Bancos multilaterais de desenvolvimento juntam-se na 30ª Conferência das Partes (COP30) para acelerar o desenvolvimento climaticamente inteligente

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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  • Novo relatório apresenta as melhores práticas para proporcionar resiliência e abordagens inovadoras para ampliar os resultados da adaptação
  • Os bancos multilaterais de desenvolvimento apresentam métricas e metodologias para desbloquear financiamento para a natureza e a biodiversidade

 Os bancos multilaterais de desenvolvimento (MDB) reafirmam hoje na COP30 o seu compromisso (https://apo-opa.co/49N1Fn1) de responder às prioridades dos seus clientes para melhorar os meios de subsistência e criar empregos para a resiliência das comunidades e empresas face à intensificação dos choques climáticos e à degradação dos ecossistemas.

Trabalhando juntos como um sistema, defendem um desenvolvimento climaticamente inteligente – resiliente, economicamente sólido, baseado na confiança e construído para durar, com foco em instituições estáveis, infraestrutura confiável, oportunidades de emprego, adaptação aos impactos dos choques climáticos e capacidade de crescimento dentro do contexto de cada país. Os seus esforços para melhor apoiar os clientes incluem:

  • Melhorar o perfil de risco dos investimentos e expandir os recursos através da inovação em instrumentos de mobilização do setor privado
  • Fortalecimento de estruturas de medição de resultados para capturar e acompanhar melhor o impacto
  • Harmonização do seu trabalho para simplificar os processos de financiamento e proporcionar maior impacto na adaptação e mitigação
  • Avanço na implementação do Programa Estratégico Conjunto de Longo Prazo dos MDB para apoiar os clientes no planeamento climático e na conceção e implementação de plataformas lideradas e impulsionadas pelos países.

Implementação em grande escala

Em 2024, os MDB forneceram 137 mil milhões de dólares em financiamento climático para adaptação e mitigação e mobilizaram mais 134 mil milhões de dólares de capital privado. Desses montantes, 85 mil milhões e 33 mil milhões, respetivamente, foram direcionados para economias de baixo e médio rendimento, colocando os MDB no caminho certo para atingir 120 mil milhões de dólares do seu próprio orçamento e 65 mil milhões de dólares em mobilização de capital privado até 2030.

Acelerar ações para adaptação e resiliência

Desde 2019, os MDB duplicaram o apoio à adaptação e resiliência, entregando mais de 26 mil milhões de dólares a economias de baixo e médio rendimento em 2024. Com base nessa experiência, não apenas financiando programas e políticas, mas também vinculando o financiamento ao diá. político, ao planeamento estratégico e ao desenvolvimento de capacidades institucionais, eles lançaram na COP30 um documento técnico intitulado Da inovação ao impacto: construir resiliência para as pessoas e o planeta.

Este novo relatório apresenta mais de 100 melhores práticas para promover a resiliência, incluindo vários instrumentos pioneiros que estão a expandir recursos, mobilizar capital privado e fortalecer a resiliência sistémica.

Reforçar a ação em prol da natureza

Os MDB estão a apoiar os clientes a aumentar os investimentos positivos para a natureza, melhorando as métricas, as metodologias e a conceção de produtos financeiros. Em Belém, irão lançar um novo quadro para o financiamento da natureza que inclui os Princípios Comuns para o Acompanhamento do Financiamento da Natureza e o Guia Prático para a Seleção de Métricas de Resultados, ambos concebidos para apoiar o desenvolvimento de produtos financeiros de alta qualidade e atrair mais capital privado para a natureza.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Contacto para os media:
Departamento de Comunicação e Relações Externas
media@afdb.org

CEO da Fundação Merck, juntamente com as Primeiras-Damas de África e da Ásia, celebraram o Mês de Conscientização sobre Infertilidade durante a Iniciativa das Primeiras-Damas da Fundação Merck (Cimeira MFFLI 2025)

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

  • Link para de abertura da Cimeira da Iniciativa das Primeiras-Damas da Fundação Merck – MFFLI 2025: https://apo-opa.co/4p6eQE7

Fundação Merck (www.Merck-Foundation.com), o braço filantrópico da Merck KGaA Alemanha, realizou a 7ª Edição da Cimeira da Iniciativa das Primeiras-Damas da Fundação Merck – MFFLI 2025 nos dias 19 e 20 de Junho em Dubai, Emirados Árabes Unidos. Foi inaugurada pelo Prof. Dr. Frank Stangenberg-Haverkamp, Presidente do Conselho de Curadores da Fundação Merck e pela Senadora, Dra. Rasha Kelej, CEO da Fundação Merck e Presidente da Iniciativa das Primeiras-Damas da Fundação Merck juntamente com Primeiras-Damas de 14Países Africanos e Asiáticos, que participaram como Convidadas de Honra e Oradores Principais.

A Senadora Drª Rasha Kelej, CEO da Fundação Merck e Presidente da “Iniciativa das Primeiras-Damas da Fundação Merck” enfatizou, “É uma grande honra para mim, dar as boas-vindas às nossas estimadas Convidadas de Honra e Oradoras Principais, as Primeiras-Damas de África e da Ásia e Embaixadoras da nossa campanha “Mais do que uma Mãe” na 7ª Edição da Cimeira da Iniciativa das Primeiras-Damas da Fundação Merck – MFFLI.

Através dessa importante plataforma, trocamos experiências valiosas colectivamente e envolvemo-nos em discussões significativas sobre o impacto dos nossos programas, que visam transformar o atendimento ao paciente e aumentar a conscientização sobre uma ampla gama de questões sociais e de saúde críticas. ”

O Prof. Dr. Frank Stangenberg Haverkamp, ​​Presidente do Conselho de Curadores da Fundação Merck acrescentou: “Na Fundação Merck, o nosso objectivo é melhorar a saúde e o bem-estar em geral, fortalecendo a capacidade de atendimento à saúde e garantindo o acesso a soluções de saúde de qualidade e equitativas em África, Ásia e em outros lugares. Gostaria de agradecer sinceramente às nossas Embaixadoras e parceiras. Juntos, com o seu apoio e colaboração inabaláveis, continuaremos a trabalhar em prol da nossa visão de um mundo onde todos possam gozar uma vida saudável e feliz. ”

As Primeiras-Damas de 14 Países, que também são Embaixadoras da “Fundação Merck Mais Que uma Mãe”, participaram como Convidadas de Honra e Oradoras. Elas são:

  • S.E. Drª. ANA DIAS LOURENÇO, Primeira-Dama da República de Angola
  • S.E. Drª. DÉBORA KATISA CARVALHO, Primeira-Dama da República de Cabo Verde
  • S.E. Senhora BRIGITTE TOUADERA, Primeira-Dama da República Centro-Africana
  • S.E. Senhora ZITA OLIGUI NGUEMA, Primeira-Dama da República Gabonesa
  • S.E. Sr.ª FATOUMATTA BAH-BARROW, Primeira-Dama da República da Gâmbia
  • S.E. Sr.ª LORDINA DRAMANI MAHAMA, Primeira-Dama da República do Gana
  • S.E. Sr.ª RACHEL RUTO E.G.H., Primeira-Dama da República do Quénia
  • S.E. Sr.ª KARTUMU YARTA BOAKAI, Primeira-Dama da República da Libéria
  • S.E. Sr.ª SAJIDHA MOHAMED, Primeira-Dama da República de Maldivas
  • S.E. Drª. GUETA SELEMANE CHAPO, Primeira-Dama da República de Moçambique
  • H.E. Senator OLUREMI TINUBU, CON, Primeira-Dama da República Federal da Nigéria
  • S.E. Sr.ª MARIA DE FATIMA VILA NOVA, Primeira-Dama da República Democrática de São Tomé e Príncipe
  • S.E. Senhora MARIE KHONE FAYE, Primeira-Dama da República do Senegal
  • S.E. Amai Dr. AUXILLIA MNANGAGWA, Primeira-Dama da República do Zimbabwe

A Senadora, Drª Rasha Kelej disse, “Tenho orgulho de partilhar que a Fundação Merck concedeu mais de 2400 bolsas de estudo a jovens médicos de 52 países em 44 especialidades críticas e carentes. Muitos dos nossos ex-alunos da Fundação Merck estão a tornar-se nos primeiros especialistas nos seus países. Juntamente com as nossas Embaixadoras e Parceiras, estamos a fazer história e a transformar o cenário do atendimento ao paciente em toda a África e além. Muitos deles estão a tornar-se os primeiros especialistas nos seus países. ”

“Durante a nossa Conferência, também celebramos juntos o Mês Mundial de Conscientização sobre Infertilidade, observado em junho, através da nossa campanha de assinatura “Fundação Merck Mais do Que uma Mãe”, que visa empoderar mulheres com infertilidade e sem filhos, proporcionando acesso à informação, educação e mudança de mentalidade. Tenho o prazer de partilhar que, do total de 2.400 bolsas, mais de 760 bolsas de estudo foram fornecidos para treinamento em Fertilidade, Embriologia, Medicina Sexual e Reprodutiva, Psiquiatria Clínica, Saúde da Mulher, Urologia, Habilidades Cirúrgicas Laparoscópicas e Medicina de Família, para melhorar o acesso aos cuidados de fertilidade e saúde da mulher”, acrescentou ela. 

