Ciclone Gezani deixa de ser ameaça após matar quatro pessoas em Moçambique

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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Moçambique espera que as próximas 24 horas sejam marcadas por fortes chuvas e tempestades após a passagem do ciclone Gezani. O temporal que assolou terras moçambicanas durante o fim de semana retorna para as águas de Madagáscar onde se formou.

No sábado, a tempestade deixou rastro a 15 km na costa moçambicana, área de Inhambane. Da área localizada no sul se desloca em direção para o oceano em direção à costa oeste de Madagáscar.

Ciclone Gezani em Moçambique

O centro da tempestade estava no oceano, como ciclone tropical de categoria 1, nesta segunda-feira, pelas 6 horas locais. Os ventos eram de aproximadamente 270 km e seguiam em direção a oeste para a região malgaxe de Atsimo-Andrefana.

Até esta segunda-feira, os efeitos associados ao ciclone Gezani em Moçambique incluíam quatro mortes, cinco feridos e 306 deslocados que foram acolhidos em seis centros de acolhimento.

O balanço das autoridades revela que 2.734 pessoas foram afetadas e 1.468 casas foram danificadas ou destruídas pela passagem da tempestade. O temporal levou o governo a ativar medidas preventivas, posicionando 254 toneladas de alimentos.

Impacto do temporal

Medidas para mitigar os efeitos do desastre destacam o desembolso de US$ 4,5 milhões do Fundo das Nações Unidas de Resposta de Emergência, Cerf.

Antes da passagem do ciclone, também foram atribuídos recursos do Fundo da ONU para a Infância, Unicef, e da Cruz Vermelha de Moçambique, para mitigar o impacto do temporal.

O ciclone Gezani passou pelo território moçambicano três semanas depois de cheias que mataram 27 pessoas e fizeram dezenas de milhares de afetados no país.

Ações de trabalhadores de ajuda incluíram atuação na comunidade e reforço dos potenciais centros de evacuação, em conjunto com o Instituto Nacional de Gestão de Desastres, Ingd, para baixar os riscos e manter as pessoas em segurança.

De acordo com a instituição de gestão de emergências, o total de mortos na atual época das chuvas subiu para 215, com registo de mais de 856 mil afetadas em Moçambique, desde outubro.

Distribuído pelo Grupo APO para UN News.

Doutora Rasha Kelej, CEO da Fundação Merck: Depois de ter sido reconhecida como uma das 100 pessoas africanas mais influentes pela revista New African, foi nomeada entre as 100 mulheres africanas mais influentes, ao lado dos presidentes da Tanzânia e da Namíbia, pela Avance Media pelo sétimo ano consecutivo

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

Depois de ter sido recentemente reconhecida como uma das 100 pessoas africanas mais influentes de 2025 pela revista New African Magazine (Reino Unido), Dra. Rasha Kelej, CEO da Fundação Merck e Presidente da campanha “Mais do Que uma mãe”, foi agora nomeada entre as 100 mulheres africanas mais influentes de 2025 pela Avance Media, pelo sétimo ano consecutivo. É reconhecida ao lado dos líderes mais importantes de África, incluindo S. Exª. SAMIA SULUHU HASSAN, Presidente da Tanzânia, e S. Exª. NDEMUPELILA NETUMBO NANDI-NDAITWAH, Presidente da Namíbia. O reconhecimento destaca o seu compromisso inabalável com o empoderamento feminino, a educação das raparigas e a transformação dos cuidados aos doentes em toda a África.

A lista anual celebra as mulheres africanas cuja liderança, influência e realizações continuam a moldar a tomada de decisões aos mais altos níveis, a nível local e internacional.

Ao comentar o reconhecimento, a Senadora Dra. Rasha Kelej (aposentada) disse: “Sinto-me profundamente honrada por ser reconhecida como uma das 100 Mulheres Africanas Mais Influentes pelo sétimo ano consecutivo. É um privilégio ser nomeada ao lado de líderes estimados de África, incluindo as Presidentes da Tanzânia e da Namíbia, e tantos outros agentes de mudança inspiradores. Parabéns a todas as mulheres notáveis ​​reconhecidas neste ano.”

“Estou grata por este reconhecimento, que reconhece o compromisso inabalável da Fundação Merck em desenvolver capacidade na área da saúde, transformar o panorama dos cuidados aos doentes com um forte foco na saúde da mulher, empoderar as mulheres com infertilidade em particular e as mulheres em geral, e apoiar a educação das raparigas para as ajudar a realizar todo o seu potencial. Esta honra motiva-nos ainda mais a construir um legado duradouro de impacto e mudança em toda a África para as gerações futuras.” Acrescentou a Dra. Rasha Kelej, uma líder amplamente respeitada em todo o continente, que trabalha em estreita colaboração com governos, Primeiras-Damas, profissionais de saúde e comunidades locais.

Mais de uma década de liderança transformadora

Sob a liderança da Dra. Rasha Kelej, a Fundação Merck lançou e ampliou vários programas de alto impacto, incluindo o Programa de Bolsas de Estudo para Profissionais de Saúde, que está a transformar o panorama dos cuidados aos doentes e a melhorar o acesso a cuidados de saúde de qualidade e equitativos em África e noutros continentes; o movimento inovador “Mais do Que uma Mãe”, por ela iniciado em 2015, através do qual está a desenvolver capacidade de cuidados reprodutivos e de fertilidade de qualidade e equitativos, combatendo o estigma da infertilidade e sensibilizando para a prevenção da infertilidade e da infertilidade masculina; e o Programa “Educar Linda”, que apoia a educação de raparigas em vários países africanos.

Nos últimos 11 anos, a Dra. Rasha Kelej trabalhou em estreita colaboração com mais de 33 Primeiras-Damas de África e da Ásia, que são embaixadoras da campanha “Mais do que uma Mãe” da Fundação Merck, com os Ministérios da Saúde, Educação, Género, Informação e Comunicação, universidades, instituições de investigação, meios de comunicação social e artes.

Transformar o Cuidado ao Doente, Criando um Legado Duradouro

Sob a sua liderança, a Fundação Merck atribuiu mais de 2.500 bolsas de estudo a jovens profissionais de saúde de 52 países, em mais de 44 especialidades médicas críticas e carenciadas.

Antes do lançamento dos programas da Fundação Merck em 2012, muitos países como a Gâmbia, Libéria, Serra Leoa, República Centro-Africana, Guiné, Burundi, Níger, Chade, Etiópia, Namíbia, etc., não tinham especialistas, ou tinham muito poucos, em áreas críticas como oncologia, fertilidade e cuidados reprodutivos, diabetologia, medicina respiratória e cuidados intensivos. Através da liderança visionária da Dra. Rasha Kelej, a Fundação Merck desempenhou um papel fundamental na superação destas lacunas e na transformação da capacidade de cuidados de saúde nestes países.

