Moçambique – Músico Stewart Sukuma: “Escola precisa ir além da teoria e ensinar a ser humano”

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O músico moçambicano Stewart Sukuma é embaixador da Boa Vontade do Fundo da ONU para a Infância, Unicef. Ele disse ao Podcast ONU News que a escola precisa ir além da teoria e preparar de forma genuína as jovens gerações para lidar com o mundo moderno. 

Em entrevista, de Lisboa, o artista alertou sobre o que chama desacerto entre a rápida evolução da tecnologia e o ensino nas salas de aula, observando que não se pode manter a educação de décadas atrás. 

Memorização de conteúdos 

Stewart Sukuma foi a primeira celebridade de seu país a assumir o papel de embaixador do Unicef. Após interagir com escolas locais, disse que o modelo tradicional estagnou ao focar apenas na memorização de conteúdos e no acúmulo de notas que “não responde ao Século 21, com crises sociais e ambientais”. 

“Nós não podemos estar com o mesmo nível de educação, a mesma metodologia de educação tradicional que tínhamos há 20, 30 anos, nem há 10 anos sequer, e pensar que isso pode mudar a consciência das pessoas. E acho que, no caso de países como Moçambique e nações do terceiro Mundo, estes são muito vulneráveis. O processo de mudança é tão lento devido à questão financeira e a outras questões que sabemos que nos apoquentam. Mas, mesmo a nível mundial, a educação permanece quase a mesma para um processo que requer maior dinamismo, maior clareza e maior consciência.” ​

O que mudar na educação? 

Para o músico, uma revolução verde junta o respeito pelo meio ambiente e o cuidado com a preservação do planeta como prática diária. A seguir, a formação humana no centro do aprendizado estimularia a empatia, o amor e a cooperação entre as pessoas. 

Por fim, Stewart defende que seja promovida uma consciência social para preparar as crianças para o uso ético da tecnologia, em favor da paz em vez de polarizações e divisões. 

A opinião do artista é que a tecnologia e a informação avançaram, mas esse crescimento só faz sentido se a humanidade e o respeito ao próximo crescerem ao mesmo ritmo. 

O embaixador do Unicef realça que tecnologia e internet viraram rotina, mas aprender de forma verdadeira vai muito além de dominar matérias ou aparelhos digitais: crianças precisam saber cuidar umas das outras e do lugar onde vivem. 

“Então, uma educação verde, uma educação consciente e uma educação com sustentabilidade são mais necessárias do que ensinar as pessoas sobre física, química e matemática. É preciso ensinar as pessoas a serem mais humanas, a imprimirem mais amor e mais consciência naquilo que fazem.” 

Enfatizar amor, empatia e ajuda mútua 

Para o músico moçambicano, a par do respeito pela natureza e do cuidado com o meio ambiente, a parte emocional do aprendizado deve enfatizar o amor, a empatia e a ajuda mútua aspirando fazer convergir conhecimento e convivência pacífica. 

Essa mudança seria ainda mais urgente “em lugares onde a vida é mais dura”. No exemplo de países como Moçambique, ele enfatizou que faltam recursos e as salas de aula demoram mais para mudar, deixando muitas crianças para trás. 

A estrela da música afro-pop-jazz frisa ainda o papel das redes sociais, que também dominam conflitos e divisões, exemplificando que o avanço da tecnologia só faz sentido se também fizer crescer como seres humanos.  

Artistas moçambicanos pelo fim do conflito 

O convidado toca o ritmo local, a marrabenta, e ainda o afro-pop-jazz, em para estar “construindo pontes”. Como voz ativa da cultura, Stewart Sukuma liderou com um projeto com dezenas de artistas moçambicanos pelo fim do recente conflito.

A nível externo, ele dividiu palcos e ideias com ícones da música popular brasileira, além de astros de Portugal, Angola e Cabo Verde. Stewart disse estar a caminho de Macau e de outros contextos da diáspora lusófona. 

Rede global de paz e solidariedade 

Além de uma mudança na educação, o músico lembrou que ninguém transforma o mundo sozinho. Para isso defende que precisa haver uma união de artistas, pessoas comuns, empresas e governos em “grande corrente do bem” pela paz. 

Stewart Sukuma deixou um recado para os jovens, resumindo os princípios-guia da própria vida: uma receita feita de honestidade, consciência e pé no chão para nunca desistir. 

Distribuído pelo Grupo APO para UN News.

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Fundação Merck, em parceria com as Primeiras-Damas Africanas, anuncia os vencedores dos seus Prémios de Moda, Cinema e da Canção 2025 nas categorias “Mais do que uma Mãe” e “Diabetes e Hipertensão”

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

Fundação Merck (www.Merck-Foundation.com), O braço filantrópico da Merck KGaA Alemanha, em parceria com as Primeiras-Damas da África, também Embaixadoras da “Fundação Merck Mais do que uma Mãe”, anunciou os vencedores de seus Prémios de Moda, da Canção e do Cinema 2025, sob dois lemas: “Mais do que uma Mãe” e “Diabetes e Hipertensão”. O lema dos Prémios “Mais do que uma Mãe” foi aumentar a conscientização sobre questões sociais como: Quebrar o Estigma da Infertilidade, Apoiar a Educação de Meninas, Empoderamento Feminino, Acabar com o Casamento Infantil, Acabar com a Mutilação Genital Feminina e/ou Combater a Violência do Género em todos os níveis. O tema dos Prémios “Diabetes e Hipertensão” foi promover um estilo de vida saudável e aumentar a conscientização sobre a prevenção e a detecção precoce da Diabetes e da Hipertensão em países africanos.

