Fundo de Energia Sustentável para África do Banco Africano de Desenvolvimento aprova 5,65 milhões de dólares para novo instrumento de financiamento climático destinado a projetos de energia renovável fora da rede nos Estados frágeis africanos

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Conselho de Administração do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (https://www.AFDB.org/en) aprovou uma subvenção reembolsável de 5,65 milhões de dólares do Fundo de Energia Sustentável para África (SEFA) para testar a Facilidade de Agregação de Certificados de Energia Renovável para a Paz (P-REC-PAF), uma iniciativa pioneira que irá, pela primeira vez, utilizar certificados de energia renovável como instrumento de financiamento direto para um portfólio de mini-redes nos países mais frágeis e com maior carência energética de África.

Cofinanciado pelo Fundo Nórdico de Desenvolvimento (NDF) (http://apo-opa.co/4svavwi), que comprometeu um montante equivalente a 5,65 milhões de dólares, o mecanismo de 11,3 milhões de dólares será gerido pela Camco Clean Energy (http://apo-opa.co/4uTPcWP), uma gestora de fundos climáticos e de impacto, e pela Energy Peace Partners (http://apo-opa.co/4sN9BLC), uma organização sem fins lucrativos registada nos EUA que desenvolveu o selo Certificado de Energia Renovável Paz. Os certificados provêm exclusivamente de projetos de mini-redes de pequena escala em comunidades afetadas por conflitos e carentes de energia, e são adquiridos voluntariamente por multinacionais que procuram direcionar os seus gastos em sustentabilidade corporativa para onde geram o maior impacto social e ambiental.

A facilidade celebrará contratos de compra a longo prazo com promotores de mini-redes elegíveis em 14 países em situação de fragilidade – Burundi, República Centro-Africana, Chade, República Democrática do Congo, Etiópia, Libéria, Mali, Níger, Nigéria, Serra Leoa, Somália, Sudão do Sul, Sudão e Uganda. Fornecerá aos promotores pagamentos antecipados em dinheiro em troca dos direitos sobre os certificados produzidos pelo projeto. Posteriormente, a facilidade venderá esses certificados a compradores empresariais globais, canalizando moeda forte de volta para os promotores em mercados onde o financiamento comercial é muito limitado.

Espera-se que cerca de 856 mil pessoas nestes 14 países obtenham acesso pela primeira vez à eletricidade fiável como resultado, sendo cerca de metade delas mulheres, através de aproximadamente 240 mil novas ligações e 71 megawatts de nova capacidade de energia renovável.

O projeto está totalmente alinhado com a Missão 300 (http://apo-opa.co/4caMcxO), a iniciativa conjunta do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento e do Banco Mundial para ligar 300 milhões de africanos à eletricidade até 2030. O NDF está a contribuir para as ambiciosas metas de acesso à energia da Missão 300 através do seu considerável portfólio de energias renováveis e na qualidade de membro do Grupo de Coordenação dos Parceiros de Desenvolvimento.

“A falta de acesso a capital para a eletrificação rural continua a ser um grande obstáculo ao acesso universal à energia no continente africano, particularmente em países que enfrentam conflitos e fragilidade. Orgulho-me de que o SEFA esteja a apoiar este mecanismo inovador e pioneiro, que testa um novo produto de financiamento climático capaz de desbloquear novas fontes de financiamento comercial para mini-redes lideradas pelo setor privado. Este é o tipo de criação de mercado necessário para avançar com os objetivos da Missão 300”. – João Duarte Cunha, Gestor, Divisão de Fundos de Energias Renováveis e Fundo de Energia Sustentável para África, Grupo Banco Africano de Desenvolvimento

“Os países da África Subsaariana que enfrentam situações de fragilidade e são afetados por conflitos necessitam urgentemente de apoio e acesso a soluções energéticas limpas e fiáveis. No NDF, orgulhamo-nos de contribuir para a Facilidade de Agregação de Certificados de Energia Renovável para a Paz (P-REC), que ajuda a levar energia renovável de pequena escala e fora da rede a comunidades sem acesso à energia, com acesso limitado ou com o acesso interrompido. Ao apoiar esta iniciativa, reforçamos também o papel de liderança climática dos países nórdicos, trabalhando em parceria, através da inovação e da responsabilidade, para promover soluções de energia sustentável onde são mais necessárias”. Satu Santala, Diretora-Geral do Fundo Nórdico de Desenvolvimento (NDF)

O PAF disponibilizará capital adicional de baixo custo, não dilutivo, para projetos de acesso à energia em estados frágeis. Ao fazê-lo, proporcionará a mais comunidades acesso aos benefícios da energia limpa, impulsionando o emprego, as oportunidades e os padrões de vida. A Camco tem o prazer de trabalhar com a EPP, o SEFA e o NDF nesta importante iniciativa.” Geoff Sinclair, CEO da Camco

“A maioria das pessoas no continente sem acesso à eletricidade vive em países frágeis e afetados por conflitos, onde os projetos de energia renovável podem ter impactos extraordinários – melhorando os resultados em saúde, educação, segurança e proteção. O P-REC PAF, baseado no selo Peace-REC da EPP, pode acelerar essa transição, convertendo a ambição climática das empresas em capital inicial para promotores de energia renovável que, de outra forma, teriam dificuldade em concretizar os seus projetos.” Sherwin Das, Diretor-Geral da Energy Peace Partners

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Contacto para os media:
Frederica Lourenço,
Departamento de Comunicação e Relações Externas, 
media@afdb.org

Sobre o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros.

Mais informações em www.AFDB.org/pt

SOBRE O SEFA:
O SEFA é um Fundo Especial com múltiplos doadores que fornece financiamento catalisador para desbloquear investimentos do setor privado em energias renováveis e eficiência energética. O SEFA oferece assistência técnica e instrumentos de financiamento concessional para eliminar barreiras de mercado, construir um pipeline de projetos mais robusto e melhorar o perfil de risco-retorno de investimentos individuais. O objetivo geral do Fundo é contribuir para o acesso universal a serviços energéticos acessíveis, fiáveis, sustentáveis e modernos para todos em África, em consonância com a Missão 300.

SOBRE O NDF:
O Fundo Nórdico de Desenvolvimento (NDF) (http://apo-opa.co/4svavwi) é a instituição financeira internacional conjunta dos cinco países nórdicos: Dinamarca, Finlândia, Islândia, Noruega e Suécia. O NDF centra-se na relação entre as alterações climáticas e o desenvolvimento em países de rendimentos mais baixos e em situações de fragilidade. Desde a introdução do mandato climático em 2009, o NDF tem vindo a construir um historial de valor acrescentado através do financiamento de projetos de mitigação e adaptação climática, em estreita interação com a sua extensa rede de parceiros estratégicos.

