Angola: Despacho autoriza obras na ponte sobre o Rio Kwanza e no troço Catchiungo/Bailundo

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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A ponte sobre o Rio Kwanza, na Estrada Nacional 100 (EN 100), vai beneficiar de obras de manutenção e melhoria de caracter emergencial, segundo o Despacho Presidencial n.º 350/26, de 2 de Setembro, que autoriza a sua inspecção estrutural.

De igual modo, o diploma determina a construção, de carácter emergencial, de uma passagem hidráulica na EN 250, no troço Catchiungo/Bailundo, na província do Huambo.

Para o efeito, o Presidente da República autorizou a abertura do Procedimento de Contratação Emergencial, com recurso às verbas do Fundo Rodoviário e Obras de Emergência (FROE), para a adjudicação dos contratos.

As obras para a manutenção e melhoria da ponte sobre o Rio Kwanza, localizada na Comuna da Barra do Cuanza, estão avaliadas em 311,86 milhões de kwanzas, os serviços de fiscalização em 44 milhões de kwanzas e a inspecção estrutural em 921,96 milhões de kwanzas.

No caso da construção da passagem hidráulica na EN 250, entre Catchiungo e Bailundo, na província do Huambo, o despacho autoriza 1,8 mil milhões de kwanzas e 53,96 milhões de kwanzas para a contratação dos serviços de fiscalização da empreitada.

A contratação é justificada pela necessidade de se assegurar serviços especializados para a elaboração de planos urbanísticos, coordenação e assistência técnica às empreitadas, além da execução de obras consideradas estratégicas nas áreas rodoviária e habitacional.

O ministro das Obras Públicas, Urbanismo e Habitação recebeu competência para praticar os actos decisórios e de aprovação tutelar necessários ao procedimento, incluindo a elaboração das peças do concurso e a celebração e assinatura dos contratos, podendo subdelegar essas competências.

O projecto deverá ser inscrito no Programa de Investimento Público de 2026.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Angola.

A African Energy Week (AEW) 2026 irá explorar como a captura e armazenamento de carbono (CCS) pode gerar novo valor a partir dos ativos de petróleo e gás de África

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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A captura e armazenamento de carbono (CCS) está a emergir como uma ferramenta potencial para África reduzir as emissões das infraestruturas de petróleo e gás existentes, preservando simultaneamente o valor dos ativos e abrindo novas oportunidades de investimento. O papel desta tecnologia será debatido na African Energy Week (AEW) 2026, no âmbito do Fórum Energy Additions. 

O painel dedicado, intitulado «Captura e Armazenamento de Carbono: Transformar os Ativos de Petróleo e Gás de África em Soluções Climáticas», irá analisar como as tecnologias de gestão do carbono podem apoiar a produção de hidrocarbonetos com menores emissões, prolongar a vida útil das infraestruturas existentes e criar novas oportunidades comerciais em todo o setor energético. 

A oportunidade abrange as infraestruturas geológicas e industriais existentes no continente. Os reservatórios de petróleo e gás esgotados na África do Norte, Ocidental e Austral poderiam proporcionar armazenamento permanente de carbono, enquanto os oleodutos, instalações de processamento e locais industriais já estabelecidos poderiam servir de base para centros regionais de descarbonização. 

As oportunidades de investimento estendem-se por toda a cadeia de valor da gestão do carbono. As instalações de captura em refinarias, centrais elétricas e locais industriais poderiam ligar-se a redes partilhadas de oleodutos e transporte marítimo antes de transportar o CO₂ para aquíferos salinos ou reservatórios esgotados. O desenvolvimento desta infraestrutura poderia criar novos negócios ao serviço de múltiplos emissores, gerando simultaneamente receitas a longo prazo provenientes do transporte e do armazenamento. 

