O Afreximbank concede uma linha de crédito de 15 milhões de USD ao Ecobank Zimbabwe Limited para apoiar a participação das Pequenas e Médias Empresas (PME) nas cadeias de valor das exportações

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) (www.Afreximbank.com) concedeu uma linha de crédito de 15 milhões de USD ao Ecobank Zimbabwe Limited no âmbito do seu Programa de Desenvolvimento das PME Exportadoras (ESDP). Esta linha de crédito irá proporcionar financiamento de capital de exploração e de despesas de capital a Pequenas e Médias Empresas (PME) que operam nas cadeias de valor de exportação em importantes sectores da economia do Zimbabwe, incluindo o agro-negócio, a indústria transformadora, os cuidados de saúde e a logística.

O financiamento representa o mais recente desenvolvimento de uma parceria entre as duas instituições que remonta a 2018 e reflecte um compromisso comum de expandir o acesso das PME ao financiamento, aprofundar as cadeias de valor de exportação e impulsionar o crescimento económico inclusivo no Zimbabwe.

Ao abrigo da linha de crédito, as empresas que constituem a espinha dorsal produtiva da economia do Zimbabwe, mas que continuam a ser crónica e sistematicamente mal servidas pelo crédito convencional, terão acesso a financiamento. O programa destina-se especificamente às PME que operam em cadeias de valor de exportação em importantes sectores, incluindo o agro-negócio, a indústria transformadora, a logística, a tecnologia, os cuidados de saúde e a economia criativa, entre outros.

Ao comentar durante a assinatura, a Sr.ª Oluranti Doherty, Directora-Geral para o Desenvolvimento das Exportações do Afreximbank, afirmou: “No Zimbabwe e em todo o continente, o Afreximbank mantém-se firmemente empenhado em apoiar as PME como motores do crescimento das exportações, da resiliência económica e do desenvolvimento a longo prazo. Esta linha de crédito ilustra o tipo de intervenção de elevada complementaridade e grande impacto para a qual o ESDP foi concebido, abordando as falhas de mercado que o financiamento comercial por si só não consegue resolver e reforçando a capacidade produtiva das empresas que são fundamentais para a transformação do comércio africano. Por conseguinte, vai além da concessão de crédito; trata-se de um compromisso estruturado para reforçar a capacidade das empresas que podem impulsionar a participação do Zimbabwe no comércio intra-africano e nas cadeias de valor regionais. Através do ESDP, estamos a garantir que cada PME beneficiária não seja apenas financiada, mas igualmente equipada, interligada e posicionada para crescer de forma sustentável.”

A linha de crédito está estruturada no sentido de canalizar o financiamento para o desenvolvimento do Afreximbank através do Ecobank Zimbabwe Limited, enquanto intermediário financeiro licenciado, combinando a experiência do Banco no financiamento do comércio com a extensa presença local e as relações com os clientes do Ecobank. Cerca de 43,75% das receitas irão apoiar actividades de comércio intra-africano, enquanto 18% serão direccionados para a indústria transformadora, reflectindo o foco do Afreximbank na industrialização e na integração do comércio regional.

Como parte das suas intervenções não financeiras no âmbito do ESDP, o Afreximbank prestará ainda apoio ao reforço das capacidades dos sub-mutuários das PME, abrangendo a gestão operacional e financeira, a gestão de empréstimos, a preparação para a exportação, o marketing e a digitalização. Este apoio integrado visa reforçar a sustentabilidade das PME, melhorar a qualidade do crédito e permitir uma maior participação nas cadeias de valor das exportações.

Para o Ecobank Zimbabwe Limited, a linha de crédito reforça significativamente a sua capacidade de servir um segmento do mercado que reconhece como vital para as perspectivas económicas do país. Ao canalizar o financiamento para o desenvolvimento do Afreximbank através do seu conjunto de produtos para PME e da sua infra-estrutura de consultoria já existentes, o Ecobank Zimbabwe Limited irá oferecer às empresas beneficiárias não só financiamento, mas igualmente soluções integradas de consultoria financeira e empresarial, uma combinação que aumenta significativamente as probabilidades de sucesso das PME e de penetração no mercado de exportação.

Na sua intervenção, o Sr. Moses Kurenjekwa, Director-Geral do Ecobank Zimbabwe Limited, observou: “O Ecobank Zimbabwe Limited orgulha-se de estabelecer uma parceria com o Afreximbank nesta linha de crédito, o que reflecte directamente o nosso compromisso de desbloquear o potencial do sector das PME do Zimbabwe. As pequenas empresas são o motor da nossa economia e o acesso a financiamento adequado e ligado à exportação é o que lhes permite crescer, criar empregos e competir a nível regional. Esta colaboração une o mandato de financiamento para o desenvolvimento do Afreximbank e o nosso alcance no terreno para oferecer uma solução que é ao mesmo tempo impactante e escalável. Estamos ansiosos por percorrer este caminho com as PME do Zimbabwe à medida que estas se integram nas cadeias de valor do comércio regional e continental.”

O Programa de Desenvolvimento das PME Exportadoras do Afreximbank é uma intervenção abrangente no ecossistema que combina capital, capacidade e conectividade. Trabalhando com parceiros de confiança como o Ecobank Zimbabwe, o programa garante que os seus recursos cheguem às empresas que mais precisam deles e que essas empresas estejam equipadas não só para aceder ao financiamento, mas igualmente para o utilizar na constituição de negócios genuinamente competitivos e com capacidade de exportação.

Posicionada na intersecção dos principais corredores comerciais da África Austral, ligando o Corredor Norte-Sul que une Dar es Salaam a Durban e o Corredor da Beira entre as economias sem litoral aos portos do Oceano Índico, a iniciativa surge num momento crucial para a economia do país, com uma previsão de crescimento do PIB de 6% para 2025, impulsionado pela melhoria da produção agrícola e pelos preços elevados do ouro.  As PME representam mais de 60% do PIB do Zimbabwe e mais de 70% do emprego nacional, mas o acesso a financiamento de longo prazo ligado às exportações continua a ser um obstáculo persistente ao seu crescimento e competitividade.

Distribuído pelo Grupo APO para Afreximbank.

Sobre o Afreximbank:
O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) é uma instituição financeira multilateral pan-africana com mandato para financiar e promover o comércio intra e extra-africano. Há mais de 30 anos que o Banco tem vindo a implementar estruturas inovadoras para oferecer soluções de financiamento que apoiam a transformação da estrutura do comércio africano, acelerando a industrialização e o comércio intra-regional e, deste modo, impulsionando a expansão económica em África. Apoiante firme do Acordo de Comércio Livre Continental Africano (ACLCA), o Afreximbank lançou um Sistema Pan-Africano de Pagamento e Liquidação (PAPSS) que foi adoptado pela União Africana (UA) como plataforma de pagamento e liquidação para sustentar a implementação da ZCLCA. Em colaboração com o Secretariado da ZCLCA e a UA, o Banco criou um Fundo de Ajustamento de 10 mil milhões de dólares para apoiar os países que participam de forma efectiva na ZCLCA.

No final de Dezembro de 2025, o total de activos e passivos contingentes do Afreximbank atingiu mais de 48,5 mil milhões de USD, e os seus fundos próprios totalizaram 8,4 mil milhões de USD. O Afreximbank tem notações de grau de investimento atribuídas pela China Chengxin International Credit Rating Co., Ltd (CCXI) (AAA), pela GCR (A), pela Japan Credit Rating Agency (JCR) (A-) e pela Moody’s (Baa2). O Afreximbank evoluiu para uma entidade de grupo que inclui o Banco, a sua subsidiária de fundo de impacto de acções, denominada Fundo para o Desenvolvimento das Exportações em África (FEDA), e a sua subsidiária de gestão de seguros, AfrexInsure (em conjunto, “o Grupo”). O Banco tem a sua sede em Cairo, Egipto.

Sobre o Ecobank Zimbabwe Limited:
O Ecobank Zimbabwe Limited é um banco comercial autorizado pelo Banco Central do Zimbabwe e uma subsidiária do Ecobank Transnational Incorporated (ETI), o grupo bancário pan-africano com sede em Lomé, Togo, e presente em mais de 30 países africanos. Estabelecido no Zimbabwe em 2002, o banco oferece uma vasta gama de produtos e serviços financeiros que abrangem banca pessoal, banca empresarial, banca global e financiamento agrícola, servindo particulares, PME, grandes empresas e clientes institucionais. Em 2025, o Ecobank Zimbabwe Limited registou um marco histórico, tendo alcançado 100 milhões de USD em receitas no exercício findo a 31 de Dezembro de 2025, apoiado por uma forte actividade de crédito e diversificação de actividades. O banco opera uma rede de agências em todo o Zimbabwe, incluindo em Harare, Bulawayo, Mutare e outros importantes centros económicos. O Ecobank Zimbabwe Limited está empenhado em promover a inclusão financeira, apoiar o desenvolvimento das PME e aprofundar a integração do Zimbabwe nos fluxos de comércio e investimento regionais e continentais. Para mais informações, visite: www.Ecobank.com/ezw.

O Dr. Omar Farouk Ibrahim junta-se à African Energy Week (AEW) 2026 num momento em que cresce a procura por financiamento liderado por África

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Dr. Omar Farouk Ibrahim — um veterano do setor e antigo Secretário-Geral da Organização Africana de Produtores de Petróleo (APPO) — juntou-se à edição de 2026 da Conferência e Exposição da African Energy Week (AEW) como orador. A sua participação surge no âmbito de um esforço continental mais amplo para acelerar projetos a montante e reforçar os sistemas energéticos a jusante, abrindo a porta a discussões em torno do financiamento energético e do desenvolvimento de projetos liderados por África.

O Dr. Ibrahim junta-se à conferência num momento decisivo para o setor energético africano, à medida que governos, financiadores e operadores avançam para colmatar o crescente défice de financiamento a montante do continente — estimado entre 30 e 45 mil milhões de dólares em financiamento anual — e reforçar a integração energética. O Dr. Ibrahim defende há muito a utilização de mecanismos de financiamento liderados por África para colmatar este défice, sublinhando que as prioridades africanas devem estar na vanguarda das agendas de investimento.

Uma pedra angular desta estratégia tem sido a criação do Banco Africano de Energia (AEB) — liderada pela APPO em conjunto com o Afreximbank. Como uma das figuras centrais por trás da criação do banco, o Dr. Ibrahim desempenhou um papel estratégico na concretização desta instituição. Concebido para preencher o vazio criado pelo declínio do capital estrangeiro para projetos africanos de petróleo e gás, o banco visa mobilizar fundos africanos para acelerar o desenvolvimento de projetos estratégicos de hidrocarbonetos em todo o continente. Isto acontece num momento em que mais de 150 projetos permanecem paralisados em toda a África devido à falta de capital.

Criado com uma capitalização inicial de 5 mil milhões de dólares, o AEB tem como meta 10 mil milhões de dólares na primeira fase de implementação, com mais de 15 mil milhões de dólares previstos até 2030. O impulso por trás da instituição acelerou-se em fevereiro de 2026, quando a Nigéria entregou oficialmente a sede do banco em Abuja à APPO e ao Afreximbank, marcando um passo crucial para a sua operacionalização. A presença do Dr. Ibrahim na conferência sublinha o crescente impulso por trás dos mecanismos de financiamento liderados por África, concebidos para sustentar o investimento em petróleo e gás em todo o continente.

