Cabo Verde e Fundo Saudita para o Desenvolvimento querem aprofundar cooperação e preparar novo pacote de financiamento

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

Os laços económicos entre Cabo Verde e o Fundo Saudita para o Desenvolvimento estão cada vez mais estreitos, como indicia, de resto, a mais recente missão do Governo cabo-verdiano às Reuniões Anuais do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Grupo Banco Mundial de 2026, que decorrem de 12 a 18 de outubro, em Banguecoque, na Tailândia.

À margem deste encontro internacional, o Ministro da Coordenação de Projetos Especiais e Acesso a Fundos, José Carlos Varela Moniz, manteve um encontro com os representantes do Fundo Saudita para o Desenvolvimento, com o objetivo de agradecer a parceria existente, avaliar os projetos em curso e explorar novas oportunidades de cooperação, tendo em conta as prioridades do novo Governo.

Em declarações à margem da reunião, José Carlos Varela Moniz manifestou confiança no aprofundamento das relações entre Cabo Verde e a instituição saudita e realçou o interesse em construir um novo pacote de financiamento orientado para projetos estratégicos de desenvolvimento do país.

“Fizemos o convite para estarem em Cabo Verde, para, em pormenor e in loco, falarmos sobre projeto e projeto, ideia e ideia e aí construirmos, sim, um novo pacote de financiamento para Cabo Verde”, afirmou.

Segundo o Ministro, o encontro permitiu apresentar as prioridades do novo Governo e alargar o diá. a diferentes setores, com destaque para a mobilização de água, a agricultura, as pescas, os transportes marítimos e aéreos e a conectividade.

No domínio da água, o Ministro sublinhou a intenção de dar continuidade aos projetos de mobilização dos recursos hídricos, nomeadamente através das barragens e de soluções adicionais de abastecimento de água, consideradas fundamentais para responder aos desafios do país e reforçar as condições de desenvolvimento económico e social.

José Carlos Varela Moniz salientou ainda que o diá. com o Fundo Saudita para o Desenvolvimento deverá permitir identificar novas possibilidades de apoio técnico e financeiro, alinhadas com as prioridades definidas pelo Executivo.

“É um país que nos pode ajudar, tecnicamente e financeiramente e, por isso, mesmo estivemos cá e fizemos questão de falar com eles e agradecer pela parceria”, afirmou.

José Carlos Varela Moniz mostrou-se ainda confiante nas perspetivas de reforço da cooperação, tendo considerado que a abertura do novo Governo a novas perspetivas e projetos poderá criar condições favoráveis à mobilização de mais recursos para o desenvolvimento de Cabo Verde.

Os representantes do Fundo Saudita, salientou, manifestaram a disponibilidade para aprofundar a análise das possibilidades de apoio e preparar propostas mais concretas, a serem discutidas durante uma futura visita a Cabo Verde.

Esta deslocação a Cabo Verde deverá permitir uma análise mais detalhada, setor a setor, dos projetos suscetíveis de financiamento e a identificação das áreas em que a parceria poderá ser reforçada, tendo em conta as necessidades e os objetivos estratégicos do país.

A missão cabo-verdiana às Reuniões Anuais do FMI e do Grupo Banco Mundial integra, além do ministro José Carlos Varela Moniz, a secretária de Estado das Finanças, Maria José Lopes, na qualidade de Governadora Alterna junto do FMI, entre outros representantes do Governo.

Futuro promissor para a cooperação

A perspetiva de aprofundamento da cooperação foi igualmente reafirmada pelo Diretor-Executivo Adjunto do Fundo Saudita para o Desenvolvimento (CEO), Faisal Al-Kahtani, que manifestou otimismo quanto ao futuro das relações com Cabo Verde, sobretudo, nos setores da água, da agricultura e da conectividade.

“Prevejo um futuro promissor para a cooperação para o desenvolvimento entre Cabo Verde e o meu país, no setor da água, agricultura e conectividade, que são importantes. Como sabemos, o arquipélago é formado por 10 ilhas e a conectividade é crucial para o Governo. Consideraremos, juntamente com o nosso parceiro, o financiamento de alguns destes projetos, no domínio da água ou conectividade”, afirmou.

Questionado sobre a disponibilidade da instituição para aprofundar a relação com Cabo Verde, Faisal Al-Kahtani confirmou a abertura para reforçar a cooperação, adiantando que o Fundo Saudita pretende articular-se com outras instituições financeiras árabes para viabilizar o financiamento de projetos.

“Sim, estamos a considerar isso. Vamos coordenar com os nossos outros parceiros, como o BADEA e outros membros do grupo árabe, para cofinanciarem projetos”, assegurou.

