Apoio do Fundo Africano de Desenvolvimento transformou o panorama da agricultura e da educação na Zâmbia

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O financiamento concessional do Fundo Africano de Desenvolvimento (FAD) tem sido transformador para os setores agrícola e educacional da Zâmbia, ao mesmo tempo que “ancora a paz, a prosperidade e a competitividade regional”.

Os representantes do FAD, reunidos na capital da Zâmbia para uma reunião sobre a 17.ª reposição do Fundo, visitaram dois locais de projetos na terça-feira, 7 de outubro: a nova fábrica de mistura de fertilizantes da Nitrogen Chemicals of Zambia (NCZ), em Kafue, e as instalações modernizadas da Universidade da Zâmbia, em Lusaca. Foram acompanhados por ministros do governo, que elogiaram o Fundo pelo seu impacto tangível.

O FAD, a janela de financiamento concessional do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento, tem desempenhado um papel de liderança na promoção do desenvolvimento de África. Criado em 1972, o Fundo apoia 37 países de baixo rendimento, quase metade dos quais são frágeis e afetados por conflitos.

Na Nitrogen Chemicals of Zambia, o ministro da Agricultura, Reuben Mtolo Phiri, descreveu o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento como um aliado fundamental do país, destacando o seu apoio para ajudar o país a passar da seca para o excedente.

Elogiou o investimento do FAD nas novas instalações de mistura e granulação como “não apenas financeiro, mas um investimento nos nossos agricultores, na nossa economia e no nosso futuro”.

“Esta conquista representa um salto significativo na nossa capacidade de atender às necessidades de fertilizantes da comunidade agrícola da Zâmbia”, afirmou o ministro. “Além de atender às nossas necessidades internas, a Nitrogen Chemicals of Zambia está a posicionar-se para penetrar nos mercados de exportação entre 2025 e 2030, contribuindo assim para o papel da Zâmbia como um participante competitivo na indústria regional de fertilizantes”, acrescentou.

Marie-Laure Akin-Olugbade, vice-presidente sénior do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento, destacou os resultados transformadores: “Na temporada 2024/25, a Zâmbia produziu mais de 3,7 milhões de toneladas métricas de alimentos – bem acima da sua necessidade nacional de 2,5 milhões. Isso não é apenas segurança alimentar, é excedente alimentar”, afirmou.

A iniciativa de Produção Alimentar de Emergência da Zâmbia apoiou quase 5.900 agricultores – mais de metade dos quais são mulheres – com sementes e fertilizantes certificados e subsidiados através da plataforma digital ZIAMIS (http://apo-opa.co/4h72ZD9). Espera-se que mais de 9.000 agricultores beneficiem de aproximadamente 35 milhões de dólares em financiamento nesta época.

Uma injeção crítica de 1,3 milhões de dólares do FAD está a colocar a Zâmbia no caminho da autossuficiência em fertilizantes, com uma redução esperada de 40% nos custos de fertilizantes – o que pode mudar o jogo para os pequenos agricultores. O apoio do Fundo forneceu as matérias-primas iniciais para o arranque da fábrica.

Na Universidade da Zâmbia, o vice-reitor Professor Mundia Muya destacou o impacto do Projeto de Apoio à Educação Científica e Tecnológica, outra iniciativa financiada pelo FAD, que está a transformar o ensino superior na Zâmbia.

“A Universidade da Zâmbia beneficiou imenso da nossa colaboração com o Fundo Africano de Desenvolvimento”, disse Muya aos representante do FAD. “Antes do projeto, muitas das nossas salas de aula e laboratórios estavam em péssimas condições, mas agora foram totalmente modernizados, proporcionando um ambiente propício à aprendizagem e à investigação”.

O ministro da Tecnologia e Ciência, Felix Chipota Mutati, atribuiu um significado ainda mais profundo aos investimentos do ADF em todo o país, enfatizando como eles expandiram o acesso ao ensino superior e técnico para 250 mil estudantes.

“Quando se tem aulas num ambiente propício, até a capacidade cerebral se transforma”, disse Mutati visitantes, sublinhando o impacto social: “Quando se faz isso, cria-se paz na sociedade. Cria-se harmonia. Portanto, não se trata apenas do investimento – trata-se de consolidar a paz e a democracia através da transformação de África”.

Akin-Olugbade enquadrou as conquistas do Mecanismo Africano de Produção Alimentar de Emergência da Zâmbia, financiado pelo ADF, dentro do Mecanismo Africano de Produção Alimentar de Emergência, uma iniciativa continental que apoia 20 milhões de agricultores e tem como meta a produção de 37 milhões de toneladas de alimentos em toda a África.

“Embora tenha sido lançado em resposta a uma crise, o Mecanismo Africano de Produção Alimentar de Emergência da Zâmbia é mais do que um auxílio de emergência. Está a lançar as bases para um sistema agrícola mais resiliente e impulsionado pelo setor privado – um sistema que reduz a dependência das importações e capacita os agricultores zambianos para alimentarem a nação”, explicou.

A reunião de reposição do ADF-17 está a decorrer em Lusaca, Zâmbia, de 7 a 9 de outubro, antes de uma sessão final de compromissos, prevista para dezembro de 2025.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Contacto para os media:
Emeka Anuforo,
Departamento de Comunicação e Relações Externas; 
media@afdb.org

Sobre o Grupo do Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org/pt

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Reino Unido acolhe 17ª sessão de compromissos para reposição do Fundo Africano de Desenvolvimento, reafirmando forte apoio

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Reino Unido anunciou que vai acolher a 17ª sessão de compromissos para a reposição do Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) em dezembro, reunindo doadores e parceiros de desenvolvimento para definir as contribuições para o ciclo 2026-2028. 

A Ministra de Estado para o Desenvolvimento e África do Reino Unido, Baronesa Jenny Chapman, fez o anúncio durante a sua recente reunião com o Presidente do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento, Dr. Sidi Ould Tah, em Nova Iorque, à margem da Assembleia Geral das Nações Unidas.

A Baronesa Chapman afirmou que o Reino Unido pretende fazer um forte contributo e encorajou todos os parceiros de desenvolvimento a considerarem contribuições ambiciosas para a 17º reabastecimento do Fundo.

“A reposição é uma oportunidade para sinalizar o nosso compromisso coletivo com o crescimento e desenvolvimento de África, as suas instituições e abordagens inovadoras e modernas ao financiamento do desenvolvimento num ambiente global desafiante”, afirmou a Baronesa Chapman.