Durante a 7ª Edição da Cimeira da Iniciativa das Primeiras-Damas da Fundação Merck -MFFLI, duas ocasiões importantes foram marcadas; o 8º aniversário da Fundação Merck e 13 anos dos programas de desenvolvimento da Fundação Merck que tiveram início em 2012.

No primeiro dia, a Sessão Plenária da Cimeira da Iniciativa das Primeiras-Damas da Fundação Merck -MFFLI ocorreu, com a condução de um painel de discussão de alto nível com a participação de Primeiras-Damas de África e da Ásia. Além disso, foi realizado um painel de debate ministerial de alto nível com ministros africanos e importantes especialistas em saúde de todo o mundo.

O segundo dia da conferência contou com três sessões paralelas importantes: duas sessões médicas e científicas abordando tópicos de oncologia e fertilidade, e uma sessão de conscientização comunitária, o Treinamento em Mídia da Saúde da Fundação Merck. Esta sessão enfatizou o papel fundamental da mídia em influenciar comunidades e impulsionar mudanças culturais, em relação a uma ampla gama de questões sociais e de saúde, como o combate do estigma da infertilidade, o apoio à educação de meninas, o combate à violência do género, o fim do casamento infantil e da mutilação genital feminina, o empoderamento das mulheres e a conscientização sobre a diabetes e a hipertensão.

A conferência foi realizada num formato híbrido, permitindo que mais de 6.000 pessoas de mais de 70 países se beneficiassem, se reunissem e discutissem estratégias e soluções para os desafios sociais e de saúde nos seus países de forma segura e eficaz.

Países participantes da 7ª Edição Cimeira da Iniciativa das Primeiras-Damas da Fundação Merck:

Angola, Bangladesh, Benin, Botswana, Burkina Faso, Burundi, Camarões, Canadá, República Centro-Africana, Camboja, Chade, Costa do Marfim, República do Congo, República Democrática do Congo, Egipto, Etiópia, França, Gabão, Alemanha, Gana, Guiné – Bissau, Guiné – Conakri, Índia, Indonésia, Quénia, Lesotho, Libéria, Malawi, Malásia, Maldivas, Mali, Mauritânia, Maurícias, México, Moçambique, Mianmar, Namíbia, Nepal, Níger, Nigéria, Peru, Filipinas, Rússia, Ruanda, Senegal, Serra Leoa, Somália, África do Sul, Sri Lanka, Sudão, Tanzânia, Tailândia, Gâmbia, Togo, Tunísia, Emirados Árabes Unidos, Reino Unido, Uganda, EUA, Vietname, Zâmbia, Zimbabwe e muito mais.

A 7ª Edição da Iniciativa das Primeiras-Damas da Fundação Merck é transmitida ao vivo nas redes sociais da Fundação Merck e da Senadora, Drª Rasha Kelej, CEO da Fundação Merck:

@ Merck Foundation: Facebook (http://apo-opa.co/445CBE4), X (http://apo-opa.co/4p93EGW), Instagram (http://apo-opa.co/3WTSRV0), e YouTube (http://apo-opa.co/3LDai9M).

@ Rasha Kelej: Facebook (http://apo-opa.co/4pbHoME), X (http://apo-opa.co/4oCQ4M3), Instagram (http://apo-opa.co/3WPky1b), e YouTube (http://apo-opa.co/4oAA4df).

Link para da Sessão de Abertura do Painel de Alto Nível das Primeiras-Damas da Fundação Merck: https://apo-opa.co/4p6eQE7

A Fundação Merck está a transformar o cenário do atendimento ao paciente e a fazer história junto com os seus parceiros em África, Ásia e outros lugares, por meio de:

  • Mais de 2.400 bolsas de estudo oferecidas pela Fundação Merck para profissionais de saúde de 52 países em 44 especialidades médicas críticas e carentes.

A Fundação Merck também está a criar uma mudança cultural e a quebrar o silêncio sobre uma ampla gama de questões sociais e de saúde em África e em comunidades carentes por meio de:

  • Mais de 3.700 representantes da mídia de mais de 35 países treinados pela Fundação Merck para conscientizar sobre diferentes questões sociais e de saúde.
  • 8 prémios diferentes lançados anualmente para melhor cobertura da mídia, do cinema, da canção e da moda.
  • Cerca de 30 canções que abordam questões de saúde e sociais, interpretadas por cantores locais de toda a África.
  • 9 livros de histórias infantis em quatro línguas: inglês, francês, português e swahíli.
  • 6 filmes de animação de conscientização em cinco línguas: inglês, francês, português, espanhol e swahíli, para aumentar a conscientização sobre o combate ao estigma da infertilidade, o apoio à educação de meninas e a prevenção e detecção precoce da diabetes, da hipertensão e do cancro.
  • Programa televisivo pan-africano “Nossa África da Fundação Merck”, que aborda questões sociais e de saúde em África por meio da comunidade “Moda e Arte com Propósito”.
  • Mais de 1040 bolsas de estudo concedidas anualmente a meninas africanas de alto desempenho, mas de baixa renda, de 18 países, para empoderá-las a atingir o seu pleno potencial.
  • 15 canais de mídia social com mais de 8,5 milhões de seguidores.

Distribuído pelo Grupo APO para Merck Foundation.

Contato:
Mehak Handa
Gerente do Programa de Conscientização Comunitária
Telefone: +91 9310087613 / +91 9319606669
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Sobre a Fundação Merck:
A Fundação Merck, criada em 2017, é o braço filantrópico da Merck KGaA Alemanha, tem como objectivo melhorar a saúde e o bem-estar das pessoas e aprimorar as suas vidas atravez da ciência e da tecnologia. Os nossos esforços estão focados principalmente na melhoria do acesso a soluções de saúde de qualidade e equitativas em comunidades carenciadas, no desenvolvimento da capacidade de saúde e na investigação científica, no empoderamento das raparigas na educação e no empoderamento de pessoas em STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática) com foco especial em mulheres e jovens. Todos os comunicados de imprensa da Fundação Merck são distribuídos por e-mail ao mesmo tempo em que são disponibilizados no site da Fundação Merck. Visite www.Merck-Foundation.com para ler mais. Siga a mídia social da Fundação Merck: Facebook (http://apo-opa.co/445CBE4), X (http://apo-opa.co/4p93EGW), Instagram (http://apo-opa.co/3WTSRV0), YouTube (http://apo-opa.co/3LDai9M), Threads (http://apo-opa.co/4pdkkNv) e Flickr (http://apo-opa.co/448i3Lb).

A Fundação Merck está dedicada a melhorar os resultados sociais e de saúde para comunidades necessitadas. Embora colabore com vários parceiros, incluindo governos, para atingir os seus objectivos humanitários, a Fundação permanece estritamente neutra em questões políticas. Ela não se envolve ou apoia nenhuma actividade política, eleições ou regimes, concentrando-se exclusivamente na sua missão de elevar a humanidade e melhorar o bem-estar, mantendo uma postura estritamente apolítica em todos os seus esforços.

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CEO da Fundação Merck mantém encontro com Primeira-Dama do Senegal e seis Primeiras-Damas Africanas na 12ª Edição da Luminária África Ásia da Fundação Merck 2025, na Gâmbia

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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Fundação Merck (www.Merck-Foundation.com/), O braço filantrópico da Merck KGaA Alemanha realizou recentemente a 12ª Edição da sua conferência anual da “Luminária África Ásia da Fundação Merck”, em parceria com o Governo da Gâmbia. A conferência foi copresidida por S. Exª. Srª. FATOUMATTA BAH-BARROW, Primeira-Dama da Gâmbia e Embaixadora da Fundação Merck Mais Que uma Mãe e pela Dra. Rasha Kelej, CEO da Fundação Merck e Presidente da Mais Que uma Mãe. A Primeira-Dama do Senegal, S. Exª. Senhora MARIE KHONE FAYE, com as Primeiras-Damas do Burundi, República Centro Africana, Libéria, Nigéria e São Tomé e Príncipe participaram como Convidadas de Honra e Oradoras Inaugurais.

A Senadora, Drª. Rasha Kelej (Ret.) expressou: “Estou muito feliz em manter encontro com a minha querida irmã, S. Exª. Senhora MARIE KHONE FAYE, Primeira-Dama da República do Senegal e Embaixadora da Fundação Merck “Mais Que uma Mãe”. Tivemos uma conversa muito proveitosa sobre os nossos programas conjuntos em curso no país, que visam transformar o cenário da saúde pública e aumentar a conscientização sobre uma ampla gama de questões de saúde social. Tenho o prazer de partilhar que, até o momento, concedemos 29 bolsas de estudo para médicos senegaleses em diversas especialidades, como oncologia, diabetes, fertilidade e embriologia. Também discutimos a expansão desses programas.”

