Empresários Africanos saúdam novo começo com o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

Representantes do setor privado africano saudaram, na terça-feira em Abidjan, as perspetivas de um novo começo com o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (https://AfDB.org/) durante um encontro inédito com o seu presidente, Sidi Ould Tah, que assumiu o cargo a 1 de setembro à frente da principal instituição de financiamento ao desenvolvimento em África.

“Queremos aqui expressar a nossa satisfação por este novo começo com o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento. Esperamos que este diá. se transforme rapidamente numa parceria estratégica com as organizações patronais africanas”, declarou Ahmed Cissé, presidente da Confederação Geral das Empresas da Costa do Marfim (CGECI).

“Para o setor privado, este encontro constitui, por si só, uma mudança de paradigma com o Banco Africano de Desenvolvimento”, saudou Célestin Tawamba, presidente do Grupo de Empresas do Camarões (GECAM).

Na sua ‘visão’ estratégica como presidente do Grupo Banco (o programa para o qual foi eleito), Sidi Ould Tah apelou à instituição para mobilizar um leque mais alargado de investimentos, desde parceiros do setor privado a instituições multilaterais e bancos regionais de desenvolvimento, com o objetivo de reduzir significativamente o atual défice de financiamento de África, que ultrapassa os 400 mil milhões de dólares por ano. “Graças a instrumentos financeiros inovadores e a estratégias reforçadas de mitigação de riscos, estou convencido de que o objetivo do Banco Africano de Desenvolvimento deve ser multiplicar cada dólar de capital, transformando cada dólar angariado num investimento produtivo e transformador de 10 dólares ou mais”, escreveu no seu programa.

Ould Tah indicou aos seus interlocutores do setor privado que o Grupo Banco pretendia assumir a liderança na definição da nova arquitetura financeira africana. “Nos próximos anos, o papel do setor privado será importante no trabalho do Grupo Banco”, porque “o desenvolvimento de África será feito com o setor privado ou não será feito”.

Durante este encontro, o novo presidente da instituição pan-africana de desenvolvimento teve o cuidado de ouvir as preocupações e expectativas dos representantes dos empregadores africanos, bem como as suas ideias para desenvolver parcerias com o Grupo Banco.

O apoio aos ‘campeões’ africanos, o acesso ao financiamento, o reforço da capacitação do setor privado africano, os mecanismos de garantia e o apoio aos bancos nacionais e regionais estiveram, entre outros temas, no centro das discussões.

Os líderes concordaram em manter um diá. permanente e construtivo, e serão organizadas reuniões nos escritórios nacionais do Grupo Banco para recolher as preocupações dos empregadores locais.

Ould Tah deverá reunir-se com todos os representantes do setor privado africano durante o Fórum Africano de Investimento (AIF), organizado pelo Grupo Banco Africano de Desenvolvimento e vários outros parceiros, de 26 a 28 de novembro de 2025, em Rabat, Marrocos.

Este encontro com os empresários africanos ocorreu no dia seguinte à abertura da 13.ª edição da CGECI Academy, na qual participam representantes do setor privado da África Ocidental, Central e do Norte, nomeadamente de Marrocos.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Contacto para os media:
Romaric Ollo Hien
Departamento de Comunicação e Relações Externas
 

Sobre o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em https://AfDB.org/pt

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Grupo Banco Africano de Desenvolvimento aprova subvenção de 500 mil dólares para resposta de emergência às inundações e deslizamentos de terra no Uganda

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Conselho de Administração do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (www.AfDB.org) aprovou uma subvenção de 500 mil dólares do seu Fundo Especial de Ajuda para apoiar o Projeto de Resposta de Emergência de Ajuda ao Uganda.

O financiamento fornecerá assistência urgente às comunidades gravemente afetadas por inundações e deslizamentos de terra nos distritos de Bulambuli, Kasese e Ntoroko, incluindo o fornecimento de tendas familiares para cerca de 1.500 pessoas deslocadas internamente (PDI). O objetivo é melhorar as condições de vida nos campos onde milhares de pessoas procuraram abrigo desde os desastres.

De 17 a 19 de agosto de 2025, chuvas fortes na sub-região do Monte Elgon, no leste de Uganda, inundaram os distritos montanhosos de Bulambuli, Sironko e Mbale e provocaram deslizamentos de terra no distrito vizinho de Namisindwa.

As autoridades locais relataram 5 mortes, 50 feridos e cerca de 2.000 casas danificadas ou destruídas, com 5.000 deslocados e 15.000 afetados no total. Nos últimos anos, eventos climáticos extremos deslocaram famílias, destruíram infraestruturas e perturbaram os meios de subsistência nas regiões de Rwenzori e Elgon, onde esses distritos estão localizados.

“Além da ajuda de emergência, o projeto é um investimento em dignidade, segurança e recuperação”, disse Mercuria Assefaw, gerente da Divisão de Segurança Hídrica e Saneamento do Grupo Banco. “Fornecer casas temporárias decentes não só atenderá a uma necessidade prioritária de abrigo e melhorará as condições de vida das famílias deslocadas, como também estimulará a economia local por meio de compras e logística”.

O Gabinete do Primeiro-Ministro do Uganda implementará o projeto através do Departamento de Ajuda Humanitária, Preparação e Gestão de Catástrofes. Ao dar prioridade à aquisição rápida e à entrega eficiente, o projeto criará oportunidades para fornecedores e prestadores de serviços locais, contribuindo para uma recuperação mais ampla das comunidades afetadas pelas inundações.

As atividades serão concluídas no prazo de seis meses, garantindo ajuda humanitária atempada para aqueles que precisam urgentemente de abrigo. Com este apoio, o Banco reforçará a resposta humanitária no Uganda e contribuirá para reconstruir a resiliência da comunidade.

