A Venezuela aprofunda a parceria estratégica para impulsionar o desenvolvimento dos hidrocarbonetos

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

A Venezuela está a dar um passo deliberado no sentido do regresso à produção e ao desenvolvimento de hidrocarbonetos, à medida que as reformas do setor criam novas oportunidades para empresas energéticas regionais e internacionais que procuram elevados retornos numa das maiores regiões petrolíferas e gasíferas do mundo.

As reuniões realizadas esta semana entre a Presidente em exercício Delcy Rodríguez e a Câmara Africana de Energia (AEC) reforçaram um compromisso comum de acelerar o investimento, ao mesmo tempo que se reforçam as parcerias estratégicas e se avança para a próxima fase da reabertura do setor energético venezuelano.

A delegação da AEC, liderada pelo presidente executivo NJ Ayuk e pelo vice-presidente sénior Verner Ayukegba, reuniu-se com a presidente Rodríguez, juntamente com a ministra dos Hidrocarbonetos, Paula Henao, o presidente da PDVSA, Héctor Obregón, o vice-ministro da Política de Hidrocarbonetos, Eduardo Ramírez, e outros altos responsáveis.

As discussões centraram-se na expansão da cooperação internacional, na atração de investimento a montante, na aceleração do desenvolvimento de projetos e no reforço da colaboração técnica ao longo de toda a cadeia de valor do petróleo e do gás. As partes exploraram também oportunidades para aprofundar a cooperação na educação e no desenvolvimento de competências, apoiar uma produção mais limpa de hidrocarbonetos através de iniciativas de redução da queima de gás e alargar o acesso ao gás de petróleo liquefeito para melhorar a vida das pessoas, como forma de combater a pobreza energética, melhorar a saúde pública e elevar a qualidade de vida.

Um resultado fundamental das discussões foi o reconhecimento, por parte da AEC, das recentes reformas no setor energético da Venezuela, que a Câmara descreveu como um passo significativo no sentido de criar um ambiente operacional mais competitivo e favorável ao investimento.

«A Venezuela possui uma das maiores reservas de hidrocarbonetos do mundo, mas os recursos por si só não geram prosperidade. O que gera prosperidade é um compromisso partilhado entre governos e investidores para desenvolver esses recursos através de políticas estáveis, parcerias de longo prazo e investimento sustentado», afirmou Ayuk. «O presidente Rodríguez está a enviar um sinal forte aos investidores internacionais: a Venezuela está aberta ao investimento, empenhada na colaboração e pronta para inaugurar uma nova era de desenvolvimento dos hidrocarbonetos.»

Acrescentou ainda que as reformas implementadas pelo governo venezuelano demonstram um compromisso claro com a criação de um ambiente propício ao investimento.

«Aliadas à extraordinária base de recursos do país, têm o potencial de posicionar a Venezuela como um dos destinos mais atrativos para o investimento em petróleo e gás no Hemisfério Sul, garantindo simultaneamente que o desenvolvimento dos recursos proporcione oportunidades económicas a longo prazo e benefícios tangíveis para os cidadãos venezuelanos», afirmou Ayuk.

A visita surge num momento crítico para o setor energético do país. Em julho de 2026, a Venezuela publicou o tão aguardado Regulamento da Lei Orgânica dos Hidrocarbonetos, proporcionando um dos quadros normativos mais claros até à data para reger a próxima fase do desenvolvimento do petróleo e do gás. O regulamento moderniza o quadro normativo do setor a montante do país, ao mesmo tempo que oferece maior transparência sobre a forma como os projetos serão estruturados, avaliados e geridos, apoiando uma nova onda de investimento à medida que a Venezuela trabalha para reconstruir a produção.

As reformas estabelecem um caminho mais claro para atrair investimento, revitalizar a produção e reposicionar a Venezuela como um importante fornecedor global de hidrocarbonetos. Baseiam-se numa série de marcos alcançados em 2026, à medida que as operadoras internacionais regressam ao mercado e as exportações continuam a sua recuperação. Os volumes de exportação atingiram 1,25 milhões de barris por dia, o nível mais elevado dos últimos anos, enquanto empresas como a Chevron, a ExxonMobil, a ConocoPhillips, a Shell e a bp continuam a expandir a sua presença no país.

A visita da AEC reforçou o compromisso da Venezuela em manter este impulso. Análises do setor estimam que o país necessitará de aproximadamente 183 mil milhões de dólares em investimento em infraestruturas a montante e de apoio entre 2026 e 2040 para atingir a sua meta de produção de 3 milhões de barris por dia, incluindo cerca de 53 mil milhões de dólares para sustentar a produção existente. Espera-se que a reabilitação de instalações existentes proporcione os ganhos mais rápidos, com uma estimativa de 300 000 a 350 000 barris por dia recuperáveis através de intervenções de custo relativamente baixo. O crescimento da produção a longo prazo dependerá do investimento em novos projetos («greenfield»), sendo necessários gastos de capital anuais de 8 a 9 mil milhões de dólares até 2040 para sustentar a produção de 2 milhões de barris por dia até 2030 e de 3 milhões de barris por dia até 2040.

«As nossas reuniões em Caracas demonstraram uma clara determinação por parte dos líderes da Venezuela em impulsionar o setor, e a AEC está pronta para apoiar esse percurso, ligando o país a investidores, operadores e parceiros estratégicos capazes de fornecer o capital, a tecnologia e os conhecimentos especializados necessários para o crescimento a longo prazo», afirmou Ayuk.

