O Afreximbank concede uma linha de crédito de 10 milhões de USD ao Azania Bank para apoiar as Pequenas e Médias Empresas (PME) na Tanzânia

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) (www.Afreximbank.com) concedeu uma linha de crédito no valor de 10 milhões de USD ao Azania Bank da Tanzânia (Azania Bank) com o objectivo de melhorar o acesso ao financiamento por parte das Pequenas e Médias Empresas (PME) em todas as cadeias de valor de exportação da Tanzânia e de reforçar a sua participação no comércio regional e internacional.

Concedida no âmbito do Programa de Desenvolvimento das PME Exportadoras (ESDP) do Afreximbank, a linha de crédito permitirá ao Azania Bank disponibilizar às PME elegíveis tanto capital de exploração como financiamento a médio prazo, para apoiar a expansão dos negócios, a aquisição de activos e as operações pré e pós-exportação. Prevê-se que isto impulsione a produtividade e aumente a participação nas cadeias de valor regionais e globais, enquanto dá resposta às lacunas de financiamento persistentes que limitam o crescimento das PME e o desenvolvimento das exportações.

O Azania Bank irá repassar os fundos a PME elegíveis envolvidas em actividades orientadas para a exportação nos principais sectores, incluindo a agricultura, a indústria transformadora, o comércio, a tecnologia, a logística e as exportações de valor acrescentado. A linha de crédito reforçará a capacidade do banco para dar resposta às crescentes necessidades de financiamento das PME e das empresas emergentes que desempenham um papel vital na agenda de industrialização e comércio da Tanzânia.

Prevê-se que a iniciativa apoie o crescimento dos negócios, crie oportunidades de emprego, melhore a preparação para a exportação e reforce a participação da Tanzânia nas cadeias de valor regionais. Ajudará igualmente as PME a tirar o máximo proveito das oportunidades decorrentes da Zona de Comércio Livre Continental Africana (ZCLCA), reforçando a sua capacidade de participar de forma eficaz no comércio transfronteiriço e nas redes de abastecimento regionais.

Para além do financiamento, o Afreximbank prestará às PME participantes apoio estruturado para o desenvolvimento de negócios, incluindo formação em preparação para a exportação, serviços de consultoria em gestão financeira, oportunidades de ligação aos mercados, apoio à digitalização e acesso a plataformas de conhecimento e de estabelecimento de contactos específicas para as PME. Estas intervenções destinam-se a reforçar a resiliência das empresas, melhorar a competitividade e permitir que as PME cresçam de forma sustentável.

A Sr.ª Oluranti Doherty, Directora-Geral de Desenvolvimento das Exportações do Afreximbank, comentou: “As PME são a espinha dorsal da economia produtiva de África e são fundamentais para impulsionar a industrialização, a criação de valor acrescentado e o crescimento impulsionado pelo comércio. No entanto, muitas empresas continuam a enfrentar barreiras significativas no acesso ao financiamento, às oportunidades de mercado e ao apoio técnico necessários para crescer e competir de forma eficaz”.

“Através do Programa de Desenvolvimento das PME Exportadoras, o Afreximbank está a estabelecer parcerias com instituições financeiras, como o Azania Bank, para proporcionar não só financiamento, mas igualmente soluções de reforço das capacidades e de acesso ao mercado necessárias para que as PME cresçam, exportem e se integrem nas cadeias de valor regionais e globais. Acreditamos que esta parceria contribuirá de forma significativa para os objectivos de desenvolvimento das exportações da Tanzânia e ajudará a desbloquear novas oportunidades para as empresas locais no âmbito da ZCLCA.”

O Sr. Yahaya Mbanka, Director de Desenvolvimento de Negócios do Azania Bank Plc, afirmou: “Esta linha de crédito reforçará a nossa capacidade de proporcionar às PME tanzanianas o financiamento de que necessitam para expandir os seus negócios, investir em capacidade produtiva e explorar oportunidades de exportação. A nossa parceria com o Afreximbank permitir-nos-á ainda oferecer apoio que responda mais de perto às necessidades das empresas que operam nas principais cadeias de valor da Tanzânia.”

A linha de crédito, que apoia o mandato do Afreximbank de promover o comércio, a industrialização e o desenvolvimento das exportações em toda África, está igualmente em consonância com as prioridades da Tanzânia em matéria de produção interna, criação de valor acrescentado, diversificação das exportações e integração do comércio regional.

O Relatório Anual de Eficácia no Desenvolvimento do Comércio do Afreximbank para 2025 [2025 Afreximbank Annual Trade Development Effectiveness Report (https://apo-opa.co/4hgL25z)(ATDER)] revela que o Banco concedeu mais de 960 milhões de USD a mais de 58.000 PME em toda África. A iniciativa, que deu prioridade, entre outras, às empresas lideradas por mulheres e jovens, disponibilizou linhas de crédito para o financiamento do comércio que permitiram às empresas obter o capital necessário para crescer, participar no comércio transfronteiriço e expandir-se para novos mercados.

Distribuído pelo Grupo APO para Afreximbank.

