Motorista morre em ataque aéreo a caminhões do Programa Mundial de Alimentos (WFP) no Sudão

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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Ofensiva no fim de semana envolveu veículos contratados pelo Programa Mundial de Alimentos no país africano; viaturas passam por análise para apurar dimensão dos danos e impacto da perda dos alimentos transportados.

As Nações Unidas pedem uma investigação imediata, independente e imparcial para apurar as responsabilidades e punir os autores do ataque deste fim de semana no Sudão contra veículos de ajuda humanitária em Cordofão do Sul.

O ato ocorreu poucas horas após outro caminhão da ONU ter sido alvejado por um artefato explosivo na mesma região.

Motorista perdeu a vida

O Programa Mundial de Alimentos, WFP, condenou o mais recente ataque aéreo contra dois caminhões contratados pela agência no Sudão, que resultou na morte de um motorista.

Outros dois condutores ficaram feridos no ataque contra os veículos, que transportavam suprimentos alimentares de emergência e estavam claramente identificados como transporte de ajuda humanitária das Nações Unidas.

O incidente ocorreu nas primeiras horas de sábado, no trajeto entre as cidades de Dilling e Kadugli, em Cordofão do Sul. Os dois veículos atingidos passam por uma avaliação para verificar a extensão dos danos causados à carga de alimentos.

Em nota, emitida nesta segunda-feira, a agência da ONU condenou a morte do funcionário. O WFP e a liderança humanitária da organização prestaram solidariedade à família, aos amigos e aos colegas do motorista.

O bombardeio ocorreu apenas 24 horas após outro caminhão do WFP ter sido alvo de um artefato explosivo em Dilling, . após concluir a entrega de mantimentos na região.

Condenação e risco de fome

O WFP e o Escritório da ONU para a Coordenação de Assuntos Humanitários, Ocha, repudiaram com veemência a agressão, ressaltando que ataques contra trabalhadores e comboios humanitários violam gravemente o direito internacional.

A escalada da guerra civil entre as Forças Armadas do Sudão e as Forças de Apoio Rápido tem bloqueado corredores vitais de abastecimento.

A interrupção das operações do WFP em áreas sob disputa, como Cordofão do Sul, ameaça aprofundar a crise alimentar e empurrar populações inteiras para a fome extrema.

Distribuído pelo Grupo APO para UN News.

Afreximbank e Conselho Empresarial da África Oriental (EABC) expandem o acesso ao comércio digital para as empresas da África Oriental por meio do Africa Trade Gateway

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

  • As empresas da África Oriental dispõem agora de uma ponte digital para um mercado com mais de 1,3 mil milhões de consumidores.

O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) (www.Afreximbank.com) e o Conselho Empresarial da África Oriental (EABC) assinaram o Acordo de Agência do Africa Trade Gateway (ATG), que liga as empresas da região, incluindo as PME e as grandes exportadoras, ao Mercado Comum da Comunidade da África Oriental (EAC), com 300 milhões de habitantes, e ao mercado mais vasto da Zona de Comércio Livre Continental Africana (ZCLCA), com 1,3 mil milhões de consumidores, através do comércio digital.

O acordo foi assinado recentemente no primeiro Fórum de Directores Executivos e Investimento da África Oriental, em Nairobi, Quénia, assinalando um marco significativo na colaboração em curso entre as duas organizações.

O EABC tem promovido activamente o ecossistema digital junto dos seus membros e apoiado a sua integração. Ao fazê-lo, a parceria combina a rede empresarial regional do EABC com os serviços de comércio digital do ATG para ajudar as empresas a encontrar compradores e fornecedores verificados em toda a África e além-fronteiras, aceder a informações sobre parceiros comerciais e estabelecer ligações com soluções financeiras e de pagamento.

A parceria, que reveste grande importância para a África Oriental e para o continente em geral, permite ao Conselho Empresarial da África Oriental (EABC) integrar-se numa rede crescente de instituições de apoio ao comércio em toda África, que trabalham em conjunto para ligar as empresas a oportunidades para além dos seus mercados regionais. O reforço destas ligações ajudará mais empresas a expandirem-se além-fronteiras e a tirar partido das oportunidades criadas pela Zona de Comércio Livre Continental Africana (ZCLCA).

O Sr. Haytham El Maayergi, Vice-Presidente Executivo do Banco de Comércio Global do Afreximbank, comentou: “O comércio assenta nas relações, mas, para muitas empresas, identificar parceiros de confiança e aceder aos serviços adequados para realizar transacções transfronteiriças pode constituir um desafio significativo. O Africa Trade Gateway foi concebido para colmatar essa lacuna, ligando as empresas a compradores, fornecedores e instituições financeiras de confiança, bem como aos serviços de que necessitam para transformar oportunidades em transacções reais. A nossa colaboração com o EABC está a ajudar mais empresas da África Oriental a aceder a novos mercados com maior confiança. Ao tirar partido das redes de confiança e dos serviços digitais disponíveis através do Africa Trade Gateway, as empresas podem estabelecer ligações significativas, desbloquear novas oportunidades e participar mais activamente na crescente economia digital africana. À medida que mais empresas se ligam e comercializam com sucesso, a rede torna-se mais forte, criando um ciclo virtuoso de oportunidades e crescimento em todo o continente.”

