 21 de setembro, domingo e segunda-feira.  

Para ter a oportunidade de participar presencialmente no evento Unstoppable Africa 2026 em setembro, registe-se aqui: https://apo-opa.co/4gFdQ8Z.  Acompanhe os mais recentes desenvolvimento em www.GABI.UNGlobalCompact.org e em (136) Unstoppable Africa — YouTube (https://apo-opa.co/4wBAeF4)

Distribuído pelo Grupo APO para Global Africa Business Initiative.

Questões da Comunicação Social:
Ekene Nwakonobi
Ekene.Nwakonobi@apo-opa.com  
Tel: +(234) 90 2130 8781

Os jornalistas que pretendam cobrir o evento Unstoppable Africa 2026 podem solicitar a acreditação de imprensa aqui:  https://apo-opa.com/unstoppable-africa-2026/

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Dra. Rasha Kelej e 12 Primeiras-Damas da África e da Ásia convocam acções para fortalecer a capacidade dos sectores de saúde e mídia, quebrar o estigma da infertilidade e apoiar a educação de meninas em 2026 e além

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

  • A Fundação Merck celebrou o seu 9º aniversário e 14 anos de programas de desenvolvimento e impacto.
  • A Fundação Merck celebrou o Mês Mundial da Conscientização sobre a Infertilidade durante a sua Conferência Anual.
  • Link para a9 transmissão em directo da sessão inaugural da 13ª Edição da Luminária África Ásia da Fundação Merck.  2026: https://apo-opa.co/454bmdb

​Fundação Merck (www.Merck-Foundation.com), o braço filantrópico da Merck KGaA Alemanha, realizou conduziu a 13a Edição da Luminária África Ásia da Fundação Merck 2026 nos dias 18 e 19 de junho, por via de videoconferência online. A conferência anual foi aberta pelo Prof. Dr. Frank Stangenberg-Haverkamp, Presidente do Conselho de Curadores da Fundação Merck e pela Dra. Rasha Kelej, CEO da Fundação Merck e Presidente da da Luminária África Ásia da Fundação Merck, junto com as Primeiras-Damas de 12 países africanos e asiáticos, que participaram como Convidadas de Honra e Oradoras Principais. As Primeiras-Damas que participaram foram:

  • S. Exa. Dra.ANA DIAS LOURENÇO, Primeira-Dama da República de Angola
  • S. Exa. Sra.KAONE BOKO, Primeira-Dama da República do Botswana
  • S. Exa. Dra.DÉBORA KATISA CARVALHO, Primeira-Dama da República de Cabo Verde
  • S. Exa. Senhora BRIGITTE TOUADERA, Primeira-Dama da República Centro-Africana
  • S. Exa. Senhora ZITA OLIGUI NGUEMA, Primeira-Dama da República Gabonesa
  • S. Exa. Sra. FATOUMATTA BAH-BARROW, Primeira-Dama da República da Gâmbia
  • S. Exa. Sra. RACHEL RUTO, Primeira-Dama da República do Quénia
  • S. Exa. Sra. KARTUMU YARTA BOAKAI, Primeira-Dama da República da Libéria
  • S. Exa. Senhora SAJIDHA MOHAMED, Primeira-Dama da República das Maldivas
  • S. Exa. Dra. GUETA SELEMANE CHAPO, Primeira-Dama da República de Moçambique
  • S. Exa. Senadora OLUREMI TINUBU, CON, Primeira-Dama da República Federal da Nigéria
  • S. Exa. Sra. MARIA DE FATIMA VILA NOVA, Primeira-Dama da República Democrática de São Tomé e Príncipe

A Senadora Dra. Rasha Kelej (Aposentada), CEO da Fundação Merck, Presidente da “Mais do Que uma Mãe” e Presidente da Luminária África Ásia da Fundação Merck enfatizou: “Tenho a grande honra de realizar a 13ª Edição da Luminária África Ásia da Fundação Merck junto com as nossas Convidadas de Honra e Oradoras Principais, as Primeiras-Damas de 12 países africanos e asiáticos, que são as Embaixadoras da “Fundação Merck Mais do Que uma Mãe”. Juntos, trocamos experiências e discutimos o impacto dos nossos programas de transformação de atendimento ao paciente e na conscientização sobre uma ampla gama de questões sociais sensíveis e críticas, incluindo o combate ao estigma da infertilidade, o apoio à educação de meninas, o fim do casamento infantil e da MGF (Mutilação Genital Feminina), o fim da violência do género, o empoderamento das mulheres e a promoção da conscientização sobre importantes questões de saúde, como a diabetes e a hipertensão.