O ADF é a janela de financiamento concessional do Banco Africano de Desenvolvimento para 37 dos países de baixo rendimento de África. Serve como uma fonte crucial de financiamento multilateral para o desenvolvimento, oferecendo subvenções, empréstimos com juros baixos e garantias adaptadas a países com um espaço orçamental limitado. Desde a sua criação em 1972, o Fundo concedeu mais de 45 mil milhões de dólares em financiamento concessional para ajudar os países africanos a expandir as oportunidades e a resiliência.

A Baronesa Chapman observou que o Reino Unido continua a ser um dos principais contribuintes para o Fundo, fornecendo compromissos financeiros substanciais e envolvimento estratégico que ajudam a sustentar o impacto do desenvolvimento, mesmo com um orçamento de ajuda mais restrito.

“O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento congratula-se com o anúncio do Reino Unido de acolher a 17ª sessão de promessas de contribuições para a reposição do Fundo Africano de Desenvolvimento”, disse o Dr. Sidi Ould Tah. “É um apelo à mobilização para uma forte reposição do ADF-17, que não é apenas um investimento no desenvolvimento de África, mas também na prosperidade global partilhada”, acrescentou.

Nas vésperas da reunião de Londres, os parceiros de desenvolvimento estão a trabalhar para promover as inovações financeiras do Fundo, nomeadamente a Opção de Empréstimo no Mercado, que pela primeira vez permitirá ao Fundo alavancar o seu capital para aceder aos mercados de capitais e expandir a sua base de recursos.

Vários países africanos também se comprometeram com o Fundo, sublinhando o compromisso de África em investir no seu próprio desenvolvimento e futuro. 

A Baronesa Chapman também acolheu com agrado a proposta do dr. Ould Tah para que o Reino Unido organize um Dia do Setor Privado para empresas privadas e instituições financeiras de desenvolvimento, para explorar abordagens para promover oportunidades de investimento em todo o continente. Esta é uma iniciativa alinhada com o objetivo do Fundo Africano de Desenvolvimento de expandir o envolvimento do setor privado nos países do ADF.

Num contexto de tensão económica e incerteza geopolítica, os recursos concessionais continuam a ser essenciais para salvaguardar os ganhos de desenvolvimento e evitar retrocessos em ambientes frágeis.

Na última década, o Fundo Africano de Desenvolvimento ligou mais de 18 milhões de pessoas à eletricidade e aumentou a produtividade agrícola de 11 milhões de agricultores. Melhorou o acesso à água e ao saneamento para 48 milhões de pessoas e ao transporte para mais de 87 milhões.

Em 2021, a qualidade da assistência ao desenvolvimento do Fundo foi reconhecida pelo Centro para o Desenvolvimento Global, que o classificou em segundo lugar entre 49 agências de desenvolvimento bilaterais e multilaterais.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Contacto para os media:
Raquel Wilson
Departamento de Comunicação e Relações Externas
media@afdb.org

Sobre o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org/pt

A receita secreta da KFC foi revelada – aquela de que o mundo realmente precisa

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O grande segredo do KFC África (http://KFC.co.za) foi revelado e, não, não é a mistura de 11 ervas e especiarias, é uma receita de esperança para acabar com a fome infantil – de acesso aberto a nível mundial para partilha e expansão em honra do Dia Mundial da Alimentação.

Ontem (7 de outubro) no The Biggest Hunger Hack, em Joanesburgo, o KFC África permitiu, pela primeira vez, o acesso aberto ao projeto Add Hope, a sua iniciativa de 16 anos que é também o maior programa de alimentação não governamental da África do Sul.

O que começou como uma hackathon terá agora um alcance global. Na semana passada, 60 das mentes jovens mais inteligentes do país, em parceria com a Universidade de Joanesburgo, têm estado a melhorar a receita do Add Hope para a tornar ainda mais impactante.

Andra Nel, Diretora de Assuntos Corporativos da KFC África, afirmou que a Geração Z em África é fundamental para acabar com a fome. “Eles compreendem-na verdadeiramente porque a viveram ou testemunharam. Também compreendem a tecnologia, a comunidade e o pensamento sistémico melhor do que a maioria. Por isso, cedemos-lhes o nosso projeto e desafiámo-los a transformá-lo em novas soluções para dar ainda mais esperança.”

Nel diz que a equipa da Add Hope ficou impressionada com as ideias que surgiram na hackathon. “Estas ideias e o projeto facilitarão a exploração da receita, a sua partilha e a sua expansão. É uma ótima maneira de assinalar o Dia Mundial da Alimentação, a 16 de outubro, e honrar o seu tema de colaboração global.”

O maior hack da fome

O sucesso da Add Hope está enraizado no poder da colaboração, começando com os clientes da KFC a juntarem os donativos de 2 rands à contribuição significativa da própria KFC e terminando com a preparação de refeições para crianças vulneráveis em milhares de centros de alimentação em todo o país. No ano passado, foi atingido o marco de mil milhões de rands, com mais de 600 milhões de rands doados pelo público e 400 milhões de rands doados pela KFC.

 “Sabemos que a colaboração é a única forma de aumentar ainda mais a escala desta luta e de dar resposta à grande necessidade que ainda existe, razão pela qual convidámos líderes empresariais, governamentais e da sociedade civil a juntarem-se a nós no The Biggest Hunger Hack”, afirmou Nel.

 “Esperamos que outras organizações respondam ao nosso apelo para colaborarem connosco no sentido de ampliar o que já funciona. Com esta campanha, as novas parcerias com empresas como a McCormick, Digistics, Coca-Cola Beverages South Africa, Foodserv, Tiger Brands, CBH e Nature’s Garden, para citar algumas, dar-nos-ão um bom começo.”

O Biggest Hunger Hack teve lugar na Universidade de Joanesburgo, e o Vice-Chanceler e Diretor, o Professor Letlhokwa Mpedi, afirmou que a UJ estava entusiasmada com a parceria com a KFC numa iniciativa em que os jovens utilizaram os seus conhecimentos da Quarta Revolução Industrial para combater a fome infantil.

“Esta colaboração é um excelente exemplo de como os jovens inovadores, equipados na universidade, podem desenvolver soluções práticas e escaláveis com impacto social. Estamos ansiosos por ver a diferença tangível que as suas ideias farão para aliviar a fome através da inovação.”

A culpa é da pobreza

Os participantes no painel “The Biggest Hunger Hack” descreveram a escala do desafio da fome infantil e afirmaram que uma abordagem ao nível da totalidade da sociedade seria a melhor opção para uma solução sustentável.

O Dr. Imtiaz Sooliman, fundador da Gift of the Givers, afirmou: “Quando nos deslocamos a um local sinistrado, a primeira coisa que as pessoas pedem é comida. É então que percebemos que essa fome não tem duas horas, está lá há dias.”

