O Grupo DHL compromete-se a investir mais de 300 milhões de euros para acelerar o crescimento do comércio em África

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Grupo DHL (“DHL”) (www.DHL.com) anunciou hoje um investimento planeado de mais de 300 milhões de euros na África Subsariana (SSA), reafirmando o seu compromisso a longo prazo com uma região de crescente importância estratégica no comércio global. A iniciativa plurianual será implementada na DHL Express, na DHL Global Forwarding e na DHL Supply Chain para expandir a infraestrutura, melhorar as capacidades de serviço e criar oportunidades para as empresas em setores-chave, incluindo o comércio eletrónico, os produtos perecíveis, a energia e as ciências da vida e cuidados de saúde.

As oportunidades comerciais de África estão a aumentar à medida que a integração regional ganha ritmo. A Zona de Comércio Livre Continental Africana está a criar um mercado continental que pode aprofundar o comércio intra-africano e abrir novos corredores com o resto do mundo. Os progressos dependem de melhorias contínuas nas infraestruturas e na facilitação do comércio, mas os fluxos transfronteiriços mantiveram-se resistentes e as empresas africanas estão cada vez mais ligadas às cadeias de valor mundiais.

De acordo com a última atualização do DHL Global Connectedness Tracker, a África Subsariana liderou todas as regiões do mundo no primeiro semestre de 2025, com um aumento anual de 10% no valor do comércio (em dólares norte-americanos ao valor atual), à frente da América do Norte com 7% e da América do Sul e Central e Caraíbas com 5%. As previsões atuais, de setembro de 2025, indicam que o volume de comércio da região crescerá em média 4,3 % por ano entre 2025 e 2029, o segundo mais rápido a nível mundial, atrás do Sul da Ásia e da Ásia Central. 

“África encontra-se num momento crucial no seu percurso comercial”, afirmou John Pearson, CEO da DHL Express. “Apesar da volatilidade global, o continente continua a mostrar resiliência e dinamismo. O nosso investimento reflete a confiança na trajetória de África e o compromisso da DHL em permitir os fluxos comerciais que impulsionam o crescimento inclusivo. Ao reforçarmos a nossa rede e as nossas capacidades, pretendemos facilitar às empresas africanas, desde as pequenas e médias empresas (PME) às grandes empresas, a concorrência na cena mundial.”

Na DHL Express, o investimento incluirá a atualização das portas de entrada, o aumento da capacidade da aviação e o alargamento da cobertura de tempo definido para as segundas cidades que estão a emergir como centros de procura no âmbito da ZCLCA. Sendo o único integrador com uma rede aérea dedicada na África Subsariana, a Express ligará estas cidades de forma mais estreita às rotas África-Europa e África-Ásia, com base no recente crescimento na Etiópia e na Nigéria.

Hennie Heymans, CEO da DHL Express para a África Subsariana, afirmou: “O nosso objetivo é estar mais próximo dos clientes e tornar os envios transfronteiriços mais simples e fiáveis. À medida que o comércio se expande, as empresas pedem tempos de trânsito previsíveis, um desempenho de entrega consistente e um apoio que compreenda as condições locais. Ao elevarmos a fasquia do serviço e da proximidade, ajudaremos mais empresas africanas a fazer comércio de forma eficiente e a competir num palco maior.”

A DHL Global Forwarding centrará o seu investimento no reforço das principais soluções industriais que estão a impulsionar o crescimento do comércio em África. A divisão está a expandir as suas capacidades em projetos energéticos e industriais, apoiando o papel de África na transição energética global, melhorando a cadeia de frio e a logística de produtos perecíveis para os exportadores de agricultura e horticultura e aumentando a sua experiência em ciências da vida e cuidados de saúde com transporte especializado a temperatura controlada. Estas melhorias baseiam-se na rede de transitários e na experiência aduaneira da DHL nas principais rotas comerciais africanas que ligam o continente à Europa, Ásia e Médio Oriente.

Amadou Diallo, CEO da DHL Global Forwarding Médio Oriente e África, acrescentou: “Os clientes estão sujeitos a padrões comerciais variáveis e requisitos regulamentares mais rigorosos, pelo que a fiabilidade e a visibilidade são mais importantes do que nunca. Estamos a reforçar as soluções de encaminhamento com uma especialização local mais profunda e ferramentas digitais melhoradas, dando aos clientes um controlo mais claro dos seus envios desde a origem até ao destino. O objetivo é simples: manter as mercadorias em movimento de forma previsível e ajudar os clientes a captar o crescimento onde a procura está a surgir.”

A DHL Supply Chain acrescentará capacidade e soluções orientadas para o transporte, com um claro foco no setor dos transportadores e das ciências da vida e cuidados de saúde, incluindo capacidade adicional sensível à temperatura para apoiar fluxos críticos de cuidados de saúde e concretização de entregas rápidas à medida que as cadeias de fornecimento amadurecem, particularmente à medida que a procura de serviços de logística de terceiros continua a crescer no muito relevante mercado sul-africano.

