Cabo Verde: Ministra da Justiça preside lançamento da plataforma Empresa Online

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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A Ministra da Justiça presidiu a cerimónia de lançamento oficial da Plataforma Empresa Online (PEO), uma nova solução digital que visa simplificar e modernizar os processos de criação e gestão de empresas no país.

Na ocasião, Joana Rosa lembrou que “esta iniciativa não constitui um ato isolado, resulta, antes, de uma visão estratégica plasmada no Programa do Governo que consagra a modernização e a transformação digital da Administração Pública como objetivos centrais deste mandato. Este Governo sempre entendeu ser necessário que os serviços públicos assumam o papel de impulsionadores do progresso.”

Para a Ministra, “a Plataforma Empresa Online marca uma nova etapa na transformação digital da Administração Pública e na forma como o Estado se relaciona com os cidadãos, com as empresas e com os investidores. Esta plataforma traduz, de forma concreta, o compromisso do Governo de Cabo Verde, e em particular do Ministério da Justiça, com a simplificação administrativa, a eficiência dos serviços públicos e a criação de condições cada vez mais favoráveis ao desenvolvimento do setor privado. O Ministério da Justiça desempenha um papel central neste processo, uma vez que os serviços de registos, notariado e identificação constituem pilares fundamentais da segurança jurídica, da confiança nas instituições e do funcionamento da economia”

A finalizar, a governante enalteceu que “ao disponibilizar estes serviços num ambiente digital seguro, estamos a dar um passo decisivo para reduzir burocracias, encurtar prazos e diminuir custos administrativos, criando melhores condições para quem quer empreender, investir e gerar emprego em Cabo Verde.”

O evento contou com a presença de membros do Governo, representantes institucionais e parceiros do ecossistema empresarial, e assinala um passo importante no reforço da modernização administrativa, da competitividade económica e da transformação digital em Cabo Verde.

A Plataforma Empresa Online (PEO) permitirá aos cidadãos e investidores realizar, de forma simples, rápida e digital, diversos procedimentos relacionados com processos de atendimento e prestação de serviços públicos às empresas contribuindo para um ambiente de negócios mais eficiente, transparente e acessível.

Com esta iniciativa, o Governo reforça o compromisso com a facilitação do investimento, o apoio ao empreendedorismo e a aproximação dos serviços públicos aos cidadãos e à diáspora cabo-verdiana.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

A estratégia de envolvimento local da Chevron em África é considerada um modelo a seguir para as empresas petrolíferas internacionais que operam no continente

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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À medida que as empresas energéticas globais ampliam os seus quadros de reporte sobre o envolvimento local, permanece uma questão central: em que medida os compromissos de sustentabilidade se alinham com o impacto no terreno? Para as empresas petrolíferas internacionais (IOC) que operam em África, a resposta depende cada vez mais da forma como os princípios de envolvimento local se traduzem em participação económica local, desenvolvimento de infraestruturas e transferência de tecnologia. Para a Chevron, uma das operadoras mais antigas do continente, esse equilíbrio é particularmente visível nas suas operações na Nigéria, em Angola e na região em geral.

Os relatórios de sustentabilidade da Chevron destacam o investimento na comunidade, a proteção ambiental e o desenvolvimento da força de trabalho. Em Angola – onde a empresa opera há quase 70 anos através da sua subsidiária Cabinda Gulf Oil Company – mais de 90% da força de trabalho é angolana, refletindo esforços de longo prazo para localizar o emprego e os conhecimentos técnicos. Ao longo dos anos, a Chevron e os seus parceiros investiram mais de 250 milhões de dólares em programas de desenvolvimento social e comunitário em todo o país, apoiando iniciativas nas áreas da saúde, educação e economia.

Da mesma forma, na Nigéria, a Chevron fez das cadeias de abastecimento locais um pilar central dos seus compromissos de envolvimento local. Na última década, a Chevron gastou cerca de mil milhões de dólares anualmente em fornecedores e prestadores de serviços nigerianos, canalizando mais de 10 mil milhões de dólares para empreiteiros e empresas nacionais. Esses gastos apoiam o quadro de conteúdo local da Nigéria, ao mesmo tempo que ajudam a desenvolver a capacidade local nas áreas de engenharia, logística e serviços de campos petrolíferos.

Em toda a África, no entanto, os relatórios de envolvimento local das IOCs são frequentemente criticados por enfatizarem projetos de responsabilidade social corporativa em vez de uma integração económica mais profunda. Embora o investimento comunitário e as iniciativas ambientais continuem a ser importantes, os decisores políticos africanos dão cada vez mais prioridade à participação local no desenvolvimento de projetos, nas aquisições e nas infraestruturas energéticas.