As reuniões baseiam-se no memorando de entendimento assinado entre a AEC, a PDVSA e o Ministério dos Hidrocarbonetos da Venezuela em fevereiro de 2026, com o objetivo de reforçar a cooperação em matéria de desenvolvimento a montante, refinação, promoção do investimento e reforço das capacidades técnicas. Em conjunto, estas iniciativas refletem um compromisso comum de desbloquear o potencial de hidrocarbonetos da Venezuela, garantindo simultaneamente que os recursos energéticos do país contribuam para o crescimento económico sustentável, para um melhor acesso à energia e para o desenvolvimento nacional a longo prazo.

Distribuído pelo Grupo APO para African Energy Chamber.

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Cabo Verde: Primeiro-Ministro Francisco Carvalho inaugura estradas asfaltadas de Levada e Achada Costa em São Lourenço dos Órgãos

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Primeiro-Ministro, Francisco Carvalho, presidiu, na tarde desta quinta-feira, 6 de agosto, a cerimónia de inauguração das novas estradas asfaltadas das localidades de Levada e Achada Costa, no município de São Lourenço dos Órgãos, numa iniciativa que visa reforçar a mobilidade, melhorar a segurança rodoviária e impulsionar o desenvolvimento socioeconómico da região.

As obras contemplaram a asfaltagem de cerca de 800 metros de estrada na localidade de Levada e de um quilómetro em Achada Costa, tendo sido financiadas integralmente com recursos próprios da Câmara Municipal de São Lourenço dos Órgãos, liderada pelo presidente Euclides Cabral.

O Chefe do Governo usou da palavra para felicitar o presidente da autarquia pelo empenho e pela capacidade de concretização demonstrados na execução das obras, sublinhando os desafios que os municípios enfrentam para mobilizar recursos e responder às necessidades das populações.

“Quero felicitar o Presidente da Câmara Municipal, Euclides Cabral, pelo trabalho realizado. Sei, por experiência própria, as dificuldades que existem para concretizar obras desta natureza. É preciso criatividade, dedicação, coragem e muito compromisso com as populações para transformar projetos em realidade. Estas duas obras são o reflexo de um trabalho sério e responsável”, afirmou Francisco Carvalho.

O Primeiro-Ministro aproveitou ainda a ocasião para reafirmar o compromisso do Executivo com o poder local, garantindo uma relação de proximidade e cooperação institucional com todas as câmaras municipais do país.

“Vamos ter um Governo amigo de todas as câmaras municipais. Trabalharemos com todos os municípios, independentemente da sua cor política, porque todas as câmaras pertencem aos cabo-verdianos e devem merecer o apoio do Governo para responder às aspirações das suas populações”, reiterou.

As novas vias de acesso representam uma importante melhoria para as comunidades de Levada e Achada Costa, proporcionando maior conforto e segurança na circulação de pessoas e bens, além de criarem melhores condições para o desenvolvimento das atividades económicas e sociais locais.

Segundo o presidente da Câmara Municipal, Euclides Cabral, estas infraestruturas integram uma visão mais ampla de desenvolvimento e ordenamento do território, contribuindo para uma melhor articulação entre as diferentes localidades do concelho e para a valorização das potencialidades da região.

Visivelmente satisfeito, Francisco Carvalho sublinhou o impacto positivo que as novas estradas terão na vida das populações, reiterando que investimentos desta natureza são fundamentais para promover a coesão territorial, melhorar a qualidade de vida dos cidadãos e criar novas oportunidades de desenvolvimento para o interior da ilha de Santiago.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

Ministro da Economia, Comércio, Indústria e Transição Digital promove consulta estratégica sobre o futuro digital de Cabo Verde

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Ministro da Economia, Comércio, Indústria e Transição Digital, António Baptista, promoveu, esta quinta-feira, 6 de agosto, na cidade da Praia, a Consulta Estratégica «Transformação Digital em Cabo Verde: Situação Atual e Caminhos para o Futuro».

A iniciativa enquadra-se na visão do Governo de acelerar a transformação digital do país, assumindo-a como um instrumento estratégico para a modernização do Estado, o reforço da competitividade da economia, a melhoria dos serviços públicos e a criação de novas oportunidades para os cidadãos e as empresas.

O encontro reuniu representantes da Administração Pública, do setor privado, da academia, especialistas e diferentes atores do ecossistema tecnológico nacional. A diversidade dos participantes permitiu promover um diá. abrangente e estruturado sobre o atual estágio da transformação digital em Cabo Verde, os principais desafios existentes e as prioridades que deverão orientar a próxima etapa deste processo.

A consulta reforçou a importância de uma abordagem participativa na definição das políticas públicas, mobilizando conhecimentos, experiências e diferentes perspetivas para a construção de soluções ajustadas à realidade e às ambições do país.

Durante os trabalhos, foram analisadas questões relacionadas com a modernização e a interoperabilidade da Administração Pública, a simplificação e a digitalização dos serviços, o desenvolvimento de competências digitais, a inovação empresarial, o empreendedorismo tecnológico, a inclusão digital, a proteção de dados e a cibersegurança.

A reflexão incidiu igualmente sobre as condições necessárias para estimular uma economia mais digital, inovadora e competitiva, capaz de gerar emprego qualificado, atrair investimento, apoiar a internacionalização das empresas cabo-verdianas e reforçar o posicionamento de Cabo Verde nos mercados regionais e internacionais.

As contribuições recolhidas durante o encontro permitirão aprofundar o diagnóstico nacional e apoiar a definição de prioridades, orientações e medidas para a futura agenda de transformação digital do país.

Para o Governo, a transformação digital não se limita à adoção de novas tecnologias. Representa uma mudança estrutural na forma como as instituições funcionam, os serviços são prestados e o Estado, as empresas e os cidadãos interagem.