O dirigente recordou ainda a colaboração já existente entre cabo Verde e o Fundo Saudita para o Desenvolvimento, destacando o financiamento de iniciativas em setores como a formação profissional, a construção de estradas e a captação de água. Segundo afirmou, a instituição mantém-se aberta à análise de novas propostas de investimento e financiamento que respondam às necessidades de desenvolvimento de Cabo Verde.

As declarações do Ministro José Carlos Varela Moniz e do Faisal Al-Kahtani apontam para a possibilidade de uma nova etapa na parceria, assente na identificação de projetos prioritários e na mobilização conjunta de recursos financeiros, incluindo através de mecanismos de cofinanciamento com outras instituições do grupo árabe.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

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Cabo Verde: Presidente da República interina promulga dois novos diplomas do Governo

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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A Presidente da República interina, Janira Hopffer Almada, promulgou, esta segunda-feira, 12, o Decreto-Lei que estabelece a estrutura, a Organização e as normas de funcionamento do Ministério da Defesa Nacional e o Decreto-Lei que estabelece a estrutura, a Organização e as normas de funcionamento do Ministério das Infraestruturas, Habitação e Ordenamento do Território.

Assim como o Decreto-Lei que aprova a Lista de Medicamentos, a lista dos dispositivos Médicos e a Lista dos Suplementos Alimentares, já divulgado, esses dois diplomas também são provenientes do Governo.

O Decreto Lei que estabelece a estrutura, a Organização e as normas de funcionamento do Ministério da Defesa Nacional recorda que “o Ministério da Defesa Nacional, enquanto departamento governamental responsável pela preparação, coordenação e execução da política de defesa nacional, bem como pela administração e fiscalização das Forças Armadas, nos termos da lei, desempenha um papel fundamental na salvaguarda da soberania, da independência nacional, da integridade territorial e dos interesses estratégicos do Estado”.

A presente orgânica, refere o diploma “visa reforçar a capacidade institucional do setor da defesa, promover a modernização administrativa, otimizar a gestão dos recursos humanos, financeiros e patrimoniais e consolidar os mecanismos de coordenação interinstitucional, assegurando uma resposta mais eficaz aos desafios emergentes da segurança nacional e internacional”.

Já o Decreto-lei que estabelece a estrutura, a organização e as normas de funcionamento do Ministério das Infraestruturas, Habitação e Ordenamento do Território refere que “a presente orgânica reforça a capacidade institucional do Ministério, racionaliza a respetiva estrutura administrativa, promove uma maior coordenação entre os serviços e organismos sob tutela e superintendência e assegura uma organização mais moderna, eficiente e orientada para resultados, em consonância com os princípios da boa governação, da simplificação administrativa, da transformação digital e da sustentabilidade territorial”.

Conforme o diploma, o objetivo é preservar “a distinção entre as funções de formulação, coordenação, execução e fiscalização das políticas públicas, reforçando a articulação entre os serviços centrais, os organismos da administração indireta e as demais estruturas de coordenação técnica e consultiva”.

Distribuído pelo Grupo APO para Presidência da República de Cabo Verde.

Angola: Sistema de Formação Profissional atinge 165 centros em todo o país

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Sistema Nacional de Formação Profissional conta, actualmente, com 165 centros, em todo o país, depois da inauguração, hoje, do primeiro Pavilhão de Artes e Ofícios dos Ramiros, no município de Belas em Luanda, pela ministra da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social.

O novo Pavilhão de Formação Profissional de Artes e Ofícios é tutelado pelo Instituto Nacional de Emprego e Formação Profissional (INEFOP), tem capacidade para albergar 1.000 cidadãos, sendo que nesta altura 1.200 já estão inscritos, com uma grelha formativa de 13 cursos disponíveis, para este ano.

Os cursos disponíveis são das especialidades de Informática, Construção Civil, Corte e Costura, Decoração, Culinária e Pastelaria, Mecânica Auto, Electricidade Predial e Industrial, Carpintaria, Marcenaria e Canalização.

A ministra do MAPTSS, Teresa Rodrigues Dias destacou que a construção da infra-estrutura resultou da selecção criteriosa de um conjunto de projectos prioritários, delimitados e acompanhados pelo Presidente da República, João Gonçalves Lourenço, no âmbito da sua sensibilidade, para com os temas atinentes à Formação Profissional e a qualificação dos Cidadãos.

A governante lembrou que a primeira pedra de construção do centro foi lançada a 8 de Outubro do ano passado, que resultou de uma infra-estrutura de qualidade e com as condições necessárias, para acolher os formandos com a dignidade que merecem.