A Sua Excelência, a Senhora MARIE KHONE FAYE, Primeira-Dama da República do Senegal e Embaixadora da Fundação Merck “Mais do que uma Mãe” partilhou: “É um grande prazer ser parceira e trabalhar em estreita colaboração com a Fundação Merck. Saúdo profundamente os seus programas e estou muito feliz em partilhar que, juntos, lançamos o programa Educar Linda no meu país, atarvés do qual oferecemos bolsas de estudo anuais para 40 alunas de destaque em situação de vulnerabilidade social.

Além disso, a Fundação Merck concedeu 29 bolsas de estudo para os nossos médicos em especialidades importantes, como oncologia, fertilidade, embriologia e diabetes. Todas essas bolsas são de grande importância e estão a ajudar-nos a transformar o cenário do atendimento ao paciente.”

Assista aqui ao discurso da Primeira-Dama do Senegal e Embaixadora da Fundação Merck “Mais do que uma Mãe” durante o evento da Luminária África ásia da Fundação Merck 2025: https://apo-opa.co/47Om8W0

Assista ao video da CEO da Fundação Merck, Senadora, Drª. Rasha Kelej durante o encontro com S. Exª. Senhora MARIE KHONE FAYE, Primeira-Dama da República do Senegal e Embaixadora da Fundação Merck “Mais do que uma Mãe”: https://apo-opa.co/3LBq5Gf

No primeiro dia da conferência, foi realizada a Sessão Plenária da Luminária África Ásia da Fundação Merck 2025, com a apresentação de conferências inaugurais das Primeiras-Damas da África. Além disso, foi realizada uma mesa-redonda ministerial de alto nível com ministros africanos para discutir a estratégia MARS (Cimeira da Investigação África da Fundação Merck) para desenvolver a capacidade de investigação científica e empoderar mulheres em STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática), com foco especial em investigação científica.

No segundo dia da conferência, foi realizada  a reunião do comité da Iniciativa das Primeiras-Damas da Fundação Merck – MFFLI entre as Primeiras-Damas da África , o Presidente e a CEO da Fundação Merck, onde as Primeiras-Damas Africanas compartilharam o relatório de impacto dos programas da Fundação Merck nos seus respectivos países e discutiram a estratégia futura.

Assista ao vídeo da reunião do comité da MFFLI: https://apo-opa.co/4p5Bbl4

Com a Primeira-Dama do Senegal, a Fundação Merck concedeu 29 bolsas de estudo para médicos locais no Senegal em muitas especialidades críticas e carentes. Das 29 bolsas de estudo:

  • 8 bolsas de estudo foram concedidas na área vital da oncologia, para que os pacientes possam receber tratamento oncológico de qualidade e equitativo nos seus países de origem.  
  • 11 bolsas de estudo foram concedidas para os nossos médicos para treinamento prático em Fertilidade e Embriologia, bem como para cursos de pós-graduação de um ano e mestrados de dois anos em Saúde Sexual e Reprodutiva. Isso contribuirá significativamente para o avanço da saúde da mulher e revolucionará os cuidados de saúde reprodutiva e fertilidade no Senegal.  
  • 10 bolsas de estudo foram oferecidas para o Curso de Mestrado em Diabetes. Ao concluí-lo, esses médicos não só estarão capacitados para tratar pacientes com diabetes de forma eficaz, como também desempenharão um papel fundamental na conscientização sobre a doença e na promoção da importância de um estilo de vida saudável nas nossas comunidades.

“A Fundação Merck sempre acreditou na importância de fortalecer a capacidade do sistema de saúde e trabalha para isso desde 2012. Até o momento, concedemos mais de 2.400 bolsas de estudo para profissionais de saúde de 52 países em 44 especialidades médicas essenciais e carentes. Continuaremos a oferecer bolsas de estudo para médicos do Senegal e de outros países”, acrescentou a Drª. Kelej.

A Fundação Merck em parceria com a Primeira-Dama do Senegal lançou diversas iniciativas de conscientização comunitária para abordar uma ampla gama de questões sociais e de saúde.

Em parceria com o Gabinete da Primeira-Dama do Senegal, a Fundação Merck realizou recentemente um Treinamento Online em Mídia da Saúde para incentivar jornalistas a serem a voz dos que não têm voz e a promover uma mudança cultural em torno de questões sociais cruciais, como o apoio à educação de meninas, o combate à violência do género e à mutilação genital feminina, o empoderamento feminino e a conscientização sobre saúde, como a diabetes e a hipertensão.

A Fundação Merck também anunciou a chamada de candidaturas 2026 para seus 8 importantes prémios, em parceria com a Primeira-Dama do Senegal, nas áreas de jpornalismo, canção, moda, cinema para estudantes e novos talentos com potencial nesses campos.

Além disso, em parceria com a Primeira-Dama do Senegal, a Fundação Merck está a lançar os seus livros infantis: “Mais do que uma Mãe”, “Educar Linda”, “O Resgate de Jaqueline”, “Você Não É Quem É”, “Viagem ao Futuro”, “Jude Sem Açúcar”, “A Pressão de Mark” e “Raio de Esperança”. Os livros abordam diversas questões sociais e de saúde, como o combate ao estigma da infertilidade, o apoio à educação de meninas, o combate à violência do género e a conscientização sobre a diabetes e a hipertensão. Os livros estarão disponíveis em francês e milhares de exemplares serão distribuídos para crianças em idade escolar.

A 12ª Edição da Luminária África Ásia da Fundação Merck foi transmitida em directo nos canais de redes sociais da Fundação Merck e da Drª. Rasha Kelej, CEO da Fundação Merck.

@ Fundação Merck: Facebook (https://apo-opa.co/43onuWi), X (https://apo-opa.co/47DQ34w), Instagram (https://apo-opa.co/4paIWqc), YouTube (https://apo-opa.co/48ccnlS).

@ Rasha Kelej: Facebook (https://apo-opa.co/3WSVlmy), X (https://apo-opa.co/49z7lkL), Instagram (https://apo-opa.co/4r1BQWI), YouTube (https://apo-opa.co/3JJRoO2)

Link para a transmissão ao vivo no YouTube da Sessão de Abertura do Painel de Alto Nível das Primeiras-Damas da Fundação Merck: https://apo-opa.co/3LH82ye

Resumo das iniciativas e do impacto da Fundação Merck:

A Fundação Merck está a transformar o cenário do atendimento ao paciente e a fazer história junto com os seus parceiros em África, Ásia e outros lugares, por meio de:

  • Mais de 2.400 bolsas de estudo oferecidas pela Fundação Merck para profissionais de saúde de 52 países em 44 especialidades médicas críticas e carentes.

A Fundação Merck também está a criar uma mudança cultural e a quebrar o silêncio sobre uma ampla gama de questões sociais e de saúde em África e em comunidades carentes por meio de:

  • Mais de 3.700 representantes da mídia de mais de 35 países treinados pela Fundação Merck para conscientizar sobre diferentes questões sociais e de saúde.
  • 8 prémios diferentes lançados anualmente para melhor cobertura da mídia, do cinema, da canção e da moda.
  • Cerca de 30 canções que abordam questões de saúde e sociais, interpretadas por cantores locais de toda a África.
  • 9 livros de histórias infantis em quatro línguas: inglês, francês, português e swahíli.
  • 6 filmes de animação de conscientização em cinco línguas: inglês, francês, português, espanhol e swahíli, para aumentar a conscientização sobre o combate ao estigma da infertilidade, o apoio à educação de meninas e a prevenção e detecção precoce da diabetes, da hipertensão e do cancro.
  • Programa televisivo pan-africano “Nossa África da Fundação Merck”, que aborda questões sociais e de saúde em África por meio da comunidade “Moda e Arte com Propósito”.
  • Mais de 1040 bolsas de estudo concedidas anualmente a meninas africanas de alto desempenho, mas de baixa renda, de 18 países, para empoderá-las a atingir o seu pleno potencial.
  • 15 canais de mídia social com mais de 8,5 milhões de seguidores.

Distribuído pelo Grupo APO para Merck Foundation.

Contato:
Mehak Handa
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Telefone: +91 9310087613 / +91 9319606669
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Sobre Fundação Merck:
A Fundação Merck, criada em 2017, é o braço filantrópico da Merck KGaA Alemanha e visa melhorar a saúde e o bem-estar das pessoas e impulsionar suas vidas por meio da ciência e da tecnologia. Nossos esforços concentram-se principalmente em melhorar o acesso a soluções de saúde de qualidade e equitativas em comunidades carentes, fortalecer a capacidade em saúde e pesquisa científica, empoderar meninas na educação e empoderar pessoas em STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática), com foco especial em mulheres e jovens. Todos os comunicados de imprensa da Fundação Merck são distribuídos por e-mail ao mesmo tempo em que são disponibilizados no site da Fundação Merck.  Visite www.Merck-Foundation.com para ler mais. Siga as redes sociais da Fundação Merck: Facebook (https://apo-opa.co/43onuWi), X (https://apo-opa.co/47DQ34w), Instagram (https://apo-opa.co/4paIWqc), YouTube (https://apo-opa.co/48ccnlS), Threads (https://apo-opa.co/43onvtk) e Flickr (https://apo-opa.co/4r1JsIQ). 