A Senadora Dra. Rasha Kelej (aposentada) declarou: “É com imenso orgulho que anuncio os vencedores do Prémio Merck de Moda, da Canão e do Cinema 2025, juntamente com as minhas queridas irmãs, as Primeiras-Damas Africanas, que também são Embaixadoras da campanha “Fundação Merck Mais do Que uma Mãe”.

Felicito os nossos 50 vencedores de 15 países africanos. Estou verdadeiramente impressionada com a qualidade e a quantidade dos trabalhos que recebemos este ano. Os nossos vencedores transmitiram, de forma criativa e eficaz, importantes mensagens de conscientização social e de saúde por meio de suas obras. Sempre acreditei que a moda e a arte desempenham um papel crucial na conscientização sobre saúde e questões sociais sensíveis.”

A Fundação Merck também anunciou a Chamada para Candidaturas para a Edição 2026 do Prémio Merck de Moda, da Canção e do Cinema “Mais do que uma Mãe” e “Diabetes e Hipertensão”, em parceria com as Primeiras-Damas da África e da Ásia.

“Convidamos os jovens talentos a submeterem os seus trabalhos criativos, que carregam mensagens poderosas que quebram o silêncio”, acrescentou.

Segue a lista dos vencedores do Prémio de MODA Fundação Merck “Mais do Que uma Mãe” 2025:

  • Ropafadzo Mapira, ZIMBABWE, Primeiro Lugar
  • Adebayo Balikis Ireti, NIGÉRIA, Primeiro Lugar
  • Mame Bara Gaye, SENEGAL, Segundo Lugar
  • Serigne Modou Diouf, SENEGAL, Segundo Lugar
  • Johannes Medard Tairo, TANZÂNIA, Segundo Lugar
  • Niyigena Angella, UGANDA, Segundo Lugar
  • Giovanni Peter Gazigile, TANZÂNIA, Terceiro Lugar
  • Kutesa Tyson Vicent, UGANDA, Terceiro Lugar
  • Linda Ngwira, ZÂMBIA, Terceiro Lugar
  • Gibstar Makangila, ZÂMBIA, Terceiro Lugar
  • Mercy Duke, ZIMBABWE, Terceiro Lugar
  • Oluwatosin Oloruntobi Adeyanju, NIGÉRIA, Terceiro Lugar
  • Ngatendwe Hope Gowera, NAMÍBIA, Terceiro Lugar

Apresentamos os vencedores do Prémio de MODA Fundação Merck “Diabetes e Hipertensão” 2025:

  • Christianah Adebimpe Dare, NIGÉRIA, Primeiro Lugar
  • Lynn Chipendo, ZIMBABWE, Primeiro Lugar
  • Beatricia Lucas, NAMÍBIA, Segundo Lugar
  • Tinotenda Nissi Mafusire, ZÂMBIA, Segundo Lugar
  • Oloyede Eniola Sunday, NIGÉRIA, Segundo Lugar
  • Isabel Mawusinu Kulafe, GANA, Terceiro Lugar
  • Mercy Njeri Daniel, QUÉNIA, Terceiro Lugar
  • Hezra Carolina Gove, MOÇAMBIQUE, Terceiro Lugar

Segue a lista dos vencedores do Prémio Fundação Merck “Mais do que uma Mãe” da para a música 2025:

Língua Inglesa

  • Vincent Owino, QUÉNIA, Primeiro Lugar
  • Alice Eze, NIGÉRIA, Primeiro Lugar
  • Maureen Kabasiita, UGANDA, Segundo Lugar
  • Warren Frank Kawiche, TANZÂNIA, Terceiro Lugar
  • OBED Murphy Agai, NIGÉRIA, Terceiro Lugar
  • Christianah Adebimpe Dare, NIGÉRIA, Terceiro Lugar
  • Cardi Shembazè, NIGÉRIA, Terceiro Lugar
  • Neema Nasirumbi, QUÉNIA, Terceiro Lugar

Língua Francês

  • Kumbuka Bashonga Jeremie,RDC, Primeiro Lugar
  • Ndiouga FALL, SENEGAL, Primeiro Lugar
  • Brake Mackaya, GABÃO, Segundo Lugar
  • Natty Stelle KOKOLO, SENEGAL, Terceiro Lugar

Língua Local

  • Coumba Coly, SENEGAL, Primeiro Lugar
  • Bigirimana Linah Blanche, BURUNDI, Primeiro Lugar

Segue a lista dos vencedores do Prémio da Canção Fundação Merck “Diabetes e Hipertensão” 2025.:

Língua Inglesa

  • Jasmin Dally Koech,QUÉNIA, Primeiro Lugar
  • Omotola Ijaola, NIGÉRIA, Segundo Lugar
  • Dr Ndumiso Tshuma, SOUTH AFRICA, Terceiro Lugar

Língua Francesa

  • Étienne Kasereka,RDC, Primeiro Lugar
  • Nantenaina Andriamorasata, MADAGASCAR, Segundo Lugar

Here is the list of winners of Merck Foundation ‘More Than a Mother’ Film Awards 2025:

Língua Inglesa

  • Calvin Oyula,QUÉNIA, Primeiro Lugar
  • Temitope Adebisi Adeyanju, NIGÉRIA, Segundo Lugar
  • Bartholomew Sey, GANA, Terceiro Lugar

Língua Francesa

  • Baderhwa Benoit, GABÃO, Primeiro Lugar
  • David LeGrand F, GABÃO, Primeiro Lugar
  • Thierno Seydou Nouro SY, SENEGAL, Segundo Lugar
  • Meye Fabien, GABÃO, Segundo Lugar

Segue a lista dos vencedores do Prémio do Cinema Fundação Merck “Diabetes e Hipertensão” 2025:

  • Mukendi Wabiuma Josué Yann, GABÃO, Primeiro Lugar
  • Stephano Bloquet, MAURITIUS, Segundo Lugar
  • Denis Manuel, NAMIBIA, Segundo Lugar

Como parte do seu Programa de Conscientização Comunitária, a Fundação Merck lançou mais de 30 canções em inglês, francês, português e línguas locais, com o objectivo de abordar questões importantes como o combate ao estigma da infertilidade, o apoio à educação de meninas, o empoderamento feminino e a conscientização sobre o diabetes.

Clique aqui para ouvir as músicas da Fundação Merck:

https://apo-opa.co/468b99A

Além disso, a Fundação Merck também lançou uma série de filmes de animação em inglês, francês, português, swahíli e espanhol para abordar uma ampla gama de questões sociais e de saúde.

Assista ao filme de animação Fundação Merck “Mais do que uma Mãe”: https://apo-opa.co/4qXZaou

A CEO da Fundação Merck também idealizou, produziu, realizou e coapresentou “Nossa África da Fundação Merck”, um programa televisivo pan-africano criado para apresentar estilistas, cantores e especialistas renomados de diversas áreas da moda africana, com o objectivo de conscientizar e promover uma mudança cultural em toda a África. Assista ao vídeo promocional: https://apo-opa.co/4yLwlyz

O programa televisivo foi transmitido em importantes canais de vários países, atraindo e conquistando a atenção e o coração de milhões de telespectadores em todo o continente. O programa “Nossa África” ​​também está disponível nas redes sociais da Dra. Rasha Kelej. (Facebook (https://apo-opa.co/4gWsZBu), Instagram (https://apo-opa.co/4yiztBE), Twitter (https://apo-opa.co/4cB6q3T) e YouTube (https://apo-opa.co/46bNDZi) e da Fundação Merck (Facebook (https://apo-opa.co/46KCLlc), Instagram (https://apo-opa.co/4xULFsg), Twitter (https://apo-opa.co/4d1fdMA) and YouTube (https://apo-opa.co/46dKWGA)).

Informações sobre os Prémios da Fundação Merck 2026:

1. Prémio de Jornalismo África Fundação Merck “Mais do Que uma Mãe” 2026: Representantes da mídia e estudantes de comunicação são convidados a apresentar seus trabalhos para conscientizar sobre uma ou mais das seguintes questões sociais: Combater o estigma da infertilidade, apoiar a educação de meninas, empoderar mulheres, acabar com o casamento infantil, acabar com a mutilação genital feminina e/ou erradicar a violência de gênero em todos os níveis.

Prazo para submissão: 30 de setembro de 2026.

2. Prémio do Cinema Fundação Merck “Mais do Que uma Mãe” 2026:  Todos os cineastas africanos, estudantes de instituições de formação cinematográfica ou jovens talentos da África estão convidados a criar e compartilhar um filme ou curta-metragem, seja drama, documentário ou docudrama, que transmitam mensagens fortes e impactantes que abordem uma ou mais das seguintes questões sociais: quebrar o estigma da infertilidade, apoiar a educação de meninas, empoderar mulheres, acabar com o casamento infantil, acabar com a mutilação genital feminina e/ou combater a violência do género em todos os níveis.

Prazo para submissão: 30 de setembro de 2026.

3. Merck Foundation Fashion Awards “Mais do Que uma Mãe” 2026: Todos os estudantes e estilistas de moda africanos estão convidados a criar e compartilhar designs que transmitam mensagens fortes e impactantes para conscientizar sobre uma ou mais das seguintes questões sociais: Quebrar o estigma da infertilidade, apoiar a educação de meninas, empoderamento feminino, acabar com o casamento infantil, acabar com a mutilação genital feminina e/ou combater a violência de gênero em todos os níveis.

Prazo para submissão: 30 de setembro de 2026.

