Delegação da Câmara Africana de Energia (AEC) realizará visita de trabalho à Venezuela, numa altura em que as reformas energéticas abrem novas fronteiras nos setores do gás, do petróleo e da tecnologia

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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A Câmara Africana de Energia (AEC) (https://EnergyChamber.org/) realizará uma visita de trabalho de três dias à Venezuela, de 3 a 5 de agosto de 2026, reforçando o seu apoio às reformas do setor energético do país e defendendo um aumento do investimento internacional no petróleo, no gás natural e nas infraestruturas associadas. Liderada pelo Presidente Executivo NJ Ayuk, a delegação da AEC irá reunir-se com líderes-chave do setor e representantes governamentais para avaliar o panorama de investimento em evolução do país, identificar oportunidades de colaboração e apoiar os esforços para mobilizar capital estrangeiro, à medida que o país se reposiciona como fornecedor global de energia. 

A visita surge num momento em que a Venezuela entra num dos capítulos mais decisivos da sua história energética, sustentado por reformas regulatórias, o restabelecimento de relações com operadores estrangeiros e uma base de reservas em crescimento. Numa altura em que as cadeias de abastecimento globais se mostram cada vez mais voláteis, a visita irá demonstrar a capacidade da Venezuela para se tornar um interveniente central na satisfação da crescente procura internacional de energia, promovendo simultaneamente novas frentes de investimento, tais como o gás natural, a IA e as infraestruturas digitais.

Sendo o lar de algumas das maiores reservas comprovadas de petróleo e gás do mundo, a Venezuela possui a vantagem geológica para desempenhar um papel mais proeminente nos mercados globais — tudo o que precisa é de investimento. As recentes reformas criaram uma base mais sólida para o investimento internacional, abrindo novos caminhos para operadores e financiadores, enquanto o reatamento das relações com empresas internacionais criou oportunidades para empresas capazes de fornecer capital, tecnologia e conhecimentos técnicos. As alterações ao quadro regulamentar dos hidrocarbonetos do país proporcionaram maior flexibilidade à participação privada e reforçaram as condições comerciais disponíveis para os operadores.

Estes esforços já começaram a dar frutos, preparando o terreno para um crescimento acelerado da produção e a reativação de projetos. A Repsol planeia aumentar a produção dos seus ativos venezuelanos, enquanto a Eni está a relançar um projeto de crude pesado no Cinturão do Orinoco. A Chevron está a consolidar a sua presença no país, enquanto a ExxonMobil e a ConocoPhillips manifestaram interesse nas oportunidades emergentes na Venezuela. Estas medidas apontam para um mercado pronto para o crescimento, sublinhando o impacto que a reforma teve na reabertura do setor. 

O gás natural representa uma oportunidade particularmente significativa. As empresas internacionais estão a avançar com projetos capazes de rentabilizar os recursos offshore da Venezuela e de reforçar o abastecimento energético regional. A Shell está a avançar com o desenvolvimento do projeto de gás Dragon, concebido para fornecer gás venezuelano a Trinidad e Tobago, enquanto a bp está a avançar com o desenvolvimento de Cocuina-Manakin. A Repsol e a Eni estão também a procurar aumentar a produção do projeto Cardón IV, demonstrando o crescente foco comercial nos recursos de gás da Venezuela.

«A Venezuela continua a ser fundamental para a segurança energética global. Quando o investimento estrangeiro entra no setor energético venezuelano, desbloqueia o abastecimento vital necessário para satisfazer a procura global em expansão. As reformas em curso enviam um sinal importante ao mercado. O progresso contínuo em termos de competitividade, certeza regulatória e colaboração internacional pode posicionar a Venezuela para atrair o capital e a tecnologia necessários para aumentar a produção e fornecer energia aos mercados que dela necessitam», afirma Ayuk.

Para a AEC, estes desenvolvimentos representam o início de uma oportunidade de investimento muito maior. Para além das exportações e da procura industrial tradicional, os recursos de gás da Venezuela poderiam apoiar a expansão de infraestruturas energéticas fiáveis exigidas pelas indústrias emergentes. O rápido crescimento global da IA, da computação em nuvem e dos centros de dados está a aumentar a procura por um fornecimento de eletricidade seguro e escalável, criando um potencial novo mercado para o desenvolvimento de energia baseada no gás.

«Estamos extremamente otimistas quanto ao potencial do gás natural da Venezuela. O desenvolvimento das reservas de gás para alimentar a tecnologia de próxima geração — incluindo centros de dados e infraestruturas de IA — representa a próxima grande fronteira de investimento na região», acrescentou Ayuk.

Enquadrando-se neste contexto, a próxima visita de trabalho da AEC aproveita este impulso para apresentar a história energética da Venezuela a um público global. Apoiada por recursos de classe mundial, um clima de investimento em melhoria e oportunidades que abrangem o setor petrolífero a montante, as infraestruturas de gás natural e as tecnologias digitais, a Venezuela está a posicionar-se como um importante centro energético global. Desbloquear este potencial exigirá um maior investimento para colocar projetos em funcionamento, expandir as infraestruturas e acelerar o desenvolvimento.

Distribuído pelo Grupo APO para African Energy Chamber.

O Afreximbank e a Gebeya lançam a ‘Creative Africa Nexus (CANEX) Create-thon’ para criadores africanos nas áreas da música, do vídeo e dos jogos

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) (www.Afreximbank.com), através do seu programa Creative Africa Nexus (CANEX), estabeleceu uma parceria com a Gebeya, uma empresa pan-africana de tecnologia que dispõe de um modelo de linguagem em grande escala (Large Language Model) próprio e de infra-estruturas concebidas para utilizadores de línguas africanas, com vista ao lançamento do CANEX Create-thon 2026.

Com um prémio total de 50.000 dólares americanos, o concurso tem como objcetivo ajudar os criadores africanos a transformar ideias originais em projectos criativos concretos, reunindo músicos, cineastas, contadores de histórias, criadores de jogos e outros criadores para desenvolver projectos em três categorias: música, vídeo e jogos.

Os participantes terão acesso à plataforma Dala Studio da Gebeya, a recursos informáticos e a apoio técnico prático para os ajudar a desenvolver as suas ideias, durante um período intensivo de criação de quatro dias, agendado para decorrer de 20 a 24 de Agosto de 2026.

