Presidente da República (PR) Interina recebe Academia Internacional de Socorrismo e Atendimento pré-hospitalar de Cabo Verde

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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A Presidente da República interina, Janira Hopffer Almada, recebeu em audiência, esta segunda-feira, uma delegação da Academia internacional de socorrismo e Atendimento pré-Hospitalar de Cabo Verde, liderada pelo Presidente do conselho executivo e Diretor- Geral, Yancey Heredia.

Durante o encontro, a delegação expressou preocupação com a escassez de profissionais de atendimento pré-hospitalar no país e a dependência de especialistas estrangeiros para ações de capacitação profissional, defendendo o estabelecimento de parcerias pelas instituições públicas nacionais para a estruturação do setor.

A Presidente da República interina sublinhou, no encontro, a importância da Proteção Civil, que deve merecer uma atenção muito particular em Cabo Verde, tendo em conta a geografia nacional e os condicionalismos da estruturação do setor.

Neste âmbito, Janira Hopffer Almada também assinalou a pertinência das parcerias público-privadas em áreas específicas, considerando-as importantes para aumentar a eficácia das ações e reforçar a capacidade de resposta no setor.

Distribuído pelo Grupo APO para Presidência da República de Cabo Verde.

Mineração, justiça territorial e direitos das comunidades em debate em Coimbra

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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A relação entre a exploração mineira, os direitos das comunidades e a distribuição dos benefícios económicos está no centro dos debates do XI Congresso Internacional de Direitos Humanos de Coimbra, que decorre de 13 a 15 de Outubro, em Portugal. O simpósio dedicado à justiça territorial reúne investigadores de África, Europa e América para analisar os desafios sociais, económicos e institucionais enfrentados pelos territórios afectados pela actividade extractiva.

A coordenação científica do encontro conta com a participação de Manuel Fernando Ngury, Assessor da Direcção Executiva de Qualidade e Sustentabilidade da Sociedade Mineira de Catoca, que desenvolve investigação académica sobre a articulação entre mineração, desenvolvimento territorial e direitos das comunidades. A iniciativa resulta da continuidade de estudos dedicados à governação dos territórios mineiros e aos impactos da exploração dos recursos naturais.

Entre os principais temas em discussão figuram a justiça territorial, a fiscalidade extractiva, o conteúdo local, a responsabilidade social das empresas e os mecanismos de governação democrática aplicados às regiões mineiras. Os participantes procuram identificar soluções que permitam transformar a riqueza gerada pelos recursos minerais em benefícios concretos para as populações das áreas de exploração, assegurando uma repartição mais equilibrada dos ganhos económicos.

Para Angola, um dos principais produtores mineiros do continente africano, as reflexões em curso assumem particular relevância. A discussão sobre boa governação, responsabilidade empresarial e desenvolvimento territorial surge numa conjuntura em que o sector procura reforçar o seu contributo para o crescimento económico, a inclusão social e a melhoria das condições de vida das populações residentes nas zonas mineiras, consolidando uma exploração cada vez mais sustentável e geradora de valor para o País.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Angola.

Angola: Secretária De Estado Para A Juventude Prestigia A Abertura Do Curso De Defesa E Segurança Nacional Para Lideranças Juvenis

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

A Secretária de Estado para a Juventude, Danila Bragança, em representação do Ministro da Juventude e Desportos, Rui Falcão Pinto de Andrade, presidiu nesta terça-feira, 13 de Outubro, à abertura do Curso de Defesa e Segurança Nacional para Lideranças Juvenis, no município do Kilamba Kiaxi, província de Luanda.

Promovida pelo Instituto Angolano da Juventude (IAJ), em parceria com o Instituto de Defesa Nacional (IDN), no âmbito do programa “Mais Cidadania, Mais Angola”, a formação visa dotar os jovens de conhecimentos sobre Defesa e Segurança Nacional, reforçando a sua consciência cívica e capacidade de identificar e prevenir riscos e ameaças à sociedade.

A iniciativa destaca a importância de preparar lideranças juvenís conscientes e informadas, capazes de contribuir para a promoção da paz, da estabilidade social, da cidadania responsável, da cultura de paz e da preservação dos interesses nacionais.

A cultura de paz assenta no respeito pelos direitos humanos, no diá., na tolerância, na solidariedade e na resolução pacífica dos conflitos.

