Ministro dos Negócios Estrangeiros destaca “djunta mó” entre Cabo Verde e Nações Unidas para acelerar desenvolvimento do país

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Ministro dos Negócios Estrangeiros, Comunidades e Defesa Nacional, Manuel Amante da Rosa, defendeu o reforço da parceria entre Cabo Verde e o Sistema das Nações Unidas, considerando que a cooperação construída ao longo dos anos assenta na confiança, solidariedade e capacidade de produzir resultados concretos para o desenvolvimento do país.

Manuel Amante da Rosa falava durante a Reunião de Alto Nível entre o Governo de Cabo Verde e a Equipa País das Nações Unidas, realizada no Ministério das Finanças, sob o lema “Parceria Estratégica para acelerar as grandes transformações de Cabo Verde”. O encontro insere-se no quadro da entrada em funções do novo Governo e procura abrir uma nova etapa na relação entre Cabo Verde e as Nações Unidas, alinhando as prioridades do programa “Cabo Verde para Todos” com o Quadro de Cooperação das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável 2023-2027.

A reunião contou com a participação do Primeiro-Ministro, Francisco Carvalho, da Coordenadora Residente do Sistema das Nações Unidas em Cabo Verde, Patrícia Portela de Souza, de membros do Governo e de Chefes e Representantes das Agências, Fundos e Programas das Nações Unidas presentes no arquipélago.

Segundo Manuel Amante da Rosa, Cabo Verde e as Nações Unidas partilham, há muito, um elevado grau de consenso relativamente à cooperação para o desenvolvimento e à governação, numa relação que considera sustentada e pragmática.

“A evolução desta cooperação não se reflecte apenas nos acordos assinados ao nível das lideranças, mas também nos benefícios tangíveis e visíveis que tem produzido”, afirmou o chefe da diplomacia cabo-verdiana, salientando que a parceria foi construída ao longo dos anos com base na confiança e na solidariedade e tem demonstrado capacidade de resistir mesmo em períodos marcados por crises globais.

Reforço da presença das Nações Unidas em Cabo Verde

O governante congratulou-se com o crescimento da família das Nações Unidas em Cabo Verde, que, segundo indicou, passou de 19 para 22 agências participantes no Quadro de Cooperação 2023-2027. Um reforço que para Amante da Rosa representa maior capacidade técnica, de mobilização de parcerias e recursos e confere maior robustez à cooperação em setores considerados estratégicos para o desenvolvimento nacional.

Prosseguindo, o Ministro considerou que Cabo Verde atravessa “um momento crucial”, em que precisa de dar um salto qualitativo no seu processo de desenvolvimento e avançar para a construção de um país mais desenvolvido, justo, inclusivo, sustentável, diversificado e digitalizado.

Neste contexto, destacou a importância da realização da primeira reunião de alto nível entre o novo Governo e o Sistema das Nações Unidas, entendendo-a como uma oportunidade para um diá. pragmático em torno das prioridades governamentais e da contribuição que as Nações Unidas podem dar para acelerar a sua concretização.

Essa articulação, acrescentou, deverá assegurar a coerência das políticas nacionais com a Agenda 2030, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e a Agenda de Antígua e Barbuda para os Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento. “Estamos plenamente engajados neste processo”, assegurou.

Reconhecimento pelo apoio após tragédia na ilha do Fogo

Manuel Amante da Rosa reconheceu os progressos alcançados por Cabo Verde nos domínios económico e social nas últimas décadas, sem deixar de alertar para a persistência de vulnerabilidades relacionadas com as alterações climáticas, os choques externos e as fragilidades infraestruturais internas.

Neste ponto da intervenção, o Ministro evocou o recente acidente rodoviário ocorrido na ilha do Fogo, que ceifou a vida de 25 pessoas, e agradeceu a solidariedade demonstrada por agências das Nações Unidas. Dirigindo-se à Coordenadora Residente, Patrícia Portela de Souza, Manuel Amante da Rosa manifestou o apreço do Governo pela forma como algumas agências se mobilizaram, por iniciativa própria, ainda na noite do acidente, disponibilizando apoio dentro das respetivas capacidades.

Continuando, o Ministro referiu ainda a presença da Ministra da Família, Adelsia Almeida, que, segundo explicou, acompanhou de perto todo o processo. “Foi uma ação muito sensível, que tocou profundamente e sensibilizou o Governo”, afirmou.

Emprego jovem, formação e economia azul entre as prioridades

O chefe da diplomacia cabo-verdiana reconheceu igualmente o papel das Nações Unidas no apoio ao desenvolvimento de setores como pesca, aquacultura, logística marítima e cadeias de valor ligadas ao mar, áreas que considera fundamentais para a criação de emprego e para um crescimento económico sustentável.