Ao contrário de um concurso de apresentação de ideias convencional, o CANEX Create-thon desafiará os participantes a construir e a apresentar protótipos funcionais ou projectos criativos concluídos. A iniciativa tem como objectivo demonstrar o que os criadores africanos são capazes de produzir quando têm acesso a ferramentas digitais adequadas, recursos, orientação, financiamento e oportunidades de maior visibilidade.

O Sr. Temwa Gondwe, Director de Criatividade e Diáspora do Afreximbank, afirmou que:

“Os criadores africanos são visíveis e possuem o talento digital, mas têm frequentemente carecido de apoio financeiro e de acesso a ferramentas digitais para expandir a sua actividade.  O CANEX Create-thon preenche essa lacuna, proporcionando aos nossos criadores acesso à tecnologia necessária para transformar as suas ideias virais em negócios viáveis a longo prazo. Através do CANEX, estamos a permitir que os criadores retenham mais valor do seu trabalho e construam uma base competitiva nos mercados regionais e globais. É hora dos criadores africanos captarem o verdadeiro valor financeiro da sua influência global.”

O concurso CANEX Create-thon estará aberto a criadores amadores, emergentes e consagrados de toda África. Os participantes não necessitarão do apoio de uma produtora, do acesso a um estúdio convencional ou de um público já existente.

Criadores individuais e equipas poderão participar, desde que cumpram as directrizes do concurso. Ao longo do período de criação, os participantes contarão com o apoio de 30 a 40 embaixadores da rede comunitária da Gebeya. Os embaixadores ajudarão os participantes a navegar na plataforma Dala Studio, a resolver desafios técnicos e a utilizar de forma eficaz os recursos informáticos disponíveis.

 O Sr. Amadou Daffe, Director Executivo e co-fundador da Gebeya, afirmou que:

“O dinamismo comercial por trás da criatividade africana já é evidente. As receitas da música gravada na África Subsariana tiveram um crescimento superior a 20 por cento num único ano, o mercado dos jogos do continente continua a expandir-se e a indústria cinematográfica da Nigéria mantém-se entre as maiores do mundo em termos de volume de produção. No entanto, muitos criadores ainda não têm acesso à tecnologia e à infra-estrutura de produção necessárias para concretizar todo o potencial das suas ideias. Através do Dala Studio, o CANEX Create-thon colocará ferramentas digitais práticas directamente nas mãos dos criadores e desafiá-los-á a desenvolver projectos originais de música, vídeo e jogos. Queremos ajudar os criadores africanos a passar da inspiração à execução e da experimentação a produtos que possam alcançar o público, atrair parceiros e criar valor comercial.”

O concurso irá reconhecer e premiar o primeiro, segundo e terceiro lugares em cada uma das categorias de música, vídeo e jogos. Os vencedores do primeiro lugar receberão 7.000 dólares americanos, os do segundo lugar 3.500 dólares americanos e os do terceiro lugar 1.500 dólares americanos. Serão atribuídos prémios adicionais de 500 dólares americanos aos finalistas qualificados, de acordo com as directrizes do concurso.

Todas as candidaturas elegíveis serão submetidas, numa primeira fase, a uma triagem com recurso a tecnologia para confirmar a conformidade com os requisitos do concurso. Em seguida, as candidaturas aprovadas passarão para uma fase de votação pública, que determinará os 100 melhores projectos. Um painel de peritos dos sectores criativo, tecnológico e empresarial avaliará os projectos pré-seleccionados e irá determinar os vencedores.

O vencedor do primeiro lugar em cada categoria terá a oportunidade de participar no CANEX WKND 2026 (https://WKND.CANEX.Africa), que decorrerá no Teatro Nacional de Lagos, Nigéria, de 5 a 8 de Novembro de 2026.

Para além dos prémios financeiros, os vencedores seleccionados ganharão visibilidade através da rede CANEX do Afreximbank e terão a oportunidade de interagir com criadores, empresas, investidores, decisores políticos e líderes da indústria criativa.

O CANEX Create-thon faz parte do objectivo do Afreximbank de desenvolver e comercializar as indústrias criativas e culturais de África. Irá igualmente estabelecer um modelo replicável para identificar talentos na área da tecnologia criativa e apoiar o desenvolvimento de produtos criativos africanos comercialmente relevantes.

As inscrições serão abertas a 30 de Julho de 2026 e encerradas a 19 de Agosto de 2026. Os criadores podem inscrever-se e obter as directrizes completas do concurso, incluindo requisitos de elegibilidade, propriedade intelectual e apresentação de candidaturas, em https://apo-opa.co/4yLdsw9.

Distribuído pelo Grupo APO para Afreximbank.

Contacto para a Imprensa: 
Vincent Musumba
Gestor de Comunicações e Eventos (Relações com a Imprensa)
Correio Electrónico: press@afreximbank.com

Abigail Abebe
Gestora de Marketing Digital da Gebeya Inc.
abigail.abebe@gebeya.com

Sobre o Afreximbank: 
O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) é uma instituição financeira multilateral pan-africana com mandato para financiar e promover o comércio intra e extra-africano. Há mais de 30 anos que o Banco utiliza estruturas inovadoras para oferecer soluções de financiamento que apoiam a transformação da estrutura do comércio africano, acelerando a industrialização e o comércio intra-regional, impulsionando assim a expansão económica em África. Apoiante firme do Acordo de Comércio Livre Continental Africano (ACLCA), o Afreximbank lançou um Sistema Pan-Africano de Pagamento e Liquidação (PAPSS) que foi adoptado pela União Africana (UA) como plataforma de pagamento e liquidação para sustentar a implementação da ZCLCA. Em colaboração com o Secretariado da ZCLCA e a UA, o Banco criou um Fundo de Ajustamento de 10 mil milhões de dólares para apoiar os países que participam de forma efectiva na ZCLCA. No final de Dezembro de 2025, o total de activos e passivos contingentes do Afreximbank atingiu mais de 48,5 mil milhões de USD, e os seus fundos próprios totalizaram 8,4 mil milhões de USD. O Afreximbank tem notações de grau de investimento atribuídas pela China Chengxin International Credit Rating Co., Ltd (CCXI) (AAA), pela GCR (A), pela Japan Credit Rating Agency (JCR) (A-) e pela S&P Global Ratings (BBB+) e pela Moody’s (Baa2). O Afreximbank evoluiu para uma entidade de grupo que inclui o Banco, a sua subsidiária de fundo de impacto de acções, denominada Fundo para o Desenvolvimento das Exportações em África (FEDA), e a sua subsidiária de gestão de seguros, AfrexInsure (em conjunto, “o Grupo”). O Banco tem a sua sede em Cairo, Egipto.

