A Sputnik Africa junta-se à African Energy Week 2026 como parceiro de comunicação social

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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A Sputnik Africa juntou-se à Semana Africana da Energia (AEW) 2026 como parceiro de comunicação social oficial, ampliando o alcance mediático internacional do evento antes da conferência que terá lugar de 12 a 16 de outubro na Cidade do Cabo. A parceria reforça a visibilidade global da principal plataforma de investimento energético de África.

Na qualidade de parceiro de comunicação social oficial, a Sputnik Africa ajudará a amplificar os debates em torno das oportunidades de investimento, dos desenvolvimentos políticos e das parcerias comerciais que surgirem da conferência. A colaboração alarga o envolvimento da AEW com públicos em toda a África e a nível internacional, ao mesmo tempo que amplia a cobertura dos principais anúncios, diá.s estratégicos e desenvolvimentos de projetos que decorrerão ao longo do evento.

O programa de 2026 apresenta uma agenda alargada centrada na mobilização de investimento ao longo de toda a cadeia de valor da energia. As sessões de debate público irão analisar as reformas fiscais e a competitividade regulatória, enquanto o Fórum de Exploração e Produção (E&P) Upstream abordará a exploração de fronteiras, o desenvolvimento do gás e a cooperação regional. As sessões dedicadas às finanças, ao setor a jusante e à tecnologia irão explorar mais aprofundadamente o investimento em infraestruturas, a adoção da IA e a transformação digital.

As sessões dedicadas a países específicos irão destacar rodadas de licenciamento, oportunidades a montante e programas nacionais de reforma de produtores africanos que procuram novos investimentos. Estas sessões proporcionarão às empresas internacionais e às instituições financeiras acesso direto a decisores políticos e promotores de projetos, ao mesmo tempo que destacam oportunidades comercialmente atrativas que abrangem hidrocarbonetos, produção de energia, infraestruturas e tecnologias energéticas emergentes.

Como tal, a participação da Sputnik reflete a sua presença crescente em todo o continente através de uma cobertura noticiosa multilingue e de plataformas de difusão regionais. Com publicações em inglês, francês, suaíli e amárico, o meio de comunicação abrange a diplomacia, os negócios, as infraestruturas, a tecnologia e os desenvolvimentos económicos que afetam os mercados africanos, ao mesmo tempo que expande a sua distribuição através de plataformas digitais, rádio FM e parcerias com meios de comunicação institucionais.

Nos últimos meses, a Sputnik África ampliou a cobertura da cooperação económica entre a Rússia e África, do investimento em infraestruturas, da conectividade dos transportes e da colaboração no setor energético. A plataforma também tem noticiado extensivamente os debates em torno da energia nuclear, do desenvolvimento industrial, da governação da IA e de parcerias mais amplas com o Sul Global, refletindo o crescente interesse internacional no panorama económico em evolução de África.

A organização tem vindo a expandir de forma constante a sua presença física desde que estabeleceu o seu primeiro centro editorial africano em Adis Abeba, na Etiópia, em fevereiro de 2025. Este escritório funciona como um centro de produção para a programação em inglês e amárico, ao mesmo tempo que apoia a reportagem produzida localmente e reforça a presença a longo prazo da organização no continente.

O crescimento operacional prosseguiu com o lançamento de serviços de radiodifusão em FM na Etiópia, antes de expandir as operações de rádio para outros mercados africanos, incluindo o Burquina Faso. A Sputnik África também alargou o seu envolvimento institucional através de iniciativas de formação em jornalismo e parcerias educativas, incluindo a colaboração com a Universidade de Educação de Winneba, no Gana, no âmbito do seu programa SputnikPro.

«A African Energy Week sempre teve como objetivo ligar as oportunidades energéticas de África a investidores globais, líderes tecnológicos e parceiros estratégicos. A participação da Sputnik África como parceiro de comunicação social alarga o alcance dessas conversas, ajudando a dar visibilidade aos projetos, políticas e parcerias que estão a impulsionar o futuro energético do continente junto de públicos em toda a África e além-fronteiras», afirma NJ Ayuk, presidente executivo da African Energy Chamber.

A parceria entre a Sputnik Africa e a AEW 2026 reforça o compromisso da conferência em envolver uma ampla rede de meios de comunicação internacional capaz de dar a conhecer a história de investimento de África a públicos globais. Ao expandir a cobertura para vários idiomas e regiões, a colaboração promove uma maior visibilidade das oportunidades de investimento, reformas políticas e parcerias comerciais que estão a moldar o setor energético africano em evolução.

Distribuído pelo Grupo APO para African Energy Chamber.

Luanda acolhe cimeira da União Africana (UA) em Agosto para reforçar mecanismos de prevenção de conflitos

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

Luanda acolhe no dia 30 de Agosto a Sessão Extraordinária da Conferência dos Chefes de Estado e de Governo da União Africana sobre o Reforço dos Mecanismos de Prevenção e Resolução dos Conflitos em África.

Os preparativos para a realização do evento foram analisados esta segunda-feira, 27 de Julho, na audiência que o ministro das Relações Exteriores, Téte António, manteve com o presidente da Comissão da União Africana (UA), Mahmoud Ali Youssouf, na sede da organização continental, em Adis Abeba, Etiópia.

O encontro decorreu na antevisão da 49.ª Sessão Ordinária do Conselho Executivo da União Africana, cuja abertura oficial está agendada para esta terça-feira, dia 28 de Julho, na capital etíope.

Téte António informou que os preparativos organizacionais e logísticos para a cimeira extraordinária de Luanda se encontram numa fase avançada, tendo agradecido o apoio contínuo prestado pela Comissão da União Africana.

Por sua vez, o Presidente da Comissão da União Africana reiterou o total apoio da Comissão para o êxito da sessão extraordinária da Conferência de Luanda, e destacou o impacto colectivo desta agenda para a segurança e o desenvolvimento sustentável em todo continente.