4. Merck Foundation Song “Mais do Que uma Mãe” 2026: Todos os cantores e artistas musicais africanos estão convidados a criar e compartilhar uma MÚSICA com o objectivo de abordar uma ou mais das seguintes questões sociais: Quebrar o estigma da infertilidade, apoiar a educação de meninas, empoderar mulheres, acabar com o casamento infantil, acabar com a mutilação genital feminina e/ou acabar com a violência do género em todos os níveis.

Prazo para submissão: 30 de setembro de 2026.

5. Prémio de Jornalismo Fundação Merck 2026 “Diabetes & Hipertensão”: Os representantes da mídia são convidados a apresentar o seu trabalho través de mensagens fortes e impactantes para promover um estilo de vida saudável e aumentar a conscientização sobre a prevenção e a detecção precoce da diabetes e da hipertensão.

Prazo para submissão: 30 de outubro de 2026.

6. Prémio do Cinema Fundação Merck 2026 “Diabetes & Hipertensão”: Todos os cineastas africanos, estudantes de instituições de formação cinematográfica ou jovens talentos da África estão convidados a criar e compartilhar um filme ou curta-metragem, seja drama, documentário ou docudrama, que transmitam mensagens fortes e impactantes que promovam um estilo de vida saudável e aumentem a conscientização sobre a prevenção e a detecção precoce de diabetes e hipertensão.

Prazo para submissão: 30 de outubro de 2026.

7. Prémio de Moda Fundação Merck 2026 “Diabetes & Hipertensão”: Todos os estudantes e designers de moda africanos estão convidados a criar e compartilhar designs que transmitam mensagens fortes e impactantes para promover um estilo de vida saudável e aumentar a conscientização sobre a prevenção e a detecção precoce da diabetes e da hipertensão.

Prazo para submissão: 30 de outubro de 2026.

8. Prémio da Canção Fundação Merck 2026 “Diabetes & Hipertensão”: Todos os cantores e artistas musicais africanos estão convidados a criar e compartilhar uma música com o objectivo de promover um estilo de vida saudável e aumentar a conscientização sobre a prevenção e a detecção precoce da diabetes e da hipertensão.

Prazo para submissão: 30 de outubro de 2026.

Inscreva-se aqui: https://apo-opa.co/4yrTdCV

As inscrições para todos os prêmios devem ser enviadas por e-mail para: submit@merck-foundation.com

Distribuído pelo Grupo APO para Merck Foundation.

Contato:
Mehak Handa
Gerente do Programa de Conscientização Comunitária
Telefone: +91 9310087613 / +91 9319606669
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Sobre Fundação Merck:
A Fundação Merck, criada em 2017, é o braço filantrópico da Merck KGaA Alemanha e tem como objectivo melhorar a saúde e o bem-estar das pessoas e melhorar as suas vidas através da ciência e da tecnologia. Os nossos esforços estão focados principalmente em melhorar o acesso a soluções de saúde de qualidade e equitativas em comunidades carenciadas, desenvolver a capacidade de saúde e investigação científica, empoderar raparigas na educação e pessoas em STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática), com um foco especial nas mulheres e nos jovens. Todos os comunicados de imprensa da Fundação Merck são distribuídos por e-mail ao mesmo tempo que são disponibilizados no site da Fundação Merck. Por favor, visite www.Merck-Foundation.com para ler mais. Siga a mídia social da Fundação Merck: Facebook (https://apo-opa.co/4gWsZBu), X (https://apo-opa.co/4r3cGYf), Instagram (https://apo-opa.co/4xULFsg), YouTube (https://apo-opa.co/46dKWGA), Threads (https://apo-opa.co/4d76Q21) e Flickr (https://apo-opa.co/3TeS6rf).

A Fundação Merck dedica-se a melhorar os resultados sociais e de saúde para as comunidades carenciadas. Embora colabore com vários parceiros, incluindo governos, para atingir os seus objectivos humanitários, a fundação mantém-se estritamente neutra em questões políticas. Não se envolve nem apoia qualquer actividade política, eleição ou regime, concentrando-se exclusivamente na sua missão de elevar a humanidade e melhorar o bem-estar, mantendo uma postura estritamente apolítica em todos os seus esforços.

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A Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) elogia o governo da Serra Leoa pelo regresso do ex-presidente Ernest Bai Koroma à Serra Leoa

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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A Comissão da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) elogia Neste dia 6 de Setembro de 2026 o Governo da República da Serra Leoa, em particular Sua Excelência o Presidente Julius Maada Bio, por ter facilitado o regresso do ex-Presidente Ernest Bai Koroma à Serra Leoa. Este desenvolvimento segue-se à decisão do Governo de arquivar as acusações contra o ex-Presidente Koroma no interesse da reconciliação nacional, da unidade e de uma paz duradoura.

A Comissão expressa ainda a sua gratidão aos líderes da CEDEAO, em especial a Sua Excelência Bola Ahmed Tinubu, Presidente da República Federal da Nigéria, pelo seu liderança e apoio ao acolher o ex-Presidente Koroma e ao facilitar o seu regresso em segurança à Serra Leoa.