Orkun Saruhanoglu, CEO da DHL Supply Chain Médio Oriente e África, afirmou: “A DHL Supply Chain está a expandir-se na África do Sul, à medida que a economia ganha dinamismo e as cadeias de abastecimento se tornam mais sofisticadas. Estamos a assistir a uma procura crescente de logística especializada e subcontratada, particularmente nas ciências da vida e nos cuidados de saúde e em todo o setor dos transportadores. Ao aumentar a capacidade, reforçando as soluções de transporte e aplicando a nossa experiência em logística contratual, ajudaremos os clientes a melhorar a qualidade do serviço, a gerir o risco e a aumentar a escala com confiança.”

A DHL está a investir em programas que alargam a participação no comércio e apoiam o crescimento sustentável. Através da sua iniciativa GoTrade, a empresa fornece às PME formação e conhecimentos aduaneiros para acederem aos mercados internacionais. Além disso, a empresa está a acompanhar projetos de energia renovável e de combustíveis alternativos nas suas instalações na África Subsariana e a promover a digitalização através de monitorização baseada em IA, otimização de rotas e ferramentas aduaneiras digitais para reduzir o atrito no comércio transfronteiriço.

Com uma cobertura inigualável em todos os mercados africanos, o Grupo DHL permanece numa posição única para ligar o continente ao mundo e permitir o próximo capítulo do seu crescimento.

Distribuído pelo Grupo APO para DHL Express.

Contactos da DHL:
Grupo DHL 
Comunicação social
Jenna Rosmarin,
Diretor, Comunicações,
África                                                                                                 
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DHL – A empresa de logística para o mundo​:
A DHL é a marca global líder no setor da logística. As nossas divisões DHL facultam um portefólio incomparável de serviços logísticos que vão desde a entrega nacional e internacional de encomendas, a remessa de comércio eletrónico, soluções de processamento e transporte expresso internacional, rodoviário, aéreo e marítimo até à gestão da cadeia de abastecimento industrial. Com aproximadamente 400.000 funcionários em mais de 220 países e territórios em todo o mundo, a DHL liga pessoas e empresas de forma segura e fiável, permitindo fluxos comerciais globais sustentáveis. Com soluções especializadas para mercados e indústrias em crescimento, incluindo a tecnologia, as ciências da vida e a saúde, a engenharia, a indústria e a energia, a automobilidade e o retalho, a DHL está decisivamente posicionada como “A empresa de logística para o mundo”.

A DHL faz parte do Grupo DHL. O Grupo gerou receitas de aproximadamente 84,2 mil milhões de euros em 2024. Com práticas empresariais sustentáveis e um compromisso para com a sociedade e o ambiente, o Grupo dá um contributo positivo para o mundo. O Grupo DHL tem como objetivo alcançar uma logística com emissões líquidas zero até 2050.

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Nações Unidas (ONU) e União Africana preocupadas com escalada da violência no Sudão do Sul

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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A crise política e humanitária no Sudão do Sul atingiu níveis alarmantes, com confrontos armados em larga escala, deslocamentos em massa e violações graves de direitos humanos. O alerta foi feito, esta segunda-feira, a Comissão das Nações Unidas sobre os Direitos Humanos no Sudão do Sul.

Após uma década de esforços da União Africana, UA, e de parceiros regionais para sustentar o processo de paz, o país enfrenta um colapso político que ameaça mergulhá-lo novamente numa guerra total.

Paralisia por corrupção e impunidade
Durante a sua missão à sede da União Africana, em Addis Abeba, a Comissão denunciou o “vácuo de justiça e responsabilização” que alimenta a estagnação política, a corrupção e o conflito. O relatório mais recente da Comissão, “Saques a uma Nação: Como a corrupção desenfreada desencadeou uma crise de direitos humanos no Sudão do Sul”, descreve como a apropriação sistemática de recursos públicos e o enriquecimento ilícito das elites governamentais continuam a privar milhões de sul-sudaneses de seus direitos básicos.

O comissário Barney Afako, que liderou a missão, afirmou que “o aumento dos combates, a crise política e a corrupção desenfreada são sintomas claros de um fracasso de liderança e de consenso”. Para Afako, sem uma intervenção imediata e coordenada da região, o Sudão do Sul corre o risco de regressar a uma guerra total, com consequências humanas inimagináveis.

Justiça adiada é justiça negada
Mais de 10 anos após o início do conflito, as vítimas sul-sudanesas ainda aguardam medidas credíveis de justiça e reparação. A Comissão reiterou a urgência de estabelecer os mecanismos de justiça de transição previstos no Acordo Revitalizado de 2018, especialmente o Tribunal Híbrido para o Sudão do Sul, cujo processo continua bloqueado apesar das repetidas resoluções do Conselho de Paz e Segurança da UA.

