Em comemoração do Mês Internacional da Mulher, a CANAL+ e a MultiChoice Prestam Homenagem às Mulheres Africanas

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

Em toda a África e fora dela, as mulheres continuam a moldar e a elevar as histórias que definem as nossas sociedades. Em comemoração do Mês Internacional da Mulher, a CANAL+ presta homenagem às contadoras de histórias, atletas, mães, criadoras, líderes e ícones cujas vozes inspiram milhões de lares em todo o continente.

A indústria do entretenimento africana é impulsionada por mulheres, actrizes, realizadoras, argumentistas e produtoras que trazem profundidade e autenticidade a cada produção. Desde telenovelas cativantes e comédias populares a séries dramáticas impactantes, o talento feminino mantém-se no centro das histórias mais adoradas pelos espectadores dos canais do Grupo CANAL+.

A CANAL+ e a sua subsidiária MultiChoice optaram por homenagear as mulheres através de uma campanha dedicada: “Não há Nós… Sem Elas.” Um anúncio publicitário de 90 segundos, produzido nas versões francesa e inglesa, será transmitido nos canais e plataformas de redes sociais do Grupo em mais de 35 países de África.

Veja a promoção aqui (https://apo-opa.co/47sfZPM).

Como salientou Nomzamo Mbatha, actriz da série Shaka Ilembe, produtora e figura cultural influente: “Ser mulher em África significa ser disruptiva. Há algo de inspirador, forte e incansável nas mulheres africanas… e essa resiliência é o que nos torna imparáveis.”

Para celebrar o Mês Internacional da Mulher, descubra o poder da narrativa e do entretenimento liderados por mulheres através de uma selecção de programas de destaque, como Les Coups de la Vie – Temporada 4, The Penthouse – Temporada 2 e a nova temporada de Nouvelle Reine, disponíveis nos canais da plataforma CANAL+, bem como o franchising The Real Housewives e Girls Trips (Mzansi Magic) nas plataformas DStv e GOtv.

Distribuído pelo Grupo APO para MultiChoice Group.

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Nas economias criativas de África, as mulheres estão a reivindicar a propriedade (Por Libby Allen)

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

Por Libby Allen, Vice-Presidente: Brand & Creative, APO Group (https://APO-opa.com).

Todos os anos, em março, o Dia Internacional da Mulher enche o calendário com campanhas, flores e anúncios cuidadosamente programados. O dia tem um peso histórico real – nasceu das reivindicações do início do século XX pelo direito ao trabalho, ao voto e à organização. A questão a que raramente chega é a que realmente vale a pena colocar: não quem é celebrado, mas quem controla o que foi construído.

Nas indústrias criativas africanas em 2026, esta questão tem respostas instrutivas. São económicas, não simbólicas. E estão a ser escritas por mulheres.

O argumento da propriedade

No Senegal, Diarra Bousso cresceu num lar onde a arte e o estilo eram uma linguagem quotidiana. Estudou matemática, trabalhou em Wall Street e regressou a Dakar com um modelo para uma marca de moda e estilo de vida: nada é feito até que alguém o peça.

A DIARRABLU, a marca que construiu a partir do telhado da casa dos seus pais, utiliza algoritmos matemáticos próprios para gerar desenhos, submete-os a uma votação da comunidade antes de uma única peça de vestuário ser cortada e produz inteiramente à medida das necessidades – conseguindo uma redução de 60% no desperdício e eliminando o excesso de stock. A sua cadeia de fornecimento é quase exclusivamente constituída por artesãos senegaleses. A PI – os algoritmos, a metodologia, o sistema de conceção – é inteiramente sua. O valor está no processo de Bousso, e o processo é detido por si.

Na África do Sul, o estúdio de jogos Nyamakop passou anos a construir algo difícil de copiar. Relooted, lançado no mês passado, é uma aventura passada numa Joanesburgo futurista, na qual o jogador recupera 70 artefactos africanos reais de museus ocidentais e coleções privadas. O jogo foi criado por uma equipa oriunda de mais de dez países africanos. Mohale Mashigo – o seu diretor narrativo, romancista e escritor de banda desenhada que também trabalhou para a Marvel e a DC – é preciso quanto à propriedade. Cada artefacto do jogo corresponde a um objeto real com uma história documentada, pertencente a um determinado povo.

Essa especificidade não é apenas um rigor artístico. O mundo de Relooted está construído de forma a não poder ser separado do seu próprio contexto e reutilizado noutro lugar. A cultura viaja de forma diferente quando é de autoria própria.

Na Nigéria, Mo Abudu aplica a mesma lógica à distribuição. A EbonyLife Media – a produtora e rede de televisão que fundou em 2012, cujos filmes e séries atraíram milhões de horas de visualização – lançou a EbonyLife ON Plus em novembro do ano passado. Trata-se de uma plataforma de subscrição concebida para manter o valor da narração de histórias africanas no continente. A plataforma é nova, mas a estratégia não: é necessário possuir a infraestrutura, ou outra pessoa irá estabelecer os termos.

Três países. Três setores criativos. É necessário encontrar o ponto da cadeia onde o valor é capturado. Detê-lo.

Detido, mas exposto

Os conteúdos gerados por IA intensificaram a pressão. Os modelos da GenAI são treinados, em grande parte, com base em resultados criativos pelos quais não pagam. A questão de saber se esses resultados contam como um contributo compensável está agora a ser testada em tribunais e câmaras de decisão política. Nas economias criativas africanas, onde o volume de material visual, narrativo e cultural é vasto e a infraestrutura formal de PI é desigual, a exposição é significativa. A produção criativa das mulheres está a alimentar sistemas que não lhes pertencem.