Nas suas observações, o Sr. Ahmed Farah, Director Executivo do Conselho Empresarial da África Oriental, afirmou: “O EABC está a capacitar as empresas da África Oriental com conhecimento sobre as oportunidades de mercado da ZCLCA, as Regras de Origem, as concessões pautais, os procedimentos aduaneiros e os requisitos de exportação, complementados por apoio consultivo personalizado sobre a entrada no mercado e a preparação para a exportação. Enquanto parceiro do corredor comercial do Africa Trade Gateway (ATG) do Afreximbank, o EABC está a ligar as empresas ao ecossistema, permitindo o acesso a serviços de estabelecimento de parcerias entre empresas e a soluções de financiamento comercial que podem facilitar o comércio intra-africano no âmbito da ZCLCA.”

O Africa Trade Gateway (ATG) é o ecossistema de comércio digital emblemático do Afreximbank, que liga empresas, instituições financeiras e parceiros comerciais em toda África e além-fronteiras. A partir de uma única plataforma integrada, liga as empresas a contrapartes de confiança e a serviços que facilitam o comércio – financiamento comercial, pagamentos, conformidade, logística e informação de mercado – para facilitar as transacções transfronteiriças.

Lançado em Junho de 2023, o ATG opera actualmente em mais de 45 países africanos, ligando 45 instituições de apoio ao comércio, 110 bancos comerciais e 25.000 empresas verificadas, com uma carteira de oportunidades no valor de 4,5 mil milhões de USD em matérias-primas, minerais, petróleo e gás, bens de grande consumo e outros produtos fabricados em África. Ao consolidar os serviços necessários ao comércio, o ATG ajuda as empresas a comercializar com maior confiança, eficiência e escala.

Distribuído pelo Grupo APO para Afreximbank.

Contacto para a Imprensa:
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Sobre o Afreximbank:
O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) é uma instituição financeira multilateral pan-africana com mandato para financiar e promover o comércio intra e extra-africano. Há mais de 30 anos que o Banco utiliza estruturas inovadoras para oferecer soluções de financiamento que apoiam a transformação da estrutura do comércio africano, acelerando a industrialização e o comércio intra-regional, impulsionando assim a expansão económica em África. Apoiante firme do Acordo de Comércio Livre Continental Africano (ACLCA), o Afreximbank lançou um Sistema Pan-Africano de Pagamento e Liquidação (PAPSS) que foi adoptado pela União Africana (UA) como plataforma de pagamento e liquidação para sustentar a implementação da ZCLCA. Em colaboração com o Secretariado da ZCLCA e a UA, o Banco criou um Fundo de Ajustamento de 10 mil milhões de USD para apoiar os países que participam de forma efectiva na ZCLCA. No final de Dezembro de 2025, o total de activos e passivos contingentes do Afreximbank atingiu mais de 48,5 mil milhões de USD, e os seus fundos próprios totalizaram 8,4 mil milhões de USD. O Afreximbank tem notações de grau de investimento atribuídas pela China Chengxin International Credit Rating Co., Ltd (CCXI) (AAA), pela GCR (A), pela Japan Credit Rating Agency (JCR) (A-) e pela Moody’ s (Baa2) e pela S&P Global Ratings (BBB+). O Banco tem a sua sede em Cairo, Egipto.

Para mais informações, visite: www.Afreximbank.com.

Sobre o EABC:
O Conselho Empresarial da África Oriental (EABC) é o órgão máximo de defesa dos interesses das associações do sector privado e das empresas dos oito estados parceiros da Comunidade da África Oriental (EAC) (Quénia, República Democrática do Congo, República Federal da Somália, Tanzânia, Ruanda, Burundi, Uganda e Sudão do Sul). Fundado em 1997, o EABC busca a excelência e é a plataforma regional mais reconhecida para as empresas apresentarem os obstáculos ao comércio e aos investimentos e, em conjunto, traçarem soluções para reduzir os custos de fazer negócios, impulsionar o crescimento do comércio e dos investimentos intra-regionais e promover reformas para uma economia diversificada, competitiva, orientada para a exportação, integrada e sustentável na África Oriental. A razão de ser do EABC é promover mudanças nas políticas públicas, de modo a criar um ambiente propício aos negócios na EAC.

Para mais informações, visite: www.EABC-Online.com

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Cultura sem escritório: como o APO Group mantém uma equipa unida em 17 países (Por Loanette Boshoff)

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

Por Loanette Boshoff, Diretora de Recursos Humanos do APO Group (www.APO-opa.com).