Como também celebramos o Mês Mundial da Conscientização sobre a Infertilidade, apraz-me partilhar que a Fundação Merck concede mais de 800 bolsas de estudo para apoiar as áreas de fertilidade, embriologia, saúde reprodutiva e sexual. Do total de mais de 2,600 bolsas de estudo concedidas para profissionais de saúde de 52 países em 44 especialidades médicas críticas e carenciadas.”

Assista aqui ao discurso da Senadora Dra. Rasha Kelej durante a Cerimónia de Abertura da Luminária África Ásia da Fundação Merck 2026: https://apo-opa.co/4wBOfCs

O Prof. Dr. Frank Stangenberg-Haverkamp, ​​Presidente do Conselho de Curadores da Fundação Merck Prof. Dr. Frank Stangenberg-Haverkamp, enfatizou: “Foi bom ouvir das Primeiras-Damas de África e da Ásia sobre o notável progresso que alcançaram nos seus respectivos países através dos programas da Fundação Merck. As suas conquistas são parte integrante do nosso sucesso partilhado e do impacto duradouro dos nossos programas.”

Assista aqui ao discurso do Prof. Dr. Frank Stangenberg-Haverkamp durante o programa inaugural da Luminária África Ásia da Fundação Merck, 2026: https://apo-opa.co/4w5lNZR

Durante a Sessão de Abertura da Luminária, as Primeiras-Damas proferiram os seus discursos de abertura para partilhar o impacto de sua jornada de parceria com a Fundação Merck nos seus respectivos países.

A S. Exa. Dra. ANA DIAS LOURENÇO, Primeira-Dama da República de Angola e Embaixadora da Fundação Merck Mais do Que uma Mãe enfatizou: “Agradeço imensamente o programa ‘Educar Linda’ da Fundação Merck, que reflete a nossa crença partilhada de que a educação de meninas é um dos investimentos mais importantes para o futuro de uma nação. Aguardamos ansiosamente o lançamento desta importante iniciativa em Angola em breve. Agradeço também sinceramente o apoio fornecido por meio de materiais escolares essenciais e absorventes higiênicos, que ajudarão as nossas meninas a continuarem os seus estudos com dignidade, confiança e esperança. Juntos, também continuaremos a abordar questões sociais e de saúde importantes e cruciais.” Assista aqui ao vídeo da Primeira-Dama de Angola, durante a Luminária África Ásia da Fundação Merck 2026: https://apo-opa.co/4yoNtKW

A S. Exa. Sra. KAONE BOKO, Primeira-Dama da República do Botswana e Embaixadora da Fundação Merck Mais do Que uma Mãe partilhou: “É uma honra fazer parte desta plataforma tão prestigiada. Tenho orgulho em partilhar que a Fundação Merck concedeu 58 bolsas de estudo para os nossos jovens profissionais de saúde do Botswana em diversas especialidades essenciais e carenciadas. Além disso, a Fundação Merck também forneceu ferramentas especializadas de avaliação psicométrica e diagnóstica, ajudando-nos a reduzir as desigualdades no acesso à saúde para as nossas crianças com deficiência intelectual e de desenvolvimento.” Assista aqui ao vídeo da Primeira-Dama do Botswana, apresentado pela Fundação Merck no evento da Luminária África Ásia 2026: https://apo-opa.co/4aXBCtb

S. Exa. Dra. DÉBORA KATISA CARVALHO, Primeira-Dama da República de Cabo Verde e Embaixadora da Fundação Merck Mais do Que uma Mãe disse: “A educação é a base de um futuro melhor para todas as crianças e todas as nações. Através do programa ‘Educar Linda e Lindo’, oferecemos bolsas de estudo anuais a 35 crianças merecedoras, ajudando meninos e meninas a continuarem os seus estudos e a realizarem os seus sonhos. Saúdo particularmente a inclusão de meninos nesta iniciativa, pois ela aborda um desafio importante no nosso país. Também saúdo ​​muito o apoio fornecido por meio de 200.000 absorventes higiênicos, que ajudarão as nossas meninas a permanecerem na escola com dignidade e confiança. Tenho orgulho da nossa parceria com a Fundação Merck.” Assista aqui ao vídeo da Primeira-Dama de Cabo Verde durante a Luminária África Ásia da Fundação Merck 2026: https://apo-opa.co/4bKeEWJ