Durante a sua intervenção, a Secretária de Estado para a Juventude, apelou aos jovens para assumirem um papel activo na construção de uma sociedade mais segura, coesa e orientada pelos valores da cultura de paz, incentivando-os a partilhar os conhecimentos adquiridos nas suas comunidades.

A cerimónia contou também com a presença dos Directores Gerais do Instituto Angolano da Juventude , Joaquim Caiombo, e do Instituto de Defesa Nacional , Hélder Cafala.

A iniciativa reafirma o compromisso do Ministério da Juventude e Desportos com a capacitação das novas gerações e o fortalecimento da participação juvenil na construção e defesa de uma Angola mais segura, pacífica e desenvolvida.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Angola.

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MIREMPET E Swakop Abordam Potencial De Urânio Em Angola

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O encontro serviu para fazer o ponto de situação do Acordo de Desenvolvimento de Projecto estabelecido entre a Swakop e a Sonangol, destinado a identificar o potencial deste recurso, em colaboração com o Instituto Geológico de Angola (IGEO).

À margem do encontro, o Vice-Presidente da Swakop, Irvinne Simataa, recordou que, durante uma reunião realizada em Fevereiro do corrente ano, na Cidade do Cabo, África do Sul, no âmbito da Indaba Mining, foi assumido o compromisso de identificar potenciais alvos de exploração antes do final de 2026, tendo a audiência desta terça-feira, servido para apresentar o balanço dos progressos alcançados.

“Há um enorme potencial neste país e a nossa empresa, em parceria com a Sonangol, está pronta para ajudar Angola a concretizar estas perspectivas”, afirmou.

A Swakop Uranium é empresa mineira, detida em 90% pela Taurus Minerals Limited, uma sociedade conjunta do China General Nuclear Power Group (CGN) e da China-Africa Development Fund, e em 10% pelo Estado namibiano, através da empresa pública Epangelo Mining Company.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Angola.

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Rotas de migração para a Europa estendem-se até Guiné-Bissau, diz agência da Organização das Nações Unidas (ONU)

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

Uma agência das Nações Unidas alerta para o aumento de riscos e perigos em rotas de migração para a Europa que saem da África.

O aumento de fiscalizações ao longo da costa noroeste da África não conteve a tentativa de milhares de pessoas de reconstruir suas vidas na Europa, mas empurrou o perigo ainda mais para o sul. E neste novo cenário, um país de língua portuguesa passou a integrar a lista de trânsito de traficantes de seres humanos: a Guiné-Bissau.

Redução numérica oculta realidade

Em um alerta sobre a nova configuração das rotas migratórias, a Organização Internacional para Migrações, OIM, revela que a travessia pelo Atlântico se tornou bem mais longa, incerta e letal.

Embora as chegadas de migrantes saídos de quatro importantes países de origem da África Ocidental tenham caído 59% no semestre anterior em comparação com o mesmo período do ano passado, a redução numérica esconde uma realidade preocupante.

A agência revela que as pressões socioeconômicas e de segurança que impulsionam o deslocamento humano seguem intactas. 

O bloqueio de pontos tradicionais de embarque no Marrocos, na Mauritânia e no Senegal não interrompeu as viagens, mas sim migrou o fluxo para territórios mais ao sul, como Gâmbia, Guiné-Conacri e Guiné-Bissau.

Com a alteração geográfica, o custo humano não tem precedentes. Ao partir de posições mais a sul, a rota alternativa acresce 650 km a um trajeto já desgastante, fazendo com que a travessia oceânica alcance 2,2 mil quilômetros.

Embarcações precárias e riscos iminentes

Com isso, os migrantes ficam expostos por períodos longos ao alto-mar, partindo de litorais isolados em embarcações precárias e enfrentando riscos iminentes de naufrágio, desidratação extrema e desaparecimento nas águas do Atlântico.

Como destaca a diretora-geral da OIM, Amy Pope, a diminuição de registros em uma determinada praia não reflete o fim da urgência migratória, mas sim a sua invisibilização e o deslocamento da tragédia.

Perigos mortais da travessia

A Rota Atlântica Ocidental permanece como a principal via de acesso, reunindo a grande maioria dos desembarques registrados na Europa no início do ano, enquanto as vias pelo Mediterrâneo Ocidental e Central voltam a indicar aumentos proporcionais preocupantes.

Em meio a um cenário em que a repressão nas fronteiras apenas amplia os perigos mortais da travessia, a OIM reforça que a única resposta sustentável está na cooperação transfronteiriça integrada.

