Angola: Teresa Rodrigues Dias anúncia actualização das pensões

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

A ministra lembrou, ainda, que durante os últimos anos, as pensões foram actualizadas em vários momentos, sempre com base no princípio da diferenciação positiva e na aplicação de indicadores destinados a preservar a sustentabilidade financeira do INSS.

Teresa Rodrigues Dias apontou que os aumentos das pensões em 2022, 2024 e 2025 foram em montantes significativos, consistindo num aumento da pensão mínima de cerca de 100 por cento, passando para 100.000 kwanzas, enquanto a pensão máxima passou para 802.393,68 kwanzas, em 2025.

Estes aumentos, disse, permite, simultaneamente, preservar uma relação equilibrada entre as remunerações que serviram de base às prestações atribuídas e a capacidade financeira do Sistema.

Ainda em 2024, prosseguiu, no âmbito do Conselho Nacional de Concertação Social, o Governo e os parceiros sociais chegaram a um entendimento sobre a necessidade de actualizar estas prestações. E essa orientação foi concretizada muito recentemente, através do Decreto Presidencial n.º 95/26, de 22 de Maio, que estabeleceu o novo Regime Jurídico das Prestações Familiares na Protecção Social Obrigatória”.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Angola.

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Angola: Ministra esclarece funcionamento do Centro de Verificação de Incapacidades

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

Teresa Rodrigues Dias revelou, ainda, que a criação de uma nova prestação social, implicou a necessidade de instalar e tornar plenamente funcional o Centro de Verificação de Incapacidades do INSS e o seu Serviço de Avaliação e Verificação de Incapacidades, assim como dotar o SAVI de equipas médicas e técnicas devidamente qualificadas e proceder à sua formação, que decorreu no último mês de Julho, de modo a garantir a aplicação efectiva, com rigor científico e uniforme, a todos os requerentes da prestação, da nova Tabela Nacional de Incapacidades.

A governante apontou a a transformação digital, por via do desenvolvimento do portal SAVI, enquanto canal digital especializado para o requerimento, instrução, avaliação, decisão e o acompanhamento da prestação por invalidez absoluta.

“Os requerentes desta prestação serão apoiados tecnicamente até terem literacia suficiente, para de forma autónoma, caminharem e serem atendidos nos serviços locais do INSS”, assegurou.

O Portal SAVI, disse, facilita o acesso ao direito e a eficiência de funcionamento dos serviços do INSS, mas não substitui o contacto humano, designadamente, a avaliação médica quando esta for necessária.

A titular do MAPTSS considera que o Sistema consagra prestações no âmbito da protecção social obrigatória, pois são a demonstração de que o esforço contributivo dos trabalhadores e dos empregadores se transforma em protecção concreta perante a maternidade, encargos familiares, velhice, morte e outros acontecimentos susceptíveis de afectar gravemente o rendimento das famílias.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Angola.

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Cabo Verde na 76.ª Sessão da Organização Mundial da Saúde (OMS): O novo desafio para eliminar a transmissão vertical do Vírus da Imunodeficiência Humana (VIH)

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O anúncio foi feito pelo Ministro da Saúde de Cabo Verde durante a sessão temática da OMS sobre a eliminação de múltiplas doenças. O arquipélago não regista casos de transmissão de mãe para filho desde 2019 e já solicitou o apoio técnico da organização para liderar mais este processo na região.

Cabo Verde voltou a reafirmar a sua posição de liderança e ambição na saúde pública continental. Durante a sua intervenção na 76.ª Sessão do Comité Regional da Organização Mundial da Saúde (OMS) para a África, o Ministro da Saúde anunciou formalmente a nova meta estratégica do país: a preparação e liderança do processo com vista à obtenção da certificação internacional da eliminação da transmissão vertical do VIH (transmissão de mãe para filho).

O governante sublinhou que este novo compromisso representa um objetivo plenamente alcançável, alicerçado no histórico e na consistência das políticas públicas de saúde construídas pelo país. Cabo Verde apresenta dados sólidos nesta matéria: há cerca de sete anos que o arquipélago não regista novos casos de transmissão vertical do VIH, tendo os dois últimos casos ocorrido em 2019.