Sobre a Gebeya: 
A Gebeya é uma empresa pan-africana de tecnologia de IA que implementa a IA para os próximos mil milhões de utilizadores, através da criação de infra-estruturas digitais localizadas, concebidas a pensar nas realidades africanas. Através de ferramentas com base em IA, sistemas digitais acessíveis e experiências que dão prioridade à língua, a Gebeya torna a tecnologia mais fácil de utilizar, relevante e inclusiva para indivíduos, empresas e instituições em todo o continente.

Conferência «Power Africa Today» da African Energy Week (AEW) vai analisar como África transforma o potencial de energia limpa em energia fiável na African Energy Week (AEW)

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O debate sobre a energia limpa em África atingiu um ponto de viragem. As tecnologias necessárias para gerar energia renovável de baixo custo estão agora comprovadas e amplamente implementadas, mas mais de 600 milhões de pessoas na África Subsariana continuam sem eletricidade fiável. O continente adicionou um recorde de 11,3 GW de capacidade renovável em 2025 — liderado pela Etiópia, África do Sul e Egito — e a questão premente já não é como produzir energia limpa, mas sim como fornecê-la na escala e com a fiabilidade que a indústria exige.

Estas questões estão no cerne da conferência «Power Africa Today» da African Energy Week, que decorrerá na Cidade do Cabo de 12 a 16 de outubro. A sessão «Capturing Africa’s Clean Energy Opportunity to Close the Power Generation Gap» (Aproveitar a oportunidade da energia limpa em África para colmatar o défice de produção de energia) irá  ir além das ambições gerais para abordar os compromissos de conceção, os desafios de integração de sistemas e as soluções técnicas emergentes que determinam se a nova capacidade se traduzirá num abastecimento fiável.

Um tema determinante será a transição da produção para a integração. À medida que o custo da energia solar e do armazenamento tem vindo a diminuir, a principal limitação passou a ser a rede elétrica. O «Africa Clean Energy Corridor» identifica este desequilíbrio, apelando a um investimento de até 25 mil milhões de dólares por ano na produção até 2030, a par de mais 15 mil milhões de dólares por ano na infraestrutura de transmissão necessária para transportar essa energia até ao ponto de consumo.

O armazenamento de energia é fundamental para esse esforço. Em todo o continente, redes fracas e instáveis reclassificaram os sistemas de baterias como infraestruturas nacionais essenciais. A tecnologia é cada vez mais utilizada para estabilizar a frequência, reduzir os cortes de fornecimento e substituir a geração ineficiente a diesel. Condições operacionais adversas, desde altas temperaturas até localizações remotas, estão a levar os promotores a optar por sistemas totalmente concebidos com manutenção automatizada, em vez de hardware autónomo.

O abastecimento descentralizado é apoiado tanto pelos governos como pelo setor privado, mas levanta questões próprias em termos de custos e conceção. Os custos de capital das minirredes na África Subsariana caíram cerca de 20% entre 2020 e 2024, para uma média de quatro anos de 6 824 dólares por kWp; no entanto, esse valor ainda é mais do dobro do valor de referência global, que ronda os 3 000 dólares por kWp. Com a maioria das cerca de 3 000 mini-redes da região ainda dependentes de subvenções e financiamento concessionário, a sessão irá analisar de que forma os modelos comerciais podem levar a implantação à escala industrial.

«A energia fiável abrange todas as partes da cadeia de valor. É o que transforma uma licença de exploração mineira numa fundição e uma ligação numa oportunidade de emprego», afirma NJ Ayuk, presidente executivo da Câmara Africana de Energia. «Conseguir que as redes e o financiamento funcionem corretamente é a forma de alcançarmos esse objetivo.»

O debate surge num contexto de progressos acelerados. A «Mission 300», a iniciativa de eletrificação do Banco Mundial e do Banco Africano de Desenvolvimento, já ligou mais de 50 milhões de pessoas em 40 países, prevendo-se que cerca de metade das ligações futuras provenham de soluções fora da rede. Ao reunir decisores políticos, empresas de serviços públicos, investidores e promotores em torno dos mecanismos práticos de implementação — desde a contratação pública competitiva até à transmissão transfronteiriça e ao armazenamento adaptados às condições locais —, a Power Africa Today pretende transformar esse impulso em energia fiável e acessível, capaz de sustentar o crescimento industrial de África.

Distribuído pelo Grupo APO para African Energy Chamber.

A maior emissão de obrigações de sempre do Afreximbank angaria 1,5 mil milhões de dólares americanos

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank) (https://www.Afreximbank.com/) definiu com êxito o preço de uma emissão de Eurobonds de referência, sem garantia e de dívida sénior, ao abrigo da Reg S/144A, no valor de 1,5 mil milhões de dólares americanos, dividida em duas tranches, marcando a sua primeira emissão pública de obrigações em dólares americanos desde Julho de 2021 e a sua maior emissão de obrigações até à data. A emissão foi realizada em duas tranches: 750 milhões de dólares americanos com um prazo de 5,5 anos, com vencimento em Janeiro de 2032, e 750 milhões de dólares americanos com um prazo de 10 anos, com vencimento em Julho de 2036.

A transacção atraiu uma forte procura por parte de investidores internacionais do Reino Unido, Europa, Ásia e Estados Unidos, tendo a carteira de encomendas atingido um valor máximo de 3,8 mil milhões de dólares americanos. A emissão foi quase duas vezes superior à oferta, com a procura distribuída de forma equilibrada pelas duas tranches. Apoiado pela forte procura, o Afreximbank reduziu a taxa de juro em 37,5 pontos base em cada tranche, resultando em rendimentos finais de 6,25% para a tranche de 5,5 anos e de 7,125% para a tranche de 10 anos.