SOBRE A CAMCO:
A Camco (http://apo-opa.co/4uVqkxY) é uma gestora de fundos climáticos e de impacto. Com mais de 30 anos de experiência em finanças sustentáveis e criação de valor no terreno, a Camco já apoiou mais de 200 projetos em 29 países. A empresa gere múltiplas plataformas de investimento destinadas a financiar soluções inovadoras para combater as alterações climáticas e gerar impacto positivo em mercados emergentes, incluindo a Renewable Energy Performance Platform (REPP), a REPP 2, a Spark Energy Services e a TIDES, sendo uma Entidade Acreditada do Fundo Verde para o Clima.

SOBRE A ENERGY PEACE PARTNERS:
A Energy Peace Partners (EPP) (http://apo-opa.co/4sN9BLC) aproveita soluções climáticas e financeiras para promover a paz nas regiões mais frágeis do mundo. A nossa abordagem sensível ao clima amplia o conjunto de ferramentas existente para a paz e o desenvolvimento, estendendo a revolução das energias renováveis a algumas das populações mais vulneráveis do planeta. Abordamos a interseção entre a pobreza energética, o risco de conflito e a vulnerabilidade climática para demonstrar os dividendos de paz da energia limpa.

O Nigerian Content Development and Monitoring Board (NCDMB) da Nigéria assume papel fundamental em matéria de conteúdo local na African Energy Week (AEW) 2026

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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A agência reguladora paraestatal Nigerian Content Development and Monitoring Board (NCDMB) participará na African Energy Week (AEW) 2026 deste ano como Parceiro Oficial de Conteúdo Local, reforçando a sua liderança na promoção da capacidade local em todo o setor energético africano. A decorrer de 12 a 16 de outubro na Cidade do Cabo, o evento proporcionará uma plataforma estratégica para a NCDMB apresentar o quadro de conteúdo local em evolução da Nigéria e as oportunidades de investimento.

Paralelamente, o NCDMB continua a reforçar as suas capacidades nacionais, tendo lançado mais recentemente, em março de 2026, um programa de formação em engenharia de oleodutos com a duração de 12 meses para 33 jovens engenheiros em Port Harcourt. Realizada em parceria com a Renaissance Africa Energy e a MJD Oilfield Services, a iniciativa centra-se na limpeza de gasodutos, no controlo da corrosão e na gestão da integridade, alinhando o desenvolvimento da força de trabalho com grandes projetos de infraestruturas, como o Gasoduto Ajaokuta-Kaduna-Kano.

No que diz respeito às infraestruturas, o conselho está a avançar com a construção de um hotel e centro de conferências de 204 quartos, gerido pela Radisson, em Yenagoa, cuja entrada em funcionamento está prevista para dezembro deste ano. Localizada junto à Nigerian Content Tower, a instalação foi concebida para apoiar a colaboração no setor. A complementar isto, a NCDMB inaugurou um Laboratório de Competências Clínicas e Simulação na Universidade Médica de Bayelsa, reforçando a capacidade de cuidados de saúde nas comunidades anfitriãs através de tecnologias de formação de ponta.

A expansão industrial continua a ser um pilar central da estratégia do conselho. No âmbito do Nigerian Oil and Gas Parks Scheme, os parques-piloto em Odukpani e Emeyal-1 estão em fase de conclusão e prevê-se que gerem cerca de 2 000 postos de trabalho cada. Estes centros industriais de serviços partilhados foram concebidos para localizar a produção, reduzir custos e permitir que as empresas locais aumentem a produção ao longo das cadeias de valor a montante e a meio do processo.

Do ponto de vista financeiro e político, o NCDMB está a implementar múltiplos mecanismos de financiamento, incluindo um programa de investimento de capital de 100 milhões de dólares, um fundo de intervenção de 500 milhões de dólares e uma iniciativa de 20 milhões de dólares centrada nas mulheres. Medidas de aplicação recentes – tais como controlos mais rigorosos das quotas de expatriados e certificação de conformidade obrigatória – sinalizam ainda mais uma mudança no sentido de uma maior localização, transparência e confiança a longo prazo dos investidores no setor do petróleo e gás da Nigéria.

«A participação da NCDMB na AEW 2026 é um forte sinal de que África está empenhada em desenvolver a sua própria capacidade e reter valor no continente», afirma NJ Ayuk, Presidente Executivo da Câmara Africana de Energia. «O conteúdo local não é apenas uma política – é a base para o crescimento sustentável, a criação de emprego e a segurança energética nos mercados africanos.»

À medida que a AEW 2026 reúne investidores globais, decisores políticos e operadores, a inclusão da NCDMB como Parceiro de Conteúdo Local sublinha a importância crescente da criação de valor no próprio país. Com fóruns dedicados ao desenvolvimento de competências, transferência de tecnologia e industrialização, o evento está preparado para impulsionar um diá. prático sobre como o conteúdo local pode desbloquear ecossistemas energéticos resilientes, competitivos e prontos para o investimento em toda a África.

Distribuído pelo Grupo APO para African Energy Chamber.

O Afreximbank lança o primeiro grupo do programa acelerador para expandir o ecossistema de comércio digital em África

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) (www.Afreximbank.com) lançou oficialmente o primeiro grupo do seu “Programa Acelerador do Afreximbank”, que reúne oito startups de elevado potencial de toda África e da diáspora para uma semana intensiva de lançamento, a decorrer em Cairo, de 23 a 27 de Março de 2026.

O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) lançou oficialmente o primeiro grupo do seu “Programa Acelerador do Afreximbank”, que reúne oito startups de elevado potencial de toda África e da diáspora para uma semana intensiva de lançamento, a decorrer em Cairo, de 23 a 27 de Março de 2026. Estas startups operam em sectores importantes, incluindo pagamentos transfronteiriços, logística digital, plataformas de exportação agrícola, soluções empresariais com base em IA, financiamento da cadeia de abastecimento e mobilização de investimento da diáspora.