S. Exa. Senhora BRIGITTE TOUADERA, Primeira-Dama da República Centro-Africana e Embaixadora da Fundação Merck Mais do Que uma Mãe expressou: “Como uma das primeiras integrantes desta estimada plataforma, continuo comprometida em trabalhar em estreita colaboração com a Fundação Merck para desenvolver a capacidade da área da saúde, apoiar a educação de meninas e combater o estigma da infertilidade. Através do programa ‘Empoderar Berna’, estamos a transformar a vida de mulheres com infertilidade, oferecer treinamento e apoio para a criação de pequenos negócios, promover confiança, independência e empoderamento económico. Além disso, através do programa ‘Educar Linda’, oferecemos bolsas de estudo anuais para 40 meninas de alto desempenho, porém carentes, no nosso país.” Assista aqui ao vídeo da Primeira-Dama da República Centro-Africana, durante a Luminária África Ásia da Fundação Merck 2026: https://apo-opa.co/4vxbHjw

S. Exa. Senhora ZITA OLIGUI NGUEMA, Primeira-Dama da República Gabonesa e Embaixadora da Fundação Merck Mais do Que uma Mãe partilhou: “Tenho orgulho da nossa parceria com a Fundação Merck, por meio da qual estamos a melhorar a capacidade do sistema de saúde, apoiar a educação de meninas e abordar desafios sociais e de saúde críticos no Gabão. 16 bolsas de estudo foram concedidas a jovens profissionais de saúde em especialidades-chave carenciadas, ajudando-nos a formar a próxima geração de especialistas médicos. Além disso, por meio do programa ‘Educar Linda’, oferecemos bolsas de estudo anuais a 40 alunas de alto desempenho, porém carentes, apoiando-as até a formatura, permitindo que alcancem o seu pleno potencial.” Assista aqui ao vídeo da Primeira-Dama do Gabão, durante a Luminária África Ásia da Fundação Merck 2026: https://apo-opa.co/4aQRrlt

A S. Exa. Sra.FATOUMATTA BAH-BARROW, Primeira-Dama da República da Gâmbia e Embaixadora da Fundação Merck Mais do Que uma Mãe enfatizou: “Juntamente com a Fundação Merck, estamos a transformando o sector público de saúde na Gâmbia. Até o momento, a Fundação Merck concedeu 97 bolsas de estudo para jovens profissionais de saúde gambianos em diversas especialidades médicas essenciais e carenciadas. Estamos a fazer história ao formar os primeiros especialistas do país em Oncologia, Fertilidade, Embriologia, Reprodução Humana, Diabetes e muito mais. Temos orgulho desta importante conquista. Além disso, oferecemos bolsas de estudo anuais para 40 brilhantes estudantes gambianas, como parte do programa Educar Linda, dando a elas a oportunidade de concluir os seus estudos e realizar os seus sonhos.” Assista aqui ao vídeo da Primeira-Dama da Gâmbia, durante a Luminária África Ásia da Fundação Merck 2026: https://apo-opa.co/4gYqssb

S. Exa. Sra. RACHEL RUTO E.G.H., Primeira-Dama da República do Quénia e Embaixadora da Fundação Merck Mais do Que uma Mãe afirmou: “Tenho orgulho em partilhar que a Fundação Merck concedeu 328 bolsas de estudo para profissionais de saúde quenianos, um marco extraordinário que deixará um impacto duradouro na qualidade e acessibilidade dos cuidados de saúde em todo o país. Cerca de 50% dessas bolsas foram concedidas a profissionais de saúde do sexo feminino. Além disso, 69 bolsas foram concedidas para o Diploma de Pós-Graduação em Nutrição Clínica em todos os 47 condados do Quénia, apoiando o nosso Programa de Alimentação e Segurança Alimentar e promovendo estilos de vida mais saudáveis ​​em nossa população. Também oferecemos bolsas de estudo anuais para 47 meninas quenianas de alto desempenho, porém carentes, por meio do programa ‘Educar Linda’, apoiando-as até a formatura e capacitando-as a atingir o seu pleno potencial.” Assista aqui ao vídeo da Primeira-Dama do Quénia, durante a Luminária África Ásia da Fundação Merck 2026: https://apo-opa.co/4fBxy4p