Yasmin Sooka, presidente da Comissão, declarou que “mais do que nunca, a justiça é essencial”. Segundo ela, as promessas feitas às vítimas permanecem incumpridas, sendo fundamental o Tribunal Híbrido passar do papel à ação concreta. Para a presidente da Comissão, a “União Africana tem o dever moral e político de garantir um processo de justiça que fortaleça o Estado de direito e a coesão social no país”.

Deslocamento em massa e crise regional
Os combates renovados em 2025 provocaram a fuga de cerca de 300 mil pessoas do Sudão do Sul: para o Sudão 148 mil; para a Etiópia 50 mil; para o Uganda 50 mil; para a República Democrática do Congo 30 mil e para o Quénia 25 mil.

No total, mais de 2,5 milhões de refugiados sul-sudaneses encontram-se atualmente acolhidos na região. Internamente, 2 milhões de pessoas permanecem deslocadas, enquanto o país ainda abriga 560 mil refugiados que fogem da guerra no Sudão. As mulheres e crianças continuam a ser as mais afetadas, enfrentando riscos de violência, fome e exploração.

Proteção das crianças
A crise no Sudão vizinho também evidencia a urgência de proteger civis e garantir responsabilização. Na manhã de 11 de outubro, pelo menos 17 crianças, incluindo um recém-nascido de sete dias, foram mortas num ataque ao Centro de Deslocados de Dar al-Arqam, em Al Fasher, Darfur do Norte, segundo o Unicef. Outras 21 crianças ficaram feridas.

A diretora executiva do Unicef, Catherine Russell, classificou o ataque como “um ultraje” e “uma violação grave dos direitos das crianças”.

A cidade de Al Fasher, sitiada pelas Forças de Apoio Rápido, RSF na sigla em inglês, há mais de 500 dias, enfrenta escassez extrema de alimentos, água e assistência médica.

O Unicef continua a exigir cessação imediata das hostilidades, respeito ao direito internacional humanitário, acesso humanitário seguro e responsabilização dos autores de ataques contra civis.

ONU e União Africana devem agir agora
Com membros do Conselho de Paz e Segurança da UA e do Conselho de Segurança da ONU reunidos esta semana em Addis Abeba, a Comissão apelou a ações decisivas e coordenadas para travar a escalada da crise sul-sudanesa.

O apelo central é claro: colocar a justiça e a responsabilização no centro das deliberações, incluindo o estabelecimento imediato do Tribunal Híbrido.

Sooka afirmou que acrise que se desenrola no Sudão do Sul é resultado de “escolhas deliberadas feitas pelos seus líderes, que colocaram os próprios interesses acima dos do seu povo”.

A presidente da Comissão declarou por fim que a comunidade internacional deve agir agora para garantir que o Sudão do Sul não mergulhe novamente no caos, mas siga um caminho de paz, dignidade e justiça.

Distribuído pelo Grupo APO para UN News.

Cabo Verde acolhe a 39.ª Reunião do Conselho de Diretores-Gerais das Alfândegas da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP)

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Conselho de Diretores-Gerais das alfândegas da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) iniciou, hoje, na cidade da Praia, a sua XXXIX Reunião, com o propósito de reforçar a cooperação entre os membros e encontrar soluções conjuntas para promover a integração dessa comunidade aduaneira.

A cerimónia de abertura contou com as intervenções do Secretário de Estado das Finanças, Alcindo Mota; da Diretora Nacional de Receitas do Estado, Liza Vaz; do Diretor-geral das Alfândegas, Eng. Osvaldo Rocha; do Diretor-geral Alfândegas Moçambique, Osvaldo Augusto Correia, na qualidade de Representante das delegações; do Secretário-Geral da Conferência de Diretores-gerais da CPLP, Rui Candeias Canha; do representante da Embaixadora da União Europeia em Cabo Verde, Cristobal Delgado; e do Secretário Geral da Organização Mundial das Alfândegas, Ian Saunders.

Durante a sua intervenção, o Secretário de Estado das Finanças, Alcindo Mota, destacou que a realização desta reunião em Cabo Verde traduz o reconhecimento do papel ativo que o nosso país tem desempenhado no seio da CPLP e que reafirma a aposta estratégica numa cooperação multirregional assente na confiança mútua, na partilha de boas práticas e na modernização das nossas administrações públicas.

A 39.ª Reunião do Conselho de Diretores-Gerais das Alfândegas da CPLP, que é acolhido pela Direção Nacional de Receitas do Estado (DNRE), promove o fortalecimento da cooperação multilateral, a partilha de conhecimentos e informações, visando a harmonização de procedimentos e consolidando estratégias conjuntas para o desenvolvimento aduaneiro no espaço da CPLP.