A CCUS (Captura, Utilização e Armazenamento de Carbono) poderia também criar valor adicional a partir dos recursos de gás natural de África. A adaptação da produção de hidrogénio com captura de carbono poderia apoiar o hidrogénio azul, enquanto o carbono capturado poderia potencialmente ser utilizado como matéria-prima para produtos químicos industriais, materiais de construção e combustíveis sintéticos. Estas aplicações poderiam alargar a viabilidade comercial da gestão do carbono para além do armazenamento subterrâneo permanente. 

As políticas e os quadros regulamentares do mercado de carbono serão fundamentais para levar os projetos a grande escala. A Nigéria está a desenvolver uma arquitetura mais estruturada do mercado de carbono, com o seu Quadro Nacional do Mercado de Carbono e a Política de Ativação do Mercado de Carbono a estabelecerem mecanismos para o registo de projetos, transferências internacionais de carbono e ajustamentos correspondentes. Os mecanismos previstos de imposto sobre o carbono e de comércio de emissões poderão proporcionar mais incentivos para que as indústrias com elevadas emissões adotem tecnologias de gestão do carbono. 

A África do Sul está, de forma semelhante, a passar da investigação geológica para aplicações comerciais de CCUS. O projeto-piloto Leandra, em Mpumalanga, aprofundou a compreensão das formações salinas profundas, enquanto a colaboração entre o Conselho de Geociências e a Sasol está a analisar oportunidades para capturar e armazenar emissões industriais e, potencialmente, converter o carbono capturado em produtos comercialmente úteis. 

Em todo o continente, projetos emergentes demonstram a variedade de abordagens disponíveis. O Quénia está a explorar a mineralização de basalto, na qual o dióxido de carbono injetado reage com a rocha vulcânica e fica permanentemente mineralizado, enquanto a Nigéria continua a construir a sua base de conhecimento sobre armazenamento de carbono e a África do Sul avalia bacias terrestres e marítimas adicionais. 

Para os produtores de petróleo e gás de África, o desenvolvimento de infraestruturas de CCS poderá, em última análise, proporcionar um caminho para fazer face às emissões dos ativos existentes, criando simultaneamente novas indústrias em torno do transporte, armazenamento e utilização do carbono. A escala e a viabilidade comercial dessa oportunidade, no entanto, dependerão do investimento, dos quadros políticos, das infraestruturas e da cooperação transfronteiriça. 

«A CCS oferece à África um caminho prático para reduzir as emissões, ao mesmo tempo que continua a desenvolver os seus recursos de petróleo e gás. Com o investimento e os quadros políticos adequados, podemos transformar os nossos recursos geológicos e as infraestruturas existentes numa nova indústria de gestão do carbono que crie empregos, atraia capital e mantenha mais valor no continente», afirma NJ Ayuk, Presidente Executivo da Câmara Africana de Energia.

Distribuído pelo Grupo APO para African Energy Chamber.

A Câmara Africana de Energia (AEC) e a DMWA Resources irão impulsionar o debate sobre defesa de políticas e consultoria na African Energy Week (AEW) 2026

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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A Câmara Africana de Energia (AEC) (https://EnergyChamber.org) e a empresa de consultoria pan-africana DMWA Resources irão contribuir com a sua experiência em defesa de políticas e consultoria de investimento para a Semana Africana da Energia (AEW) 2026, tendo sido confirmados como oradores Verner Ayukegba, vice-presidente sénior da AEC, e Sebastian Wagner, fundador e presidente da DMWA Resources.

A AEC consolidou-se como a principal organização de defesa dos interesses energéticos do continente, trabalhando com governos, investidores e operadores para moldar os quadros políticos que impulsionam o investimento no setor energético africano. A defesa de interesses da Câmara abrange a reforma regulatória, o conteúdo local, a política comercial e a defesa do direito de África a desenvolver os seus recursos de hidrocarbonetos. Em 2026, a AEC apresentou um pedido de intervenção no Tribunal Africano dos Direitos Humanos e dos Povos num processo relacionado com o clima, argumentando que a política energética no continente deveria ser definida por instituições africanas, em vez de por litígios externos. A Câmara continua também a publicar o seu relatório anual «State of African Energy Outlook», em parceria com a S&P Global Commodity Insights, que avalia a atividade a montante, os padrões de despesa e as lacunas no acesso à energia nos 54 mercados do continente.