Assefaw acrescentou: “Esta subvenção reflete a solidariedade do Banco com o Uganda. Ao fornecer ajuda imediata, pretendemos restaurar a esperança e a estabilidade à medida que as comunidades continuam o seu percurso de recuperação”.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Contacto para os media:
Christin Roby
Departamento de Comunicação e Relações Externas
media@afdb.org

Sobre o Grupo do Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org/pt

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Grupo Banco Africano de Desenvolvimento aprova subvenção de 22,8 milhões de dólares para impulsionar a produção de arroz em Moçambique e reforçar a resiliência climática

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) (www.AfDB.org) aprovou uma subvenção de 22,8 milhões de dólares do seu Fundo Africano de Desenvolvimento, vocacionado para financiamento concessional, para reforçar a cadeia de valor do arroz em Moçambique e melhorar a resiliência climática, visando 30 mil pequenos agricultores em quatro províncias.

A subvenção financiará o Projeto da Cadeia de Valor do Arroz e Resiliência Climática (RIVACREP), que visa aumentar a autossuficiência de arroz de Moçambique de 50% para 75% até 2030, abordando desafios críticos de segurança alimentar numa das nações africanas mais inseguras em termos alimentares.

Apesar de o arroz ser um alimento básico, Moçambique produz apenas metade das 600 mil toneladas que consome anualmente. O país depende das importações para colmatar o défice de 300 mil toneladas, uma dependência que esgota as reservas cambiais e agrava a pobreza rural.

“Ao visar as populações mais vulneráveis e concentrar-se em tecnologias climaticamente inteligentes, a subvenção terá um impacto duradouro na segurança alimentar e nos meios de subsistência rurais”, afirmou Macmillan Anyanwu, representante residente do BAD em Moçambique, salientando que a iniciativa está em consonância com a estratégia nacional de desenvolvimento do país e com o compromisso do Banco de transformar as cadeias de valor agrícolas. O projeto visa especificamente as populações vulneráveis, sendo 70% dos beneficiários mulheres e 30% jovens.

O projeto foi concebido para quadruplicar a produção de arroz, de uma tonelada por hectare para quatro toneladas por hectare, e aumentar o rendimento anual das famílias, de cerca de 590 para 1000 dólares. Os resultados iniciais deverão gerar um acréscimo de 6.000 toneladas de arroz por ano. Embora isso cubra apenas 2% do défice atual do país, estabelece uma base para aumentar a produção e reduzir a dependência das importações.

O RIVACREP irá reabilitar 1.000 hectares de infraestruturas de irrigação, principalmente na província de Gaza, e estabelecer cinco fábricas de moagem de pequena escala, juntamente com 10 centros agregadores, através de uma parceria público-privada. As principais intervenções incluem a reabilitação de sistemas de irrigação, nivelamento do solo, melhorias na drenagem e a construção de instalações de armazenamento resistentes às alterações climáticas, bem como a introdução de variedades de arroz resistentes à seca e às inundações, através de parcerias com instituições de investigação internacionais. Espera-se que estas intervenções reduzam as perdas pós-colheita em mais de metade, de 26% para 12%. 

“Ao construir infraestruturas resilientes e integrar atores do setor privado, o RIVACREP permitirá a Moçambique reduzir a dependência das importações, criar valor acrescentado interno e estabelecer as bases para um setor de arroz industrializado e climaticamente inteligente”, afirmou Neeraj Vij, Diretor Regional do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento para o Setor Industrial, Agricultura e Desenvolvimento Humano.

“O projeto servirá também como modelo para o desenvolvimento transformador da cadeia de valor, que poderá ser replicado noutras matérias-primas essenciais. Isto contribuirá para a construção de uma economia mais autossuficiente e resiliente, reduzindo a dependência externa e criando oportunidades para os jovens e as mulheres”, acrescentou.

Abordar a segurança alimentar e a nutrição

Moçambique enfrenta uma malnutrição generalizada, com taxas de atraso no crescimento infantil que chegam a 44% na província da Zambézia. O projeto incorpora uma forte componente nutricional que visa 6.000 beneficiários através da promoção de variedades de arroz biologicamente fortificadas, ricas em ferro e zinco.

Para abordar a vulnerabilidade aos choques climáticos e aos desafios de segurança regional, particularmente nas províncias do norte, o RIVACREP também apresenta um mecanismo de resposta de emergência a contingências, permitindo um apoio rápido durante as crises.

O Ministério da Agricultura, Ambiente e Pescas de Moçambique irá liderar a implementação do projeto, com salvaguardas em vigor para garantir a proteção ambiental e social. O RIVACREP apoia vários objetivos de desenvolvimento alinhados com a Agenda 2063 da União Africana e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.

A duração do projeto vai de dezembro de 2025 a dezembro de 2030, com uma revisão intercalar em 2028.

O Fundo Africano de Desenvolvimento é o braço concessional do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento, que concede subvenções e empréstimos em condições favoráveis para apoiar projetos de desenvolvimento nos países mais vulneráveis de África. Este apoio demonstra o compromisso renovado do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento com a resiliência climática, o crescimento inclusivo e a produção agrícola de valor acrescentado.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Imagens adicionais:
Bandeira de Moçambique com uma pilha de moedas e montes de sementes de trigo e arroz: https://apo-opa.co/4mKNSjI
Doação de US$ 22,8 milhões do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento destinada a 30.000 pequenos agricultores em quatro províncias: https://apo-opa.co/4gNt9dI
Silos de armazenamento de arroz na cidade rural de Chokwe: https://apo-opa.co/4pLjaKh

Contacto para os media:
Emeka Anuforo
Departamento de Comunicação e Relações Externas
media@afdb.org

Sobre o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org

A Afreximbank atribui uma linha de crédito Programa de Facilitação Comercial da Afreximbank (AFTRAF) de 100 milhões de dólares ao NBS Bank Plc, Malawi

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) (www.Afreximbank.com) assinou um acordo de facilitação com o NBS Bank Plc Malawi (NBS Bank) para fornecer ao NBS Bank uma linha de crédito de 100 milhões de dólares do Programa de Facilitação Comercial da Afreximbank (AFTRAF) para apoiar o crescente portfólio de financiamento ao comércio do banco e permitir que continue a satisfazer de forma eficaz as necessidades dos seus clientes comerciais. 

