Camarões: Grupo Banco Africano de Desenvolvimento apoia o arranque de um ambicioso projeto de desenvolvimento da Zona Industrial Integrada no Porto de Kribi

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

A empresa responsável pelo desenvolvimento da futura zona industrial integrada junto ao porto de águas profundas de Kribi, a ‘Kribi Port Industrial Zone (KPIZ)’, foi oficialmente lançada a 26 de fevereiro de 2026, em Yaoundé. Esta iniciativa ambiciosa insere-se no âmbito de um projeto estruturante apoiado pelo Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (www.AfDB.org).

A cerimónia, presidida por Patrice Melom, presidente do Conselho de Administração da KPIZ e diretor-geral do Porto Autónomo de Kribi, contou com a presença dos acionistas envolvidos no desenvolvimento da zona, nomeadamente a Africa Global Logistics (AGL), a Arise Integrated Industrial Platforms e a Belmont Investments LTD, de membros do governo e de chefes de missões diplomáticas, bem como de representantes de organizações internacionais.

Apoiada pelo Porto Autónomo de Kribi, que se tornou um dos principais centros portuários do continente, a zona industrial integrada no porto afirma-se como uma alavanca estratégica ao serviço do Plano Diretor de Industrialização e da Estratégia Nacional de Desenvolvimento dos Camarões. O seu objetivo é diversificar a produção nacional, aumentar a quota do setor industrial no PIB e dinamizar as exportações.

Os impactos esperados até 2040 são consideráveis: as exportações de cacau e produtos derivados devem passar de 11.487 toneladas em 2025 para 191.639 toneladas; pelo menos 50  mil empregos diretos e 150 mil empregos indiretos serão criados; as receitas fiscais aumentarão significativamente; e o efeito multiplicador sobre o investimento inicial poderá atingir até vinte vezes o seu valor original.

Na qualidade de líder e principal parceiro estratégico, o Grupo Banco comprometeu-se a mobilizar a totalidade do financiamento público de 411 milhões de euros e posicionou-se para acompanhar um financiamento privado de 384 milhões de euros.

“O Estado garante a visão estratégica, a estabilidade e o alinhamento com as prioridades nacionais; o setor privado contribui com capital, conhecimentos técnicos, rapidez de execução e inovação; o Banco Africano de Desenvolvimento assegura a liderança financeira, a estruturação do financiamento e a coerência global”, declarou Léandre Bassolé, diretor-geral do escritório regional de desenvolvimento, integração e prestação de serviços para a África Central do Grupo Banco. “Ao financiar este projeto estratégico, pretendemos, em conjunto com o governo camaronês, catalisar os investimentos privados, criar empregos sustentáveis e reforçar a competitividade do país nos mercados regionais e mundiais»” acrescentou. O Banco apresentou o projeto durante o Fórum Africano de Investimento 2024, realizado em Rabat.

Para além do financiamento, o Banco Africano de Desenvolvimento prestará também apoio técnico de alto nível, reforçará as capacidades locais e assegurará a integração de normas exigentes em matéria de eficiência energética, gestão responsável dos recursos e resiliência climática.

“Com esta iniciativa, o Porto de Kribi pretende combinar o desempenho de uma infraestrutura de águas profundas com a experiência de investidores conceituados para construir uma zona industrial portuária de nível internacional ao serviço da transformação económica dos Camarões e do prestígio da África Central”, afirmou Melom.

Verdadeiro polo de competitividade regional, a Zona Industrial Integrada no Porto de Kribi ambiciona tornar-se um catalisador da industrialização inclusiva, da criação de empregos sustentáveis e da integração económica na África Central.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Contacto para os media:
Solange Kamuanga-Tossou 
Departamento de Comunicação e Relações Externas 
media@afdb.org

Sobre o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org/pt

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A KFC homenageia 55 mulheres que dão mais a África

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

Quando Lesego Chombo foi coroada Miss Botsuana em 2022, criou imediatamente uma fundação para apoiar jovens desfavorecidos e os seus pais nas zonas rurais.

Depois de terminar o seu mandato como Miss Mundo África em novembro de 2024, a jovem de 26 anos tornou-se a mais jovem ministra do Governo do Botsuana ao ser nomeada Ministra da Juventude e dos Assuntos de Género e está agora a liderar a elaboração de um projeto de lei sobre a violência baseada no género, centrado na proteção, cuidados e apoio às vítimas, bem como na prevenção.

Raïssa Banhoro apercebeu-se de que a falta de literacia, a literacia numérica limitada e a falta de ferramentas digitais acessíveis estavam a impedir a literacia digital das mulheres na Costa do Marfim, pelo que desenvolveu a Lucie, a primeira aplicação móvel de literacia do país com assistência vocal na língua local, que abordava os três desafios.

Em seguida, foi pioneira num modelo de formação digital intensiva e gratuita para jovens que não trabalham, não estudam nem seguem qualquer formação, conseguindo uma taxa de emprego de 100% para os que terminaram a formação.

Chombo e Banhoro são duas das 55 mulheres que a KFC África está a celebrar para assinalar o Dia Internacional da Mulher, no domingo, 8 de março, e honrar o tema global da ocasião “Dar para Ganhar”.

“Estas não são apenas histórias de conquistas individuais”, afirmou Akhona Qengqe, Diretora Geral da KFC África. “Estas são histórias de mulheres que dão mais a África.