Um escritório cria cultura de forma natural. As pessoas cruzam-se no corredor. Ficam a saber da vitória de um colega enquanto tomam café. Percebem quando alguém está a passar por uma semana difícil. A maior parte disso acontece sem que ninguém o tenha planeado.

No APO Group, construímos a nossa cultura de forma deliberada.

Trabalhamos inteiramente à distância por opção própria. Os nossos colaboradores vivem nos mercados que servem. As nossas equipas estão sediadas em 17 países em África, Europa, Médio Oriente e Ásia. No total, reúnem 52 nacionalidades e falam 33 línguas. Nenhum escritório, por si só, poderia reunir essas pessoas.

Isso significa que temos de refletir cuidadosamente sobre aquilo de que as pessoas precisam umas das outras para colaborarem quando não partilham o mesmo espaço físico: ligação, contexto e confiança.

 Ligação: tornar o trabalho visível

A ligação é o aspeto mais fácil de subestimar. Uma forma de nos relacionarmos é através da nossa reunião de equipa mensal aberta a todos, onde se comemoram os sucessos, se destacam os colegas e o seu trabalho e os departamentos podem apresentar as suas actividades. Um gestor de operações no Quénia ficará a saber em que tem vindo a trabalhar um estratega em Portugal e por que razão isso é importante para a empresa. Numa organização em que os colaboradores trabalham remotamente, é possível trabalhar com alguém durante anos e, mesmo assim, saber muito pouco sobre o seu dia –a dia profissional. Tornar esse trabalho visível ajuda as pessoas a compreender o que acontece noutros locais.

Essa ligação interna tem um impacto direto na forma como os clientes nos percecionam. Uma mensagem enviada de Casablanca requer, muitas vezes, uma resposta de alguém na Cidade do Cabo ainda nessa mesma tarde. A rapidez com que isso acontece depende menos do processo e mais do facto de essas duas pessoas já compreenderem o trabalho uma da outra. Os clientes avaliam uma equipa distribuída com base no facto de esta se comportar ou não como uma única equipa.

Contexto: como está a correr o negócio

Todos os colaboradores trabalham melhor quando conseguem ter uma visão clara de como a empresa está a correr. Partilhamos o desempenho da empresa e os sucessos alcançados com os clientes na mesma reunião de equipa mensal, para que os colaboradores possam possam situar o seu próprio trabalho. A nossa revista trimestral, a Connect, aprofunda ainda mais estes aspetos: como funcionam os diferentes departamentos, que ferramentas utilizam e o que aprenderam.

Confiança: feedback com consequências

A confiança constrói-se através da consistência no que partilhamos e na forma como lidamos com essa informação. Discutimos o desempenho mensalmente, abordando tanto os resultados como o comportamento. Duas vezes por ano, perguntamos aos colegas como é trabalhar aqui e tomamos medidas com base no que ouvimos, pelo que o feedback tem consequências visíveis. O nosso Net Promoter Score de colaboradores, um indicador de recomendação, é atualmente de +54.

Uma cultura com rosto

As equipas precisam de pessoas que personifiquem a cultura. Tracy Walakira, diretora de contas, é também a nossa embaixadora cultural. A sua função consiste em garantir que a nossa cultura e os nossos valores estejam sempre presentes na forma como trabalhamos, desde dar as boas-vindas aos novos colaboradores durante o processo de integração até ajudar os colegas a manterem-se em contacto entre países e equipas.

Porque é que a nossa intranet se chama Frank

Durante 12 anos, François Mognard , conhecido por todos como Frank , dirigiu as áreas financeira e operacional, à medida que o APO Group crescia, passando de uma start-up a uma empresa de consultoria pan-africana. Tornou-se o colega a quem as pessoas recorriam quando precisavam de uma resposta sobre como algo funcionava, por que razão funcionava dessa forma ou a quem se deviam dirigir quando algo deixava de funcionar.

Ele simplificava as coisas complicadas sem comprometer a qualidade, adaptava-se à medida que o negócio evoluía e ouvia antes de falar.

O Frank seguiu outro caminho, mas  demos o seu nome à nossa intranet. As pessoas recorrem a ela em busca de respostas, e o espaço tem o nome da pessoa que costumava dar essas respostas. É um pequeno exemplo de como a cultura pode perdurar para além de qualquer pessoa, se a integrarmos no funcionamento da organização.

Cada colaborador tem um percurso de desenvolvimento no qual investimos através de formação e mentoria. Cada novo colaborador começa na mesma academia de integração e toma conhecimento dos nossos cinco valores . no primeiro dia. O objetivo é criar um ambiente em que mais pessoas tenham os conhecimentos, o apoio e a confiança necessários para se tornarem os colegas em quem os outros confiam.

Todas as organizações já contam com colegas a quem os outros recorrem quando precisam de ajuda, que partilham os seus conhecimentos e que se apercebem quando alguém é deixado de lado.

