Vice-Primeiro Ministro representa Cabo Verde na Mini-Cimeira de Alto Nível sobre Transformação Digital na África Ocidental e Central

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Vice-Primeiro Ministro, Ministro das Finanças e Ministro da Economia Digital, Olavo Correia, vai representar Cabo Verde na Mini-Cimeira de Alto Nível sobre Tecnologia Digital na África Ocidental e Central, que decorrerá nos dias 17 e 18 de novembro, em Cotonou, Benin.

O encontro, organizado pelo Grupo Banco Mundial em parceria com o Governo do Benin, tem como tema central “Impulsionar o crescimento e criar empregos acelerando a transformação digital”.

A cimeira reunirá responsáveis pelas pastas digital e financeira de 22 países da região, além de representantes da União Africana, CEMAC, CEDEAO, AES, UEMOA, setor privado, sociedade civil, jovens e parceiros técnicos e financeiros. O objetivo é fortalecer o diá. regional e promover uma visão integrada para o desenvolvimento digital do continente.

Durante o evento, será feito um balanço dos avanços alcançados no âmbito da Agenda Digital da União Africana para 2030, que prevê metas ambiciosas como o acesso universal à banda larga, a construção de um mercado digital africano unificado em articulação com a AfCFTA, e a expansão das oportunidades proporcionadas pela inteligência artificial.

Os participantes irão ainda discutir medidas para reduzir o fosso digital e suprir as lacunas de investimento, reforçando a necessidade de infraestruturas digitais fiáveis, inclusivas e sustentáveis.

A Mini-Cimeira de Cotonou deverá acordar um roteiro comum para acelerar investimentos e gerar empregos no setor digital, garantir o compromisso do setor privado com o desenvolvimento tecnológico e promover a partilha de boas práticas em políticas digitais, integração regional e inteligência artificial.

O encontro culminará com a adoção da Declaração de Cotonou, que refletirá o compromisso coletivo dos países participantes com uma transformação digital que promova inclusão, competitividade e prosperidade partilhada.

Com esta participação, Cabo Verde reafirma a sua determinação em fortalecer a sua agenda digital e contribuir ativamente para uma África mais interligada, inovadora e preparada para o futuro.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

Cabo Verde acaba de ser certificado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como país que eliminou o sarampo e rubéola

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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Tornando, assim junto com Maurícias e Seychelles nos primeiros países de África subsaariana a eliminar o sarampo e a rubéola, anunciou hoje, o Diretor Regional da OMS Africa, Mohamed Janabi, em Conferência de Imprensa a partir de Brasaville – RDC em que participou o Ministro da Saúde de Cabo Verde Jorge Figueiredo.

“Esta é uma grande conquista em saúde pública. Parabéns a Cabo Verde, Maurício e Seychelles por este importante marco em nossos esforços coletivos para controlar e erradicar doenças na África. Isso mostra o que é possível quando os países priorizam a prevenção e tornam as vacinas uma prioridade”, disse o Dr. Mohamed Janabi, Diretor Regional da OMS para a África. “Devemos aproveitar este sucesso para que todas as crianças na África possam crescer saudáveis ​​e protegidas”, pontuou

Hoje, estamos juntos num momento verdadeiramente histórico — não apenas para Cabo Verde, mas para toda a região africana. É com imenso orgulho e gratidão que me junto aos meus homó.s das Maurícias e das Seychelles, e ao Diretor Regional da OMS, para anunciar que as nossas três nações são as primeiras na Região Africana da OMS a serem oficialmente certificadas como tendo eliminado o sarampo e a rubéola, disse o Ministro da Saúde, Jorge Figueiredo considerando que esta conquista é uma prova do que é possível quando governos, profissionais de saúde, comunidades e parceiros internacionais se unem em torno de um objetivo comum.

Cabo Verde junta-se a outros 94 e 133 países em todo o mundo, certificados pela OMS como tendo eliminado o sarampo e a rubéola. O sarampo e a rubéola são vírus altamente contagiosos transmitidos pelo ar. O sarampo pode resultar em complicações graves e morte, especialmente entre crianças pequenas, e a rubéola pode causar defeitos congênitos irreversíveis se a infeção ocorrer durante a gravidez. Ambas as doenças são preveníeis por vacinação.

Cabo Verde financia integralmente o seu programa de imunização desde 1998 e mantém uma cobertura acima de 90% há duas décadas. Um forte engajamento político em relação à imunização, especialmente, contra o sarampo e a rubéola, tem sido fundamental para acabar com a transmissão local dessas duas doenças. O país não regista um caso confirmado de sarampo desde 1999. Os últimos casos confirmados de rubéola foram em 2010.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

7500 Pequenas e Médias Empresas (PMEs) africanas vão receber formação em Inteligência Artificial (IA) e Comércio Digital através de um novo programa da Google e do Secretariado da Zona de Comércio Livre Continental Africana (AfCFTA)

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

Milhares de pequenas e médias empresas (PME) em toda a Nigéria e no continente africano já podem adquirir competências essenciais de IA e digitais para expandir os seus negócios e realizar trocas comerciais a nível continental. A Google e o Secretariado da Zona de Comércio Livre Continental Africana (AfCFTA) lançaram o “Programa de Inclusão Digital e Empreendedorismo AfCFTA”, uma nova iniciativa de formação gratuita dinamizada pela Google Hustle Academy.

As pequenas empresas são parte fundamental da economia africana, gerando quase 80% dos empregos em todo o continente. Este programa foi concebido para colmatar a lacuna de competências digitais, fornecendo aos empreendedores soluções baseadas em IA e formação localizada que responde às exigências reais do mercado atual. A iniciativa é baseada no sucesso da Google Hustle Academy, que já apoiou mais de 18000 PMEs em África desde 2022.