Este encontro de alto nível consubstancia, igualmente, oportunidades tanto para realização de ações de formação, como troca de experiências e sessões de trabalho sobre temáticas diversas, nomeadamente “alfândegas verdes”, “sistema harmonizado”, “sistema de auto declaração aduaneira”, “implementação da unidade de classificação, valor e origem das mercadorias” e “Convenção de Quioto Revista”.

encontro que decorre de 13 a 16 de outubro, culminará com a Declaração Praia, documento que consolidará os compromissos assumidos e as propostas a serem encaminhadas ao Secretariado Executivo da CPLP.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

Presidente do Banco Africano de Desenvolvimento junta-se ao esforço global para fazer dos jovens uma potência económica

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O presidente do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (www.AfDB.org/pt), Dr. Sidi Ould Tah, juntou-se na segunda-feira aos líderes globais do Conselho Consultivo de Alto Nível sobre Emprego do Grupo Banco Mundial, defendendo o dividendo demográfico de África e o impulso ao emprego juvenil.

Convidado pelo presidente do Grupo Banco Mundial, Ajay Banga, o Dr. Ould Tah participou na reunião do Conselho realizada à margem dos Encontros Anuais do Grupo Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional (FMI) de 2025, na capital norte-americana. O Conselho reúne líderes de instituições financeiras internacionais, ministros e dirigentes empresariais para criar empregos através de investimentos impactantes.

Ao completar metade dos seus primeiros 100 dias no cargo, a participação do Dr. Ould Tah sublinha o forte compromisso do Banco Africano de Desenvolvimento em colocar o emprego, a juventude e as oportunidades no centro da agenda de transformação de África.

“Os jovens africanos não são um fardo a gerir; são o motor do futuro do nosso continente”, afirmou o Dr. Ould Tah. “Precisamos de investir nas competências certas, formalizar a economia informal e apoiar as micro, pequenas e média empresas (MPMEs) em grande escala”.

O Conselho de Emprego deste ano centrou-se no turismo e na qualificação – dois setores em que África detém um vasto potencial inexplorado. O turismo já sustenta um em cada 20 empregos em todo o continente, com forte participação de mulheres e jovens. No entanto, mais de 80% destes trabalhadores permanecem no setor informal, sem proteção social, acesso a financiamento ou percursos profissionais. Entretanto, o desfasamento persistente entre os sistemas de educação e formação e as necessidades do mercado de trabalho continua a limitar o acesso dos jovens africanos a empregos remunerados e produtivos.

O presidente do Grupo Banco destacou o crescente portfólio de iniciativas do Banco para acelerar a criação de empregos, incluindo a sua Estratégia de Empregos para Jovens em África, que mobilizou mais de 105 mil milhões de dólares em financiamento e deverá gerar 19 milhões de empregos até ao final de 2025. O Grupo Banco também desenvolveu o Sistema de Indicadores para a Juventude, Competências e Emprego, uma nova ferramenta para acompanhar a qualidade e a inclusão do emprego em projetos financiados pelo Banco.

Também partilhou lições aprendidas com o trabalho do Banco no apoio a ecossistemas de micro, pequenas e médias empresas impulsionados pelo turismo e na implementação de programas de qualificação com prioridade digital que estão a colmatar lacunas na força de trabalho.

A participação do Dr. Ould Tah no Conselho faz parte de uma série de compromissos de alto nível durante os Encontros Anuais, incluindo discussões bilaterais com ministros, parceiros de desenvolvimento e líderes empresariais. 

Estas interações refletem as suas prioridades estratégicas dos Quatro Pontos Cardeais – mobilizar capital em escala, unificar mercados, industrializar localmente e investir em talento e tecnologia – como o plano para a transformação económica de África.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Contacto para os media:
Departamento de Comunicação e Relações Externas,
media@afdb.org

Sobre o Grupo do Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org/pt

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Afreximbank Academy (AFRACAD) vence o Prémio de Prata de Excelência na Prática da Fundação Europeia Para o Desenvolvimento da Gestão (EFMD)

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

A Afreximbank Academy (AFRACAD) recebeu o Prémio de Prata na categoria de Desenvolvimento Profissional nos Prémios de Excelência na Prática (EiP) 2025 da Fundação Europeia para o Desenvolvimento da Gestão (EFMD), que celebram parcerias de aprendizagem e desenvolvimento (L&D) impactantes e de alta qualidade nas áreas de desenvolvimento executivo, profissional, de talentos e organizacional.

Apresentado em Estocolmo, Suécia, no início deste mês, o prémio reconhece o programa Certificado de Financiamento Comercial em África (COTFIA) da AFRACAD – uma iniciativa pioneira que promoveu capacidades de financiamento comercial e fomentou a excelência profissional em todo o continente africano durante quase uma década, implementada pelo Afreximbank em parceria com a FCI e a Faculdade de Administração de Empresas Onsi Sawiris da Universidade Americana do Cairo (AUC).

