Fórum de Cooperação Internacional de Genebra: a vice-presidente principal, Marie-Laure Akin-Olugbade, explica a abordagem do Banco Africano de Desenvolvimento em contextos difíceis de crise humanitária

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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A quinta edição do Fórum de Cooperação Internacional de Genebra (Fórum IC), organizado pela Direção de Desenvolvimento e Cooperação (DDC) do Departamento Federal de Relações Exteriores da Suíça, foi realizada nos dias 26 e 27 de fevereiro de 2026, no Centro Internacional de Conferências de Genebra, na Suíça. A vice-presidente principal do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (https://AfDB.org), Marie-Laure Akin-Olugbade, participou no painel de alto nível ao lado de atores do setor privado e especialistas na matéria. O painel intitulado ‘Envolver o setor privado na ação humanitária’ foi moderado pelo embaixador Pietro Lazzeri, chefe da Divisão de Cooperação e Desenvolvimento Económico do Secretariado de Estado da Economia (SECO) e governador do Banco para a Suíça.

Ao definir os termos do debate, Lazzeri questionou: “Num contexto global de diminuição dos recursos, como garantir que o setor privado participe mais nas soluções humanitárias, de forma adequada e responsável?”

Os participantes salientaram que este compromisso deve basear-se numa responsabilidade partilhada: respeitar os princípios humanitários e reforçar a ação dos Estados, sem os substituir. A vice-presidente principal acrescentou que “por trás de cada crise, há mercados em colapso e empregos perdidos”. Em África, onde cerca de 80% da população trabalha no setor privado, as empresas estão no centro das crises, seja na prevenção, na estabilização ou na retoma das atividades. Os participantes também defenderam mais financiamento, desde que seja responsável e não alimente conflitos.

Foi nessa lógica que a Sra. Akin-Olugbade apresentou a abordagem do Grupo Banco: não substituir os atores humanitários, mas complementá-los, intervindo no momento certo e com os instrumentos certos. Por exemplo, em Madagáscar, através do Mecanismo de Apoio à Transição, mais de 300 micro e pequenas empresas (MPE) tiveram acesso a financiamento bancário até então inacessível. No Sudão, a parceria com o Grupo DAL permitiu estabilizar as cadeias de valor agrícolas, apesar da persistência do conflito; e na região do Sahel, a colaboração com o Comité Internacional da Cruz Vermelha (CICV) ilustra como o Banco combina os seus instrumentos financeiros com a experiência humanitária no terreno.

Essas intervenções, concebidas em complementaridade com todos os atores, visam relançar a economia local, restaurar os serviços essenciais e reduzir o risco de recaída na crise. É nessa sinergia entre atores humanitários, setor privado e bancos multilaterais de desenvolvimento que reside, segundo a vice-presidente principal, a chave para uma resposta verdadeiramente sustentável.

Em conclusão, os participantes reconheceram unanimemente que o setor privado não pode ser reduzido ao papel de simples doador: a sua experiência e capacidade de inovação fazem dele um parceiro de pleno direito na ação humanitária, desde que essa colaboração seja estruturada, responsável e enraizada nas realidades do terreno.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

União Europeia aprovou derrogação a Cabo Verde

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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A União Europeia acaba de aprovar e publicar derrogação das regras de origem preferencial concedida a Cabo Verde referente às preparações ou conservas de filetes de atum, sarda, cavala e judeu liso ou judeu (melva), medida que permitirá a continuidade do funcionamento das empresas do setor conserveiro.

Esta decisão representa um resultado positivo das diligências conduzidas pelo Governo de Cabo Verde junto das autoridades europeias, permitindo a reposição das quantidades anteriormente estabelecidas, conforme solicitado pelo nosso país, com vista a garantir maior previsibilidade e estabilidade ao setor das pescas e à indústria de transformação nacional.

Com a nova derrogação aprovada para o período de dois anos, ficam autorizadas as seguintes quantidades anuais de matéria-prima destinadas ao processamento:

Atum: 5.000 toneladas (Acordo de 2024 era 3.000);

Cavala: 3.000 toneladas (Acordo de 2024 era 2.700);

Melva: 1.000 toneladas (Acodo de 2024 era 600)

A reposição destes volumes constitui um passo importante para assegurar o abastecimento regular de matéria-prima às empresas de transformação de pescado, contribuindo para a continuidade das atividades de laboração, manutenção de postos de trabalho e reforço da competitividade do setor.

O Ministério do Mar destaca que esta renovação reforça a estabilidade e segurança para as empresas de transformação instaladas no país, permitindo uma melhor planificação da produção e consolidando o papel de Cabo Verde como plataforma relevante de transformação e valorização de produtos da pesca na região.

O Governo de Cabo Verde, através do Ministério do Mar, continuará a trabalhar, em estreita cooperação com os parceiros internacionais e com o setor privado, para promover uma gestão sustentável dos recursos marinhos, garantindo simultaneamente oportunidades económicas e desenvolvimento para o país.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Cabo Verde.

O Tribunal Federal dos EUA rejeita todas as acusações contra a Binance em ação judicial no âmbito da Lei Antiterrorismo

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Tribunal rejeita as alegações de que a Binance (www.Binance.com) auxiliou, participou ou conspirou com terroristas. Isto representa uma rejeição legal decisiva de todas as acusações.