A Economia Azul constitui, precisamente, uma das três grandes áreas estratégicas privilegiadas pela Reunião de Alto Nível, juntamente com a Transformação Digital e o Desenvolvimento Local e Coesão Territorial. Segundo a nota do encontro, estas áreas são encaradas como aceleradores capazes de gerar emprego, atrair investimento, aumentar a produtividade e reduzir desigualdades territoriais.

Manuel Amante da Rosa defendeu, contudo, que a cooperação deve ser reforçada também no aperfeiçoamento do sistema de formação profissional, desenvolvimento das competências digitais, promoção do empreendedorismo e combate ao desemprego jovem.

O Ministro apontou igualmente a necessidade de fortalecer o sistema de proteção social, tornando-o mais adaptativo e resiliente perante os novos desafios sociais e económicos.

Cabo Verde pede financiamento que tenha em conta vulnerabilidades do país

Outro dos pontos destacados pelo governante foi a necessidade de um tratamento diferenciado para Cabo Verde enquanto Pequeno Estado Insular em Desenvolvimento.

Manuel Amante da Rosa defendeu que os critérios de acesso ao financiamento internacional não devem considerar apenas o rendimento per capita, mas também as vulnerabilidades estruturais enfrentadas pelos pequenos Estados insulares.

Neste sentido, apelou diretamente ao Sistema das Nações Unidas para apoiar Cabo Verde no acesso a instrumentos financeiros inovadores e novos mecanismos de financiamento climático, capazes de contribuir para aumentar a resiliência do arquipélago e acelerar a transformação da sua economia.

“É um sector em que estou convicto de que poderemos continuar a trabalhar em perfeita sintonia”, declarou.

Novo ciclo de cooperação deve ser mais integrado e orientado para resultados

O Ministro lembrou que o Quadro de Cooperação das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável 2023-2027 se encontra no penúltimo ano de implementação e que Cabo Verde e as Nações Unidas deverão começar a preparar um novo ciclo de programação.

Para Manuel Amante da Rosa, o diá. de alto nível, presidido pelo Primeiro-Ministro Francisco Carvalho, deve servir precisamente para lançar as bases de uma cooperação “mais integrada, racional, eficiente e orientada para resultados”.

O objetivo, sustentou, passa por acelerar as ações destinadas ao cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e avançar para a construção, até 2030, de um país mais inclusivo nas dimensões social, económica e ambiental, tendo como pilares os direitos humanos, a igualdade de género e o princípio de não deixar ninguém para trás.

“Um grande djunta mó”

Manuel Amante da Rosa assegurou que, seguindo o princípio orientador do programa governamental “Cabo Verde Para Todos”, o Executivo pretende continuar a contar com as Nações Unidas enquanto parceiro credível, previsível e confiável, nomeadamente no reforço das capacidades das instituições nacionais e na mobilização de recursos para setores considerados cruciais ao desenvolvimento sustentável.

“O futuro constrói-se em parceria e, quando trabalhamos juntos, o impacto das nossas ações é sempre maior e mais sustentável”, afirmou.

O Ministro terminou a intervenção recorrendo a uma expressão cabo-verdiana para sintetizar o espírito que, na sua perspetiva, deve marcar esta nova etapa da relação entre Cabo Verde e as Nações Unidas: “Estamos perante aquilo que, como se diz em Cabo Verde, é um grande ‘djunta mó’: uma união de esforços para construirmos um Cabo Verde mais inclusivo e próspero”.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

Primeiro-Ministro defende parceria estratégica com as Nações Unidas para acelerar transformação de Cabo Verde

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Primeiro-Ministro, Francisco Carvalho, realçou esta quinta-feira, 10 de setembro, na Praia, o compromisso do Governo em aprofundar a parceria estratégica com o Sistema das Nações Unidas, considerando-a fundamental para responder aos desafios do país e acelerar as transformações necessárias ao desenvolvimento de Cabo Verde.

A posição foi defendida durante a Reunião de Alto Nível entre o Governo de Cabo Verde e a Equipa País das Nações Unidas, realizada na sede do Ministério das Finanças, na cidade da Praia, sob o lema “Parceria Estratégica para acelerar as grandes transformações de Cabo Verde”. O encontro reuniu o Primeiro-Ministro, vários membros do Governo, a Coordenadora Residente das Nações Unidas e Chefes e Representantes das Agências, Fundos e Programas das Nações Unidas presentes no país.

A sessão contou igualmente com intervenções da Coordenadora Residente das Nações Unidas, Patrícia Portela Souza, do Ministro dos Negócios Estrangeiros e Comunidades e do Primeiro-Ministro, Manuel Amante da Rosa, além de momentos de diá. destinados a identificar áreas de convergência e novas possibilidades de cooperação entre o Executivo e o Sistema das Nações Unidas.