A DMWA Resources é uma empresa pan-africana de comercialização de energia, consultoria e negociação de matérias-primas, com operações que abrangem a África Ocidental, Central e Austral. A empresa presta consultoria a companhias petrolíferas nacionais e a operadores multinacionais sobre posicionamento a montante, estratégia de conteúdo local e acesso a capital, valendo-se de relações consolidadas com produtores e governos anfitriões em todo o continente. Wagner desempenha também as funções de Presidente Executivo do Germany Africa Business Forum (GABF), um grupo de reflexão privado fundado em 2017 para ligar o capital e a experiência industrial alemães às oportunidades africanas nos setores da energia e das infraestruturas.

A dupla função de Ayukegba como Vice-Presidente Sénior da AEC e diretor da DMWA Resources reflete a estreita ligação entre o trabalho de defesa de interesses e de consultoria no panorama do investimento energético em África, onde garantir as condições políticas adequadas e ligar os projetos a parceiros de capital continuam a ser prioridades intimamente ligadas.

«O investimento na energia africana começa por criar o ambiente político adequado», afirmou NJ Ayuk, Presidente Executivo da Câmara Africana de Energia. «Quando se alia uma forte defesa de interesses à experiência de consultoria que liga o capital às oportunidades, os projetos tornam-se financiáveis. É esse o tipo de liderança que esta plataforma reúne.»

A AEW 2026, que decorrerá na Cidade do Cabo de 12 a 16 de outubro, proporcionará uma plataforma para que as organizações que moldam o ambiente de investimento energético em África interajam diretamente com decisores políticos, operadores e financiadores sobre as prioridades de defesa de interesses e consultoria que impulsionam o setor. Para saber mais e inscrever-se como delegado, visite https://apo-opa.co/4iRMcGN.

Distribuído pelo Grupo APO para African Energy Chamber.

Número de Membros da Fundo para o Desenvolvimento das Exportações em África (FEDA) aumenta com a adesão do Senegal e da Libéria e com a ratificação do Acordo de Constituição por parte de Angola e do Zimbabwe

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Fundo para o Desenvolvimento das Exportações em África (FEDA), a entidade de investimento em capital do Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) (www.Afreximbank.com), registou progressos significativos na expansão do seu quadro de membros, com a República do Senegal e a República da Libéria a aderirem ao Acordo de Constituição do FEDA e a República do Zimbabwe e a República de Angola a ratificarem o Acordo.

Estes últimos acontecimentos reforçam ainda mais o número crescente de membros do FEDA e o seu mandato em todo o continente, reflectindo a sua importância estratégica para colmatar o défice de financiamento de capital no continente.

A adesão do Senegal e da Libéria, que eleva o número de membros do FEDA para vinte e quatro países, juntamente com a ratificação do seu Acordo de Constituição pelo Zimbabwe e por Angola, proporciona uma base mais sólida para que o FEDA apoie oportunidades estratégicas de investimento industrial e no processamento de minerais críticos nestes países, incluindo logística, transformação agrícola, energia, indústria transformadora, serviços financeiros e processamento de minerais estratégicos.

A expansão do número de membros do FEDA alarga o âmbito geográfico das suas intervenções e reforça a sua capacidade de mobilizar capital nacional a longo prazo para apoiar investimentos regionais transformadores. O Fundo disponibiliza capital próprio, quase-capital e outras formas de capital paciente a projectos e empresas que promovam a diversificação económica, a integração regional e o desenvolvimento das exportações.