A questão da IA e a questão das infraestruturas não estão separadas. Uma delas está a decorrer nos tribunais. A outra está a acontecer nos mercados.

Controlo da narrativa

Atingir os mercados certos requer um tipo diferente de propriedade. África não é um mercado único. São 54 países distintos, cada um com o seu próprio panorama mediático, línguas, culturas e decisores. Muitos parceiros de comunicação oferecem visibilidade, mas não conhecem as nuances de cada mercado. Não estão presentes no terreno, por isso oferecem aproximações, que implicam custos enquanto a narrativa se dilui.

A mesma lógica que levou Bousso a manter os seus algoritmos proprietários, que levou Mashigo e Nyamakop a construir um jogo tão exato, que levou Abudu a construir as suas próprias plataformas em vez de as licenciar – também se aplica aqui. Quem conta a história, em que mercados, em que língua e através de que canais: é aqui que o controlo narrativo se mantém ou se perde. Para que as marcas cheguem a toda a África, as comunicações das marcas têm de ser africanas.

O que acontece a seguir?  

O Dia Internacional da Mulher irá gerar milhares de mensagens neste mês de março. Vale a pena ver o que acontece nos dias que se seguem – se as mulheres que estão a criar propriedade nas indústrias criativas africanas controlam mais o seu trabalho, a sua distribuição e a sua narrativa do que no ano anterior. Esta é a única medida que importa.

Distribuído pelo Grupo APO para APO Group Insights.

Contacto para a comunicação social:
marie@apo-opa.com 

Sobre o APO Group: 
Fundado em 2007 por Nicolas Pompigne-Mognard, o APO Group é uma consultora de comunicação que tem em mente o desempenho – combinando aconselhamento estratégico, execução no terreno e visibilidade garantida em todos os mercados africanos.

Reconhecido com múltiplos prémios internacionais, incluindo as distinções SABRE, Davos Communications e World Business Outlook, o APO Group estabelece parcerias com organizações globais e africanas para fornecer comunicações que funcionam – através da estratégia, execução e visibilidade mensurável.

As funções consultivas do nosso fundador junto de instituições internacionais reforçam o acesso do APO Group aos decisores e reforçam o nosso papel como a consultora de comunicação mais conectada do continente. Os seus clientes incluem a Canon, a Emirates, a Nestlé, a NFL, a Liquid Intelligent Technologies, o Afreximbank, o Grupo do Banco Africano de Desenvolvimento, a GITEX Global e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

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A GCR confirma as notações internacionais A e A2 atribuídas ao Banco Africano de Exportação e Importação

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) (www.Afreximbank.com) acolhe com agrado a mais recente acção de notação da GCR Ratings (“GCR”) (https://apo-opa.co/40g6Vd1) sobre o Banco, confirmando as notações internacionais de emitente a longo e curto prazo do Banco, respectivamente A e A2. A perspectiva foi revista para “Estável” da “Observação da Evolução das Notações [Rating Watch Evolving]”.

A GCR confirmou igualmente a notação de longo prazo à escala internacional do Programa Nota de Médio Prazo Global [Global Medium Term Note (GMTN)] no valor de 5 mil milhões de dólares americanos, atribuindo-lhe a notação A.

A melhoria da notação reflecte a avaliação da GCR de um “mandato anticíclico sólido, sustentado por um forte historial e pelo tratamento preferencial contínuo dos credores (PCT) por parte dos accionistas”. A África do Sul tornou-se o mais recente país a confirmar o Tratado de Criação do Banco e o Estatuto de Credor Preferencial quando, recentemente, assinou o Instrumento de Adesão (https://apo-opa.co/4rdBtqK) para se tornar membro soberano de pleno direito do Banco. O relatório continuou: “A sólida capitalização e o perfil de financiamento diversificado do Banco proporcionam uma protecção significativa contra riscos de crédito emergentes.”  O relatório reconheceu ainda a diversidade da base accionista do Banco.

A mudança da perspectiva da “Observação da Evolução das Notações [Rating Watch Evolving]” para “Estável”, de acordo com a GCR, indica que há um risco irrelevante de queda relacionado às reestruturações da dívida soberana.

Ao comentar sobre a acção da Notação, o Sr. Chandi Mwenebungu, Director Executivo e Tesoureiro do Grupo, Departamento de Tesouraria e Mercados do Afreximbank, afirmou: “Estamos bastante satisfeitos pelo facto da GCR ter confirmado a sua notação de crédito ao Banco e ter definido a perspectiva como ‘estável’, especialmente tendo em conta os recentes resultados positivos em matéria de crédito. Continuamos a afirmar que o tratamento preferencial do Banco como credor está consagrado no Acordo de Criação do Banco, ratificado por todos os Estados-Membros. Não se trata de uma questão de opinião ou convenção, mas sim de um facto.

Continuando, o Sr. Mwenebungu acrescentou: “É ainda motivo de satisfação constatar que a GCR reconhece a forte liquidez e capitalização do Afreximbank, bem como o seu perfil de risco resiliente.  Esta é uma prova da solidez financeira e operacional do Banco e da sua capacidade de demonstrar uma determinação firme face às pressões macroeconómicas contínuas e a um ambiente desafiante.”