A ministra informou que o investimento da infra-estrutura foi de 1.090.000.000 e dispõe de uma capacidade formativa de aproximadamente 1.000 formandos por cada ciclo, sendo que até ao momento, cerca de 1.200 cidadãos já estão inscritos e prontos para arrancar com as formações.

Para o presente ano, disse, o centro terá apenas um ciclo formativo, com a duração de três meses, mas a partir do próximo ano, os três ciclos de curta e longa duração, vai abranger nove especialidades, nomeadamente, Informática, Construção Civil, Corte e Costura, Decoração, Culinária e Pastelaria, Mecânica Auto, Electricidade Predial e Industrial, Carpintaria, Marcenaria e Canalização.

A inauguração do centro, disse, não é apenas para um espaço de aprendizagem, mas também de esperança, onde o talento poderá transformar-se em profissão, o conhecimento em produtividade e a vontade de vencer, em oportunidades concretas de inserção ao mercado de trabalho.

A formação em artes e ofícios, realçou, permite valorizar profissões essenciais ao funcionamento da sociedade e ao crescimento da economia.

Os cursos profissionais, sublinhou, constituem caminhos legítimos para a realização pessoal, sustento das famílias e desenvolvimento das comunidades.

A ministra considera que o país não será construído apenas com licenciados, mestres e doutores, porque cada cidadão que adquire uma competência profissional, por via dos cursos de formação técnica, reforça a sua capacidade de contribuir para o desenvolvimento da Nação, por essa razão, deve ser valorizado e devidamente enquadrado a nível do mercado de trabalho.

A inauguração de uma infra-estrutura, revelou, é sempre motivo de satisfação. Contudo, a verdadeira medida do seu sucesso, está nos resultados que vai produzir amanhã.

Por essa razão, disse, o sucesso deste Pavilhão será medido pelo número de cidadãos formados, pela qualidade das competências adquiridas, postos de trabalho criados, negócios iniciados e vidas transformadas.

A titular do MAPTSS realçou que o impacto da nova infra-estrutura será, também, medido pela capacidade de um jovem que antes não tinha perspectivas de conseguir uma profissão, possibilidade de uma mãe de família iniciar uma actividade geradora de rendimento, percurso de um formando que se torna empreendedor, porque é com estes resultados humanos, sociais e económicos, que reside o verdadeiro valor deste investimento.

Distribuído pelo Grupo APO para Angola, Ministério da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social.

Portugal: Ministério das Relações Exteriores

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O *reforço das relações bilaterais entre a República de Angola e a República Portuguesa* esteve no centro de um *encontro de trabalho* realizado nesta segunda-feira, 12 de Outubro, em Luanda, entre Suas Excelências Embaixador *Domingos Custódio Vieira Lopes*, Secretário de Estado para a Cooperação Internacional e Comunidades Angolanas, e Embaixadora *Ana Isabel Xavier*, Secretária de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação de Portugal.

O encontro realizou-se na *sede da diplomacia angolana*, em Luanda, no quadro da *visita de trabalho* de Sua Excelência *Ana Isabel Xavier* a Angola, durante a qual deverá acompanhar projectos nos domínios da *Saúde, Educação e Justiça*, nas províncias de *Luanda e Benguela*, bem como manter contactos com as autoridades angolanas.

O diá. incidiu sobre o *aprofundamento da cooperação político-diplomática, económica e comercial entre Angola e Portugal*, com particular atenção ao *incremento das trocas comerciais*, às *questões migratórias e consulares* e à concertação sobre *matérias regionais e internacionais*.

Ao tomar a palavra, o *Secretário de Estado Domingos Custódio Vieira Lopes* defendeu uma cooperação cada vez mais pragmática, assente em resultados concretos para os dois países, e referiu que *Angola atribui importância estratégica à parceria com Portugal*, alicerçada na história comum, no respeito mútuo e na confiança.

No *domínio económico*, evocou a necessidade de maior envolvimento do sector empresarial angolano em Portugal.

O *Secretário de Estado para a Cooperação Internacional e Comunidades Angolanas* apelou igualmente a uma maior atenção dos investidores portugueses às potencialidades da economia angolana, tendo em conta os esforços do país para a diversificação económica.

Os dois diplomatas analisaram também o *Programa Estratégico de Cooperação Angola-Portugal 2023-2027*, cuja vigência termina no próximo ano, e as prioridades para o ciclo seguinte.

Nesta conformidade, concordaram com o início dos trabalhos de *avaliação e balanço do actual programa*, com vista à preparação e posterior negociação do novo instrumento de cooperação.