“Muitos dos nossos antigos alunos tornaram-se os primeiros especialistas nos seus países. Com estas conquistas, não estamos apenas a reforçar os sistemas de saúde, estamos verdadeiramente a fazer história”, explicou ela.

Empoderar as mulheres na área da saúde e STEM, e as raparigas na educação.

Das mais de 2.500 bolsas de estudo atribuídas, quase 1.200 foram atribuídas a profissionais de saúde do sexo feminino, reflectindo o seu compromisso em empoderar as mulheres na área da saúde.

  • A Fundação Merck anuncia também anualmente o Prémio MARS (Cimeira Africana de Investigação Científicat) para reconhecer e empoderar as melhores investigadoras africanas e os melhores jovens investigadores africanos, promovendo a investigação científica africana e a participação das mulheres em STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática), com especial enfoque na saúde da mulher e nos cuidados reprodutivos.
  • Através do programa “Educar Linda”, em parceria com Primeiras-Damas Africanas e Asiáticas, a Dra. Kelej apoia a educação de mais de 1.200 raparigas, oferecendo bolsas de estudo anuais a alunas merecedoras, mas carenciadas, permitindo-lhes completar os seus estudos e atingir o seu pleno potencial. As bolsas de estudo são atribuídas a raparigas de 19 países africanos, incluindo o Botswana, Burundi, Cabo Verde, República Centro-Africana, República Democrática do Congo, Gabão, Gâmbia, Gana, Quénia, Libéria, Malawi, Namíbia, Nigéria, São Tomé e Príncipe, Tanzânia, Togo, Zâmbia e Zimbabwe, entre outros. Além disso, o programa fornece materiais escolares essenciais a milhares de alunas em diversos países africanos.
  • Inspirar Mudanças Através da Inovação, Arte e Criatividade
  • A Dra. Rasha Kelej está a sensibilizar para várias questões sociais críticas, como o combate ao estigma da infertilidade, o apoio à educação das raparigas, o fim do casamento infantil e da MGF (Mutilação Genital Feminina), o fim da violência de género, o empoderamento feminino e também questões de saúde como a diabetes, a hipertensão e o cancro. Ela acredita firmemente que os media, a moda e a arte podem ser ferramentas poderosas para sensibilizar para estas questões urgentes e criar uma mudança cultural.
  • Idealizou, produziu, dirigiu e apresenta “Nossa África da Fundação Merck”, um programa televisivo pan-africano único que sensibiliza para a saúde e para as questões sociais através da Moda e da Arte com Propósito. O programa é transmitido em diversos países africanos e disponibilizado nas plataformas de redes sociais da Fundação Merck e da Dra. Kelej.
  • Acreditando fortemente no poder da defesa criativa, a Dra. Kelej também:
  • Produziu mais de 30 canções de sensibilização em inglês, francês, português e línguas africanas locais
  • Lançou 9 livros de histórias infantis em três línguas
  • Desenvolveu 6 filmes de animação em quatro línguas
  • Formou mais de 4.000 jornalistas em 45 países
  • Criou 8 prémios anuais que reconhecem a excelência nos media, moda, cinema e música pelo seu impacto e consciencialização social e em saúde

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Para mais informações sobre a Fundação Merck, visite: www.Merck-Foundation.com

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Fundação Merck concede 1.195 bolsas de estudo a profissionais de saúde do sexo feminino, visando o empoderamento feminino na ciência – Dia Internacional das Raparigas e Mulheres na Ciência 2026

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

  • Fundação Merck e Primeiras-Damas Africanas celebram o Dia Internacional das Raparigas e Mulheres na Ciência 2026, empoderando as mulheres em STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática) e apoiando a educação das raparigas.
  • Dra. Rasha Kelej, CEO da Fundação Merck, com as Primeiras-Damas Africanas, celebram o Dia Internacional das Raparigas e Mulheres na Ciência 2026 através dos seus programas de bolsas de estudo, dos Prémios MARS e do programa “Educar”.

A Fundação Merck (https://Merck-Foundation.com), braço filantrópico da Merck KGaA Alemanha, celebra o ‘Dia Internacional das Raparigas e Mulheres na Ciência 2026’ com as Primeiras-Damas de África e parceiros, incluindo os Ministérios Africanos da Saúde, Educação, Género e Informação, e Academia, através do seu “Programa de Bolsas de Estudo” e dos “Prémios MARS”.

A Senadora, Dra. Rasha Kelej (Aposentada), CEO da Fundação Merck enfatizou: “Ao celebrarmos o Dia Internacional das Raparigas e Mulheres na Ciência 2026, reafirmamos o forte compromisso da Fundação Merck em empoderar as mulheres na ciência e na tecnologia através do nosso “Programa de Bolsas de Estudo”, que oferece bolsas de estudo especializadas em medicina para profissionais africanas de saúde, e através do “Prémio MARS”, que reconhece e empodera mulheres cientistas de destaque em STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática).”

A Fundação Merck já atribuiu mais de 2.500 bolsas de estudo a profissionais de saúde de 52 países em 44 especialidades médicas críticas e carenciadas, e quase 1.200 bolsas foram atribuídas a mulheres licenciadas em medicina.

“Tenho orgulho de que quase 50% do nosso total de mais de 2.500 bolsas de estudo tenham sido atribuídas a profissionais de saúde. Esta é uma conquista significativa para reduzir a disparidade de género na ciência e fortalecer a liderança feminina em STEM, uma vez que, embora as mulheres tenham feito progressos notáveis ​​globais, continuam significativamente sub-representadas nos campos científicos e tecnológicos. Na Fundação Merck, trabalhamos todos os dias para diminuir esta disparidade”, acrescentou a Dra. Rasha Kelej.

A Fundação Merck lança anualmente o Prémio MARS para incentivar e reconhecer as “Melhores Investigadoras Africanas” e os “Melhores Jovens Investigadores Africanos”. O objectivo do Prémio MARS é empoderar as mulheres e os jovens investigadores africanos, promover a sua capacidade de investigação e divulgar o seu contributo para STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática). Até agora, a Fundação Merck já premiou mais de 90 vencedores.

Recentemente, a CEO da Fundação Merck realizou a cerimónia virtual de entrega de prémios com os seus parceiros, a Sociedade Africana de Cuidados Reprodutivos (ARCS) e a Universidade Manipal, para reconhecer os investigadores africanos pelo seu valioso trabalho de investigação e contribuição para o empoderamento das mulheres e dos jovens em STEM em África, com especial enfoque no “O Papel da Investigação Científica na Saúde da Mulher e nos Cuidados Reprodutivos e de Fertilidade”. Ela anunciou também a Chamada de Candidaturas para o Prémio MARS 2026.

