A Zephyr Marine Services marca uma nova era para os serviços petrolíferos da Namíbia com a entrada de Taimi Nangula Itembu na liderança

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O setor energético offshore da Namíbia, em rápida expansão, ganhou um novo facilitador fundamental com o lançamento da Zephyr Marine Services Pty Ltd — uma empresa de capital local dedicada à logística de ativos marítimos e a soluções operacionais. À frente da empresa está a cofundadora e diretora executiva Taimi Nangula Itembu, uma profissional namibiana respeitada que assume agora um papel de liderança focado no desenvolvimento da capacidade nacional para apoiar as indústrias marítimas e offshore do país.

Itembu traz para a sua nova função um sólido historial no setor público, em políticas e no envolvimento internacional. A sua carreira abrange instituições-chave, incluindo o Poder Judicial da Namíbia e o Parlamento da Namíbia, onde contribuiu para processos legislativos, supervisão da governação e reforma institucional. Posteriormente, acumulou uma vasta experiência em assuntos públicos e governamentais no setor energético, adquirindo conhecimentos sobre o envolvimento das partes interessadas, os quadros regulamentares e as prioridades estratégicas que moldam o panorama do petróleo e do gás na Namíbia.

Ocupou vários cargos na ExxonMobil, incluindo o de Diretora Adjunta para a Namíbia, antes de passar a desempenhar uma função global na Europa na área de Assuntos Públicos e Governamentais. O início da sua carreira inclui também trabalho com o Departamento de Estado dos EUA, reforçando as relações entre os EUA e a Namíbia. A nível académico, Itembu possui um Mestrado em Administração Pública pela Universidade de Harvard e uma Licenciatura em Ciências Políticas e Psicologia pela Universidade St. Francis Xavier. A sua transição para a Zephyr Marine Services reflete uma mudança deliberada no sentido de construir soluções lideradas pela Namíbia.

«Estou profundamente grata pelo tempo que passei na ExxonMobil, que me proporcionou uma plataforma excecional para o crescimento, a aprendizagem e o desenvolvimento profissional. A experiência, a orientação e a exposição que adquiri foram fundamentais para moldar a minha compreensão do panorama energético da Namíbia e da indústria global em geral. Parto com imensa gratidão pelas oportunidades que me foram dadas e levo essas lições comigo ao iniciar este novo capítulo», afirmou Itembu.

O lançamento da Zephyr Marine Services surge num momento crítico para a indústria petrolífera e do gás da Namíbia. Com a primeira produção de petróleo prevista para 2029 — liderada pelos campos Venus e Mopane, operados pela TotalEnergies —, a procura por logística robusta e impulsionada localmente, coordenação marítima e apoio operacional continua a aumentar. A TotalEnergies pretende alcançar a decisão final de investimento (FID) para o projeto Venus em 2026 e assinou recentemente um acordo com a Galp Energia — antiga operadora do campo Mopane — concedendo-lhe a operação da PEL 83. Nos termos do acordo, a Galp manterá uma participação na PEL 83, assumindo simultaneamente uma participação de 10% no projeto Venus.

Outros intervenientes estão a impulsionar atividades de exploração nas bacias offshore e onshore da Namíbia. Em 2025, foram alcançados vários marcos, incluindo a descoberta de petróleo leve pela Rhino Resources no poço Capricornus 1-X, em abril. A Chevron anunciou planos para iniciar uma campanha de perfuração em 2026/2027, enquanto a ReconAfrica concluiu a perfuração no poço Kavango West 1X (onshore). Olhando para o futuro, a ReconAfrica planeia regressar a Kavango West 1X em 2026 para realizar um teste de produção. No mar, a Shell poderá provavelmente perfurar um poço de exploração na PEL 39, a Chevron na PEL 82 e a Rhino Resources tem como alvo dois poços de avaliação em Capricornus e Volans. Prevê-se que a exploração nas bacias de Orange e Walvis continue até 2028, reforçando a posição da Namíbia como futuro centro de produção.

Neste contexto, espera-se que o lançamento da Zephyr Marine Services não só apoie as próximas campanhas de perfuração, mas também coloque a experiência namibiana no centro da próxima fase de desenvolvimento do país.

Oferecendo soluções personalizadas, eficientes e fiáveis, concebidas especificamente para o ecossistema offshore em evolução da Namíbia, a empresa representa mais do que um prestador de serviços, mas sim uma mudança mais ampla no sentido da participação local, inovação e propriedade na cadeia de valor energética do país. A Zephyr Marine Services pretende construir uma verdadeira capacidade industrial na Namíbia, assumindo serviços de entrada de alta barreira e apoiando o avanço do país rumo à primeira produção de petróleo.