O quadro de gestão de risco do Afreximbank foi avaliado de forma independente em 2025 e registado como estando em conformidade com a norma internacional ISO 31000:2018 (https://apo-opa.co/4le6xpd), o que demonstra o compromisso do Banco em manter as melhores práticas em apoio ao seu mandato como instituição financeira líder no continente em matéria de financiamento do comércio. O registo, emitido pela Certificação Parceira Global [Certification Partner Global (CPG)], segue-se a rigorosas avaliações independentes do quadro de gestão de risco empresarial do Afreximbank por auditores externos, sem qualquer não conformidade.

Distribuído pelo Grupo APO para Afreximbank.

Contacto para a Imprensa:
Vincent Musumba
Gestor de Comunicações e Eventos (Relações com a Imprensa)
Correio Electrónico: press@afreximbank.com

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Sobre o Afreximbank:
O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) é uma instituição financeira multilateral pan-africana com mandato para financiar e promover o comércio intra e extra-africano. Há mais de 30 anos que o Banco utiliza estruturas inovadoras para oferecer soluções de financiamento que apoiam a transformação da estrutura do comércio africano, acelerando a industrialização e o comércio intra-regional, impulsionando assim a expansão económica em África. Apoiante firme do Acordo de Comércio Livre Continental Africano (ACLCA), o Afreximbank lançou um Sistema Pan-Africano de Pagamento e Liquidação (PAPSS) que foi adoptado pela União Africana (UA) como plataforma de pagamento e liquidação para sustentar a implementação da ZCLCA. Em colaboração com o Secretariado da ZCLCA e a UA, o Banco criou um Fundo de Ajustamento de 10 mil milhões de dólares para apoiar os países que participam de forma efectiva na ZCLCA. No final de Dezembro de 2024, o total de activos e contingências do Afreximbank ascendia a mais de 40,1 mil milhões de dólares e os seus fundos de accionistas a 7,2 mil milhões de dólares. O Afreximbank tem notações de investimento atribuídas pela GCR (escala internacional) de “Estável”, pela Moody’s (Baa2), pela China Chengxin International Credit Rating Co., Ltd (CCXI) (AAA) e pela Japan Credit Rating Agency (JCR) (A-). O Afreximbank evoluiu para uma entidade de grupo que inclui o Banco, a sua subsidiária de fundo de impacto de acções, denominada Fundo para o Desenvolvimento das Exportações em África (FEDA), e a sua subsidiária de gestão de seguros, AfrexInsure (em conjunto, “o Grupo”). O Banco tem a sua sede em Cairo, Egipto.

Para mais informações, visite: www.Afreximbank.com.

Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) apresenta plataforma de financiamento da aviação em toda a África para transformar o crescimento em lucro sustentável

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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Com a África prestes a tornar-se o mercado de aviação que mais cresce no mundo, os decisores políticos e líderes do setor estão focados num desafio central: como transformar a crescente procura em conectividade sustentável, competitividade e viabilidade financeira.

Esta questão esteve no centro das deliberações do Fórum de Companhias Aéreas, Capital e Conectividade, realizado em Nairóbi nos dias 25 e 26 de fevereiro de 2026 pelo Grupo Banco Africano de Desenvolvimento em parceria com a Associação Africana de Companhias Aéreas (AFRAA).

Apesar dos fortes fundamentos da procura, o setor da aviação africano continua a enfrentar restrições estruturais, incluindo custos elevados de capital, regimes regulatórios fragmentados, lacunas de infraestrutura e acesso limitado a financiamento de longo prazo. Para enfrentar esses desafios, o Banco está a promover o Programa Integrado de Transformação da Aviação (IATP), uma plataforma continental projetada para modernizar o ecossistema da aviação e mobilizar capital privado, institucional e concessional em grande escala. O programa procura alinhar a reforma política, instrumentos de financiamento inovadores e a execução de projetos num único quadro financiável.

O fórum reuniu executivos de companhias aéreas, ministros dos transportes, reguladores, investidores, fabricantes e parceiros de desenvolvimento para explorar como o IATP pode acelerar a implementação coordenada em todo o setor. Os participantes sublinharam o papel da aviação como um facilitador estratégico da integração regional, da facilitação do comércio, do turismo e da diversificação económica.

Ao abrir o Fórum, o Diretor de Infraestrutura e Desenvolvimento Urbano do Banco, Mike Salawou, observou que, embora as perspetivas de procura de aviação em África estejam entre as mais fortes a nível global, a capacidade do lado da oferta e a disponibilidade de investimento têm ficado para trás. O IATP, disse, procura reduzir o risco dos investimentos prioritários, apoiar transações-piloto iniciais e restaurar a confiança entre financiadores comerciais e institucionais.

Da perspetiva da indústria, o Secretário-Geral da AFRAA, Abderahmane Berthé, destacou a dimensão da oportunidade e o desequilíbrio que o continente enfrenta. “África representa quase 18% da população global, mas é responsável por menos de 3% do tráfego aéreo mundial, refletindo barreiras estruturais e regulatórias, e não uma procura fraca”, afirmou.

As observações feitas em nome da Kenya Airways descreveram África como a maior oportunidade estrutural da aviação do século XXI.

Nas próximas duas décadas, espera-se que um em cada quatro novos passageiros aéreos globais seja originário de África, impulsionado pela rápida urbanização, uma população de rendimento médio em crescimento e um perfil demográfico jovem. No entanto, o desempenho financeiro da indústria continua limitado. De acordo com a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), as companhias aéreas africanas deverão gerar margens líquidas de apenas 1 a 2%, abaixo da previsão média global de 3,9% em 2026.

Os elevados custos dos combustíveis, a tributação pesada, a liberalização incompleta e as infraestruturas limitadas dos hubs continuam a comprometer a rentabilidade.