A questão é saber se a sua organização as reconhece e se está a criar as condições para que mais pessoas venham a assumir essa função.

Distribuído pelo Grupo APO para APO Group Insights.

Contacto para a Comunicação Social:
marie@apo-opa.com 

Sobre o APO Group:
Fundado em 2007 por Nicolas Pompigne-Mognard, o APO Group é a consultora de comunicação construída para gerar resultados combinando consultoria estratégica, execução no terreno e visibilidade garantida em todos os 54 mercados africanos. O seu serviço próprio de distribuição de comunicados de imprensa, Africa Newsroom, assegura a publicação de notícias em mais de 250 sites de notícias focados em África, ligando organizações diretamente a mais de 450.000 jornalistas, analistas, investidores e decisores políticos em todo o mundo.

Reconhecido internacionalmente pela sua excelência em comunicação, incluindo prémios SABRE, Davos Communications e World Business Outlook, o APO Group  estabelece parcerias com organizações globais e africanas para as quais o continente constitui uma prioridade estratégica. Entre os seus clientes contam-se o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento, a Africa CDC, o Afreximbank, a NFL, a Nestlé, a Emirates, a Canon, a Western Union e a GITEX Global.

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Moçambique: Primeira-Ministra (PM) Exorta Novos Dirigentes a Transformarem Desafios em Resultados

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

A Primeira-Ministra, Maria Benvinda Levi , afirmou na cerimónia tomada de posse dos novos dirigentes constitui “a assunção de um compromisso perante o Estado, o povo moçambicano e os diversos segmentos da nossa sociedade” , tendo-os exortado a contribuir para a implementação bem-sucedida do Programa Quinquenal do Governo.

A governante falava durante a cerimónia de tomada de posse de Víctor Luís Timóteo , Presidente do Conselho de Administração da ENAPP, Adérito Salvador Mavie , Presidente da Comissão Executiva da ADISUL, Ana da Graça Simione Uamusse , Directora-Geral da Escola de Governação, e Nelson Laura Mabucanhane , Director-Geral Adjunto da mesma instituição.

Ao novo PCA da ENAPP, a dirigente recomendou “garantir a segurança do abastecimento e da distribuição de produtos petrolíferos em todo o país” , com especial atenção à expansão da rede de distribuição às zonas rurais, bem como à criação de reservas estratégicas de combustíveis.

À ADISUL, confiou a missão de fazer da instituição “uma verdadeira plataforma de desenvolvimento integrado” , capaz de articular sectores como o agronegócio, agroindústria, turismo, pescas, indústria, energia, transportes e logística, transformando recursos em “produção, emprego, rendimento e serviços de qualidade”.

Na Escola de Governação, Maria Benvinda Levi orientou os novos dirigentes a apostarem em programas de formação que respondam às necessidades do Aparelho do Estado, defendendo uma Administração Pública “mais próxima do cidadão, mais eficiente, mais transparente e mais voltada para a resolução dos problemas concretos das comunidades”.

A PM apelou, por fim, aos empossados para que exerçam as suas funções com “liderança, dedicação, sentido de Estado e criatividade na busca de soluções”, observando os princípios da legalidade, imparcialidade, probidade, transparência e interesse público.

Distribuído pelo Grupo APO para Portal do Governo de Moçambique.

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Angola Avança com Novos Projectos e Serviços para Responder aos Desafios do Desenvolvimento

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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Angola avança com várias iniciativas e projectos estruturantes em curso em diferentes sectores, com impacto na protecção social, saúde, educação, energia, formação profissional, infra-estruturas e segurança.

O Programa de protecção social e inclusão produtiva-Kwenda, continua a apoiar famílias em situação de vulnerabilidade, enquanto outras iniciativas procuram reforçar as condições de geração de rendimento e integração económica. Na saúde, prossegue a expansão da rede sanitária e o reforço da capacidade de atendimento, incluindo a formação e colocação de médicos especialistas. O Executivo prevê igualmente a continuidade de investimentos em hospitais e unidades de saúde.

A expansão dos parques solares e dos sistemas de electrificação contribui para aumentar o acesso à electricidade, sobretudo nas regiões com menor cobertura. No emprego e formação profissional, iniciativas dirigidas à juventude e a criação de novos centros de formação procuram ampliar as oportunidades de qualificação e inserção no mercado de trabalho.

Projectos como os canais de água e as barragens do Ndue e do Calucuve no Cunene, integram os investimentos destinados a reforçar a gestão dos recursos hídricos e apoiar o desenvolvimento das comunidades. Na educação, o país registou mais de 9 milhões de alunos matriculados no ano lectivo 2023/2024, enquanto os dados oficiais mais recentes apontam para mais de 9,6 milhões de alunos em 2025/2026.

Entre as grandes infra-estruturas em desenvolvimento está também o Novo Aeroporto Internacional de Luanda, juntamente com outros projectos de conectividade e modernização do país. Estas iniciativas fazem parte de um conjunto mais amplo de acções previstas no Plano de Desenvolvimento Nacional, que estabelece prioridades para o crescimento económico, melhoria dos indicadores sociais e reforço das infra-estruturas.