«Trata-se de construir algo significativo para a Namíbia. A Zephyr Marine Services assenta na convicção de que os namibianos não devem apenas participar no futuro energético do nosso país, mas moldá-lo ativamente. Estamos a criar soluções que compreendem as realidades locais, respondem aos desafios locais e contribuem para o crescimento nacional a longo prazo», afirmou Itembu.

A missão da empresa é clara: apoiar as crescentes indústrias marítimas e offshore da Namíbia com soluções de logística marítima eficientes, fiáveis e orientadas para o contexto local. Desde a coordenação de embarcações e gestão de ativos até ao planeamento operacional, a Zephyr Marine Services está a posicionar-se como um elo fundamental entre os operadores a montante e a execução no terreno.

Distribuído pelo Grupo APO para African Energy Chamber.

Relatório Freedom House 2026 – Cabo Verde mantém-se entre os países mais livres do mundo e o primeiro em África

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O mais recente relatório da Freedom House, divulgado esta quinta-feira, 19 de março de 2026, volta a colocar Cabo Verde entre os países mais livres do mundo, confirmando a estabilidade democrática do arquipélago num contexto internacional marcado por retrocessos.

De acordo com o Freedom in the World 2026 Country Report, Cabo Verde mantém a elevada pontuação de 92 em 100, posicionando-se como o país mais bem classificado em África, seguido das ilhas Maurícias e de São Tomé e Príncipe.

A edição de 2026 da Freedom in the World 2026 analisa a situação de 195 países e 13 territórios, com base em desenvolvimentos registados entre 1 de janeiro e 31 de dezembro de 2025. No universo dos países de língua portuguesa, apenas São Tomé e Príncipe acompanha Cabo Verde na categoria de “Livre”, com 84 pontos, enquanto Angola continua classificado como “Não Livre”, com 28 pontos. Já Moçambique e Timor-Leste registaram ligeiras melhorias nos seus indicadores.

Com uma pontuação elevada, Cabo Verde destaca-se pela transparência dos processos eleitorais e pela regular alternância de poder. O país, liderado pelo Primeiro-Ministro José Ulisses Correia e Silva, é amplamente reconhecido pelos seus sólidos indicadores democráticos.

A metodologia utilizada no relatório da Freedom  House baseia-se, em grande parte, nos princípios da Organização das Nações Unidas, consagrados na Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948 e parte do princípio de que os padrões de liberdade são universais, independentemente da geografia, cultura ou nível de desenvolvimento económico.

A Freedom House conclui que 2025 marcou o 20.º ano consecutivo de declínio da liberdade no mundo. 54 países registaram-se retrocessos e apenas 35 apresentaram melhorias. Atualmente, apenas 21% da população mundial vive em países considerados “Livres”, uma redução significativa face aos 46% registados há duas décadas, seguyndo esta Organização Não Governamental.

Apesar deste cenário global adverso, Cabo Verde mantém uma trajetória consistente, destacando-se pela realização regular de eleições, respeito pelas liberdades civis e políticas e consolidação das instituições democráticas.

Cabo Verde, para recordar, é constantemente classificado pela Freedom House como um país “Livre. O nosso país, continua, assim, a afirmar-se como uma das democracias mais estáveis de África.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

Cabo Verde: Governo inaugura Centro de saúde de Achada Monte em São Miguel

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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Na presença da população local o Primeiro-Ministro de Cabo Verde José Ulisses Coreia e Silva, inaugurou na tarde deste domingo, o Centro de Saúde de Achada Monte, no município de são Miguel, Interior de Santiago.

Na sua intervenção o Primeiro Ministro, afirmou que saúde não começa no hospital. Começa na prevenção, e é por isso que os centros de saúde têm um papel fundamental. São o primeiro ponto de contacto das populações com os serviços de saúde, próximos das comunidades, permitindo atender crianças, mulheres, idosos e pessoas com deficiência de forma mais rápida e acessível.

Este centro integra um conjunto de investimentos realizados em Santiago Norte, onde já foram construídos centros de saúde em Assomada, São Lourenço dos Órgãos, Cancelo de Santa Cruz e agora Achada Monte, além da ampliação do centro de saúde de Santa Cruz e do projeto em curso para os Picos, em São Salvador do Mundo, totalizando seis centros de saúde na região.

“Com estes investimentos estamos a reforçar uma rede de cuidados de saúde mais próxima das pessoas, articulada com o Hospital Regional de Santa Catarina, garantindo melhor acesso, prevenção e qualidade no atendimento às populações.”

