Governo de Cabo Verde condena qualquer tomada do poder pela força na Guiné-Bissau

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Governo de Cabo Verde acaba de tomar conhecimento, com grande preocupação, dos últimos acontecimentos ocorridos e a decorrer na Guiné-Bissau, nomeadamente, sobre o comunicado do autodenominado  “Alto Comando Militar para o Restauração da Segurança do Estado e da Ordem Publica”, no qual reivindica a tomada do poder nesse país.

O Governo de Cabo Verde, condena, com veemência, qualquer tomada do poder pela força, mormente, num país, irmão pertencente à CPLP e à sub-região CEDEAO, esta que, nos últimos anos, infelizmente, tem sido palco de subversão e usurpação do poder pela força das armas, chegando a um terço dos seus membros.

Tal situação é contrária aos princípios democráticos e às regras de convivência pacífica, pelo que Governo de Cabo Verde apela aos envolvidos que se abstenham de qualquer ato de violência e intimidação e que a ordem constitucional seja rapidamente restabelecida, incluindo a conclusão do processo eleitoral.

O Governo, através da Embaixada de Cabo Verde na Guiné-Bissau, está a seguir com atenção, a situação da comunidade cabo-verdiana nesse país.

O Governo de Cabo Verde reitera o seu firme compromisso com os princípios e valores de um Estado de Direito Democrático e a forma pacifica e democrática de ascensão ao poder político.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

Organização das Nações Unidas (ONU) alerta para piora da crise humanitária no Sudão com mais de 106 mil deslocados

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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As Nações Unidas revelaram nesta terça feira que mais de 106 mil pessoas fugiram da área sudanesa de El Fasher e aldeias vizinhas em apenas um mês.

Em informe diário a jornalistas, o porta-voz do secretário-geral disse que a situaçao ocorre enquanto as equipas humanitárias enfrentam falta de recursos, insegurança e necessidades que superam largamente a capacidade de resposta.

Deslocações em larga escala após tomada de El Fasher

A Organização Internacional para as Migrações, OIM, comunicou que mais de 106 mil pessoas foram deslocadas desde a tomada de El-Fasher pelas Forças de Apoio Rápido há cerca de um mês.

Grande parte dos deslocados chega à cidade de Tawila, onde muitas pessoas já enfrentam desnutrição aguda e doenças potencialmente fatais.

O subsecretário-geral para os Assuntos Humanitários, Tom Fletcher, reforçou durante a sua visita ao local a necessidade de acesso humanitário sem impedimentos a todos os civis.

Serviços de saúde saturados e operações humanitárias condicionadas

Os funcionários humanitários reportam grandes desafios operacionais, incluindo falta de financiamento e insegurança nas principais rotas de acesso.

Instalações de saúde encontram-se sobrecarregadas, e clínicas móveis lutam para atender o aumento de feridos, casos de desnutrição e infeções respiratórias.

A ONU alerta que, sem reforço urgente de serviços básicos e mais financiamento, a situação em Tawila poderá deteriorar-se ainda mais, apesar dos esforços das organizações no terreno para manter a assistência.

Violência afeta outras regiões de Darfur e Kordofan

No estado de Darfur Central, a ONG Médicos Sem Fronteiras voltou a reduzir o apoio ao hospital de Zalingei por motivos de segurança, após o assassinato de um trabalhador do Ministério da Saúde e ferimentos em outros quatro.

A violência também continua no Kordofan, onde mais de 600 pessoas foram deslocadas no último sábado após ataques a duas aldeias no sul da região.

ONU apela a proteção de civis e aumento urgente do financiamento

O porta-voz reiterou o apelo das Nações Unidas para a proteção de civis em todo o Sudão e para garantir acesso seguro e contínuo às populações afetadas.

A ONU pediu ainda aos doadores que aumentem rapidamente o financiamento destinado às operações humanitárias em Darfur, Kordofan e noutras áreas que enfrentam necessidades crescentes.

Distribuído pelo Grupo APO para UN News.

Nigéria: Grupo Banco Africano de Desenvolvimento empresta 500 milhões de dólares para apoiar a governação económica e a transição energética

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Conselho de Administração do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (www.AfDB.org), reunido em Abidjan, aprovou um empréstimo de 500 milhões de dólares ao Governo da República Federal da Nigéria para financiar a segunda fase do Programa de Apoio à Governação Económica e à Transição Energética. A operação baseada em políticas é para os anos fiscais de 2024 e 2025.

“A segunda fase do programa visa estimular o crescimento inclusivo, acelerando as reformas estruturais no setor energético, ao mesmo tempo que apoia reformas progressivas da política fiscal para aumentar as receitas não petrolíferas e expandir o espaço fiscal. A nova fase consolidará e aproveitará as conquistas da primeira fase”, disse Abdul Kamara, diretor-geral do Escritório do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento na Nigéria.

O programa irá centrar-se em três áreas principais:

· Primeiro, o programa irá aprofundar as reformas da política fiscal, reforçando os sistemas de gestão das finanças públicas e aumentando a transparência e a eficiência da despesa pública.