A carteira de projetos da Chevron ilustra tanto as oportunidades como os desafios de colmatar esta lacuna. Em Angola, o Projeto de Ligação de Gás de Sanha Lean – que liga os campos de gás offshore nos Blocos 0 e 14 às instalações da Angola LNG – demonstra como as grandes infraestruturas energéticas podem contribuir para a criação de valor a nível nacional. O projeto permite que o gás associado seja monetizado em vez de queimado, reforçando simultaneamente a cadeia de valor do gás de Angola e apoiando a segurança energética a longo prazo.

Para além de Angola, a Chevron continua a expandir a sua presença em todo o continente. A empresa mantém programas de exploração ativos na Nigéria, detém participações em ativos de produção na Guiné Equatorial e está a avaliar oportunidades offshore em mercados como a Namíbia e a Argélia. À medida que os países africanos procuram expandir o desenvolvimento do petróleo e do gás, construindo simultaneamente indústrias nacionais mais fortes, cresce a pressão sobre os operadores internacionais para garantir que os compromissos de envolvimento local se traduzam num impacto económico tangível.

Este foco crescente na implementação é uma das razões pelas quais as plataformas do setor estão a desempenhar um papel mais importante na definição do debate.

«África não precisa de mais relatórios de sustentabilidade a ganhar pó nas prateleiras», afirma NJ Ayuk, Presidente Executivo da Câmara Africana de Energia. «O que precisamos são de parcerias que construam indústrias, formem trabalhadores africanos e mantenham uma maior parte do valor dos nossos recursos no continente. A African Energy Week proporciona uma plataforma para que as partes interessadas não só promovam projetos, mas também garantam que os compromissos de sustentabilidade se traduzam em resultados mensuráveis.» Acrescentando que a Chevron está a liderar o caminho através das suas ações no continente.

«Precisamos de parcerias que construam indústrias, e é exatamente isso que a Chevron está a fazer.»

À medida que as expectativas de envolvimento local continuam a evoluir, operadores internacionais como a Chevron enfrentam um escrutínio crescente sobre se os compromissos de sustentabilidade se traduzem em participação económica real. No setor energético africano, o indicador de envolvimento mais significativo pode, em última análise, ser o conteúdo local – e a medida em que as empresas globais ajudam a construir indústrias duradouras a par dos seus projetos.

“As iniciativas de formação e desenvolvimento da Chevron em toda a África capacitaram significativamente as comunidades locais. Muitas pessoas formadas pela Chevron passaram a assumir funções na função pública, trazendo capacidades reforçadas e melhores práticas para o seu trabalho», afirma Ayuk.

Além disso, um número substancial de ex-formandos ingressou no setor privado, liderando com sucesso empresas de classe mundial, o que atesta as valiosas competências adquiridas durante o seu tempo na Chevron.

«Ao fomentar o empreendedorismo, a Chevron está a inspirar muitos africanos a criar e gerir os seus próprios negócios», conclui.

Distribuído pelo Grupo APO para African Energy Chamber.

Cabo Verde: IV edição das Olimpíadas do Desporto Escolar reúne 750 alunos de todo o país

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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A IV Edição das Olimpíadas do Desporto Escolar (ODE) vai reunir, na cidade da Praia, 750 alunos de todo o país. O evento, que decorre entre os dias 22 e 29 de março, mobilizará uma caravana de 1400 pessoas. As informações foram avançadas, nesta quarta-feira (17), pelo Diretor Nacional da Educação, Adriano Moreno, durante o ato de lançamento e o sorteio que define o calendário do certame desportivo.

O Diretor Nacional da Educação procedeu ao lançamento oficial e ao sorteio da IV edição das Olimpíadas do Desporto Escolar, evento que terá como palco a cidade da Praia entre os dias 22 e 29 de março. O responsável destacou que este é atualmente “um dos momentos mais importantes do calendário educativo e desportivo nacional”, focado em promover a prática desportiva e valores como “o espírito de equipa, a disciplina, o respeito e o fair-play”.

Nesta edição, a capital recebe 750 alunos de todos os concelhos, acompanhados por 240 professores e 200 voluntários. Segundo Adriano Moreno, estes números demonstram “o crescente interesse e envolvimento das escolas e das comunidades educativas nesta iniciativa”.

Para o Diretor Nacional da Educação, as Olimpíadas ultrapassam a vertente competitiva, constituindo um espaço de encontro entre jovens de diferentes ilhas e realidades, promovendo a convivência saudável, a integração e o fortalecimento do espírito de unidade nacional.”