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Sobre o Afreximbank:
O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) é uma instituição financeira multilateral pan-africana com mandato para financiar e promover o comércio intra e extra-africano. Há mais de 30 anos que o Banco utiliza estruturas inovadoras para oferecer soluções de financiamento que apoiam a transformação da estrutura do comércio africano, acelerando a industrialização e o comércio intra-regional, impulsionando assim a expansão económica em África. Apoiante firme do Acordo de Comércio Livre Continental Africano (ACLCA), o Afreximbank lançou um Sistema Pan-Africano de Pagamento e Liquidação (PAPSS) que foi adoptado pela União Africana (UA) como plataforma de pagamento e liquidação para sustentar a implementação da ZCLCA. Em colaboração com o Secretariado da ZCLCA e a UA, o Banco criou um Fundo de Ajustamento de 10 mil milhões de dólares para apoiar os países que participam de forma efectiva na ZCLCA. No final de Dezembro de 2025, o total de activos e passivos contingentes do Afreximbank atingiu mais de 48,5 mil milhões de USD, e os seus fundos próprios totalizaram 8,4 mil milhões de USD. O Afreximbank tem notações de grau de investimento atribuídas pela China Chengxin International Credit Rating Co., Ltd (CCXI) (AAA), pela GCR (A), pela Japan Credit Rating Agency (JCR) (A-) e pela Moody’s (Baa2)  e pela S&P Global Ratings (BBB+). O Banco tem a sua sede em Cairo, Egipto.

Para mais informações, visite: www.Afreximbank.com.

Operação Trabalho Digno arranca na segunda-feira

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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A II Série da Operação Trabalho Digno vai ser lançada, nesta segunda-feira (21/09/26), às 8h30, no edifício sede do MAPTSS, em Luanda.

A campanha é uma iniciativa do Ministério da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social (MAPTSS), através da Inspecção Geral do Trabalho (IGT), que serve para reforçar as acções de prevenção, fiscalização e responsabilização, assim como melhorar as condições laborais e fazer com que todos cumpram com a Lei Geral do Trabalho.

A campanha será lançada pelo secretário de Estado para o Trabalho e Segurança Social, Pedro Filipe, onde este ano, tem como lema, “Promover o Trabalho Digno, Reforçar a Legalidade Laboral e Consolidar a Cultura Nacional de Prevenção”, esta edição, conta com a colaboração das administrações municipais e comunais.

A IGT, enquanto órgão da Administração indirecta do Estado, é responsável pela fiscalização das condições de trabalho e do cumprimento da legislação laboral, assumindo assim, um papel determinante na promoção da justiça social, dignidade da pessoa humana e prevenção dos riscos profissionais.

A “Operação Trabalho Digno” tem sido realizada em todo território nacional e os resultados obtidos até agora, demonstram que milhares de trabalhadores exerciam actividades em condições incompatíveis aos princípios constitucionais do trabalho digno, por essa razão, a campanha fez melhorar, significativamente, as condições de trabalho, promover novos empregos e aumentar a cobertura do Sistema de Protecção Social Obrigatória.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Angola.

Diretor-Executivo (CEO) da Fundação Merck, Dra. Rasha Kelej, publica novo artigo sobre liderança: “Não doámos cuidados oncológicos. Formámos as pessoas capazes de os prestar

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

Como parte da sua Plataforma Virtual de Mentoria e Liderança, “Beyond Power; Leadership, Global Influence and Impact,” a Senadora Dra. Rasha Kelej, CEO da Fundação Merck, publicou um novo artigo sobre liderança intitulado “We Did Not Donate Cancer Care. We Built the People Who Could Deliver It.” Através do artigo, a Dra. Kelej reflete sobre a sua jornada de liderança no fortalecimento da capacidade de prestação de cuidados oncológicos em África e explica por que acredita que o desenvolvimento de capacidades humanas especializadas é uma das formas mais sustentáveis de transformar os sistemas de saúde.

Para ler o artigo completo e aceder à plataforma, visite:

https://apo-opa.co/472FK8O

Senadora Dra. Rasha Kelej (Ret.) afirma: “Não é possível construir um sistema de saúde sustentável sem primeiro desenvolver as pessoas que nele trabalham.”

“Os hospitais são importantes. Os equipamentos são importantes. Os medicamentos são essenciais. As infraestruturas são importantes. Mas quem irá diagnosticar o paciente? Quem irá determinar o tratamento? Quem irá utilizar os equipamentos? Quem irá gerir a quimioterapia e as suas complicações? Quem irá prestar cuidados paliativos e controlo da dor quando já não for possível alcançar a cura? E quem irá formar a próxima geração?”

A Dra. Kelej salienta que, sem profissionais de saúde qualificados e especializados, mesmo as melhores infraestruturas, medicamentos e tecnologias não conseguem criar um sistema sustentável de cuidados oncológicos. Esta convicção moldou a abordagem da Fundação Merck ao desenvolvimento da capacidade de prestação de cuidados oncológicos em África, com foco na formação de especialistas capazes de prestar cuidados nos seus próprios países e contribuir para o fortalecimento dos sistemas de saúde a partir do seu interior.

De acordo com a Agência Internacional de Investigação sobre o Cancro, África registou aproximadamente 1,19 milhões de novos casos de cancro e 764.000 mortes por cancro em 2022, enquanto muitos pacientes com cancro em todo o continente continuam a enfrentar desafios, incluindo diagnóstico tardio, capacidade limitada de rastreio e diagnóstico, escassez de profissionais de saúde especializados, vias de encaminhamento inadequadas, desigualdades geográficas e acesso limitado ao tratamento, aos cuidados paliativos e ao controlo da dor.

A Dra. Kelej explica que, em muitos países africanos onde a Fundação Merck iniciou os seus programas, o desafio não consistia simplesmente na falta de recursos. Em alguns países, não existiam oncologistas formados localmente ou as equipas multidisciplinares de cuidados oncológicos não estavam suficientemente desenvolvidas.