A nível nacional, estão também em curso ou concluídos centros de saúde em Ribeira das Patas (Santo Antão), Monte Sossego (São Vicente), Santa Maria e Palmeira (Sal), Cidade Velha e Achadinha (Praia), reforçando uma rede de saúde cada vez mais próxima das pessoas.

A delegacia de saúde assegura neste momento a cobertura de 23 localidades servindo uma população de mais de 12mil habitantes. Trata-se de um território maioritariamente rural e com comunidades dispersas e que coloca desafios consideráveis no acesso aos cuidados de saude.

Neste contexto, considerou a Delgada de Saúde local, Antonieta Lopes, que a construção do centro de saúde de Achada Monte representa um passo relevante no reforço da rede de cuidados de saude primários neste município.

“Com a inauguração deste novo centro de saude passa a reforçar o acesso à saude para as populações de diversas localidades como achada monte, monte pousada, mato coreia espinho branco, boca de mabas as ribeiras, hortelã thatha, gongon e principal e outras duas localidades do município do Tarrafal nomeadamente Achada tenda e Achada Ponto.

Para a Representante do Banco Mundial, Indira Campos, esta inauguração representa um investimento na saúde no bem-estar e na dignidade das comunidades beneficiadas. Trata-se de um centro financiado no âmbito do Projeto de Resposta à Covid19, pelo Grupo banco Mundial e embora tenha nascido no âmbito de uma emergência, o mesmo foi pensado numa visão muito mais ampla e de forma duradoura.

O centro representa um investimento de 113 mil contos e irá disponibilizar, consultas medicas de clinica geral, acompanhamento de doenças crónicas, saude materno Infantil, planeamento familiar, vacinação, saude dos adolescentes, dos idosos, saude mental, e programas de promoção da saude e prevenção da doença.

Distribuído pelo Grupo APO para Ministerio da Saúde, Cabo Verde.

Centro de Simulação Clínica de Cabo Verde inaugurado pelo Primeiro‑ministro

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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A cerimónia teve lugar no inicio da tarde de hoje, 16 de março, na cidade da Praia, foi presidido pelo Primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva acompanhado do Ministro da Saúde Jorge Figueiredo.

A criação do Centro de Simulação Clinica faz parte de um dos compromissos do Programa do Governo agora concretizado e constitui uma iniciativa estratégica destinada a reforçar as capacidades formativas nacionais e a promover a melhoria contínua da qualidade dos cuidados de saúde.

O objetivo é contribuir para o fortalecimento das competências clínicas e profissionais dos recursos humanos em saúde em Cabo Verde, através da implementação de programas de formação baseados em simulação clínica.

Para o Primeiro Ministro José Ulisses Coreia e Silva, com este centro, Cabo Verde passa a dispor de um sistema tecnologicamente avançado para formação e treino contínuo dos profissionais de saúde, permitindo desenvolver competências clínicas em ambiente de simulação. O espaço estará também ao serviço de estudantes de medicina e enfermagem, agentes da proteção civil e bombeiros, em ações de emergência e suporte à vida.

Esta iniciativa integra o Plano de Formação Médica Graduada Especializada 2026–2045, que introduz planeamento, previsibilidade e compromisso financeiro na qualificação dos nossos profissionais. Paralelamente, o Governo tem avançado com medidas de valorização da carreira, através do Plano de Carreiras, Funções e Remunerações do pessoal da saúde, e com investimentos em infraestruturas e tecnologia.

“o Governo tem vindo e investir no sector da saúde em varias áreas nomeadamente nas infraestruturas, equipamentos, tecnologia e meios de diagnósticos e tambem nos recursos humanos nos centros de saúde, nos hospitais regionais e centrais.” reafirmou.

O progresso tem sido assinalável, em respostas as doenças oncológicas, cardiovasculares, doença renal crónica de tal forma que hoje já não evacuamos doentes com doenças renais crónicas. A redução das evacuações externas é uma das prioridades do Governo afirmou dizendo que faz parte do principio fundamental cujo objetivo é a criação e construção do novo Hospital Nacional de Cabo Verde, na Praia.

“Um hospital tecnologicamente avançado com recursos humanos qualificados e especializados e anunciou que o concurso para a infraestruturação do terreno no local onde o hospital vai ser construído já foi lançado e terá um período de apresentação das propostas, para iniciar as obras e é um processo que vai exigir o seu tempo.”

Orçado em cerca de 50 mil contos através do financiamento da Cooperação Luxemburguesa, o Centro de Simulação Clínica pretende afirmar-se como um centro de referência nacional para a formação prática em saúde, podendo no futuro desenvolver parcerias com instituições nacionais e internacionais, bem como apoiar iniciativas de investigação, formação especializada e capacitação avançada dos profissionais de saúde em Cabo Verde.