Assinado à margem da quarta Feira Intra-Africana de Comércio (IATF2025) pelo Sr. Haytham El Maayergi, Vice-Presidente Executivo do Global Trade Bank, Afreximbank, e pela Sra. Temwani Simwaka, CEO do NBS Bank, o acordo de facilitação é estruturado para ajudar o NBS Bank a aumentar os seus volumes de comércio e a apoiar a importação de produtos essenciais, como fertilizantes, medicamentos e combustíveis para o Malawi. 

Comentando sobre a assinatura, o Sr. Haytham El Maayergi, Vice-Presidente Executivo do Global Trade Bank da Afreximbank, disse que a estrutura era uma demonstração do compromisso da Afreximbank em apoiar empresas e instituições financeiras africanas nativas para atender às necessidades nacionais. 

“This US$10“Esta instalação de 100 milhões de dólares é um dos maiores limites para a AFTRAF para um banco no Malawi,” disse o Sr. El Maayergi, acrescentando: “isso demonstra o compromisso da Afreximbank em apoiar as aspirações comerciais do Malawi como um de seus estados membros. Também demonstra a boa e duradoura relação que existe entre a Afreximbank e o grupo NBS/NICO.” 

A instalação está entre os maiores limites para o AFTRAF de um banco no Malawi”, disse o Sr. EL Maayergi, acrescentando que isso demonstra o compromisso da Afreximbank em apoiar as aspirações comerciais do Malawi como um dos seus estados membros. Também demonstra a boa e duradoura relação que existe entre a Afreximbank e o grupo NBS/NICO. 

Ele expressou confiança de que a infraestrutura permitiria ao NBS Bank apoiar as crescentes necessidades comerciais dos seus clientes, que visam apoiar e aumentar os volumes de comércio de commodities estratégicas em Moçambique, nomeadamente a importação de combustíveis, fertilizantes e produtos farmacêuticos, e também proporcionaria ao banco uma linha de confirmação a partir de dentro de África. 

O Sr. El Maayergi acrescentou que a instalação estava em conformidade com o mandato da Afreximbank de apoiar o comércio intra-africano e extra-africano. 

O programa AFTRAF aumenta a confiança das partes envolvidas na liquidação de transações comerciais internacionais e melhora as relações de banca correspondente ao apoiar importações críticas para a África, impulsionando o comércio intra-africano e facilitando a compra de equipamentos para a produção de bens de exportação. Ele oferece serviços de confirmação de comércio, garantias de confirmação de comércio e compromissos de reembolso irrevogáveis. 

Com a participação de mais de 112.000 visitantes de 132 países, a IATF2025, que ocorreu de 4 a 10 de setembro de 2025, encerrou-se com um resultado notável, com US$ 48,3 mil milhões em acordos comerciais e de investimento assinados durante os sete dias da exposição continental. O evento recebeu 2.148 expositores. 

Distribuído pelo Grupo APO para Afreximbank.

Contato de Imprensa: 
media@intrafricatradefair.com
press@afreximbank.com  

Sobre a Feira de Comércio Intra-Africana:
Organizado pelo Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank), Comissão da União Africana (AUC) e Secretariado da Zona de Comércio Livre Continental Africana (AfCFTA), a Feira de Comércio Intra-Africana (IATF) pretende fornecer uma plataforma única para facilitar a troca de informações sobre comércio e investimento, em apoio ao aumento do comércio e investimento intra-africanos, especialmente no contexto da implementação do Acordo de Comércio Livre Continental Africano (AfCFTA). A IATF reúne actores continentais e globais para mostrar e exibir os seus produtos e serviços, e para explorar oportunidades de negócios e investimento no continente. Também oferece uma plataforma para partilhar informações sobre comércio, investimento e mercado com os intervenientes e permite que os participantes discutam e identifiquem soluções para os desafios que enfrentam o comércio e investimento intra-africanos. Além dos participantes africanos, a Feira também está aberta a empresas e investidores de países não africanos interessados em fazer negócios na África e em apoiar a transformação do continente através da industrialização e desenvolvimento das exportações. 

Para mais informações, visite www.IntrAfricanTradeFair.com. 

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A KFC revela a sua receita secreta

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

Num movimento que provocou ondas de choque na indústria da restauração rápida, a KFC África (https://global.KFC.com) anunciou hoje que vai fazer o impensável: revelar a sua receita secreta.

A receita tem sido objeto de lendas empresariais, sendo que apenas um punhado de pessoas conhece a fórmula completa.

Os concorrentes tentaram fazer engenharia reversa, os teóricos da conspiração desenvolveram ideias elaboradas sobre o assunto e as redes sociais contribuíram para alimentar as chamas.

O objetivo é sempre o mesmo: descobrir o que está na receita. Na quarta-feira 8 de outubro, a verdade será finalmente revelada.

O mundo merece a verdade

“Há anos que as pessoas nos perguntam qual é a nossa receita secreta”, afirmou Grant Macpherson, Diretor de Marketing e Digital Officer da KFC África.

“Adivinharam, suplicaram e fizeram o seu melhor para a copiar. E agora decidimos que o mundo pode finalmente partilhá-la. Pensamos que será melhor para todos se for conhecida.”

“A história decidirá se este é ou não um golpe de mestre, mas acreditamos que será bom para nós e, mais importante, bom para a África do Sul.”

Macpherson diz que a KFC só explicará as razões que a levaram a revelar a receita secreta no dia da grande revelação.