À medida que o FEDA continua a expandir a sua presença no continente, o Fundo trabalhará em estreita colaboração com os seus Estados-Membros para identificar oportunidades de investimento que combinem fundamentos comerciais sólidos com um impacto mensurável no desenvolvimento. Isto inclui a mobilização de capital adicional, a par dos recursos próprios do FEDA e o estabelecimento de parcerias com investidores públicos e privados, com vista a aumentar a escala do investimento disponível para empresas africanas e projectos estratégicos.

O Dr. George Elombi, Presidente do Conselho de Administração do Afreximbank e do FEDA, afirmou: “Estes últimos marcos no quadro dos membros demonstram a confiança crescente dos governos africanos nas instituições de que são proprietários e que controlam, bem como o seu empenho na criação de instituições sólidas, capazes de mobilizar e aplicar o capital africano em prol do desenvolvimento de África. À medida que o Grupo Afreximbank prossegue a sua agenda de industrialização africana, os instrumentos de capital próprio e de quase-capital do FEDA tornar-se-ão fundamentais para a execução de projectos industriais estratégicos a nível nacional e regional. O número crescente de membros do fundo contribuirá, portanto, para catalisar esses investimentos em todo o continente.”

O Sr. Emmanuel Assiak, Director Executivo do FEDA, afirmou: “O crescimento contínuo do número de membros do FEDA expande significativamente os mercados nos quais podemos cumprir o nosso mandato e estabelecer parcerias mais sólidas com governos e o sector privado. O Senegal, a Libéria, Angola e o Zimbabwe oferecem, cada um, oportunidades atraentes de investimento em sectores estratégicos das suas economias. Estamos ansiosos por traduzir esta presença alargada em investimentos que reforcem as cadeias de valor locais e regionais, apoiem empresas africanas competitivas e gerem um impacto económico sustentável.”

Nos últimos cinco anos, o FEDA reforçou igualmente de forma significativa a sua capacidade de investimento, com o compromisso do Afreximbank a aumentar de 100 milhões de USD para 1,3 mil milhões de USD, permitindo ao Fundo expandir as suas actividades de investimento por uma gama mais ampla de regiões e sectores.

Distribuído pelo Grupo APO para Afreximbank.

Contacto para a Imprensa:
Vincent Musumba
Gestor de Comunicações e Eventos (Relações com a Imprensa)
Correio Electrónico: press@afreximbank.com

Sobre o FEDA:
O Fundo para o Desenvolvimento das Exportações em África (FEDA) é a subsidiária de investimento de impacto do Afreximbank  (www.Afreximbank.com), criado para fornecer capital próprio, quase-capital e capital de dívida para financiar o défice de financiamento de vários milhares de milhões de dólares (especialmente em capital próprio) necessário para transformar o sector do comércio em África. O FEDA segue uma estratégia de investimento multissectorial ao longo do comércio intra-africano, desenvolvimento de exportações de valor acrescentado e cadeia de valor da indústria transformadora, que inclui serviços financeiros, tecnologia, bens de consumo e retalho, indústria transformadora, transportes e logística, agro-negócio, bem como infra-estruturas auxiliares que permitem o comércio, tais como parques industriais.

Sobre o Afreximbank:
O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) é uma instituição financeira multilateral pan-africana com mandato para financiar e promover o comércio intra e extra-africano. Há mais de 30 anos que o Banco utiliza estruturas inovadoras para oferecer soluções de financiamento que apoiam a transformação da estrutura do comércio africano, acelerando a industrialização e o comércio intra-regional, impulsionando assim a expansão económica em África. Apoiante firme do Acordo de Comércio Livre Continental Africano (ACLCA), o Afreximbank lançou um Sistema Pan-Africano de Pagamento e Liquidação (PAPSS) que foi adoptado pela União Africana (UA) como plataforma de pagamento e liquidação para sustentar a implementação da ZCLCA. Em colaboração com o Secretariado da ZCLCA e a UA, o Banco criou um Fundo de Ajustamento de 10 mil milhões de dólares para apoiar os países que participam de forma efectiva na ZCLCA. No final de Dezembro de 2025, o total de activos e passivos contingentes do Afreximbank atingiu mais de 48,5 mil milhões de USD, e os seus fundos próprios totalizaram 8,4 mil milhões de USD. O Afreximbank tem notações de grau de investimento atribuídas pela China Chengxin International Credit Rating Co., Ltd (CCXI) (AAA), pela GCR (A), pela Japan Credit Rating Agency (JCR) (A-) e pela Moody’ s (Baa2)  e pela S&P Global Ratings (BBB+). O Banco tem a sua sede em Cairo, Egipto.