Durante a sua intervenção, o Primeiro Ministro, Francisco Carvalho, destacou a solidez e a vitalidade da relação existente entre Cabo Verde e as Nações Unidas, salientando a convergência entre as prioridades do Governo e as grandes linhas de atuação das Nações Unidas.

Refira-se que a reunião aconteceu no quadro da entrada em funções do novo Governo e marcou uma nova etapa na parceria estratégica entre Cabo Verde e as Nações Unidas, tendo como referências o Programa do Governo “Cabo Verde para Todos” e o Quadro de Cooperação das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável 2023-2027.

O líder do Governo considerou particularmente importante que este diá. aconteça num contexto internacional marcado por profundas mudanças e desafios, defendendo o reforço da confiança, do diá. e da cooperação multilateral como instrumentos essenciais para enfrentar os problemas que afetam as sociedades.

O Primeiro-Ministro reconheceu ainda o contributo histórico das Nações Unidas para o desenvolvimento de Cabo Verde, sem esquecer do apoio prestado em áreas como a saúde, a educação, o acesso à água, o saneamento, a segurança alimentar e nutricional, a boa governação, os direitos humanos, a transparência e a justiça.

No quadro da agenda “Cabo Verde para Todos”, Carvalho defendeu o aprofundamento desta parceria, com atenção especial para a modernização do Estado, transformação digital, economia azul, setor primário, ação climática, descentralização, coesão territorial, juventude e desenvolvimento do capital humano.

Entre os eixos discutidos no encontro estiveram a Economia Azul, a Transformação Digital e o Desenvolvimento Local e a Coesão Territorial, áreas consideradas estratégicas para gerar emprego, atrair investimento, aumentar a produtividade e reduzir as desigualdades territoriais.

O Chefe do Governo sublinhou, entretanto, que o combate à pobreza, a inclusão social e a redução das desigualdades territoriais constituem prioridades fundamentais, defendendo políticas públicas centradas nas pessoas e na criação de condições para uma vida digna em todas as ilhas.

“O carro tem que continuar em movimento”

Continuando, Francisco Carvalho fez questão de sublinhar que a reunião representa o início de uma nova etapa, mas também a continuação de uma relação de parceria que o Governo pretende aprofundar.

O Primeiro-Ministro reconheceu o trabalho desenvolvido pela Equipa País das Nações Unidas e considerou que as apresentações e intervenções realizadas durante o encontro evidenciaram uma clara sintonia entre o Programa do Governo e as grandes linhas de intervenção das Nações Unidas.

Para Francisco Carvalho, essa convergência torna clara a pertinência e atualidade da agenda do Governo, mas exige também uma postura dinâmica, capaz de acompanhar permanentemente as transformações da sociedade.

“O mundo está a mudar, os conceitos ganham novos significados, temos de reinterpretá-los, enquanto as coisas acontecem. Por isso, nós não vamos ficar parados ao lado do carro, enquanto trocamos o pneu. O carro tem que continuar em movimento”, afirmou Francisco Carvalho, acrescentando que os conceitos,  assim como os indicadores e as políticas públicas devem ser permanentemente confrontados com a realidade e ajustados às mudanças que ocorrem na sociedade.

O Primeiro-Ministro chamou também a atenção para aquilo que considera ser um desencontro entre as expectativas das populações e aquilo que os governos, de forma geral, têm conseguido entregar, defendendo uma reflexão mais profunda sobre a capacidade das políticas públicas para responder efetivamente às necessidades das pessoas.

Quatro prioridades para acelerar a transformação

Nesse sentido, Francisco Carvalho apontou quatro áreas que considera fundamentais para o desenvolvimento de Cabo Verde, sendo elas a criação de emprego, a formação, capacitação e especialização do capital humano, bem como o aumento da rentabilidade das iniciativas económicas e o envolvimento efetivo do setor privado.

Relativamente ao capital humano, defendeu que o país deve ir além da formação e da sensibilização, apostando cada vez mais na especialização, de modo a garantir recursos humanos qualificados e capazes de responder às necessidades dos diferentes setores da economia.

Carvalho apontou o aumento da rentabilidade das atividades económicas como uma condição essencial para criar novas perspetivas para os cabo-verdianos, sobretudo para os jovens.

Segundo o Primeiro-Ministro, é necessário criar condições para que as pessoas encontrem em Cabo Verde oportunidades suficientes para concretizar os seus projetos de vida, reduzindo a perceção de que melhores condições e possibilidades de realização só podem ser encontradas fora do país.

“As pessoas têm de perceber que se ficarem aqui em Cabo Verde vão ter rentabilidade suficiente para materializar aquele estilo de vida que, até agora, só era possível materializar lá fora”, frisou.