“Concedem acesso onde antes havia exclusão. Oferecem oportunidades onde as perspetivas eram limitadas. Dão esperança onde esta não existia.”

O poder de dar

Há 55 anos que a KFC África ajuda as comunidades e capacita mulheres, as quais constituem 60% da sua força de trabalho.

Para assinalar o Dia Internacional da Mulher em 2024, celebrou 53 estreias femininas nos seus 22 mercados e, no ano passado, homenageou 54 mulheres responsáveis pela defesa da igualdade de género.

Este ano, o foco passa a ser o poder da dádiva, muitas vezes por mulheres que encarnam este espírito diariamente sem reconhecimento, recursos ou fanfarra.

As 55 mulheres homenageadas, uma por cada ano de presença da marca em África, incluem também:

  • Nice Leng’ete, do Quénia, que em 2014 persuadiu os anciãos Maasai a abandonarem formalmente a mutilação genital feminina. Trabalhando com a Amref Health Africa, e com a sua própria fundação, ajudou mais de 21.000 raparigas a escapar a esta prática.
  • Dr. Germaine Retofa, de Madagáscar, que transformou os cuidados maternos numa das regiões mais pobres do país num sistema que salva vidas e garante que a localização ou o rendimento de uma mulher não afetam as suas hipóteses de sobrevivência.
  • Alexandra Machado, de Moçambique, que é pioneira num modelo de mentoria circular que teve impacto em 25.000 mulheres moçambicanas, triplicando as taxas de transição escolar e provando que o investimento na liderança feminina é uma estratégia de alto retorno para o desenvolvimento nacional.

Da visibilidade à voz

“Para a lista deste ano das primeiras mulheres de África, procurámos deliberadamente mulheres cuja influência pode não encher estádios, mas cujo impacto enche corações”, afirmou Qengqe.

“Entre elas contam-se mulheres que criaram redes tecnológicas para as suas colegas, alargaram o acesso aos cuidados de saúde, tornaram os cuidados menstruais uma prioridade nacional, visaram melhorar o acesso das raparigas à educação e combateram as disparidades salariais entre homens e mulheres.

“Trata-se de mulheres de diversas origens – advogadas, políticas, profissionais de saúde, empresárias, autoras, tecnólogas e organizadoras comunitárias. Algumas são figuras bem conhecidas. Muitas não são.

“O que as une é o que dão: orientação, proteção, acesso, conhecimento, visibilidade, oportunidade, recursos e tempo.”

O efeito cascata da dádiva

A Diretor de Recursos Humanos, Cultura e Objetivos, Nolo Thobejane, afirmou que o tema Dar para Ganhar está profundamente relacionado com a abordagem da KFC ao empoderamento.

“Durante anos, vimos como a dádiva cria retornos exponenciais”, afirma. “Quando a KFC Add Hope dá refeições a crianças vulneráveis através de centros de alimentação liderados por mulheres, as comunidades ganham nutrição e dignidade.

“Quando a Women on the Move proporciona o desenvolvimento da liderança às mulheres da nossa empresa, toda a organização ganha uma liderança mais forte e diversificada. Quando a nossa Streetwise Academy dá às jovens qualificações acreditadas, as famílias ganham mobilidade económica.”

Thobejane diz que muitas mulheres da equipa da KFC África estão a retribuir às suas comunidades de forma significativa. “Temos gerentes de restaurantes que orientam jovens mulheres que estão a entrar no mercado de trabalho. Temos membros da equipa que gerem programas pós-escolares nas suas comunidades. Temos franqueados que criam caminhos para que outras mulheres tenham acesso à propriedade de empresas. A sua dádiva acontece de forma discreta, consistente e com um objetivo profundo.”

Quando as comunidades ganham, África sobe

O tema do Dia Internacional da Mulher de 2026 desafia o mundo a reconhecer que a dádiva tem um efeito multiplicador. Quando as mulheres são respeitadas e têm visibilidade, oportunidades, orientação, recursos e acesso, as comunidades beneficiam.

Qengqe afirmou que, embora os progressos no sentido da igualdade de género na África Subsariana tenham estagnado – o Relatório do Fórum Económico Mundial sobre as disparidades de género em 2025 (http://apo-opa.co/3OYsxIp) prevê que a paridade de género esteja a 107 anos de distância – a lista de mulheres africanas pioneiras da KFC prova que a transformação é possível.

“Estas 55 mulheres não estão preparadas para esperar mais de um século”, afirma. “Estão a dar agora para que as suas comunidades possam ganhar agora. E quando as comunidades ganham, a África sobe.”

A lista completa das 55 mulheres que dão mais a África está disponível em: https://apo-opa.co/3MZ2rEs

Distribuído pelo Grupo APO para KFC Africa.

Contacto para os meios de comunicação social:
aloma@kamuses.co.za

Para nomear mulheres que dão mais a África: 
za-kfcafricamedia@yum.com

Sobre a KFC África:
A KFC faz parte da história de África desde 1971, quando o primeiro restaurante abriu em Joanesburgo. Atualmente com mais de 1500 restaurantes em 22 países subsarianos, é a marca líder de restaurantes de serviço rápido do continente e a casa do frango frito Original Recipe® que milhões de pessoas adoram. 