· Segundo, irá acelerar a reforma do setor da engenharia energética para reduzir a pobreza energética, expandir o acesso à energia, melhorar a governação do setor e atrair investimento privado.

· Em terceiro lugar, apoiará a implementação do plano de transição energética através de medidas que promovam a adaptação às alterações climáticas e a mitigação dos seus efeitos, incluindo a introdução de normas de eficiência energética para aparelhos elétricos.

A Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC) também será atualizada para o período 2026-2030.

Os beneficiários diretos do programa são o Ministério Federal da Energia, o Ministério Federal das Finanças, o Serviço Federal de Receitas Internas, o Gabinete do Auditor Geral, o Gabinete de Gestão da Dívida, o Conselho Nacional das Alterações Climáticas da Nigéria (NCCC), o Ministério Federal do Ambiente, a Comissão Reguladora da Eletricidade da Nigéria (NERC) e outros organismos responsáveis pelas políticas sociais e económicas.

Os benefícios também serão revertidos para as empresas privadas, sob a forma de um clima de investimento melhorado e de oportunidades no setor energético ao nível dos estados individuais da Federação, bem como da criação de um ambiente mais propício às parcerias público-privadas.

A 31 de outubro de 2025, a carteira ativa do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento na Nigéria compreendia 52 projetos, com um compromisso total de 5,1 mil milhões de dólares.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Contacto para os media: 
Alexis Adélé
Departamento de Comunicação e Relações Externas
media@afdb.org

Sobre o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org/pt

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Benim: Fundo Africano de Desenvolvimento concede um financiamento adicional de 28 milhões de dólares para aumentar a contribuição do setor privado para a economia do país

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Conselho de Administração do Fundo Africano de Desenvolvimento aprovou, a 24 de novembro de 2025, em Abidjan, um financiamento adicional de 28 milhões de dólares ao Benim para a continuação do Programa de Apoio à Governação Económica e ao Desenvolvimento do Setor Privado (PAGE-DSP).

Após as fases I e II, implementadas com sucesso em 2023 e 2024, respetivamente, o objetivo deste apoio financeiro é aumentar a contribuição do setor privado local para a economia. Especificamente, trata-se de melhorar o clima de negócios, reforçar as Zonas Económicas Especiais, apoiar o setor agroindustrial e reforçar a resiliência climática.

“Este financiamento adicional conclui uma implementação exemplar das duas primeiras fases do programa pelo governo da República do Benim”, afirmou Robert Masumbuko, responsável pelo escritório nacional do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento no Benim.

Em termos de resultados esperados, o Programa pretende contribuir para alcançar, até 2025, resultados convincentes: um aumento dos investimentos privados para 35,5% do produto interno bruto em 2025, face aos 29,9% em 2022; um aumento do montante dos investimentos na zona económica especial de Glo-Djigbé para 23 mil milhões de FCFA, cerca de 40,5 milhões de dólares, que compara com os 11 mil milhões de FCFA, cerca de 19,3 milhões de dólares em 2021; um aumento do valor acrescentado das indústrias agroalimentares para 7,7% do produto interno bruto em 2025, contra 6,1% do PIB em 2022.

“Este programa vem consolidar os resultados das duas primeiras fases, que totalizaram cerca de 100 milhões de dólares”, salientou Ammar Kessab, chefe de programa principal do Banco Africano de Desenvolvimento.

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Alexis Adélé
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Libéria: Fundo Africano de Desenvolvimento investe mais de 7 milhões de dólares para concluir projeto de energia hidroelétrica

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Conselho de Administração do Fundo Africano de Desenvolvimento, reunido hoje em Abidjan, aprovou um empréstimo adicional de 7,41 milhões de dólares para concluir a implementação do projeto de Energia Renovável para Eletrificação na Libéria. O Fundo Africano de Desenvolvimento (http://apo-opa.co/4ik4rlX) é a janela de empréstimos concessionais do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (http://www.AfDB.org).

O financiamento adicional será utilizado para cobrir os custos excedentes da construção da central hidroelétrica e infraestruturas relacionadas, bem como os custos excedentes de gestão do projeto relacionados com atrasos na implementação. O mecanismo financeiro também apoiará atividades subfinanciadas, incluindo a implementação do Plano de Ação para a Igualdade de Género. Estas utilizações específicas garantirão a concretização dos resultados previstos do projeto, que são a conclusão da central hidroelétrica, a sua integração na rede e a plena implementação das salvaguardas.

A Energia Renovável para Eletrificação da Libéria é uma iniciativa conjunta do governo liberiano e do Banco Africano de Desenvolvimento. O projeto foi aprovado a 31 de outubro de 2019, os acordos de financiamento foram assinados a 29 de janeiro de 2020 e a implementação do projeto começou em março de 2021.

