Chantelé Carrington, CEO da Invest Africa, Membro do Grupo de Investidores para África do Governo Britânico e Antiga Líder África da PwC UK, junta-se ao Conselho Consultivo da African Collaborations Group (ACG) para impulsionar os distritos desportivos e de entretenimento em toda a África

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

African Collaborations Group (ACG) (www.ACGafrica.com), a principal plataforma estratégica de originação de projetos e colaboração focada na industrialização do desporto em África através da originação de ecossistemas bancáveis de distritos desportivos e de entretenimento, anunciou hoje a nomeação de Chantelé Carrington, CEO da Invest Africa, para o seu Conselho Consultivo.

A Sra. Carrington tornou-se CEO da Invest Africa em janeiro de 2024. A Invest Africa é uma plataforma de negócios e investimento de referência com mais de setenta anos de experiência em África e uma presença global de organizações membros que compreende multinacionais, empresas de capital privado, investidores institucionais, instituições financeiras de desenvolvimento, organizações de serviços profissionais, organismos governamentais e empreendedores. Como ponto de entrada de confiança em África para o capital internacional, a Invest Africa conecta a sua rede através de inteligência de mercado, eventos dinâmicos, missões comerciais e serviços de consultoria, desempenhando um papel central na orientação de capital sustentável para oportunidades-chave no continente para o desenvolvimento económico.

Juntou-se à Invest Africa vinda da PwC, onde exerceu o cargo de Líder Estratégica de Mercados Internacionais para o Reino Unido, supervisionando investimentos com África, Estados Unidos, Médio Oriente, China, Japão, Alemanha, Índia, França, Europa Central e Oriental, Coreia do Sul, Países Baixos, Suíça e Sudeste Asiático. Anteriormente, foi Diretora de Operações do Grupo África da PwC UK para a Aliança UK-África durante cinco anos, precedendo os seus cargos como Líder de Serviços Financeiros África e Líder para a África do Sul, em setores incluindo Infraestruturas, Governo e Setor Público, e serviços incluindo Transações e Consultoria, Auditoria e Garantia, bem como Fiscalidade e Regulação.

Originária da África do Sul, a Sra. Carrington é membro do Grupo de Investidores para África do Governo Britânico, membro do Conselho Consultivo Externo da Cimeira de Investimento UK-África, e exerceu o cargo de Presidente do Grupo Consultivo da Facilidade de Assistência Técnica para a Cimeira de Investimento UK-África 2020. Traz mais de 20 anos de experiência em serviços financeiros, consultoria de investimento e mobilização de capital transfronteiriço em toda a África, Estados Unidos, Médio Oriente, Ásia e Europa.

Os seus anteriores cargos em conselhos de administração e consultivos incluem Administradora Não Executiva do Grupo SIAT, Membro do Conselho Consultivo da Câmara de Comércio Sul-Africana no Reino Unido, Administradora da fundação help2read, e Membro do Conselho Consultivo da innovaBRICS & Beyond. É contabilista e consultora de formação com especialização em serviços financeiros.

A sua nomeação para o Conselho Consultivo da ACG responde a uma dimensão crítica do processo de originação da ACG: conectar projetos bancáveis ao capital institucional. Cada projeto Victory District™ que a ACG origina deve, em última análise, atrair investimento de empresas de capital privado, investidores institucionais e instituições financeiras de desenvolvimento. A Sra. Carrington encontra-se no centro desse ecossistema. Através da sua rede Invest Africa e das suas relações com a arquitetura de investimento do Governo Britânico para África, traz à ACG o caminho para a comunidade de investidores capaz de financiar os projetos Victory District™.

A sua experiência na PwC em comércio e investimento internacional em mais de uma dúzia de mercados é igualmente relevante. Os projetos da ACG envolvem fluxos de capital transfronteiriços, estruturação multijurisdicional e o alinhamento de investidores internacionais com mandatos de governos africanos. A Sra. Carrington passou a sua carreira a navegar exatamente nessa complexidade.

« Chantelé traz ao nosso Conselho Consultivo aquilo de que toda plataforma de originação de infraestruturas necessita em última instância: acesso à comunidade de investidores », afirmou Nicolas Pompigne-Mognard (www.Pompigne-Mognard.com), Fundador e Presidente Executivo da ACG. « Como CEO da Invest Africa, lidera uma plataforma de mais de quatrocentas organizações membros que incluem exatamente as instituições, empresas de capital privado, IFD e multinacionais capazes de financiar e participar nos projetos Victory District™. Como membro do Grupo de Investidores para África do Governo Britânico, conecta-se ao nível político onde as decisões de investimento são moldadas. A sua nomeação reforça a capacidade da ACG de conectar projetos bancáveis a capital bancável. »

O Conselho Consultivo fornece orientação estratégica enquanto a ACG origina e estrutura projetos de distritos desportivos e de entretenimento de grande escala em todo o continente, alinhando governos, instituições financeiras de desenvolvimento (IFD), investidores, organismos desportivos e parceiros de infraestruturas para apoiar o desenvolvimento de ecossistemas de distritos mistos financeiramente sustentáveis.