Angola: Secretário de Estado esclarece sobre os Regimes de carreira

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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Em 2025, a distribuição do quadro de pessoal da Administração Pública no Regime Especial, totalizou 321.017, correspondendo 73,43 por cento, no Regime Geral foi de 116.140, correspondente a 26,57 por cento.

Em relação aos cargos de Direcção foram de 25.448, correspondendo5, 82 por cento e o de Chefia são de55.304, correspondente a 12,65 por cento.

O Executivo prevê, ainda, beneficiar 59.365 funcionários que ingressaram na Função Pública até ao ano 2012 e que não tiveram a adequada progressão na carreira. Deste número, 11.058 reúnem requisitos para categorias de ingresso, porque obtiveram um nível académico diferente e 48.307 estão elegíveis à promoção.

O secretário de Estado informou que o impacto financeiro do regime geral nas duas modalidades, o ingresso e a promoção, correspondem a um custo mensal de 4.195.187.336,72 de kwanzas, sendo anualmente de 58.732.622.714,08 de kwanzas.

Domingos Filipe esclareceu que dos 59.365 funcionários abrangidos, 39.382, equivalem a 66 por cento, pertencente ao sector da Saúde, incluindo médicos, enfermeiros, técnicos de diagnóstico e terapêutica, apoio hospitalar e outros.
Um dos critérios para adequação e promoção na carreira, explicou, define que na primeira fase devem ser contemplados os funcionários no limiar da reforma, com mais de 30 anos de serviço, ou idade igual ou superior a 54 anos, a fase seguinte com 20 a 29 anos de serviço e a última etapa com 10 a 19 anos de serviço.

O governante disse que cada fase foi estruturada com metas específicas de promoções e enquadramentos, permitindo maior justiça e valorização no desenvolvimento das carreiras.

Distribuído pelo Grupo APO para Angola, Ministério da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social.

Angola: Domingos Filipe reconhece cumprimento das metas de formação da Escola Nacional de Administração e Políticas Públicas (ENAPP)

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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Domingos Filipe revelou que no primeiro semestre de 2026, a Escola Nacional de Administração e Políticas Públicas (ENAPP) realizou 356 acções formativas, tendo capacitado 17.626 quadros, dos quais 11.885 são dosexo masculino e 5.741 do sexo feminino.

Na ENAPP, referiu, estão em curso quatro Concursos Públicos de Ingresso Externo na Administração Pública, a serem realizados pela Entidade Recrutadora Única (ERU) em 2025, para o provimento de 285 vagas, nomeadamente, do Ministério dos Transportes (MINTRANS), com 43 vagas, Instituto de ReintegraçãoSócio-Profissional dos ex-militares (IRSEM), 64 vagas, Academia Diplomática Venâncio de Moura (ADVM), 84 vagas e MAPTSS com 94 vagas.

Estão também em curso os concursos da Agência de Investimento Privado e Promoção das Exportações (AIPEX), Memorial Dr. António Agostinho Neto (MAAN), Ministério da Juventude e Desportos (MINJUD) e Ministérioda Educação (MED), tendo sido providos à função pública, um total de 173 candidatos.