Concluindo, Francisco Carvalho destacou a necessidade de um envolvimento efetivo do setor privado e da diáspora no processo de transformação do país, defendendo uma participação que vá além do discurso e se traduza em ações concretas.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

Governo de Cabo Verde e Organização das Nações Unidas (ONU) iniciam a discussão de alinhamento e cooperação para os próximos anos

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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A Coordenadora Residente das Nações Unidas em Cabo Verde, Patrícia Portela de Sousa, está confiante num novo ciclo de relações entre as Nações Unidas e Cabo Verde e perspetiva alinhamento e cooperação estratégica com o programa do Governo “Cabo Verde para Todos”

Antes de proferir a sua intervenção inicial Patrícia Portela de Sousa endereçou os votos de muitos êxitos de governação ao novo Chefe de Governo, Francisco de Carvalho e sua equipa. Posto isso Patrícia Portela de Sousa admitiu que espera um novo caminho e uma nova oportunidade para renovar e aprofundar a parceria histórica entre o Governo de Cabo Verde e o Sistemas das Nações Unidas. “A mensagem central, hoje aqui, é que estamos aqui para escutar. E gostaria de começar com uma mensagem muito simples, as Nações Unidas estão aqui para apoiar o país e as prioridades definidas pelo programa do Governo e pela Nação cabo-verdiana”.

Neste âmbito a Coordenadora Residente das Nações Unidas elucidou que é bastante otimista em relação ao futuro de Cabo Verde, perspetivando estreita colaboração com o Governo e alcançar importantes aceleradores do desenvolvimento nacional, com potencial para gerar emprego, atrair investimento, aumentar a produtividade e reduzir desigualdades territoriais.

Por outro lado, ressalvou que Cabo Verde vive um momento de nova definição, de uma nova visão de desenvolvimento, pelo que as Nações Unidas reafirmam o seu compromisso como uma abordagem assente em dados, evidências, análise, como também na inclusão social, equidade, direitos humanos, na igualdade de gênero e na sustentabilidade ambiental.

Manifestou o seu desejo, assegurando que “queremos passar progressivamente de uma abordagem centrada em projetos por uma abordagem mais sistêmica orientada para grandes resultados estratégicos do país.” Frisou ainda que isso significa trabalhar mais próximo do Governo, visando definir conjuntamente as prioridades, identificar resultados transformadores e mobilizar apoio e expertise para reforçar o apoio técnico necessário, para além de recursos necessários para  impulsionar a implementação das ações transformadoras e acelerar a implementação dos ODS.

Quando se referiu, de forma muito telegráfica, sobre a conjuntura atual das Nações Unidas, falou que a organização em Cabo Verde atravessa um momento particularmente especial e oportuno, uma vez que estão a avaliar o quadro de cooperação e preparação para o novo, entre as duas partes, previsto para 2028-2032. “Começamos a preparar um novo ciclo de governação que deverá estar estritamente ligado ao novo Plano Nacional de Desenvolvimento e já estamos em conversa com o Direção Nacional de Planeamento e a partir dali nasce o quadro de cooperação das Nações Unidas. Estamos aqui para ouvir, alinhar e sobretudo para trabalhar com a vontade e com o desejo de trabalhar ainda melhor e mais rápido para transformar essas prioridades em resultados concretos na vida de cada cabo-verdiano”.

Resumidamente o escritório das Nações Unidas, através das suas agências, pretende ainda melhorar a prestação de serviços a nível local e criar oportunidades económicas, sobretudo para jovens e trabalhadores informais, sendo as principais preocupações do novo Governo.

Não obstante, durante esta Reunião de Alto Nível discorreu-se sobre as metas e os resultados das três grandes áreas estratégicas de transformação: a Economia Azul, a Transformação Digital e o Desenvolvimento Local e a Coesão Territorial.

Assim, neste âmbito, foram divulgados os mais recentes resultados alcançados pelo país, com o apoio das Nações Unidas, como a eliminação do sarampo e da rubéola, a resposta à tempestade tropical Erin, a expansão da aprendizagem digital e inclusiva e o reforço da proteção social, com o Cadastro Social Único a alcançar 64% da população.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

Angola: Ministra destaca papel dos Mediadores da Segurança Social

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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Teresa Rodrigues Dias explicou que o projecto de Alargamento da Cobertura da Protecção Social Obrigatória e da Rede de Mediadores da Segurança Social prevê cinco grandes sectores, nomeadamente, o Agrícola, Pescas e a Aquicultura, Trabalho Doméstico, Informalidade Urbana e Transportes.

A estes cinco grupos de trabalhadores, a ministra encorajou dizendo que já não estão sozinhos, porque o Estado, vai ao vosso encontro.

Para o efeito, foi instituída a figura do Mediador da Segurança Social, através do Decreto Presidencial n.º 301/20, com objectivo de sensibilizar contribuintes e seus segurados, a aderir ao Sistema de Protecção Social Obrigatória, assim como apoiar a sua inscrição, no requerimento de prestações sociais, de forma continuada, cumprimento as suas obrigações declarativas e contributivas.