Para além do financiamento, o Dr. Ibrahim tem também defendido consistentemente o desenvolvimento de sistemas energéticos regionais mais fortes em toda a África, argumentando que o desequilíbrio energético estrutural do continente não pode ser resolvido apenas através do crescimento da produção. Apesar de possuir aproximadamente 125 mil milhões de barris de reservas de petróleo bruto e cerca de 620 biliões de pés cúbicos de gás natural, a África continua a exportar a maioria dos seus hidrocarbonetos, importando simultaneamente grandes volumes de produtos petrolíferos refinados devido à insuficiência de infraestruturas de refinação e distribuição.

Este desequilíbrio tem-se tornado cada vez mais oneroso num contexto de crescente volatilidade geopolítica, perturbações na cadeia de abastecimento e aumento da procura global de energia. O Dr. Ibrahim tem repetidamente enfatizado a necessidade de expandir os sistemas de oleodutos, as infraestruturas de armazenamento, a capacidade de refinação e as redes de distribuição transfronteiriças, capazes de fortalecer o comércio intra-africano de energia e reduzir a dependência das importações.

«O Dr. Omar Farouk Ibrahim tem sido fundamental na definição do impulso de África rumo à independência no financiamento energético e a sistemas energéticos regionais mais fortes. A sua liderança em torno do Banco Africano de Energia reflete uma mudança mais ampla que está a ocorrer em todo o continente, onde as instituições africanas estão a dar um passo em frente para financiar e desenvolver o futuro energético de África nos termos africanos», afirmou NJ Ayuk, Presidente Executivo da Câmara Africana de Energia.

À medida que África trabalha para garantir investimento, reforçar a capacidade industrial e expandir o acesso a energia fiável, espera-se que as discussões em torno da soberania financeira, do desenvolvimento de infraestruturas e da integração regional dominem a agenda da AEW 2026. A decorrer de 12 a 16 de outubro na Cidade do Cabo, a conferência reunirá líderes africanos do setor energético, investidores globais, decisores políticos e fornecedores de tecnologia para moldar a próxima fase da trajetória de crescimento energético do continente.

Distribuído pelo Grupo APO para African Energy Chamber.

O Agility Logistics Park no Gana recebeu o estatuto de edifício ecológico Excelência de Projeto para Maior Eficiência (EDGE) Advanced

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

A Agility (https://Agility.com), um operador multiempresarial e investidor a longo prazo em empresas globais e regionais, anunciou que o Agility Logistics Park (ALP) (https://AgilityLogisticsParks.com) em Tema, Gana, recebeu a certificação EDGE Advanced pelos seus edifícios ecológicos eficientes em termos de energia e recursos. Este facto eleva o número total de armazéns com certificação EDGE Advanced em toda a rede ALP para 17, com instalações certificadas agora presentes em todos os países onde a Agility Logistics Parks opera.

EDGE (Excelência de Projeto para Maior Eficiência) é a norma global para edifícios energeticamente eficientes, um sistema de certificação supervisionado pela Sociedade Financeira Internacional (SFI), o braço do setor privado do Grupo do Banco Mundial. A certificação Advanced EDGE exige que um edifício apresente uma redução mínima de 40% na utilização de energia, na utilização de água e no carbono incorporado nos materiais, quando comparado com edifícios locais padrão.

O ALP no Gana, um parque de armazéns de 160.000 m2, está localizado na Zona Franca de Tema, adjacente ao porto de Tema e à capital do Gana, Acra. O parque oferece espaços de armazenamento de nível internacional a multinacionais e empresas locais. Todos os cinco armazéns ALP do Gana foram certificados como EDGE Advanced.

Os armazéns EDGE Advanced do ALP em Acra proporcionam uma poupança média de energia de 68%, uma poupança de água de 38% e utilizam materiais de construção que contêm menos 63% de carbono incorporado nos materiais, quando comparados com outros no mercado.

Charles Gassoub, Vice-Presidente – Agility Africa, afirmou: “A obtenção do Certificado EDGE demonstra o nosso empenho em desenvolver instalações eficientes em termos de energia e recursos, em conformidade com as normas globais de sustentabilidade. Isto traz benefícios diretos aos nossos clientes, incluindo a redução dos custos de serviços públicos, uma maior eficiência operacional e o alinhamento com os seus próprios objetivos sociais, ambientais e de governação, bem como de sustentabilidade.”

Nathalie Kouassi Akon, Diretora da Divisão da IFC no Gana, também comentou o feito, afirmando: “A certificação EDGE Advanced do Agility Logistics Park em Tema demonstra a forte dinâmica dos edifícios ecológicos no Gana e o papel fundamental que o setor privado desempenha na condução desta transição. Ao reduzir significativamente a utilização de energia e de recursos, projetos como este não só reduzem os custos de funcionamento das empresas, como também contribuem para os objetivos de desenvolvimento inteligente do Gana e para a resiliência económica a longo prazo. A IFC orgulha-se de apoiar parceiros como a Agility na definição de novos padrões para infraestruturas industriais sustentáveis e de alta qualidade na região.”

Os complexos da Agility Logistics Parks são seguros, conectados, 24 horas por dia, 7 dias por semana, com armazéns de padrão internacional e de alta qualidade, concebidos com engenharia avançada e funcionalidades de sustentabilidade.  Para além do parque de 160.000 m2 no Gana, a Agility Logistics Parks possui um parque de 470.000 m2 em Abidjan, na Costa do Marfim, uma instalação de 320.000 m2 em Maputo, Moçambique, um parque de 270.000 m2 em Lagos, na Nigéria (em desenvolvimento), bem como o parque logístico Yanmu East de 270.000 m2 no Cairo, no Egito, que faz parte de uma joint-venture com a Hassan Allam Utilities.

O Diretor Executivo da Agility Africa, Geoffrey White, afirmou: “Ter cada um dos nossos parques de armazéns em África certificado como EDGE Advanced é parte integrante da nossa estratégia para desenvolver uma rede de parques de armazéns seguros e eficientes em todo o continente. A crescente carteira de parques de armazéns da Agility constitui uma parte essencial da infraestrutura fundamental necessária ao crescimento das empresas, tanto a nível global como local.

O fornecimento de armazéns pré-construídos de padrão internacional para as empresas arrendarem para armazenamento, distribuição, comércio eletrónico, embalagem, processamento e fabrico ligeiro facilita a expansão das empresas ou a entrada em novos mercados, reduzindo as suas necessidades de capital e o tempo necessário para chegar ao mercado. Os parques de armazéns da Agility tornam os mercados africanos mais acessíveis, atrativos e competitivos.”

Distribuído pelo Grupo APO para Agility.

Para questões relacionadas com a comunicação social:
Billy Rayfield   
agilitymena@four.agency  
+971 (0)4 568 3444

Para mais informações sobre a Agility, visite:
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Sobre a Agility Logistics Parks:
A Agility Logistics Parks é um dos principais promotores, proprietários e operadores de imóveis industriais no Médio Oriente, África e Sul da Ásia, fornecendo instalações logísticas e industriais ligeiras escaláveis em locais estratégicos. A Agility Logistics Parks faz parte da Agility, um operador multiempresas e investidor a longo prazo em empresas globais líderes no setor. A Agility tem uma presença global em seis continentes e mais de 80 países, com uma força de trabalho de 70.000 funcionários.

Website: https://Agility.com

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Dra. Rasha Kelej e as Primeiras-Damas Africanas e Asiáticas celebram “Dia Mundial da Hipertensão” capacitando profissionais em prevenção cardiovascular, cardiologia, cuidados com diabetes e endocrinologia por meio de 997 bolsas de estudo especializadas para 52 países

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

Fundação Merck (www.Merck-Foundation.com), O braço filantrópico da Merck KGaA Alemanha celebra o ‘Dia Mundial da Hipertensão 2026’ juntamente com as Primeiras-Damas de África e da Ásia e seus parceiros, Ministérios da Saúde, Sociedades Médicas e Academia, através do seu Programa Nacional de Pontos Azuis para Diabetes e Hipertensão.

A Senadora Dra. Rasha Kelej (aposentada), CEO da Fundação Merck, partilhou: “Na Fundação Merck, celebramos o “Dia Mundial da Hipertensão” ampliando o acesso a cuidados de qualidade e equitativos em Hipertensão, Diabetes, Endocrinologia e Cuidados Preventivos Cardiovasculares.

Juntamente com as nossas Embaixadoras, as Primeiras-Damas de África, e parceiros como Ministérios da Saúde, Sociedades Médicas e Academia, concedemos quase 1.000 bolsas de estudo para jovens profissionais de saúde de 52 países, para Diplomas de Pós-Graduação online de um ano e Mestrados online de dois anos em Diabetes, Cuidados Preventivos Cardiovasculares, Endocrinologia, Cardiologia e Gestão de Peso e da Obesidade, bem como Programas de Fellowship presencial de um ano em Cuidados Clínicos Cardiovasculares e Diabetes Clínica.

Um ponto forte dessas bolsas de estudo é que elas apoiam médicos não apenas das capitais, mas de todo o país, ajudando a expandir a capacidade de atendimento de saúde e a melhorar o acesso aos cuidados de hipertensão e diabetes em todo o país.”

A Fundação Merck concedeu, ao todo, mais de 2.600 bolsas de estudo para profissionais de saúde de 52 países, em 44 especialidades médicas essenciais e carentes de profissionais.

A Dra. Hazel W. Kariuki, ex-bolseira da Fundação Merck, do Quénia, partilha: “Recebi a Bolsa de Estudos da Fundação Merck e descreveria a minha jornada como transformadora. O programa de treinamento fortaleceu significativamente o meu conhecimento clínico e as minhas habilidades práticas em cuidados cardiovasculares e diabetes. Através desta oportunidade, pude aprimorar as práticas de tratamento de pacientes e contribuir de forma mais eficaz para a melhoria dos serviços de saúde na minha comunidade. Sinto-me honrada e grata pela oportunidade de impactar e contribuir de forma significativa para os resultados cardiovasculares no meu país.”

As bolsas de estudo da Fundação Merck são de grande valor, visto que, segundo dados da OMS, a região africana apresenta a maior prevalência de hipertensão, afectando aproximadamente 27% dos adultos.

Como parte dos seus programas de conscientização comunitária, a Fundação Merck, em parceria com as Primeiras-Damas de África e da Ásia, também lançou os livros infantis “Pressão de Mark” e “Jude Sem Açúcar” para aumentar a conscientização sobre a hipertensão e a diabetes, respectivamente. Ambos os livros também incentivam crianças e famílias a adotarem estilos de vida mais saudáveis, pois essa é a maneira mais eficaz de prevenir hipertensão, diabetes e muitas complicações relacionadas.

A Fundação Merck também adaptou livros infantis para desenvolver filmes de animação interessantes.