Um dos pilares desta edição é a diversidade de modalidades, que incluem Futsal, Andebol, Basket 3×3, Voleibol de Praia, Atletismo, Natação e Xadrez. A introdução do Desporto Adaptado foi realçada como uma escolha deliberada na organização do sistema de ensino:

“A inclusão do desporto adaptado reflete o que pretendemos para uma escola inclusiva, onde todos os alunos têm a oportunidade de participar, desenvolver os seus talentos e afirmar as suas capacidades.”

As caravanas começam a chegar à Praia já este dia 18, com alojamento garantido nos liceus Domingos Ramos, Várzea, Pedro Gomes, Cesaltina Ramos e Abílio Duarte. O Diretor fez questão de reconhecer o papel dos parceiros institucionais, nomeadamente o Instituto do Desporto e da Juventude (IDJ)e a FICASE, pelo apoio “fundamental para garantir as melhores condições de participação aos nossos estudantes”.

O responsável dirigiu ainda uma palavra de apreço às delegações do Ministério da Educação, professores e treinadores que “têm estado fortemente mobilizados para o sucesso desta edição”.

“Estamos convictos de que esta 4.ª edição será um momento de celebração do talento, da energia e do potencial da juventude cabo-verdiana, reforçando o papel do desporto como instrumento essencial na formação integral dos nossos alunos.”

O ato de lançamento da IV edição das ODE, contou com a presença do administrador do IDJ, Anildo Santos e com outros dirigentes do Ministério da Educação. A ocasião serviu igualmente para a realização do sorteio do evento, ficando assim definidos os calendários das competições.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

Cabo Verde lança primeira Estratégia Nacional Anticorrupção e reforça compromisso com integridade e boa governação

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A Estratégia Nacional de Prevenção e Combate à Corrupção em Cabo Verde para o período 2026–2029, constitui um instrumento estruturante de política pública, que reafirma, de forma clara e inequívoca, o compromisso do Estado com a promoção da transparência, da ética pública e da boa governação.

Estas declarações foram proferidas pela Ministra da Justiça, Joana Rosa, na abertura do Workshop de apresentação da primeira estratégia nacional neste domínio. Segundo Joana Rosa, o documento propõe uma abordagem integrada, centrada na atuação sobre as causas estruturais da corrupção, com enfoque no reforço da prevenção, na gestão de riscos, na transparência administrativa e na promoção de uma cidadania ativa e participativa.

Para Joana Rosa, “a corrupção é um dos fenómenos que mais ameaçam a estabilidade institucional, a confiança dos cidadãos nas instituições e o funcionamento saudável das economias, comprometendo a justiça social e fragilizando os pilares da democracia”. sublinhou, ainda, a sua natureza particularmente nociva, pela estreita ligação a outras formas de criminalidade, como a lavagem de capitais, o tráfico de influência, o desvio de fundos públicos e, em muitos casos, o crime organizado transnacional.

Neste sentido, enfatizou que o combate à corrupção transcende a dimensão jurídica e institucional, constituindo, sobretudo, uma exigência ética e política dos Estados e dos seus agentes.

A Ministra realçou também os progressos alcançados por Cabo Verde neste domínio, destacando o Índice de Perceção da Corrupção de 2025, divulgado pela Transparência Internacional, no qual o país volta a posicionar-se como o melhor classificado da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa e o segundo no continente africano. Para a Ministra, “preservar e consolidar esta reputação exige um esforço contínuo de aperfeiçoamento institucional, vigilância democrática e compromisso permanente com a integridade pública”.

A primeira Estratégia Nacional de Prevenção e Combate à Corrupção em Cabo Verde para o período 2026–2029 foi elaborada pelo Conselho de Prevenção da Corrupção, em estreita articulação com o Ministério da Justiça, e visa reforçar os mecanismos de transparência, integridade e responsabilização, tanto no aparelho do Estado como no setor privado, com enfoque na prevenção, deteção e repressão da corrupção e de infrações conexas.

O Conselho de Prevenção da Corrupção pretende, igualmente, mobilizar não apenas as instituições públicas, mas também a sociedade civil e os cidadãos em geral para a implementação da Estratégia, promovendo uma abordagem participativa que contribua para o reforço contínuo dos instrumentos e das práticas de prevenção e combate à corrupção no país.

Organizado pelo Conselho de Prevenção da Corrupção, o workshop teve como principal objetivo apresentar a primeira Estratégia Nacional de Prevenção e Combate à Corrupção (ENPCC) em Cabo Verde para o horizonte 2026–2029.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

Nos campos de Mpumalanga, na África do Sul, uma revolução silenciosa está em curso — e as mulheres agricultoras estão a liderá-la

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

Outrora excluídas dos mercados formais devido à formação, tecnologia e literacia financeira limitadas, 25 agricultoras da província de Mpumalanga, na África do Sul, estão agora a fornecer grandes retalhistas, programas de alimentação escolar e alojamentos locais — uma prova do poder transformador do investimento direcionado nas mulheres rurais.