Os dois responsáveis manifestaram confiança no sucesso da reunião, considerada estratégica para o fortalecimento dos mecanismos africanos de prevenção e resolução de conflitos, e reiteraram o compromisso de aprofundar a cooperação em prol da paz, da segurança e do desenvolvimento sustentável no continente.

A Sessão Extraordinária da Conferência dos Chefes de Estado e de Governo da União Africana sobre o Reforço dos Mecanismos de Prevenção e Resolução dos Conflitos em África será antecedida pela Sessão Extraordinária do Conselho Executivo, a realizar-se no dia 29 do mesmo mês.

Outro ponto central da audiência foi a candidatura da embaixadora Josefa Correia Sacko ao cargo de directora-geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), para o mandato de 2027-2031, cujas eleições terão lugar este ano em Nova Iorque.

As duas entidades realçaram a importância estratégica do continente africano partir para esta disputa internacional com uma só voz, consolidando o espírito de solidariedade e o consenso político necessários para garantir o sucesso da candidatura africana.

A audiência permitiu igualmente uma troca de impressões sobre a evolução da situação de segurança na Região dos Grandes Lagos, os desafios persistentes no Sahel e o ponto de situação das Operações de Apoio à Paz conduzidas pela União Africana.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Angola.

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Angola e Brasil assinam declaração para desenvolvimento de iniciativas conjuntas

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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Angola e Brasil reforçam a cooperação no domínio da cultura, com assinatura, nesta terça-feira, 28 de Julho, de uma Declaração Conjunta pelos ministros da Cultura dos dois países, Filipe Zau e Margareth Menezes, respectivamente.

A assinatura da Declaração Conjunta, inserida no na visita oficial da ministra brasileira a Angola, que decorre de 27 a 31 de Julho, reafirma o compromisso de ambos os países com o fortalecimento da cooperação cultural e o desenvolvimento de iniciativas conjuntas em benefício das duas nações.

Durante a sua estada em Angola, Margareth Menezes manterá encontros institucionais, visitará à exposição no Instituto Guimarães Rosa, e outros espaços como a Cinemateca Nacional, Cine Teatro Nacional, Museu Nacional da Escravatura e o mercado do artesanato.

O programa da visita a Angola da ministra da Cultura do Brasil prevê também uma deslocação à província do Huambo.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Angola.

O «Power Africa Today» reúne decisores políticos, reguladores e especialistas de mercado de todo o mundo na African Energy Week (AEW) 2026

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

A conferência inaugural da Power Africa Today, que terá lugar no âmbito da African Energy Week (AEW) 2026, na Cidade do Cabo, de 12 a 16 de outubro, reunirá um conjunto de peso de decisores políticos de alto nível, reguladores, investigadores e líderes do setor. A nova plataforma analisará as políticas, o financiamento e as infraestruturas necessárias para alargar o acesso à eletricidade, modernizar as redes de transmissão e acelerar o investimento em todo o setor energético africano.  

Refletindo a natureza global da transição energética africana, representantes da União Africana, do Ministério do Ambiente e das Alterações Climáticas do Brasil, da Autoridade Reguladora da Energia do Zimbábue (ZERA) e da S&P Global Energy participam no evento como oradores. A sua participação sublinha a crescente colaboração entre governos, entidades reguladoras e prestadores de informação de mercado, à medida que os países trabalham para reforçar os sistemas elétricos, modernizar os quadros regulamentares e expandir o investimento ao longo de toda a cadeia de valor do setor energético.  ​

Entre os oradores confirmados encontra-se Letaro D. Metaboge, Comissário para as Infraestruturas e a Energia da União Africana, cujo trabalho apoia a integração energética continental através do Mercado Único Africano de Eletricidade e do Programa para o Desenvolvimento de Infraestruturas em África. À medida que os agrupamentos regionais de energia promovem a harmonização regulatória e o comércio transfronteiriço de eletricidade, Metaboge estará bem posicionado para partilhar perspetivas sobre a reforma de políticas destinadas a reforçar os mercados de eletricidade interligados e a desbloquear investimentos em infraestruturas em maior escala.  

A conferência contará também com a presença de Carlos Roberto de Carvalho de Fonesca, chefe da Unidade de Assuntos Internacionais do Ministério do Ambiente e das Alterações Climáticas do Brasil. O ministério supervisiona o envolvimento internacional do Brasil em matéria de política climática, governação ambiental e desenvolvimento sustentável, num contexto em que o país está a expandir a cooperação com economias em desenvolvimento em iniciativas relacionadas com a energia limpa e o clima. 

A juntar-se ao painel está Edington T. Mzambani, CEO da ZERA, que se manteve ativa ao longo de 2026 com reformas regulatórias e iniciativas de modernização digital. Os marcos recentes incluem o lançamento do ZERA AI Bot, ajustamentos nos preços dos combustíveis para os consumidores e esforços contínuos para reforçar o quadro dos produtores independentes de energia do Zimbábue e o ambiente regulatório energético.  

Apresentando uma perspetiva do mercado global, Silvia Macri, diretora associada de Investigação em Energia e Renováveis da S&P Global Energy, traz uma vasta experiência que abrange os mercados de eletricidade africanos, o investimento em energias renováveis e os fundamentos do setor energético. A mais recente investigação da S&P Global Energy destaca a importância das infraestruturas de transmissão, do financiamento e da segurança regulatória para desbloquear as substanciais oportunidades de investimento no setor energético do continente. 

«A Power Africa Today reflete o reconhecimento crescente de que a resolução dos desafios energéticos de África requer uma colaboração mais forte entre governos, entidades reguladoras, investidores e líderes do setor. Ao reunir vozes de destaque de todo o panorama energético global, a AEW 2026 está a criar a plataforma para as conversas e parcerias que ajudarão a moldar o futuro energético de África», afirma NJ Ayuk, Presidente Executivo da African Energy Chamber.  