A retoma das *Consultas Políticas* entre os dois países, em 2027, mereceu igualmente atenção, tendo a *Secretária de Estado Ana Isabel Xavier* defendido a sua realização como mecanismo de concertação e preparação das negociações do próximo *Programa Estratégico de Cooperação*.

No domínio da *Educação*, os dois Secretários de Estado debruçaram-se sobre os projectos desenvolvidos pelo *Instituto Camões em Angola*.

Sua Excelência *Ana Isabel Xavier* referiu a presença da Presidente da instituição, Embaixadora *Florbela Paraíba*, na delegação portuguesa, que deverá acompanhar os projectos em curso neste sector.

A cooperação multilateral e as questões de *paz e segurança* ocuparam igualmente lugar de destaque nas conversações.

Na ocasião, a *Secretária de Estado portuguesa* agradeceu o apoio de Angola à candidatura de Portugal a *membro não permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas para o biénio 2027-2028*, que culminou na eleição do país à primeira volta, com o melhor resultado da sua história.

Sua Excelência *Ana Isabel Xavier* referiu que a *prevenção*, através do *reforço da diplomacia preventiva e da antecipação de crises*, representa um dos eixos prioritários da actuação portuguesa no *Conselho de Segurança*.

Neste sentido, manifestou o interesse de Portugal em contar com a experiência e a colaboração de Angola, tendo em conta o papel do país nos esforços de *promoção da paz e da estabilidade no continente africano*.

A responsável portuguesa referiu que o seu país reconhece e acompanha os esforços diplomáticos de Angola em prol da paz e da estabilidade regional e acrescentou que Portugal se revê em vários dos aspectos abordados por Sua Excelência *João Manuel Gonçalves Lourenço*, Presidente da República de Angola, no seu discurso perante a *81ª Sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas*, realizada em *Nova Iorque*.

Em resposta, o *Secretário de Estado Domingos Custódio Vieira Lopes* agradeceu o reconhecimento de Portugal e referiu que os esforços de Angola neste domínio encontram expressão no reconhecimento atribuído pela *União Africana* ao *mais alto mandatário da nação angolana*, como *Campeão da União Africana para a Paz e Reconciliação em África*.

As *relações diplomáticas entre a República de Angola e a República Portuguesa* foram estabelecidas a 10 de Março de 1976, na sequência da proclamação da independência de Angola, a 11 de Novembro de 1975.

Desde então, os dois países têm desenvolvido relações de cooperação nos domínios *político-diplomático, económico, comercial, cultural, educativo e científico*, com base nos laços históricos e na língua portuguesa.

Ao longo dos anos, a cooperação bilateral conheceu diferentes etapas e consolidou-se através de *contactos de alto nível*, *acordos de cooperação* e iniciativas conjuntas, com vista ao reforço das relações de amizade e ao aprofundamento da parceria entre os dois Estados.

Distribuído pelo Grupo APO para Embaixada da República de Angola na República Portuguesa.

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Angola: PR Regressou de Roma

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Presidente da República, João Lourenço, regressou ao país às primeiras horas desta terça-feira, em companhia da Primeira Dama da República, Ana Dias Lourenço.

O Chefe de Estado permaneceu domingo e segunda-feira últimos em Roma, capital da República da Itália, em missão oficial, marcada pela sua participação no Fórum Mundial da Alimentação, que a FAO promoveu. A FAO é a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura.

Ao desembarcar no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, em Luanda, o Presidente da República recebeu cumprimentos de boas-vindas de altas figuras do Estado, encabeçadas pela Vice Presidente da República, Esperança da Costa.

Distribuído pelo Grupo APO para Embaixada da República de Angola na República Portuguesa.

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Cabo Verde e Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) reforçam diálogo estratégico e cooperação técnica

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Ministro dos Negócios Estrangeiros e Comunidades, Manuel Amante da Rosa, recebeu, segunda-feira, 12 de Outubro, uma visita de cortesia da delegação da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA), chefiada pelo Chefe de Secção da Divisão para África, Michel Warnau.

O encontro constituiu uma oportunidade para abordar as prioridades de cooperação entre Cabo Verde e a AIEA, com particular enfoque na utilização pacífica da ciência e tecnologia nucleares, no reforço das capacidades nacionais e no desenvolvimento das infraestruturas regulamentares de segurança radiológica, em consonância com as necessidades e prioridades do país.

A visita enquadra-se igualmente nos esforços de consolidação do Programa-Quadro Nacional de Cooperação (CPF) de Cabo Verde com a AIEA para o período 2026–2031, bem como na preparação do próximo ciclo do Programa de Cooperação Técnica para 2028–2029.