Para a agência, salvar vidas no mar exige unir a proteção imediata aos direitos humanos ao investimento real em oportunidades para a juventude e ao fortalecimento das comunidades de origem e trânsito ao longo de toda a região.

Distribuído pelo Grupo APO para UN News.

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O Afreximbank vai organizar a sexta Conferência de Investimento da Africana de Governos Subsoberanos (AfSNET) na Nigéria para promover o investimento e o comércio a nível subsoberano

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) (www.Afreximbank.com), em parceria com o Governo do Estado de Cross River, o Fórum dos Governadores da Nigéria (NGF) e o Fórum das Agências Estaduais de Promoção do Investimento na Nigéria (FoSIPAN), irá organizar a sexta Conferência de Investimento da Rede Africana de Governos Subsoberanos (AfSNET) em Calabar, no Estado de Cross River, Nigéria, de 12 a 14 de Novembro de 2026, reunindo governos subsoberanos africanos, investidores, instituições financeiras e parceiros de desenvolvimento para impulsionar projectos prontos para investimento, parcerias e oportunidades de comércio intra-africano em todo o continente.

A conferência terá lugar no Centro Internacional de Convenções de Calabar, sob o tema “O papel dos governos subsoberanos na catalisação do desenvolvimento através do comércio e do investimento”.

Criada pelo Afreximbank em 2021, a AfSNET constitui uma plataforma estruturada para que os estados, províncias, condados, municípios e outras autoridades subsoberanas africanas apresentem oportunidades de investimento, envolvam investidores e financiadores, reforcem as capacidades de desenvolvimento de projectos e contribuam mais directamente para o comércio intra-africano, a industrialização e a implementação da Zona de Comércio Livre Continental Africana (ZCLCA). Trata-se de uma plataforma para levar a ZCLCA e os produtos do Afreximbank às comunidades locais.

Desde a sua criação, a AfSNET reuniu mais de 1.400 delegados ao longo de cinco edições, com 21 países africanos representados, e facilitou mais de 3,2 mil milhões de USD em oportunidades de investimento e transacções.

Estas oportunidades de investimento incluem o projecto da Med Aditus Pharmaceuticals, no valor de 40 milhões de USD, em Kisumu, Quénia, que se encontra em fase de preparação e prevê uma unidade de produção com capacidade para fabricar, pelo menos, dois mil milhões de comprimidos e cápsulas por ano para o tratamento de doenças não transmissíveis.

Na Nigéria, o Governo do Estado de Cross River nomeou o Afreximbank como consultor financeiro para o desenvolvimento do projecto do Porto Marítimo de Águas Profundas de Bakassi, no valor de 1,7 mil milhões de USD, que tem o potencial de reforçar a conectividade do comércio marítimo e apoiar o desenvolvimento industrial e logístico. O projecto do porto marítimo está a ser desenvolvido em parceria com a Plataforma Industrial Integrada da ARISE (ARISE IIP), uma empresa pan-africana de desenvolvimento e operação de infra-estruturas e parceira estratégica do Banco.  Na África do Sul, o projecto de Metais Leves de Nyanza, no valor de 871 milhões de USD, encontra-se em fase de desenvolvimento e envolve uma fábrica de pigmentos de dióxido de titânio com uma capacidade anual prevista de 80 000 toneladas métricas, apoiando a beneficiação do minério e a industrialização.

A conferência de 2026 dará continuidade ao foco da AfSNET na promoção do investimento, preparação de projectos e envolvimento directo entre governos subsoberanos, investidores e parceiros de desenvolvimento.  As edições anteriores constituíram oportunidades para os governos apresentarem projectos, reforçarem as suas capacidades de promoção do investimento e estabelecerem contactos com potenciais investidores.

Na sexta edição, em Calabar, o foco incidirá cada vez mais na conversão do potencial de investimento em projectos e transacções financiáveis.

O programa de três dias incluirá formação em promoção de investimento, workshops de preparação de projectos, apresentações de oportunidades de investimento, debates sobre Zonas Económicas Especiais, salas de negociação entre empresas e governos e sessões de apresentação de propostas de investimento concebidas para ligar directamente os governos subsoberanos a financiadores e investidores. As sessões irão ainda explorar oportunidades no turismo e na economia criativa, infra-estruturas facilitadoras do comércio e integração económica regional.