A Comissão permanece empenhada em trabalhar em estreita colaboração com o Governo e o povo da Serra Leoa, bem como com os parceiros internacionais, no apoio aos esforços para consolidar a paz, a estabilidade, a governação democrática e o desenvolvimento sustentável no país.

Distribuído pelo Grupo APO para Economic Community of West African States (ECOWAS).

Cabo Verde: Governo felicita os maienses pelos 132 anos da criação do município e 16 anos de elevação de Porto Inglês à categoria de cidade

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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Assinalar este dia é celebrar a força, a coragem e a notável resiliência dos munícipes que buscam defender e elevar a grandeza e as potencialidades da ilha. O Governo de Cabo Verde associa-se à data alusiva ao dia do município, saudando o executivo municipal e cada um dos cidadãos que diariamente buscam, de forma ímpar, o melhor caminho para o futuro deste concelho.

É com este espírito de cooperação e proximidade que o Governo de Cabo Verde continuará a apoiar o desenvolvimento estratégico da ilha do Maio.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

Funcionários públicos vão passar a pagar bens e serviços a prestações

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

António Estote informou, hoje, em Luanda, que o RINAR vai permitir que os funcionários públicos passem a adquirir equipamentos e bens, através de prestações, através dos benefícios não-pecuniários, incluindo, por exemplo, o seguro de saúde e financiar a sua própria formação.

O membro do grupo técnico do RINAR esclareceu que está a ser programado um conjunto de resultados, que serão a curto prazo imediatos, no sentido em que vão ser criadas regras para a nova arquitetura remuneratória, ou definir um conjunto de instrumentos para definir as políticas a serem implementadas.

Anteriormente, realçou, havia um conjunto de vencimentos e carreiras avulsas e dispersas, em mais de 23 Decretos Presenciais, com carreiras e cargos, graças ao RINAR, existe um único Decreto para todas as carreiras e cargos, onde com a sua equiparação o técnico superior de segunda classe na administração pública é equivalente ao enfermeiro, técnico terapeuta ou ao professor do ensino primário.

Um dos outros benefícios do RINAR, revelou, é a reestruturação do cofre de previdência dos Funcionários Públicos, que já existia, mas agora vai servir para que as medidas de benefícios não-pecuniários, sigam regras claras e objectivas para a política remuneratória no setor empresarial público, para não estarem ao critério dos conselhos de administração e dos ministérios que os tutelam.

“Conseguimos aqui uma tabela da Função Pública que garantiu a harmonização das funções, temos por exemplo, a remuneração dos órgãos judiciais do Ministério Público, procuradores, agentes parlamentares da Assembleia Nacional c e a CNE, por serem órgãos independente, passaram a ter o mesmo salário base, a diferença está apenas nos suplementos, subsídios das zonas recônditas, cargos de direção e chefia, representação, horas de banco”, esclareceu.

O RINAR, garantiu, vai criar uma regra transversal para todos, e em função do sector, mercado, produtividade e lucratividade das empresas, elas podem definir a sua política remuneratória. Isso vai permitir que se elimine a arbitrariedade e melhora-se o nível de transparência na remuneração, o objectivo é evoluir mais ainda, para se implementar a tabela única de vencimentos.

António Estote salientou que outras realidades como Portugal, Brasil e Cabo Verde, já utilizam a tabela única de vencimentos, mas esclarece que o RINAR define as políticas e propõe cenários. A implementação continua a ser dos departamentos ministeriais, em função da programação financeira, aquelas que não têm impacto orçamental remetem-se à programação do Executivo, para que seja encaixada a sua aprovação.

Portanto, esclareceu, a questão da tabela salarial única, pode ter implementação imediata, se não tiver impacto orçamental, mas caso tenha, fica dependente da programação do Executivo, que geralmente, esses incrementos são feitos através do Orçamento Geral do Estado (OGE), porque as despesas públicas devem ser aprovadas pela Assembleia Nacional.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Angola.

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Angola: Executivo prevê aumento salarial em 2027

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Executivo prevê aumento salarial para o próximo ano de 2027, em função das despesas a serem definidas no Orçamento Geral do Estado (OGE), a informação foi avançada, em 7 de setembro de 2026, em Luanda, pelo membro do grupo técnico do Roteiro para a Implementação da Nova Arquitectura Remuneratória da Administração Pública (RINAR).

O membro do grupo técnico do RINAR esclareceu que os aumentos salariais são feitos através do Orçamento Geral do Estado (OGE), e que para o ano de 2026, foi aprovado em 2025, no qual houve um incremento de 10 por cento. Por essa razão, já não se esperam aumentos.

António Estote falava durante uma conferência de imprensa que serviu para esclarecer os mecanismos e os passos que têm sido dados pelo RINAR, um programa coordenado pelo Ministério da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social (MAPTSS), em parceria com os Ministérios das Finanças, Planeamento e do Território.