A África do Sul é um dos 20 países responsáveis por 65% da pobreza severa a nível mundial, de acordo com Siya Leshabane da ONU Mulheres. “As crianças com fome têm dificuldade em concentrar-se e reter informação. A má alimentação leva à fadiga e as crianças têm dificuldade em sair desse turbilhão.”

Luvuyo Sandi, gestor de negócios e fundos da SED, Kagiso Trust, afirmou que a fome não é um problema isolado. “A razão pela qual uma criança passa fome tem a ver com questões de rendimento do agregado familiar e, para além disso, a razão é o desemprego ou a impossibilidade de trabalhar.”

O Dr. Marc Aguirre, diretor nacional da HOPE worldwide, descreveu a fome infantil como uma crise de desenvolvimento nacional. “Sabemos que está a afetar o nosso PIB em cerca de 10%. O atraso no crescimento está a custar ao país milhares de milhões de rands, por isso temos de encarar a fome infantil como um investimento no futuro.”

Solução para a geração Z

Nel afirmou que as ideias das equipas da hackathon serão testadas nos próximos meses e que será preparada uma proposta colaborativa liderada por empresas para a Convenção Nacional no início de 2026 – uma solução da Geração Z para a fome infantil da KFC África. Um potencial financiamento inicial de até
1.000.000 de rands poderá ser afetado ao desenvolvimento da solução vencedora.

“Esta é a primeira vez que uma grande empresa sul-africana apresenta um modelo de impacto social bem-sucedido de acesso aberto, potencialmente revolucionando a forma como as empresas enfrentam os desafios sociais”, afirmou.

“Já não estamos apenas a alimentar crianças, estamos a alimentar um movimento com potencial para acabar com a fome infantil para sempre. Esta é a receita secreta de que o mundo realmente precisa.”

  • Leia mais sobre a receita Add Hope em https://AddHope.KFC.co.za/

Distribuído pelo Grupo APO para KFC Africa.

#KFCAddHope #AddHopeHackathon

Sobre a KFC África:
A KFC faz parte da história de África desde 1971, quando o primeiro restaurante abriu em Joanesburgo. Atualmente com mais de 1400 restaurantes em 22 países subsarianos, é a marca líder de restaurantes de serviço rápido do continente e a casa do frango frito Original Recipe® que milhões de pessoas adoram. 

Na KFC África, alimentamos mais do que a fome, alimentamos o potencial. Cada refeição servida faz parte de um objetivo maior: criar um lugar à mesa para todos e garantir que o potencial não é apenas visto, é alimentado. Esse compromisso ganha vida através de iniciativas que fazem uma diferença mensurável. A nossa Streetwise Academy, apoiada pelos serviços de acreditação das SETA (Sector Education and Training Authorities, Autoridades do Setor da Educação e Formação), concede aos membros da equipa competências para prosperar enquanto líder, nos RH e nas operações, alcançando uma taxa de promoção e retenção de 75% que prova o poder do investimento nas pessoas. O nosso programa Add Hope fornece mais de 30 milhões de refeições a crianças vulneráveis todos os anos, enquanto que o Mini Cricket, o maior programa desportivo de base da África do Sul, chega a mais de 120.000 jovens jogadores orientados por 13.000 treinadores. Para além da alimentação, iniciativas como as bolsas de estudo Ikusasa Lethu e os programas de capacitação de jovens em toda a África abrem caminhos para a educação, meios de subsistência e futuros mais brilhantes.

Com mais de 40.000 membros da equipa a impulsionar o nosso negócio, a KFC África orgulha-se de ser um empregador de eleição, cultivando carreiras, justiça e integridade enquanto serve milhões diariamente. Porque quando os indivíduos se elevam, as famílias fortalecem-se. As comunidades crescem. As nações transformam-se. É esse o impacto inegável que nos orgulhamos de servir.

Sobre a KFC Add Hope:
A Add Hope não é uma simples ajuda, é uma verdadeira mudança. Sempre que adiciona 2 rands à sua refeição KFC, está a ajudar uma criança na África do Sul a obter os alimentos nutritivos de que necessita para aprender, crescer e prosperar. Aqui está o ponto alto: A KFC doou mais de 400.000.000 de rands nos últimos 16 anos.  Desde 2009, angariámos mais de 1,2 mil milhões de rands, servindo mais de 30 milhões de refeições todos os anos através de milhares de centros de alimentação e organizações sem fins lucrativos. São milhões de crianças com energia para aparecer na escola, concentrar-se, brincar e sonhar mais alto.

Mas a Add Hope não se fica pelos estômagos cheios. Abre portas. Dá às crianças a oportunidade de jogarem através do Mini Cricket, oferece bolsas de estudo para o ensino secundário através do Ikusasa Lethu e melhora o seu futuro com a Streetwise Academy. A Add Hope é uma das marcas com maior impacto social da África do Sul. Porque não se trata apenas de comida. Trata-se de alimentar o seu potencial.  Mais informações em www.AddHope.co.za.

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Luminária África Ásia da Fundação Merck 2025 será co-presidida pela Primeira-Dama da Gâmbia e pela CEO da Fundação Merck e inaugurada pelo Presidente da Gâmbia

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

  • A Luminária África Ásia da Fundação Merck será oficialmente inaugurada pelo Presidente da República da Gâmbia, S.E. Sr. ADAMA BARROW, e contará com a presença das Primeiras Damas Africanas.  
  • A conferência será co-presidida pela Primeira Dama da República da Gâmbia, S.E. Sra. FATOUMATTA BAH-BARROW e pela CEO da Fundação Merck, Dra. Rasha Kelej e contará com a presença das Primeiras Damas Africanas. 
  • As Primeiras-Damas Africanas serão as Convidadas de Honra na 12ª Edição da Luminária África Ásia da Fundação Merck 2025, a ter lugar na Gâmbia. 
  • Mais de 6.000 profissionais de saúde, decisores políticos e mídia de mais de 70 países beneficiar-se-ão.  
  • Assista à jornada de parceria da Fundação Merck com a Primeira Dama da Gâmbia desde 2017, aqui: https://apo-opa.co/48qOSWZ 

Fundação Merck (www.Merck-Foundation.com), o braço filantrópico da Merck KGaA Alemanha, realizará a 12ª Edição da sua conferência anual da “Luminária África Ásia da Fundação Merck”, em parceria com o Governo da Gâmbia em Banjul, The Gambia.  