A parte principal do projeto é a construção de uma central hidroelétrica a fio de água (produção de eletricidade utilizando a corrente do rio) com capacidade de 9,34 megawatts (56,5 gigawatts-hora/ano) na área de Gbedin Falls, no condado de Nimba. A central será ligada a uma linha de evacuação de 8 km e 33 quilovolts e a duas subestações transformadoras, bem como a uma linha de transmissão transfronteiriça. Serão construídas uma estrada de acesso permanente com 15 km e uma estrada temporária com 8 km até ao local da central hidroelétrica, para garantir o acesso ao local da central. O projeto prevê também a instalação de 50 km de linhas de distribuição de 33/0,4 quilovolts e a ligação de 6650 famílias à rede elétrica nos condados de Nimba e Bong.

Após a conclusão, o projeto deverá aumentar o mix energético nacional da Libéria em 56,5 gigawatts-hora por ano, representando cerca de 6,9% do abastecimento total da Libéria, e também expandirá o acesso à eletricidade para cerca de 60 mil pessoas que não estão ligadas. Além disso, 6.500 pessoas serão diretamente ligadas à rede nacional.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

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Alexis Adélé,
Departamento de Comunicação e Relações Externas, 
media@afdb.org

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Fundo Africano de Desenvolvimento concede mais de 14 milhões de dólares para reforçar a resiliência climática das comunidades no Sahel

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Conselho de Administração do Fundo Africano de Desenvolvimento aprovou, a 21 de novembro de 2025, em Abidjan, uma doação de 14,64 milhões de dólares americanos para contribuir para o financiamento do Projeto 2 do Programa de Reforço da Resiliência à Insegurança Alimentar e Nutricional no Sahel (P2-P2RS).

Este apoio financeiro adicional provém da Janela de Ação Climática (https://apo-opa.co/4ikYBRu), um mecanismo de financiamento sobre as alterações climáticas apoiado pelo Fundo Africano de Desenvolvimento, a janela de empréstimos a taxas concessionais do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento.

O objetivo da doação é reforçar as capacidades de adaptação e resiliência das comunidades do Sahel face à aceleração dos fenómenos climáticos extremos, através de uma dupla abordagem: a implementação da abordagem “aldeias climaticamente inteligentes” em torno das infraestruturas hidroagrícolas; e a melhoria do acesso e da utilização da informação climática.

O financiamento complementar prevê, assim, um apoio ao sistema de sementes através da disseminação de variedades de sementes melhoradas, resilientes e de elevada produtividade. Trata-se de uma atualização do Catá. regional de espécies e variedades, a criação de um portal de networking B2B, o reforço das capacidades de multiplicação de sementes hortícolas dos sistemas nacionais de investigação agrícola e das empresas de sementes para a sua disponibilização nas aldeias climaticamente inteligentes, um apoio à autonomização e ao reforço das capacidades das mulheres e dos jovens.

O projeto reforçará também os sistemas de recolha de dados sobre o clima e os seus impactos, a fim de reforçar a disponibilidade em tempo real dos dados das redes de observação. Para tal, criará uma plataforma digital integrada de recolha e gestão de dados e de difusão em tempo real de produtos e serviços, bem como um mecanismo regional de acompanhamento e gestão de dados sobre perdas e danos. Esta última atividade consistirá em reforçar a normalização da recolha de dados sobre perdas e danos nos países e desenvolver uma plataforma digital para a centralização e gestão de dados sobre perdas e danos.

A doação da Janela de Ação Climática abrangerá 30 municípios e tem como objetivo a criação de 60 aldeias climaticamente inteligentes nos países do Sahel, com o objetivo de reforçar a resiliência das comunidades.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

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Nigéria instada a liderar o regime regional de garantia de trânsito na Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO)

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) (www.Afreximbank.com) instou a Nigéria a defender a implementação de um sistema regional eficaz de garantias de trânsito ao abrigo do novo regulamento de trânsito aprovado pela Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO).

Ao proferir um discurso na sessão inaugural da Parceria Aduaneira para a Cooperação Africana no Comércio (Customs PACT), realizada em Abuja, Nigéria, de 17 a 19 de Novembro, a Sr.ª Kanayo Awani, Vice-Presidente Executiva de Comércio Intra-Africano e Desenvolvimento das Exportações do Afreximbank, destacou os desafios impostos pelo actual regime de trânsito rodoviário interestadual na região. Entre eles, destaca-se a falta de uma garantia regional de trânsito, o que leva a uma dependência excessiva da escolta física das mercadorias em trânsito pelas alfândegas, o que aumenta os custos e resulta em ineficiências.

A Sr.ª Awani afirmou que o Afreximbank estava empenhado em trabalhar com a Nigéria, a CEDEAO e o Banco de Investimento e Desenvolvimento da CEDEAO para apoiar a região na implementação de um sistema regional eficaz de garantia de trânsito, que complementaria os esforços das seguradoras nacionais e das câmaras de comércio e lhes permitiria aumentar a sua capacidade.

Afirmou que o Banco está actualmente a implementar um regime de garantia de trânsito de mil milhões de dólares americanos para facilitar a circulação de mercadorias em África, abordando os desafios persistentes do trânsito e respondendo às preocupações das autoridades aduaneiras sobre o risco de mercadorias entrarem ilegalmente nos mercados e sobre a potencial perda de direitos aduaneiros e impostos.