Através dos seus programas especializados de educação médica, a Fundação Merck proporcionou mais de 280 bolsas de um, dois e três anos em cuidados oncológicos multidisciplinares para profissionais de saúde de 35 países africanos. Estes programas apoiaram a formação dos primeiros oncologistas locais em países como a Libéria, a Gâmbia, o Burundi, o Níger e a República Centro-Africana, ao mesmo tempo que reforçaram a capacidade de oncologia em países como a Namíbia, Zâmbia, Zimbabwe e Serra Leoa.

A Dra. Kelej afirma: “Para mim, é isto que significa realmente desenvolver capacidades. Não se trata de chegar com uma solução temporária. Trata-se de ajudar um país a desenvolver a experiência necessária para cuidar da sua própria população.”

Ela salienta ainda que a educação médica especializada exige mais do que workshops ou seminários de curta duração. A abordagem da Fundação Merck tem-se concentrado numa formação substancial de pós-graduação e especializada clínica, incluindo formação clínica de longa duração em oncologia, programas de mestrado de vários anos e formação estruturada de pós-graduação em oncologia através de instituições académicas e clínicas em países como a Índia, o Egito e o Reino Unido.

“Não estamos simplesmente a aumentar a sensibilização para a oncologia. Estamos a ajudar a formar oncologistas. E, quando esse especialista regressa ao seu país, o impacto não termina com uma única bolsa. Esse médico pode diagnosticar e tratar pacientes durante anos. Pode trabalhar no sistema de saúde do seu país. Pode partilhar os seus conhecimentos com os colegas. Pode orientar médicos mais jovens. E, eventualmente, pode contribuir para formar localmente a próxima geração de especialistas,” acrescenta a Dra. Kelej.

No artigo, a Dra. Kelej destaca também a importância de enfrentar as desigualdades geográficas no acesso aos cuidados oncológicos especializados. Explica que aumentar simplesmente o número de especialistas não é suficiente quando os oncologistas e outros profissionais de saúde especializados estão concentrados nas capitais ou nos grandes centros urbanos.

A Dra. Kelej afirma: “A nossa estratégia de desenvolvimento de capacidades tem-se concentrado cada vez mais não apenas no número de especialistas que um país possui, mas também nos locais onde esses especialistas são necessários.” Ela destaca a importância de trabalhar com parceiros para apoiar profissionais de saúde de diferentes regiões e instituições, para que o conhecimento especializado possa gradualmente chegar para além das capitais, alcançando cidades secundárias, hospitais regionais e populações desfavorecidas.

Ela destaca ainda a importância das parcerias e colaborações com instituições académicas locais, sociedades médicas, governos, Ministérios da Saúde e da Educação, Primeiras-Damas e Presidentes no desenvolvimento de capacidades nacionais sustentáveis na área da saúde.

Para a Dra. Kelej, o impacto da formação do primeiro especialista formado localmente num país vai muito além do próprio profissional de saúde.

“Quando ajudamos um país a formar o seu primeiro oncologista local, o seu primeiro especialista numa área que anteriormente não existia, ou a estabelecer a sua primeira capacidade estruturada de cuidados oncológicos, algo muda fundamentalmente. Existe um antes e um depois,” escreve.

O artigo reflete também sobre a razão pela qual o desenvolvimento de capacidades humanas exige uma visão de longo prazo. A Dra. Kelej explica que, embora uma máquina doada possa ter um impacto imediatamente visível, o desenvolvimento de capacidades humanas pode levar um, dois, três anos ou mais até que o seu pleno valor se torne evidente. No entanto, quando um especialista regressa ao seu país, os seus conhecimentos podem continuar a beneficiar pacientes, colegas e futuras gerações de profissionais de saúde.

“As infraestruturas podem envelhecer. A tecnologia pode tornar-se obsoleta. Os medicamentos acabam por ser consumidos ou expirar. Mas o conhecimento pode multiplicar-se,” afirma a Dra. Kelej.

No artigo, a Dra. Kelej salienta que a abordagem da Fundação Merck não pretende criar dependência, mas sim apoiar os países no desenvolvimento da experiência necessária para fortalecer os seus sistemas de saúde a partir do seu interior.

“O verdadeiro sucesso do desenvolvimento de capacidades acontece quando os países se tornam menos dependentes de conhecimentos especializados externos porque essa experiência já existe no próprio país. Para mim, isso é sustentabilidade,” escreve.

O artigo está disponível através da Plataforma de Mentoria e Liderança da Dra. Rasha Kelej, “Beyond Power; Leadership, Global Influence and Impact,” no Substack, criada para disponibilizar um recurso acessível destinado a inspirar, orientar e apoiar os futuros líderes, particularmente mulheres e jovens futuros líderes em África, Ásia e nos países do Sul Global. A plataforma é acessível a todos, garantindo que aspirantes a líderes de diferentes origens possam ter acesso a valiosos conhecimentos de mentoria, liderança e orientação prática.

Link para a Plataforma de Mentoria e Liderança da Dra. Rasha Kelej:

https://apo-opa.co/3TaGkOt

Os artigos também podem ser acedidos através do website da Dra. Rasha Kelej:

https://apo-opa.co/4isu1HJ

Os links para os artigos também podem ser acedidos através do website da Fundação Merck:

https://apo-opa.co/472FNBw

Os links também estão disponíveis nas redes sociais da Dra. Rasha Kelej e da Fundação Merck.

Através da sua Plataforma de Mentoria e Liderança, a Dra. Rasha Kelej está empenhada em partilhar os seus 32 anos de conhecimento e experiência para apoiar e orientar pessoas que desejam descobrir o seu potencial, alcançar os seus objetivos profissionais e pessoais e tornar-se os líderes de amanhã.