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Aliança das Instituições Financeiras Multilaterais Africanas (AAMFI) nomeia o Dr. Corneille Karekezi como Presidente enquanto a Aliança acolhe novos membros; Banco de Desenvolvimento da África Ocidental e Banco Regional de Desenvolvimento Marítimo

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

A Aliança das Instituições Financeiras Multilaterais Africanas (AAMFI) nomeou o Dr. Corneille Karekezi como Presidente do seu Conselho de Administração, sucedendo ao Sr. Samaila Zubairu, Presidente e Director Executivo da Sociedade Financeira Africana (AFC), que foi o segundo Presidente da Aliança desde a sua criação em 2024.

A nomeação foi confirmada durante a Nona Reunião do Conselho de Administração da AAMFI, realizada no dia 14 de Fevereiro de 2026, à margem da 39.ª Sessão Ordinária da Conferência dos Chefes de Estado e de Governo da União Africana (Cimeira da UA) em Adis Abeba, Etiópia.

O Dr. Karekezi desempenha actualmente as funções de Director-Geral do Grupo e Director Executivo da Sociedade Africana de Resseguros [African Reinsurance Corporation (Africa Re)]. Assume a liderança da AAMFI num momento crucial, em que as instituições financeiras multilaterais africanas aprofundam a colaboração para mobilizar capital a longo prazo, reforçar a arquitectura financeira do continente e promover soluções lideradas por África para os desafios do financiamento do desenvolvimento. Sob a sua liderança, a Aliança continuará a promover uma coordenação institucional mais forte, dando resposta às lacunas de financiamento e reforçando a voz de África nos debates sobre a reforma financeira global, em conformidade com a Agenda 2063.

Além disso, o Conselho de Administração confirmou os principais cargos de liderança, nomeando o Sr. Manuel Moses, Director Executivo da Companhia Africana de Seguros para o Desenvolvimento do Comércio e do Investimento [African Trade and Investment Development Insurance (ATIDI)], como Primeiro Vice-Presidente, e o Sr. Thierno-Habib Hann, Director-Geral e Director Executivo do Banco de Desenvolvimento Shelter Afrique, como Segundo Vice-Presidente.

A reunião foi igualmente um marco no crescimento da AAMFI, com a admissão formal de dois novos membros: o Banco Regional de Desenvolvimento Marítimo (RMDB) e o Banco Oeste Africano de Desenvolvimento (BOAD). A sua admissão reforça o alcance regional da Aliança e expande a sua capacidade nas áreas marítima, de infra-estruturas, comércio e financiamento do desenvolvimento.

Reflectindo sobre o seu mandato, o Sr. Samaila Zubairu afirmou: “Foi uma honra ter exercido as funções do cargo de Presidente. Ao longo do último ano, concentramo-nos na criação de empregos, na transformação das indústrias e no reforço da colaboração entre as nossas instituições. Estou confiante que, sob a liderança do Dr. Corneille Karekezi, a AAMFI continuará a aprofundar o seu impacto e a promover as prioridades de desenvolvimento de África.”

Sobre a sua nomeação, o Dr. Corneille Karekezi afirmou: “É um privilégio liderar a AAMFI neste momento decisivo. O nosso foco será a mobilização de capital africano, o reforço da colaboração entre as nossas instituições e a garantia de que as prioridades de desenvolvimento de África sejam financiadas de forma a promover a Agenda 2063.”

Distribuído pelo Grupo APO para Alliance of African Multilateral Financial Institutions (AAMFI).

Sobre a Aliança das Instituições Financeiras Multilaterais Africanas (AAMFI) ou Clube Africano:
A Aliança das Instituições Financeiras Multilaterais Africanas (AAMFI), conhecida igualmente como o Clube Africano, é uma aliança de Instituições Financeiras Multilaterais Africanas (AMFIs) detidas e controladas por africanos. Foi criada para promover a colaboração, cooperação e coordenação entre os seus membros, em apoio aos objectivos de desenvolvimento económico sustentável e integração de África, em conformidade com os seus respectivos mandatos.

A Aliança foi lançada em colaboração com a Comissão da União Africana pelos Chefes de Estado africanos à margem da 37.ª Sessão Ordinária da Conferência dos Chefes de Estado e de Governo da União Africana, a 17 de Fevereiro de 2024, em Adis Abeba, Etiópia.

Os membros da AAMFI incluem a Sociedade Financeira Africana (AFC); o Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank); o Grupo Banco de Comércio e Desenvolvimento (TDB Group); a Sociedade Africana de Resseguros (Africa Re); a Companhia Africana de Seguros para o Desenvolvimento do Comércio e do Investimento (ATIDI); o Banco de Desenvolvimento Shelter Afrique (SHAFDB); a ZEP-RE (Companhia de Resseguros PTA); o Banco de Desenvolvimento da África Oriental (EADB); o Fundo Africano de Solidariedade (ASF); e o Fundo para o Desenvolvimento das Exportações em África (FEDA). Os novos membros incluem o Banco Regional de Desenvolvimento Marítimo (RMDB) e o Banco de Desenvolvimento da África Ocidental (BOAD).

Os membros da AAMFI têm vindo a amadurecer ao longo de várias décadas e, em conjunto, controlam um saldo superior a 70 mil milhões de dólares americanos, utilizado para responder às lacunas críticas de África em matéria de comércio, investimento, seguros e financiamento do desenvolvimento. A formação da Aliança sublinha o compromisso comum dos seus membros em apoiar a auto-suficiência e o desenvolvimento económico sustentável de África, tirando partido das instituições africanas, das soluções locais e da acção coordenada.