Estes Mediadores, esclareceu, vão ser o rosto do INSS, junto das comunidades, incluindo o mercado, lavra, paragem de táxi, cais de pesca, à porta de casa, no sentido de levar não apenas a mensagem da formalização, mas o apoio prático para que cada contribuinte se inscreva, declare e contribua com dignidade e com a confiança de que o seu esforço não será em vão.

A governante garantiu que o projecto põe as famílias com maior tranquilidade, em caso de uma doença, invalidez ou morte do seu provedor, porque não deixa ninguém desamparado.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Angola.

Milagrosa Obono Angue sitúa la inteligencia artificial como motor de transformación económica de África

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

La Ministra Delegada del Ministerio de Hacienda, Presupuestos y Planificación Nacional, Milagrosa Obono Angue, ha defendido una mayor participación de los países africanos en el desarrollo de las nuevas tecnologías, apostando por una alianza de co-inversión y co-creación tecnológica entre Corea y África.

La representante de Guinea Ecuatorial hizo estas declaraciones durante su intervención en la 8ª Conferencia Ministerial de la Cooperación Económica Corea-África (KOAFEC), que se celebra en Seúl del 8 al 11 de septiembre de 2026, bajo el eje de la inteligencia artificial y las infraestructuras digitales como motores de transformación económica del continente africano.

-“África no quiere limitarse a importar Inteligencia Artificial, África quiere crearla y adaptarla a sus realidades, construyendo con Corea una alianza de co-inversión y co-creación tecnológica”, afirmó la ministra delegada, situando la soberanía digital como uno de los principales desafíos estratégicos para el desarrollo del continente.

La conferencia, enmarcada en los veinte años de cooperación estratégica entre Corea y África, congrega a ministros africanos, autoridades coreanas, instituciones financieras, inversores, empresas y representantes del ecosistema tecnológico, con el propósito de explorar nuevas oportunidades de cooperación e inversión en el ámbito digital.

Durante su intervención, Milagrosa Obono Angue subrayó la necesidad de que los países africanos desarrollen mayores capacidades propias en materia tecnológica, mediante inversiones sostenidas en energía, centros de datos, conectividad de fibra óptica y formación de talento especializado.

Desde la perspectiva de Guinea Ecuatorial, la transformación digital representa una nueva oportunidad para fortalecer la cooperación internacional y generar capacidades que permitan al continente avanzar hacia un modelo tecnológico más autónomo y adaptado a sus propias necesidades.

En este contexto, Guinea Ecuatorial aspira a desempeñar un papel activo, no únicamente como receptor de tecnología y financiación, sino también como socio estratégico en proyectos capaces de generar conocimiento, empleo cualificado y valor añadido dentro de África.

La ministra delegada destacó asimismo que el país está dispuesto a poner sus infraestructuras energéticas y digitales al servicio de iniciativas que contribuyan al fortalecimiento de las capacidades nacionales y, al mismo tiempo, impulsen la transformación tecnológica del continente.

La participación de Guinea Ecuatorial en este foro internacional reafirma, de este modo, su interés por formar parte de una nueva etapa de cooperación con Corea, basada en la inversión, la innovación, la transferencia de conocimientos y el desarrollo conjunto de soluciones tecnológicas.

Desde Seúl, el mensaje planteado por la delegación ecuatoguineana es claro: África no debe limitarse a ser un mercado para la revolución tecnológica, sino convertirse también en un espacio donde esa revolución se diseñe, se desarrolle y se transforme en nuevas oportunidades económicas y de desarrollo.

Distribuído pelo Grupo APO para Equatorial Guinea: Official Web Page of the Government.

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O Afreximbank organizou um fórum sobre o financiamento do sector do petróleo e do gás de Angola para promover o conteúdo local e a participação da população local

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) (www.Afreximbank.com) organizou um Fórum sobre o Desenvolvimento do Conteúdo Local em Luanda, Angola, a 9 de Setembro de 2026, reunindo instituições governamentais, instituições financeiras, empresas locais e intervenientes do sector para explorar oportunidades de financiamento ao longo da cadeia de valor do petróleo e gás de Angola.

Realizado no Centro de Convenções de Talatona, o fórum teve como foco a forma como o financiamento, as parcerias e as estruturas de transacção poderiam apoiar o crescimento das empresas angolanas em todo o sector, incluindo oportunidades no financiamento de projectos, no financiamento comercial, nas infra-estruturas a jusante e no desenvolvimento industrial.

Angola continua a ser um dos mercados energéticos mais importantes de África, tendo o Afreximbank investido cerca de 2 mil milhões de USD no sector do petróleo e gás do país. O fórum deu continuidade a esse envolvimento ao analisar de que forma mais empresas angolanas poderiam evoluir da participação para uma maior participação acionista e expansão, desde que lhes sejam disponibilizados o financiamento, as parcerias e as estruturas adequadas.