Este processo deverá contribuir para a construção de uma Administração Pública mais moderna, eficiente, transparente e próxima da população, bem como para a criação de um ambiente mais favorável à inovação, ao investimento e ao desenvolvimento do tecido empresarial nacional.

Esta agenda será desenvolvida de forma transversal e articulada, envolvendo os diferentes departamentos governamentais, o setor privado, a academia, a sociedade civil e os parceiros de desenvolvimento.

A realização desta consulta estratégica reafirma o compromisso do Governo com uma transformação digital inclusiva, sustentável e centrada nas pessoas, procurando garantir que os benefícios da tecnologia cheguem a todas as ilhas, comunidades, empresas e cidadãos.

Cabo Verde pretende, assim, consolidar-se como uma referência regional em matéria de governação digital, inovação e prestação de serviços públicos de qualidade, colocando a tecnologia ao serviço do desenvolvimento económico e social do país.

A Consulta Estratégica «Transformação Digital em Cabo Verde: Situação Atual e Caminhos para o Futuro» representa uma etapa importante na construção de uma visão nacional partilhada, assente em prioridades claras, na mobilização dos diferentes setores da sociedade e numa forte orientação para a implementação e a obtenção de resultados.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

Angola: PESSOAS COM ALBINISMO – Movimento quer inclusão de protector solar nos medicamentos essenciais

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Movimento Pro-Albino de Angola apelou ao reforço da implementação do Plano de Apoio e Protecção às Pessoas com Albinismo e defendeu a inclusão de protectores solar na lista de medicamentos essenciais.

O apelo consta das conclusões e recomendações saídas da 5.ª Conferência da organização, realizada em Junho deste ano, apresentadas esta quarta-feira, 5 de Agosto, em Luanda, pelo presidente do Conselho de Direcção do Movimento Pró-Albino de Angola, Moisés Cardoso, à Vice-Presidente da República, Esperança da Costa.

De acordo com o responsável, actualmente, o protector solar entra para o país como um produto cosmético, apesar de a Organização Mundial da Saúde recomendar que os protectores solares de elevado factor de protecção sejam considerados medicamentos essenciais.

“O protector solar é como se fosse uma vacina, ajuda a prevenir o câncer.  E prevenir é sempre menos dispendioso do que tratar”, afirmou.

O dirigente alertou, ainda, para as dificuldades enfrentadas pelas famílias na aquisição do produto, devido ao seu elevado custo, defendendo que a sua inclusão na lista de medicamentos essenciais permitirá assegurar dotação orçamental para a sua compra e distribuição regular às pessoas com albinismo.

Além da saúde, Moisés Cardoso chamou a atenção para os desafios nos sectores da educação e do emprego. Referiu que muitas crianças com albinismo abandonam a escola por falta de materiais adaptados à baixa visão e devido ao bullying, enquanto muitos adultos continuam a enfrentar dificuldades de acesso ao mercado de trabalho.

Segundo o líder da organização, muitas  medidas defendidas pelo movimento já constam do plano aprovado pelo Executivo e da Declaração da SADC sobre a protecção das pessoas com albinismo, mas a implementação continua aquém do esperado.

Sobre a audiência, considerou positiva a receptividade da Vice-Presidente da República, afirmando que Esperança da Costa manifestou disponibilidade para analisar detalhadamente as preocupações apresentadas.

Dados do Censo Geral da População indicam que as pessoas com albinismo representam cerca de 1,6 por cento da população angolana.

O Movimento Pro-Albino de Angola é uma organização da sociedade civil que luta pelos direitos, protecção social e inclusão de pessoas com albinismo no país.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Angola.

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Cabo Verde: Ministro da Justiça empossa nova Diretora Nacional da Polícia Judiciária

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O Ministro da Justiça, Presidência do Conselho de Ministros, Assuntos Parlamentares e Comunicação Social, Clóvis Silva, empossou, quarta-feira, 5 de agosto, a nova Diretora Nacional da Polícia Judiciária, Jacqueline Semedo.

A nova responsável pela PJ possui uma carreira ligada à investigação criminal e à área da segurança. Em 2012, desempenhou funções como Coordenadora de Investigação Criminal e, no período entre 2012 e 2015, foi Secretária Executiva da Comissão Nacional de Luta Contra a Proliferação de Armas Ligeiras e de Pequeno Calibre.

Entre 2015 e 2016, Jacqueline Semedo assumiu a liderança do Departamento de Investigação Criminal do Mindelo, tendo anteriormente ocupado diferentes funções dentro da estrutura da Polícia Judiciária.

Atualmente, desempenhava o cargo de Coordenadora de Investigação Criminal de nível III.

No ato do empossamento, Clóvis Silva espera “muito trabalho para a nova Diretora, pois a Polícia Judiciária tem um contexto bastante exigente, onde a criminalidade transnacional demanda uma forte cooperação e temos feito contactos diplomáticos para nos ajudar nesse processo.”

“A aposta na nova Diretora assenta em alguém alinhado com o Programa do Governo que tem como premissa essencial o combate sem tréguas à grande criminalidade, alguém com conhecimento, proximidade, capacidade de negociar com os nossos parceiros internacionais e garantir que Cabo Verde continue a trabalhar na prevenção criminal, em particular em relação a crimes muito complexos que afetam, sobretudo, os nossos mares e ares, através da cooperação que nos vai permitir conseguir os meios necessários para esse combate”, enfatizou Clóvis Isilda Silva.