O secretário de Estado revelou que foram publicados, recentemente, seis ConcursosPúblicos de Ingresso Externo em 2026, para provimento de 649 vagas, nomeadamente, para o Ministério da Agricultura e Florestas (MINAGRIF), 442 vagas, Ministério da Administração do Território (MAT), oito vagas, Centro de Ciências de Luanda (CCL) 61 vagas, Instituto Nacional do Café (INCA), 92 vagas, Ministério do Planeamento (MINPLAN), 25 vagas, Ministériodos Recursos Minerais, Petróleo e Gás (MIRENPET), 21 vagas.

No âmbito do Plano de Desenvolvimento Nacional, realçou, a ENAPP tem o compromisso de formar 100.000 formandos durante o quinquénio 2023-2027, o que perfaz uma meta de 20.000 formandos por ano.

A ENAPP, informou, já formou até ao momento 102.923 formandos, o que corresponde ao grau de execução de 103 por cento da meta, no primeiro semestre de 2026, deu formação a 17.699 cidadãos, o que perfaz 88 por cento do cumprimento anual.

Distribuído pelo Grupo APO para Angola, Ministério da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social.

Angola: Governante anuncia a construção de mais oito subunidades do SIAC até 2027

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O secretário de Estado para a Administração Pública, Domingos Filipe informou que até 2027, vão ser construídas mais oito subunidades do Serviço Integrado de Atendimento ao Cidadão (SIAC), com destaque as inaugurações previstas para este ano, dos municípios do Kilamba e do Cuito, nas províncias de Luanda e Bié, respectivamente.

A primeira unidade do país foi instalada na provínciade Luanda, no Município de Talatona, em 2007. A rede conta com 16 subunidades, em 12 províncias nomeadamente, Benguela, Bengo, Cabinda, Cunene, Huambo, Huíla, Lunda-Sul, Malanje, Moxico e Uíge.

Domingos Filipe anunciou que o exercício financeiro do SIAC, desde o início do ano, arrecadou para a conta Única do Tesouro (CUT), 2.473.681.860,70 de kwanzas.

A rede SIAC, disse, obteve, no primeiro semestre de 2026, um total de 1.490.921 atendimentos, tendo agrupado o maior número de atendimento na subunidade de Talatona, com 189.867.

A modernização e transformação digital do SIAC, considerou, é uma oportunidade estratégica para transformar a relação Estado-cidadão, com objectivo de reduzir custos, aumentar a eficiência e criar condições favoráveis ao investimento.

O sucesso, disse, exige infra-estrutura sólida, interoperabilidade, identidade digital, reengenharia de processos, formação intensiva e governação robusta.

Parao SIAC, explicou, a modernização tecnológica não deve ser entendida apenas como aquisição de computadores, sistemas ou equipamentos, mas sim como uma transformação dos processos de prestação do serviço público, assente em digitalização, interoperabilidade, segurança da informação, automatização, análise de dados e orientação para o cidadão.

Distribuído pelo Grupo APO para Angola, Ministério da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social.

Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) lidera aliança sino-africana na indústria farmacêutica

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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Pela soberania sanitária, iniciativa mobiliza investimentos e inovação para impulsionar produção local de medicamentos e diagnósticos na África Austral; plano visa romper com a dependência externa de insumos médicos e democratizar acesso a tratamentos essenciais, incluindo resposta ao HIV.

Com o apoio da indústria farmacêutica chinesa, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids, Unaids, anunciou uma aliança estratégica com a África do Sul e a China para impulsionar a fabricação local de medicamentos, diagnósticos e tecnologias de saúde na África Austral. 

A iniciativa reúne a Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral, Sadc, e o Global Health Innovation Institute, GHI, em um esforço para reduzir a dependência do continente em relação a fornecedores externos.

Transferência de tecnologia e autonomia regional

O projeto promove um intercâmbio de alto nível envolvendo governos, fabricantes, centros de investigação e instituições financeiras em polos industriais estratégicos como Joanesburgo, Durban e Cidade do Cabo. 

A meta é atrair investimentos, incentivar a inovação e acelerar a transferência de tecnologia para o ecossistema farmacêutico africano.