O programa COTFIA foi lançado em 2016, inicialmente conhecido como Certificado de Finanças em Comércio Internacional (COFIT), sob os auspícios do Grupo de Trabalho de Cessão Financeira [Factoring Working Group (FWG)] do Afreximbank, presidido pela Sr.ª  Kanayo Awani, Vice-Presidente Executiva de Comércio Intra-Africano e Desenvolvimento das Exportações do Afreximbank. Desenvolvida em parceria com a FCI, a Universidade de Malta e a Quarterback, a iniciativa visa desenvolver a especialização em matéria de financiamento comercial e cessão financeira (factoring) em África, em consonância com a visão estratégica do Banco de reforçar o ecossistema comercial africano.

Comentando sobre o prémio, Stephen Tio Kauma, Director-Geral do Grupo para Recursos Humanos do Afreximbank, observou: “Estamos profundamente gratos por este prémio, que destaca o impacto contínuo do Afreximbank no desenvolvimento profissional de peritos em comércio em todo o continente. Participar na Conferência da EFMD foi muito mais do que uma oportunidade para apresentar o nosso caso ou receber reconhecimento – foi uma plataforma para ampliar a visão, a missão e os mandatos estratégicos do Afreximbank e da AFRACAD perante uma audiência internacional.”

A Dr.ª Anan Shendy, da AFRACAD do Afreximbank, representou o banco na conferência, fazendo uma apresentação formal do estudo de caso premiado do banco intitulado “Ultrapassar as Fronteiras: Uma Parceria Pan-Africana para Apoiar Profissionais de Comércio.” A apresentação foi feita perante uma audiência ilustre e um painel de juízes na Faculdade de Economia de Estocolmo e foi realizada em conjunto com representantes da Universidade Americana do Cairo (AUC) e da FCI.

Em 2021, a AFRACAD estabeleceu uma parceria com a Faculdade de Administração de Empresas Onsi Sawiris da AUC, para reforçar o rigor académico e a relevância regional do programa. Desde então, a AFRACAD assumiu a importante missão de gerir e melhorar de forma contínua o COTFIA, institucionalizando e intensificando de forma eficaz os esforços de capacitação do Afreximbank.

Até ao momento, o programa já formou mais de 150 profissionais de todo o continente, dotando-os das competências técnicas, regulamentares e práticas necessárias para reforçar o panorama do financiamento do comércio em África e abrir novas oportunidades para o comércio intra-africano e global.

Com mais de 950 instituições membros em mais de 90 países, a EFMD é a maior rede internacional do mundo para o desenvolvimento de gestão. Nos últimos 18 anos, os Prémios de Excelência na Prática (EiP) tornaram-se uma referência global de excelência na formação de executivos, destacando as colaborações mais eficazes entre organizações e instituições de ensino e posicionando os vencedores entre os principais inovadores mundiais em aprendizagem e desenvolvimento.

Distribuído pelo Grupo APO para Afreximbank.

Contacto para a Imprensa:
Vincent Musumba
Gestor de Comunicações e Eventos (Relações com os Meios de Comunicação Social)
Correio Electrónico: press@afreximbank.com

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Sobre o Afreximbank:
O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) é uma instituição financeira multilateral pan-africana com mandato para financiar e promover o comércio intra e extra-africano. Há mais de 30 anos que o Banco utiliza estruturas inovadoras para oferecer soluções de financiamento que apoiam a transformação da estrutura do comércio africano, acelerando a industrialização e o comércio intra-regional, impulsionando assim a expansão económica em África. Apoiante firme do Acordo de Comércio Livre Continental Africano (ACLCA), o Afreximbank lançou um Sistema Pan-Africano de Pagamento e Liquidação (PAPSS) que foi adoptado pela União Africana (UA) como plataforma de pagamento e liquidação para sustentar a implementação da ZCLCA. Em colaboração com o Secretariado da ZCLCA e a UA, o Banco criou um Fundo de Ajustamento de 10 mil milhões de dólares para apoiar os países que participam de forma efectiva na ZCLCA. No final de Dezembro de 2024, o total de activos e contingências do Afreximbank ascendia a mais de 40,1 mil milhões de dólares e os seus fundos de accionistas a 7,2 mil milhões de dólares. O Afreximbank tem notações de grau de investimento atribuídas pela GCR (escala internacional) (A), Moody’s (Baa2), China Chengxin International Credit Rating Co., Ltd (CCXI) (AAA), Japan Credit Rating Agency (JCR) (A-) e Fitch (BBB-). O Afreximbank evoluiu para uma entidade de grupo que inclui o Banco, a sua subsidiária de fundo de impacto de acções, denominada Fundo para o Desenvolvimento das Exportações em África (FEDA), e a sua subsidiária de gestão de seguros, AfrexInsure (em conjunto, “o Grupo”). O Banco tem a sua sede em Cairo, Egipto.