Como a mais recente plataforma no âmbito da AEW 2026, a Power Africa Today surge num momento em que o investimento no setor elétrico africano ganha impulso. Ao reunir representantes de alto nível de instituições multilaterais, governos, entidades reguladoras e organizações globais de informação de mercado, a conferência reforça o papel da AEW como ponto de encontro para as partes interessadas que impulsionam a próxima fase do desenvolvimento do setor energético em toda a África. ​

Distribuído pelo Grupo APO para African Energy Chamber.

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Fundação Merck, juntamente com Primeiras-Damas Africanas e Asiáticas, celebra o ‘Dia Mundial da Tecnologia de Reprodução Assistida’ 2026 por meio da campanha ‘Mais do que uma Mãe’

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

A Fundação Merck (www.Merck-Foundation.com), braço filantrópico da Merck KGaA Alemanha, celebra o Dia Mundial das Técnicas de Reprodução Assistida (TRA) 2026 juntamente as Primeiras-Damas Africanas e Asiáticas, que também são Embaixadoras da campanha “Fundação Merck Mais do que uma Mãe”, estão a promover uma campanha para o público em geral reafirmando seu compromisso de longo prazo com a construção e o aprimoramento da capacidade de atendimento em fertilidade.

A Senadora Dra. Rasha Kelej (aposentada), CEO da Fundação Merck e Presidente da campanha “Mais do Que uma mãe”, enfatizou: “Comemoramos o Dia Mundial da Tecnologia de Reprodução Assistida, juntamente com as minhas queridas irmãs, as Primeiras-Damas Africanas e Asiáticas, reformulando o panorama da fertilidade e dos cuidados reprodutivos em África e noutros lugares.”

Tenho o prazer de compartilhar que, por meio de nossa campanha ‘Merck Foundation More Than a Mother’, concedemos 807 bolsas de estudo em Fertilidade, Embriologia e Cuidados Reprodutivos para profissionais de saúde de 42 países.

Estou particularmente orgulhosa de que muitos dos nossos ex-estudantes tenham sido treinados para se tornarem os primeiros embriologistas e especialistas em fertilidade locais nos seus países, incluindo Gâmbia, Burundi, Guiné, Tchade, Níger, Serra Leoa, Libéria, Malawi, Congo e Moçambique, onde anteriormente não havia um único especialista local nessas áreas cruciais. Estamos a fazer história.”

Até o momento, a Fundação Merck concedeu mais de 2.650 bolsas de estudo para profissionais de saúde de 52 países em 44 especialidades médicas críticas e carentes de profissionais.

Das 807 bolsas de estudo concedidas para cuidados de fertilidade e reprodução, a Fundação Merck ofereceu 365 bolsas para treinamento clínico e prático em fertilidade e embriologia, e 442 bolsas para diplomas de pós-graduação e mestrado em Medicina Sexual e Reprodutiva, Psiquiatria Clínica, Saúde da Mulher, Biotecnologia da Reprodução Humana Assistida e Embriologia, Urologia, Habilidades Cirúrgicas Laparoscópicas e Medicina de Família para profissionais de saúde de 42 países de África e da Ásia.

“Fundação Merck Mais do Que uma Mãe” é um movimento forte que visa quebrar o estigma da infertilidade e empoderar mulheres que vivem com infertilidade por meio do acesso à informação, educação, saúde e mudança de mentalidade.

Ao longo dos últimos 11 anos, a Fundação Merck trabalhou em estreita colaboração com mais de 33 Primeiras-Damas Africanas e Asiáticas como eEmbaixadoras da campanha “Fundação Merck Mais do Que uma Mãe”, com o objectivo de desenvolver a capacidade de atendimento em saúde reprodutiva e fertilidade, combater o estigma da infertilidade e apoiar a educação de meninas.

Em muitas culturas africanas, a infertilidade ainda é altamente estigmatizada, e as mulheres são frequentemente culpadas injustamente pela ausência de filhos. Isso pode levar à discriminação, isolamento, divórcio e até mesmo violência física ou psicológica. Como parte da campanha “Mais do que uma Mãe”, a Fundação Merck lançou diversas iniciativas para combater esse estigma e promover uma mudança cultural.

Por meio da iniciativa “Empoderar Berna”, no âmbito da campanha “Mais do que uma Mãe”, a Fundação Merck empoderou mulheres que não podem mais receber tratamento para infertilidade, oferecendo treinamento em negócios para ajudá-las a se tornarem financeiramente independentes e reconstruírem as suas vidas. A iniciativa transformou a vida de muitas mulheres em diversos países africanos, incluindo Quénia, Uganda, Nigéria, República Centro-Africana, Níger, Malawi e outros.

Além disso, a Fundação Merck capacitou mais de 4.000 representantes da mídia de mais de 35 países para conscientizar sobre o combate ao estigma da infertilidade, a prevenção e o tratamento da infertilidade e a infertilidade masculina.

A Fundação Merck, em parceria com Primeiras-Damas Africanas e Asiáticas, lançou o livro infantil “Mais do que uma Mãe” para enfatizar os fortes valores familiares de amor e respeito desde a infância, o que contribuirá para a eliminação do estigma da infertilidade e da violência doméstica resultante no futuro. O livro também foi adaptado para um filme de animação. Assista ao filme de animação “Mais do que uma Mãe” aqui: https://apo-opa.co/4pF8lcP

O programa televisivo panafricano da Fundação Merck, “Nossa África”, idealizado, produzido, realizado e coapresentado pela Senadora Dra. Rasha Kelej, CEO da Fundação Merck, e que conta com a participação de estilistas, cantores e especialistas renomados de diversas áreas, com o objectivo de conscientizar e promover uma mudança cultural em toda a África, possui vários episódios dedicados a abordar a infertilidade e a quebrar o estigma associado a ela.