Este centro irá desenvolver atividades pedagógicas, científicas e tecnológicas no domínio das ciências médicas e biomédicas, utilizando simulação clínica como principal ferramenta de ensino e aprendizagem.

O CSC disponibiliza diversas atividades de aprendizagem baseadas em simulação, incluindo: treino de competências (skills training), simulação em escala real (full scale simulation), simulação com realidade virtual, utilização de pacientes simulados, entre outros.

Estas atividades abrangem várias áreas clínicas, nomeadamente, anestesiologia, medicina interna, ginecologia-obstetrícia, cardiologia, pediatria, neonatologia, cirurgia geral, cuidados intensivos, enfermagem, trauma, emergência e catástrofe e emergência pré-hospitalar, estando outras especialidades médicas a integrar progressivamente esta ferramenta de formação.

é um centro com mais de 500m², constituído por Receção, Sala de reuniões, Sala de debriefing, salas de formação (Sala de Multitrauma, Bloco Operatório, Sala de Procedimentos, Sala de Enfermagem e Sala de Desinfeção), salas de controlo, Sala de armazenamento, copa, balneários masculino e feminino, entre outros.

Distribuído pelo Grupo APO para Ministerio da Saúde, Cabo Verde.

Aprovação de Financiamento Adicional para o Projeto de Conectividade e Infraestruturas Urbanas de Cabo Verde no montante de 40 milhões de dólares

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Governo de Cabo Verde informa que o Banco Mundial aprovou, no dia 18 de março, o financiamento adicional para o Projeto de Melhoria da Conectividade e das Infraestruturas Urbanas de Cabo Verde (P178644), no montante total de 40 milhões de dólares norte-americanos da IDA, dos quais 30 milhões provenientes da Janela de Recuperação de Crises (CRW).

O presente financiamento adicional permitirá, nomeadamente:

(i) expandir o âmbito dos investimentos prioritários, identificados na sequência da rápida mobilização do financiamento inicial;

(ii) apoiar as necessidades de recuperação pós-desastre e de reconstrução resiliente, na sequência das cheias de agosto de 2025 nas ilhas de Barlavento e das chuvas intensas de novembro de 2025 em Santiago;

(iii) acomodar custos adicionais face às estimativas iniciais, decorrentes de ajustamentos de conceção, incluindo o reforço dos padrões de resiliência climática, bem como de atrasos associados a fenómenos meteorológicos extremos e a constrangimentos logísticos, entre outros fatores.

A concretização deste importante marco foi possível graças ao empenho, profissionalismo e espírito de colaboração dos parceiros envolvidos e dos representantes do Ministério das Finanças, nomeadamente da Direção Nacional do Planeamento (DNP) e da Unidade de Gestão de Projetos Especiais (UGPE), bem como do Ministério das Infraestruturas, Ordenamento do Território e Habitação e das demais instituições participantes.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

Cabo Verde: Ministério da Educação e Universidade de Bridgewater assinam Memorando para implementação de Programa de Desenvolvimento de Liderança e Educação

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Ministério da Educação e a Universidade Estadual de Bridgewater assinaram, nesta quarta-feira (18), um Memorando de Entendimento para criar e implementar um Programa de Desenvolvimento de Liderança e Educação para as Futuras Gerações de Líderes Africanos – Intercâmbio de Líderes Africanos (ALEX), a ser realizado em Cabo Verde.

A parceria enquadra-se na visão estratégica do Governo de Cabo Verde de posicionar o país como um polo de conhecimento regional e global.

Consolidando um percurso de mais de vinte anos de parceria e colaboração entre a Universidade Estadual de Bridgewater (BSU) e diversas instituições em Cabo Verde, o protocolo fundamenta-se na vasta experiência da instituição universitária em acolher o Programa Mandela Washington Fellowship para Jovens Líderes Africanos. Este histórico permitiu o envolvimento com milhares de ex-bolseiros que buscam continuamente oportunidades de networking, aprendizagem e desenvolvimento de recursos.

A assinatura deste Memorando com a Bridgewater State University, segundo o Ministro da Educação, Amadeu Cruz, reveste-se de um profundo simbolismo institucional, sobretudo no contexto de final deste mandato.

“O Governo de Cabo Verde atribui especial relevância a este Protocolo, que terá como motor a inovação, considerando que os nossos jovens líderes beneficiarão de níveis superiores de preparação, alinhados com as exigências internacionais. Trata-se de um instrumento estratégico essencial para aferir a qualidade e orientar a evolução das políticas e das práticas educativas, consolidando as bases de um sistema mais robusto, competitivo e orientado para o futuro”, avançou.