Para os próximos anos, disse, é feito em sede da discussão dos orçamentos para os anos seguintes. Este é um exercício permanente. Todos os anos, e em função da estratégia fiscal e da programação financeira do Estado. “Além de que é importante saber que o Executivo também propõe o aumento da despesa na Assembleia Nacional”.

O RINAR, esclareceu, constitui uma reforma estruturante da Administração Pública, orientada para a construção de um sistema remuneratório mais justo, coerente, transparente e sustentável, assente em princípios de maior equilíbrio e racionalidade na gestão das remunerações do sector público.

A implementação de uma reforma desta dimensão, disse, exige uma estratégia de comunicação institucional sólida, coerente e uniforme, capaz de assegurar que todos os intervenientes transmitam mensagens consistentes, para reduzir interpretações divergentes e aumentar a confiança dos cidadãos com o processo da reforma.

Distribuído pelo Grupo APO para Angola, Ministério da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social.

Dra. Rasha Kelej partilha lições de liderança da criação da campanha Fundação Merck “Mais do que uma Mãe” e de como olhar além do óbvio para impulsionar mudanças duradouras, como parte da sua plataforma de mentoria e liderança

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

Como parte da sua plataforma virtual de Mentoria e Liderança, “Além do Poder: Liderança, Influência Global e Impacto”, a Senadora Dra. Rasha Kelej, CEO da Fundação Merck (http://www.Merck-Foundation.com), publicou um novo artigo sobre liderança intitulado “Liderança Além do Óbvio: Como Trabalhei para Transformar o Tratamento da Infertilidade e Quebrar o Estigma da Infertilidade”. Neste artigo, a Dra. Kelej reflete sobre a sua jornada de liderança na criação e condução do movimento “Fundação Merck Mais do que uma Mãe” e como ela foi além dos desafios imediatos no tratamento da infertilidade para abordar as barreiras sociais, culturais e de comunicação mais profundas que cercam a infertilidade. Ela partilha como essa abordagem ajudou a criar uma mudança cultural mais ampla, além de fortalecer o acesso ao tratamento da infertilidade e desenvolver a capacidade do sistema de saúde.

Para ler o artigo completo e acessar a plataforma, visite:
https://apo-opa.co/4gSmMpQ

A Senadora Dra. Rasha Kelej (aposentada) afirma: “Mudanças duradouras raramente surgem da solução apenas do problema visível. Um líder precisa identificar — e então trabalhar em — as diversas camadas que o envolvem.”

Esta é uma das lições de liderança mais importantes que aprendi ao criar o movimento “Fundação Merck Mais do Que uma Mãe”

Para mim, liderança significava analisar o problema de todos os ângulos. Se não houvesse especialistas treinados, tínhamos que desenvolver capacidade médica. Se o estigma impedia mulheres e casais de buscar atendimento, tínhamos que mudar as percepções. Se a desinformação estava sendo reforçada através de narrativas públicas, tínhamos que engajar e treinar a mídia. Se crenças culturais ou religiosas profundamente enraizadas criassem resistência, tínhamos que entrar nessas conversas com respeito. E se a comunicação convencional em saúde não conseguisse alcançar todos, tínhamos que envolver artistas e comunidades criativas para ajudar a transmitir a mensagem.”

A Dra. Kelej visitou pessoalmente comunidades em toda a África, incluindo áreas rurais, onde testemunhou em primeira mão como a infertilidade podia se tornar uma fonte devastadora de estigma social, particularmente para as mulheres, que muitas vezes eram culpabilizadas, discriminadas ou isoladas por uma condição que talvez não tivesse nada a ver com elas. Ela também encontrou resistência cultural e religiosa ao tratamento de fertilidade em algumas comunidades.

Essas experiências reforçaram a sua compreensão de que transformar os cuidados de fertilidade e quebrar o estigma da infertilidade exigiu trabalho em várias frentes simultaneamente.

A Dra. Kelej partilhou: “Desenvolvemos capacidade médica, oferecendo mais de 800 bolsas de estudo para profissionais de saúde de 42 países como parte do nosso movimento “Mais do que uma Mãe”, incluindo o apoio à formação dos primeiros especialistas locais em fertilidade e embriologistas em muitos países onde essa especialização local não estava disponível anteriormente.”

“Mas eu sabia que treinar apenas médicos nunca seria suficiente. Fizemos parceria com Primeiras-Damas Africanas como Embaixadoras da “Mais do Que uma Mãe” para ajudar a influenciar as comunidades e criar uma mudança cultural muito necessária, envolvemos ministérios, profissionais de saúde, líderes religiosos e comunitários. Juntamente com os Sindicatos de Jornalistas locais, capacitamos jornalistas e profissionais da mídia para comunicar sobre infertilidade de forma precisa, sensível e responsável.” Ela acrescentou ainda.

No artigo, a Dra. Kelej enfatiza que o movimento “Mais do que uma Mãe” foi muito além de um programa de treinamento médico. Sob sua liderança, o foco foi construir um ecossistema que fortalecesse a expertise médica local, ao mesmo tempo em que criou a compreensão e a aceitação social necessárias para que mulheres e casais buscassem e se beneficiassem do tratamento de fertilidade.