S.E. Wamkele Mene, Secretário-Geral do Secretariado da AfCFTA, comentou a importância da parceria: “o Programa alinha-se com o objetivo transformador da AfCFTA, particularmente delineado no Protocolo sobre Comércio Digital e no Protocolo sobre Mulheres e Jovens no Comércio, para posicionar as MPME, mulheres, jovens, pessoas com deficiência, agricultores rurais e mais como principais impulsionadores e beneficiários da AfCFTA. É a demonstração do nosso compromisso em fomentar a inclusão digital e capacitar as MPME para desenvolver atividades no âmbito da AfCFTA, recorrendo a tecnologias digitais.”

“A tecnologia é um fator equitativo importante, e esta parceria tem como objetivo disponibilizar a milhares de empreendedores africanos as ferramentas práticas e o conhecimento para desbloquear novas oportunidades,” disse Charles Murito, Diretor Regional de Assuntos Governamentais e Políticas Públicas da Google na África Subsariana. “Com o foco em áreas essenciais como IA, comércio eletrónico e comércio transfronteiriço, estamos a ajudar a construir um ecossistema digital mais associativo e próspero em todo o continente. Isto espelha o nosso compromisso contínuo com a comunidade empresarial vibrante e dinâmica de África.”

Um plano curricular para o crescimento continental

A formação centra-se na aprendizagem orientada para a ação através de três módulos principais, e será conduzida em inglês, francês, árabe e português para garantir o acesso aos empreendedores de toda a África.

  • Comércio digital transfronteiriço: Cocriado com o Secretariado da AfCFTA, este módulo passa a política à prática. Os empreendedores vão aprender a encontrar novos mercados, adaptar produtos e dominar a logística de pagamentos e expedição transfronteiriços.
  • Cloud para pequenas empresas: Este módulo centra-se na utilização de ferramentas na nuvem (cloud) para aumentar a eficiência e reduzir custos. Os participantes recebem formação prática com o Google Workspace para trabalho em equipa, e com o Google Cloud para operações seguras.
  • IA para produtividade: Este módulo fornece competências práticas para escalar um negócio recorrendo a IA. Os empreendedores vão aprender a usar ferramentas como o Google Gemini para automatizar tarefas, criar conteúdo de marketing e analisar dados de clientes.

A UpSkill Universe, uma entidade formadora líder em competências digitais, vai conduzir o programa. “Os empreendedores em África já estão a impulsionar a mudança. Reconhecemos os desafios que enfrentam, desde o advento da IA até às alterações no comportamento dos consumidores,” disse Gori Yahaya, CEO da UpSkill Universe. “Esta colaboração garante que podemos equipar as empresas com as ferramentas práticas e tecnologias de que necessitam para crescer, escalar e prosperar.”

Elegibilidade e detalhes da candidatura

As candidaturas para o programa já estão abertas. A iniciativa destina-se a PMEs que estejam em atividade há pelo menos seis meses e que estejam sediadas em estados-membros elegíveis da AfCFTA, incluindo: Nigéria, Quénia, África do Sul, Gana, Camarões, Senegal, Togo, Costa do Marfim, Ruanda, Maurícia, Etiópia, Tanzânia, Namíbia, Zâmbia, Angola, Moçambique, Egito, Tunísia e Marrocos.

O início da formação está agendado para novembro de 2025 e decorrerá em 25 grupos até junho de 2026.

As PMEs interessadas podem obter mais informações e candidatar-se através deste linK: https://apo-opa.co/47MJNY8

Distribuído pelo Grupo APO para UpSkill Universe.

Contacto para a imprensa:
Comunicação social
press@upskilluniverse.com

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Japão e Banco Africano de Desenvolvimento lançam Plataforma África-Ásia (A-A) para impulsionar o empreendedorismo e a inovação juvenil

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Banco Africano de Desenvolvimento (www.AfDB.org) anunciou na sexta-feira o lançamento de uma nova iniciativa, a Plataforma África-Ásia (A-A), dedicada à promoção da transferência de conhecimento entre África e Ásia. Esta plataforma garantirá um intercâmbio recíproco de tecnologia e inovação entre os dois continentes.

Baixar documento: https://apo-opa.co/4i1AgzQ

A cerimónia de lançamento foi realizada na Universidade das Nações Unidas, em Tóquio. O evento contou com a presença do Dr. Sidi Ould Tah, presidente do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento, do Prof. Francis Petersen, vice-reitor e diretor da Universidade de Pretória, e do Dr. Teruo Fujii, presidente da Universidade de Tóquio. O Banco Africano de Desenvolvimento organizou o evento com o apoio das duas universidades.

A plataforma, que é apoiada pela Política e Subsídio para o Desenvolvimento de Recursos Humanos (PHRDG) – fundo fiduciário do Japão no Banco Africano de Desenvolvimento – compreende vários componentes-chave, incluindo o estabelecimento de uma parceria de conhecimento África-Ásia; o desenvolvimento de um diá. de conhecimento que apoie iniciativas nos setores público e privado em África e o reforço da capacidade de investigação individual e institucional através da promoção de redes e investigação interuniversitárias.

A cerimónia surge na sequência da nona Conferência Internacional de Tóquio sobre o Desenvolvimento Africano (TICAD9), realizada em Yokohama, Japão, em agosto de 2025, sob o tema ‘Criar em conjunto soluções inovadoras com África’, que está em consonância com a ênfase da plataforma na partilha de conhecimento.

Os diretores das instituições partilharam as suas reações.

O Dr. Ould Tah afirmou: “A Plataforma África-Ásia para Novas Iniciativas de Parceria Público-Privada, que estamos a lançar hoje, representa a próxima fronteira da nossa colaboração; o sucesso deste projeto-piloto servirá como prova crucial da viabilidade e do impacto da ligação entre África e a Ásia através de parcerias inovadoras”.

Depois, acrescentou: “Ao posicionar os nossos jovens como motores da inovação e do empreendedorismo, ancorados em parcerias público-privadas robustas, estamos a construir um mercado africano atraente para promover investimentos, criar empregos de qualidade, e abordar as causas profundas da migração insegura e da insegurança, ao mesmo tempo que promovemos um futuro seguro e próspero”.