Dra. Rasha Kelej, CEO da Fundação Merck e Co-Presidente da 12ª Edição da Luminária África Ásia da Fundação partilhou: “Estou animada para anunciar a 12ª Edição da nossa conferência anual junto com a minha querida irmã, Sra. FATOUMATTA BAH-BARROW, Primeira Dama da Gâmbia e Embaixadora da Fundação Merck Mais do Que uma Mãe, em parceria com o Governo da Gâmbia. Tenho a honra de informar que a conferência será oficialmente inaugurada por S. Ex.ª Sr. ADAMA BARROW, Presidente da República da Gâmbia, junto com Prof. Dr. Frank Stangenberg-Haverkamp, Presidente do Conselho de Curadores da Fundação Merck.  

Também estou ansiosa para receber as Primeiras Damas Africanas, que também são Embaixadoras da Fundação Merck Mais do Que uma Mãe que se juntarão a nós como Convidadas de Honra e Oradoras Principais. Juntos, compartilharemos as nossas experiências e discutiremos o impacto dos nossos programas sobre o desenvolvimento da capacidade de saúde e mídia, ao mesmo tempo em que aumentamos a conscientização sobre uma ampla gama de questões sociais e de saúde críticas.”. 

A Sra. FATOUMATTA BAH-BARROW, Primeira Dama da Gâmbia, Embaixadora da Fundação Merck Mais do Que uma Mãe e Co-Presidente da 12ª Edição da Luminária África Ásia da Fundação Merck afirmou: “Estamos muito felizes em acolher a 12ª Edição da Luminária África Ásia da Fundação na Gâmbia neste ano. Estou especialmente entusiasmada com o facto de a conferência ser inaugurada por Sua Excelência, Presidente da Gâmbia. Estou ansiosa para receber as minhas queridas irmãs, as Primeiras Damas Africanas, Ministros, Especialistas em Saúde, Representantes da Mídia e Delegados de mais de 52 países, juntamente com os nossos parceiros de longa data, a Fundação Merck. 

A Fundação Merck concedeu 94 bolsas de estudo aos nossos médicos gambianos locais em mais de 30 especialidades carentes, ajudando-nos a transformar o nosso panorama da saúde pública. Tenho orgulho desta conquista, pois juntos estamos a fazer história ao fornecer ao meu país os primeiros especialistas em muitas áreas críticas.” 

Assista à jornada de parceria da Fundação Merck com a Primeira Dama da Gâmbia desde 2017, aqui: https://apo-opa.co/48qOSWZ

A conferência será realizada em formato híbrido, com participação física e online de mais de 6.000 profissionais de saúde, decisores políticos, académicos, investigadores e representantes da mídia de mais de 70 países da África, Ásia e além. Destes, mais de 300 participantes participarão pessoalmente. 

“Desde 2012, fizemos um progresso significativo e estou feliz em partilhar que concedemos mais de 2400 bolsas de estudo para jovens médicos de 52 países em 44 especialidades críticas e carentes tais como Oncologia e Tratamento do Cancro, Diabetes, Endocrinologia, Cardiovascular, Cuidados de Fertilidade, Embriologia, Medicina Sexual e Reprodutiva, Clínica Médica, Medicina Respiratória, Medicina Aguda, Cuidados Intensivos, Emergência Pediátrica, Gastroenterologia, Reumatologia, Psiquiatria Clínica, Urologia, Oftalmologia, Cirurgia Geral, Traumatologia e Ortopedia, Dermatologia, Cuidados Neonatais, Microbiologia Clínica e Doenças Infecciosas, Prática Cirúrgica Avançada, Neuroimagem para Investigação e muito mais. Muitos deles estão a tornar-se nos primeiros especialistas nos seus países, e estamos orgulhosos dessa conquista”, acrescentou, Dra. Kelej. 

No primeiro dia da conferência, realizar-se-á a Sessão Plenária da Luminária África Ásia da Fundação Merck 2025, com os principais discursos de Priumeiras Damas Africanas. 

Além disso, serão realizadas três importantes sessões paralelas de conscientização médica, científica e comunitária. As sessões médicas e científicas abordarão tópicos como diabetes e hipertensão, e capacitação médica em especialidades como cuidados respiratórios, cuidados intensivos, atendimento pediátrico e neonatal de emergência, entre outras. 

Além disso, a sessão de conscientização comunitária, Treinamento em Mídia da Saúde da Fundação Merck, será realizada para jornalistas da Gâmbia e de outros países africanos. Esta sessão enfatizará o papel fundamental da mídia em influenciar comunidades e impulsionar mudanças culturais, em relação a uma ampla gama de questões sociais e de saúde, como Combate ao Estigma da Infertilidade, Apoiar a Educação de Meninas, Acabar com a VBG, Acabar com o Casamento Infantil e a MGF, Empoderar as Mulheres e Conscientizar sobre Diabetes e Hipertensão. 

Os países que participarão presencialmente da 12ª Edição da Luminária África Ásia da Fundação Merck incluem: 

Gana, Gabão, Gâmbia, Gana, Índia, Quénia, Libéria, Malawi, Mauritânia, Moçambique, Nigeria, Rwanda, Senegal, Sierra Leoa, Uganda 

Os países que participarão virtualmente da 12ª Edição da Luminária África Ásia da Fundação Merck incluirão: 

Angola, Bangladesh, Benin, Botswana, Burkina Faso, Burundi, Cameroon, Canada, República Centro Africana, Cambodia, Tchade, Côte d’Ivoire, República do Congo, República Democrática do Congo, Egipto, Etiopia, França, Alemanha, Guiné – Bissau, Guiné – Conakry, Indonesia, Lesotho, Malasia, Mali, Maurícias, México, Myanmar, Namibia, Nepal, Níger, Peru, Filipinas, Rússia, Somalia, África do Sul, Sri Lanka, Sudão, Tanzânia, Tailândia, Gâmbia, Togo, Tunísia, E.A.U., Reino Unido, EUA, Vietname, Zâmbia, Zimbabwe e mais.  

A 12ª Edição da Luminária África Ásia da Fundação será transmitida em directo nas redes sociais da Fundação Merck e Dra. Rasha Kelej. 

Resumo das iniciativas e do impacto da Fundação Merck: 

Fundação Merck está a transformar o cenário de atendimento ao paciente e a fazer história junto com os seus parceiros em África, Ásia e além, através de: 

  • Mais de 2.400 bolsas de estudo fornecidas pela Fundação Merck para médicos de 52 países em 42 especialidades médicas críticas e carentes.  