A delegação da  Agência Internacional de Energia Atómica integra ainda a responsável pela gestão do programa de cooperação técnica para Cabo Verde, Sulafa Karar e o Chefe da Secção de Infraestruturas Regulamentares e Segurança do Transporte, no domínio da segurança radiológica, Hilaire Mansoux.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

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Organização Internacional para Migrações (OIM): Pelo menos 139 mortos em naufrágio ao largo de Djibuti

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O naufrágio de um barco que transportava 305 pessoas, na madrugada de 9 de outubro, ao largo da costa de Djibuti, matou pelo menos 139 pessoas e deixou 84  desaparecidas, como  informou  a Organização Internacional para  Migrações, OIM.

Cerca de 80 pessoas sobreviveram ao naufrágio do navio que seguia em direção ao Iémen, segundo a agência, que adianta que as autoridades continuam as operações de busca e salvamento.

15 crianças entre as vítimas mortais

De acordo com os relatos de sobreviventes, o barco virou perto da localidade costeira de Guehere, a norte da cidade portuária de Obock.

Trata-se de um dos naufrágios mais mortais  na Rota Oriental. No conjunto de vítimas mortais, contam-se pelo menos 15 crianças, confirmou o Fundo das Nações Unidas para a Infância, Unicef.

Entre os 109 corpos inicialmente recuperados, foram identificados 52 homens e 42 mulheres, além de nove meninas e seis meninos. O balanço deverá ser atualizado à medida que as operações de busca permitam localizar as pessoas desaparecidas.

Em busca de uma vida melhor

Todos os anos, dezenas de milhares de migrantes do Chifre de África viajam através de Djibuti e atravessam o Estreito de Bab el-Mandeb até ao Iémen, em busca de segurança, estabilidade e emprego nos países do Golfo.

Apesar da crescente instabilidade em todo o Médio Oriente, a pobreza, a insegurança e os crescentes impactos das mudanças climáticas levam muitos a realizar essa jornada, sublinha a OIM.

Desde 10 de setembro que a Matriz de Rastreamento de Deslocamento da agência observou mais de 20 mil movimentos de entrada de migrantes provenientes da Etiópia em Djibuti.

Já em 2025, mais de 900 migrantes morreram ou desapareceram ao longo da Rota Oriental, enquanto o número de pessoas que realizou essa jornada aumentou 18%. Outro naufrágio em março deste ano deixou nove pessoas mortas e 45 desaparecidas, recorda a OIM.

Migrantes correm risco de vida

Os migrantes que chegam ao Iémen enfrentam riscos de violência, prisão e detenção arbitrárias, exploração e tráfico. Sobreviver à travessia marítima não significa necessariamente alcançar a segurança, particularmente em meio à insegurança em curso e aos desafios humanitários no Iémen.

Em declaração, a diretora regional do Unicef para a África Oriental e Austral, Etleva Kadilli, frisou que a tragédia ao largo de Djibuti constitui um “lembrete gritante” dos perigos que os migrantes enfrentam ao tentar buscar uma vida e oportunidades económicas melhores.

Por sua vez, a diretora-geral da OIM, Amy Pope, alerta que estas mortes não podem continuar a ser encaradas como normais. A responsável enfatiza que a existência de vias de migração seguras e legais salva-vidas, apelando aos governos e doadores para que atuem antes de ocorrer outro naufrágio. 

Distribuído pelo Grupo APO para UN News.

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Kholo Capital concede financiamento mezzanine de R275 milhões (US$17 milhões) à DCC Holdings para apoiar o refinanciamento e o crescimento futuro

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Kholo Capital Mezzanine Debt Fund I (“Kholo Capital”) (www.KholoCapital.com) anunciou hoje a concessão de R275 milhões (US$17 milhões) em financiamento de dívida mezzanine à DCC Holdings Proprietary Limited (“DCC”), uma das principais distribuidoras sul-africanas de tecnologias de informação e comunicação (“TIC”), com uma presença consolidada na África Austral. O financiamento destina-se a refinanciar a dívida existente e a apoiar a estratégia de crescimento de longo prazo da DCC.

A DCC é uma das principais distribuidoras sul-africanas de produtos e soluções de TIC, oferecendo um portefólio abrangente de produtos nas áreas de computadores pessoais, impressão, infraestrutura empresarial e software. A empresa distribui produtos de fabricantes internacionais de tecnologia de referência, incluindo HP, Dell e Lenovo, através de uma extensa rede de revendedores, integradores de sistemas e retalhistas em toda a África Austral.