Ao comentar sobre a conferência, S. Ex.ª o Senador Bassey Otu, Governador do Estado de Cross River, Nigéria, comentou: “A organização da sexta Conferência de Investimento da AfSNET constitui para o Estado de Cross River uma importante oportunidade para interagir com investidores africanos e internacionais, demonstrar a amplitude das oportunidades de investimento no Estado e estabelecer parcerias que possam apoiar o desenvolvimento económico sustentável. Estamos ansiosos por receber governos, empresas, financiadores e parceiros de desenvolvimento em Calabar e por demonstrar o importante papel que os governos subsoberanos podem desempenhar na promoção do comércio e do investimento no âmbito da ZCLCA.”

Destacando o importante papel que os governos subsoberanos desempenham nos seus respectivos países, a Sr.ª Kanayo Awani, Vice-Presidente Executiva para o Comércio Intra-Africano e Desenvolvimento das Exportações do Afreximbank, afirmou: “Os governos subsoberanos são fundamentais para a transformação económica de África, pois é neles que, em última análise, se realiza grande parte da produção, do desenvolvimento de infra-estruturas e do investimento do continente. Através da AfSNET, estamos a criar uma plataforma prática através da qual os estados, províncias e condados podem reforçar a preparação de projectos, ligar oportunidades viáveis ao capital e desenvolver a capacidade produtiva necessária para expandir o comércio intra-africano. A sexta Conferência de Investimento da AfSNET dará, por isso, especial ênfase a projectos financiáveis, mobilização de investimento e parcerias que possam apoiar a industrialização, a criação de valor acrescentado e cadeias de valor regionais mais fortes.”

O Afreximbank reconhece que os governos subsoberanos são fundamentais para a implementação da ZCLCA, devido à sua proximidade com as empresas locais, as infra-estruturas, os setores produtivos e as comunidades. A AfSNET tem como objectivo ajudar a traduzir as ambições comerciais continentais em investimento produtivo e actividade económica nos estados, províncias e condados de África, reforçando a preparação de projectos, a promoção do investimento e o acesso ao capital.

Por conseguinte, a conferência de 2026 procura reforçar as ligações práticas entre as oportunidades de investimento e o capital, proporcionando ao mesmo tempo às autoridades participantes o conhecimento, os contactos e as ferramentas necessárias para desenvolver projectos capazes de atrair financiamento a longo prazo.

Distribuído pelo Grupo APO para Afreximbank.

Contacto para a Imprensa:
Vincent Musumba
Gestor de Comunicações e Eventos (Relações com a Imprensa)
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Sobre o Afreximbank:
O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) é uma instituição financeira multilateral pan-africana com mandato para financiar e promover o comércio intra e extra-africano. Há mais de 30 anos que o Banco utiliza estruturas inovadoras para oferecer soluções de financiamento que apoiam a transformação da estrutura do comércio africano, acelerando a industrialização e o comércio intra-regional, impulsionando assim a expansão económica em África. Apoiante firme do Acordo de Comércio Livre Continental Africano (ACLCA), o Afreximbank lançou um Sistema Pan-Africano de Pagamento e Liquidação (PAPSS) que foi adoptado pela União Africana (UA) como plataforma de pagamento e liquidação para sustentar a implementação da ZCLCA. Em colaboração com o Secretariado da ZCLCA e a UA, o Banco criou um Fundo de Ajustamento de 10 mil milhões de dólares para apoiar os países que participam de forma efectiva na ZCLCA. No final de Dezembro de 2025, o total de activos e passivos contingentes do Afreximbank atingiu mais de 48,5 mil milhões de USD, e os seus fundos próprios totalizaram 8,4 mil milhões de USD. O Afreximbank tem notações de grau de investimento atribuídas pela China Chengxin International Credit Rating Co., Ltd (CCXI) (AAA), pela GCR (A), pela Japan Credit Rating Agency (JCR) (A-) e pela Moody’s (Baa2)  e pela S&P Global Ratings (BBB+). O Banco tem a sua sede em Cairo, Egipto.

Para mais informações, visite: www.Afreximbank.com.

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Hannah O’Leary, antiga diretora do departamento de Arte Africana Moderna e Contemporânea da Sotheby’s, vai apresentar a sua empresa independente, a Hannah O’Leary Fine Art (HOLFA), na Feira de Arte Africana Contemporânea 1-54, em Londres

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

Hannah O’Leary, antiga vice-presidente sénior e diretora do departamento de Arte Africana Moderna e Contemporânea da Sotheby’s, lançou a Hannah O’Leary Fine Art (HOLFA) (https://www.HOLFA.co.uk/), uma empresa independente sediada em Londres que oferece aos colecionadores uma nova forma de comprar e vender arte africana. A HOLFA é especializada na venda privada, no mercado secundário, de arte africana moderna e contemporânea, complementada por serviços de consultoria e aconselhamento em leilões para colecionadores particulares, espólios e instituições.