S. Exa. Sra. KARTUMU YARTA BOAKAI, Primeira-Dama da República da Libéria e Embaixadora da Fundação Merck Mais do Que uma Mãe expressou: “Temos orgulho da nossa parceria de longa data com a Fundação Merck, por meio da qual 58 bolsas de estudo foram concedidas a jovens profissionais de saúde em diversas especialidades essenciais e carenciadas, incluindo Fertilidade, Embriologia, Saúde Sexual e Reprodutiva, Saúde da Mulher, Oncologia, Diabetes, Endocrinologia, Medicina de Urgência, Pediatria, Doenças Infecciosas e Dermatologia. Juntos, também apoiamos a educação de meninas, oferecendo bolsas de estudo anuais a 40 estudantes liberianas merecedoras, capacitando-as a realizar os seus sonhos por meio do programa Educar Linda.” Assista aqui ao vídeo da Primeira-Dama da Libéria, durante a Luminária África Ásia da Fundação Merck 2026:

1.https://apo-opa.co/4poe3Ql

S. Exa. Senhora SAJIDHA MOHAMED, Primeira-Dama da República das Maldivas e Embaixadora da Fundação Merck Mais do Que uma Mãe enfatizou: “Embora a nossa parceria com a Fundação Merck tenha começado apenas em 2024, já testemunhamos um impacto significativo num período relativamente curto. Até o momento, 13 bolsas de estudo foram concedidas a jovens profissionais de saúde em diversas especialidades essenciais e carenciadas. Como Embaixadora da campanha Fundação Merck “Mais do Que uma Mãe”, estou comprometida em empoderar mulheres por meio do acesso à informação, saúde, educação e mudança de mentalidade.” Assista aqui ao vídeo da Primeira-Dama das Maldivas, durante a Luminária África Ásia da Fundação Merck 2026: https://apo-opa.co/4fGp3UT

S. Exa. Dra. GUETA SELEMANE CHAPO, Primeira-Dama da República de Moçambique e Embaixadora da Fundação Merck Mais do Que uma Mãe partilhou: “Tenho o prazer de partilhar que a Fundação Merck já concedeu 34 bolsas de estudo para profissionais de saúde moçambicanos em diversas especialidades essenciais e carenciadas, incluindo Diabetes, Endocrinologia, Medicina de Urgência, Doenças Infecciosas, Oncologia, Radiologia e muito mais. Somos profundamente gratos por esse apoio, que está a nos ajudar a transformar o sector público de saúde do nosso país. Além disso, também estamos a trabalhar juntos no programa “Educar Linda”, por meio do qual apoiamos a educação de 40 meninas talentosas, porém carentes, em Moçambique. Oferecemos a elas bolsas de estudo anuais e continuaremos a fazê-lo até que se formem. Quando educamos uma menina, empoderamos uma geração e criamos um futuro mais brilhante e próspero para a nossa nação.” Assista aqui ao vídeo da Primeira-Dama de Moçambique, durante a Luminária África Ásia da Fundação Merck 2026: https://apo-opa.co/4fGpbDR

S. Exa. Senadora OLUREMI TINUBU, CON, Primeira-Dama da República Federal da Nigéria e Embaixadora da Fundação Merck Mais do Que uma Mãe expressou: “Por meio da nossa parceria de longa data com a Fundação Merck, estamos a transformar o atendimento ao paciente, combatendo o estigma da infertilidade e apoiando a educação de meninas no nosso país. Agradeço profundamente as 91 bolsas de estudo concedidas aos nossos profissionais de saúde em diversas especialidades essenciais e carenciadas. Este é um número impressionante e significativo para nós. Cada uma dessas bolsas é crucial para o nosso país. Além disso, por meio do programa Educar Linda, oferecemos bolsas de estudo anuais a 71 meninas nigerianas carentes, porém merecedoras, cobrindo as suas mensalidades escolares e outras despesas essenciais até a formatura. O objectivo deste programa é capacitá-las a atingir o seu pleno potencial e realizar os seus sonhos.” Assista ao vídeo da Primeira-Dama da Nigéria, durante a Luminária África Ásia da Fundação Merck 2026: https://apo-opa.co/4wKGVVs