É neste sentido que este governante mostrou disponibilidade para participar ativamente no Programa de Desenvolvimento de Liderança e Educação para as Futuras Gerações de Líderes Africanos – Intercâmbio de Líderes Africanos (ALEX), a ser realizado em Cabo Verde, assegurando o necessário endosso institucional e o apoio político à iniciativa.

“Paralelamente, o Ministério continuará a facilitar a coordenação com os parceiros nacionais, reforçando a articulação interinstitucional para garantir o pleno êxito do programa”, acrescentou.

Não obstante, Amadeu Cruz realçou que as universidades e as instituições de investigação aplicada devem dispor de instrumentos eficazes de avaliação da qualidade das aprendizagens, permitindo-lhes aferir o seu desempenho, estabelecer comparações relevantes entre instituições e considerar os diferentes contextos socioeconómicos.

“Este processo é igualmente fundamental para acompanhar a evolução dos indicadores de uma liderança eficaz, contribuindo para a construção de modelos formativos mais robustos e ajustados às necessidades de desenvolvimento do país.”

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

Dos relatórios ESG ao impacto real: a Africa Global Logistics (AGL) transforma o compromisso em ação antes da African Energy Week (AEW) 2026

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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Africa Global Logistics (AGL) está a colocar a sustentabilidade no centro das suas operações em toda a África – mas o verdadeiro valor do seu desempenho em matéria de ESG não reside nos quadros de reporte, mas sim no impacto que a empresa tem no terreno. Através de uma estratégia assente em três pilares – facilitar a descarbonização da logística, promover o comércio inclusivo e dar resposta aos desafios sociais –, a empresa está a alinhar os seus compromissos corporativos com as realidades práticas de operar num dos mercados logísticos de mais rápido crescimento do mundo.

Como Patrocinadora Diamante e Parceira Logística da African Energy Week: Invest in African Energies (AEW) 2026 – que decorrerá de 12 a 16 de outubro na Cidade do Cabo – a AGL juntar-se-á a governos, investidores e líderes do setor para explorar como as estratégias ESG podem traduzir-se em resultados económicos e sociais mensuráveis em todo o continente. Ao fazer a ponte entre os relatórios e a realidade, o evento oferece às empresas a oportunidade de demonstrar como o ESG e o conteúdo local vão além da conformidade para concretizar projetos de impacto em todo o continente.

A estratégia de RSE da AGL assenta na promoção da descarbonização da logística e na proteção do planeta azul. Sob este pilar, a empresa comprometeu-se a reduzir as emissões e o impacto ambiental em todo o setor da logística. O seu mais recente relatório de sustentabilidade identificou nove áreas prioritárias para reduzir as emissões de gases com efeito de estufa, incluindo a substituição gradual dos combustíveis fósseis por energia de baixo carbono, bem como uma eletrificação mais ampla. Este compromisso já produziu resultados tangíveis. Dois dos depósitos da empresa na Zâmbia são totalmente alimentados por energia solar, enquanto 100% do equipamento dos terminais na Costa do Marfim é elétrico. Até 13 terminais operados pela AGL receberam também o «Estatuto de Terminal Verde» – em reconhecimento dos esforços empreendidos pela empresa para apoiar a transição energética e reduzir as emissões.

O segundo pilar de sustentabilidade da empresa – promover o comércio inclusivo – é particularmente relevante em África, onde as infraestruturas logísticas continuam a ser uma grande barreira à integração económica. A empresa comprometeu-se a enfrentar este desafio, com resultados já evidentes. A AGL está a desenvolver e a operar mais de 40 corredores logísticos e 66 portos secos em todo o continente, ligando bacias de produção no interior aos mercados de exportação e aos centros de consumo doméstico. Estes incluem o lançamento da Zona Industrial de Kribi (KPIZ) nos Camarões em março de 2026 – um projeto de 520 mil milhões de FCFA que inclui redes de infraestruturas vitais, tais como transportes, energia, água e telecomunicações. A empresa opera também o Terminal do Corredor de Lobito – uma instalação de exportação que liga a Linha Ferroviária de Lobito aos mercados internacionais.

«O futuro energético de África depende de infraestruturas sólidas, cadeias de abastecimento resilientes e práticas empresariais responsáveis. Empresas como a AGL estão a ajudar a moldar esse futuro, investindo em sistemas logísticos que apoiam o comércio, criam oportunidades para as comunidades e reduzem o impacto ambiental. A estratégia de sustentabilidade da empresa reflete um compromisso mais amplo com os critérios ESG – indo além da conformidade para a concretização”, afirmou NJ Ayuk, Presidente Executivo da Câmara Africana de Energia.