Assista aos episódios aqui:

Episódio 3: https://apo-opa.co/3T9HucW

Episódio 5: https://apo-opa.co/4c38jWz

Episódio 10: https://apo-opa.co/4pFXeR9

A Fundação Merck também lançou cerca de 30 músicas, muitas delas criadas com o objectivo de quebrar o estigma da infertilidade, como parte da campanha “Mais do que uma Mãe”. Ouça as músicas da campanha “Mais do que uma Mãe” aqui: https://apo-opa.co/3RTyhVF

A Fundação Merck, em parceria com Primeiras-Damas Africanas e Asiáticas, lança anualmente o prémio “Mais do que uma Mãe” para os melhores trabalhos em mídia, canção, cinema e moda, com o objectivo de conscientizar sobre o combate ao estigma da infertilidade, a infertilidade masculina, a prevenção e o tratamento da infertilidade, além de uma ampla gama de outras questões sociais.

Informações sobre os Prémios:

1. Prémio de Jornalismo Fundação “Mais  do Que uma Mãe” 2026: Representantes e estudantes de comunicação social são convidados a apresentar os seus trabalhos para conscientizar sobre uma ou mais das seguintes questões sociais: Combater o estigma da infertilidade, apoiar a educação de meninas, empoderar mulheres, acabar com o casamento infantil, acabar com a mutilação genital feminina e/ou erradicar a violência do género em todos os níveis.

Prazo para submissão: 30 de setembro de 2026.

2. Prémio do Cinema Fundação Merck “Mais  do Que uma Mãe” 2026:  Todos os cineastas africanos, estudantes de instituições de formação cinematográfica ou jovens talentos de África estão convidados a criar e partilhar um filme ou curta-metragem, seja drama, documentário ou docudrama, que transmita mensagens fortes e impactantes que abordem uma ou mais das seguintes questões sociais: quebrar o estigma da infertilidade, apoiar a educação de meninas, empoderar mulheres, acabar com o casamento infantil, acabar com a mutilação genital feminina e/ou combater a violência do género em todos os níveis.

Prazo para submissão: 30 de setembro de 2026.

3. Prémio de Moda Fundação Merck “Mais  do Que uma Mãe” 2026: Todos os estudantes e estilistas de moda africanos estão convidados a criar e partilhar designs que transmitam mensagens fortes e impactantes para conscientizar sobre uma ou mais das seguintes questões sociais: Quebrar o estigma da infertilidade, apoiar a educação de meninas, empoderamento feminino, acabar com o casamento infantil, acabar com a mutilação genital feminina e/ou combater a violência do género em todos os níveis.

Prazo para submissão: 30 de setembro de 2026.

4. Prémio da Canção Fundação Merck “Mais  do Que uma Mãe” 2026: Todos os cantores e artistas musicais africanos estão convidados a criar e partilhar uma CANÇÃO com o objectivo de abordar uma ou mais das seguintes questões sociais: Quebrar o estigma da infertilidade, apoiar a educação de meninas, empoderar mulheres, acabar com o casamento infantil, acabar com a mutilação genital feminina e/ou acabar com a violência do género em todos os níveis.

Prazo para submissão: 30 de setembro de 2026.

Increva-se aqui: https://apo-opa.co/44Ntk3C

As inscrições para todos os prémios devem ser enviadas por e-mail para: submit@merck-foundation.com

Distribuído pelo Grupo APO para Merck Foundation.

Contato:
Mehak Handa
Gerente do Programa de Conscientização Comunitária
Telefone: +91 9310087613 / +91 9319606669
Email: mehak.handa@external.merckgroup.com

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Website: www.Merck-Foundation.com 
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Sobre a Fundação Merck:
A Fundação Merck, criada em 2017, é o braço filantrópico da Merck KGaA Alemanha, tem como objectivo melhorar a saúde e o bem-estar das pessoas e aprimorar as suas vidas atravez da ciência e da tecnologia. Os nossos esforços estão focados principalmente na melhoria do acesso a soluções de saúde de qualidade e equitativas em comunidades carenciadas, no desenvolvimento da capacidade de saúde e na investigação científica, no empoderamento das raparigas na educação e no empoderamento de pessoas em STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática) com foco especial em mulheres e jovens. Todos os comunicados de imprensa da Fundação Merck são distribuídos por e-mail ao mesmo tempo em que são disponibilizados no site da Fundação Merck. Visite www.Merck-Foundation.com para ler mais. Siga a mídia social da Fundação Merck: Facebook (https://apo-opa.co/4pHOMRo), X (https://apo-opa.co/4pFg3DS),Instagram (https://apo-opa.co/44In8dj), YouTube (https://apo-opa.co/4wXYRfb), Threads (https://apo-opa.co/44NznoR) e Flickr (https://apo-opa.co/4w7jDIJ).

A Fundação Merck está dedicada a melhorar os resultados sociais e de saúde para comunidades necessitadas. Embora colabore com vários parceiros, incluindo governos, para atingir os seus objectivos humanitários, a Fundação permanece estritamente neutra em questões políticas. Ela não se envolve ou apoia nenhuma actividade política, eleições ou regimes, concentrando-se exclusivamente na sua missão de elevar a humanidade e melhorar o bem-estar, mantendo uma postura estritamente apolítica em todos os seus esforços.

 

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África do Sul: Banco Africano de Desenvolvimento e Biovac assinam acordo de 15 milhões de dólares para impulsionar a primeira produção integral de vacinas contra a cólera em África

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (www.AfDB.org) finalizou um empréstimo no valor máximo de 15 milhões de dólares ao Instituto Biológico e de Vacinas da África do Sul (https://apo-opa.co/3RQJKp2) (Biovac) para apoiar uma nova unidade de fabrico de várias vacinas na Cidade do Cabo, que irá expandir significativamente a capacidade interna de África para produzir vacinas.