Comentando a ambição do Afreximbank de apoiar a próxima geração de empresas angolanas do sector energético, o Sr. Haytham Elmaayergi, Vice-Presidente Executivo para o Financiamento do Comércio Internacional do Afreximbank, afirmou:

“Angola construiu uma plataforma sólida para o seu sector energético, tendo o Afreximbank desempenhado um papel de longa data na estruturação, financiamento e mobilização de capital para apoiar o seu desenvolvimento em grande escala. A próxima fase consiste em permitir que mais empresas angolanas passem da participação e prestação de serviços para a propriedade, a operação e a expansão, aproveitando a experiência de operadores africanos locais de sucesso para transformar essa ambição em transacções financiáveis e construir a próxima geração de líderes nacionais e regionais.”

Ao intervir no Fórum, Berta Rodrigues Issa, presidente da ASSEA (Associação de Empresas Autóctones para a Indústria Petrolífera de Angola), felicitou o Afreximbank por organizar o evento e por atribuir ao Conteúdo Local o lugar que este realmente merece: “Um país não se industrializa simplesmente por exportar mais do que importa. Industrializa-se quando transforma os seus recursos, desenvolve capacidade produtiva e cria empresas capazes de competir para além das suas fronteiras. É por isso que o tema do Afreximbank, “Dos Recursos ao Valor”, está tão profundamente alinhado com a agenda de Conteúdo Local de Angola.

“Para a ASSEA, o Conteúdo Local não pode limitar-se à participação de empresas de capital angolano em contratos pontuais. Deve ser um percurso deliberado rumo ao reforço das capacidades, à industrialização e à competitividade.”

O fórum analisou os constrangimentos práticos com que se defrontam as empresas locais, incluindo o acesso a financiamento adequado, a viabilidade financeira, a capacidade de execução e o acesso ao mercado e considerou de que forma as capacidades de financiamento e consultoria do Afreximbank poderiam ajudar a superar estas barreiras.

Os participantes retiraram igualmente lições da Nigéria, onde empresas locais como a Oando e a Heirs Energies expandiram as suas posições de propriedade e operação através de transacções de aquisição significativas. A aquisição da Nigerian Agip Oil Company pela Oando, no valor de 783 milhões de USD, aumentou a sua participação nos Contratos de Concessão de Produção [Oil Mining Lease (OML 60–63)] de 20% para 40%, enquanto a Heirs Energies adquiriu uma participação de 45% no Contrato de Concessão de Produção [Oil Mining Lease (OML 17)] e assumiu a operação do activo. Os exemplos ilustraram como as empresas africanas locais podem expandir-se para assumir papéis de maior participação accionista e operacionais.

O fórum destacou ainda um conjunto significativo de oportunidades no sector do petróleo e gás de Angola, incluindo 2,5 mil milhões de USD para a Lobito Oil, mil milhões de USD para a Sonangol, 1,4 mil milhões de USD para a Amufert e 280 milhões de USD para a Itracom.

Os debates centraram-se na forma como as instituições públicas, os bancos locais, os operadores do sector e os investidores poderiam colaborar para levar estas oportunidades à concretização.

Distribuído pelo Grupo APO para Afreximbank.

Contacto para a Imprensa:
Vincent Musumba
Gestor de Comunicações e Eventos (Relações com a Imprensa)
Correio Electrónico: press@afreximbank.com

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Sobre o Afreximbank:
O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) é uma instituição financeira multilateral pan-africana com mandato para financiar e promover o comércio intra e extra-africano. Há mais de 30 anos que o Banco utiliza estruturas inovadoras para oferecer soluções de financiamento que apoiam a transformação da estrutura do comércio africano, acelerando a industrialização e o comércio intra-regional, impulsionando assim a expansão económica em África. Apoiante firme do Acordo de Comércio Livre Continental Africano (ACLCA), o Afreximbank lançou um Sistema Pan-Africano de Pagamento e Liquidação (PAPSS) que foi adoptado pela União Africana (UA) como plataforma de pagamento e liquidação para sustentar a implementação da ZCLCA. Em colaboração com o Secretariado da ZCLCA e a UA, o Banco criou um Fundo de Ajustamento de 10 mil milhões de dólares para apoiar os países que participam de forma efectiva na ZCLCA. No final de Dezembro de 2025, o total de activos e passivos contingentes do Afreximbank atingiu mais de 48,5 mil milhões de USD, e os seus fundos próprios totalizaram 8,4 mil milhões de USD. O Afreximbank tem notações de grau de investimento atribuídas pela China Chengxin International Credit Rating Co., Ltd (CCXI) (AAA), pela GCR (A), pela Japan Credit Rating Agency (JCR) (A-) e pela Moody’s (Baa2)  e pela S&P Global Ratings (BBB+). O Banco tem a sua sede em Cairo, Egipto.