Para a diretora regional do Unaids para a África Oriental e Austral, Anne Githuku-Shongwe, a parceria reforça o controle dos países africanos sobre os seus próprios insumos de saúde, garantindo maior sustentabilidade no tratamento e prevenção do HIV.

Cooperação sino-africana

O avanço conta com a liderança técnica da China, cujas empresas farmacêuticas buscam expansão global e parcerias de longo prazo na região. 

Lamboly Kumboneki, especialista sênior do programa de HIV/Aids da SADC, sublinhou que o conhecimento técnico chinês é fundamental para escalar a capacidade de produção local.

Gary Yang, chefe de desenvolvimento de negócios do GHII, destacou que a África se projeta como o mercado do futuro, e que a fabricação regional é a via mais eficaz para assegurar que a população tenha acesso contínuo a medicamentos essenciais e acessíveis.

Próximos passos

A programação da missão na África do Sul inclui debates sobre regulação sanitária, políticas públicas de incentivo industrial e visitas técnicas a instalações fabris e laboratórios. 

Ao encerramento das reuniões, as organizações parceiras definirão o plano de ação operacional para consolidar a segurança da cadeia de suprimentos médicos na África Austral.

Distribuído pelo Grupo APO para UN News.

Angola: Domingos Filipe revela que o Executivo gasta 3,4 mil milhões de kwanzas por ano com os salários da Função Pública

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Executivo gasta, anualmente, 3,4 mil milhões de kwanzas, com o pagamento de saláriosda Função Pública, num horizonte de 437.157 funcionários públicos, que teve um aumento de 10.525, em comparação ao ano de 2024, os dados foram avançados, em 03 de setembro de 2026, em Luanda, pelo secretário de Estado para Administração Pública, Domingos Filipe.

O governante falava durante o 13º do Briefing do Ministério da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social (MAPTSS), onde esclareceu que a folha salarial mensal da Função Pública, ronda os 245 mil milhões de kwanzas.

Domingos Filipe esclareceu que a taxa de crescimento de funcionários públicos é de 2,47 por cento anual, tendo referido que o sector da Educação e Ensino ocupam a maior parcela com 229.323 efectivos, seguido da Saúde com 89.541 e a Justiça com 15.092, Ensino Superior (7.930), enquanto os outros sectores complementam com 95.271efectivos, repartidos pela AdministraçãoPública, nomeadamente, Agricultura, Obras Públicas, Finanças, Turismo, Comércio e outros serviços da Administração do Estado.

A distribuição por género, disse, destaca-se 227.322 funcionários públicos do sexo masculino, o que representa 52 por cento e 209.835 do sexo feminino, representando 48 por cento.

“O aumento do número de agentes da Educação e profissionais da Saúde evidenciam o compromisso do Executivo com dois sectores estratégicos, beneficiando das políticas de construção e reabilitação de infra-estruturas escolares ehospitalares”, referiu.

Osdados dos funcionários públicos por províncias indicam que Luanda absorve omaior número com 56.450, Benguela 39.004 e Huíla 32.892.

Distribuído pelo Grupo APO para Angola, Ministério da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social.

African Energy Week (AEW) 2026 revela o cartaz do Concerto «Just Energy Transition»

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O concerto «Just Energy Transition» (JET), um dos pontos altos da próxima Conferência e Exposição da African Energy Week (AEW), que se realizará em outubro, anunciou o seu cartaz para 2026, reunindo alguns dos talentos musicais consagrados e emergentes do continente para uma noite de celebração da energia, da cultura e da criatividade africanas.

A realizar-se no Grand Africa Café & Beach, na Cidade do Cabo, na segunda-feira, 12 de outubro, das 18h00 às 23h00, o concerto contará com atuações de Keasungs, Mafikizolo, Roga Roga & Extra Musica e DJ Dollar, antes de o cantor e compositor nigeriano Adekunle Gold encerrar a noite como cabeça de cartaz. O evento marcará oficialmente o início da AEW 2026, que decorrerá de 12 a 16 de outubro na Cidade do Cabo.