Este regresso bem-sucedido ao mercado de obrigações públicas em dólares americanos surge na sequência das emissões do Banco em formatos e moedas alternativos nos últimos anos, incluindo emissões de obrigações Samurai em 2024 e 2025 e uma emissão de obrigações Panda em 2025. Comentando sobre a transacção, Chandi Mwenebungu, Director-Geral de Tesouraria e Mercados do Afreximbank e Tesoureiro do Grupo, afirmou: “Esta emissão bem-sucedida demonstra a confiança que os investidores continuam a depositar no Afreximbank e na trajectória de crescimento de África. Para nós, este é um sinal claro de que o mercado continua a acreditar no trabalho do Afreximbank e nas perspectivas económicas de África. O nosso papel continua a ser o de ligar o capital às oportunidades que impulsionarão o comércio, a industrialização e o crescimento em todo o continente.”

O HSBC Bank plc desempenhou o papel de Coordenador Global e, juntamente com o Standard Bank of South Africa Limited, o Standard Chartered Bank, o Commerzbank Aktiengesellschaft e a MUFG Securities EMEA plc, desempenhou o papel de Gestores Conjuntos Principais e Coordenadores Conjuntos da Operação. Esta transacção representa mais um marco na trajectória de financiamento do Afreximbank e sublinha a capacidade contínua do banco de aceder aos mercados de capitais internacionais em condições competitivas, ao mesmo tempo que liga o capital global à trajectória de crescimento de África a longo prazo.

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Para mais informações, visite: www.Afreximbank.com.

A Sputnik Africa junta-se à African Energy Week 2026 como parceiro de comunicação social

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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A Sputnik Africa juntou-se à Semana Africana da Energia (AEW) 2026 como parceiro de comunicação social oficial, ampliando o alcance mediático internacional do evento antes da conferência que terá lugar de 12 a 16 de outubro na Cidade do Cabo. A parceria reforça a visibilidade global da principal plataforma de investimento energético de África.

Na qualidade de parceiro de comunicação social oficial, a Sputnik Africa ajudará a amplificar os debates em torno das oportunidades de investimento, dos desenvolvimentos políticos e das parcerias comerciais que surgirem da conferência. A colaboração alarga o envolvimento da AEW com públicos em toda a África e a nível internacional, ao mesmo tempo que amplia a cobertura dos principais anúncios, diá.s estratégicos e desenvolvimentos de projetos que decorrerão ao longo do evento.

O programa de 2026 apresenta uma agenda alargada centrada na mobilização de investimento ao longo de toda a cadeia de valor da energia. As sessões de debate público irão analisar as reformas fiscais e a competitividade regulatória, enquanto o Fórum de Exploração e Produção (E&P) Upstream abordará a exploração de fronteiras, o desenvolvimento do gás e a cooperação regional. As sessões dedicadas às finanças, ao setor a jusante e à tecnologia irão explorar mais aprofundadamente o investimento em infraestruturas, a adoção da IA e a transformação digital.

As sessões dedicadas a países específicos irão destacar rodadas de licenciamento, oportunidades a montante e programas nacionais de reforma de produtores africanos que procuram novos investimentos. Estas sessões proporcionarão às empresas internacionais e às instituições financeiras acesso direto a decisores políticos e promotores de projetos, ao mesmo tempo que destacam oportunidades comercialmente atrativas que abrangem hidrocarbonetos, produção de energia, infraestruturas e tecnologias energéticas emergentes.

Como tal, a participação da Sputnik reflete a sua presença crescente em todo o continente através de uma cobertura noticiosa multilingue e de plataformas de difusão regionais. Com publicações em inglês, francês, suaíli e amárico, o meio de comunicação abrange a diplomacia, os negócios, as infraestruturas, a tecnologia e os desenvolvimentos económicos que afetam os mercados africanos, ao mesmo tempo que expande a sua distribuição através de plataformas digitais, rádio FM e parcerias com meios de comunicação institucionais.

Nos últimos meses, a Sputnik África ampliou a cobertura da cooperação económica entre a Rússia e África, do investimento em infraestruturas, da conectividade dos transportes e da colaboração no setor energético. A plataforma também tem noticiado extensivamente os debates em torno da energia nuclear, do desenvolvimento industrial, da governação da IA e de parcerias mais amplas com o Sul Global, refletindo o crescente interesse internacional no panorama económico em evolução de África.

A organização tem vindo a expandir de forma constante a sua presença física desde que estabeleceu o seu primeiro centro editorial africano em Adis Abeba, na Etiópia, em fevereiro de 2025. Este escritório funciona como um centro de produção para a programação em inglês e amárico, ao mesmo tempo que apoia a reportagem produzida localmente e reforça a presença a longo prazo da organização no continente.

O crescimento operacional prosseguiu com o lançamento de serviços de radiodifusão em FM na Etiópia, antes de expandir as operações de rádio para outros mercados africanos, incluindo o Burquina Faso. A Sputnik África também alargou o seu envolvimento institucional através de iniciativas de formação em jornalismo e parcerias educativas, incluindo a colaboração com a Universidade de Educação de Winneba, no Gana, no âmbito do seu programa SputnikPro.

«A African Energy Week sempre teve como objetivo ligar as oportunidades energéticas de África a investidores globais, líderes tecnológicos e parceiros estratégicos. A participação da Sputnik África como parceiro de comunicação social alarga o alcance dessas conversas, ajudando a dar visibilidade aos projetos, políticas e parcerias que estão a impulsionar o futuro energético do continente junto de públicos em toda a África e além-fronteiras», afirma NJ Ayuk, presidente executivo da African Energy Chamber.

A parceria entre a Sputnik Africa e a AEW 2026 reforça o compromisso da conferência em envolver uma ampla rede de meios de comunicação internacional capaz de dar a conhecer a história de investimento de África a públicos globais. Ao expandir a cobertura para vários idiomas e regiões, a colaboração promove uma maior visibilidade das oportunidades de investimento, reformas políticas e parcerias comerciais que estão a moldar o setor energético africano em evolução.

Distribuído pelo Grupo APO para African Energy Chamber.