O Prof. Peterson declarou: “As parcerias entre países asiáticos e africanos apresentam um modelo ideal em que os atores públicos e privados de ambos os continentes colaboram, criam em conjunto e impulsionam a inovação. Embora continuem a existir distâncias geográficas e institucionais significativas entre os atores asiáticos e africanos, as universidades estão estrategicamente posicionadas para colmatar essas lacunas. As universidades estão na melhor posição para desempenhar este papel através da sua capacidade de produção de conhecimento inter e transdisciplinar, das suas redes locais e globais e do seu papel como facilitadoras”.

O Dr. Teruo Fujii disse: “A Plataforma África-Ásia servirá de base para o intercâmbio de conhecimentos, ligando investigadores, decisores políticos e empreendedores. Promoverá novas parcerias empresariais, investigação conjunta sobre políticas públicas e oportunidades para estudantes e jovens profissionais aprenderem uns com os outros em todos os continentes”.

Esta nova iniciativa complementa os projetos de inovação existentes do Grupo Banco, tais como a Fase 2 da Universidade Pan-africana (https://apo-opa.co/4r4DdUu) e o projeto ENNOVA (https://apo-opa.co/4o5plXt), uma plataforma de inovação e empreendedorismo alimentada por Inteligência Artificial (IA) que proporciona às partes interessadas acesso a estudos de mercado, oportunidades de capacitação, recursos de conhecimento, oportunidades financeiras e ferramentas para prototipagem e incubação.

Por ocasião do lançamento desta plataforma, os líderes das organizações implementadoras (o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento, a Universidade de Pretória e a Escola de Pós-Graduação em Políticas Públicas) concordam em cooperar entre as suas organizações, bem como com todas as outras partes interessadas, para alcançar os seus objetivos e contribuir para a promoção do desenvolvimento de competências, do empreendedorismo juvenil e da inovação, para o desenvolvimento sustentável de África.

Leia aqui a declaração conjunta (https://apo-opa.co/4i1AgzQ).

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Contactos:
Banco Africano de Desenvolvimento

Amba Mpoke-Bigg
Departamento de Comunicação e Relações Externas
media@afdb.org

Dr. Keiko Takei
Analista-Chefe de Educação
K.TAKEI@AFDB.ORG

Escola de Pós-Graduação em Políticas Públicas da Universidade de Tóquio
Mihiro Fujimori
ppadmin.j@gs.mail.u-tokyo.ac.jp

Universidade de Pretória
Sr. Rikus Delport
Diretor
rikus.delport@up.ac.za

Sra. Thembi Tlale
Diretora Adjunta do Departamento de Desenvolvimento Institucional
thembi.tlale@up.ac.za

Sobre o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros.

Mais informações em www.AfDB.org

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Ministra dos Negócios Estrangeiros Defende Unidade e Cooperação para um Mundo Mais Justo

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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A Ministra dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Maria Manuela dos Santos Lucas, defendeu que “somente por meio da unidade genuína, solidariedade e cooperação sustentada podemos construir um mundo mais justo, equitativo e pacífico”. 

Ao discursar na 19ª reunião Ministerial do Movimento dos Países Não-Alinhados (MNA), que decorre em Kampala, na República do Uganda, a Ministra Lucas reafirmou o compromisso de Moçambique com os princípios fundadores deste movimento, nomeadamente: o respeito à soberania e integridade territorial, não interferência em assuntos internos, co-existência pacífica e respeito mútuo entre as nações, independentemente de tamanho ou poder. 

Reiterou, também, o apoio às principais prioridades do Movimento de aumento do investimento em educação e inclusão digital para colmatar a lacuna tecnológica, alívio da dívida e reforma financeira, sistemas de comércio mais justos. 

Na reunião que decorreu sob o tema “Aprofundamento da Cooperação para uma Afluência Global Compartilhada” Maria Manuela Lucas, instou aos Países Não-Alinhados a desenvolverem estratégias e políticas inovadoras para enfrentar os desafios globais emergentes, ao mesmo tempo em que reafirmam compromisso colectivo com os princípios adoptados em Bandung.

Lembrou, com gratidão, da solidariedade e o apoio inabaláveis oferecidos pelos membros do MNA durante nossa luta de libertação pela independência e na jornada de construção e desenvolvimento da nação. 

“Hoje, Moçambique continua a confiar e a valorizar esse espírito de solidariedade enquanto enfrentamos desafios novos e contemporâneos, nomeadamente o flagelo devastador do terrorismo e os impactos devastadores das alterações climáticas, que ameaçam não só a estabilidade nacional e regional, mas também os próprios alicerces do desenvolvimento sustentável e da paz e justiça duradouras” acrescentou. 

Expressou a sua gratidão ao Gabinete de Coordenação do Movimento dos Países Não Alinhados pela sua firme dedicação à promoção do multilateralismo, da paz e da cooperação entre as nossas nações. 

À margem do evento, a ministra foi recebida pelo Presidente do Uganda, Yoweri Museveni , na qual foram abordadas matérias de interesse mútuo. Manteve, igualmente, encontros bilaterais com os ministros dos Negócios Estrangeiros de Uganda, dos Emirados Árabes Unidos de Myanmar e do Kyrgyzstan, nos quais trocaram impressões sobre o fortalecimento das relações de amizade e cooperação.

Distribuído pelo Grupo APO para Portal do Governo de Moçambique.

Janela de Ação Climática do Fundo Africano de Desenvolvimento concede mais de 9 milhões de dólares para reforçar a resiliência das principais bacias hidrográficas do Sahel

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Conselho de Administração do Fundo Africano de Desenvolvimento concedeu, a 13 de novembro de 2025, em Abidjan, uma doação de 9,48 milhões de dólares para implementar o Projeto de Resiliência e Adaptação das Comunidades e Ecossistemas nas Zonas Húmidas das Bacias Hidrográficas do Sahel. 

Este apoio financeiro provém da Janela de Ação Climática o Janela de Ação Climática (https://apo-opa.co/3LBNfMJ), um mecanismo de financiamento para as alterações climáticas apoiado pelo Fundo Africano de Desenvolvimento, a janela de empréstimos a taxas concessionais do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento.  