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O Secretário de Energia dos Estados Unidos da América (EUA), Chris Wright, retorna ao Powering Africa Summit 2026 para discutir acesso à energia e clean cooking

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Secretário de Energia dos Estados Unidos, Chris Wright, retornará ao Powering Africa Summit (PAS), que será realizado em Washington, D.C., nos dias 19 e 20 de março de 2026, onde participará de uma conversa especial (fireside chat) com foco em acesso à energia e clean cooking.

Após ter feito o discurso principal e participado de uma conversa especial na 10ª edição comemorativa do PAS 2025, o Secretário Wright voltará a se reunir com formuladores de políticas públicas e líderes do setor na edição deste ano para discutir a cooperação EUA–África em infraestrutura energética, minerais críticos e estratégias de investimento.

Dando continuidade ao tema do ano passado, “O Futuro da Parceria Energética EUA–África”, o PAS 2026 analisará como a política externa dos Estados Unidos está se transformando sob a atual administração, inclusive por meio de uma diplomacia comercial orientada ao investimento.

Sob o tema deste ano, “Impulsionando a Parceria EUA–África: Infraestrutura Energética, Minerais Críticos e Estratégias de Investimento”, será destacada a evolução desde o PAS 2025 e o papel de acordos recíprocos no avanço do desenvolvimento de minerais críticos e no aumento do comércio entre os Estados Unidos e a África.

Algumas das principais sessões do Summit abordarão investimentos em infraestrutura de grande escala, garantias e financiamento, bem como a forma como as estratégias de gás entre os EUA e a África estão fortalecendo a segurança energética e o comércio bilateral. Diversos líderes governamentais de alto nível estarão presentes, incluindo:

  • S.E. Honorável Jeremiah Kpan Koung, Vice-Presidente da Libéria
  • S.E. Honorável Dr. Eng. Habtamu Itefa Geleta, Ministro da Água e Energia, Etiópia
  • S.E. Honorável John Abdulai Jinapor, Ministro da Energia e Transição Verde, Gana

Makhtar Diop, Diretor-Geral da International Finance Corporation (IFC), estará presente para fazer as observações de abertura do Summit, ao lado de Adam Cortese, CEO da empresa especializada em soluções de energia renovável Sun Africa, que fará o discurso de boas-vindas do patrocinador do Summit.

Cortese comentou:
“A Sun Africa tem orgulho de patrocinar o Powering Africa Summit 2026 em um momento transformador para a colaboração energética entre os EUA e a África. A liderança contínua e o engajamento do Secretário Wright reforçam o compromisso crescente com soluções práticas e orientadas ao investimento que ampliam o acesso à energia e desbloqueiam oportunidades em minerais críticos e infraestrutura. Estamos ansiosos por um diá. significativo com ministros, formuladores de políticas e parceiros da indústria para avançar iniciativas ganha-ganha, fundamentadas em pragmatismo e rentabilidade, garantindo um sucesso sustentável e duradouro.”

Outros representantes seniores de organizações, agências e instituições globais de destaque incluem:

  • John Jovanovic, Presidente, U.S. Export-Import Bank (EXIM)
  • Nicholas Checker, Alto Funcionário do Bureau de Assuntos Africanos, Departamento de Estado dos EUA
  • Thomas Hardy, Diretor Adjunto e COO, U.S. Trade and Development Agency (USTDA)
  • Daniel Petrie, Chefe de Gabinete Interino, Millennium Challenge Corporation (MCC)
  • Nancy Rivera, Diretora Executiva, U.S. International Development Finance Corporation (DFC)

Simon Gosling, Diretor-Geral da EnergyNet, comentou:
“Estamos muito satisfeitos em retornar a Washington, D.C., no próximo mês para a 11ª edição do Powering Africa Summit e, naturalmente, em receber novamente o Secretário de Energia Chris Wright para dialogar com stakeholders sobre o futuro das relações EUA–África. No Summit do ano passado, o Secretário destacou a abordagem integrada de todo o governo dos EUA na parceria com as nações africanas, e estamos satisfeitos em confirmar uma representação ampla e de alto nível dos Departamentos de Estado, Energia, EXIM, DFC, MCC e Comércio para oferecer insights essenciais sobre as políticas da Administração Trump…”

Ao lado da patrocinadora do Summit, Sun Africa, a Petrodex participa como Patrocinadora Principal, a Genesis Energy como Patrocinadora do Aplicativo de Networking e o Lagos State Office of Works como Parceiro Governamental Africano. Outros patrocinadores incluem Endeavor Energy, Denham Capital, Mission 300 e HYDRO-LINK. Entre os Patrocinadores Associados estão Absa, Alliant, Allied Talent Partners, A&O Shearman, Nant Power, NRECA International e McDermott, Will & Schulte.

Distribuído pelo Grupo APO para EnergyNet Ltd..

Para oportunidades de parceria, entre em contato:
Poliana Sperandio
Poliana@EnergyNet.co.uk

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Grupo Banco Africano de Desenvolvimento investe 6,5 milhões de euros no fundo Saviu II para apoiar start-ups tecnológicas na África Ocidental e Central francófona

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Conselho de Administração do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento aprovou (www.AfDB.org), a 27 de fevereiro de 2026, em Abidjan, uma participação de 6,5 milhões de euros no capital do fundo Saviu II, para apoiar startups tecnológicas em início de atividade e de primeira angariação de fundos institucionais, principalmente na África Ocidental e Central francófona.