Participam no grupo as startups Fincart.io, do Egipto; a OnePort 365, que opera na Nigéria, no Gana e no Quénia; a Timon, uma entidade pan-africana activa em 15 países; a Zowasel, igualmente activa na Nigéria, no Quénia e na Tanzânia; a Gebeya, que é simultaneamente etíope e pan-africana; a Fluna, igualmente uma startup pan-africana activa em 10 países; a Capsa Technologies, da Nigéria; e a Daba Finance, cujas operações abrangem a África francófona.

No âmbito do programa, que foi concebido, desenhado e gerido pelo Afreximbank, as startups elegíveis receberão apoio com um investimento de até 250.000 USD, sujeito a critérios de investimento padrão e diligência devida, complementado por mentoria, acesso ao mercado e parcerias estratégicas destinadas a acelerar a sua expansão por toda África.

A semana de lançamento de Cairo, que teve início na sede do Afreximbank a 24 de Março de 2026, inclui uma série de encontros de alto nível com a liderança do Banco, especialistas do sector, mentores e parceiros do ecossistema. A semana culminará com um evento social exclusivo no Grande Museu Egípcio, ligando simbolicamente o rico património de África ao seu futuro de inovação em rápida evolução.

Impulsionar o Futuro do Comércio Digital de África

Ao intervir na reunião de lançamento, o Sr. Haytham Elmaayergi, Vice-Presidente Executivo para o Comércio Global do Afreximbank, destacou a importância do evento: “Hoje, passamos da promessa à execução, porque compreendemos uma verdade fundamental: o comércio não acontece nas páginas dos documentos políticos. O comércio acontece por meio das empresas. Acontece por meio dos empreendedores. Acontece por meio dos criadores. O que mais me entusiasma neste grupo não é apenas quem vocês são, mas o que representam. Vocês estão a construir os trilhos digitais que definirão a forma como África faz o comércio no século XXI.”

Acrescentou ainda que: “Este Programa Acelerador faz parte de uma ambição muito mais ampla: uma África onde as startups se expandam por todo o continente como algo natural, onde as empresas negociem sem obstáculos além-fronteiras e onde o continente funcione como uma força económica verdadeiramente integrada. O Afreximbank orgulha-se de ser um parceiro, um facilitador e uma parte interessada empenhada no sucesso da próxima geração de líderes do comércio africano.”

Para além das sessões principais, as oito startups reuniram-se com o Presidente do Afreximbank, Dr. George Elombi, e com a equipa de liderança sénior para sessões informativas ministradas por especialistas sobre diversos temas.

O Programa Acelerador oferece uma proposta de valor diferenciada ao combinar:

  • Acesso directo à rede pan-africana do Afreximbank de governos, instituições financeiras, empresas e parceiros comerciais
  • Oportunidades de acesso ao mercado e facilitação de negócios nos principais corredores comerciais africanos
  • Orientação regulamentar e política, aproveitando as relações do Banco com os bancos centrais e as entidades reguladoras
  • Vias de integração no ecossistema de comércio digital do Banco, incluindo o Africa Trade Gateway (ATG) e o Sistema Pan-Africano de Pagamentos e Liquidação (PAPSS)

Esta abordagem posiciona o Afreximbank como um facilitador estratégico do comércio transfronteiriço à escala continental, ajudando as startups a navegar pelo processo de licenciamento, conformidade e entrada no mercado em várias jurisdições. Para além disso, o Banco desempenha um papel central na definição do ecossistema de comércio digital de África, combinando acesso ao mercado, parcerias e infra-estruturas para apoiar o crescimento de soluções escaláveis a nível continental.

O programa sublinha o papel crescente do Afreximbank como catalisador do ecossistema de comércio e inovação em África, proporcionando uma plataforma estruturada para identificar e expandir projectos de alto impacto. Através desta iniciativa, o Banco está a promover de forma activa o desenvolvimento da infra-estrutura digital subjacente à implementação do acordo da Zona de Comércio Livre Continental Africana (ZCLCA) e a posicionar-se na vanguarda dos esforços para impulsionar o comércio intra-africano, a integração de mercados e a transformação económica em todo o continente.

Colectivamente, as oito startups operam em mais de 15 países africanos, abrangendo os principais corredores comerciais da África Ocidental, Oriental, do Norte e Austral. O seu impacto destaca a escala e o potencial da inovação africana. A Fluna facilitou mais de 50 milhões de USD em comércio em 10 países. A Capsa processou mais de 70 mil milhões de NGN em financiamento da cadeia de abastecimento. A OnePort 365 liga os corredores comerciais Nigéria-Gana-Quénia. A Timon presta apoio a pagamentos em 15 países, com planos de expansão para 40 países, e a Zowasel ligou mais de 4000 cooperativas e empresas do sector do agro-negócio verificadas.

Juntas, estas iniciativas estão a construir as bases digitais para o comércio intra-africano, acelerando a implementação da ZCLCA e abrindo novos caminhos para a integração económica em todo o continente e na rede mais ampla da África Global.

Distribuído pelo Grupo APO para Afreximbank.

Contacto para a Imprensa:
Vincent Musumba
Gestor de Comunicações e Eventos (Relações com a Imprensa)
Correio Electrónico: press@afreximbank.com

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Sobre o Afreximbank:
O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) é uma instituição financeira multilateral pan-africana com mandato para financiar e promover o comércio intra e extra-africano. Há mais de 30 anos que o Banco utiliza estruturas inovadoras para oferecer soluções de financiamento que apoiam a transformação da estrutura do comércio africano, acelerando a industrialização e o comércio intra-regional, impulsionando assim a expansão económica em África. Apoiante firme do Acordo de Comércio Livre Continental Africano (ACLCA), o Afreximbank lançou um Sistema Pan-Africano de Pagamento e Liquidação (PAPSS) que foi adoptado pela União Africana (UA) como plataforma de pagamento e liquidação para sustentar a implementação da ZCLCA. Em colaboração com o Secretariado da ZCLCA e a UA, o Banco criou um Fundo de Ajustamento de 10 mil milhões de dólares para apoiar os países que participam de forma efectiva na ZCLCA. No final de Dezembro de 2024, o total de activos e contingências do Afreximbank ascendia a mais de 40,1 mil milhões de dólares e os seus fundos de accionistas a 7,2 mil milhões de dólares. O Afreximbank tem notações de grau de investimento atribuídas pela China Chengxin International Credit Rating Co., Ltd (CCXI) (AAA), pela GCR (A), pela Japan Credit Rating Agency (JCR) (A-) e pela Moody’s (Baa2). O Afreximbank evoluiu para uma entidade de grupo que inclui o Banco, a sua subsidiária de fundo de impacto de acções, denominada Fundo para o Desenvolvimento das Exportações em África (FEDA), e a sua subsidiária de gestão de seguros, AfrexInsure (em conjunto, “o Grupo”). O Banco tem a sua sede em Cairo, Egipto.