O financiamento faz parte de um programa de expansão que aumentará a capacidade total anual de produção do Biovac para 500 milhões de doses. Quando estiver concluída, espera-se que o Biovac se torne o primeiro produtor africano de vacinas orais contra a cólera de ponta a ponta e o primeiro produtor sul-africano de vacinas inativadas contra a poliomielite produzidas localmente. Será também o primeiro no continente a produzir vacinas inativadas contra a poliomielite através de parcerias de transferência de tecnologia com a Sanofi, o Instituto Internacional de Vacinas, a Biological E Limited, a EuBiologics e a Bharat Biotech.

Há mais de duas décadas que o Biovac é o principal fornecedor de vacinas da África do Sul; atualmente, África importa mais de 99% das vacinas que utiliza, apesar de o continente suportar uma parte desproporcional da carga mundial de doenças evitáveis por vacinação. Em resposta a esta situação, a União Africana tem como objetivo produzir localmente 60% das vacinas do continente até 2040. (https://apo-opa.co/4c0qcoV) Para além das vacinas, prevê-se que o projeto crie cerca de 340 postos de trabalho a tempo inteiro, estimando-se que 43% destes lugares sejam ocupados por mulheres e 30% por jovens. O Biovac, que já emprega mais de 300 colaboradores – metade dos quais mulheres –, irá também expandir a formação em fabrico de vacinas, controlo de qualidade e ciência regulatória, em parceria com universidades locais e outras instituições de formação regionais.

“Este investimento na Biovac vai muito além da expansão da capacidade de produção de vacinas. Trata-se de construir a soberania sanitária de África, reforçar as cadeias de valor regionais e criar capacidades industriais que permitirão ao continente responder de forma mais eficaz a futuras emergências sanitárias”, afirmou o vice-presidente do Grupo Banco para o Setor Privado, Infraestruturas e Industrialização, Solomon Quaynor. “Ao apoiar a primeira unidade de fabrico integral de vacinas orais contra a cólera em África e a primeira produção local de vacinas inativadas contra a poliomielite no continente, estamos a ajudar a transformar África, de um consumidor de vacinas importadas, para um produtor de soluções de saúde essenciais”, acrescentou.

“Damos as boas-vindas ao Banco Africano de Desenvolvimento como parceiro neste projeto histórico e estamos orgulhosos de que uma instituição tão central para o desenvolvimento de África veja no Biovac a mesma oportunidade que nós vemos: uma chance de mudar fundamentalmente a relação do continente com a sua própria segurança sanitária”, afirmou Morena Makhoana, Diretora Executiva do Biovac. “Este projeto irá mudar a narrativa de uma situação em que a maioria das vacinas é importada para passarem a ser exportadas. Isto faz parte da mudança permanente dessa realidade. É assim que a soberania sanitária de África se traduz na prática, e estamos honrados por estarmos a construi-la”, apontou.

O apoio do Grupo Banco ao Biovac está em consonância com o seu compromisso mais amplo de desenvolver o ecossistema de fabrico de produtos farmacêuticos e vacinas em África, criando empregos de qualidade, promovendo a inovação e avançando com os objetivos da União Africana.

“Este projeto permite que um dos fabricantes mais experientes de África aumente a sua produção exatamente onde a necessidade é maior: vacinas que protegem as crianças contra a cólera, a poliomielite, a pneumonia e a meningite”, afirmou o diretor-geral do Grupo Banco para a África Austral e representante residente na África do Sul, Kennedy Mbekeani.

O projeto de expansão foi também concebido para se integrar diretamente na arquitetura emergente de financiamento de vacinas do continente, incluindo o Acelerador Africano de Fabrico de Vacinas (AVMA) da Gavi, (https://apo-opa.co/4c1QFT4) um mecanismo de 1,2 mil milhões de dólares que recompensa os fabricantes africanos com pagamentos por marcos alcançados assim que obtêm a pré-qualificação da OMS, além de um complemento por dose nas vacinas fornecidas através de concursos da UNICEF.

Prevê-se que as novas instalações do Biovac estejam concluídas até 2028 e que, inicialmente, produzam vacinas contra a cólera (oral) e, posteriormente, contra a poliomielite (IPV), a pneumonia (PCV) e a meningite (MenX).

O Banco junta-se a um consórcio de instituições de financiamento ao desenvolvimento que apoiam o projeto. O consórcio é liderado pela Corporação Financeira Internacional (IFC) e apoiado por uma linha de crédito de quase-capital a longo prazo do programa Human Development Accelerator (HDX), uma iniciativa apoiada pela União Europeia e implementada pelo Banco Europeu de Investimento em parceria com a Fundação Gates. O pacote é complementado por subvenções e apoio de outros parceiros globais na área da saúde para transferências de tecnologia que irão integrar novas vacinas no portfólio do Biovac.

O Biovac é uma empresa biofarmacêutica sul-africana fundada em 2003 em parceria com o governo sul-africano para desenvolver capacidade local de fabrico de vacinas. Sediada na Cidade do Cabo, fabrica e fornece atualmente vacinas pediátricas de rotina extremamente necessárias e já entregou mais de 450 milhões de doses de vacinas a países de toda a África Austral, incluindo vacinas contra a COVID-19.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Contactos para os media:
Emeka Anuforo
Departamento de Comunicação e Relações Externas
media@afdb.org

Nicolette Pesev
Diretora de Marca Corporativa
media@biovac.co.za

O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org

Banco Africano de Desenvolvimento empresta 100 milhões de euros à Gotion Power Morocco para a primeira gigafábrica de baterias de fosfato de ferro e lítio de África

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Conselho de Administração do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (www.AfDB.org) aprovou um empréstimo de 100 milhões de euros à Gotion Power Morocco para financiar o desenvolvimento de uma gigafábrica integrada de baterias de fosfato de ferro e lítio (LFP), desde o cátodo até à célula, na Zona Franca de Rabat-Salé-Kénitra.