A conectividade continua a ser um estrangulamento crítico. O tráfego intra-africano representa apenas cerca de um quarto do total das viagens aéreas, com muitos passageiros a terem de fazer escala fora do continente. Os participantes salientaram que a plena implementação do Mercado Único Africano de Transporte Aéreo é essencial para desbloquear uma conectividade intra-continental eficiente.

Um discurso proferido por Eric Ntagengerwa, chefe de Transportes e Mobilidade da Comissão da União Africana (CUA), em nome de Lerato Dorothy Mataboge, comissária para Infraestruturas e Energia, enquadrou a reforma da aviação como um imperativo para a soberania, integração e competitividade. O Mercado Único Africano de Transporte Aéreo é o tema designado pela União Africana para o ano de 2027, salientou.

As discussões ao longo de dois dias centraram-se na execução prática, incluindo o reforço da rentabilidade das companhias aéreas, o avanço da aviação alinhada com o clima, o desenvolvimento da carga e da logística, o desenvolvimento de competências e a implementação de mecanismos inovadores de partilha de riscos no âmbito do IATP. As experiências da Nigéria, Quénia e Etiópia ilustraram como os objetivos continentais podem traduzir-se em reformas nacionais coordenadas e oportunidades de investimento a curto prazo.

Samuel Obafemi Bajomo, conselheiro sénior do Ministério da Aviação da Nigéria, enfatizou que estruturas políticas prospetivas e favoráveis ao investimento são fundamentais para fortalecer a conectividade e desbloquear o potencial de crescimento de África, posicionando a aviação como um catalisador para o comércio, o turismo e a prosperidade partilhada.

O fórum concluiu com uma mensagem clara: a procura por aviação em África é real, acelerada e irreversível. A prioridade agora é a execução – alinhar políticas, capital e infraestruturas para garantir que a aviação se torne um motor duradouro de crescimento inclusivo e integração regional em todo o continente.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Fotos (https://apo-opa.co/3Ph0R1s)

Sobre o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (BAD):
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org/pt

A ES-KO completa 70 anos: sete décadas de serviços integrados de catering, logística e gestão de instalações em ambientes desafiantes

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

A ES-KO (www.ES-KO.com), líder global em catering, gestão de instalações, soluções de aprovisionamento e supply chain, juntamente com a construção de bases de vida em geografias remotas, celebra com orgulho o seu 70.º aniversário em 2026. Fundada como uma empresa de catering a bordo, a ES-KO foi criada em 1955 e, desde então, a ES‑KO evoluiu para um grupo multinacional com mais de 6.000 colaboradores, operando em África, no Médio Oriente e na Europa, e servindo os sectores de energia, mineração, indústria, defesa, governos, IGOs e ONGs.

Um legado de fiabilidade e crescimento contínuo

Desde os primeiros anos ao serviço da indústria marítima, a ES‑KO expandiu-se rapidamente para operações logísticas e de apoio a missões de manutenção da paz, construindo uma reputação sólida como parceiro fiável em contextos exigente. Em 1974, assumiu um dos maiores contratos de catering e logística do mundo para a ferrovia Trans-Gabonese e, em 1988, apoiava já 8.000 soldados multinacionais da ONU na Namíbia. Durante a década de 1990, a ES-KO tornou-se parceira de referência para missões da OTAN e da ONU nos Balcãs e no Afeganistão, continuando a apoiar, no novo milénio, as missões na República Democrática do Congo, Angola, Israel, Síria, Haiti, Somália, Sudão do Sul e Chipre. Entre outros projetos emblemáticos destacam-se ainda o centro nacional de combate à malária de Madagáscar (2009), a construção de uma escola para 400 crianças no Haiti após o devastador terramoto (2012) e a execução acelerada de vilas presidenciais para a Cimeira África-França de 2017 no Mali. A partir de 2020, o Grupo reforçou a sua presença no continente africano com a criação da ES‑KO Congo, ES‑KO Moçambique e ES‑KO Gabão, e consolidou a sua estratégia de crescimento com a aquisição da International Facilities Services (IFS) em 2024 e da Compania Alimentare, em Itália, em 2025.

Confiança de líderes globais e organizações com missões críticas

Ao longo de sete décadas, a ES-KO (www.ES-KO.com) conquistou a confiança de algumas das organizações mais exigentes do mundo. No Gabão e no Congo, a Perenco confia a ES-KO a preparação de refeições nutritivas, a manutenção de alojamentos onshore e offshore e a gestão de resíduos e higiene em condições adversas. Em Moçambique, a Coca-Cola delega à ES-KO a gestão das cantinas das suas fábricas em Maputo e Chimoio, garantindo a qualidade consistente do catering e o bem-estar da força de trabalho. Em Angola, a empresa apoia a Barloworld, referencia global em máquinas movimento de terras e equipamento pesado.

A ES-KO possui igualmente uma vasta experiência em engenharia e construção de acampamentos em ambientes extremos. Entre os projetos mais relevantes incluem-se a construção de armazéns, escritórios e instalações de alojamento para a UNMISS em Juba e o desenvolvimento do complexo de apoio às obras de reabilitação da barragem de Mosul, no Iraque, sob as ameaças de segurança relacionadas com o ISIS. A parceria de mais de 35 anos com as Nações Unidas demonstra a capacidade comprovada da ES‑KO para operar em grande escala, apoiar comunidades multinacionais complexas e garantir continuidade operacional em zonas de conflito e regiões com infraestruturas limitada.