Para mais informações, visite: www.Afreximbank.com.

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O APO Group ganha o ouro nos SABRE Awards 2026 – Segunda vitória consecutiva em diferentes clientes e setores

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O APO Group (www.APO-opa.com), a consultora de comunicação pan-africana que integra consultoria, execução e distribuição de notícias proprietárias, ganhou o ouro na categoria Norte de África nos Prémios SABRE África 2026 pela sua campanha, GITEX Africa Morocco 2025: A Media-Fuelled Journey for Tech Excellence. (GITEX África Marrocos 2025: uma viagem impulsionada pela comunicação social para a excelência tecnológica).

Realizada para a GITEX Africa, a campanha gerou mais de 3600 recortes de imprensa em África e em todo o mundo, posicionando o evento como a principal plataforma de tecnologia e de startups do continente, ao mesmo tempo que reforçou o estatuto emergente de Marrocos como um centro tecnológico regional.

O APO Group foi finalista em duas categorias adicionais para campanhas realizadas para organizações internacionais que operam em África:

  • The Africa Flag 2025 Tournament: Raising the Game in Cairo (Torneio Africa Flag 2025: aumentar o nível do jogo no Cairo) – Liga Nacional de Futebol Americano (categoria de Relações com a Comunicação Social)
  • Broadcasting Greatness: Elevating African Hoops and Culture at BAL 2025 (A grandeza da radiodifusão: Elevar o Hoops e a Cultura Africana na BAL 2025) – Basketball Africa League (BAL) (categoria de Comunicação Social, Artes e Entretenimento)

Os Prémios SABRE reconhecem a excelência em branding, gestão da reputação e envolvimento na indústria global da comunicação. Este último reconhecimento vem juntar-se ao crescente historial do APO Group nestes prestigiados prémios, após a sua vitória em 2025 para uma campanha realizada para a Canon da África Central e do Norte, bem como a várias posições de finalista em campanhas de apoio a instituições líderes como a GITEX Africa, Africa’s Business Heroes e Global Africa Business Initiative.

“Ser distinguido nos Prémios SABRE é particularmente significativo porque reflete o impacto da comunicação concebida especificamente para o funcionamento dos mercados africanos”, afirmou Bas Wijne, Diretor Executivo do APO Group. “As campanhas pan-africanas bem-sucedidas combinam planeamento estratégico com uma forte execução local, juntamente com uma compreensão clara de como os diferentes mercados, ambientes mediáticos e audiências se relacionam com uma história. Trata-se de conceber comunicações que produzam resultados mensuráveis e ajudem as organizações a envolverem-se de forma eficaz e confiante no diversificado panorama mediático de África.”

Para além do seu sucesso nos Prémios SABRE, o APO Group recebeu várias distinções importantes do setor no ano passado, incluindo Ouro e Bronze nos Prémios de Comunicação de Davos pela excelência em comunicações estratégicas e execução de campanhas. A empresa foi também nomeada a Agência de Relações Públicas Líder em África – 2025 pela Brands Review Magazine e a Melhor Agência de Relações Públicas e de Consultoria para a Comunicação Social do Ano – 2025 pela World Business Outlook. Operando em 54 países africanos, o APO Group presta serviços de consultoria em comunicação, relações públicas e distribuição de meios de comunicação através da sua agência de notícias proprietária, a Africa Newsroom, que coloca conteúdos em mais de 250 plataformas de notícias centradas em África em todo o mundo.

Distribuído pelo Grupo APO para APO Group.

Contacto para a comunicação social: 
marie@apo-opa.com  

Sobre o APO Group: 
O APO Group garante visibilidade em todos os 54 mercados africanos através de um modelo integrado de relações públicas e comunicação. Combinando aconselhamento estratégico, execução no terreno, gestão de crises e reputação, e distribuição de imprensa proprietária através da sua própria agência de notícias Africa Newsroom, o APO Group opera como a única infraestrutura de comunicações totalmente integrada em África.

A sua plataforma assegura a colocação em mais de 250 websites de notícias centrados em África e liga as organizações diretamente a jornalistas, analistas, investidores e decisores políticos em todo o mundo. Operando em todo o continente, o APO Group oferece a escala, a consistência e o controlo necessários para moldar a reputação em toda a África.

Reconhecido internacionalmente pela excelência na estratégia de relações públicas e comunicação social, incluindo os Prémios SABRE e os Prémios de Comunicação de Davos, o APO Group apoia organizações que impulsionam o crescimento e a influência em todo o continente.

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Ministra da Justiça preside abertura da Semana Cultural no Centro Socioeducativo Orlando Pantera

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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A Ministra da Justiça, Joana Rosa presidiu, segunda-feira, 23 de março, a Semana cultural que decorre, entre os dias 23 e 27, sob o lema “Identidade, Arte e Transformação”. A iniciativa constitui uma intervenção socioeducativa estruturada, voltado ao desenvolvimento pessoal, social e cultural de adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas, promovendo valores de responsabilidade, cidadania e reinserção social.

Na ocasião, Joana Rosa usou da palavra para destacar o trabalho desenvolvido em várias setores, como o desporto, a cultura, a formação com os menores em conflito com a lei, com forte investimento na reinserção e reintegração social, procurando trazer as famílias ao convívio com eles, para lhes transmitir amor e carinho”.

Garantiu “uma aposta na formação nas Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) e em várias outras áreas, conforme a apetência de cada educando e a criação de um ambiente interno acolhedor, de solidariedade, de cooperação e de compreensão entre os educandos, a fim de evitar conflitos e ajudá-los a se preparar para se reinserirem no seio das respetivas famílias e comunidades, no final do cumprimento das medidas socioeducativas”.

“Os menores que estão aqui no Centro são oriundos de família desestruturadas, muitos deles vivem com avôs, abandonaram o sistema de ensino e acabaram por estar na rua, cometendo delitos e sendo usados para práticas ilícitas, por isso temos a obrigação de trabalhar com eles para também evitar que haja reincidência. Temos de trabalhar também na prevenção, junto das famílias e das comunidades”, sublinhou a Ministra.