O financiamento permitirá responder a um conjunto de desafios climáticos e antropogénicos que afetam as principais bacias hidrográficas do Sahel. As zonas húmidas sahelianas das bacias hidrográficas do Burquina Faso, Mali, Níger e Senegal estão sujeitas a uma degradação contínua devido a práticas de exploração insustentáveis, à gestão ineficaz dos recursos naturais e à fraca resiliência dos sistemas agrossilvopastoris e haliêuticos, agravada pelos efeitos das alterações climáticas. 

A primeira componente do projeto visa reforçar as ações de conservação e gestão sustentável dos ecossistemas das zonas frágeis através da realização de um estudo de vulnerabilidade às alterações climáticas dos ecossistemas sahelianos. Este estudo será realizado nas oito zonas húmidas de intervenção, tendo em conta as fragilidades, com uma forte implicação dos atores locais. Os locais e as atividades prioritárias da economia verde resultantes deste estudo serão objeto de apoio para a capacitação de grupos de mulheres e jovens.  

A segunda componente promove uma gestão equitativa e sustentável dos recursos hídricos e a valorização das produções agroflorestais e pesqueiras, reforçando as capacidades comunitárias e a governação local. 

O terceiro componente do projeto tem como principais objetivos reforçar as capacidades da Comissão Climática para a Região do Sahel (CCRS), melhorar os serviços climáticos locais e desenvolver sistemas de alerta precoce para uma melhor antecipação dos riscos relacionados com o clima. 

A quarta componente tem como objetivo assegurar uma coordenação fluida do projeto através da criação de uma Unidade de Gestão do Projeto (UGP) a nível regional, ligada à CCRS, bem como da gestão do pessoal, administrativa, contabilística e financeira do projeto e a realização de instâncias de governação (reuniões regulares do comité regional diretor, supervisão técnica nacional e regional e coordenação com os parceiros institucionais). Visa também garantir um planeamento realista, um acompanhamento rigoroso da execução, uma avaliação do desempenho e uma capitalização das boas práticas 

No Burquina Faso, o projeto atuará nas regiões de Oubri e Kuilsé, abrangendo duas bacias hidrográficas transfronteiriças (Volta e Níger). No Mali, a região de Bougouni (Yanfolila), que compreende seis áreas protegidas (duas florestas classificadas, uma floresta-galeria/nascente, duas reservas de fauna e uma zona húmida), é abrangida. No Níger, o projeto será implementado em duas zonas húmidas classificadas de Ramsar (Dallol Bosso e lagoa de Tabalak) integradas na bacia do Níger. No Senegal, o projeto será implementado na reserva da biosfera do rio Senegal, nomeadamente nos departamentos de Saint-Louis e Dagana. 

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Contacto para os media:  
Alexis Adélé
Departamento de Comunicação e Relações Externas
media@afdb.org

Sobre o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org/pt

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Guiné Equatorial: Banco Africano de Desenvolvimento analisa carteira de projetos no valor de 167 milhões de dólares

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (www.AfDB.org/) realizou, entre 27 e 31 de outubro, em Malabo, a revisão conjunta da carteira de projetos que financia na República da Guiné Equatorial. 

No final dos trabalhos, foi validado um plano de ação para melhorar o desempenho da carteira. As duas partes previram a implementação de um sistema coordenado de acompanhamento dos projetos, a instauração de mecanismos rigorosos de supervisão dos compromissos contratuais e a garantia do cumprimento das obrigações financeiras, no âmbito de um plano de ação com vista a melhorar o desempenho da carteira.

O workshop, que reuniu representantes ministeriais, parceiros técnicos e equipas de gestão de projetos, permitiu avaliar a eficácia das intervenções do Grupo Banco no país e traçar o caminho para futuros investimentos alinhados com a Agenda 2035 do governo da Guiné Equatorial.

A revisão incidiu sobre diferentes projetos, entre os quais o Programa de Apoio à Modernização das Finanças Públicas (PAMFP), o Projeto de Apoio ao Desenvolvimento das Cadeias de Valor do Setor das Pescas e da Aquicultura (PASPA) (https://apo-opa.co/3LDvTyV) e o Projeto de Apoio ao Reforço do Ecossistema Digital (PARED) (https://apo-opa.co/4nWt6yo).

A análise conjunta da carteira revelou vários obstáculos à eficácia dos projetos: lentidão no arranque, atrasos na constituição das unidades de gestão e atrasos na emissão de pareceres de não objeção pelo Grupo Banco. A isto acrescem as capacidades técnicas limitadas das equipas e o seu desconhecimento dos procedimentos da instituição pan-africana em matéria de aquisição, desembolso e gestão financeira.

“O Banco desenvolve uma gestão de proximidade com as unidades de gestão de projetos e intensifica o reforço das capacidades através de formações específicas em gestão fiduciária e acompanhamento-avaliação”, sublinhou Mouhamed Gueye, chefe da divisão de Desenvolvimento Social e Capital Humano para a África Central e do Norte, em representação de Léandre Bassolé, diretor-geral do Grupo Banco para a África Central. “Mantemos também um diá. estreito com os parceiros para mobilizar mais cofinanciamentos no âmbito do programa de empréstimos 2026 e além”, acrescentou. 

“Este exercício visava vários objetivos: garantir o alinhamento das nossas ações com a Agenda 2035, examinar detalhadamente a nossa carteira de projetos, identificar as insuficiências na sua execução e avaliar o seu nível de avanço”, explicou Ladislao Ndong Ndong Bisó, diretor-geral dos organismos económicos e financeiros, em representação de Ivan Bacale Ebe Molina, ministro das Finanças, do Planeamento, do Desenvolvimento Económico e do Orçamento. “Os resultados permitirão definir as orientações e modalidades de financiamento de projetos futuros”, indicou.