O artigo está disponível na plataforma de mentoria e liderança da Dra. Rasha Kelej, “Além do Poder: Liderança, Influência Global e Impacto”, no Substack. Essa plataforma foi lançada para criar um recurso acessível, projectado para inspirar, orientar e apoiar futuros líderes, especialmente mulheres e jovens líderes em África, Ásia e países do Sul Global. A plataforma é acessível a todos, garantindo que aspirantes a líderes de diversas origens possam ter acesso a mentoria valiosa, insights sobre liderança e orientação prática.

Link para a Plataforma de Mentoria e Liderança da Dra. Rasha Kelej: https://apo-opa.co/3SWC8Si

Os artigos podem ser acessados ​​gratuitamente no site da Dra. Rasha Kelej: https://apo-opa.co/46K0x0M

Os links para os artigos também podem ser acessados ​​no site da Fundação Merck: http://www.Merck-Foundation.com

Os links também podem ser acessados ​​nos canais de mídia social da Dra. Rasha Kelej e da Fundação Merck.

Através da sua plataforma de mentoria e liderança, a Dra. Rasha Kelej dedica-se a partilhar os seus 32 anos de conhecimento e experiência para apoiar e orientar pessoas ambiciosas a desbloquearem o seu potencial oculto, alcançarem os seus objectivos profissionais e pessoais e se tornarem os líderes de amanhã.

Para saber mais sobre a jornada da Dra. Rasha Kelej, visite os seus Perfis nas Redes Sociais: Instagram (https://apo-opa.co/46K0Bxy), Facebook  (https://apo-opa.co/4iRTYjW), X (https://apo-opa.co/4igg1kj), e YouTube (https://apo-opa.co/4ih54yO).

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Contato:
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De Moçambique para os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP): A ponte linguística rumo à excelência regulatória da Organização Mundial da Saúde (OMS)

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

A busca por sistemas regulatórios sólidos e alinhados aos rigorosos padrões internacionais é um dos pilares fundamentais para garantir a segurança, a eficácia e a qualidade dos produtos de saúde pública. 

Neste cenário, Moçambique assume um papel estratégico de liderança, posicionando-se como o catalisador ideal para impulsionar a excelência regulatória entre os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa, Palop.

Um marco na saúde pública

A nação africana tornou-se o primeiro país de língua oficial portuguesa na África e o 10º no continente a alcançar o Nível de Maturidade 3, ML3, na avaliação da Organização Mundial da Saúde, OMS. 

Este selo de maturidade reconhece a existência de um sistema regulatório farmacêutico estável, funcional e integrado, capaz de assegurar rigorosamente a qualidade, segurança e eficácia de todos os medicamentos e vacinas que entram no país.

Com a grande maioria das diretrizes de agências reguladoras globais e organismos de referência produzida em inglês, francês ou espanhol, Moçambique inverte essa lógica: o português deixa de ser uma limitação e passa a ser uma ponte direta para a capacitação regional.

Superando a barreira do idioma

Nas declarações da especialista do ramo em Moçambique sobre  avanços institucionais recentes e a validação da OMS, Nélida Mendes Cabral Silva, afirma que o país pode partilhar o conhecimento com as entidades dos lusófonos africanos.

“Moçambique tem agora um papel muito importante em fazer a ponte entre os demais sistemas Regulatórios robustos e os países africanos de língua portuguesa sem a barreira da língua. Portanto, pode facilitar a troca de conhecimento, de experiências e até de decisões com os países africanos de língua portuguesa, trazer esse conhecimento das entidades mais robustas que não falam português para o conhecimento dos Palop.”

Esta dinâmica poderá contribuir para a tomada de decisões complexas e para a definição de soluções aplicáveis à realidade do bloco lusófono, criando um ecossistema de partilha onde as experiências de sucesso de grandes autoridades reguladoras internacionais chegam de forma fluida, clara e adaptada aos parceiros africanos de língua oficial portuguesa.

Para uma especialista da OMS em Moçambique, a aposta reside na capacitação contínua e no estreitamento de laços institucionais.

Formação e intercâmbio

“Promover o intercâmbio de ideias e de conhecimento com estas entidades reguladoras dos PALOP que queiram fortalecer o seu sistema regulatório. Portanto, podem ser intercâmbios, cooperação técnica, formação, tudo facilitado pela língua comum.”

Moçambique reforça a soberania sanitária do espaço lusófono como acredita a especialista da Organização Mundial da Saúde.

Superar barreiras linguísticas por meio da cooperação técnica e de programas conjuntos de formação fortalece as agências reguladoras locais e consolida uma rede unida de proteção à saúde pública, preparada para responder com agilidade e rigor aos desafios globais do futuro.

Foi em agosto que a OMS reconheceu formalmente a Autoridade Nacional Reguladora de Medicamentos, Aname, por estruturar um sistema regulatório estável, funcional e integrado. Para a agência, os medicamentos estão entre os seis pilares do sistema de saúde.

Distribuído pelo Grupo APO para UN News.