A Sr.ª Awani explicou que, ao abrigo do Esquema Africano de Garantia de Trânsito Colaborativo do Afreximbank, é emitida uma  para garantir os direitos aduaneiros, reduzindo significativamente os obstáculos burocráticos e facilitando o comércio transfronteiriço, com a eliminação da necessidade de múltiplas cauções de trânsito, aumentando a eficiência comercial e reduzindo substancialmente os custos das empresas.

Acrescentou que o programa já estava a ser implementado no Mercado Comum para a África Oriental e Austral (COMESA) ao abrigo de uma linha de crédito de 300 milhões de dólares americanos com a ZEP RE (PTA Reinsurance Company), uma resseguradora sediada em Nairobi, Quénia. A Sr.ª Awani sublinhou que o programa permitiria poupar pelo menos 300 milhões de dólares americanos por ano em custos de trânsito quando totalmente implementado a nível continental.

Afirmou que o Afreximbank está aberto a colaborar com a Nigéria e outros países africanos para estabelecer postos fronteiriços únicos e infra-estruturas relacionadas, com base na sua experiência no posto fronteiriço de Beitbridge, entre a África do Sul e o Zimbabwe. A modernização desse posto fronteiriço, implementada com o apoio do Afreximbank e de outros parceiros, resultou numa redução do tempo de despacho no posto de 3-5 dias para um máximo de 3-5 horas.

O Afreximbank, disse a Sr.ª Awani aos delegados presentes, apoiou o evento por perceber que questões não resolvidas de infra-estruturas materiais, particularmente em matéria de alfândegas e facilitação do comércio, impediriam a livre circulação de mercadorias no âmbito da Zona de Comércio Livre Continental Africana (ZCLCA) se não fossem resolvidas. De acordo com a Agência de Desenvolvimento da União Africana (AUDA-NEPAD), explicou ela, 75% dos atrasos na circulação de mercadorias se devem a questões de facilitação do comércio, com apenas 25% atribuídos a falhas de infra-estruturas.

Destacou igualmente o desafio colocado pela falta de sistemas harmonizados e pela sua interoperabilidade, bem como pelos sistemas aduaneiros nacionais que não comunicam entre si.

Sua Excelência Bola Ahmed Tinubu, Presidente da Nigéria, enviou uma mensagem de apoio à Customs PACT, afirmando que este se alinha perfeitamente com o compromisso do governo nigeriano de promover a integração regional, melhorar a facilitação do comércio e posicionar a Nigéria e África como actores competitivos na economia global.

A mesa-redonda da Customs PACT foi organizada para revolucionar a cooperação aduaneira e comercial, promover o comércio intra-africano e posicionar África como uma força formidável no comércio global. Foi organizada pelo Serviço Aduaneiro da Nigéria, em colaboração com o Afreximbank, o Secretariado da ZCLCA e com o apoio da Organização Mundial das Alfândegas.

Distribuído pelo Grupo APO para Afreximbank.

Contacto para a Imprensa:
Vincent Musumba
Gestor de Comunicações e Eventos (Relações com os Meios de Comunicação Social)
Correio Electrónico: press@afreximbank.com

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Sobre o Afreximbank:
O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) é uma instituição financeira multilateral pan-africana com mandato para financiar e promover o comércio intra e extra-africano. Há mais de 30 anos que o Banco utiliza estruturas inovadoras para oferecer soluções de financiamento que apoiam a transformação da estrutura do comércio africano, acelerando a industrialização e o comércio intra-regional, impulsionando assim a expansão económica em África. Apoiante firme do Acordo de Comércio Livre Continental Africano (ACLCA), o Afreximbank lançou um Sistema Pan-Africano de Pagamento e Liquidação (PAPSS) que foi adoptado pela União Africana (UA) como plataforma de pagamento e liquidação para sustentar a implementação da ZCLCA. Em colaboração com o Secretariado da ZCLCA e a UA, o Banco criou um Fundo de Ajustamento de 10 mil milhões de dólares para apoiar os países que participam de forma efectiva na ZCLCA. No final de Dezembro de 2024, o total de activos e contingências do Afreximbank ascendia a mais de 40,1 mil milhões de dólares e os seus fundos de accionistas a 7,2 mil milhões de dólares. O Afreximbank tem notações de grau de investimento atribuídas pela GCR (escala internacional) (A), Moody’s (Baa2), China Chengxin International Credit Rating Co., Ltd (CCXI) (AAA), Japan Credit Rating Agency (JCR) (A-) e Fitch (BBB-). O Afreximbank evoluiu para uma entidade de grupo que inclui o Banco, a sua subsidiária de fundo de impacto de acções, denominada Fundo para o Desenvolvimento das Exportações em África (FEDA), e a sua subsidiária de gestão de seguros, AfrexInsure (em conjunto, “o Grupo”). O Banco tem a sua sede em Cairo, Egipto.

Para mais informações, visite: www.Afreximbank.com.