A economia do desporto em África deverá atingir 20 mil milhões USD até 2035, mas o continente continua a carecer dos ecossistemas de distritos integrados necessários para suportar um desenvolvimento de grande escala. A ACG colmata essa lacuna originando projetos de distritos desportivos e de entretenimento bancáveis, superando os modelos de desenvolvimento de local único rumo a ecossistemas de distritos mistos, geradores de receitas e financeiramente sustentáveis.

Através do seu modelo colaborativo, a ACG convoca governos, autoridades e reguladores de PPP, instituições financeiras de desenvolvimento, investidores privados, promotores, designers e engenheiros, consultores jurídicos e transacionais, operadores, federações e ligas desportivas, promotores de eventos, parceiros de media e difusão, instituições académicas e comunidades anfitriãs, criando percursos estruturados do conceito à viabilidade, bancabilidade e entrega.

Distribuído pelo Grupo APO para African Collaborations Group (ACG).

Contacto de media:
marie@apo-opa.com

Sobre a African Collaborations Group (ACG): 
African Collaborations Group (ACG) (www.ACGafrica.com) é a principal plataforma estratégica de originação de projetos e colaboração focada na industrialização do desporto em África através da originação de ecossistemas bancáveis de distritos desportivos e de entretenimento. Ao convocar governos, parceiros do setor privado, instituições financeiras de desenvolvimento, atores do desporto e do entretenimento e instituições académicas, a ACG cria percursos estruturados que transformam conceitos em projetos de distritos investíveis e entregáveis em todo o continente.

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Negociadores do setor energético africano se reúnem na Cidade do Cabo para o início da African Energy Week (AEW) 2026, com 10.000 participantes

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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A African Energy Week (AEW) 2026 teve início oficial com mais de 10.000 participantes reunidos na Cidade do Cabo para o maior encontro do setor de energia da África no ano. Consagrado como a principal plataforma de negócios do continente, o evento evoluiu de uma conferência para um movimento capaz de remodelar o futuro energético africano. De líderes governamentais e grandes empresas globais de energia a investidores, financiadores, companhias petrolíferas nacionais e fornecedores de tecnologia, o setor chegou à Cidade do Cabo para traçar um novo rumo para o desenvolvimento energético da África.

Workshops técnicos dão início aos debates da AEW

A programação da AEW começou oficialmente com os workshops técnicos desta edição. A 8ª Reunião do Fórum de CEOs das Companhias Petrolíferas Nacionais (NOCs) da APPO reunirá empresas estatais de petróleo da África, enquanto a “Deal Room” (Sala de Negócios) oferecerá a patrocinadores e desenvolvedores de projetos a oportunidade de apresentar oportunidades ativas nos setores de petróleo, gás, energia e infraestrutura diretamente a investidores e financiadores.

O Fórum Africano de *Farmout* apresentará áreas disponíveis e oportunidades de cessão de direitos (*farmout*), ao passo que workshops e *masterclasses* específicos promoverão debates direcionados sobre mercados, financiamento de projetos e capacidade do setor. O Fórum Global de Líderes de Energia também colocará a segurança energética, o realinhamento geopolítico e os investimentos no centro das discussões, analisando como a África pode transformar as mudanças nos fluxos globais de energia em contratos de longo prazo, decisões finais de investimento e maior segurança energética.

Perspectivas para a AEW 2026

Nos próximos dias, a AEW 2026 explorará oportunidades emergentes em toda a cadeia de valor da energia na África. O “Townhall” da AEW reunirá governos e o setor privado em torno de questões estratégicas que definem o futuro energético do continente, enquanto o Fórum de *Upstream* (Exploração e Produção) abordará licenciamento, exploração, perfuração, fusões e aquisições (M&A) e o aumento da produção. Já o Fórum de Financiamento de Energia colocará o capital no centro do debate. O Fórum de Expansão Energética (*Energy Additions Forum*) analisará a infraestrutura e os recursos necessários para ampliar o fornecimento confiável de energia e apoiar a industrialização, enquanto o Fórum de *Downstream* e Petroquímica explorará o refino, combustíveis, produtos petroquímicos e oportunidades para agregar mais valor aos recursos africanos.