Ainda segundo o Ministro, “Cabo Verde tem uma localização geográfica bastante sensível, no cruzamento entre três continentes, por isso temos que fazer grandes investimentos financeiros na aquisição de meios para o combate aos cibercrimes, crimes em alto mar, como o transbordo de armas e drogas, entre outros, articulando com os parceiros internacionais.”

A nova Diretora Nacional da Polícia Judiciária agradeceu a confiança nela depositada pelo Governo, na pessoa do Ministro da Justiça e garantiu total empenho no cargo que ora ocupa, seja ao nível do engajamento e motivação dos colaboradores internos da PJ, seja ao nível da criação de parcerias institucionais para o combate firme à grande criminalidade, protegendo os cidadãos e o país.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

Angola: Líder da WAS-AC pretende impulsionar aquicultura sustentável no continente

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A recém-eleita presidente do Capítulo Africano da Sociedade Mundial de Aquicultura (WAS-AC), Francisca Delgado, pretende impulsionar o desenvolvimento sustentável da aquicultura no continente, com a implementação de tecnologias modernas para preservação do ambiente e dos ecossistemas.

A responsável falava à imprensa nesta quarta-feira, 5 de Agosto, em Luanda, após ser recebida em audiência pela Vice-Presidente da República, Esperança da Costa, a quem apresentou os objectivos do seu mandato e solicitou apoio do Governo angolano para o fortalecimento da organização em África.

Segundo Francisca Delgado, a organização reúne especialistas de diferentes áreas para prestar assistência técnica aos países, facilitar o acesso a oportunidades de financiamento e promover a troca de experiências e de conhecimentos científicos.

Neste âmbito, anunciou a realização da Conferência Mundial, que decorrerá de 1 a 4 de Dezembro, em Dar es Salaam, na Tanzânia.

O evento reunirá investigadores, empresários, técnicos, académicos e instituições financeiras de vários continentes para debater os mais recentes avanços científicos e tecnológicos do sector, bem como identificar novas oportunidades de investimento.

Francisca Delgado destacou ainda a criação da plataforma PALOP/CPLP da organização, destinada a facilitar a formação e a cooperação entre os países de língua portuguesa, contribuir para ultrapassar as barreiras linguísticas e promover uma maior partilha de conhecimento.

Relativamente ao mandato, disse que uma das prioridades será a conclusão do Memorando de Entendimento entre o Capítulo Africano da Sociedade Mundial da Aquicultura e o Ministério das Pescas e Recursos Marinhos de Angola.

O documento deverá estabelecer as bases da cooperação técnica, científica e institucional entre as duas entidades.

A responsável sublinhou igualmente o papel da mulher no desenvolvimento da aquicultura, recordando que as Nações Unidas têm incentivado uma maior participação feminina no sector, e encara a actividade como uma oportunidade de geração de rendimento e de fortalecimento da segurança alimentar das famílias.

Sobre o financiamento, Francisca Delgado afirmou que existem diversas oportunidades disponibilizadas por instituições internacionais, como o Banco Mundial, que estarão representadas na conferência da Tanzânia, para incentivar a participação de governos, empresários e investidores africanos no evento.

A Sociedade Mundial da Aquicultura é uma organização internacional dedicada à promoção da investigação, inovação e desenvolvimento sustentável da aquicultura, contando com capítulos regionais em África, Europa, Ásia e América Latina.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Angola.

Angola: União Africana de Matemática defende maior aposta na formação de professores

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

A aposta séria na formação e valorização dos professores é uma condição essencial para melhorar a qualidade do ensino da Matemática em Angola e no continente africano.

A posição foi defendida pela secretária-geral da União Africana de Matemática, Maria da Natividade, esta quarta-feira, 5 de Agosto, em Luanda, no final da audiência concedida pela Vice-Presidente da República, Esperança da Costa, a quem  apresentou os objectivos do seu mandato e solicitou apoio do Governo angolano para o desenvolvimento das actividades da organização.

Segundo Maria da Natividade, docente angolana, a organização depende do apoio dos Estados africanos para promover a investigação científica, formação de professores, realização de congressos, olimpíadas pan-africanas de matemática e outras iniciativas voltadas ao fortalecimento da educação matemática no continente. 

Da Vice-Presidente da República recebeu garantias de apoio institucional para a concretização destas acções.

A académica alertou, entretanto, para as fragilidades do ensino da matemática em Angola, considerando que o principal desafio está na formação dos docentes. Referiu que muitos professores chegam aos cursos de pós-graduação com dificuldades em conteúdos do ensino básico, o que compromete a qualidade do processo de ensino e aprendizagem.

Maria da Natividade destacou ainda a escassez de doutores em matemática no país e defendeu o reforço dos programas de mestrado e doutoramento, bem como a valorização da carreira docente, com melhores condições de trabalho e maior acompanhamento do desempenho dos professores.

Para a professora de Matemática, o desenvolvimento científico e tecnológico de Angola passa, inevitavelmente, pelo fortalecimento do ensino da matemática, disciplina que considero ser a base para o progresso da ciência, da tecnologia e da inovação.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Angola.

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Principais empresas e projetos do setor energético africano selecionados para os Prémios African Energy Week (AEW) 2026

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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Os nomeados para a African Energy Week (AEW) 2026 reconhecem as empresas, os projetos e os indivíduos que impulsionam a inovação, o investimento e o crescimento em todo o setor energético africano. Com 12 categorias que abrangem toda a cadeia de valor da energia, os prémios celebram as conquistas que estão a moldar o futuro energético do continente.