“Os nossos livros infantis e filmes de animação visam educar crianças e jovens sobre a importância de hábitos saudáveis, como reduzir a ingestão de sal e açúcar, praticar exercícios regularmente, ter uma alimentação balanceada e evitar o tabagismo. Pequenas mudanças hoje podem levar a um amanhã mais saudável”, enfatizou a Dr. Kelej.

Assista ao curta de animação “Pressão de Mark” aqui: https://apo-opa.co/4uaR50B

Assista ao filme de animação “Jude Sem Açúcar” aqui: https://apo-opa.co/4uj2sUi

O programa televisivo pan-africano da Fundação Merck, “Nossa África”, idealizado, produzido, realizado e coapresentado pela Dra. Rasha Kelej, CEO da Fundação Merck, e que conta com a participação de estilistas, cantores e especialistas renomados de diversas áreas, com o objectivo de conscientizar sobre questões sociais e de saúde, possui episódios dedicados à conscientização sobre hipertensão, diabetes e à promoção de um estilo de vida saudável.

Assista aos episódios aqui:

https://apo-opa.co/4tAHRth

https://apo-opa.co/4uQwLS3

O programa televisivo “Nossa África” foi transmitido em estações televisivas nacionais e principais de muitos países africanos, como Burundi, Botswana, Gana, Gâmbia, Quénia, Libéria, Malawi, Maurícias, Namíbia, Serra Leoa, Uganda, Zâmbia e está actualmente nas redes sociais da Dra. Rasha Kelej (Facebook (https://apo-opa.co/43dWp7s), Instagram (https://apo-opa.co/4tGsXlt), Twitter (https://apo-opa.co/4eLYbUv) e YouTube (https://apo-opa.co/49M4zHN) e da Fundação Merck (Facebook (https://apo-opa.co/49A5sTQ), Instagram (https://apo-opa.co/4uN344k), Twitter (https://apo-opa.co/4uLpSkW) e YouTube (https://apo-opa.co/4uQw7Eb).

Além disso, a Fundação Merck, em conjunto com as Primeiras-Damas Africanas, lança anualmente os seus prémios para os melhores profissionais de mídia, estilistas, cineastas, músicos/cantores e novos talentos promissores nessas áreas em países africanos, com o objectivo de promover um estilo de vida saudável e aumentar a conscientização sobre a prevenção e a detecção precoce de diabetes e hipertensão.

1. Prémio de Jornalismo Fundação Merck 2026 “Diabetes & Hipertensão”: Os representantes da mídia são convidados a apresentar os seus trabalhos através de mensagens fortes e impactantes que promovam um estilo de vida saudável e aumentar a conscientização sobre a prevenção e a detecção precoce da diabetes e da hipertensão.

Prazo para submissão: 30 de outubro de 2026.

2. Prémio do Cinema Fundação Merck 2026 “Diabetes & Hipertensão”: Todos os cineastas africanos, estudantes de instituições de formação cinematográfica ou jovens talentos de África estão convidados a criar e partilhar um filme ou curta-metragem, seja drama, documentário ou docudrama, para que transmitam mensagens fortes e impactantes que promovam um estilo de vida saudável e aumentem a conscientização sobre a prevenção e a detecção precoce da diabetes e da hipertensão.

Prazo para submissão: 30 de outubro de 2026.

3. Prémio de Moda Fundação Merck 2026 “Diabetes & Hipertensão”: Todos os estudantes e estilistas de moda africanos estão convidados a criar e partilhar designs que transmitam mensagens fortes e impactantes para promover um estilo de vida saudável e aumentar a conscientização sobre a prevenção e a detecção precoce da diabetes e da hipertensão.

Prazo para submissão: 30 de outubro de 2026.

4. Prémio da Canção Fundação Merck 2026 “Diabetes & Hypertensão”: Todos os cantores e artistas musicais africanos estão convidados a criar e partilhar uma música com o objectivo de promover um estilo de vida saudável e aumentar a conscientização sobre a prevenção e a detecção precoce da diabetes e da hipertensão.

Prazo para submissão: 30 de outubro de 2026.

As inscrições para todos os prêmios devem ser enviadas por e-mail para: submit@merck-foundation.com

Distribuído pelo Grupo APO para Merck Foundation.

Contato:
Mehak Handa
Gerente do Programa de Conscientização Comunitária
Telefone: +91 9310087613 / +91 9319606669
Email: mehak.handa@external.merckgroup.com

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Sobre Fundação Merck:
A Fundação Merck, criada em 2017, é o braço filantrópico da Merck KGaA Alemanha e visa melhorar a saúde e o bem-estar das pessoas e impulsionar suas vidas por meio da ciência e da tecnologia. Nossos esforços concentram-se principalmente em melhorar o acesso a soluções de saúde de qualidade e equitativas em comunidades carentes, fortalecer a capacidade em saúde e pesquisa científica, empoderar meninas na educação e empoderar pessoas em STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática), com foco especial em mulheres e jovens. Todos os comunicados de imprensa da Fundação Merck são distribuídos por e-mail ao mesmo tempo em que são disponibilizados no site da Fundação Merck.  Visite  www.Merck-Foundation.com para ler mais. Siga as redes sociais da Fundação Merck: Facebook (https://apo-opa.co/49A5sTQ), X (https://apo-opa.co/4uLpSkW), Instagram (https://apo-opa.co/4uN344k), YouTube (https://apo-opa.co/4uQw7Eb), Threads (https://apo-opa.co/4dgcvn7) e Flickr (https://apo-opa.co/4wzSoYm).

A Fundação Merck dedica-se a melhorar os resultados sociais e de saúde de comunidades carentes. Embora colabore com diversos parceiros, incluindo governos, para alcançar os seus objectivos humanitários, a fundação permanece estritamente neutra em questões políticas. Não se envolve nem apoia quaisquer actividades, eleições ou regimes políticos, concentrando-se exclusivamente na sua missão de elevar a humanidade e promover o bem-estar, mantendo uma postura estritamente apolítica em todos os seus esforços.

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Instituto Ubuntuverse lança PlayBook estruturante para destravar oportunidade industrial verde de 3 biliões de dólares para África

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Instituto Ubuntuverse (https://Ubuntuversal.org/) publicou hoje The 3 Trillion Corporate Advocacy PlayBook: Africa’s 10× CAMPs Accelerating Just Clean Energy’s Green Industrialisation, um quadro estruturante que delineia como os atores corporativos podem destravar a oportunidade de 3 biliões de dólares em energia limpa para o continente. Baseando-se em dados da AIE, da IRENA, do Banco Africano de Desenvolvimento, da União Africana e da BloombergNEF, o PlayBook identifica um défice de investimento privado de 2,25 biliões de dólares que, se for colmatado, poderia comprimir o cronograma de industrialização de África dos históricos 50 a 100 anos para 20 a 40 anos — colocando o continente no centro da Transição Energética Justa global, e não na sua periferia.

Baixar documento 1: https://apo-opa.co/49bsOyZ
Baixar documento 2: https://apo-opa.co/4ukzbss

África detém aproximadamente 30 por cento das reservas mundiais de minerais críticos e 60 por cento dos melhores recursos solares do mundo, mas atrai menos de 3 por cento do investimento global em energia limpa e capta apenas 1 por cento da capacidade solar global. O PlayBook defende que esta assimetria não é uma falha de mercado mas sim uma falha de coordenação — que a advocacia corporativa pode resolver mais rapidamente do que o capital sozinho. Introduz um mecanismo coerente: os Pioneiros da Mobilização para a Advocacia Corporativa (CAMPs) operando através das Cinco Zonas Icónicas de Energia Renovável de África (FIREZs), para converter os 75 por cento de ineficiência atualmente estimados na despesa de advocacia num retorno decuplicado sobre a ação, capturado na fórmula âncora do quadro: CAMPs × FIREZs = 75% → 10× → $3tn!

Construído em torno de cinco setores prioritários — fabricação de tecnologias limpas, desenvolvimento de energias renováveis, minerais e mineração de transição, aço verde, e agricultura e transformação agrícola — o PlayBook traça uma estratégia de sete manobras que alinha capital, política e parceria em concerto, e não em sequência. Recorre ao contributo colaborativo de catorze organizações parceiras, incluindo a 350.org, a African Energy Foundation, a FILE Foundation, o Global Wind Energy Council, a Just Share e o Cambridge Institute for Sustainability Leadership, e é financiado pelo Pooled Fund on International Energy Africa.

As cinco FIREZs estendem-se por seis países-âncora identificados através da análise geográfica do PlayBook — territórios onde recursos renováveis excecionais se encontram com procura industrial, potencial manufatureiro e maturidade política. O PlayBook é explícito: estas zonas não são mapas aspiracionais mas iniciativas contestáveis onde a advocacia corporativa coordenada pode agir primeiro, permitindo que o impulso continental se construa a partir de um pequeno conjunto de plataformas decisivas. O quadro trata a geografia como estratégia, e não como simbolismo.

Seiscentos milhões de africanos continuam sem electricidade fiável, mesmo quando o continente contribui com menos de 3 por cento das emissões globais. O PlayBook reenquadra esta assimetria como a maior oportunidade de energia limpa subvalorizada do mundo: uma janela projetada de implementação de 300 gigawatts de energia limpa que nenhuma outra região de grande escala pode igualar em termos naturais, sociais e económicos coerentes. O Instituto posiciona África não como receptora da Transição Energética Justa mas como uma das suas principais arquitetas — e o PlayBook como o manual operacional dessa arquitetura.

O PlayBook completo, juntamente com o seu vídeo de lançamento, está abertamente disponível através do Zenodo e no portal PlayBook do Instituto Ubuntuverse. O Instituto está a convocar diá.s com atores corporativos, da sociedade civil e políticos em toda a África e a nível global durante todo o período de lançamento.

«As barreiras que bloqueiam o futuro de energia limpa de 3 biliões de dólares de África não são técnicas nem financeiras — são institucionais e relacionais. Os Pioneiros da Mobilização para a Advocacia Corporativa — a que chamamos CAMPs — são o fator decisivo. Este PlayBook mostra-lhes exatamente como passar do alinhamento à ação», afirmou o Dr. Andani Thakhathi, autor do PlayBook e Fundador do Instituto Ubuntuverse.

Distribuído pelo Grupo APO para Ubuntuverse Institute.

Recursos de lançamento para a mídia e partes interessadas:
– Portal do PlayBook: https://apo-opa.co/49azCgm
– PlayBook completo (DOI / Zenodo): https://apo-opa.co/4dPDaal
– Vídeo de lançamento: https://apo-opa.co/4dyxJLG
– Ubuntuverse Institute no LinkedIn: https://apo-opa.co/4wDt1oA

Contacto de imprensa:
Dr. Andani Thakhathi
Fundador e Director Executivo, Instituto Ubuntuverse
E-mail: institute@ubuntuversal.org
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Sobre o Instituto Ubuntuverse:
O Instituto Ubuntuverse é um instituto de investigação independente e enraizado em África, fundado pelo Dr. Andani Thakhathi (Dr. rer. pol.) para desenvolver e partilhar quadros estruturantes para a Transição Energética Justa do continente. A sua missão é mobilizar atores corporativos, da sociedade civil e políticos em torno da Industrialização Verde Corporativa — convertendo as dotações naturais, sociais e industriais de África em prosperidade partilhada e equitativa. O trabalho do Instituto sobre The 3 Trillion Corporate Advocacy PlayBook é financiado pelo Pooled Fund on International Energy Africa. Mais informações: https://apo-opa.co/4uey0ut. LinkedIn: https://apo-opa.co/3Pstidu.