A Binance, a maior plataforma de câmbio de criptomoedas do mundo em termos de número de utilizadores registados, anunciou hoje que um tribunal federal dos Estados Unidos no distrito sul de Nova Iorque rejeitou todas as acusações apresentadas contra a empresa ao abrigo da Lei Antiterrorismo (ATA). O processo envolveu 535 demandantes que alegaram que a Binance prestou apoio material relacionado com 64 ataques terroristas.

Numa decisão de 62 páginas, o Tribunal considerou que os demandantes não conseguiram provar nenhuma das suas alegações centrais: que a Binance ajudou terroristas, que a Binance se associou a ataques terroristas, que a Binance participou ou procurou promover esses ataques, ou que a Binance participou em qualquer conspiração com organizações terroristas.

“Esta rejeição constitui uma absolvição completa de todas as falsas alegações”, afirmou Eleanor Hughes, Diretora Jurídica da Binance. “O tribunal rejeitou sem qualquer ambiguidade a narrativa falsa e prejudicial de que a Binance ajudou terroristas. Defendemos sempre que essas alegações não tinham qualquer fundamento, e a decisão de hoje confirma isso mesmo. Continuaremos a defender-nos ativamente contra qualquer processo contencioso ou comunicação que desvirtue quem somos e como operamos.”

Uma vitória jurídica plena e completa

 A decisão do Tribunal de rejeitar todas as alegações — em todas as acusações — representa uma vitória jurídica decisiva.

Embora o Tribunal tenha concedido aos demandantes um prazo de 60 dias para apresentar uma queixa alterada à luz de uma recente decisão de recurso, a Binance está confiante de que nenhum ato processual alterado será capaz de sanar as lacunas fundamentais identificadas pelo Tribunal. As alegações subjacentes foram exaustivamente analisadas e rejeitadas.

Compromisso de conformidade e integridade jurídica

A Binance tem investido sistematicamente em infraestrutura de conformidade de vanguarda da indústria, enquadramento regulamentar e governação jurídica. A decisão de hoje confirma que as operações da Binance não apoiam, facilitam ou possibilitam o terrorismo sob nenhuma forma.

A empresa continuará a colaborar de forma construtiva com as entidades reguladoras de todo o mundo, a operar dentro dos quadros jurídicos estabelecidos e a tomar medidas judiciais vigorosas, sempre que necessário, para corrigir narrativas falsas e enganosas sobre os seus negócios.

Distribuído pelo Grupo APO para Binance.

Sobre a Binance:
A Binance é um dos principais ecossistemas de blockchain do mundo, responsável pelo maior câmbio de criptomoedas do mundo em termos de volume de transações e número de utilizadores registados. A Binance é uma plataforma que goza de confiança junto de mais de 300 milhões de pessoas em mais de 100 países, graças à sua segurança líder de mercado, transparência e uma carteira ímpar de produtos de ativos digitais. Para mais informações, visitar: www.Binance.com

Burundi: Mouna Diawara assume liderança do escritório nacional do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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A nova responsável pelo escritório nacional do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (https://AfDB.org) para o Burundi, Mouna Diawara, apresentou as suas cartas credenciais ao ministro dos Negócios Estrangeiros, Integração Regional e Cooperação para o Desenvolvimento, Edouard Bizimana, durante uma cerimónia oficial, a 3 de março, em Bujumbura.

Bizimana deu as boas-vindas à nova responsável pelo país no Grupo Banco e saudou a parceria exemplar entre a instituição e o seu país. Também expressou o desejo de que, durante o seu mandato, Mouna Diawara trabalhe para fortalecer ainda mais essa parceria. Por fim, o ministro expressou a disponibilidade do Burundi em acompanhar a representante do Grupo Banco no cumprimento da sua missão.

Diawara reafirmou o compromisso do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento em acompanhar o Burundi na consecução dos objetivos de desenvolvimento definidos na Visão Burundi ‘País Emergente’ em 2040 e ‘País Desenvolvido’ em 2060, em benefício das populações locais.

O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento acompanha o Burundi desde 1974, com um volume acumulado de compromissos superior a 1,2 mil milhões de dólares americanos. A cooperação com o Burundi está estruturada no âmbito de um Documento de Estratégia do País que abrange o período 2024-2029 (https://apo-opa.co/4svRUjb). O objetivo global da estratégia é reforçar a resiliência económica deste país da África Oriental, a fim de reduzir a sua fragilidade e criar as condições para um crescimento sustentado e inclusivo. 

As intervenções do Banco articulam-se em torno de duas áreas prioritárias: o apoio às cadeias de valor agrícolas e à governação económica para reforçar a resiliência da economia; e o reforço das infraestruturas energéticas e de transportes para um crescimento inclusivo e verde. 

A 3 de março de 2026, a carteira ativa do Grupo Banco no Burundi incluía 19 projetos no valor de 501,4 milhões de dólares. A carteira abrange, nomeadamente, os seguintes setores: transportes (44%); energia (20%); agricultura (23%); setor social (6%); água e saneamento (3%); multissetorial (3%) e finanças (1%).

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Contacto para os media
Departamento de Comunicação e Relações Externas 
media@afdb.org

O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas:
o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org/pt

Nigéria assina acordo para acolher a Feira Comercial Intra-Africana de 2027; prepara-se para o maior mercado de África

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

A República Federal da Nigéria assinou hoje o acordo de acolhimento da quinta Feira Comercial Intra-Africana de 2027 (IATF2027), assumindo o bastão da Argélia, que acolheu a quarta edição, altamente bem-sucedida, que registou 49,94 mil milhões de USD em acordos comerciais e de investimento.