Uma Conversa Global na Cidade do Cabo

Além de sua programação comercial, a AEW 2026 promoverá alguns dos debates globais mais relevantes sobre energia realizados neste ano. As sessões programadas incluem a Mesa-Redonda OPEP-África, o Fórum de Investimento em Energia Rússia-África e o Fórum de Líderes Globais de Energia. Uma série de mesas-redondas aprofundará questões que impactam o desenvolvimento de projetos. Entre elas, destacam-se a Mesa-Redonda sobre Conteúdo Local e discussões ministeriais e focadas em países específicos, que colocam governos em contato direto com investidores e operadoras.

A AEW também ampliará seu escopo para além das discussões tradicionais sobre energia por meio de duas conferências dedicadas. O *Renegade Intel* explorará a convergência entre energia, inteligência artificial, centros de dados e infraestrutura digital, enquanto o *Power Africa Today* abordará investimentos no setor elétrico, transmissão, armazenamento, modernização da rede e o fornecimento confiável de eletricidade necessário para apoiar a industrialização africana.

Celebrando a Música e o Progresso Energético

A AEW 2026 vai além dos debates da conferência. O primeiro dia do evento será encerrado com o Concerto da Transição Energética Justa (*Just Energy Transition Concert*), evento oficial de integração, *networking* e celebração cultural que antecede a conferência principal. Na terça-feira, acontece o *African Energy Awards & Gala Dinner*, celebrando as empresas, projetos e indivíduos que impulsionam a indústria energética do continente.

Tecnologia e Inovação na Área de Exposição

Paralelamente à conferência principal, palcos técnicos dedicados — *The Drill Room* e *The Innovation Hub* — sediarão apresentações especializadas sobre exploração, tecnologias de subsuperfície, GNL, infraestrutura, integridade de ativos e outros desafios operacionais. A área de exposição servirá como um importante polo comercial ao longo da semana, conectando operadoras, empresas de serviços, fornecedores de tecnologia, governos e potenciais parceiros. “Dez mil delegados vieram à Cidade do Cabo porque a África está pronta para fazer os projetos avançarem. A AEW é o movimento energético da África — onde governos, investidores e a indústria se unem para transformar recursos em projetos, projetos em negócios e negócios em desenvolvimento. Esta semana é dedicada à ação, ao investimento e à construção do futuro energético da África em solo africano”, afirma NJ Ayuk, Presidente Executivo da Câmara Africana de Energia.

Distribuído pelo Grupo APO para African Energy Chamber.

Presidente da República (PR) entrega complexo de reassentamento e lança agenda de investimentos

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Presidente da República, Daniel Chapo, entregou à comunidade o complexo de reassentamento de Nhamitsatsi, no distrito de Moatize, província de Tete, num acto que marcou o primeiro dia da sua visita à província e antecedeu a abertura da Conferência Internacional de Investimentos de Tete (CIIT 2026).

O complexo, construído no âmbito do processo de reassentamento promovido pela Vulcan, mineradora indiana que explora carvão local, integra habitações e infra-estruturas sociais destinadas a assegurar melhores condições de vida às famílias abrangidas pelo processo.

Entre as infra-estruturas entregues pelo Chefe do Estado, destacam-se uma escola equipada com sala de informática e biblioteca, uma unidade sanitária, uma esquadra policial, um mercado e um campo polidesportivo.

No mesmo acto, Chapo procedeu à entrega de ambulâncias e outras viaturas destinadas a reforçar a prestação de serviços à comunidade.

A infra-estruturação de Nhamitsatsi enquadra-se no processo de reassentamento de comunidades afectadas pela actividade mineira em Moatize, onde a exploração de carvão tem um peso significativo na economia local e na atracção de investimentos.

O complexo procura concentrar, numa nova área de habitação, serviços sociais e equipamentos públicos necessários ao funcionamento da comunidade, numa perspectiva de criação de condições para a sua instalação e desenvolvimento.

“Aqui, o desenvolvimento ganha vida”, lê-se no painel colocado à entrada do complexo de reassentamento.

Para além de Moatize, o Presidente da República trabalhou na cidade de Tete, onde presidiu à abertura da Conferência Internacional de Investimentos de Tete, subordinada ao lema “Tete no Horizonte de Investimentos: Oportunidades para uma Nova Era de Desenvolvimento”.

A conferência reúne diferentes intervenientes com o objectivo de apresentar as potencialidades económicas da província, promover oportunidades de investimento e discutir mecanismos de participação no desenvolvimento de Tete.