Assista aqui, à Cerimónia de Entrega de Prémios MARS 2025 da Cimeira de Investigação da Fundação Merck em África: https://apo-opa.co/3MA66Zj

Candidate-se ao Prémio MARS 2026: https://apo-opa.co/3MroNOO

A Fundação Merck acredita firmemente que a educação é uma das áreas mais críticas para o empoderamento feminino e serve como base e factor-chave para impulsionar uma mudança impactante.

“Como parte do nosso programa Educar Linda, juntamente com as minhas queridas irmãs, as Primeiras-Damas de África, atribuímos, até à data, mais de 1.200 bolsas de estudo anuais a raparigas africanas merecedoras, mas carenciadas, de 19 países, permitindo-lhes concluir os seus estudos e atingir o seu pleno potencial”, partilhou a Dra. Kelej.

Além disso, a Fundação Merck está a sensibilizar para a importância de apoiar a educação das raparigas através de uma série de iniciativas criativas, incluindo livros de histórias infantis inspiradores, filmes de animação, música de sensibilização e episódios dedicados a este tema através do programa televisivo Nossa África da Fundação Merck.

Assista aos episódios de Nossa África, com foco no apoio à educação das raparigas:

Episódio 2: https://apo-opa.co/461MPXc

Episódio 11: https://apo-opa.co/4aeoXCn

Episódio 14: https://apo-opa.co/3O48vMm

Leia o livro de histórias infantis “Educar Linda” aqui.: https://apo-opa.co/4aaIRy0

Assista aos filmes de animação da Fundação Merck sobre o apoio à educação das raparigas:

  • Resgate da Jaqueline: https://apo-opa.co/4reE3Og
  • Viagem ao Futuro: https://apo-opa.co/4qvU2WY

Ouça as músicas da Fundação Merck para apoiar o empoderamento feminino e a educação das raparigas:

  1. Assista, partilhe e subscreva-se à música “Girls Can” aqui, cantada por Cwesi Oteng do Gana e Irene Logan da Libéria: https://apo-opa.co/46NI2Jc
  2. Assista, partilhe e subscreva-se à música “Like Them” aqui, cantada por Kenneth, um cantor famoso do Uganda: https://apo-opa.co/4kxvRpL
  3. Assista, partilhe e subscreva-se à música “Take me to School” aqui, cantada por Wezi, cantora afro-soul da Zâmbia, para apoiar a educação das raparigas: https://apo-opa.co/4bQEYQ6
  4. Assista, partilhe e subscreva-se à música em português “Tu Podes Sim”, que significa em inglês “Yes, You Can,” cantada por Blaze e Tamyris Moiane, cantoras de Moçambique: https://apo-opa.co/3MrgYbV 
  5. Assista, partilhe e subscreva-se à música “ABC, 123” de Sean K da Namíbia: https://apo-opa.co/4kCC6Zy
  6. Assista, partilhe e subscreva-se à música “Brighter day” cantada por Sean K e Cwesi Oteng da Namíbia e Gana respectivamente: https://apo-opa.co/46NI4Rk
  7. Assista, partilhe e subscreva-se à música “Superwoman” de Cwezi e Adina cantoras do Gana aqui: https://apo-opa.co/4qqHiRf

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Mehak Handa
Gerente do Programa de Conscientização Comunitária
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Sobre Fundação Merck:
A Fundação Merck, criada em 2017, é o braço filantrópico da Merck KGaA Alemanha, tem como objectivo melhorar a saúde e o bem-estar das pessoas e aprimorar as suas vidas atravez da ciência e da tecnologia. Os nossos esforços estão focados principalmente na melhoria do acesso a soluções de saúde de qualidade e equitativas em comunidades carenciadas, no desenvolvimento da capacidade de saúde e na investigação científica, no empoderamento das raparigas na educação e no empoderamento de pessoas em STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática) com foco especial em mulheres e jovens. Todos os comunicados de imprensa da Fundação Merck são distribuídos por e-mail ao mesmo tempo em que são disponibilizados no site da Fundação Merck. Visite www.Merck-Foundation.com para ler mais. Siga a mídia social da Fundação Merck: Facebook (https://apo-opa.co/4rcWSkG), X (https://apo-opa.co/3OevRPi), Instagram (https://apo-opa.co/46yaHls), YouTube (https://apo-opa.co/4rKCmI7), Threads (https://apo-opa.co/406Wc4q) e Flickr (https://apo-opa.co/4040cCG).

A Fundação Merck está dedicada a melhorar os resultados sociais e de saúde para comunidades necessitadas. Embora colabore com vários parceiros, incluindo governos, para atingir os seus objectivos humanitários, a Fundação permanece estritamente neutra em questões políticas. Ela não se envolve ou apoia nenhuma actividade política, eleições ou regimes, concentrando-se exclusivamente na sua missão de elevar a humanidade e melhorar o bem-estar, mantendo uma postura estritamente apolítica em todos os seus esforços.

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Simpósio das Conferências Episcopais de África e Madagáscar (SCEAM) e União Africana prontos para assinar um Protocolo de Acordo renovado na sede da Comissão da União Africana

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Simpósio das Conferências Episcopais de África e Madagáscar (SCEAM) (www.SECAM.org) e a União Africana (UA) assinarão um novo Protocolo de Acordo na sexta-feira, 13 de Fevereiro de 2026, às 13h00, na sede da Comissão da União Africana (CUA), em Adis Abeba.

O Protocolo será assinado pelo SCEAM por Sua Eminência o Cardeal Fridolin Ambongo Besungu, OFMCap, Arcebispo Metropolitano de Kinshasa, República Democrática do Congo, e Presidente do SCEAM, e pela União Africana por Sua Excelência o Embaixador Bankole Adeoye, Comissário para os Assuntos Políticos, Paz e Segurança (PAPS) da Comissão da União Africana.

Esta assinatura ocorre uma década após a conclusão do primeiro Protocolo de Acordo,assinado em 19 de Agosto de 2015 na Comissão da UA. O novo acordo está alinhado com as directrizes e quadros institucionais recentes da Comissão da UA, fortalecendo a colaboração estruturada entre a UA e os seus parceiros.

O Protocolo de Acordo visa reforçar a cooperação na promoção e protecção dos direitos humanos e dos povos, bem como na boa governação, democracia e Estado de direito. Também busca consolidar a paz, promover a reconciliação e a coesão social em todo o continente. Além disso, apoiará esforços conjuntos para enfrentar crises humanitárias, proteger pessoas deslocadas e populações vulneráveis, responder às mudanças climáticas por meio da gestão sustentável dos recursos naturais e promover o desenvolvimento humano integral, em conformidade com a Agenda 2063: A África que queremos. Conforme indicado no texto a ser assinado, a cooperação baseia-se na visão comum da Agenda 2063 de «uma África integrada, próspera e pacífica, liderada pelos seus próprios cidadãos».