O Grupo Banco investirá 4,5 milhões de euros em capital próprio, bem como 2 milhões de euros sob a forma de uma tranche de cobertura da primeira perda por conta da Comissão Europeia no âmbito do Programa Boost Africa (https://apo-opa.co/4r90J1f). Esta participação da instituição pan-africana permitirá ao fundo Saviu II dar prioridade a empresas com forte componente tecnológica ou digital.

O fundo de capital de risco Saviu II tem como objetivo realizar pelo menos 60% dos seus compromissos nos países francófonos da África Ocidental e Central: Costa do Marfim, Camarões, Benim, Senegal, Togo, Burquina Faso e Mali. Pode também coinvestir na África Oriental em empresas tecnológicas promissoras que disponham de uma equipa e de um modelo comercial sólidos, com a estratégia de penetrar no mercado dos países francófonos da África Ocidental e estabelecer uma forte presença na região.

O Saviu II, o segundo veículo de investimento da Saviu Partners, prevê investir entre 500 mil e três milhões de euros em cerca de vinte start-ups ‘B2B’ tecnológicas ou com vocação tecnológica, em fase de arranque ou de primeira angariação de fundos institucionais.

Além disso, o fundo dedicará uma verba específica a investimentos de pré-lançamento, ajudando as empresas em aquisições de participações minoritárias, geralmente em coinvestimento com estúdios, incubadoras ou outros parceiros do ecossistema.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Contacto para os media:
Alexis Adélé 
Departamento de Comunicação e Relações Externas 
media@afdb.org

Sobre o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org/pt

Sobre a Saviu Partners:
Criado em 2018, o fundo Saviu Partner adquiriu uma sólida experiência no acompanhamento de startups tecnológicas em fase de arranque na África Ocidental e Central francófona. O primeiro veículo de investimento do gestor de fundos independente, Saviu I, lançado em 2018 com uma capitalização de dez milhões de euros, ilustra a estratégia de investimento centrada no ‘lançamento e desenvolvimento’ adotada pelo gestor. Esta abordagem consiste em investir em start-ups com elevado potencial e prestar-lhes apoio prático em áreas como o desenvolvimento comercial, o recrutamento, a expansão internacional e a angariação de fundos. O fundo Saviu I investiu em 12 start-ups sediadas principalmente nos países francófonos da África Ocidental.

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“Queremos um Fórum mais representativo e mais plural em matéria de Governação Aberta em Cabo Verde” – Eurico Monteiro

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Ministro da Modernização do Estado e da Administração Pública defendeu, esta quinta-feira, 26 de fevereiro, uma maior participação da sociedade civil, tendo em vista a construção de um Fórum mais representativo e mais plural em matéria de Governação Aberta em Cabo Verde.

Eurico Monteiro fez esta afirmação durante a abertura da VII reunião do Fórum Nacional Multissetorial da Open Government Partnership/Parceria para o Governo Aberto (OGP), que reuniu diversos stakeholders na Praia, para reformulação dos elementos constituintes deste órgão e preparação do III Plano de Ação Nacional para a Governação Aberta.

“É isto que dá credibilidade ao Fórum, porquanto permite uma visão mais crítica e alinhada com as necessidades da sociedade”, sublinhou o Ministro, para quem este encontro representa, antes de mais, um momento de reforma institucional, para dar mais peso à Sociedade Civil, à academia e demais representações, não ficando apenas o Estado com o poder decisório sobre questões importantes do país.

“Estamos na caminhada para a construção do terceiro Plano de Ação Nacional para a Governação Aberta, após concluir o segundo Plano, com sucesso, em 2025, e, para tal, queremos construir um Fórum verdadeiramente representativo, por forma a que este importante instrumento reflita, fundamentalmente, a preocupação das pessoas, porque hoje nós não falamos da democracia pela circunstância de haver eleições regulares para mudança do Governo, mas sobretudo, quando as pessoas têm uma participação mais ativa na vida política, social e cultural do país”, explicou Eurico Monteiro.

Essa participação ativa que se quer, particularmente na vida política, entende o Ministro, depende muito da relevância da informação disponibilizada às pessoas. Para isto, sublinhou o governante, a governação aberta é fundamental. “As pessoas precisam do acesso à informação, do que se passa verdadeiramente no país, porque, só a partir desses dados é que podem criticar, apoiar, apresentar sugestões, alternativas e, naturalmente, aumentar o seu grau de exigência em relação à performance do Governo e em relação às políticas públicas implementadas”, disse.

Para o Ministro, não obstante, ser ainda necessário fazer mais, “já demos passos importantes, em matéria de transparência”. A título de exemplo, citou, o próprio Portal da Transparência, onde se pode ter acesso a dados importantes da execução das políticas públicas, nomeadamente daquilo que está no Orçamento do Estado e nas contas nacionais; das despesas, dos contratos, “de todas as aquisições de uma forma geral, o que inspira confiança nas pessoas”.