Luanda acolhe cimeira da União Africana (UA) em Agosto para reforçar mecanismos de prevenção de conflitos

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

Luanda acolhe no dia 30 de Agosto a Sessão Extraordinária da Conferência dos Chefes de Estado e de Governo da União Africana sobre o Reforço dos Mecanismos de Prevenção e Resolução dos Conflitos em África.

Os preparativos para a realização do evento foram analisados esta segunda-feira, 27 de Julho, na audiência que o ministro das Relações Exteriores, Téte António, manteve com o presidente da Comissão da União Africana (UA), Mahmoud Ali Youssouf, na sede da organização continental, em Adis Abeba, Etiópia.

O encontro decorreu na antevisão da 49.ª Sessão Ordinária do Conselho Executivo da União Africana, cuja abertura oficial está agendada para esta terça-feira, dia 28 de Julho, na capital etíope.

Téte António informou que os preparativos organizacionais e logísticos para a cimeira extraordinária de Luanda se encontram numa fase avançada, tendo agradecido o apoio contínuo prestado pela Comissão da União Africana.

Por sua vez, o Presidente da Comissão da União Africana reiterou o total apoio da Comissão para o êxito da sessão extraordinária da Conferência de Luanda, e destacou o impacto colectivo desta agenda para a segurança e o desenvolvimento sustentável em todo continente.

Os dois responsáveis manifestaram confiança no sucesso da reunião, considerada estratégica para o fortalecimento dos mecanismos africanos de prevenção e resolução de conflitos, e reiteraram o compromisso de aprofundar a cooperação em prol da paz, da segurança e do desenvolvimento sustentável no continente.

A Sessão Extraordinária da Conferência dos Chefes de Estado e de Governo da União Africana sobre o Reforço dos Mecanismos de Prevenção e Resolução dos Conflitos em África será antecedida pela Sessão Extraordinária do Conselho Executivo, a realizar-se no dia 29 do mesmo mês.

Outro ponto central da audiência foi a candidatura da embaixadora Josefa Correia Sacko ao cargo de directora-geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), para o mandato de 2027-2031, cujas eleições terão lugar este ano em Nova Iorque.

As duas entidades realçaram a importância estratégica do continente africano partir para esta disputa internacional com uma só voz, consolidando o espírito de solidariedade e o consenso político necessários para garantir o sucesso da candidatura africana.

A audiência permitiu igualmente uma troca de impressões sobre a evolução da situação de segurança na Região dos Grandes Lagos, os desafios persistentes no Sahel e o ponto de situação das Operações de Apoio à Paz conduzidas pela União Africana.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Angola.

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Angola e Brasil assinam declaração para desenvolvimento de iniciativas conjuntas

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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Angola e Brasil reforçam a cooperação no domínio da cultura, com assinatura, nesta terça-feira, 28 de Julho, de uma Declaração Conjunta pelos ministros da Cultura dos dois países, Filipe Zau e Margareth Menezes, respectivamente.

A assinatura da Declaração Conjunta, inserida no na visita oficial da ministra brasileira a Angola, que decorre de 27 a 31 de Julho, reafirma o compromisso de ambos os países com o fortalecimento da cooperação cultural e o desenvolvimento de iniciativas conjuntas em benefício das duas nações.

Durante a sua estada em Angola, Margareth Menezes manterá encontros institucionais, visitará à exposição no Instituto Guimarães Rosa, e outros espaços como a Cinemateca Nacional, Cine Teatro Nacional, Museu Nacional da Escravatura e o mercado do artesanato.

O programa da visita a Angola da ministra da Cultura do Brasil prevê também uma deslocação à província do Huambo.

Distribuído pelo Grupo APO para Governo de Angola.

O «Power Africa Today» reúne decisores políticos, reguladores e especialistas de mercado de todo o mundo na African Energy Week (AEW) 2026

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

A conferência inaugural da Power Africa Today, que terá lugar no âmbito da African Energy Week (AEW) 2026, na Cidade do Cabo, de 12 a 16 de outubro, reunirá um conjunto de peso de decisores políticos de alto nível, reguladores, investigadores e líderes do setor. A nova plataforma analisará as políticas, o financiamento e as infraestruturas necessárias para alargar o acesso à eletricidade, modernizar as redes de transmissão e acelerar o investimento em todo o setor energético africano.  

Refletindo a natureza global da transição energética africana, representantes da União Africana, do Ministério do Ambiente e das Alterações Climáticas do Brasil, da Autoridade Reguladora da Energia do Zimbábue (ZERA) e da S&P Global Energy participam no evento como oradores. A sua participação sublinha a crescente colaboração entre governos, entidades reguladoras e prestadores de informação de mercado, à medida que os países trabalham para reforçar os sistemas elétricos, modernizar os quadros regulamentares e expandir o investimento ao longo de toda a cadeia de valor do setor energético.  ​

Entre os oradores confirmados encontra-se Letaro D. Metaboge, Comissário para as Infraestruturas e a Energia da União Africana, cujo trabalho apoia a integração energética continental através do Mercado Único Africano de Eletricidade e do Programa para o Desenvolvimento de Infraestruturas em África. À medida que os agrupamentos regionais de energia promovem a harmonização regulatória e o comércio transfronteiriço de eletricidade, Metaboge estará bem posicionado para partilhar perspetivas sobre a reforma de políticas destinadas a reforçar os mercados de eletricidade interligados e a desbloquear investimentos em infraestruturas em maior escala.  

A conferência contará também com a presença de Carlos Roberto de Carvalho de Fonesca, chefe da Unidade de Assuntos Internacionais do Ministério do Ambiente e das Alterações Climáticas do Brasil. O ministério supervisiona o envolvimento internacional do Brasil em matéria de política climática, governação ambiental e desenvolvimento sustentável, num contexto em que o país está a expandir a cooperação com economias em desenvolvimento em iniciativas relacionadas com a energia limpa e o clima. 

A juntar-se ao painel está Edington T. Mzambani, CEO da ZERA, que se manteve ativa ao longo de 2026 com reformas regulatórias e iniciativas de modernização digital. Os marcos recentes incluem o lançamento do ZERA AI Bot, ajustamentos nos preços dos combustíveis para os consumidores e esforços contínuos para reforçar o quadro dos produtores independentes de energia do Zimbábue e o ambiente regulatório energético.  