Para concretizar a meta, o Governo de Cabo Verde solicitou oficialmente o apoio técnico e estratégico da Organização Mundial da Saúde. O objetivo é estabelecer uma parceria direta para consolidar este avanço e demonstrar, mais uma vez, que a eliminação de doenças em África é possível com liderança, investimento e perseverança.

O novo desafio surge na sequência de uma trajetória de conquistas em saúde pública. Em menos de uma década, Cabo Verde alcançou três marcos históricos de relevância global: Poliomielite: Certificação como país livre da doença em novembro de 2016; Paludismo (Malária): Certificação da eliminação do paludismo em janeiro de 2024 (tornando-se o 3.º país da Região Africana e o 43.º do mundo a alcançá-lo); Sarampo e Rubéola: Certificação da eliminação em novembro de 2025.

Durante a intervenção, o Ministro destacou que estes resultados provam que, mesmo sendo um Pequeno Estado Insular em Desenvolvimento (SIDS), é possível alcançar grandes resultados na saúde quando há continuidade nas políticas públicas, instituições fortes e envolvimento ativo das comunidades.

A experiência cabo-verdiana na eliminação do paludismo serviu como modelo de estudo na sessão temática da OMS. O sucesso do país assentou em cinco pilares fundamentais: liderança política, vigilância epidemiológica robusta, controlo integrado de vetores, fortalecimento dos cuidados de saúde primários e envolvimento comunitário.

Contudo, ressaltou-se que a certificação não marca o fim do trabalho, mas sim o início da responsabilidade de preservar permanentemente esse estatuto perante ameaças como as alterações climáticas e a mobilidade humana. Para tal, o país tem apostado no reforço das portas de entrada, na transformação digital da saúde e em abordagens multissetoriais, exemplificadas pela realização recente de uma Megacampanha Nacional de Limpeza promovida em todos os municípios.

“A saúde pública não conhece fronteiras. Acreditamos que o sucesso de um país pode inspirar o sucesso de todo um continente”, concluiu o governante.

Distribuído pelo Grupo APO para Ministerio da Saúde, Cabo Verde.

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Fundo Soberano de Angola alcança 527 milhões de dólares em 2025

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Fundo Soberano de Angola (FSDEA) alcançou um resultado líquido de 527 milhões de dólares em 2025, um crescimento de aproximadamente 200 por cento face aos USD 176 milhões registados no exercício anterior, segundo o Relatório de Contas 2025, apresentado terça-feira, 25 de Agosto, em Luanda.

O documento refere que o resultado bruto atingiu 545 milhões de dólares, impulsionado pelo desempenho das carteiras de investimento e pela valorização dos activos financeiros e alternativos.

O activo total do FSDEA ascendeu a 4,716 mil milhões de dólares, um crescimento de 18 por cento comparativamente aos 3,990 mil milhões registados em 2024. Os capitais próprios atingiram 4,512 mil milhões de dólares, correspondentes a 95,7 por cento do activo total.

A carteira de investimentos líquidos registou uma rendibilidade de 14,65 por cento, acima da expectativa média anual de 5 por cento estabelecida na Estratégia de Alocação de Activos, enquanto os investimentos alternativos apresentaram uma rendibilidade de 42 por cento, reflectindo o desempenho das diferentes classes de activos que integram esta componente da carteira, segundo o relatório.

Os resultados foram alcançados num contexto internacional marcado pela volatilidade dos mercados financeiros, pelas alterações nas condições monetárias, tensões geopolíticas e incertezas sobre o crescimento económico global.

Neste cenário, indica o relatório, a diversificação da carteira manteve-se como um dos principais instrumentos para a gestão do risco, preservação do capital e identificação de oportunidades de retorno.

O secretário de Estado para as Finanças e Tesouro, Ottoniel dos Santos, que presidiu a cerimónia, assistida por representantes de diversas entidades públicas e privadas, defendeu a construção equilibrada da carteira de projectos do FSDEA, para a transformação da economia nacional.

Apontou a diversificação da base produtiva, o desenvolvimento do sector privado e o fortalecimento das infra-estruturas como desafios que exigem políticas públicas adequadas e instituições financeiras capazes de adoptar horizontes de longo prazo.