Quanto aos resultados dos trabalhos desenvolvidos pelo Centro, Joana Rosa considera que “são bons, pois muitos educandos já saíram, estando a trabalhar, a estudar, não tem havido reincidentes e, ao nível das infraestruturas, foram realizadas muitas obras de requalificação para tornar o espaço normal, diferente de um estabelecimento prisional.”

As atividades da semana cultural abrangem serenata, dança tradicional, momentos literários e introspetivos, exibição de filme, roda de diá. e visita à galeria de arte “viagens nas tintas”. Também haverá atividades desportivas.

Recorde-se que, atualmente, estão 47 educandos, sendo apenas uma menina. Está prevista a saída de um número significativo de educandos nos próximos tempos.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

Eurico Monteiro enaltece papel da mulher cabo-verdiana na sociedade e na formação de valores familiares

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Ministro da Promoção de Investimentos e Fomento Empresarial e Ministro da Modernização do Estado e Administração Pública enalteceu o papel da mulher cabo-verdiana na sociedade e na formação de valores familiares. Um papel que, conforme Eurico Monteiro, foi sendo redefinido desde a independência, passando esta a ocupar um lugar de destaque também na construção da nossa sociedade, deixando de se limitar às funções tradicionais de mãe, esposa e dona de casa.

“Em 50 anos de independência, talvez um dos ganhos mais importantes tenha sido a circunstância de as mulheres terem ganho mais de 20 anos de esperança média de vida, passando de 60 para 80 anos”, afirmou Eurico Monteiro durante a abertura de uma palestra alusiva ao Dia da Mulher Cabo-verdiana, que se assinala a 27 de março, e do Pai, celebrado a 19 de março, promovida pelos serviços de recursos humanos dos dois ministérios que tutela.

Para o Ministro, mais do que o aumento de tempo vivido, esse importante marco representa uma mudança na perspetiva de vida, porquanto associada à esperança média de vida mais alta, estão a melhoria das condições de saúde, da qualidade de vida e do contexto no qual se vive.

“Isso significa que um conjunto de fatores associados à mulher evoluiu, o que por si só já potencia esse aumento considerável na esperança média de vida”, reforçou o Ministro, sublinhando em como o papel da mulher cabo-verdiana redefiniu ao longo dos 50 anos de Cabo Verde independente.

“Não obstante tudo aquilo que ganhou em termos de ativismo profissional, relevância, e do peso decisivo que passou a ter até no contexto da economia da família, ainda que com muito menos disponibilidade de tempo, a mulher continua a ter um peso marcante na orientação e transmissão de valor à família”, acrescentou o Ministro, reconhecendo em como a presença e o envolvimento da mulher, não apenas pela sensibilidade, mas pelo olhar diferenciado para os problemas e para as relações interpessoais, contribui para melhorar o contexto de atuação, em casa ou no trabalho.

“No contexto laboral essa atuação diferenciada se revela de extrema importância, não só porque na diversidade encontra-se qualidade, mas, sobretudo, porque a forma como encara o trabalho é, em muito boa medida, diferente, o que não só enriquece como humaniza o ambiente de trabalho”, concluiu o governante, agradecendo aos palestrantes –  António dos Anjos, Pastor da Igreja Adventista e Eloisa Cardoso, presidente da Organização das Mulheres de Cabo Verde e, particularmente, às equipas dos serviços de recursos humanos dos ministérios pela iniciativa e engajamento em causas desta natureza.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

Cabo Verde faz história: Primeiro transplante renal é realizado com sucesso no Hospital Universitário Agostinho Neto

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Hospital Universitário Agostinho Neto (HUAN), na cidade da Praia, realizou um marco histórico na medicina tradicional em Cabo Verde com a realização do primeiro transplante de rins no país. Segundo a equipa médica, a intervenção foi um sucesso e ambos os pacientes – dadora e recetor – apresentam uma recuperação favorável.

A complexa operação envolveu uma equipa multidisciplinar de 30 profissionais e teve uma duração de cerca de três horas, cujo procedimento destacou-se pela utilização de técnica laparoscópica na remoção do órgão, um método menos invasivo que reduz o tempo de recuperação.

O médico português Norton de Matos explicou que tanto a extração como a implantação do órgão decorreram dentro do previsto. O Presidente do Conselho de Administração (PCA) do HUAN, Evandro Monteiro, garantiu que o hospital está preparado para dar continuidade a este tipo de intervenções, reforçando o carácter contínuo deste avanço na saúde em Cabo Verde, consolidando-o como um processo regular na unidade de saúde.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

Doutora Rasha Kelej reconhecida pelo sétimo ano consecutivo como uma das 100 mulheres mais influentes de África

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

Depois de ter sido recentemente reconhecida como uma das 100 pessoas africanas mais influentes de 2025 pela revista New African Magazine (Reino Unido), Dra. Rasha Kelej, CEO da Fundação Merck e Presidente da campanha “Mais do Que uma mãe”, foi agora nomeada entre as 100 mulheres africanas mais influentes de 2025 pela Avance Media, pelo sétimo ano consecutivo. É reconhecida ao lado dos líderes mais importantes de África, incluindo S. Exª. SAMIA SULUHU HASSAN, Presidente da Tanzânia, e S. Exª. NDEMUPELILA NETUMBO NANDI-NDAITWAH, Presidente da Namíbia. O reconhecimento destaca o seu compromisso inabalável com o empoderamento feminino, a educação das raparigas e a transformação dos cuidados aos doentes em toda a África.

A lista anual celebra as mulheres africanas cuja liderança, influência e realizações continuam a moldar a tomada de decisões aos mais altos níveis, a nível local e internacional.

Ao comentar o reconhecimento, a Senadora Dra. Rasha Kelej (aposentada) disse: “Sinto-me profundamente honrada por ser reconhecida como uma das 100 Mulheres Africanas Mais Influentes pelo sétimo ano consecutivo. É um privilégio ser nomeada ao lado de líderes estimados de África, incluindo as Presidentes da Tanzânia e da Namíbia, e tantos outros agentes de mudança inspiradores. Parabéns a todas as mulheres notáveis ​​reconhecidas neste ano.”

“Estou grata por este reconhecimento, que reconhece o compromisso inabalável da Fundação Merck em desenvolver capacidade na área da saúde, transformar o panorama dos cuidados aos doentes com um forte foco na saúde da mulher, empoderar as mulheres com infertilidade em particular e as mulheres em geral, e apoiar a educação das raparigas para as ajudar a realizar todo o seu potencial. Esta honra motiva-nos ainda mais a construir um legado duradouro de impacto e mudança em toda a África para as gerações futuras.” Acrescentou a Dra. Rasha Kelej, uma líder amplamente respeitada em todo o continente, que trabalha em estreita colaboração com governos, Primeiras-Damas, profissionais de saúde e comunidades locais.