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Lançada Pela Western Corridor Limited na Zâmbia a Rota Comercial Mais Rápida para o Porto de Walvis Bay

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

Sua Excelência, o Presidente da República da Zâmbia, Sr. Hakainde Hichilema, presidiu a cerimónia de lançamento da primeira pedra do Projeto de Transformação do Corredor Ocidental, marcando o início oficial de uma iniciativa de desenvolvimento marcante levada a cabo através de uma Parceria Público-Privada (PPP) com a Western Corridor Limited (WCL). Executada como um Veículo de Propósito Específico (VPE), a Western Corridor Limited (https://www.WesternCorridorLimited.com) é a concessionária constituída pela BeefCo Limited e pela First Quantum Minerals (FQM) Limited.

Trabalhos significativos já começaram no projeto desde a cerimónia de lançamento da primeira pedra realizada a 31 de outubro de 2025 na cidade de Kasempa. A cerimónia contou com a presença de altos funcionários do Governo, como o Ministro das Finanças e do Planeamento Nacional, Dr. Situmbeko Musokotwane, o Ministro do Comércio, Indústria e Comércio, Sr. Chipoka Mulenga, o Ministro das Infraestruturas e Desenvolvimento Urbano, Sr. Charles Milupi, oficiais da Agência de Desenvolvimento Rodoviário (RDA), pessoal superior do governo, líderes tradicionais, parceiros do setor privado e membros do eleitorado.

Este projeto é uma iniciativa estratégica liderada pelo setor privado, alinhada com o Oitavo Plano Nacional de Desenvolvimento (8NDP) do governo. Está posicionada para desbloquear o vasto potencial económico do Corredor Ocidental através de investimentos estratégicos em setores chave, incluindo agricultura integrada, desenvolvimento de infraestruturas e adição de valor.

A Western Corridor Limited (WCL) irá melhorar o alinhamento atual de gravilha para um padrão betuminoso, incluindo duas novas pontes sobre os rios Lalafuta e Luena e obras rodoviárias urbanas selecionadas nos Distritos de Kasempa e Kaoma. O projeto rodoviário de 371 km promete padrões de estrada melhorados que reduzirão significativamente os tempos de viagem, criarão empregos e impulsionarão o potencial de exportação. A estrada ligará zonas mineiras chave e impulsionará a capacidade agrícola, além de ser a rota comercial mais rápida para o porto de Walvis Bay na Namíbia.

Discursando na cerimónia, o Presidente Hakainde Hichilema destacou o alinhamento do projeto com as prioridades do governo na promoção do crescimento económico, particularmente na agricultura e na mineração. O Presidente destacou o vasto potencial que aguarda na conectividade regional e no comércio internacional, afirmando: “Esta estrada significa negócios, negócios para movimentar mercadorias da Zâmbia para o mundo através do porto de Walvis Bay, e do mundo, através de Walvis Bay, de volta para a Zâmbia.” O Presidente enfatizou que mesmo quando o país estava falido, a prioridade principal era ajudar o povo da Zâmbia através de intervenções como a Parceria Público-Privada (PPP) para desbloquear o investimento. “Este é um grande dia porque as infraestruturas, as estradas em particular, abrem o investimento. De Mutanda a Kasempa, Kaoma a Mongu, Senanga a Sesheke até Katima Mulilo; esta será a rota mais rápida para Walvis Bay. Desde a Independência, os residentes de Kasempa podem, pela primeira vez, viajar distâncias mais curtas até Lusaka através de Kaoma e Mumbwa.” O Presidente expressou ainda satisfação com a perspetiva de a infraestrutura rodoviária melhorada abordar diretamente as questões do desemprego, proporcionando empregos à comunidade local e aos jovens, bem como fornecendo apoio às MPME através de oportunidades para empreiteiros e fornecedores locais, com pelo menos 20% dos trabalhos do projeto reservados para empreiteiros, prestadores de serviços e/ou fornecedores cidadãos zambianos.

O CEO da Western Corridor Limited, Buks Jansen Van Rensburg, reiterou a importância de trabalhar em equipa para concretizar a visão da estrada Mutanda para Kaoma. “Vamos construir mais estradas, vamos proteger as nossas estradas e infraestruturas e dar apoio ao país e a todas as comunidades,” enfatizou. “Não procurem ajuda externa, procuremos soluções zambianas para desafios zambianos. O Honrado Milupi deu uma oportunidade à Western Corridor Limited, ele nos impulsionou para além dos nossos limites e agora esta estrada é uma realidade através da Parceria Público-Privada,” acrescentou.

O Diretor Nacional da First Quantum Minerals (FQM) Limited, Dr. Godwin Beene, disse que a iniciativa reflete a crença da FQM de que a mineração deve atuar como um catalisador para o desenvolvimento inclusivo e sustentável. “Compreendemos que um setor de mineração próspero depende de uma rede rodoviária robusta e bem conservada — uma que ligue os centros de produção aos mercados, as comunidades às oportunidades e as pessoas à prosperidade”, afirmou o Dr. Beene. Ele acrescentou que, “ao longo da última década, a First Quantum Minerals investiu em infraestruturas rodoviárias em Solwezi e Kalumbila. Estes projetos, como este, foram concebidos para melhorar a acessibilidade, aumentar a segurança e estimular a iniciativa local. A Estrada Mutanda–Kaoma baseia-se nesse legado; demonstrando como o investimento privado responsável pode complementar de forma significativa as prioridades de infraestrutura públicas.”