Por sua vez, o presidente do Conselho de Administração do FSDEA, Armando Manuel, frisou que mais do que o resultado de um único exercício, a instituição procura consolidar uma trajectória de criação de valor sustentável para o património soberano e para as futuras gerações.

Armando Manuel acrescentou que estratégia de investimentos alternativos do FSDEA está orientada para sectores prioritários e é implementada através de estruturas especializadas de investimento, com especial enfoque em oportunidades capazes de gerar retornos financeiros sustentáveis e contribuir para a diversificação económica.

O Fundo Soberano de Angola é uma instituição pública colectiva, dotada de personalidade jurídica e autonomia administrativa, financeira e patrimonial, criada ao abrigo do Decreto Presidencial n.º 48/11, de 9 de Março.

Especializado em investimentos estratégicos nos mercados financeiros e em activos alternativos, o FSDEA tem como missão maximizar os retornos a longo prazo, preservar o capital e contribuir para o crescimento sócio-económico sustentável de Angola. 

A instituição realiza investimentos em sectores estratégicos, no país e no estrangeiro, com vista à valorização do capital e a transferência geracional de riqueza.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Angola.

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África quer formar e reter 3 milhões de novos profissionais de saúde até 2035

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

Ministros da Saúde da África aprovaram nesta quarta-feira a Agenda de Profissionais de Saúde da África 2026 – 2035, com o compromisso de planejar, educar, empregar e reter mais de 3 milhões de profissionais de saúde até 2035.

O grande objetivo da iniciativa é fortalecer os sistemas de saúde e garantir que mais pessoas no continente tenham acesso a serviços de qualidade no momento e no local onde precisarem.

Fortalecimento do mercado de trabalho

A iniciativa foi adotada durante a 76ª sessão do Comitê Regional da Organização Mundial da Saúde, OMS, para a África em Adis Abeba, Etiópia.

Com a mudança, o foco deixa de ser somente a formação e passa a incluir o fortalecimento do mercado de trabalho em saúde por meio de um planejamento integrado.

O acordo chega em um momento considerado crítico para a região africana, que, embora tenha visto crescer a força de trabalho de saúde na última década, conta atualmente com apenas 46% dos funcionários de que necessita.

Estima-se que, em 2024, cerca de 5,72 milhões de profissionais estavam integrados no setor. Mas, sem medidas urgentes, o déficit poderá ultrapassar 6 milhões de trabalhadores até 2035.

Desemprego qualificado

O continente enfrenta, no entanto, um paradoxo entre o desfalque nas unidades de saúde e o desemprego qualificado: enquanto unidades operam com falta crônica de pessoal, estima-se que 1 milhão de profissionais formados estejam desempregados.

Uma dificuldade identificada após a graduação é que em vários países, mais da metade dos novos médicos, enfermeiros e parteiras não consegue colocação profissional . após se formar.

Para o diretor regional da OMS para a África, ao adotar a Agenda 2026–2035, os Estados-membros “reconheceram que educar os profissionais de saúde é apenas o começo”.

Mohamed Yakub Janabi diz que é preciso “criar as oportunidades e as condições que os permitam servir, crescer e prosperar onde são mais necessários.”

Fechar a lacuna de profissionais na África

A agenda apresenta uma proposta econômica para o financiamento do setor, visando fechar a lacuna de profissionais na África. Estima-se ser necessário um investimento adicional de US$ 4 a US$ 6 por pessoa ao ano.

Esse investimento torna-se expressivo pelo retorno econômico, sendo que cada US$ 1 investido pode gerar até US$ 10 em retornos econômicos diretos.

Quanto ao benefício social, o impacto pode alcançar cerca de 30 vezes o valor investido, traduzindo-se em populações mais saudáveis, maior produtividade e economias mais fortes.

A nova agenda teve como alicerce a Carta de Investimento em Profissionais de Saúde da África, cujo roteiro exige ação coordenada entre os setores de saúde, educação, finanças, trabalho e função pública.

Para as autoridades de saúde na região, mais do que a aprovação de políticas, o sucesso do plano será medido pelo número de profissionais capacitados em campo e por milhões de pessoas que passarão a ter acesso a cuidados essenciais de saúde.

Distribuído pelo Grupo APO para United Nations (UN).