S. Exa. Sra. MARIA DE FATIMA VILA NOVA, Primeira-Dama da República Democrática de São Tomé e Príncipe e Embaixadora da Fundação Merck Mais do Que uma Mãe partilhou: “Tenho orgulho da nossa parceria com a Fundação Merck, por meio da qual estamos a capacitar as nossas jovens e fortalecer o nosso sector de saúde. Juntos, oferecemos bolsas de estudo anuais para 40 alunas de alto desempenho, porém carentes, ajudando-as a continuar os seus estudos e construir um futuro melhor. Também agradeço sinceramente a doação de 100.000 absorventes higiênicos, que ajudarão as meninas a permanecerem na escola com dignidade e confiança. Além disso, a Fundação Merck concedeu bolsas de estudo para os nossos profissionais de saúde locais em especialidades essenciais, como Oncologia, Embriologia e Diabetes, ajudando-nos a desenvolver expertise médica local e a melhorar o acesso a cuidados de saúde de qualidade para a nossa população.” Assista aqui ao vídeo da Primeira-Dama de São Tomé e Príncipe, durante a Luminária África Ásia da Fundação Merck 2026:

“Tenho orgulho da nossa parceria com a Fundação Merck, por meio da qual estamos a capacitar as nossas jovens e fortalecer o nosso sector de saúde. Juntos, oferecemos bolsas de estudo anuais para 40 alunas de alto desempenho, porém carentes, ajudando-as a continuar os seus estudos e construir um futuro melhor. Também agradeço sinceramente a doação de 100.000 absorventes higiênicos, que ajudarão as meninas a permanecerem na escola com dignidade e confiança. Além disso, a Fundação Merck concedeu bolsas de estudo para os nossos profissionais de saúde locais em especialidades essenciais, como Oncologia, Embriologia e Diabetes, ajudando-nos a desenvolver expertise médica local e a melhorar o acesso a cuidados de saúde de qualidade para a nossa população.” Assista aqui ao vídeo da Primeira-Dama de São Tomé e Príncipe, durante a Luminária África Ásia da Fundação Merck 2026: https://apo-opa.co/3T6h8Z8

A 13ª Edição da Luminária África Ásia da Fundação Merck foi transmitida em directo nas redes sociais da Fundação Merck e da Senadora Dra. Rasha Kelej, CEO da Fundação Merck:

@Merck Foundation: Facebook (https://apo-opa.co/4gzV2Ih), X (https://apo-opa.co/4pkLrr0), Instagram (https://apo-opa.co/4wO7yJ6), e YouTube (https://apo-opa.co/4fChcZp).

@Rasha Kelej: Facebook (https://apo-opa.co/4fAkaxw), X (https://apo-opa.co/4flUq6U), Instagram (https://apo-opa.co/4gFWsAZ), e YouTube (https://apo-opa.co/44wlQ52).

A Fundação Merck está a transformar o cenário de atendimento ao paciente e fazer história junto com os seus parceiros em África, Ásia e noutros lugares, por meio de:

  • Mais de 2.600 bolsas de estudo concedidas pela Fundação Merck a profissionais de saúde de 52 países em mais de 44 especialidades médicas críticas e carenciadas.
    A Fundação Merck também está a promover uma mudança cultural e quebrar o silêncio sobre uma ampla gama de questões sociais e de saúde em África e em comunidades carenciadas por meio de:
  • Mais de 4.000 profissionais da mídia de mais de 35 países foram treinados pela Fundação Merck para conscientizar sobre diferentes questões sociais e de saúde.
  • 8 Prémios Diferentes são lançados anualmente para melhor cobertura da mídia, estilistas, filmes e músicas.
  • Cerca de 30 canções que abordam questões de saúde e sociais, interpretadas por cantores locais de toda a África.
  • 9 Livros de histórias infantis em quatro línguas: inglês, francês, português e swahíli.
  • 6 Filmes de animação de conscientização em cinco línguas – inglês, francês, português, espanhol e swahíli – para aumentar a conscientização sobre a prevenção e a detecção precoce da diabetes e da hipertensão e apoiar a educação de meninas.
  • Programa televisivo panafricano “Nossa África da Fundação Merck” que aborda questões sociais e de saúde em África através da comunidade “Moda e Arte com Propósito”.
  • Mais de 1.550 bolsas de estudo anuais concedidas a meninas africanas de 21 países, com cobertura de propinas mensais e outras despesas educacionais essenciais, permitindo que elas concluam os seus estudos e alcancem o seu pleno potencial.
  • 15 Canais de mídia social com mais de 9 milhões de seguidores.

Distribuído pelo Grupo APO para Merck Foundation.