Fundada em 1988, a DCC consolidou-se como um operador de referência no mercado de distribuição de TIC da África Austral, dispondo de uma rede de distribuição e de uma infraestrutura logística que servem clientes em toda a região. A empresa desempenha um papel importante na cadeia de abastecimento das TIC, ligando fabricantes internacionais de tecnologia a revendedores e retalhistas locais.

Mokgome Mogoba, Sócio-Gerente e Fundador da Kholo Capital, comentou: “É com grande satisfação que apoiamos a equipa de gestão altamente experiente da DCC nesta nova fase de crescimento da empresa. A DCC conta com o apoio da Kleoss Capital, um investidor de capital privado altamente competente. Esta operação demonstra como o financiamento estruturado através de dívida mezzanine pode ser utilizado para otimizar a estrutura de capital de uma empresa, refinanciar dívida existente e proporcionar a flexibilidade financeira necessária para apoiar um crescimento sustentável. A DCC afirmou-se como uma das principais distribuidoras de TIC da África do Sul, com uma forte posição no mercado, sustentada por relações duradouras com fabricantes internacionais de tecnologia de referência, uma extensa rede de revendedores e capacidades consolidadas de logística e distribuição.”

Zaheer Cassim, Sócio-Gerente e Fundador da Kholo Capital, acrescentou: “Ao longo de quase quatro décadas, a DCC construiu uma sólida plataforma de distribuição, combinando uma ampla presença no mercado, fortes capacidades logísticas e um profundo conhecimento das necessidades dos seus parceiros de distribuição. Para além dos seus pontos fortes comerciais, o investimento da DCC no emprego jovem, o apoio a estudantes com deficiência e o desenvolvimento de pequenas e médias empresas revendedoras refletem um compromisso com o crescimento inclusivo. A adoção de energia solar e de medidas de poupança de água demonstra igualmente uma abordagem prática à gestão empresarial responsável. Acreditamos que a DCC está bem posicionada para aproveitar as oportunidades no mercado de TIC da África Austral e temos o prazer de colaborar com a sua equipa de gestão na promoção de um crescimento que gere valor comercial e um impacto social significativo.”

Hale Matsipa, Sócio-Gerente da Kleoss, afirmou: “A Kleoss Capital valoriza a oportunidade de ter colaborado com a Kholo Capital nesta operação, que posiciona a DCC para a sua próxima fase de crescimento. A operação reflete igualmente a dinâmica positiva dos mercados privados na África do Sul e assinala mais uma colaboração bem-sucedida entre a Kleoss Capital e outro investidor dos mercados privados. Esperamos continuar a nossa parceria com a equipa da Kholo Capital.”

Carlos Ferreira, Diretor Executivo da DCC, acrescentou: “Os acionistas da DCC, que incluem a equipa de gestão sénior e a Kleoss Capital, congratulam-se com a entrada da Kholo Capital na estrutura de capital do grupo DCC. A DCC tem registado um crescimento sustentado ao longo dos anos, através da integração de algumas marcas estratégicas e da expansão da nossa presença no âmbito das relações já estabelecidas com os nossos fornecedores. Juntamente com os nossos parceiros de capital, encaramos com otimismo a próxima etapa da evolução da empresa.”

A Deneys prestou assessoria jurídica à Kholo Capital.

A Webber Wentzel prestou assessoria jurídica à DCC.

Distribuído pelo Grupo APO para Kholo Capital.

Para mais informações, contacte:
Zaheer Cassim                       

Sócio-Gerente – Kholo Capital Mezzanine Debt Fund I
zaheer@kholocapital.com                                          
Tel.: +27-83-786-0845

Mokgome Mogoba                                      
Sócio-Gerente – Kholo Capital Mezzanine Debt Fund I
mokgome@kholocapital.com                                         
Tel.: +27-79-631-5860

Sobre o Kholo Capital Mezzanine Debt Fund I:
O Kholo Capital Mezzanine Debt Fund I é um fundo especializado de R1,4 mil milhões que disponibiliza soluções flexíveis de dívida mezzanine a empresas de média dimensão em toda a África Austral. O fundo foi concebido para colmatar a lacuna entre a dívida sénior e o capital próprio, permitindo às empresas aceder a financiamento para crescimento e aquisições, minimizando simultaneamente a diluição das participações dos acionistas.