É uma Angola em transformação, com projectos que passam do planeamento à execução e procuram responder às necessidades actuais e futuras dos cidadãos.

Distribuído pelo Grupo APO para Embaixada da República de Angola na República Portuguesa.

Serviços do Instituto Nacional de Segurança Social (INSS) no Negage encurtam distância e dão maior dignidade aos cidadãos

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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As novas instalações dos Serviços Municipais do Instituto Nacional de Segurança Social (INSS), inauguradas, nesta quinta-feira, no município do Negage, província do Uíge, vão encurtar distâncias e dar maior dignidade aos cidadãos.

A infra-estrutura inaugurada pelo secretário de Estado para o Trabalho e Segurança Social, Pedro Filipe, contou com a presença da vice-governadora para o sector Político, Social e Económico, Sónia Arlete, e do presidente do Conselho de Administração do INSS, Anselmo Monteiro.

Durante a cerimónia, Pedro Filipe afirmou que a expansão dos serviços do INSS constitui uma prioridade do Executivo, com o objectivo de aproximar os serviços aos cidadãos que diariamente recorrem às instalações para tratar de questões relacionadas com as contribuições para a Segurança Social, inscrição de trabalhadores, prova de vida e processamento de pensões.

De acordo com o governante, as novas instalações do INSS no Negage não vão servir apenas a população local, mas também os cidadãos dos municípios vizinhos.

Pedro Filipe apelou aos funcionários para que façam uma gestão responsável das novas instalações, sublinhando que a conservação e funcionalidade da infra-estrutura vão depender do nível de gestão e do cuidado dispensado ao património.

O secretário de Estado dirigiu, igualmente, um apelo à população para a conservação do espaço, considerando as novas instalações um património público que deve ser preservado por todos.

“Acabámos de proceder à reinauguração dos Serviços Municipais do INSS do município do Negage, no âmbito de um amplo processo de reabilitação e construção de novas estruturas a nível nacional. O nosso grande propósito é fazer com que a população que acorre diariamente aos nossos serviços, para as mais diversas necessidades, possa ser atendida com dignidade e em condições à altura das exigências”, defendeu.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Angola.

Angola: Secretário de Estado afirma que alargamento da base do INSS acompanha o crescimento do sistema

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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Pedro Filipe afirmou que o país tem registado um alargamento da base da Protecção Social Obrigatória, com objectivo de acompanhar o crescimento do número de trabalhadores, empresas e instituições integradas no sistema.

Segundo o governante, o Sistema de Protecção Social Obrigatória conta actualmente com mais de 3,4 milhões de funcionários e trabalhadores inscritos.

A ambição, explicou, é atingir, até ao final do ano, pelo menos 25 por cento da população economicamente activa. Para o efeito, destacou a aposta na capacitação dos funcionários, na reactivação de infra-estruturas e na construção de novos serviços.

“Tem sido esta a nossa prioridade. O país é grande e estamos a testemunhar um processo de reestruturação da Nova Divisão Política Administrativa. Até há bem pouco tempo tínhamos apenas 186 municípios e hoje temos mais de 324. Por tanto, é necessário que o INSS acompanhe esta dinâmica e desenvolvimento para estar nestas localidades e encurtar as distâncias, para que possa servir com dignidade os cidadãos”, afirmou.

Pedro Filipe acrescentou que existe um programa estruturado para a abertura de outros serviços municipais do INSS ainda este ano.

“Não vamos ficar por aqui, porque a dignificação dos nossos cidadãos e utentes é prioridade máxima”, garantiu.

Distribuído pelo Grupo APO para Angola, Ministério da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social.

Angola: Vice-governadora do Uíge destaca valências das novas instalações do Instalação dos Serviços Municipais (INSS)

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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A vice-governadora para o sector Político, Social e Económico do Uíge, Sónia Arlete, considerou a instalação dos Serviços Municipais do INSS, no Negage, uma mais-valia para a aproximação da Segurança Social às populações.

A governante destacou ainda que a unidade poderá atender cidadãos provenientes de municípios vizinhos e de localidades próximas da província do Cuanza-Norte.

Sónia Arlete salientou que as novas instalações vão reduzir as distâncias e garantir maior comodidade aos munícipes do Negage.

“Para nós, é um sentimento de gratidão. Gostaríamos de agradecer e dizer que a província do Uíge conta actualmente com 23 municípios, tendo em conta a grande extensão da nossa província, as instalações do INSS vão reduzir a distância para os nossos munícipes”, destacou.

Distribuído pelo Grupo APO para Angola, Ministério da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social.