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República Democrática do Congo: Organização das Nações Unidas (ONU) cita “vírus da indiferença” em alerta contra crise de ebola na República Democrática (RD) Congo

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O secretário-geral da ONU, António Guterres, disse que cerca de 500 novos casos de ebola são notificados por semana na República Democrática do Congo, RD Congo, afetando de forma desproporcional mulheres e crianças.

Para o chefe das Nações Unidas, o verdadeiro obstáculo na contenção do vírus não é a falta de conhecimento médico, mas sim a perigosa falta de atenção e de recursos da comunidade internacional. Ele ressaltou que este outro “inimigo” mata tão rápido quanto a própria doença.

Cenários mais frágeis do planeta

Ao falar a jornalistas, Guterres frisou que é necessário superar outro vírus: o “vírus da indiferença”. Ele indicou que a atenção internacional, o foco político e os recursos ainda estão aquém da realidade que se desenrola no terreno.

O secretário-geral ressaltou que a crise sanitária ocorre num dos cenários mais frágeis do planeta. Na província de Ituri, onde décadas de conflito já deslocaram um milhão de pessoas, o acesso a cuidados de saúde e alimentação é mínimo. 

Na região oriental congolesa, os trabalhadores comunitários e as equipes médicas operam sob constante ameaça, enfrentando ataques a ambulâncias e a centros de tratamento que já custaram a vida a mais de 40 profissionais de saúde.

Outra questão é a infraestrutura precária, que, aliada ao risco contínuo de violência, torna a missão de salvar vidas um desafio diário de sobrevivência.

Reforço da vigilância epidemiológica

Para conter o avanço do vírus, a resposta liderada pelo governo da RD Congo, com o apoio da Organização Mundial da Saúde e da União Africana, foca-se em cinco pilares estratégicos.

O primeiro é o engajamento comunitário para combater a desinformação, seguido pelo reforço da vigilância epidemiológica, pela expansão da capacidade de tratamento, pela realização de sepultamentos dignos e seguros e pelo bloqueio da transmissão pelas rotas fluviais e fronteiriças com países vizinhos.

Guterres disse que já se sabe exatamente como conter a transmissão e salvar vidas, mas que, sem financiamento contínuo, as operações correm o risco de parar em poucas semanas.

Resposta humanitária

O financiamento atual cobre apenas metade dos US$ 2,13 bilhões necessários para sustentar a resposta humanitária na região. A janela de oportunidade para evitar uma tragédia ainda maior está a fechar-se rapidamente, destacou o líder da ONU.

António Guterres ressaltou ainda que o mundo possui a tecnologia, os meios e o conhecimento para travar a expansão do ebola, mas precisa agir agora.

Para o chefe das Nações Unidas, superar o vírus da indiferença é a única forma de garantir que a determinação coletiva chegue ao terreno antes que o custo humano e financeiro se torne irreparável.

Distribuído pelo Grupo APO para United Nations (UN).

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Cabo Verde eleito para a Vice-Presidência do Fundo Africano para Emergências de Saúde Pública

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Ministro da Saúde de Cabo Verde, Lúcio Miranda Fernandes, foi eleito Vice-Presidente do Comité de Monitorização do Fundo Africano para as Emergências de Saúde Pública (APHEF). A eleição ocorreu durante a reunião de operacionalização da estrutura reconstituída do fundo, promovida pela OMS África em Adis Abeba, na Etiópia. A presidência do organismo fica a cargo do Quénia, representado pelo Secretário do Tesouro Nacional e Planeamento Económico, John Mbadi.

O APHEF é o principal instrumento financeiro continental criado para garantir a mobilização rápida, previsível e flexível de recursos em cenários de epidemias e surtos. A escolha de Cabo Verde reflete o reconhecimento internacional da credibilidade técnica e da diplomacia sanitária do país na construção de respostas regionais a crises de saúde pública.

Na qualidade de Vice-Presidente, o país passa a integrar a liderança responsável por acompanhar a implementação do fundo, assegurando maior transparência, rigor na governação e eficácia na aplicação dos recursos continentais. Embora a função não implique a gestão direta das verbas ou a concessão automática de verbas ao país, confere a Cabo Verde um papel central nas decisões estratégicas da segurança sanitária em África.