O momento escolhido para esta assinatura é especialmente significativo, pois ocorre seis dias após o SCEAM ter organizado, em 7 de Fevereiro de 2026, em parceria com a Comissão da União Africana (CUA), um evento paralelo de alto nível da União Africana sobre a sustentabilidade da água e do saneamento, reunindo importantes parceiros continentais e internacionais, incluindo a Santa Sé, através do Dicastério para a Promoção do Desenvolvimento Humano Integral. A assinatura acontecerá também um dia antes da 39.ª Sessão Ordinária da Assembleia dos Chefes de Estado e de Governo da União Africana, programada para 14 e 15 de Fevereiro de 2026.

Essa sucessão de eventos destaca o fortalecimento da parceria institucional entre a União Africana e o SCEAM, evidenciando o compromisso contínuo da Igreja Católica em contribuir significativamente para as prioridades de África. O Protocolo de Acordo renovado reflecte a convicção partilhada de que uma cooperação multilateral eficaz é essencial e de que a colaboração entre organizações internacionais, governos, sociedade civil e instituições confessionais é vital para promover justiça, paz e desenvolvimento humano integral. Num momento em que um compromisso multilateral renovado é cada vez mais necessário, essa parceria encarna o princípio de soluções africanas para os problemas africanos, fundamentada na solidariedade, responsabilidade partilhada e numa visão comum para o futuro do continente.

Distribuído pelo Grupo APO para Symposium of Episcopal Conferences of Africa and Madagascar (SECAM).

Contacto para os meios de comunicação:
Gabinete de Ligação do SCEAM junto da União Africana
Adis Abeba
Etiópia
E-mail: secamauliaisonoffice@gmail.com
Tel.: +251 900485018 / +251 940173527

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Governo cria Semana do Digital de Cabo Verde como iniciativa estratégica nacional

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Governo de Cabo Verde socializou esta quarta-feira, 11 de fevereiro, a Semana do Digital de Cabo Verde, aprovada terça-feira, 10, em Conselho de Ministros, uma iniciativa determinante para afirmar o país como nação digital, mais moderna, inclusiva e competitiva no plano regional e internacional.

A apresentação foi feita pelo Secretário de Estado da Economia Digital, Pedro Lopes, em conferência de imprensa presidida pelo Vice-Primeiro-Ministro, Ministro das Finanças e Ministro da Economia Digital, Olavo Correia, e contou com a presença da PCA da ARME, Leonilde dos Santos, do Diretor-Geral das Telecomunicações e da Economia Digital, Milton Cabral, bem como de profissionais da comunicação social.

Na ocasião, o Vice-Primeiro-Ministro afirmou que a Semana do Digital foi lançada para colocar o digital no topo da agenda pública e estimular todos a pensar digital, desde funcionários públicos e gestores até cidadãos, empresas, academia, municípios e diáspora.

“Queremos uma governação inteligente, assente na interoperabilidade de sistemas, na prestação de serviços públicos digitais e na adoção massificada da identidade, residência e assinatura eletrónicas. Esta transição permitirá serviços mais eficientes, maior coesão territorial e uma administração pública orientada para resultados”, referiu Olavo Correia.

Por sua vez, o Secretário de Estado da Economia Digital, Pedro Lopes, afirmou que o Governo pretende que a Semana do Digital não seja apenas uma bandeira do Executivo, mas sim de todos os cabo-verdianos. “Por isso, criámos a Semana do Digital, que decorrerá na primeira quinzena de março de 2026, como um palco privilegiado para promover a literacia digital, a inovação tecnológica, o fortalecimento do ecossistema de inovação, e para celebrar o percurso do país na nossa ambição de nos tornarmos um verdadeiro hub digital e uma nação digital.”

A Semana do Digital permitirá também destacar os investimentos em infraestruturas digitais, como os Parques Tecnológicos de Santiago e de São Vicente, a criação da Zona Económica Especial Tecnológica e as oportunidades para empresas cabo-verdianas e para aquelas que desejam estabelecer-se no território. Segundo Pedro Lopes, será uma ocasião para comunicar os ganhos tecnológicos recentes, incluindo o 5G, a renovação do Ring e a melhoria das comunicações entre ilhas, além de ativar talentos e competências digitais, fortalecer a conexão com a diáspora e parceiros globais, e dar visibilidade às empresas de base tecnológica.

O evento contará ainda com um reconhecimento de excelência, os Digital Awards, durante uma gala de encerramento, onde serão premiados os melhores projetos e iniciativas, especialmente aqueles que, ao longo do ano, contribuíram para consolidar o ecossistema digital em Cabo Verde como um setor de excelência.

Com esta iniciativa, o Governo reafirma o seu compromisso com uma transformação digital inclusiva, sustentável e orientada para resultados, colocando a tecnologia, a inovação e o conhecimento ao serviço do desenvolvimento económico, da coesão territorial e da cidadania.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

Afreximbank acelera a modernização de infra-estruturas das Bahamas com um financiamento de 100 milhões de USD ao Bahamas Striping Group

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

Num impulso transformador à rede de transportes das Caraíbas, o Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) (www.Afreximbank.com) anunciou o desembolso de uma linha de crédito de 100 milhões de USD à Bahamas Striping Group of Companies Ltd (BSGC). Este financiamento destina-se a ajudar na reabilitação e construção de mais de 200 milhas de infra-estruturas rodoviárias essenciais nas Bahamas.

Desembolsados ao abrigo de um Acordo-Quadro assinado com o Governo das Bahamas à margem da 48.ª Conferência dos Chefes de Governo da Caricom, realizada em Bridgetown, Barbados, em 2025, os fundos deverão permitir à BSGC prosseguir com uma extensa renovação das infra-estruturas nacionais, destinada a garantir redes rodoviárias mais seguras e duradouras que impulsionem o comércio, o turismo e a logística em todo o arquipélago.

O Afreximbank foi o credor da transacção, fornecendo a linha de crédito decorrente de contratos governamentais e permitindo que a BSGC acelere a execução do projecto e receba financiamento antecipado para obras concluídas e certificadas, que incluem pavimentação asfáltica, sinalização rodoviária, melhorias de segurança e manutenção em várias ilhas das Bahamas.

Ao comentar sobre a transacção, o Sr. Okechukwu Ihejirika, Director de Operações Interino do Afreximbank, CARICOM, afirmou que o financiamento reflectia o “compromisso inabalável do Afreximbank em apoiar os parceiros da África Global no desenvolvimento de infra-estruturas que facilitem o comércio”.

“Esta linha de crédito representa uma abordagem inovadora ao financiamento estruturado em parcerias inter-regionais e está alinhada com o nosso mandato de promover uma África Global interligada que engloba a CARICOM. Ao possibilitar estas extensas obras de reabilitação rodoviária, estamos a impulsionar o desenvolvimento sustentável e a melhorar as oportunidades económicas”, afirmou.