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Angola: Rede de água será expandida para abastecer cerca de três milhões de habitantes em zonas cinzentas

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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Cerca de três milhões de habitantes, residentes em zonas com cobertura insuficiente ou precária de água, vulgo “Zonas Cinzentas” da província de Luanda, deverão beneficiar do projecto de reabilitação, modernização e expansão da rede de distribuição de água potável.

O projecto foi autorizado pelo Presidente da República, através do Despacho Presidencial n.º 348/26, de 2 de Setembro, que determina a abertura de um procedimento de contratação simplificada, por critério material, em razão de financiamento externo.

A empreitada, a ser executada pela empresa Maabar Investments SPC, está orçada em 658 milhões de euros, financiados no âmbito do Acordo de Cooperação entre os governos de Angola e Omã, através do Oman Investment Bank.

O diploma estabelece, igualmente, a contratação dos serviços de fiscalização da empreitada, no valor de 19,7 milhões euros, a serem prestados por um consórcio constituído pelas empresas DAR AL-Handasah – Consultants (Shair and Partners) B.S.C. Closed e DAR ANGOLA – Consultoria, Limitada.

O projecto enquadra-se nas medidas do Executivo destinadas à construção, reabilitação, modernização e expansão das infra-estruturas de abastecimento de água potável em Luanda, com prioridade para as áreas de elevada concentração populacional que ainda não dispõem de uma cobertura adequada da rede pública.

De acordo com o Despacho Presidencial, o crescimento populacional da capital coloca desafios acrescidos à expansão da rede, particularmente nas áreas de baixa cobertura, designadas “Zonas Cinzentas”.

A intervenção deverá complementar outros projectos de abastecimento de água em curso na província, nomeadamente os projectos Bita, Quilonga Grande, ProÁguas e as acções de recuperação dos sistemas existentes.

O Despacho enquadra a intervenção nas directrizes do Plano de Desenvolvimento Nacional e do Plano Director de Abastecimento de Águas de Luanda, que estabelecem a necessidade de reforçar e ampliar as infra-estruturas do sector na capital.

A execução do projecto deverá contribuir para melhorar a disponibilidade e a distribuição de água potável nas áreas actualmente menos servidas pela rede pública, reduzindo as assimetrias de cobertura existentes na província.

Ao ministro da Energia e Águas foi delegada a competência para praticar os actos necessários à implementação do procedimento, incluindo a elaboração das peças, a celebração e assinatura dos contratos, podendo subdelegar as competências que lhe foram conferidas. O projecto está igualmente autorizado a ser inscrito no Programa de Investimento Público de 2026.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Angola.

Governo cria equipa para gestão do projecto de requalificação urbana de cidades de Angola

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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Uma estrutura técnica foi criada para assegurar a coordenação, gestão e acompanhamento da implementação do Projecto de Requalificação e Reconversão Urbana de Cidades de Angola (SONA).

Com a criação desta estrutura técnica, pretende-se reforçar a capacidade institucional para a formulação e execução de políticas de ordenamento do território, atrair investimentos em infra-estruturas e habitação e assegurar maior eficiência na implementação das acções previstas no âmbito do SONA.

O objectivo do SONA é contribuir para a promoção de cidades mais organizadas e para o acesso da população a habitação condigna, de forma inclusiva, transparente e sustentável.

A estrutura técnica é presidida pelo Ministério das Obras Públicas, Urbanismo e Habitação, enquanto o Instituto Nacional de Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano (INOTU) assegura a coordenação directa do SONA.

O facto surge na sequência do Decreto Executivo n.º 423/26, de 1 de Setembro, que visa garantir maior capacidade de coordenação e execução das intervenções de requalificação urbana.

O diploma, assinado pelo ministro das Obras Públicas, Urbanismo e Habitação, Carlos Alberto dos Santos, regulamenta a organização e o funcionamento do Grupo Técnico Operacional (GTO) e da Equipa Técnica de Implementação (ETI) do SONA.

A estrutura enquadra-se no cumprimento do Acordo de Financiamento celebrado entre a República de Angola e o Banco Mundial e está alinhada com as prioridades do Plano de Desenvolvimento Nacional (PDN) 2023-2027, particularmente no domínio do ordenamento do território, desenvolvimento urbano e habitação.

O Grupo Técnico Operacional é responsável pela orientação estratégica do projecto, pelo acompanhamento dos relatórios de progresso e pela articulação entre as instituições envolvidas.

Integram ainda este órgão representantes dos sectores das Obras Públicas e Habitação, Planeamento, Finanças e Administração do Território, assim como vice-governadores das províncias de Benguela, Huambo e Huíla.

Por sua vez, a Equipa Técnica de Implementação, sediada nas instalações do INOTU, em Luanda, assegura a gestão e o acompanhamento das actividades diárias do projecto.

Esta equipa é dirigida por um coordenador de projecto, nomeado pelo ministro das Obras Públicas, Urbanismo e Habitação, e integra 32 profissionais especializados em áreas como gestão financeira, aquisições, ambiente, componente social, urbanismo, arquitectura e infra-estruturas, incluindo representações locais nas províncias abrangidas.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Angola.