Para mais informações, visite: www.Afreximbank.com.

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Presidente da República (PR) reitera necessidade de uma administração pública mais transparente

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Presidente da República, Daniel Chapo, reiterou hoje a necessidade de mais integridade e transparência na Administração Pública e Privada. Chapo falava na conferência nacional sobre combate à corrupção, em Maputo. 

Queremos um Estado que funcione com transparência, que preste contas com responsabilidade, que coloque o cidadão no centro das suas decisões e que use cada metical do erário público com responsabilidade e rigor, sublinhou o Chefe do Estado. 

Daniel Chapo, destacou ainda a necessidade de cultivar a postura de integridade em todos os sectores da sociedade e de responsabilização em situação de corrupção. “Hoje, infelizmente, testemunhamos em alguns sectores da nossa Administração Pública casos de alguns funcionários que tudo fazem para ser afectados em alguns sectores como finanças, património, com o intuito de obter vantagens através de actos de corrupção”. 

Chapo defendeu a responsabilização imediata de todo aquele que se envolve em actos de corrupção, para destruir “o sentimento de impunidade, que reina na sociedade”. “Para acabar com esta percepção é imperioso continuar a fortalecer as instituições de fiscalização, de investigação e de justiça, dotando-as de autonomia, de recursos humanos qualificados e meios tecnológicos e materiais modernos e meios financeiros, para que possam exercer a sua acção com responsabilidade, independência e integridade”. 

O Chefe do Estado destacou também a necessidade de uma cooperação efectiva entre os órgãos do Estado e a sociedade civil. 

Distribuído pelo Grupo APO para Portal do Governo de Moçambique.

O APO Group foi selecionado como Agência de Relações Públicas da Emirates para África

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O APO Group (www.APO-opa.com), a consultora pan-africana de comunicação e distribuição de comunicados de imprensa líder no continente, foi selecionado pela Emirates, uma das maiores companhias aéreas internacionais do mundo, como o seu parceiro de relações públicas para África, com efeito imediato. 

No âmbito da parceria, o APO Group apoiará a Emirates fornecendo aconselhamento estratégico, relações públicas integradas e  gestão de comunicação na África do Sul, Quénia, Tunísia, Uganda, Senegal, Costa do Marfim, Congo, Guiné, Tanzânia e Egito. A colaboração foi concebida para reforçar a visibilidade da Emirates na região e assegurar uma comunicação consistente e orientada para os seus objetivos comerciais e de branding. 

Ao fazer uso da rede continental e da experiência do APO Group, a Emirates irá aprofundar a sua ligação com o público pan-africano, os media locais e os parceiros da indústria. A nomeação reflete o investimento contínuo da Emirates no continente e o seu compromisso em manter uma presença forte e recetiva nas comunicações. Também se alinha estreitamente com a missão do APO Group de ser pioneiro no futuro da comunicação e de ser o canal para as vozes de África. 

Distribuído pelo Grupo APO para APO Group.

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Ministro do Mar enaltece cooperação com Japão no Fórum Económico Japão–Cabo Verde

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Ministro do Mar, Jorge Santos, que lidera a delegação cabo-verdiana atualmente em missão ao Japão, destacou na quinta-feira, 9 de outubro, a excelência da cooperação entre Cabo Verde e o Japão, durante a sua intervenção no Fórum Económico Japão–Cabo Verde, realizado em Tóquio.

Um evento de grande importância para a promoção da cooperação económica com o Japão, realizado no ano em que se comemoram os 50 anos do estabelecimento das relações diplomáticas entre os dois países, iniciadas a 11 de julho de 1975, e que teve lugar num momento igualmente marcante para Cabo Verde, que celebra o 50.º aniversário da sua independência nacional.

O governante destacou os projetos estruturantes desenvolvidos ao longo dos anos com o apoio japonês, nomeadamente nas áreas das infraestruturas, pescas, segurança alimentar e educação, bem como a participação ativa de Cabo Verde na Expo Osaka 2025, que celebrará, já nesta sexta-feira, o Dia Nacional de Cabo Verde, uma data simbólica para reforçar a cultura, identidade e projeção internacional do nosso país.

Perante uma audiência composta por empresários e investidores japoneses de diversos setores, o Ministro apresentou as ambições estratégicas de desenvolvimento de Cabo Verde, sustentadas no Plano Estratégico de Desenvolvimento Sustentável II (2022–2026) e na agenda “Cabo Verde – Ambição 2030”.

“As nossas prioridades incluem a diversificação do turismo, o desenvolvimento das economias azul, digital e verde, a transição energética, a ação climática e o fortalecimento do capital humano”, afirmou.

O Ministro destacou ainda a importância do vasto território marítimo cabo-verdiano (734.000 km² de Zona Económica Exclusiva) como um ativo fundamental para o desenvolvimento sustentável do país e para a captação de investimentos.