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Aliko Dangote: Personalidade Africana do Ano no Setor Energético 2026

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

Todos os anos, o prémio «Personalidade Africana do Ano no Setor Energético», atribuído pela African Energy Industry, homenageia indivíduos que influenciaram positivamente o setor energético africano, promovendo projetos que reforçam a segurança energética, o desenvolvimento africano, o aumento da oferta de energia, os mercados livres, o Estado minimalista, a resiliência económica, a prosperidade das famílias, o conteúdo local e a melhoria das infraestruturas energéticas africanas. Entre os vencedores anteriores contam-se Frank Fannon, antigo Secretário de Estado Adjunto dos Estados Unidos para os Recursos Energéticos; Mohammad Sanusi Barkindo, antigo Secretário-Geral da OPEP; Hage Geingob, antigo Presidente da Namíbia; Meg O’Neill, CEO da Woodside Energy; Benedict Oramah, Presidente e Presidente do Conselho de Administração do Banco Africano de Exportação e Importação; e João Lourenço, Presidente de Angola.

A Câmara Africana de Energia tem o prazer de entregar o prémio de 2026 a Aliko Dangote.

Esta é uma honra merecida para o empresário e industrial nigeriano que investiu milhares de milhões em África para reforçar a segurança energética, construir infraestruturas, criar empregos, reduzir a dependência das importações, apoiar o desenvolvimento regional e promover soluções lideradas por africanos para a pobreza energética.

Uma carreira dedicada ao crescimento africano

Após os seus estudos de gestão na Universidade Al-Azhar, no Cairo, Dangote aventurou-se numa ampla variedade de indústrias, com empresas nos setores do cimento, açúcar, sal, farinha e fertilizantes. A partir de um pequeno negócio de comércio, construiu um dos maiores conglomerados de África: o Grupo Dangote, uma potência industrial multinacional que desenvolve competências técnicas africanas, melhora as cadeias de abastecimento nacionais e impulsiona a capacidade industrial — tudo isto resultando em maiores oportunidades para a diversificação económica.

Dangote há muito reconheceu um dos maiores desafios económicos de África: a necessidade dos países africanos de exportarem matérias-primas e importarem produtos acabados. Assumiu uma missão a longo prazo para ajudar a resolver este dilema, construindo capacidade de produção, sistemas logísticos, infraestruturas energéticas, processamento de matérias-primas e redes de transporte que irão transferir mais produção e criação de valor para dentro de África.

Sob a direção deste líder empresarial transformador, o Grupo Dangote é um dos conglomerados industriais mais ambiciosos já construídos em África. O que torna a organização única não é apenas a sua dimensão, mas a sua estratégia: em vez de se concentrar no comércio ou na extração de recursos, Dangote investiu fortemente na infraestrutura física necessária para a industrialização em toda a África.

Mas foi quando ele voltou a sua atenção para os hidrocarbonetos que a história de Aliko Dangote ganhou verdadeiramente vida.

Quebrar o ciclo de dependência das importações

Nos últimos anos, ganhou atenção global pela Refinaria Dangote em Lekki, perto de Lagos, na Nigéria. Esta é uma das maiores refinarias de petróleo do mundo (e a maior refinaria de linha única do mundo), com uma capacidade de refinação planeada de cerca de 650 000 barris por dia. Inclui um complexo petroquímico e instalações de fertilizantes. A refinaria produz gasolina, gasóleo, combustível de aviação e outros produtos petrolíferos refinados numa escala capaz de transformar os mercados regionais e internacionais de combustíveis.

Esta não é simplesmente uma refinaria. É um fator de mudança macroeconómica para a Nigéria e um projeto transformador para a segurança energética africana.

Durante anos, a dependência da Nigéria de produtos refinados importados criou escassez de combustível, encargos com subsídios, pressões cambiais e oportunidades de corrupção ligadas aos sistemas de importação e redes de arbitragem. A Refinaria Dangote alterou fundamentalmente essa trajetória, permitindo a refinação doméstica numa escala sem precedentes, ao mesmo tempo que ajudou a fortalecer a soberania energética da Nigéria. Numa altura de volatilidade energética global, a refinaria é uma das principais razões pelas quais as economias africanas permanecem resilientes face a choques externos de combustível.

A refinaria representa também algo ainda mais importante para África: a prova de que o continente é capaz de construir e operar infraestruturas industriais de escala mundial.

Numa altura em que a instabilidade geopolítica envolvendo o Irão e a crescente incerteza em torno do Estreito de Ormuz continuam a ameaçar as rotas marítimas globais e as cadeias de abastecimento de combustível, a Refinaria Dangote emergiu como uma força estabilizadora estratégica tanto para os mercados energéticos nigerianos como internacionais. À medida que as perturbações no abastecimento se intensificam, a refinaria ajuda ativamente a colmatar as lacunas no abastecimento de combustível para além das suas fronteiras.

Atualmente, os produtos refinados da Dangote abastecem mercados em todo o continente, incluindo o Gana, os Camarões e a Costa do Marfim. A refinaria já fornece produtos petrolíferos ao Reino Unido, à Europa e aos Estados Unidos e, em junho de 2026, espera-se que a refinaria carregue o seu primeiro grande carregamento de gasolina com destino à Ásia.

Muitos críticos duvidavam que a refinaria alguma vez fosse concluída.

A Dangote enfrentou o cepticismo de observadores internacionais, desafios de financiamento, estrangulamentos de infraestruturas, complexidade técnica, incerteza política e volatilidade cambial. Apesar destes e de muitos outros obstáculos, a determinação inabalável e a liderança visionária da Dangote persistiram para levar o projeto a bom termo.

Hoje, a refinaria ergue-se como um símbolo da ambição e confiança industriais africanas.

O seu impacto na economia da Nigéria tem sido profundo. De acordo com a S&P Global Ratings, a capacidade de refinação da Nigéria está a aumentar significativamente graças à Refinaria Dangote. Ao reduzir a necessidade do país de importar combustível refinado, a refinaria desempenhou um papel fundamental no aumento das reservas brutas de divisas da Nigéria de 33 mil milhões de dólares em 2023 para 50 mil milhões de dólares no início de março de 2026.

E a Dangote não fica por aí. No início de 2026, os planos para estudos de viabilidade indicaram o interesse em expandir a sua atual capacidade de refinação para 1,4 milhões de barris por dia. Esta medida poderá posicionar a Nigéria entre os centros de refinação mais importantes do mundo até ao final da década, rivalizando potencialmente com centros de refinação na Índia e na Ásia até 2027 ou 2028.

Ao mesmo tempo, o Grupo Dangote está a expandir a infraestrutura de armazenamento de combustível e logística para além das fronteiras da Nigéria, com planos para novos projetos de tanques de armazenamento na Namíbia e o potencial desenvolvimento de uma segunda refinaria na África Oriental. Estes esforços irão, sem dúvida, reforçar ainda mais a industrialização regional, a fiabilidade do abastecimento e a integração energética em todo o continente.

Partilha da Riqueza

A influência positiva de Dangote na indústria africana e no desenvolvimento económico não pode ser subestimada. Mas ele é mais do que um empresário ou industrial. Dedica-se também a ajudar o seu país e a melhorar a vida dos seus compatriotas nigerianos. Entre os seus esforços filantrópicos, lidera a Fundação Aliko Dangote (ADF), que apoia iniciativas de saúde, educação, ajuda em caso de catástrofes, redução da pobreza e programas de nutrição em toda a África.

Fundada com a missão de reduzir a pobreza e melhorar a qualidade de vida através de filantropia estratégica e iniciativas de desenvolvimento sustentável, a ADF é uma das maiores fundações de caridade privadas de África. O próprio Dangote comprometeu-se publicamente a dedicar uma grande parte da sua riqueza à filantropia, incluindo a assinatura do Giving Pledge, que incentiva os bilionários a doarem a maior parte das suas fortunas.

A ADF tornou-se internacionalmente conhecida pelo apoio à campanha da Nigéria para erradicar a poliomielite. Estabeleceu parcerias com a Fundação Bill & Melinda Gates, a UNICEF, a Organização Mundial de Saúde e várias agências governamentais nigerianas neste trabalho. Não é por acaso que a Nigéria foi declarada livre da poliomielite selvagem em 2020, após anos de campanhas de vacinação.

A fundação também apoia iniciativas de nutrição direcionadas a crianças, mulheres grávidas e comunidades vulneráveis. Os programas agrícolas para reforçar a redução da pobreza e o emprego incluíram apoio aos agricultores, acesso a fertilizantes, formação agrícola e esforços de desenvolvimento rural.

A ADF doa regularmente grandes quantias e materiais de socorro a comunidades afetadas em toda a Nigéria para prestar assistência de emergência durante crises como inundações, escassez de alimentos, deslocação de populações e surtos de doenças. Por exemplo, a fundação ajudou a coordenar as respostas do setor privado por meio da Coalizão Contra a COVID-19 (CACOVID), contribuindo com financiamento de emergência para suprimentos médicos, centros de isolamento e assistência alimentar.

A fundação, sob a liderança de Dangote, também promove programas destinados a criar meios de subsistência sustentáveis, incluindo apoio a pequenas empresas, iniciativas agrícolas, projetos de empoderamento de mulheres e desenvolvimento do empreendedorismo. Os programas se concentram em ajudar as comunidades a passar da dependência da ajuda à participação económica de longo prazo.

Ao colaborar com universidades e instituições de ensino para reforçar a capacidade de investigação e aprendizagem, Dangote está a melhorar o acesso à educação e a preparação da força de trabalho, especialmente para os jovens nigerianos, através de bolsas de estudo, infraestruturas escolares, programas universitários e formação profissional.

A ADF trabalha frequentemente com governos africanos, ONG internacionais, agências da ONU, organizações comunitárias e instituições filantrópicas globais. O seu modelo de parceria é crucial porque muitos desafios de desenvolvimento africanos exigem coordenação entre os setores público e privado. A sua influência estende-se para além da caridade, abrangendo a saúde pública, a política económica e a estratégia de desenvolvimento em toda a região.

Aliko Dangote é um visionário que investiu o seu tempo, recursos e convicção inabalável no potencial de África para construir indústrias, reforçar a segurança energética e criar oportunidades económicas duradouras em todo o continente. A Câmara Africana de Energia aguarda com expectativa que o impacto dos seus esforços continue a revelar-se nos próximos anos.

Distribuído pelo Grupo APO para African Energy Chamber.