A cerimónia de assinatura do acordo foi realizada em Lagos, a “cidade anfitriã” designada, em parceria com o Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank), a Comissão da União Africana e o Secretariado da Zona de Comércio Livre Continental Africana (ZCLCA) reforçando o papel central da Nigéria na promoção do comércio intra-africano e da integração económica em todo o continente.

Agendada para ser realizada de 05 a 11 de Novembro de 2027, a IATF2027 tem como meta mais de 50 mil milhões de USD em negócios e investimentos, 100 mil visitantes, 2.500 expositores e a participação de mais de 100 países. A Feira será realizada sob o tema “África Global, Comércio Inteligente – Do Acesso ao Mercado ao Poder de Mercado”, apresentando um programa diversificado, nomeadamente exposições comerciais; fórum de comércio e investimento centrado na ZCLCA; o Dia da África Global para reforçar os laços com a diáspora africana; uma plataforma B2B (Empresa para Empresa) e B2G (Empresa para Governo); Creative Africa Nexus (CANEX) para divulgar a economia criativa de África; a Rede de Governos Subsoberanos para a integração dos governos regionais e locais; dias especiais dedicados aos países, sectores público e privado para divulgar o seu potencial comercial e de investimento, turismo e destaques culturais; Salão Automóvel Africano; pavilhão da UA para start-ups de jovens africanos; e o Centro Africano de Investigação e Inovação (ARIH) para académicos e investigadores.

Em apenas quatro edições desde 2018, a IATF gerou cumulativamente mais de 167 mil milhões de USD em acordos comerciais e de investimento e recebeu mais de 180.000 visitantes de 132 países. Esta parceria estratégica cria um quadro exclusivamente africano que combina orientação política, apoio financeiro e facilitação do comércio. A IATF beneficia do alinhamento institucional em todo o continente, o que a distingue tanto na estrutura como no objectivo.

No seu discurso de abertura, Sua Excelência Chefe Olusegun Obasanjo, President do Conselho Consultivo da IATF2027 e antigo Presidente da República Federal da Nigéria, sublinhou a importância estratégica da Feira na definição da soberania económica de África.

“A assinatura deste acordo de acolhimento representa um marco significativo para a Nigéria e para o continente. Trazer a IATF2027 para Lagos é historicamente significativo, uma vez que esta cidade acolheu o Plano de Acção de Lagos, adoptado em 1980, que defendia a industrialização e a auto-suficiência económica de África. Devemos trabalhar arduamente para continuar a avançar rumo à África Que Queremos. Estou convicto de que a IATF2027 vai superar todas as edições anteriores, tanto em termos de âmbito como de impacto, à medida que avançamos no nosso objectivo comum de um mercado africano unificado ao abrigo da ZCLCA”, afirmou.

Comentando sobre a expansão da presença da Nigéria no comércio intra-africano, S. Ex.ª Dr. Jumoke Oduwole, Ministro Federal da Indústria, Comércio e Investimento, destacou a crescente contribuição da Nigéria para os fluxos comerciais do continente.

“Hoje, num momento em que o sistema comercial internacional enfrenta profundos desafios, devemos continuar firmes no nosso compromisso com um comércio mutuamente benéfico e baseado em regras. À medida que nos preparamos para acolher o maior mercado de África em Lagos em 2027, temos a oportunidade não só de reflectir sobre a nossa realidade, mas de conceber igualmente o futuro da integração comercial e da transformação económica africanas. O trabalho que temos pela frente no âmbito da ZCLCA não é apenas extenso, mas sim existencial para a nossa sobrevivência e prosperidade. A IATF 2027 será, por isso, um momento decisivo para acelerar e transformar o comércio e o investimento intra-africanos. Juntos, devemos alinhar os nossos mercados, as nossas indústrias e os nossos talentos para concretizar a África próspera que idealizamos”, afirmou.

Reconhecendo a parceria de longa data e a liderança da Nigéria na promoção do comércio intra-africano, o Dr. George Elombi, Presidente e Presidente do Conselho de Administração do Afreximbank, elogiou o compromisso do Governo com a visão da ZCLCA, observando que a escala, a profundidade empresarial e a capacidade industrial da Nigéria a tornam uma anfitriã natural para a edição de 2027.

O vibrante espírito empreendedor da Nigéria dá-nos confiança de que a IATF2027 em Lagos será um evento notável que vai reforçar o comércio e o investimento em todo o continente. A feira comercial tem como objectivo criar um mercado único pan-africano forte e expandir o comércio intra-africano para além dos níveis que se observam actualmente. O nosso dever colectivo é utilizar esta plataforma para construir cadeias de valor, criar empregos e gerar prosperidade para os nossos povos. Quando os africanos decidem trabalhar em conjunto, como farão na IATF 2027, as oportunidades de transformação são ilimitadas”, sublinhou.

A Nigéria continua a ser fundamental para o sucesso da ZCLCA, não só devido à dimensão do seu mercado, mas igualmente devido à sua base de recursos e potencial industrial. Como um dos principais produtores de petróleo e gás, minerais sólidos, incluindo calcário, minério de ferro, ouro e lítio e produtos agrícolas essenciais, a Nigéria combina capacidade industrial com um sector de PME vibrante e um papel dinâmico no comércio intra-africano. Esta combinação única posiciona o país para impulsionar cadeias de valor que potenciam a integração regional e reforçam a resiliência económica do continente.