A cerimónia de lançamento da primeira pedra significa o início de grandes obras de desenvolvimento, anunciando uma nova era de prosperidade económica e social para o Corredor Ocidental. Este evento sublinha o compromisso do Governo em promover o desenvolvimento sustentável, criar oportunidades significativas de emprego e melhorar os meios de subsistência em toda a província.

Distribuído pelo Grupo APO para Western Corridor Limited.

Para mais informações:
Contato:
Nome: Kasole Sakavuyi
Título: Encarregado de Ligação com a Mídia
Agência: Manic Creatives
Número de Telefone: +260 974607451
Email: socialmedia@manic.co.zm

Sobre a Western Corridor Limited (WCL):
A WCL é um Veículo de Propósito Específico (VPE) estabelecido como Concessionário para a Estrada Mutanda–Kasempa–Kaoma sob um modelo de Parceria Público-Privada (PPP). A concessão integra o projeto, financiamento, construção, operações e manutenção para fornecer um Corredor Ocidental seguro e fiável.

Concessionário: Western Corridor Limited (WCL), constituída pela BeefCo Holdings Limited (BeefCo) e pela First Quantum Minerals (FQM) Limited.

Governança: Western Corridor Limited (WCL) e o Governo da República da Zâmbia através do Ministério das Finanças e do Planeamento Nacional, do Ministério das Infraestruturas, Habitação e Desenvolvimento Urbano e da Agência de Desenvolvimento Rodoviário.

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O Afreximbank apresenta um desempenho sólido e estável nos nove meses findos a 30 de Setembro de 2025

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank ou o “Banco”) (www.Afreximbank.com) e as suas subsidiárias (o “Grupo”) apresentaram resultados sólidos para o período de nove meses findo a 30 de Setembro de 2025, destacando a sua contínua resiliência financeira.

Durante o período, o total de activos e contingências aumentou 6,98%, passando de 40,1 mil milhões de dólares a 31 de Dezembro de 2024 (ano fiscal de 2024) para 42,9 mil milhões de dólares, sublinhando a trajectória de crescimento consistente do Banco.

Embora os empréstimos e adiantamentos líquidos tenham fechado em 28,0 mil milhões de dólares (ano fiscal de 2024: 29,0 mil milhões de dólares), a redução deveu-se em grande parte a reembolsos antecipados não programados por parte de clientes cuja situação financeira melhorou devido ao aumento dos fluxos de caixa e ao reforço das posições em moeda estrangeira impulsionado pelo aumento dos preços das matérias-primas. A qualidade dos activos do Banco continua sólida, evidenciada por um rácio de crédito mal parado de 2,51%, em comparação com 2,33% no ano fiscal de 2024.

A posição de liquidez do Banco continuou forte, com o caixa e equivalentes de caixa a aumentarem para 7,6 mil milhões de dólares, face aos 4,6 mil milhões de dólares no ano fiscal de 2024. Este aumento foi impulsionado por iniciativas de angariação de fundos bem-sucedidas e direccionadas e por reembolsos antecipados não programados de empréstimos por parte de clientes mutuários. Como resultado, a proporção de activos líquidos em relação ao total de activos aumentou e representou 20%, em comparação com 13% no ano fiscal de 2024. Esta sólida liquidez posiciona bem o Grupo para apoiar as suas actividades de desembolso planificadas.

Os fundos dos accionistas cresceram para 7,7 mil milhões de dólares a 30 de Setembro de 2025, apoiados por lucros gerados internamente de 654,3 milhões de dólares e novos influxos de capital de 224,9 milhões de dólares mobilizados sob o Aumento Geral de Capital II. Os saldos dos fundos dos accionistas reportados levam em consideração os 350 milhões de dólares em dividendos apropriados dos lucros do ano fiscal de 2024.

Apesar da descida das taxas de referência, o rendimento bruto nos nove meses até Setembro de 2025 aumentou para 2,4 mil milhões de dólares, em comparação com os 2,3 mil milhões de dólares alcançados no mesmo período do ano passado. O rendimento operacional também cresceu 5,24%, para 1,44 mil milhões de dólares, mantendo uma forte eficiência de custos com um rácio custo/rendimento de 21%, bem abaixo do limite estratégico de 30%.

Consequentemente, o rendimento líquido também cresceu, aumentando de 642,2 milhões de dólares americanos nos 9M’2024 para 654,3 milhões de dólares americanos nos 9M’2025.