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O Governador do Banco Central do Egipto e o Presidente do Afreximbank realizam uma Conferência de Imprensa sobre os Preparativos em Curso do Egipto para Acolher a 33.ª Reunião Anual do Afreximbank em Alamein

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

S. Ex.ª o Sr. Hassan Abdalla, Governador do Banco Central do Egipto (CBE) e o Dr. George Elombi, Presidente e Presidente do Conselho de Administração do Afreximbank (www.Afreximbank.com), realizaram uma conferência de imprensa na quarta-feira, 13 de Maio de 2026 na sede do CBE, na véspera da 33.ª Reunião Anual do Afreximbank (AAM2026). A AAM2026 será realizada sob o patrocínio de S. Ex.ª o  Presidente Abdel Fattah El-Sisi, Presidente da República Árabe do Egipto, na cidade de Alamein, de 21 a 24 de Junho de 2026.

Com a presença de mais de 100 representantes da imprensa local e internacional, tanto presencialmente como virtualmente, a conferência de imprensa prestou informações actualizadas sobre os preparativos para a AAM2026, a previsão de participação e o papel do Egipto como país anfitrião de um dos principais encontros anuais de África, focado na promoção da transformação económica do continente.

Nas suas observações, S. Ex.ª o Sr. Hassan Abdalla, Governador do Banco Central do Egipto, reafirmou o compromisso do Egipto para com o sucesso da organização da AAM2026 e enfatizou a prontidão do país em acolher o evento, bem como a sua parceria de longa data com o Afreximbank para apoiar o desenvolvimento económico, o comércio e o investimento em África.

O Sr. Abdalla afirmou: “O Egipto tem a honra de acolher a 33.ª Reunião Anual do Afreximbank em Alamein, o que reflecte o nosso compromisso contínuo em apoiar a integração económica, a expansão do comércio e o desenvolvimento sustentável de África.”

Afirmou igualmente que esta Reunião constitui uma plataforma de alto nível para o diá. sobre o futuro da cooperação económica e financeira africana.

“As reuniões vão além das discussões convencionais para promover as principais prioridades continentais, incluindo o financiamento do comércio, a integração regional e a necessidade premente de reformar a arquitectura financeira global para melhor reflectir as necessidades de desenvolvimento das economias emergentes.”

O Dr. George Elombi, Presidente e Presidente do Conselho de Administração do Afreximbank, manifestou o seu apreço a S. Ex.ª o Sr. Hassan Abdalla pelo seu forte apoio e empenho na organização da AAM2026 em Alamein e pelos esforços de todas as instituições relevantes na coordenação destas reuniões no Egipto.

“O Egipto e o Afreximbank partilham uma visão comum de acelerar o desenvolvimento económico de África, a industrialização e a prosperidade económica generalizada em todo o continente.

“A AAM2026 constituirá uma oportunidade valiosa para reforçar as parcerias, desbloquear oportunidades de investimento e promover discussões sobre o comércio intra-africano, a soberania financeira de África e a sua resiliência económica num ambiente global cada vez mais complexo”.

O Dr. Elombi acrescentou que “Através das nossas Reuniões Anuais, o Afreximbank pretende identificar projectos prioritários e programas exequíveis que acelerem a transformação das infra-estruturas comerciais de África. O ritmo de crescimento de África será impulsionado pela industrialização e pelo comércio intra-africano, e o alcance deste objectivo exigirá melhorias significativas na transformação, na logística e, sobretudo, no apoio político por parte dos governos.”

A sessão de informação sublinhou a forte parceria estratégica entre o Egipto e o Afreximbank, destacando igualmente o apoio do Banco a sectores importantes, incluindo serviços financeiros, comércio, infra-estruturas industriais, indústria transformadora, petróleo e gás, telecomunicações, energia e construção.

Além disso, a conferência de imprensa destacou as oportunidades significativas associadas ao facto do Egipto acolher a AAM2026, incluindo o reforço da posição do país como centro financeiro e empresarial regional, o apoio ao sector de Reuniões, Incentivos, Conferências e Exposições [Meetings, Incentives, Conferences and Exhibitions (MICE)], a criação de novas oportunidades para as empresas, investidores e o sector privado em geral egípcios, bem como um importante impulso ao turismo em Alamein.

O Dr. Elombi afirmou que, nos últimos três anos, o Banco concedeu aproximadamente 9,5 mil milhões de USD em financiamento ao Egipto. Fez igualmente referência ao início da construção do Centro de Comércio Africano do Afreximbank (AATC) na Nova Capital Administrativa, em Dezembro de 2025, assinalando que este empreendimento histórico, no valor de 250 milhões de USD, reforçará o papel do Egipto como centro regional para a facilitação do comércio, pagamentos, logística e desenvolvimento das PME.

O Dr. Elombi delineou ainda os planos para o proposto Banco Pan-Africano do Ouro, uma iniciativa concebida para formalizar as cadeias de valor do ouro em África, reforçar as reservas dos bancos centrais e reduzir a dependência do continente em relação à refinação offshore e aos centros de comércio externos.

Ao longo dos anos, as Reuniões Anuais do Afreximbank tornaram-se uma das principais plataformas para moldar o diá. sobre o futuro económico de África e promover o comércio intra-africano. Prevê-se que a 33.ª Reunião Anual do Afreximbank reúna Chefes de Estado, ministros do governo, governadores de bancos centrais, líderes empresariais, académicos, empreendedores, investidores do sector privado e parceiros de desenvolvimento. Irão deliberar sobre as principais questões que determinam o futuro económico e a agenda de comércio de África, promovendo igualmente soluções práticas para o continente.

O programa da AAM2026 incluirá debates sobre políticas, sessões plenárias, fóruns de negócios e investimento, cerimónias de assinatura de acordos, anúncios importantes, eventos de estabelecimento de contactos, reuniões bilaterais e fóruns sobre o comércio intra-africano e a Zona de Comércio Livre Continental Africana (ZCLCA). Contará igualmente com apresentações sobre financiamento do comércio, industrialização, energia, infra-estruturas e transformação digital.

Distribuído pelo Grupo APO para Afreximbank.

Contacto para a Imprensa:
Vincent Musumba
Gestor de Comunicações e Eventos (Relações com a Imprensa)
Correio Electrónico: press@afreximbank.com

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Sobre o Afreximbank:
O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) é uma instituição financeira multilateral pan-africana com mandato para financiar e promover o comércio intra e extra-africano. Há mais de 30 anos que o Banco utiliza estruturas inovadoras para oferecer soluções de financiamento que apoiam a transformação da estrutura do comércio africano, acelerando a industrialização e o comércio intra-regional, impulsionando assim a expansão económica em África. Apoiante firme do Acordo de Comércio Livre Continental Africano (ACLCA), o Afreximbank lançou um Sistema Pan-Africano de Pagamento e Liquidação (PAPSS) que foi adoptado pela União Africana (UA) como plataforma de pagamento e liquidação para sustentar a implementação da ZCLCA. Em colaboração com o Secretariado da ZCLCA e a UA, o Banco criou um Fundo de Ajustamento de 10 mil milhões de dólares para apoiar os países que participam de forma efectiva na ZCLCA. No final de Dezembro de 2025, o total de activos e passivos contingentes do Afreximbank atingiu mais de 48,5 mil milhões de USD, e os seus fundos próprios totalizaram 8,4 mil milhões de USD. O Afreximbank tem notações de grau de investimento atribuídas pela China Chengxin International Credit Rating Co., Ltd (CCXI) (AAA), pela GCR (A), pela Japan Credit Rating Agency (JCR) (A-) e pela Moody’s (Baa2). O Afreximbank evoluiu para uma entidade de grupo que inclui o Banco, a sua subsidiária de fundo de impacto de acções, denominada Fundo para o Desenvolvimento das Exportações em África (FEDA), e a sua subsidiária de gestão de seguros, AfrexInsure (em conjunto, “o Grupo”). O Banco tem a sua sede em Cairo, Egipto.

Para mais informações, visite: www.Afreximbank.com

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Empresas independentes focadas em África ampliam o painel de oradores da African Energy Week (AEW) 2026 à medida que a exploração ganha impulso

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

As empresas independentes focadas em África estão preparadas para desempenhar um papel determinante na African Energy Week (AEW) 2026 — agendada para 12 a 16 de outubro na Cidade do Cabo — à medida que as empresas expandem as suas carteiras, reabilitam ativos maduros e procuram oportunidades de exploração de fronteiras em todo o continente. De Angola e Namíbia à Nigéria, Chade e Quénia, uma nova geração de operadores independentes está a fortalecer o panorama upstream africano através de aquisições direcionadas, campanhas de perfuração de alto impacto e estratégias de desenvolvimento orientadas para as infraestruturas.

A Afentra continua a avançar na exploração em províncias comprovadas de águas rasas em Angola. Juntamente com os seus parceiros do Bloco 3/05 e do Bloco 3/05A, a empresa realizou recentemente um programa de dois poços, começando com a perfuração do Pacassa SW. O programa está alinhado com um plano de reabilitação de vários poços que visa aumentar as reservas e impulsionar a produção dos atuais 5.856 bpd para mais de 9.000 bpd. Os parceiros planeiam iniciar a perfuração do poço de desenvolvimento Impala-2, enquanto decorrem os preparativos para o programa de workover hidráulico, cuja execução está prevista para o final de 2026 ou início de 2027. Em terra, a empresa está a avançar com estudos técnicos nos Blocos KON 15 e 19, com um programa de aquisição sísmica 2D previsto. O CEO da Afentra, Paul McDade, participa na AEW 2026 para debater estes programas. 

A nigeriana Oando PLC entrou recentemente no mercado angolano, garantindo a operação do Bloco KON 13. Esta iniciativa surge no momento em que a empresa expande o seu portfólio para além das fronteiras da Nigéria, aproveitando a sua experiência no país para explorar novas bacias na região. O portfólio atual da Oando abrange mais de 14 ativos de petróleo e gás na Nigéria e em São Tomé e Príncipe. Este é apoiado por uma rede de gasodutos de 1.255 km, 14 estações de fluxo e uma capacidade de processamento de gás superior a 3,6 mil milhões de pés cúbicos padrão por dia. Wale Tinubu, Diretor Executivo do Grupo Oando PLC, participa na AEW 2026 para debater o portfólio em crescimento da empresa e como as lições regionais podem apoiar a exploração em novos mercados.

Com um portfólio de ativos de petróleo e gás de alto impacto na margem atlântica, a Sintana Energy continua a impulsionar a exploração em projetos-chave na Namíbia e em Angola. A empresa tem presença em oito blocos em ambos os países, abrangendo áreas tanto em águas profundas como em terra. Em abril de 2026, a Sintana Energy anuncia planos para uma segunda cotação na Bolsa de Valores da Namíbia, sinalizando uma nova fase de maturidade financeira. A medida surge num momento em que a empresa se prepara para vários programas de exploração em África, incluindo o avanço da campanha de Mopane no PEL 79 da Namíbia. Espera-se que Robert Bose, CEO da Sintana Energy, partilhe mais informações durante a AEW 2026.

A Rhino Resources está também a avançar com programas de exploração na Namíbia, ao mesmo tempo que alarga a sua presença na Bacia de Karoo, em terra firme, na África do Sul. A empresa está envolvida numa campanha de perfuração de vários poços na Bacia de Orange, na Namíbia, com o objetivo de tomar decisões de investimento final (FID) entre o final de 2026 e o início de 2027 em projetos operados pela empresa e liderados por parceiros. Estes incluem as descobertas de Volans e Capricornus na PEL 85. Na África do Sul, a empresa está a avançar com uma campanha de seis poços que visa recursos de hélio, metano e hidrogénio. Mais informações sobre estes projetos serão partilhadas na AEW 2026, uma vez que Travis Smithard, CEO da Rhino Resources, confirmou a sua participação.