Descrevendo a Nigéria como um importante contribuinte para o crescimento da União Africana e para a transformação económica regional, S. Ex.ª Francisca Tatchoup Belobe, Comissária da UA para o Desenvolvimento Económico, Comércio, Turismo, Indústria e Minerais, destacou a importância de alinhar a política industrial, o desenvolvimento mineral e a facilitação do comércio para libertar todo o potencial de África.

“Quando lançámos a IATF em 2018, foi uma experiência ousada em termos de conectividade. Não foi apenas um evento comercial, mas igualmente uma ferramenta estratégica para aumentar o comércio intra-africano, que continua teimosamente baixo. À medida que nos preparamos para a quinta edição da IATF, devemos garantir que a mesma impulsione o comércio intra-africano e ajude África a reposicionar-se no panorama comercial mundial. Devemos, portanto, ter objectivos bastante ambiciosos para 2027, especialmente pelo facto da IATF se realizar na Nigéria, o país africano mais populoso e uma das maiores economias do continente. Façamos da IATF 2027 um momento decisivo que impulsione um novo dinamismo para o investimento, a industrialização e o comércio de África,” afirmou.

Reflectindo sobre o impacto continental mais amplo, Cynthia E. Gnassingbé-Essonam, Diretora de Envolvimento do Sector Privado e Comunicações do Secretariado da ZCLCA, em representação de S. Ex.ª Wamkele Mene, Secretário-Geral do Secretariado da ZCLCA, salientou que o facto da Nigéria acolher a IATF2027 reafirma os esforços colectivos para a operacionalização da ZCLCA e o aprofundamento das cadeias de valor regionais.

“A cerimónia de hoje representa um marco importante nos nossos esforços colectivos para promover os objectivos da Zona de Comércio Livre Continental Africana. A Feira Comercial Intra-Africana consolidou-se como o principal mercado de comércio e investimento de África, reunindo empresas, investidores e decisores políticos de todo o continente e da diáspora. A realização da IATF 2027 na Nigéria é oportuna e significativa, e estamos convictos de que será uma feira comercial com grande impacto, que reflectirá a ambição da ZCLCA e as aspirações das empresas africanas”, afirmou.

Para mais informações sobre a IATF2027, por favor visite www.IntrAfricanTradeFair.com

Distribuído pelo Grupo APO para Afreximbank.

Contacto para a Imprensa:
Vincent Musumba
Gestor de Comunicações e Eventos (Relações com a Imprensa)
Correio Electrónico: media@intrafricatradefair.com / press@afreximbank.com

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Sobre a Feira Comercial Intra-Africana:
Organizada pelo Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank), pela Comissão da União Africana (CUA) e pelo Secretariado da Zona de Comércio Livre Continental Africana (ZCLCA), a Feira Comercial Intra-Africana (IATF) tem como objectivo proporcionar uma plataforma única para facilitar o intercâmbio de informações sobre comércio e investimento, com vista a apoiar o aumento do comércio e do investimento intra-africanos, especialmente no contexto da implementação do Acordo de Comércio Livre Continental Africano (ACLCA). A IATF reúne actores continentais e globais para apresentar e expor os seus produtos e serviços e explorar oportunidades de negócios e investimento no continente. Constitui igualmente uma plataforma para partilhar informações sobre comércio, investimento e mercado com as partes interessadas e permite aos participantes discutir e identificar soluções para os desafios que o comércio e o investimento intra-africanos enfrentam. Para além dos participantes africanos, a Feira Comercial está igualmente aberta a empresas e investidores de países não africanos interessados em fazer negócios em África e em apoiar a transformação do continente através da industrialização e do desenvolvimento das exportações.

Sobre o Afreximbank:
O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) é uma instituição financeira multilateral pan-africana com mandato para financiar e promover o comércio intra e extra-africano. Há mais de 30 anos que o Banco utiliza estruturas inovadoras para oferecer soluções de financiamento que apoiam a transformação da estrutura do comércio africano, acelerando a industrialização e o comércio intra-regional, impulsionando assim a expansão económica em África. Apoiante firme do Acordo de Comércio Livre Continental Africano (ACLCA), o Afreximbank lançou um Sistema Pan-Africano de Pagamento e Liquidação (PAPSS) que foi adoptado pela União Africana (UA) como plataforma de pagamento e liquidação para sustentar a implementação da ZCLCA. Em colaboração com o Secretariado da ZCLCA e a UA, o Banco criou um Fundo de Ajustamento de 10 mil milhões de dólares para apoiar os países que participam de forma efectiva na ZCLCA. No final de Dezembro de 2024, o total de activos e contingências do Afreximbank ascendia a mais de 40,1 mil milhões de dólares e os seus fundos de accionistas a 7,2 mil milhões de dólares. O Afreximbank tem notações de investimento atribuídas pela GCR (escala internacional) de “Estável”, pela Moody’s (Baa2), pela China Chengxin International Credit Rating Co., Ltd (CCXI) (AAA) e pela Japan Credit Rating Agency (JCR) (A-). O Afreximbank evoluiu para uma entidade de grupo que inclui o Banco, a sua subsidiária de fundo de impacto de acções, denominada Fundo para o Desenvolvimento das Exportações em África (FEDA), e a sua subsidiária de gestão de seguros, AfrexInsure (em conjunto, “o Grupo”). O Banco tem a sua sede em Cairo, Egipto.

Para mais informações, visite: www.Afreximbank.com.