A Merck Foundation também está a criar uma mudança cultural e quebrar o silêncio sobre uma ampla gama de questões sociais e de saúde em África e em comunidades carentes através de: 

  • Mais de 3.700 profissionais da mídia de mais de 35 países treinados para aumentar a conscientização sobre diferentes questões sociais e de saúde 
  • 8 prémios diferentes lançados anualmente para melhor cobertura jornalística, da moda, do cinema e da canção 
  • Cerca de 30 canções para abordar questões sociais e de saúde, por cantores locais de toda a África 
  • 8 livros de histórias infantis em três línguas – inglês, francês e português 
  • 7 filmes de animação de conscientização em cinco línguas – inglês, francês, português, espanhol e swahili para aumentar a conscientização sobre a prevenção e detecção precoce da diabetes e da hipertensão e apoiar a educação de meninas. 
  • Programa Televisivo Pan-Africano “Nossa África pela Fundação Merck” que aborda questões sociais e de saúde em África através da comunidade “Moda e ARTE com propósito” 
  • Mais de 950 bolsas de estudo fornecidas a estudantes africanas de alto desempenho, mas desfavorecidas para empoderá-los a concluir os seus estudos 
  • 15 Canais de Mídia Social com mais de 8.5 Milhões de Seguidores. 

Distribuído pelo Grupo APO para Merck Foundation.

Contato:
Mehak Handa
Gerente do Programa de Conscientização Comunitária
Telefone: +91 9310087613 / +91 9319606669
Email: mehak.handa@external.merckgroup.com

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Site: www.Merck-Foundation.com
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Sobre a Fundação Merck:
A Fundação Merck, criada em 2017, é o braço filantrópico da Merck KGaA Alemanha, tem como objectivo melhorar a saúde e o bem-estar das pessoas e aprimorar as suas vidas atravez da ciência e da tecnologia. Os nossos esforços estão focados principalmente na melhoria do acesso a soluções de saúde de qualidade e equitativas em comunidades carenciadas, no desenvolvimento da capacidade de saúde e na investigação científica, no empoderamento das raparigas na educação e no empoderamento de pessoas em STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática) com foco especial em mulheres e jovens. Todos os comunicados de imprensa da Fundação Merck são distribuídos por e-mail ao mesmo tempo em que são disponibilizados no site da Fundação Merck. Visite www.Merck-Foundation.com para ler mais. Siga a mídia social da Fundação Merck: Facebook (https://apo-opa.co/4h5m0Wq), X (https://apo-opa.co/4h1vz8R), Instagram (https://apo-opa.co/4odGAX2), YouTube (https://apo-opa.co/46We05f), Threads (https://apo-opa.co/48VpZmj) e Flickr (https://apo-opa.co/3L108zl). 

A Fundação Merck está dedicada a melhorar os resultados sociais e de saúde para comunidades necessitadas. Embora colabore com vários parceiros, incluindo governos, para atingir os seus objectivos humanitários, a Fundação permanece estritamente neutra em questões políticas. Ela não se envolve ou apoia nenhuma actividade política, eleições ou regimes, concentrando-se exclusivamente na sua missão de elevar a humanidade e melhorar o bem-estar, mantendo uma postura estritamente apolítica em todos os seus esforços. 

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Especialistas africanos do sector do comércio reúnem-se em Abidjan para o 25.º Seminário sobre Financiamento do Comércio (ATFS2025) e Workshop sobre Cessão Financeira (Factoring) do Afreximbank

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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À medida que as dificuldades financeiras globais continuam a pressionar os mercados emergentes, o défice de financiamento comercial de África, estimado em até 100 mil milhões de dólares anuais, voltará a ser o centro das atenções.

Para ajudar a colmatar este défice, o Afreximbank vai organizar a 25.ª edição do seu emblemático Seminário sobre Financiamento do Comércio (ATFS2025) em Abidjan, de 04 a 06 de Novembro de 2025. As discussões deverão explorar estruturas de financiamento inovadoras concebidas para desbloquear novas oportunidades de negócio, com especial incidência no apoio às pequenas e médias empresas (PME), que representam mais de 90% das empresas do continente, mas continuam a ser mal servidas pelos bancos tradicionais. Seguir-se-á um Workshop sobre Cessão Financeira (Factoring) de um dia, a 07 de Novembro de 2025.

O ATFS2025 vai reunir especialistas africanos e internacionais em financiamento comercial, profissionais do sector bancário, empresas e reguladores.

A Sr.ª Gwen Mwaba, Directora-Geral de Financiamento Comercial e Correspondência Bancária do Afreximbank, afirmou que: “O financiamento comercial estruturado é o bilhete de entrada de África para transformar negócios não-bancáveis em negócios viáveis. Este seminário dota os líderes financeiros com as ferramentas necessárias para desbloquear o crescimento em grande escala, especialmente em condições desafiadoras.”

Acrescentou que: “À medida que as regulamentações globais se tornam mais rigorosas e os credores internacionais reduzem as suas actividades, África deve reforçar a sua própria capacidade de implementar financiamento comercial estruturado. A realização desta acção de formação em África permite que centenas de profissionais africanos adquiram conhecimentos especializados essenciais por uma fracção do custo de programas semelhantes nos principais centros financeiros globais, como Londres, Singapura ou Nova Iorque.”

O programa do seminário contará com palestras, workshops interactivos e painéis de discussão de alto nível, incluindo:

  • Desbloquear o Potencial de Financiamento Comercial de África: Expandir a Oferta e Reduzir os Custos,  apresentado por Marc Auboin da Organização Mundial do Comércio (OMC)
  • O Papel Emergente de África no Financiamento Energético Global, apresentado por Sylvia Macri da S&P Global Commodity Insights
  • Um workshop sobre a compreensão do Empréstimo com base em Reservas, pelo Dr. Lekan Aluko da Petrovision Energy Services e Peter Olowononi do Afreximbank

Outros destaques incluem um workshop sobre constituição do consórcios (sindicação) e agências, cobrindo os  Principais Documentos Financeiros  e o  Panorama dos Empréstimos em África, e uma sessão sobre  Eliminar o Fosso do Financiamento Comercial: O Papel dos Bancos de Desenvolvimento, A Nova Ordem Mundial do Financiamento Comercial e a  Conferência das Partes sobre Financiamento Comercial.

O programa completo e as informações para o registo podem ser acedidos através desta hiperligação: https://ATFS2025.AfreximbankEvents.com

Distribuído pelo Grupo APO para Afreximbank.