Ativo precioso

“É óbvio que vai haver muita especulação sobre o porquê de cedermos este bem precioso, e porquê agora”, afirmou.

“Os nossos clientes fiéis podem estar a perguntar-se se isto vai acabar com a mística que fez da KFC a maior marca de restaurantes de serviço rápido da África do Sul.”

“Pensamos que não, mas tudo será esclarecido no dia 8 de outubro. Até lá, todos os palpites e opiniões não passarão disso mesmo.”

Distribuído pelo Grupo APO para KFC Africa.

Sobre a KFC África:
A KFC faz parte da história de África desde 1971, quando o primeiro restaurante abriu em Joanesburgo. Atualmente com mais de 1400 restaurantes em 22 países subsarianos, é a marca líder de restaurantes de serviço rápido do continente e a casa do frango frito Original Recipe® que milhões de pessoas adoram. 

Na KFC África, alimentamos mais do que a fome – alimentamos o potencial. Cada refeição servida faz parte de um objetivo maior: criar um lugar à mesa para todos e garantir que o potencial não é apenas visto – é alimentado. Esse compromisso ganha vida através de iniciativas que fazem uma diferença mensurável. A nossa Streetwise Academy, apoiada pelos serviços de acreditação das SETA (Sector Education and Training Authorities, Autoridades do Setor da Educação e Formação), concede aos membros da equipa competências para prosperar enquanto líder, nos RH e nas operações – alcançando uma taxa de promoção e retenção de 75% que prova o poder do investimento nas pessoas. O nosso programa Add Hope fornece mais de 30 milhões de refeições a crianças vulneráveis todos os anos, enquanto que o Mini Cricket, o maior programa desportivo de base da África do Sul, chega a mais de 120.000 jovens jogadores orientados por 13.000 treinadores. Para além da alimentação, iniciativas como as bolsas de estudo Ikusasa Lethu e os programas de capacitação de jovens em toda a África abrem caminhos para a educação, meios de subsistência e futuros mais brilhantes.

Com mais de 40.000 membros da equipa a impulsionar o nosso negócio, a KFC África orgulha-se de ser um empregador de eleição – cultivando carreiras, justiça e integridade enquanto serve milhões diariamente. Porque quando os indivíduos se elevam, as famílias fortalecem-se. As comunidades crescem. As nações transformam-se. É esse o impacto inegável que nos orgulhamos de servir.

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Camarões e Banco Africano de Desenvolvimento assinam acordos de empréstimo no valor de 136 milhões de euros para desenvolver competências e estimular o empreendedorismo na região do Extremo Norte

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

A República dos Camarões e o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (www.AfDB.org) assinaram na quarta-feira, em Yaoundé, os acordos de empréstimo relativos ao Programa ‘Desenvolver capacidades e competências para a empregabilidade e o empreendedorismo na região do Extremo Norte’ (CAP2E).

Os documentos foram rubricados por Alamine Ousmane Mey, Ministro da Economia, Planeamento e Ordenamento do Território, E Governador do Banco para os Camarões, e Léandre Bassolé, Diretor-Geral do Banco para a África Central.

Aprovado a 20 de maio de 2025 pelo Conselho de Administração do Grupo Banco, o programa beneficia de um financiamento de 136 milhões de euros, dos quais 130,2 milhões de euros provêm da janela do Banco e 5,8 milhões de euros do Fundo Africano de Desenvolvimento, o mecanismo de financiamento a taxas concessionais do Grupo Banco. Estes recursos permitirão reforçar o capital humano, apoiar o empreendedorismo e modernizar as infraestruturas sociais do Extremo Norte, uma região confrontada com uma taxa de pobreza particularmente elevada, fortes pressões demográficas, os efeitos das alterações climáticas e desafios em matéria de segurança.

“O Programa responde a uma necessidade evidente para o Extremo Norte. Visa investir no capital humano, reforçar as competências das populações locais e criar oportunidades de emprego em setores promissores, como a agricultura e as energias renováveis. Contribuirá para promover a prosperidade partilhada, reduzir as desigualdades e consolidar a estabilidade social, prestando especial atenção à capacitação dos jovens e das mulheres”, afirmou Mey.

O programa ‘Desenvolver capacidades e competências para a empregabilidade e o empreendedorismo na região do Extremo Norte’ será implementado ao longo de cinco anos, de acordo com o princípio inovador do financiamento baseado em resultados, uma novidade na África Central. Tem como objetivo qualificar e inserir 6 mil jovens em formação técnica e profissional e criar pelo menos 5 mil empregos dignos, dos quais 40% ocupados por mulheres. Prevê também a construção ou reabilitação de 22 estabelecimentos de formação técnica e profissional e 29 infraestruturas sociais básicas, a criação de mecanismos financeiros adaptados para apoiar mais de 500 pequenas e médias empresas e cerca de 900 promotores de projetos, bem como um acesso alargado a serviços de saúde e educação modernizados.

Ao integrar soluções de energia renovável, o programa reforçará ainda a resiliência climática e promoverá um desenvolvimento mais sustentável.

O programa traduz o compromisso do Banco em acompanhar os Camarões na implementação das suas prioridades de desenvolvimento. Está alinhado com a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (SND30) e com o Documento de Estratégia do País 2023-2028 do Banco para os Camarões, estando diretamente ligado ao Programa Especial para a Reconstrução e o Desenvolvimento da Região do Extremo Norte. O programa insere-se também no novo quadro de ação do Banco, nomeadamente o seu terceiro ponto cardeal, que consiste em tirar partido da transformação demográfica para estimular o desenvolvimento económico.