Na sequência do workshop, foram organizadas várias atividades complementares. Uma clínica fiduciária destinada aos gestores de projetos permitiu, nomeadamente, reforçar o seu domínio do novo referencial contabilístico e das regras e procedimentos do Banco em matéria de gestão financeira. Além disso, foi assinado um acordo de empréstimo de 58,61 milhões de euros entre o Grupo Banco e a Guiné Equatorial com vista à implementação do Projeto de Reforço do Capital Humano em Apoio à Inclusão Económica e Social (PARCH) (https://apo-opa.co/3K1xEFG). Por fim, uma visita de campo ao Projeto de Apoio ao Desenvolvimento das Cadeias de Valor do Setor da Pesca e da Aquicultura (PASPA) permitiu à delegação do Banco constatar avanços significativos na construção das infraestruturas de aquicultura, cuja conclusão está prevista para o primeiro trimestre de 2026.

A República da Guiné Equatorial é um país membro do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento desde 1975. O primeiro financiamento da instituição data de dezembro de 1978, a favor de um projeto de regeneração de cacauíferas no valor de quase nove milhões de dólares. Até à data, a Guiné Equatorial beneficiou de 53 operações financiadas pelo Grupo Banco, num compromisso acumulado de 337,30 milhões de dólares.

A carteira ativa do Grupo Banco na Guiné Equatorial inclui seis projetos com um valor acumulado de cerca de 167 milhões de dólares. Estes investimentos estão estrategicamente distribuídos por vários setores-chave: setor social (42,2%), agricultura (38,6%), governação (18,5%), bem como comunicação, TIC e energia (0,7%).

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Contacto para os media:
Solange Kamuanga-Tossou
Departamento de Comunicação e Relações Externas
media@afdb.org

Sobre O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org/pt

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O Afreximbank defende o desenvolvimento sustentável e a industrialização de África e a transição energética justa na COP30

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

Na Conferência das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (COP30) de 2025, que decorre actualmente em Belém, Brasil, o Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) (www.Afreximbank.com) defende estrategicamente uma agenda climática que esteja em consonância com as ambições de desenvolvimento sustentável e industrialização de África, tal como delineado pelo seu Presidente, Dr. George Elombi.  

A delegação do Banco defende uma narrativa climática pan-africana que se baseia nos resultados das Cimeiras Africanas sobre o Clima e das COP anteriores. Os compromissos do Afreximbank assentam nos princípios fundamentais da Agenda 2063 da UA: A África Que Queremos, e enfatizam o papel crítico da Zona de Comércio Livre Continental Africana (ZCLCA) na construção de economias resilientes às alterações climáticas. 

Um pilar central da defesa do Banco envolve a mobilização de financiamento climático principalmente para apoiar as aspirações de adaptação dos seus países membros e garantir a operacionalização rápida e eficaz do Fundo de Perdas e Danos. O Banco está igualmente a pressionar para que os países africanos, que são desproporcionalmente afectados por eventos climáticos apesar de contribuírem com menos de 4% das emissões globais, recebam uma compensação adequada e desenvolvam as estruturas internas necessárias para aceder a esses fundos.  

Em conformidade com a visão do Presidente Dr. George Elombi, o Afreximbank está a destacar o imenso potencial do continente em termos de valor acrescentado e processamento estratégico de minerais. Em vez de exportar matérias-primas, o Banco está a defender o financiamento de cadeias de valor completas, como a transformação do lítio da República Democrática do Congo em baterias, para posicionar África como um centro de tecnologia limpa e criar empregos altamente qualificados.  

O Banco insiste igualmente para que se faça uma transição energética justa e equitativa, que reconheça o direito de África de resolver a sua pobreza energética, que deixa mais de 600 milhões de pessoas sem electricidade. Isto inclui uma abordagem equilibrada que integre fontes de energia renováveis, utilizando de forma responsável combustíveis de transição, como o gás natural, para alimentar a industrialização. 

O Banco procura ainda chamar a atenção para a biodiversidade de África, que é uma fonte fundamental de resiliência climática, absorvendo emissões nocivas. O Afreximbank está empenhado em ajudar os seus países membros a monetizar a sua biodiversidade para ajudar ainda mais no combate ao impacto debilitante das alterações climáticas. 

Além disso, o Afreximbank está a apresentar as suas iniciativas financeiras, como o Fundo de Transformação Comercial do Afreximbank (ATTF), como um dos seus principais veículos para reduzir os riscos e financiar projectos ecológicos em todo o continente. 

Na COP30, a participação do Banco inclui diá.s de alto nível, painéis temáticos e eventos paralelos, incluindo actividades no Pavilhão Africano e uma sessão planeada com a Libéria sobre o estabelecimento de uma autoridade para os mercados de carbono.  

Comentando sobre a participação do Afreximbank na COP30, a Sr.ª Kanayo Awani, Vice-Presidente Executiva para o Comércio Intra-Africano e Banco de Desenvolvimento das Exportações do Afreximbank, afirmou que: 

”A nossa missão na COP30 é clara: garantir que a voz de África não só seja ouvida, mas igualmente atendida. A nossa abordagem é de transformação pró-activa, agregando valor aos nossos abundantes minerais, impulsionando as nossas indústrias com uma matriz energética sustentável e aproveitando a ZCLCA para construir economias resilientes e integradas. Estamos a alavancar a nossa influência para mobilizar o capital africano global e exigir uma estrutura globalmente reconhecida e apoiada para a transição energética justa do nosso continente, que garanta que a acção climática abrangente sirva activamente e reforce as ambições de desenvolvimento e industrialização de África.” 

Distribuído pelo Grupo APO para Afreximbank.