A província possui importantes recursos minerais, com destaque para o carvão, além de potencialidades nos sectores da agricultura, da energia, do turismo, das infra-estruturas e da logística.

A realização da CIIT 2026 ocorre num momento em que as autoridades procuram ampliar a participação de investimentos e projectos capazes de contribuir para a diversificação da economia provincial e para a criação de emprego e oportunidades de negócio.

No recinto da conferência, Daniel Chapo, acompanhado pela Primeira-Dama, Gueta Chapo, visitou os expositores e tomou contacto com projectos e iniciativas apresentados por empresas e outras instituições participantes. (AIM)

Distribuído pelo Grupo APO para Portal do Governo de Moçambique.

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Cabo Verde: Primeiro-Ministro destaca nova abordagem do Governo na formação e capacitação da Polícia Municipal

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Primeiro-Ministro, Francisco Carvalho, presidiu, esta quinta-feira, 8 de outubro, à cerimónia de abertura do 4º Curso de Formação de Agentes da Polícia Municipal, destacando a aposta do Governo na capacitação e profissionalização das forças municipais e numa relação de maior proximidade e cooperação com os municípios.

A formação, que decorre no Centro Nacional de Formação da Polícia Nacional, reúne 90 formandos dos municípios da Praia, Boa Vista, São Filipe e São Domingos e decorre, pela primeira vez, em regime de internato, integrando alojamento, alimentação e formação num único modelo.

Para Francisco Carvalho, o novo formato permite uma utilização mais eficiente dos recursos públicos. “Estamos aqui a poupar muitos milhares nesta formação, neste formato”, afirmou o Chefe do Governo, explicando que a redução de despesas permite canalizar recursos para áreas prioritárias, como o ensino superior, a formação profissional e os cuidados de saúde.

O Chefe Executivo destacou ainda uma nova abordagem na relação entre o Governo e as câmaras municipais, assente na complementaridade e na subsidiariedade. “Cabo Verde é um só. Os municípios também são Cabo Verde”, afirmou.

Ainda na sua intervenção, Francisco Carvalho defendeu uma Polícia Municipal rigorosa, profissional e próxima dos cidadãos, mas sem autoritarismo ou recurso desnecessário à força. “Temos de conseguir implementar rigor, sim, profissionalismo, temos de implementar aquilo que está na lei, mas sem autoritarismo, sem imposição da força”, disse.

O Primeiro-Ministro anunciou igualmente que o Governo continuará a apoiar os municípios na capacitação dos agentes, através de reciclagens e novas formações, e deixou aos formandos uma mensagem de rigor, responsabilidade e proximidade. “Vamos ser rigorosos, sim, mas com um sorriso na cara”, completou.

A cerimónia contou igualmente com a intervenção do Ministro da Administração Interna, Carlos Sena, que enquadrou o curso na estratégia de valorização e reforço institucional da Polícia Municipal.

O governante defendeu ainda uma atuação coordenada e complementar entre a Polícia Municipal e a Polícia Nacional, bem como o reforço da formação inicial e contínua, da uniformização dos procedimentos e da dignificação da carreira. “Não podemos exigir autoridade sem dar formação. Não podemos exigir resultados sem proporcionar instrumentos”, afirmou.

O Presidente da Câmara Municipal da Praia, Fernando Pinto, destacou, por sua vez, a importância da formação e da capacitação para o reforço da segurança, organização e qualidade de vida nas cidades, valorizando a articulação entre os municípios, o Governo e a Polícia Nacional. O autarca reconheceu ainda o percurso de transição da Guarda Municipal para a Polícia Municipal na Praia e os investimentos realizados em condições de trabalho, equipamentos e meios operacionais.

Já o Diretor do Centro Nacional de Formação da Polícia Nacional, Superintendente João José Teixeira e Silva, salientou que o curso, realizado ao abrigo da Portaria Conjunta n.º 39/2018, de 22 de novembro, visa dotar os futuros agentes dos conhecimentos e competências necessários ao exercício das suas funções.

Com duração de três meses e 396 horas de formação, o curso abrange as áreas jurídica, técnico-policial, psicossocial, educação física e áreas complementares. Dos 90 formandos, 53 são da Praia, 15 da Boa Vista, 12 de São Filipe e 10 de São Domingos, sendo 61 homens e 29 mulheres.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

Afreximbank congratula-se com o lançamento da Agência Africana de Notação de Crédito como um passo importante no reforço da arquitectura financeira de África

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) (www.Afreximbank.com) congratula-se com o lançamento, hoje, da Agência Africana de Notação de Crédito (AfCRA), um marco importante no reforço da arquitectura financeira de África e na expansão da capacidade do continente de gerar análises credíveis e independentes sobre o risco de crédito africano.