Comentando o Programa, Bassolé indicou: “É um verdadeiro catalisador de transformação para o extremo norte dos Camarões. Ao contribuir para a resiliência socioeconómica e climática da região, através do reforço das infraestruturas, do desenvolvimento do empreendedorismo e da empregabilidade no setor privado, nomeadamente na indústria e noutros nichos promissores, com um apoio transversal ao setor da energia solar, (…) este programa contribui para orientar o país de forma sustentável para uma maior prosperidade e inclusão”.

“Através desta iniciativa, o Banco reafirma a sua vontade de promover a autonomização sustentável dos jovens e das mulheres através de intervenções direcionadas e de forte impacto”, acrescentou.

Para o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento, este programa traduz a ambição de colocar o capital humano e a inclusão económica no centro da sua parceria com os Camarões.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Contacto para os media:
Frédérique Pascale Essama Messanga
Departamento de Comunicação e Relações Externas
media@afdb.org

Sobre o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org

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Guiné Equatorial: Banco Africano de Desenvolvimento aprova empréstimo de 73,27 milhões de euros para reforçar a formação e a inserção profissional de jovens e mulheres

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Conselho de Administração do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (www.AfDB.org) aprovou, nesta sexta-feira, 26 de setembro de 2025, a concessão de um empréstimo de 73,27 milhões de euros à Guiné Equatorial para implementar a primeira fase do Projeto de Reforço do Capital Humano em Apoio à Inclusão Económica e Social (PARCH 1). 

O projeto visa melhorar a qualidade e a oferta de formação, a fim de aumentar o acesso ao emprego de jovens equatoguineenses, de ambos os sexos, para um crescimento impulsionado pelo setor privado. Inclui a criação de dois institutos politécnicos provinciais modernos e modulares, centrados em setores-chave como a agricultura, a pesca, as obras públicas, o turismo e o digital, com um forte envolvimento do setor privado, nas províncias de Bioko Sur (capital Luba) e Welé Nzas (capital Mongomo). 

“Espera-se que a implementação bem-sucedida do PARCH 1 crie 4.500 empregos para jovens e mulheres, apoie o lançamento de 500 empresas – a maioria liderada por jovens e mulheres – e forneça oportunidades de formação e emprego para 1.935 beneficiários”, disse Léandre Bassolé, Diretor Geral do Banco na África Central. 

Com uma duração de cinco anos (2025-2030), o projeto está estruturado em torno de três componentes: a melhoria da oferta e da qualidade da formação profissional relacionada com as cadeias de valor dos setores com forte potencial de crescimento; a promoção do emprego dos jovens e das mulheres através da melhoria do ecossistema empresarial para uma melhor inclusão económica, social e territorial; e a gestão do projeto e o desenvolvimento de parcerias. 

A taxa de desemprego juvenil na Guiné Equatorial atinge 23,5%, sendo particularmente mais elevada entre as mulheres (26,7%), principalmente devido à inadequação entre a oferta de formação e as necessidades do mercado de trabalho. Muitos jovens (16,5%) estão desempregados, sem formação ou abandonaram a escola, e recorrem ao trabalho informal, alimentando as tensões sociais. O sistema de ensino e formação técnica e profissional (EFTP) sofre de fragilidades institucionais e orçamentais (menos de 2% dos recursos nacionais) e de carências em matéria de engenharia de formação e reconhecimento de competências. 

O projeto financiado pelo Banco Africano de Desenvolvimento terá um impacto na juventude e no desenvolvimento económico e social do país, mais particularmente nas províncias em causa, onde o desemprego, o subemprego e o emprego informal constituem desafios importantes. 

A 30 de agosto de 2025, a carteira ativa do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento no país contava com seis projetos no valor total de 85 milhões de euros. O Banco concentra os seus investimentos em setores-chave como a agricultura e a pesca (65%), a governação (34%), as TIC (0,69%) e a energia (0,55%). 

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Contacto para os media:  
Solange Kamuanga-Tossou 
Departamento de Comunicação e Relações Externas
media@afdb.org

Sobre o Grupo do Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org/pt

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Dia Mundial do Coração 2025: Dra. Rasha Kelej e Primeiras-Damas Africanas e Asiáticas Empoderam Médicos em 52 Países com 925 Bolsas de Estudo Especializadas em Prevenção Cardiovascular, Cardiologia, Diabetes, Endocrinologia e Gestão da Obesidade e do Peso

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

  • A Fundação Merck, em parceria com as Primeiras Damas Africanas e Asiáticas, Ministérios da Saúde e Sociedades Médicas, concedeu um total de 2.400 bolsas de estudo, sendo 925 bolsas de estudo para Diploma de Pós-Graduação de um ano e Mestrado de dois anos em Medicina Cardiovascular Preventiva, Cardiologia, Diabetes, Endocrinologia e Gestão da Obesidade e do Peso; e um programa de bolsas de estudo de um ano para Diabetes e Hipertensão para médicos de 52 países da África, Ásia e América Latina.
  • A Fundação Merck lançou os primeiros livros de histórias e filmes de animação “Pressão de Mark” e “Jude Sem Açúcar”, com o objectivo de conscientizar sobre a prevenção e detecção precoce da Hipertensão e da Diabetes (que são doenças relacionadas) e promover um estilo de vida saudável entre crianças e jovens em África e em outros lugares.

Fundação Merck (www.Merck-Foundation.com), O braço filantrópico da Merck KGaA Alemanha celebra o “Dia Mundial do Coração 2025“, em parceria, com as Primeiras Damas da África e da Ásia, Ministérios da Saúde, Sociedades Médicas e Academia, atarvés do Programa Nacional de Pontos Azuis para Diabetes e Hipertensão.

A Senadora Dra. Rasha Kelej, CEO da Fundação Merck, enfatizou: “Na Fundação Merck, celebramos o Dia Mundial do Coração todos os dias através dos nossos esforços contínuos para fortalecer a capacidade de atendimento à saúde e expandir o acesso a cuidados de qualidade e equitativos em Cardiologia, Prevenção Cardiovascular, Hipertensão e Diabetes, em toda a África, Ásia e América Latina.