Contacto para a Imprensa:
Vincent Musumba  
Gestor de Comunicações e Eventos (Relações com os Meios de Comunicação) 
Correio Electrónico: press@afreximbank.com 

Sobre o Afreximbank:
O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) é uma instituição financeira multilateral pan-africana com mandato para financiar e promover o comércio intra e extra-africano. Há mais de 30 anos que o Banco utiliza estruturas inovadoras para oferecer soluções de financiamento que apoiam a transformação da estrutura do comércio africano, acelerando a industrialização e o comércio intra-regional, impulsionando assim a expansão económica em África. Apoiante firme do Acordo de Comércio Livre Continental Africano (ACLCA), o Afreximbank lançou um Sistema Pan-Africano de Pagamento e Liquidação (PAPSS) que foi adoptado pela União Africana (UA) como plataforma de pagamento e liquidação para sustentar a implementação da ZCLCA. Em colaboração com o Secretariado da ZCLCA e a UA, o Banco criou um Fundo de Ajustamento de 10 mil milhões de dólares para apoiar os países que participam de forma efectiva na ZCLCA. No final de Dezembro de 2024, o total de activos e contingências do Afreximbank ascendia a mais de 40,1 mil milhões de dólares e os seus fundos de accionistas a 7,2 mil milhões de dólares. O Afreximbank tem notações de grau de investimento atribuídas pela GCR (escala internacional) (A), Moody’s (Baa2), China Chengxin International Credit Rating Co., Ltd (CCXI) (AAA), Japan Credit Rating Agency (JCR) (A-) e Fitch (BBB-). O Afreximbank evoluiu para uma entidade de grupo que inclui o Banco, a sua subsidiária de fundo de impacto de acções, denominada Fundo para o Desenvolvimento das Exportações em África (FEDA), e a sua subsidiária de gestão de seguros, AfrexInsure (em conjunto, “o Grupo”). O Banco tem a sua sede em Cairo, Egipto. 

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Bancos multilaterais de desenvolvimento juntam-se na 30ª Conferência das Partes (COP30) para acelerar o desenvolvimento climaticamente inteligente

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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  • Novo relatório apresenta as melhores práticas para proporcionar resiliência e abordagens inovadoras para ampliar os resultados da adaptação
  • Os bancos multilaterais de desenvolvimento apresentam métricas e metodologias para desbloquear financiamento para a natureza e a biodiversidade

 Os bancos multilaterais de desenvolvimento (MDB) reafirmam hoje na COP30 o seu compromisso (https://apo-opa.co/49N1Fn1) de responder às prioridades dos seus clientes para melhorar os meios de subsistência e criar empregos para a resiliência das comunidades e empresas face à intensificação dos choques climáticos e à degradação dos ecossistemas.

Trabalhando juntos como um sistema, defendem um desenvolvimento climaticamente inteligente – resiliente, economicamente sólido, baseado na confiança e construído para durar, com foco em instituições estáveis, infraestrutura confiável, oportunidades de emprego, adaptação aos impactos dos choques climáticos e capacidade de crescimento dentro do contexto de cada país. Os seus esforços para melhor apoiar os clientes incluem:

  • Melhorar o perfil de risco dos investimentos e expandir os recursos através da inovação em instrumentos de mobilização do setor privado
  • Fortalecimento de estruturas de medição de resultados para capturar e acompanhar melhor o impacto
  • Harmonização do seu trabalho para simplificar os processos de financiamento e proporcionar maior impacto na adaptação e mitigação
  • Avanço na implementação do Programa Estratégico Conjunto de Longo Prazo dos MDB para apoiar os clientes no planeamento climático e na conceção e implementação de plataformas lideradas e impulsionadas pelos países.

Implementação em grande escala

Em 2024, os MDB forneceram 137 mil milhões de dólares em financiamento climático para adaptação e mitigação e mobilizaram mais 134 mil milhões de dólares de capital privado. Desses montantes, 85 mil milhões e 33 mil milhões, respetivamente, foram direcionados para economias de baixo e médio rendimento, colocando os MDB no caminho certo para atingir 120 mil milhões de dólares do seu próprio orçamento e 65 mil milhões de dólares em mobilização de capital privado até 2030.

Acelerar ações para adaptação e resiliência

Desde 2019, os MDB duplicaram o apoio à adaptação e resiliência, entregando mais de 26 mil milhões de dólares a economias de baixo e médio rendimento em 2024. Com base nessa experiência, não apenas financiando programas e políticas, mas também vinculando o financiamento ao diá. político, ao planeamento estratégico e ao desenvolvimento de capacidades institucionais, eles lançaram na COP30 um documento técnico intitulado Da inovação ao impacto: construir resiliência para as pessoas e o planeta.

Este novo relatório apresenta mais de 100 melhores práticas para promover a resiliência, incluindo vários instrumentos pioneiros que estão a expandir recursos, mobilizar capital privado e fortalecer a resiliência sistémica.

Reforçar a ação em prol da natureza

Os MDB estão a apoiar os clientes a aumentar os investimentos positivos para a natureza, melhorando as métricas, as metodologias e a conceção de produtos financeiros. Em Belém, irão lançar um novo quadro para o financiamento da natureza que inclui os Princípios Comuns para o Acompanhamento do Financiamento da Natureza e o Guia Prático para a Seleção de Métricas de Resultados, ambos concebidos para apoiar o desenvolvimento de produtos financeiros de alta qualidade e atrair mais capital privado para a natureza.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Contacto para os media:
Departamento de Comunicação e Relações Externas
media@afdb.org

CEO da Fundação Merck, juntamente com as Primeiras-Damas de África e da Ásia, celebraram o Mês de Conscientização sobre Infertilidade durante a Iniciativa das Primeiras-Damas da Fundação Merck (Cimeira MFFLI 2025)

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

  • Link para de abertura da Cimeira da Iniciativa das Primeiras-Damas da Fundação Merck – MFFLI 2025: https://apo-opa.co/4p6eQE7

Fundação Merck (www.Merck-Foundation.com), o braço filantrópico da Merck KGaA Alemanha, realizou a 7ª Edição da Cimeira da Iniciativa das Primeiras-Damas da Fundação Merck – MFFLI 2025 nos dias 19 e 20 de Junho em Dubai, Emirados Árabes Unidos. Foi inaugurada pelo Prof. Dr. Frank Stangenberg-Haverkamp, Presidente do Conselho de Curadores da Fundação Merck e pela Senadora, Dra. Rasha Kelej, CEO da Fundação Merck e Presidente da Iniciativa das Primeiras-Damas da Fundação Merck juntamente com Primeiras-Damas de 14Países Africanos e Asiáticos, que participaram como Convidadas de Honra e Oradores Principais.