O terceiro pilar da AGL – abordar os desafios sociais – demonstra um compromisso com a capacitação e o desenvolvimento da força de trabalho. A empresa alinha as suas políticas com quadros internacionais, como o Pacto Global da ONU, e introduziu iniciativas destinadas a fortalecer o empreendedorismo e a inovação juvenil em toda a África. Um exemplo é uma iniciativa de hackathon lançada na Costa do Marfim com a Fundação MSC e a Fundação Horn, concebida para apoiar jovens empreendedores que trabalham em soluções para o desenvolvimento sustentável e os desafios logísticos. A empresa também estabeleceu uma parceria com a Fundação Franco-Africana em 2024 para identificar e apoiar uma nova geração de talentos e líderes africanos e franceses empenhados que estão a criar um impacto positivo e duradouro.

À medida que a estratégia de sustentabilidade da AGL continua a tomar forma em todo o continente, plataformas como a AEW: Invest in African Energies 2026 desempenharão um papel fundamental na aceleração da transição dos relatórios ESG para um impacto tangível. Reunindo decisores políticos, operadores e empresas de serviços em toda a cadeia energética e logística, o evento proporciona uma plataforma para alinhar os quadros de sustentabilidade com as prioridades de desenvolvimento de África.

Distribuído pelo Grupo APO para African Energy Chamber.

Grupo United Bank for Africa (UBA) e British International Investment plc (BII) assinam carta de intenções para explorar colaboração em financiamento ao comércio em África

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O United Bank for Africa (UK) Limited (“UBA UK”) (www.UBAUK.com) e a British International Investment plc (“BII”), instituição financeira de desenvolvimento do Reino Unido e investidor de impacto, anunciaram hoje a assinatura de uma carta de intenções para explorar oportunidades de colaboração no financiamento ao comércio. A iniciativa proposta visa expandir o acesso a facilidades de comércio e capital de giro para empresas que operam em África.

O acesso ao financiamento ao comércio continua a ser uma das principais restrições estruturais ao comércio africano. As empresas, particularmente as pequenas e médias empresas, frequentemente não conseguem obter cartas de crédito, garantias e financiamento da cadeia de abastecimento em condições comercialmente viáveis, limitando a sua capacidade de exportar e importar de forma competitiva. Este défice de financiamento ao comércio é estimado pelo Banco Africano de Desenvolvimento em mais de 80 mil milhões de dólares por ano.

Para ajudar a colmatar esta lacuna, o UBA UK, subsidiária londrina do Grupo UBA, enquanto Banco Global de África, poderá alavancar as suas fortes relações na rede do Grupo presente em 20 países africanos para originar e estruturar operações de financiamento ao comércio. Por sua vez, a BII, com o mandato de apoiar um crescimento produtivo, sustentável e inclusivo em África, poderá apoiar transações que, de outra forma, ficariam fora do apetite comercial convencional.

A assinatura desta carta com a BII representa um momento histórico para o UBA UK e para as ambições globais do Grupo UBA. Como centro de operações de comércio do Grupo, o UBA UK está numa posição única para conectar empresas africanas ao sistema financeiro internacional. Trabalhando em conjunto com a BII, podemos expandir ainda mais essa capacidade — mobilizando capital onde é mais necessário e ajudando a reduzir o défice de financiamento ao comércio que limita tanto o potencial africano.
Lok Mishra, Administrador-Delegado (CEO), UBA UK

A British International Investment está comprometida em impulsionar o crescimento do setor privado em África, sendo o financiamento ao comércio um facilitador crítico desse crescimento. Saudamos a oportunidade de colaborar com o Grupo UBA, cuja rede pan-africana e fortes relações institucionais podem ajudar a concretizar a nossa ambição de expandir o acesso ao financiamento ao comércio e ao capital de giro, particularmente em mercados emergentes.

— Chris Chijiuitomi, Diretor-Geral e Responsável para África

O anúncio surge num contexto de crescente dinamismo do comércio intra-africano, impulsionado pela Área de Livre Comércio Continental Africana (AfCFTA), que entrou em vigor em 2021 e representa uma das mais relevantes iniciativas de integração comercial a nível mundial. Ambas as instituições identificaram a operacionalização da AfCFTA como um catalisador prioritário para o desenvolvimento de uma solução de financiamento ao comércio,

sendo que a presença do UBA UK nas principais economias da AfCFTA oferece uma base sólida para apoiar empresas que navegam neste mercado continental emergente.