Há setenta anos, a ES-KO é definida pela resiliência, pela confiança e pelo compromisso com o bem-estar das pessoas e das operações que apoia. É uma honra celebrar este marco e continuar a construir ambientes onde as pessoas prosperam e as operações nunca param

Distribuído pelo Grupo APO para ES-KO.

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Para mais informações, visite www.ES-KO.com

Pessoas em quem confiar em tempos difíceis

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Fundo Fiduciário para o Desenvolvimento dos Mercados de Capitais do Banco Africano de Desenvolvimento reforça capacidades da Caixa de Depósitos e Consignações do Benim

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Banco Africano de Desenvolvimento (www.AfDB.org) presta apoio financeiro e técnico à Caixa de Depósitos e Consignações do Benim (CDC Benim) através do seu Fundo Fiduciário para o Desenvolvimento dos Mercados de Capitais (CMDTF), com o objetivo de reforçar o seu papel como investidor institucional e contribuir para alargar a base de investidores nos mercados de capitais do Benim.

No valor de 330 mil dólares, a subvenção do Fundo Fiduciário para o Desenvolvimento dos Mercados de Capitais tem como objetivo reforçar as capacidades da CDC do Benim, a fim de a apoiar na implementação da sua estratégia de investimento centrada no financiamento de pequenas e médias empresas (PME) no Benim e na região da África Ocidental.

O acordo de doação foi assinado a 19 de fevereiro de 2026 em Cotonou, pelo responsável pelo escritório nacional do Grupo Banco no Benim, Robert Masumbuko, e pela diretora-geral da CDC Benim, Maryse Lokossou.

“Ao acompanhar a CDC Benim no reforço das suas capacidades de investimento, o Banco Africano de Desenvolvimento confirma o seu papel de parceiro privilegiado do Benim, tanto na mobilização de financiamentos inovadores como no apoio técnico necessário à sua estruturação”, declarou Masumbuko.

O projeto apoiará o alinhamento das políticas, procedimentos e ferramentas institucionais da CDC do Benim com esta nova atividade de investimento. Contribuirá para o reforço das competências do pessoal da instituição e para o desenvolvimento de um pipeline de investimentos potenciais, incluindo a identificação de, pelo menos, três fundos destinados ao financiamento de PME.

“Este apoio representa uma alavanca estruturante que visa reforçar as nossas capacidades operacionais e de governação, bem como melhorar os nossos mecanismos de acompanhamento, transparência e responsabilização”, afirmou Lokossou. O apoio “insere-se plenamente numa ambição partilhada de aprofundar o desenvolvimento dos mercados de capitais, apoiar a mobilização de recursos internos e reforçar o financiamento a longo prazo, em consonância com as prioridades nacionais. Esperamos capitalizar esta primeira concretização para abrir uma sequência mais estruturada com o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento, orientada para o financiamento e o investimento conjunto a favor das PME, das mulheres e da juventude”, concluiu.

Em linha com a Nova Arquitetura Financeira Africana (NAFA) do Grupo Banco, a assistência técnica contribuirá para alargar a base de investidores a longo prazo, reforçar o ecossistema dos mercados financeiros e melhorar o acesso das PME ao financiamento, nomeadamente apoiando investimentos que integrem critérios ambientais, sociais e de governação.

“As Caixas de Depósitos e Consignações ocupam um lugar estratégico na transformação estrutural das economias africanas. Através deste apoio, o Banco Africano de Desenvolvimento reafirma o seu compromisso em acompanhar as Caixas de Depósitos e Consignações africanas na sua ambição de serem investidores institucionais importantes, credíveis e catalisadores para o financiamento a longo prazo de setores estratégicos e de impacto”, afirmou Akane Zoukpo-Sanankoua, chefe da Divisão de Desenvolvimento dos Mercados de Capitais do Banco Africano de Desenvolvimento.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Contacto para os media:
Departamento de Comunicação e Relações Externas
media@afdb.org

Sobre o Fundo Fiduciário para o Desenvolvimento dos Mercados de Capitais: 
Criado em 2019, o Fundo Fiduciário para o Desenvolvimento dos Mercados de Capitais (CMDTF) apoia a integração e a competitividade dos mercados de capitais africanos através de reformas estratégicas, do reforço das infraestruturas de mercado, do alargamento das bases de investidores e do desenvolvimento de instrumentos inovadores. O Fundo é apoiado pelo Ministério das Finanças do Luxemburgo, pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros dos Países Baixos e pela Agência Sueca de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento.

Sobre o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org/pt

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Grupo Banco Africano de Desenvolvimento financia iniciativa regional de resiliência sanitária na África Austral

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Conselho de Administração do Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) aprovou uma subvenção de 9,57 milhões de dólares para apoiar os países da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) no reforço da segurança sanitária regional e da preparação para emergências.

Aprovado a 3 de março de 2026, este financiamento da janela concessional do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento irá financiar o Projeto de Sistemas de Saúde Resilientes para Preparação para Emergências. A iniciativa visa reforçar a resiliência e a capacidade dos sistemas de saúde em toda a região da SADC para responder de forma mais eficaz a emergências de saúde pública e nutrição.

O projeto inclui a formação de 449 técnicos de laboratório, profissionais de saúde comunitários e formadores, incluindo 269 mulheres, utilizando abordagens personalizadas que integram considerações de género, adaptação às alterações climáticas e a abordagem One Health. Além disso, cerca de 35 coordenadores de nutrição, incluindo 21 mulheres, de instituições de formação especializadas em nutrição e género em situações de emergência receberão certificação. Espera-se que os currículos revistos beneficiem aproximadamente 240 estudantes por ano, ajudando a criar um conjunto regional sustentável de conhecimentos especializados em nutrição e gestão de emergências sensível às questões de género.