Afreximbank felicita o Governo e o povo da República do Quénia, bem como o Grupo Dangote, pelo projecto histórico da Refinaria de Lamu

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) (www.Afreximbank.com) felicita o Governo e o povo da República do Quénia, liderados por Sua Excelência Presidente Dr. William Samoei Ruto, pelo início das obras da refinaria de petróleo Dangote em Lamu. Este investimento histórico tem o potencial de expandir significativamente a capacidade de refinação de África, reforçar a segurança energética regional e acelerar a transição do continente da exportação de matérias-primas para o comércio de produtos de valor acrescentado.

A refinaria, com um custo aproximado de 16 mil milhões de USD, está projectada para ter capacidade de processar 700.000 barris de petróleo bruto por dia e deverá criar cerca de 60.000 postos de trabalho. A sua propriedade regional prevista e o seu alcance de mercado sublinham o seu potencial como um activo industrial da África Oriental. Prevê-se que a refinaria processe petróleo bruto proveniente de produtores africanos, incluindo o Uganda, fornecendo produtos petrolíferos refinados ao Quénia e ao mercado regional em geral.

A importância económica do estabelecimento de uma capacidade de refinação em grande escala é substancial. Um projecto desta dimensão representa uma oportunidade para reter mais valor nas economias do Quénia e de África, aprofundar as cadeias de abastecimento industriais locais, gerar emprego e serviços associados, reduzir a dependência de produtos refinados importados e criar uma nova plataforma para as exportações regionais.

O projecto surge igualmente num momento crucial para a segurança energética de África. As recentes perturbações que afectaram o Estreito de Ormuz e a instabilidade contínua em torno do Mar Vermelho e de Bab el-Mandeb demonstraram, mais uma vez, a vulnerabilidade criada quando as economias africanas dependem fortemente de cadeias de abastecimento distantes para matérias-primas estratégicas. Neste contexto, a expansão da capacidade de refinação africana é fundamental para promover a industrialização, o comércio intra-africano e a resiliência económica.

O Dr. George Elombi, Presidente do Conselho de Administração do Afreximbank, afirmou: “A importância deste investimento vai muito além da construção de uma refinaria. Demonstra a capacidade de África de conceber, financiar e construir grandes activos industriais que respondem directamente às necessidades das nossas economias. Ao refinar uma maior parte do que produzimos no continente, retemos mais valor dos nossos recursos naturais, criamos postos de trabalho e reforçamos as ligações comerciais entre as economias africanas.”

E continuou, “As recentes perturbações nas rotas globais de energia e de transporte marítimo lembraram-nos do custo da dependência. África dispõe do capital, das empresas e dos mercados necessários para reduzir essa exposição. Investimentos como este dão-nos a capacidade produtiva necessária para encurtar as cadeias de abastecimento, poupar divisas, reforçar a segurança energética regional e tornar as nossas economias mais resilientes.”

A cerimónia de lançamento das obras da Refinaria de Lamu decorre no âmbito de uma expansão mais ampla das infra-estruturas industriais e comerciais do Quénia, uma agenda na qual o Afreximbank se tornou um importante parceiro de longo prazo do Governo do Quénia. Em 2023, o Afreximbank lançou um Programa Nacional para o Quénia no valor de 3 mil milhões de USD para apoiar projectos prioritários dos sectores público e privado. O programa abrange o desenvolvimento industrial e a produção para exportação, adaptação às alterações climáticas e irrigação, infra-estruturas comerciais, apoio a pequenas e médias empresas e iniciativas destinadas a ligar as empresas quenianas de forma mais eficaz aos mercados regionais e continentais. Inclui um Fundo de Adaptação às Alterações Climáticas do Quénia, no valor de 800 milhões de USD, que apoia o desenvolvimento da irrigação e uma maior produtividade agrícola.

Além disso, em colaboração com o Governo do Quénia e as Plataformas Industriais Integradas ARISE, o Afreximbank está a apoiar o desenvolvimento do Parque Industrial Integrado de Dongo Kundu, em Mombaça, e da Zona Económica Especial II de Naivasha. Foram reservados aproximadamente mil milhões de USD para o desenvolvimento dos dois parques industriais integrados, que se espera que reforcem a indústria transformadora orientada para a exportação, atraiam investimento nacional e internacional e reforcem a posição do Quénia como porta de entrada industrial e logística para a África Oriental e Central. As projecções do Governo associam estes dois projectos à criação de aproximadamente 140.000 postos de trabalho, uma vez concluídos.

O Banco alargou igualmente o seu apoio à Zona Económica Especial de Vipingo, no Condado de Kilifi. Em 2025, o Afreximbank e o Grupo KCB anunciaram um quadro de financiamento no valor de 800 milhões de USD, composto por 500 milhões de USD do Afreximbank e 300 milhões de USD do KCB, para apoiar as empresas que se instalem na zona. O Afreximbank já tinha desembolsado 40 milhões de USD para o desenvolvimento da ZEE. O financiamento destina-se a empresas dos sectores da indústria transformadora, do processamento agrícola, da logística e de outros sectores de valor acrescentado.