Contacto para a Imprensa:
Vincent Musumba
Gestor de Comunicações e Eventos (Relações com os Meios de Comunicação Social)
Correio Electrónico: press@afreximbank.com

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Sobre o Afreximbank:
O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) é uma instituição financeira multilateral pan-africana com mandato para financiar e promover o comércio intra e extra-africano. Há mais de 30 anos que o Banco utiliza estruturas inovadoras para oferecer soluções de financiamento que apoiam a transformação da estrutura do comércio africano, acelerando a industrialização e o comércio intra-regional, impulsionando assim a expansão económica em África. Apoiante firme do Acordo de Comércio Livre Continental Africano (ACLCA), o Afreximbank lançou um Sistema Pan-Africano de Pagamento e Liquidação (PAPSS) que foi adoptado pela União Africana (UA) como plataforma de pagamento e liquidação para sustentar a implementação da ZCLCA. Em colaboração com o Secretariado da ZCLCA e a UA, o Banco criou um Fundo de Ajustamento de 10 mil milhões de dólares para apoiar os países que participam de forma efectiva na ZCLCA. No final de Dezembro de 2024, o total de activos e contingências do Afreximbank ascendia a mais de 40,1 mil milhões de dólares e os seus fundos de accionistas a 7,2 mil milhões de dólares. O Afreximbank tem notações de grau de investimento atribuídas pela GCR (escala internacional) (A), Moody’s (Baa1), China Chengxin International Credit Rating Co., Ltd (CCXI) (AAA), Japan Credit Rating Agency (JCR) (A-) e Fitch (BBB-). O Afreximbank evoluiu para uma entidade de grupo que inclui o Banco, a sua subsidiária de fundo de impacto de acções, denominada Fundo para o Desenvolvimento das Exportações em África (FEDA), e a sua subsidiária de gestão de seguros, AfrexInsure (em conjunto, “o Grupo”). O Banco tem a sua sede em Cairo, Egipto.

Para mais informações, visite: www.Afreximbank.com.

Fórum Africano sobre Resiliência 2025: Líderes do desenvolvimento apelam a infraestruturas fronteiriças de alta qualidade para facilitar a livre circulação de bens e pessoas

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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A vontade política de construir infraestruturas de qualidade nas fronteiras, incluindo a construção de um único posto de controlo digital entre dois países vizinhos, deverá facilitar a livre circulação de pessoas e bens e ajudar a simplificar o comércio transfronteiriço em África, segundo os participantes numa sessão realizada na sexta edição do Fórum Africano sobre Resiliência (http://apo-opa.co/436pdPB).

A discussão foi tema de uma sessão do painel ‘Integração Regional e Comércio como Caminhos para a Paz’, realizada durante a reunião que decorre de 1 a 3 de outubro de 2025 em Abidjan.

“O ideal é ter um único posto fronteiriço entre os países – se tivéssemos uma infraestrutura forte como essa, isso ajudaria a facilitar o comércio”, disse Mohammed Abdiker, chefe de gabinete da Organização Internacional para as Migrações (OIM).

Abdiker apontou a vontade política como uma condição essencial para quaisquer conquistas potenciais nesta área. “Todos devemos trabalhar juntos, defendendo junto dos nossos governos a importância da circulação de bens e pessoas para uma gestão mais integrada das nossas fronteiras”, exortou. “Não só para os direitos aduaneiros, mas também para a ciência e a tecnologia”, acrescentou.

A Organização Internacional para as Migrações já tinha trabalhado anteriormente num projeto para um posto fronteiriço único entre a República Democrática do Congo e o Ruanda. “Funcionou por um tempo. Agora, iniciámos outro projeto semelhante com o Banco Africano de Desenvolvimento entre a República Centro-Africana e os Camarões, que está a melhorar o comércio transfronteiriço”, disse Abdiker.

Em janeiro de 2021, a União Africana lançou a Zona de Comércio Livre Continental Africana (AfCFTA) para aumentar o comércio intra-africano e estimular o desenvolvimento inclusivo e sustentável na indústria, infraestrutura e agricultura. Em janeiro deste ano, 49 países ratificaram o acordo, criando um mercado potencial de 1,3 mil milhões de pessoas. 

O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento apoia ativamente esta iniciativa, financiando projetos para estabelecer postos fronteiriços únicos, que são centros de facilitação do comércio concebidos para simplificar e acelerar os procedimentos de desalfandegamento e controlo fronteiriço entre países do continente. O projeto Posto Fronteiriço Único levou, nomeadamente, ao estabelecimento de um posto de controlo único entre a Tanzânia e o Quénia (http://apo-opa.co/4o9jyk5). Além disso, o Fundo Africano de Desenvolvimento, a janela de empréstimos concessionais do Grupo Banco, contribuiu para o estabelecimento de um posto de controlo conjunto entre o Benim e o Togo (http://apo-opa.co/4o3PeY0). 

“Além de termos um posto fronteiriço único em cada uma das nossas fronteiras, vamos precisar de digitalizar os serviços fronteiriço”», observou Magdalene Dagoseh, Ministra do Comércio e Indústria da Libéria. “Esta é uma solução para controlar não só a circulação de pessoas, mas também de mercadorias comerciais. Ao digitalizar os vários pontos fronteiriços, podemos combater a corrupção – sabemos quantas pessoas saíram ou entraram, e isso evita outros problemas”, explicou.

Ziad Hamoui, presidente da Borderless Alliance, uma iniciativa lançada em 2012 por atores do setor privado da África Ocidental, apelou ao envolvimento da sociedade civil na conceção de políticas públicas, a fim de encontrar soluções para melhorar a circulação de pessoas e mercadorias através das fronteiras. “Existe o comércio formal, mas também o comércio informal, para não falar do comércio ilícito e do contrabando”, afirmou. “Hoje, o volume de comércio no setor informal é maior do que no setor formal. Portanto, se não soubermos o que está a acontecer nas fronteiras, não saberemos como gerir a situação”, alertou.

O Fórum Africano sobre Resiliência, organizado a cada dois anos pelo Grupo Banco Africano de Desenvolvimento, reúne decisores políticos e profissionais da área humanitária, de desenvolvimento e de paz para explorar estratégias para ampliar os esforços de prevenção e estimular investimentos na construção da paz em todo o continente.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Banco Africano de Desenvolvimento e JGC Corporation assinam acordo para promover o uso de combustível de aviação sustentável e a agenda de aviação verde da África

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Banco Africano de Desenvolvimento (www.AfDB.org) e a JGC Corporation, uma empresa japonesa líder em engenharia, assinaram um acordo para explorar a cooperação no desenvolvimento de combustível de aviação sustentável (SAF) na África.

As duas partes assinaram uma Carta de Intenções para esse efeito à margem da Nona Conferência Internacional de Tóquio sobre o Desenvolvimento Africano (TICAD9) em Yokohama, que terminou no mês passado. Combustível sustentável para aviação é um termo que designa qualquer combustível para aviões produzido a partir de fontes renováveis – como óleos vegetais, resíduos e até carbono capturado – concebido para reduzir o impacto ambiental das viagens aéreas.