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Camarões e Banco Africano de Desenvolvimento adotam um plano para acelerar e recuperar o desempenho da carteira do país

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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No final da 55.ª revisão da carteira, organizada de 23 a 26 de fevereiro de 2026 em Kribi, na região Sul, o governo da República dos Camarões e o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (www.AfDB.org) validaram um plano de ação conjunto para melhorar o desempenho da carteira de projetos financiados pela instituição neste país da África Central. Esta revisão, marcada por uma vontade de rotura, pretende introduzir uma mudança de ritmo e de método na execução das operações.

O plano aprovado enfatiza o reforço da responsabilização através da introdução de contratos de desempenho entre os coordenadores dos projetos, os ministérios setoriais e o Ministério da Economia, Planeamento e Ordenamento do Território (MINEPAT). Prevê igualmente a realização de revisões setoriais mensais orientadas para soluções concretas, a antecipação de bloqueios nas aquisições, os desembolsos, um acompanhamento rigoroso dos projetos a fim de acelerar a sua implementação e otimizar o seu impacto, e o reforço das capacidades das unidades de gestão de projetos sobre as regras e procedimentos do Banco, nomeadamente em matéria de salvaguarda ambiental e social e de gestão financeira.

Além disso, os participantes na revisão identificaram ações prioritárias. Assim, recomendaram o tratamento prioritário dos projetos assinados, mas que não receberam qualquer desembolso há mais de 15 meses; o acompanhamento rigoroso das operações em perigo de encerramento; a tomada de decisões rápidas em matéria de prorrogação ou cancelamento parcial dos financiamentos e o respeito rigoroso da produção de relatórios de conclusão, para garantir uma melhoria sustentável e mensurável do desempenho da carteira. 

Na abertura dos trabalhos, o prefeito do departamento do Oceano, na região Sul, Bouba Haman, em representação do ministro da Economia, Planeamento e Ordenamento do Território, governador do Banco para o Camarões, saudou a realização deste exercício estratégico, que desejou que fosse mais regular, e recordou a importância de uma execução diligente dos projetos para responder às expectativas das populações.

“Estes trabalhos visam um objetivo político e social importante: melhorar a taxa de absorção dos financiamentos. Cada projeto que sofre atrasos é um serviço público de que as populações são privadas. Temos o dever de gerir estes recursos com a maior transparência e um rigor orçamental infalível”, afirmou.

O diretor-geral do Grupo Banco para a África Central, Léandre Bassolé, apelou, por seu lado, a uma mudança profunda de abordagem: “Estamos aqui para encarar a realidade, sem complacência, mas também sem espírito de reprovação, com um único objetivo: melhorar de forma sustentável o desempenho dos nossos projetos e programas”, afirmou.

“Mudar de paradigma significa passar de uma lógica de procedimentos para uma cultura de resultados; de uma gestão fragmentada para uma responsabilização claramente assumida; e de um acompanhamento pontual para uma gestão rigorosa e contínua do desempenho”, acrescentou.

Momento-chave do diá. estratégico entre os Camarões e o Banco, esta 55.ª revisão da carteira marca o ponto de partida de um processo reforçado de gestão do desempenho. Ambas as partes reafirmaram o seu compromisso em tornar a carteira uma alavanca eficaz para a transformação económica e a melhoria tangível das condições de vida das populações camaronenses.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Contacto para os media: 
Frédérique Pascale Essama Messanga
Departamento de Comunicação e Relações Externas
media@afdb.org

Sobre o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento:
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org/pt

Em comemoração do Mês Internacional da Mulher, a CANAL+ e a MultiChoice Prestam Homenagem às Mulheres Africanas

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

Em toda a África e fora dela, as mulheres continuam a moldar e a elevar as histórias que definem as nossas sociedades. Em comemoração do Mês Internacional da Mulher, a CANAL+ presta homenagem às contadoras de histórias, atletas, mães, criadoras, líderes e ícones cujas vozes inspiram milhões de lares em todo o continente.

A indústria do entretenimento africana é impulsionada por mulheres, actrizes, realizadoras, argumentistas e produtoras que trazem profundidade e autenticidade a cada produção. Desde telenovelas cativantes e comédias populares a séries dramáticas impactantes, o talento feminino mantém-se no centro das histórias mais adoradas pelos espectadores dos canais do Grupo CANAL+.

A CANAL+ e a sua subsidiária MultiChoice optaram por homenagear as mulheres através de uma campanha dedicada: “Não há Nós… Sem Elas.” Um anúncio publicitário de 90 segundos, produzido nas versões francesa e inglesa, será transmitido nos canais e plataformas de redes sociais do Grupo em mais de 35 países de África.

Veja a promoção aqui (https://apo-opa.co/47sfZPM).

Como salientou Nomzamo Mbatha, actriz da série Shaka Ilembe, produtora e figura cultural influente: “Ser mulher em África significa ser disruptiva. Há algo de inspirador, forte e incansável nas mulheres africanas… e essa resiliência é o que nos torna imparáveis.”

Para celebrar o Mês Internacional da Mulher, descubra o poder da narrativa e do entretenimento liderados por mulheres através de uma selecção de programas de destaque, como Les Coups de la Vie – Temporada 4, The Penthouse – Temporada 2 e a nova temporada de Nouvelle Reine, disponíveis nos canais da plataforma CANAL+, bem como o franchising The Real Housewives e Girls Trips (Mzansi Magic) nas plataformas DStv e GOtv.

Distribuído pelo Grupo APO para MultiChoice Group.

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Nas economias criativas de África, as mulheres estão a reivindicar a propriedade (Por Libby Allen)

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

Por Libby Allen, Vice-Presidente: Brand & Creative, APO Group (https://APO-opa.com).