A atração principal do concerto será a estrela nigeriana do afropop Adekunle Gold, cuja carreira tem sido marcada pela fusão contínua do pop africano contemporâneo com sons enraizados nas tradições musicais nigerianas. O seu sexto álbum de estúdio, Fuji, lançado em outubro de 2025, marcou um regresso deliberado aos sons que moldaram a sua infância em Lagos. A sua atuação como cabeça de cartaz traz um dos principais artistas contemporâneos da Nigéria ao palco do AEW, encerrando a noite com uma celebração da capacidade da música africana de ligar o património local a públicos globais.

A dupla sul-africana Mafikizolo trará mais de duas décadas de afro-pop, kwaito e house para o concerto. Composto por Nhlanhla Mafu e Theo Kgosinkwe, o Mafikizolo tornou-se um dos grupos musicais mais duradouros da África do Sul, com um repertório que inclui sucessos como Ndihamba Nawe, Love Potion e Khona. O grupo também desempenhou um papel importante na colaboração africana transfronteiriça, trabalhando com artistas como Davido, da Nigéria, e Jah Prayzah, do Zimbábue. A sua participação confere uma dimensão distintamente sul-africana a um concerto concebido para mostrar a diversidade musical do continente.

Em representação da República do Congo, os Roga Roga trarão a rumba, o soukous e o ndombolo congoleses à Cidade do Cabo. Os Roga Roga cofundaram a Extra Musica no início da década de 1990, tendo o grupo alcançado destaque após três álbuns de sucesso. Após a saída de vários membros para fundarem a Extra Musica International, Roga Roga continuou sob o nome de Extra Musica Zangul, consolidando o sucesso do grupo com faixas memoráveis, incluindo État-Major, Shalaï e Trop c’est trop. A participação de Roga Roga no Concerto JET traz mais de três décadas de influência musical congolesa para um alinhamento que abrange várias regiões de África.

Keasungs junta-se ao cartaz como mais uma voz nigeriana no JET Concert. O seu catá. inclui lançamentos que abrangem sons inspirados no afrobeats e orientados para a dança, incluindo «Ku Lo Sa» (Dancehall Afro Cover) e os lançamentos mais recentes de 2026, «Na Woman Finish My Papa» e «Nkpigamy». A sua participação ao lado de artistas continentais consagrados reflete a combinação de talentos africanos emergentes e consagrados que caracteriza o concerto.

DJ Dollar regressa ao JET Concert depois de ter atuado na edição de 2025 ao lado de artistas como Young Stunna e Uncle Waffles. Ele trará um elemento liderado por DJs ao programa de 2026, complementando as atuações ao vivo do concerto e ajudando a ligar a sua mistura de estilos musicais africanos. O seu regresso cria também continuidade entre as edições sucessivas de um evento que se tornou parte integrante do programa cultural e de networking da AEW.

Mais do que um evento de entretenimento, o Concerto JET foi concebido para ligar a influência cultural de África às ambições energéticas do continente. O concerto preparará o terreno para cinco dias de debates sobre investimento na AEW 2026, onde governos africanos, empresas do setor energético, financiadores e fornecedores de tecnologia se reunirão para impulsionar projetos e parcerias nas áreas do petróleo, gás, energia, energias renováveis e infraestruturas.

«O Concerto JET tem como objetivo mostrar África na sua totalidade. Temos recursos energéticos extraordinários, mas também temos pessoas, música e cultura extraordinárias que mudaram a forma como o mundo vê este continente. Do Congo à África do Sul e à Nigéria, este alinhamento reflete a diversidade e a criatividade que definem África», afirma NJ Ayuk, Presidente Executivo da Câmara Africana de Energia.

Para mais informações sobre o Concerto JET, visite https://apo-opa.co/3UxqVIE

Para mais informações sobre a AEW 2026, visite https://AECWeek.com

Distribuído pelo Grupo APO para African Energy Chamber.

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