Os vencedores serão anunciados durante o Jantar de Gala e Cerimónia de Entrega de Prémios da AEW 2026, que terá lugar na terça-feira, 13 de outubro, na Cidade do Cabo. A cerimónia reunirá ministros, líderes do setor, investidores e fornecedores de tecnologia para reconhecer a excelência nas áreas de upstream, downstream, gás, energia, conteúdo local, tecnologia e liderança empresarial.

Prestador de Serviços Africano do Ano

  • GeoEnergy Group – por impulsionar a transformação digital através do Egypt Upstream Gateway, reforçando simultaneamente os conhecimentos técnicos locais em toda a África.
  • One Titanium – pela prestação de serviços especializados de apoio à indústria energética africana.
  • KAESO – pela expansão dos serviços de engenharia e técnicos locais nos mercados africanos.
  • SONILS – pelo reforço dos serviços de logística e da cadeia de abastecimento para projetos energéticos integrados.
  • NIPEX – por melhorar as aquisições e a participação de fornecedores locais no setor do petróleo e gás da Nigéria.

Prestador de Serviços Internacional do Ano

  • NOV – por apoiar grandes projetos de desenvolvimento energético com soluções avançadas de engenharia e equipamento.
  • Geoex MCG – por quase duas décadas de apoio à exploração offshore da Guiné Equatorial através da aquisição de dados sísmicos e do apoio ao licenciamento.
  • Africa Global Logistics – por expandir soluções logísticas integradas que apoiam projetos energéticos em toda a África.
  • Technip Energies – pela disponibilização de conhecimentos especializados em engenharia em grandes projetos energéticos africanos.
  • SBM Offshore – pelo avanço da produção offshore através de soluções FPSO líderes do setor.
  • SLB – pela implementação de tecnologias avançadas e serviços técnicos em todo o setor a montante africano.

Campeão do Conteúdo Local (Empresas Africanas)

  • Seplat Energy – por manter uma força de trabalho nigeriana de 98%, ao mesmo tempo que investe no desenvolvimento de talentos locais e nas aquisições.
  • Copia Group of Companies – pelo reforço da participação local em toda a cadeia de valor energética de Angola.
  • Renaissance Africa Energy – pela expansão da participação nigeriana e local nas operações a montante.
  • Cabship – pelo crescimento dos serviços marítimos e offshore angolanos através de operações impulsionadas localmente.

Campeão do Conteúdo Local (Empresas Internacionais)

  • TotalEnergies Uganda – pelo desenvolvimento da Academia Tilenga para formar a futura força de trabalho do setor do petróleo e gás do Uganda.
  • NOV – pelo apoio ao desenvolvimento de competências locais e à participação de fornecedores nos mercados africanos.
  • Woodside Energy – por promover o desenvolvimento da força de trabalho local através das suas operações em África.
  • Africa Global Logistics – por reforçar a capacidade logística africana através do emprego local, da formação e do desenvolvimento de fornecedores.

Líder do Ano em E&P

  • Shell – pela descoberta do Merlin-1X na Namíbia e da Velox-1X ao largo do Egito, reforçando a sua liderança na exploração.
  • Renaissance Africa Energy & NNPCL – pela descoberta do JK-004 na OML 74 da Nigéria, confirmando a existência de múltiplos reservatórios contendo hidrocarbonetos.
  • Murphy Oil – pela descoberta de petróleo leve Bubale-1X ao largo da Costa do Marfim, no Bloco CI-709.
  • Eni – pelas importantes descobertas na Costa do Marfim e em Angola que expandiram a base de recursos offshore de África.
  • OMV e a National Oil Corporation da Líbia – pela descoberta comercial de petróleo Eassar na Bacia de Sirte, na Líbia.

Líder do Ano em Downstream e Infraestruturas

  • Refinaria Dangote – por transformar a capacidade de refinação da Nigéria e reduzir a dependência de combustíveis importados.
  • Refinaria de Cabinda – por expandir a capacidade de refinação interna de Angola como parte da sua estratégia de crescimento no setor downstream.
  • Oleoduto de Petróleo Bruto da África Oriental – pelo avanço de um dos maiores projetos de infraestruturas energéticas transfronteiriças de África.
  • Gasoduto Africano do Atlântico – pelo avanço de um corredor regional estratégico de gás que liga a África Ocidental a Marrocos e à Europa.

Negócio do Ano

  • Trafigura – pelo seu acordo de pré-pagamento de petróleo no valor de mil milhões de dólares com a República do Gabão.
  • Levene Energies – pela aquisição de uma participação de 30% na Axxela através do consórcio Bluecore, reforçando a propriedade local.
  • Heirs Energies – pela aquisição de uma participação de 20,07% na Seplat Energy, numa transação histórica liderada por africanos.
  • UTM FLNG – pelo avanço do primeiro projeto de GNL flutuante da Nigéria através de um importante acordo de desenvolvimento multipartidário.

Projeto de RSE do Ano

  • Mozambique LNG – pelo apoio aos esforços de recuperação após as inundações, que beneficiaram cerca de 190 000 pessoas no sul de Moçambique.
  • South African National Petroleum Company – pela expansão do ensino das disciplinas STEM através da sua iniciativa Axium STEMI na Província do Cabo Oriental.
  • Kosmos Energy Ghana – pelo apoio ao empreendedorismo através do Kosmos Innovation Center.
  • Sonangol – pelo apoio ao empreendedorismo juvenil através do seu programa SonaJovem.
  • Eni – pela expansão de iniciativas de cozinha limpa em toda a África.
  • Fundação Oando – pela melhoria da educação através da sua iniciativa «Adopt-A-School» na Nigéria.