O Banco planeia também mobilizar até 141 milhões de euros adicionais junto de parceiros financeiros para apoiar a implementação deste projeto estratégico, atuando como Coordenador Principal Mandatário no âmbito da Nova Arquitetura Financeira Africana para o Desenvolvimento (NAFAD).

Liderado pela Gotion High-Tech Co., Ltd., um fabricante global de baterias de primeira linha com sede em Hefei, na China, e cotada na Bolsa de Valores de Shenzhen, o projeto irá criar a primeira fábrica integrada de baterias em África e na região do Médio Oriente e Norte de África (MENA), produzindo cerca de 10 gigawatts-hora (GWh) de células e conjuntos de baterias para veículos elétricos, no âmbito da sua Fase 1, e prevê expandir a capacidade para 100 GWh. Este investimento reforça a ambição de Marrocos de se tornar um centro líder na mobilidade elétrica global e nas cadeias de valor das tecnologias verdes.

“O armazenamento em baterias é o elo que faltava na transição para a energia limpa em África. Uma instalação desta dimensão, alimentada principalmente por energias renováveis, reforça as bases para a integração em grande escala da energia solar e eólica, das quais as nossas redes dependem cada vez mais. Este é exatamente o tipo de projeto que fornecerá energia fiável e com baixas emissões de carbono, ao mesmo tempo que cria empregos industriais verdes e constrói as cadeias de valor resilientes de que África necessita para sustentar a sua transição energética”, afirmou o vice-presidente para a Energia, Clima e Crescimento Verde, Kevin Kariuki.

“Esta gigafábrica será um importante catalisador para reforçar a competitividade industrial de Marrocos e para acelerar a sua emergência como centro de produção africano para as indústrias de mobilidade sustentável”, disse o diretor nacional do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento em Marrocos, Achraf Tarsim. “Ajudará a fomentar um ecossistema industrial africano para baterias e veículos elétricos, promovendo simultaneamente a utilização local de minerais críticos essenciais à transição energética”, acrescentou.

Para além do seu impacto transformador no setor industrial de Marrocos, espera-se que o projeto crie mais de 600 postos de trabalho diretos na sua primeira fase, alcançando simultaneamente uma taxa de integração industrial local de cerca de 70%, apoiando assim o desenvolvimento de competências e o crescimento dos ecossistemas industriais locais.

O projeto está em consonância com a visão estratégica dos Quatro Pontos Cardeais (https://apo-opa.co/4vKqac0) do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento, promovendo infraestruturas resilientes, acelerando a industrialização, acrescentando valor aos recursos naturais de África e reforçando a integração regional. Espera-se também que reforce a posição do continente nas cadeias de valor globais da energia limpa e da mobilidade elétrica. Ao promover soluções de mobilidade elétrica e armazenamento de energia, o projeto ajudará a acelerar a transição de África para uma economia de baixo carbono e facilitará uma maior implantação de energias renováveis.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Contacto para os media:
Departamento de Comunicação e Relações Externas
media@afdb.org

Sobre a Gotion High-Tech: 
A Gotion High-Tech Co., Ltd. é uma empresa global inovadora em tecnologias de baterias de iões de lítio e soluções de armazenamento de energia. A empresa é especializada na investigação, desenvolvimento, fabrico e comercialização de baterias para veículos elétricos, sistemas de armazenamento de energia, materiais para baterias e tecnologias de baterias de próxima geração. Com atividades de investigação, fabrico e operações comerciais em vários continentes, a Gotion está empenhada em promover a transição energética global através da inovação tecnológica contínua, do fabrico sustentável e de parcerias internacionais estratégicas. Para mais informações, visite www.en.Gotion.com.cn

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CAMIMPEG confirmada como patrocinadora nacional da Semana da Energia da Venezuela 2026

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

A CAMIMPEG, empresa venezuelana de serviços para os setores da energia e da mineração, foi confirmada como Patrocinadora Nacional da Semana da Energia da Venezuela, que decorrerá de 26 a 29 de outubro de 2026, em Caracas.

Operando em todas as cadeias de valor dos hidrocarbonetos e minerais do país, a CAMIMPEG presta uma gama de serviços que abrange operações de poços, manutenção de campos, mineração, detonação industrial, transporte marítimo, serviços de agência portuária, transporte de carga e a segurança e proteção de infraestruturas energéticas críticas. A empresa mantém uma presença operacional nos estados produtores de Zulia, Monagas, Anzoátegui, Bolívar e Carabobo, apoiando a PDVSA e outras entidades estatais.

A CAMIMPEG construiu um extenso historial operacional em todo o setor energético da Venezuela. O seu portfólio inclui a manutenção de poços e o apoio à produção nos campos de Punta de Mata e El Furrial da PDVSA, em Monagas, um contrato de serviços para o campo de Ambrosio, no oeste da Venezuela, e apoio logístico à exportação no terminal de Petrocedeño. Para além das operações a montante, a divisão de mineração da empresa presta serviços de detonação às indústrias extrativas do país, enquanto as suas divisões de expedição e transporte facilitam a movimentação de hidrocarbonetos, equipamento e carga pesada por toda a Venezuela.

À medida que o setor energético da Venezuela entra numa nova fase de crescimento, espera-se que os prestadores de serviços nacionais já estabelecidos desempenhem um papel cada vez mais importante no apoio à execução de projetos e à expansão operacional. As reformas à Lei Orgânica dos Hidrocarbonetos do país, promulgadas em janeiro de 2026, introduziram um quadro mais favorável ao investimento através de uma maior flexibilidade contratual, condições fiscais mais competitivas, proteções reforçadas para os acionistas minoritários em joint ventures com a PDVSA e mecanismos de estabilização regulatória concebidos para fortalecer a confiança dos investidores. Em conjunto, estas reformas atraíram um interesse renovado por parte de operadores internacionais, investidores e prestadores de serviços, criando novas oportunidades para empresas como a CAMIMPEG apoiarem a próxima fase de desenvolvimento do setor.