A Fundação Merck dedica-se a melhorar os resultados sociais e de saúde de comunidades carentes. Embora colabore com diversos parceiros, incluindo governos, para alcançar os seus objectivos humanitários, a fundação permanece estritamente neutra em questões políticas. Não se envolve nem apoia quaisquer actividades, eleições ou regimes políticos, concentrando-se exclusivamente na sua missão de elevar a humanidade e promover o bem-estar, mantendo uma postura estritamente apolítica em todos os seus esforços.

O Fundo para o Desenvolvimento das Exportações em África (FEDA) Anuncia Investimento Histórico na Africana de Processamento de Minerais e Metais (A2MP) para Impulsionar a Transformação Industrial e Mineira de África

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Fundo para o Desenvolvimento das Exportações em África (FEDA), o braço de investimento de impacto em capital de desenvolvimento do Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) (www.Afreximbank.com), tem o prazer de anunciar um investimento estratégico de 300 milhões de dólares americanos na Plataforma Africana de Processamento de Minerais e Metais (A2MP).

Este investimento reforça o compromisso do Afreximbank em apoiar o sector mineiro africano e garantir que a vasta riqueza mineral do continente se torne um catalisador para o crescimento económico sustentável, em vez de uma fonte de dependência contínua de recursos.

Alicerçada em mais de uma década de empreendimentos mineiros bem-sucedidos, a A2MP evoluiu para uma plataforma pan-africana diversificada, focada na mineração e no processamento. A plataforma visa desbloquear e expandir as cadeias de valor de minerais e metais de forma sustentável em todo o continente. Actualmente, a plataforma opera um conjunto sólido de doze (12) activos minerais e quatro centros de processamento, com uma carteira diversificada que abrange nove (9) países do continente.

Esta extensa presença coloca a A2MP na vanguarda dos esforços para desenvolver cadeias de valor integradas de minerais e metais, abrindo novos caminhos para o crescimento industrial e a integração no mercado global de África – especialmente num momento em que a indústria enfrenta desafios crescentes devido ao esgotamento das reservas de minério de alta qualidade e facilmente acessíveis.

A A2MP reúne uma carteira diversificada dos principais activos mineiros e empresas operacionais em várias classes de minerais, incluindo o ouro, a bauxite e a alumina, o manganês, o minério de ferro, entre outros. A A2MP vai igualmente desenvolver mais centros de processamento, incluindo para terras raras, precursores de baterias e outros minerais críticos, a fim de reforçar a valorização em todo o continente.

O Dr. George Elombi, Presidente do Afreximbank e Presidente do Conselho de Administração do Afreximbank e do FEDA, comentou: “Estamos satisfeitos por ter concluído com êxito este investimento na Plataforma Africana de Processamento de Minerais e Metais (A2MP), que está em conformidade com a nossa visão ampla de mudar a estrutura do comércio e da economia de África. Com este investimento, o Afreximbank está a ajudar o continente a fazer a transição estrutural da exportação de matérias-primas para um sistema totalmente integrado de mineração e produção local. O nosso investimento na plataforma vai aumentar a capacidade de processamento local e criar a infra-estrutura necessária para o acréscimo de valor de várias classes de minerais. A plataforma integrada da A2MP garante que uma maior parte da riqueza mineral do continente seja retida nas economias africanas, permitindo a criação de clusters industriais competitivos e empregos de alto valor.”

Gagan Gupta, Fundador da A2MP: “O apoio do FEDA e do Afreximbank marca um momento crucial para a jornada industrial de África. É mais do que uma parceria financeira; é uma afirmação ousada do potencial de África para liderar a cadeia de valor global de minerais e metais. Este investimento estratégico permite-nos expandir o nosso modelo totalmente integrado de extracção, processamento e transformação responsáveis, acelerando a criação de indústrias locais de alto valor em toda África. A nossa ambição é tornar a A2MP a espinha dorsal da próxima revolução industrial do continente, criar milhares de empregos e causar um impacto duradouro nas comunidades. Com o FEDA e o Afreximbank como os principais parceiros, estamos confiantes na nossa capacidade de mudar a perceção global de África, de um continente rico em recursos para uma potência de processamento e produção.”

Marlene Ngoyi, Directora Executiva do FEDA, observou que: “O nosso investimento na A2MP representa o tipo de investimento transformador que se alinha perfeitamente com a nossa visão para o futuro da exploração mineira em África. O modelo da plataforma assenta na manutenção da beneficiação e do processamento no continente, garantindo que o valor económico real da riqueza mineral de África seja absorvido localmente. Ao oferecer uma exposição diversificada numa ampla gama de minerais estratégicos, a A2MP destaca-se como uma plataforma única, capaz de criar profundidade nas cadeias de valor críticas, proporcionando igualmente resiliência e sustentabilidade.”

Distribuído pelo Grupo APO para Afreximbank.

Contacto para a Imprensa:
Vincent Musumba
Gestor de Comunicações e Eventos (Relações com os Meios de Comunicação Social)
Correio Electrónico: press@afreximbank.com

Sobre o Afreximbank:
O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) é uma instituição financeira multilateral pan-africana com mandato para financiar e promover o comércio intra e extra-africano. Há mais de 30 anos que o Banco utiliza estruturas inovadoras para oferecer soluções de financiamento que apoiam a transformação da estrutura do comércio africano, acelerando a industrialização e o comércio intra-regional, impulsionando assim a expansão económica em África. Apoiante firme do Acordo de Comércio Livre Continental Africano (ACLCA), o Afreximbank lançou um Sistema Pan-Africano de Pagamento e Liquidação (PAPSS) que foi adoptado pela União Africana (UA) como plataforma de pagamento e liquidação para sustentar a implementação da ZCLCA. Em colaboração com o Secretariado da ZCLCA e a UA, o Banco criou um Fundo de Ajustamento de 10 mil milhões de dólares para apoiar os países que participam de forma efectiva na ZCLCA. No final de Dezembro de 2024, o total de activos e contingências do Afreximbank ascendia a mais de 40,1 mil milhões de dólares e os seus fundos de accionistas a 7,2 mil milhões de dólares. O Afreximbank tem notações de grau de investimento atribuídas pela GCR (escala internacional) (A), Moody’s (Baa2), China Chengxin International Credit Rating Co., Ltd (CCXI) (AAA), Japan Credit Rating Agency (JCR) (A-) e Fitch (BBB-). O Afreximbank evoluiu para uma entidade de grupo que inclui o Banco, a sua subsidiária de fundo de impacto de acções, denominada Fundo para o Desenvolvimento das Exportações em África (FEDA), e a sua subsidiária de gestão de seguros, AfrexInsure (em conjunto, “o Grupo”). O Banco tem a sua sede em Cairo, Egipto.

Sobre o FEDA:
O Fundo para o Desenvolvimento das Exportações em África (FEDA) é a subsidiária de investimento de impacto do Afreximbank (www.Afreximbank.com), criado para fornecer capital próprio, quase-capital e capital de dívida para financiar o défice de financiamento de vários milhares de milhões de dólares (especialmente em capital próprio) necessário para transformar o sector do comércio em África. O FEDA segue uma estratégia de investimento multissectorial ao longo do comércio intra-africano, desenvolvimento de exportações de valor acrescentado e cadeia de valor da indústria transformadora, que inclui serviços financeiros, tecnologia, bens de consumo e retalho, indústria transformadora, transportes e logística, agro-negócio, bem como infra-estruturas auxiliares que permitem o comércio, tais como parques industriais.  Até à data, o FEDA investiu mais de 1,3 mil milhões de dólares em empresas e projectos através das suas várias iniciativas de financiamento, em sectores como a indústria transformadora, a transformação agrícola, os serviços financeiros, os cuidados de saúde e os produtos farmacêuticos, entre outros.

Por uma parceria que traga justiça aos povos africanos: Declaração conjunta com vista à 7ª Cimeira UA-UE

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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Neste Ano Jubilar de 2025 – um ano especial de perdão e reconciliação que a Igreja Católica celebra a cada 25 anos – e prestes a começar a década de reparações da União Africana, saudamos a 7ª Cimeira UA-UE como uma oportunidade para trabalhar em conjunto nos elementos constitutivos de uma parceria equitativa entre as duas regiões.

Falando a partir das experiências diretas das nossas comunidades e das pessoas que servimos, entre elas as que vivem na pobreza e na fome, os agricultores, os pescadores, os pastores, os Povos Indígenas, as mulheres e os jovens, aproveitamos esta ocasião para defender uma parceria justa e responsável entre a UA e a UE. Reafirmamos o nosso compromisso com a justiça social, ambiental e global, ao mesmo tempo em que denunciamos as falsas soluções climáticas e um modelo de desenvolvimento baseado no extractivismo e na mercantilização da natureza.

Apelamos aos líderes reunidos em Luanda a colocar a dignidade dos nossos povos no centro das relações UA-UE. Para tal, são necessárias escolhas decisivas em vários domínios. Reconhecemos os esforços de muitas iniciativas da UE para ajudar a promover o desenvolvimento humano. Ao mesmo tempo, porém, ao constatarmos que várias dessas iniciativas parecem reproduzir padrões extractivistas do passado, compartilhamos as nossas preocupações quanto ao crescente foco da UE nos seus interesses geopolíticos e econômicos, em detrimento da justiça e da solidariedade para com os povos africanos, das suas necessidades e das suas aspirações. Seguir este caminho não conduziria a uma verdadeira parceria, uma parceria que procura resolver os desequilíbrios existentes e está orientada para um verdadeiro benefício mútuo.