Os laboratórios de diagnóstico e monitorização de águas residuais e vigilância ambiental em seis países beneficiários serão renovados e equipados como parte da componente central de modernização das infraestruturas. O projeto também modernizará o Instituto Nacional de Saúde em Moçambique para servir como laboratório de referência regional e reforçará o banco de sangue nacional no Lesoto. Será estabelecido um quadro regional para laboratórios transfronteiriços modelo, juntamente com um laboratório transfronteiriço móvel a ser implantado em dois pontos fronteiriços estratégicos em Moçambique e no Zimbabué.

“Esta operação visa abordar a fragilidade persistente dos sistemas de saúde na SADC, que continuam vulneráveis a surtos zoonóticos e epidemias de cólera, altas taxas de desnutrição e recursos humanos limitados, bem como preparação inadequada para emergências”, disse Kennedy Mbekeani, Diretor-Geral do Banco Africano de Desenvolvimento para a África Austral.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Contacto para os media:
Alexis Adélé 
Departamento de Comunicação e Relações Externas 
media@afdb.org

Sobre o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org/pt

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Afreximbank lidera as Tabelas de Classificação de Empréstimos da Bloomberg Africa para 2025, confirmando a sua posição de destaque como Principal Intermediário e Coordenador de Emissão (Bookrunner) de África

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) (www.Afreximbank.com) consolidou a sua posição dominante nos mercados de capitais africanos, conquistando o primeiro lugar como Principal Intermediário Mandatado e Coordenador de Emissões (Bookrunner) nas Tabelas de Classificação de Empréstimos a Mutuários Africanos da Bloomberg para 2025, bem como o terceiro lugar como Agente Administrativo.

Estas classificações reconhecem a liderança do Banco na organização de soluções de dívida e na mobilização de capital em grande escala, tanto dentro como fora de África, proveniente de uma gama diversificada de investidores, com o objectivo de consolidar o crescimento económico do continente. 

Os resultados marcam a classificação contínua do Afreximbank como um dos líderes de mercado africanos no topo das tabelas de classificação da Bloomberg nos últimos anos. Como Coordenador de Emissões (Bookrunner), o Afreximbank detinha 21,66% da quota de mercado, compreendendo 14 transacções.

Como Principal Intermediário Mandatado, o Banco representou 23,65% da quota de mercado, compreendendo 20 transacções. A actividade, que representou estas 20 transacções, consistiu principalmente em transacções sindicadas no sector do petróleo e gás, reflectindo a intervenção estratégica do Banco em colmatar o significativo défice de financiamento no sector no continente. A classificação no terceiro lugar entre as agências administrativas proporcionou uma quota de mercado de 13,92% com 13 transacções, que superaram igualmente o índice no sector do petróleo e gás.

As Tabelas de Classificação de Empréstimos a Mutuários da Bloomberg Africa são um subconjunto das Tabelas de Classificação dos Mercados de Capitais da Bloomberg, que representam os principais intermediários, Coordenadores de Emissões (Bookrunners) e consultores numa ampla gama de tipos de transacções, incluindo empréstimos, obrigações, acções e fusões e aquisições, de acordo com os padrões da Bloomberg. É uma ferramenta fundamental para os banqueiros de investimento e analistas avaliarem a quota de mercado, analisarem os concorrentes e identificarem as tendências do mercado.

O Sr. Haytham Elmaayergi, Vice-Presidente Executivo para o Comércio Global do Afreximbank, comentou:

“Estou bastante satisfeito pelo excelente desempenho dos nossos colegas ter sido reflectido nas prestigiadas tabelas de classificação da Bloomberg, o que é uma verdadeira prova da sua determinação e capacidade incessantes. As classificações sublinham o compromisso do Afreximbank em facilitar os fluxos de capital, a fim de impulsionar o crescimento económico e a prosperidade no continente. Continuaremos a concentrar-nos em alavancar a nossa posição única para promover investimentos de alto impacto e colmatar o défice de financiamento nos sectores mais críticos de África.”

Distribuído pelo Grupo APO para Afreximbank.

Contacto para a Imprensa:
Vincent Musumba
Gestor de Comunicações e Eventos (Relações com a Imprensa)
Correio Electrónico: press@afreximbank.com

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Sobre o Afreximbank:
O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) é uma instituição financeira multilateral pan-africana com mandato para financiar e promover o comércio intra e extra-africano. Há mais de 30 anos que o Banco utiliza estruturas inovadoras para oferecer soluções de financiamento que apoiam a transformação da estrutura do comércio africano, acelerando a industrialização e o comércio intra-regional, impulsionando assim a expansão económica em África. Apoiante firme do Acordo de Comércio Livre Continental Africano (ACLCA), o Afreximbank lançou um Sistema Pan-Africano de Pagamento e Liquidação (PAPSS) que foi adoptado pela União Africana (UA) como plataforma de pagamento e liquidação para sustentar a implementação da ZCLCA. Em colaboração com o Secretariado da ZCLCA e a UA, o Banco criou um Fundo de Ajustamento de 10 mil milhões de dólares para apoiar os países que participam de forma efectiva na ZCLCA. No final de Dezembro de 2024, o total de activos e contingências do Afreximbank ascendia a mais de 40,1 mil milhões de dólares e os seus fundos de accionistas a 7,2 mil milhões de dólares. O Afreximbank tem notações de grau de investimento atribuídas pela GCR (escala internacional) (A), Moody’s (Baa2), China Chengxin International Credit Rating Co., Ltd (CCXI) (AAA), Japan Credit Rating Agency (JCR) (A-). O Afreximbank evoluiu para uma entidade de grupo que inclui o Banco, a sua subsidiária de fundo de impacto de acções, denominada Fundo para o Desenvolvimento das Exportações em África (FEDA), e a sua subsidiária de gestão de seguros, AfrexInsure (em conjunto, “o Grupo”). O Banco tem a sua sede em Cairo, Egipto.