O fundo realiza habitualmente investimentos entre R70 milhões e R205 milhões em empresas que gerem um EBITDA anual mínimo de R25 milhões. A Kholo Capital investe em setores com elevado impacto social, incluindo infraestruturas, serviços financeiros, saúde, educação, telecomunicações, energias renováveis, alimentação e serviços. O mandato de investimento exclui a exploração mineira primária, a agricultura primária, o microcrédito, os jogos de azar, as munições, o tabaco, as bebidas espirituosas e as empresas dependentes do setor público. Operações de maior dimensão podem ser apoiadas através de coinvestimentos dos investidores do fundo ou de estruturas sindicadas.

A Kholo Capital oferece soluções de financiamento adaptadas a diversos tipos de operações, incluindo capital para crescimento, aquisições, aquisições pela equipa de gestão (management buy-outs), aquisições alavancadas (leveraged buy-outs), operações de capital privado, recompra de ações, refinanciamento de empréstimos de acionistas e recapitalizações para distribuição de dividendos. O fundo também colabora com as empresas para otimizar as respetivas estruturas de capital, incluindo o refinanciamento de parcelas da dívida bancária sénior, de modo a melhorar os fluxos de caixa e criar capacidade financeira adicional para reinvestimento e expansão.

O financiamento através de dívida mezzanine é normalmente estruturado com prazos de 4 a 7 anos e modalidades flexíveis de reembolso do capital numa única prestação no vencimento (bullet), permitindo às empresas pagar juros durante a vigência do financiamento e diferir o reembolso do capital até à maturidade. Esta estrutura favorece uma gestão mais eficiente dos fluxos de caixa e permite às empresas reinvestir em iniciativas de crescimento. O fundo procura obter rendibilidades superiores a 17%, combinando rendimento periódico com potencial valorização associado ao capital próprio.

A Kholo Capital adota uma abordagem disciplinada ao investimento, com o rácio de endividamento geralmente limitado a 3,5x a 4,0x a dívida total sobre o EBITDA e um rácio financiamento/valor (loan-to-value) de até 80%, assegurando uma margem mínima de capital próprio de 20%. Os investimentos são realizados em empresas estabelecidas e geradoras de fluxos de caixa, não sendo contempladas situações de dificuldades financeiras nem projetos autónomos de raiz (greenfield) sem garantias adequadas prestadas por entidades operacionais elegíveis.

Fundada em 2020 por Mokgome Mogoba e Zaheer Cassim, a Kholo Capital é uma gestora especializada em investimentos alternativos, com vasta experiência em dívida sénior, dívida mezzanine e capital privado. A equipa de investimento reúne mais de 100 anos de experiência combinada e realizou, no seu conjunto, investimentos superiores a R50 mil milhões em mais de 90 operações, distribuídas por mais de 10 países africanos. A empresa é liderada por uma equipa coesa e experiente, com um historial consolidado de colaboração ao longo de duas décadas.

Sítio Web: www.KholoCapital.com

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A Dra. Rasha Kelej, Diretor-Executivo (CEO) da Fundação Merck, destaca a importância de mudar as expectativas da comunidade para capacitar as meninas por meio da educação

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

Como parte de sua plataforma virtual de Mentoria e Liderança, “Além do Poder; Liderança, Influência Global e Impacto”, a Dra. Rasha Kelej, CEO da Fundação Merck (https://Merck-Foundation.com/), compartilhou um novo artigo de liderança intitulado “Antes que uma menina possa atingir seu potencial, sua família e comunidade devem acreditar que ela tem um — Liderança além do óbvio”. Através do artigo, a Dra. Kelej destaca a importância do apoio da família e da comunidade para ajudar as meninas a darem continuidade à sua educação, desenvolverem suas habilidades e realizarem seu pleno potencial.

Para ler o artigo completo e acessar a plataforma, visite:

https://apo-opa.co/4sa1dqb

Em seu artigo, a Dra. Kelej enfatiza por que educar meninas exige tanto oportunidade quanto uma mudança nas expectativas que as cercam.

A Senadora Dra. Rasha Kelej (Ret.), CEO da Fundação Merck, compartilhou: “Garantir às meninas o acesso à educação é essencial, mas é igualmente importante criar um ambiente onde suas habilidades sejam reconhecidas, suas ambições sejam incentivadas e seus futuros sejam apoiados. As expectativas familiares, as atitudes da comunidade e as normas sociais podem influenciar significativamente a jornada educacional de uma menina e as oportunidades disponíveis para ela.”

A Dra. Kelej destaca que o potencial de uma menina pode ser limitado não por suas habilidades, mas pelas expectativas depositadas sobre ela. “Quando as meninas são incentivadas a aprender, recebem tempo e recursos para estudar, e são apoiadas na superação de desafios, elas ficam mais bem posicionadas para desenvolver sua confiança, buscar suas ambições e construir um futuro mais promissor”, acrescenta a Dra. Rasha.