“Se quiser saber quanto é que a Câmara Municipal da Praia recebeu durante este ano ou no ano passado, encontra facilmente esses dados porque através do Portal da Transparência pode-se aceder a toda essa informação.  Tudo o que se espera em termos de receitas, as contratações que foram feitas, as despesas efetuadas, tudo isto, hoje, está à disposição dos cidadãos, graças ao Portal da Transparência, implementando por este Governo”, indicou o governante, segundo quem, essas ações são importantes para fazer uma avaliação correta e adequada dos órgãos no poder.

“Mas também a Administração Pública, toda ela, está talhada, não só nesta parte orçamental e financeira, para apresentar esses dados e dar essas informações”, finalizou o Ministro, apontando o Portal Único dos Serviços Digitais do Estado GOV.CV  https://www.gov.cv, lançado recentemente, como mecanismo para aumentar a participação dos cidadãos e, sobretudo, a conectividade entre o cidadão e o Estado.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

Governo recebe delegação da International Boxing Association na sua primeira visita oficial a Cabo Verde

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Governo de Cabo Verde recebeu, esta quarta-feira, 25 de fevereiro, uma delegação da International Boxing Association (IBA), chefiada pelo seu Secretário-Geral, Chris Roberts, que se encontra no país em visita de trabalho, a convite do Ministro da Juventude e Desporto, Carlos do Canto Monteiro.

A deslocação da IBA teve como principal objetivo conhecer, no terreno, as políticas públicas e as apostas estratégicas do Executivo para o desenvolvimento do boxe em Cabo Verde, bem como acompanhar os projetos em curso da Federação Cabo-verdiana de Boxe e avaliar a realidade atual da modalidade no país.

Recebida pelo Ministro Carlos Monteiro, no Palácio do Governo, a delegação da IBA – composta por quatro membros – esteve igualmente acompanhada pelo Presidente da Federação Cabo-verdiana de Boxe, Manuel Monteiro.

Durante o encontro, foram discutidos dois pontos centrais: a possibilidade de Cabo Verde acolher o Campeonato Africano de Boxe 2026 e a manifestação de interesse do país em sediar a Confederação Africana de Boxe.

Esta primeira visita oficial da IBA ao arquipélago representa um sinal de reconhecimento do trabalho desenvolvido no setor e constitui uma oportunidade estratégica para o reforço da cooperação institucional e para a consolidação e projeção internacional do boxe cabo-verdiano.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

Grupo Banco Africano de Desenvolvimento concede subvenção de 16,6 milhões de dólares ao IITA para expandir as tecnologias agrícolas em África

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) (www.AfDB.org) e o Instituto Internacional de Agricultura Tropical (IITA) assinaram um acordo de subvenção no valor de 16,61 milhões de dólares para lançar a terceira fase do Programa de Tecnologias para a Transformação Agrícola Africana (TAAT-III), com o objetivo de expandir a produção alimentar resiliente às alterações climáticas em todo o continente.

O acordo, assinado na quarta-feira em Abuja, reforça o compromisso comum de modernizar a agricultura africana através da expansão de tecnologias comprovadas, do fortalecimento dos sistemas de sementes e da expansão das parcerias entre instituições de investigação, governos e atores do setor privado.

Desde o seu lançamento em 2018, o TAAT tornou-se uma das plataformas mais eficazes e transformadoras de África para a inovação agrícola, alcançando quase 25 milhões de agricultores e aumentando a produtividade dos principais produtos básicos. 

A iniciativa expandiu práticas agrícolas resilientes às alterações climáticas em mais de 35 milhões de hectares.

Trabalhando em estreita colaboração com o Grupo Consultivo de Centros Internacionais de Investigação Agrícola (CGIAR) e parceiros nacionais e regionais, o TAAT aumentou o rendimento das colheitas em até 69% e gerou mais de 4 mil milhões de dólares em valor adicionado ao setor agrícola. Países como o Sudão, Etiópia, Zâmbia, Zimbabué e Nigéria registaram ganhos notáveis na produtividade dos produtos alimentares básicos e na resiliência aos choques climáticos.

A Nigéria tem sido um dos principais beneficiários das iniciativas do TAAT. No âmbito do seu Compacto do Trigo, os agricultores que adotaram variedades melhoradas resistentes ao calor mais do que duplicaram os rendimentos, passando de 1,7 toneladas por hectare para 3,5 toneladas por hectare. As avaliações do sistema de sementes apoiadas pelo programa também ajudaram a enquadrar as reformas nacionais para expandir o acesso a sementes certificadas e resistentes às alterações climáticas.

Ao discursar na cerimónia de assinatura, Abdul Kamara, diretor-geral do Departamento Nacional da Nigéria do Grupo Banco, disse que a nova fase vai centrar-se na ampliação da inovação mais rapidamente: “O TAAT-III reforça o compromisso do Banco em garantir que tecnologias agrícolas comprovadas e resistentes às alterações climáticas cheguem aos agricultores mais rapidamente e em escala. Esta fase reforça os sistemas que proporcionam inovação, ajudando os países a aumentar a produtividade, melhorar a resiliência e alinhar os esforços de transformação agrícola com as quatro novas áreas de ênfase do Banco, denominadas os Quatro Pontos Cardeais ».

Financiado pelo Fundo Africano de Desenvolvimento, a janela de empréstimos concessionais do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento, o TAAT-III consolidará os ganhos anteriores, introduzindo um modelo de funcionamento mais sustentável e impulsionado pelo setor privado. A iniciativa visa reforçar os sistemas de distribuição de sementes e tecnologia, aprofundar as parcerias com governos e empresas agrícolas e expandir as ferramentas digitais, incluindo os seus catá.s eletrónicos de tecnologia e plataformas de monitorização em tempo real, para acelerar a implementação de soluções de alto impacto.