Prémio de Monetização do Gás

  • Levene Energies – pelo avanço da comercialização do gás e do desenvolvimento industrial impulsionado pelas infraestruturas.
  • NOV APL Norway – pelo apoio ao projeto Nguya FLNG e pela expansão da produção offshore de GNL no Congo.
  • Congo LNG – pelo avanço dos projetos Tango e Nguya FLNG para fortalecer a indústria de GNL da República do Congo.
  • Amufert – pelo desenvolvimento do projeto emblemático de amoníaco e ureia de Angola, utilizando gás natural nacional.

Inovador Tecnológico

  • TotalEnergies – pelo desenvolvimento da plataforma digital SUBLIIM para otimizar os layouts dos campos submarinos.
  • SOLA Group – por ter concluído o financiamento do maior projeto privado híbrido de energia solar e armazenamento em baterias da África do Sul.
  • Shearwater – pela implantação da sua tecnologia de nós no fundo do oceano «Pearl» durante o seu primeiro levantamento comercial em Angola.
  • TGS & Starlink – por redefinirem a transferência de dados sísmicos através de conectividade via satélite.

Desenvolvedor do Power Africa

  • TotalEnergies – pela inauguração do maior projeto híbrido de energias renováveis de África.
  • Siemens Energy – pela expansão da infraestrutura de turbinas a gás e da rede elétrica, dando resposta à crescente procura de energia em África.
  • Globeleq – pelo crescimento do seu portfólio de energias renováveis nas áreas eólica, solar, geotérmica e de armazenamento em baterias.
  • Infinity Power – pela expansão de um dos maiores portfólios de desenvolvimento de energias renováveis de África.

Distribuído pelo Grupo APO para African Energy Chamber.

A Senadora Dra. Rasha Kelej e a Primeira-Dama do Quénia, S. Exa. A Senhora Rachel Ruto, E.G.H., inspiram alunas quenianas no Palácio Presidencial do Quénia durante o lançamento do Programa Educar Linda

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

  • A Fundação Merck nomeou a Primeira-Dama do Quénia como Embaixadora da iniciativa “Mais do que uma mãe”, com o objectivo de fortalecer a capacidade da área da saúde, combater o estigma da infertilidade e apoiar a educação de meninas.

Fundação Merck (www.Merck-Foundation.com), O braço filantrópico da Merck KGaA Alemanha lançou oficialmente seu programa Educar Linda no Quénia, em parceria com a Primeira-Dama do Quénia e Embaixadora da “Fundação Merck: Mais do que uma Mãe”, no Palácio Presidencial do Quénia. O programa foi presidido pelo Presidente do Conselho de Curadores da Fundação Merck, Prof. Dr. Frank Stangenberg-Haverkamp, ​​pela CEO da Fundação Merck, Dra. Rasha Kelej, e pela Primeira-Dama do Quénia, S.E. Sra. RACHEL RUTO E.G.H.

A Senadora Dra. Rasha Kelej (aposentada), CEO da Fundação Merck e Presidente da campanha “Mais do que uma Mãe”, disse: “Estou muito feliz em manter encontro com a  minha querida irmã, S.E. Sra. RACHEL RUTO E.G.H., Primeira-Dama do Quénia e Embaixadora da “Fundação Merck Mais do que uma Mãe”, e lançar oficialmente o nosso programa Educar Linda no país, para apoiar a educação de meninas.

Como parte do Educar Linda, estamos a oferecer bolsas de estudo anuais para 47 meninas quenianas merecedoras, de alto desempenho, porém carentes, até que concluam os seus estudos. Isso garantirá que elas não sejam forçadas a abandonar a educação devido a dificuldades financeiras. Acreditamos verdadeiramente que uma menina educada transforma toda a comunidade.”

S.E. A Sra. Rachel Ruto E.G.H., Primeira-Dama do Quénia e Embaixadora da Fundação Merck “Mais do que uma Mãe”, declarou: “Louvo profundamente todos os programas da Fundação Merck, incluindo o programa Educar Linda, por meio do qual oferecemos bolsas de estudo anuais a 47 alunas merecedoras para apoiar a sua educação até a formatura. Acreditamos que toda menina no Quénia e em toda a África merece a oportunidade de perseguir os seus sonhos. Todas as barreiras que impedem uma menina de ir à escola devem ser eliminadas, e este programa é um meio poderoso de fazer exactamente isso. Estou confiante de que essas jovens alcançarão o seu pleno potencial e inspirarão muitas outras.”

Durante o programa, o Presidente e a CEO da Fundação Merck, juntamente com a Primeira-Dama do Quénia, aproveitaram a oportunidade para manter encontros e incentivar as alunas quenianas beneficiárias do programa Educar Linda e para ouvir directamente delas e dos seus pais sobre o impacto que as bolsas de estudo tiveram nas suas vidas.

O programa Educar Linda, da Fundação Merck em parceria com as Primeiras-Damas Africanas, oferece bolsas de estudo anuais para mais de 1.250 meninas em 21 países africanos, incluindo Botswana, Burundi, Cabo Verde, República Centro-Africana, República Democrática do Congo, Gabão, Gâmbia, Gana, Quénia, Libéria, Malawi, Maurícias, Namíbia, Nigéria, São Tomé e Príncipe, Tanzânia, Togo, Zâmbia, Zimbabwe e outros. O programa também garante que milhares de meninas em toda a África recebam materiais escolares essenciais, eliminando obstáculos práticos à sua educação.

“Quando uma menina é educada, toda uma nação é empoderada. Meninas educadas tornam-se mulheres empoderadas, que impulsionam a prosperidade, fortalecem as famílias e fazem as nações avançarem. Essa é a visão por trás de tudo o que fazemos: Educação para meninas hoje para o empoderamento das mulheres amanhã”, disse a Dra. Kelej.