Tenho orgulho de partilhar que, em parceria com as nossas Embaixadoras, as Primeiras-Damas da África e Ásia, e parceiros tais como Ministérios da Saúde, Sociedades Médicas e Academia, concedemos 925 bolsas de estudo para médicos de 52 países, para Diploma de Pós-Graduação Online de um ano e Mestrado de dois anos em Prevenção Cardiovascular, Cardiologia, Diabetes, Endocrinologia, Nutrição Clínica e Gestão da Obesidade e do Peso; programa clínico de bolsas de estudo de um ano para Diabetes e Hipertensão; e também um programa especial de Diabetes de 3 meses.  Mestrado em inglês, francês, português e espanhol. Estas bolsas estão a ajudar a construir uma rede sólida de especialistas, atingindo além das grandes cidades e capitais.”

A Fundação Merck já concedeu mais de 2.400 bolsas de estudo para médicos de 52 países em 44 especialidades médicas críticas e carentes.

O Dr. Nakigunda Kiroga, ex-aluno da Fundação Merck da Tanzânia, afirma: “Sou profundamente grato à Fundação Merck pela oportunidade de frequentar o curso de Diploma de Pós-Graduação e o Mestrado em Cardiologia.

O programa de treinamento fortaleceu a minha confiança na avaliação dos riscos cardiovasculares dos pacientes e na aplicação de intervenções baseadas em evidências para reduzi-los. Também ajudou-me a fortalecer as minhas capacidades de investigação. Além disso, o programa de treinamento capacitou-me para melhor educar e orientar os meus pacientes sobre os seus planos de tratamento e as mudanças de estilo de vida que mais beneficiarão sua saúde.

De acordo com a Federação Mundial do Coração, as doenças cardiovasculares (DCV) são a segunda principal causa de morte em África Subsaariana, ceifando a vida de mais de 1 milhão de pessoas todos os anos. De forma alarmante, a hipertensão arterial é responsável por mais da metade de todas as mortes relacionadas a DCV no continente, destacando a necessidade urgente de medidas preventivas e maior conscientização sobre a saúde cardiovascular.

Por isso, a Fundação Merck lançou uma série de iniciativas de conscientização comunitária com o objectivo de promover um estilo de vida saudável e enfatizar a prevenção, a detecção precoce e o tratamento eficaz da diabetes e da hipertensão.

Em parceria com as Primeiras-Damas Africanas, a Fundação Merck lançou livros de histórias infantis e adaptou os filmes de animação “Pressão de Mark” e “Jude Sem Açúcar”.

“Por ocasião do Dia Mundial do Coração de 2025, tenho o prazer de partilhar ‘Pressão de Mark’ e ‘Sugar Free Jude’, os primeiros filmes de animação em África projectados para conscientizar sobre hipertensão, diabetes e a importância de estilos de vida saudáveis ​​entre crianças e jovens em todo o continente e além. Estes filmes são adaptações de nossos livros de histórias infantis e visam inspirar as comunidades a reduzir o consumo de açúcar e sal, praticar exercícios regularmente, consumir alimentos nutritivos e evitar o fumo. Ao promover estes hábitos, podemos combater a diabetes e a hipertensão, que são os principais fatores de risco para complicações graves e doenças cardíacas, e empoderar as gerações futuras a levarem vidas mais saudáveis”, acrescentou a Senadora Dra. Kelej.

Assista ao filme de animação “Pressão de Mark” aqui :

https://apo-opa.co/4gP7X7p

Assista ao filme de animação “Jude Sem Açúcar” aqui:

https://apo-opa.co/48Diznt

O programa televisivo pan-africano da Fundação Merck, “Nossa África“, que é conceituado, produzido, realizado e coapresentado pela Senadora Dra. Rasha Kelej, CEO da Fundação Merck, e conta com a participação de estilistas de moda africanos, cantores e especialistas proeminentes de vários domínios com o objectivo de aumentar a conscientização sobre questões sociais e de saúde, tem episódios dedicados a aumentar a conscientização sobre a diabetes e promover um estilo de vida saudável.

Assista ao episódio sobre promoção de um estilo de vida saudável aqui:

https://apo-opa.co/46KKHTp

Assista ao episódio sobre conscientização sobre diabetes aqui:

https://apo-opa.co/4gLTskB

Todos os episódios de “Nossa África” estão disponíveis nas redes sociais da Senadora Dra. Rasha Kelej (Facebook (http://apo-opa.co/4nCKKri), Instagram (http://apo-opa.co/3WaJ8sS), Twitter (http://apo-opa.co/4710Bdq) e YouTube (http://apo-opa.co/4mEivHG)) e Merck Foundation (Facebook (http://apo-opa.co/4nrtPbf), Instagram (http://apo-opa.co/48GAJVr), Twitter (http://apo-opa.co/42fU3VN) e YouTube (http://apo-opa.co/42jQ2zv)).

A Fundação Merck, juntamente com as Primeiras-Damas Africanas e Asiáticas, lança anualmente os seus prémios para mídia, estilistas de moda, cineastas, músicos, cantores e talentos emergentes destas áreas para promover um estilo de vida saudável e aumentar a conscientização sobre a prevenção e detecção precoce da diabetes e da hipertensão.

Informações sobre os prémios:

1. Prémio de Jornalismo Fundação Merck 2025 “Diabetes e Hipertensão”: Representantes da mídia são convidados a apresentar o seu trabalho por meio de mensagens fortes e influentes para promover um estilo de vida saudável e aumentar a conscientização sobre a prevenção e detecção precoce da diabetes e da hipertensão.

Prazo para submissão: 30 de outubro de 2025.