Estreia na 1-54 de Londres

A HOLFA faz a sua estreia pública na Feira de Arte Africana Contemporânea 1-54, em Londres, de 15 a 18 de outubro, no âmbito do programa «1-54 Presents». O’Leary irá apresentar obras de sete importantes modernistas africanos: Skunder Boghossian (Etiópia), Gerard Sekoto (África do Sul), Sam Ntiro (Tanzânia), Papa Ibra Tall (Senegal), Uzo Egonu (Nigéria), Kofi Antubam (Gana) e Bertina Lopes (Moçambique).

«Estes contam-se entre os artistas africanos mais importantes do século XX — figuras que se envolveram nos movimentos de independência locais, no pan-africanismo e no modernismo global, e cuja obra merece ser considerada a par da dos seus pares internacionais», afirmou O’Leary. «No entanto, surpreendentemente, para vários deles, esta será a primeira vez que o seu trabalho é exibido numa feira de arte internacional. Isto mostra bem o quanto ainda falta fazer para que estes mestres obtenham o reconhecimento que merecem.»

Duas décadas a desenvolver o mercado internacional

Ao longo de duas décadas, O’Leary tem desempenhado um papel de destaque na construção do mercado internacional de arte africana moderna e contemporânea. Foi cofundadora dos leilões de arte africana na Bonhams em 2006 e, na sequência de um processo de seleção internacional em 2016, foi recrutada pela Sotheby’s para criar e dirigir o seu departamento de Arte Africana Moderna e Contemporânea. Durante o seu mandato, estabeleceu mais de 200 recordes mundiais em leilões relativos a artistas africanos e supervisionou os leilões de arte africana contemporânea que geraram as maiores receitas de sempre. Ao longo de todo este período, trabalhou em estreita colaboração com colecionadores, artistas, académicos e instituições para promover um maior reconhecimento internacional de artistas cuja importância histórica nem sempre se tinha refletido no mercado.

«A maior parte da arte africana do século XX continua a ser vendida em leilões», acrescentou O’Leary. «O que tem faltado aos colecionadores é o aconselhamento independente de alguém que conheça todo o continente, e não apenas um único mercado nacional – e uma forma dedicada e discreta de comprar e vender a título privado. É isso que a HOLFA oferece.»

O que a HOLFA oferece

A HOLFA centra-se no mercado secundário: obras que já se encontram em coleções particulares, espólios e acervos institucionais, muitas vezes fora do circuito das galerias do mercado primário. As vendas privadas constituem o cerne da empresa, apoiadas por serviços de consultoria em todas as fases do percurso do colecionador:

  • Vendas privadas: vendas e aquisições discretas, fora do mercado, de obras com qualidade de museu, com acesso a peças raramente disponíveis no mercado aberto.
  • Aconselhamento em leilões: orientações sobre se, quando e onde vender ou licitar, bem como sobre a negociação de condições com as casas de leilões.
  • Assessoria em coleções: apoio a colecionadores, family offices, fundos fiduciários e espólios em matéria de estratégia de aquisição, alienação de obras, gestão de coleções, avaliações, empréstimos internacionais a museus e planeamento sucessório.
  • Assessoria institucional: análise de mercado, estratégia de coleção e apoio à aquisição para museus e fundações.
  • Acesso global: apresentação de artistas e obras de arte internacionais aos colecionadores africanos através da rede de O’Leary.

Um mercado em evolução

A carreira de O’Leary no mundo dos leilões decorreu em paralelo com a crescente presença de África no mercado global de arte, e tem assistido a uma mudança significativa na forma como a arte africana é colecionada, exposta e comercializada a nível internacional. Os colecionadores de toda a África e da diáspora reuniram coleções notáveis e procuram cada vez mais os serviços de consultoria há muito estabelecidos na Europa e nos Estados Unidos, mas com um conhecimento verdadeiramente aprofundado nesta área. Uma nova geração de colecionadores está também a entrar no mercado a um nível elevado.

Para obter mais informações ou para marcar uma consulta confidencial, visite https://www.HOLFA.co.uk/ ou envie um e-mail para info@holfa.co.uk.