Para mais informações, visite: www.Afreximbank.com.

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Camarões: Grupo Banco Africano de Desenvolvimento apoia o arranque de um ambicioso projeto de desenvolvimento da Zona Industrial Integrada no Porto de Kribi

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

A empresa responsável pelo desenvolvimento da futura zona industrial integrada junto ao porto de águas profundas de Kribi, a ‘Kribi Port Industrial Zone (KPIZ)’, foi oficialmente lançada a 26 de fevereiro de 2026, em Yaoundé. Esta iniciativa ambiciosa insere-se no âmbito de um projeto estruturante apoiado pelo Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (www.AfDB.org).

A cerimónia, presidida por Patrice Melom, presidente do Conselho de Administração da KPIZ e diretor-geral do Porto Autónomo de Kribi, contou com a presença dos acionistas envolvidos no desenvolvimento da zona, nomeadamente a Africa Global Logistics (AGL), a Arise Integrated Industrial Platforms e a Belmont Investments LTD, de membros do governo e de chefes de missões diplomáticas, bem como de representantes de organizações internacionais.

Apoiada pelo Porto Autónomo de Kribi, que se tornou um dos principais centros portuários do continente, a zona industrial integrada no porto afirma-se como uma alavanca estratégica ao serviço do Plano Diretor de Industrialização e da Estratégia Nacional de Desenvolvimento dos Camarões. O seu objetivo é diversificar a produção nacional, aumentar a quota do setor industrial no PIB e dinamizar as exportações.

Os impactos esperados até 2040 são consideráveis: as exportações de cacau e produtos derivados devem passar de 11.487 toneladas em 2025 para 191.639 toneladas; pelo menos 50  mil empregos diretos e 150 mil empregos indiretos serão criados; as receitas fiscais aumentarão significativamente; e o efeito multiplicador sobre o investimento inicial poderá atingir até vinte vezes o seu valor original.

Na qualidade de líder e principal parceiro estratégico, o Grupo Banco comprometeu-se a mobilizar a totalidade do financiamento público de 411 milhões de euros e posicionou-se para acompanhar um financiamento privado de 384 milhões de euros.

“O Estado garante a visão estratégica, a estabilidade e o alinhamento com as prioridades nacionais; o setor privado contribui com capital, conhecimentos técnicos, rapidez de execução e inovação; o Banco Africano de Desenvolvimento assegura a liderança financeira, a estruturação do financiamento e a coerência global”, declarou Léandre Bassolé, diretor-geral do escritório regional de desenvolvimento, integração e prestação de serviços para a África Central do Grupo Banco. “Ao financiar este projeto estratégico, pretendemos, em conjunto com o governo camaronês, catalisar os investimentos privados, criar empregos sustentáveis e reforçar a competitividade do país nos mercados regionais e mundiais»” acrescentou. O Banco apresentou o projeto durante o Fórum Africano de Investimento 2024, realizado em Rabat.

Para além do financiamento, o Banco Africano de Desenvolvimento prestará também apoio técnico de alto nível, reforçará as capacidades locais e assegurará a integração de normas exigentes em matéria de eficiência energética, gestão responsável dos recursos e resiliência climática.

“Com esta iniciativa, o Porto de Kribi pretende combinar o desempenho de uma infraestrutura de águas profundas com a experiência de investidores conceituados para construir uma zona industrial portuária de nível internacional ao serviço da transformação económica dos Camarões e do prestígio da África Central”, afirmou Melom.

Verdadeiro polo de competitividade regional, a Zona Industrial Integrada no Porto de Kribi ambiciona tornar-se um catalisador da industrialização inclusiva, da criação de empregos sustentáveis e da integração económica na África Central.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Contacto para os media:
Solange Kamuanga-Tossou 
Departamento de Comunicação e Relações Externas 
media@afdb.org

Sobre o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org/pt

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A KFC homenageia 55 mulheres que dão mais a África

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

Quando Lesego Chombo foi coroada Miss Botsuana em 2022, criou imediatamente uma fundação para apoiar jovens desfavorecidos e os seus pais nas zonas rurais.

Depois de terminar o seu mandato como Miss Mundo África em novembro de 2024, a jovem de 26 anos tornou-se a mais jovem ministra do Governo do Botsuana ao ser nomeada Ministra da Juventude e dos Assuntos de Género e está agora a liderar a elaboração de um projeto de lei sobre a violência baseada no género, centrado na proteção, cuidados e apoio às vítimas, bem como na prevenção.

Raïssa Banhoro apercebeu-se de que a falta de literacia, a literacia numérica limitada e a falta de ferramentas digitais acessíveis estavam a impedir a literacia digital das mulheres na Costa do Marfim, pelo que desenvolveu a Lucie, a primeira aplicação móvel de literacia do país com assistência vocal na língua local, que abordava os três desafios.

Em seguida, foi pioneira num modelo de formação digital intensiva e gratuita para jovens que não trabalham, não estudam nem seguem qualquer formação, conseguindo uma taxa de emprego de 100% para os que terminaram a formação.