O Afreximbank felicita igualmente o Sr. Aliko Dangote, Presidente e Director Executivo da Dangote Industries Limited, e o Grupo Dangote, por continuarem a assumir compromissos em grande escala com o desenvolvimento industrial de África.

O Afreximbank e o Grupo Dangote construíram uma parceria de longa data centrada na industrialização, criação de valor acrescentado e expansão da capacidade produtiva de África. Desde 2015, o Afreximbank investiu aproximadamente 15 mil milhões de USD no Grupo Dangote. Esse apoio incluiu um financiamento significativo para a Refinaria de Petróleo e Complexo Petroquímico Dangote, na Nigéria. Em 2025, o Afreximbank assinou uma linha de crédito de 1,35 mil milhões de USD como parte de um financiamento sindicado de aproximadamente 4 mil milhões de USD para a Dangote Industries Limited. Em 2026, o Banco subscreveu posteriormente 2,5 mil milhões de USD de um empréstimo a prazo sindicado sénior de 4 mil milhões de USD para a refinaria, representando a maior participação no consórcio. Desde o início das operações de refinação, o Afreximbank concedeu igualmente uma linha de crédito de capital de exploração no valor de mil milhões de USD e foi consultor financeiro na iniciativa Naira por Petróleo Bruto [Naira-for-Crude].

Estas intervenções complementam o esforço mais amplo do Afreximbank de construir um mercado africano para o petróleo refinado em África. Em 2025, o Banco criou um Programa de Financiamento Renovável para a Importação de Petróleo Intra-africano no valor de 3 mil milhões de USD, concebido para facilitar entre aproximadamente 10 mil milhões e 14 mil milhões de USD em importações intra-africanas de petróleo e permitir que os compradores africanos adquiram mais produtos refinados de refinarias que operam no continente.

O Dr. Elombi afirmou que, “as empresas africanas como a Dangote Industries demonstram o que é possível quando a ambição africana é acompanhada por investimento em grande escala. Elas transformam os nossos recursos naturais em capacidade produtiva – refinarias, fábricas, cadeias de abastecimento, postos de trabalho e produtos que podem ser comercializados nos mercados africanos. O Afreximbank orgulha-se de apoiar a expansão industrial do Grupo Dangote, incluindo o seu importante investimento em refinação na Nigéria. A sua decisão de alargar essa presença industrial à África Oriental é importante porque a transformação de África dependerá cada vez mais de empresas africanas que invistam além das nossas fronteiras, de instituições financeiras africanas que as apoiem e de governos que criem as condições para que esses investimentos sejam bem-sucedidos.”

O Afreximbank acredita que o desenvolvimento de empresas africanas competitivas a nível global e de cadeias de valor regionais será essencial para concretizar a promessa da Zona de Comércio Livre Continental Africana. Investimentos como a Refinaria de Lamu, a par dos parques industriais emergentes e das zonas económicas especiais do Quénia, podem ajudar a fazer com que o continente deixe de depender da exportação de matérias-primas não transformadas e da importação de produtos manufacturados, rumo a uma economia africana que, cada vez mais, produz, transforma e comercializa para si própria.

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Sobre o Afreximbank:
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O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) é uma instituição financeira multilateral pan-africana com mandato para financiar e promover o comércio intra e extra-africano. Há mais de 30 anos que o Banco utiliza estruturas inovadoras para oferecer soluções de financiamento que apoiam a transformação da estrutura do comércio africano, acelerando a industrialização e o comércio intra-regional, impulsionando assim a expansão económica em África. Apoiante firme do Acordo de Comércio Livre Continental Africano (ACLCA), o Afreximbank lançou um Sistema Pan-Africano de Pagamento e Liquidação (PAPSS) que foi adoptado pela União Africana (UA) como plataforma de pagamento e liquidação para sustentar a implementação da ZCLCA. Em colaboração com o Secretariado da ZCLCA e a UA, o Banco criou um Fundo de Ajustamento de 10 mil milhões de dólares para apoiar os países que participam de forma efectiva na ZCLCA. No final de Dezembro de 2025, o total de activos e passivos contingentes do Afreximbank atingiu mais de 48,5 mil milhões de USD, e os seus fundos próprios totalizaram 8,4 mil milhões de USD. O Afreximbank tem notações de grau de investimento atribuídas pela China Chengxin International Credit Rating Co., Ltd (CCXI) (AAA), pela GCR (A), pela Japan Credit Rating Agency (JCR) (A-) e pela Moody’s (Baa2)  e pela S&P Global Ratings (BBB+). O Banco tem a sua sede em Cairo, Egipto.