Entretanto, enquanto empresa americana cotada em bolsa com foco na África Subsariana, a ERHC Energy Inc centrou as suas operações na exploração com risco reduzido, no desenvolvimento economicamente eficiente e na produção de margem elevada. A empresa detém participações no Bloco 11A do Quénia e, embora ainda não tenham sido perfurados poços até à data, a área apresenta uma geologia promissora e é apoiada por uma extensa cobertura sísmica 2D. No Chade, a ERHC Energy Inc detém participações em três blocos petrolíferos nas bacias de Doseo e Doba, enquanto nas Zonas de Desenvolvimento Conjunto entre a Nigéria e São Tomé e Príncipe, tem exposição a seis dos nove blocos da área. Peter Ntephe, CEO da ERHC Energy Inc, junta-se à AEW 2026, onde se espera que partilhe perspetivas sobre estes projetos.

«Os operadores independentes estão a avançar rapidamente, assumindo riscos estratégicos e a desbloquear valor tanto em bacias maduras como em bacias de fronteira em todo o continente. A AEW 2026 proporcionará uma plataforma fundamental para estas empresas envolverem investidores, governos e parceiros técnicos à medida que avançam com a próxima geração de projetos energéticos africanos», afirma NJ Ayuk, Presidente Executivo da African Energy Chamber.

Distribuído pelo Grupo APO para African Energy Chamber.

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CEO da Fundação Merck celebra os 124 vencedores de 32 países pelos seus Prémios de Jornalismo por combater o estigma da infertilidade e apoiar a educação de meninas

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

  • A CEO da Fundação Merck anunciou a abertura de candidaturas para o Prémio de Jornalismo da Fundação Merck 2026, em parceria com as Primeiras-Damas africanas e asiáticas. Inscreva-se já em [link para inscrição]. https://apo-opa.co/4eEHRot

Fundação Merck (www.Merck-Foundation.com), o braço filantrópico da Merck KGaA Alemanha, em parceria com as Primeiras-Damas da Africanas, anunciou os vencedores do Prémio de Jornalismo da Fundação Merck 2025 nas categorias “Mais do Que uma Mãe” e “Diabetes e Hipertensão”. Os prémios reconhecem e celebram as contribuições excepcionais de jornalistas que estão conscientizando sobre questões sociais e de saúde críticas em África e noutros Lugares.

A cerimónia de premiação foi realizada virtualmente para homenagear e celebrar as contribuições excepcionais de todos os profissionais de mídia vencedores. Os vencedores foram calorosamente reconhecidos pela Senadora Dra. Rasha Kelej, CEO da Fundação Merck e Presidente da campanha “Mais do Que uma Mãe”.

Ao felicitar os vencedores, a Senadora Dra. Rasha Kelej (aposentada), CEO da Fundação Merck, cpartilhou: “Estou muito feliz em anunciar e celebrar os 124 vencedores excepcionais de 32 países, juntamente com as minhas queridas irmãs, as Primeiras-Damas da África, que também são as Embaixadoras da ‘Fundação Merck Mais do que uma Mãe’.

Estou orgulhosa da notável participação que testemunhamos em termos de inscrições para os prémios. Parabéns a todos os nossos excelentes vencedores.”

Este ano, a Fundação Merck também reconheceu e premiou talentos emergentes e promissores da mídia na categoria Prémio Jornalista Emergente. Todos os vencedores serão reconhecidos e homenageados pela CEO da Fundação Merck durante uma cerimónia de premiação virtual.

A Dra. Rasha Kelej enfatizou ainda: “Acredito fortemente no poder da mídia e no papel significativo que ela desempenha na formação da nossa sociedade. Como sempre digo, a mídia entra em todos os lares, mesmo sem convite. Portanto, os jornalistas têm a capacidade única de fazer uma diferença significativa através do seu trabalho diário, aumentando a conscientização e impulsionando uma mudança cultural nas suas comunidades.”

O lema do Prémio de Jornalismo “Mais do Que uma Mãe” é conscientizar sobre importantes questões sociais, como: Quebrar o estigma da infertilidade, apoiar a educação de meninas, empoderar mulheres, acabar com o casamento infantil, acabar com a mutilação genital feminina e/ou acabar com a violência do género. O lema do Prémio de Jornalismo “Diabetes e Hipertensão” é promover um estilo de vida saudável e conscientizar sobre a prevenção, a detecção precoce e o controlo da diabetes e da hipertensão.

O Prémio de Jornalismo da Fundação Merck foi lançado em 2017 e tem sido anunciado anualmente desde então, em parceria com as Primeiras-Damas da África e da Ásia.

Destacando o impacto a longo prazo do programa, a Dra. Rasha acrescentou: “Lançamos o o nosso prémio de jornalismo há nove anos com o objectivo de capacitar jornalistas a destacar importantes questões sociais e de saúde nas suas respectivas comunidades. Tenho orgulho de partilhar que, até o momento, reconhecemos e celebramos mais de 760 vencedores de 52 países.”

A CEO da Fundação Merck também anunciou a abertura de candidaturas para o Prémio de Jornalismo da Fundação Merck 2026.

“Tenho o prazer de convidar a todos a se candidatem no Prémio de Jornalismo da Fundação Merck “Mais do Que uma Mãe” e “Diabetes e Hipertensão” 2026, em parceria com as Primeiras-Damas Africanas e Asiáticas. Aguardo com expectativa mais uma rodada excepcional de inscrições impactantes e inspiradoras este ano”, disse a Dra. Rasha Kelej.

As inscrições podem ser enviadas aqui: https://apo-opa.co/4eEHRot

Prémio de Jornalismo Fundação Merck “Mais do Que uma Mãe” 2025

Apresentamos aqui os vencedores dos Países da África Ocidental, em parceria com a Primeira-Dama da República da Gâmbia, S. Exa. Sra. Fatoumatta Bah-Barrow; a Primeira-Dama da República do Gana, S. Exa. Sra. Lordina Dramani Mahama; a Primeira-Dama da República da Libéria, S. Exa. Sra. Kartumu Yarta Boakai; e a Primeira-Dama da República da Nigéria, S. Exa. Senadora Oluremi Tinubu.

VENCEDORES DA CATEGORIA DE IMPRENSA

  • Alfred Nii Arday Ankrah, The Spectator, Gana (Primeiro Lugar)
  • Mackie Muctarr Jalloh, New Times Daily, Serra Leoa (Segundo Lugar)
  • Alao Abiodun, The Nation Newspaper, Nigéria (Terceiro Lugar)

VENCEDORES DA CATEGORIA ONLINE

  • Prince Kwame Tamakloe, Rainbow Radio Online, Gana (Primeiro Lugar)
  • Odimegwu Onwumere, The Nigerian Voice, Nigéria (Segundo Lugar)
  • Dzifa Tetteh Tay, Freelancer, Gana (Segundo Lugar)
  • Nyima Sillah, Voice of Gambia, Gâmbia (Terceiro Lugar)
  • Never Garmah Lomo, News Public Trust, Libéria (Terceiro Lugar)

VENCEDORES DA CATEGORIA DE RÁDIO

  • Hadiza Abdulrahman, Radio Nigeria, Nigéria (Primeiro Lugar)
  • Joyce Kantam Kolamong, Ghana Broadcasting Corporation, Gana (Primeiro Lugar)
  • Chinasa Ossai, Federal Radio Corporation of Nigeria (FRCN), Nigéria (Segundo Lugar)
  • Olufunke Fayemi, Voice of Nigeria, Nigéria (Segundo Lugar)
  • Ojo Isaac Olufemi, Splash FM, Nigéria (Terceiro Lugar)

VENCEDORES DA CATEGORIA MULTIMÍDIA

  • Tolulope Adeleru-Balogun, News Central TV, Nigéria (Primeiro Lugar)
  • Marshall Anthoni Ononye, News Central TV, Nigéria (Segundo Lugar)
  • Grace Hammoah Asare, TV3, Gana (Segundo Lugar)
  • Maltiti Sayida Sadick, Ghana Broadcasting Corporation, Gana (Terceiro Lugar)

Apresentamos aqui os vencedores dos Países da África Austral, em parceria com a Primeira-Dama da República do Botswana, S. Exa. Sra. Kaone Boko; a Primeira-Dama da República do Malawi, S. Exa. Prof.ª Gertrude Mutharika; a Primeira-Dama da República da Zâmbia, S. Exa. Sra. Mutita Hichilema; e a Primeira-Dama da República do Zimbabwe, S. Exa. Amai Dra. Auxilla Mnangagwa.

VENCEDORES DA CATEGORIA DE IMPRENSA

  • Jessie Ngoma, Times of Zambia, Zâmbia (Primeiro Lugar)
  • Gresham Ngwira, Nation, Malawi (Primeiro Lugar)
  • Zipporah Mushala, Zambia Daily Mail, Zâmbia (Segundo Lugar)
  • Caroline Somanje, Nation Publications Limited, Malawi (Segundo Lugar)
  • Lame Lucas, The Midweek Sun, Botswana (Segundo Lugar)
  • Faith Kaunde, Nation Publications Limited, Malawi (Terceiro Lugar)
  • Daisy Peloewetse, The Voice, Botswana (Terceiro Lugar)
  • Brenda Nkosi, Malawi News Agency (MANA), Malawi (Terceiro Lugar)

VENCEDORES DA CATEGORIA ONLINE

  • June Shimuoshili, Unwrap.online, Namíbia (Primeiro Lugar)
  • Fugai Lupande, The Herald, Zimbabwe (Primeiro Lugar)
  • Maria David, Namibia Press Agency (NAMPA), Namíbia (Segundo Lugar)
  • Nhau Mangirazi, News Day, Zimbabwe (Terceiro Lugar)
  • Patricia Mashiri, ZimNow, Zimbabwe (Terceiro Lugar)

VENCEDORES DA CATEGORIA DE RÁDIO

  • Natasha Nyarai Mhandu, Zimbabwe Broadcasting Corporation Classic 263 Radio, Zimbabwe (Primeiro Lugar)
  • Charlotte Nambadja, The Namibian Newspaper, Namíbia (Segundo Lugar)
  • Doreen Sonani, Malawi Broadcasting Corporation, Malawi (Terceiro Lugar)
  • Philis Sitenge, FAITH RADIO, Zâmbia (Terceiro Lugar)
  • Yamikani Simutowe, Malawi Broadcasting Corporation, Malawi (Terceiro Lugar)

VENCEDOR DA CATEGORIA MULTIMÍDIA

  • Keneilwe Pono Patricia Lephoi, YTV, Botswana (Primeiro Lugar)

Apresentamos aqui os vencedores dos Países da África Oriental, em parceria com a Primeira-Dama da República do Quénia, S. Exa. Sra. RACHEL RUTO E.G.H.