Para o Ministério da Saúde, a eleição amplia a influência nacional nos fóruns africanos de decisão, num momento em que a região enfrenta crescentes desafios ligados a doenças emergentes e impactos climáticos na saúde, consolidando o posicionamento de Cabo Verde como um parceiro ativo na promoção da cooperação e da solidariedade continental.

Distribuído pelo Grupo APO para Ministerio da Saúde, Cabo Verde.

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Cabo Verde e China Reforçam Cooperação no Domino da Comunicação Social

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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Por ocasião da participação do Ministro da Justiça, Presidência do Conselho de Ministros, Assuntos Parlamentares e Comunicação Social, Clóvis Isildo Silva, no 7° Fórum China-África, realizado de 19 a 21 de agosto, em Pequim, China, foi assinado um Acordo de Cooperação em Radiodifusão e Audiovisual Online entre Cabo Verde e a República Popular da China.

O acordo visa reforçar a cooperação entre os dois países no domínio da comunicação social, através do intercâmbio de conteúdos e programas de rádio, televisão e audiovisual online, bem como da partilha de experiências, conhecimentos e boas práticas.

O instrumento prevê ainda iniciativas conjuntas de formação e capacitação de profissionais, intercâmbio de conteúdos e cooperação em áreas ligadas à inovação tecnológica e à transformação digital dos meios de comunicação.

A assinatura deste acordo constitui mais um passo no fortalecimento das relações de amizade e cooperação entre Cabo Verde e a República Popular da China, abrindo novas oportunidades de intercâmbio e colaboração no setor da comunicação social.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

A Eco Atlantic e a Navitas destacam o potencial offshore da África do Sul à medida que a base de recursos se expande

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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A Eco (Atlantic) Oil & Gas e o seu parceiro estratégico, a Navitas Petroleum, estão a destacar a dimensão do potencial offshore de petróleo e gás da África do Sul, na sequência de uma avaliação atualizada dos recursos do Bloco 1 CBK, com a Câmara Africana de Energia (AEC) (https://EnergyChamber.org) a apoiar a continuação do investimento internacional no país, ao mesmo tempo que apela a um ambiente regulatório que permita o avanço da exploração e do desenvolvimento.

A Navitas e a Eco estimam que o Bloco 1 CBK, localizado na zona offshore da África do Sul, na Bacia de Orange, contenha mais de 3,6 mil milhões de barris de recursos petrolíferos prospetivos sem risco, a par de aproximadamente 4,5 biliões de pés cúbicos de recursos gasosos prospetivos. As estimativas baseiam-se em dados sísmicos existentes, prevendo-se uma interpretação adicional à medida que os parceiros continuam a avaliar a área e as suas potenciais opções de desenvolvimento. A avaliação atualizada dos recursos surge na sequência da decisão da Navitas de entrar como sócia no Bloco 1 CBK, em maio de 2026.

A Câmara congratula-se com o crescente interesse internacional nos recursos offshore da África do Sul, considerando projetos como o Bloco 1 CBK como prova do potencial de investimento que está a emergir nas bacias fronteiriças do país.

«A África do Sul tem a oportunidade de transformar o seu potencial de recursos offshore em investimento, segurança energética, emprego e crescimento económico, e apoiamos as empresas que estão preparadas para comprometer capital e conhecimentos técnicos com essa oportunidade», afirmou NJ Ayuk, Presidente Executivo da AEC. «Ao mesmo tempo, os investidores precisam de ter confiança de que o quadro regulatório será claro, previsível e eficiente. A África do Sul pode atrair significativamente mais capital de exploração se proporcionar a certeza necessária para fazer avançar os projetos, mantendo simultaneamente normas ambientais rigorosas.»

A mais recente atualização sobre o Bloco 1 da CBK faz parte de uma relação estratégica mais ampla entre a Eco e a Navitas, que abrange várias oportunidades na Margem Atlântica. Nas Ilhas Malvinas, a Navitas identificou um recurso prospectivo de categoria 2U de aproximadamente 640 milhões de barris de petróleo no seu primeiro alvo de perfuração selecionado na PL001, na Bacia das Malvinas do Norte. Sujeito à conclusão da aquisição da JHI Associates pela Eco, a quota da Eco nesse recurso seria de aproximadamente 225 milhões de barris, caso a perfuração fosse bem-sucedida.