2. Prémio do Cinema Fundação 2025 “Diabetes e Hipertensão”: Todos os cineastas africanos, estudantes de instituições de formação cinematográfica ou jovens talentos de África são convidados a criar e partilhar um FILME longo ou curto, seja drama, documentário ou docudrama para transmitir mensagens fortes e influentes para promover um estilo de vida saudável e aumentar a consciencialização sobre a prevenção e a detecção precoce da diabetes e da hipertensão.

Prazo para submissão: 30 de outubro de 2025.

3. Prémio de Moda Fundação Merck 2025 “Diabetes e Hipertensão”: Todos os estudantes e estilistas de moda africanos são convidados a criar e partilhar designs para transmitir mensagens fortes e influentes para promover um estilo de vida saudável e aumentar a conscientização sobre a prevenção e detecção precoce da diabetes e da hipertensão.

Prazo para submissão: 30 de outubro de 2025.

4. Prémio da Canção Fundação Merck 2025 “Diabetes e Hipertensão”: Todos os cantores e artistas musicais africanos são convidados a criar e partilhar uma MÚSICA com o objectivo de promover um estilo de vida saudável e aumentar a conscientização sobre a prevenção e detecção precoce da diabetes e da hipertensão.

Prazo para submissão: 30 de outubro de 2025.

As inscrições para todos os prêmios devem ser enviadas por e-mail para:

submit@merck-foundation.com

Distribuído pelo Grupo APO para Merck Foundation.

Contato:
Mehak Handa
Gerente do Programa de Conscientização Comunitária
Telefone: +91 9310087613 / +91 9319606669
Email: mehak.handa@external.merckgroup.com

Junte-se à conversa nas plataformas das nossas mídias sociais e deixe a sua voz ser ouvida:
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Sobre Fundação Merck:
A Fundação Merck, criada em 2017, é o braço filantrópico da Merck KGaA Alemanha e visa melhorar a saúde e o bem-estar das pessoas e impulsionar suas vidas por meio da ciência e da tecnologia. Nossos esforços concentram-se principalmente em melhorar o acesso a soluções de saúde de qualidade e equitativas em comunidades carentes, fortalecer a capacidade em saúde e pesquisa científica, empoderar meninas na educação e empoderar pessoas em STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática), com foco especial em mulheres e jovens. Todos os comunicados de imprensa da Fundação Merck são distribuídos por e-mail ao mesmo tempo em que são disponibilizados no site da Fundação Merck.  Visite www.Merck-Foundation.com para ler mais. Siga as redes sociais da Fundação Merck: Facebook (http://apo-opa.co/4nrtPbf), X (http://apo-opa.co/42fU3VN), Instagram (http://apo-opa.co/48GAJVr), YouTube (http://apo-opa.co/42jQ2zv), Threads (http://apo-opa.co/4nBPKfZ) e Flickr (http://apo-opa.co/3IAeGW0).

A Fundação Merck dedica-se a melhorar os resultados sociais e de saúde de comunidades carentes. Embora colabore com diversos parceiros, incluindo governos, para alcançar os seus objectivos humanitários, a fundação permanece estritamente neutra em questões políticas. Não se envolve nem apoia quaisquer actividades, eleições ou regimes políticos, concentrando-se exclusivamente na sua missão de elevar a humanidade e promover o bem-estar, mantendo uma postura estritamente apolítica em todos os seus esforços.

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A DHL lança os prémios “Exportadores do Ano” na África Subsariana para Pequenas e Médias Empresas (PME)

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

  • Os prémios celebram a excelência e a inovação na exportação em toda a África Subsariana
  • Reconhecer o papel das PME no crescimento das economias regionais

A DHL (www.DHL.com) orgulha-se de anunciar o lançamento inaugural dos Prémios DHL para Exportadores do Ano na África Subsariana (SSA). Os prémios visam reconhecer e celebrar as realizações notáveis das pequenas e médias empresas (PME) em toda a região, realçando o papel crucial que desempenham no crescimento do mercado, no desenvolvimento económico e na promoção das melhores práticas na comunidade do comércio internacional.

Os prémios DHL de Exportador do Ano baseiam-se no compromisso mais alargado da DHL para com o crescimento das PME através do seu programa GoTrade, em que a empresa utiliza a sua rede e liderança global para ajudar os empresários a ultrapassar barreiras como o acesso à formação, financiamento, logística e TIC.

Os prémios estão abertos a PME que estejam formalmente registadas no seu país em toda a região da África Subsariana. As empresas elegíveis devem ter 25 ou menos trabalhadores a tempo inteiro, comercializar ativamente bens e produtos além-fronteiras durante pelo menos 12 meses, exercer a sua atividade de forma sustentável e demonstrar o cumprimento da regulamentação em matéria de comércio internacional.

Sabemos que as PME são a espinha dorsal das sociedades e a força motriz do crescimento económico sustentável. É por isso que estamos entusiasmados por lançar estes prémios sob a bandeira do nosso programa DHL GoTrade, onde defendemos o comércio sustentável das PME em todos os mercados e indústrias. Pretendemos utilizar estes prémios como uma plataforma para celebrar as nossas PME, promover o trabalho incrível que fazem e utilizar a nossa voz para defender a sua participação sustentável no mercado global, afirmou Hennie Heymans, CEO da DHL Express para a África Subsariana.

Os Prémios DHL de Exportadores do Ano serão atribuídos a três categorias distintas:

Prémio Exportador de Excelência ESG: Este prémio distingue os exportadores que demonstram um empenho excecional em práticas ambientais sustentáveis, governação ética e responsabilidade social nas suas operações.

Prémio “Mulher Exportadora do Ano”: Esta categoria reconhece as mulheres exportadoras que demonstram uma liderança excecional, inovação e sucesso na expansão das suas empresas para mercados globais.

Prémio Exportador de Expansão Global: Esta categoria celebra a excelência na expansão do comércio internacional e reconhece as PME que registaram um crescimento significativo em resultado da sua maior participação no comércio global.