Simeon Ehui, diretor-geral do IITA, observou: “O TAAT-III permite-nos aprofundar a implementação de soluções baseadas na ciência que melhoram o rendimento e os meios de subsistência dos agricultores. Trabalhando com o Banco e os nossos parceiros, estamos a expandir tecnologias que tornam os sistemas alimentares africanos mais resilientes e competitivos”.

O TAAT teve um papel de destaque no apoio ao Mecanismo Africano de Produção Alimentar de Emergência do Grupo Banco, ajudando os países a implementar rapidamente sementes e tecnologias melhoradas para estabilizar o abastecimento alimentar durante as recentes perturbações globais. A terceira fase do programa visa integrar estas inovações nas estratégias nacionais de investimento agrícola a longo prazo.

Espera-se que o TAAT-III alcance mais 14 milhões de agricultores em 37 países de baixo rendimento e vulneráveis servidos pelo Fundo Africano de Desenvolvimento, a janela de financiamento concessional do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Contacto para os media: 
Nkiruka Ugoh
Departamento Nacional do BAD na Nigéria, 
media@afdb.org

Sobre o Grupo do Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org/pt

Pesalink e Sistema Pan-Africano de Pagamentos e Liquidações (PAPSS) desbloqueiam pagamentos transfronteiriços em moedas locais no Quénia

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

  • Transferências instantâneas de banco para banco 24/7 através das fronteiras africanas em moedas locais.
  • Pagamentos transfronteiriços mais simples para indivíduos, empresas e PME.
  • Mais de 80 participantes da rede Pesalink estão agora ligados a 160 bancos participantes do PAPSS.

A Pesalink, a rede de pagamentos instantâneos de facto do Quénia, estabeleceu uma parceria com o Sistema Pan-Africano de Pagamentos e Liquidações (PAPSS) para facilitar os pagamentos transfronteiriços e acelerar a integração financeira regional.

A parceria permite pagamentos transfronteiriços instantâneos, 24 horas por dia, 7 dias por semana, dos participantes do PAPSS para bancos e operadores de dinheiro móvel dentro da rede Pesalink no Quénia, todos liquidados em moedas locais. Isto reduz os requisitos complexos de bancos correspondentes e a dependência de moedas de reserva estrangeiras.

O PAPSS, uma iniciativa do Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) em colaboração com a União Africana e o Secretariado da ZCLCA, permite pagamentos transfronteiriços entre países africanos. A Pesalink é agora uma Fornecedora de Conectividade Técnica. Isto significa que mais de 80 participantes quenianos, incluindo bancos, empresas de tecnologia financeira, cooperativas de crédito e empresas de telecomunicações na rede Pesalink, estarão ligados a mais de 160 bancos comerciais e empresas de tecnologia financeira na plataforma PAPSS.

Os pagamentos transfronteiriços continuam a ser dispendiosos e lentos para muitas empresas africanas. O relatório do Banco Mundial de 2023 (http://apo-opa.co/4baDSh7) sobre os preços das remessas indica que o envio de dinheiro através das fronteiras africanas acarreta, em média, um custo de 7 a 8% do montante total enviado (acima da média global de 6 a 7%). A liquidação pode também demorar entre três a sete dias úteis.

A parceria Pesalink-PAPSS vai reduzir custos, acelerar as liquidações e ajudar particulares, PME e empresas a enviar dinheiro de forma mais eficiente através das fronteiras.

Durante a assinatura da parceria, realizada nos escritórios da Pesalink em Nairobi, o Director Executivo do PAPSS, Mike Ogbalu III, afirmou que “Para que o PAPSS tenha um impacto real é essencial a colaboração com sistemas de pagamento nacionais e privados, como a Pesalink. A Pesalink é o primeiro sistema de pagamento que testámos para a terminação de transacções no Quénia e já estamos a assistir a uma maior adoção, abrindo mais canais para pagamentos internacionais em moeda local em toda a África.”

O Director Executivo da Pesalink, Gituku Kirika, afirmou que “Os bancos quenianos poderão agora oferecer pagamentos internacionais mais rápidos e baratos. Ajudarão os seus clientes a desenvolver mais relações comerciais regionais e a prosperar numa economia digital mais integrada.”

Distribuído pelo Grupo APO para Afreximbank.

Para mais informações, queira, por favor, contactar:
Trezer Maina
Chefe de Marketing dos Serviços de Pagamento Integrados Limitados [Integrated Payment Services Limited]
Correio Electrónico:  twmaina@ipsl.co.ke

Papa Samba Thiongane
Chefe de Marketing e Comunicações do PAPSS
Correio Electrónico: communications@papss.com

Sobre a Pesalink:
A Pesalink é a rede de pagamentos instantâneos e interoperáveis do Quénia. Facilita pagamentos 24 horas por dia, 7 dias por semana, entre contas bancárias, carteiras de dinheiro móvel, empresas de tecnologia financeira e cooperativas de crédito (SACCOs) através de aplicações, online ou USSD. A Pesalink é operada pelos Serviços de Pagamento Integrados Limitados [Integrated Payment Services Limited (IPSL)] e pertence à Associação de Bancos do Quénia. Os IPSL foi criada em 2015, de acordo com a Lei do Sistema Nacional de Pagamentos.  Com mais de 80 instituições já integradas, a rede tornou-se um pilar central da infra-estrutura de pagamentos em tempo real do Quénia.