As notações de crédito desempenham um papel importante na determinação do acesso ao capital, influenciando as percepções dos investidores e definindo o custo a que os governos, as instituições e as empresas podem financiar o desenvolvimento. É, por isso, essencial que as avaliações do risco de crédito africano sejam independentes, rigorosas e baseadas em dados concretos, reflectindo uma compreensão completa das estruturas, instituições e realidades económicas que estão a ser avaliadas.

A criação da AfCRA acrescenta ao mercado uma importante fonte de opinião de crédito liderada por africanos. O seu valor não será determinado pela emissão de notações mais favoráveis, mas sim pela credibilidade da sua análise, pela qualidade dos seus dados, pela transparência da sua metodologia e pela sua capacidade de aprofundar a compreensão do crédito soberano, subsoberano e empresarial africano.

Isto é particularmente importante, uma vez que muitos emitentes africanos continuam sem notação, enquanto os mercados em moeda local e subsoberanos continuam a ter uma cobertura de notação limitada. A expansão de uma cobertura de notação credível pode melhorar a informação disponível para os investidores e apoiar o desenvolvimento de mercados de capitais nacionais e regionais mais profundos.

Juntamente com os demais membros da Aliança das Instituições Financeiras Multilaterais Africanas (AAMFI), o Afreximbank tem defendido consistentemente que as instituições financeiras multilaterais africanas devem ser avaliadas com base nos seus fundamentos, desempenho, quadros jurídicos, mandatos e modelos operacionais. Garantir que estas características institucionais sejam devidamente compreendidas é essencial para se obterem avaliações informadas, equilibradas e credíveis do risco africano.

Ao comentar sobre a singularidade do mercado africano e a necessidade da metodologia de notação da AfCRA reflectir essa realidade, o Sr. Denys Denya, Vice-Presidente Executivo Sénior do Afreximbank, afirmou: “A metodologia de notação desenvolvida pela AfCRA deve reconhecer a singularidade do nosso contexto e das suas estruturas institucionais. A Agência deve definir os seus próprios padrões e não seguir os estabelecidos noutros locais – deve construir uma identidade única que esteja em conformidade com as ‘melhores práticas africanas’.”

Salientando a necessidade de autonomia da Agência Africana de Notação de Crédito (AfCRA) nesta fase inicial, o Sr. Denya acrescentou: “Acima de tudo, a AfCRA deve estabelecer um novo ponto de referência para o continente, manter a sua independência e continuar a ser detida e controlada na totalidade por africanos. Todos devemos recorrer aos seus serviços e, em contrapartida, esperar uma avaliação completa da nossa situação (África): os pontos fortes que o mercado tem ignorado e os pontos fracos que ainda precisamos de corrigir.” 

A AfCRA deve, portanto, ser vista como complementar às agências de notação internacionais e regionais existentes, alargando o leque de análises credíveis à disposição dos investidores e emitentes, reforçando assim a concorrência, a transparência e a capacidade analítica nos mercados de crédito africanos.

À medida que África procura mobilizar o volume de capital necessário para a industrialização, o comércio, as infra-estruturas e a transformação económica, as instituições africanas credíveis que melhoram a informação, reforçam a confiança do mercado e aprofundam os mercados financeiros do continente tornar-se-ão cada vez mais importantes.

O Afreximbank felicita a União Africana, o Mecanismo Africano de Avaliação pelos Pares (MAAP) e todos os envolvidos na concretização da AfCRA, desde a sua concepção até ao seu lançamento, e aguarda com expectativa a contribuição que a Agência dará para o aprofundamento, maior transparência e maior eficiência dos mercados de capitais africanos.

Distribuído pelo Grupo APO para Afreximbank.

Contacto para a Imprensa:
Vincent Musumba
Gestor de Comunicações e Eventos (Relações com a Imprensa)
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Sobre o Afreximbank:
O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) é uma instituição financeira multilateral pan-africana com mandato para financiar e promover o comércio intra e extra-africano. Há mais de 30 anos que o Banco utiliza estruturas inovadoras para oferecer soluções de financiamento que apoiam a transformação da estrutura do comércio africano, acelerando a industrialização e o comércio intra-regional, impulsionando assim a expansão económica em África. Apoiante firme do Acordo de Comércio Livre Continental Africano (ACLCA), o Afreximbank lançou um Sistema Pan-Africano de Pagamento e Liquidação (PAPSS) que foi adoptado pela União Africana (UA) como plataforma de pagamento e liquidação para sustentar a implementação da ZCLCA. Em colaboração com o Secretariado da ZCLCA e a UA, o Banco criou um Fundo de Ajustamento de 10 mil milhões de dólares para apoiar os países que participam de forma efectiva na ZCLCA. No final de Dezembro de 2025, o total de activos e passivos contingentes do Afreximbank atingiu mais de 48,5 mil milhões de USD, e os seus fundos próprios totalizaram 8,4 mil milhões de USD. O Afreximbank tem notações de grau de investimento atribuídas pela China Chengxin International Credit Rating Co., Ltd (CCXI) (AAA), pela GCR (A), pela Japan Credit Rating Agency (JCR) (A-) e pela Moody’s (Baa2)  e pela S&P Global Ratings (BBB+). O Banco tem a sua sede em Cairo, Egipto.