Para saber mais sobre a trajetória da Dra. Rasha Kelej, visite as suas redes sociais: Instagram (https://apo-opa.co/4yxcwuo), Facebook (https://apo-opa.co/4xN5eCl), X (https://apo-opa.co/3UUJ3ME), and YouTube (https://apo-opa.co/4xqPmVO).

Distribuído pelo Grupo APO para Merck Foundation.

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O Afreximbank e a ZEP-RE aprofundam a parceria para desenvolver competências nas áreas do comércio, seguros e gestão de riscos em toda África

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) (www.Afreximbank.com) e a ZEP-RE (PTA Reinsurance Company) assinaram um Memorando de Entendimento (MdE) com o objectivo de reforçar as capacidades profissionais e institucionais nas áreas do comércio, seguros, resseguros, gestão de riscos e facilitação do comércio em toda África.

O MdE reúne a Academia do Afreximbank (AFRACAD) e a Academia da ZEP-RE para criar e ampliar programas de formação, investigação e conhecimento que combinem as suas competências.

O acordo foi assinado nos escritórios da ZEP-RE em Nairobi pelo Sr. Stephen Kauma, Director-Geral do Grupo para Recursos Humanos do Afreximbank e pelo Sr. Jephita Gwatipedza, Vice-Presidente Executivo do Grupo e Director de Operações da ZEP-RE.

Ao combinar a profunda experiência do Afreximbank no comércio africano e no financiamento do comércio com a vasta experiência da ZEP-RE em seguros, resseguros e gestão de riscos, as duas instituições irão desenvolver soluções de aprendizagem práticas que dotem profissionais, instituições e participantes no mercado das competências e dos conhecimentos necessários para renforçar o crescente ecossistema de comércio e investimento de África.

No âmbito desta parceria de três anos, a AFRACAD e a Academia da ZEP-RE irão colaborar em torno de três (3) pilares estratégicos:

  1. As duas instituições irão criar em conjunto conteúdos de aprendizagem digitais, incluindo cursos de aprendizagem electrónica, conjuntos de ferramentas e estudos de caso africanos, através de uma abordagem conjunta de “fábrica de conteúdos” que identificará prioridades temáticas e as transformará em recursos de aprendizagem estruturados e reutilizáveis. Estes recursos serão disponibilizados através da plataforma de aprendizagem digital da AFRACAD e/ou do Sistema de Gestão da Aprendizagem da Academia da ZEP-RE, alargando o acesso a formação relevante nos mercados africanos.
  2. O Afreximbank e a ZEP-RE irão conceber e ministrar em conjunto programas de desenvolvimento profissional e executivo em áreas que incluem risco e resseguro, garantias comerciais, facilitação do comércio, infra-estruturas financeiras e temas relacionados com o desenvolvimento de mercados. Estes podem incluir cursos de curta duração, masterclasses para executivos, programas de certificação e outras formas de aprendizagem estruturada, ministrados em formato presencial, virtual ou misto.
  3. A parceria apoiará a investigação, a criação de conhecimento e a liderança de pensamento através de estudos conjuntos, webinários, diá.s sobre políticas e fóruns do sector. Estas plataformas reunirão profissionais, reguladores, parceiros de desenvolvimento e líderes do sector privado para o intercâmbio de conhecimentos e o desenvolvimento de respostas práticas aos desafios emergentes do mercado.

Ao tomar a palavra na cerimónia de assinatura, o Sr. Stephen Kauma, Director-Geral do Grupo para Recursos Humanos do Afreximbank, afirmou:

“A capacidade de África para expandir o comércio e o investimento depende de mais do que apenas recursos financeiros e infra-estruturas. Depende igualmente do conhecimento, das competências e da capacidade institucional em todos os nossos mercados. Através da AFRACAD, o Afreximbank colocou o reforço das capacidades no centro do seu mandato de transformar o Comércio Global Africano. A nossa parceria com a ZEP-RE reúne conhecimentos especializados complementares nas áreas do financiamento do comércio, seguros, resseguros e gestão de riscos. Ao combinar estes pontos fortes, podemos criar soluções práticas, escaláveis e centradas na África Global em matéria de aprendizagem e conhecimento, que dotem os profissionais e as instituições das competências e dos conhecimentos necessários para impulsionar um maior comércio e investimento em todo o continente.”

O Sr. Jephita Gwatipedza, Vice-Presidente Executivo do Grupo e Director de Operações da ZEP-RE (PTA Reinsurance Company), observou:

“O comércio não pode expandir-se de forma sustentável a menos que as instituições que o financiam e facilitam compreendam, avaliem e gerem igualmente os riscos envolvidos. Esta parceria irá aliar o financiamento do comércio à experiência em seguros e resseguros, ajudando a reforçar a capacidade institucional nos mercados africanos. O seu sucesso será, em última análise, avaliado não pelo número de programas realizados, mas sim pela capacidade dos profissionais e das instituições de apoiar o panorama em constante evolução do comércio e do investimento em África.”

O MdE tem por base a parceria já existente entre o Afreximbank e a ZEP-RE. Em 2025, as duas instituições lançaram a Aliança Transafricana de Obrigações Trans-Africa Bond Alliance (TABA) (https://apo-opa.co/4gV3VMp) para reforçar a capacidade no domínio dos seguros, facilitar o comércio transfronteiriço e apoiar a circulação eficiente de mercadorias e investimentos em toda África.