O Sr. Ihejirika reiterou o compromisso do Afreximbank em desenvolver as parcerias estabelecidas nas Reuniões Anuais do Banco de 2024 e no Fórum de Comércio e Investimento Afro-Caribenho, realizado em Nassau, Bahamas, observando que a transacção se seguiu à assinatura de um Acordo-Quadro com o Governo das Bahamas.

“Estamos gratos ao Afreximbank por nos apoiar em todas as etapas do processo e estamos orgulhosos de que esta transacção venha reforçar a nossa capacidade de executar grandes projectos, apoiar os nossos subscontratados e forncedores e ampliar oportunidades”, afirmou o Sr. Dominic Sturrup, Presidente Executivo da BSGC.

De acordo com o Sr. Atario Mitchell, Presidente da BSGC, a linha de crédito de 100 milhões de USD para cessão financeira (factoring) de contas a receber permitirá que estas empresas locais cumpram as suas obrigações financeiras, tais como o pagamento aos funcionários, a aquisição de materiais e a expansão das operações.

“Esta linha de crédito confere à BSGC a capacidade de agir mais rapidamente, planificar melhor e executar ainda com maior fiabilidade em várias ilhas”, afirmou o Sr. Mitchell.

A linha de crédito vinculada a contratos aprovados pelo governo contribui directamente para a melhoria das redes rodoviárias, incluindo pavimentação, sinalização e manutenção essenciais para o turismo, o comércio e o acesso da comunidade, ao mesmo tempo que cria emprego e promove o empoderamento da comunidade local. Prevê-se que contribua para o crescimento económico sustentável, incluindo uma maior competitividade das Bahamas como centro comercial e turístico.

A BSGC é uma entidade indígena das Bahamas fundada em 2010 e já concluiu mais de 200 projectos nas regiões de Nassau, Exuma e Eleuthera, empregando mais de 300 pessoas, incluindo subcontratados.

Distribuído pelo Grupo APO para Afreximbank.

Contacto para a Imprensa:
Vincent Musumba
Gestor de Comunicações e Eventos (Relações com a Imprensa)
Correio Electrónico: press@afreximbank.com

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Sobre o Afreximbank:
O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) é uma instituição financeira multilateral pan-africana com mandato para financiar e promover o comércio intra e extra-africano. Há mais de 30 anos que o Banco utiliza estruturas inovadoras para oferecer soluções de financiamento que apoiam a transformação da estrutura do comércio africano, acelerando a industrialização e o comércio intra-regional, impulsionando assim a expansão económica em África. Apoiante firme do Acordo de Comércio Livre Continental Africano (ACLCA), o Afreximbank lançou um Sistema Pan-Africano de Pagamento e Liquidação (PAPSS) que foi adoptado pela União Africana (UA) como plataforma de pagamento e liquidação para sustentar a implementação da ZCLCA. Em colaboração com o Secretariado da ZCLCA e a UA, o Banco criou um Fundo de Ajustamento de 10 mil milhões de dólares para apoiar os países que participam de forma efectiva na ZCLCA. No final de Dezembro de 2024, o total de activos e contingências do Afreximbank ascendia a mais de 40,1 mil milhões de dólares e os seus fundos de accionistas a 7,2 mil milhões de dólares. O Afreximbank tem notações de grau de investimento atribuídas pela GCR (escala internacional) (A), Moody’s (Baa2), China Chengxin International Credit Rating Co., Ltd (CCXI) (AAA), Japan Credit Rating Agency (JCR) (A-). O Afreximbank evoluiu para uma entidade de grupo que inclui o Banco, a sua subsidiária de fundo de impacto de acções, denominada Fundo para o Desenvolvimento das Exportações em África (FEDA), e a sua subsidiária de gestão de seguros, AfrexInsure (em conjunto, “o Grupo”). O Banco tem a sua sede em Cairo, Egipto.

Para mais informações, visite: www.Afreximbank.com.

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Rania El Rafie, do APO Group, foi nomeada Presidente do Comité de Juízes dos Prémios do Setor Público e dde Thought Leadership Stevie® Awards para o Médio Oriente e o Norte de África

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O APO Group (www.APO-opa.com), a principal e multi-premiada consultora pan-africana de comunicação e serviço de distribuição de comunicados de imprensa, anunciou a nomeação de Rania El Rafie, Vice-Presidente de Relações Públicas e Comunicação Estratégic, como Presidente do Júri dos Prémios de Sector Público e Thought Leadership dos Stevie® Awards para o Médio Oriente e Norte de África.

Os Stevie® Awards do Médio Oriente e Norte de África (https://apo-opa.co/4rNgXy4) estão entre os prémios empresariais mais respeitados do mundo, reconhecendo a inovação, a liderança e o impacto em todos os setores na região MENA. 

Na qualidade de Presidente, Rania selecionou pessoalmente um comité de jurados composto por líderes seniores com uma profunda experiência em comunicação empresarial, relações governamentais, estratégia comercial e operações multinacionais. No seu todo, o painel oferece uma combinação de visões regionais e perspetivas globais, moldadas por experiência prática a navegar ambientes complexos e mercados com nuances culturais. O comité de avaliação é composto por:

  • Mai Youssef, Diretora de Serviços de Marketing e Comunicações Empresariais da Canon Médio Oriente e África Central e do Norte
  • Sean Muir, Diretor de Relações Públicas do Portefólio GITEX no Dubai World Trade Centre
  • Laila Bastati, Chief Commercial Officer do APO Group
  • Mohamed Elwagih, Diretor de Comunicações Empresariais do Mantrac Group

Ao comentar a sua nomeação, El Rafie afirmou: “Presidir a uma comissão de avaliação dos Stevie® Awards é uma honra profissional – para mim e para o APO Group. Programas de comunicação eficazes têm de gerir confiança, responsabilidade e impacto mensurável. Ao constituir este comité, era importante reunir líderes que compreendem a complexidade de operar em mercados e junto de públicos diversos, mantendo simultaneamente os mais elevados padrões internacionais na avaliação das candidaturas. Estou entusiasmada por trabalhar com eles para identificar as histórias de sucesso da região.”

Com mais de 22 anos de experiência em vários mercados e setores, El Rafie, baseadano Cairo, liderou programas de comunicação premiados e de grande impacto para clientes como a Emirates, Canon, Nestlé, TikTok, Marriott, Afreximbank, GITEX, MSD e Western Union. Em 2024, tornou-se a primeira vice-presidente do APO Group nomeada internamente. Em 2025, foi nomeada a Mulher Mais Inovadora do Ano nos Prémios Stevie® e reconhecida entre as 50 Mulheres Mais Notáveis de África na área da Comunicação.

A nomeação de El Rafie demonstra a sua posição como uma das líderes de comunicação mais respeitadas da região e a profunda experiência do APO Group no aconselhamento de clientes de alto nível em vários países e setores.