Mais de uma década de liderança transformadora

Sob a liderança da Dra. Rasha Kelej, a Fundação Merck lançou e ampliou vários programas de alto impacto, incluindo o Programa de Bolsas de Estudo para Profissionais de Saúde, que está a transformar o panorama dos cuidados aos doentes e a melhorar o acesso a cuidados de saúde de qualidade e equitativos em África e noutros continentes; o movimento inovador “Mais do Que uma Mãe”, por ela iniciado em 2015, através do qual está a desenvolver capacidade de cuidados reprodutivos e de fertilidade de qualidade e equitativos, combatendo o estigma da infertilidade e sensibilizando para a prevenção da infertilidade e da infertilidade masculina; e o Programa “Educar Linda”, que apoia a educação de raparigas em vários países africanos.

Nos últimos 11 anos, a Dra. Rasha Kelej trabalhou em estreita colaboração com mais de 33 Primeiras-Damas de África e da Ásia, que são embaixadoras da campanha “Mais do que uma Mãe” da Fundação Merck, com os Ministérios da Saúde, Educação, Género, Informação e Comunicação, universidades, instituições de investigação, meios de comunicação social e artes.

Transformar o Cuidado ao Doente, Criando um Legado Duradouro

Sob a sua liderança, a Fundação Merck atribuiu mais de 2.500 bolsas de estudo a jovens profissionais de saúde de 52 países, em mais de 44 especialidades médicas críticas e carenciadas.

Antes do lançamento dos programas da Fundação Merck em 2012, muitos países como a Gâmbia, Libéria, Serra Leoa, República Centro-Africana, Guiné, Burundi, Níger, Chade, Etiópia, Namíbia, etc., não tinham especialistas, ou tinham muito poucos, em áreas críticas como oncologia, fertilidade e cuidados reprodutivos, diabetologia, medicina respiratória e cuidados intensivos. Através da liderança visionária da Dra. Rasha Kelej, a Fundação Merck desempenhou um papel fundamental na superação destas lacunas e na transformação da capacidade de cuidados de saúde nestes países.

“Muitos dos nossos antigos alunos tornaram-se os primeiros especialistas nos seus países. Com estas conquistas, não estamos apenas a reforçar os sistemas de saúde, estamos verdadeiramente a fazer história”, explicou ela.

Empoderar as mulheres na área da saúde e STEM, e as raparigas na educação.

Das mais de 2.500 bolsas de estudo atribuídas, quase 1.200 foram atribuídas a profissionais de saúde do sexo feminino, reflectindo o seu compromisso em empoderar as mulheres na área da saúde.

A Fundação Merck anuncia também anualmente o Prémio MARS (Cimeira Africana de Investigação Científicat) para reconhecer e empoderar as melhores investigadoras africanas e os melhores jovens investigadores africanos, promovendo a investigação científica africana e a participação das mulheres em STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática), com especial enfoque na saúde da mulher e nos cuidados reprodutivos.

Através do programa “Educar Linda”, em parceria com Primeiras-Damas Africanas e Asiáticas, a Dra. Kelej apoia a educação de mais de 1.200 raparigas, oferecendo bolsas de estudo anuais a alunas merecedoras, mas carenciadas, permitindo-lhes completar os seus estudos e atingir o seu pleno potencial. As bolsas de estudo são atribuídas a raparigas de 19 países africanos, incluindo o Botswana, Burundi, Cabo Verde, República Centro-Africana, República Democrática do Congo, Gabão, Gâmbia, Gana, Quénia, Libéria, Malawi, Namíbia, Nigéria, São Tomé e Príncipe, Tanzânia, Togo, Zâmbia e Zimbabwe, entre outros. Além disso, o programa fornece materiais escolares essenciais a milhares de alunas em diversos países africanos.

Inspirar Mudanças Através da Inovação, Arte e Criatividade

A Dra. Rasha Kelej está a sensibilizar para várias questões sociais críticas, como o combate ao estigma da infertilidade, o apoio à educação das raparigas, o fim do casamento infantil e da MGF (Mutilação Genital Feminina), o fim da violência de género, o empoderamento feminino e também questões de saúde como a diabetes, a hipertensão e o cancro. Ela acredita firmemente que os media, a moda e a arte podem ser ferramentas poderosas para sensibilizar para estas questões urgentes e criar uma mudança cultural.

Idealizou, produziu, dirigiu e apresenta “Nossa África da Fundação Merck”, um programa televisivo pan-africano único que sensibiliza para a saúde e para as questões sociais através da Moda e da Arte com Propósito. O programa é transmitido em diversos países africanos e disponibilizado nas plataformas de redes sociais da Fundação Merck e da Dra. Kelej.

Acreditando fortemente no poder da defesa criativa, a Dra. Kelej também:

  • Produziu mais de 30 canções de sensibilização em inglês, francês, português e línguas africanas locais
  • Lançou 9 livros de histórias infantis em três línguas
  • Desenvolveu 6 filmes de animação em quatro línguas
  • Formou mais de 4.000 jornalistas em 45 países
  • Criou 8 prémios anuais que reconhecem a excelência nos media, moda, cinema e música pelo seu impacto e consciencialização social e em saúde

Distribuído pelo Grupo APO para for Africa.

Mídias Sociais:
Instagram da Dra. Rasha Kelej: https://apo-opa.co/4rQ6Ojw
Facebook da  Dra. Rasha Kelej: https://apo-opa.co/41piIGo
Twiter da  Dra. Rasha Kelej: https://apo-opa.co/4lKybu0

Para mais informações sobre a Fundação Merck, visite: www.Merck-Foundation.com

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Ministros africanos do Petróleo ignoram a Cimeira Africana da Energia, invocando o conteúdo local como prioridade para África

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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Os ministros africanos do Petróleo recusaram-se a participar na próxima Cimeira Africana das Energias (AES), que terá lugar de 12 a 14 de maio de 2026 em Londres, invocando sérias preocupações em relação ao conteúdo local, à representação e à orientação geral da agenda da plataforma. A decisão envia um sinal forte por parte das nações produtoras de petróleo do continente de que o conteúdo local continua a ser uma prioridade fundamental para o futuro energético de África e que as plataformas do setor que operam sob a bandeira da energia africana devem refletir os valores e os objetivos de desenvolvimento do continente.