Esta iniciativa complementa também o envolvimento mais amplo do Governo do Reino Unido no desenvolvimento económico africano, incluindo compromissos assumidos no UK-Africa Investment Summit, e reforça o papel da City de Londres como um centro financeiro internacional de referência para a mobilização de capital com foco em África.

Qualquer cooperação futura estará sujeita a avaliações adicionais, due diligence e à obtenção das aprovações internas de ambas as partes.

Distribuído pelo Grupo APO para United Bank for Africa Plc (UBA).

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Sobre o united bank for africa (uk) Limited: 
O UBA UK é a subsidiária sediada em Londres do United Bank for Africa Plc, uma das principais instituições financeiras de África, com operações em 20 países africanos, no Reino Unido, nos Estados Unidos da América, em França e nos Emirados Árabes Unidos. O UBA UK atua como o centro de operações de comércio do Grupo, oferecendo um conjunto abrangente de serviços de financiamento ao comércio, tesouraria e banca correspondente a clientes institucionais e corporativos a nível global.

SOBRE United Bank for Africa Group: 
O United Bank for Africa é um dos maiores empregadores do setor financeiro no continente africano, com cerca de 25.000 colaboradores e mais de 45 milhões de clientes em todo o mundo. Presente em vinte países africanos, bem como no Reino Unido, Estados Unidos da América, França e Emirados Árabes Unidos, o UBA oferece serviços de banca de retalho, comercial e institucional, promovendo a inclusão financeira e implementando tecnologia de ponta.

SOBRE British International Investment:
A British International Investment é a instituição financeira de desenvolvimento do Reino Unido e investidor de impacto. A organização investe em empresas em países em desenvolvimento com o objetivo de melhorar a vida das pessoas e proteger o planeta. O trabalho da BII incide sobre as causas estruturais da pobreza e da crise climática, ajudando os países a reduzir a dependência da ajuda externa de forma sustentável. 

Entre 2022 e 2026, pelo menos 30% dos novos compromissos da BII serão direcionados para financiamento climático. A BII é também membro fundador do  2X Challenge (www.2XChallenge.org) que já mobilizou mais de 33,6 mil milhões de dólares para promover o empoderamento económico das mulheres. A organização tem investimentos em mais de 1.600 empresas em 66 países e ativos líquidos totais de £9,87 mil milhões. Para mais informações, visite: www.BII.co.uk | Assita Aqui (https://apo-opa.co/4ux4Ret).  

O Afreximbank anuncia a abertura de inscrições para o certificado de financiamento comercial em África de 2026

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

A Academia do Afreximbank [Afreximbank Academy (AFRACAD) (https://apo-opa.co/4bgB4zc) anunciou a abertura das inscrições para o seu Certificado de Financiamento Comercial em África (COTFIA) de 2026, um dos seus programas emblemáticos concebido para reforçar a capacidade de financiamento comercial de África, melhorando as competências relacionadas com o comércio e resolvendo à lacunas críticas em termos de capacidade, permitindo assim que o continente concorra de forma mais eficaz nos mercados globais.

De acordo com a AFRACAD, as inscrições para o programa, que está aberto a profissionais do sector bancário e outros especialistas interessados na área do financiamento do comércio, encerram a 31 de Maio de 2026.

Desenvolvido pela AFRACAD, em parceria com a Factors Chain International, a American University in Cairo (AUC) e o Quarter Bank, o programa foi concebido para aprofundar a compreensão dos participantes sobre todos os aspectos do financiamento do comércio internacional e é constantemente actualizado para se adequar às melhores práticas. Aborda igualmente vários aspectos da implementação da Zona de Comércio Livre Continental Africana (ZCLCA) que se prevê ter um impacto significativo na melhoria do comércio intra-africano.

À semelhança do grupo de 2025, o programa COTFIA de 2026 será ministrado num formato misto, com cinco módulos ministrados em linha em sessões virtuais orientadas por formadores, um módulo em sessões presenciais no campus da AUC em New Cairo, no Egipto, e o módulo final em linha de forma assíncrona.

Ao comentar sobre o programa, o Sr. Stephen Kauma, Director-Geral de Recursos Humanos do Afreximbank, “sublinhou a sua importância estratégica na formação de uma nova geração de profissionais altamente qualificados em financiamento comercial, capazes de impulsionar a agenda comercial de África e reforçar a capacidade do continente de competir de forma eficaz no mercado global.”

O Sr. Kauma instou os profissionais africanos do sector bancário e outros profissionais da área do financiamento comercial a tirarem partido do programa, anunciando que a AFRACAD vai oferecer bolsas de estudo que cobrem 50% das propinas aos primeiros sete candidatos deste ano, reforçando ainda mais o compromisso do Banco em expandir o acesso à capacitação de alta qualidade em financiamento comercial em toda a África Global.