Numa quinta na aldeia de Marite, Skhulile Malibe caminha por entre fileiras de vegetais prósperos. Não muito tempo atrás, ela não tinha como saber se a sua quinta era lucrativa. “Antes de entrar no programa, eu não sabia dizer no final do dia se tinha ganho dinheiro ou não”, lembra. Hoje, regista meticulosamente cada transação, acompanha as colheitas e aumentou a sua força de trabalho para além dos três funcionários originais, e está a caminho de se tornar uma quinta totalmente comercial.

A sua vizinha e colega de turma, Kolile Malibe, partilha uma história semelhante. “Isto abriu a minha mente”, resume. “Agora estou a tornar-me uma agricultora comercial e a aumentar o meu número de funcionários dia após dia”, acrescenta.

Esses sucessos não são avanços isolados. Fazem parte de uma iniciativa agrícola centrada nas mulheres, financiada pelo Banco Africano de Desenvolvimento, pelo Fundo de Investimento Climático e pelo Absa Bank, e implementada pela UVU Africa. Este programa funciona no âmbito do South Africa Just Energy Transition Jobs First Project: Gender and Social Inclusion (SAJJOF) (http://https://apo-opa.co/4bewjpR), liderado pela Mpumalanga Green Cluster Agency. Redefiniu discretamente o que é possível para as agricultoras rurais numa das províncias economicamente mais vulneráveis da África do Sul.

Quebrando barreiras, construindo mercados

Lançada como um programa piloto em Bushbuckridge, a iniciativa abordou as barreiras estruturais que há muito mantêm as mulheres rurais à margem da economia agrícola da África do Sul: acesso limitado a formação, oportunidades de mercado, tecnologia e baixa literacia financeira. Cada uma das 25 participantes recebeu formação abrangente em agricultura e gestão empresarial, mentoria individual e um tablet equipado com ferramentas digitais para gerir operações, controlar despesas e aceder a previsões meteorológicas em tempo real.

Para Gracious Masuku, da aldeia Belfast Trust, a formação financeira mudou a sua vida. “As minhas finanças não estavam em ordem e agora sou capaz de registá-las sozinha e manter um bom fluxo de caixa”, explica. “Estou a construir um sistema que funcionará muito depois de eu partir, para que alguém depois de mim possa continuar a usá-lo”, aponta.

Lara Rosmarin, Cluster Catalyst na UVU Africa, afirma que o programa superou as expectativas. “Mais de 90% dos formandos fornecem agora grandes retalhistas, centros agrícolas, programas de alimentação escolar e alojamentos locais, criando 66 novos empregos através de empresas agrícolas sustentáveis; este programa demonstra que a formação personalizada, a mentoria e as ferramentas digitais podem permitir que as mulheres agricultoras rurais entrem nas cadeias de abastecimento formais e prosperem”, afirma.

O impacto estende-se ao setor de turismo de safári da África do Sul, avaliado em mil milhões de dólares. Nawsheen Elaheebocus, Gestora de Tarefas do Banco Africano de Desenvolvimento para o SAJJOF, explica: “A economia do turismo de safári da Grande Kruger, que atende quase dois milhões de visitantes anualmente e sustenta centenas de alojamentos de luxo, representa um mercado de hospitalidade estimado em mais de mil milhões de dólares por ano, criando uma oportunidade significativa para os agricultores locais fornecerem produtos frescos de alto valor”, disse.

“Através do projeto SAJJOF, as agricultoras de Mpumalanga podem agora entrar neste mercado premium, fornecendo diretamente alojamentos de luxo e transformando a agricultura local numa oportunidade económica inclusiva”, acrescentou.

Talvez o exemplo mais marcante seja o de Smangele Makutu, que passou cinco anos a viver nas ruas antes de garantir um contrato de 15 anos para cultivar os terrenos da sua antiga escola secundária. Os seus produtos agora abastecem supermercados locais e contribuem diretamente para a educação agrícola dos alunos atuais — uma história completa de restauração e propósito.

Os resultados do programa são mensuráveis: todos os participantes relataram melhorias no layout das suas quintas e maiores rendimentos, 92% diversificaram ativamente as suas culturas, 77% dos formandos solicitaram financiamento ou investimento e 66 novos empregos foram criados através de empreendimentos agrícolas sustentáveis. Cinco agrupamentos regionais de agricultores agora permitem o acesso coletivo ao mercado e o apoio entre pares.

Ampliação

Dado o sucesso do projeto-piloto, os parceiros planeiam expandir a iniciativa para outros locais em Mpumalanga, aprofundando as ligações com o mercado, alargando o acesso ao financiamento e expandindo os programas de literacia digital. As fases futuras irão introduzir tecnologia agrícola moderna, processamento de culturas de valor acrescentado e centros de colaboração locais para fomentar a inovação.