Chombo e Banhoro são duas das 55 mulheres que a KFC África está a celebrar para assinalar o Dia Internacional da Mulher, no domingo, 8 de março, e honrar o tema global da ocasião “Dar para Ganhar”.

“Estas não são apenas histórias de conquistas individuais”, afirmou Akhona Qengqe, Diretora Geral da KFC África. “Estas são histórias de mulheres que dão mais a África.

“Concedem acesso onde antes havia exclusão. Oferecem oportunidades onde as perspetivas eram limitadas. Dão esperança onde esta não existia.”

O poder de dar

Há 55 anos que a KFC África ajuda as comunidades e capacita mulheres, as quais constituem 60% da sua força de trabalho.

Para assinalar o Dia Internacional da Mulher em 2024, celebrou 53 estreias femininas nos seus 22 mercados e, no ano passado, homenageou 54 mulheres responsáveis pela defesa da igualdade de género.

Este ano, o foco passa a ser o poder da dádiva, muitas vezes por mulheres que encarnam este espírito diariamente sem reconhecimento, recursos ou fanfarra.

As 55 mulheres homenageadas, uma por cada ano de presença da marca em África, incluem também:

  • Nice Leng’ete, do Quénia, que em 2014 persuadiu os anciãos Maasai a abandonarem formalmente a mutilação genital feminina. Trabalhando com a Amref Health Africa, e com a sua própria fundação, ajudou mais de 21.000 raparigas a escapar a esta prática.
  • Dr. Germaine Retofa, de Madagáscar, que transformou os cuidados maternos numa das regiões mais pobres do país num sistema que salva vidas e garante que a localização ou o rendimento de uma mulher não afetam as suas hipóteses de sobrevivência.
  • Alexandra Machado, de Moçambique, que é pioneira num modelo de mentoria circular que teve impacto em 25.000 mulheres moçambicanas, triplicando as taxas de transição escolar e provando que o investimento na liderança feminina é uma estratégia de alto retorno para o desenvolvimento nacional.

Da visibilidade à voz

“Para a lista deste ano das primeiras mulheres de África, procurámos deliberadamente mulheres cuja influência pode não encher estádios, mas cujo impacto enche corações”, afirmou Qengqe.

“Entre elas contam-se mulheres que criaram redes tecnológicas para as suas colegas, alargaram o acesso aos cuidados de saúde, tornaram os cuidados menstruais uma prioridade nacional, visaram melhorar o acesso das raparigas à educação e combateram as disparidades salariais entre homens e mulheres.

“Trata-se de mulheres de diversas origens – advogadas, políticas, profissionais de saúde, empresárias, autoras, tecnólogas e organizadoras comunitárias. Algumas são figuras bem conhecidas. Muitas não são.

“O que as une é o que dão: orientação, proteção, acesso, conhecimento, visibilidade, oportunidade, recursos e tempo.”

O efeito cascata da dádiva

A Diretor de Recursos Humanos, Cultura e Objetivos, Nolo Thobejane, afirmou que o tema Dar para Ganhar está profundamente relacionado com a abordagem da KFC ao empoderamento.

“Durante anos, vimos como a dádiva cria retornos exponenciais”, afirma. “Quando a KFC Add Hope dá refeições a crianças vulneráveis através de centros de alimentação liderados por mulheres, as comunidades ganham nutrição e dignidade.

“Quando a Women on the Move proporciona o desenvolvimento da liderança às mulheres da nossa empresa, toda a organização ganha uma liderança mais forte e diversificada. Quando a nossa Streetwise Academy dá às jovens qualificações acreditadas, as famílias ganham mobilidade económica.”

Thobejane diz que muitas mulheres da equipa da KFC África estão a retribuir às suas comunidades de forma significativa. “Temos gerentes de restaurantes que orientam jovens mulheres que estão a entrar no mercado de trabalho. Temos membros da equipa que gerem programas pós-escolares nas suas comunidades. Temos franqueados que criam caminhos para que outras mulheres tenham acesso à propriedade de empresas. A sua dádiva acontece de forma discreta, consistente e com um objetivo profundo.”

Quando as comunidades ganham, África sobe

O tema do Dia Internacional da Mulher de 2026 desafia o mundo a reconhecer que a dádiva tem um efeito multiplicador. Quando as mulheres são respeitadas e têm visibilidade, oportunidades, orientação, recursos e acesso, as comunidades beneficiam.

Qengqe afirmou que, embora os progressos no sentido da igualdade de género na África Subsariana tenham estagnado – o Relatório do Fórum Económico Mundial sobre as disparidades de género em 2025 (http://apo-opa.co/3OYsxIp) prevê que a paridade de género esteja a 107 anos de distância – a lista de mulheres africanas pioneiras da KFC prova que a transformação é possível.

“Estas 55 mulheres não estão preparadas para esperar mais de um século”, afirma. “Estão a dar agora para que as suas comunidades possam ganhar agora. E quando as comunidades ganham, a África sobe.”

A lista completa das 55 mulheres que dão mais a África está disponível em: https://apo-opa.co/3MZ2rEs

Distribuído pelo Grupo APO para KFC Africa.

Contacto para os meios de comunicação social:
aloma@kamuses.co.za

Para nomear mulheres que dão mais a África: 
za-kfcafricamedia@yum.com

Sobre a KFC África:
A KFC faz parte da história de África desde 1971, quando o primeiro restaurante abriu em Joanesburgo. Atualmente com mais de 1500 restaurantes em 22 países subsarianos, é a marca líder de restaurantes de serviço rápido do continente e a casa do frango frito Original Recipe® que milhões de pessoas adoram. 

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