Contato:
Mehak Handa
Gerente do Programa de Conscientização Comunitária
Telefone: +91 9310087613 / +91 9319606669
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Sobre Fundação Merck:
A Fundação Merck, criada em 2017, é o braço filantrópico da Merck KGaA Alemanha e tem como objectivo melhorar a saúde e o bem-estar das pessoas e melhorar as suas vidas através da ciência e da tecnologia. Os nossos esforços estão focados principalmente em melhorar o acesso a soluções de saúde de qualidade e equitativas em comunidades carenciadas, desenvolver a capacidade de saúde e investigação científica, empoderar raparigas na educação e pessoas em STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática), com um foco especial nas mulheres e nos jovens. Todos os comunicados de imprensa da Fundação Merck são distribuídos por e-mail ao mesmo tempo que são disponibilizados no site da Fundação Merck. Por favor, visite www.Merck-Foundation.com para ler mais. Siga a mídia social da Fundação Merck: Facebook (https://apo-opa.co/4gzV2Ih), X (https://apo-opa.co/4pkLrr0), Instagram (https://apo-opa.co/4wO7yJ6), YouTube (https://apo-opa.co/4fChcZp), Threads (https://apo-opa.co/4fgxTYT) e Flickr (https://apo-opa.co/4fAkRXE).

A Fundação Merck dedica-se a melhorar os resultados sociais e de saúde para as comunidades carenciadas. Embora colabore com vários parceiros, incluindo governos, para atingir os seus objectivos humanitários, a fundação mantém-se estritamente neutra em questões políticas. Não se envolve nem apoia qualquer actividade política, eleição ou regime, concentrando-se exclusivamente na sua missão de elevar a humanidade e melhorar o bem-estar, mantendo uma postura estritamente apolítica em todos os seus esforços.

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Fórum da APPO com os CEOs das NOCs prepara-se para traçar a próxima fase do crescimento energético de África, na Cidade do Cabo, em outubro

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O esforço de África para reter o valor interno dos seus recursos de petróleo e gás tornou-se uma prioridade estratégica determinante. Esta agenda, que abrange a expansão regional da refinação, o comércio transfronteiriço e a mobilização de capital local, será o fio condutor do 8.º Fórum APPO NOC-CEO, a realizar-se na Cidade do Cabo a 12 de outubro, em paralelo com a Semana Africana da Energia (AEW) 2026. 

Organizado pela Companhia Nacional de Petróleo da África do Sul (SANPC), o Fórum reúne os diretores executivos das empresas petrolíferas nacionais (NOC) membros da Organização Africana de Produtores de Petróleo (APPO) para promover um objetivo principal: construir uma indústria energética africana mais integrada. Desde o financiamento de projetos de milhares de milhões de dólares e a expansão da capacidade de refinação até ao reforço dos mercados regionais de gás e à harmonização da regulamentação petrolífera, o encontro tornou-se uma das plataformas executivas mais influentes do continente para transformar prioridades comuns em ações coordenadas. 

O Fórum surge num momento decisivo para a APPO, onde, desde a sua criação em 1987, a organização tem servido, em grande medida, como plataforma de coordenação de políticas entre as nações produtoras de petróleo de África. Sob a liderança do Secretário-Geral Farid Ghezali, a organização está a evoluir para uma aliança com foco comercial que procura mobilizar investimento, reforçar as infraestruturas regionais e posicionar África como um mercado energético mais integrado. 

Essa mudança acelerou-se ao longo de 2026. A APPO promoveu um modelo africano de refinação, impulsionou corredores energéticos transfronteiriços e reforçou a cooperação entre as empresas petrolíferas nacionais (NOCs). Mais importante ainda, o lançamento do Banco Africano de Energia marca um passo significativo no sentido de proporcionar aos projetos energéticos africanos acesso a financiamento proveniente do próprio continente, reduzindo a dependência de credores internacionais que têm vindo a retirar cada vez mais o apoio aos projetos de petróleo e gás.  

Neste contexto, o Fórum de CEOs das NOC deste ano vai além do diá., visando identificar projetos, reforçar parcerias e alinhar as NOC do continente em torno de iniciativas práticas que possam ser concretizadas ao longo do próximo ano. 

Como tal, um tema central da reunião deste ano é garantir que África obtenha mais valor dos recursos que já produz. 

Os delegados irão analisar propostas para financiamento regional e centros petroquímicos capazes de processar o crude africano mais perto de casa, reduzindo a dependência de combustíveis importados e criando, ao mesmo tempo, novas oportunidades industriais. As discussões apoiam o objetivo mais amplo da APPO de substituir mercados nacionais fragmentados por uma cadeia de valor regional integrada que mantenha o investimento, os postos de trabalho e os conhecimentos especializados em África. 