A Senadora Drª Rasha Kelej, CEO da Fundação Merck e Presidente da “Iniciativa das Primeiras-Damas da Fundação Merck” enfatizou, “É uma grande honra para mim, dar as boas-vindas às nossas estimadas Convidadas de Honra e Oradoras Principais, as Primeiras-Damas de África e da Ásia e Embaixadoras da nossa campanha “Mais do que uma Mãe” na 7ª Edição da Cimeira da Iniciativa das Primeiras-Damas da Fundação Merck – MFFLI.

Através dessa importante plataforma, trocamos experiências valiosas colectivamente e envolvemo-nos em discussões significativas sobre o impacto dos nossos programas, que visam transformar o atendimento ao paciente e aumentar a conscientização sobre uma ampla gama de questões sociais e de saúde críticas. ”

O Prof. Dr. Frank Stangenberg Haverkamp, ​​Presidente do Conselho de Curadores da Fundação Merck acrescentou: “Na Fundação Merck, o nosso objectivo é melhorar a saúde e o bem-estar em geral, fortalecendo a capacidade de atendimento à saúde e garantindo o acesso a soluções de saúde de qualidade e equitativas em África, Ásia e em outros lugares. Gostaria de agradecer sinceramente às nossas Embaixadoras e parceiras. Juntos, com o seu apoio e colaboração inabaláveis, continuaremos a trabalhar em prol da nossa visão de um mundo onde todos possam gozar uma vida saudável e feliz. ”

As Primeiras-Damas de 14 Países, que também são Embaixadoras da “Fundação Merck Mais Que uma Mãe”, participaram como Convidadas de Honra e Oradoras. Elas são:

  • S.E. Drª. ANA DIAS LOURENÇO, Primeira-Dama da República de Angola
  • S.E. Drª. DÉBORA KATISA CARVALHO, Primeira-Dama da República de Cabo Verde
  • S.E. Senhora BRIGITTE TOUADERA, Primeira-Dama da República Centro-Africana
  • S.E. Senhora ZITA OLIGUI NGUEMA, Primeira-Dama da República Gabonesa
  • S.E. Sr.ª FATOUMATTA BAH-BARROW, Primeira-Dama da República da Gâmbia
  • S.E. Sr.ª LORDINA DRAMANI MAHAMA, Primeira-Dama da República do Gana
  • S.E. Sr.ª RACHEL RUTO E.G.H., Primeira-Dama da República do Quénia
  • S.E. Sr.ª KARTUMU YARTA BOAKAI, Primeira-Dama da República da Libéria
  • S.E. Sr.ª SAJIDHA MOHAMED, Primeira-Dama da República de Maldivas
  • S.E. Drª. GUETA SELEMANE CHAPO, Primeira-Dama da República de Moçambique
  • H.E. Senator OLUREMI TINUBU, CON, Primeira-Dama da República Federal da Nigéria
  • S.E. Sr.ª MARIA DE FATIMA VILA NOVA, Primeira-Dama da República Democrática de São Tomé e Príncipe
  • S.E. Senhora MARIE KHONE FAYE, Primeira-Dama da República do Senegal
  • S.E. Amai Dr. AUXILLIA MNANGAGWA, Primeira-Dama da República do Zimbabwe

A Senadora, Drª Rasha Kelej disse, “Tenho orgulho de partilhar que a Fundação Merck concedeu mais de 2400 bolsas de estudo a jovens médicos de 52 países em 44 especialidades críticas e carentes. Muitos dos nossos ex-alunos da Fundação Merck estão a tornar-se nos primeiros especialistas nos seus países. Juntamente com as nossas Embaixadoras e Parceiras, estamos a fazer história e a transformar o cenário do atendimento ao paciente em toda a África e além. Muitos deles estão a tornar-se os primeiros especialistas nos seus países. ”

“Durante a nossa Conferência, também celebramos juntos o Mês Mundial de Conscientização sobre Infertilidade, observado em junho, através da nossa campanha de assinatura “Fundação Merck Mais do Que uma Mãe”, que visa empoderar mulheres com infertilidade e sem filhos, proporcionando acesso à informação, educação e mudança de mentalidade. Tenho o prazer de partilhar que, do total de 2.400 bolsas, mais de 760 bolsas de estudo foram fornecidos para treinamento em Fertilidade, Embriologia, Medicina Sexual e Reprodutiva, Psiquiatria Clínica, Saúde da Mulher, Urologia, Habilidades Cirúrgicas Laparoscópicas e Medicina de Família, para melhorar o acesso aos cuidados de fertilidade e saúde da mulher”, acrescentou ela. 

Durante a 7ª Edição da Cimeira da Iniciativa das Primeiras-Damas da Fundação Merck -MFFLI, duas ocasiões importantes foram marcadas; o 8º aniversário da Fundação Merck e 13 anos dos programas de desenvolvimento da Fundação Merck que tiveram início em 2012.

No primeiro dia, a Sessão Plenária da Cimeira da Iniciativa das Primeiras-Damas da Fundação Merck -MFFLI ocorreu, com a condução de um painel de discussão de alto nível com a participação de Primeiras-Damas de África e da Ásia. Além disso, foi realizado um painel de debate ministerial de alto nível com ministros africanos e importantes especialistas em saúde de todo o mundo.

O segundo dia da conferência contou com três sessões paralelas importantes: duas sessões médicas e científicas abordando tópicos de oncologia e fertilidade, e uma sessão de conscientização comunitária, o Treinamento em Mídia da Saúde da Fundação Merck. Esta sessão enfatizou o papel fundamental da mídia em influenciar comunidades e impulsionar mudanças culturais, em relação a uma ampla gama de questões sociais e de saúde, como o combate do estigma da infertilidade, o apoio à educação de meninas, o combate à violência do género, o fim do casamento infantil e da mutilação genital feminina, o empoderamento das mulheres e a conscientização sobre a diabetes e a hipertensão.