“Muitos agricultores desta região têm operado num ambiente de ‘sobrevivência, não de prosperidade’ há gerações”, diz Dheepak Maharajh, CEO da UVU Bio. “Este projeto-piloto prova que, com os sistemas de apoio certos, o caminho para sair da pobreza que se transmite de geração em geração torna-se tangível e mensurável. Com os colaboradores e parceiros certos, isto representa o próximo passo na construção de um ecossistema agrícola mais competitivo, resiliente e focado no futuro — um ecossistema que abre caminhos económicos genuínos para as comunidades rurais em Mpumalanga”, acrescentou Maharajh.

A iniciativa faz parte da Transição Energética Justa da África do Sul, um esforço nacional para garantir que a mudança da energia dependente do carvão beneficie todas as comunidades.

Babatunde Omilola, Diretor da Divisão de Desenvolvimento Humano do Banco Africano de Desenvolvimento, enfatiza a importância do projeto: “Esta iniciativa é crucial para uma transição energética justa na África do Sul, promovendo a criação de empregos, a igualdade de género, a inclusão social e garantindo que todos beneficiem da economia verde, particularmente em Mpumalanga”.

Nos campos de Mpumalanga, uma nova geração de mulheres agricultoras não está apenas a sobreviver. Está a construir

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

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Indústria petrolífera de Moçambique retira-se da Cimeira Africa Energies devido a preocupações com o conteúdo local

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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A indústria petrolífera e do gás de Moçambique anunciou que se retirará da participação na Cimeira Africana de Energias — organizada pela Frontier Energy Network em Londres, em maio deste ano —, invocando preocupações com o tratamento dado aos profissionais negros e questões mais amplas de conteúdo local relacionadas com os organizadores do evento. A decisão reflete a frustração crescente entre os intervenientes da indústria moçambicana e africana, que argumentam que as plataformas que afirmam representar o setor energético africano devem refletir os valores de inclusão, justiça e participação local que moldam cada vez mais a agenda energética do continente.

A decisão de se retirar foi motivada por preocupações de que a liderança da Cimeira não tenha dado resposta aos repetidos apelos para melhorar a diversidade e a transparência em torno das práticas de contratação. A Cimeira Africana de Energias obtém a maior parte das suas receitas de África, mas o seu padrão de discriminação equivale a um bloqueio intencional dos profissionais negros. Gayle Meikle, da Irlanda, e Daniel Davidson, da Escócia, resistiram aos apelos para divulgar dados sobre a diversidade da força de trabalho e recusaram-se também a pôr fim à política de não contratação de profissionais negros e a definir um plano para a diversidade.

«Em 2026, este não é o comportamento que esperamos de quem quer que seja que utilize o nome de África e o nosso setor do petróleo e gás. O comportamento de Gayle Meikle e Daniel Davidson em relação à contratação de profissionais negros é algo que muitos moçambicanos e africanos consideram ofensivo. Os nossos membros não irão a Londres», afirmou Florival Mucave, presidente da Câmara de Energia de Moçambique.

A retirada tem um peso particular, dada a crescente influência de Moçambique no mercado global de gás. O país é palco de algumas das maiores descobertas de gás natural das últimas décadas e está a emergir rapidamente como uma das vozes mais proeminentes de África na indústria do GNL. Apesar dos atrasos, os maiores projetos de Moçambique estão agora a regressar ao pipeline de desenvolvimento.

O projeto Mozambique LNG, liderado pela TotalEnergies, conseguiu um reinício total das suas atividades em terra e no mar em janeiro de 2026, após o levantamento da força maior em 2025. As atividades de construção foram agora retomadas, com mais de 4.000 trabalhadores — 3.000 dos quais são moçambicanos — mobilizados. A primeira produção de GNL está prevista para 2029, com contratos no valor de 4 mil milhões de dólares adjudicados a empresas moçambicanas. A força maior para o projeto Rovuma LNG, liderado pela ExxonMobil, foi também levantada em 2025. O projeto de 18 milhões de toneladas por ano (mtpa) avança agora para a decisão final de investimento (FID) em 2026.

«Moçambique compreende muito bem o que significa quando os cidadãos não estão satisfeitos com o setor do petróleo e do gás. Vimos uma reação com a revolta no norte que paralisou grandes projetos de gás. O nosso país está a viver grandes debates em torno do conteúdo local e do envolvimento da comunidade», afirmou Mucave.