Todos os anos, em março, o Dia Internacional da Mulher enche o calendário com campanhas, flores e anúncios cuidadosamente programados. O dia tem um peso histórico real – nasceu das reivindicações do início do século XX pelo direito ao trabalho, ao voto e à organização. A questão a que raramente chega é a que realmente vale a pena colocar: não quem é celebrado, mas quem controla o que foi construído.

Nas indústrias criativas africanas em 2026, esta questão tem respostas instrutivas. São económicas, não simbólicas. E estão a ser escritas por mulheres.

O argumento da propriedade

No Senegal, Diarra Bousso cresceu num lar onde a arte e o estilo eram uma linguagem quotidiana. Estudou matemática, trabalhou em Wall Street e regressou a Dakar com um modelo para uma marca de moda e estilo de vida: nada é feito até que alguém o peça.

A DIARRABLU, a marca que construiu a partir do telhado da casa dos seus pais, utiliza algoritmos matemáticos próprios para gerar desenhos, submete-os a uma votação da comunidade antes de uma única peça de vestuário ser cortada e produz inteiramente à medida das necessidades – conseguindo uma redução de 60% no desperdício e eliminando o excesso de stock. A sua cadeia de fornecimento é quase exclusivamente constituída por artesãos senegaleses. A PI – os algoritmos, a metodologia, o sistema de conceção – é inteiramente sua. O valor está no processo de Bousso, e o processo é detido por si.

Na África do Sul, o estúdio de jogos Nyamakop passou anos a construir algo difícil de copiar. Relooted, lançado no mês passado, é uma aventura passada numa Joanesburgo futurista, na qual o jogador recupera 70 artefactos africanos reais de museus ocidentais e coleções privadas. O jogo foi criado por uma equipa oriunda de mais de dez países africanos. Mohale Mashigo – o seu diretor narrativo, romancista e escritor de banda desenhada que também trabalhou para a Marvel e a DC – é preciso quanto à propriedade. Cada artefacto do jogo corresponde a um objeto real com uma história documentada, pertencente a um determinado povo.

Essa especificidade não é apenas um rigor artístico. O mundo de Relooted está construído de forma a não poder ser separado do seu próprio contexto e reutilizado noutro lugar. A cultura viaja de forma diferente quando é de autoria própria.

Na Nigéria, Mo Abudu aplica a mesma lógica à distribuição. A EbonyLife Media – a produtora e rede de televisão que fundou em 2012, cujos filmes e séries atraíram milhões de horas de visualização – lançou a EbonyLife ON Plus em novembro do ano passado. Trata-se de uma plataforma de subscrição concebida para manter o valor da narração de histórias africanas no continente. A plataforma é nova, mas a estratégia não: é necessário possuir a infraestrutura, ou outra pessoa irá estabelecer os termos.

Três países. Três setores criativos. É necessário encontrar o ponto da cadeia onde o valor é capturado. Detê-lo.

Detido, mas exposto

Os conteúdos gerados por IA intensificaram a pressão. Os modelos da GenAI são treinados, em grande parte, com base em resultados criativos pelos quais não pagam. A questão de saber se esses resultados contam como um contributo compensável está agora a ser testada em tribunais e câmaras de decisão política. Nas economias criativas africanas, onde o volume de material visual, narrativo e cultural é vasto e a infraestrutura formal de PI é desigual, a exposição é significativa. A produção criativa das mulheres está a alimentar sistemas que não lhes pertencem.

A questão da IA e a questão das infraestruturas não estão separadas. Uma delas está a decorrer nos tribunais. A outra está a acontecer nos mercados.

Controlo da narrativa

Atingir os mercados certos requer um tipo diferente de propriedade. África não é um mercado único. São 54 países distintos, cada um com o seu próprio panorama mediático, línguas, culturas e decisores. Muitos parceiros de comunicação oferecem visibilidade, mas não conhecem as nuances de cada mercado. Não estão presentes no terreno, por isso oferecem aproximações, que implicam custos enquanto a narrativa se dilui.

A mesma lógica que levou Bousso a manter os seus algoritmos proprietários, que levou Mashigo e Nyamakop a construir um jogo tão exato, que levou Abudu a construir as suas próprias plataformas em vez de as licenciar – também se aplica aqui. Quem conta a história, em que mercados, em que língua e através de que canais: é aqui que o controlo narrativo se mantém ou se perde. Para que as marcas cheguem a toda a África, as comunicações das marcas têm de ser africanas.

O que acontece a seguir?  

O Dia Internacional da Mulher irá gerar milhares de mensagens neste mês de março. Vale a pena ver o que acontece nos dias que se seguem – se as mulheres que estão a criar propriedade nas indústrias criativas africanas controlam mais o seu trabalho, a sua distribuição e a sua narrativa do que no ano anterior. Esta é a única medida que importa.

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marie@apo-opa.com 

Sobre o APO Group: 
Fundado em 2007 por Nicolas Pompigne-Mognard, o APO Group é uma consultora de comunicação que tem em mente o desempenho – combinando aconselhamento estratégico, execução no terreno e visibilidade garantida em todos os mercados africanos.

Reconhecido com múltiplos prémios internacionais, incluindo as distinções SABRE, Davos Communications e World Business Outlook, o APO Group estabelece parcerias com organizações globais e africanas para fornecer comunicações que funcionam – através da estratégia, execução e visibilidade mensurável.