O vice-presidente do Banco Africano de Desenvolvimento para o Setor Privado, Infraestruturas e Industrialização, Solomon Quaynor, e Shoji Yamada, diretor representante e presidente da JGC Corporation, assinaram o acordo em Yokohama, a 21 de agosto.

A Carta de Intenções estabelece um quadro de cooperação entre as duas instituições para promover conjuntamente o desenvolvimento, a partilha de informações e conhecimentos e explorar oportunidades de cofinanciamento para combustíveis sustentáveis para a aviação e outras soluções ecológicas para a aviação em África.

A produção e adoção de SAF em África está em consonância com a estratégia do Banco para o transporte e mobilidade sustentáveis e a transição energética. A cooperação com a JGC incluirá a realização de estudos de procura e viabilidade para a produção e adoção de tecnologia japonesa em África neste domínio.

Nos termos do acordo, o Banco Africano de Desenvolvimento facilitará a coordenação e o diá. com as partes interessadas do setor público da aviação, identificará potenciais projetos em fase de desenvolvimento e explorará possíveis opções de financiamento, incluindo apoio a estudos de viabilidade e promoção de parcerias globais em torno do conceito em África, bem como financiamento através de dívida e capital próprio.

A JGC Corporation realizará estudos de procura de SAF nos mercados africanos, realizará estudos de viabilidade técnica, avaliará oportunidades de implantação adaptadas aos recursos e infraestruturas locais e aproveitará e facilitará a adoção da tecnologia japonesa em África neste domínio.

“A adoção de combustível de aviação sustentável em África é um componente crucial da jornada para reduzir as emissões de dióxido de carbono do continente. Além disso, deve aumentar a competitividade do setor ao longo do tempo. Esta parceria com a JGC ajudará a abrir novas oportunidades para a aviação verde e posicionar a África como pioneira no setor”, afirmou Quaynor.

Shoji Yamada, presidente da JGC Corporation, observou: “Estamos orgulhosos de colaborar com o Banco Africano de Desenvolvimento na promoção do combustível sustentável para aviação em África. Ao aproveitar a nossa experiência em engenharia de instalações e energia sustentável, pretendemos contribuir para os esforços de descarbonização de África, promovendo simultaneamente o crescimento económico local e a inovação”.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Sobre o Grupo do Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em  www.AfDB.org/pt

Sobre a JGC Corporation:
Fundada em 1928 e sediada em Yokohama, Japão, a JGC Corporation é uma empresa líder global em engenharia, aquisição e construção (EPC), especializada em energia e infraestruturas. A JGC expandiu-se para novos campos de negócios, incluindo energia renovável, inovação verde e combustíveis sustentáveis, com o compromisso de contribuir para a descarbonização em todo o mundo.

Website: https://www.JGC.com

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Grupo Banco Africano de Desenvolvimento e Níger assinam acordo de cerca de 145 milhões de dólares para melhorar o acesso à energia, a competitividade e a resiliência económica

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O primeiro-ministro do Níger, Ali Lamine Mahamane Zeine, e o presidente do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (www.AfDB.org), Sidi Ould Tah, assinaram um acordo de financiamento de 144,70 milhões de dólares destinado a melhorar o acesso à energia e a competitividade do setor privado no Níger.

O acordo, assinado na sede da instituição, em Abidjan, refere-se a um apoio orçamental do Fundo Africano de Desenvolvimento, a janela concessional do Grupo Banco. Permite às autoridades nigerianas implementar a fase 1 do Programa de Apoio à Governação do Setor Energético e à Competitividade (PAGSEC).

O programa permitirá responder a duas questões importantes. Por um lado, eliminará os principais constrangimentos que afetam a competitividade da economia, em particular o acesso à energia, para consolidar a recuperação económica. Por outro lado, procurará reforçar a governação financeira e a transparência, com especial ênfase nos fatores de resiliência (consideração dos grupos vulneráveis, do género e dos fatores climáticos).

O apoio do Grupo Banco visa objetivos energéticos ambiciosos, com o desenvolvimento das capacidades de energia renovável e a viabilidade financeira do setor. Contribuirá para aumentar o acesso nacional à eletricidade, de 22,5% para 30% até 2026, estimulando simultaneamente a contribuição da indústria transformadora para o PIB, de 2,5% para 3,8%.

“É com grande prazer que formalizamos este acordo, que é muito importante para o Níger. Trata-se de um acordo que se insere no âmbito da nossa forte cooperação com o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento”, declarou o primeiro-ministro do Níger.

“O apoio do nosso Banco surgiu num momento importante e o processo conduziu hoje à implementação deste programa (que) tem como objetivo apoiar a competitividade económica do Níger e a sua resiliência a múltiplos choques, nomeadamente através da melhoria do acesso à energia, da promoção do setor privado, da consolidação do quadro orçamental e de uma melhor consideração das populações vulneráveis nas políticas públicas”, acrescentou Ali Lamine Mahamane Zeine, que também desempenha as funções de ministro da Economia e Finanças do Níger e, nessa qualidade, de governador do Grupo Banco para o seu país.

“Posso garantir-vos que o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento continuará, como sempre fez, a apoiar fortemente todos os nossos Estados-Membros regionais na sua busca por um desenvolvimento harmonioso e prosperidade partilhada. Aproveito esta oportunidade para felicitar as equipas do Banco que trabalham arduamente e também para agradecer ao Conselho de Administração pelo apoio que dá aos nossos esforços”, sublinhou Ould Tah.

Para além do setor energético, o programa permitirá reforçar os sistemas de gestão das finanças públicas, em particular a mobilização das receitas fiscais e o sistema de controlo. Apoiará também a liquidação dos pagamentos internos em atraso, o diá. entre os setores público e privado e a adoção de uma política industrial e comercial que favoreça um maior apoio ao setor privado nigerino.

Inclusão social

O programa coloca a tónica na inclusão social, com medidas específicas para apoiar as pessoas deslocadas internamente, as mulheres e os jovens. Com mais de 507 mil pessoas deslocadas internamente devido aos desafios de segurança na região do Sahel, intervenções específicas garantirão que as populações vulneráveis beneficiem de melhores oportunidades económicas.

Estabelecerá também mecanismos de coordenação de alto nível e atualizará as políticas energéticas nacionais para criar um ambiente favorável à participação privada no desenvolvimento de mini-redes, que são cruciais para a eletrificação rural.

Com este programa, o Níger poderá capitalizar o seu vasto potencial de energia renovável, ao mesmo tempo que constrói sistemas de governação que apoiam um desenvolvimento inclusivo e sustentável. O Níger poderá, assim, mobilizar mais facilmente investimentos para casas mais bem iluminados, empresas mais produtivas e instituições mais transparentes e eficazes, ao serviço dos cidadãos.