O Fórum irá também avançar com planos para um mercado africano de produtos petrolíferos através de uma plataforma de intercâmbio de produtos proposta, a par de esforços para harmonizar as especificações dos combustíveis e simplificar o comércio transfronteiriço. Em conjunto, estas iniciativas destinam-se a facilitar o comércio de energia entre os países africanos, reforçando simultaneamente a segurança do abastecimento em todo o continente. 

O gás natural terá um papel de destaque ao longo de todo o programa, à medida que os executivos exploram a cooperação regional em matéria de GNL, acordos de abastecimento a longo prazo, iniciativas de conversão de gás em energia e projetos que ampliem o acesso ao GPL, reduzindo simultaneamente a queima rotineira. À medida que os governos procuram melhorar o acesso à eletricidade e apoiar o crescimento industrial, o gás continua a desempenhar um papel central na estratégia energética a longo prazo da APPO. 

O financiamento continuará a ser uma prioridade na agenda, na sequência do lançamento operacional do Banco Africano de Energia, uma das iniciativas emblemáticas da APPO. 

Os debates do fórum centrar-se-ão na forma como o Banco, em colaboração com o Afreximbank, pode ajudar a acelerar os desenvolvimentos a montante, a meio do cadeia e a jusante através de estruturas de financiamento apoiadas por África. Os delegados identificarão também projetos financiáveis para 2027 e analisarão quadros comerciais que reduzam o risco de investimento, apoiando simultaneamente o desenvolvimento de infraestruturas a longo prazo. 

Para além do financiamento, os executivos analisarão os progressos realizados nos acordos de cooperação existentes e identificarão novas oportunidades de investimentos conjuntos, colaboração técnica e infraestruturas partilhadas entre as empresas petrolíferas nacionais (NOC) membros.  

Entretanto, refletindo a ambição da APPO de institucionalizar a cooperação, os delegados irão também explorar plataformas digitais concebidas para ligar fornecedores, investidores, investigadores e instituições de formação em todos os países membros. Novas ferramentas que abrangem a certificação de fornecedores, a contratação pública, a colaboração em investigação, o acesso ao financiamento, a formação e a inteligência empresarial visam criar um ecossistema energético mais interligado, reforçando simultaneamente o conteúdo local em toda a cadeia de valor do petróleo e do gás em África.  

O programa inclui ainda debates sobre harmonização jurídica, redução de metano, captura de carbono, integridade dos ativos e a Estratégia de Longo Prazo revista da APPO para a Soberania Energética Africana Sustentável e Inclusiva até 2050, garantindo que o crescimento comercial seja apoiado por uma governação mais forte e por normas comuns do setor. 

A reunião concluirá com a adoção de resoluções, um roteiro e indicadores-chave de desempenho para 2027, reforçando o papel do Fórum como uma plataforma de execução, em vez de ser simplesmente um espaço de discussão. 

O impulso por trás destes esforços ficou evidente durante o anterior Fórum de CEOs das NOC da APPO, realizado em Acra, em setembro de 2025. Organizada pela Ghana National Petroleum Corporation (GNPC), a reunião centrou-se no avanço da cooperação regional, apoiando simultaneamente a operacionalização do Banco Africano de Energia. Os executivos exploraram também oportunidades para uma maior colaboração transfronteiriça em matéria de infraestruturas e visitaram a Refinaria de Petróleo de Sentuo, com uma capacidade de 40 000 barris por dia, destacando a crescente importância da capacidade de refinação interna e da valorização, à medida que os países africanos procuram reforçar a segurança energética e reduzir a dependência de produtos petrolíferos importados. 

A lista de participantes na reunião deste ano inclui um impressionante leque de empresas petrolíferas nacionais (NOC), nomeadamente: Nour Eddine Daoudi, CEO da Sonatrach da Argélia, Sebastião Gaspar Martins, CEO e presidente da Sonangol de Angola, Issifou Moussa Yari, CEO e presidente da SNH-Benim, de Benim; Adolphe Moudiki, CEO da SNH-Camarões, dos Camarões; Augustin Nkuba Kasanza, diretor-geral da SONAHYDROC, da RDC; Maixent Raoul Ominga, diretor-geral da SNPC da República do Congo, Fatoumata Mbalou Sanogo, CEO da Petroci da Costa do Marfim, Salah EL-Din A/Kareem, CEO da EGPC do Egito, e Bienvenido Nguema Envo, CEO da GEPetrol da Guiné Equatorial.  