Distribuído pelo Grupo APO para Hannah O’Leary Fine Art (HOLFA) Ltd..

Contacto de imprensa:
marie@apo-opa.com

Sobre Hannah O’Leary: 
Hannah O’Leary é fundadora e diretora da Hannah O’Leary Fine Art (HOLFA). Iniciou a sua carreira na Sotheby’s, na Irlanda e na Austrália, antes de ingressar na Bonhams, em Londres, em 2006, onde cofundou e dirigiu os leilões de arte africana durante uma década. Em 2016, foi contratada pela Sotheby’s para criar e dirigir o seu departamento de Arte Africana Moderna e Contemporânea.

Faz parte do Conselho da Royal African Society, do Conselho de Administração da Fundação Norval, do Comité da Bienal Drawing Room, do Conselho Internacional de Arte da TOP CHARITY e do Conselho Consultivo do Africa Soft Power Project, e preside ao Grupo Consultivo da Film Africa. É regularmente convidada a intervir em instituições e eventos como o FMI, o Milken Global, a Royal Academy, a Haus der Kunst, o Pérez Art Museum Miami e a Bienal de Veneza, e é frequentemente consultada pela imprensa generalista, incluindo a BBC, a CNN, a NPR, a Vogue, o Wall Street Journal, o New York Times e o Guardian.

Sobre a HOLFA:
Fundada em Londres em 2026, a Hannah O’Leary Fine Art (HOLFA) é uma empresa independente especializada na venda privada, no mercado secundário, de arte africana moderna e contemporânea, prestando serviços de consultoria e aconselhamento em leilões a colecionadores particulares, family offices, fundos fiduciários, espólios e instituições em todo o mundo. Com base em duas décadas de experiência na construção do mercado internacional neste setor, a HOLFA oferece acesso discreto a obras com qualidade de museu e orientação personalizada, assente na investigação académica, no conhecimento do mercado e na independência.

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CEO da ACG Paulo J. Cruz intervirá na Angola Access & Investment Conference 2026 em Luanda sobre como os Distritos Desportivos e de Entretenimento podem impulsionar o Crescimento Económico Inclusivo em toda a África

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

African Collaborations Group (ACG) (www.ACGafrica.com), a principal plataforma estratégica de originação de projetos e colaboração focada na industrialização do desporto em África através da originação de ecossistemas bancáveis de distritos desportivos e de entretenimento, anunciou hoje que o seu CEO, Paulo J. Cruz, intervirá na Angola Access & Investment Conference 2026 (AAIC) (www.aaic.ao) em Luanda, Angola, de 14 a 17 de outubro de 2026.

A AAIC é organizada pela Expo Connect Angola em parceria com a Skyliam Properties, o Grupo Cópia e a Angolan Business Beyond Borders, com o apoio da Câmara de Comércio e Indústria Angola-Moçambique (CCIAM) e do Ministério do Turismo e do Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social de Angola. A conferência reúne ministros, embaixadores, CEOs, investidores, bancos de desenvolvimento e líderes empresariais de mais de 60 mercados internacionais.

Paulo Cruz abordará como a originação pela ACG de distritos desportivos e de entretenimento integrados contribui diretamente para o crescimento económico inclusivo. A sua intervenção focar-se-á em como as infraestruturas desportivas, quando concebidas como um ecossistema urbano financeiramente autossustentável, se tornam um catalisador para a criação de emprego em larga escala, o desenvolvimento de competências, infraestruturas acessíveis e a diversificação económica de longo prazo.

O foco da AAIC na acessibilidade e inclusão alinha-se diretamente com a abordagem da ACG ao desenvolvimento de distritos desportivos e de entretenimento. Um Victory District™ é concebido desde a sua incepção para servir a comunidade mais ampla possível: criando emprego permanente em dezenas de profissões, proporcionando instalações profissionais de treino desportivo para jovens atletas e gerando atividade económica que beneficia os bairros circundantes durante todo o ano.

«A infraestrutura desportiva tem o poder de ser um dos ativos económicos mais inclusivos que um país pode construir», afirmou Paulo J. Cruz, CEO da ACG. «Um Victory District™ não cria apenas estádios. Cria milhares de empregos permanentes, desde a hotelaria à produção audiovisual, do coaching desportivo à gestão de instalações. Cria percursos de formação para jovens atletas. E cria um ecossistema urbano que gera atividade económica 365 dias por ano. Isso é crescimento inclusivo na prática, não na teoria. É uma honra partilhar essa visão na AAIC ao lado de alguns dos investidores e decisores mais influentes de África.»