Nesta declaração, queremos, portanto, abordar em particular alguns dos principais desafios que vemos nas áreas das parcerias em matéria de energia e clima, Global Gateway, sistemas alimentares e dívida, e oferecer perspectivas sobre como a ação conjunta nessas áreas pode servir melhor o objetivo do desenvolvimento humano integral.

De acordos energéticos extractivistas a parcerias justas e sistemas energéticos democráticos

A corrida às matérias-primas críticas (CRM) está a devastar territórios, a sacrificar comunidades e corre o risco de reforçar padrões históricos de extractivismo. Está a decorrer no âmbito de sistemas que colocam o lucro acima das pessoas e que tratam a terra, a água e os minerais – os alicerces da vida na Terra – como mercadorias para o lucro estrangeiro e não como bens comuns a serem administrados com cuidado e para benefício de todos.

Nesse contexto, os países africanos procuram romper com os padrões históricos de extração e de dependência das mercadorias, a fim de manterem em seu solo uma maior parte da transformação dos seus próprios recursos e para criarem mais adição de valor local a nível interno. Isso exige uma parceria industrial diferente entre os países europeus e africanos, em que a Europa não recorra a uma abordagem excessivamente protecionista do tipo “a Europa primeiro”. Tal abordagem comprometeria o potencial de reforço dos laços entre ambas as regiões, enfraqueceria as relações comerciais da UE numa conjuntura crítica, contrariaria os objectivos de beneficiamento local da África e a realização do seu verdadeiro potencial, e comprometeria os objectivos climáticos e ambientais globais. Os decisores políticos europeus têm de reconhecer que a agenda de segurança da cadeia de abastecimento da UE não pode ser alcançada apenas através da transformação interna e que uma verdadeira parceria com os países africanos só pode ser construída se estiver alinhada com as ambições de adição de valor local da África.

De um modo geral, a cooperação da UE com os países africanos em matérias-primas críticas (CRM) está a decorrer no âmbito de quadros não vinculativos, como o pacote de investimento Global Gateway, as parcerias estratégicas no âmbito da Lei das Matérias-Primas Críticas e as parcerias de comércio e investimento limpos. É também influenciada pelos acordos de comércio livre da UE, que incluem disposições juridicamente vinculativas que, muitas vezes, deixam pouca abertura para países parceiros manterem controle sobre os seus recursos minerais. Para serem melhores parceiros, a UE e os governos europeus devem traduzir em ações concretas o apoio declarado da UE à adiçao de valor local nos países africanos. Isto inclui chegar em um acordo sobre uma definição comum clara de “valor acrescentado”, estabelecer compromissos específicos e vinculativos de assistência técnica e financeira sobre o compartilhamento de conhecimentos, tecnologia e competências e utilizar mecanismos sólidos de monitoramento e cumprimento.

Para que a parceria Europa-África promova uma gestão equitativa, responsável e sustentável dos recursos minerais, é também essencial reconsiderar o modelo global de produção de energia e garantir que os benefícios associados à produção de energias renováveis e de minerais, como as receitas e o emprego, sejam sentidos pelas comunidades locais e pelos países produtores.

Os megaprojetos de energia renovável, muitas vezes impostos sem uma consulta adequada com aas populações locais, concentram o poder econômico, não são transparentes e destroem os ecossistemas. Em vez disso, as relações bi-regionais devem promover sistemas de energias renováveis democráticos e descentralizados, com gestão comunitária e enraizados nos territórios locais. A parceria UA-UE pode fazê-lo (1) reforçando a participação pública no financiamento, propriedade e controle dos projectos de energias renováveis, (2) concentrando-se em projectos de pequena escala que visem os mais desfavorecidos, (3) apoiando a economia cooperativa e social (como as comunidades de energias renováveis), (4) defendendo os direitos e conhecimentos dos povos indígenas, (5) reforçando as capacidades de monitoramento e cumprimento das normas sociais e ambientais, e (6) concebendo projetos para os mercados nacionais e regionais e não apenas para exportação.

Da produção industrial de alimentos à agroecologia

A fome não é um problema de produção, é uma questão de justiça, relacionada à distribuição de recursos e ao acesso ao financiamento. A fome, a subnutrição e a insegurança alimentar persistem hoje na África, em grande parte devido à lógica e às prioridades de um modelo de desenvolvimento concebido para maximizar o crescimento económico. A agricultura industrial, marcada pela monocultura, pela produção em grande escala e pela utilização de tecnologias avançadas, de insumos químicos, de sementes geneticamente modificadas ou híbridas e de fertilizantes sintéticos, centra-se no aumento da produção alimentar para maximizar os rendimentos econômicos, favorecendo a acumulação de lucros pelas grandes empresas agrícolas. Ela contribui para as emissões de gases de efeito estufa, a poluição da água e do ar, a perda de biodiversidade e a degradação dos solos. Ela afasta-se dos regimes alimentares tradicionais e diversificados e tem impacto na saúde humana. Ela permite a concentração e o abuso de poder por parte do agronegócio em grande escala e marginaliza os pequenos agricultores da tomada de decisões. Ela desconsidera o conhecimento ancestral e incorporado e as diversas experiências, visões do mundo e tradições locais, e mina a soberania alimentar e das sementes e a auto-determinação das comunidades locais.

A parceria UA-UE deve apoiar uma transformação da agricultura que se liberte dessa forma de exploração e extração e da dependência de fertilizantes importados, insumos químicos e sementes geneticamente modificadas. Isto inclui a promoção da agroecologia – um modelo testado e comprovado de resiliência climática entre as comunidades rurais, o que a UE poderia ajudar a fazer, estabelecendo orientações claras e vinculativas e orientando os canais de financiamento da UE para o apoio à agroecologia.

Essa transformação inclui também a proteção e a promoção de sistemas de sementes geridos pelos agricultores que permitam a preservação das espécies de culturas tradicionais, o desenvolvimento de variedades locais adaptadas às necessidades específicas dos agricultores, a autossuficiência dos agricultores e a gestão ambiental. Esses sistemas estão enraizados em conhecimentos, valores e sabedoria construídos ao longo de milhares de anos e constituem uma base sólida para as pessoas responderem às suas próprias necessidades de alimentos saudáveis e culturalmente adaptados.

Criminalizar os agricultores por guardarem e trocarem sementes ou impor regimes rígidos de propriedade intelectual ou agendas empresariais viola tanto os seus direitos como as necessidades do planeta.

Essa transformação exige ainda coerência política e o fim da duplicidade de critérios. Os pesticidas cuja utilização na agricultura europeia é proibida devido aos danos que causam à saúde das pessoas ou ao ambiente não devem continuar a ser produzidos para exportação para fora da UE, incluindo África.

Apelamos aos líderes reunidos em Luanda para que deixem de se concentrar na produção, na eficiência e no lucro e trabalhem em conjunto num modelo agrícola organizado de forma a abordar questões de justiça, promover uma distribuição equitativa dos recursos e proteger os nossos ecossistemas.

Do consumo excessivo à sobriedade alegre

A mudança para fontes de energia renováveis, o aumento da eficiência energética e o investimento na agroecologia têm um papel importante a desempenhar, mas não são suficientes. O alinhamento com os limites do planeta exige políticas ambiciosas de suficiência energética.

As recentes parcerias da UE com os países africanos no domínio da energia e do clima foram concebidas com base em previsões da demanda de minerais que pressupõem um aumento significativo do consumo de energia na Europa. Essas parcerias carecem de esforços sérios para combater o consumo excessivo na Europa, o que seria essencial para reduzir a pressão social e ambiental sobre os países ricos em recursos e para cuidar da nossa casa comum. Os europeus devem reconhecer que, a partir de um certo nível, um maior consumo material não está associado a uma melhoria do bem-estar e que não podem continuar a sustentar um modelo econômico que explora pessoas e recursos sem limites. A parceria UA-UE deve basear-se no reconhecimento dos limites ecológicos do planeta e colocar no seu centro o cuidado com a vida em todas as suas formas.

Apelamos aos líderes europeus a reconhecerem a sua responsabilidade histórica pela transgressão dos limites do planeta e a adoptarem políticas que visem à redução da demanda, da produção e do consumo, o que reduziria mais rapidamente a dependência excessiva da UE em relação à energia importada – aumentando a sua resistência à potenciais choques – e evitaria novos impactos sociais e ambientais nos territórios africanos. Isso inclui a redução das indústrias ecologicamente destrutivas na Europa e o estabelecimento de objectivos vinculativos de redução da pegada material da UE. Esses são passos necessários e concretos para garantir o que é necessário para uma vida digna para os europeus, para os africanos, para todos.