As funções consultivas do nosso fundador junto de instituições internacionais reforçam o acesso do APO Group aos decisores e reforçam o nosso papel como a consultora de comunicação mais conectada do continente. Os seus clientes incluem a Canon, a Emirates, a Nestlé, a NFL, a Liquid Intelligent Technologies, o Afreximbank, o Grupo do Banco Africano de Desenvolvimento, a GITEX Global e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

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A GCR confirma as notações internacionais A e A2 atribuídas ao Banco Africano de Exportação e Importação

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) (www.Afreximbank.com) acolhe com agrado a mais recente acção de notação da GCR Ratings (“GCR”) (https://apo-opa.co/40g6Vd1) sobre o Banco, confirmando as notações internacionais de emitente a longo e curto prazo do Banco, respectivamente A e A2. A perspectiva foi revista para “Estável” da “Observação da Evolução das Notações [Rating Watch Evolving]”.

A GCR confirmou igualmente a notação de longo prazo à escala internacional do Programa Nota de Médio Prazo Global [Global Medium Term Note (GMTN)] no valor de 5 mil milhões de dólares americanos, atribuindo-lhe a notação A.

A melhoria da notação reflecte a avaliação da GCR de um “mandato anticíclico sólido, sustentado por um forte historial e pelo tratamento preferencial contínuo dos credores (PCT) por parte dos accionistas”. A África do Sul tornou-se o mais recente país a confirmar o Tratado de Criação do Banco e o Estatuto de Credor Preferencial quando, recentemente, assinou o Instrumento de Adesão (https://apo-opa.co/4rdBtqK) para se tornar membro soberano de pleno direito do Banco. O relatório continuou: “A sólida capitalização e o perfil de financiamento diversificado do Banco proporcionam uma protecção significativa contra riscos de crédito emergentes.”  O relatório reconheceu ainda a diversidade da base accionista do Banco.

A mudança da perspectiva da “Observação da Evolução das Notações [Rating Watch Evolving]” para “Estável”, de acordo com a GCR, indica que há um risco irrelevante de queda relacionado às reestruturações da dívida soberana.

Ao comentar sobre a acção da Notação, o Sr. Chandi Mwenebungu, Director Executivo e Tesoureiro do Grupo, Departamento de Tesouraria e Mercados do Afreximbank, afirmou: “Estamos bastante satisfeitos pelo facto da GCR ter confirmado a sua notação de crédito ao Banco e ter definido a perspectiva como ‘estável’, especialmente tendo em conta os recentes resultados positivos em matéria de crédito. Continuamos a afirmar que o tratamento preferencial do Banco como credor está consagrado no Acordo de Criação do Banco, ratificado por todos os Estados-Membros. Não se trata de uma questão de opinião ou convenção, mas sim de um facto.

Continuando, o Sr. Mwenebungu acrescentou: “É ainda motivo de satisfação constatar que a GCR reconhece a forte liquidez e capitalização do Afreximbank, bem como o seu perfil de risco resiliente.  Esta é uma prova da solidez financeira e operacional do Banco e da sua capacidade de demonstrar uma determinação firme face às pressões macroeconómicas contínuas e a um ambiente desafiante.”

O quadro de gestão de risco do Afreximbank foi avaliado de forma independente em 2025 e registado como estando em conformidade com a norma internacional ISO 31000:2018 (https://apo-opa.co/4le6xpd), o que demonstra o compromisso do Banco em manter as melhores práticas em apoio ao seu mandato como instituição financeira líder no continente em matéria de financiamento do comércio. O registo, emitido pela Certificação Parceira Global [Certification Partner Global (CPG)], segue-se a rigorosas avaliações independentes do quadro de gestão de risco empresarial do Afreximbank por auditores externos, sem qualquer não conformidade.

Distribuído pelo Grupo APO para Afreximbank.

Contacto para a Imprensa:
Vincent Musumba
Gestor de Comunicações e Eventos (Relações com a Imprensa)
Correio Electrónico: press@afreximbank.com

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Sobre o Afreximbank:
O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) é uma instituição financeira multilateral pan-africana com mandato para financiar e promover o comércio intra e extra-africano. Há mais de 30 anos que o Banco utiliza estruturas inovadoras para oferecer soluções de financiamento que apoiam a transformação da estrutura do comércio africano, acelerando a industrialização e o comércio intra-regional, impulsionando assim a expansão económica em África. Apoiante firme do Acordo de Comércio Livre Continental Africano (ACLCA), o Afreximbank lançou um Sistema Pan-Africano de Pagamento e Liquidação (PAPSS) que foi adoptado pela União Africana (UA) como plataforma de pagamento e liquidação para sustentar a implementação da ZCLCA. Em colaboração com o Secretariado da ZCLCA e a UA, o Banco criou um Fundo de Ajustamento de 10 mil milhões de dólares para apoiar os países que participam de forma efectiva na ZCLCA. No final de Dezembro de 2024, o total de activos e contingências do Afreximbank ascendia a mais de 40,1 mil milhões de dólares e os seus fundos de accionistas a 7,2 mil milhões de dólares. O Afreximbank tem notações de investimento atribuídas pela GCR (escala internacional) de “Estável”, pela Moody’s (Baa2), pela China Chengxin International Credit Rating Co., Ltd (CCXI) (AAA) e pela Japan Credit Rating Agency (JCR) (A-). O Afreximbank evoluiu para uma entidade de grupo que inclui o Banco, a sua subsidiária de fundo de impacto de acções, denominada Fundo para o Desenvolvimento das Exportações em África (FEDA), e a sua subsidiária de gestão de seguros, AfrexInsure (em conjunto, “o Grupo”). O Banco tem a sua sede em Cairo, Egipto.