O programa da AAIC inclui cerimónias oficiais de assinatura de Memorandos de Entendimento, rondas de investimento B2B, networking executivo VIP com líderes governamentais e empresariais de topo em 10 Business Lounges dedicados, e a inauguração da primeira fábrica de tecnologia assistiva de Angola. A conferência abrange setores prioritários incluindo energia, mineração, turismo acessível, agricultura, logística, saúde e infraestruturas.

O modelo Victory District™ da ACG é concebido para originar distritos desportivos e de entretenimento integrados e de uso misto, que vão além dos modelos de desenvolvimento de local único. Cada distrito combina estádios, arenas cobertas, academias de treino, hotéis, centros de conferências, comércio, entretenimento, residêncial e espaços comerciais num único empreendimento masterplanificado, financiado por capital privado e institucional sem dependência de subsídios públicos.

Paulo Cruz traz mais de 28 anos de experiência em África, no Médio Oriente e na Europa na originação, estruturação e entrega de iniciativas de infraestruturas, urbanização e desenvolvimento imobiliário de grande escala. Antes da ACG, exerceu o cargo de Vice-Presidente Sénior no DAMAC Group, o maior promotor imobiliário privado do Médio Oriente, e como CEO do Grupo LandAfrique, uma plataforma de desenvolvimento panafricana focada em parques industriais, infraestruturas, habitação e projetos energéticos na África Subsariana.

Distribuído pelo Grupo APO para African Collaborations Group (ACG).

Contacto de media:
marie@apo-opa.com

Sobre a African Collaborations Group (ACG):
African Collaborations Group (ACG) (www.ACGafrica.com) é a principal plataforma estratégica de originação de projetos e colaboração focada na industrialização do desporto em África através da originação de ecossistemas bancáveis de distritos desportivos e de entretenimento. Ao convocar governos, parceiros do setor privado, instituições financeiras de desenvolvimento, atores do desporto e do entretenimento e instituições académicas, a ACG cria percursos estruturados que transformam conceitos em projetos de distritos investíveis e entregáveis em todo o continente.

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Angola: Ministro Avalia Condições de Funcionamento dos Serviços de Justiça no Uíge e no Negage

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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No quadro da visita de trabalho à província do Uíge, o Ministro da Justiça e dos Direitos Humanos, Marcy Lopes, visitou os Serviços de Justiça dos municípios do Negage e do Uíge para avaliar a capacidade técnica e logística das instituições e acompanhar o funcionamento dos serviços.

No município do Negage, o Ministro inteirou-se das condições do serviço de Identificação, que recebeu, este ano, um equipamento de impressão local de Bilhetes de Identidade, destinado a reforçar a capacidade de resposta às necessidades da população.

Já na cidade do Uíge, acompanhou os trabalhos desenvolvidos pelas equipas locais, com destaque para a brigada itinerante que assegura a massificação da emissão do Bilhete de Identidade.

Durante as visitas, o Ministro transmitiu orientações para a melhoria do desempenho dos serviços, o reforço da capacidade de atendimento e a criação de melhores condições de trabalho para os funcionários, com vista à prestação de serviços de Justiça mais eficientes e próximos dos cidadãos.
GCII do MINJUSDH em Luanda aos 09 de Outubro de 2026.

Distribuído pelo Grupo APO para Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos, Angola.

Cabo Verde e Fundo Saudita para o Desenvolvimento querem aprofundar cooperação e preparar novo pacote de financiamento

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

Os laços económicos entre Cabo Verde e o Fundo Saudita para o Desenvolvimento estão cada vez mais estreitos, como indicia, de resto, a mais recente missão do Governo cabo-verdiano às Reuniões Anuais do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Grupo Banco Mundial de 2026, que decorrem de 12 a 18 de outubro, em Banguecoque, na Tailândia.

À margem deste encontro internacional, o Ministro da Coordenação de Projetos Especiais e Acesso a Fundos, José Carlos Varela Moniz, manteve um encontro com os representantes do Fundo Saudita para o Desenvolvimento, com o objetivo de agradecer a parceria existente, avaliar os projetos em curso e explorar novas oportunidades de cooperação, tendo em conta as prioridades do novo Governo.