A AFRACAD foi reconhecida pelo programa COTFIA em Outubro de 2025, tendo ganho o Prémio de Prata na categoria de Desenvolvimento Profissional nos Prémios de Excelência na Prática de 2025 da Fundação Europeia para o Desenvolvimento da Gestão (EFMD), entregues durante uma cerimónia em Estocolmo, Suécia. Estes prémios celebram parcerias de aprendizagem e desenvolvimento de grande impacto e alta qualidade nas áreas de desenvolvimento executivo, profissional, de talentos e organizacional.

O programa COTFIA foi lançado em 2016, inicialmente como Certificado de Finanças no Comércio Internacional (COFIT), mas foi reestruturado em 2021, com a AFRACAD a estabelecer uma parceria com a Onsi Sawiris School of Business da AUC para reforçar o seu rigor académico e relevância regional.

O programa já formou, até ao momento, mais de 150 profissionais de todo o continente, dotando-os das competências técnicas, regulamentares e práticas necessárias para reforçar o panorama de financiamento do comércio africano e abrir novas oportunidades para o comércio intra-africano e global.

Os profissionais interessados no programa COTFIA 2026 podem inscrever-se através da seguinte hiperligação: https://apo-opa.co/471Rqt6

Distribuído pelo Grupo APO para Afreximbank.

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Sobre o Afreximbank:
O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) é uma instituição financeira multilateral pan-africana com mandato para financiar e promover o comércio intra e extra-africano. Há mais de 30 anos que o Banco utiliza estruturas inovadoras para oferecer soluções de financiamento que apoiam a transformação da estrutura do comércio africano, acelerando a industrialização e o comércio intra-regional, impulsionando assim a expansão económica em África. Apoiante firme do Acordo de Comércio Livre Continental Africano (ACLCA), o Afreximbank lançou um Sistema Pan-Africano de Pagamento e Liquidação (PAPSS) que foi adoptado pela União Africana (UA) como plataforma de pagamento e liquidação para sustentar a implementação da ZCLCA. Em colaboração com o Secretariado da ZCLCA e a UA, o Banco criou um Fundo de Ajustamento de 10 mil milhões de dólares para apoiar os países que participam de forma efectiva na ZCLCA. No final de Dezembro de 2024, o total de activos e contingências do Afreximbank ascendia a mais de 40,1 mil milhões de dólares e os seus fundos de accionistas a 7,2 mil milhões de dólares. O Afreximbank tem notações de investimento atribuídas pela GCR (escala internacional) de “Estável”, pela Moody’s (Baa2), pela China Chengxin International Credit Rating Co., Ltd (CCXI) (AAA) e pela Japan Credit Rating Agency (JCR) (A-). O Afreximbank evoluiu para uma entidade de grupo que inclui o Banco, a sua subsidiária de fundo de impacto de acções, denominada Fundo para o Desenvolvimento das Exportações em África (FEDA), e a sua subsidiária de gestão de seguros, AfrexInsure (em conjunto, “o Grupo”). O Banco tem a sua sede em Cairo, Egipto.

Para mais informações, visite: www.Afreximbank.com.

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Cabo Verde: Governo assina contratos-programa com federações desportivas e Forças Armadas

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Instituto do Desporto e da Juventude e 15 federações desportivas nacionais e as Forças Armadas de Cabo Verde assinaram, terça-feira, 17 de março, contratos-programa, visando o financiamento das atividades desportivas a desenvolver ao longo do ano de 2026.

O montante global, de cerca de 170 milhões de escudos cabo-verdianos, será distribuído entre federações olímpicas, paralímpicas e as Forças Armadas, assegurando melhores condições de funcionamento, preparação e participação competitiva.

A medida enquadra-se na política de apoio contínuo ao movimento associativo desportivo, permitindo reforçar a organização interna das federações e a sua presença em competições nacionais e internacionais.

O ato foi testemunhado pelo Ministro da Juventude e Desporto, Carlos Monteiro, que destacou o compromisso do Governo com o financiamento do setor.

“O financiamento anual vai além do contrato-programa assinado no início do ano, permitindo responder à crescente participação de Cabo Verde nas competições internacionais”, afirmou o governante.

O ministro sublinhou ainda a melhoria contínua na relação entre o IDJ e as federações, destacando que esta articulação tem contribuído para o fortalecimento de todo o ecossistema desportivo nacional.

O Governo de Cabo Verde tem vindo a reforçar, de forma consistente, o investimento no desporto, contribuindo para o desenvolvimento das modalidades, a valorização dos atletas e o fortalecimento do sistema desportivo nacional.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.