Para mais informações, visite: www.Afreximbank.com

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Moçambique: Governo Intensifica Combate à Pesca Ilegal e Declara Tolerância Zero ao Contrabando

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Ministro da Agricultura, Ambiente e Pescas, Roberto Mito Albino, destacou as acções em curso para travar a pesca ilegal no país, em particular na Albufeira de Cahora Bassa, na província de Tete.

Falando durante a I Sessão do Comité de Amêndoas, o Ministro informou que uma força conjunta está no terreno há cerca de uma semana, com a missão de reforçar a fiscalização e repor a ordem na Albufeira.

“Já não há kapenta, as empresas estão a fechar, como estão a fechar agora as indústrias do caju. Não pode continuar”, afirmou o dirigente, defendendo uma intervenção firme para proteger os recursos naturais e assegurar a sustentabilidade das actividades económicas.

No âmbito do combate à pesca ilegal, o governante garantiu que todas as actividades consideradas ilícitas estão a ser alvo de controlo e fiscalização, acrescentando que já existem resultados das operações, que estão a ser reportados directamente a partir de Tete.

Segundo Roberto Albino, as autoridades identificaram um cidadão estrangeiro apontado como financiador de actividades de pesca ilegal, defendendo que o mesmo deve responder criminalmente em Moçambique e que só deverá ser extraditado após o veredicto final do Tribunal, devendo, no entanto, cumprir a pena nos termos da legislação aplicável.

“Temos que continuar esta luta contra o contrabando, mas de forma firme, responsabilizar criminalmente aqueles que, de facto, continuam a delapidar os recursos do Estado e do povo moçambicano”, acrescentou.

O Ministro reiterou, assim, o compromisso do Governo de reforçar a fiscalização, a digitalização e os mecanismos de responsabilização para combater o contrabando e outras práticas ilícitas que ameaçam a sustentabilidade dos recursos naturais e das cadeias de valor estratégicas para a economia nacional.

Distribuído pelo Grupo APO para Portal do Governo de Moçambique.

Moçambique e Tanzânia adoptam protocolos conjuntos para enfrentar ameaças

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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Moçambique e Tanzânia reforçaram a cooperação em Defesa e Segurança e adoptaram estratégias conjuntas para enfrentar ameaças transfronteiriças, com destaque para o terrorismo, o crime organizado e outros riscos que afectam a estabilidade da região.

O entendimento foi alcançado em Dar-es-Salaam, durante a 7.ª Sessão da Comissão Conjunta Permanente de Defesa e Segurança Tanzânia-Moçambique, co-presidida pelo Ministro da Defesa Nacional de Moçambique, Cristóvão Chume.

“Reforçamos a nossa cooperação bilateral no domínio da Defesa e Segurança, consolidando estratégias conjuntas para o enfrentamento das ameaças e a mitigação dos riscos que afectam a República de Moçambique e a República Unida da Tanzânia”, declarou Cristóvão Chume, segundo a intervenção divulgada no âmbito da reunião.

A aproximação ocorre num contexto em que a fronteira comum deixou de ser apenas uma linha de separação territorial e passou a representar um espaço para a prevenção de ameaças que podem atravessar de um país para o outro.

Moçambique e Tanzânia partilham uma fronteira na região norte, precisamente numa zona afectada por desafios de segurança associados à circulação de pessoas, bens e redes criminosas.

Entre os principais riscos está o terrorismo, que desde 2017 afecta particularmente a província moçambicana de Cabo Delgado.

As Nações Unidas reconhecem que o norte de Moçambique e a fronteira com a Tanzânia têm sido áreas de preocupação devido ao aumento da actividade terrorista na região.

A ameaça terrorista acrescenta complexidade à gestão da fronteira, sobretudo porque grupos armados e redes criminosas podem explorar zonas de difícil controlo, utilizar rotas clandestinas e movimentar recursos através das fronteiras.