Apresentando uma perspetiva do mercado global, Silvia Macri, diretora associada de Investigação em Energia e Renováveis da S&P Global Energy, traz uma vasta experiência que abrange os mercados de eletricidade africanos, o investimento em energias renováveis e os fundamentos do setor energético. A mais recente investigação da S&P Global Energy destaca a importância das infraestruturas de transmissão, do financiamento e da segurança regulatória para desbloquear as substanciais oportunidades de investimento no setor energético do continente. 

«A Power Africa Today reflete o reconhecimento crescente de que a resolução dos desafios energéticos de África requer uma colaboração mais forte entre governos, entidades reguladoras, investidores e líderes do setor. Ao reunir vozes de destaque de todo o panorama energético global, a AEW 2026 está a criar a plataforma para as conversas e parcerias que ajudarão a moldar o futuro energético de África», afirma NJ Ayuk, Presidente Executivo da African Energy Chamber.  

Como a mais recente plataforma no âmbito da AEW 2026, a Power Africa Today surge num momento em que o investimento no setor elétrico africano ganha impulso. Ao reunir representantes de alto nível de instituições multilaterais, governos, entidades reguladoras e organizações globais de informação de mercado, a conferência reforça o papel da AEW como ponto de encontro para as partes interessadas que impulsionam a próxima fase do desenvolvimento do setor energético em toda a África. ​

Distribuído pelo Grupo APO para African Energy Chamber.

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Fundação Merck, juntamente com Primeiras-Damas Africanas e Asiáticas, celebra o ‘Dia Mundial da Tecnologia de Reprodução Assistida’ 2026 por meio da campanha ‘Mais do que uma Mãe’

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

A Fundação Merck (www.Merck-Foundation.com), braço filantrópico da Merck KGaA Alemanha, celebra o Dia Mundial das Técnicas de Reprodução Assistida (TRA) 2026 juntamente as Primeiras-Damas Africanas e Asiáticas, que também são Embaixadoras da campanha “Fundação Merck Mais do que uma Mãe”, estão a promover uma campanha para o público em geral reafirmando seu compromisso de longo prazo com a construção e o aprimoramento da capacidade de atendimento em fertilidade.

A Senadora Dra. Rasha Kelej (aposentada), CEO da Fundação Merck e Presidente da campanha “Mais do Que uma mãe”, enfatizou: “Comemoramos o Dia Mundial da Tecnologia de Reprodução Assistida, juntamente com as minhas queridas irmãs, as Primeiras-Damas Africanas e Asiáticas, reformulando o panorama da fertilidade e dos cuidados reprodutivos em África e noutros lugares.”

Tenho o prazer de compartilhar que, por meio de nossa campanha ‘Merck Foundation More Than a Mother’, concedemos 807 bolsas de estudo em Fertilidade, Embriologia e Cuidados Reprodutivos para profissionais de saúde de 42 países.

Estou particularmente orgulhosa de que muitos dos nossos ex-estudantes tenham sido treinados para se tornarem os primeiros embriologistas e especialistas em fertilidade locais nos seus países, incluindo Gâmbia, Burundi, Guiné, Tchade, Níger, Serra Leoa, Libéria, Malawi, Congo e Moçambique, onde anteriormente não havia um único especialista local nessas áreas cruciais. Estamos a fazer história.”

Até o momento, a Fundação Merck concedeu mais de 2.650 bolsas de estudo para profissionais de saúde de 52 países em 44 especialidades médicas críticas e carentes de profissionais.

Das 807 bolsas de estudo concedidas para cuidados de fertilidade e reprodução, a Fundação Merck ofereceu 365 bolsas para treinamento clínico e prático em fertilidade e embriologia, e 442 bolsas para diplomas de pós-graduação e mestrado em Medicina Sexual e Reprodutiva, Psiquiatria Clínica, Saúde da Mulher, Biotecnologia da Reprodução Humana Assistida e Embriologia, Urologia, Habilidades Cirúrgicas Laparoscópicas e Medicina de Família para profissionais de saúde de 42 países de África e da Ásia.

“Fundação Merck Mais do Que uma Mãe” é um movimento forte que visa quebrar o estigma da infertilidade e empoderar mulheres que vivem com infertilidade por meio do acesso à informação, educação, saúde e mudança de mentalidade.

Ao longo dos últimos 11 anos, a Fundação Merck trabalhou em estreita colaboração com mais de 33 Primeiras-Damas Africanas e Asiáticas como eEmbaixadoras da campanha “Fundação Merck Mais do Que uma Mãe”, com o objectivo de desenvolver a capacidade de atendimento em saúde reprodutiva e fertilidade, combater o estigma da infertilidade e apoiar a educação de meninas.

Em muitas culturas africanas, a infertilidade ainda é altamente estigmatizada, e as mulheres são frequentemente culpadas injustamente pela ausência de filhos. Isso pode levar à discriminação, isolamento, divórcio e até mesmo violência física ou psicológica. Como parte da campanha “Mais do que uma Mãe”, a Fundação Merck lançou diversas iniciativas para combater esse estigma e promover uma mudança cultural.

Por meio da iniciativa “Empoderar Berna”, no âmbito da campanha “Mais do que uma Mãe”, a Fundação Merck empoderou mulheres que não podem mais receber tratamento para infertilidade, oferecendo treinamento em negócios para ajudá-las a se tornarem financeiramente independentes e reconstruírem as suas vidas. A iniciativa transformou a vida de muitas mulheres em diversos países africanos, incluindo Quénia, Uganda, Nigéria, República Centro-Africana, Níger, Malawi e outros.

Além disso, a Fundação Merck capacitou mais de 4.000 representantes da mídia de mais de 35 países para conscientizar sobre o combate ao estigma da infertilidade, a prevenção e o tratamento da infertilidade e a infertilidade masculina.