Os destaques dos resultados do Grupo Afreximbank são apresentados abaixo:

Métricas de Desempenho Financeiro

9 milhões em 2025

9 milhões em 2024

Receita Bruta (mil milhões de dólares americanos)

2,4

2,3

Receitas Líquidas (milhões de dólares americanos)

654,3

642,2

Rendimento do Capital Próprio Médio (ROAE)

12%

13%

Rendimento dos Activos Médios (ROAA)

2,35%

2,64%

Rácio de Eficiência

21%

17%

Métricas da Situação Financeira

9 milhões em 2025

9 milhões em 2024

Total de Activos (mil milhões de dólares americanos)

37,6

32,2

Total de Passivos (mil milhões de dólares americanos))

29,9

25,6

Fundos de Accionistas (mil milhões de dólares americanos)

7,7

6,6

Valor patrimonial líquido por acção (dólares americanos)

72.429

66.881

Rácio de Crédito Mal Parado

2,51%

2,42%

Caixa/Total de Activos

20%

12%

Rácio de Adequação de Capital (Basileia II)

                    25%

25%

O Sr. Denys Denya, Vice-Presidente Executivo Sénior do Afreximbank, comentou:

“Em meio a tensões geopolíticas persistentes, incerteza global e condições financeiras restritas, o Grupo demonstrou resiliência e apresentou um desempenho satisfatório no período de nove meses findo a 30 de Setembro de 2025, em linha com as expectativas. Esta resiliência, reflectida numa forte liquidez, numa base de capital robusta e em activos de alta qualidade, sublinha a capacidade do Grupo de navegar num ambiente operacional desafiador. Além de apoiar a rentabilidade, a resiliência demonstrada servirá como trampolim para expandir as actividades de empréstimo, aumentar a capacidade de cumprir o mandato do Grupo e criar valor sustentável a longo prazo, em linha com o 6.º Plano Estratégico”.

Distribuído pelo Grupo APO para Afreximbank.

Contacto para a Imprensa: 
Vincent Musumba
Gestor de Comunicações e Eventos (Relações com os Meios de Comunicação Social)
Correio Electrónico: press@afreximbank.com

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Sobre o Afreximbank:
O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) é uma instituição financeira multilateral pan-africana com mandato para financiar e promover o comércio intra e extra-africano. Há mais de 30 anos que o Banco utiliza estruturas inovadoras para oferecer soluções de financiamento que apoiam a transformação da estrutura do comércio africano, acelerando a industrialização e o comércio intra-regional, impulsionando assim a expansão económica em África. Apoiante firme do Acordo de Comércio Livre Continental Africano (ACLCA), o Afreximbank lançou um Sistema Pan-Africano de Pagamento e Liquidação (PAPSS) que foi adoptado pela União Africana (UA) como plataforma de pagamento e liquidação para sustentar a implementação da ZCLCA. Em colaboração com o Secretariado da ZCLCA e a UA, o Banco vai criar um Fundo de Ajustamento de 10 mil milhões de dólares para apoiar os países a participarem na ZCLCA de forma efectiva. No final de Dezembro de 2024, o total de activos e contingências do Afreximbank ascendia a mais de 40,1 mil milhões de dólares e os seus fundos de accionistas a 7,2 mil milhões de dólares. O Afreximbank tem notações de grau de investimento atribuídas pela GCR (escala internacional) (A), Moody’s (Baa2), China Chengxin International Credit Rating Co., Ltd (CCXI) (AAA), Japan Credit Rating Agency (JCR) (A-) e Fitch (BBB-). O Afreximbank evoluiu para uma entidade de grupo que inclui o Banco, a sua subsidiária de fundo de impacto de acções, denominada Fundo para o Desenvolvimento das Exportações em África (FEDA), e a sua subsidiária de gestão de seguros, AfrexInsure (em conjunto, “o Grupo”). O Banco tem a sua sede em Cairo, Egipto.

Para mais informações, visite: www.Afreximbank.com.

DECLARAÇÕES PROSPECTIVAS:
O Grupo Banco Africano de Exportação-Importação (Afreximbank) apresenta periodicamente declarações prospectivas por escrito e/ou orais, tal como consta no presente comunicado e noutras comunicações. De igual modo, os responsáveis do Banco podem fazer declarações prospectivas, quer por escrito, quer durante conversas verbais com investidores, analistas, meios de comunicação social e outros membros da comunidade de investidores. As declarações relativas às estratégias, objectivos, prioridades e resultados financeiros previstos do Banco para o período em causa constituem indicações futuras. São geralmente descritas com termos como “deveria”, “iria”, “pode”, “poderia”, “espera”, “antecipa”, “estima”, “projecta”, “pretende” e “acredita”.

Pela sua própria natureza, essas declarações exigem que o Banco faça suposições sujeitas a riscos e incertezas, especialmente incertezas relacionadas com o ambiente financeiro, económico, regulamentar e social em que o Banco opera. Alguns destes riscos estão fora do controlo do Banco e podem conduzir a resultados materialmente diferentes das expectativas inferidas a partir das indicações futuras. Os factores de risco que podem causar tais diferenças incluem declarações regulamentares, crédito, mercado (incluindo acções, mercadorias, divisas e taxas de juro), liquidez, operacional, reputacional, seguros, estratégia, jurídico, ambiental e outros riscos conhecidos e desconhecidos. Consequentemente, ao tomar decisões relativamente ao Banco, recomendamos que os leitores efectuem uma avaliação mais aprofundada e não se apoiem demasiado nas declarações prospectivas do Banco.