A Fundação Merck já concedeu 328 bolsas de estudo para profissionais de saúde quenianos em 44 especialidades críticas e carentes; incluindo Diabetes, Medicina Cardiovascular Preventiva, Cardiologia, Endocrinologia, Oncologia, Fertilidade, Embriologia, Medicina Sexual e Reprodutiva, Gastroenterologia, Psiquiatria, Neurologia e muitas outras. Durante a visita, a Fundação Merck também realizou o seu Encontro de Ex-Alunos de 2026, para reconhecer e conhecer os ex-alunos. Além disso, eles também mantuveram encontros e reconheceram os vencedores dos Prémios da Fundação Merck de 2024 e 2025.

A Fundação Merck, em parceria com a Primeira-Dama do Quénia, também está a lançar livros infantis: “Mais do que uma Mãe”, “Educar Linda”, “Resgate de Jaqueline”, “Não é Quem Você É”, “Vaigem ao Futuro”, “Jude Sem Açúcar” e “Pressão de Mark”. Esses livros abordam questões sociais e de saúde críticas e estarão disponíveis em inglês e swahíli. Milhares de cópias destes livros serão distribuídas para crianças em idade escolar em todo o Quénia.

A Fundação Merck e a Primeira-Dama do Quénia também lançam anualmente os seus 8 importantes prémios para os melhores trabalhos em mídia, cinema, moda e música. Juntas, elas também realizaram diversas edições do Programa de Treinamento em Mídia da Saúde da Fundação Merck, capacitando jornalistas quenianos a serem a voz dos que não têm voz e a reportarem de forma responsável e eficaz sobre temas sensíveis como infertilidade, casamento infantil, violência de gênero, diabetes e hipertensão.

Informações sobre os Prémios:

1. Prémio de Jornalismo África Fundação Merck “Mais do Que uma Mãe” 2026: Representantes da mídia e estudantes de comunicação são convidados a apresentar seus trabalhos para conscientizar sobre uma ou mais das seguintes questões sociais: Combater o estigma da infertilidade, apoiar a educação de meninas, empoderar mulheres, acabar com o casamento infantil, acabar com a mutilação genital feminina e/ou erradicar a violência de gênero em todos os níveis.

Prazo para submissão: 30 de setembro de 2026.

2. Prémio do Cinema Fundação Merck “Mais do Que uma Mãe” 2026:  Todos os cineastas africanos, estudantes de instituições de formação cinematográfica ou jovens talentos da África estão convidados a criar e compartilhar um filme ou curta-metragem, seja drama, documentário ou docudrama, que transmitam mensagens fortes e impactantes que abordem uma ou mais das seguintes questões sociais: quebrar o estigma da infertilidade, apoiar a educação de meninas, empoderar mulheres, acabar com o casamento infantil, acabar com a mutilação genital feminina e/ou combater a violência do género em todos os níveis.

Prazo para submissão: 30 de setembro de 2026.

3. Merck Foundation Fashion Awards “Mais do Que uma Mãe” 2026: Todos os estudantes e estilistas de moda africanos estão convidados a criar e compartilhar designs que transmitam mensagens fortes e impactantes para conscientizar sobre uma ou mais das seguintes questões sociais: Quebrar o estigma da infertilidade, apoiar a educação de meninas, empoderamento feminino, acabar com o casamento infantil, acabar com a mutilação genital feminina e/ou combater a violência de gênero em todos os níveis.

Prazo para submissão: 30 de setembro de 2026.

4. Merck Foundation Song “Mais do Que uma Mãe” 2026: Todos os cantores e artistas musicais africanos estão convidados a criar e compartilhar uma MÚSICA com o objectivo de abordar uma ou mais das seguintes questões sociais: Quebrar o estigma da infertilidade, apoiar a educação de meninas, empoderar mulheres, acabar com o casamento infantil, acabar com a mutilação genital feminina e/ou acabar com a violência do género em todos os níveis.

Prazo para submissão: 30 de setembro de 2026.

5. Prémio de Jornalismo Fundação Merck 2026 “Diabetes & Hipertensão”: Os representantes da mídia são convidados a apresentar o seu trabalho través de mensagens fortes e impactantes para promover um estilo de vida saudável e aumentar a conscientização sobre a prevenção e a detecção precoce da diabetes e da hipertensão.

Prazo para submissão: 30 de outubro de 2026.

6. Prémio do Cinema Fundação Merck 2026 “Diabetes & Hipertensão”: Todos os cineastas africanos, estudantes de instituições de formação cinematográfica ou jovens talentos da África estão convidados a criar e compartilhar um filme ou curta-metragem, seja drama, documentário ou docudrama, que transmitam mensagens fortes e impactantes que promovam um estilo de vida saudável e aumentem a conscientização sobre a prevenção e a detecção precoce de diabetes e hipertensão.

Prazo para submissão: 30 de outubro de 2026.

7. Prémio de Moda Fundação Merck 2026 “Diabetes & Hipertensão”: Todos os estudantes e designers de moda africanos estão convidados a criar e compartilhar designs que transmitam mensagens fortes e impactantes para promover um estilo de vida saudável e aumentar a conscientização sobre a prevenção e a detecção precoce da diabetes e da hipertensão.

Prazo para submissão: 30 de outubro de 2026.

8. Prémio da Canção Fundação Merck 2026 “Diabetes & Hipertensão”: Todos os cantores e artistas musicais africanos estão convidados a criar e compartilhar uma música com o objectivo de promover um estilo de vida saudável e aumentar a conscientização sobre a prevenção e a detecção precoce da diabetes e da hipertensão.