Para mais informações, visite: www.Afreximbank.com.

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Todas as semanas da época da Liga Nacional de Futebol Americano (NFL) serão transmitidas em toda a África pela ESPN

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

A Liga Nacional de Futebol Americano (NFL) (www.NFL.com) confirmou hoje como os adeptos de toda a África Subsariana poderão acompanhar a época de 2026 da NFL, com transmissão em direto na ESPN e na ESPN2 em mais de 50 países de todo o continente, bem como na transmissão simultânea de ambos os canais na Disney+ na África do Sul. 

A cobertura tem início com o jogo de abertura da NFL, transmitido em direto nas primeiras horas da quinta-feira, 10 de setembro — (1h20 WAT, 2h20 CAT e SAST, e 3h20 EAT) —, quando os Seattle Seahawks recebem os New England Patriots numa desforra do Super Bowl LX. A cobertura prossegue, depois, todas as semanas da época regular. Os adeptos poderão assistir aos jogos em direto em ambos os horários da tarde de domingo, seguidos do “Sunday Night Football”. A cobertura em horário nobre decorre ao longo da semana, com “Monday Night Football” e “Thursday Night Football”. 

A ESPN transmitirá toda a fase final, que culminará com o Super Bowl LXI, no SoFi Stadium, em Inglewood, Califórnia, em direto na madrugada de segunda-feira, 15 de fevereiro — (2h30 WAT, 1h30 CAT e SAST, e 2h30 EAT.) 

“A NFL está a crescer rapidamente em toda a África — não só em termos do número de adeptos, mas também do número de jogadores do continente que os adeptos podem agora ver e considerar seus”, afirmou Laura Louisy, diretora sénior de desenvolvimento de negócios internacionais e meios de comunicação da NFL, “e a ESPN proporciona a esses adeptos um espaço fixo para acompanharem o futebol americano todas as semanas, desde o jogo de abertura até ao Super Bowl.” 

“A NFL é uma importante marca desportiva global com uma tradição incrivelmente forte e laços cada vez mais estreitos com o continente”, comentou Kyle De Klerk, Diretor para o Desporto da The Walt Disney Company África. “A ESPN tem uma história rica, que se estende por várias décadas, com a NFL, e estamos orgulhosos de dar continuidade a esse legado, levando a época deste ano aos adeptos do desporto, ao mesmo tempo que reforçamos a nossa programação global de qualidade, que apresenta o melhor do desporto americano e internacional aos públicos de toda a África.”  

A cobertura da ESPN insere-se no âmbito do trabalho mais abrangente da NFL em todo o continente, incluindo a NFL Academy, o crescimento do flag football e o número crescente de jogadores de ascendência africana nos plantéis da NFL. 

Junte-se à comunidade da NFL África no Instagram (https://apo-opa.co/3TmllZa) e no X (https://apo-opa.co/4d73Brm) para aceder a conteúdos exclusivos, momentos em destaque e notícias de última hora.   ​

Distribuído pelo Grupo APO para National Football League (NFL).

Notas aos editores:
Nos mercados do fuso horário GMT, incluindo o Gana, o Senegal e a Costa do Marfim, o jogo de abertura da NFL tem início às 00h20 de quinta-feira, 10 de setembro, e o Super Bowl LXI às 23h30 de domingo, 14 de fevereiro. 

A cobertura está disponível nos seguintes mercados: Angola, Benim, Botsuana, Burquina Faso, Burundi, Cabo Verde, Camarões, República Centro-Africana, Chade, Comores, República Democrática do Congo, República do Congo, Costa do Marfim, Djibuti, Guiné Equatorial, Eritreia, Eswatini, Etiópia, Gabão, Gâmbia, Gana, Guiné, Guiné-Bissau, Quénia, Lesoto, Libéria, Madagáscar, Maláui, Mali, Maurícias, Mayotte, Moçambique, Namíbia, Níger, Nigéria, Reunião, Ruanda, São Tomé e Príncipe, Senegal, Seicheles, Serra Leoa, Somália, África do Sul, Sudão do Sul, Santa Helena, Sudão, Tanzânia, Togo, Uganda, Zâmbia e Zimbabwe. 

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221 quadros ingressam em 8 de setembro de 2026 na Administração Pública

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

Cerca de 221 cidadãos foram admitidos, em 8 de setembro de 2026, no quadro da Administração Pública, em várias províncias do país, após passarem por um processo de selecção que envolveu mais de 110 mil candidatos.