Entre os participantes adicionais contam-se: Marcellin Simba Ngabi, CEO da GOC do Gabão; Kwame Ntow Amoah, CEO da GNPC do Gana; Masoud Suleman Mousa Mahmoud, CEO da National Oil Corporation da Líbia; Victoria Sibeya, diretora-geral da Namcor da Namíbia; o coronel Ali Seibou Hassane, diretor-geral da Sonidep do Níger; Bashir Bayo Ojulari, CEO do Grupo da NNPC da Nigéria, Alioune Guèye, CEO da Petrosen do Senegal, Godfrey Moagi, CEO da SANPC da África do Sul, e Djalila Abdourahim, diretora-geral da SHT do Chade.  

À medida que África procura financiar mais dos seus próprios projetos, processar mais dos seus próprios recursos e construir um mercado energético verdadeiramente integrado, o Fórum de CEOs das NOCs da APPO tornou-se um dos encontros mais importantes do continente entre líderes do setor energético. A reunião deste mês de outubro ajudará a determinar como essas ambições se traduzem em investimentos, parcerias e projetos que reforçam o futuro energético de África.  ​

Distribuído pelo Grupo APO para African Energy Chamber.

Cabo Verde apresenta Terceira Revisão Nacional Voluntária e anuncia nova visão para a Agenda 2030

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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Cabo Verde apresentou, esta segunda-feira, 13 de julho, em Nova Iorque, a sua Terceira Revisão Nacional Voluntária, documento que avalia o progresso do país na implementação da Agenda 2030 e dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável.

A apresentação foi feita pelo Ministro do Ambiente, Acção Climática e Energia, Carlos Varela, que chefiou a delegação cabo-verdiana presente nas Nações Unidas.

A Terceira Revisão Nacional Voluntária faz o balanço do percurso de Cabo Verde desde a apresentação do relatório anterior, em 2021, identifica os principais desafios que ainda condicionam o desenvolvimento sustentável do país e apresenta as áreas que exigirão maior atenção nos próximos anos.

Durante a apresentação, o Ministro sublinhou que os indicadores actualmente disponíveis mostram que Cabo Verde dispõe de uma base inicial sobre a qual o novo Governo pretende implementar uma nova visão, redefinir prioridades e acelerar a concretização da Agenda 2030.

Esta nova etapa terá como referência as metas que serão estabelecidas no Programa do Governo e deverá reforçar a articulação entre as políticas de ambiente, energia, água, saneamento, inovação, infra-estruturas e inclusão social.

Enquanto Pequeno Estado Insular em Desenvolvimento, Cabo Verde continua particularmente exposto à escassez de água, aos efeitos das alterações climáticas, à dependência de combustíveis importados e às oscilações dos preços internacionais da energia.

Um dos principais desafios apresentados no relatório é a forte ligação entre a água e a energia. Cerca de 90% da água potável consumida em Cabo Verde é produzida através da dessalinização, um processo altamente dependente de electricidade.

Por essa razão, o novo Governo considera que a aceleração da transição energética é essencial não apenas para proteger o ambiente, mas também para reforçar a segurança hídrica, reduzir os custos da produção de água e electricidade, aumentar a competitividade da economia e promover a criação de empregos verdes.

Entre as prioridades para os próximos anos estão o aumento da produção de energias renováveis, a melhoria da eficiência energética, o reforço do saneamento básico, a redução das perdas de água, o tratamento e a reutilização das águas residuais e a modernização das infra-estruturas.

O Governo pretende igualmente valorizar as águas residuais tratadas como um recurso estratégico para a agricultura, para a protecção ambiental e para o reforço da resiliência do país perante a escassez hídrica.

A apresentação da Terceira Revisão Nacional Voluntária permitiu, deste modo, expor a situação actual de Cabo Verde, reconhecer os desafios existentes e apresentar à comunidade internacional a determinação do novo Executivo em iniciar uma nova etapa de desenvolvimento sustentável.

Ao concluir a sua intervenção, Carlos Varela reafirmou o compromisso de Cabo Verde com a cooperação internacional e com a mobilização de financiamento, conhecimento, tecnologia e investimento para acelerar a concretização dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável e construir comunidades mais resilientes, inclusivas e sustentáveis.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.