A conferência foi realizada num formato híbrido, permitindo que mais de 6.000 pessoas de mais de 70 países se beneficiassem, se reunissem e discutissem estratégias e soluções para os desafios sociais e de saúde nos seus países de forma segura e eficaz.

Países participantes da 7ª Edição Cimeira da Iniciativa das Primeiras-Damas da Fundação Merck:

Angola, Bangladesh, Benin, Botswana, Burkina Faso, Burundi, Camarões, Canadá, República Centro-Africana, Camboja, Chade, Costa do Marfim, República do Congo, República Democrática do Congo, Egipto, Etiópia, França, Gabão, Alemanha, Gana, Guiné – Bissau, Guiné – Conakri, Índia, Indonésia, Quénia, Lesotho, Libéria, Malawi, Malásia, Maldivas, Mali, Mauritânia, Maurícias, México, Moçambique, Mianmar, Namíbia, Nepal, Níger, Nigéria, Peru, Filipinas, Rússia, Ruanda, Senegal, Serra Leoa, Somália, África do Sul, Sri Lanka, Sudão, Tanzânia, Tailândia, Gâmbia, Togo, Tunísia, Emirados Árabes Unidos, Reino Unido, Uganda, EUA, Vietname, Zâmbia, Zimbabwe e muito mais.

A 7ª Edição da Iniciativa das Primeiras-Damas da Fundação Merck é transmitida ao vivo nas redes sociais da Fundação Merck e da Senadora, Drª Rasha Kelej, CEO da Fundação Merck:

@ Merck Foundation: Facebook (http://apo-opa.co/445CBE4), X (http://apo-opa.co/4p93EGW), Instagram (http://apo-opa.co/3WTSRV0), e YouTube (http://apo-opa.co/3LDai9M).

@ Rasha Kelej: Facebook (http://apo-opa.co/4pbHoME), X (http://apo-opa.co/4oCQ4M3), Instagram (http://apo-opa.co/3WPky1b), e YouTube (http://apo-opa.co/4oAA4df).

Link para da Sessão de Abertura do Painel de Alto Nível das Primeiras-Damas da Fundação Merck: https://apo-opa.co/4p6eQE7

A Fundação Merck está a transformar o cenário do atendimento ao paciente e a fazer história junto com os seus parceiros em África, Ásia e outros lugares, por meio de:

  • Mais de 2.400 bolsas de estudo oferecidas pela Fundação Merck para profissionais de saúde de 52 países em 44 especialidades médicas críticas e carentes.

A Fundação Merck também está a criar uma mudança cultural e a quebrar o silêncio sobre uma ampla gama de questões sociais e de saúde em África e em comunidades carentes por meio de:

  • Mais de 3.700 representantes da mídia de mais de 35 países treinados pela Fundação Merck para conscientizar sobre diferentes questões sociais e de saúde.
  • 8 prémios diferentes lançados anualmente para melhor cobertura da mídia, do cinema, da canção e da moda.
  • Cerca de 30 canções que abordam questões de saúde e sociais, interpretadas por cantores locais de toda a África.
  • 9 livros de histórias infantis em quatro línguas: inglês, francês, português e swahíli.
  • 6 filmes de animação de conscientização em cinco línguas: inglês, francês, português, espanhol e swahíli, para aumentar a conscientização sobre o combate ao estigma da infertilidade, o apoio à educação de meninas e a prevenção e detecção precoce da diabetes, da hipertensão e do cancro.
  • Programa televisivo pan-africano “Nossa África da Fundação Merck”, que aborda questões sociais e de saúde em África por meio da comunidade “Moda e Arte com Propósito”.
  • Mais de 1040 bolsas de estudo concedidas anualmente a meninas africanas de alto desempenho, mas de baixa renda, de 18 países, para empoderá-las a atingir o seu pleno potencial.
  • 15 canais de mídia social com mais de 8,5 milhões de seguidores.

Distribuído pelo Grupo APO para Merck Foundation.

Contato:
Mehak Handa
Gerente do Programa de Conscientização Comunitária
Telefone: +91 9310087613 / +91 9319606669
Email: mehak.handa@external.merckgroup.com

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Sobre a Fundação Merck:
A Fundação Merck, criada em 2017, é o braço filantrópico da Merck KGaA Alemanha, tem como objectivo melhorar a saúde e o bem-estar das pessoas e aprimorar as suas vidas atravez da ciência e da tecnologia. Os nossos esforços estão focados principalmente na melhoria do acesso a soluções de saúde de qualidade e equitativas em comunidades carenciadas, no desenvolvimento da capacidade de saúde e na investigação científica, no empoderamento das raparigas na educação e no empoderamento de pessoas em STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática) com foco especial em mulheres e jovens. Todos os comunicados de imprensa da Fundação Merck são distribuídos por e-mail ao mesmo tempo em que são disponibilizados no site da Fundação Merck. Visite www.Merck-Foundation.com para ler mais. Siga a mídia social da Fundação Merck: Facebook (http://apo-opa.co/445CBE4), X (http://apo-opa.co/4p93EGW), Instagram (http://apo-opa.co/3WTSRV0), YouTube (http://apo-opa.co/3LDai9M), Threads (http://apo-opa.co/4pdkkNv) e Flickr (http://apo-opa.co/448i3Lb).

A Fundação Merck está dedicada a melhorar os resultados sociais e de saúde para comunidades necessitadas. Embora colabore com vários parceiros, incluindo governos, para atingir os seus objectivos humanitários, a Fundação permanece estritamente neutra em questões políticas. Ela não se envolve ou apoia nenhuma actividade política, eleições ou regimes, concentrando-se exclusivamente na sua missão de elevar a humanidade e melhorar o bem-estar, mantendo uma postura estritamente apolítica em todos os seus esforços.

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