Distribuído pelo Grupo APO para APO Group.

Contacto para a comunicação social:
marie@apo-opa.com 

Sobre o APO Group:
Fundado em 2007 por Nicolas Pompigne-Mognard, o APO Group é uma consultora de comunicação orientada para a performance, que combina aconselhamento estratégico, execução no terreno e visibilidade garantida em todos os mercados africanos.

Reconhecido com múltiplos prémios internacionais, incluindo distinções SABRE, Davos Communications e World Business Outlook, o APO Group trabalha com organizações globais e africanas para desenvolver e implementar planos de comunicação que geram resultados, assentes em estratégia, execução e visibilidade com impacto.

As funções de concelheiro do nosso fundador em instituições internacionais reforçam o acesso do APO Group a decisores de alto nível e consolidam o nosso posicionamento como a consultora de comunicação melhor conectada do continente. Entre os nossos clientes contam-se a Canon, a Emirates, a Nestlé, a NFL, a Liquid Intelligent Technologies, o Afreximbank, o Banco Africano de Desenvolvimento, a GITEX Global, a Royal African Society e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

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África tem de reorientar a sua dotação mineral de 29,5 biliões de dólares em função da indústria, das infraestruturas e da procura, segundo um estudo da Africa Finance Corporation

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

De acordo com um novo estudo (http://apo-opa.co/4txjr5p) publicado hoje pela Africa Finance Corporation (AFC) (www.AfricaFC.org), África possui um valor estimado de 29,5 biliões de dólares em minas, o que representa cerca de 20% da riqueza mineral mundial, mas capta apenas uma fração do valor económico incorporado nesta dotação.

Deste total, 8,6 biliões de dólares continuam por desenvolver, o que reflete um continente pouco explorado onde a fragmentação dos dados geológicos, a cobertura desigual e a transparência limitada continuam a elevar a perceção do risco e a restringir o investimento. O relatório defende que a melhoria da disponibilidade e da qualidade dos dados geológicos é um primeiro passo necessário para reduzir o risco dos projetos e desbloquear o capital de exploração.

O estudo sublinha igualmente que os valores das minas subestimam significativamente o verdadeiro potencial de África, uma vez que não captam o valor muito maior criado quando os minerais são transformados em aço, alumínio, fertilizantes, baterias e ligas. Medida no ponto de utilização industrial, a dotação mineral de África expande-se por uma ordem de grandeza, revelando um valor latente substancial.

Lançado na Mining Indaba, na Cidade do Cabo, o Compêndio dos Minerais Estratégicos de África reenquadra o setor através de uma lente de desenvolvimento africana, colocando a industrialização, as infraestruturas e a procura regional a longo prazo no centro da estratégia mineral.

“Hoje, a AFC orgulha-se de lançar o Compêndio dos Minerais Estratégicos de África, uma iniciativa que visa reformular o setor através de uma perspetiva africana e converter a dotação em vias de execução para a nossa prosperidade coletiva”, afirmou Samaila Zubairu, Presidente e CEO da AFC. “O Compêndio mapeia todas as cadeias de valor e liga as reservas e a produção à capacidade de processamento, às infraestruturas de energia e de transporte e aos corredores industriais regionais, melhorando a transparência dos dados para reduzir o risco de exploração, diminuir o custo do capital e orientar um investimento mais inteligente na exploração mineira e nas infraestruturas necessárias para a beneficiação e as cadeias de valor regionais integradas.”

Desenvolvimento mineral assente na procura africana

O Compêndio conclui que a produção de minerais, as infraestruturas de apoio e a procura raramente se colocalizam ou se alinham à escala, e apela a um planeamento regional mais forte ancorado nos fundamentos da procura a longo prazo em África.

A cadeia de valor do aço ilustra este desalinhamento. África dispõe de recursos de classe mundial em ferro-ligas, como o manganês, o crómio e o níquel, e o fornecimento de minério de ferro está a entrar num novo ciclo de crescimento. No entanto, estas cadeias de abastecimento continuam comercialmente ligadas aos ciclos siderúrgicos asiáticos e não à própria trajetória de desenvolvimento de África.

Esta exposição é economicamente dispendiosa e pode ser vista a acontecer neste momento. O abrandamento da procura asiática de aço, associado à recessão imobiliária na China e ao enfraquecimento da construção, transmitiu choques aos mercados africanos de minerais. Na República Democrática do Congo, foram impostas quotas de produção de cobalto para gerir o excesso de oferta e a queda dos preços. Na África do Sul, a capacidade de produção de aço primário foi encerrada devido à fraca procura interna, aos custos elevados e à fragmentação da oferta. No Gabão, as principais operações de manganês suspenderam periodicamente a produção em resposta à menor procura de ligas por parte da Ásia.

Estes resultados estão a ocorrer quando África continua a expandir as redes de transportes, os sistemas de energia, a habitação e a capacidade industrial que requerem estes materiais. O constrangimento não é a falta de procura, mas a falta de ancoragem da procura: a incapacidade de alinhar a produção mineral, a capacidade de processamento e o investimento em infraestruturas com as necessidades materiais a longo prazo de África.

A infraestrutura liga minerais, transformação e procura

O Compêndio coloca a infraestrutura no centro da estratégia mineral – não como um facilitador passivo, mas como o sistema que liga as matérias-primas, a capacidade de processamento e a procura. O custo e a fiabilidade da energia, a conetividade dos transportes e o acesso a terrenos industriais determinam, em última análise, a viabilidade da transformação.

Para tal, o relatório mapeia os depósitos minerais e os ativos de produção juntamente com os caminhos-de-ferro, portos, centros de produção de energia e redes de transmissão para identificar onde as cadeias de valor regionais podem ser realisticamente desenvolvidas. Este apela a intervenções específicas nos corredores ferroviários partilhados e no transporte transfronteiriço de eletricidade, em especial nas regiões ricas em minerais, onde uma infraestrutura coordenada poderia desbloquear a escala, reduzir os custos de fornecimento e apoiar as plataformas industriais regionais.

As infraestruturas são também fundamentais para a competitividade de África num mundo de industrialização ecológica. A energia limpa, a logística eficiente e os corredores integrados, como o do Lobito, podem reduzir a intensidade de carbono e melhorar o acesso aos mercados onde são cada vez mais necessárias cadeias de abastecimento rastreáveis e com baixo teor de carbono.

Minerais africanos numa economia global fragmentada

O Compêndio situa a estratégia mineral africana num cenário geoeconómico em rápida mudança, moldado por tensões comerciais, controlos de exportação, política industrial e esforços para reduzir o risco de concentração. Estas mudanças estão a elevar a relevância estratégica dos recursos minerais de África, mas apenas quando o continente pode oferecer alternativas fiáveis e de valor acrescentado.