Da armadilha da dívida à justiça da dívida

A atual crise da dívida é a pior da história, afetando mais de 40 países africanos. Muitos gastam mais de 20% ou mesmo 30% das receitas públicas no serviço da dívida externa, enfrentando a escolha impossível entre pagar juros de dívidas insustentáveis e investir na educação, na saúde e na ação climática. Isso também leva os países africanos cujas economias estão orientadas para a exportação a intensificar a extração e a exportação de recursos naturais para cumprir as obrigações de pagamento da dívida (em dólares americanos), em vez de organizarem a sua economia com base nas necessidades de consumo interno, na tomada de decisões democráticas, na autodeterminação e na proteção do meio ambiente.

A atual crise não surgiu por coincidência ou apenas devido a fatores internos. Muitos países africanos herdaram a dívida acumulada pelas suas autoridades coloniais e muitas das antigas colônias foram obrigadas a pagar compensações aos antigos governantes europeus pela perda de rendimentos resultante da libertação das pessoas escravizadas. Na ausência de uma governança democrática internacional da dívida, o processo de contração de novos empréstimos ou de renegociação das dívidas existentes tem-se desenrolado em condições altamente desfavoráveis para os países africanos, com os credores a deterem demasiado poder e as negociações a serem levadas a cabo sem transparência, regras normalizadas ou envolvimento suficiente da sociedade civil. Os custos excessivos dos empréstimos têm sido fortemente influenciados pelo setor do crédito, dominado pelas poderosas agências de notação de risco ocidentais. O Quadro Comum do G20 para o Tratamento da Dívida não produziu os resultados esperados, sendo lento, orientado para os credores e inadequado à finalidade.

Perante esse modelo que concentra o rendimento e aumenta a pobreza, apelamos aos líderes africanos a não aceitarem mais a dívida unilateral e os mecanismos de liquidação da dívida que não se destinam a libertar as sociedades africanas. Apelamos aos governos europeus a reconhecerem que grande parte da dívida acumulada é ilegítima, injusta e insustentável.

A Europa tem a responsabilidade de apoiar as iniciativas de alívio da dívida. Apelamos os líderes da cimeira a levarem a sério os apelos à reestruturação urgente da dívida, bem como à anulação da dívida, a ser implementada sem condições de política económica. O êxito da Iniciativa a favor dos Países Pobres Altamente Endividados (PPAE) demonstrou que a dívida pode, de facto, ser cancelada, e o cancelamento da dívida não deve ser um meio de usurpar a soberania econômica dos países sobrecarregados por condições de dívida injustas e insustentáveis. Além disso, os líderes devem apoiar a criação de uma Agência Africana de Notação de Risco para superar o atual oligopólio das agências de notação de risco e apoiar as reformas do mercado financeiro internacional e da regulamentação bancária que prejudicam os países do Sul global.

Fazemos igualmente eco dos principais relatórios recentes sobre a dívida – o Relatório do Jubileu sobre a Dívida, a Declaração da Cidade do Cabo (http://apo-opa.co/3JMFnHB) da Iniciativa de Alívio da Dívida dos Líderes Africanos, a Declaração de Lomé (http://apo-opa.co/43mWeY5) da UA – que lançam um apelo inequívoco a reformas sistémicas da arquitetura financeira internacional. Neste Ano do Jubileu, esperamos que os líderes europeus dêem seguimento aos resultados da 4ª Conferência sobre o Financiamento do Desenvolvimento (http://apo-opa.co/3LBZ3yk) e apoiem o apelo da UA para a criação de um mecanismo de resolução da dívida a nível da ONU. Esse mecanismo proporcionaria um espaço de deliberação democrática sobre as regras que regem a contração e a concessão de empréstimos e obrigaria todos os credores (públicos, multilaterais e privados) a reunirem-se e a aceitarem condições vinculativas que favorecessem o desenvolvimento sustentável.

Acabar com a armadilha da dívida não é uma questão de generosidade, mas sim de justiça e de uma verdadeira parceria, e de fazer uma escolha estratégica para investir na estabilidade global.

Das estratégias de investimento centradas na UE ao desenvolvimento centrado nas pessoas

Romper com os padrões históricos de extração e dívida insustentável exige também a revisão do modelo do Global Gateway. O Pacote de Investimento África-Europa do Global Gateway, apesar de, em princípio, ter sido concebido para reforçar a parceria com África e acelerar a sua Agenda 2063, continuou a ser largamente orientado pela UE, com prioridades concebidas em Bruxelas e projetos que reflectem os interesses estratégicos da Europa em garantir matérias-primas essenciais, importações de energia e controle da migração, em vez da agenda de desenvolvimento da África.

O Global Gateway foi concebido para ajudar a “criar oportunidades de mercado” para as empresas europeias, fornece financiamento principalmente através de empréstimos e carece de mecanismos sólidos de transparência e de participação da sociedade civil, bem como de um controle publicamente responsável das infraestruturas críticas. Esse modelo contradiz o objetivo principal da cooperação para o desenvolvimento da UE, que consiste em erradicar a pobreza e reduzir as desigualdades, e está em contradição com os Tratados da UE e com o Regulamento relativo ao orçamento externo da UE. Ele corre o risco de desviar recursos públicos escassos da redução da pobreza e das desigualdades nos locais e países que mais precisam deles e em setores como a saúde, a educação e a proteção social.

Em vez disso, precisamos de um modelo centrado na soberania, na autossuficiência, na transparência, na liderança local e na adição de valor local. Na prática, isto significa projetos de parceria público-público, financiamento baseado em subvenções, prioridade às empresas locais, um quadro juridicamente vinculativo em matéria de direitos humanos e de meio ambiente e um papel ativo da sociedade civil local na seleção, concepção e execução de todos os projetos.

Com vista a uma parceria que traga justiça aos povos africanos

A 7ª Cimeira UA-UE, que se realiza no Ano das Reparações da UA, deve oferecer reparações pelas injustiças históricas e pela exploração infligida ao continente africano. Os europeus devem reconhecer as causas profundas dos problemas atuais e que o legado do colonialismo e da escravidão continua a moldar as lutas das economias extractivas e as crises da dívida. As medidas concretas tomadas pela UE no que respeita à mais-valia local, aos sistemas energéticos democráticos, à promoção de princípios e práticas agroecológicas, bem como à resolução da dívida, são fundamentais para resolver as causas profundas da pobreza e da desigualdade na África – nem a ajuda para o desenvolvimento, nem os investimentos são suficientes – e fazem todas parte de um processo de resolução das injustiças históricas. É assim que os líderes europeus podem abrir caminho para uma relação construtiva com os países africanos. É assim que a parceria UA-UE pode estar ao serviço da vida.

Comissão das Conferências Episcopais da União Europeia (COMECE)

Simpósio das Conferências Episcopais de África e Madagáscar (SECAM)

Caritas África

Caritas Oriente Médio e Norte da África

Caritas Europa

CIDSE (Cooperação Internacional para o Desenvolvimento e a Solidariedade)

Distribuído pelo Grupo APO para Symposium of Episcopal Conferences of Africa and Madagascar (SECAM).

O Fundo para o Desenvolvimento das Exportações em África (FEDA) Anuncia Investimento Estratégico na Spiro para Acelerar a Transição para a Mobilidade Eléctrica em África

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Fundo para o Desenvolvimento das Exportações em África (FEDA), o braço de investimento de impacto em capital de desenvolvimento do Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) (www.Afreximbank.com), anunciou um investimento de 75 milhões de dólares na Spiro, a principal montadora de veículos eléctricos de duas rodas de África, com a infra-estrutura de troca de baterias que mais cresce no continente. Este investimento está totalmente alinhado com a estratégia automóvel mais ampla do Afreximbank, que visa desenvolver ecossistemas de fabrico integrados, promovendo parcerias estratégicas em toda a cadeia de valor, desde fornecedores de tecnologia a líderes industriais locais.

O investimento surge num momento crucial, beneficiando de políticas favoráveis aos veículos eléctricos nos principais mercados africanos, que estão a criar um ambiente propício à adopção da mobilidade limpa. Neste contexto, a Spiro está numa posição única de crescer rapidamente, aproveitando o seu modelo de negócio comprovado e expandindo a infra-estrutura de troca de baterias para se tornar um motor fundamental da transição de África para um futuro de mobilidade mais limpa e eficiente.

O Dr. George Elombi, Presidente do Afreximbank e Presidente do Conselho de Administração do Afreximbank e do FEDA, comentou: “

“Estou encantado que a parceria entre a FEDA e a Spiro tenha sido agora consumada. Com esta parceria, o Banco está a lançar as bases para uma nova era de comércio e industrialização intra-africanos ao estimular o fabrico local de veículos, reforçar a integração regional e aumentar os fluxos comerciais. O mais importante é que fomenta a transferência de competências e tecnologia, bem como cria oportunidades de emprego e reduz a dependência do continente em relação aos veículos de segunda mão importados.”

Gagan Gupta, fundador da Spiro, afirmou: “Estamos orgulhosos em receber o FEDA como investidor estratégico, à medida que aceleramos o crescimento da missão da Spiro de transformar a mobilidade, o armazenamento e a distribuição de energia em toda África. A rápida expansão da Spiro para novos mercados reflecte o forte apetite do continente por transportes limpos, acessíveis e eficientes. À medida que expandimos a nossa infra-estrutura de troca de baterias e integramos fontes de energia renováveis na nossa matriz energética, estamos posicionados para desbloquear um potencial substancial na distribuição de energia da Spiro.”