Desde o início das suas operações em Junho de 2025, a TABA apoiou aproximadamente 185 milhões de USD em obrigações em 2025 e 280 milhões de USD no primeiro trimestre de 2026, com riscos provenientes de 24 cedentes em cinco países. A TABA apoia o Programa Africano de Garantia de Trânsito Colaborativo (AACTGS) do Afreximbank e a agenda mais ampla de facilitação do comércio da ZCLCA, promovendo uma abordagem harmonizada e com base na tecnologia para as garantias de trânsito entre as fronteiras africanas.

O Programa Africano de Garantia de Trânsito Colaborativo, na sua vertente mais ampla, tem o apoio de um limite de garantia de mil milhões de USD (https://apo-opa.co/4raTIia), incluindo uma linha de crédito de 300 milhões de USD que está a ser implementada com a ZEP-RE na região da COMESA. A iniciativa visa reduzir a dependência de múltiplas cauções de trânsito nacionais, libertar capital de exploração que, de outra forma, ficaria imobilizado como garantia e melhorar a eficiência e a previsibilidade do comércio transfronteiriço.

O MdE alarga esta colaboração ao reforço das capacidades, consolidando os conhecimentos técnicos e institucionais necessários para soluções cada vez mais sofisticadas em matéria de comércio, seguros e gestão de riscos nos mercados africanos.

A parceria contribuirá para a criação de um conjunto mais sólido de competências africanas, capaz de abordar questões cada vez mais complexas na intersecção entre comércio, finanças, seguros e gestão de riscos, apoiando simultaneamente uma integração regional mais profunda e o desenvolvimento económico sustentável em todo o continente.

O MdE terá inicialmente uma vigência de três (3) anos, podendo ser renovado por mútuo acordo.

Distribuído pelo Grupo APO para Afreximbank.

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Sobre o Afreximbank:
O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) é uma instituição financeira multilateral pan-africana com mandato para financiar e promover o comércio intra e extra-africano. Há mais de 30 anos que o Banco utiliza estruturas inovadoras para oferecer soluções de financiamento que apoiam a transformação da estrutura do comércio africano, acelerando a industrialização e o comércio intra-regional, impulsionando assim a expansão económica em África. Apoiante firme do Acordo de Comércio Livre Continental Africano (ACLCA), o Afreximbank lançou um Sistema Pan-Africano de Pagamento e Liquidação (PAPSS) que foi adoptado pela União Africana (UA) como plataforma de pagamento e liquidação para sustentar a implementação da ZCLCA. Em colaboração com o Secretariado da ZCLCA e a UA, o Banco criou um Fundo de Ajustamento de 10 mil milhões de dólares para apoiar os países que participam de forma efectiva na ZCLCA. No final de Dezembro de 2025, o total de activos e passivos contingentes do Afreximbank atingiu mais de 48,5 mil milhões de USD, e os seus fundos próprios totalizaram 8,4 mil milhões de USD. O Afreximbank tem notações de grau de investimento atribuídas pela China Chengxin International Credit Rating Co., Ltd (CCXI) (AAA), pela GCR (A), pela Japan Credit Rating Agency (JCR) (A-) e pela Moody’s (Baa2)  e pela S&P Global Ratings (BBB+). O Banco tem a sua sede em Cairo, Egipto.

Para mais informações, visite: www.Afreximbank.com.

Sobre a ZEP-RE:
A ZEP-RE (PTA Reinsurance Company) é uma instituição multilateral pan-africana de resseguros e uma agência especializada da COMESA, criada em 1990 com o objectivo de desenvolver o sector dos seguros e resseguros, mobilizar investimento, aprofundar a inclusão financeira e apoiar o reforço das capacidades em toda África. Há mais de três décadas que a ZEP-RE apoia o crescimento económico, a integração regional e a resiliência financeira, expandindo a capacidade de gestão de riscos, reforçando a gestão de riscos e promovendo o desenvolvimento sustentável em todo o continente.

No âmbito do seu mandato de desenvolvimento, a ZEP-RE promove a resiliência climática, a inclusão financeira e o desenvolvimento de mercados através de uma série de iniciativas especializadas, incluindo a ACRE Africa, que fornece soluções de seguros agrícolas com base na tecnologia para pequenos agricultores, o programa DRIVE, financiado pelo Banco Mundial, que apoia a resiliência à seca no Corno de África, e a Academia da ZEP-RE, que já formou mais de 30.000 profissionais de mais de 45 países. Com sede em Nairobi, Quénia, a ZEP-RE opera em toda África através de uma rede de escritórios regionais e nacionais. Possui uma Classificação de Solidez Financeira da A.M. Best de B++ (Boa) e uma Classificação de Crédito do Emissor de bbb+, ambas com perspectivas estáveis

Para mais informações, visite: www.ZEP-RE.com.

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Organização Internacional para Migrações (OIM): ajuda humanitária no Sudão pode entrar em crise nas próximas semanas

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

A Organização Internacional para Migrações, OIM, avisa que a resposta emergencial no Sudão está à beira do abismo devido aos conflitos armados contínuos, chuvas intensas e falta de financiamento internacional. 

Sem novas doações, o estoque de itens essenciais como abrigos e kits de saneamento deve se esgotar completamente até o final deste mês.

Falta de estrutura

De acordo com a Matriz de Rastreamento de Deslocamento da OIM, o Sudão contabiliza 8,6 milhões de pessoas deslocadas internamente, além de 4,9 milhões de retornados. 

Cerca de 70% das pessoas forçadas a deixar suas casas vivem com famílias de acolhimento ou em assentamentos informais, expostas à violência e a inundações que destroem os abrigos e forçam novas fugas. 

A falta de infraestrutura adequada tem aumentado os riscos de violência de gênero, proliferação de doenças e despejos em locais sobrecarregados.