«Ao boicotar a AES em Londres, a indústria petrolífera africana está a demonstrar que o conteúdo local é uma prioridade. A mensagem é clara: se Gayle e Daniel Davidson alterarem a sua política para que seja mais inclusiva, muitos africanos trabalharão com eles. As políticas de exclusão não refletem os nossos valores nem os da indústria petrolífera. A Frontier tem uma oportunidade incrível de fazer o que está certo», afirma NJ Ayuk, Presidente Executivo da Câmara Africana de Energia.

Em todos os setores do petróleo e do gás, tanto os mercados emergentes como os já estabelecidos estão a integrar políticas de conteúdo local nos fundamentos mais amplos dos seus projetos, como forma de catalisar a criação de emprego, a participação local e o desenvolvimento de competências mais abrangentes. A regulamentação tem servido de rampa de lançamento para o desenvolvimento do conteúdo local. Políticas como a Lei de Desenvolvimento de Conteúdo da Indústria do Petróleo e do Gás da Nigéria (NOGIC) e a Lei de Conteúdo Local de Angola proporcionaram uma base sólida para a implementação do conteúdo local — e muitos projetos estão a assumir a liderança.

O projeto Greater Tortue Ahmeyim (GTA) no Senegal e na Mauritânia não só destina uma parte do gás a cada mercado interno, como apresenta uma estratégia de conteúdo local multifacetada centrada na cadeia de abastecimento, no desenvolvimento da força de trabalho e no investimento social. Na fase de desenvolvimento, o projeto disponibilizou um portal online onde os fornecedores locais registavam o seu interesse e oportunidades de envolvimento junto da equipa de aquisições, enquanto mais de 47 formandos participaram num programa plurianual de preparação para o trabalho offshore. Os parceiros do projeto envolveram-se em um amplo trabalho de aproximação com a comunidade, incluindo saúde, educação, desenvolvimento económico e sensibilização ambiental. O GTA exportou a sua primeira carga em 2025 e está a trabalhar para iniciar operações em grande escala em 2026.

Da mesma forma, o projeto EG LNG na Guiné Equatorial é um importante impulsionador do conteúdo local. Em funcionamento desde 2007, o projeto tem colocado ênfase no desenvolvimento e integração da força de trabalho local por meio de várias iniciativas que promovem a participação e um apoio económico mais amplo. Para além de dar prioridade a fornecedores e empreiteiros locais, a fábrica de Punta Europa e as infraestruturas associadas empregam mais de 1.400 pessoas, estando o projeto mais vasto Gas Mega Hub — do qual o EG LNG é uma parte central — previsto para aumentar este número para 3.000 pessoas. A fábrica de GNL da Nigéria também promove ativamente o conteúdo local através de políticas de desenvolvimento da mão-de-obra nigeriana, aquisição de tecnologia e utilização de empreiteiros locais. A implementação da NOGIC poupou ao projeto de GNL 2 mil milhões de dólares na fase de EPC do sétimo comboio.

Produtores emergentes de petróleo e gás, como Moçambique, com três projetos de GNL em grande escala em curso, a Namíbia, que prevê a primeira produção de petróleo até 2029, e a Gâmbia, integraram todos regulamentos de conteúdo local nas suas estruturas energéticas. Esta abordagem demonstra um compromisso com África, tornando empresas como a Frontier ainda mais decepcionantes. A indústria petrolífera africana — bem como as empresas que operam nas áreas sísmica, de serviços e de políticas — deve assumir a liderança em matéria de conteúdo local.

«Muitos africanos sentem que todos os progressos e ganhos alcançados pela nossa indústria petrolífera em matéria de conteúdo local estão constantemente a ser pisados por grupos como a Frontier. Acreditamos no “Drill Baby Drill” e no conteúdo local, e dizem-nos que há algo de errado nisso, que devemos, de alguma forma, ter vergonha disso e que precisa de ser substituído por discriminação. Muitas pessoas estão simplesmente fartas disso. Já estamos fartos e não queremos que toda a nossa indústria petrolífera seja desmantelada ao ponto de não restar qualquer vestígio daquela cultura africana nostálgica do petróleo e do gás que tanto prezamos», acrescenta Ayuk.

O recente boicote por parte destes ministros reflete uma convicção mais ampla no continente de que o conteúdo local deve ser parte integrante das operações de petróleo e gás. Isto inclui discussões sobre o estado atual e futuro da indústria de hidrocarbonetos do continente. 

«Gayle e Daniel Davidson estão, essencialmente, a fazer marketing para uma clientela que não existe. Sejamos claros: a indústria petrolífera não defende nem defenderá a discriminação contra profissionais negros. Não é isso que somos. Ambos precisam de se pronunciar claramente e denunciar isto. Esta ostentação de virtude perante um determinado público não ajuda os nossos objetivos de uma indústria petrolífera inclusiva», conclui Ayuk.

Distribuído pelo Grupo APO para African Energy Chamber.

O Afreximbank e a FCI vão organizar a Conferência Regional Africana sobre Cessão Financeira (Factoring), Financiamento de Créditos e Seguro de Crédito em Kampala

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) (www.Afreximbank.com) e a FCI vão organizar conjuntamente a Conferência Regional Africana sobre Cessão Financeira (Factoring), Financiamento de Créditos e Seguro de Crédito, nos dias 15 e 16 de Abril de 2026, em Kampala, Uganda. À medida que África avança para um mercado unificado, estas ferramentas financeiras servem como catalisadores essenciais para reduzir o défice de financiamento comercial, sobretudo para as pequenas e médias empresas (PME), e para acelerar os volumes de comércio intra-africano.

Realizada subordinada ao tema “Para além do Crédito Tradicional: A Ascensão Contínua da Cessão Financeira (Factoring) e do Financiamento da Cadeia de Abastecimento em África”, a conferência conta com o apoio do Afreximbank, da FCI Academy e da ICISA. O evento reunirá representantes de alto nível de instituições financeiras, instituições de financiamento ao desenvolvimento, seguradoras, entidades reguladoras, organismos governamentais e outras importantes partes interessadas de toda África e do exterior, com o objectivo de promover soluções alternativas de expansão para as empresas africanas, com especial destaque para as PME.