Para mais informações, visite: www.Afreximbank.com.

Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) apresenta plataforma de financiamento da aviação em toda a África para transformar o crescimento em lucro sustentável

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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Com a África prestes a tornar-se o mercado de aviação que mais cresce no mundo, os decisores políticos e líderes do setor estão focados num desafio central: como transformar a crescente procura em conectividade sustentável, competitividade e viabilidade financeira.

Esta questão esteve no centro das deliberações do Fórum de Companhias Aéreas, Capital e Conectividade, realizado em Nairóbi nos dias 25 e 26 de fevereiro de 2026 pelo Grupo Banco Africano de Desenvolvimento em parceria com a Associação Africana de Companhias Aéreas (AFRAA).

Apesar dos fortes fundamentos da procura, o setor da aviação africano continua a enfrentar restrições estruturais, incluindo custos elevados de capital, regimes regulatórios fragmentados, lacunas de infraestrutura e acesso limitado a financiamento de longo prazo. Para enfrentar esses desafios, o Banco está a promover o Programa Integrado de Transformação da Aviação (IATP), uma plataforma continental projetada para modernizar o ecossistema da aviação e mobilizar capital privado, institucional e concessional em grande escala. O programa procura alinhar a reforma política, instrumentos de financiamento inovadores e a execução de projetos num único quadro financiável.

O fórum reuniu executivos de companhias aéreas, ministros dos transportes, reguladores, investidores, fabricantes e parceiros de desenvolvimento para explorar como o IATP pode acelerar a implementação coordenada em todo o setor. Os participantes sublinharam o papel da aviação como um facilitador estratégico da integração regional, da facilitação do comércio, do turismo e da diversificação económica.

Ao abrir o Fórum, o Diretor de Infraestrutura e Desenvolvimento Urbano do Banco, Mike Salawou, observou que, embora as perspetivas de procura de aviação em África estejam entre as mais fortes a nível global, a capacidade do lado da oferta e a disponibilidade de investimento têm ficado para trás. O IATP, disse, procura reduzir o risco dos investimentos prioritários, apoiar transações-piloto iniciais e restaurar a confiança entre financiadores comerciais e institucionais.

Da perspetiva da indústria, o Secretário-Geral da AFRAA, Abderahmane Berthé, destacou a dimensão da oportunidade e o desequilíbrio que o continente enfrenta. “África representa quase 18% da população global, mas é responsável por menos de 3% do tráfego aéreo mundial, refletindo barreiras estruturais e regulatórias, e não uma procura fraca”, afirmou.

As observações feitas em nome da Kenya Airways descreveram África como a maior oportunidade estrutural da aviação do século XXI.

Nas próximas duas décadas, espera-se que um em cada quatro novos passageiros aéreos globais seja originário de África, impulsionado pela rápida urbanização, uma população de rendimento médio em crescimento e um perfil demográfico jovem. No entanto, o desempenho financeiro da indústria continua limitado. De acordo com a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), as companhias aéreas africanas deverão gerar margens líquidas de apenas 1 a 2%, abaixo da previsão média global de 3,9% em 2026.

Os elevados custos dos combustíveis, a tributação pesada, a liberalização incompleta e as infraestruturas limitadas dos hubs continuam a comprometer a rentabilidade.

A conectividade continua a ser um estrangulamento crítico. O tráfego intra-africano representa apenas cerca de um quarto do total das viagens aéreas, com muitos passageiros a terem de fazer escala fora do continente. Os participantes salientaram que a plena implementação do Mercado Único Africano de Transporte Aéreo é essencial para desbloquear uma conectividade intra-continental eficiente.

Um discurso proferido por Eric Ntagengerwa, chefe de Transportes e Mobilidade da Comissão da União Africana (CUA), em nome de Lerato Dorothy Mataboge, comissária para Infraestruturas e Energia, enquadrou a reforma da aviação como um imperativo para a soberania, integração e competitividade. O Mercado Único Africano de Transporte Aéreo é o tema designado pela União Africana para o ano de 2027, salientou.

As discussões ao longo de dois dias centraram-se na execução prática, incluindo o reforço da rentabilidade das companhias aéreas, o avanço da aviação alinhada com o clima, o desenvolvimento da carga e da logística, o desenvolvimento de competências e a implementação de mecanismos inovadores de partilha de riscos no âmbito do IATP. As experiências da Nigéria, Quénia e Etiópia ilustraram como os objetivos continentais podem traduzir-se em reformas nacionais coordenadas e oportunidades de investimento a curto prazo.

Samuel Obafemi Bajomo, conselheiro sénior do Ministério da Aviação da Nigéria, enfatizou que estruturas políticas prospetivas e favoráveis ao investimento são fundamentais para fortalecer a conectividade e desbloquear o potencial de crescimento de África, posicionando a aviação como um catalisador para o comércio, o turismo e a prosperidade partilhada.

O fórum concluiu com uma mensagem clara: a procura por aviação em África é real, acelerada e irreversível. A prioridade agora é a execução – alinhar políticas, capital e infraestruturas para garantir que a aviação se torne um motor duradouro de crescimento inclusivo e integração regional em todo o continente.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Fotos (https://apo-opa.co/3Ph0R1s)

Sobre o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (BAD):
O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org/pt