Em declarações à margem da reunião, José Carlos Varela Moniz manifestou confiança no aprofundamento das relações entre Cabo Verde e a instituição saudita e realçou o interesse em construir um novo pacote de financiamento orientado para projetos estratégicos de desenvolvimento do país.

“Fizemos o convite para estarem em Cabo Verde, para, em pormenor e in loco, falarmos sobre projeto e projeto, ideia e ideia e aí construirmos, sim, um novo pacote de financiamento para Cabo Verde”, afirmou.

Segundo o Ministro, o encontro permitiu apresentar as prioridades do novo Governo e alargar o diá. a diferentes setores, com destaque para a mobilização de água, a agricultura, as pescas, os transportes marítimos e aéreos e a conectividade.

No domínio da água, o Ministro sublinhou a intenção de dar continuidade aos projetos de mobilização dos recursos hídricos, nomeadamente através das barragens e de soluções adicionais de abastecimento de água, consideradas fundamentais para responder aos desafios do país e reforçar as condições de desenvolvimento económico e social.

José Carlos Varela Moniz salientou ainda que o diá. com o Fundo Saudita para o Desenvolvimento deverá permitir identificar novas possibilidades de apoio técnico e financeiro, alinhadas com as prioridades definidas pelo Executivo.

“É um país que nos pode ajudar, tecnicamente e financeiramente e, por isso, mesmo estivemos cá e fizemos questão de falar com eles e agradecer pela parceria”, afirmou.

José Carlos Varela Moniz mostrou-se ainda confiante nas perspetivas de reforço da cooperação, tendo considerado que a abertura do novo Governo a novas perspetivas e projetos poderá criar condições favoráveis à mobilização de mais recursos para o desenvolvimento de Cabo Verde.

Os representantes do Fundo Saudita, salientou, manifestaram a disponibilidade para aprofundar a análise das possibilidades de apoio e preparar propostas mais concretas, a serem discutidas durante uma futura visita a Cabo Verde.

Esta deslocação a Cabo Verde deverá permitir uma análise mais detalhada, setor a setor, dos projetos suscetíveis de financiamento e a identificação das áreas em que a parceria poderá ser reforçada, tendo em conta as necessidades e os objetivos estratégicos do país.

A missão cabo-verdiana às Reuniões Anuais do FMI e do Grupo Banco Mundial integra, além do ministro José Carlos Varela Moniz, a secretária de Estado das Finanças, Maria José Lopes, na qualidade de Governadora Alterna junto do FMI, entre outros representantes do Governo.

Futuro promissor para a cooperação

A perspetiva de aprofundamento da cooperação foi igualmente reafirmada pelo Diretor-Executivo Adjunto do Fundo Saudita para o Desenvolvimento (CEO), Faisal Al-Kahtani, que manifestou otimismo quanto ao futuro das relações com Cabo Verde, sobretudo, nos setores da água, da agricultura e da conectividade.

“Prevejo um futuro promissor para a cooperação para o desenvolvimento entre Cabo Verde e o meu país, no setor da água, agricultura e conectividade, que são importantes. Como sabemos, o arquipélago é formado por 10 ilhas e a conectividade é crucial para o Governo. Consideraremos, juntamente com o nosso parceiro, o financiamento de alguns destes projetos, no domínio da água ou conectividade”, afirmou.

Questionado sobre a disponibilidade da instituição para aprofundar a relação com Cabo Verde, Faisal Al-Kahtani confirmou a abertura para reforçar a cooperação, adiantando que o Fundo Saudita pretende articular-se com outras instituições financeiras árabes para viabilizar o financiamento de projetos.

“Sim, estamos a considerar isso. Vamos coordenar com os nossos outros parceiros, como o BADEA e outros membros do grupo árabe, para cofinanciarem projetos”, assegurou.

O dirigente recordou ainda a colaboração já existente entre cabo Verde e o Fundo Saudita para o Desenvolvimento, destacando o financiamento de iniciativas em setores como a formação profissional, a construção de estradas e a captação de água. Segundo afirmou, a instituição mantém-se aberta à análise de novas propostas de investimento e financiamento que respondam às necessidades de desenvolvimento de Cabo Verde.

As declarações do Ministro José Carlos Varela Moniz e do Faisal Al-Kahtani apontam para a possibilidade de uma nova etapa na parceria, assente na identificação de projetos prioritários e na mobilização conjunta de recursos financeiros, incluindo através de mecanismos de cofinanciamento com outras instituições do grupo árabe.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

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