A Fundação Merck, em parceria com Primeiras-Damas Africanas e Asiáticas, lançou o livro infantil “Mais do que uma Mãe” para enfatizar os fortes valores familiares de amor e respeito desde a infância, o que contribuirá para a eliminação do estigma da infertilidade e da violência doméstica resultante no futuro. O livro também foi adaptado para um filme de animação. Assista ao filme de animação “Mais do que uma Mãe” aqui: https://apo-opa.co/4pF8lcP

O programa televisivo panafricano da Fundação Merck, “Nossa África”, idealizado, produzido, realizado e coapresentado pela Senadora Dra. Rasha Kelej, CEO da Fundação Merck, e que conta com a participação de estilistas, cantores e especialistas renomados de diversas áreas, com o objectivo de conscientizar e promover uma mudança cultural em toda a África, possui vários episódios dedicados a abordar a infertilidade e a quebrar o estigma associado a ela.

Assista aos episódios aqui:

Episódio 3: https://apo-opa.co/3T9HucW

Episódio 5: https://apo-opa.co/4c38jWz

Episódio 10: https://apo-opa.co/4pFXeR9

A Fundação Merck também lançou cerca de 30 músicas, muitas delas criadas com o objectivo de quebrar o estigma da infertilidade, como parte da campanha “Mais do que uma Mãe”. Ouça as músicas da campanha “Mais do que uma Mãe” aqui: https://apo-opa.co/3RTyhVF

A Fundação Merck, em parceria com Primeiras-Damas Africanas e Asiáticas, lança anualmente o prémio “Mais do que uma Mãe” para os melhores trabalhos em mídia, canção, cinema e moda, com o objectivo de conscientizar sobre o combate ao estigma da infertilidade, a infertilidade masculina, a prevenção e o tratamento da infertilidade, além de uma ampla gama de outras questões sociais.

Informações sobre os Prémios:

1. Prémio de Jornalismo Fundação “Mais  do Que uma Mãe” 2026: Representantes e estudantes de comunicação social são convidados a apresentar os seus trabalhos para conscientizar sobre uma ou mais das seguintes questões sociais: Combater o estigma da infertilidade, apoiar a educação de meninas, empoderar mulheres, acabar com o casamento infantil, acabar com a mutilação genital feminina e/ou erradicar a violência do género em todos os níveis.

Prazo para submissão: 30 de setembro de 2026.

2. Prémio do Cinema Fundação Merck “Mais  do Que uma Mãe” 2026:  Todos os cineastas africanos, estudantes de instituições de formação cinematográfica ou jovens talentos de África estão convidados a criar e partilhar um filme ou curta-metragem, seja drama, documentário ou docudrama, que transmita mensagens fortes e impactantes que abordem uma ou mais das seguintes questões sociais: quebrar o estigma da infertilidade, apoiar a educação de meninas, empoderar mulheres, acabar com o casamento infantil, acabar com a mutilação genital feminina e/ou combater a violência do género em todos os níveis.

Prazo para submissão: 30 de setembro de 2026.

3. Prémio de Moda Fundação Merck “Mais  do Que uma Mãe” 2026: Todos os estudantes e estilistas de moda africanos estão convidados a criar e partilhar designs que transmitam mensagens fortes e impactantes para conscientizar sobre uma ou mais das seguintes questões sociais: Quebrar o estigma da infertilidade, apoiar a educação de meninas, empoderamento feminino, acabar com o casamento infantil, acabar com a mutilação genital feminina e/ou combater a violência do género em todos os níveis.

Prazo para submissão: 30 de setembro de 2026.

4. Prémio da Canção Fundação Merck “Mais  do Que uma Mãe” 2026: Todos os cantores e artistas musicais africanos estão convidados a criar e partilhar uma CANÇÃO com o objectivo de abordar uma ou mais das seguintes questões sociais: Quebrar o estigma da infertilidade, apoiar a educação de meninas, empoderar mulheres, acabar com o casamento infantil, acabar com a mutilação genital feminina e/ou acabar com a violência do género em todos os níveis.

Prazo para submissão: 30 de setembro de 2026.

Increva-se aqui: https://apo-opa.co/44Ntk3C

As inscrições para todos os prémios devem ser enviadas por e-mail para: submit@merck-foundation.com

Distribuído pelo Grupo APO para Merck Foundation.

Contato:
Mehak Handa
Gerente do Programa de Conscientização Comunitária
Telefone: +91 9310087613 / +91 9319606669
Email: mehak.handa@external.merckgroup.com

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Website: www.Merck-Foundation.com 
Baixar a Aplicação da Fundação Merck: https://apo-opa.co/4wVdXlB

Sobre a Fundação Merck:
A Fundação Merck, criada em 2017, é o braço filantrópico da Merck KGaA Alemanha, tem como objectivo melhorar a saúde e o bem-estar das pessoas e aprimorar as suas vidas atravez da ciência e da tecnologia. Os nossos esforços estão focados principalmente na melhoria do acesso a soluções de saúde de qualidade e equitativas em comunidades carenciadas, no desenvolvimento da capacidade de saúde e na investigação científica, no empoderamento das raparigas na educação e no empoderamento de pessoas em STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática) com foco especial em mulheres e jovens. Todos os comunicados de imprensa da Fundação Merck são distribuídos por e-mail ao mesmo tempo em que são disponibilizados no site da Fundação Merck. Visite www.Merck-Foundation.com para ler mais. Siga a mídia social da Fundação Merck: Facebook (https://apo-opa.co/4pHOMRo), X (https://apo-opa.co/4pFg3DS),Instagram (https://apo-opa.co/44In8dj), YouTube (https://apo-opa.co/4wXYRfb), Threads (https://apo-opa.co/44NznoR) e Flickr (https://apo-opa.co/4w7jDIJ).

A Fundação Merck está dedicada a melhorar os resultados sociais e de saúde para comunidades necessitadas. Embora colabore com vários parceiros, incluindo governos, para atingir os seus objectivos humanitários, a Fundação permanece estritamente neutra em questões políticas. Ela não se envolve ou apoia nenhuma actividade política, eleições ou regimes, concentrando-se exclusivamente na sua missão de elevar a humanidade e melhorar o bem-estar, mantendo uma postura estritamente apolítica em todos os seus esforços.