Em vez de posicionar a África como um fornecedor marginal de matérias-primas, o relatório defende a integração seletiva em segmentos estrategicamente expostos das cadeias de abastecimento globais, onde a diversificação aumentaria materialmente a resiliência, particularmente para minerais com mercados de processamento altamente concentrados. Estas incluem o manganês, as terras raras, a grafite, o urânio e os elementos de liga essenciais para as tecnologias de defesa, aeroespaciais e de energias limpas.

É encorajador o facto de estar a surgir uma dinâmica:

  • Angola está a desenvolver um dos maiores depósito de terras raras de metais magnéticos do mundo que será também da mais elevada qualidade;
  • Moçambique tornou-se uma âncora de matéria-prima fundamental para grafite e materiais de ânodo;
  • Os projetos de sulfato de manganês para baterias estão a avançar na África Austral; e
  • A produção de urânio foi retomada na Namíbia e no Malawi em 2024-25.

Faça o . aqui (http://apo-opa.co/4txjr5p) do Compêndio de Recursos Minerais Estratégicos da África, elaborado pela AFC.

Distribuído pelo Grupo APO para Africa Finance Corporation (AFC).

Questões da Comunicação Social:
Yewande Thorpe
Comunicações
Africa Finance Corporation
Telemóvel: +234 1 279 9654
Email: yewande.thorpe@africafc.org

Sobre a AFC:
A AFC foi criada em 2007 para ser o catalisador de infraestruturas pragmáticas e investimentos industriais em toda a África. A abordagem da AFC combina conhecimentos especializados da indústria com um foco em consultoria financeira e técnica, estruturação de projetos, desenvolvimento de projetos e capital de risco para responder às necessidades de desenvolvimento de infraestruturas de África e impulsionar o crescimento económico sustentável.

Dezoito anos mais tarde, a AFC desenvolveu um historial como parceiro de eleição em África para investir e entregar ativos de infraestruturas fundamentais e de alta qualidade que fornecem serviços essenciais nos setores de infraestruturas essenciais da energia, recursos naturais, indústria pesada, transportes e telecomunicações. A AFC tem 48 países membros e investiu mais de 18,5 mil milhões de dólares em 36 países africanos desde a sua criação. www.AfricaFC.org

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Dra. Rasha Kelej, CEO da Fundação Merck, juntamente com as Primeiras-Damas Africanas, celebram o ‘Dia Internacional da Tolerância Zero à Mutilação Genital Feminina 2026’ através dos seus programas ‘Mais do Que uma Mãe’ e ‘Educar Linda’

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

  • Fundação Merck celebra o Dia Internacional da Tolerância Zero à Mutilação Genital Feminina 2026 através do seu programa televisivo “Nossa África”
  • CEO da Fundação Merck e as Primeiras-Damas Africanas continuam a sua parceria para defender a educação de meninas para acabar com a MGF em toda a África
  • Dra. Rasha Kelej enfatiza que a educação de meninas é fundamental para acabar com a mutilação genital feminina, o casamento infantil e quebrar o estigma da infertilidade em torno das mulheres

Fundação Merck (www.Merck-Foundation.com), o braço filantrópico da Merck KGaA Alemanha, juntamente com as Primeiras-Damas Africanas, celebram o Dia Internacional da Tolerância Zero à Mutilação Genital Feminina 2026 atarvés dos seus programas “Mais do Que uma Mãe” e “Educar Linda”. A Fundação Merck também abordou de forma contundente os danos e perigos da Mutilação Genital Feminina (MGF) por meio de um episódio dedicado do seu programa televisivo, “Nossa África da Fundação Merck”.

Assista aqui ao episódio do programa televisivo “Nossa África da Fundação Merck” sobre o fim da MGF (Mutilação Genital Feminina): https://apo-opa.co/3Mt4W1A

A Senadora, Dra. Rasha Kelej (Aposentada), CEO da Fundação Merck e Presidente da campanha “Mais do Que uma Mãe” expressou: “A MGF (Mutilação Genital Feminina) é uma prática prejudicial que viola os direitos e a dignidade de milhões de meninas e mulheres em toda a África e noutros lugares. Não traz benefícios para a saúde, apenas malefícios. Juntamente com as minhas queridas irmãs, as Primeiras-Damas Africanas, estamos comprometidas em quebrar o silêncio, conscientizar e empoderar as comunidades para que se posicionem contra essa tradição profundamente enraizada. Juntas, podemos criar um futuro onde toda menina tenha a liberdade de viver uma vida saudável, empoderada e digna.”

“Por meio de um episódio especial do nosso popular programa televisivo “Nossa África”, comunicamos detalhadamente os malefícios da MGF (Mutilação Genital Feminina) e apelamos às comunidades africanas para que cessem essa prática prejudicial. Além disso, em conjunto com as Primeiras-Damas Africanas, lançamos anualmente o nosso prémio Mais do Que uma Mãe para reconhecer os melhores trabalhos de jornalismo, cinema, canção e da moda que conscientizam sobre o fim da MGF, apoiam a educação de meninas e abordam outras questões sociais sensíveis”, acrescentou a Dra. Rasha Kelej.

Submeta as candidaturas para os prémios aqui.: https://apo-opa.co/3NWa6nn

 “Nossa África da Fundação Merck” é um programa televisivo panafricano conceptualizado, produzido, reallizado, e co-apresentado pela Dra. Rasha Kelej, CEO da Fundação Merck.

O programa television é transmitido nos principais canais televisivos de muitos países africanus incuindo Quénia, Gana, Uganda, Libéria, Serra Leoa, Burundi, Zâmbia, Namíbia etc, e está actualmente disponível nos canais de Redes Sociais da  Dra. Rasha Kelej  (Facebook (http://apo-opa.co/4acpZNL), Instagram (http://apo-opa.co/4kizsHX), Twitter (http://apo-opa.co/4ryM0gM) e YouTube (http://apo-opa.co/4qjZBrc)) e da Fundação Merck (Facebook (http://apo-opa.co/4cjKqee), Instagram (http://apo-opa.co/4am5qPf), Twitter (http://apo-opa.co/4aEMJqb) e YouTube (http://apo-opa.co/4rytm8T)).

Segundo a OMS, em todo mundo, mais de 230 milhões de meninas e mulheres foram submetidas à MGF (Mutilação Genital Feminina). A África concentra a maior parte desse total, com mais de 144 milhões de casos, o que representa mais de 60% do total.