Apoio financeiro imediato

A diretora-geral da OIM, Amy Pope, reforçou a urgência da situação e fez um apelo por apoio financeiro imediato. 

Operado pela agência para auxiliar a ONU e mais de 100 parceiros cadastrados, a rede já prestou assistência a mais de 2,84 milhões de pessoas desde julho de 2023. 

Nos últimos anos, porém, o alcance vem caindo por falta de recursos: de 1 milhão de atendidos em 2024 para 804 mil em 2025, e apenas 330 mil pessoas em 2026. 

Segundo a dirigente, todo o sistema humanitário no país pode se desfazer em questão de semanas se não houver ação rápida, impedindo que o socorro chegue às famílias mais vulneráveis.

Capacidade operacional até o fim do ano

Se o sistema for interrompido, a OIM informa que a capacidade operacional de armazenamento só conseguirá ser mantida até dezembro, e a reconstrução dessa rede logística exigiria processos complexos e custos elevados.

Para evitar isso, a agência estima pelo menos US$ 15 milhões para manter a capacidade mínima do sistema por 12 meses, garantindo atendimento a 305 mil pessoas. 

No entanto, a verba de US$ 42 milhões permitiria ampliar a ajuda emergencial para até 1 milhão de afetados pela crise sudanesa para alcançar o antigo patamar.

Distribuído pelo Grupo APO para UN News.

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Sudão do Sul no limite sob alerta de fome, guerra e clima extremo

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

Um El Niño atípico e mais intenso que antes, guerra e ruína econômica agravam a situação no Sudão do Sul. Para o Programa Mundial de Alimentos, PMA, trata-se de um conjunto de condições perfeitas que tendem a aparecer quando a ajuda humanitária internacional está prestes a esgotar-se.

O alerta foi dado nesta terça-feira, em Genebra, pelo vice-diretor-executivo de Operações de Programas da agência da ONU. Matthew Hollingworth retorna de uma avaliação no terreno com mais da metade da população tentando sobreviver.

Pessoas vulneráveis perderão assistência 

Segundo ele, o cenário de mais de 7,8 milhões de pessoas tentando encontrar comida é desolador.

O déficit nutricional atinge gravemente 2,2 milhões de crianças e 1,2 milhão de gestantes e mulheres amamentando. Sem fundos doados com urgência, mais de 1 milhão de pessoas vulneráveis perderão a assistência vital a partir de outubro.

À profunda crise sul-sudanesa soma-se a propagação do conflito no vizinho Sudão. A cada semana, cerca de 3 mil refugiados e repatriados cruzam a fronteira em busca de abrigo e alimento.

Em Renk, no norte do país, famílias chegam exaustas após caminharem durante dias ou semanas. Hollingworth contou o caso de Hapsa Hassan, mãe de quatro filhos, que fugiu do estado do Nilo Azul e percorreu quase 200 km a pé. Segundo ele, estas pessoas saem “da frigideira para cair direto no fogo”.

Armazéns vazios e extorsão nas rotas

Após receber comida do PMA e deficiência de apoio nutricional do Unicef, Hapsa depende da generosidade de vizinhos que também nada têm para comer. O maior medo é a segurança da filha adolescente, forçada a arriscar a vida fora dos acampamentos para buscar sustento.

A falta de fundos reduziu de forma drástica a capacidade de resposta das agências internacionais. Em Malakal, antigo centro logístico para a região do Alto Nilo, vive-se um grande contraste.

O armazém que no ano passado mantinha 10 mil toneladas de alimentos em reserva hoje guarda menos de 300 toneladas. A questão logística piora com a insegurança nas rotas fluviais. Barcos de transporte comercial e humanitário ao longo do Rio Nilo enfrentam postos de controle ilegais e extorsão armada.

A cobrança de taxas arbitrárias por soldados encareceu o transporte de tal forma que muitos comerciantes abandonaram as rotas. Em Malakal, praticamente todos os alimentos que não sejam tomates, quiabos, pimentas e cebolas cultivados localmente têm de ser transportados por via aérea, uma alternativa insustentável.

Seca e inundações como efeito do “Super El Niño”

O impacto climático extremo agrava o desespero. Em Canal Pigi, no estado de Jonglei, terras agrícolas permanecem submersas sete anos após as primeiras grandes inundações.

A água acumulada está agora estagnada e imprópria para consumo em meio à seca severa motivada pelo fenômeno Super El Niño. A insegurança alimentar alastra-se por toda a região, atingindo os vizinhos Sudão, Eritreia, Etiópia, Uganda e Quênia.

O PMA enfrenta um déficit de US$ 86 milhões dentro dos US$ 416 milhões necessários para cobrir as necessidades dos próximos seis meses. Sem esse montante, o auxílio aos refugiados, deslocados e comunidades afetadas pelo risco iminente de fome em pelo menos quatro zonas de Jonglei será interrompido.

Acelerando para o abismo financeiro

Diante do colapso iminente, a ONU fez um apelo direto às autoridades do país. Hollingworth disse que o fardo não pode recair apenas sobre os trabalhadores humanitários. 

Ao Governo do Sudão do Sul, ele destacou que é preciso mobilizar recursos próprios para proteger seus cidadãos e agir com firmeza para erradicar os bloqueios e a extorsão nas estradas.

O Sudão do Sul está à beira do maior desastre humanitário de seus 13 anos de independência. A crise exige uma resposta internacional imediata para evitar uma tragédia em larga escala.

Distribuído pelo Grupo APO para UN News.