O evento constituirá uma plataforma para o diá. de alto nível sobre o papel crescente da cessão financeira (factoring), do financiamento de créditos a receber e do seguro de crédito no apoio ao comércio, na melhoria do acesso ao capital de exploração e no reforço dos ecossistemas financeiros em todo o continente. Os debates centrar-se-ão no desenvolvimento do mercado, nos quadros jurídicos e regulamentares, no seguro de crédito, na digitalização e nas questões práticas envolvidas na criação e expansão de soluções sustentáveis de financiamento de créditos a receber.

À medida que as instituições em toda África continuam a explorar alternativas eficazes e complementos aos modelos tradicionais de crédito, a cessão financeira (factoring) e o financiamento da cadeia de abastecimento são cada vez mais reconhecidos como ferramentas importantes para apoiar o crescimento empresarial, melhorar a liquidez e facilitar o comércio interno e transfronteiriço. Nesse contexto, a conferência visa contribuir para uma maior sensibilização, uma compreensão mais aprofundada do mercado e um diá. construtivo sobre as condições necessárias para apoiar o desenvolvimento contínuo em toda a região.

A conferência vai igualmente constituir uma importante oportunidade para a troca de conhecimentos e o envolvimento estratégico, permitindo aos participantes ouvir profissionais do mercado, decisores políticos e líderes do sector, ao mesmo tempo que reforça as ligações entre a comunidade do financiamento de créditos e a comunidade mais alargada do financiamento do comércio.

Em declarações antes do evento, a Sr.ª Kanayo Awani, Vice-Presidente Executiva para o Comércio Intra-Africano e Desenvolvimentos de Exportação do Afreximbank, assinalou: “A cessão financeira (factoring) não é apenas uma alternativa, é uma necessidade para as empresas africanas que necessitam de liquidez imediata para se manterem competitivas. Ao trazer este diá. para Kampala, temos o prazer de continuar a colaborar com os nossos parceiros da FCI de forma a garantir que sejam implementados quadros jurídicos e financeiros para transformar estes créditos em capital de exploração que impulsione o motor da ZCLCA.”

A Sr.ª Betül Kurtuluş, Secretária-Geral Adjunto da FCI, afirmou: “O desenvolvimento contínuo da cessão financeira (factoring) e do financiamento de créditos em África depende não só da sensibilização, mas igualmente do diá. prático entre os intervenientes no mercado, as entidades reguladoras e as instituições. Esta conferência reflecte esse compromisso comum e constitui uma oportunidade valiosa para explorar a forma como estas soluções podem continuar a evoluir em toda a região.”

Através desta iniciativa conjunta, o Afreximbank e a FCI reafirmam o seu compromisso conjunto de apoiar o desenvolvimento do mercado, promover o diá. e impulsionar soluções de financiamento práticas que possam contribuir para a expansão do comércio e para um crescimento económico mais abrangente em toda África.

As inscrições para a conferência já estão abertas. Para mais informações sobre o programa e a participação, por favor consulte https://apo-opa.co/4sE0RYj.

Distribuído pelo Grupo APO para Afreximbank.

Contacto para a Imprensa:
Afreximbank
Vincent Musumba,
Gestor de Comunicações e Eventos (Relações com a Imprensa)
Correio Electrónico: press@afreximbank.com

FCI
Sr.ª Tanya Naysmith,
Oficial Sénior de Marketing,
Correio Electrónico: naysmith@fci.nl
Correio Electrónico: fci@fci.nl
T: +31 (0)20 627 03 06  

Sobre o Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank):
O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) é uma instituição financeira multilateral pan-africana com mandato para financiar e promover o comércio intra e extra-africano. Há mais de 30 anos que o Banco utiliza estruturas inovadoras para oferecer soluções de financiamento que apoiam a transformação da estrutura do comércio africano, acelerando a industrialização e o comércio intra-regional, impulsionando assim a expansão económica em África. Apoiante firme do Acordo de Comércio Livre Continental Africano (ACLCA), o Afreximbank lançou um Sistema Pan-Africano de Pagamento e Liquidação (PAPSS) que foi adoptado pela União Africana (UA) como plataforma de pagamento e liquidação para sustentar a implementação da ZCLCA. Em colaboração com o Secretariado da ZCLCA e a UA, o Banco criou um Fundo de Ajustamento de 10 mil milhões de dólares para apoiar os países que participam de forma efectiva na ZCLCA. No final de Dezembro de 2024, o total de activos e contingências do Afreximbank ascendia a mais de 40,1 mil milhões de dólares e os seus fundos de accionistas a 7,2 mil milhões de dólares. O Afreximbank tem notações de investimento atribuídas pela GCR (escala internacional) de “Estável”, pela Moody’s (Baa2), pela China Chengxin International Credit Rating Co., Ltd (CCXI) (AAA) e pela Japan Credit Rating Agency (JCR) (A-). O Afreximbank evoluiu para uma entidade de grupo que inclui o Banco, a sua subsidiária de fundo de impacto de acções, denominada Fundo para o Desenvolvimento das Exportações em África (FEDA), e a sua subsidiária de gestão de seguros, AfrexInsure (em conjunto, “o Grupo”). O Banco tem a sua sede em Cairo, Egipto.

Para mais informações, visite: www.Afreximbank.com

Sobre a FCI:
A FCI é o Órgão Representativo Mundial para a Cessão Financeira (Factoring) e Financiamento de Créditos Comerciais Nacionais e Internacionais em Conta Corrente. A FCI foi fundada em 1968 como uma associação mundial sem fins lucrativos. Actualmente com cerca de 400 empresas associadas em mais de 90 países, a FCI oferece uma rede única para a cooperação em operações de cessão financeira (factoring) transfronteiriças. As transacções dos membros representam quase 60% do volume mundial de operações de cessão financeira (factoring) internacional entre correspondentes.

A FCI é uma organização não exclusiva, aberta a qualquer empresa que preste serviços de cessão financeira (factoring) ou pretenda iniciar esse tipo de actividade, bem como a prestadores de serviços do sector.

A FCI oferece três grandes áreas de actividade:

  • CONECTAR: a rede empresarial apoia actividades de cessão financeira (factoring) transfronteiriças pelas quais os seus membros cooperam como agentes de exportação e importação;
  • EDUCAR: A FCI promove e desenvolve as melhores práticas tanto em cessão financeira (factoring) nacional como internacional e em produtos financeiros de conta aberta relacionados;
  • INFLUENCIAR: A FCI promove e defende o sector junto das partes interessadas e dos decisores políticos em todo o mundo

www.FCL.nl

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