A Venezuela Energy Week, o maior evento internacional de investimento energético do país até à data, reunirá líderes governamentais, operadores internacionais, empreiteiros, investidores e empresas de serviços para analisar oportunidades emergentes, desenvolvimentos regulamentares e estratégias para a expansão do setor energético da Venezuela.

A participação da CAMIMPEG como Patrocinadora Nacional reforça o seu papel como prestadora de serviços líder a nível nacional e posiciona a empresa ao lado dos líderes do setor que estão a moldar a próxima fase do desenvolvimento energético e mineiro da Venezuela.


Apoio à recuperação após os terramotos na Venezuela

Os nossos pensamentos estão com as pessoas e comunidades afetadas pelos recentes terramotos na Venezuela. À medida que o país inicia o longo processo de recuperação, encorajamos os membros da comunidade energética global a apoiar os esforços de socorro e reconstrução através do Fundo de Recuperação e Reconstrução da CAF para a Venezuela, que canaliza contribuições de particulares, empresas e organizações para a assistência de emergência, serviços essenciais e esforços de reconstrução a longo prazo.

Para saber mais ou fazer uma contribuição, visite o Fundo de Recuperação e Reconstrução da CAF para a Venezuela (https://apo-opa.co/4fgPW2C).

Distribuído pelo Grupo APO para Energy Capital & Power.

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Câmara Africana de Energia (AEC) e Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH) estabelecem aliança estratégica para impulsionar a próxima fase de crescimento energético de Moçambique

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

A Câmara Africana de Energia (AEC) (www.EnergyChamber.org) está a reforçar a sua colaboração com a empresa petrolífera nacional de Moçambique, a Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH), na sequência de uma reunião de trabalho produtiva que reforça o compromisso comum de acelerar o investimento, expandir o conteúdo local e desbloquear novas oportunidades comerciais ao longo de toda a cadeia de valor dos hidrocarbonetos do país.

Esta colaboração reflete uma visão comum de posicionar Moçambique como um dos destinos de investimento energético mais competitivos de África, criando simultaneamente valor duradouro para além dos projetos individuais. Ao alinhar a rede global de investidores da Câmara com as prioridades de desenvolvimento nacional da ENH, ambas as organizações pretendem acelerar a mobilização de capital, reforçar a colaboração no setor e apoiar as ambições energéticas a longo prazo do país.

Esta sinergia estratégica surge num momento crucial para Moçambique.

Na sequência do levantamento da força maior nos seus principais projetos de GNL no final de 2025, o país entrou num dos maiores ciclos de construção no setor energético a nível mundial. Foram já mobilizados mais de 50 mil milhões de dólares na Bacia do Rovuma, posicionando Moçambique para se tornar um dos principais exportadores mundiais de GNL na próxima década.

No âmbito desta iniciativa conjunta, a Câmara trabalhará em estreita colaboração com a ENH para reforçar a captação de investimento internacional, apoiar o diá. político e ajudar a resolver os desafios regulamentares e operacionais que influenciam a execução dos projetos. O pacto dará também prioridade ao desenvolvimento do conteúdo local, ajudando a expandir as competências técnicas, a reforçar as cadeias de abastecimento nacionais e a aumentar a participação moçambicana em todo o setor do petróleo e do gás.

O momento é significativo, uma vez que os maiores projetos de Moçambique continuam a ganhar impulso.

O projeto de GNL de Moçambique da TotalEnergies, no valor de 20,5 mil milhões de dólares, retomou oficialmente a construção a pleno ritmo a 29 de janeiro de 2026, após o levantamento da cláusula de força maior a 7 de novembro de 2025. Mais de 4 000 trabalhadores regressaram ao local, uma vez que o projeto, com uma capacidade de 13,1 milhões de toneladas por ano, tem como objetivo a produção do primeiro GNL no primeiro semestre de 2029.

Ao mesmo tempo, o projeto Rovuma LNG da ExxonMobil, no valor de 30 mil milhões de dólares, continua a avançar com os trabalhos de engenharia antes de uma decisão final de investimento, enquanto o projeto Coral Norte FLNG da Eni, aprovado em 2025, deverá duplicar a capacidade de produção de GNL flutuante da Área 4 quando entrar em funcionamento em 2028. Em conjunto, estes projetos estão a transformar Moçambique num dos maiores destinos de África para o capital do setor a montante.

Para além das exportações de GNL, a ENH identificou a exploração e produção em terra como uma prioridade estratégica. Em colaboração com a AEC, a empresa procura atrair novos investidores internacionais no setor a montante para as bacias terrestres de Moçambique, ao mesmo tempo que avança com a sua ambição a longo prazo de se tornar uma operadora direta de campos. Esta estratégia complementa os progressos no Bloco de Búzi, onde a ENH detém uma participação de 25% e a produção comercial de gás mantém-se em bom caminho para iniciar antes do final de 2026, na sequência de recentes campanhas de aquisição sísmica.

A monetização do gás no mercado interno representa também um pilar central da estratégia de crescimento da ENH. A empresa está a desenvolver projetos que converterão os abundantes recursos de gás de Moçambique em produtos industriais de maior valor, através do desenvolvimento de uma indústria petroquímica nacional. Em conjunto com a concessão de 30 anos adjudicada em novembro de 2025 para desenvolver as importações de GNL e as infraestruturas de gás, em parceria com a Mozambique Ports and Railways, a Electricidade de Moçambique e a Hidroeléctrica de Cahora Bassa, a ENH está a posicionar-se no centro da futura economia do gás de Moçambique.

Na sequência de um acordo estratégico com a Baker Hughes, assinado em fevereiro deste ano, para ministrar formação técnica avançada a profissionais moçambicanos no Dubai e em Florença, a empresa está também a investir fortemente nas capacidades locais. A iniciativa apoia o objetivo mais amplo do governo de garantir que as empresas nacionais obtenham uma quota maior dos mais de 4 mil milhões de dólares em contratos destinados a empresas locais no âmbito do desenvolvimento do GNL no país.