O combate ao fenómeno exige a partilha de informações, coordenação entre forças de defesa e segurança, controlo fronteiriço e mecanismos de resposta rápida.

A própria agenda da Comissão Conjunta Permanente de Defesa e Segurança reflecte essa necessidade. As discussões entre os dois países incluem o reforço da protecção das fronteiras, a gestão migratória e a troca de informações e experiências para responder a ameaças que não respeitam os limites territoriais.

Para Moçambique, o terrorismo continua a constituir uma das principais preocupações de segurança nacional. Em 2025, o país aprovou uma estratégia nacional de prevenção e combate ao terrorismo e extremismo violento, reforçando igualmente os mecanismos institucionais de coordenação da resposta ao fenómeno.

Para a Tanzânia, a proximidade com Cabo Delgado coloca igualmente desafios relacionados com a segurança das comunidades fronteiriças e com a necessidade de impedir que redes terroristas ou criminosas utilizem o território tanzaniano como corredor de movimentação, recrutamento, abastecimento ou fuga.

A cooperação bilateral procura ainda responder a outros riscos, incluindo criminalidade organizada transfronteiriça, circulação ilícita de pessoas e bens e ameaças associadas à utilização de novas tecnologias.

A ONU destaca a importância das parcerias transfronteiriças e da troca de informação entre Estados para detectar e prevenir movimentos de terroristas e outros criminosos.

Segundo Chume, a reunião serviu igualmente para “aprofundar os laços de irmandade, reforçar as medidas de confiança e identificar novas áreas de cooperação” entre os dois países. (AIM)

Distribuído pelo Grupo APO para Portal do Governo de Moçambique.

Governo e Banco Mundial avaliam desempenho de carteira de US$ 308,39 milhões em Cabo Verde

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Governo de Cabo Verde e o Banco Mundial iniciaram, esta quarta-feira, 7 de outubro, o Encontro de Revisão do Desempenho da Carteira (CPPR) dos projetos financiados pelo Grupo Banco Mundial no país. O exercício, que decorre até quinta-feira, 8 de outubro, está centrado na análise da execução dos projetos, na identificação dos principais constrangimentos e na definição de medidas para acelerar a implementação das ações previstas.

A sessão de abertura foi presidida pelo Ministro da Coordenação de Projetos Especiais e Acesso a Fundos, José Carlos Varela, acompanhado pelo Ministro da Reforma do Estado, Poder Local e Descentralização, José Casemiro de Pina, e pela Representante do Banco Mundial em Cabo Verde, Indira Campos.

Na sua intervenção, José Carlos Varela destacou que o CPPR é um exercício liderado pelo Governo e realizado em conjunto com o Banco Mundial, constituindo uma oportunidade para avaliar, de forma aberta e objetiva, o desempenho da carteira.

“Não é um ato de mera formalidade. É o momento em que, uma vez por ano, nos sentamos à mesa para olhar com franqueza para o que está a correr bem, para o que está atrasado e para o que precisa de ser corrigido”, afirmou o Ministro.

O governante reconheceu os progressos alcançados, mas sublinhou a necessidade de identificar, com clareza, os desafios que ainda condicionam a execução dos projetos. Salientou, neste contexto, que o desempenho da carteira constitui um dos critérios considerados na alocação de recursos da Associação Internacional de Desenvolvimento (IDA) e que, ao nível de cada projeto, influencia a elegibilidade para financiamento adicional.

“Executar bem e a tempo é, pois, condição para mobilizarmos mais recursos para o país”, reforçou.

Durante os dois dias do encontro, os projetos serão analisados individualmente, com apresentação do respetivo estado de execução, dos principais constrangimentos e das medidas propostas para a sua superação. O programa contempla igualmente sessões específicas sobre aquisições, gestão financeira e salvaguardas.

O Ministro apelou a uma abordagem orientada para três aspetos fundamentais: clareza na identificação dos constrangimentos, objetividade na definição das soluções e compromisso na implementação das ações acordadas. Defendeu, em particular, que cada ação definida deverá ter um responsável e um prazo, de modo a assegurar o acompanhamento efetivo das decisões tomadas.

Por sua vez, Indira Campos considerou o CPPR uma oportunidade para reforçar uma parceria assente num propósito partilhado e no compromisso comum de transformar os recursos mobilizados em resultados concretos para o país.

Indira Campos considerou igualmente que a realização do CPPR demonstra a apropriação do processo pelo Governo e permite analisar, num mesmo espaço, as prioridades e os desafios associados à implementação dos investimentos.