VENCEDORES DA CATEGORIA DE IMPRENSA

  • Elizabeth Angira, People Daily, Quénia (Primeiro Lugar)
  • Shaban Njia, Nipashe Newspaper, Tanzânia (Segundo Lugar)
  • Angeline Ochieng, Nation Media Group, Quénia (Segundo Lugar)
  • Agutu Rosa, Standard Media Group, Quénia (Terceiro Lugar)  
  • Francisca Emmanuel, Tanzania Standard Newspaper, Tanzânia (Terceiro Lugar)
  • Vitus Audax, The Guardian, Tanzânia (Terceiro Lugar)
  • Francis Dhamira Kajubi, The Guardian, Tanzânia (Terceiro Lugar)

VENCEDORES DA CATEGORIA ONLINE

  • Mbabazi Joan, The New Times, Rwanda (Primeiro Lugar)
  • Isabella Maua Chemosit, NewsLine, The Times, Quénia (Primeiro Lugar)
  • Irissheel Shanzu, Standard Media Group, Quénia (Segundo Lugar)
  • Julius Maricha, The Citizen, Tanzânia (Terceiro Lugar)

VENCEDORES DA CATEGORIA DE RÁDIO

  • Moraa Obiria, Nation Media Group, Quénia (Primeiro Lugar)
  • Namale Hajara Shahista, CBS FM 89.2 Radio, Uganda (Segundo Lugar)
  • Mildrine Sabwami, North Rift Radio, Quénia (Terceiro Lugar)
  • Caren Waraba Sisya, Royal Media Services, Quénia (Terceiro Lugar)

VENCEDORES DA CATEGORIA MULTIMÍDIA

  • Walter Mwesigye, NTV, Uganda (Primeiro Lugar)  
  • Eunice Omollo, NTV, Quénia (Segundo Lugar)
  • Omary Hussein, Star TV, Tanzânia (Terceiro Lugar)

Apresentamos aqui os vencedores dos Países Africanos de Língua Francesa, em parceria com a Primeira-Dama da República do Burundi, S. Exa. Sra. Angeline Ndayishimiye; a Primeira-Dama da República Democrática do Congo, S. Exa. Sra. Denise Nyakeru Tshisekedi; e a Primeira-Dama da República do Senegal, S. Exa. Sra. Marie Khone Faye.

VENCEDORES DA CATEGORIA DE IMPRENSA

  • Nkurunziza Moïse, Le Renouveau du Burundi, Burundi (Primeiro Lugar)
  • Issa Moussa, The Niger Times , Níger (Segundo Lugar)
  • Guillaume Aimée Mete, Le Jour, Camarões (Terceiro Lugar)

VENCEDORES DA CATEGORIA ONLINE

  • Mapote Gaye, Infomedia27, Senegal (Primeiro Lugar)
  • Azododassi Mêmèdé Ambroisine, Savoir News, Togo (Segundo Lugar)
  • Iradukunda Odette, Burundian Press Agency, Burundi (Segundo Lugar)
  • Bréhima Traoré, Lettre d’Afrique, Mali (Terceiro Lugar)

VENCEDORES DA CATEGORIA DE RÁDIO

  • Harerimana Theobard, Radio TV Buntu, Burundi (Primeiro Lugar)
  • Boureima Ouedraogo, Radio la Voix du Paysan, Burkina Faso (Segundo Lugar)
  • Moussa Kone, Radio Channel 2, Mali (Terceiro Lugar)

VENCEDORES DA CATEGORIA MULTIMÍDIA

  • Matthias Kabuya, Radio Television Debout Kasaï (RTDK), RDC (Primeiro Lugar)
  • Nadège Omoladé SANNY, Société de Radiodiffusion et Télévision du Bénin (SRTB), Benim (Segundo Lugar)
  • Chris Irambona, Radio TV Buntu, Burundi (Segundo Lugar)
  • Amadou BELLO, Balafon Media Group, Camarões (Terceiro Lugar)
  • Joseph Murindajambo, Mashariki TV, Burundi (Terceiro Lugar)

Apresentamos aqui os vencedores dos Países Africanos de Língua Portuguesa, em parceria com a Primeira-Dama da República de Cabo Verde, S. Exa. Dra. Débora Katisa Carvalho; e a Primeira-Dama da República de Moçambique, S. Exa. Dra. Gueta Selemane Chapo.

VENCEDORA DA CATEGORIA DE IMPRENSA                                                

  • Sheilla Ribeiro, Expresso das Ilhas, Cabo Verde (Primeiro Lugar)

VENCEDOR DA CATEGORIA ONLINE

  • Quinton Nicuete, Moz24h, Moçambique (Primeiro Lugar)

Prémio de Jornalismo Fundação Merck “Diabetes & Hipertensão” 2025

Apresentamos aqui os vencedores dos Países da África Ocidental, em parceria com a Primeira-Dama da República da Gâmbia, S. Exa. Sra. Fatoumatta Bah-Barrow; a Primeira-Dama da República do Gana, S. Exa. Sra. Lordina Dramani Mahama; e a Primeira-Dama da República da Nigéria, S. Exa. Senadora Oluremi Tinubu, CON:

VENCEDORES DA CATEGORIA DE IMPRENSA

  • Annastacia Delali Sika, Daily Graphic, Gana (Primeiro Lugar)
  • Ochiaka Ugwu, People’s Daily, Nigéria (Segundo Lugar)
  • Agnes Opoku Sarpong, Ghanian Times, Gana (Terceiro Lugar)

VENCEDORES DA CATEGORIA ONLINE

  • Ojoma Akor, Daily Trust, Nigéria (Primeiro Lugar)
  • Nana Ama Asantewaa Kwarko, Modern Ghana, Gana (Primeiro Lugar)
  • Patience Ivie Ihejirika, Leadership Newspaper, Nigéria (Segundo Lugar)
  • Idowu Abdullahi, Punch Nigéria, Nigéria (Segundo Lugar)
  • Nelson Manneh, Gâmbia Press Union, Gâmbia (Terceiro Lugar)
  • Dr. Fatoumata S Sarjo, The Standard, Gâmbia (Prémio Jornalista Revelação)

VENCEDORES DA CATEGORIA DE RÁDIO

  • Yecenu J. Sasetu, Montage 99.7FM, Nigéria (Primeiro Lugar)
  • Vanessa Ukamaka Richard Bassey, Sparkling 92.3FM, Nigéria (Segundo Lugar)

VENCEDORES DA CATEGORIA MUTIMÍDIA

  • Ezedimbu Karen Ogomegbunem, AIT live, Nigéria (Primeiro Lugar)
  • Sarah Apenkroh, TV3, Gana (Segundo Lugar)
  • Adesuwa Giwa-Osagie, Arise News, Nigéria (Terceiro Lugar)

Apresentamos aqui os vencedores dos Países da África Austral, em parceria com a Primeira-Dama da República do Botswana, S. Exa. Sra. Kaone Boko; a Primeira-Dama da República da Zâmbia, S. Exa. Sra. Mutinta Hichilema; e a Primeira-Dama da República do Zimbabwe, S. Exa. Amai Dra. Auxilla Mnangagwa:

VENCEDORES DA CATEGORIA DE IMPRENSA

  • Nancy Kefilwe Ramokhua, The Patriot on Sunday, Botswana (Primeiro Lugar)
  • Taati Niilenge, The Namibian, Namíbia (Segundo Lugar)
  • Melody Mupeta, Zambia Daily Mail, Zâmbia (Terceiro Lugar)

VENCEDORES DA CATEGORIA ONLINE

  • Veronica Gwaze, Zimpapers, Zimbabwe (Primeiro Lugar)
  • Pitso Molemane, Kaya FM, África do Sul (Segundo Lugar)
  • Bridget McNulty, Sweet Life Diabetes Community, África do Sul (Prémio Jornalista Revelação)

VENCEDORES DA CATEGORIA DE RÁDIO

  • Chileshe Kapenda, ZAMCOM Radio, Zâmbia (Primeiro Lugar)
  • Sera Tamina, Radio Icengelo, Zâmbia (Segundo Lugar)

Apresentamos aqui os vencedores dos Países da África Oriental, em parceria com a Primeira-Dama da República do Quênia, S. Exa. Sra. RACHEL RUTO E.G.H.

VENCEDORES DA CATEGORIA DE IMPRENSA

  • Abeid Othman, Mwananchi, Tanzânia (Primeiro Lugar)
  • Christina Mwakangale, Nipashe, Tanzânia (Segundo Lugar)

VENCEDORES DA CATEGORIA ONLINE

  • Lucy John Bosco, Mwananchi, Tanzania (Primeiro Lugar)
  • Phillys Chemtai Kirui, KASS Media Group, Quénia (Segundo Lugar)
  • Melisa Mong’ina, Talk Africa, Quénia (Terceiro Lugar)

VENCEDORES DA CATEGORIA DE RÁDIO

  • Angela Kezengwa, Royal Media Services Ltd, Quénia (Primeiro Lugar)
  • Millicent Kubai, Kenya Broadcasting Corporation, Quénia (Segundo Lugar)
  • Mwanaisha Makumbuli, Highlands FM Radio, Tanzânia (Terceiro Lugar)

VENCEDORA DA CATEGORIA MUTIMÍDIA

  • Betty Mudondo, NTV, Uganda (Primeiro Lugar)

Apresentamos aqui os vencedores dos Países Africanos de Língua Francesa, em parceria com a Primeira-Dama da República do Burundi, S. Exa. Sra. Angeline Ndayishimiye; e a Primeira-Dama da República Democrática do Congo, S. Exa. Sra. Denise Nyakeru Tshisekedi:

VENCEDORES DA CATEGORIA DE IMPRENSA

  • Arsène Jonathan Mosseavo, LANOCA, República Centro-Africana (Primeiro Lugar)
  • Astère Nduwamungu, Le Renouveau du Burundi, Burundi (Segundo Lugar)

VENCEDORES DA CATEGORIA ONLINE

  • Cassien Tribunal Aungane, Diplomacy and Development, RDC (Primeiro Lugar)
  • Manirakiza Richard, Burundian Press Agency, Burundi (Segundo Lugar)
  • Aka Ahoussi, Credochristi, Cote d’Ivoire (Segundo Lugar)
  • Kouton Emile, Savoir News, Togo (Terceiro Lugar)

VENCEDORES DA CATEGORIA DE RÁDIO

  • Magnus Mfuranzima, Radio Isôko FM, Burundi (Primeiro Lugar)
  • Samuel Niyokwizera, Radio IVYIZIGIRO, Burundi (Segundo Lugar)
  • Josiane Clairia Kankundiye, Indundi Culture Radio, Burundi (Terceiro Lugar)
  • Kabamba Ngalamulume Fabrice, Education Radio and Television, RDC (Prémio Jornalista Revelação)

VENCEDORES DA CATEGORIA MUTIMÍDIA

  • Ornella Muco, Radio Television Isanganiro, Burundi (Primeiro Lugar)
  • Jean Népomuscène Irambona, Radio TV Buntu, Burundi (Segundo Lugar)

Apresentamos aqui os vencedores dos Países Africanos de Língua Portuguesa, em parceria com a Primeira-Dama da República de Cabo Verde, S. Exa. Dra. Débora Katisa Carvalho; e a Primeira-Dama da República de Moçambique, S. Exa. Dra. Gueta Selemane Chapo.