Sobre o Sistema Pan-Africano de Pagamentos e Liquidações (PAPSS):
O Sistema Pan-Africano de Pagamentos e Liquidações (PAPSS) é uma criação do Afreximbank, a principal instituição de financiamento comercial em África, cuja missão inclui estimular a expansão, a diversificação e o desenvolvimento do comércio africano. O PAPSS permite o fluxo eficiente e seguro de dinheiro através das fronteiras africanas, minimizando os riscos e contribuindo para a integração financeira entre regiões. Actualmente conta com mais de 160 bancos comerciais na sua plataforma.

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Grupo Banco Africano de Desenvolvimento e União Africana renovam impulso para viagens sem visto para acelerar a transformação económica de África

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

Os decisores políticos, líderes empresariais e instituições de desenvolvimento africanos renovaram os apelos para viagens isentas de visto em todo o continente, descrevendo a livre circulação de pessoas como essencial para desbloquear a transformação económica de África no âmbito da Zona de Comércio Livre Continental Africana (AfCFTA).

O apelo foi reforçado num Simpósio de Alto Nível sobre a promoção de uma África isenta de Vistos para a Prosperidade Económica, organizado pelo Grupo Banco Africano de Desenvolvimento e pela Comissão da União Africana, à margem da 39.ª Cimeira da União Africana de Chefes de Estado e de Governo, em Adis Abeba.

Os participantes enquadraram a mobilidade como o elo que faltava na agenda de integração de África, argumentando que, embora as tarifas estejam a diminuir no âmbito da AfCFTA, os regimes restritivos de vistos continuam a limitar o comércio de serviços, os fluxos de investimento, o turismo e a mobilidade da mão de obra.

Alex Mubiru, Diretor-Geral para a África Oriental do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento, afirmou que as viagens sem visto, os sistemas digitais interoperáveis e os mercados integrados são facilitadores práticos do empreendedorismo, da inovação e das cadeias de valor regionais para traduzir as ambições políticas em atividade económica.

“As evidências são claras. A economia apoia a abertura. A história humana exige-a”, disse aos participantes, exortando os países a passarem de reformas incrementais para uma “mudança transformadora”. 

Amma A. Twum-Amoah, Comissária para a Saúde, Assuntos Humanitários e Desenvolvimento Social da Comissão da União Africana, apelou a uma implementação mais rápida dos quadros continentais existentes, descrevendo a abertura dos vistos como uma alavanca estratégica para aprofundar os mercados regionais e reforçar as respostas coletivas às crises económicas e humanitárias.

A ex-presidente da Comissão da UA, Nkosazana Dlamini-Zuma, reiterou que a livre circulação é fundamental para o plano de desenvolvimento a longo prazo da União Africana, a Agenda 2063. “Se aceitamos que somos africanos, então temos de ser capazes de circular livremente pelo nosso continente”, afirmou, exortando os Estados-Membros a operacionalizar iniciativas como o Passaporte Africano e o Protocolo de Livre Circulação de Pessoas.

A Ministra do Comércio e Indústria do Gana, Elizabeth Ofosu-Adjare, partilhou a experiência do seu país como um dos primeiros a adotar políticas de vistos abertos para viajantes africanos, citando o aumento das viagens de negócios, do turismo e do interesse dos investidores como os primeiros dividendos de uma maior abertura.

O Simpósio também analisou as conclusões do mais recente Índice de Abertura de Vistos em África, que mostra que mais de metade das viagens intra-africanas ainda requerem vistos antes da partida – o que é visto pelos participantes como um entrave significativo ao comércio intracontinental.

Mesfin Bekele, diretor executivo da Ethiopian Airlines, apelou à plena implementação do Mercado Único Africano de Transporte Aéreo (SAATM), afirmando que a conectividade aérea e a liberalização dos vistos devem avançar em conjunto para permitir viagens sem interrupções.

Representantes regionais, incluindo Elias Magosi, secretário executivo da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral, enfatizaram a importância de construir confiança por meio da gestão de fronteiras e sistemas digitais de compartilhamento de informações.

Gabby Otchere Darko, presidente executivo da Africa Prosperity Network, instou os governos a apoiarem a campanha “Make Africa Borderless Now” (Tornar a África sem fronteiras agora), enquanto o ativista do turismo Ras Mubarak pediu mais ratificações do protocolo de livre circulação de pessoas da UA.

Os participantes concluíram que a concretização de uma África sem vistos exigirá o alinhamento das políticas de migração, dos sistemas de identidade digital e das infraestruturas fronteiriças, a par de um compromisso político sustentado.

Num gesto simbólico, os participantes assinaram uma ‘parede de passaportes’, sinalizando o seu apoio à aceleração das reformas destinadas a facilitar a circulação dos cidadãos através das fronteiras africanas.

O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento e a Comissão da União Africana afirmaram que continuarão a trabalhar com os Estados-Membros e os organismos regionais para promover abordagens coordenadas  sobre a mobilidade, considerada uma pedra angular da integração, competitividade e crescimento a longo prazo de África.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Sobre o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org/pt

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