O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento apoia a transformação do Níger através de investimentos estratégicos que promovem a segurança energética, a competitividade económica e a boa governação.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Link Adicional: https://apo-opa.co/3KEcOfn

Contacto para os media: 
Romaric Ollo Hien
Departamento de Comunicação e Relações Externas
media@afdb.org

Sobre o Grupo do Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org/pt

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República do Congo: Empresas locais mais bem informadas sobre os procedimentos de aquisição e prontas para aproveitar oportunidades de negócios com o Banco Africano de Desenvolvimento

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

Mais de 100 empresas congolesas receberam formação sobre as regras e procedimentos do Banco Africano de Desenvolvimento (www.AfDB.org) durante um seminário de informação e sensibilização realizado a 24 de setembro de 2025, em Brazzaville. O evento, liderado pelo departamento de Serviços Gerais e Compras do Banco, faz parte dos preparativos para os Encontros Anuais do Grupo Banco, em maio de 2026, em Brazzaville.

“O principal objetivo deste seminário é sensibilizar as empresas que operam na República do Congo para as regras e procedimentos do Banco, para as preparar melhor para as oportunidades de mercado com o Banco no âmbito dos Encontros Anuais e também para lá disso”, declarou Olivier Beguy, economista do escritório de ligação do Banco no Congo, em nome do diretor-geral do Banco para a África Central, Léandre Bassolé.

Este encontro teve como objetivo familiarizar os atores económicos locais com os procedimentos de aquisição e gestão de contratos, identificando simultaneamente novos prestadores de serviços e enriquecendo a base de dados de fornecedores do Banco. O Banco pretendia também recolher as opiniões dos intevenientes locais, para ajustar melhor os seus procedimentos ao contexto do país e otimizar os seus mecanismos internos.

Em 2024, o volume de aquisições institucionais do Banco foi avaliado em cerca de 103 milhões de dólares, dos quais apenas 0,09% foram atribuídos a empresas congolesas.

Na sua introdução, Ludovic Ngatsé, ministro congolês da Economia, do Planeamento e da Integração Regional e governador do Banco para o Congo, declarou: “Os projetos e programas do Banco representam volumes de mercado consideráveis, e a nossa ambição coletiva é que as empresas congolesas possam obter uma parte significativa deles”.

No final do seminário, mais de 100 empresas de vários setores foram integradas na base de dados ‘fornecedores do Banco’, um passo importante antes da abertura dos mercados de prestação de serviços, no âmbito dos Encontros Anuais.

“Este seminário permitiu identificar um conjunto de mais de 105 empresas competentes em vários setores. A qualidade das empresas representadas reforça a nossa convicção de que disporemos de fornecedores competentes para os nossos próximos Encontros Anuais, onde os seus serviços serão muito solicitado”», concluiu Marcelle Akposso, chefe da Divisão de Compras Institucionais do Banco.

O Banco coopera com a República do Congo desde 1972, tendo financiado projetos no valor total de 1,27 mil milhões de dólares. A 30 de junho de 2025, a sua carteira ativa incluía nove operações soberanas em vários setores, no valor aproximado de 223,3 milhões de dólares.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Contacto para os media:
Solange Kamuanga-Tossou
Departamento de Comunicação e Relações Externas
media@afdb.org

Sobre o Grupo do Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org/pt

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Mauritânia assina contrato de 300 milhões de dólares com produtor independente de energia (IPP) para central híbrida de energia solar e eólica no âmbito da iniciativa Desert to Power

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

A Mauritânia assinou o seu primeiro contrato com um produtor independente de energia (IPP), um acordo de 300 milhões de dólares com a Iwa Green Energy para desenvolver uma central híbrida de energia solar e eólica de 60 megawatts. 

O projeto éum marco na iniciativa do país de expandir a geração de eletricidade através de financiamento privado, acelerando a sua transição para energias renováveis. A instalação, que deverá começar a operar em setembro de 2026, aumentará a capacidade instalada da Mauritânia em cerca de 450 megawatts.

“Este projeto com atores privados demonstra a sua confiança no compromisso do governo mauritano em diversificar a base de produção e fornecer fontes de energia sustentáveis para servir a economia”, disse o ministro da Economia e Finanças, Sid’Ahmed Ould Bouh, na cerimónia de assinatura, em Nouakchott.

Com menos de 10% das famílias rurais ligadas à eletricidade, a Mauritânia depende fortemente de combustíveis importados, apesar do seu vasto potencial de energia renovável. O governo estabeleceu metas ambiciosas no âmbito do plano de transição energética do presidente Mohamed Ould Cheikh El Ghazouani, com o objetivo de alcançar o acesso universal à eletricidade e 70% de produção renovável até 2030.

O projeto foi um dos primeiros a ser desenvolvido no âmbito do Protocolo Conjunto de Produtores Independentes de Energia da iniciativa Desert to Power (https://apo-opa.co/48JQ3Rc), uma estrutura regional apoiada pelo Banco Africano de Desenvolvimento para atrair capital privado através da harmonização das condições de investimento em 11 países do Sahel.

O ministro da Energia, Mohamed Ould Khaled, salientou que o modelo de financiamento totalmente privado permitirá ao país expandir o abastecimento sem aumentar a dívida pública.

Daniel Schroth, diretor de Energias Renováveis e Eficiência Energética do Banco Africano de Desenvolvimento, elogiou a Mauritânia por dar este importante passo na aplicação do Protocolo Conjunto da Desert to Power, ilustrando a sua relevância como ferramenta para acelerar a implementação de projetos IPP no Sahel. 

“Este projeto contribuirá para os objetivos da Iniciativa Desert to Power e do Compacto Energético Mission 300 (https://apo-opa.co/4gTDrcd) da Mauritânia”, afirmou Schroth.

O projeto faz parte de uma mudança em todo o continente, em que os governos africanos estão cada vez mais a recorrer a produtores independentes de energia para mobilizar investimentos e ampliar projetos renováveis, reduzindo simultaneamente a pressão sobre as finanças públicas.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Contacto para os media:
Departamento de Comunicação e Relações Externas
media@afdb.org

Sobre a Iniciativa Desert to Power:
Lançada em 2019 pelo Grupo Banco Africano de Desenvolvimento, a Iniciativa Desert to Power visa aproveitar o potencial solar de 11 países do Sahel (Burquina Faso, Chade, Djibuti, Eritreia, Etiópia, Mali, Mauritânia, Níger, Nigéria, Senegal e Sudão) através de investimentos na geração de energia solar e no acesso à eletricidade.

Sobre o Grupo do Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org/pt

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