Estes marcos surgem à medida que grandes projetos offshore avançam. Na sequência do início das operações na instalação FLNG Coral Sul, liderada pela Eni, em 2022, a empresa está agora a avançar com o projeto FLNG Coral Norte. Em 2025, o Coral Norte atingiu a FID, com a instalação de 3,4 mtpa a caminho de iniciar operações em 2028. Os avanços do projeto refletem o compromisso do país em enfrentar os desafios que atrasaram os projetos.

«Numa altura em que estamos a reiniciar megaprojetos de gás e a pressionar para que haja perfurações e ação por parte dos nossos políticos, a mensagem sobre a indústria petrolífera não deve ser sobre um retrocesso no conteúdo local — deve ser sobre como enfrentar a ideologia infeliz dos eventos energéticos africanos, para os quais os profissionais negros aparentemente não são suficientemente bons. Temos trabalhado com a indústria do petróleo e do gás para promover a educação em STEM e está a dar frutos. Não queremos ambientes onde os jovens moçambicanos sejam discriminados apenas com base na cor da pele e não nas suas qualificações ou méritos decorrentes da experiência», acrescentou Mucave.

O setor do gás de Moçambique está a entrar num período decisivo, à medida que os projetos de GNL regressam à fase de desenvolvimento e a atividade de exploração ganha impulso em toda a Bacia do Rovuma. Para os líderes da indústria, garantir que o setor se mantém inclusivo e solidário para com os profissionais africanos será fundamental não só para o sucesso de Moçambique, mas também para a credibilidade da narrativa energética mais ampla de África.

«A incapacidade de manter uma cultura da indústria do petróleo e do gás que promova a inovação, a colaboração e a inclusão em África apenas perturbará as operações de gás, criará dúvidas sobre a indústria e afetará negativamente a nossa indústria, bem como o nosso sucesso futuro, tanto para os moçambicanos como para os africanos. A indústria petrolífera não deve destruir a boa vontade que os africanos têm demonstrado nos últimos anos, apoiando plataformas que os africanos consideram insultuosas para os seus filhos», concluiu Mucave.

Distribuído pelo Grupo APO para African Energy Chamber.

AfrexInsure Nomeia o Sr. Lesley Ndlovu como Novo Director Executivo

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

A AfrexInsure, a subsidiária de seguros especializados integralmente detida pelo Banco Africano de Exportação e Importação (“Afreximbank”) (www.Afreximbank.com), anunciou a nomeação do Sr. Lesley Ndlovu para o cargo de Director Executivo, com efeito a partir de 2026, substituindo o Sr. Jonas Mushosho.

A nomeação ocorre em um momento crucial para a AfrexInsure, à medida que a organização avança em sua missão de oferecer soluções de seguros especializadas e personalizadas para o comércio e investimentos relacionados ao comércio. Com o avanço no desenvolvimento da organização, torna-se imprescindível uma liderança executiva sólida que possa orientar a governança, o cumprimento regulamentar, a inovação, a gestão de riscos e o posicionamento no mercado.

O Sr. Lesley Ndlovu, de nacionalidade zimbabueana, traz uma carreira de destaque na AfrexInsure, tendo trabalhado em algumas das principais instituições seguradoras do mundo, incluindo a AXA Specialty, a Capacidade Africana de Risco (ARC) e a AXIS Capital. Sua nomeação integra uma combinação única de conhecimentos técnicos, visão de mercado global e liderança operacional, alinhada ao apoio à transformação da AfrexInsure.

Ao longo de sua trajectória profissional, o Sr. Ndlovu liderou equipes multidisciplinares em ambientes de alto risco, onde uma governança robusta e uma subscrição disciplinada são essenciais para um desempenho sustentável. Na AXA Specialty, desenvolveu produtos sensíveis ao mercado que abordam segmentos de risco especializados e complexos, experiência que será de grande valor na criação de soluções diferenciadas para o cenário comercial em evolução na África.

Esta nomeação estratégica na liderança marca um momento decisivo na evolução da empresa, desde sua fase inicial até uma fase de expansão dinâmica, posicionando-a para oferecer soluções aprimoradas de mitigação de riscos comerciais e de investimento em toda a África.

Os fluxos comerciais em toda África continuam a enfrentar restrições devido à limitada capacidade de risco, aos altos custos de seguro e à dependência de mercados externos para subscrição e resseguro. A nomeação de um Diretor Executivo com ampla experiência nos mercados globais de seguros especializados reforça a capacidade do Afreximbank de apoiar transações comerciais por meio de programas de seguros sólidos e com presença local.

Esta nomeação reforça o papel estratégico da AfrexInsure como um pilar fundamental no ecossistema mais amplo do Grupo Afreximbank, complementando a gama de produtos oferecidos pela instituição.