Expressando o firme interesse de Cabo Verde em atrair investimento japonês, o governante garantiu que o país oferece condições únicas e vantajosas, nomeadamente, a estabilidade política e institucional, segurança jurídica, paridade cambial com o Euro, liberdade de circulação de capitais, incentivos ao investimento, boa governança, acesso preferencial aos mercados europeu e americano, integração plena na Zona de Comércio Livre Continental Africana, e um clima atrativo para viver e investir.

No que toca às infraestruturas de apoio ao setor privado, o Ministro sublinhou os investimentos em curso, como a expansão de aeroportos e portos, o novo porto de cruzeiros, e o desenvolvimento de parques tecnológicos voltados para a inovação.

Um dos destaques da sua intervenção foi a economia azul, setor em que Cabo Verde pretende afirmar-se como plataforma marítima e logística internacional, com oportunidades de negócio em áreas como a pesca, aquacultura, transbordo, bunkering, reparação naval e investigação marinha.

Referindo-se à frutífera cooperação já existente com o Japão no setor das pescas, o Ministro mencionou a presença da empresa Japan Tuna, reforçando o interesse em expandir esta parceria com outras empresas japonesas do ramo.

“O nosso objetivo é posicionar Cabo Verde como uma base logística de excelência para a pesca japonesa no Atlântico Médio”, afirmou.

No setor do turismo, pilar central da economia cabo-verdiana, o país está empenhado em diversificar a sua oferta, incluindo o turismo cultural, náutico, de cruzeiros e de natureza, estando plenamente aberto a turistas e investidores japoneses.

O Ministro apresentou ainda oportunidades nos setores energético e da água, destacando a meta de atingir 35% de penetração de energias renováveis até 2026, e 50% até 2030. No setor da água, sublinhou os investimentos em dessalinização e reutilização segura de águas residuais, com forte integração de energias limpas, visando maior sustentabilidade hídrica.

“O objetivo do Governo de Cabo Verde é construir resiliência económica, ambiental e social, promovendo um desenvolvimento sustentável”, enfatizou o Ministro do Mar que assumiu que o Governo está convicto de que os investimentos japoneses gerarão benefícios significativos tanto para os investidores como para o país, contribuindo para uma parceria mutuamente vantajosa e duradoura.

Na parte final da sua intervenção, o Ministro convidou oficialmente os empresários presentes a visitarem Cabo Verde, conhecerem de perto as oportunidades existentes e investirem num país estável, aberto ao mundo e preparado para receber investimento de qualidade.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

Ministro da Saúde acompanha andamento das obras do Hospital da Trindade retomadas em Setembro

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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Com o objetivo de se inteirar do andamento das obras em curso para a construção de raiz do novo Hospital da Trindade e acompanhar de perto a execução do projeto, o Ministro da Saúde Jorge Figueiredo, deslocou-se, ontem, 09 de outubro, às instalações do Hospital da Trindade para uma visita de trabalho.

A visita que durou mais de uma hora, serviu para o Governante constatar, in loco, o nível de andamento dos trabalhos, conhecer as especificidades do projeto, os constrangimentos enfrentados e os prazos assumidos.

Jorge Figueiredo, manteve ainda encontro com os engenheiros e arquitetos da ICV (Infraestrutura de Cabo Verde), onde explicaram as particularidades do projeto que inicialmente era apenas para remodelação do edifício construído nos anos 80, e que devido aos graves problemas encontrados na estrutura do edifício, a quando da demolição ditou um novo projeto para reconstrução de uma nova infraestrutura de raiz.

Os trabalhos retomaram-se deste o dia 04 de setembro, com um prazo de execução de 14 meses e um orçamento de mais de 230 mil contos financiados através do fundo Kuwait e do Governo de Cabo Verde.

O objetivo do Governo é construir um novo edifício moderno para melhorar as condições de atendimento aos pacientes no serviço de psiquiatria do Hospital Dr. Agostinho Neto e dotar o país de um centro com melhores condições estruturais e que respeite as normas e os protocolos internacionais para o tratamento das patologias mentais.

Trata-se de um empreendimento de saúde com 5 blocos que vão desde área administrativa, a enfermaria, o bloco técnico áreas para cozinha e conexos e uma área para oficinas ocupacionais como ateliê de música, entre outros.