O CEO da Eco, Gil Holzman, afirmou que a avaliação atualizada da Navitas demonstra a qualidade do Bloco 1 CBK e o seu potencial para contribuir para a segurança energética da África do Sul, atrair capital internacional e apoiar o crescimento económico. Salientou ainda a experiência da Eco na África do Sul e na vizinha Namíbia, onde a empresa tem vindo a explorar oportunidades de exploração offshore.

A Navitas tenciona perfurar um poço de exploração com múltiplos alvos na PL001, no âmbito da sua campanha de perfuração de desenvolvimento na Bacia das Malvinas do Norte, estando previsto que a perfuração associada ao projeto Sea Lion tenha início no início de 2027.

Para a África do Sul, as estimativas atualizadas dos recursos do Bloco 1 CBK reforçam o potencial do setor offshore do país, numa altura em que os investidores internacionais estão cada vez mais a avaliar oportunidades na Bacia do Orange e na Margem Atlântica em geral.

A AEC considera que este impulso deve ser apoiado por um ambiente de investimento que proporcione a clareza e a certeza necessárias para atrair capital a longo prazo. Desbloquear o potencial offshore da África do Sul exigirá exploração contínua, investimento internacional e parcerias técnicas, a par de um quadro regulamentar estável e eficiente que permita que projetos responsáveis avancem e gerem valor económico duradouro.

Distribuído pelo Grupo APO para African Energy Chamber.

Fundação Merck deseja parabéns à Primeira-Dama do Burundi e a Fundação Bonne Action Umugiraneza pela atribuição do Prémio de População das Nações Unidas de 2026

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

  • Fundação Merck celebra o reconhecimento internacional de sua parceira de longa data no Burundi e destaca o impacto dessa parceria no fortalecimento da capacidade em saúde, na educação de meninas e na conscientização comunitária.

Gitega, Burundi: Fundação Merck (www.Merck-Foundation.com), O braço filantrópico da Merck KGaA Alemanha deseja parabens S. E. Senhora ANGELINE NDAYISHIMIYE, Primeira-Dama da República do Burundi, pelo prestigiado reconhecimento internacional pela Fundação Bonne Action Umugiraneza, que ela preside, como destinatária do Prémio de População das Nações Unidas 2026 na categoria institucional.

O prémio, entregue na sede das Nações Unidas em Nova York, reconhece a contribuição excepcional da Fundação Bonne Action Umugiraneza para a melhoria da saúde, educação e bem-estar das comunidades no Burundi.

A Senadora Dra. Rasha Kelej, CEO da Fundação Merck e Presidente da Iniciativa Primeiras-Damas da Fundação Merck (MFFLI), declarou: “Gostaria de estender os meus sinceros parabéns à minha querida irmã, S. Exa. Sra. Angeline Ndayishimiye, Primeira-Dama da República do Burundi, e à Fundação Bonne Action Umugiraneza por receberem o prestigioso Prémio de População das Nações Unidas de 2026 na categoria institucional.

Este reconhecimento é muito merecido e reflete o compromisso e o importante trabalho da Fundação na melhoria da saúde e do bem-estar do povo do Burundi.

Estou particularmente orgulhosa porque este reconhecimento chega a uma parceira de longa data e valiosa da Fundação Merck. Desde 2020, temos trabalhado em estreita colaboração com Sua Excelência a Primeira-Dama, seu Gabinete, a Fundação Bonne Action Umugiraneza e os Ministérios relevantes para alcançar um impacto importante e mensurável no Burundi.”

O reconhecimento de 2026 sucede outro marco significativo para S. Exa. a Senhora Angeline Ndayishimiye, que foi seleccionada como vencedora do Prémio de População das Nações Unidas na categoria individual em 2023, em reconhecimento à sua liderança e defesa da melhoria da saúde e do bem-estar no Burundi.

Uma parceria construída sobre funções complementares e objectivos comuns

A parceria da Fundação Merck no Burundi reúne funções complementares para alcançar um impacto sustentável.