Ao comentar sua nomeação, o Sr. Lesley Ndlovu, Director Executivo da AfrexInsure, declarou: ”Sinto-me profundamente honrado por assumir o cargo de Director Executivo da AfrexInsure neste momento de transformação na trajectória da empresa. A AfrexInsure representa muito mais do que uma subsidiária de seguros; incorpora a necessidade estratégica de resolver uma das maiores barreiras comerciais do continente africano, que é a escassez de soluções sofisticadas e capitalizadas de mitigação de riscos, fundamentadas na região.”

“Agradeço à direcção do Afreximbank e ao Conselho de Administração da AfrexInsure pela confiança depositada em mim com esta nomeação. Juntos, asseguraremos que a AfrexInsure se torne uma peça fundamental do ecossistema comercial africano, apoiando a transformação económica do continente com soluções específicas de gestão de riscos,” acrescentou.

Referindo-se à nomeação do Sr. Ndlovu, o Dr. George Elombi, Presidente e Presidente do Conselho de Administração do Afreximbank, afirmou:

“Com um sólido histórico no sector de seguros especializados e um compromisso com a transformação económica de África, estamos confiantes de que o Sr. Lesley promoverá a missão da AfrexInsure – administrar os riscos associados ao comércio por meio de capacidades locais, com o objectivo de reter os prémios na região.”

Num contexto de incerteza global, à medida que o continente progride rumo ao processamento de valor acrescentado e à industrialização, os seguros especializados desempenharão um papel crucial na mitigação do risco dos investimentos estratégicos e na atracção de capital para setores críticos para o desenvolvimento socioeconómico africano.

Distribuído pelo Grupo APO para Afreximbank.

Contacto para a Imprensa:
Vincent Musumba
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Sobre o Afreximbank:
O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) é uma instituição financeira multilateral pan-africana, com mandato de financiar e promover o comércio intra e extra-africano. Há mais de 30 anos, o banco utiliza estruturas inovadoras para oferecer soluções de financiamento que apoiam a transformação do comércio africano, acelerando a industrialização e o comércio intra-regional, promovendo assim a expansão económica em África. Apoiado pelo Acordo de Comércio Livre Continental Africano (ACLCA), o Afreximbank lançou um Sistema Pan-Africano de Pagamento e Liquidação (PAPSS), adotado pela União Africana (UA) como plataforma de pagamento e liquidação para sustentar a implementação da ZCLCA. Em parceria com o Secretariado da ZCLCA e a UA, o banco criou um Fundo de Ajustamento de 10 mil milhões de dólares para apoiar os países participantes na implementação efectiva da ZCLCA. Até o final de Dezembro de 2024, o total de ativos e contingências do Afreximbank atingia mais de 40,1 mil milhões de dólares, com fundos de accionistas de 7,2 mil milhões de dólares. O Afreximbank possui notações de grau de investimento atribuídas pela GCR (escala internacional) (A), Moody’s (Baa2), China Chengxin International Credit Rating Co., Ltd (CCXI) (AAA), Japan Credit Rating Agency (JCR) (A-). O Afreximbank evoluiu para uma entidade de grupo que inclui a sua subsidiária de fundo de impacto de acções, denominada Fundo para o Desenvolvimento das Exportações em África (FEDA), e a sua subsidiária de gestão de seguros, AfrexInsure (em conjunto, “o Grupo”). Sua sede encontra-se no Cairo, Egipto.

Para mais informações, visite: www.Afreximbank.com.

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Mindelo recebe Formação Nacional de Preparação Física e Arbitragem em Taekwondo

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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A cidade do Mindelo acolheu, no dia 12 de março, a abertura oficial da Formação de Preparação Física Aplicada ao Taekwondo e da Formação de Arbitragem, iniciativas destinadas ao reforço das capacidades técnicas dos atletas e agentes da modalidade em Cabo Verde.

As formações são promovidas pela Federação Cabo-verdiana de Taekwondo, com financiamento do Instituto do Desporto e da Juventude e enquadram-se na estratégia de qualificação contínua de treinadores, árbitros e técnicos, com vista ao fortalecimento técnico e organizacional da modalidade no país.

Na sessão de abertura, o Ministro da Juventude e Desporto, Carlos Monteiro, sublinhou a importância desta etapa para o relançamento do taekwondo nacional, defendendo uma atenção reforçada à modalidade, com melhorias ao nível da governação, da articulação entre a federação e o Governo e das condições de prática, de forma a fortalecer o quadro competitivo interno.

O governante reafirmou ainda a disponibilidade do Governo para continuar a apoiar a modalidade, nomeadamente através do financiamento da participação de atletas e equipas em competições nacionais e internacionais.

A Formação de Preparação Física Aplicada ao Taekwondo reúne 16 formandos e é ministrada pelo especialista internacional suíço Cédric Barras. Paralelamente, decorre a Formação de Arbitragem, que conta com a participação de 60 formandos, sob orientação do formador internacional Younggi Kim, reunindo participantes provenientes de diferentes ilhas do país.