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Governo endereça felicitações à população e Câmara Municipal do Sal, pelos 91 anos do Município e 16 anos de elevação de Espargos e Santa Maria à categoria de cidades

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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No Dia do Município do Sal, que se assinala hoje, 15 de setembro, o Governo de Cabo Verde saúda com entusiasmo a ilha, fazendo votos que continue a ser um dos faróis de desenvolvimento do país, atraindo mais jovens e investidores nacionais e viajantes do mundo inteiro.

O compromisso do Governo de Cabo Verde para com o município ambiciona galgar outros níveis no que se refere ao apoio contínuo a projetos estruturantes, com foco na habitação pública, saúde, educação, segurança, cultura e ambiente, ou seja, responder de forma acertada as expectativas das pessoas, bem como a complexidade dos desafios prementes das duas principais localidades.

Assim, o Governo de Cabo Verde saúda o Município e todos os Salenses e augura que continuem a trilhar um caminho equilibrado, sustentável e digno para atender e garantir, firmemente, aos sonhos e ambições dos jovens cabo-verdianos, dos imigrantes, dos empreendedores e operadores económicos da ilha.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

Refugiados competem em Jogos Olímpicos da Juventude em África

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

A primeira equipa de refugiados juvenis está de malas feitas rumo aos Jogos Olímpicos de Juventude que decorre de 31 de outubro a 13 de novembro de 2026 em Dakar, capital do Senegal. 

Os treinos pré-competição da equipa decorrem no Oeste do Quénia.

Fonte de inspiração 

A Agência da ONU para os Refugiados considerou o momento de histórico e revelador do potencial dos refugiados em face a oportunidades. A participação traz à tona o papel da África na demonstração do poder do desporto para transformar a vida de pessoas forçadas a fugir.

A equipa inicial é composta de seis atletas originários de diferentes países do continente que vão competir nas modalidades de atletismo, judo e taekwondo, representando milhões de deslocados africanos.

Inspiração 

Os jovens são geridos pela Fundação Olímpica para os Refugiados e contam com apoio dos Comités Olímpicos Nacionais do Quénia e do Uganda, atuais países de residência dos atletas.

Para o Diretor Regional do Acnur para a África Ocidental e Central, Abdouraouf Gnon-Konde, os jovens atletas são uma fonte de inspiração para as mais de 10 milhões de crianças menores de 17 anos em condição de deslocadas à força.

Fim do ciclo 

A missão é chefiada pelo Embaixador de Boa Vontade do Acnur, Yiech Pur Biel, que competiu na primeira Equipa de Refugiados nos Jogos Olímpicos de Verão Rio 2016, no Brasil. 

Ele fugiu da guerra no Sudão do Sul em 2005 e passou a maior parte da sua vida em Kakuma, no Quénia.

O atleta vem representando refugiados em diversas competições desportivas em todo o mundo e a sua mais recentemente participação foi nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020.

Falando no centro de estágio no oeste do Quénia, Biel diz ser uma oportunidade extraordinária participarem não apenas como refugiados, mas como concorrentes ativos, capazes de prosperar, ter sucesso e impactar a vida de outras pessoas.

Dakar, Diamniadio e Saly

O Acnur quer apoiar os jovens como forma de oferecer esperança e sentido de pertença. Cerca de 2700 atletas são esperados, em diversas modalidades, nos primeiros Jogos Olímpicos da Juventude a serem realizados em África.

De lembrar que a Fundação Olímpica para Refugiados apoia a qualificação de refugiados aos jogos olímpicos, em todo o mundo através de bolsas de treino e competição. A  parceria envolve os Comités Olímpicos Nacionais.

Segundo as estatísticas mais recentes do Acnur,, os deslocados à força no mundo no final de 2025 foram mais de 117 milhões, 39 milhões dos quais foram acolhidos na África Subsariana. Cerca de um terço deste total são refugiados e requerentes de refúgio, metade dos quais são crianças.

Distribuído pelo Grupo APO para UN News.

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Alto-comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) apoia repatriação voluntária de somalis

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Programa de Retorno Voluntário Assistido da Agência da ONU para Refugiados, Acnur, coordenou a volta de 154 refugiados somalis ao seu país de origem vindos do Iêmen.

No início de agosto, outros 155 somalis foram repatriados. As ações fazem parte da iniciativa 50×35 do Acnur, que auxilia populações refugiadas por meio de escolhas voluntárias, informadas e seguras.

Decisão de voltar 

De acordo com o Acnur, a repatriação voluntária é uma das principais alternativas para a resolução do status de refugiado. 

Durante o programa, os participantes passam por sessões de aconselhamento e recebem informações atualizadas sobre a situação socioeconômica na Somália.

A ação é uma parceria da agência com a Comissão Nacional para Refugiados e Deslocados Internos da Somália, Ncri.

Reconectar com a comunidade 

Entre os repatriados está Nuriya, uma mãe solo de 47 anos que voltou acompanhada dos cinco filhos. 

Ela relata que está ansiosa para reconstruir a vida da sua família, se reconectar com a comunidade e construir um novo futuro.

A representante da Acnur na Somália, Jing Song, destaca que a função da agência nesse intermédio é apoiar escolhas conscientes e garantir a reintegração sustentável na chegada.

Desafios de reintegração

Muitos repatriados enfrentam dificuldades de acesso a serviços essenciais, obtenção de meios de subsistência e moradia.

Para assegurar uma adaptação no retorno, a agência e seus parceiros atuam em conjunto com autoridades locais e nacionais da Somália.

 O objetivo é integrar os ex-refugiados às comunidades, garantindo igualdade de acesso às oportunidades em um contexto ainda marcado por desafios humanitários e socioeconômicos.