Marlene Ngoyi, Director Executivo do FEDA, observou: “O sucesso da Spiro até à data é uma demonstração clara da força e escalabilidade do seu modelo de negócio. O rápido crescimento da empresa e a forte adopção pelo mercado sublinham a procura significativa por soluções de mobilidade acessíveis e sustentáveis em toda África. Com a sua abordagem integrada, a Spiro construiu uma plataforma que é comercialmente viável e socialmente impactante.”

O Professor Benedict Oramah, antigo Presidente do Afreximbank, comentou: “Estou muito satisfeito pelo facto da parceria entre o FEDA e a Spiro ter sido agora consumada. Com esta parceria, o Banco está a lançar as bases para uma nova era de comércio e industrialização intra-africanos, estimulando a fabricação local de veículos, reforçando a integração regional e aumentando os fluxos comerciais. É importante referir que promove a transferência de competências e tecnologia, além de criar oportunidades de emprego e reduzir a dependência do continente em relação aos veículos usados importados.”

Fundada em 2022, a Spiro opera a rede de troca de baterias mais extensa e de mais rápido crescimento em África, com mais de 60.000 motociclos eléctricos e 1.200 estações de troca. A empresa criou um modelo concebido para acelerar a transição para longe dos transportes à base de combustíveis fósseis, melhorando igualmente a eficiência energética, reduzindo as emissões urbanas e expandindo o acesso a mobilidade a preços acessíveis para milhões de africanos.

Distribuído pelo Grupo APO para Afreximbank.

Contacto para a Imprensa:
Vincent Musumba
Gestor de Comunicações e Eventos (Relações com os Meios de Comunicação Social)
Correio Electrónico: press@afreximbank.com

Sobre o FEDA:
O Fundo para o Desenvolvimento das Exportações em África (FEDA) é a subsidiária de investimento de impacto do Afreximbank (www.Afreximbank.com), criado para fornecer capital próprio, quase-capital e capital de dívida para financiar o défice de financiamento de vários milhares de milhões de dólares (especialmente em capital próprio) necessário para transformar o sector do comércio em África. O FEDA segue uma estratégia de investimento multissectorial ao longo do comércio intra-africano, desenvolvimento de exportações de valor acrescentado e cadeia de valor da indústria transformadora, que inclui serviços financeiros, tecnologia, bens de consumo e retalho, indústria transformadora, transportes e logística, agro-negócio, bem como infra-estruturas auxiliares que permitem o comércio, tais como parques industriais.  Até à data, o FEDA investiu mais de 1,3 mil milhões de dólares em empresas e projectos através das suas várias iniciativas de financiamento, em sectores como a indústria transformadora, a transformação agrícola, os serviços financeiros, os cuidados de saúde e os produtos farmacêuticos, entre outros.

Sobre o Afreximbank:
O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) é uma instituição financeira multilateral pan-africana com mandato para financiar e promover o comércio intra e extra-africano. Há mais de 30 anos que o Banco utiliza estruturas inovadoras para oferecer soluções de financiamento que apoiam a transformação da estrutura do comércio africano, acelerando a industrialização e o comércio intra-regional, impulsionando assim a expansão económica em África. Apoiante firme do Acordo de Comércio Livre Continental Africano (ACLCA), o Afreximbank lançou um Sistema Pan-Africano de Pagamento e Liquidação (PAPSS) que foi adoptado pela União Africana (UA) como plataforma de pagamento e liquidação para sustentar a implementação da ZCLCA. Em colaboração com o Secretariado da ZCLCA e a UA, o Banco criou um Fundo de Ajustamento de 10 mil milhões de dólares para apoiar os países que participam de forma efectiva na ZCLCA. No final de Dezembro de 2024, o total de activos e contingências do Afreximbank ascendia a mais de 40,1 mil milhões de dólares e os seus fundos de accionistas a 7,2 mil milhões de dólares. O Afreximbank tem notações de grau de investimento atribuídas pela GCR (escala internacional) (A), Moody’s (Baa2), China Chengxin International Credit Rating Co., Ltd (CCXI) (AAA), Japan Credit Rating Agency (JCR) (A-) e Fitch (BBB-).  O Afreximbank evoluiu para uma entidade de grupo que inclui o Banco, a sua subsidiária de fundo de impacto de acções, denominada Fundo para o Desenvolvimento das Exportações em África (FEDA), e a sua subsidiária de gestão de seguros, AfrexInsure (em conjunto, “o Grupo”). O Banco tem a sua sede em Cairo, Egipto.

Sobre a Spiro:
A Spiro é a maior empresa de mobilidade eléctrica de África, que opera a infra-estrutura de troca de baterias com o crescimento mais rápido em seis (6) países africanos. A Spiro tem uma visão de transformar as economias africanas através da substituição dos transportes caros à base de combustíveis fósseis importados por soluções de mobilidade eléctrica acessíveis e económicas, fabricadas localmente em África, por africanos, para África e para o mundo. Até à data, a Spiro alcançou mais de 800 mil milhões de quilómetros de viagens sem emissões de CO2, ultrapassou os 26 milhões de trocas de baterias e operou mais de 1200 estações de troca de baterias, com mais de 60.000 motos eléctricas em circulação. Através da sua rede de produção regional em expansão e das suas instalações de montagem operacionais no Uganda, Quénia, Nigéria e Ruanda, a Spiro está empenhada em fornecer soluções de mobilidade eléctrica acessíveis e fabricadas localmente em grande escala em toda África.

Para mais informações, visite: www.SpiroNet.com.

Níger: Fundo Africano de Desenvolvimento concede 165,5 milhões de dólares para melhorar o acesso à água potável e ao saneamento para mais de um milhão de pessoas

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Conselho de Administração do Fundo Africano de Desenvolvimento aprovou um empréstimo de 165,5 milhões de dólares ao Níger para financiar o Projeto de Reforço do Abastecimento de Água Potável e Saneamento e Melhoria da Resiliência em Zinder, Mirriah e aldeias vizinhas. O financiamento provém do Fundo Africano de Desenvolvimento, a janela concessional do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (www.AfDB.org).

“Este projeto garantirá o acesso equitativo à água potável e ao saneamento para mais de um milhão de habitantes, ao mesmo tempo que reforçará a resiliência face à pobreza, às alterações climáticas e aos riscos para a saúde”, afirmou Firmin Bri, representante interino do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento no Níger.

Este projeto prioritário, que será implementado ao longo de cinco anos, diz respeito às cidades de Zinder e Mirriah, bem como às aldeias vizinhas, abrangendo uma população de mais de 600 mil habitantes. A taxa de acesso à água potável atinge apenas 53,4%, enquanto a cobertura de saneamento básico é inferior a 6,1%, com uma taxa de defecação a céu aberto superior a 76,5%. A iniciativa aborda desafios críticos, incluindo o crescimento populacional anual de 3,8%, a fragilidade ligada à pobreza e à insegurança e a vulnerabilidade das famílias, acentuada pelas sanções económicas.

O projeto está alinhado com os programas de ação do governo e as estratégias nacionais de desenvolvimento do Níger e contribui para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (n.º 6, 4, 5, 7 e 8), a Agenda 2063 da União Africana e a Contribuição Nacionalmente Determinada do Níger para a ação climática.

O projeto desenvolverá infraestruturas de água e saneamento para beneficiar 600 mil pessoas através de novos furos, torres de água e 150 quilómetros de redes de distribuição, bem como uma estação de tratamento de lamas fecais para saneamento autónomo. Criará 12 mil ligações sociais, 50 torneiras públicas, 5 mil latrinas familiares, 200 latrinas institucionais, 100 casas de banho públicas e uma estação de tratamento de lamas fecais.

O programa sensibilizará mais de 500 mil pessoas (incluindo 51% de mulheres) para questões relacionadas com a água, a higiene, a saúde e o clima. Apoiará 50 mulheres gestoras de bebedouros públicos e 100 gestores de casas de banho públicas (60% mulheres) e equipará os coletores de resíduos com seis camiões a vácuo e dez triciclos manuais.

Além disso, o projeto apoiará 150 aprendizes (incluindo 50% de mulheres) e 20 técnicos nas áreas de eletricistas, canalizadores e agentes de saneamento. Desenvolverá dez áreas de horticultura e uma área a jusante da estação de tratamento e distribuirá kits de higiene menstrual. Mais de 300 unidades de equipamento pós-colheita serão fornecidas às mulheres para facilitar as tarefas domésticas e aumentar os seus rendimentos.

O reforço das capacidades institucionais incluirá também a formação de 30 funcionários ministeriais e a implementação de sistemas de informação geográfica e de monitorização e avaliação. O projeto preparará também estudos para uma segunda fase que abrangerá a avaliação do impacto ambiental e social, a igualdade de género e a saúde.