Quaisquer declarações prospectivas contidas neste comunicado de imprensa representam as opiniões da administração apenas na data deste documento. Essas declarações têm como objectivo ajudar os investidores e analistas do Banco a compreender a posição financeira, as estratégias, os objectivos, as prioridades e o desempenho financeiro previsto do Banco em relação ao período actual e, como tal, podem não ser apropriadas para outros fins. O Banco não se compromete a actualizar quaisquer declarações prospectivas, sejam elas escritas ou verbais, que possam ser feitas periodicamente por si ou em seu nome, excepto conforme exigido pelas disposições ou requisitos regulamentares aplicáveis. 

Níger dá passo importante rumo à conectividade de banda larga com a receção de mais de 1.000 quilómetros de fibra ótica

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Níger procedeu, a 14 de novembro de 2025, à receção provisória dos troços de fibra ótica realizados no âmbito do Projeto da espinha dorsal trans-saariana de fibra ótica (DTS), financiado pelo Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (www.AfDB.org). Esta etapa marca um avanço importante na melhoria da conectividade de banda larga do país e na integração digital regional.

Uma cerimónia oficial foi realizada em Niamey na presença do Ministro da Comunicação e das Novas Tecnologias da Informação, Adji Ali Salatou, do chefe do escritório nacional do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento no Níger, Mamadou Tangara, do coordenador do projeto DTS, Abdoulkarim Soumaila, e do diretor-geral da Niger Télécoms, Idrissa Djibo Maïga, bem como de empresas e todos os intervenientes envolvidos na realização dos trabalhos.

O custo do projeto está estimado em 43 milhões de euros, com financiamento proveniente do Fundo Africano de Desenvolvimento, a janela concessional do Grupo Banco, e uma contrapartida nacional.

O projeto tem duas componentes principais: por um lado, a construção de uma rede nacional e transfronteiriça de fibra ótica com 1031 quilómetros; por outro lado, a criação de um centro de dados nacional de nível Tier III.

Os troços de fibra ótica recebidos cobrem cinco eixos principais do país: Arlit-Assamaka – fronteira com a Argélia; Diffa – N’Guigmi – fronteira com o Chade; ZinderMagaria – fronteira com a Nigéria; Niamey – Dosso – Gaya – fronteira com o Benim; Niamey – Makalondi – fronteira com o Burquina Faso.

A estes cinco troços acrescenta-se um circuito local urbano de 88 quilómetros destinado a ligar os principais locais administrativos ao futuro centro de dados nacional.

Um passo decisivo para uma África mais conectada

O Ministro da Comunicação e das Novas Tecnologias da Informação, Adji Ali Salatou, recordou, a este respeito, a visão do governo: “Com a próxima entrada em serviço destas diferentes ligações, concretiza-se assim a visão e a vontade de Sua Excelência o General do Exército Abdourahamane Tiani, Presidente da República, Chefe de Estado. O seu Programa para a Refundação da República (PRR) prevê, de facto, a ligação do território nacional em infraestruturas de telecomunicações de muito alta velocidade abertas à sub-região e a abertura do Níger à era da informação e do conhecimento”.

“Gostaríamos de saudar uma etapa importante na construção de uma África conectada, inclusiva e soberana em termos tecnológicos”, declarou o Sr. Tangara no seu discurso. O representante do Grupo Banco no Níger recordou que a espinha dorsal trans-saariana constitui uma alavanca estratégica para reforçar as interligações entre vários países da sub-região (Argélia, Níger, Nigéria, Chade, Mali e Mauritânia) e reduzir os custos de conectividade para as populações, as administrações e as empresas.

O projeto permitirá, nomeadamente, melhorar a resiliência digital do Níger, acelerar a digitalização dos serviços públicos e criar novas oportunidades económicas para os jovens, graças a uma conectividade de banda larga de qualidade.

O coordenador do projeto DTS, Abdoulkarim Soumaila, destacou o impacto concreto do projeto no acesso digital, na redução dos custos de conectividade e na promoção de novos serviços digitais, nomeadamente o comércio eletrónico, os serviços financeiros móveis e a administração eletrónica. Recordou também que o projeto contribuiu fortemente para o emprego local nas zonas abrangidas.

“Esta rede não é um fim em si mesma, mas o início de um novo capítulo para o digital no Níger”, afirmou o Sr. Tangara, apelando a uma exploração eficaz e sustentável da infraestrutura em benefício dos cidadãos.

A 31 de outubro de 2025, a carteira ativa do Banco Africano de Desenvolvimento no Níger ascendia a mais de 663 mil milhões de FCFA, abrangendo energia, transportes, água e saneamento, agricultura, governação, assuntos sociais e digitais. O projeto DTS insere-se plenamente neste compromisso estratégico que visa promover um crescimento inclusivo, sustentável e impulsionado pela inovação.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Contacto para os media:
Departamento de Comunicação e Relações Externas
media@afdb.org

Sobre o Grupo do Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org/pt

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