Distribuído pelo Grupo APO para UN News.

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O APO Group lança uma nova marca como a única consultora de comunicação estratégica de África com rede de distribuição própria

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O APO Group (https://APO-opa.com), a consultora de comunicação concebida para o desempenho em toda a África, lança hoje a sua nova marca e o seu novo website, centrados na proposta Comunicação, Concebida para o Desempenho.

Tradicionalmente, as organizações que comunicam em toda a África têm gerido as suas relações públicas e comunicações mercado a mercado, recorrendo frequentemente a várias agências e fornecedores. Isto aumenta os custos e torna praticamente impossível garantir a coerência das mensagens e das medições em todos os mercados. O APO Group é a única consultora pan-africana de comunicação que combina o aconselhamento estratégico com a propriedade da rede que assegura a sua divulgação, permitindo que o aconselhamento, a execução e a visibilidade sejam geridos e avaliados como um único sistema.

Para os clientes, isto significa contar com um único parceiro de comunicação em todos os mercados, em vez de terem de coordenar vários parceiros. Significa também que o APO Group pode ser responsabilizado pelos resultados alcançados, e não apenas pelas atividades realizadas.

Bas Wijne, CEO do APO Group, afirma: “Uma empresa que opera em 10 mercados africanos teve, historicamente, de gerir 10 relações distintas com agências. Essa fragmentação persistiu porque nenhuma empresa de consultoria, por si só, tinha o alcance necessário para assumir a responsabilidade em todo o continente. O APO Group consegue. Operamos em todos os 54 mercados africanos e, uma vez que somos responsáveis pela distribuição, o nosso papel não se limita à recomendação. Podemos acompanhar uma estratégia de comunicação até à sua publicação e verificar o seu desempenho nos mercados que importam.”

O APO Group foi criado para um ambiente de comunicação em rápida evolução, marcado pela inteligência artificial, pelos crescentes riscos geopolíticos e de reputação, por um maior escrutínio dos investimentos em comunicação e pela necessidade de responder com maior rapidez. Em toda a África, estas exigências são amplificadas pelo rápido crescimento e pela evolução dos contextos regulamentares e empresariais. Isto exige uma comunicação estrategicamente orientada, relevante a nível local e capaz de demonstrar impacto em todos os mercados.   

Comunicação, Concebida para o Desempenho reflete a forma como o APO Group responde a estas exigências, combinando conhecimentos especializados em comunicação estratégica com uma longa experiência no panorama da comunicação e dos meios de comunicação social em África.

Libby Allen, Vice-Presidente de Brand & Creative, do APO Group, acrescenta: “O APO Group faz parte do panorama mediático africano desde 2007, não sendo um fornecedor que observa de fora. A empresa de consultoria foi criada com base nesse princípio. É isso que nos proporciona o conhecimento local necessário para prestar aconselhamento sobre reputação em mercados que, com demasiada frequência, são dados como adquiridos em vez de serem compreendidos.”

Concebida para o desempenho em toda a África

Através da Africa Newsroom (https://apo-opa.co/4rbe6zV), a agência de notícias detida pelo APO Group, a empresa garante a divulgação em mais de 250 websites de notícias dedicados a África e chega a mais de 450.000 jornalistas, analistas, investidores e decisores políticos. A cobertura divulgada através da rede é publicada em plataformas de notícias indexadas, permanecendo acessível muito tempo depois do fim de uma campanha. É o material de referência a que os motores de busca e os sistemas de IA recorrem cada vez mais quando respondem a perguntas sobre uma empresa ou um mercado. A visibilidade, uma vez adquirida, continua a funcionar.

A execução das relações públicas é realizada a nível local. O APO Group conta com equipas no terreno em 13 mercados africanos e parceiros em todos os 54, pelo que a estratégia é implementada com o mesmo nível de qualidade em Lagos e em Casablanca, sem que o cliente tenha de coordenar agências distintas mercado a mercado.

Fundado em 2007, o APO Group colabora com mais de 300 clientes nos setores financeiro, tecnológico, da saúde, da logística e do setor público, incluindo empresas multinacionais, instituições africanas, governos, ONG e organizações de desenvolvimento.

O novo website já está disponível em https://APO-opa.com/, com a identidade de marca renovada do APO Group a ser agora implementada nos seus canais de redes sociais e na Africa Newsroom (https://apo-opa.co/4rbe6zV). Siga o APO Group no LinkedIn (https://apo-opa.co/3UQ5p1P) para conhecer a nova marca.

Distribuído pelo Grupo APO para APO Group.

Contacto para a comunicação social:
marie@apo-opa.com 

Sobre o APO Group:
Fundado em 2007 por Nicolas Pompigne-Mognard, o APO Group é uma consultora de comunicação orientada para o desempenho: combina aconselhamento estratégico, execução no terreno e visibilidade garantida em todos os 54 mercados africanos. A sua agência de notícias própria, a Africa Newsroom, garante a divulgação em mais de 250 websites de notícias dedicados a África, ligando as organizações diretamente a mais de 450.000 jornalistas, analistas, investidores e decisores políticos em todo o mundo.

Reconhecido internacionalmente pela excelência em comunicação, incluindo distinções como os prémios SABRE, Davos Communications e World Business Outlook, o APO Group estabelece parcerias com organizações globais e africanas para as quais o continente constitui uma prioridade estratégica. Entre os seus clientes contam-se o Grupo do Banco Africano de Desenvolvimento, o Africa CDC, o Afreximbank, a NFL, a Nestlé, a Emirates, a Canon, a Western Union,  e a GITEX Global .

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