As atividades antecedem a realização do Open Nacional de Taekwondo, que terá início no sábado e reunirá atletas provenientes de Santo Antão, São Vicente, Sal, Santiago Norte, Santiago Sul e Fogo, constituindo mais um momento de dinamização e promoção da modalidade em Cabo Verde.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

Volleyball World Beach Pro Tour Futures apresentado em Mindelo

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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A cidade do Mindelo foi palco da apresentação pública da 2.ª edição do Volleyball World Beach Pro Tour Futures – Laginha, uma das mais relevantes competições internacionais de voleibol de praia, que decorrerá de 23 a 26 de julho, na Praia da Laginha.

O Governo de Cabo Verde, através do Instituto do Desporto e da Juventude, mantém uma firme parceria com a Federação Cabo-verdiana de Voleibol e a promotora Megra Eventos, reforçando a aposta estratégica no desenvolvimento e na internacionalização do voleibol de praia no país.

Na sessão de apresentação, o Ministro da Juventude e Desporto, Carlos Monteiro destacou que a realização da prova representa mais um passo na afirmação de Cabo Verde como destino para a organização de eventos desportivos internacionais, com impacto no turismo, na economia local e na valorização das modalidades de praia.

O governante afirmou que “enquanto houver talento em Cabo Verde, o Estado continuará a mobilizar recursos para criar melhores condições de desenvolvimento aos atletas, reforçar o quadro competitivo interno e apostar de forma consistente no voleibol de praia”.

Carlos Monteiro sublinhou ainda o investimento em curso na massificação da modalidade, nomeadamente com a construção de quadras de areia em várias escolas do país e a presença de um treinador de elite residente em Cabo Verde.

Para 2026, Cabo Verde deverá também acolher o Congresso da Confederação Africana de Voleibol, reunindo representantes dos 54 países membros e a liderança da Federação Internacional da modalidade, um sinal da crescente confiança internacional no país para acolher grandes eventos desportivos.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

Cabo Verde: Ministro do Mar encerra formação em combate a incêndios e resgate promovida pela Escola do Mar em São Vicente

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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Trinta formandos receberam, nesta sexta-feira, 13 de março, os seus certificados no encerramento da ação de formação em combate a incêndios e resgate, promovida pela Escola do Mar (EMar), em parceria com a Operation Florian, de Manchester e com o Corpo de Bombeiros de São Vicente.

O Ministro do Mar, Jorge Santos, que encerrou o evento, destacou a importância da iniciativa para o reforço das capacidades nacionais no domínio da proteção civil e da resposta a emergências.

A formação, que decorreu durante as últimas duas semanas em São Vicente, incidiu sobre três módulos: “Conhecimento e Manuseamento de Equipamentos de Combate a Incêndio”, “Instrutores de Combate a Incêndio e Busca e Salvamento em Espaços Confinados” e “Combate a Incêndio e Busca e Salvamento em Espaços Confinados”. A iniciativa enquadra-se no processo de capacitação associado aos equipamentos e viaturas recentemente doados pela Operation Florian à Escola do Mar.

Na sua intervenção, Jorge Santos felicitou a Escola do Mar pela iniciativa e sublinhou o valor da cooperação internacional, destacando a presença da Operation Florian como exemplo da histórica relação entre Cabo Verde e o Reino Unido, particularmente com a cidade do Mindelo, que ao longo dos séculos manteve fortes ligações com instituições e empresas britânicas.

Esta ação de formação reuniu participantes de diversas instituições nacionais, incluindo entidades ligadas à proteção civil, empresas estratégicas e forças de segurança, reforçando o espírito de cooperação necessário para enfrentar situações de emergências. O governante sublinhou que, em momentos de catástrofe, todas as instituições devem atuar de forma coordenada, com um comando claro e com o objetivo comum de salvar vidas, reduzir prejuízos e recuperar rapidamente os danos.

Durante a sua intervenção, o Ministro destacou ainda o papel fundamental desempenhado pelos bombeiros e pelas estruturas de proteção civil em vários momentos difíceis vividos pelo país nos últimos anos, desde acidentes e incêndios de grande dimensão até situações de emergências climática e sanitária.

O Ministro do Mar defendeu também que o conhecimento adquirido pelos formandos deve agora ser multiplicado nas respetivas instituições, criando uma verdadeira rede nacional de capacitação na área da segurança e proteção civil.

Como próximo passo, foi manifestada a disponibilidade para organizar uma missão técnica a Manchester, permitindo que representantes das instituições participantes possam conhecer no terreno o funcionamento do sistema de proteção civil britânico e reforçar a cooperação entre as duas partes.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.