“Acredito firmemente que a educação é um dos pilares mais essenciais do empoderamento feminino e desempenha um papel vital na eliminação de práticas nocivas como a MGF (Mutilação Genital Feminina), que não beneficiam ninguém. Portanto, por meio do nosso programa “Educar Linda”, em parceria com as Primeiras-Damas Africanas, concedemos, até o momento, mais de 1.200 bolsas de estudo anuais para meninas africanas de alto desempenho e em situação de vulnerabilidade, provenientes de 19 países, permitindo que elas concluam os seus estudos e alcancem o seu potencial. Por meio dessas bolsas, apoiamos a educação de meninas de diversos países africanos, incluindo Botswana, Burundi, Cabo Verde, República Centro-Africana, República Democrática do Congo, Gabão, Gâmbia, Gana, Quénia, Libéria, Malawi, Namíbia, Nigéria, São Tomé e Príncipe, Tanzânia, Togo, Zâmbia e Zimbabwe.”

Além disso, a Fundação Merck beneficiou milhares de meninas distribuindo materiais escolares essenciais e por meio da sua campanha de conscientização, que inclui o lançamento de diversos livros infantis inspiradores, filmes de animação e músicas para apoiar a educação feminina. 

Leia o livro infantil “Educar Linda” aqui: https://apo-opa.co/4byP7ke#

Assista aos filmes de animação da Fundação Merck sobre o apoio à educação de meninas:  

  • Resgate de Jaqueline: https://apo-opa.co/4qptJlg
  • Vaigem ao Futuro: https://apo-opa.co/4klKE6Q

Ouça as músicas da Fundação Merck para apoiar o empoderamento feminino e a educação de meninas:

  1. Assista, partilhe e subscreva-se no canal para ouvir a música “Girls Can” aqui, interpretada por Cwesi Oteng, do Gana, e Irene Logan, da Libéria.: https://apo-opa.co/4rA2kxU
  2. Assista, partilhe e subscreva-se à música “Like Them” aqui, cantada por Kenneth, um conceituado cantor do Uganda: https://apo-opa.co/3ZR6eqf
  3. Assista, partilhe e subscreva-se à música “Take me to School” aqui, cantada por Wezi, cantora afro-soul da Zâmbia, para apoiar a educação das meninas: https://apo-opa.co/4rzKsTF
  4. Assista, partilhe e subscreva-se à música em português “Tu Podes Sim”, que significa em inglês “Yes, You Can” em inglês de Blaze e Tamyris Moiane, cantores de Moçambique aqui: https://apo-opa.co/4rALG1g 
  5. Assista, partilhe e subscreva-se à música “ABC, 123” de Sean K da Namíbia aqui: https://apo-opa.co/4cbrzlA
  6. Assista, partilhe e subscreva-se à música “Brighter day” de Sean K e Cwesi Oteng da Namíbia e Gana respectivamente: https://apo-opa.co/4aeSDxQ
  7. Assista e partilhe a “música Superwoman” dos cantores Cwezi e Adina do Gana aqui: https://apo-opa.co/3MgpBpt

Distribuído pelo Grupo APO para Merck Foundation.

Contato:
Mehak Handa
Gerente do Programa de Conscientização Comunitária
Telefone: +91 9310087613 / +91 9319606669
Email: mehak.handa@external.merckgroup.com

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Sobre a Fundação Merck:
A Fundação Merck, criada em 2017, é o braço filantrópico da Merck KGaA Alemanha, tem como objectivo melhorar a saúde e o bem-estar das pessoas e aprimorar as suas vidas atravez da ciência e da tecnologia. Os nossos esforços estão focados principalmente na melhoria do acesso a soluções de saúde de qualidade e equitativas em comunidades carenciadas, no desenvolvimento da capacidade de saúde e na investigação científica, no empoderamento das raparigas na educação e no empoderamento de pessoas em STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática) com foco especial em mulheres e jovens. Todos os comunicados de imprensa da Fundação Merck são distribuídos por e-mail ao mesmo tempo em que são disponibilizados no site da Fundação Merck. Visite www.Merck-Foundation.com para ler mais. Siga a mídia social da Fundação Merck: Facebook (http://apo-opa.co/4cjKqee), X (http://apo-opa.co/4aEMJqb), Instagram (http://apo-opa.co/4am5qPf), YouTube (https://apo-opa.co/4rytm8T), Threads (https://apo-opa.co/4tiKy3S) e Flickr (https://apo-opa.co/4r7zsxa).

A Fundação Merck está dedicada a melhorar os resultados sociais e de saúde para comunidades necessitadas. Embora colabore com vários parceiros, incluindo governos, para atingir os seus objectivos humanitários, a Fundação permanece estritamente neutra em questões políticas. Ela não se envolve ou apoia nenhuma actividade política, eleições ou regimes, concentrando-se exclusivamente na sua missão de elevar a humanidade e melhorar o bem-estar, mantendo uma postura estritamente apolítica em todos os seus esforços.

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Ministério da Justiça e Câmara Municipal de São Filipe do Fogo rubricam Protocolo Institucional

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Protocolo tem por objeto estabelecer os termos de cooperação institucional e financeira para a execução do Projeto de Reabilitação e Manutenção da Estrada Municipal de Acesso à Cadeia Regional do Fogo.

A intervenção abrange a reabilitação integral da via municipal de acesso à Cadeia Regional do Fogo, incluindo trabalhos de manutenção, recuperação do piso, melhoria das condições de drenagem e demais ações necessárias para assegurar condições adequadas de segurança e transitabilidade.

O Ministério da Justiça e a Câmara Municipal de São Filipe acordaram assumir a responsabilidade financeira em partes iguais, ou seja, 50% do custo dos trabalhos a realizar, sendo que a totalidade do valor ultrapassa os 13 milhões de escudos. A Câmara ficou com a incumbência de assegurar a coordenação técnica e administrativa da execução da obra, mediante a cooperação, acompanhamento e fiscalização do Ministério.

No ato da assinatura, que ocorreu por videoconferência, a Ministra Joana Rosa, enalteceu “o interesse da Câmara Municipal de São Filipe em comparticipar na reabilitação da estrada, infraestrutura essa que será de extrema utilidade em matéria de segurança, condições de acesso das famílias que visitam os reclusos e outros que queiram deslocar-se à Cadeia. Da nossa parte, vamos disponibilizar o montante financeiro previsto no Protocolo para que possamos dar início, o mais rápido possível, às obras.”

Joana Rosa destacou a parceria que já existe entre as duas instituições. “A Câmara Municipal de São Filipe tem apoiado o Ministério da Justiça em matéria de reinserção social, através da sua ação social, reforçando assim o engajamento da direção da Cadeia Regional do Fogo. O Governo agradece e vamos continuar, pois falta ainda terminar as obras do muro circundante da Cadeia, que, por sua vez, é uma infraestrutura recente, construída em 2021, com boas condições, com um corpo de técnicos sociais e de seguranças prisionais que dão cobertura à Cadeia. Com o apoio da Câmara, vamos reforçar os trabalhos de reinserção social, implementar as regras de Mandela, a humanização do sistema penitenciário cabo-verdiano”.

A finalizar convém realçar que a estrada a ser reabilitada compreende uma extensão superior a quatro quilômetros.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.