O projeto complementa as intervenções em curso do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento no Níger, bem como projetos de outros parceiros técnicos e financeiros, incluindo o Banco Mundial e outras instituições de desenvolvimento.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Contacto para os media:
Natalie Nkembuh
Departamento de Comunicação e Relações Externas 
media@afdb.org

Contacto técnico:
Mahécor Ndiaye
Departamento de água e saneamento 1
m.h.ndiaye@afdb.org

Sobre o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org

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Luxemburgo e Grupo Banco Africano de Desenvolvimento aprofundam parceria para promover o crescimento sustentável em África

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O presidente do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (https://www.AfDB.org), Dr. Sidi Ould Tah, e o ministro das Finanças do Luxemburgo, Gilles Roth, comprometeram-se a aprofundar a cooperação, nas vésperas da décima sétima reposição do Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF-17), a janela de financiamento concessional do Grupo Banco. 

Os dois líderes reuniram-se à margem dos Encontros Anuais do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional de 2025, em Washington, D.C. Foi a sua primeira reunião bilateral oficial desde que o Dr. Ould Tah assumiu o cargo em setembro.

As discussões reafirmaram a parceria de longa data entre as duas instituições e o seu compromisso comum com a cooperação multilateral e a transformação económica de África. As conversações destacaram o apoio contínuo do Luxemburgo ao crescimento sustentável e inclusivo nas economias mais vulneráveis de África. 

O Luxemburgo continua a ser um dos principais contribuintes mundiais para a ajuda pública ao desenvolvimento, alocando consistentemente 1% do seu rendimento nacional bruto à cooperação para o desenvolvimento – bem acima da meta de 0,7% recomendada pelas Nações Unidas e pelo Comité de Ajuda ao Desenvolvimento da OCDE. No âmbito do ADF-16, a contribuição do Luxemburgo ascendeu a 12,7 milhões de euros, um aumento de 10% em relação ao ciclo anterior, refletindo a confiança do país no impacto do Fundo, particularmente em matéria de ação climática, governação, igualdade de género e desenvolvimento do setor privado. 

“As necessidades de desenvolvimento de África continuam a ser consideráveis, particularmente em áreas como a educação, a energia, a tecnologia, as infraestruturas e a luta contra as alterações climáticas”, afirmou o ministro Roth. “O centro financeiro do Luxemburgo, com a sua experiência em financiamento sustentável e investimento de impacto, está bem posicionado para canalizar capital privado para estas prioridades. Continuaremos a trabalhar em conjunto com o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento para reforçar o ambiente de investimento em África e construir um futuro mais equitativo, resiliente e sustentável”, acrescentou o governante.

O Dr. Ould Tah congratulou-se com o apoio contínuo do Luxemburgo, descrevendo-o como “um parceiro firme” do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento. “O Luxemburgo tem sido um parceiro firme do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento. A sua liderança em financiamento sustentável e o seu compromisso com o multilateralismo eficaz continuam a fazer uma diferença real em todo o continente”, salientou o presidente do Grupo Banco. “À medida que nos aproximamos da sessão de compromissos do ADF-17, em dezembro, a parceria do Luxemburgo será fundamental para mobilizar recursos que impulsionem a resiliência, a inclusão e a prosperidade partilhada, produzindo um impacto que se estende muito além das fronteiras de África”, acrescentou.

A colaboração do Luxemburgo com o Banco vai além do financiamento concessional. O país também contribui para o Fundo Fiduciário para o Desenvolvimento dos Mercados de Capitais do Grupo Banco, do qual foi um dos dois doadores fundadores, e para o Mecanismo Africano de Inclusão Financeira Digital, ambos com o objetivo de promover a inovação financeira, alargar o acesso aos mercados e reforçar o ecossistema de investimento privado em África.

Desde a sua criação em 1972, o Fundo Africano de Desenvolvimento financiou quase 3 mil projetos, num total de mais de 45 mil milhões de dólares, ligando comunidades e melhorando o acesso a energia limpa, alimentos, educação e cuidados de saúde em 37 países africanos, quase metade dos quais são frágeis ou afetados por conflitos.

O ciclo ADF-17 procura mobilizar recursos adicionais para investimentos transformadores que criem empregos, reforcem a resiliência e libertem o potencial económico de África, contribuindo assim para a estabilidade global e promovendo a prosperidade partilhada.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

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Ministro do Mar abre Ocean Summit e destaca papel de Cabo Verde como grande nação atlântica

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Ministro do Mar, Jorge Santos, presidiu, nesta manhã, de sexta-feira, 07 de novembro, a sessão de abertura da segunda edição do Ocean Summit, evento promovido pela Fundação Carlos Albertino Veiga, integrado na 8.ª edição do Cabo Verde Ocean Week.

Na sua intervenção, o Ministro manifestou “enorme alegria e sentido de missão” ao retomar este encontro dedicado ao mar, sublinhando que o Ocean Summit é um espaço de partilha entre todos os que vivem e trabalham com o oceano, dos pescadores aos cientistas, passando pelos empreendedores e comunidades costeiras.

“O mar somos nós. Nós somos o mar. Cabo Verde nasce com o mar. Os cabo-verdianos são fruto do cruzamento de civilizações através do mar, nos descobrimentos”, afirmou o governante, lembrando que a verdadeira dimensão de Cabo Verde é atlântica e vai muito além das suas ilhas. “Não somos um pequeno país, somos um grande país atlântico”.

O Ministro elogiou a iniciativa da Fundação Carlos Albertino Veiga por proporcionar um espaço de reflexão e de ação sobre a sustentabilidade dos oceanos, reforçando que governar o mar é estar com as pessoas, proteger os ecossistemas e garantir o futuro das próximas gerações.

Entre os desafios lançados, destacou-se o compromisso de criar mais “Escolas Azuis” em todas as ilhas, promovendo a literacia oceânica e a consciencialização ambiental entre os jovens cabo-verdianos.

O Ministro lembrou ainda a força e a resiliência da ilha de São Vicente, que recentemente enfrentou uma das suas maiores catástrofes climáticas, reforçando a urgência da ação climática. “Temos que salvar o planeta. São Vicente deu o exemplo de como é possível enfrentar as calamidades e reconstruir com coragem”, sublinhou.

Encerrando a sua intervenção, o Ministro desejou a todos uma boa Ocean Summit, expressando o desejo de que as recomendações resultantes do encontro contribuam não só para as políticas públicas de Cabo Verde, mas também inspirem outros países participantes.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

Ministro Eurico Monteiro preside abertura da Feira de Empreendedorismo do Instituto Superior de Ciências Económicas e Empresariais (ISCEE)

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Ministro da Promoção de Investimentos e Fomento Empresarial, Eurico Monteiro, presidiu, quinta-feira, 06 de novembro, a abertura da Feira de Empreendedorismo 2025 do Instituto Superior de Ciências Económicas e Empresariais (ISCEE), que teve lugar nas instalações do ISCEE, polo da Praia.

Durante a sua intervenção, o Ministro destacou o empreendedorismo como um pilar essencial para o desenvolvimento económico de Cabo Verde e sublinhou a importância de políticas públicas que criam um ambiente favorável à iniciativa privada e ao investimento.

O governante recordou que, durante muito tempo, o sistema educativo formava, essencialmente, quadros para a Função Pública, mas que o contexto atual exige novas competências, inovação e espírito empreendedor. Frisou, igualmente, que a confiança e a estabilidade política são fatores fundamentais para atrair investimentos, lembrando que Cabo Verde é reconhecido internacionalmente pela sua estabilidade e previsibilidade institucional.

“Nenhum investidor aplica os seus recursos à incerteza. Cabo Verde é um país estável e previsível e isso gera confiança’’, afirmou.

O Ministro apontou, na ocasião, o turismo, as energias renováveis, a economia azul e as tecnologias de informação e comunicação como setores estratégicos que beneficiam de políticas fiscais e incentivos específicos, criados para dinamizar o investimento e gerar empregos.

Eurico Monteiro referiu ainda que o Governo de Cabo Verde tem vindo a reforçar o ecossistema de apoio ao empreendedorismo, desde a formação profissional às linhas de crédito e mecanismos de assistência técnica, para transformar ideias de negócios e projetos viáveis.

No entanto, sublinhou a importância de maior divulgação dessas oportunidades, defendendo uma comunicação mais próxima e acessível aos jovens e empreendedores.

Ao concluir a sua intervenção Eurico Monteiro incentivou os estudantes a apostarem na criatividade, inovação e resiliência, porquanto o mundo tornou-se mais exigente e competitivo.

“É preciso estudo, qualificação e determinação para transformar boas ideias em negócios sustentáveis’’, finalizou o Ministro, que aproveitou para felicitar a Associação de Estudantes do ISCEE pela iniciativa que reflete o dinamismo e o compromisso da juventude cabo-verdiana com o desenvolvimento do país.

Feira de Empreendedorismo 2025

Promovida pela Associação dos Estudantes do ISCEE, a Feira de Empreendedorismo 2025, tinha como objetivo promover o intercâmbio entre diferentes entidades, incentivar o espírito de inovação e divulgar produtos e serviços junto da comunidade académica e do público em geral.

O evento decorreu nos dias 06 e 07 de novembro e contou com vários stands expositivos de empresas e alunos empreendedores do ISCEE, proporcionando um espaço de interação, partilha de experiências e oportunidade de negócio.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.