Os vencedores receberão um prémio em dinheiro de 4000 € por categoria. Além disso, os vencedores serão reconhecidos numa cerimónia especial no Centro de Inovação da DHL no Dubai, onde terão a oportunidade de trabalhar em rede, trocar ideias e obter informações comerciais dos especialistas e parceiros globais da DHL.

“Os Prémios de Exportadores do Ano são a nossa forma de mostrar o importante papel que as PME desempenham no comércio internacional, porque à medida que as PME crescem, as economias crescem e as vidas das pessoas nas sociedades melhoram. Trata-se de um claro reforço do compromisso da DHL de ligar as pessoas e melhorar as vidas”, afirmou Heymans.

As inscrições para os prémios estão abertas e terminam a 30 de outubro de 2025.

Para entrar nos prémios, clique aqui (https://apo-opa.co/4nthhjL).

Distribuído pelo Grupo APO para DHL Express.

Contacto para a comunicação social:
DHL Express SSA
Lerato Moeletsi-Banda
Telefone: +27 71 352 3300
E-mail: lerato.moeletsi-banda@dhl.com

Siga-nos em:
DHL Africa (https://apo-opa.co/46pUKOK)

Sobre a GoTrade:
O GoTrade é um programa especializado em que a DHL colabora com diferentes parceiros dos setores público e privado para abordar desafios comuns enfrentados pelas PME e para defender o comércio sustentável das PME a nível global.  O programa GoTrade faz uso da rede internacional, do conhecimento e da experiência da DHL para facilitar o comércio e conectar PME em todo o mundo com oportunidades de crescimento. Através do desenvolvimento de capacidades e da defesa do comércio, o programa GoTrade permite que as pequenas empresas participem de forma sustentável no mercado global e impulsionem o crescimento económico dos países onde operam.

DHL – A empresa de logística para o mundo:
A DHL é a marca global líder no setor da logística. As nossas divisões DHL facultam um portefólio incomparável de serviços logísticos que vão desde a entrega nacional e internacional de encomendas, a remessa de comércio eletrónico, soluções de processamento e transporte expresso internacional, rodoviário, aéreo e marítimo até à gestão da cadeia de abastecimento industrial. Com aproximadamente 400.000 funcionários em mais de 220 países e territórios em todo o mundo, a DHL liga pessoas e empresas de forma segura e fiável, permitindo fluxos comerciais globais sustentáveis. Com soluções especializadas para mercados e indústrias em crescimento, incluindo tecnologia, ciências da vida e cuidados de saúde, engenharia, produção e energia, automobilidade e retalho, a DHL está decisivamente posicionada como “A empresa de logística para o mundo”. A DHL faz parte do Grupo DHL. O Grupo gerou receitas de aproximadamente 84,2 mil milhões de euros em 2024. Com práticas empresariais sustentáveis e um compromisso para com a sociedade e o ambiente, o Grupo dá um contributo positivo para o mundo. O Grupo DHL tem como objetivo alcançar uma logística com emissões líquidas nulas até 2050.

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Cabo Verde celebra o Dia Mundial do Turismo 2025 com foco na transformação sustentável

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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No dia 27 de setembro assinala-se o Dia Mundial do Turismo, com o tema “Turismo e Transformação Sustentável”, escolhido pela Organização Mundial do Turismo (OMT). Cabo Verde celebra esta data, reafirmando o turismo como um dos pilares estratégicos do seu desenvolvimento económico, social e cultural.

Em 2024, o setor turístico nacional alcançou resultados históricos, consolidando a sua posição como motor do crescimento do país. Os estabelecimentos hoteleiros receberam 1.177.467 hóspedes, mais 16,5% do que em 2023. As dormidas atingiram 5.651.774, crescendo 9,7% em relação ao ano anterior O sector do turismo representou 70% das exportações do país nesse ano transato.

Para Ministro do Turismo e Transportes, José Luís Sã Nogueira, “o setor do turismo oferece inúmeras oportunidades para um desenvolvimento equilibrado, inclusivo e centrado nas pessoas, potenciando economias resilientes, acelerando a ação climática e dando maior sustentabilidade ao planeta”.

“Queremos reforçar o firme propósito de posicionar Cabo Verde como um destino global de turismo sustentável, inclusivo e diversificado, apostando nos recursos paisagísticos, humanos e culturais do país, sempre alinhados com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável”, afirmou o governante.

Olhando para o futuro, o Ministério aposta na diversificação da oferta turística. A implementação do Programa Operacional do Turismo (POT 2022–2026) reflete este compromisso, por exemplo, com investimentos superiores a 4,7 milhões de contos destinados às ilhas mais vocacionadas para o turismo rural e de natureza.

O Governo, através do Ministério do Turismo e Transportes está empenhado em estratégias de diversificação e sustentabilidade e Cabo Verde celebra este Dia Mundial do Turismo com orgulho pelos feitos alcançados e com uma visão clara para um futuro onde o turismo continua a ser uma força motriz para o desenvolvimento inclusivo e sustentável, oferecendo experiências autênticas e memoráveis a todos os seus visitantes.

O Ministério do Turismo e Transportes, no âmbito das comem orações do Dia Mundial do Turismo, realizou a III Conferência Internacional de Turismo Rural e de Natureza, em São Jorge, município de São Lourenço dos Órgãos, ilha de Santiago, no dia 19 de setembro, reunindo especialistas, operadores turísticos, parceiros internacionais e comunidades locais, onde  debaterem as estratégias sobre o futuro do turismo em Cabo Verde e não só.

Desde 27 de setembro de 1980, que é celebrado pela Organização Mundial do Turismo como o Dia Mundial do Turismo. Foi estabelecido pela terceira conferência da Assembleia Geral da OMT em Torremolinos, em setembro de 1979. A adoção destes Estatutos é considerada um marco no turismo global.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.