«O nosso encontro com a ENH marca o início de uma aliança ainda mais forte, centrada em libertar todo o potencial energético de Moçambique», afirma NJ Ayuk, Presidente Executivo da AEC. «Ao combinar a promoção do investimento com o desenvolvimento de conteúdo local e o envolvimento do setor privado, podemos acelerar a concretização dos projetos, garantindo simultaneamente que os recursos de classe mundial do país criem valor duradouro para Moçambique e para a sua população.»

A AEC apoia plenamente a estratégia da ENH para aproveitar oportunidades comerciais imediatas nos setores a montante, intermédio e a jusante.

Sob a liderança do novo CEO e presidente da empresa, Rudêncio Morais, a ENH está a construir uma empresa energética nacional de classe mundial, capaz de atrair investimento e, ao mesmo tempo, expandir a participação local. A Câmara continuará a trabalhar em conjunto com a ENH para facilitar a entrada do setor privado e ajudar a maximizar o valor económico a longo prazo dos recursos de hidrocarbonetos de classe mundial de Moçambique.

Distribuído pelo Grupo APO para African Energy Chamber.

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Presidente de Moçambique exorta o setor privado a transformar o gasoduto de GNL de 50 mil milhões de dólares num motor de crescimento económico significativo

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

Moçambique está a posicionar-se como um centro energético regional, apoiado por projetos de GNL no valor de 50 mil milhões de dólares atualmente em desenvolvimento na Bacia do Rovuma. Num discurso proferido esta semana na Cimeira de CEOs de Moçambique, o presidente moçambicano Daniel Chapo afirmou que os recursos naturais, as infraestruturas e a localização estratégica do país não só proporcionarão as bases para o estabelecer como um importante centro regional de produção e distribuição de energia, como também permitirão desenvolvimentos capazes de transformar a economia nacional.

Com mais de 100 biliões de pés cúbicos de recursos de gás só na Bacia do Rovuma, Moçambique está bem posicionado para utilizar os seus recursos energéticos para impulsionar uma nova fase de crescimento económico. Entre os principais projetos contam-se o Coral South FLNG (em funcionamento), liderado pela Eni, e o Coral North FLNG (2028); o projeto Mozambique LNG (2029), liderado pela TotalEnergies; e o desenvolvimento do Rovuma LNG, liderado pela ExxonMobil, que tem como objetivo a decisão final de investimento (FID) em 2026 ou 2027. Estes projetos têm uma capacidade combinada superior a 40 milhões de toneladas por ano.

No seu discurso de abertura, o Presidente Chapo salientou que o governo pretende aproveitar estes projetos para acelerar a industrialização, aumentar a capacidade local, criar oportunidades de emprego qualificado e, ao mesmo tempo, reforçar o ecossistema empresarial moçambicano. Para tal, o presidente apelou aos projetos de Rovuma do país para que dêem prioridade ao desenvolvimento da força de trabalho e às iniciativas de formação, garantindo simultaneamente que os empreiteiros e as empresas moçambicanas ativas na cadeia de abastecimento desempenhem um papel significativo no desenvolvimento dos projetos. 

O Presidente sublinhou ainda que o setor privado será fundamental para concretizar a próxima fase de crescimento. O Presidente Chapo apelou a um maior profissionalismo, integridade, respeito pelos contratos e capacidade de execução dos projetos, comprometendo simultaneamente o governo a prosseguir com as reformas destinadas a reforçar o ambiente de investimento em Moçambique. Salientou que os grandes projetos devem beneficiar diretamente a economia nacional, nomeadamente através do conteúdo local e de oportunidades para as micro, pequenas e médias empresas.

A Lei do Conteúdo Local de Moçambique, recentemente aprovada, constitui uma parte importante desta estratégia. O Presidente Chapo posicionou o conteúdo local não apenas como uma obrigação regulamentar, mas como uma ferramenta de desenvolvimento económico capaz de fortalecer as empresas nacionais, desenvolver as competências da força de trabalho e aumentar a participação moçambicana na riqueza gerada pelos recursos naturais do país.

A Câmara Africana de Energia (AEC), representada na Cimeira de CEOs de Moçambique pelo Presidente Executivo NJ Ayuk, apoia este esforço para transformar o investimento energético em grande escala num crescimento interno e regional mais forte. Durante a Cimeira, a AEC participou em discussões estratégicas com a Câmara de Comércio de Moçambique sobre como tirar partido dos recursos energéticos do país para aumentar a participação do setor privado e acelerar o desenvolvimento da indústria local.

«O Presidente Daniel Chapo e o seu governo estão a trabalhar em estreita colaboração com o setor privado em reformas que reduzem drasticamente a burocracia que tem impedido Moçambique de concretizar o seu verdadeiro potencial. Moçambique reduziu a burocracia e estendeu o tapete vermelho aos investidores e aos moçambicanos, e o mundo tem tudo a ganhar», afirma Ayuk.

Energia fiável e abundante poderá também abrir uma nova fronteira de investimento na economia digital. O presidente Chapo identificou os centros de dados e as infraestruturas de inteligência artificial entre os setores que Moçambique poderá atrair à medida que a disponibilidade de energia melhora, posicionando o país para combinar a sua base de recursos com uma diversificação económica impulsionada pela tecnologia.

«O setor privado em Moçambique vai moldar o futuro. Precisamos de fomentar o sucesso moçambicano, capacitá-lo, recompensá-lo e celebrá-lo. A Cimeira de CEOs de Moçambique representa uma boa plataforma para o futuro e a AEC continuará a apoiá-la», acrescentou Ayuk.  

Distribuído pelo Grupo APO para African Energy Chamber.

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