Na qualidade de Primeira-Dama da República do Burundi e Embaixadora da “Fundação Merck Mais do que uma Mãe”, S. Exa. Sra. Angeline Ndayishimiye desempenhou um papel importante no apoio à defesa de direitos e à coordenação local, incluindo a colaboração com os Ministérios da Saúde, Educação, Comunicação e Género relevantes na identificação dos beneficiários adequados, facilitando os processos locais, apoiando o retorno e a integração de profissionais de saúde treinados nos seus países e sistemas de saúde pública, e promovendo a conscientização e criando uma mudança cultural em torno de questões sociais e de saúde críticas e sensíveis, como a educação de meninas, o fim do casamento infantil e o combate ao estigma em torno da infertilidade, o fim da violência do género, o empoderamento das mulheres e a promoção da prevenção e detecção precoce de condições críticas de saúde, como diabetes e hipertensão, por meio do nosso programa de conscientização comunitária e suas diferentes iniciativas, como treinamento em mídia da saúde e prémios de jornalismo, canção, cinema e moda.

Através desta parceria de coordenação e defesa de direitos, a Primeira-Dama ajudou a transformar o cenário do atendimento ao paciente e a amplificar mensagens importantes em níveis nacional e comunitário, além de mobilizar as partes interessadas em torno dessas questões críticas.

A Fundação Bonne Action Umugiraneza, como parceira institucional independente, colaborou com a Fundação Merck na implementação de iniciativas, incluindo o programa “Educar Linda”, que apoia anualmente a educação de 40 meninas de alto desempenho acadêmico, porém carentes, no Burundi, até a conclusão de seus estudos.

Por meio do programa, a Fundação Merck oferece atualmente bolsas de estudo anuais para 40 meninas burundesas de alto desempenho acadêmico, porém carentes, ajudando-as a permanecer na escola e prosseguir com seus estudos. Além disso, distribui milhares de kits escolares e livros de histórias para estudantes.

Por meio do programa, a Fundação Merck oferece actualmente bolsas de estudo anuais para 40 meninas burundesas de alto desempenho académico, porém carentes, ajudando-as a permanecer na escola e a prosseguir os seus estudos. Além disso, a fundação distribui milhares de kits escolares e livros de histórias para estudantes.

A Senadora Dra. Rasha Kelej enfatizou: “Acredito firmemente que a educação de meninas é uma das maneiras mais eficazes de empoderar mulheres e transformar comunidades. Através do nosso Programa ‘Educar Linda’, e com a valiosa coordenação da Fundação Bonne Action Umugiraneza, apoiamos anualmente a educação de 40 meninas burundesas merecedoras.”

Ao mesmo tempo, através do papel de Sua Excelência como nossa Embaixadora “Mais do que uma Mãe”, trabalhamos juntos para defender a educação de meninas e abordar as questões sociais que podem impedir que as meninas concluam os seus estudos, como o fim do casamento infantil.

Esses são papéis complementares: a coordenação, a defesa e a conscientização criam a mudança cultural, enquanto o programa estruturado “Educar Linda” traduz este compromisso em impacto directo e mensurável para os beneficiários.”

Transformando a capacidade de atendimento de saúde no Burundi

A parceria entre a Fundação Merck e o Burundi também alcançou marcos importantes no desenvolvimento de capacidades na área da saúde.

Através da nossa parceria com o gabinete da Primeira-Dama e o Ministério da Saúde, do programa de Bolsas de Estudo da Fundação Merck e em coordenação com as autoridades de saúde e parceiros do Burundi, a Fundação Merck concedeu 55 bolsas de estudo para médicos burundianos em especialidades médicas essenciais e carentes, contribuindo para a construção de uma capacidade sustentável de saúde local no sector público.

Um exemplo importante dessa abordagem de longo prazo foi o desenvolvimento de expertise local em fertilidade. A Fundação Merck ofereceu treinamento especializado para os primeiros especialistas em fertilidade, embriologistas e técnicos do Burundi, contribuindo para a criação do primeiro centro público de fertilização in vitro (FIV) do país.

A parceria também apoiou o desenvolvimento de conhecimento especializado noutras áreas médicas essenciais, como o tratamento do cancro e o tratamento da diabetes, com o objectivo de fortalecer a capacidade do país de fornecer atendimento especializado de forma local e sustentável.