A informação foi divulgada pelo secretário de Estado para o Trabalho e Segurança Social, Pedro Filipe, durante a Cerimónia de Outorga dos candidatos
providos aos Concursos Públicos de Ingresso Externo dos Ministérios dos Transportes (MINTRANS), Administração Pública, Trabalho e
Segurança Social (MAPTSS) e o Instituto de Reintegração Social dos ExMilitares (IRSEM), ligado ao Ministério da Família, Ação Social e Promoção da Mulher (MASFAMU).

A cerimónia foi realizada pela Escola Nacional de Administração e Políticas Públicas (ENAPP), através da Entidade Recrutadora Única (ERU), instituição que tem a responsabilidade de dirigir os processos de seleção de candidatos, a nível da Administração Pública Central, porque os Governos Provinciais e às Administrações Municipais dirigem concursos públicos de forma autónoma, assim como os órgãos de Defesa e Segurança.

O secretário de Estado para o Trabalho e Segurança Social considerou a cerimónia de grande importância porque reflecte a conclusão de uma das visões do Presidente da República, que consiste na modernização da Função pública, que começa pela qualidade dos seus quadros.

Por essa razão, disse, foi criada a ERU, com o propósito de selecionar os melhores, sem qualquer interferência que não seja a qualificação e as competências, para que se tenha uma Administração Pública composta por quadros mais qualificados e altura das responsabilidade que o funcionamento exige.

O dirigente informou que depois da entrega dos certificados, os candidatos apurados passam por um processo de imersão, onde serão sujeitos a uma formação inicial para estarem por dentro da pauta deontológica da Função Pública.

Depois desse processo, disse, os selecionados serão encaminhados para os ministérios enquadrados e começarem a exercer as suas funções.

A ERU, referiu, continua com o dinamismo que se impõe, com a transparência e objetividade de conduzir os processos de seleção e recrutamento.

O secretário de Estado lembrou a existência de outros concursos públicos em curso, como dos Ministérios da Agricultura e Saúde

“Apelo à população em geral, sobretudo aos jovens, a acreditarem no processo, onde são selecionados os melhores, de forma objectiva, por ser um processo de transparência, justiça e imparcialidade”, disse.

Para os selecionados, o secretário de Estado pediu para estarem conscientes da missão que vão desempenhar, das responsabilidades que os funcionários públicos devem carregar consigo o facto de começarem um processo que pode levá-los a trilhar os caminhos do funcionalismo público.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Angola.

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PCA da ENAPP reconhece mérito dos novos trabalhadores

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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Durante a cerimónia de outorga dos recém-seleccionados para ingressar na Função Pública, a PCA da ENAPP assumiu que cada candidato demonstrou capacidade, merecer este lugar e desejou que todos sejam bem-vindos aos novos desafios.

Sandra Rodrigues Alves considera que os objectivos estão a ser cumpridos para a conclusão dos processos, através da imparcialidade, lisura e a transparência exigida.

“O pais precisa da vossa inteligência, capacidade, dinamismo e sentido de missão, que esta nova etapa seja assumida com humildade, responsabilidade e determinação, consciente de que servir a Administração Pública, é servir o cidadão e contribuir para a construção de uma Nação mais forte e eficiente”, realçou.

Este momento, considerou, não simboliza apenas o culminar de um processo conduzido com rigor, mas também o início de uma nova etapa na vida profissional, orgulho e sentido de missão cumprida.

A ENAPP, disse, tem responsabilidades com o Estado, tendo em conta que um dos desafios é a questão da empregabilidade, com base no Programa Nacional do Emprego.

Distribuído pelo Grupo APO para Angola, Ministério da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social.

Angola: Jovens selecionados estão satisfeitos com o concurso

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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Os caditados juraram cumprir e ser fiel à Pátria, cooperar na realização dos fins superiores do Estado.

Prometeram, ainda, defender os princípios fundamentais da ordem estabelecida na constituição e na Lei, assim como respeitar os princípios, realizar com zelo e dedicação, toda responsabilidade que será incumbida.

Um dos contemplados seleccionados, Valdemiro Viera, residente na Lunda-Sul, de 27 anos, considerou que os testes psicotecnicos foram fáceis, o presencial foi mais difícil.
O jovem frequenta o ensino superior no curso de Informática, mas conseguiu ingressar no MAPTSS, na área de economia, concretamente no INEFOP.

“Sempre foi um sonho entrar na Função Pública, depois de ter concorrido a quatro concursos, sinto-me feliz e agora quero dar o meu melhor”, revelou.

A selecionada Jurema António Sudi tem 22 anos, formada em enfermagem geral, mas concorreu a vaga de auxiliar de limpeza, para poder concretizar o seu sonho.

“Espero alcançar cargos mais ambiciosos, agradeço as oportunidades das instituições, por essa oportunidade e prometo cumprir com zelo e dedicação. Aconselho aos outros joves a acreditarem no processo, porque vale a pena”, apelou.

Distribuído pelo Grupo APO para Angola, Ministério da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social.