“Um diá. franco e próximo é o que permite às parcerias produzir melhores resultados”, sublinhou.

Atualmente, o Banco Mundial mantém em Cabo Verde um portfólio ativo de US$ 308,39 milhões, distribuído por nove áreas, abrangendo setores estratégicos para o desenvolvimento do país, nomeadamente transportes, infraestruturas urbanas, energias renováveis, capital humano, conectividade digital, estatística, turismo e gestão de riscos de desastres.

Ao longo do encontro, os gestores dos projetos apresentam os principais resultados alcançados, os pontos que requerem maior atenção e as ações propostas para ultrapassar os desafios identificados.

O CPPR representa, assim, um momento de avaliação conjunta entre o Governo e o Banco Mundial, orientado para o reforço da execução dos projetos e para a definição de medidas concretas que permitam acelerar a implementação e maximizar o impacto dos investimentos em benefício do desenvolvimento de Cabo Verde.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

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Cabo Verde: PR interina promulga novo diploma do Governo

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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A Presidente da República interina, Janira Hopffer Almada, promulgou, ao início desta tarde, o Decreto-Lei que estabelece a estrutura, a organização e as normas de funcionamento do Ministério da Reforma do Estado, Poder Local e Descentralização.

De referir que o diploma é proveniente do Governo.

Distribuído pelo Grupo APO para Presidência da República de Cabo Verde.

President Boakai Returns Home Following High-Level United Nations (UN), Diaspora Engagements

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

The President’s return marks the conclusion of a mission focused on advancing Liberia’s national interests, strengthening international partnerships, and deepening the participation of Liberians abroad in the country’s development.

During his participation in the United Nations General Assembly in New York, President Boakai engaged world leaders, development partners, and international institutions on issues of peace and security, economic development, investment, climate action, and Liberia’s role in the international community.

Liberia is currently serving as a non-permanent member of the United Nations Security Council for the 2026–2027 term, providing the country an opportunity to contribute to global discussions on peace, security, and international cooperation. (Executive Mansion⁠)

The Liberian Leader subsequently participated in the 2nd Annual Liberia Diaspora Conference in Alexandria, Virginia, held under the theme, “From Dialogue to Delivery: Mobilizing the Global Liberian Diaspora for National Transformation.”

At the Conference, President Boakai challenged Liberians abroad to move beyond discussions and translate their skills, resources, investments, professional networks, and expertise into practical contributions to national development.

He outlined five areas for stronger Diaspora engagement, including better coordination, connecting professional skills to national needs, converting capital into productive investments, creating opportunities for young Liberians abroad, and establishing measurable outcomes for conference recommendations.

The President also held a Presidential Town Hall with members of the Liberian community in the Washington, D.C., Maryland, and Virginia area, where he provided an update on his Administration’s progress and responded to questions from Liberians on the country’s development priorities.

At the Town Hall, President Boakai emphasized that the Diaspora is an integral part of Liberia’s development story and called for a sustained partnership between Liberians at home and abroad.

He highlighted progress in several areas, including economic growth, domestic revenue mobilization, infrastructure, energy, education, health, agriculture, digital transformation, sanitation, and governance.

The President noted that domestic revenue collections surpassed US$1 billion in September 2026, while stressing that increased national resources must translate into better public services, infrastructure, and economic opportunities for Liberians.

President Boakai also used the engagements to strengthen Liberia’s international partnerships and promote the country as a destination for investment, skills transfer, innovation, tourism, and development cooperation.

The Liberian Chief Executive has repeatedly emphasized that Liberia’s development requires the participation of all sectors of society, including Government, the private sector, civil society, development partners, and Liberians in the Diaspora.

Ahead of his arrival in New York for the United Nations Assembly, the Liberian Leader was in Washington DC where he held discussions with a select number of congressional and White House personalities.

Some of the key personalities met by the President and entourage were renowned clergywoman Dr. Paula White-Cain, Senior Adviser to United States President Donald Trump’s White House Faith Office, Congressman Gregory W. Meeks, United States Representative for New York’s Fifth Congressional District and Ranking Member of the House Foreign Affairs Committee, and United States Senator Angela D. Alsobrooks of the State of Maryland, in the United States.

As he returns home, President Boakai is expected to resume his official duties and continue advancing the Government’s ARREST Agenda for Inclusive Development (AAID), with emphasis on implementation, accountability, and delivering tangible improvements in the lives of Liberians.

The Executive Mansion says the President’s international and Diaspora engagements form part of the Administration’s broader effort to position Liberia for stronger partnerships, increased investment, and inclusive national transformation

Distribuído pelo Grupo APO para Government of Liberia.

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