“A nossa filosofia sempre foi desenvolver capacidade na área da saúde, não dependência”, partilhou a Senadora Dra. Rasha Kelej.

“Investimos em pessoas para fortalecer o sector público de saúde e, assim, melhorar o acesso a soluções de saúde de qualidade e equitativas em África, Ásia e comunidades em desenvolvimento. Oferecemos bolsas de estudo para profissionais de saúde para que os países possam formar os seus próprios especialistas e profissionais da saúde, que permanecerão integrados aos seus sistemas de saúde e servirão as suas comunidades por muitos anos.”

A nossa parceria no Burundi é um excelente exemplo do que pode ser alcançado quando o desenvolvimento de capacidades nos cuidados de saúde, a educação e a sensibilização comunitária trabalham em conjunto”, acrescentou a Dra. Kelej.

Da defesa de direitos ao impacto sustentável

Além do treinamento médico e da educação para meninas, a Fundação Merck e seus parceiros no Burundi implementaram iniciativas de conscientização comunitária utilizando mídia, materiais educativos, livros de histórias infantis, músicas e outras plataformas criativas para abordar questões sociais e de saúde sensíveis.

Essas iniciativas complementam a liderança de defesa de direitos de S. E. a Sra. Angeline Ndayishimiye como Embaixadora da “Fundação Merck: Mais do que uma Mãe”, enquanto trabalha com instituições e parceiros nacionais relevantes para garantir que os programas alcancem seus beneficiários pretendidos.

A Senadora Dra. Rasha Kelej concluiu: “Mais uma vez, desejo parabéns à minha querida irmã, S.E. a Sra. Angeline Ndayishimiye, e toda a equipa da Fundação Bonne Action Umugiraneza por este prestigioso reconhecimento das Nações Unidas.

Tenho orgulho do que conquistamos juntos com ambas as entidades desde o início da nossa parceria em 2020 e espero continuar e expandir a nossa colaboração.

O nosso objectivo comum permanece muito claro: transformar o atendimento ao paciente, desenvolver capacidade sustentável de assistência médica, apoiar meninas para que concluam os seus estudos, empoderar mulheres e criar a mudança cultural necessária para melhorar a vida das pessoas no Burundi e em toda a África.

Parabéns à Fundação Bonne Action Umugiraneza por este notável e merecido reconhecimento internacional.”

Distribuído pelo Grupo APO para Merck Foundation.

Contato:
Mehak Handa
Gerente do Programa de Conscientização Comunitária
Telefone: +91 9310087613 / +91 9319606669
Email: mehak.handa@external.merckgroup.com

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Sobre Fundação Merck:
A Fundação Merck, criada em 2017, é o braço filantrópico da Merck KGaA Alemanha e tem como objectivo melhorar a saúde e o bem-estar das pessoas e melhorar as suas vidas através da ciência e da tecnologia. Os nossos esforços estão focados principalmente em melhorar o acesso a soluções de saúde de qualidade e equitativas em comunidades carenciadas, desenvolver a capacidade de saúde e investigação científica, empoderar raparigas na educação e pessoas em STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática), com um foco especial nas mulheres e nos jovens. Todos os comunicados de imprensa da Fundação Merck são distribuídos por e-mail ao mesmo tempo que são disponibilizados no site da Fundação Merck. Por favor, visite (www.Merck-Foundation.com) para ler mais. Siga a mídia social da Fundação Merck: Facebook (https://apo-opa.co/4xlHw0x), X (https://apo-opa.co/3UzPiVP), Instagram (https://apo-opa.co/3UQldBr), YouTube (https://apo-opa.co/4xk4Iw5), Threads (https://apo-opa.co/4wIPEqI) e Flickr (https://apo-opa.co/4zF4EbS).

A Fundação Merck dedica-se a melhorar os resultados sociais e de saúde para as comunidades carenciadas. Embora colabore com vários parceiros, incluindo governos, para atingir os seus objectivos humanitários, a fundação mantém-se estritamente neutra em questões políticas. Não se envolve nem apoia qualquer actividade política, eleição ou regime, concentrando-se exclusivamente na sua missão de elevar a humanidade e melhorar o bem-estar, mantendo uma postura estritamente apolítica em todos os seus esforços.

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