Para mais informações, visite: www.Afreximbank.com

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Diretor-Executivo (CEO) da Merck Foundation, Dra. Rasha Kelej, compartilha insights de liderança sobre como transformar direitos universais em ações significativas por meio da compreensão local

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

Como parte de sua plataforma virtual de Mentoria e Liderança, “Beyond Power; Leadership, Global Influence and Impact”, a Senadora Dra. Rasha Kelej, CEO da Merck Foundation (https://Merck-Foundation.com/), publicou um novo artigo sobre liderança intitulado “Leadership Beyond the Obvious: Universal Rights Need Local Understanding”. No artigo, a Dra. Kelej reflete sobre por que os princípios universais devem ser traduzidos em ações que respondam às realidades locais, prioridades, contextos culturais e necessidades das comunidades atendidas.

Para ler o artigo completo e acessar a plataforma, visite:

https://apo-opa.co/4hjGsog

Falando sobre o artigo, a Senadora Dra. Rasha Kelej (Ret.) afirma: “Os direitos humanos não se tornam menos universais quando adaptamos nossa abordagem às realidades e prioridades locais. Eles se tornam mais alcançáveis.”

“Um programa desenvolvido para uma sociedade não pode simplesmente ser copiado para outra e esperar que tenha o mesmo impacto. Embora os princípios possam ser universais, as prioridades, os métodos e a comunicação devem responder às evidências locais, aos riscos imediatos, à capacidade disponível e ao contexto cultural”, acrescenta.

No artigo, a Dra. Kelej destaca vários exemplos de seu trabalho na Merck Foundation, incluindo o estigma relacionado à infertilidade, os cuidados oncológicos, a saúde mental, a educação das meninas e a inclusão de pessoas com deficiência. Ela enfatiza que enfrentar esses desafios exige mais do que oferecer uma intervenção individual. Desenvolver conhecimentos especializados locais na área da saúde, envolver as comunidades, abordar atitudes sociais e trabalhar com parceiros que compreendam o contexto local são elementos essenciais para criar uma mudança duradoura.

A Dra. Kelej explica que essa abordagem está refletida no trabalho da Merck Foundation em 42 especialidades críticas e pouco atendidas na África, onde a Fundação investe na capacitação de profissionais de saúde e trabalha com governos, prestadores de serviços de saúde, Primeiras-Damas e Presidentes, educadores, meios de comunicação, artistas e comunidades. Ela enfatiza que cada parceiro tem um papel diferente na transformação de princípios universais, como dignidade, segurança, oportunidade e acesso aos cuidados de saúde, em mudanças significativas na vida cotidiana das pessoas.

Ela também destaca a importância de desenvolver as pessoas e a capacidade local para levar adiante a mudança. Capacitar um especialista local pode exigir mais tempo e esforço do que oferecer uma solução imediata, mas esse especialista poderá cuidar de pacientes, treinar outros profissionais e ajudar a desenvolver serviços que continuem a crescer de forma independente. Para a Dra. Kelej, é assim que um investimento inicial pode gerar um impacto duradouro e multiplicador.

O artigo está disponível por meio da plataforma de Mentoria e Liderança da Dra. Rasha Kelej, “Beyond Power; Leadership, Global Influence and Impact”, no Substack, lançada para criar um recurso acessível destinado a inspirar, orientar e apoiar futuros líderes, especialmente mulheres e jovens futuros líderes na África, Ásia e nos países do Sul Global. A plataforma é acessível a todos, garantindo que aspirantes a líderes de diferentes origens possam ter acesso a mentoria valiosa, insights de liderança e orientação prática.

Link para a plataforma de Mentoria e Liderança da Dra. Rasha Kelej:

https://apo-opa.co/3U29Gz1

Os artigos podem ser acessados no site da Dra. Rasha Kelej:

https://Rasha-Kelej.com/

Os links para os artigos também podem ser acessados no site da Merck Foundation:

https://Merck-Foundation.com/

Os links também podem ser acessados por meio dos canais de mídia social da Dra. Rasha Kelej e da Merck Foundation.

Por meio de sua plataforma de Mentoria e Liderança, a Dra. Rasha Kelej está comprometida em compartilhar seus 32 anos de conhecimento e experiência para apoiar e orientar pessoas que desejam desenvolver seu potencial oculto, alcançar seus objetivos profissionais e pessoais e tornar-se os líderes de amanhã.

Para saber mais sobre a trajetória da Dra. Rasha Kelej, visite seus canais de mídia social: Instagram (https://apo-opa.co/4hqt1Da), Facebook (https://apo-opa.co/3VqCEZN), X (https://apo-opa.co/4y2t3Gd), and YouTube (https://apo-opa.co/4ysAozZ).

E os canais de mídia social da Merck Foundation: Facebook (https://apo-opa.co/4ysAqb5), Instagram (https://apo-opa.co/3U6aJ0V), X (https://apo-opa.co/4rLa5Cv) and YouTube (https://apo-opa.co/4AK6Nn6).

Distribuído pelo Grupo APO para Merck Foundation.

Contato:
Mehak Handa
Gerente do Programa de Conscientização Comunitária
Telefone: +91 9310087613 / +91 9319606669
Email: mehak.handa@external.merckgroup.com

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