Ela enfatiza ainda que bolsas de estudo e oportunidades educacionais devem ser acompanhadas por um ambiente de apoio em casa, nas escolas e dentro das comunidades. Pais, professores e líderes comunitários desempenham um papel importante para garantir que a educação das meninas seja valorizada e que elas sejam incentivadas a continuar estudando e a buscar suas aspirações. “Devemos comunicar: ‘Você pode aprender. Você pode melhorar. Nós ajudaremos você a continuar em frente'”, explica a Dra. Kelej.

Por meio do seu programa Educando Linda (Educating Linda), a Fundação Merck está comprometida em apoiar meninas academicamente promissoras de contextos desfavorecidos, oferecendo bolsas de estudo que as ajudam a continuar sua educação. O programa reflete a crença da Fundação de que circunstâncias financeiras não devem impedir meninas talentosas de ter acesso à educação e de desenvolver seu potencial.

“Através do nosso programa Educando Linda, nosso compromisso com a educação carrega uma mensagem mais ampla: acredite no potencial de uma menina, dê a ela a oportunidade de desenvolvê-lo e apoie-a ao longo de toda essa jornada”, disse a Dra. Kelej.

A Dra. Rasha Kelej destaca o papel importante das Primeiras-Damas africanas em incentivar as famílias e comunidades a priorizarem a educação das meninas. Por meio de sua liderança, advocacia e engajamento comunitário, as Primeiras-Damas podem ajudar a desafiar estereótipos de gênero, promover atitudes positivas em relação ao aprendizado das meninas e inspirar pais e educadores a apoiarem as meninas na busca de suas ambições.

O artigo também enfatiza a importância de um apoio prático e contínuo. Incentivar uma menina a sonhar é apenas o começo; ela também deve ter acesso a recursos educacionais, a um ambiente de aprendizado seguro e ao apoio necessário para continuar seus estudos quando encontrar dificuldades. Ao abordar tanto as barreiras financeiras quanto as expectativas sociais, as famílias e as comunidades podem ajudar as meninas a aproveitarem ao máximo suas oportunidades educacionais.

O artigo está disponível na Plataforma de Mentoria e Liderança da Dra. Rasha Kelej, “Além do Poder; Liderança, Influência Global e Impacto”, via Substack, lançada para criar um recurso acessível idealizado para inspirar, guiar e apoiar futuros líderes, particularmente mulheres e jovens futuros líderes na África, Ásia e países do Sul Global. A plataforma é acessível a todos, garantindo que aspirantes a líderes de diversas origens possam ter acesso a mentorias valiosas, visões sobre liderança e orientações práticas.

Link para a Plataforma de Mentoria e Liderança da Dra. Rasha Kelej:
https://apo-opa.co/4ifIshI

Os artigos podem ser acessados através do site da Dra. Rasha Kelej:
https://Rasha-Kelej.com/

Os links para os artigos também podem ser acessados no site da Fundação Merck:
https://Merck-Foundation.com/

Os links também podem ser acessados nos canais das redes sociais da Dra. Rasha Kelej e da Fundação Merck.

Por meio de sua Plataforma de Mentoria e Liderança, a Dra. Rasha Kelej está comprometida em compartilhar seus 32 anos de conhecimento e experiência para apoiar e guiar indivíduos com aspirações a desbloquearem seu potencial oculto, alcançarem seus objetivos profissionais e pessoais, e se tornarem os líderes do amanhã.

Para saber mais sobre a jornada da Dra. Rasha Kelej, visite suas redes sociais: Instagram (https://apo-opa.co/4s8UrBa), Facebook (https://apo-opa.co/4jiMIy6), X (https://apo-opa.co/4B9yxlp), e YouTube (https://apo-opa.co/4jBtrYT).

Distribuído pelo Grupo APO para Merck Foundation.

Contato:
Mehak Handa
Gerente do Programa de Conscientização Comunitária
Telefone: +91 9310087613 / +91 9319606669
Email: mehak.handa@external.merckgroup.com

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Cabo Verde e União Europeia abordam novas oportunidades de cooperação

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Ministro dos Negócios Estrangeiros e Comunidades, Manuel Amante da Rosa, foi recebido, na sexta-feira, 9 de outubro, em Bruxelas, pela Alta Representante da União Europeia para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança e Vice-Presidente da Comissão Europeia, Kaja Kallas.

O encontro constituiu uma oportunidade para abordar novas perspetivas de parceria e reforçar a cooperação entre Cabo Verde e a União Europeia em diferentes setores, no quadro das relações entre as duas partes.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.