Prazo para submissão: 30 de outubro de 2026.

Inscreva-se aqui: https://apo-opa.co/4xcon0k

As inscrições para todos os prêmios devem ser enviadas por e-mail para: submit@merck-foundation.com

Distribuído pelo Grupo APO para Merck Foundation.

Contato:
Mehak Handa
Gerente do Programa de Conscientização Comunitária
Telefone: +91 9310087613 / +91 9319606669
Email: mehak.handa@external.merckgroup.com

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Sobre a Fundação Merck:
A Fundação Merck, criada em 2017, é o braço filantrópico da Merck KGaA Alemanha, tem como objectivo melhorar a saúde e o bem-estar das pessoas e aprimorar as suas vidas atravez da ciência e da tecnologia. Os nossos esforços estão focados principalmente na melhoria do acesso a soluções de saúde de qualidade e equitativas em comunidades carenciadas, no desenvolvimento da capacidade de saúde e na investigação científica, no empoderamento das raparigas na educação e no empoderamento de pessoas em STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática) com foco especial em mulheres e jovens. Todos os comunicados de imprensa da Fundação Merck são distribuídos por e-mail ao mesmo tempo em que são disponibilizados no site da Fundação Merck. Visite www.Merck-Foundation.com para ler mais. Siga a mídia social da Fundação Merck: Facebook (https://apo-opa.co/4g5BScw), X (https://apo-opa.co/4bqlLUd),Instagram (https://apo-opa.co/4xco0Ts), YouTube (https://apo-opa.co/4wxKL4p), Threads (https://apo-opa.co/4ySabLy) e Flickr (https://apo-opa.co/3TL8teX).

A Fundação Merck está dedicada a melhorar os resultados sociais e de saúde para comunidades necessitadas. Embora colabore com vários parceiros, incluindo governos, para atingir os seus objectivos humanitários, a Fundação permanece estritamente neutra em questões políticas. Ela não se envolve ou apoia nenhuma actividade política, eleições ou regimes, concentrando-se exclusivamente na sua missão de elevar a humanidade e melhorar o bem-estar, mantendo uma postura estritamente apolítica em todos os seus esforços.

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Fórum das Economias do Futuro da Semana Africana da Energia (AEW) 2026: Como África pode transformar 850 TW de potencial energético no próximo boom industrial mundial

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Prémio Zayed para a Sustentabilidade irá organizar uma sessão emblemática no Fórum das Economias do Futuro durante a Semana Africana da Energia (AEW) 2026, que decorrerá de 12 a 16 de outubro na Cidade do Cabo. O debate intitulado «Da Energia à Posição: Energia, Indústria e Soberania na Próxima Economia de África» irá analisar como África converte inovação comprovada em investimento industrial viável.

Há mais de 20 anos que o Prémio Zayed de Sustentabilidade financia tecnologias e apoia inovadores que operam em alguns dos ambientes com maiores restrições de recursos do mundo. O modelo é simples: primeiro, demonstrar um impacto mensurável; em segundo lugar, reduzir o risco de investimento; e, posteriormente, mobilizar maiores volumes de capital privado e público.

Essa abordagem aborda diretamente um dos maiores desafios de investimento de África. Estima-se que o continente possua um potencial teórico eólico e solar de 850 TW, suficiente para remodelar os mercados energéticos globais. No entanto, apenas uma fração desse recurso atraiu financiamento comercial, apesar da rentabilidade competitiva das energias renováveis e dos recursos naturais abundantes.

O dinamismo do investimento está a ganhar força. A Masdar e a Africa50 estão a promover uma iniciativa de 10 mil milhões de dólares com o objetivo de atingir 10 GW de capacidade renovável até 2030, enquanto projetos como o desenvolvimento eólico de 10 GW no Egito e o complexo de hidrogénio verde de 6 GW, no valor de 27,2 mil milhões de dólares, planeado para Marrocos, demonstram uma ambição industrial crescente.

A sessão irá também analisar o capital que está a fluir para as infraestruturas digitais de África. O continente representa atualmente apenas 0,6%–1% da capacidade global de centros de dados, mas já estão operacionais mais de 500 MW e outros 890 MW estão em desenvolvimento. Só o mercado sul-africano de centros de dados de IA deverá expandir-se de 99,37 milhões de dólares em 2026 para 572,63 milhões de dólares até 2031, refletindo uma taxa de crescimento anual composta (CAGR) de 41,95%.

Estes investimentos ilustram uma lição mais ampla. A infraestrutura de IA atraiu capital substancial porque a procura é clara, os projetos são comercialmente validados e os modelos de receitas são bem compreendidos. A oportunidade da energia limpa em África requer a mesma evolução — da inovação comprovada à confiança dos investidores — antes que o financiamento possa ser ampliado.

«Esta sessão vai ao cerne do desafio de investimento em África. O Prémio Zayed de Sustentabilidade passou mais de duas décadas a provar que a inovação tem de conquistar confiança antes de atrair capital, e essa é a mentalidade de que África necessita para transformar o seu imenso potencial de energia limpa em crescimento industrial, soberania energética e economias competitivas a nível global», afirma NJ Ayuk, Presidente Executivo da Câmara Africana de Energia.

A sessão reforça o enfoque mais amplo da AEW 2026 em transformar os recursos energéticos de África em valor económico a longo prazo. Em vez de questionar se existe capital, o debate visa examinar como a inovação comprovada, políticas eficazes e parcerias estratégicas podem garantir que este flua para projetos que promovam as ambições industriais do continente.

Distribuído pelo Grupo APO para African Energy Chamber.