VENCEDOR DA CATEGORIA MUTIMÍDIA

  • Hugo Firmino, STV Notícias, Moçambique (Primeiro Lugar)

Aqui estão os vencedores dos Países Asiáticos:

VENCEDORES DA CATEGORIA DE IMPRENSA

  • Mini P Thomas, The Times of India, Índia (Primeiro Lugar)
  • Vishal Shreshtha, Dainik Jagran, Índia (Segundo Lugar)
  • Parvez Babul, The Daily Observer, Bangladesh (Terceiro Lugar)

VENCEDORES DA CATEGORIA ONLINE

  • Cristina Eloisa Baclig, Inquirer.net, Filipinas (Primeiro Lugar)
  • Puja Awasthi, The Week, Índia (Segundo Lugar)
  • Disha Shetty, Health Watch Policy, Índia (Terceiro Lugar)
  • David Dizon, ABS-CBN, PFilipinas (Terceiro Lugar)

Aqui estão os vencedores dos países da AMÉRICA LATINA:

VENCEDOR DA CATEGORIA DE IMPRENSA

  • Leon Ferrari, O Estado de S.Paulo (Estadão), Brasil (Primeiro Lugar)

VENCEDORA DA CATEGORIA ONLINE

  • Ana Bottallo, Folha de S.Paulo, Brasil (Primeiro Lugar)

A CEO da Fundação Merck também anuncia a abertura das candidaturas para o Prémio de Jornalismo 2026. “Tenho o prazer de anunciar as candidaturas para os Prémios de Jornalismo Fundação Merck 2026 – “Mais do Que uma Mãe” e “Diabetes e Hipertensão”, em parceria com as Primeiras-Damas da África e da Ásia. Estou entusiasmada para ver os trabalhos criativos e excepcionais que receberemos este ano”, declarou a Dra. Rasha Kelej.

Informações sobre o Prémio de Jornalismo da Fundação Merck 2026:

1. Prémio de Jornalismo África Fundação Merck “Mais do Que uma Mãe” 2026

Lema do prémio: Combater o estigma da infertilidade, apoiar a educação de meninas, promover o empoderamento feminino, acabar com o casamento infantil, erradicar a MGF (Mutilação Genital Feminina) e/ou combater a violência do género em todos os níveis.

Quem pode candidatar-se: Jornalistas de Impressas, de Rádio, Online e Plataformas Multimídia dos seguintes grupos:

Países da África Austral

a) Países da África Ocidental

b) Países da África Oriental

c) Países Africanos de Língua Francesa

d) Países Africanos de Língua Portuguesa

Prazo de entrega: 30 de setembro de 2026.

2. Prémio de Jornalismo Fundação Merck “Diabetes e Hipertensão” 2026

Lema do prémio: Promover um estilo de vida saudável e aumentar a conscientização sobre a prevenção e a detecção precoce da diabetes e da hipertensão.

Quem pode candidatar-se: Jornalistas de Impressas, de Rádio, Online e Plataformas Multimídia dos seguintes grupos:

Países da África Austral

a) Países da África Ocidental

b) Países da África Oriental

c) Países Africanos de Língua Francesa

d) Países Africanos de Língua Francesa

e) Países da América Latina

f) Países Asiáticos

Prazo de entrega: 30 de outubro de 2026.

Todas as candidaturas devem ser enviadas para submit@merck-foundation.com.

Distribuído pelo Grupo APO para Merck Foundation.

Contato:
Mehak Handa
Gerente do Programa de Conscientização Comunitária
Telefone: +91 9310087613 / +91 9319606669
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A Fundação Merck, criada em 2017, é o braço filantrópico da Merck KGaA Alemanha, tem como objectivo melhorar a saúde e o bem-estar das pessoas e aprimorar as suas vidas atravez da ciência e da tecnologia. Os nossos esforços estão focados principalmente na melhoria do acesso a soluções de saúde de qualidade e equitativas em comunidades carenciadas, no desenvolvimento da capacidade de saúde e na investigação científica, no empoderamento das raparigas na educação e no empoderamento de pessoas em STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática) com foco especial em mulheres e jovens. Todos os comunicados de imprensa da Fundação Merck são distribuídos por e-mail ao mesmo tempo em que são disponibilizados no site da Fundação Merck. Visite www.Merck-Foundation.com para ler mais. Siga a mídia social da Fundação Merck: Facebook (https://apo-opa.co/4fpu2KK), X (https://apo-opa.co/4dlRmqq), Instagram (https://apo-opa.co/3RDJs4f), YouTube (https://apo-opa.co/4dhqiKd), Threads (https://apo-opa.co/4uRkvRv) e Flickr (https://apo-opa.co/4uQeBA6).

A Fundação Merck está dedicada a melhorar os resultados sociais e de saúde para comunidades necessitadas. Embora colabore com vários parceiros, incluindo governos, para atingir os seus objectivos humanitários, a Fundação permanece estritamente neutra em questões políticas. Ela não se envolve ou apoia nenhuma actividade política, eleições ou regimes, concentrando-se exclusivamente na sua missão de elevar a humanidade e melhorar o bem-estar, mantendo uma postura estritamente apolítica em todos os seus esforços.

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Africa Energy Forum 2026: Construindo o Futuro Industrializado de África

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Africa Energy Forum regressa de 16 a 19 de junho de 2026, reunindo empresas, investidores e governos que estão a impulsionar a transição de África do acesso à energia para infraestruturas em escala industrial.

As empresas que se reúnem na Cidade do Cabo estão a mobilizar capital para infraestruturas de transmissão, a desenvolver corredores mineiros que irão definir rotas comerciais durante décadas, a financiar capacidade de base capaz de alimentar a indústria pesada e a desenvolver projetos de energias renováveis que irão sustentar o futuro industrial de África. O patrocinador do fórum, Sun Africa, lidera um grupo de patrocinadores cujos projetos e investimentos já estão a moldar a forma como o continente constrói a sua base industrial.

“Estou ansioso por participar nesta conversa na Cidade do Cabo em junho. O que me entusiasma neste Summit é o nível de capital e compromisso presentes — empresas que estão a financiar capacidade de base para a indústria pesada, a construir corredores mineiros que irão definir rotas comerciais durante décadas e a implementar projetos de energias renováveis que irão sustentar o futuro industrial de África. Este é o tipo de pensamento estrutural de longo prazo que a Sun Africa sempre acreditou que este continente merece, e é exatamente a conversa que precisamos de ter.” Sun Africa, CEO, Adam Cortese.

ACWA Power, Infinity Power e AMEA Power estão a desenvolver capacidade renovável à escala de gigawatts em todo o continente. Globeleq e TotalEnergies estão a financiar e operar projetos que demonstram como o capital privado pode entregar infraestruturas de nível industrial. British International Investment e IFC estão a estruturar operações que combinam financiamento concessional e comercial para desbloquear a participação de fundos soberanos. Nedbank CIB está a fornecer estruturas de financiamento sustentável que permitem que os projetos alcancem o fecho financeiro.

“À medida que África passa da ambição para a execução, a agenda deste ano foca-se no hardware da industrialização – o aço, o betão e as linhas de transmissão que irão definir o futuro industrial do continente,” afirmou Simon Gosling, Managing Director da EnergyNet.

As empresas que lideram esta transformação enfrentam desafios comuns: estruturar projetos financiáveis onde o risco percebido excede o desempenho real, avançar minerais críticos da extração para o processamento, construir corredores de transmissão que sirvam tanto minas como cidades e mobilizar capital paciente em infraestruturas de longo prazo.

A Cidade do Cabo oferece o cenário ideal. A África do Sul está a avançar com investimento privado em transmissão, comércio de energia, desenvolvimento de renováveis impulsionado pela mineração e a gerir tensões entre crescimento industrial e compromissos climáticos — desafios que o resto do continente também enfrentará. As reformas da cidade oferecem um estudo de caso em tempo real.

A agenda reflete onde estas empresas estão a concentrar os seus recursos. Os minerais críticos terão um programa dedicado de dois dias, explorando processamento downstream, corredores de transporte e captura de valor de reservas que representam mais de 30% da oferta global. As sessões irão analisar o Corredor do Lobito, o Liberty Corridor e a infraestrutura de Simandou como modelos de financiamento de projetos em grande escala.

Os temas de transmissão e capacidade de base abordam a expansão da rede, estruturas de investimento privado e disponibilidade 24/7 para centros de dados e indústria transformadora. As sessões de comércio de energia exploram como os promotores estão a transformar o financiamento de projetos através de contratos de compra com contraparte sólida, enquanto discussões tecnológicas irão abordar IA para proteção de receitas, cadeias de fornecimento de centros de dados e conformidade com CBAM.

De forma mais ampla, a estrutura do fórum apoia a concretização de negócios. O programa de oradores inclui mesas-redondas à porta fechada que reúnem DFIs, fundos soberanos, ministros do Médio Oriente, utilities, reguladores e o setor privado para discussões diretas sobre mobilização de capital.

O evento reunirá líderes seniores do setor público e privado, com oradores de destaque incluindo H.E. Honourable Dr. Kgosientsho Ramokgopa, Minister of Electricity & Energy, South Africa; H.E. Honourable Samantha Graham-Marè, Deputy Minister of Electricity & Energy, South Africa; Dan Marokane, GCE, Eskom, South Africa; H.E. Honourable Jeremiah Kpan Koung, Vice President, Liberia; H.E. Honourable Dr. Kgosientsho Ramokgopa, Minister of Electricity & Energy, South Africa; H.E. Honourable Lerato Mataboge, African Union Commissioner for Infrastructure and Energy; Precious Edward, Head, IPP Office, South Africa; Obaïd Amrane, CEO, Ithmar Capital, Morocco, Chair, Africa Sovereign Investors Forum (ASIF) & Chair, International Forum of Sovereign Wealth Funds (IFSWF); Mike Teke, Group CEO, Seriti Resources; e Jonathan Hoffman, CEO, Globeleq.

As conversas regionais em formato fireside irão destacar oportunidades no Norte, Este, Sul e Oeste de África. O primeiro dia contará com sessões ministeriais com participação do Ministry of Energy de Serra Leoa e do Ministry of Environment, Climate Change & Natural Resources da Gâmbia.

Outros patrocinadores que impulsionam o programa incluem AKSA como Exhibitor Sponsor, com apoio de patrocinadores principais como Synergy Consulting, ATIDI, Engie, European Investment Bank, Standard Bank, Red Rocket, USP&E Global e Sungrow.

No último dia, o YES! (Youth Energy Summit) terá lugar como parte da programação do aef sob o tema ‘Empowering Today’s Entrepreneurs – Building Tomorrow’s Industrialists’. Aqui, líderes de impacto irão apresentar iniciativas escaláveis que criam oportunidades de empreendedorismo no setor energético africano, enquanto parceiros da indústria conduzem workshops interativos que desenvolvem competências práticas para 600 jovens participantes.

Distribuído pelo Grupo APO para EnergyNet Ltd..

Para parcerias, por favor, entre em contato:
Poliana@EnergyNet.co.uk

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