Nesta visita, o Ministro da Saúde esteve acompanhado do Conselho de Administração do HAN, da Diretora Nacional da Saúde em Substituição, dos Diretores dos Serviços de Seguimento e Avaliação e de Gestão das infraestruturas e Equipamentos de saúde, bem como do Diretor do Serviço de Psiquiatria do HAN.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

Reconstruindo o celeiro: Banco Africano de Desenvolvimento, Programa Alimentar Mundial das Nações Unidas (PAM) e Instituto Internacional de Investigação sobre Políticas Alimentares (IFPRI) lançam relatório sobre investimentos inovadores em sistemas alimentares no norte da Nigéria

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Banco Africano de Desenvolvimento (https://AfDB.org), em parceria com o Programa Alimentar Mundial das Nações Unidas (PAM) e o Instituto Internacional de Investigação sobre Políticas Alimentares (IFPRI), divulgou um novo estudo que insta a investimentos coordenados e inovadores para reforçar a segurança alimentar e libertar o potencial agrícola do norte da Nigéria.

Lançado à margem da 31.ª Cimeira Económica Nigeriana, em Abuja, o relatório enfatiza a necessidade de investimentos sustentáveis e baseados em evidências para reconstruir meios de subsistência e impulsionar uma transformação agrícola inclusiva em regiões afetadas pela fragilidade e conflitos.

Com o título ‘Investir em soluções inovadoras para sistemas alimentares em contextos desafiadores, o relatório fornece um roteiro para revitalizar os sistemas alimentares do norte da Nigéria, e identifica prioridades políticas, institucionais e de investimento viáveis que podem acelerar a recuperação agrícola, restaurar meios de subsistência e promover resiliência a longo prazo.

Durante uma sessão de alto nível organizada para lançar o relatório, responsáveis governamentais, governadores dos estados do norte, governantes tradicionais e parceiros de desenvolvimento mantiveram um diá. sobre o enquadramento e a promoção de sistemas alimentares sustentáveis.

O ministro da Agricultura e Segurança Alimentar, senador Abubakar Kyari, observou que os agricultores continuam a depender de sistemas de armazenamento tradicionais porque a maioria dos silos nacionais está localizada longe dos centros de produção. “Estamos a trabalhar para garantir que pelo menos 80% dos silos sejam localizados em pequenas comunidades agrícolas”, disse.

Muhammadu Sanusi II, emir de Kano, enfatizou que soluções de longo prazo exigem consistência e investimento do setor privado e que consertar as cadeias de valor agrícolas e incentivar o investimento de longo prazo é a melhor maneira de combater a pobreza no norte da Nigéria.

Abdul Kamara, diretor-geral para a Nigéria no Banco Africano de Desenvolvimento, que moderou a sessão, destacou a importância de mobilizar capital privado e fortalecer as cadeias de valor. Afirmou que revitalizar a agricultura no norte da Nigéria é fundamental para alcançar a soberania alimentar e a prosperidade partilhada. “Ao construir cadeias de valor agrícolas resilientes, podemos criar empregos sustentáveis, empoderar mulheres e jovens e estabelecer as bases para a estabilidade a longo prazo”, defendeu.

A carteira agrícola do Banco Africano de Desenvolvimento na Nigéria está atualmente em cerca de 900 milhões de dólares, canalizados através de iniciativas emblemáticas, como as Zonas Especiais de Processamento Agroindustrial (SAPZ) e o Esquema Nacional de Crescimento Agrícola (NAGS). Estas iniciativas refletem o compromisso do Banco com a valorização, a produtividade e o acesso ao mercado em toda a cadeia de valor agrícola.

O relatório identifica oito culturas principais (sorgo, milho, trigo, feijão-frade, soja, amendoim e tomate) como pontos de entrada estratégicos para o investimento. Mapeia os clusters de produção, os corredores comerciais e os custos da cadeia de abastecimento, oferecendo um modelo baseado em dados concretos para os decisores políticos e os investidores catalisarem o crescimento inclusivo em contextos frágeis.

“O estudo oferece orientações claras e baseadas em dados sobre como fortalecer os sistemas alimentares em contextos frágeis”, afirmou Steven Were Omamo, Diretor Executivo do IFPRI. “Ao basear as decisões políticas e de investimento em evidências rigorosas, podemos garantir um impacto duradouro e uma construção de resiliência mais inteligente”, acrescentou.

Embora a assistência humanitária continue a ser essencial, o relatório apela a uma mudança para soluções orientadas para o mercado, agricultura climaticamente inteligente e parcerias público-privadas que possam levar as comunidades para além da resposta à crise, rumo a uma recuperação sustentada.

“A reconstrução do celeiro do norte da Nigéria requer mais do que ajuda de emergência, exige investimentos ousados baseados na paz, na resiliência e na recuperação a longo prazo”, afirmou David Stevenson, diretor e representante do PMA na Nigéria.

Os parceiros apelaram aos governos, investidores e parceiros de desenvolvimento para que utilizem o estudo como um quadro para canalizar financiamento e garantir um futuro com segurança alimentar, resiliente e inclusivo para o norte da Nigéria.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Contacto para os media:
Nkiruka Ugoh
Departamento Nacional do Banco Africano de Desenvolvimento na Nigéria
media@afdb.org

Sobre o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org/pt

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