 

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África do Sul: Banco Africano de Desenvolvimento e Biovac assinam acordo de 15 milhões de dólares para impulsionar a primeira produção integral de vacinas contra a cólera em África

Source: Africa Press Organisation – Portuguese –

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O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (www.AfDB.org) finalizou um empréstimo no valor máximo de 15 milhões de dólares ao Instituto Biológico e de Vacinas da África do Sul (https://apo-opa.co/3RQJKp2) (Biovac) para apoiar uma nova unidade de fabrico de várias vacinas na Cidade do Cabo, que irá expandir significativamente a capacidade interna de África para produzir vacinas.

O financiamento faz parte de um programa de expansão que aumentará a capacidade total anual de produção do Biovac para 500 milhões de doses. Quando estiver concluída, espera-se que o Biovac se torne o primeiro produtor africano de vacinas orais contra a cólera de ponta a ponta e o primeiro produtor sul-africano de vacinas inativadas contra a poliomielite produzidas localmente. Será também o primeiro no continente a produzir vacinas inativadas contra a poliomielite através de parcerias de transferência de tecnologia com a Sanofi, o Instituto Internacional de Vacinas, a Biological E Limited, a EuBiologics e a Bharat Biotech.

Há mais de duas décadas que o Biovac é o principal fornecedor de vacinas da África do Sul; atualmente, África importa mais de 99% das vacinas que utiliza, apesar de o continente suportar uma parte desproporcional da carga mundial de doenças evitáveis por vacinação. Em resposta a esta situação, a União Africana tem como objetivo produzir localmente 60% das vacinas do continente até 2040. (https://apo-opa.co/4c0qcoV) Para além das vacinas, prevê-se que o projeto crie cerca de 340 postos de trabalho a tempo inteiro, estimando-se que 43% destes lugares sejam ocupados por mulheres e 30% por jovens. O Biovac, que já emprega mais de 300 colaboradores – metade dos quais mulheres –, irá também expandir a formação em fabrico de vacinas, controlo de qualidade e ciência regulatória, em parceria com universidades locais e outras instituições de formação regionais.

“Este investimento na Biovac vai muito além da expansão da capacidade de produção de vacinas. Trata-se de construir a soberania sanitária de África, reforçar as cadeias de valor regionais e criar capacidades industriais que permitirão ao continente responder de forma mais eficaz a futuras emergências sanitárias”, afirmou o vice-presidente do Grupo Banco para o Setor Privado, Infraestruturas e Industrialização, Solomon Quaynor. “Ao apoiar a primeira unidade de fabrico integral de vacinas orais contra a cólera em África e a primeira produção local de vacinas inativadas contra a poliomielite no continente, estamos a ajudar a transformar África, de um consumidor de vacinas importadas, para um produtor de soluções de saúde essenciais”, acrescentou.

“Damos as boas-vindas ao Banco Africano de Desenvolvimento como parceiro neste projeto histórico e estamos orgulhosos de que uma instituição tão central para o desenvolvimento de África veja no Biovac a mesma oportunidade que nós vemos: uma chance de mudar fundamentalmente a relação do continente com a sua própria segurança sanitária”, afirmou Morena Makhoana, Diretora Executiva do Biovac. “Este projeto irá mudar a narrativa de uma situação em que a maioria das vacinas é importada para passarem a ser exportadas. Isto faz parte da mudança permanente dessa realidade. É assim que a soberania sanitária de África se traduz na prática, e estamos honrados por estarmos a construi-la”, apontou.

O apoio do Grupo Banco ao Biovac está em consonância com o seu compromisso mais amplo de desenvolver o ecossistema de fabrico de produtos farmacêuticos e vacinas em África, criando empregos de qualidade, promovendo a inovação e avançando com os objetivos da União Africana.

“Este projeto permite que um dos fabricantes mais experientes de África aumente a sua produção exatamente onde a necessidade é maior: vacinas que protegem as crianças contra a cólera, a poliomielite, a pneumonia e a meningite”, afirmou o diretor-geral do Grupo Banco para a África Austral e representante residente na África do Sul, Kennedy Mbekeani.

O projeto de expansão foi também concebido para se integrar diretamente na arquitetura emergente de financiamento de vacinas do continente, incluindo o Acelerador Africano de Fabrico de Vacinas (AVMA) da Gavi, (https://apo-opa.co/4c1QFT4) um mecanismo de 1,2 mil milhões de dólares que recompensa os fabricantes africanos com pagamentos por marcos alcançados assim que obtêm a pré-qualificação da OMS, além de um complemento por dose nas vacinas fornecidas através de concursos da UNICEF.

Prevê-se que as novas instalações do Biovac estejam concluídas até 2028 e que, inicialmente, produzam vacinas contra a cólera (oral) e, posteriormente, contra a poliomielite (IPV), a pneumonia (PCV) e a meningite (MenX).

O Banco junta-se a um consórcio de instituições de financiamento ao desenvolvimento que apoiam o projeto. O consórcio é liderado pela Corporação Financeira Internacional (IFC) e apoiado por uma linha de crédito de quase-capital a longo prazo do programa Human Development Accelerator (HDX), uma iniciativa apoiada pela União Europeia e implementada pelo Banco Europeu de Investimento em parceria com a Fundação Gates. O pacote é complementado por subvenções e apoio de outros parceiros globais na área da saúde para transferências de tecnologia que irão integrar novas vacinas no portfólio do Biovac.

O Biovac é uma empresa biofarmacêutica sul-africana fundada em 2003 em parceria com o governo sul-africano para desenvolver capacidade local de fabrico de vacinas. Sediada na Cidade do Cabo, fabrica e fornece atualmente vacinas pediátricas de rotina extremamente necessárias e já entregou mais de 450 milhões de doses de vacinas a países de toda a África Austral, incluindo vacinas contra a COVID-19.

Distribuído pelo Grupo APO para African Development Bank Group (AfDB).

Contactos para os media:
Emeka Anuforo
Departamento de Comunicação e Relações Externas
media@afdb.org

Nicolette Pesev
Diretora de Marca Corporativa
media@biovac.co.za

O Grupo Banco Africano de Desenvolvimento é a principal instituição financeira de desenvolvimento em África. Inclui três entidades distintas: o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), o Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF) e o Fundo Fiduciário da Nigéria (NTF). Presente no terreno em 41 países africanos, com uma representação externa no Japão, o Banco contribui para o desenvolvimento económico e o progresso social dos seus 54 Estados-membros. Mais informações em www.AfDB.org